Por que Djokovic é favorito a dominar Slam
Por José Nilton Dalcim
24 de fevereiro de 2021 às 19:49

Ao enriquecer sua invejável galeria de troféus logo na abertura da temporada 2021, que promete enfim ter um calendário completo, Novak Djokovic se torna o favorito para se tornar o maior colecionador de títulos de Grand Slam da história, superando assim os líderes Roger Federer e Rafael Nadal. Nunca esteve tão perto. Há uma década, quando começou a temporada 2011, o placar dos Slam estava 16-9-1. Hoje, como todo mundo sabe, é de 20-20-18.

Há dois motivos mais do que suficientes para se acreditar que Djokovic chegará lá. O mais importante deles é a versatilidade, como provam suas 12 conquistas na quadra sintética e as cinco sobre a grama. Além disso, ainda permanece como um dos dois únicos que podem hoje superar Nadal em Roland Garros. O sérvio é quem mais colecionou títulos importantes na terra depois do espanhol, a quem aliás derrotou em Monte Carlo Roma e até Paris. É o atual bicampeão de Wimbledon, onde levou quatro dos seis últimos troféus, três deles diante de Federer. Faturou 6 dos 10 Slam mais recentes e ganhou 10 de suas últimas 12 finais desse naipe. Vale observar que até 2015 ele estava 8 em 16.

O segundo fator é certamente a idade. Djokovic é um ano mais jovem que Nadal e tem quase seis de vantagem sobre o suíço. E a isso é essencial se incluir o estilo de jogo. O sérvio se adapta com maior facilidade aos diferentes pisos e economiza muito mais energia ao bater a bola na subida, perto da linha, sem falar que agora tem mostrado um saque muito definidor. Não por acaso, fez a final de Slam mais rápida de sua carreira contra Daniil Medvedev, tem excepcional eficiência depois que ganha os dois primeiros sets (220-1, esta derrota em 2010) e é o que melhor se sai num quinto set (30 em 39 diante dos 30 em 47 de Federer).

Nunca podemos esquecer que todos os três já atravessaram problemas físicos preocupantes em tempos recentes, e isso talvez seja o fator imponderável que pode atrapalhar a contabilidade. Porque, ao olharmos os adversários mais jovens que ocupam o top 10 do momento, ainda é difícil apontar algum com real capacidade de derrubar dois dos três fenômenos para levar um Slam. Andy Murray definiu com propriedade: “Vencer um deles nas quartas ou na semi é uma coisa. Outra é sacar ou devolver numa final diante de alguém que já ganhou 17, 19 ou 20 Slam. É simplesmente intimidante. A nova geração ainda não está pronta para isso. Se Novak não tivesse atirado bola na juíza, teria vencido o US Open também”.

Um novo Slam está previsto para daqui a três meses e, nesse período, é preciso ver como Nole irá se recuperar do estiramento e Nadal, da lombar. E observarmos Federer após uma parada incrivelmente longa. Novamente, vemos uma vantagem para Djokovic. Depende muito menos de Paris ou de Wimbledon do que seus concorrentes e ainda terá uma boa cartada a jogar no US Open ou aguardar outro Australian Open, onde reina soberano.

Bom ibope na Austrália
As finais masculina e feminina do Australian Open tiveram as maiores audiências das noites de sábado e domingo no país, segundo os institutos de pesquisa, ainda que tenham tido pequeno declínio em relação a 2020. O jogo entre Djoko-Medvedev foi visto por 1,17 milhão de pessoas nas cinco maiores cidades do país (35% dos aparelhos ligados). Já o duelo Osaka-Brady atingiu 851 mil espectadores (36%). O torneio foi visto no total por 11 milhões de australianos através da rede Nine.

Cresce tênis nos EUA
Tênis recreativo saltou 22% em termos de novos praticantes nos Estados Unidos no ano passado, em meio à pandemia. Segundo dados da USTA, a procura por um esporte seguro como o tênis fez o total de tenistas recreativos norte-americanos subir para 21,6 milhões, dos quais 6,8 mi eram novos jogadores ou pessoas que havia abandonado a raquete e agora voltado.

E vem aí o Top Coach
O Tennis Channel iniciou uma votação popular para indicar os dois melhores técnicos de tênis do país. Qualquer um poderá ser indicado na lista preliminar, por seus alunos ou por si próprio, e aí os 50 melhores serão selecionados para uma primeira votação popular, que irá tirar 5 nomes de cada sexo. Aí uma nova rodada de votos populares indicará os vencedores, que além da honra levarão também US$ 500.

Wimbledon aguarda
Após mais um período de confinamento da população, os britânicos esperam ter superado a crise do coronavírus e planejam liberar gradualmente o público nas competições esportivas a partir de 17 de maio. O futebol poderá receber até 10 mil pessoas ou 25% da capacidade dos estádios e o mesmo por enquanto se aplicará a Wimbledon, que começará dia 28 de junho. Se for assim, das 37 mil pessoas diárias no Club apenas pouco mais de 9 mil serão autorizadas. A Central, de 15 mil lugares, terá no máximo 3.750. A prática do tênis ao ar livre deverá estar liberada na Inglaterra no dia 29 de março.

Desafio Australian Open
Armando Castel venceu o Desafio para a final masculina do Australian Open e terá direito à biografia de Novak Djokovic da Editora Évora. Ele acertou dois dos três sets que Djokovic venceu (7/5 e 6/2) e ainda errou o terceiro por um (6/2). O segundo lugar foi de Clayton Oliveira Costa, que acertou o total de 9 games perdidos e ainda cravou em cheio o terceiro set. Ele receberá da Évora outro sucesso de Djoko, “Sirva para vencer“.


Comentários
  1. Samuel

    Boa tarde Dalcim,

    Com a mexida que a APT está fazendo no ranking, a contagem das semanas na liderança do Novak Djokovic vai ficar estacionada em 310 até a disputa do torneio de Cincinnati (segundo semestre)?

    Samuel

  2. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, acho que estás correndo risco ao colocar matérias seguidas sobre o Djokovic, os detratores dele vão te acusar de parcialidade, mas não liga não porque os que não têm rancor no coração, a maioria, entende que apenas estás fazendo um trabalho justo e profissional. Abraços.

    1. José Nilton Dalcim

      Risco de que, caro Oswaldo? Não escrevo para agradar, escrevo o que eu penso ou o que considero importante para outros refletirem. Todos têm direito de discordar, desde que o façam com argumentos e educação.

  3. Thiago Silva

    O Corinthians ajudou o Flamengo nas duas vezes que o Internacional disputou o título, em 2009 entregou o jogo pro Flamengo na penúltima rodada, agora trancou o gol contra o Inter. Os colorados devem ter muito ódio do Corinthians, acho bem feito, entregaram a partida contra o Goiás em 2007 pra rebaixar o Corinthians.

  4. periferia

    A Marca da Maldade….1958….Orson Welles.

    André Bazin…um teórico do cinema..definia um plano sequência assim:
    “A filmagem de uma ação ininterrupta…com longa duração onde a câmera realiza um movimento sequencial…sem cortes..em apenas um take”.
    Em a Marca da Maldade…logo no início do filme… encontramos o plano sequência mais famoso do cinema…durante 3 minutos e 31 segundos… uma câmera colocada em uma grua acompanha um carro em uma pequena cidade mexicana.
    Orson Welles dirigiu e preparou a cena…reconhecido como o diretor do filme mais inovador do cinema …Cidadao kane (1941)…demonstrava mais uma vez …sabia tudo da sétima arte.
    Anos depois Robert Altman faria uma homenagem a cena em seu filme O Jogador.

    1. Rubens Leme

      Outro plano longo famoso é Olho de Serpente (1999), de Brian de Palma, onde a sequência inicial tem 11 minutos, acho.

      Como eu disse abaixo, o filme tem duas versões, eu vejo as duas e não sei qual gosto mais. Orson é daqueles cineastas que engradeceram o cinema e deveria ter sido muito mais respeitado enquanto vivo.

    2. Filipe Fernandes

      Caro Peri,

      Não venho comentando frequentemente, mas tenho lido e apreciado bastante as suas intervenções cinematográficas, bem como as do Leme e do Marcílio. Nesta agora, você pontua a técnica do plano sequência, e eu vinha querendo te perguntar se por acaso conhecia três cineastas mais contemporâneos; são eles Terrence Malick, James Gray e Alfonso Cuarón.

      Do primeiro, gostei muito dos filmes “A Árvore da Vida” (2011) (para mim, uma obra-prima) e “De Canção em Canção” (2017); ele é um cineasta que trata dos temas de forma filosófica. Do segundo, gostei de “Os Donos da Noite” (2007), “Era uma vez em Nova York” (2013) e “Z – A Cidade Perdida” (2016) – ainda não assisti a “Ad Astra” (2019); parece haver em suas tramas sempre no ser humano a ideia de ‘busca’ por algo além (reconhecimento, a figura paterna, o fascínio pelo desconhecido). E, do terceiro, achei os filmes “Filhos da Esperança” (2006), “Gravidade” (2013) e “Roma” (2018) espetaculares – e essas três obras, coincidentemente, terminam com cenas de mulheres em meio ou próximas ao mar, apesar de apresentarem temas bem distintos.

      Sobre o Alfonso Cuarón, ele realiza planos-sequência magníficos em suas obras, Peri. Em “Filhos da Esperança”, por exemplo, há três longas sequências fantásticas gravadas de forma bem inusitada, sendo a última (que se passa durante uma guerra tremenda) de mais ou menos 10 minutos. É uma grande obra.

      Sete abraços artísticos, caro Peri. Espero que esteja bem.

      1. periferia

        Olá querido Filipe…vc descreveu bem Terrence Malick…um filósofo da tela.
        É um diretor autoral..seus filmes buscam no indivíduo e suas inquietações…fez pouco filmes (foi um artesão que nunca teve pressa)…Arvore da Vida é um grande estudo humano.
        Gosto muito.
        Ad Astra tem muito de Interestelar do Nolan (gosto muito e a cada
        olhada diz algo novo).
        Gravidade é um monólogo “espacial”….apenas uma direção segura poderia garantir um resultado final tão bom.
        Vc escolheu bem….os três colocam o homem combatendo seu exterior…além do bem observado (não tinha notado) das mulheres e o mar.

        Abs

  5. Rafael Azevedo

    Djokovic é de fato um atleta exemplar em todos os quesitos: Técnica, Físico, Tática, Mental, Garra, Espírito Esportivo….enfim.
    Mas, me incomoda um pouco essas declarações de seus treinadores e pais sempre supondo uma perseguição.
    Acredito que os seus críticos são, em sua maioria, torcedores mais extremistas do Federer. Então, não adianta tentar dar uma resposta aos “críticos”. Eles sempre vão criticá-lo (assim como o tal Evaldo sempre critica o Nadal nas reportagens do TenisBrasil).
    Talvez, até ocorra um pouco de perseguição, mas insistir nessa imagem de vítima cansa.
    Ele é um vencedor. Deveriam explorar suas qualidades e virtudes ao invés de expor fraquezas dos adversários!

  6. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]

    “Óbvias como Indian Wells 2013, Cincinnati 2013, Miami 2004 e 2011, Wimbledon 2008 e o Aberto da Austrália de 2009, 2012 e 2014”.

    Eu cito exemplos de 2017 à 2019, e o Mr. Bean me vem com essas teias de aranha de 8, 12 e 17 anos atrás.

    Que patético!

    kkkkkkk

    1. Paulo F.

      Histórico é histórico.
      Patética é a tua tentativa de usar o atual para engavetar o vergonhoso, patetico, ridículo e díspar mano-a-mano de Federer ante Nadal.

      1. Sérgio Ribeiro

        Nada que preste para variar caríssimo P . F . rs . Como está no momento o h2h dos Tenistas fora do barro ?. E’ verdade que um dos Tenistas não bate o outro nas outras superfícies desde 2015 ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

        1. Paulo F.

          O H2H conta todas as superfícies e o somatório de todos os confrontos, desde o primeiro.
          Claro, convenientemente tu não consideras isso.

          1. Rodrigo S. Cruz

            É mesmo, grandioso sábio?

            Bastaria o Federer passar o Nadal no h2h, para ele virar favorito no saibro também ?

            kkkkkkkkk

  7. Jonas

    Meu caro Ronildo, vou colocar o comentário aqui já que não tem espaço para respostas.

    Djokovic ser o maior/melhor, é algo que você nunca irá aceitar, acredito, por uma questão de torcida mesmo.

    Veja bem, eu acho elogiável o fato de Federer estar jogando em alto nível com essa idade. Porém é mais incrível ainda, a meu ver, Nadal estar em alto nível aos 34-35. Por uma questão de estilo de jogo, já que não nem dá nem para comparar o quanto o espanhol sofre/sofreu fisicamente ao longo de sua carreira.

    Na questão da idade o big3 é incrível, embora você só reconheça o Federer, já que é torcedor, ok.

    Mas gosto de lembrar que o sérvio bate o suíço desde quando este último tinha 29 anos. É isso mesmo, Federer perdeu para Djokovic no Australian Open 2011 (29 anos) e no US Open 2011 (30 anos). Também derrotou o sérvio em Roland Garros 2011, e que jogo foi aquele não?

    Sabemos que Federer, aos 33/34 anos, também perdeu finais/confrontos de Grand Slam para Djokovic, mas já vinha perdendo pro sérvio anos antes. São fatos.

    Do jeito que você coloca, fica parecendo que Djokovic surgiu ontem como algoz do suíço, mas não. Já tem um década, é um bom tempo de domínio de Djokovic sobre Federer.

    Não sei se Novak chegará em alto nível com 38,39 anos…eu ficaria surpreso com isso.

    Caso não chegue, ainda assim estarão na história os grandes confrontos de 2011, quando Federer “novo” já perdia para o sérvio com certa frequência, abs.

    1. Paulo F.

      Federer perdia final para Djokovic já no longínquo 2007.
      Ah, esqueci….segunda a lógica Cruciana , se for daquele tempo, não vale!
      Hahahahahaha!!!

      1. Jonas

        Bem lembrado, foi o primeiro encontro vencido por Djokovic, Paulo. Ainda era bem novo, com 19-20 anos e venceu um Federer nos cascos. Poucos meses depois, o sérvio venceu o suíço na SF do AO por 3 x 0.

        É claro que naquele momento, Federer vencia a maioria dos confrontos. Se não me engano, até 2010 o H2H era 13 x 6 a favor do suíço.

        O ano de 2011 é apenas um marco, pois Djokovic começou a dominar a dupla Fedal e o ranking do tênis. Djoko virou número 1 do mundo em julho de 2011, tendo Federer seus 29 anos ainda.

        De 2011 para 2021 temos o seguinte histórico entre os dois: apenas 10 vitórias de Federer contra 22 vitórias de Djokovic.

        É um domínio muito grande. Não só no número de vitórias, mas em importância. São finais/confrontos em Slams, masters 1000, finals etc.

        Sim, vários jogos foram equilibrados. Eu não espero um atropelamento do Djoko sobre o suíço sempre. São grandes jogadores.

    2. Ronildo

      Não é tanto assim Jonas. Em 2011, melhor ano de Djokovic Federer venceu a semi de RG contra ele. Em 2019, com 38 anos, Federer eliminou Djokovic do ATP Finals. Teve final de Xangai e talvez de Dubai vencida por Federer sobre Djokovic depois de 2011 também.

      Você me acusa de um mal que você mesmo possui. Do jeito que você fala, é como se a partir de 2011 os confrontos entre Djokovic e Federer fossem iguais aos confrontos de Federer e Ferrer. E sabemos que é exatamente ao contrário. Mesmo que Djokovic tenha vencido a maioria dos confrontos entre eles à partir de 2011, foram todos jogos complicadíssimos, super disputados. Uma coisa é um tenista dominar outro em quadra, outra coisa completamente diferente é eles jogarem no mesmo nível e as partidas serem sempre duras, vencidas sempre com dificuldade. Mesmo que um deles tenha a maioria das vitórias.

      1. Jonas

        Vamos ao histórico: 22 x 10 para Djokovic nos embates entre eles desde 2011. É um domínio, meu caro, com certeza.

        Confrontos equilibrados? Sim, eles têm que ser mesmo, Federer é um dos melhores da história.

  8. Luiz Fernando

    Engraçado, num esporte individual como o tenis um cara rotulado como “maratenista” está c a perspectiva de se tornar a médio prazo o maior de todos os tempos. Pra se ver como a inveja, o recalque e a falta de bom senso assolam o mundo…

    1. Rodrigo S. Cruz

      Lamento.

      Mas “maratenista” ele é mesmo.

      Inventaram esse termo para satirizar os tenistas que baseiam o jogo mais na correria e pontos longos, do que no ataque…

      O que não significa que o Nadal seja desprovido de técnica.

      Acontece que em geral a maioria do público considera um tipo de jogo maçante…

      1. Luiz Fernando

        Hummm, quer dizer q apenas c físico e correria um tenista se torna o maior da história? Será q vc pensa isso mesmo?

      2. Luiz Fabriciano

        Ok, mas como evitar correria e pontos longos?
        Sendo eficiente contra isso. Quantos conseguem?
        Até parece que certo tenista, por prazer, prefere correr e alongar pontos.

        1. Jose Yoh

          Assino embaixo. Não há mais como ganhar partidas sem correr muito. Qualquer ataque pode ser bem defendido por qualquer tenista hoje em dia.

          Tenho certeza que os “maratenistas” sabem como poucos a arte de atacar, como já vimos tantas vezes nos jogos. No entanto, eles sabem que não compensa, no final ganha o mais consistente. E dedicam-se mais nos treinos a isso.

  9. Paulo Almeida

    Djokovic já é o GOAT incontestável, como mostrado na publicação de ontem. Agora é só corroborar esse FATO a cada conquista de Big Title e semana como número 1.

  10. periferia

    O Flamengo foi campeão brasileiro de 2020.
    É um título brasileiro…sem dúvida.

    Agora voltemos a junho de 1980.
    Flamengo fazia a final do brasileiro contra o Atlético-MG.
    O time mineiro jogava por um empate (havia vencido o primeiro jogo por 1×0).
    Metade do segundo tempo…2×1 Flamengo.
    Reinaldo centroavante do Atlético-MG estava machucado…mancava muito…o Maracanã inteiro gritava “Bichado”…”bichado”.
    Em cruzamento despretensioso da esquerda…Reinaldo aparece livre na área…mesmo mancando toca para as redes de Raul…2×2 (na comemoração ele faz um sinal de silêncio para torcida flamenguista).
    Com esse resultado o Atlético-MG seria campeão.
    Faltando pouco para o final jogo…Nunes dribla o limitado zagueiro Silvestre…e toca na saída de João Leite…gol do título…Flamengo campeão brasileiro de 1980.
    Pessoas choram…outras são atendidas por profissionais da saúde (passam mal)…euforia total.
    O Maracanã com mais de 150 mil pessoas grita alucinadamente…”Mengo”…”Mengo”.

    Voltemos a fevereiro de 2021….Flamengo x São Paulo…no Morumbi.
    Sem público (o país atravessa uma
    pandemia onde pessoas estão morrendo).
    O Flamengo perde por 2×1 para o São Paulo (partida medíocre)…como o Inter não ganha seu jogo (outra partida medíocre)…o Flamengo é o campeã brasileiro de 2020…mesmo perdendo.
    Os jogadores aguardam o resultado final em Porto Alegre para comemorar o título… olhando para a tela de um celular (modernidade).
    Nos “almanaques” que retratam a história…os dois títulos tem o mesmo valor…estatisticamente e numericamente.
    Porém …para quem esteve no Maracanã naquele dia (eu)…sabe que são coisas bem diferentes.

    (nem flamenguista sou…mas naquele dia…um pequeno Periferia gritou…MENGO)

    1. Jose Yoh

      Pois é Periferia, é por essas e outras que o futebol vai perdendo seu encanto e seu espaço entre os jovens. Assim como a Fórmula 1 e tantas outras coisas e esportes.
      Mesmo o tênis (que acredito eu nunca teve muito espaço entre os jovens), está pouco a pouco perdendo seu brilho. Não há mais grandes duelos depois da decadência do Big 3 na minha visão. Um Fedal hoje não tem o mesmo valor.
      Não vejo isso como bom ou ruim, tudo tem seu tempo e sua importância no tempo.
      Mas que dói ver coisas que eram mágicas serem corroídas pelo tempo, ah isso dói.

      1. periferia

        Olá José

        É estranho…como estou um pouco desgastado (velho..rs)…sou de um tempo onde o esporte além de algo cultural …tinha um viés prazeroso.
        Hoje tudo é muito rápido….o esporte é tratado como uma mercadoria…tudo necessita ser “maior” e “melhor” para poder ser vendido (talvez por isso minha implicância com os números)
        Eu não sabia qual a marca da chuteira que meu ídolo usava….ou se nas entrevista ele necessitava de um “midia trainer” ….era tudo natural…leve.
        Vc voltava feliz dos eventos…pode ser algo saudosista….as pessoas um pouco mais novas não viveram um momento assim…elas conhecem o esporte da forma que existe hoje (mercadológico).
        O esporte hoje é algo diferente…nem melhor nem pior…diferente….mas que não me satisfaz…por ter vivido outros tempos.
        Acho mesmo que o esporte (em geral) não voltará a ser o que já foi um dia.
        Algo necessario para construção do indivíduo como cidadão (mesmo o esporte de alto rendimento).
        São coisas que vão ficando pelo caminho…não notamos.

        Abs

        1. Rubens Leme

          Exatamente, periferia. Ontem minha sobrinha de 20 anos ganhou um vinil do namorado e me mostrou no whatsapp e queria opinião. Aí comecei a falar de como era os tempos de comprar LPs, as romarias que eu e alguns amigos fazíamos aos sábados, indo do centro velho de SP até Pinheiros, de ônibus, atrás daquele disco ou esperar na porta da loja, junto com outros o dono chegar com caixas e caixas importadas com novidades e encomendas.

          Era algo diferente, pegar o vinil, colocar na sacola, levar pra casa e colocar pra tocar. Hoje tenho uma aparelhagem superior, mas o prazer é muito menor. Era um contexto e o futebol era assim. Fui criado na pior fase do Palmeiras e mesmo assim amava e vivia cada jogo, cada derrota e vitória e lembro de centenas de gols e jogos daquela época. Hoje, sequer sei quem enfrentamos nesta Libertadores que vencemos.

          Pode ser a idade ou saudosismo. Minha sobrinha achou legal a história (disse ela), mas acho que não entendeu patavinas do que eu quis dizer. Como era possível viver em um mundo sem internet e sem celular?

          Ah, se ela soubesse o quanto era mais fácil e gostoso….

          1. periferia

            Ola Leme

            Era assim mesmo.
            Quando garoto …andava pelo Brasil inteiro (tenho um irmão um pouco mais velho…ele me levava para todos os lugares)….onde tinha futebol…ou qualquer esporte (cansei de ver Atlântica Boavista x Pirelli no Ibirapuera….ou Sírio contra o Monte Líbano no basquete)
            Era tão bom….sempre sem dinheiro …esperávamos os jogos acabarem para comprar o lanche mais barato (saíamos com o dinheiro contado…dois moleques).
            Depois pegavamos o 6442 (Arariba- Praça da Bandeira)…aquilo sim era vida…
            Sessão Nostalgia…rs

        2. Luiz Fabriciano

          Periferia, você como cinéfilo, perceberá no filme “A Viagem”, com Tom Hanks, a possibilidade do esporte voltar a ser como antes.
          Mas, a culpa dele ser como hoje, se deve somente aos seus apreciadores.
          Hoje já se viu, um cidadão vender sua casa própria, para comprar uma passagem aérea, para ver seu time de futebol jogar no exterior?
          Para refletirmos…

          1. periferia

            Olá Luiz.

            Eu discordo um pouco…os apreciadores são vítimas.
            Não apenas no esporte como em tudo.
            Vc hoje é apenas um número…bombardeado por todos os lados com intenções comerciais.
            Fica até difícil vc admitir que gosta de algo…logo o “Grande Irmão Algoritmo” irá cerca-lo com todos os produtos que vc “acha” que necessita.
            Vivemos um mundo “opressor”…a felicidade não está no eu (sentido filosófico).
            A felicidade está nas “prateleiras”…vendidas (caras).
            É um assunto vasto.
            A Viagem tem grandes momentos….principalmente na conectividade do passado/presente/futuro….um sentido bem espiritual.

            Abs

          2. Luiz Fabriciano

            Meu caro, digo que os apreciadores são os responsáveis porque, hoje, paga-se fortunas para ver o ídolo.
            E ele foi alçado ao status de ídolo pelos apreciadores. Garrincha, o grande Mané, era apreciado, mas não chegou à ídolo de ninguém e não era caro vê-lo.
            Para se ver um Neymar na atualidade, alçado à ídolo pelos fãs, é um verdadeiro absurdo.
            Não tenho certeza se foi você que escreveu, que jamais pediria autógrafo a nenhum ser humano nesse planeta, mas, outros, até matariam pelo feito.
            Saudações.

    2. Rafael Azevedo

      Campeonatos decididos em “Mata-Mata” sempre serão mais emocionantes do que campeonatos de pontos corridos (ainda mais sem torcida)

    3. Thiago Silva

      Assim como o título do Federer contra o Baghdatis em 2006 tem o mesmo valor que o que o Djokovic conquistou contra o Nadal em 2012. Como se vê, não é só o Federer que tem momentos épicos no tênis, ele também tem slams toscos que ninguém vai no YouTube procurar.

      1. Sérgio Ribeiro

        Vou te ajudar então nessas suas bravatas repetitivas do face TênisBrasil. De uma olhadinha no YouTube na partida Marcos Baghdatis 3 x 6 , 5 x 7 , 6 x 3 , 6 x 4 , 6 x 4 David Nalbandian na Semi do AOPEN 2006 . O TOP 12 bateu o TOP 6 . Um mês antes de uma olhadinha na Final do ATP FINALS 2005 David Nalbandian 6 x 7 , 6 x 7 , 6 x 2 , 6 x 1 , 7 x 6 Roger Federer. Pra terminar de outra olhadinha na FINAL do MASTER 1000 de Paris 2007 . David Nalbandian 6 x 4 , 6 x 0 Rafael Nadal. Se o Cipriota conseguiu tirar o Hermano da FINAL do AOPEN 2006 , o que Roger Federer tem a ver com as calças, mane ‘ ? rs . Abs!

      2. Jose Yoh

        Mas o texto do Periferia é exatamente sobre o valor maior de um título emocionante, nas nossas cabeças. Não é sobre slams “parrudos” ou outras troças do gênero. Fala sobre pesos diferentes dos títulos com palavras e argumentos muito mais válidos e elegantes.
        E sinceramente, o título contra Nadal eu não consegui assistir inteiro. Na verdade duvido que alguém tenha realmente ficado 5 horas no sofá.

  11. Ruy Machado

    Dalcim, boa tarde! Fui assistir os melhores momentos do jogo entre Medvedev e Lajovic e parece que o Russo se perdeu novamente no mental, após a derrota para Djokovic no AO. Errou saque por baixo, duplas faltas, quebrou raquete e finalizou um ponto dando as costas para o adversário depois de meter um BH. Para sua sorte, Lajovic mandou na rede. Não me lembro de ter visto lance parecido, mas achei arrogância da parte do Medvedev… o que acha? Abc

    1. José Nilton Dalcim

      Ele parece mesmo um tanto perdido na parte emocional. Já havia falado no começo da semana que iria sentir o peso de tentar o número 2.

  12. Rafael Azevedo

    O que foi isso, Monteiro?????
    3×1, saque e vantagem…o cara mete um saque poderoso, o Kecmanovic joga a bolinha pra cima (um smash facílimo) e o monteiro joga pra fora.
    A partir daí, perdeu a confiança e foi quebrado…
    3×2 para o Monteiro no 3º set…
    Espero que não tenha jogado a vitória no ralo.

  13. Luiz Fernando

    A derrota de Medvedev hj escancara o abismo entre o Big3 e a eterna nextgen (claro q já existe outra nextgen), simplesmente lamentável esse fato…

  14. Willian Rodrigues

    Como costumam afirmar alguns colegas aqui do Blog, esse título do Masters 1000 de Miami não será considerado “parrudo”! Rrrsss…
    Vejamos qual o próximo top a desistir. Wawrinka também já “foi com Deus”…

    1. Paulo Almeida

      Não sabemos ainda quem estará lá para que seja classificado como parrudo, mas uma coisa é fato: DjokoGOAT é o único com 18 Majors desse porte!

      1. Willian Rodrigues

        Saudações Paulo! Redigi isso aqui já imaginando que Djokovic também desistiria. É o que a lógica determina…
        Não acho que o sérvio tenha a intenção de ampliar, por agora, o recorde títulos no nível Masters 1000.
        Espero que ele avance à temporada de saibro DEVIDAMENTE MORDIDO contra Rafael Nadal. HeHeHe
        Quem sabe não trituramos o espanhol nos saibros de Roma e Madri como ocorreu em 2011…
        Talvez até a sonhada vitória em Rolland Garros que não ocorreu em 2020…

        1. Paulo Almeida

          Saudações, Willian!

          Pois é, ele deve priorizar a recuperação da ruptura que sofreu no músculo oblíquo e infelizmente deixar o recorde de M1000 de lado por enquanto.

          Ah, você está muito otimista: Djoko não vence o Nadal no saibro desde 2016…

  15. periferia

    Flávio Bolsonaro adquiriu uma mansão de 6 milhões de reais em região nobre de Brasília.
    Apertado por todos os lados…saiu com essa:

    “Mais uma vez…a imprensa tenta construir uma narrativa criminosa em cima de uma simples compra e venda de imovel”
    Nada como a “simplicidade”

    Sigamos

  16. Rodrigo S. Cruz

    Putz, mano!

    O Wawrinka anda numa “fasezinha” que pelo amor de Deus…

    Perdeu aquele super-tiebreak em que liderava por 5 x 1 e depois 3 matchpoint, na Austrália.

    E agora perde de cara pro Kachanov em sets diretos, depois de já ter perdido pra ele nas duplas!

    Tá merecendo aquele apelido irônico que o Luiz Fernando gostava de usar:

    o “MAGISTRAL”.

    kkkkkkk

    1. Sérgio Ribeiro

      Discordo , caro Rodrigo. Depois dos 34 , somente o Big 3 em altíssimo nível e ainda vencendo SLAM . Já o Craque pode ir de carro a Doha e mora em Dubai. Pula Miami mas afirmou que vai a RG . Nessa errei feio mas tu gostastes . Já o L F , desde STANIMAL no auge aos melhores da Next Gen , se não vencerem o Sérvio, TODOS sem exceção são “ MAGISTRAIS “ rs . Abs!

      1. Rodrigo S. Cruz

        Olha, Sérgio.

        Eu não vi dizer em lugar nenhum que Federer jogará Roland Garros.

        Na minha opinião, é quase ZERO a chance dele disputar a edição desse ano.

        Se em outros anos não havendo qualquer motivo, ele sempre pulava, quanto mais agora que sobejam motivos… rs

        Ele vai guardar todo gás e físico que for possível guardar, para a temporada de grama.

  17. AKC

    Eu prefiro muito mais o estilo de Federer (plástica) e do Nadal (garra) do que do Djokovic, mas isso é apenas o meu gosto pessoal. Como gosto é algo sempre subjetivo, para a definição do GOAT só resta mesmo a consideração de critérios objetivos, como os que são exaustivamente debatidos aqui. Djokovic já é detentor de estatísticas impressionantes, como semana #1; títulos de Masters; final de temporada #1; Finals e H2H. Só resta mesmo os Grand Slams, que não tenho dúvidas que conquistará, sendo apenas uma questão de tempo. Assim, ficará difícil não aceitar o fato de Djoko ser o maior da história, ainda mais tendo superado os dois outros concorrentes diretos a GOAT. É a vida, aos que preferem Federer e Nadal (como eu), só nos resta aceitar e reconhecer a grandeza desse jogador. Esporte é assim.

    1. Carlos Reis

      hahaha Quem disse que sou obrigado a reconhecer qq coisa. Eu sempre gostei de ser do contra… E quem disse que um GOAT precisa ser eleito/escolhido!? O GOAT combinava com o Federer, pois ele tinha os recordes e o estilo espetacular de jogar, não posso dizer o mesmo sobre o jogo do sérvio.

        1. Willian Rodrigues

          KKKKKKKK
          Tênis “Free style”…
          Quem sabe um novo Big 3?
          Monfils x Kyrgios x Dustin Brown

          Iniciemos o debate!
          Meu voto vai para o Monfils porque já foi top 6-7, me parece ser o mais “gente boa” de todos, e ainda pegou a Svitolina por um bom tempo… KKKK

    2. Sérgio Ribeiro

      Novak já e’ grande há uma década, AKC , isso não se discute. Steffi Graf foi quem obteve o maior número de Semanas no TOPO , e também abiscoitou o recorde de Semanas CONSECUTIVAS. Ficou apenas um SLAM atrás de Serena e venceu TODOS os 4 SLAM na mesma Temporada e de quebra o Ouro Olímpico. E resolveu se aposentar precocemente aos 30 alegando lesão. Nem assim obteve a maioria a aponta-lá como GOAT . Martina Navratilova e Serena Willians pela importância para o Esporte, a superam para a grande maioria. E dificilmente será diferente no masculino. A conferir. Abs!

      1. Leo Gavio

        Desculpe, Sergio Ribeiro, mas Djokovic vai ainda vai fazer um caminhão de titulos e recordes (se tudo continuar no ritmo dos ultimos dois anos), comparar feminino com masculino é totalmente desprovido de proposito visto que Serena não é contemporanea direta da Graff, se ela dominasse a Serena como Djokovic domina Federer e Nadal, duvido que a consideração fosse diferente. O que assusta na questão da disputa no big 3 é que Djokovic está atropelando os dois enquanto estes estavam atuando.

        Importancia e resultado pratico são coisas distintas, Djokovic é o apice do tenis de resultado.

        Deveria ser considerado o maior por justamente conseguir marcas tão dificeis num esporte tão dificil sem ter o mesmo talento e apoio do publico que o Federer tem.

        È preciso ver as coisas de perspectivas que a gente se recusa a ver porque estas contestam as nossas crenças.

    3. Rodrigo S. Cruz

      Olha, com toda sinceridade.

      Eu não gosto do Djokovic, mas em matéria de GARRA, ele já deixou até o Nadal para trás…

      Acompanho tênis desde 1998, e não vi ainda um jogador com tanta sede de vencer.

      O Nadal é muito competitivo também, mas ocasionalmente até ele abaixa a cabeça.

      Um exemplo atual foi essa derrota dele pro Tsitsipas, depois de abrir 2 sets a 0.

      Mas pro Djokoivc não existe jogo perdido. Vide Wimbledon último…

  18. Jairo Silva

    Belo post no tenis brasil sobre a interminável discussão sobre o GOAT.

    Havia me esquecido de que Nole é o único jogador a ganhar todos os chamados grandes títulos (“big titles”).

    É o único tenista a ganhar consecutivamente os quatro Grand Slam em três superfícies diferentes e liderar o confronto direto tanto contra Federer (27-23) quanto contra Nadal (29-27).

    O cara doutrinou não só uma lenda, mas duas de forma inconstestável!

    1. Sérgio Ribeiro

      Doutrinou ??? . Só se for lá no seu Clube perto de casa . Acredito que você morra de medo de enfrentar quem tenha h2h positivo contra ti não é mesmo caríssimo “ especialista “ . Assim como Roger e Rafa morrem de medo do “ doutrinador “ kkkkkkkkkkkk. Abs!

      1. Jairo Silva

        Isso depende meu querido, perder poucos jogos irrelevantes não afetam em nada a confiança.

        A situação de Federer x NOVAK, por exemplo, é bem diferente. O suíço perdeu 3 finais de Slam em casa pro NOVAK. É freguês no Australian Open também. Assim fica difícil, abs!😁

    2. Jose Yoh

      Não sou muito afeito aos números somente, como falei em outros posts abaixo, mas vamos lá…
      Utilizando um pouco de matemática, chegamos aos seguintes números:
      27/5 = 5,4
      23/5 = 4,6
      Então seria o mesmo que Federer 4,6 X Djoko 5,4.
      Isso sem considerar que até 2011, o domínio absoluto era do suíço.

      Com Nadal é pior ainda. 5,8 a 5,4.

      Não dá para chamar de “DOUTRINOU”, não é mesmo?

      Mesmo porque normalmente quem doutrina é o mais experiente. E o sérvio claramente aprendeu com o suíço a economizar o físico ao se dedicar muito mais aos slams. Sem isso dificilmente estaria jogando ainda.

      1. Thiago Silva

        “Aprendeu com o suíço a economizar o físico”. Não sabia que o Federer tinha inventado o descanso, tomara que tenha registrado a patente.

        1. Jose Yoh

          O fato é que bastou Federer alongar sua carreira em alto nível e os dois começaram a fazê-lo também, utilizando a mesma estratégia de priorizar slams.

          Para mim isso era inédito, já que ninguém conseguiu grandes resultados após os 34 anos. Pelo menos, não como ele.

          Por favor, mais argumentos, mais educação e menos ironia. É uma das coisas que desanimam nesse blog.

      2. Luiz Fabriciano

        Essa matemática não ajudou muito não.
        Como você mesmo disse, até 2011, Federer mandava, abrindo uma frente que parecia, e deveria ser, para muitos, insuperável. De lá para cá, inverteu-se completamente o papel. Então houve doutrinação sim.
        Haja vista, todas as finais de GS disputadas nesse período, especialmente em Wimblendon.

        1. Jose Yoh

          Entendi que por causa do placar geral, em toda a carreira ele havia “doutrinado” (talvez no sentido de dominar) tanto Nadal quanto Federer.
          Houve um domínio grande após 2011. Tenista da década com certeza.

          Antes disso, mesmo em grande forma, o sérvio era um coadjuvante do cenário. Ele aprendeu muito com os dois certamente. Foi doutrinado? (no sentido de ensinar)

          Então o placar geral (que não é tão elástico quanto parece) não é argumento para se dizer que houve um domínio absoluto na carreira dele.

          Se houvesse toda essa certeza de que Djokovic é tão melhor que os dois, sequer estaríamos discutindo isso aqui, nem nós nem o mundo. Tampouco vejo o porquê em depreciar eles dizendo que “doutrinou”, um sentido tão feio para uma palavra tão bacana.

  19. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, vendo uma matéria nova lá em Tenisbrasil, me veio à cabeça novamente uma questão que já faz tempo que gostaria de lhe colocar:
    Número de temporadas como #1.
    Por que dão tanto a valor à esse feito?
    Existe a possibilidade de determinado jogador passar o ano todo como #1 e finalizar o ano assim. Coisa que acho grande.
    Mas há também a possibilidade dele passar a maior parte do ano como #3 ou #2 e pular para #1 no último evento, como aconteceu com o Murray em 2016, podendo inclusive voltar ao #2 logo no primeiro torneio do ano seguinte.
    Por isso minha pergunta: a importância de terminar uma temporada com #1 se deve a que exatamente? Um simples marco de virada de ano ou algo mais?
    Grande abraço.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que tem seu valor, sim, Luiz, porque mostra que o tenista se manteve em alto padrão ao longo da temporada. Claro que há distorções. Guga chegou ao número 1 justamente no Finals e só terminou esse ano, já que perderia no Finals seguinte o posto para Hewitt. Mas para ter chegado ao 1 na última semana, Guga precisou manter um padrão muito alto ao longo de 2000.

    2. Thiago Silva

      Ué, terminar como número 1 significa que foi o Jogador que mais fez pontos naquela temporada, ou seja, foi o melhor do ano.

      1. Luiz Fabriciano

        Sim.
        Por mais que isso tenha acontecido na última semana, quer dizer que ele chegou à frente ao final da corrida.

  20. Luiz Fernando

    Federer já tem quase 40, já pulou Miami e agora cogita pular Dubai segundo o empresário, sem dúvida esta contusão e a longa parada interferiram e muito com seu planejamento. Ontem li num site q ele pretende pular toda a temporada de saibro e voltar em Halle, nestes momentos a especulação corre solta pela pista. Com tudo isso não me parece impossível q pare de jogar após as Olimpíadas, se o físico de fato o restringir…

    1. Sérgio Ribeiro

      Dubai vai depender da reação do corpo a Doha depois da parada mais do que longa. Pelo contrário, o próprio afirmou que vai ao Saibro antes da Grama por causa do ritmo. Não teremos nada parecido com 2017 . Mas muito longe de uma parada pós Olimpíadas . E’ óbvio que tudo a conferir. Abs!

    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Diferentemente do “miguér” do Djokovic , a lesão dos joelhos do Federer foi realmente grave.

      É simples concluir isso ao ver o longo tempo de recuperação, e o excesso de cautela que ele toma até hoje.

      Há sempre a especulação dele se aposentar caso vença outro Wimbledon, ou o ouro olímpico.

      Porém, não é o que ele fala nas entrevistas.

      O que ele diz é que continua motivado a seguir competindo, e que a rivalidade com Nadal e Djokovic o inspiram.

      A única coisa que o faria parar agora, é se realmente ele sentir que o corpo não responde mais…

      1. Paulo F.

        Migué tão grande do Djokovic, que só vai voltar no saibro.
        Claro, ele está pulando Miami para manter o disfarce….

  21. Ronildo

    Roger Federer × Rafael Nadal × Djokovic = Coelho x tartaruga x cágado

    Não consigo pensar em outra alusão mais apropriada para a maior rivalidade de todos os tempos na história do tênis mundial
    do que a conhecida fábula da corrida entre o coelho e a tartaruga.
    Tal qual o coelho que nunca acreditou que pudesse ser vencido por uma tartaruga e se divertia com tudo ao seu alcance durante a corrida, Roger Federer surgiu no tênis mundial como o Mito, e a medida que o show continuava ano após ano, batia inúmeros recordes e alcançava números formidáveis para o delírio do público que sempre o amou, salvo uma pequeníssima parcela. Em 10 anos já era alçado ao título de “Melhor de Todos os Tempos”, tendo como possíveis rivais neste posto apenas Rod Laver e Biorg Borg.
    Pois bem, enquanto Roger Federer se divertia e divertia o público com seus incríveis feitos, eis que inicicia-se uma subjetiva corrida traduzida numa incrível rivalidade com outro tenista tão esforçado que parecia suar sangue em suas partidas: Rafael Nadal.
    Quantas vezes Roger Federer entrou confiante e saiu derrotado em quadra contra Rafael Nadal para o espanto dos apreciadores de tênis!
    Lembro das crônicas de Paulo Cleto e sua indignação contra uma curtinha errada de Federer na final de RG 2011 que, se fosse um ponto jogado de maneira mais concentrada poderia fazer o placar se tornar 2 sets a 1 a favor do suíço. Como um deslize do coelho que permite a tartaruga passar à frente, Federer simplesmente quis fazer mágica neste ponto crucial e a mágica falhou! Antes disso numa estapa desta corrida, Federer foi brincar de pancadaria com a Torre de Tandil na final do US Open 2009 e acabou tomando um baita nocaute, quando poderia simplesmente usar suas infinitas habilidades e fazer o Gigante Argentino se cansar de tanto correr, principalmente para a frente! Acontece que como o coelho confiante, ainda neste tempo Federer se negava a usar curtinhas em seu jogo apesar de sua incrível habilidade para toques refinados!
    Enquanto todos olhavam curiosos para o desafio entre o confiante coelho e a esforçada tartaruga, apareceu um cágado neste meio. Como ninguém acreditava que ele era capaz de desafiar a esforçada tartaruga, muito menos o Magic Coelho, ele primeiramente assumiu a postura de palhaço para divertir o público e a si mesmo, pois tinha habilidades para imitações e caricaturas. Como tinha a mesma “carne e espírito” da tartaruga, passou a travar demoradas, angustiantes e intermináveis batalhas contra ela. Enquanto isso a maioria do público se intertia e delirava com a mágica do Coelho, mesmo que ele não vencesse as estapas da corrida por causa de suas características desconcentrações.
    A tartaruga e o cágado jamais perderam o foco!
    O tempo passou! A tartaruga cansou! O cágado ganhou!
    E o coelho?
    Bem, o coelho se divertiu, divertiu muita gente! Suas atuações foram O Espetáculo para a maioria do público! Todos sabem que ele poderia ter vencido a corrida! Quase todos sabem da diferença de um coelho para uma tartaruga ou um cágado! Digo quase todos porque alguns espectadores perderam o senso de realidade, ficaram desvirtuados por causa do resultado da corrida e proclamaram para o mundo todo acreditarem ser normal aos seus olhos o coelho ter perdido a corrida para a tartaruga e o cágado!

    Havia um quarto participante nesta corrida, o bicho preguiça. Entre os quatro, ele sempre foi o quarto.

    1. Rodrigo S. Cruz

      Era pro Federer ter facilmente uns 3 ou 4 Grand Slams a mais. E o Djokovic uns 2 a menos.

      O suíço desperdiçou algumas oportunidades de ouro mesmo.

      Mas os fatos são o que são.

      Agora é olhar para frente e com competência fazer surgir novas chances…

          1. Ronildo

            Leia de novo e verá que a afirmação é justamente ao contrário do que você entendeu. Está escrito: “alguns perderam o senso de realidade”.

            Federer tem feito coisas fantásticas na carreira e as pessoas que apreciam tênis percebem. A final de Wimbledom 2019 foi um destes feitos fantásticos. Djokovic só será maior do que Federer se chegar aos 38 anos jogando naquele nível.

            Porque um jogador com 38 anos anos joga contra um número 1 naquele nível de tênis? Passa uns meses e ainda faz semi de AO!?

            Só há uma resposta: o melhor tenista que já apareceu no tênis mundial consegue driblar até mesmo os nefastos efeitos da velhice e manter um tênis de altíssimo nível.

            Se Djokovic ou Nadal chegarem ao menos aos 37 anos jogando no nível que Federer mostrou aos 38, eu aceito que um deles é o maior de todos os tempos no lugar de Federer.

      1. Ronildo

        Foi apenas uma adaptação do conto da corrida do Coelho versus a Tartaruga Gustavo. Porquê você está tão envergonhado?

        Neste conto um animal ágil pôde perder uma corrida para outro animal mais lento. As pessoas que acompanham o tênis se perguntam por quais motivos um tenista como Federer está perdendo recordes para o Djokovic e talvez para Nadal futuramente. De maneira sue achei interessante adaptar este conto.

        Eu feri seus sentimentos de alguma maneira?

  22. Rodrigo S. Cruz

    Ah, não.

    Fala sério.

    Me dá raiva, mas muita raiva do Federer mesmo quando ele trocar os torneios grandes pelos pequenos!

    Vai jogar Doha e Dubai, e pular o Masters de Miami.

    Detesto quando ele faz isso!

    É uma oportunidade a menos que ele tem de enfrentar o Nadal e o Encosto…

    1. Miguel BsB

      Rodrigo, o Federer tá voltando, quase 40 anos, deixa ele saber primeiro como vai reagir…
      Segundo, eu quero mais que ele, nessa altura da carreira, jogue esses 250 mesmo e vença. Ainda tenho esperanças que ele pode bater o recorde de títulos do Connors…

      1. Rodrigo S. Cruz

        Se eu tivesse que apostar, eu diria que ele bate esse recorde sim, Miguel…

        Embora, eu não possa tirar a tua razão de que seja melhor ver como o físico dele reage.

  23. Rubens Leme

    Passei a noite de ontem lendo Nosso Homem em Havana, um clássico do humor e de espionagem de Graham Greene, provavelmente o autor do gênero mais adaptado para as telas, ao lado de John Le Carré.

    O livro era tão bom que até deixei para lá a primeira partida da final da Copa do Brasil, pois não tinha a menor dúvida de nossa vitória (e que poderia ter sido muito maior, mas tudo bem, o terceiro caneco de 2020 já é líquido e certo) e fiquei até duas da manhã rindo da engenhosidade deste autor britânico brilhante.

    Sabia que tinha uma adaptação antiga, feita com o Alec Guinness (o Obi-Wan Kenobi de Star Wars) e com roteiro adaptado pelo próprio Greenne. Procurei e o encontrei com legendas em português lusitano, que não curto muito, mas em homenagem ao nosso Special One dos lados do Palestra Itália, assisto.

    Para quem quiser, eis o link, embora o livro seja muito melhor – https://www.youtube.com/watch?v=VIeki8cCvms

    1. periferia

      Olá Leme.

      Das obras do Greene no cinema O Teceiro Homem é seu melhor trabalho (acho)…é dele o roteiro….inclusive a obra foi feita para ser vista (nasceu como roteito)…em parceria com o diretor Carol Reed foi-se construindo o enredo.
      Um film noir muito bom…estrelado por Joseph Cotten e com a participacao luxuosa de Orson Welles como ator (muitos pensam que foi ele que dirigiu).
      É uma história bem pós guerra (filme de 1949).
      O filme é pouco valorizado historicamente…sendo que carrega uma fotografia fabulosa (lembrando o expressionismo alemão…com sombras e distorções).
      Tem o Greene no roteiro… trama cheua de reviravoltas….Welles carismático (seu melhor papel no cinema)…uma trilha sonora baseada em cítaras (com uma Viena pós guerra ao fundo).
      Um grande escritor….um grande filme.

      1. Rubens Leme

        Tb tenho O Terceiro Homem, tanto o filme como o livro. ALiás, assisti no domingo a adaptação que Orson fez de O Processo, em que Anthony Perkins (o lendário Norman Bates) dá um show como Josef K. Parece que foi escrito pra ele. Alias, Orson considera se melhor filme.

        1. periferia

          Olá Leme

          Gosto do livro…no filme Welles coloca “Diante da Lei” no começo (narração).
          Acho o filme meio irregular (como tudo que Welles fez).
          “Diante da Lei” tem muito a ver com nosso momento.

          Como o homem do campo não consegue ver nada melhorar (diante do portão) começa a murmurar ao invés de lutar…vai envelhecendo até não enxergar mais…quando descobre que o portão (Brasil) é apenas dele….tarde demais.
          Até parece baseado no brasileiro atual.
          Nada mais Kafkiano.

          1. Rubens Leme

            Orson era um gênio e como a maioria deles tinha pouco espírito prático. Via o cinema como realmente era, uma arte e a fazia sem concessões. Por isso, Cidadão Kane, seu ápice, foi praticamente sua morte. O sucesso fez aquele jovem de 26 anos ter o ego ainda mais inflado e o deixou quase incontrolável e impossível de se lidar.

            Seus filmes tinham uma visão muito particular, mas seriam suicídios comerciais para os estúdios. Por essa razão, eram pesadamente editados. A Dama de Shagai, por exemplo, o deixou possesso, mas já tinha deixado possesso, anteriormente, o estúdio por ter cortado o longo e belo cabelo castanho avermelhado de sua então esposa Rita Hayworth e deixá-la com um corte bem curto e loiro.

            A Marca da Maldade foi tão editado que rendeu por parte de Orson um memorando de 58 páginas protestando contra as mudanças e hoje existem duas versões em DVD, a original de 89 minutos e uma “diretor’s cut”, de 105 minutos (embora o corte de Orson tenha sido destruído), onde depois usaram as ideias originais dele a partir deste memorando (a longa abertura, por exemplo, não tinha nem os letreiros com o nome dos artistas e nem a trilha de Henry Mancini).

            Orson passou mais tempo atrás de dinheiro para filmar do que em um set e seus filmes parecem os discos póstumos do Jimi Hendnrix, onde foram lançados vários com faixas incompletas, sem serem mixadas ou apenas rascunhos.

            Ainda assim, era respeitado pelos colegas. Charlton Helton e Janet Leigh ficaram extasiados com a maneira dele trabalhar antes das filmagens (Charlton o havia sugerido como diretor de A Marca) e ambos não queriam refazer cenas que o estúdio desejava para a versão original, mas acabaram cedendo por força de contrato.

            No final de vida, morava em um bangalô nos fundos da casa do diretor Peter Bogdanovich e de Cybill Shepherd, que o detestava. Aliás, deixou com Peter suas ideias para a montagem daquele documentário da Netflix que você citou. Precisa dizer que não foram aproveitadas?

  24. Denis

    Federer ja desistiu de Miami, o retorno pelo visto vai ser bem devagar.
    Dalcim, IW foi cancelado ou somente adiado? ja tem alguma data prevista? o mesmo vale para o Rio Open, os organizadores tem alguma ideia de data?

    1. José Nilton Dalcim

      Por enquanto, estão adiados. Indian Wells falou em tentar fim da temporada, o que é bem pouco provável. O Rio quer acontecer em julho, já que tem um prazo de validade para as leis de incentivo obtidas.

      1. Denis

        Tomara que o Rio Open não seja cancelado mesmo, mas se for em julho provavelmente estara bem esvaziado em função dos jogos olimpicos no final do mês. Acho dificil os principais tenistas de saibro sairem da Europa para vir jogar no Brasil e depois encarar uma longa viagem até o Japão.

  25. DANILO AFONSO

    Faltam 7 DIAS para NOVAK tornar-se recordista de semanas na liderança do ranking.
    _______________________________________________________________________________________

    O suíço não enxerga mais o Goatcar no retrovisor… agora estão lada a lado, raquete com raquete lutando pelo posto de maior n. 1 de todos os tempos.

    1. Sérgio Ribeiro

      E tu achas mesmo que este quesito e’ o que vai definir , meu caro ? . Só se o mundo do Tênis fosse composto somente por estatísticos e seguidores da vida . Neste retorno do Craque mesmo caso não vença, terás definitivamente a ideia do que representa cada um do Big 3 neste Universo. Saudações Tenisticas !!!. Abs!

      1. Carlos Reis

        Esse comentário só desvaloriza o teu ídolo… Se o Federer é ruim, como vc dá a entender, ganhar dele não é grande coisa. Federer é O CRAQUE deste esporte, mas Djoko e Nadal são superiores no quesito competição. Federer é o Senna, Nadal e Djoko são Schumacher e Hamilton. Os três são incríveis, mas quando perguntam quem é o melhor, a maioria vai responder: SENNA.

        1. Paulo Almeida

          Fregueser é o Schumacher, ou seja, reinava na entressafra tendo bagres horrendos como maiores rivais, enquanto Djokovic é o maior craque da história do tênis, sentando na mesma mesa de Pelé, Jordan, Bolt, Phelps e outros GOAT’s.

          Aceite que dói menos, freguês eterno 10×2 em Grand Slam.

      2. Flavio

        Respeita o maestro Paulo Almeida, e pelas declarações do Ivanisevic o Djokovic também sofre com desgaste e ele foi até o fim dos seus limites para ganhar o AO, mas se for em outro Slam ele ter essa situação com o seu limite pode lesionar mais seriamente, portanto idiota os tenusras são seres humanos e o Djokovic está jogando no seu limite e muito bem, mas uma hora o físico pode cair e ele ficará no limite quevnem o maestro portanto respeite ignorante Paulo Almeida, vc cara é ridículo menospreza o big 3 e endeuda só o Djokovic, realmente é um doente que não sabe nada, e o que alimenta o Djokovic é o Federer e o Nadall ele mesmo já disse isso , e vc quer mininzar a importância dele, chego a conclusão que vc não sabe nada .

  26. Chadwick Boseman

    Dalcim, fiz uma colocação sobre a volta de Djoko apenas no saibro na pasta anterior achando que era essa, me desculpe.

  27. Chadwick Boseman

    Bom, agora já está circulando na Internet, basta procurar por Kyrgios + ex girlfriend + abuse:

    “Kyrgios in trouble: the ex accuses him of mistreatment….”
    “In a series of Instagram stories, Chiara Passari writes: “Domestic violence is unacceptable. He doesn’t reply. Between the two it’s over, even on social media.”

    (*Maus tratos, violência doméstica…) / (*Ele NÂO SE MANIFESTA).
    _________________________________
    Só pra constar, lembrei agora, a ex anterior de Kyrgios, quando terminaram o relacionamento, postou: You’re not a bad boy, you’re a bad PERSON.

    Depois, ESTRANHAMENTE, ela voltou atrás e disse que não disse, etc.

    Concluindo: SE ele não deve nada, por que não vem a público esclarecer (ou dar uma enrolada, negar, que é o que eles fazem) ? Por que não PROCESSA a menina?

    A minha resposta eu já tenho.

    Vamos ver se os media outlets mais relevantes darão seguimento a essa história…

    1. Jonas

      Kyrgios me parece um marginal mesmo, mas vou aguardar os próximos capítulos, o cara pode ser inocente, bem possível.

      Caso seja, não vou mudar minha opinião sobre ele. Tem talento, mas fala mais do que joga, nunca ganhou nada e do jeito que a coisa anda vai continuar sendo alguém descartável para o esporte.

    2. Miguel BsB

      Rafael, eu acho que temos que ter muito cuidado em repercutir e validar esse tipo de acusação. Acusar é fácil, o problema é provar, pois assim funciona o Estado de Direito.
      Tanto no caso do Kyrgios, quanto o do Zverev, ex namoradas jogaram acusações na mídia e não apresentaram provas, processos, ou queixas criminais. Esse é o caminho correto pra se buscar justiça, não a imprensa e mídias sociais…
      E outra, se não fizeram o que deveriam ter feito no momento da agressão, buscar os órgãos judiciais/policiais competentes, ainda se arriscam a tomar processos por calúnia, difamação, e arcarem com indenizações civis…
      Abs

      1. Chadwick Boseman

        Miguel,

        Como sempre, respeito suas colocações, mas tenho uma visão diametralmente oposta, principalmente quanto ao seguinte:

        – A mulher pode procurar a justiça (ou a mídia) na hora, 1 mês depois, 10, 20 anos depois ou NUNCA. Pode não se sentir pronta para denunciar, pode ter vergonha, pode ter medo, pode sentir culpa, e ninguém pode julgá-la por não ter feito a denúncia quando da ocorrência do fato. Ela pode ser inclusive INTIMIDADA e CONSTRANGIDA pelas autoridades a não fazê-lo.

        Um exemplo da (in)eficácia do sistema: Depois de me separar, relacionei-me com várias mulheres que tinham uma criança de relacionamentos anteriores, o que procurava ver naturalmente. Se eu havia tido minhas experiências na vida, por que não elas? Pois bem. Em um desses relacionamentos, o ex-companheiro morava razoavelmente perto (15 minutos de carro da casa dela), e havia um sistema informal de compartilhamento de guarda (o famoso “pegava a criança quando podia”), geralmente nos fins de semana. Em uma ocasião, ela foi levar a criança para a casa onde ele morava com a mãe e a irmã, surgiu uma discussão e o cidadão (por sinal, um usuário de drogas), deu uns tabefes na cara dela, o que causou um olho roxo e mais algumas consequências.

        Fomos até uma delegacia local registrar um BO. A certa altura, o policial, junto com outros ao lado dele, disse, no meio da conversa:

        “A Lei Maria da Penha é uma PIADA; a maioria das mulheres que é agredida uma vez acaba sendo agredida de novo até acabar sendo morta. Nenhum marginal agressor respeita medida protetiva. As medidas protetivas não protegem NINGUÉM.”

        O policial, claramente cansado, revoltado por razões que não pude identificar, frustrado, irritado, DESACONSELHOU o registro do BO. Após essa experiência, eu e o irmão da garota, alguns dias depois, fizemos uma “visita” ao agressor para catequizá-lo sobre os perigos para sua integridade física que um ato como o dele acabou causando. Mas isso é outra história. Que fique claro: não julgo o policial, ele apenas sabia da realidade da perda de tempo que era aquilo tudo.

        Poderia falar aqui, lembrei-me de vários casos, Jeffrey Epstein, que ” se matou” na cadeia, amigo de Bill Clinton, Trump, Príncipe Andrew – filho da Elizabeth, entre outros “amigos”, envolvido em e condenado por tráfico e exploração de menores. Só foi pra cadeia por causa das acusações feitas na mídia, que, na esteira do #metoo, acabaram levando a investigações pela justiça. O Governador de NY, Andrew Cuomo, que está atualmente caindo em desgraça politica e pessoal após ter sido considerado um dos heróis da pandemia em NY – assédio sexual; o próprio presidente eleito, Joe Biden, conta com dezenas de vídeos alisando crianças e adolescentes; já foi acusado diversas vezes; nada aconteceu nem acontecerá, principalmente depois da eleição; O tenor espanhol Placido Domingo, de quem sempre FUI fã, declarar-se culpado de ter assediado colegas de trabalho por mais de 20 anos e envergonhado de suas ações, após acusações feitas através da MÍDIA – teve diversos concertos já programados cancelados e a fuga de várias marcas associadas ao seu nome; o falecido rei do pop, que gastou MILHÕES de dólares em “acordos” para silenciar acusações de pedofilia… ora, pq pagar por algo que vc supostamente não fez?

        E o julgamento virtual, aqui no Brasil, onde se não bastasse a moça já ter sido vítima de violência, o JUIZ (!!!) simplesmente enterrou qualquer dignidade que ela ainda pudesse ter, fazendo insinuações das mais diversas? Isso encoraja alguma vítima a procurar JUSTIÇA?

        Poderia continuar por muito tempo, mas aqui não é o local. Há que se tomar cuidado com o tribunal das redes sociais, sem dúvida, muito ódio circula por lá. Mas a grande verdade (eu penso) é que elas causaram uma revolução; pessoas antes intocáveis passaram a ser condenadas, o que, no mínimo, dá a esperança de que outros predadores refreiem suas ações.

        De resto, mulheres pobres ou sem acesso à informação continuam apanhando, sofrendo violência sexual e sendo mortas todos os dias. Assim como gente que se envolve em altos círculos ou se relaciona com gente com algum poder continua recebendo dinheiro, oportunidades de carreira etc para aceitarem e calarem a boca. Se não funciona ou não aceitam, são ameaçadas, tem suas carreiras brecadas e são até mesmo mortas.

        Nos casos de Kyrgios e Zverev, espero sinceramente que não sejam culpados. A gente dificilmente vai saber. Mas, como disse, pelas circunstâncias, sigo acreditando no que já acredito.

        Que SÃO.

        Grande abraço, Miguel, é sempre um prazer.

    3. Luiz Fernando

      Esse é um caso perdido, e além desses problemas pessoais absurdos e lamentáveis ainda entrega jogos, num total desrespeito ao público. Péssimo exemplo para quem quer q seja…

  28. Chadwick Boseman

    Bom,

    Como vendi o peixe sem falar onde comprei, aqui vai:

    Alguém no twitter postou (se quiserem depois eu tiro um tempo e procuro o link) prints de stories do Instagram da Chiara (a agora ex do Kyrgios). Vários. Em alguns ela dava indiretas pra ele, em outros era mais clara, falando em abusos variados e traições. em um deles, ela (a Chiara) postou no stories um print de uma discussão no whatsapp onde o maloqueiro xinga ela VÁRIAS vezes (embora ela não o xingue nenhuma vez), mas os xingamentos estavam borrados deliberadamente (não sei se a palavra em português é borrado, em inglês é “blackened”).

    É isso, de forma que nada tem a ver com H2H positivo do maloqueiro contra o Djokovic ou coisa que o valha.

    1. Jonas

      H2H bem mentiroso, rs. Em 2017 Djokovic era praticamente um aposentado. Como o Kyrgios parecer ser um lixo de pessoa, tenta usar isso a seu favor.

      Seria o mesmo que o tal Donskoy, que derrotou Federer uma vez em Dubai, utilizasse esse artifício para dizer que é melhor que o suíço. Uma grande piada, óbvio.

      Kyrgios não surpreende, a idade mental do cara é essa, praticamente um adolescente.

  29. Sérgio Ribeiro

    Então, cara Sandra . Você deve ter percebido que pelo grande número de comentários , como o Dalcim e os Paulistas, adoram o Rubro-Negro mais querido do Brasil rs . O melhor ataque , e melhor visitante . Com sobras o mais regular ( 35 pontos no primeiro e 36 no segundo turno ). Mesmo freguês do Tricolor Paulista ( o time que tem o melhor retrospecto no País contra o Fla ) , já tinha feito festas no Olímpico e no Mineirão. Volta olímpica no Morumbi com Rogerio Ceni a bordo e’ sacanagem kkkkkkkkk. Pode comemorar muito rsrsrs. Octacampeão de fato ( o Sport ganhou a segunda divisão) . Em 87 , o ataque era somente Renato gaúcho , Bebeto e ZICO . E também pra cima do Inter. E’ mole ou quer mais rsrsrs. Abs!

    1. Carlos Reis

      Futebol profissional não é mais esporte, é competição empresarial. O Flamengo por ter uma grande torcida e ter se organizado, daqui pra frente vai ganhar 8 de 10 campeonatos, ACABOU para os outros. Eu já desisti há tempos de acompanhar futebol, chato pra boné e já sabemos quem vai ganhar. Deixem o pessoal do FRamengo falando sozinho, eles tem OBRIGAÇÃO DE GANHAR, pois o orçamento deles é muito maior que os outros.

      1. Miguel BsB

        Você tem razão em parte, mas ainda há clubes capazes de competir e conquistar ante o Flamengo…
        O Verdão é um deles.

  30. Fernando Souza

    Dalcim.

    Obviamente o Big3 não é obrigado a jogar bem em todos os jogos, mas na final de RG, a despeito do Nadal SEMPRE ser o favorito (e acho que vai ser assim por muito tempo), Djokovic teve uma derrota bastante contundente. O que vc viu no jogo do sérvio que resultou numa partida tão desequilibrada?

  31. Maurício SP

    Pra mim, o Nadal tem chances iguais ou até um pouco maiores de se tornar o recordista isolado de slams. Isso porque ainda não apareceu alguém para dividir os títulos de RG com ele… Deve ganhar mais uns 3 ou 4 RG e mais 1 ou 2 dos outros slams. O Djokovic, ainda que continue sendo possivelmente o principal favorito nos outros três nos próximos anos, terá que ser muito eficiente para tirar os dois de diferença, mais os RG e outros que o Nadal vai conquistar. Vejo o Federer fora dessa disputa, dificilmente passará de 21 slams. Os slams de quadra dura, e talvez também Wimbledon, tem mais gente a ponto de ser campeão fora do Big 3, o que favorece Nadal.

    O que admiro é a eficiência e senso de oportunidade do Nadal. Mesmo não vencendo Federer ou Djokovic fora do saibro desde 2015, ele conseguiu dois US Open (17 e 19). Então se derem mole, ou seja, se um desses dois não se encaminhar até a final, ele redobra o esforço e tende a vencer os demais… Me parece que no AO 20 e 21 ele caiu também porque o Djoko estava avançando no outro lado da chave. Se tivesse caído precocemente, creio que Nadal teria dado a vida nas QF e rodadas finais, contra os menos experientes, e teria grande chances de vencer o torneio. Tendo Federer ou Nadal fora do saibro a enfrentar na final ou SF, como no AO 19 ou Wimbledon 19, ele já viu que fica difícil… Mas se os dois vacilarem, ele está lá para mais um slam fora do barro.

  32. Rubens Leme

    E o filho do Borg dá esperança de que um dia, quem sabe, poderá honrar parte do nome do pai. Diferente do futebol onde muitos boleiros tiveram pimpolhos também brilhantes – Ademir da Guia e Djalminha são dois exemplos óbvios – no tênis isso é quase inédito.

    Não precisa ser o Principe dos Príncipes. Um dois 2 RG e 1 Wimbledon e já poderá considerar seu legado mais do que bom.

  33. Marcilio Aguiar

    Muito contente em ver o filho da lenda, Borg, vencer um torneio juvenil no Brasil. Ao final a cereja do bolo, o troféu entregue pelo grande sueco, com direito a palavras simpáticas e com muita humildade.

    Acho que a primeira vez que prestei atenção ao esporte tênis foi em 1974 quando uma jovem sueco era campeão do WCT em São Paulo aos 18 anos. Desde então comecei a acompanha o esporte e a carreira desse monstro sagrado.

    Para aqueles que, aqui nesse espaço democrático, tem como tema primordial depreciar os feitos dos grandes jogadores da atualidade, fica a reflexão de que Borg, Laver e outros que jogaram quando a mídia não tinham a dimensão e poder de agora, marcaram definitiva\mente o seu nome na história e até hoje são reverenciados como lendas, a despeito de não conservarem mais os recordes que eventualmente tiveram em algum momento de suas carreiras.

    Independentemente da época e das circunstâncias Laver e Borg têm dois feitos até hoje inigualados e que dificilmente o serão a curto prazo.
    Vencer os 4 torneios do Grand Slam no mesmo ano por duas vezes e vencer 5 WB e 6 RG num período de 8 anos, sendo que por 3 anos consecutivos venceu os dois torneiros com a diferença brutal que era jogar na grama e no saibro na época. Vida longa a ambos.

    1. Sérgio Ribeiro

      Então caro Marcílio. Mesmo assim a mídia em Canal Aberto já mostrou o POP STAR vencendo seu primeiro WIMBLEDON com a” voz do Tênis ” Rui Viotti na Tupi. Depois na Band e finalmente na Globo com Luciano do Valle. Chegando a mostrar Semi contra Connors mal sabendo que o maior rival seria o Big Mac rsrsrs. ABS!

        1. Sérgio Ribeiro

          Fazendo justiça a Jimbo. A Semi de WIMBLEDON 81 foi BORG 0 x 6 , 4 x 6 , 6 x 3 , 6 x 0 , 6 x 4 Jimmy Connors. E a FINAL contra McEnroe a histórica do Filme . Abs!

      1. Marcilio Aguiar

        Verdade Sérgio. Por incrível que pareça a TV aberta deu espaço para um esporte nada popular e que nos permitiu ver jogos memoráveis do masculino e do feminino naqueles anos. Quando me refiro à dimensão e poder da mídia, quero dizer quanto à exposição, imediatismo e acessibilidade a diversas formas de divulgação, que hoje são infinitamente superiores às das décadas de 70 e 80. Abc.

    2. Rubens Leme

      Marcílio, 90% das pessoas que aqui comentam sequer viram um jogo anterior a 2005 ou sabem da história do esporte e ficam com esse fervor doentio que tomou conta do esporte em todos os níveis, como os tolos que ficam brigando para decidir quem é o melhor ou maior entre Messi e Critiano Ronaldo, etc e tal.

      Eu, assim como você, Dalcim e uns poucos outris, amamos o esporte pelo total e o vivemos bem lá atrás. Minha primeira raquete era uma Procópio que ganhei aos 10 anos, em 1979. E, sinceramente, fico feliz que apenas velharias como nós, falem e lembrem de Borg e cia, porque assim os poupam desses torcedores infantis que ficam com essa bobagem de “meu macho é mais bonito e melhor do que o seu”.

      1. Marcilio Aguiar

        Leme, mesmo sendo apreciador do tênis desde a adolescência, peguei pela primeira vez na raquete em 2011, quando me mudei para um condomínio que tem uma boa quadra dura. Sou o típico “jogador de condomínio” rsrsrs. Obviamente meus recursos técnicos são escassos, mas corro muito e não tem bola perdida. O que importa é a diversão ao bater uma bolinha com os amigos e vizinhos. Abc.

        1. Rubens Leme

          Escassos era o meu jogo. Meu saque era tão ridículo, que perto dele, o do Guillermo Coría seria um do John Isner. Gostava de ir para rede, mas no fundo era uma desgraça. Joguei até uma torção violenta no tornozelo direito, jogando bola, seguida de mais outras seis no mesmo local, encerrarem qualquer chance de fazer frente ao Sampras, na época.

  34. Oswaldo E. Aranha

    Ao ver comentários chatos e repetitivos de alguns que tentam promover seu tenista preferido, lembrei-me da história do Tonho e acho que eles conheciam .
    Tonho morava numa pequena cidade e não era dos mais lúcidos, então as pessoas ficavam implicando com ele: Tonho bobo, etc. Um dia Tonho perdeu as estribeiras e matou um. Foi levado a julgamento e os advogados locais não quiseram defende-lo; um advogado que era conhecido por sua paixão pela pinga, resolveu fazer a defesa. No tribunal, quando da vez da defesa, esse advogado ficou repetindo: meritíssimo juiz e ilustres jurados, meritíssimo juiz e ……Depois de várias repetições o juiz disse para o advogado, ou o senhor muda o disco ou vou mandar prende-lo; então o advogado argumentou: senhores jurados, se ao ouvir umas poucas repetições o juiz ameaçou-me de prisão, então os senhores podem imaginar o suplício do Tonho de ouvir todos os dias e por vária vezes: Tonho bobo. Conclusão, Foi absolvido.

  35. Ronildo

    Eu sempre respeitei muito o Murray. Finalmente em 2016 chegou ao número 1 do ranking. Houve um longo período em que houve o Big 4. Infelizmente dos 4, ele foi o que menos venceu e teve um auge mais curto. Não acredito que ele voltará a vencer novamente como antes. Em seu lugar eu já teria encerrado a carreira para preservar o corpo.

    Sua carreira sem a competição com o Big 3 seria fenomenal. Bateria a maioria dos recordes do tênis. Seria tido como o tenista praticamente perfeito. Defesa, ataque no momento certo, contra-ataque. Ao final da carreira seria aclamado como o maior e mais completo tenista da história.
    Poucos tenistas teriam vitórias contra ele: Andy Rodyck, Gonzales, Nalbandiam, Del Potro, Stan, e mais alguns poucos.

    1. Sérgio Ribeiro

      Com certeza, caro Ronido . Mas Andy vendo o Embaixador do Esporte voltando perto das 40 , vai tentar se encontrar com o Craque em Tóquio 20. Lá ele se melhorar sabe que todos tremem para o Bi- Olímpico rs. Abs!

      1. Ronildo

        Federer é o jogador mais incrível e com maior potencial que eu já vi. Infelizmente durante muito tempo ele jogou com uns 30% de sua capacidade. Quem acompanhou sua carreira desde o início sabe do que estou falando. Foram anos a fio viajando pelo circuito sem técnico e certamente fazia isso para não ser cobrado. Depois enquanto os principais rivais modificaram suas raquetes ficou outros vários anos com uma raquete ultrapassada, mais de uma década sendo indiferente a qualquer estratégia, sempre escolhendo sacar antes quando ganhava o sorteio. Outros 10 anos sem usar curtinhas etc. Fosse focado na carreira no mesmo nível de seus principais rivais, sinceramente, não sei onde poderia chegar. O resultado de tudo isso é que infelizmente, em números de títulos seus principais rivais estão ultrapassando suas marcas, fazendo Federer parecer igual ou menor que Djokovic e Nadal para alguns.
        Porém a inigualável maestria de Federer é percebida quando ele vence um Grand Slan aos 37 anos ou chega na semifinal de outro aos 38 anos. Com respeito ao Murray, a falta de foco de Federer fez com que ele perdesse várias partidas nos primeiros confrontos entre eles, parecia uma freguesia que jamais seria revertida. Porém à medida que Federer foi acrescentado mais foco foi dando cada vez menos chance aos Murray.

        1. Carlos Reis

          Excelente comentário, de certa forma, tbm penso assim. Federer ganhou menos do que poderia, pena, seus números poderiam ser ainda melhores. Uma das maiores injustiças que vi no esporte, ele perder a final de Wimbledon em 2019, jogou demais naquele domingo, foi superior a um Djoko inspirado.

  36. Fernando Souza

    Olá Dalcim.

    Eu estava assistindo a um vídeo no YouTube, de um confronto entre Tomic e Benneteau (https://www.youtube.com/watch?v=7S55Pq4RrfI).
    O ponto termina com um lance que para mim foi super ok, mas se criou uma polêmica. Há um comentário que diz que o australiano decidiu o lance com um “drop approach shot” e não um “drop-shot REGULAR”. Eu não entendi muito bem. Tomic fez com um forehand (não um backhand, que caracteriza um drop-shot). Parece que não há nada irregular, mas muita gente e sobretudo Benneteau viram como algo meio anti-desportivo. Vc entende assim também?

    1. José Nilton Dalcim

      Drop shot de forehand é algo muito antigo e comum no tênis, Fernando. Federer, Fognini e Kyrgios usam muito isso. Até Djokovic já fez alguns.

        1. Luiz Fabriciano

          Com o adversário já combalido lá no fundo, nada mais apropriado que um drop eficiente.
          Indignação completamente descabida do francês.

    2. Marcilio Aguiar

      Realmente me surpreendeu a reação do francês. É uma jogada de habilidade não esta escrito que os pontos so podem ser ganhos na pancada. Uma coisa que eu não gosto é o saque por baixo. Apesar de legal eu acho antiético, porque ai sim a expectativa é sempre por uma bola forte enquanto que no rali é normal esperar a mudança de velocidade da bola.

  37. Miguel BsB

    Bom, essa questão de quem tem mais seguidores no Facebook: eu sigo os 3, Federer, Nadal e Djokovic.
    Também sigo o Murray.
    Também sigo o Stan.
    Também sigo o Thiem.
    Também sigo o Guga.

    Nada demais, só pra dizer mesmo hehe

  38. Rodrigo S. Cruz

    Fabriciano,

    em caso de ter passado batido para você, eu estou deixando esse lembrete aqui em cima também:

    Porque eu deixei um DESAFIO para você, num post que eu redigi lá embaixo.

    Dê uma lida nessa postagem, e deixe uma resposta aqui pra mim.

    Eu falei sério!

    1. Luiz Fabriciano

      Rodrigo, NÃO aceito sua proposta.
      Primeiro, que não posso e não consigo controlar nada que venha de outras pessoas.
      Segundo, que você pegou um tema, entre eu e o Vitor Hugo e acabou naturalmente descambando para outro lado.
      Disse à ele que precisava do aval do Dalcim para sustentar que Federer era o melhor. E ele disse isso mesmo, tentando mais uma vez rebaixar o melhor tenista dos últimos 10 anos. Aliás, mais uma tentativa.
      Sou fã de Djokovic, acho o melhor e nada, a não ser ele mesmo poderá alterar isso.
      Você colocou que ele tem direito na preferência dele. E tem mesmo.
      O que eu disse, já a você agora é que preferência se difere de tentativas de rebaixamento através de meios não verdadeiros e não respeitosos.
      Sou frequentador do blog desde sua primeira aparição. O Dalcim pode perfeitamente comprovar isso.
      Jamais usei argumentos contra Federer ou qualquer outro, aos quais eu não visse ou não lesse uma matéria confiável aqui mesmo no site.
      Não faço isso (denegrir imagem ou carácter) e também ninguém pode dizer que entrei “jogando gasolina” na fogueira – o que daria no mesmo – quando alguém que como eu, torce pelo sérvio, está fazendo.
      Reafirmo: não basta exaltar A, tem que esculhambar B.
      Abraço.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Bom,

        eu propus isto porque tenho levado em consideração as seguidas queixas tanto tuas, como do Rafael e alguns outros nolistas que eu respeito.

        Ultimamente você e ele, têm cobrado de mim um posicionamento diferente…

        Agora, o que eu não acho justo é fazerem isso ao mesmo tempo que são lenientes e tolerantes com ala dos fãs do sérvio que promovem ataques ainda piores…

        Enfim, ninguém pode dizer que eu não tentei, né?

        Abs.

        1. Luiz Fabriciano

          Rodrigo, ninguém é leniente ou tolerante.
          Apenas não posso controlar os outros.
          Não sou de criar apelidos para denegrir a imagem de ninguém, além de outras coisas.
          Proponho agora que encerremos por aqui essa pauta, mas voltaremos em outras.
          Saudações.

  39. Chadwick Boseman

    Tem algo muito errado em mim, pelo que sempre me criticaram, eu já prometi a essas pessoas e a mim mesmo que tentaria mudar mas nunca consegui.

    Não criar expectativas.

    A culpa não é dos outros, cada um é como é, mas eu sigo idealizando as pessoas em minha imaginação, como se as “conhecesse”. Sim, sei que isso é maluco.

    O fato é que criar expectativas, mesmo que inconscientemente, invariavelmente tem um único resultado: eu acabo frustrado.

    Não crio expectativas a respeito de qualquer um; geralmente, acontece com pessoas que, por um motivo ou por outro, passei a simpatizar e/ou admirar.

    Mas é isso, o aprendizado continua. Vou tentar prestar mais atenção em mim e nos meus defeitos. A única pessoa que posso tentar mudar sou eu mesmo.

    1. Barocos

      Rafael,

      Acho que já tive a honra de trocar argumentos correlatos contigo por aqui antes, mas posso estar enganado.

      Claro, assim como você, só posso responder por mim, mas sempre que me vejo frustrado com as reações ou palavras de algumas pessoas que prezo, faço questão de me lembrar que somos todos imperfeitos e que isto é maravilhoso, já que nos dá a chance de aprender e nos aperfeiçoar por toda a nossa vida. Isto vale também tanto para o autoconhecimento quanto para o nosso entendimento do outro (o que deveria ser ensinado na escola, mas que, por muitos motivos, não costuma ser).

      Devido a esta condição, a de eternos aprendizes, é muito comum que muitos assuntos escapem à nossa compreensão e/ou sensibilidade, no todo ou em partes. Por mais triste que seja, e este é um fato com o qual você pode contar, nós, muitas e muitas vezes, agimos e/ou falamos sem pensar, sem o devido conhecimento e sem medir as consequências. Ah, se pudéssemos corrigir nossos erros de outrora! Quantas palavras não ditas e quantas tantas outras jamais deveriam ter sido pronunciadas! Quantos braços a estender e ombros a emprestar!

      O resultado, como não poderia deixar de ser, é uma velha conhecida, toda uma gama enorme de impressões que vão da surpresa, frustração, indignação, alívio, admiração ou mesmo indiferença, o que nos leva, novamente, a contemplar a nossa condição de eternos aprendizes e a constatação de quê o vale para nós, e este é um ponto de suma importância, vale também para o outro. Isto, por si só, já deveria nos alertar para que fôssemos, ou nos esforçássemos para sê-lo, mais compreensíveis (sempre que possível, é claro) com as faltas alheias. É aquela velha estória de perdoar para ser perdoado e, igualmente importante, para nos perdoarmos.

      De mais a mais, e sendo realista, este é um blog frequentado por aficionados e não devemos esperar mesmo que muitas das opiniões dadas aqui sejam imparciais ou mesmo coerentes. Há ainda a questão das provocações explícitas e das implícitas. Sim, assim são os seres humanos.

      Devo ressaltar que não estou pedindo que você baixe as suas expectativas, apenas que não use sua régua interna para medir o outro (exceto nos casos onde não se admita que certos limites sejam ultrapassados e/ou ignorados).

      Quando for possível e a situação exigir, convém retificar ou ratificar alguns pontos, no mais, dê de ombros e evoque a máxima da iluminação: podemos tentar ensinar, mas não aprender pelo outro. Lembre-se sempre: ainda que o tempo seja o maior de todos os mestres (e, infelizmente, mate todos os seus pupilos), ele nos é indiferente e, ainda por cima, usa, inúmeras vezes, o sofismo como método, com perguntas diferentes para cada um dos novatos.

      Sei bem que tudo que o disse é lugar-comum, mas não custa repetir para que possamos lembrar quando a ocasião exigir.

      Saúde e paz.

      1. Filipe Fernandes

        Belas e lúcidas palavras, caro Barocos, muito contente por poder lê-las.

        Tudo que você destaca é (felizmente) um exercício perene em nossas vidas, com seus vales e cumes.

        Um grande abraço a você, meu caro, e a todos aqui. Uma boa semana para nós.

  40. Lola

    Fiquei longe do blog um tempo e quando volto vejo que está dominado pelos Haters do Sérvio.

    Tem gente até passando pano pra abusador de ex namoradas, como é que pode?

  41. periferia

    O Fã e os Números

    Essa questão do fã é algo bem complicado.
    Principalmente em um blog onde temos muitos fãs…que gostam de números.
    Geralmente as pessoas se ofendem quando identificada como “fã” (a etimologia da palavra não ajuda)…é algo quase pejorativo.
    O fã é aquela pessoa que admira o outro de forma intensa…desenvolve um processo de identificação com ele.
    Essa identificação chega ao ponto em que o fã sente que tudo que se passa com seu ídolo lhe diz respeito de forma pessoal.
    Olhando assim…o fã realmente é algo pejorativo.
    O indivíduo deseja incorporar o melhor de seu ídolo…principalmente suas virtudes.
    Características que o fã considera ideais.
    Tudo que ele gostaria de ser ou mesmo ter.
    O perigo existe a partir do momento que o ídolo representa valores questionáveis…muitas vezes algo não muito bom.
    É quase uma religião…
    logo que ele se torna fã…ele necessita da “conversão” de seus semelhantes.
    Diria João 14:6 :
    “Eu sou o caminho…a verdade é a vida..”
    Aí que mora o perigo…geralmente as pessoas são melhores que seus ídolos…mas elas nao sabem.
    Ninguém conhece suficientemente seu ídolo (geralmente é uma péssima pessoa).
    Ele não é o caminho…nem tão pouco a verdade é muito menos a vida.
    Com isso nos debruçamos em cima de números e estatísticas para corroborar algo que nem mesmo acreditamos.
    Porque se realmente acreditassemos…não precisariamos dos números.
    Bastaria dizer…
    “Ele é o melhor…porque acredito”

    No mundo existem cerca de 7,5 bilhões de pessoas.
    Jamais pediria um autógrafo para qualquer uma delas.

    E vc???? Pediria???

    Dedico ao Sandro…um verdadeiro fã.

    1. Thiago Silva

      O Federer tem a quantidade de fãs proporcional ao número de títulos que conquistou, por mais que a maioria tenha sido na entressafra, algo que não é culpa dele, só tem todo esse reconhecimento porque venceu muito.
      Ninguém vai ter como maior ídolo o Dustin Brown ou o Dolgopolov só porque jogam bonito, agora imagina se com esse jogo tivessem ganho uns 10 slams cada um quantos milhões de fãs a mais eles teriam.

  42. Jairo Silva

    Embora torça pelo Novak, gostaria de ter assistido a uma final de USO entra Rafa e Federer.

    NADAL venceria a maioria dos confrontos, talvez todos, pois a freguesia é enorme, embora o suíço tenha amenizado nos últimos anos.

    No Australian Open o suíço é um grande freguês da dupla Djodal e Rafa joga melhor no Us Open.

    Acredito que o retrospecto seria quase o mesmo de Roland Garros. No máximo uma vitória do suíço contra cinco ou seis do Rafa.

    Sobre previsões… difícil, bem difícil. Federer teria que torcer para NOVAK e RAFA se aposentarem logo ou dar sorte de não enfrentá-los.

    1. Paulo F.

      Sou dos que pensam que faltou um Federer x Nadal numa final de US Open (com a ÓBVIA vitória dos espanhol, evidentemente) e também uma final Federer X Djokovic em um AO.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Uhum. Óbvia demais!

        Óbvia como o Australian Open 2017, que deu Federer.

        Óbvia como Wimbledon 2019, que deu Federer.

        Óbvia nos Masters 1000 de Indian Wells, Miami e Shangai, todos pisos próximos ao do Us Open, e deu Federer.

        Ou isso, ou a única obviedade possível seja a da tua vigarice intelectual…

        rs rs

        1. Paulo F.

          Óbvias como Indian Wells 2013, Cincinnati 2013, Miami 2004 e 2011, Wimbledon 2008 e o Aberto da Austrália de 2009, 2012 e 2014.

    2. Sérgio Ribeiro

      Não acredito que li esse comentário . O rapaz tem noção que fora do Saibro o Suíço tem retrospecto positivo contra o Espanhol ? . E que este não vence nos outros pisos desde 2015 ? . E que Roger Federer venceu o USOPEN em 2004 , 2005 , 2006 , 2007 e 2008 ? Porque será que não se encontraram em Finais em Nova York mané ???? . Abs!

  43. Ronildo

    O circuito sem o Big 4

    Em um cenário destes, David Ferrer, Stan Wavrinka, Tomas Berdich e Del Potro revezariam como número 1. Del Potro ganharia os 4 grand slans mais de uma vez no mesmo ano, mas em mais de uma década seria o menos consistente destes 4. O mais consistente e que mais tempo permaneceria como número 1 seria David Ferrer, pois jogava meito bem em todas as superfícies. Outro grande também seria Cilic, com possibilidades de chegar ao número 1.

    Num cenário destes David Ferrer poderia ganhar uns 5 RG, 2W, 4AO, 2UO além de uns 20 master 1000 e ser inserido entre os 10 maiores tenistas de todos os tempos.

      1. Ronildo

        Também. Esqueci de muita gente. Hewitt ganharia mais alguns W, e outros slans, prolongando seu domínio. Nalbandiam também poderia chegar a número 1e ganharia alguns slans. O americano Andy Rodyck também ganharia mais alguns slans, principalmente W e ficaria também um bom tempo como número 1. Teve o chileno Gonzáles que poderia ser campeão de slan, sem falar do russo Davydenko que em algum momento alcançaria o número 1.

        Vejam, há muita gente que partilharia os mais de 60 grand slans do Big.

        Dimitrov, Nishikore ganhariam slans. Até o francês que foi contaminado com cocaína em um beijo poderia ter sido campeão de Wimbledom, porque já fez semi contra Djokovic lá.

        Mais recentemente até Zverev e Tsitsipas já teriam seus slans. Sem falar nos RG que Thiem já teria.

      2. Sérgio Ribeiro

        Exato . James Blake 6 x 4 , 4 x 6 , 6 x 3 , 6 x 1 nas Oitavas do USOPEN 2005. Nadal só conseguiu vencer o Norte -, Americano em Indian Wells 2008 . Depois de apanhar TRÊS consecutivas. Um dos responsáveis pela não ida do Espanhol a Final de USOPEN . Já sei , o rapaz não era nascido … rs . Abs!

    1. Jose Yoh

      Bem interessante. Mas com algumas centenas de milhões a mais em sua conta e muito mais fama, Del Potro poderia ter acesso a médicos melhores, drogas melhores (lícitas, espero) etc. Jogaria por mais tempo e lesionaria menos. Sem contar o fato que se você é o número um, tem mais privilégios nos torneios, mais confiança e mais respeito pelos adversários. Joga em horários melhores, contra adversários mais fracos nas primeiras rodadas. Só vai encontrar os leões nas semis ou quartas.
      Ferrer talvez acabasse com seu complexo de jogar contra os grandes, em especial Federer, e conseguisse se firmar no top 2. Ou, se for algum problema psicológico realmente, continuaria no top 5 rondando a terceira posição.

      Mas tudo ‘se’. Ah se o ‘se’ fosse possível!

  44. Rubens Leme

    A Honra do Poderoso Prizzi (1986)

    Para mim, A Honra do Poderoso Prizzi é o melhor filme sobre a máfia. Primeiro, por ter sido dirigido pelo “diretor dos diretores” John Huston, que tratou a história como uma grande história de humor macabro.

    Nele, Charley Partana (Jack Nicholson), o matador e afilhado de Don Conrado Prizzi se apaixona pela também assassina e golpista Irene Walker (Kathleen Turner no auge de sua beleza), observados à distância pela fria, astuta e ex-amante de Partana, Maerose Prizzi (Anjelica Huston, filha do diretor e que, na época tinha um relacionamento com Nicholson que durou 17 anos, entre 1973 e 1990).

    Entre mortes, traições e muito humor, o filme se desenrola de uma maneira extremamente cativante, com John Hust dando o toque exato entre violência, humor, compromisso e relacionamentos. Anjelica acabaria recebendo um merecido Oscar de atriz coadjuvante.

    Seria o penúltimo filme de John Huston, que ainda dirigiria Os Vivos e os Mortos, uma adaptação do conto de James Joyce “Os Mortos”, que fecha o livro os Dublinenses.

    Os Vivos e Os Mortos foram uma espécie de pacificação de John com sua família, já que o filme foi novamente estrelado novamente pela sua filha e o teve o roteiro adpatado (e indicado ao Oscar) por Tony Huston.

    Para quem conheceu o enorme, falante, mulherengo e bom vivant John Huston, foi triste vê-lo velho, em uma cadeira de rodas, às vezes necessitando de um balão de oxigênio. Anjelica disse que seu pai queria terminar seu filme por uma questão de orgulho e para homenagear suas raízes irlandesas e que, mesmo muito fraco, não acreditava ser seu canto de cisne.

    Foi e o filme foi lançado quatro meses após sua morte.

    1. periferia

      Olá Leme

      A Netflix tem o documentário sobre o filme inacabado de Orson Welles…O Outro Lado do Vento (filmado entre 1970 e 1976).
      John Huston estrela o filme…o documentário mostra a decadência dos dois gênios do cinema (Huston ainda voltaria em grande forma).
      As dificuldades de Welles para conseguir financiamento para o filme (os rolos do filme acabaram no Irã).
      Bogdanovich participa da tentativa de finalizar de finalizar o filme.
      Tem imagens de Huston no set.
      A lenda diz que o filme seria uma autobiografia de Welles (o enredo é sobre um diretor ).
      Huston…muito amigo do Welles…foi o escolhido para representar O criador de Cidadão Kane (Welles sempre negou que o filme fosse uma autobiografia).
      O filme acabou finalizado ano passado depois de anos de confusão…das cem horas filmadas….sobrou 2 horas…resultou em um filme (a Netflix patrocinou e o filme está em seu catálogo).

      1. Rubens Leme

        Periferia, eu já vi este documentário do Orson com o Huston. Eu não gostei muito e imagino que os dois, se fossem diretores do projeto, teriam ficado doentes com a montagem. Essa semana fiquei assistindo dois boxes comemorativos que comprei deles, com seus filmes menos famosos, embora no do Welles tenha a Dama de Shangai, que é um clássico eterno, com sua então esposa Rita Hayworth deslumbrante, de cabelo curto e loira.

        Ontem, fiz um post falando de um filme chamado Hammett que não sei porque entrou. O primeiro ficou truncado então fiz um outro e pedi pro Dalcim apagar o primeiro e publicar o segundo, mas nenhum deles acabou vendo a luz do dia.

        Como tínhamos falado em diretores alemão, quis contar essa história, porque foi a estreia do Wenders em solo americano. A produção era da Zoetrope, companhia do Coppola que vendeu a distribuição pra Orion. O filme era uma história em cima do escritor Dashiel Hammett, que havia trabalhado na célebre agência de detetive Pinkerton e a história (ficcional) fala dele, já escritor, ajudando um amigo a encontrar uma garota chinesa, em Chinatown.

        O filme tinha um orçamento modesto – cerca de 2 milhões de dólares – mas, o confronto entre Coppola e Wenders, foi sempre tenso. No final, após a Orion recusar o corte de Wenders, o alemão acabou sendo demitido e Coppola praticamente refilmou tudo, deixando umas 10 cenas usadas pelo alemão, segundo o próprio Wenders.

        A película acabaria tendo um orçamento final de 7 milhões de dólares e rendeu ridículos 50 mil de bilheteria, contribuindo ainda mais para a ruína financeira de Francis Ford, que só seria salvo, na década de 90, com produção de vinho.

        A Zoetrope era uma ideia antiga de Coppola, uma produtora que ficaria em São Francisco e trabalharia fora do esquema de Hollywood. A ideia era ótima e Francis tinha grandes projetos que começaram a ser arruinados logo no primeiro filme, O Fundo do Coração, em que a MGM concordou em ceder ao diretor 2 milhões de dólares para fazer um musical. O diretor resolveu que usaria a melhor tecnologia digital da época, economizaria dinheiro, criaria uma tendência e ficaria rico.

        Resultado: o filme subiu um pouquinho o orçamento – de 2 para 26 milhões! – fez pouco mais de 600 mil em bilheteria e seria o começo do fim do prestígio do Poderoso Chefão na indústria.

        As coisas iriam piorar ainda mais em Cotton Club, quando foi chamado para “salvar o filme”, e as filmagens demoraram 28 meses, teve mais de 40 roteiros diferentes circulando no set ao mesmo tempo e consumiram mais de 50 milhões, com o dinheiro vindo dos cassinos de Las Vegas, de um traficante árabe de armas e que até morte de de um outro por bandidos que investiram e não viram a cor da grana e tudo virou um gigantesco processo.

        Coppola teria outros péssimos projetos (do ponto de vista de grana) nos anos 80, em “filmes de arte”, que fizeram sua fama como artista, mas o tornaram tóxico, até hoje, em Hollywood.

        1. periferia

          Olá Leme.

          A estreia de Wenders em solo americano realmente foi conturbada.
          Coppola (produtor) queria “enquadrar” Wenders no sistema hollywoodiano (seguir o roteiro)…com aquela coisa toda certinha….logo ele que fez Apocalipse Now no improviso e sabe lá Deus como.
          Wenders sempre foi um diretor “instintivo”…muito orgânico.
          Depois da experiência com Coppola…no filme seguinte (O Estado de Coisas) ele cria uma personagem (o produtor que abandona a equipe de filmagem ) muito identificado com a experiência que teve com Coppola .

          Hammett que foi o criador do personagem Sam Spade…do film noir O Falcão Maltês ( também conhecido como Relíquia Macabra…tem dois títulos em português)…um dos grandes filmes do cinema.
          Filme dirigido por John Huston (andamos e voltamos para o irlandês…rs)

          1. Rubens Leme

            Adoro Relíquia Macabra, tanto o filme quanto o livro (tenho os dois). Hammett e Chandler foram imortalizados no cinema por Humphrey Bogart, que viveu o cínico Sam Spade e o romântico e um tanto ingênuo Philip Marlowe em À Beira do Abismo, em 1946, dirigido por Howard Hawks e que teve como um dos roteiristas ninguém menos do que WIlliam Faulkner.

            E, para encerrar sobre a Alemanha, entre 1965 e 1983, quando morreu, Fassbinder, aos 37 anos, fez 52 filmes e escreveu 15 peças de teatro. Seus filmes sempre foram intensos e acho que possuem uma certa “sujeira”, são pouco polidos, de uma crueza como se precisasse de uma desta “sujeira” para refletir a Alemanha daqueles primeiros anos pós-Guerra.

            Independente disso, fez um dos meus finais favoritos no Casamento de Maria Braun, ao som da final da Copa de 1954, no rádio, quando a Alemanha Ocidental virou pra cima da Hungria, de Puskas.

            Rainer Weiner Fassbinder foi uma das almas mais torturadas e tortuosas e intensas que já vi e li. Uma vida curta, um legado imenso.

  45. Ronildo

    Dalcim, em sua opinião quem foi melhor jogador no saibro?
    Tomas Muster ou Gustavo Kuerten?

    Eu acredito que foi Guga por causa da evolução do tênis.

    Sei não, talvez Tomas Muster fosse inferior até mesmo à Marat Safim, que vareu Guga da quadra no primeiro encontro deles, acho que em RG 1998.

      1. Rodrigo S. Cruz

        O Safin JAMAIS varreu Guga em confronto nenhum, cara…

        Todos, absolutamente TODOS os jogos entre eles foram duríssimos e decididos no detalhe!

        Foi uma rivalidade linda deles dois!

        E o jogo que você mencionou foi vencido por Safin, no quinto set.

        1. Luiz Fabriciano

          Teve um Guga contra o Safin no US Open bem light para o brasileiro. Na rodada seguinte Guga perdeu para Kafelnikov.

    1. Rodrigo S. Cruz

      No saibro, o Guga foi melhor do que o Muster e do que o Safin.

      Os resultados são indiscutíveis quanto a isso.

      Apesar do brasileiro ter sentido nítidas dificuldades quando enfrentou o russo nessa superfície.

      Lembremos, por exemplo de RG 1998, quando o Safin tirou o Agassi na primeira rodada, e depois eliminou Guga que defendia o título.

      E foi um jogo duro, decidido no quinto set.

      Portanto, só tecnicamente, há quem diga que o Safin foi um pouco melhor…

      Mas apenas na técnica, porque no mental, Kurten era superior.

  46. Leo Gavio

    Estava eu fazendo umas contas e descobri que DJokovic deve terminar a carreira com pelo menos 27 slams, caso não surja nenhuma outra pandemia ou problema físico grave.

    No mínimo ele deve jogar mais 5 temporadas dominando, focando apenas nos majors. São 20 Slams a serem disputados, 2021 22 23 24 25, ele precisaria vencer 1,8 slams por ano, totalmente razoável pra quem é favorito em 3 deles e segundo favorito na frança.

    Duvido que Djokovic não termine a carreira com pelo menos 11 no Aopen, 8 em Wimbledon, 5 no Usopen e 3 em RG. Pode ser que tenha um a mais ali, um a menos aqui, mas o cômputo vai ficar em torno disso, o que totalizaria os 27 slams mágicos!! Entre GOAT e Federer teríamos quase um Agassi de diferença.

    Nadal deve terminar com mais 2 ou 3 slams, ele sempre encontra uma chave mole no USO e confirma bem RG, já Federer provavelmente vai depender de uma contusão do sérvio, Nadal já não o incomoda mais, porem, como virou marmita da nextgen, acredito que não vai sair dos 20, vai ficar empacado ali, assim como a inteligência dos federetes, que acham que a entressafra com Blake de numero 3 e Roddick de 2, era um período de forte competição.

    1. DANILO AFONSO

      Leo, Djokovic não tem mais 25 anos.

      Djokovic conquistou 8 Slam nos últimos 5 anos (2016 a 2021), porém dos 28 anos aos 33 anos.
      Conquistou 9 Slam no intervalo de 2011 a 2015, quando tinha 23 a 27 anos.

      Ganhar 8 Slam entre 34 a 39 anos seria inimaginável. A nova geração está evoluindo todo ano.

  47. Rodrigo S. Cruz

    Kyrgios e nolistas, A LOVE STORY

    E os principais motivos são:

    1. O Kyrgios é o único que tem coragem de dizer pro Djokovic, seja na cara dele, ou de longe, as incontáveis cagadas que ele faz. Ninguém vai esquecer o que o sérvio aprontou no Adria Tour, por exemplo… Mas o Nadal e o Federer ficaram calados.

    2. Nick Kyrgios é um “show man” INATO. Cativa o público jogando bem ou jogando mal. O Djokovic ainda que jogue bem, empolga pouco. A última final de Wimbledon foi uma coisa constrangedora! Todo o estádio, de pé, e gritando pelo oponente dele.

    3. E o mais importante – o Kyrgios tem BRILHO PRÓPRIO, uma legião de fãs, sendo ele mesmo. O Djokovic é que tem histórico de mendigar carinho. Ontem mesmo, eu vi uma entrevista em inglês com aquele pai asqueroso dele afirmando que o Ocidente, em geral, não dá o valor que o sérvio merece. Ou seja, sempre o dramalhão mexicano de:

    “Ninguém gosta de mim. Buá, buá”.

    1. Lola

      Tem muita gente q gosta do sérvio, já o invejoso, abusador, narcisista, tem seus fãs, a diferença é q quando terminar essa carreira medíocre dele, ninguém vai lembrar mais dele, passador de pano pra abusador. Quem sabe ele termine os dias como Harvey Weinstein kkk.

    2. Chadwick Boseman

      Pai asqueroso?

      Asqueroso?

      Meu Deus…

      Não vou nem comentar muito, Rodrigo, por questão de respeito a vc, mas é no mínimo incoerente vc se indignar – corretamente – com o Paulo que pegou o Sérgio pela idade – algo deselegante – e usar esse adjetivo para o PAI de quem quer que seja.

      Vai ver o problema é comigo, talvez eu esteja muito sensível.

      De qualquer forma, fiquei chocado. Usei a palavra “asqueroso” pouquíssimas vezes na minha vida.

      Bom, segue o jogo.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Que isso…

        São coisas bem diferentes, né Rafael. 😱

        Primeiro que o pai dele é uma figura pública, e super criticada já pelas polêmicas que provoca cada vez que abre a boca.

        Só pra ficar em outro exemplo mais badalado:

        nem eu que sou fanzaço do cara, seria insano de negar que o Kyrgios já falou um monte de merda, e quase sempre faz jus às críticas que recebe.

        O pai do Djokovic toda hora vem na imprensa soltar ataques gratuitos aos rivais do filho ATÉ QUANDO ELE VENCE, como se ele precisasse disso.

        E o principal alvo dele é o Federer, que diferente do Kyrgios, nunca faltou com respeito ao Djokovic.

        Pega o histórico das declarações infelizes que esse cara fala… Um parvo!

        Agora, eu aqui no blog me indignar com alguém que tenta diminuir o outro por causa da idade, um participante que você vive elogiando pelo conhecimento que tem, você acha errado?

        Com todo respeito também, mas não enxergo nem pertinente essa comparação.

        Abs.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Ah, e mais uma coisa, Rafael.

          E coibindo desde já mais não possível equívoco:

          Na falta do itálico ou do negrito, eu acabo utilizando o Caps-lock.

          Mas não é para gritar, e sim para dar destaque à palavra ou frase de maior relevo pra mim.

          Abs.

        2. Jairo Silva

          “Kyrgios nunca faltou com respeito ao Djokovic”

          Tá bom 😂😂😂😂😂😂 vamos fingir que acreditamos kkkkkkkk

          1. Rodrigo S. Cruz

            (rs)

            Caro, Fake,

            volte lá e leia tudo de novo, ok?

            Eu disse foi que o FEDERER nunca faltou com respeito ao Djokovic, e não o Kyrgios.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Aliás,

        desculpe, Rafael. Tentei evitar equívocos, e eu é que acabei me equivocando (rs)

        Só agora atinei que você também considerou o Paulo errado nessa questão.

        Sorry!

      1. Rodrigo S. Cruz

        Você é um baita exemplo mesmo, Paulo.

        A tua leniência com a ala extremista sobre o caso da juíza idosa não me deixa mentir!

        Hahahahaha

  48. Roberto

    Saudações alviverdes, Mr. Dalcim.
    O “cara” Não se intimida, procura ‘ajuda ” sempre.
    Ele sempre procura os melhores para aperfeiçoar seu jogo. E, se o saque vingar, de sua opinião para um adversário vencerló numa final. Acredito que , Paris, é o Ideal assistir e usar coma tática? Ah o cara tem O Mário como técnico ainda
    Um gênio.
    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      Conforme o piso, Djokovic faz pequenas adaptações. No saibro, por exemplo, ele usa mais as curtinhas e os contrapés, que são muito eficientes.

  49. periferia

    O Inimigo dos Números

    Os números não dizem nada .
    Se vc parar para pensar…nada do que realmente vale a pena pode ser medido ou mensurado.
    Sua alegria não pode ser medida…nem quantificada.
    A felicidade de ver o Djokovic (vale para o Nadal e o Federer ) jogando não pode ser medida…nem quantificada.
    A ética com que vc encara a vida não pode ser medida..nem quantificada.
    O amor que vc oferece as pessoas não pode ser medida…nem quantificada.
    A solidariedade oferecida ao necessitado…não pode ser medida nem quantificada.
    E mesmo assim…vc pode ser considerado o Goat (pelo menos de seu círculo pessoal) sem nenhum número para sustentar sua eleição…

    Será eleito por aclamação…merecidamente.

    1. Sandro

      Ah, mas os números servem SIM 👍 pra muitas coisas…
      Servem pra ganhar na MEGA-SENA…
      Os números servem pra passar no ENEM…
      Os números servem pra eleger um Presidente, um deputado, um senador, e olha como servem hein?
      Os números serviram para elevar Usain Bolt ao Olímpo do Atletismo… Aquela corrida que parece feia, mas é muito eficiente…. Ah se Ulsein Bolt dependesse de CORRER BONITO para ganhar suas medalhas 🏅… Não ele depende dos números do cronômetro…
      Ah se Cristiano Ronaldo não dependesse dos números para ser ARTILHEIRO…
      Ah se Ayrton Senna não dependesse dos números para conquistar suas poles positions, para fazer suas voltas mais rápidas…
      E Michael Phelps, nada bonito? Faz ballet aquático? Ou os números o ajudaram a ser recordista de tempos e medalhas? Ah se Phelps dependesse só de NADAR BONITO e não contasse com os tais NÚMEROS para ser eficiente no que faz…
      Praticamente tudo no mundo 🌍 gira em torno de números…
      E… Pra ser o GOAT 🐐 do tênis 🎾, os números são SIM 👍 muito importantes. Caso contrário, em vez de GOAT 🐐, um tal tenista lá dos Alpes será apenas um pato 🦆 freguezaço de Nadal e Djokovic… E quem é pato 🦆, nunca será GOAT 🐐!!!

      1. Thiago Silva

        Engraçado que até anteontem os números também valiam e eram esfregados na cara de todo mundo os recordes do Federer. Agora de repente o jogo bonito tá valendo mais que os recordes.

    2. DANILO AFONSO

      Nobre Cláudio (Periferia), realmente os números não são capazes de mensurar sentimentos e sensações como você bem exemplificou, mas, felizmente ou infelizmente, no esporte esse discurso floreado não vinga, muito longe disso, pois os números norteiam, ditam e resumem a grandeza ou insignificância de um atleta ou agremiação esportiva.

      Pelé, Jordan, Ali, Slater, Phelps, Bolt, Brady, Hamilton e o próprio Federer (Nadal e Djokovic) são lendas e referências do esporte pela solidez da carreira embasada em números robustos que os diferenciam dos demais esportista da categoria. Um ou outro momento épico da carreira do atleta pode nos reportar sensações marcantes, porém é a compilação dos números da carreira do atleta que definirá qual o seu lugar na história.

      Somos (ou fomos) considerados o país do futebol não pela magia do improviso e dribles desconcertantes, e sim pelo NÚMERO de estrelas que carregamos na amarelinha.

      No ano passado vimos vários debates calorosos nas mídias sociais e da crítica esportiva especializada sobre quem era maior: Jordan x Lebron e Hamilton x Schumacher. Também vimos a garotada questionando o reinado do Pelé após Cristiano Ronaldo e Messi o superarem no quantitativo de gols oficiais. Pelo que eu li e vi, o comparativo e definição dos embates foram com base nos números, até porque não teríamos a resolução dos duelos lançando mão da subjetividade.

      Enfim, não será o seu ou meu diagnóstico no cardiologista ou neurologista que definirá qual membro do BIG 3 será o maior da história, e sim os confiáveis números no final da carreira.

      Saudações Tenísticas !!

      1. periferia

        Olá caro Danilo.

        Os exemplos colocados como lendas e referência.
        Eles não são lendas por causa dos números…os números são uma consequência da solidez e referência no esporte.
        O que diferencia eles…nao são quantos títulos eles ganharam…ou qual estatística eles dominaram..
        O que diferencia cada um deles foi COMO conquistaram esses titulos…o quanto eles CONTRIBUÍRAM para o esporte (por um mês…ou por dez anos).
        Somos o país do futebol pela qualidade e não pelos números.
        A Alemanha tem números melhores em quase tudo referente a Mundiais (mais jogos…vitorias…aproveitamento) e nem por isso é o país do futebol.
        A qualidade vem antes dos números…sempre virá.

        Abs Danilo

    3. Jose Yoh

      Federistas aqui sempre se basearam nos números e no jogo bonito para estabelecer seu GOAT. Com o tempo e sua erosão imperdoável, passaram a defender apenas o jogo bonito e a opinião da maioria.

      Nolistas e nadalistas sustentavam-se no H2H. Diziam que os outro números não condiziam com os resultados recentes.
      Alguns agora defendem até que o jogo do sérvio é mais completo.

      Tudo quantificado e mensurado para elevar seu tenista do coração. Mal percebendo que era a emoção que estava fazendo eles pesquisarem os números que eles queriam.

      E agora, da mesma forma, defendemos nossos argumentos de acordo com nossas preferências. Até mesmo a questão filosófica levantada poeticamente pelo Periferia toma seu rumo de acordo com a torcida.

      De minha parte, fico com o Periferia porque sou Federista e pelo motivo que eu falei em um comentário mais baixo: emoção comanda os números.

  50. Alberto

    O queijo suiço Roger Frauderer e o bezerro espanhol Rafael Fraudal devem agradecer muito, todos os dias, aos respectivos Deuses de quem são devotos.

    O mais velho tem que comemorar o fato de levar 6 anos mais de idade do que Monstrovic. Isto fez com que iniciasse sua farsa de melhor tenista do circuito 4 ou 5 anos antes de o sérvio habilitar-se como postulante ao número 1 da História.

    Tivesse, Frauderer, menos 4 ou 5 anos, anote caro Dalcim, o queijo não teria mais do que 6 ou 7 títulos de slams no cartel de conquistas.

    Fossem contemporâneos há mais uns 4 ou 5 anos, o monstro de Belgrado teria abiscoitado mais 2 ou 3 Wimbledon e outro tanto de Usopen.

    Já o bezerro das Astúruas deve acender uma vela de 7 dias por mês pelo fato de o maior da História não apreciar o barro sujo.

    Caso tivesse o mesmo gosto pela terra vermelha que possui pelas quadras rápidas, o espanhol fake teria menos 6 ou 7 Roland, perdidos que seriam para Djocovid.

    Em suma: caso fosse mais velho e fã das quadras de terra, o rei das piscinas já teria 28/29 slam no bolso.

    Que sorte, suiço!
    Que sorte, novilho!!

    1. Ronildo

      Toda essa baboseira se desfaz ao se observar a final de Wimbledom 2019 entre o número 1 com 32 anos e o Grande Mestre com 38 anos.

    2. Ruy Machado

      Caro Alberto! Seja feliz pelo seu tenista preferido ser o campeão que hoje é e não depender do “Se”… Mas vamos fazer um exercicio de imaginação:
      Se Rafael Nadal não tivesse um defeito congênito no pé e não tivesse se machucado tanto na carreira, poderia ter disputado mais uns 10 GS ( venceria possivelmente uns 3);
      Se não tivesse inúmeras lesões em fim de temporada, teria terminado como Nº1 mais uns 3 anos tranquilamente e, ainda, acumulado semanas como N#1;
      Se não tivesse machucado na final contra Wawrinka no AO 2014, poderia ter sido campeão;
      Se não estivesse na pior forma fisica e técnica de sua carreira entre 2015 e 2016, não teria perdido as partidas de M1000 em Monte Carlo e RG para Djokovic, tendo H2H positivo frente a Nole;
      Se Nadal não tivesse se machucado em RG 2016 e saindo da competição, Djokovic não levaria o único troféu que tem em Paris;
      Se Djokovic gostasse tanto do “barro” como Nadal gosta, ele (ainda assim) continuaria perdendo para o Miúra;
      Se Rafael Nadal não existisse, Djokovic teria uns 5 RG que tanto você almeja… Tenha um bom dia e saudações Rubro Negras!

    3. Nattan Labatto

      Caramba, Alberto!!!

      Que postagem mais prepotente, irmão! Acredito que a evolução de Djokovic se deu muito mais pela presença da dupla FeDal. Ou seja, ser contemporâneo dessas duas lendas, fez do Djokovic um jogador melhor (…). SORTE temos nós de poder apreciá-los e ver a história sendo escrita e reescrita diante dos nossos olhos.

      Abs

  51. Sandra

    Dalcim , falando de coisas mais agradáveis , você não acha que os brasileiros teriam mais chances se investissem em duplas , eu me lembro que era bem pequena e via a MRia Ester Bueno e não me lembro dos nomes masculinos , eles se davam melhor no circuito

    1. José Nilton Dalcim

      Sempre tivemos bons duplistas e neste exato momento temos dois dos melhores do circuito, Sandra, favoritos a qualquer Grand Slam.

  52. Oswaldo E. Aranha

    Já que estão falando aqui tanto de filmes, hoje assisti na tv Os Intocáveis, com um elenco de primeira, gostei de rever.
    Então lembrei-me do Djokovic, que apesar de alguns não se conformarem com seu sucesso,,continua cada vez mais a se aproximar do topo do tênis.
    Lembremo-nos do que Camões disse: cessa todo que a antiga musa canta que um valor mais alto se alevanta!

  53. Paulo Almeida

    O rei DISPARADO do hard court DjokoGOAT terá muita dificuldade para manter o número 1 se realmente só voltar no saibro, onde defenderá muitos pontos. Não vale a pena ir aos EUA para disputar um único M1000, ainda mais com a lesão.

    Com isso, Frauderer deve escapar de mais um espancamento, assim como fugiu do quinto seguido no Australian Open (2008/2011/2016/2020/2021). É provável que só se reencontrem na grama mesmo, onde será fatalmente tetravice se se pegarem na final de Wimbledon.

  54. Mario

    Djokovic é muito favorito mesmo, assim como o MENGÃO. Vai pra cima deles MENGO!!!!!!!!!!!!

    Mengão dá início à sua dinastia no Brasil! Tremam adversários!

  55. Chadwick Boseman

    Depois de Alex Zverev, que deve estar agradecendo aos céus até agora pela ex-namorada não querer levar o caso aos tribunais, o que além de ajudá-lo (basta continuar pagando de louco e negando tudo), ajuda também seus patrocinadores e a ATP, principalmente esta última, que estava se borrando de ter um next gen manchado pelas acusações de abuso, vem à tona acusações semelhantes (de abusos de todos os tipos) da agora ex-namorada do queridíssimo e talentosíssimo…

    Nick Kyrgios

    O fanfarrão australiano, que se arvorou de paladino da moral e dos bons costumes e deu comida pra australianos com fome etc vai ter de lidar com acusações que pesam muito sobre seu caráter. É fácil chamar a atenção dos colegas via Twitter, quero ver agora como vali lidar com essa moça Chiara,que parece ser bem mais barraqueira que a ex de Zverev.

    Não adianta, na dúvida eu acredito na mulher. De quem quer que seja. Pelos precedentes históricos, há muito mais interesse em esconder os abusos de um homem famoso do que há interesseiras querendo arrancar alguma grana dos mesmos.

    Nada me tira da cabeça a imagem do monstro ex-superpoderoso Harvey Weinstein, que apareceu em fotos com Oprah, presidentes, figuras famosas de todo tipo e acabou com a vida e carreira de Rose McGowan, Mira Sorvino, minhas querida Ashley Judd e Anabella Sciorra, entre tantas outras.

    Voltando ao tênis sem voltar, ninguém é santo, mas há um bando enorme de seres de caráter horrível que são capazes das maiores atrocidades contra mulheres, atos que eu abomino. Nick Kyrgios é um conjunto de coisas ruins: má criação, mau caráter, falta de profissionalismo, de comprometimento, arrogância,falta de respeito com o próximo, dificuldade extrema em viver em sociedade, criador de problemas, insatisfeito com a vida e ressentido com gente bem sucedida, o que lhe evidencia todos os dias seu próprio fracasso como ser humano.

    E agora vem mais essa. Que comece a operação panos quentes. Viva a hipocrisia.

    __________________

    John Isner, apoiador declarado do maluco Trump, mesmo assim falou com autoridade sobre a podridão da ATP. Gente como ele é boa para o esporte, já ganhou o que queria e o que não queria de grana, não tá nem aí para represálias, já passou do auge há anos, fala à vontade.

    Enquanto isso, segue o roteiro de críticas repetitivas ao Djokovic, que, diferente da dupla dinâmica, se importa com seus pares. Viva a hipocrisia.

    Na verdade, o mal, a corrupção, a injustiça, os interesses excusos, os canalhas, o sistema nunca muda. E o apreciador de tênis não se importa, não é conveniente nem fonte de entretenimento ter essa dor de cabeça. Só se interessam em discutir seus goats vazios rebatedores de bolinhas. É disso que o sistema se alimenta, do conformismo de quem paga para ele existir.

    1. Luiz Fabriciano

      Caraca Rafael, tomei essa de surpresa agora.
      Jamais admirei o Nick Kyrgios em nenhum aspecto, mas por esse não esperava mesmo.
      Mas isso que ele fez, se é que fez mesmo, “deve ser bem menos grave do que apressar um boleiro em um momento quente do jogo.”
      Mesmo a milhares de quilômetros de distância, jamais me enganei com a empatia ou a falta dela com algumas personalidades. Foi assim com o sérvio em 2007 e foi assim também com o australiano. Os dois por motivos completamente adversos, para deixar bem claro.
      Grande abraço.

        1. Chadwick Boseman

          Luiz, tentou estuprar a Ashley – como ela conseguiu escapar, nunca mais permitiu diretores de filmes que sua produtora – a agora falida Miramax – escalassem ela pra nada. A Anabella ele estuprou. a Mira Sorvino, q tinha uma brilhante carreira pela frente, nunca mais foi escalada p nada depois das investidas de Weinstein. Com Rose McGowan – atriz da primeira versão de Charmed, ele chegou ao ponto de, após ela botar a boca no trombone, mandar capangas pra dar uma surra nela, o que não chegou a acontecer. Ela abandonou Hollywood e hj mora no México. Durante mais de 2 décadas, Harvey fez isso com mais de 60 mulheres, incluindo Angelina Jolie, por ex. Com quem ele n conseguia seus intentos, ele destruía a carreira, já que a Miramax foi um dos estúdios mais ricos e poderosos de sua época, e ele chegava até a aprovar (ou não) sugestões de roteiro e atores que os diretores queriam para os papeis.

          HJ ele apodrece na cadeia e vai morrer nela, o local apropriado para abusadores, pedófilos e outros do tipo, na falta da pena de morte. Sua derrocada é considerada o primeiro grande resultado do movimento #metoo.

          Abs

      1. Rodrigo S. Cruz

        Danilo,

        vocês não gostam do Kyrgios por um motivo muito simples:

        está 2 x 0 pra ele no confronto direito com o Optimus Prime!

        O resto é estória da carochinha…

        Especialmente você que ADORA uma estatística, certo? (rs)

        Abs.

        1. Luiz Fabriciano

          Cara, o Karlovic e Roddick igualmente têm saldo positivo.
          O motivo Kyrgios é bem mais embaixo.
          E não precisa ninguém atribuir nada à ele. Ele faz tudo sozinho.

  56. Helena

    Dalcim,

    Você acha que o Djoko deu uma encorpada neste ano? Ano passado ele me parecia bem magro até para os próprios padrões.

    A outra dúvida é: vale a pena para ele e para o Nadal viajar para os Estados Unidos só para ir a Maimi, e depois já emendar na temporada do saibro? Estou considerando que o Djoko não deve aparecer em Dubai.

    1. José Nilton Dalcim

      Achei que ele está no mesmo padrão físico, Helena. Quanto a ir para Miami, já me manifestei aqui que não o faria se fosse o Djoko. Talvez nem como Nadal.

  57. DANILO AFONSO

    DJOKOVIC – 10 MILHÕES DE SEGUIDORES

    Contrariando a previsão que fiz no início do ano de que Djokovic alcançaria a marca de 10 milhões de seguidores no facebook somente no final de abril, o sérvio surpreendentemente atingiu tal feito com dois meses de antecedência, impulsionado, é claro, pelo recente título do AO. Porém, antes mesmo do título, o sérvio levava grande vantagem nos dois primeiros meses do ano sobre os demais membros do BIG 3, o que já vem ocorrendo frequentemente nos últimos anos.

    Vejamos a quantidade de NOVOS seguidores somente no mês de fevereiro (até 25/02):
    Djokovic: 356.545
    Nadal: 13.118
    Federer: -3.680 (perdeu seguidores)

    No acumulado do ano:
    Djokovic: 503.024
    Nadal: 40.349
    Federer: 9.402

    Essa arrancada de novos torcedores no final de fevereiro também antecipou outra previsão que tinha dito: que no intervalo de 7 meses o sérvio conquistaria 1 milhão de novos seguidores no facebook, o que efetivamente ocorreu em apenas 5 meses (set/20 a fev/21). Nada mau para quem corriqueiramente é bombardeado pela mídia e alguns torcedores “rivais” mais exaustados.

    Saudações Nolistas !!!

    1. Rafael Azevedo

      Danilo, suas análises descrtivas são sempre interessantes. Parabéns.
      Porém, eu queria colocar um asterisco (hehe) nessa análise baseada em seguidores nas redes sociais. O ponto é: seguidores nem sempre são torcedores.
      As redes sociais falam muito mais de popularidade e conteúdo atrativo do canal do que da torcida em si.
      Eu não tenho contas em redes sociais, mas, se tivesse, eu seguiria todos do Big 3 (e até o Kyrgios), mesmo sendo torcedor apenas do Nadal.
      Muita gente segue o Neymar sem, nem mesmo, gostar de Futebol.
      O público das redes sociais gosta de acompanhar o que está em foco, em máxima popularidade. Veja que o Federer teve uma perda. Ele perdeu torcedores? Eu diria que não. Mas, ele está inativo há um bom tempo…não está na boca do povo. Logo, a turma das redes que está atrás de notícias da moda perdeu o interesse pela conta dele.
      Lógico que tem uma grande parcela de torcedores, nesse quantitativo que você demonstrou, porém fica difícil realizar uma análise sobre torcida apenas com esses dados, devido ao viés da rede.
      Essa é minha visão. Mas, não tira a importância desses dados. Com certeza, eles dizem algo, ainda que não claramente, sobre o crescimento de popularidade e de torcedores dos tenistas.

      1. Jose Yoh

        Concordo, boa análise.
        E Grande Danilo, mais uma vez ótimas estatísticas. But não pude deixar de conferir:

        Federer: 18 mi no face
        Nadal: 15 mi
        Djoko: 10 mi
        Eu: 3mi (mi mi mi)

        E brincadeiras à parte vamos respeitar o sérvio, já que no número que eu nunca imaginava que ele iria alcançar ele conseguiu, então esse aí é fichinha.
        Abs

        1. DANILO AFONSO

          José, nesta postagem eu não divulguei os números absolutos do Nadal e Federer, mas já informei em outras postagens sobre o assunto.

          Não divulguei porque o foco era informar a popularidade crescente do sérvio em relação aos principais rivais, o olhar era sobre os novos seguidores. Lembrando que a diferença já foi muito discrepante no inicio da década passada.

      2. DANILO AFONSO

        Rafael, concordo quando você diz “seguidores nem sempre são torcedores”. Mas esse entendimento é aplicável aos 3 tenistas, bem como em outros esportes. Meu Fluminense tem 1,4 milhões de seguidores e o rival Flamengo tem 12 milhões. Em ambos times temos a figura de seguidores torcedores e os que são apenas seguidores. Porém, pela diferença grande de seguidores, certamente o Flamengo tem mais torcedores.

        No comparativo que apresentei acima sobre o BIG 3 a lógica seria a mesma. Como o sérvio conquistou muito mais novos seguidores que os rivais, a chance de ter mais torcedores é maior. Se “A” tem 100 novos seguidores e “B” tem 50, a chance de “A” ter mais novos torcedores é muito maior. Concorda ???

        Lembrando também que um mero seguidor pode vir a virar um torcedor. Ser seguidor já o primeiro passo.

        Tenho total ciência que a quantidade de novos torcedores do Federer foi mais discreta em razão da sua inatividade de mais de um ano. Quando ele voltar a competir os números serão outros.

        Por último, vale ressaltar, como você bem disse, os números que apresentei acima demonstram uma tendência da popularidade dos tenistas, pois não podemos negar o alcance e representatividade das redes sociais.

      3. Luiz Fabriciano

        Prezado Rafael, me permita colocar um asterisco em seu comentário também, kkk.
        O Danilo escreve muito bem “seguidores” e não torcedores.
        E o Federer não perdeu seguidores, foi apenas o sérvio que aumentou seu cartel.
        Sou torcedor inconteste de Novak Djokovic, mas não sigo ninguém, nem tenista nem nenhuma outra personalidade na rede.
        Simplesmente não gosto.
        Grande abraço.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Como é que?

      O BUMBLEBEE ganhou 300 mil novos seguidores, enquanto o Federer perdeu seguidores?

      Humm… estoria esquisitinha, pra dizer o mínimo, viu (rs)

      Começo a desconfiar consideravelmente desses levantamentos estatísticos tipo CHAPA BRANCA, do Danilo, viu…

      kkkkkkkkk

      1. DANILO AFONSO

        Rodrigo, pode confiar nos meus dados. Nunca apresentei dados falsos. Posso até errar ou omitir uma estatística desfavorável do sérvio, mas manipular nunca…kkkk

        Acredito que o Federer ficou com números negativos de seguidores no mês de fevereiro por uma combinação de fatores. Todo mês milhares de pessoas cancelam ou tem suas contas canceladas no facebook, mas como as celebridades esportivas conquistam diariamente muitos seguidores, as “baixas” não são notadas porque recebem mais seguidores do que perdem. Como o Federer está inativo por mais de um ano, as baixas ficaram evidentes. Ele também teve novos seguidores no mês, mas possivelmente a quantidade de seguidores que cancelaram (ou foram canceladas) a conta foi maior. As baixas não aparecem na conta do sérvio e espanhol porque receberam muitos seguidores novos no mês de fevereiro.
        Quando o suíço estava na ativa o saldo mensal sempre foi positivo.
        Enfim, ele não ficou com saldo negativo por causa de alguma fala ou ato polêmico, e sim pelo motivo que expus acima.

  58. Sandra

    Dalcim , antes de começar o Australian open eu desejei 3 coisas ,mas achava impossível de acontecer , Djokovic ser campeao , o Flamengo também e uma terceira que era acontecer alguma coisa com Bolsonaro em razão do genocidio que ele está cometendo, e tive como resposta que nada era impossível Deus o ouça !!

  59. Nattan Lobatto

    O Flamengo perdeu mas ganhou, o Inter empatou mas perdeu, o Corinthians não ganhou nem perdeu, o São Paulo ganhou mas perdeu. Ah, o Vasco ganhou mas caiu. (Dilma Rousseff).

  60. Rodrigo S. Cruz

    Eu estava revendo ontem os melhores momentos da semifinal do Australian Open entre o GOAT e o Encosto.

    Cara, pra mim é nítido o quanto o Federer bate melhor na bola do que o Robô…

    Quando estava 5 x 2 pro suíço, ele já contabilizava uns 15 winners, contra apenas 2 do Optmus Prime!

    E isso com os joelhos em petição de miséria, e sem poder disputar pontos longos sofreu a virada.

    1. Jairo Silva

      Federer é pato do Nole no Australian Open também. Um set iniciando melhor não muda isso.

      Perdeu em 2008, 2011, 2016, 2020 e seguirá perdendo se pegar o sérvio novamente por lá hehehe…

    2. Nattan Labatto

      Depois de ler a sua postagem eu fui assistir a referida partida. O big 3 é muito diferenciado… Mesmo lesionado, o Federer conseguiu arrancar um set de um Djokovic quase imbatível, e deu muito trabalho no 4°.

      Que o Leão da Montanha volte logo, faz muita falta pro circuito. 😪

  61. periferia

    O Tambor….1979
    Volker Schlönforff.

    Adaptado do livro de Günter Grass.
    O filme narra a trajetória de Oskar Metzerath (contada por ele mesmo)…uma criança que se recusa a crescer (ele não é um Peter Pan).
    O filme é um ótimo estudo do povo alemão durante o casamento com o fascismo.
    Usando de alegorias e metáforas…o filme faz do absurdo…uma realidade.
    Considerado o grande filme do Novo Cinema Alemão (movimento da década de 70) que revelou Fassbinder…Wenders…Trotta…Herzog e outros.
    Venceu o Oscar de filme estrangeiro e o Festival de Cannes no mesmo ano.

    1. Rubens Leme

      O Tambor é um filme depressivo e que faz questão de retratar os alemães de uma maneira selvagem, quase como porcos e irracionais nas maneiras de agir e pensar. Algumas cenas te fazem querer vomitar.

      Outro belo filme alemão sobre a ascensão do Nazismo é a série Berlin Alexanderplatz, de Fassbinder. Ele, aiás, nasceu três semanas após a ocupação norte-americana e foi um dos que melhor retratou toda a decadência da sociedade alemã após a morte de Hitler, já que seus pais mandaram morar com parentes, pois não tinham dinheiro para manter todos durante o inverno.

    2. Marcilio Aguiar

      Periferia, O Tambor me fez recordar de outros filmes dos diretores alemães citados, dentre eles “O Casamento de Maria Braun” de Fassbinder (1979), tendo a atriz Hanna Schygulla no papel principal. Outros dois que me lembro ter assistido trabalhos da bela Hanna foram Lili Marleen (LiIi Marlene – 1981), também de Fassbinder e “La nuit de Varennes” (Casanova e a Revolução – 1982) de Ettore Scola. Os dois primeiros ambientados na Alemanha nazista durante a guerra e o último, uma fantasia que reuniu Casanova e Maria Antonieta. Saudações.

      1. periferia

        Olá Marcílio

        Leme também lembrou de Fassbinder…apesar de ter morrido jovem….deixou uma obra imensa…imensa mesmo.
        Entre filmes….roteiros….peças de teatro…o alemão era uma fábrica de ideias.
        Amargo e destrutivo…e genial.

      2. periferia

        Olá Marcílio

        Gosto muito de Feios Sujos e Malvados do Scola…aprendi muito com ele quando assisti pela primeira vez.
        O filme é uma crítica social…muito familiar pessoalmente.
        Carrega em seu dna o neorrealismo italiano (vai de Rosselini até De Sica) mesmo sendo um filme da década de 70.
        O cinema como crítica social (como o cinema alemao e italiano) se perdeu um pouco…hoje não tem espaço para discussão social no cinema.
        Hoje os problemas são resolvidos com uma joia do infinito.

        Abs

        1. Marcilio Aguiar

          Filme estupendo, “feios sujos e malvados”. O Cinema Italiano nos brindou com maravilhas de toda natureza. Não tem como esquecer de uma infinidade de cineastas que deixaram a sua marca ao retratar o ser humano explorando todas as suas virtudes e mazelas. Viva o cinema italiano.

        2. Rubens Leme

          Rainer Werner Fassbinder foi uma máquina de traballho. Viveu apenas 37 anos, mas fez 52 filmes entre 1965 e 1983 e escreveu mais 15 peças de teatro.

          Já o citado Wim Wenders tem uma história curiosa envolvendo Francis Ford Coppola, em um outra típica demonstração do monstruoso ego do Poderoso Chefão, que acabou por arruiná-lo financeiramente (até o vinho o salvar) e profissionalmente.

          Os dois trabalharam juntos em filme chamado Hammett, baseado em um romance de Joe Gores, envolvendo o escritor Dashiel Hammett (que havia sido investigador particular antes de se tornar romancista) e o sumiço de uma garota chinesa, em Chinatown.

          Coppola resolveu montar o filme com a sua produtora Zoetrope e contratou Wenders para fazer sua estreia dirigindo um filme americano. Logicamente, o que era para ser um filme pequeno e interessante e de baixíssimo orçamento, se tornou um problema enorme. Logo de cara, os dois começaram a discutir por cada detalhe e quando entregaram para a distribuidora Orion, ela o detestou e ordenou que fosse refeito.

          Coppola acabou demitindo Wenders e tomou conta de vez – o alemão garante que apenas 10 cenas suas ficaram no corte final – e a película se tornou outro fracasso financeiro, fazendo menos de 50 mil dólares de bilheteria (acredite se quiser), em cima de um orçamento de 7 milhões de dólares (o orçamento inicial era 2 milhões).

          Hammett foi apenas outro projeto, que terminou por arruinar a carreira de Coppola. Junto a outros belos “filmes de arte”, onde extrapolou o orçamento várias vezes e o fez colecionar prejuízos enormes (e inimigos) – One from the Heart (1982), The Outsiders (1983), Rumble Fish (1983) e The Cotton Club (1984) -, o queimou dentro de Hollywood, fazendo com que o grande diretor americano da década anterior, se tornasse tóxico no meio.

          Devo ser um dos poucos que viu ou possui o DVD de Hammett. Não é uma má história, mas poderia ter sido um grande filme.

  62. Rubens Leme

    Neil Young & Crazy Horse – Live at the Fillmore East 1970 (2006)

    Um dos pontos da série Neil Young Archives é esse show durante a divulgação do segundo disco de Neil, Everybody Knows This Is Nowhere (1969). O álbum seria a primeira parceria entre Neil e o Crazy Horse e mostra Neil solando com vontade sua Gibson, especialmente nas longas e pesadas “Down by the River” e “Cowgirl in the Sand” e trazia dois hits, a faixa-título e “Cinnamon Girl”.

    Destas, apenas a última é excluída deste excelente show, que curiosamente, teve como banda de abertura, o sexteto de Miles Davis, que neste mesmo dia também gravaria um outro disco ao vivo, Live at the Fillmore East, March 7, 1970: It’s About that Time.

    https://music.youtube.com/playlist?list=OLAK5uy_m1rhtjmVGZGwkf-VuZxpGF5BWDmJnZWD0

  63. Ronildo

    Chega a ser engraçado discutir com alguns torcedores do Djokovic, porque é notável o complexo de inferioridade nas entrelinhas.

    Por exemplo: ficam irritadinhos facilmente e por isso tem dificuldade em entender o significado exato das sentenças.

    Mas enfim:

    Dizer que Djokovic contou com a sorte de ter uma semi fraca e uma final em que o mental do oponente entrou em colapso NÃO É O MESMO QUE DIZER QUE ELE FOI CAMPEÃO POR SORTE.
    Ele poderia ter encontrado uma semi-final e uma final duríssima e mesmo assim ser campeão.

    1. Jonas

      Você deu a entender que até o Tsitsipas daria algum trabalho ao Djokovic nessa final.

      Opinião é opinião, mas se a final fosse essa, acredito que o grego seria varrido de quadra. Esse aí com certeza iria pirar com o volume de jogo do Djoko.

      Do Medvedev eu esperava mais, porém o Novak jogou numa rotação muito alta. Devolução afiadíssima, não deixou o Russo respirar.

      Claro, você torce para o Federer e fica nessas teorias malucas, já queimou a língua várias vezes. Espero que continue com elas pois costuma dar o resultado contrário.

      1. Paulo Almeida

        Ele fica revezando entre Medvedev, Thiem e Tsitsipas até que um deles finalmente tire o número 1 do GOAT. Pode até acertar algum dia, mas agora é tarde: o recorde é nosso.

        Também acho que o Tripas teria sido varrido na final da mesma forma.

    2. Luiz Fabriciano

      Nem complexo de inferioridade – porque não são – nem irritadinhos.
      Você vive terceirizando jogador para desbancar o sérvio, mas como não acontece, começa a criar desculpas, tipo SORTE.

    1. Paulo F.

      Se tu pensas, Sérgio Ribeiro, que considero Djokovic superior a Borg no saibro, velhinho confuso, não acho.
      Djokovic é o segundo melhor saibrista da Era Nadal, não o segundo de toda a história do saibro, cidadão ruim de raciocínio.

      1. Sérgio Ribeiro

        O Coroa faz 100 Km por semana na Praia ? Kkkkkkkkkkk. Vai procurar sua turma mane’ . Nadal , Borg e Guillermo Vilas são os três melhores saibristas da Era Profissional. E o Austríaco Thomas Muster com seus 41 Títulos na superfície chegou a N 1 do Mundo desbancando Sampras por meses . E não conseguiu a proeza vencendo somente ATP 250 . O Servio com apenas 15 Títulos e levando SETE surras de Nadal em RG , não pode ser considerado melhor . Entendeu Coroa rsrsrs. Abs!

        1. Sandro

          Vamos aos fatos, porque contra fatos não há argumentos!!!
          vc não convence ninguém!
          Fatos:
          1. Nem Borg, nem Muster , nem Lendl, nem Laver, nem Nastase, nem Courrier, nem Andres Gomes etc, são contemporâneos do Nadal, maior saibrista de todos os tempos, porém, Djokovic é contemporâneo do Nadal.
          2. O Masters de Roma é o segundo mais importante torneio de saibro somente atrás de Roland Garros.
          3. Os resultados no Masters 1000 de Roma compravam que Djokovic é o segundo melhor saibrista do tênis 🎾 mundial somente atrás de Nadal:
          -Nadal é o recordista absoluto no Masters 1000 de Roma com incríveis NOVE troféus no saibro romano.
          – Porém, em segundo lugar, com espetaculares CINCO troféus no saibro romano vem Djokovic, e é um feito enorme ser PENTACAMPEÃO em ROMA sendo contemporâneo de Nadal. Dois desses títulos em Roma, Djokovic conquistou derrotando Nadal na final. Aliás, tem que se ressaltar que Djokovic foi o único tenista da face da Terra capaz de derrotar Nadal em uma final em Roma e isso aconteceu 2 vezes!!!
          – Em seguida… Com TRÊS títulos em Roma temos o fantástico austríaco Thomas Muster.
          – Empatados com DOIS títulos no saibro de Roma temos estas feras consagradas do tênis mundial: ROD LAVER, BJORN BORG, ILIE NASTASE, JIM COURRIER, IVAN LENDL, ANDRÉS GOMES.
          É impressionante como Djokovic, sendo contemporâneo de Nadal, tem mais títulos no Masters 1000 de Roma do que excelentes jogadores no saibro como ROD LAVER, BJORN BORG, ILIE NASTASE.
          Portanto, não interessa quantos ATP 250 Thomas Muster ganhou no saibro, pois Djokovic é PENTACAMPEÃO do Masters de Roma, sendo contemporâneo de Nadal, enquanto Muster é TRICAMPEÃO do MASTERS DE ROMA sem ter que enfrentar Nadal no torneio.

          1. Gildokson

            Se um cara começou a assistir tênis em 2020 e ler teu comentário ele vai ter ctza absoluta de que o M1000 de Roma é o 5° Grand Slam do circuito.
            Os caras aqui são engraçados mesmo, outro dia uns comentários esculachando o Finals, ja Roma é a °8 maravilha do mundo kkkkkkkkk Piada viu!
            Djokovic ta de parabéns, o cara é campeão de tdo, mas vamo combinar que Roma 2020 por exemplo foi um título onde ele não pegou ninguém, um 250 praticamente, mas quem gosta de julgar chaves fracas aqui só fazem quando é um certo tenista que pega essas chaves. #hipocrisia
            Obs: Que Nadal é o maior do saibro em todos os tempos ninguém duvida, agora quem garante que Borg ou Villas não poderiam vence-lo numa final de RG um dia? Você que garante isso Sandro?

          1. Rodrigo S. Cruz

            Se o Sérgio é metido a dar aulinhas, cara, é porque ele entende bastante de tênis.

            Coisa que até o RAFAEL que é fã do Djokovic sempre ressaltou aqui.

            Seja mais humilde, e quem sabe você não aprenda alguma coisa com ele…

        1. Michel

          coisa feia é vc defendendo só porque ele é federista. Todo mundo sabe que ele conhece muito de tênis mas a interpretação deixa a desejar.

  64. DANILO AFONSO

    BIG 3 AOS 33 ANOS E 9 MESES

    Aproveitando o texto do Dalcim, vejamos um comparativo entres os membros do BIG 3 usando como parâmetro a idade atual do sérvio. Nadal tinha 33 anos e 9 meses em março de 2020 e Federer em maio de 2015.

    APROVEITAMENTO DE VITÓRIAS
    Nadal – 83,23% (1187/988)
    Djokovic – 83,08 % (1135/943)
    Federer – 81,47 % (1258/1025))

    SLAM
    Nadal – 19
    Djokovic – 18
    Federer – 17

    FINAIS SLAM
    Djokovic – 28
    Nadal – 27
    Federer – 25

    JOGOS SLAM
    Djokovic – 348
    Federer – 335
    Nadal – 314

    VITÓRIAS SLAM
    Djokovic – 303
    Federer – 285
    Nadal – 275

    SEMANAS N. 1
    Federer – 310
    Djokovic – 309 (311 em 08/03/2021)
    Nadal –209

    OUTROS BIG TITLES (Masters/Finals/Ouro Olímpico)
    Djokovic – 41 (36/5/0)
    Nadal – 36 (35/0/1)
    Federer – 29 (23/6/0)

    Temporadas n. 1
    Djokovic – 6
    Federer – 5
    Nadal – 5

    VITÓRIAS TENISTAS TOP 10
    Djokovic – 218 ( 68,6% )
    Federer – 189 ( 65,39%)
    Nadal – 171 ( 65,01%)

    Observações:

    – Muitos torcedores do Federer alegam que o aproveitamento de vitórias atual do suíço é inferior ao do espanhol e sérvio em razão da diferença de idade, mas conforme demonstrado acima, o percentual do suíço em 2015 já era bem inferior a dupla;

    – fiquei surpreso ao constatar que o Djokovic tem mais jogos e vitórias em Slam que o suíço quando este tinha a mesma idade. A tendência é que o sérvio seja o recordista das marcas ao final da carreira caso não tenha nenhuma lesão grave;

    – é perfeitamente possível que o recorde atual de finais de Slam seja superado pelo sérvio e espanhol nos próximos dois anos;

    – atualmente Djokovic está a 7 vitórias de superar o recorde de vitórias sobre tenista top 10. Federer tem 223 vitórias;

    – a diferença de “outros big títulos” do sérvio no comparativo acima com o suíço é de 12 títulos, a tendência é que a diferença venha a ser maior.

    Saudações Tenísticas !!!

    1. Marcedo

      Isso poderia ser rebatido com a questão de o suíço com 33 ter pego Nadal e Djokovic bem mais jovens, PORÉM, um cara que faz um US Open com 34 anos chegando a final com apenas duas quebras de saque e na final só no primeiro set já é quebrado 3 vezes mostra que o problema não era idade.
      Do mesmo jeito que um cara que tem dois match points e saque em uma final de GS não pode ter sua derrota justificada por ter 37 anos.
      A verdade, ao meu ver, é que hoje os 3 tão no mesmo bolo, não se pode distinguir quem seja o melhor, o que se pode é dizer que Federer poderia ter alcançado muito mais do que alcançou, porém não amarelar também é qualidade de um tenista.

      1. Ronildo

        Quando fala em amarelar você esquece a carga emocional que cada um leva na carreira. Andar na rabeira sempre foi mais fácil. Portanto Nadal e Djokovic sempre tiveram bem menos pressão do que Federer, que tem disparado o maior número de fans.

      2. Jose Yoh

        Detesto ‘se’s mas…
        Se fosse mais jovem na mesma situação creio que teria ganho o jogo antes e não passaria por essa situação de pressão.
        Não há dúvida nenhuma que idade pesa, pode perguntar para qualquer atleta.
        Está pesando até para o sérvio hoje. Ele disputa e ganha muito menos torneios que antigamente.

    2. Alessandro Siqueira

      Danilo, parabéns pelo levantamento. Essa compilação de dados joga por terra uma das teses mais repetidas aqui no blog, que Djokovic e Nadal só têm os números que têm em razão da idade mais alta do suíço.

    3. Luiz Henrique

      Interessante Danilo.
      O engraçado é que em 2015, qualquer bom resultado que o Federer tinha, até quartas de final, diziam que era espetacular que ele conseguia chegar com 33/34 anos. Mas essas mesmas pessoas não comentam que é espetacular Djokovic e Nadal terem bons resultados com essa idade.

      Não, eles vão sempre levando pra frente
      “ah quero ver com 37”
      Isso vem desde os 27

    4. periferia

      Olá Danilo.

      Se vc fizer a mesma pesquisa com os 3 jogadores até 25 anos….o resultado é outro.
      Se vc pegar até 28 anos…o resultado é outro.
      Se vc pegar até 30 anos….o resultado é outro
      Se vc pegar até 40 anos….o resultado é outro
      Se vc pegar até 50 anos (pode acontecer de alguém jogar…não duvido)…o resultado será outro
      Tenho um amigo que diz …
      Os números confessam aquilo que o estatístico deseja.
      (Uma provocação)

      Abs

        1. Willian Rodrigues

          “Perfeito”??!!
          Essa expressão “…os números confessam aquilo que o pesquisador/estaticista deseja…” não é nada mais, nada menos que uma anedota científica.
          O que existem (aos montes) são equívocos de aplicação de testes de validação e vieses de pesquisa.
          Aplicada corretamente, a análise estatística nos oferece a “verdade científica” ponderável a partir do método aplicado, isso sim.

          1. Jose Yoh

            Uma anedota científica que se aplica perfeitamente a diversos casos do nosso universo atual. E é por isso mesmo que não sabemos mais qual é a verdade a seguir.

            Isso sem contar que os próprios números são computados de acordo com o desejo de quem está computando. Para um corintiano, o alvi-negro tem dois mundiais. Para um palmeirense, tanto o alvi-negro quanto o alvi-verde tem um.

            Uma série de verdades estabelecidas através de métodos científicos caíram por terra por causa dessa “anedota científica”. Temos essa tendência muito humana de inserir o elemento emocional no que deveria ser uma análise racional. Principalmente quando falamos como torcedores.

      1. Willian Rodrigues

        Perdão por me intrometer, mas, também sou afeito às análises estatísticas, embora não disponha de tempo (uma pena) para contribuir com o Danilo aqui no Blog. De qualquer modo, segue um adendo:
        Se o levantamento de dados ocorrer em outra faixa etária, as evidências serão mesmo outras… Por exemplo: Nadal foi o mais precoce entre os três; Federer foi mais dominante entre 22 e 26 anos de idade; Djokovic obteve maior quantidade de Big Titles após os 30 anos de idade; etc.

        PORÉM, não se pode perder de vista que num “estudo” longitudinal (seguimento por vários dias, meses, anos), QUANTO MAIOR O INTERVALO DE TEMPO CONSIDERADO, maior a validade das medidas amigos!
        No caso, faz todo o sentido Danilo considerar uma faixa etária mais avançada ao comparar os números do Big 3… Isso torna a análise mais fidedigna. Lamentavelmente, não será possível atender aos anseios dos torcedores do Federer que essa análise se encerre aos 27 anos de idade, a partir de quando o “maestro” começou a dançar muito mais conforme a música sérvia. Rrrsss
        E segue o “baile”…

        1. Luiz Fabriciano

          Perfeito William.
          Veja o caso do Borg. Apesar do seu nome estar inscrito e escrito na história, suas estatísticas só vão até os 26 anos.
          Ninguém sabe se continuasse jogando, até digamos 30, que era a média de aposentadorias mais cedo, se seus percentuais não despencariam ou se manteriam altos.
          No caso do sérvio, 10 anos de domínio e evidentes mostras que continuará – estamos num post exatamente sobre isso, escrito por ninguém menos que José Nilton Dalcim – o maior tempo de estudo só corrobora o quão grande ele é.
          Saudações.

      2. DANILO AFONSO

        Nobre Cláudio, esse comparativo faço há quase 3 anos, sempre usando como parâmetro a idade atual do membro do BIG 3 mais novo, no caso o sérvio. E nas primeiras vezes que comparei o sérvio não se destacava como na postagem acima. O comparativo segue o mesmo padrão.

        Não sabemos se o Djokovic e Nadal irão manter a mesma pegada nos próximos anos ou se o suíço irá surpreender novamente . Mas uma coisa é certa: no comparativo dos “33 anos”, Djokovic e Nadal eram sem dúvida maiores que o suíço. Eu sei que para alguns torcedores (não sei se é o seu caso ) é difícil aceitar tal realidade. Eu também acreditava que os números do suíço eram inalcançáveis.

        1. periferia

          Grande Danilo.

          Depois da provocação….vão os números…ts

          Ate 25 anos

          Federer 9 slam
          Nadal 8 slam
          Djokovic 4 slam

          Até 30 anos

          Nadal……16 slam
          Federer…16 slam
          Djokovic…12 slam

          Todos os outros itens mudam….são os números a servico de um raciocínio.
          Números nao são confiáveis.
          O disparar do coração ainda é o melhor método de aferir o melhor ( escrevi como um cardiologista….rs)

          Obs….fique bem Danilo

          1. Jose Yoh

            É isso mesmo Periferia. Dizia um amigo meu que com estatística se prova qualquer coisa.

            E digo eu que com o coração não se prova nada.

            Por isso confio mais no coração. Porque no final a estatística prova o que o coração quer.

            (Grande Danilo, não leve a mal! Seus números e seu coração estão certos)

          2. Willian Rodrigues

            Perdão pela nova intromissão Periferia… Mas, o sucesso na carreira de um atleta não pode/deve ser mensurado apenas até determinada faixa etária.
            Se alguém consegue ser mais longevo, é porque há méritos nisso. Vide argumentos constantes dos torcedores do Federer, com os quais eu concordo plenamente. Vejamos se Djokovic chegará aos 39-40 jogando em um nível tão elevado que o possibilite ser páreo para o então nº 1 do mundo (sei lá quem) numa final de Wimbledon…
            Sua tentativa de refutação dos números apresentados pelo Danilo foi frágil…

    5. Rogério R Silva

      Podemos entender que se o Nadal e Djokovic tivessem alguém 5 anos mais novo que eles,com a qualidade que o Federer enfrentou,o aproveitamento dos dois também seria menor.
      Parece simples entender isso.

  65. Marcilio Aguiar

    No cenário atual, ainda acho que o Djoko será dominante nos slams pelos próximos 2 anos. O Nadal, obviamente, lutara com “chifres e cascos” para permanecer de pé em sua praça predileta, Paris, o que deverá ainda conseguir pelo menos mais uma ou duas vezes. As gerações novas e seminovas, por mais que estejam chegando próximas das maiores conquistas, ainda têm um degrau a subir antes de desfrutar da decadência dos monstros sagrados, principalmente do sérvio. Por sua vez, como torcedor do Maestro suíço tenho que me resignar com a inexorável marcha para a quebra dos seus recordes, que parafraseando o poeta, “foram eternos enquanto duraram”. A despeito da perda de hegemonia não vou mudar minha opinião de que, até hoje, ele é o tenista que alcançou o melhor que se pode ver em uma quadra de tênis nos quesitos de técnica, habilidade, variedade, improviso, plasticidade tudo isso coroado por uma carreira longeva e vitoriosa. Estou ansioso pelo seu retorno, mas sem expectativas exageradas quanto a conquistas de grandes torneios. Espero pelo menos que, se for a ultima temporada, ele tenha condições de fazer um papel digno e brinde os seus fãs com algumas daquelas jogadas estupendas que nos deixaram mal acostumados.
    A despedida, aparentemente precoce, de Borg aos 26 anos me deixou muito frustrado na ocasião, assim como o calvário que encurtou a carreira do nosso manezinho. No caso de Federer não terei esse sentimento, porque não há mais nada a exigir dele.

      1. Marcilio Aguiar

        Prezado Sergio, fique à vontade para assinar. Eu prefiro exaltar os feitos do maestro e apreciar os seus jogos a desperdiçar energias em tentar depreciar os adversários. Todos vão ter o seu lugar na história, de acordo com seus méritos. Abc.

      1. Marcilio Aguiar

        Obrigado Luiz. Um desportista, artista e etc são considerados grandes porque eles tiveram pares à altura para comparações. Abc.

    1. Robson

      Quando é federista comentando,o nível é outro.
      Quando é federete comentando,melhor nem ler, só olhar o nome,detectar e pular.

    2. Willian Rodrigues

      Comentário maravilhoso Marcílio! Embora eu não seja torcedor do Federer, aprecio sua lucidez.
      Quanto ao reconhecimento do sérvio como “maior” da história, isso se dará apenas pelos números (critérios objetivos)…
      Quanto a ser o “melhor”, o “mais importante” (historicamente falando), isso inclui aspectos mais subjetivos e deve-se mesmo respeitar as opiniões divergentes.
      O que me irrita profundamente são as constantes tentativas de depreciação dos feitos do sérvio por parte de boa parte dos torcedores do Federer (sobretudo), e até mesmo pelo próprio suíço, ao enaltecer apenas os feitos de Rafael Nadal.
      Reforço que aguardo ansiosamente pelo dia 8 de março. Espero que Federer “queime minha língua” e parabenize publicamente Djokovic pelo novo recorde…
      Saudações

      1. Rubens Leme

        Fico contente por isso, mas ao mesmo tempo preocupado porque somos o único país onde os casos aumentam. E nada de vacina.

        Vir ao Brasil nesta época foi um pouco insano. Enfim, boa sorte para o Leo e o Rei dos Reis.

        1. Sandro

          Genocídios e campos de concentração rolando na China em pleno século XXI e vc dizendo que o Brasil é o PIOR PAÍS DO MUNDO?
          Então vai pra China onde neste mesmo instante está ocorrendo genocídio de povos turcos e tibetanos conquistados e subjagdos pelos pelos líderes do Partido Comunista chinês, porque lá vc não ter que se preocupar com vacina, mas sim se vc vai ser condenado a trabalho escravo, se será estuprado, torturado etc…

  66. Ricardo

    https://www.youtube.com/watch?v=4sRSqSupzyM

    Dalcim, não se você já viu, mas deixo esse vídeo bem interessante sobre o homem que encordoa as raquetes do Federer e umas coisitas a mais também como o processo de criação da nova (na época) raquete do Djokovic.
    Mas o mais legal (e desculpe o spoiler, rs) é ver que as raquetes do suíço e do sérvio são encordoadas lado a lado. rsrs
    Se não viu, espero que goste!
    Abs

  67. Ricardo

    Dalcim e amigos, tirei um tempo para rever uns post antigos do blog (sugiro que o façam, é bom pra dar umas risadas rs) e dei de cara com esta intricada conversa. O post em questão tratava-se da decisão do sérvio, no meio de 2017, de findar sua temporada.

    ps1: Companheiro Marcelo sempre com ótimas observações.
    ps2: Dalcim, optei por não retirar a parte sobre o polêmico mundial de 51 visando à conservação do teor cômico da conversa. rsrs

    Marcelo-Jacacity
    27 de julho de 2017 às 12:35
    Realmente a única alternativa era essa. Que Djokovic volte em 2018 ao seu nível máximo para o bem do tênis.
    Fato importante é ele ter dito que pretende jogar mais cinco anos em alto nível.

    Renato
    27 de julho de 2017 às 18:51
    5 anos em Alto nível!? E vc acreditou?

    José Eduardo Pessanha
    27 de julho de 2017 às 22:22
    Amigo Marcelo, digamos que Djokovic é um bom comediante. Em cinco anos certamente ele já estará aposentado. Não só ele como os outros três. Caso ele esteja no circuito em 2022, certamente estará fora do top 20. Abs.

    Marcelo-Jacacity
    28 de julho de 2017 às 14:13
    Pessanha,

    Depois que Federer e Nadal ganharam Slam após longos anos, até o título mundial do time do Dalcim é possível.
    Cubs, Leceister mostram que nada é impossível.

    José Nilton Dalcim
    28 de julho de 2017 às 19:30
    Viva o campeão mundial de 1951 !

    Marcelo-Jacacity
    29 de julho de 2017 às 10:34
    Kkk. 51 só a de Pirassununga.

    Mário Fagundes
    28 de julho de 2017 às 09:36
    Rapaz, faz algum tempo que Djokovic diz coisas sem sustentação alguma. Agora disse que pretende jogar em alto nível por cinco anos. E você acredita nessa balela?

    Rafael Wüthrich
    28 de julho de 2017 às 23:06
    Depende do que você considera “alto nível”. Ficar no top 10 e chegar longe nos torneios é sim alto nível. Uma final de Slam e até um título são bônus. Claro que, quem acompanha Djokovic espera domínio, mas se manter em 3, 4 do mundo, ser campeão aqui e ali, rivalizar com os tops do momento e ganhar 1 Slam que seja em 3 anos pra mim seria se manter em alto nível.

    Marcelo-Jacacity
    29 de julho de 2017 às 10:40
    Renato e Mário,
    Vocês estão muito descrentes. rs
    Não duvido de mais nada.
    Cinco anos em alto nível é totalmente factível. Obviamente, isso não significa predominância semelhante a 2011 e 2015. Significa?

    1. Jonas

      kkkkkkkkkkkkkk Djokovic foi abraçar árvores em 2017. Eu mesmo achei que ele não fosse voltar ao alto nível…o cara viajou legal.

      1. Jonas

        A coisa foi tão feia que no início de 2018 Djokovic parecia um jogador comum, tendo atuações bizonhas contra tenistas bem inferiores tecnicamente.

        Ele fez bem em engolir o orgulho e retornar aos trabalhos com Marian Vajda. O sérvio não jogou bem em Roland Garros mas se encontrou na temporada logo depois, vencendo dois Slams seguidos.

        1. Alessandro Siqueira

          Esse Renato seria também o Marquinhos que teria ido parar na Austrália e que, vez ou outra, dá uma psicografada aqui com outro nome? rsrs

    2. Luiz Henrique

      Boa Ricardo!
      Nada é mais divertido aqui do que posts antigos.
      Uma pena que não dá mais pra ver os de 2012 pra trás, eu vinha fazendo um arquivo disso, mas infelizmente quando eu estava mais ou menos em 2010 saiu tudo do ar

    3. Paulo Almeida

      Eu lembro bem dessa época. A seita jaguatirete tinha certeza de que o Serbinator iria despencar de nível e até se aposentar aos 30 anos.

      Dando muitas risadas aqui de tantas línguas queimadas, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

    4. Luiz Henrique

      Ricardo, eu achei umas pérolas legais de 2013, vou postar aqui kkkk:

      Henrique Farinha4 de março de 2013 às 22:33
      Mario, eu não torço por nenhum tenista, e sim pelo tênis. Não persigo ninguém, apenas analiso fatos. Nadal é um cara extremamente necessário para o cenário atual, pois aumenta a competitividade do circuito. A questão é que a contusão dele é limitadora para qualquer um, especialmente para alguém com esse estilo. Tenho contato com médicos que, inclusive, viram os exames dele e disseram que a vida como jogador de alto nível, infelizmente, não será longa. E, definitivamente, não creio que um cara aguerrido como ele aceite não ser mais top, ou não ter condições de lutar de igual para igual. Acredito que, se ele se vir nessa situação, abandonará. O que espero que não aconteça, pois seria uma perda muito grande. Analisar sob esse ponto de vista quase clubística, como se fosse futebol e para patrulhar os outros, como vc faz, é uma coisa muito chata. Tênis, felizmente, é bem mais do que isso.
      Responder ↓
      1. Anti anti-jogo4 de março de 2013 às 23:53
      “Tenho contato com médicos que, inclusive, viram os exames dele “. Puxa!
      Responder ↓
      Gilson5 de março de 2013 às 20:09
      Médicos que viram os exames dele?????? Kkkkkkkkk há pegadinha do malandro….kkkk
      Responder ↓
      1. APOLO6 de março de 2013 às 14:07
      Eu tenho a radiografia e vou mandar para o Dalcim publicar kkkkkkk

      1. José Eustáquio Masculino Cruz

        O dia que tiver neste Blog ou qualquer outro um cara que conheça o Espanhol mais do que o SR Mário César estamos todos enganados não sabemos nada de tênis.Só para ter uma idéia melhor fazer farinha porque se passaram 8 anos ele está ai com 20 GS e você foi infeliz tome cuidado ao falar de outra pessoa tenha argumentos mas nunca fale de um internauta a conta vem depois!

    5. Luiz Henrique

      Ricardo, olha essa aqui, muito boa:

      Lucas Mendes16 de março de 2013 às 16:51
      É óbvio! Ele não tem mais 26 anos. Ou você acha que Djoko, Nadal, Murray e Delpo terão volume de jogo com 31 anos? Com certeza ele “hoje” depende mais do que nunca do 1 serviço. Você não acha que o Nadal vai aprimorar mais ainda o 1 serviço? Daqui 2 anos ele vai depender muito dele.

    6. Luiz Henrique

      Achei mais uma, brilhante:

      Rafael Wuthrich8 de junho de 2013 às 14:59
      Chuto que Nadal chegará aos 20 Slams. Depois de ontem, é só questão de tempo, infelizxmente.
      Responder ↓
      1. José Eduardo Pessanha8 de junho de 2013 às 22:01
      Impossível. No máximo ganhas esse RG e o do ano que vem. E para por aí.

    7. Luiz Henrique

      Outra pérola espetacular:

      Marcello Campelo11 de junho de 2013 às 21:29
      Quanta sensatez! Obrigado, Flavio!
      Vamos aguardar para acompanhar de perto se Nadal ganhará GS aos 31 anos e voltará à posição de número 1 com a mesma idade. Assim faremos a ansiosa comparação.
      Abraço!

      Resultado: 6 GS após os 31, sendo 2 na hard, e 2 temporadas finalizadas como número 1 após completar 31 anos!! Kkkkkkk

  68. Rodrigo S. Cruz

    Expectativa do mundo inteiro pelo retorno do GOAT suíço dentro de mais uns dias.

    E tomara que ele não pule Miami, onde o Nadal, o Thiem e o Encosto estarão à espera dele…

    Putz! Incrível como esse cara faz falta no circuito!

    Tô louco principalmente por mais um Fedal. (fora do saibro, claro)

  69. Miguel BsB

    O próximo Slam é Roland Garros, então a contagem ficará 21x20x18, ou seja, Nadal vai abrir 3 no Djokovic.
    Então, no corrente ano, ele não pega a liderança de Slams…

  70. Ruy Machado

    Boa tarde! Melhor coisa que o Nadal fez foi se retirar de Roterdã. Se foi migué ou não, pouco importa (pelo menos, para mim). Pelo andar dos acontecimentos, improvável sua ida à Miami, um dos poucos M1000 que nunca conquistou. Deve retornar somente no saibro mesmo… De qualquer forma, ele deveria pular o ATP 500 de Barcelona e se concentrar nos 3 M1000 do saibro e RG, obviamente.
    Saudações Rubro Negras e vamos Mengão!

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/83579/Problemas-nas-costas-tiram-Nadal-do-ATP-de-Roterda/

    1. Sandro

      Pular Barcelona? Um torneio de saibro dentro da Espanha? Fica chato se Nadal não jogar… Gostaria que Nadal jogasse Barcelona…

  71. Vitor Hugo

    Luís Fabriciano,

    Não me baseio apenas no que o Dalcim diz para formar minha opinião com argumentos fracos, como você disse.
    Fognini acabou de declarar que ‘Federer é o tênis ‘, assim como Becker, Thiem Tsipas, Laver, Sinner, Meligeni, Kyrgios e vários outros declaram recentemente que, ROGER É O MELHOR TENISTA DA HISTÓRIA. Então, colega, fraco, sua opinião é irrelevante perante aos citados por mim, sacou? Assim como seus colegas fanáticos.

    Luiz Fernando, o que vc pensa ou deixa de pensar pra mim e nada é a mesma coisa.

        1. Luiz Fabriciano

          Rodrigo, preferência é uma coisa completamente de: achincalhamento, perseguição, depreciação, criação de mitos e mentiras etc.
          Nunca, nunca mesmo, questionei sua preferência por Roger Federer, nem a de ninguém.
          O que incomoda, mas não deveria, por razões óbvias para mim, é o não basta torcer para A, tem que detonar com B.
          Saudações.

          1. Rodrigo S. Cruz

            [Luiz Fabriciano]

            “Rodrigo, preferência é uma coisa completamente de: achincalhamento, perseguição, depreciação, criação de mitos e mentiras etc.
            Nunca, nunca mesmo, questionei sua preferência por Roger Federer, nem a de ninguém.
            O que incomoda, mas não deveria, por razões óbvias para mim, é o não basta torcer para A, tem que detonar com B”.

            Beleza!

            Então vamos combinar uma coisa?

            Todo post que você ler de algum nolista xiita desqualificando o Federer, SEM ELE QUEM FOR, você também vai ter de reprovar, a partir de agora…

            E aí eu assumo um compromisso, te dou a minha palavra e ao resto do blog de não postar mais qualquer crítica pesada contra o Djokovic.

            Topa?

            Mas tem uma coisa : eu vou ficar de olho e vou te cobrar! (rs)

            Chega de indignação seletiva.

            Se você aceitar esse desafio, eu mudo completamente de atitude, a partir de hoje…

            Aceita?

            Abs.

    1. Julio Cesar

      assim como a opinião de muitos outros especialistas e tenistas importantes vai a favor de Nadal ou de Djokovic, ou ainda mesmo de Laver, ou outro que seja. Cada um tem uma opinião, simples. Tanto esforço pra censurar alguém com quem vc não concorda não vai anular o pensamento da pessoa, e nem poderia ser assim. No Brasil ainda é livre o direito a ter pensamento próprio e opinião.

  72. José Eustáquio Masculino Cruz

    Caro Guru se não acontecer nada em reação ao que vivemos hoje.E se tiver WB e com torcedores mesmo que seja a metade pois estão fazendo testes.O Ranking será o mesmo que é detestado pela maioria Ranking na Grama como estes caras são abestalhados de WB!

  73. Gabriel aguiar

    Dalcim, quando o Djokovic venceu RG em 2016 ele ficou a 2 slam do Nadal, e passados 5 anos estamos na mesma…sendo o proximo um RG, ou seja nada mudou, e essa diferença vai caindo em relaçao ao Federer e nao ao Nadal.Creio que os dois brigarão uns 3 anos ainda pelo recorde.
    Inclusive se analisar de 2010 pra ca não existe big 4 ou 3 e sim Big 2, pois Nadal e Djokovic dominam completamente o tênis
    SLAM
    DJOKOVIC 17
    NADAL 14
    FEDERER 5
    MURRAY 3
    WAWRINKA 3

    ANOS COMO NUMERO 1
    DJOKOVIC 6
    NADAL 4
    MURRAY 1

    1. Sandro

      Concordo PLENAMENTE contigo!!! Não existe BIG 3 já há um bom tempo!!! Ultimamente só o BIG 2 Nadal e Djokovic se revezam na briga pelos Grand Slams!!!

  74. Rafael Azevedo

    Belo texto, Dalcim.
    Eu me sinto privilegiado de poder acompanhar ao vivo essa lenda sérvia construir o seu legado esplendoroso no tênis.
    Não é o meu tenista preferido, mas com certeza é um dos maiores esportistas da história.

  75. Rogério R Silva

    Dalcim,boa tarde.
    Um assunto fora do tópico :
    Estava conversando com minha esposa e filha e repeti o que li aqui certa vez,qua a primeira do ranking feminino não ganharia de nenhum profissional masculino ou até de juvenis.
    Pode me lembrar suas palavras a respeito disso,por favor?
    Agradeço desde já.

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que eu disse algo como a número 1 do mundo não ganharia do juvenil número 1 do mundo. Não é questão de força no braço ou de técnica. É acima de tudo de pernas.

  76. Leo Gavio

    Não vejo nenhum sentido em comparar recordes femininos com recordes masculinos.

    Absolutamente nada a ver, a única semelhança é ser o mesmo esporte.

    24 slams do feminino não valem 12 do masculino. Mas nem aqui, nem na China. No feminino são 3 sets, no masculino você joga o ano todo em 3 sets e intercala nos slams com 5 sets, onde tudo muda, Dimitrov dificilmente vai ganhar um slam, mas já levou Finals. Se ele fosse mulher, já teria 4 slams. Ou seja, qual a relevância de um slam feminino diante de um slam do masculino?

    No feminino todo Slam tem uma zé ninguém vencendo, no masculino você precisa elevar tanto o nivel, como fizera Wawrinka em 2015 e 16, que vencer se torna algo unico, não é fácil vencer slam no masculino, o sarrafo entre eles é bem mais rigoroso (mesmo na entressafra do anos 2000).

    Serena Williams nunca será maior do que Pete Sampras. “Ahh, isso é machismo”, não, assim como na moda as mulheres faturam bem mais que os homens, as modelos possuem bem mais relevância que os modelos homens.

    Sem contar que no feminino tem 6 tenistas com 18 ou mais titulos de slam, e 3 com 22 ou mais, no tenis masculino, apenas 3 tenistas com 18 ou mais, e nenhum com mais de 20.

    Portanto não cabe comparar o recorde da Steff de ter feito o golden slam no mesmo ano, como dito abaixo, como algo relevante perto de um possivel feito do Novak neste ano, porque na verdade a sequencia de 2015/2016 já mais relevante. Um slam do masculino vale mais que um do feminino.

    1. Sandro

      Concordo plenamente contigo! Feminino é feminino e masculino é masculino, se não houvesse diferença, Halep, Sabalenka e Azarenka teriam que competir na mesma chave que Djokovic, Nadal e Thiem, e é óbvio que elas nunca ganhariam, até por isso, o circuito feminino é separado do masculino…

  77. Marcos Ribeiro

    Dalcim,

    Obrigado por ter divulgado o livro da dieta do Djokovic. Eu não sabia deste livro, me interessei e já li boa parte.

    A ênfase do livro é no glúten, mas para mim, que não tenho problema com esta proteína, a leitura do livro já está valendo por outro tema que ele trata: o melhor horário para comer carboidratos e proteínas, baseado numa lógica clara, mas que foi a 1a. vez que ouvi ou li.

    Djokovic argumenta que durante o dia o que precisamos é de energia e portanto devemos comer quase só, ou só, carboidratos, deixando para comer as proteínas à noite, porque o nosso corpo as utiliza é enquanto dormimos, reparando os desgastes do dia.

    Comecei a colocar isto em prática 2 ou 3 dias atrás e estou achando a diferença bastante nítida.

    Quanto aos outros 2 grupos de alimentos, gorduras e vitaminas + sais minerais, até onde li ele não faz recomendações de horários, e me parece que para eles o horário é pouco relevante.

    Abraço!

  78. Max

    Gostaria de aproveitar o espaço e pedir para a ESPN investir um pouquinho nas transmissões de tenis. Empresta o Sareta e o Oliveira Andrade no próximo Australian Open. O Nardini vai muito bem, mas o outro locutor não é do tenis. Botaram o cara numa gelada. No futebol ele é ótimo, mas não está preparado para narrar tenis. Abraço a todos.

  79. Israel

    Nesse AO, Djokovic mostrou um saque muito eficiente, o que não vinha acontecendo após a retomada pós pandemia no ano passado.
    A dificuldade em fechar seus games de saque estava o irritando e deu no que deu no US Open.
    A continuar saudável e com esse nível de saque, Djoko vai continuar favorito em tudo, exceto RG pois Nadal sabe como ninguém fazer a bolinha correr.

  80. AKC

    Se nos próximos 3 anos ele ganhar uns 4 Slams (número bem conservador), a tendência é ele passar mesmo. Acho difícil Federer voltar a vencer e Nadal ganhar fora de RG neste período. Mas em se tratando desses caras, tudo é possível.

  81. Roberto Rocha

    Já faz tempo que Djokovic é o melhor da sua geração… não fosse a contusão que o afastou praticamente 1 ano e ele já estaria na frente no número de Majors. Se Nadal deseja ter alguma chance precisará vencer 2 Roland Garros (acho impossível por conta do seu claro declínio físico mostrado na final que venceu milagrosamente no USO contra Medvedev e a derrota recente contra Tsitsipas,Onde ficou claro que ele não aguenta mais jogos de 5 sets) e arrancar 1 USO. Em minha opinião, impossível. Djokovic continuará vencendo Slans por pelo menos uns 3 anos.

  82. Ronildo

    Embora esteja em melhor posição por causa da idade, eu sou cético com respeito a Djokovic ganhar mais de 20 slans. Ele teve muita sorte este ano o AO com uma semi com adversário fraquíssimo e depois uma final onde o oponente entrou em parafuso, entregou a partida praticamente.

    Não acredito que Djokovic vença algum slam com 35 e depois dos 35 anos.
    Já Nadal vai entrar como favorito em RG, porém actedito que este ano Thiem vai ser campeão em RG.

    1. Sandro

      Um torneio imenso como Grand Slam, repleto de adversários sedentos por esse título e esse cara tem a empáfia de dizer que ‘UM GRAND SLAM FOI GANHO NA SORTE”??? Faça-me o favor!!! Invejoso e frustrado “detected”…

      1. Ronildo

        Porque você está nervoso Sandro? Eu feri você de algum modo?

        Eu falei que Djokovic teve muita sorte com uma semi fraca e uma final em que o oponente se desequilibrou emocionalmente. Tivesse o oponente segurado os nervos, poderia até virar o jogo pelo melhor condicionamento físico que a idade lhe proporciona, assim como o Tsitsipas fez com o Nadal.

        Mas essa é apenas uma opinião pessoal.

    2. Luiz Fernando

      E nas outras 8 vezes, será também foi por sorte? Tipo de comentário sem nexo e sem cabeça, tronco e membros. Ninguém ganha um GS apenas por sorte…

      1. Luiz Henrique

        Luiz Fernando, pois é, incrível esse tipo de comentário
        Acho que o pessoal acha que existem milhões de doláres de graça na mesa e não tem ninguém interessado
        É exatamente por isso que ninguém jamais vai me ver aqui tirando o mérito de nenhum dos 3 falando asneiras como entressafra, ou que no piso tal não tem concorrência.
        Tem que ser bem idiota pra achar que torneios com prêmios milionários não tem concorrência
        Gente assim deve cair bem fácil em golpes, acha que dinheiro nasce em árvore…

    3. Aneurisma Cerebral

      Sua opinião deve ser respeitada, mas discordo totalmente. Se tem uma coisa que Djokovic não tem é sorte, ele lutou muito e encontrou “caminhos” para chegar a final e vencer novamente, e se deixarem, ele vai continuar assim. Qtos GS ele vai ganhar? Não faço a menor ideia, Agora dizer que é sorte, é muita falta de conhecimento ao esporte.

    4. Paulo Almeida

      É sério que você quer falar de mais sorte do que a entressafra 2003-2007, Roland Garros e Wimbledon 2009 graças à lesão do Nadal e os últimos três Slams do GUAT graças à lesão do Djokovic?

      Você é um ótimo piadista, Ronildo! Kkkkkkkkkkkk

  83. Eduardo Vianna

    Qual é o recorde menos provável no tenis de um dos Big 3 quebrar?
    – 24 slams de Margareth Court
    – 04 slams e ouro olímpico no mesmo ano de Graff
    – 13 títulos do mesmo slam de Nadal
    – 237 semanas consecutivas como #1 de Federer
    – 06 anos como #1 no final do ano de Sampras?
    – Outros?

    1. Sandro

      Com toda certeza, 13 títulos de Roland Garros é a coisa mais sobrenatural e extra-terrestre que eu já vi na minha vida, e olha que eu acho que Nadal pode aumentar esse sarrafo de Roland Garros de forma mais absurda ainda. Sem sombra de dúvidas 13 títulos de Roland Garros é a marca mais absurda do tênis mundial atualmente. A marca é tão absurda que os outros grandes tenistas não tem sequer chegaram a casa dos “dois dígitos” de títulos de Nadal em Roland Garros, Max Decugis tem 8; Bjorn Brog: 6; Guga: 3, Lendl: 3, Courrier: 2, Rod Laver: 2 etc…

      1. Aneurisma Cerebral

        A façanha de Nadal é incrível, porém deve se levar em conta, que ele é especialista no saibro (o melhor de todos os tempos, sem duvida), Não houve adversário a altura pra desafia-lo, então ele fez carreira ali, sem concorrentes. É a mesma teoria que defendo sobre Hamilton na Mercedez, Shumacher na Ferrari, etc….Pra mim, o feito de Djokovic na Australia se compara ao do Touro Miura, pois em quadras rápidas sempre houve grandes adversários: Federer, Murray, o Próprio Nadal não é ingênuo, Wawrinka, entre outros…Vencer 9 vezes, com tantos adversarios, é tão grande ou até maior do que vencer 13 vezes num piso, onde não se tem adversario. (óbvio que é mérito do Nadal, mas é fato)

        1. Sandro

          Fala sério cara, NÃO DELIRA!!! Sou fã do Djokovic, admiro o tênis 🎾 e os feitos dele, mas não dá pra comparar nunca os NOVE AUSTRALAN OPEN com TREZE ROLAND GARROS!!! Não força a barra que fica feio!!! Apesar de admirar tudo o que Djokovic já fez no tênis, nenhum feito é maior na HISTÓRIA DO TÊNIS que os TREZE TÍTULOS DE ROLAND GARROS de Nadal!!!
          Dizer que 9 Australian Open são maiores que 13 Roland Garros foi uma das coisas mais absurdas e delirantes que já li aqui no blog!!!
          Menos, por favor!!!

      2. Luiz Henrique

        Na verdade 13 Roland Garros é o maior feito do esporte mundial, não só do tênis.
        Tá, cabe discussão, mas tá no páreo

    2. Eduardo Mota

      Eu acredito que há três façanhas inalcançáveis no tênis:
      – 04 slams e ouro olímpico no mesmo ano de Graff
      – 13 títulos do mesmo slam de Nadal
      – 237 semanas consecutivas como #1 de Federer

    3. Leonardo Fagundes

      De todos os Records, o mais dificil é o do 13GS do Nadal. O mais perto disso é Djokovic com 9 e para quebrar teria que ganhar 5 em sequencia até os 38 anos. Claro que os outros são incriveis, mas esse de 13 é quase impossivel, porque geralmente uma carreira inteira em alto nivel dura 10 – 12 anos maximo. Ampliar isso a 15, 16, 17 anos de alto nivel já é incrivel, mas dominar um unico torneio assim é quase impossivel. Não existe paralelo no tenis nem em outro esporte de auto nivel. O que não quer dizer que os outros são pequenos. Os 24 de Margaret Court estão aí a mais de 50 anos. O Golden Slam da Graf também é absurdo.

    4. Diego Almeida

      Qual é o recorde menos provável no tenis de um dos Big 3 quebrar?
      – 24 slams de Margareth Court (difícil, porém não improvável)
      – 04 slams e ouro olímpico no mesmo ano de Graff (acho que só o Djokovic pode conseguir e esse é o único ano com essa possibilidade mais ou menos real)
      – 13 títulos do mesmo slam de Nadal (acho muito difícil o Djokivic ganhar mais 4 ou 5 AO)
      – 237 semanas consecutivas como #1 de Federer (sinceramente eu acho impossível com essa geração atual)
      – 06 anos como #1 no final do ano de Sampras? (O do Sampras o Djokovic já igualou)

    5. Miguel BsB

      Exclua aí esses recordes femininos…
      Tratam-se de modalidades “distintas”.
      O do Sampras nenhum deles consegue mais…

    6. Alessandro Siqueira

      Embora Sampras tenha terminado 06 anos seguidos como #1, é importante notar que ele não teve um reinado tão inconteste assim. Assumiu a ponta do ranking em 22 de agosto de 1993 e nela ficou por 19 semanas. Depois disso, vários outros períodos na ponta, alguns de pouquíssimas semanas: 82, 12, 3, 102, 15, 29, 5, 3, 6 e, por fim, 10 semanas, essas últimas terminas em 19 de novembro de 2000. Olhando de longe, pode parecer que o americano nadou de braçada de 93 a 99, mas não foi bem assim. Antes da perda no final de 2000, perdeu a liderança por 10 vezes, o que se explica, por exemplo, pela falta de resultados destacados no saibro. Em RG, por exemplo, nunca passou da semifinal.

    7. Julio Cesar

      Eduardo Vianna
      Pela lógica, ganhar os 4 slams + ouro olímpico no mesmo ano. Razões:
      1) 24 slams são possíveis para os 3, ainda, dependendo do quanto vai durar a carreira de cada um deles, mas se fosse por “probabilidade” seria menos provável para Federer, por questão de idade e não de capacidade ou habilidade, a se questionar o físico.
      2) 4 slams e ouro olímpico, num mesmo ano, no masculino, convenciona-se mais difícil de obter que no feminino, então não seria a questão de colocar o nome de Graff na equação e, para os demais se tem a barreira de vencer Nadal (enquanto ativo) em RG, que por esta razão torna o Golden Slam mais difícil para os outros dois do big3 do que para Nadal, levando-se também em conta que, provavelmente, estão escasseando as olimpíadas que os 3 jogarão, ocorrendo a próxima somente daqui a 4 anos;
      3) O próprio Nadal fez o recorde de 13 Roland Garros e é possível afirmar que não haverá tempo para os outros 2 quebrar esta marca (precisariam ganhar torneios nos próximos 13 anos), ou seja, não deveria estar em discussão;
      4) 237 semanas consecutivas também já foi feito por um do big 3 – Federer, e não haveria mais tempo hábil, em tese, para os outros dois alcançarem (precisariam liderar o circuito por mais de 4 anos e meio, sem interrupções). Portanto também não creio que deveria entrar em discussão;
      5) 6 anos como #1 no fim do ano tem probabilidade maior para Djokovic, que já tem 6 aniversários, e uma probabilidade menor para Federer e Nadal, que terminaram o ano 5 vezes na ponta, mas é algo que está a ver nos resultados futuros e na longevidade da carreira de cada um.
      6) Eu colocaria também o Golden Masters de Djokovic (todos os 9 masters, sendo que Djokovic já completou 2 vezes) como uma marca a ser alcançada, ainda havendo a possibilidade para Federer e Nadal de chegarem lá, além de todos os tenistas das gerações a seguir.

  84. Sandro

    Dalcim parabéns pelo texto, bastante completo, informativo e, acima de tudo elucidativo! Você, Dalcim, se baseou em fatos, e como eu gosto de frisar: contra fatos é difícil ter argumentos baseados em achismos ou no famoso “SE”.
    Gostei muito da parte em que reconehceu o talento de Djokovic no saibro e que, depois de Nadal, Djokovic é o melhor saibrista em atividade no tênis mundial!
    Além disso, Djokovic, mesmo sendo contemporâneo de Nadal, é um dos maiores saibristas de todos os tempos no tênis.
    Os resultados no Masters 1000 de Roma compravam isso:
    -Nadal é o recordista absoluto no Masters 1000 de Roma com incríveis NOVE troféus no saibro romano.
    – Porém, em segundo lugar, com espetaculares CINCO troféus no saibro romano vem Djokovic, e é um feito enorme ser PENTACAMPEÃO em ROMA sendo contemporâneo de Nadal. Dois desses títulos em Roma, Djokovic conquistou derrotando Nadal na final. Aliás, tem que se ressaltar que Djokovic foi o único tenista da face da Terra capaz de derrotar Nadal em uma final em Roma e isso aconteceu 2 vezes!!!
    – Em seguida… Com TRÊS títulos em Roma temos o fantástico austríaco Thomas Muster.
    – Empatados com DOIS títulos no saibro de Roma temos estas feras consagradas do tênis mundial: ROD LAVER, BJORN BORG, ILIE NASTASE, JIM COURRIER, IVAN LENDL, ANDRÉS GOMES.
    É impressionante como Djokovic, sendo contemporâneo de Nadal, tem mais títulos no Masters 1000 de Roma do que excelentes jogadores no saibro como ROD LAVER, BJORN BORG, ILIE NASTASE, JIM COURRIER, IVAN LENDL, ANDRÉS GOMES e THOMAS MUSTER.

    1. Luiz Henrique

      Eu concordo que é espetacular Djoko ter 5 Roma sendo contemporâneo de Nadal.
      Mas não custa lembrar que Nadal tem 5 Canadá e 4 Us Open, e o “Summer Slam” em 2013, sendo contemporâneo de Federer e Djokovic, os 2 maiores da história no piso.

  85. Sérgio Ribeiro

    Até tu , meu caro Dalcim ? rs . A contagem se inicia em janeiro de 2008 , quando o Sérvio venceu seu primeiro SLAM . O Cara já era N 3 do Mundo . Não entendo iniciar por 2010. Estamos sim em 2021 com 20 -20 – 18 . Naquele janeiro Nadal tinha 4 SLAM e apenas um ano mais velho. Quem joga há vinte anos sobre a linha de base é um certo Suíço que foi criticado por manter a postura até em RG . Diziam que devia recuar perante Nadal. Nós sabemos que possivelmente não teremos outro jogador com Back Simples com tanta longevidade em altíssimo nível e vencendo SLAM acima dos 34 . Laver , Vilas , McEnroe, Lendl , Sampras e CIA estão aí pra comprovar . Concordo com todo o resto e realmente Novak Djokovic e seu espetacular Backhand de duas mãos, e adaptação a todo os pisos , vence a corrida dos SLAM . O resto prefiro aguardar … ABS !

    1. José Nilton Dalcim

      Sim, claro que a base é de 2011, o ano em que Djokovic iniciou um salto espetacular na carreira, caro Sérgio. Em exatos 10 anos, ele grudou nos dois em Slam, superou Federer no ranking e fez muito mais que o Nadal no Finals, apenas para citar os eventos de maior peso. É absolutamente pertinente o fato para mostrar como a realidade foi alterada nesse espaço de tempo. Claro que jogar sobre a linha não é exclusividade de Djokovic e sempre foi padrão para o Federer, mas há uma diferença clara no poder de devolução do saque, uma arma que passou a fazer diferença crucial no tênis moderno.

      1. Sérgio Ribeiro

        E Rafa Nadal venceu com 19 . E somente não foi o N 1 mais jovem da história ( Hewitt aos 20 em 2001 ) , por existir Roger Federer. A história do Esporte é desprezada pelos fanáticos, caro Jairo. Depois das derrotas de Novak nos SLAM e principalmente no FINALS 2020 , uma penca simplesmente desapareceu do Blog . Estavam se borrando pra Medvedev. Com a vitória passam a despejar as babaquices de sempre. O Sérvio AINDA não atingiu a posição de MAIOR de coisa alguma rs . Abs!

  86. Mário Cesar Rodrigues

    Bem como sempre o texto belo.Mas estou vendo ai o atual momento poxa Dalcim ficou evidente explicito que ja colicou o Djoko como o primeiro em tudo e com tido respeito pelo seu conhecimento vc é corajoso eu não falaria isto.tem tantas coisas que podem acontecer nossa.novamente desculpe mas foi demasiado demais com algumas colocações.

    1. José Nilton Dalcim

      Caro Mário. Eu disse que é o favorito, ou seja o principal candidato. Isso não quer dizer que as coisas irão acontecer assim. Observe bem que eu ainda observei que o principal fator ‘imponderável’ são possíveis contusões, algo que tem afetado os três e certamente pesa mais sobre os que têm mais anos de circuito e de idade. Abs!

  87. Jairo Silva

    Essa final do Australian lembrou bastante o Superbowl. Tom Brady e NOVAK doutrinaram os mais novos. São os melhores e provaram isso, com sobras.

  88. Luiz Fernando

    O q vai acontecer ninguém sabe, mas q a tendencia é Djoko se tornar o maior vencedor só os fanáticos para não concordarem…

    1. Kauê

      Eu concordo com você quanto à tendência de termos o Djokovic como o maior vencedor no fim da carreira, mas tenho uma observação quanto ao restante do seu comentário. Existem uns e outros realmente torcendo para que ele não chegue aos 21, mas os que mais geram polêmica são aqueles que discursam aos quatro ventos como se ele já estivesse lá. Ainda não está e, embora haja uma tendência clara de que ele será o recordista, só se poderá afirmar que ele chegou lá quando ele enfim chegar. Né?

      1. Sérgio Ribeiro

        Onde assino , caro Kaue ? . Em sendo verdade as duas lesões, tanto a do Espanhol , quanto a do Sérvio, muita água ainda vai rolar … ABS !

      2. Marco

        Concordo, o povo tá de mt salto alto.
        Eu não sei se ele chega lá, minha opinião é que ele nem precisa mais disso para ser considerado o maior, pois já o é, uma vez que todos esses feitos magníficos foram perante o big three ou big four, coisa que dá mais impacto às suas façanhas.

  89. Marcelo-Jacacity

    Dalcim, parabéns pelo post.
    Algo curioso reportado nos fóruns é que o Djokovic está mais forte, ou melhor menos magrelo. Pelo jeito àquele bolha pré ATP Cup veio dos pesos levantados…rs

    Realmente é a primeira vez que o No1e fica tão próximo do recordista de Majors. Apenas dois slams de diferença, mesmo assim, acho muito e depois do segundo semestre desastroso do ano passado, prefiro aguardar. E espero que o Novak pare de inventar moda, se concentre apenas no tênis em quadra.

    1. Julio Cesar

      Provavelmente um pouco mais de músculo, um pouco mais de força, um pouco mais de velocidade gerada ao bater na bolinha.

  90. Antônio Luiz Júnior

    Dalcim, sua análise como sempre é perfeita, não há como contestar uma só linha. Acho apenas esse assunto recorrente. Acho sinceramente, que devemos falar de fatos novos no mundo do tênis. Não acho, com toda honestidade, que os três monstros sagrados do tênis, já tão enaltecidos pela mídia escrita e falada, necessitem de mais publicidade, confete ou estatísticas. Provavelmente serei mal interpretado pela grande maioria, mas, estou um pouco cansado de ler sempre a mesma coisa: quem é o melhor dos três. Não há como comparar genialidades diferentes…

    1. Sandro

      Há sim como comparar, e os números servem justamente para isso: para comparar! O Dalcim teve um enorme trabalho para levantar números que, para muitos dos leitores do blog, podiam até ser desconhecidos. E, mesmo que fossem conhecidos, essa compilação que o Dalcim fez foi formidável e elucidativa. Foi um texto baseado em números e fatos, sem apelar para achismos sem fundamentação. Aliás foi muito bem fundamentado todo o texto do Dalcim.

  91. Robson

    Tomara que não aconteça lesões com Nadal,nem com Novak Djokovic durante o ano e que federer consiga voltar bem,quero ver o big 3 bem durante todo o ano,ainda que federer já tenha perdido 1 Slam no ano por lesão, mas a temporada é longa,que volte e vá bem.
    .
    O fato do cancelamento de Wimbledon na temporada passada e a cagada que o número 1 do mundo fez jogando a bolinha na garganta da atriz de linha no US Open,atrapalharam demais o número 1 do mundo,seriam 2 Slams mais pra conta do número 1 do mundo e hj poderíamos estar sim com 20/20/20,mas enfim,ainda há tempo pra mais conquistas, até pq de um modo geral, Novak Djokovic ainda é o melhor e maior tenista dos últimos 10 anos.

    1. Sandro

      Não foi por estar lesionado que Federer não jogou o Australian Open, foi porque Federer não quis submeter sua esposa e seus filhos à quarentena absurda da Austrália, e nesse ponto eu entendo o Federer perfeitamente. Na verdade, por mim esse Grand Slam deveria ter sido transferido para Dubai, já que a Austrália estava com essas restrições absurdas. Se fosse disputado em Dubai, aposto que o Federer participaria do torneio levando sua esposa e filhos com ele.

    2. Sandro

      Não gosto desse negócio de “SE”, prefiro a realidade a achismos. E a realidade é que Djokovic tem 18 Grand Slams e tem grande probabilidade de conquistar outros. Porém, acho que se Wimbledom 2020 não fosse cancelado, apesar de eu considerar o Djokovic favorito, não considero o título como certo.
      No US Open 2020, Djokovic estava perdendo para o Pablo Carreño Busta quando foi eliminado, não sei nem se o Djokovic venceria o Pablo Carreño Busta, quanto mais o Dominic Thiem que fez uma campanha espetacullar e estava jogando muito tênis nesse US Open. Então, acho totalmente absurdo considerar esse US Open como título certo do Djokovic, até porque o Thiem estava jogando um belíssimo tênis e ganhou com méritos esse torneio passando por adversários de peso como Zverev, Medvedev, De Minaur, Aliassime e Cilic.

      1. Robson

        Como não é/foi fato, aí parte tão somente pra “achismos” e “SEs”,porém os achismos e SEs a favor do número 1 do mundo são muito,mas muito mais que os desfavoráveis.
        1° que Novak nunca perdeu pro Pablo.
        2° que era melhor de 5 sets.
        3° que o número 1 do mundo ganhou alguns torneios ano passado bastante cheio de altos e baixos,depois da volta do circuito,portanto pra fenômenos como Novak Djokovic ou qualquer um dos outros 2 do Big 3,começar um jogo mal, não significa derrota de jeito nenhum,nem perto disso, principalmente em melhor de 5.
        4° na final,tanto Thiem quanto Zverev estavam cheios de altos e baixos o jogo todo,contra um big 3 isso seria derrota na certa,outra,tanto Zverev quanto Thiem tem h2h negativo frente ao número 1 do mundo,bem como 99% do circuito.
        .
        Andy Murray em entrevista citou o episódio da bolada,falou que sem a bolada na atriz de linha, Novak teria colocado no bolso aquele US Open,Dalcim tb pensa assim,eu tb obviamente.
        .
        Quanto a Wimbledon,com a ausência de Roger Federer, ninguém tiraria a taça das mãos do número 1 do mundo,se bem que na minha opinião,nem federer tiraria,mas seria o único com capacidade pra impor dificuldade.

        1. Sérgio Ribeiro

          Na hora de tirar um dez … rs . Esse SLAM mostrou pela milésima vez que h2h não serve pra coisa alguma neste nível. Rafa Nadal sobrava pra cima de MEDVEDEV e tomou apenas o seu terceiro 0 x 2 em sua imensa e vitoriosa carreira . Na boa , Robson . Você estava se borrando e recolhido no Sítio. E muito bem acompanhado rs . A verdade é que o Sérvio ainda tem caminho pela frente…Lembrando que você torcia por Federer e mudou para Novak devido ao h2h negativo do Craque com o Espanhol. Dez anos depois o Sérvio AINDA não alcançou o Suíço em vários quesitos kkkkkkkk. Abs!

          1. Robson

            Quem tava se borrando? Me ajuda aí meu.
            Apostei foi dinheiro no número 1 do mundo e ganhei,no desafio do Dalcim,apostei no número 1 do mundo tb,em nenhum momento tive se quer dúvida da vitória do número 1 do mundo na final, só não imaginava que seria tão fácil,ATROPELO,eu tava sempre apostando e citando um 3/1 número 1 do mundo.
            .
            Vc e os anti Novak Djokovic que estavam eufóricos demais,exagerando um absurdo,como se Medvedev fosse um fenômeno como é Novak Djokovic, QUEBRARAM a cara feio e agora vem com esse discursozinho de “se borrando”, vá chorar na cama.
            .
            E vá se acostumando,pq a máquina servia de vencer,continuará vencendo e incomodando por um bom tempo aí pra frente ainda.

          2. Sérgio Ribeiro

            Eu postei claramente que Novak era o favorito. E que é o favorito para a corrida dos SLAM . Você devia estar refugiado no Sítio e não leu kkkkkk. Abs!

  92. Chetnik

    Se não fosse a cafajestagem ridícula da indicada ao Oscar e o cancelamento hipócrita – porque só cancelaram porque tinham um seguro exorbitante para receber – de WB, o Djoko já teria os mesmo 20. Moralmente, já tem.

    De qualquer forma, o número mágico é 21, já que RG21 já tem dono.

      1. Luiz Fernando

        Paulo essa história de moralmente não tem cabimento, pois sob esse aspecto outros teriam conquistas Morais extras. Me lembra o Cláudio Coutinho sendo zoado pelo Menotti…

        1. Miguel BsB

          Kkkkkkkkkkkk
          Não acredito que esses caras tao apelando para o moralmente? Kkkkkkk
          Djokovic não precisa disso senhores…
          Se minha mãe fosse homem, seria meu pai.
          Se não joga, o único fato é que o Sérvio acertou uma bolada, por imprudência, na garganta de uma juíza, além de tudo idosa, sendo justamente desqualificado.
          Impossível dizer se venceria ou não Carreno Busta naquele dia, ou a eventual final…

    1. Sandro

      Acho meio forçado considerar esses 2 ´titulos para Djokovic. E o Djokovic não precisa disso, ele vai conquistar mais Grand Slams, com certeza, sem precisar dessa forçação de barra com esse 2 títulos. Além do que, não posso tirar os méritos do Dominic Thiem nessa conquista merecida do US Open,

    2. Pérola Negra

      Se não fosse aquela pisada na bola de Wimbledon, provável ele ter 19, US Open, mesmo com a bolada não daria pra garantir que ele ganharia. Lembremos que Thiem já ganhou dele em dois Grand Slam’s e perdeu o AO num 6-4 do quinto set.

      Acho que a Federação Internacional deveria editar uma norma onde Grand Slam não poderia ter nenhuma garantia caso o Grand Slam não seja realizado, isso evitaria aquela palhaçada que os ingleses fizeram, porque não ter um Grand Slam em uma edição muda totalmente o rumo da história, embora eu não ache que GS seja o único critério para definir o melhor da história, mas se um conjuntos de fatores que envolvem nisso os GS’s.

  93. Renato Lima

    Que Federer é um gênio e Nadal é um monstro ninguém dúvida, mas torço pelo Djoko pq além de toda a capacidade técnica e principalmente mental é o tenista mais real para se inspirar sem quebrar a munheca 10x por jogo .. rsrsrs… Além disso, tem uma postura muito humana (como nosso Guga) e é sempre muito transparente nas emoções, pro bem ou pro mal… Vamos Djoko, rumo ao GOAT!!!

    1. Miguel BsB

      Djokovic é o tenista mais real para nos inspirarmos? Rs
      Quem de nós aqui tem 1/10 do fantástico backhand dele, ou da sua monstruosa devolução de saque?
      Do seu preparo físico? Da sua força mental?
      Só da pra se inspirar talvez na maneira que ele quica a bolinha antes do saque, e olhe lá! Rs

  94. Marcedo

    Uma coisa engraçada em Djokovic é que quando você vai ver o número de finais, você olha 18-10 (28 finais), e vê duas contra Wawrinka, e duas derrotas. Claro, ambas as finais o suíço foi melhor do primeiro ao último ponto, mas isso por si só causa estranheza, por dois motivos:
    1 – Wawrinka é mais velho que Djokovic: Se você tipo, uma diferença de 10 anos, você até entenderia que tava um cara já em decadência e outro voando, mas não, o suíço é dois anos mais velho, o que por si só não causaria estranheza se não fosse por outro fator.
    2 – O H2H é muito mais favorável a Djokovic: O sérvio é amplamente favorito diante do suíço, inclusivo porque é mais jogador, porém nos dois jogos mais importe entre os dois, o suíço jogou o que sabia que o que não sabia, simplesmente cresceu na hora certa.

      1. Miguel BsB

        Discordo dos 2:
        O Wawrinka não foi melhor que o Djoko do primeiro ao último ponto. Começou perdendo os primeiros sets tanto de RG quanto do USopen.
        Wawrinka tem 2×0 em finais de Slam frente ao Djoko.
        Murray perdeu um monte, não vou pesquisar, mas só na Austrália foram umas 4…

  95. Paulo F.

    Crônica com a qualidade de sempre, Dalcim!
    Parabéns.
    Eu posso estar enganado, afinal sou apenas um torcedor e apreciador deste nobre esporte, mas vejo Djokovic com ótimas possibilidades nas próximas duas edições de Wimbledon.
    Os novos talentos, de fato, ainda não mostraram nada na grama, apenas Borna Coric com o título em Halle – e só.
    Ainda é Roger Federer o grande rival do sérvio e um dos poucos adversários do mesmo na grama sagrada londrina.
    Adorei o teu reconhecimento do Djokovic no saibro também.
    Sempre o vi como um saibrista de respeito – seu cartel no piso é muito superior ao de muitos que são bem mais reconhecidos do que ele como especialistas deste piso, o exemplo que eu sempre dou é que ele tem bem mais conquistas do que um Thomas Muster.
    Assim e para finalizar, por mais que tenha sido atropelado pelo Rafael Nadal na edição anterior de Roland Garros, convém realmente nunca desprezar o poder do sérvio no saibro, até mesmo para esta próxima edição do Aberto da França.
    Saúde e paz a todos.
    Ajde Nole!

    1. Kauê

      Exatamente! Wimbledon é o torneio mais complexo e acho muito improvável vermos um campeão que não seja um dos 3. Se um deles chegar à final, é altamente provável que vença. Pode ser que os três caiam antes da final, mas isso é ainda mais improvável. E, se voltar jogando tudo o que sabe, Federer é o principal desafiante do Djokovic.

      A mesma análise se aplica a Roland Garros: Djokovic é excepcional também no saibro e, se Nadal porventura cair antes da final, o sérvio é favorito contra qualquer um (até contra o Thiem, na minha opinião).

      1. Sandro

        Federer é o principal freguês de Djokovic em Wimbledon, isso sim! Federer perdeu todas as finais de Wimbledon para Djokovic, como um cara desses seria o principal desafiante de Djokovic? Federer é o pato de Djokovic em finais de Wimbledon.

        1. Gildokson

          Deixa que eu explico pra você no lugar dele.
          Federer é o principal desafio do Djokovic em WB do mesmo jeito que o Nadal é o principal desafiante do Djokovic em RG. Ou será que por causa das SETE derrotas do sérvio para o espanhol no Slam da terra você não o consideraria um desafiante principal?? Hein?

          Obs: Nem adianta vim com o bla bla bla de que é diferente pq o sérvio ja ganhou delr numa Quartas em RG, pq o Federer também ja eliminou o sérvio numa Semi de WB ta?!
          Abs!!! kkkkkkkk

    2. Sérgio Ribeiro

      Sinceramente não te entendo , estudioso P. F. Quer dizer que você usa Thomas Muster como exemplo de saibrista inferior a Novak ? Ambos possuem apenas 1 RG . Mas Muster vence de 41 a apenas 15 em Títulos na superfície. Abs!

      1. Paulo F.

        Só que o Novak Djokovic possui MAIS os títulos importantes do saibro.
        Empatados em RG? OK.
        Mas e os M1000?
        Thomas Muster = 06 M1000 no saibro – nenhum em Hamburgo/Madrid.
        Novak Djokovic = 10 M1000 – Campeão em TODOS os TRÊS M1000 do piso – Muster NUNCA foi campeão em Hamburgo/Madrid, como supracitado.
        Thomas Muster tem mais títulos do que Novak Djokovic no saibro? Tem.
        Mas Novak Djokovic possui MAIS títulos IMPORTANTES.
        E quantidade não significa qualidade.

        1. Paulo F.

          E Thomas Muster nunca precisou enfrentar o Imperador do Saibro.
          Novak Djokovic?
          Ganhou de Rafael Nadal em, no mínimo, uma FINAL de cada UM dos três M1000 (em Roma derrotou-o duas vezes).
          E o único que conseguiu ser campeão de RG E derrotá-lo ao menos uma vez na Era Nadal do Aberto da França.

          1. Sérgio Ribeiro

            O segundo maior Saibrista se chama BJÖRN BORG . E em sua época também não existia Rafa Nadal e os MATERS 1000 também eram outros , caríssimo Rolando Lero … rs . Abs!

  96. Leo Gavio

    Federer tá fora da jogada, pq ficou muito tempo parado e já virou marmita da nextgen, esse sim é marmita da nextgen, Nadal tb.

    A briga é entre Djokovic, Nadal e as lesões que possam atrapalhar os dois.

    Se Djokovic espantou a zica da pandemia de 2020, poderemos ter feito histórico, segundo Grand Slam, só que desta vez no mesmo ano.

    DJokovic merece 2 titulos em RG. E se redimir do fiasco da final do ano passado, Djoko jamais perdeu uma final jogando tão errático.

    1. Kauê

      Não sei, não…

      Eu não aposto contra o Federer em Wimbledon se o Djokovic cair antes de um possível confronto. Claro que existe a incógnita diante do tempo parado e da idade, mas eu realmente não apostaria contra ele se não fosse contra o sérvio (e ainda assim daria uns 40% de chances pra ele).

      O jeito é esperar para vermos o desempenho dele depois de tanto tempo parado.

    2. Sérgio Ribeiro

      Mas um brilhante post do ” sábio ” Léo Gavião . Federer e Nadal já viraram ” marmita ” da Next Gen … Jura ??? . Nem seus companheiros de Sítio postam tamanha asneira. Taí o Robson de volta para comprovar kkkkkkkkkk. Abs!

      1. Sandro

        Por mais que vc dê chilique, esperneie, o Federer continuará sendo o pato freguês de Djokovic e Nadal. E pato nunca será Goat!

        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa , Guri. Espernear e’ pra crianças tipo você. O verdadeiro Pato Mane’ do face TênisBrasil. Devolve o Nick pro papai vai rs . Abs!

  97. periferia

    A Voz
    Era 21 de fevereiro de 1930…em um cinema de Nova York.
    Naquele dia estrearia o filme Anna Christie.
    Todos estavam preocupados.
    Foi feito um grande investimento na produção .
    O filme foi feito usando os melhores especialistas em som do mundo.
    Era necessário um som perfeito.
    Greta Garbo…considerada a maior atriz do cinema mudo…sucesso de bilheteria… falaria pela primeira vez em um filme.
    Irving Thalberg…chefe de produção da MGM (é dele a frase ” os filmes não são feitos…sao refeitos”) tinha a preocupação de como as pessoas receberiam a voz de Greta Garbo no cinema.
    Muitas carreiras ( atores excelentes)…acabaram com inicio do cinema “falado” (eles não se adaptaram…era uma técnica diferente de interpretação ).
    No pôster do filme…a frase promocional era “Garbo Fala”.
    Durante os primeiros 15 minutos do filme…notava-se um clima de ansiedade na sala lotada.
    Quando a “deusa” esguia aparece na tela.
    Com um forte sotaque sueco…ela fala (pede apenas um whisky).
    Uma voz grave…sensual…agradável.
    Todos respiraram aliviados…o público aplaude de pé…a voz de Greta Garbo.

    Anos depois….aos 38 anos..Greta Garbo abandona o cinema…usando uma frase famosa do filme Grande Hotel de 1932 …ela diz:

    ” want to be alobe”

    1. Rubens Leme

      No filme Chaplin – o melhor trabalho de Robert Downey Jr. – ele e o irmão Sidney discutem se o vagabundo deve ou não falar e ele faz um número antológico dançando como o Nijinsky e depois falando com um sotaque russo. O filme em questão era a Dama e o Vagabundo. Anos depois, sucumbiria ao mundo falado em O Grande Ditador.

    2. periferia

      Olá Leme

      Não foi apenas Chaplin…muitos…como Lumière (que em 1895 havia exibido as primeiras imagens em movinento)…dizia que o cinema falado era algo sem futuro…seria apenas um modismo.
      Outros (inclusive Chaplin) tinham medo que a introdução da fala levasse o cinema de volta à origem do qual havia se libertado…o Teatro.
      Em Londres (era inglês)…Chaplin moldou sua arte naqueles pequenos teatros de vaudeville…com isso agregou novos elementos em uma arte ainda no começo…como os filmes eram feitos em 18 quadros por segundo…os filmes ficavam acelerados (todos estão correndo nos filmes mudos)…o encontro de Chaplin com os fotogramas foi algo único (Chaplin é um daqueles caras que poderia dizer que criou o cinema)
      Interessante como um gênio como Chaplin não conseguiu ver que o cinema sofria uma transformação definitiva….mesmo assim deu tempo para fazer obras primas.

      1. Rubens Leme

        Ele conseguia ver estas mudanças, só as recusava por causa do Vagabundo e de perder sua grande invenção. Ele achava que sua interpretação era tão clara e óbiva, que o mundo as entendia e as palavras eram supérfulas, no que estava correto.

        O que mais chamava a atenção nele, é que além de um ator excepcional, ainda dirigia, produzia, escrevia, compunha as músicas e fazia as coreografias. O homem era absolutamente completo.

  98. Jonas

    Teve um comentarista da ESPN que cravou 25 títulos de Slam para o Djokovic. Acho exagero, aposto em 21, 22 Slams e espero que aquele US Open jogado no lixo não faça falta.

    Tecnicamente e mentalmente Djoko ainda é superior ao resto. Ele está babando por recordes, então creio que não vai descansar até que supere pelo menos a marca de 20 Slams.

    O problema para o sérvio é que esses tenistas mais novos estão amadurecendo. Os caras estão ficando melhores e o sérvio precisa manter esse nível assombroso de atuação por mais alguns anos. Não é tarefa fácil, já que naturalmente eles vão evoluindo e já não respeitam tanto em masters 1000 e finals.

    Imagino que Federer retornará em bom nível, em busca de mais um título de Slam antes de se retirar. Deve ser o objetivo dele, mas óbvio que vou torcer pra isso não acontecer.

    Quanto ao Nadal…esse cara é absurdo, é inacreditável o nível do espanhol aos 35 anos praticamente, com esse estilo de jogo. Depois de tantas lesões ele segue jogando em ótimo nível. Penso que, fisicamente, o Djokovic se inspira bastante no Nadal. Eles têm idades próximas e um estilo de jogo pesado. Não vejo Novak parando de jogar antes do Nadal.

    1. Paulo Almeida

      O Fernando Nardini que disse isso no Pelas Quadras logo após a final, Jonas. O curioso é que ele também havia previsto uma vitória do Medvedev por 3×1 no dia anterior, ou seja, não podemos levá-lo muito a sério nesse ponto!

    2. Paulo F.

      Concordo Jonas, e é por isso que eu vejo como as melhores chances para Novak Djokovic mais dois Wimbledon para que tenha 20 GS.
      Pois é justamente na grama onde os jogadores mais novos não têm mostrado muita evolução.

      1. Jonas

        Djokovic encerrando a carreira com 7 troféus de Wimbledon no currículo seria fenomenal mesmo. Difícil, porém possível.

        1. Thiago Silva

          Se ele chegar a 7 pode apostar que ele vai jogar de bengala pra tentar pelo menos mais e acabar com mais um recorde do Federer.

      2. Luiz Henrique

        Paulo F, vc tocou num ponto interessante que escrevi no último post
        Os mais novos não tem feito nada em Wimbledon
        Alguns me criticaram quando eu disse que era mais fácil Zverev, Tsitsipas, e companhia ganharem RG do q WB
        Tudo bem q tem o Nadal e isso cria um problema
        Mas WB eles n chegam nem nas quartas
        Vão tudo cair até 3º rodada
        Tem acontecido isso todo ano

  99. Alessandro Siqueira

    Dalcim, seu texto tem tudo para causar uma onda de enfartes e AVCs entre a turma que nega a qualidade e a eficiência do tênis praticado pelo sérvio, a despeito de Novak estar, objetivamente, amealhando números incríveis, vide o total de “grandes títulos”.

    Concordo com a fala de Murray. Não fosse a questão da bolada, provavelmente já estaríamos falando em 20/20/19. Indo mais adiante, não fosse a supressão de Winbledon em 2020, não seria de duvidar um tríplice empate: 20/20/20.

    Por fim, as grandes marcas do tênis estão sendo reescritas. Os 14 majors de Sampras pareciam intransponíveis, assim como as 286 semanas. Hoje o americano está em 4º na contagem dos slams e em 3º no número de semanas na liderança. Os 06 anos como #01 também pareciam inalcançáveis, mas hoje são pareados por Djokovic. Enfim, a vida segue seu fluxo, gostemos ou não. E o futuro? “O futuro é uma astronave que tentamos pilotar, não tem tempo, nem piedade, nem tem hora pra chegar. Chega sem pedir licença e depois convida a rir ou chorar. Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá e o fim dela ninguém sabe ao certo onde vai dar…”

  100. Rubens Leme

    Dalcim vi que o Federer vai jogar de verde e achei lindo o tom da camisa dele. Viu o que fizeram com o uniforme que vamos estrear na final, todo quadriculado? A Puma, que sempre fez coisas lindas, tá esculachando com a gente, é uma genérica horrível da horrorosa do Barça deste ano.

    Francamente, eu esperava uma semelhante às que faziam para a Nigéria em Copas, não essas porcarias.

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