Como foi a final do Australian Open
Por José Nilton Dalcim
21 de fevereiro de 2021 às 05:48

Muito superior em quadra, tanto no plano técnico, tático e principalmente emocional, Djokovic chega ao nono troféu do Australian Open e ao 18º de Grand Slam, entrando na briga pelo recorde com Roger Federer e Rafael Nadal ainda em 2021. Final teve apenas 1h53 e viu Djokovic não depender tanto do primeiro serviço. Fez apenas três aces, mas foi como sempre muito oportuno nos pontos importantes de cada set. Medvedev só se controlou no primeiro set antes de sair completamente de giro. Terminou com 30 erros não forçados, 13 deles só no terceiro set.

Terceiro set
6-2 – Nada mais emblemático para Djokovic do que fechar uma atuação quase impecável com um smash de costas. Foi absoluto depois que recuperou a quebra no começo do segundo set e utilizou sua solidez na base. O russo foi uma grande decepção, especialmente no aspecto mental.
5-2 –
Russo parece ter jogado suas últimas fichas e até ficou perto de tentar uma reação, mas Djokovic jogou pontos incrivelmente perfeitos sob pressão. A bola beliscou linhas o tempo todo.
4-1 –
Medvedev se acalmou um pouco, fez até um lance espetacular ao chegar numa curtinha, mas Djokovic fecha qualquer porta ao adversário. Aprofundou bem o saque e não deixou o russo parado para manter a vantagem.
3-0 –
Só um milagre impedirá o nono troféu de Djokovic na Austrália. Medvedev entrou num poço sem fundo, está acelerado e não consegue visualizar qualquer plano tático. Inteligente, o sérvio alimenta seus erros e o joga de um lado para o outro, enquanto o russo só pensa em bater o mais forte que puder.
Segundo set
Difícil entender o que se passou na cabeça do russo. Ele saiu com quebra, não aproveitou a vantagem e perdeu completamente a confiança, tendo acertado apenas 55% do primeiro saque. Djokovic ainda lhe deu uma chance de reagir, mas a precisão e a calma foram embora. Sérvio dá passo gigantesco para o 18º Grand Slam.
6-2 –
Medvedev está completamente perdido e a dupla falta no 15-15 foi apenas mais uma prova de que perdeu o foco e já está no desespero. Discute com seu box e ameaça quebrar outra raquete. O sérvio não poderia ver um quadro mais animador. Começou mal o set e aí viu um russo muito diferente do habitual.
5-2 –
Pois é, e a frustração se traduziu numa raquete arrebentada após Djokovic confirmar um game de serviço perigoso, em que o russo teve chances e voltou a falhar na hora de concluir. Djokovic então cravou dois saques no meio e Medvedev foi à loucura.
4-2 –
Medvedev até teve chance de reagir outra vez e apertou o serviço do adversário com 15-30, mas as tentativas de ataque da base continuam falhas. Ao menos, voltou a sacar bem, mas é fácil observar sua frustração.
3-1 –
Mais um festival de erros não forçados do russo provoca a segunda quebra consecutiva. O russo misturou pressa com imprecisão, errando até mesmo backhand. Nem o primeiro saque anda funcionando. Aí vai ficar difícil.
2-1 –
Começo curioso e inesperado de segundo set. Djokovic perdeu totalmente a intensidade no serviço, mas depois aplicou-se nas devoluções e recuperou a quebra. Virou o placar e isso pode pesar na cabeça do russo, que já tem quatro erros não forçados.
Primeiro set

Russo perde set mesmo com mais aces (5 a 2) e melhor índice de primeiro saque (74%  64%). A diferença pequena esteve nos pontos com o segundo serviço (80% a 38% para o sérvio). Foram 12 winners para cada lado.
7/5 –
Um Djokovic enfim ofensivo finaliza em grande estilo o primeiro set. Russo não sacou bem, levou um belo contragolpe na paralela mas ainda salvou dois pontos com saque pesadíssimo. Depois, jogou forehand no meio da rede.
6/5 –
O slice cruzado curto do sérvio começa a ficar mais efetivo porque traz dúvidas ao russo. Djokovic também explora mais o forehand do russo, que falha mais na defesa. Medvedev se mostra tranquilo após se recuperar do início ruim.
5/4 –
Djokovic continua apostando na sua maior regularidade e não acelera o jogo, talvez na ideia de deixar o russo arriscar mais. O sérvio ao menos conseguiu maior profundidade e levou o adversário a erros. No seu saque, Medvedev fez slice um voleio notável.
4/3 –
Medvedev se animou e empatou sem dificuldade e Djokovic retomou a precisão na hora certa, fazendo um game de serviço tranquilo. Outra vez, ele procurou o slice curto para incomodar o russo, o que sem dúvida é uma opção importante, mas também foi à rede para concluir pontos.
3/2 –
Bastou Djokovic diminuir a eficiência do primeiro saque para encontrar dificuldades. Estranhamente, o sérvio não aproveitou as bolas curtas de Medvedev e ficou só nas trocas, acreditando no erro do russo, que não veio. Sérvio ainda erra smash para ceder a quebra.
3/0
– Começo muito distinto dos jogadores. Djokovic já disparou ace logo de cara, fechou rapidamente seu serviço e viu um Medvedev muito nervoso e mandando bolas no meio da rede ou longe da quadra. Em outro game muito rápido de saque, o sérvio mostra que vai tirar tudo da velocidade da quadra.

O que se pode esperar desta final do Australian Open é uma grande batalha de saques e de trocas de bola da base. Os dois se conhecem muito bem depois de sete duelos. O backhand se mostra um ponto a se observar, já que os dois tendem a buscar paralelas para atacar o lado direito do adversário, que são os pontos mais vulneráveis dos dois jogadores. Djokovic é um tenista mais completo que Medvedev e possui mais armas para buscar variações táticas, como deixadinhas, voleios e slices.


Comentários
  1. Fernando Souza

    Dalcim,

    parece clara a influência do Goran Ivanisevic na maneira como Djoko vem sacando. Isso tende a encurtar pontos o que é vital para um veterano. Esse é um dos aspectos que demonstram como ele tem um poder de adaptação e de aperfeiçoamento de seu jogo. O que vc apontaria no jogo do Nadal, nos últimos anos, que indique alterações também visando uma adaptação às novas circunstâncias (sobretudo a idade)?

    1. José Nilton Dalcim

      O backhand do Nadal evoluiu absurdamente, Fernando, e ele continua à procura de um primeiro saque mais contundente. Infelizmente, as contusões têm atrapalhado.

    1. José Nilton Dalcim

      Sempre já espaço, Fernando. O smash e o slice podem melhorar. E acho que ele ainda gostaria de ter um forehand mais próximo do backhand.

  2. Maurício Luís *

    Mais uma vez, errei de longe o meu palpite. Tô me sentindo tipo cartomante ao contrário. E olha que não fiz nenhum curso de palpide furado… é um dom natural meu mesmo. Devo ter ficado em último. Mas, como “os últimos serão os primeiros”, acho que eu merecia um prêmio. Nem que fosse o TROFÉU ABACAXI.
    Bom, de qualquer forma, esse Australian Open pra mim acabou quando a Serena perdeu.
    E vamos ver o resultado a médio prazo dessa infiltração maluca e arriscada que o Nadal fez. Sei não, viu. Desejo o melhor a ele, mas acho que ele se arriscou demais pra um resultado “de menos”. Quartas-de-final pra um número 2 do mundo não é lá nada espetacular.

  3. Alberto

    Minhas projeções para os próximos 2/3 anos do ATP e do sérvio Novak Monstrovic:

    1) entre 360 e 370 semanas como número 1 do mundo.
    2) vinte e três ou vinte e quatro títulos de slam.
    3) entre 45 e 47 títulos de Masters 1000.
    4) único com 3 títulos de M 1000 em cada uma das etapas.
    4) oito temporadas encerradas como número 1.
    5) entre 165 e 170 milhões de dólares de prêmios recebidos na carreira.
    6) medalha de ouro em Tóquio 2021.
    7) único com 2 títulos em cada um dos torneios de Grand Slam.
    8) sete títulos de ATP finals.
    9) mais vitórias sobre todos os top 30 do circuito no “head to head”.

    Que rufem os tambores e que se abram as portas ao maior tenista de todos os tempos.

  4. André Barcellos

    Novak atropelou. Não deu chance pra o russo pensar.
    Jogou em God mode. E o russo esqueceu de acordar.
    Esse tipo de partida só os big 3 conseguem fazer.
    Tirar o tempo do adversário e quando o cara se toca já acabou. Federer fazia isso nos melhores dias nas finais também. Nadal dá mais tempo pra coisa votar uma guerra.

  5. Alberto

    Monstrovic entornou a vodka em 3 rápidos goles. Foi mais fácil do que será quando ele amassar o bezerro espanhol em Roland daqui mais alguns pares de meses.

    O tal “grande urso russo” perdeu as garras e virou um filhotinho panda diante do GOAT de todos os GOAT.

    Rumo ao décimo nono slam em RG e ao vigésimo em WBD.

    Depois, uma pausa para o ouro em Tóquio que servirá de treino de luxo para, na sequência, estebelecer o novo recorde de títulos de GS ao faturar o USOpen.

    O rei das piscinas vazias de Belgrado está voraz…

  6. Barocos

    Declaração do Djokovic antes do jogo sobre os oponentes mais novos: “We can talk about it all day but with all my respect to the other guys, they still have a lot of work to do. I’m not going to stand here and hand it over to them. I’m going to make them work their ass off for that.”.

    Tradução livre: “Nós podemos falar sobre isto o dia inteiro, mas com todo o meu respeito aos outros rapazes, eles ainda têm muito trabalho a realizar. Eu não vou ficar em pé aqui e entregar para eles (o jogo). Eu farei com que eles tenham muito trabalho por isto (a vitória).”

    É, Novaking Djokomonster (perdão pela infantilidade) ainda tem muita fome de títulos, ao que parece. Má notícia para os outros tenistas ativos no circuito.

    Ajde, Djokovic!

    Saúde e paz.

  7. Nilson

    Queria ver a cara do Kirgios mais nada….. capacidade tem…. mais nada…. nada mesmo! Minha opinião…. fazer valer a capacidade é tenso…. se esconde em palavras…..

  8. Paulo Almeida

    Ah, mas ele não seria tão previsível de aparecer logo depois de um título de Grand Slam…

    SÓ QUE NÃO!!! Estou de volta comemorando e MUITO o DÉCIMO OITAVO SLAM!!!

    Medvedev não iria varrer o GOAT em sets diretos conforme alguns??? KKKKKKKKKKKKKKKKKK

    NOVAK DJOKOVIC, dono do tênis mais completo já visto, é o REI do hard court (COM MUITA FOLGA), da grama e do tênis em geral, recordista de semanas como número 1 e de temporadas terminadas na ponta (ao lado de Sampras), recordista de Masters 1000 (único com duplo Golden Masters) e domador dos arquirrivais!

    Se não fosse a pandemia e a bobagem ocorrida no US Open, já estaria com os 20 canecos de Majors em sua galeria particular e 331 semanas no topo, mas o MONSTRO provou mais uma vez que a desculpa esfarrapada de idade (já são 6 GS depois dos 30) não irá impedi-lo de seguir rumo ao recorde. Penso que o Nardini exagerou ao cravar 25 taças, porém ele tem sim totais condições de chegar a umas 22.

    Agradeço aos membros que solicitaram a minha permanência no Blog (depois revisito as publicações e cito o nome de cada um), todavia naquele momento foi bom sair e dar uma refrescada. Quanto aos gatos pingados que comemoraram e até soltaram rojão, meus sinceros sentimentos!

    VIDA LONGA AO REI DESSE ESPORTE!!!

    1. Jonas

      Rapaz, evitei até acordar mais cedo pra assistir a esse jogo. Achei que dessa vez o Medvedev levaria o título.

      Eu acordei às 8h e fui logo ligar a televisão. Pra minha surpresa, o Djokovic estava com a taça na mão e rindo junto com o Russo. Depois fui conferir o placar…que amassada!!! Djokovic jantou o Medvedev o hoje.

      Título pesadíssimo como você costuma dizer rs…não haveria adversário mais completo para enfrentar o sérvio nessa decisão. Djokovic sabia bem disso e fez questão de jogar seu melhor tênis logo na final.

      E realmente, o Djokovic vai fazer 34 anos em breve e continua em altíssimo nível. Confio que manterá essa pegada por mais uns 2 anos, no mínimo. Melhorou bastante o serviço e se movimenta maravilhosamente bem. É um monstro esse cara.

      1. Paulo Almeida

        Sim, um título pesadíssimo ou parrudaço, afinal varremos em menos de duas horas um cidadão que não perdia havia 20 jogos!

        Se ele se cuidar, segue em alto nível por mais uns 3 anos tranquilamente, tempo suficiente para bater todos os recordes.

    2. Paulo Lourenço

      Grande Paulo Almeida,
      Feliz pelo seu retorno!
      Acrescentando informações sobre recordes na Era Aberta:
      1- GS: Federer e Nadal com 20 (Djoko próximo com 18).
      2- M1000: Djko com 36 (Nadal próximo com 35).
      3- Conquista dos 4 GS de forma consecutiva: Djko no período de 2015 até 1016.
      4- Conquista de todos os M1000: Djko (duas vezes).
      5- Total de semanas na liderança do ranking: Djko com 311.
      6- Semanas consecutivas na liderança: Federer com 237.
      7- Final de temporada com número 1: Sampras e Djko 6 vezes (Federer e Nadal próximos com 5 ).
      8- Títulos ATP Finals: Federer com 6 (Djoko próximo com 5).
      9- Premiação Acumulada: Djoko disparado na frente!
      Em resumo, se o Djoko manter o foco é não fizer bobagens poderá alcançar quase todos os recordes acima (somente as semanas consecutivas na liderança é impossível de alcançar).
      Um abraço para o Dalcim e todos os leitores do Blog!

    3. Luiz Fernando

      Bem vindo de volta Paulo, não de p essas claques o gostinho de tirar vc deste espaço, tentaram isso comigo também, não me rendi. Parabenizo a vc, ao Chetnik e ao Marcelo pelo número 18…

    4. DANILO AFONSO

      Grande Paulo Almeida, sobe na KOMBI que vamos dar mais uma “volta olímpica” regado a muito vodca e churrasco…kkkk

    5. Maurício Luís *

      A minha impressão é que voltou porque ele ganhou, e não porque pediram pra voltar. Mas fico contente que tenha retornado.

      1. Paulo Almeida

        Maurício, pesei os prós e os contras nesse tempo de reflexão e não vou negar que o título ajudou no retorno mais rápido, mas o fato é que os prós falaram mais alto.

        Grato de qualquer forma!

  9. Denis

    Dalcim, mais uma vez parabéns a toda a equipe do TenisBrasil pela excelente cobertura do AO e tambem dos demais torneios que foram disputados no período. Como sempre muita informação, conteúdo e curiosidades estavam disponivies para nós. Ótimo trabalho!

    Abs
    Denis

  10. TENNIS FAN

    Claramente, Nole só está jogando em RG pra defender seus pontos. Deixando Nadal se matar por lá porque é um dos únicos ganha pão dele ainda em Slams. O saibro é um piso muito desgastante, não vale apena o sacrifício ainda tendo dois Slams pra disputar em que Nole é amplamente favorito.

  11. Luís Nascimento

    Esse Sérvio é um gênio do esporte. Simples assim.

    O 18 GS vem Justamente no ano que completa 10 anos do seu domínio no tênis, que apesar do título do AO de 2007, foi a partir de 2011 que Novak Djokovic passou a dominar o tênis mundial.

    Eu não tenho dúvida que Djokovic poderá ganhar mais 2 ou 3 GS. Tem fome por títulos, e ainda possui um ótimo preparo físico.

    Nadal, e Federer que se cuidem, o Sérvio quer todos os recordes do tênis.

    1. lEvI sIlvA

      Luis, meu caro, só uma correção. O título do AO de Djokovic, foi em 2008. Na final ele bateu de forma inconteste Jo Wildfried Tsonga que havia eliminado Nadal na SF numa das melhores atuações do francês. Voleou como nunca e deixou o espanhol sem respostas na rede!

  12. periferia

    A Piscina

    Caminhando pelas ruas de Belgrado…em meio a um cenário de destruição provocado por bombardeios.
    Algo chama atenção…um barulho peculiar…aquele som era familiar.
    Entro em numa viela e saio em uma propriedade abandonado.
    Nela descubro o “culpado” daquele som.
    Na piscina da propriedade…vazia…um garoto treinava.
    O barulho era a bolinha de tênis batendo na parede da piscina (uma sinfonia para mim).
    Fiquei observando o garoto por um bom tempo.
    Notei que batia a esquerda com as duas mãos…tinha estilo o garoto.
    Tive curiosidade…puxei conversa.
    – Vc joga bem…treina muito???
    – Treino todos os dias..um dia serei um grande campeão…escreverei meu nome na história como um dos maiores…serei admirado…respeitado e terei a maioria dos recordes do esporte…jogarei nas grandes arenas…aquelas com o nome dos grandes campeões do tênis.

    Olhei em volta…uma casa em ruínas…uma piscina vazia…toda rachada…uma raquete velha…ao som de sirenes e sob a pressao da guerra…mesmo assim…em momento nenhum duvidei dele.
    Olhei para o fundo da piscina e disse:
    – Vc já é um campeão…qual seu nome??
    – Todos me chamam de Nole…e o Sr.???
    – Laver….Rod Laver.

  13. Rafael Brasiliense

    Pessoal tava muito empolgado com o Medvedev. Não há grande fase que coloque alguém à frente do big 3 em grand slam, ainda mais quando se trata de Djokovic no AO, em sua nona final.

  14. Carlos Bicalho

    Dalcim, o Djokovic para chegar a esse ponto de perfeição, treina bem mais que os outros? Vc acha que ele tem talentos naturais ou é tudo foco em treinos físicos e preparo mental com profissionais também?

    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza ele treina muito, Carlos. Estamos sempre vendo progressos técnicos em algum aspecto do seu jogo. Claro que uma equipe competente ajuda muito, tanto nessa parte técnica como no físico, que é muito importante no seu estilo. Claro que, a meu ver, ele possui alguns dons naturais, como a capacidade incrível de reação (daí sua notável devolução em cima da linha) e o poder mental de encarar as dificuldades.

  15. Luiz Henrique

    Parabéns ao Djokovic, de um torcedor do Nadal.
    E parabéns a alguns torcedores mega antigos que me lembro: savio, leo gavio, debora, hans dieter…
    Djoko é um mito, e provavelmente será o recordista de GS (fora os outros recordes)
    Ainda admiro mais o Nadal, mas tb vejo no Djoko muitas das qualidades que me fazem admirar Nadal
    Inspiração pra nossas vidas, trabalhar e sermos melhores

  16. Gildokson

    Esse Djokovic ta de brincadeira!!! Quando consegui acordar ele ja tava levantando a taça.
    Bom, ao menos dessa vez foi sem requintes de crueldade.

    Paulo Almeida!!! Pode comemorar cara kkķkķk
    E se quiser pode voltar, eu sei q você ta por aí louco pra nos zuar kkkkk

  17. Robson

    Como joga tênis esse número 1 do mundo,como joga tênis…
    De longe o melhor tenista que já vi pisar em uma quadra de tênis, acompanho desde 1993 o circuito,tive nesse período todo vários ídolos,a começar de Sampras,passando por Agassi,chegando em Guga e indo a federer,claro que gostei de alguns outros tb, não chegaram a ser meus ídolos,mas gostava de ver Delpo,Berdych,Nalbandian,Kafelnicov,entre outros,mas nada,nenhum deles nem perto do prazer que sinto em ver Novak Djokovic atuar, simplesmente surreal.
    Eu tinha absoluta certeza da vitória de Novak Djokovic hj, só não imaginava nem nos meus melhores sonhos,que seria ATROPELO,mas a vitória era esperada,o Med é tenista de um jogo só,esse sim um completo Android, robô total.
    No decorrer do torneio,imaginei o número 1 do mundo eliminado contra Zverev,pq ele se arrastou em quadra contra Raonic e nos 3 últimos sets contra Fritz,imaginei isso fatal contra Zverev pq o alemão tem solidez nós golpes,mexeria Novak demais em quadra,porém ali naquele jogo,vi que Novak realmente não estava lesionado,que apenas sentia dores no local,por um movimento brusco no início do 3° set contra Fritz.
    Lógico que se não tem lesão,apenas as dores fica mais fácil controlar com medicamentos e um mental sobrenatural.
    Pois bem,Novak venceu Zverev,atropelou o Russo e na sequência atropelou outro russo e conquistou seu 9° AO e 18° Slam no geral,um monstro,um fenômeno.
    Parabéns a Novak Djokovic,vida longa a esse fenômeno das quadras!!!!!

  18. Helena

    Dalcim,

    Parabéns pela cobertura e obrigada pelos comentários ao vivo e pela paciência de sempre.

    Quanto a mim e ao resto dos torcedores do Nole, hora de comemorar um pouquinho.

  19. Débora Motta

    Dalcim, Djokovic confirmou após a vitória que de fato teve uma ruptura muscular! Acredito que pequena, porém mesmo assim disse que ficaria fora das competições por algumas semanas. O que vc acha? Deste diagnóstico? Ruptura muscular é algo grave? Ele foi melhorando ao longo do torneio, isso é um bom sinal de recuperação, não acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Débora, a ruptura deveria sim ser um problema, mas se ele conseguiu levar à frente mais quatro rodadas e jogos difíceis é sinal de que a gravidade foi baixa. De qualquer forma, um descanso é tudo o que ele precisa e merece. Acredito que só deva reaparecer em Miami.

  20. Ronildo

    Bom vamos ver como está o quinto set do AO conforme previsão do Medvedev.
    Capaz que veu iria acordar cedo para secar o Djokovic rs, rs.

    Vamos ver…

    Aaahaaaaahaahaashaaahahaaaaaaahaaaahaaaaahahh😱

  21. Marcelo-Jacacity

    É campeão, é campeão!!!
    Cada vez fico mais nervoso, só fiquei aliviado quando eu ouvi game, set and match Djokovic.
    Não sabia que iria ter o placar comentado aqui.
    Parabéns, Dalcim!

  22. Camila da Costa

    Nadal vai completar 35 anos, Djokovic 34 e Federer 40!
    Não sei o que é surreal nesse contexto: nova geração fiascosa ou Big 3 aburdamente genial?

    1. Helena

      Eu diria que o surreal é que mesmo com tantos títulos e vitórias, o bit three ainda tem mais vontade de vencer que os demais.

  23. Rodrigo Figueiredo

    O PARTIZAN EM MELBOURNE

    Uma vez mais, Djokovic reina em Melbourne. Não existem muitas palavras para tratar dos feitos do sérvio ao longo de sua carreira. Ele, Nadal e Federer redefiniram o significado de grandeza no esporte. No tênis, são o mais próximo que já se viu da figura já mítica do super-homem. Eles apresentam, anos após ano, níveis de dominância cujo paralelo talvez só exista em Michael Jordan no basquete e Pelé no futebol.

    O Australian Open de 2021 mais uma vez prova e estabelece a singularidade do lugar de Djokovic em meio a esse panteão de grandes. Após ter se lesionado durante o torneio e enfrentando um dos piores adversários para ele, o sérvio fez uma partida praticamente impecável. Impressiona a sua capacidade de fazer o melhor nos momentos decisivos. Nole é, sem dúvidas, o jogador da decisão; não há outro que enfrente com tamanha precisão e frieza os momentos mais duros de um jogo de tênis.

    Djokovic é sérvio, oriundo de uma família de classe média. Seus pais eram donos de pizzaria, e o seu encontro com o tênis não se deu, como é mais recorrente, a partir de um estímulo inicial dado pelos familiares. Quando ele tinha 5 anos, foram construídas quadras de tênis em frente à pizzaria de seus pais, localizada em em Kopaonik, destino turístico próximo à fronteira da Sérvia com o Kosovo. A curiosidade de Djokovic pelo esporte o levou a conversar com Jelena Gencic, personagem icônica do tênis croata e sérvio (ela ajudou a formar Seles e Ivanisevic, apenas isso). Jelena convidou Djokovic para treinar, e o pequeno Nole não hesitou em aparecer com uma mochila maior do que ele, dotado de todos os apetrechos próprios de um tenista.

    O que veio depois disso é a história da constituição de um atleta de elite, um daqueles tipos que será inescapável ao se pensar na formação de um atleta ou de qualquer profissional que aspire à grandeza no que faz. Treinando em meio à guerra durante a infância, em condições muito mais difíceis do que aquelas que boa parte dos grandes tenistas da história tiveram, Djokovic se fez grande na guerra, pela guerra. Sua solidez de batalhador incansável foi sedimentada em meios aos bombardeios da OTAN, que fazia da Sérvia um pária internacional.

    Ano passado, durante a pandemia, Djokovic, o homem, errou. Tornou-se pária, tal como o seu país o foi durante os anos 90. Fez pouco caso de uma pandemia, organizou um torneio de tênis com aglomerações. Sua ânsia em ser amado e em fazer coisas grandes o levou a isso. Depois, em um torneio major que parecia destinado a ser levantado por ele, o US Open, perdeu a invencibilidade do ano e, não seria excessivo dizer, tornou-se o tenista mais odiado do mundo, um verdadeiro pária no posto de número 1 do mundo.

    Não posso negar, enquanto torcedor do sérvio, que nesse momento mesmo para mim, admirador da história dos marginais e excluídos, tornou-se custoso torcer para ele. Não devemos ficar alheios ao lado homem daqueles que se fazem, às vezes, super-homens. Em meio a grandes jogos e grandes vitórias, Djokovic errou e pagou o preço por isso durante o ano de 2020. O baque parecia tão grande que eu me perguntava se ele voltaria, uma vez mais. Voltou. Parece haver uma força maior que o move, uma força indelével de crença em si mesmo, em suas aptidões. Uma crença impossível, absoluta, de que ele sempre vai voltar, assim como as suas devoluções de saque são o retorno de cada petardo que ele recebe nos saques dos adversários.

    Djokovic, o homem das devoluções de saque, das defesas fundas e inexplicáveis. Djokovic, o partizan que se quer paz e amor enquanto grita, exagera, aumenta suas dores. Ele não foi feito para o “ethos” do tênis – não é um praticamente assíduo do respeito, da elegância e do bom exemplo. Ele veio de outro lugar, e não poderia mentir para si mesmo sobre isso. Muitas vezes ele tenta, mas falha. Djokovic é um guerreiro, profundo e violento. Ao mesmo tempo, não nos enganemos, é gentil, calmo e honra o jogo de tênis como poucos já honraram. Aparente paradoxo, apenas aparente.

    Djokovic é a face da dúvida humana colocada na quadra de tênis. Seu caráter errático e sua vontade exacerbada de agradar estão sempre em antagonismo com o homem em sua gentileza e humor. Djokovic mistura em si mesmo muitos aspectos. A guerra pela qual ele passou exteriormente existe em si mesmo, e se reflete nas suas declarações controvertidas, em suas vacilações, em suas vitórias inexplicáveis e erros imperdoáveis.

    Uma confluência de tendências difícil de entender, mas é assim que ele se faz hoje campeão e em cada dia. Agora, prestes a ser o recordista de semanas como número 1 e brigando pelo recorde de slams, todos nos perguntamos: qual será o lugar de Djokovic? Sua maestria física, sua calma nos momentos importantes, seu nervosismo que pulula a cada grande torneio: no que isso vai resultar, o que vai preponderar? A conferir.

    De minha parte, sou grato a ele. Por me mostrar que há lugares para os marginalizados, para os erráticos humanos que tentam se constituir sobrehumanos, assim como o faz, com menos empecilhos, a elite educada do tênis e do mundo. De um país mal visto, proveniente de uma família de declarações desagradáveis, herdeiro de um sangue fervilhante, Djokovic é a afronta aos lugares comuns do tênis: a bipolaridade de estilos marcada pela homegeneidade de comportamentos da dupla Fedal teve que abrir espaço a um invasor, um desagradável convidado para a festa.

    Assim é que Djokovic mostra, desde o momento em que decidi torcer para ele, que é possível para nós, os de baixo, tentarmos também sermos os maiores. Mesmo que, para isso, se cometam muitos erros; mesmo que, para isso, se conquiste o ódio daqueles acostumados a ocupar os lugares de grandeza. É possível transpor os limites, é possível um sérvio ser o homem com maior de número de semanas na primeira posição do ranking. É possível, a todos aqueles de comportamento das margens, a grandeza, o ultrapassar dos desafios, e, por fim, a glória. Djokovic, uma vez mais. Vini, vidi, veci.
    **********************************
    (Em homenagem à Hans Dieter)

    1. Rafael Novato

      Só tenho a agradecer pelo comentário, colocou em palavras muito do que eu senti torcendo pelo Djokovic, mesmo ele tendo um comportamento bem errático e destoando dos outros integrantes do Big 3, acho que vale a pena torcer por ele e claro criticar nos momentos de estupidez.

    2. Luiz Fabriciano

      Emocionante.

      Existe um vídeo dele, bem criança ainda, que outra não menos criança ainda, o indaga: “Qual a sua meta como tenista?”
      Resposta rápida, segura e objetiva: “Vencer Wimbledon e ser #1 do mundo.” (Novak Djokovic).

    3. Claudio Bernardo

      Rodrigo Figueiredo,

      Parabéns pelo texto.

      Emocionante.

      Nole, o dark side do tênis? que assim seja, vamos em frente.

      Depois da vitória de hoje em especial, acredito mais ainda na quebra dos principais records deste esporte.

      Mais uma vez, obrigado por compartilhar o texto.

      Abraço.

      Adje Djokovic.

    4. Eduardo Carvalho

      Caro Rodrigo, não sei se o texto é de sua autoria, mas gostaria que soubesse que vc expresou da melhor e mais linda forma possível, a ponto de me fazer chorar, o que sinto ai ver uma pessoa como Djokovic no topo do mundo. Acompanho esse blog ha anos (adoro o Dalcin), e pela primeira vez me senti motivado a comentar algo. Obrigado.

  24. Roberto Garcia

    Mestre Dalcim, bomdia, que final fácil! pela idade, acho que o djoko tem muito a conquistar ainda, pelo menos uns três anos em alto nível.. com essa vitória agora, quando a posição de número 1 dele volta a ser ameaçada? Só em Rolanga??

    1. José Nilton Dalcim

      Ainda precisamos saber se realmente a ATP vai começar a descontar pontos a partir de 1º de março, Roberto. Nesse caso, serão descontados os pontos de 2019, já que não houve torneios entre março e julho de 2020. Claro que Roma e Roland Garros cairão na data normal, ou seja, maio e junho, caso o calendário volte ao normal. De qualquer forma, ainda não fiz cálculos. Mas com a distância acima de 2.000 pontos, acredito que dificilmente aconteça antes de Roma.

  25. Leo Gavio

    A verdade é a seguinte: Nadal escapou de levar um triciclo.

    Se RG for disputado no calor, e Djokovic sacar como vem sacando, termos uma chance de ver o Miura perdendo pela primeira vez.

    A final do ano passado foi muito atipica. Acho que com menos pressão Djokovic solta mais o jogo.

    Decimo nono slam vai ser em RG e o recorde em Wimbledon. E quem diria, Djokovic era pra ter alcançado o vigesimo slam hoje, Wimb foi cancelado e o USO foi um auto cancelamento.

  26. Barocos

    Primeiro, sinceros agradecimentos à iniciativa do Dalcim, só pude ler após a partida (minha conexão com a Internet estava oscilando muito, então fui ver na TV mesmo).

    Dalcim, sua descrição do desenrolar da partida é perfeita.

    Uma pena que o Medvedev não tenha conseguido controlar a ansiedade, conforme aprendi aqui, o que faz um grande campeão é a regularidade, é saber controlar as emoções e ganhar jogos mesmo em dias ruins. Este último degrau ainda falta para os membros da nextgen, Medvedev, Thiem e companhia. Estes “meninos” devem, entretanto, considerarem-se sortudos por não terem como oponentes o Murray e o Wawrinka em seus melhores dias, o que tornaria a vida deles ainda mais complicada. Sobre as derrotas para Nadal, Djokovic e Federer, bem, talvez não seja culpa deles, devemos lembrar que eles foram obrigados, pelas circunstâncias, a enfrentar os, muito provavelmente, maiores tenistas da história. Juntos, os componentes do Big3, compõe uma barreira terrivelmente difícil de transpor.

    Sobre o Big3, como bem expressou o Tsonga, é uma mistura de frustração e privilégio tê-los como oponentes.

    Ajde, Djokovic, e obrigado por tornar meus domingos em dias mais emocionantes, coisa que o grande Senna fez com maestria enquanto vivo era.

    Saúde e paz para todos (menos, claro, para o sujeito truculento surpreendido por uma súbita e inesperada demonstração de dignidade por grande parte dos parlamentares, que esta atitude se repita muitas vezes).

    Ps.1: não poderia me despedir sem antes dedicar um fundo musical propício para o Rodrigo, Vitor Hugo, Pessanha e mais uns poucos torcedores da ala xiita federista: https://youtu.be/y0O1_kKYQT0.

    Ps.2: se tiver sido bloqueado o link acima, procurem no youtube: Arlindo Cruz – Agora Viu Que Perdeu e Chora.

  27. efraim santana silva

    pessoal achando russo.ia ganhar é pra acabar o odio a Nole..incrivel kk vao.ter que engolir Nole quebrara todos os recordes

  28. Oswaldo E. Aranha

    Festa Aquática.
    Alguns compositores fizeram músicas muito lindas, inspirados na água, como Beethoven, Smetana, Debussy e Handel, que inclusive compôs a Festa Aquática. Mas agora quero falar de outra Festa Aquática. Netuno convocou os elementos da água para uma grande festa, para se comemorar o resultado da eleição do mais importante elemento aquático. Nessa eleição e na festa participaram: ornitorrinco, lontra, sapo, siri, baleia, tubarão, crocodilo, golfinho e muito mais. A eleição foi concorrida, luta acirrada, com xingamentos, apelidos depreciativos, acusações torpes e outras cositas mas, entretanto terminou em paz. Com definição no primeiro turno e com larga margem foi eleito o BAGRE. Um espectador ao ver a suntuosidade de festa exclamou: CREDO CRUZ!
    Como disse camões: Cessa tudo que a antiga musa canta – Que um valor maior se alevanta.

  29. EDVAL CARDOSO

    Que droga, acordei um pouco mais tarde porque queria ver a partir do quarto set e o jogo já tinha acabado; que passeio do Djokovic, de longe o mais fácil desse torneio, empatado com o do outro Russo da semi.

  30. Paulo F.

    Profundamente decepcionado com Djokovic: achei que seria bem mais difícil para ele!
    Kkkkk
    Chorem na cama onde é quente e confortável, antis!

  31. Julio Cesar

    O jogo foi parecido com Roland Garros. Esperava-se mais, mas acabou sendo um “one-sided beating” como dizem lá fora. Anticlimático, pra ser honesto.

  32. Alex

    Medvedev merece todos os cumprimentos pela incrível sequencia de 20 vitórias, incluindo 11 top tens, faturando 3 torneios de alto nível, e chegando bem à final do Slam.
    Claro que uma hora isso iria acabar.
    Quiseram os deuses da raquete que fosse hohe, e de forma contundente, saindo de jogo após o primeiro set.
    Curioso perceber que, durante a cerimônia, já aparentava alívio, em tese, estando pronto pra outra.
    Não foi hoje que se rompeu o domínio dos reis, mas ainda reafirmo que será neste ano. A conferir.

  33. Rubens Leme

    O Rei dos Reis aqui, entre nós, dando uma força pro guri, ao lado de um dos mais talentosos tenistas que tivemos e que pouca gente sabe, Carlos Alberto Kirmayr, o Kiki.

    Essa é a notícia da semana (do mês, do ano!) no tênis. Corre até lá, Dalcim, e faça uma entrevista com os dois, por favor!

  34. Rodrigo S. Cruz

    Santa mãe.

    Que joguinho pavoroso…

    E quanto mais fundo o buraco do Medvedev, mais o idiota insistia em apressar o jogo.

    Esse russo é um jumento!

    (rs)

    1. FLAVIO

      MESTRE DALCIM, vou dá meus parabéns ao Djokovic ele mostrou que é o rei do AO(9 contra 7 do maestro) e hoje mostrou mais uma vez quando um dos membros do big 3 chega pra decidir com outro eles atropelam mesmo, embora eu achava que o Medevedev seria difícil ,mas o Djokovic atropelou e sabe usar a experiência necessária e a cena que o Djokovic coloca o dedo na cabeça comprova o que eu disse. E agora tem o rei do AO, o rei do saibro(Nadal) e o rei da grama(Federer) e o tênis masculino vem mostrando como é mais competitivo ao longo dos anos, então concorda mestre? Abraços.

  35. Chetnik

    Kkkkkk. Zumbis, não deu pra vocês novamente. Continuem chorando e destilando ódio contra o GOAT. É engraçado demais.

  36. Danilo BR

    Dalcim, o que fazer pra tirarem um Australian do Djoko ou um Rolanga de Nadal??? Vc consegue imaginar isso algum dia? Alguém vai conseguir essa proeza?? São verdadeiras LENDAS EXTRAORDINÁRIAS!!!

  37. Babidi

    Djokovic chega nos 20 Slam pelo menos até janeiro do próximo ano. Nadal ultrapassa Federer em maio. Acho bom já se contentarem com isso!

  38. Luiz Fernando

    Djoko dominante, russo claudicante, vitória indiscutível e merecida. Exceto por RG, o cara é favorito nos demais GS. E a eterna nextgen da mais um vexame em finais…

  39. Babidi

    Hoje é um péssimo dia pra quem odeia Djokovic. Não é meu ídolo no esporte, mas o cara fica maior a cada dia que passa. Até vocês que detestam as atitudes dele também precisam concordar comigo. Precisamos respeitar e dar o devido valor que ele merece!

    E coitado com os que se iludiram com essa final, kkkkkkk.. gente, final é outra história, outro campeonato. Quem já tinha ganhado as 8 finais que disputou precisa provar alguma coisa a alguém?

      1. Barocos

        Sandra,

        Ela estava sendo vaiada porquê elogiou os esforços e a organização das autoridades de Melbourne e Victoria, ou seja, políticos. Sabemos que esta classe não costuma ser muito popular em nenhum lugar do mundo, com a exceção de poucos lugares onde as pessoas são forçadas a fingir que algumas autoridades são amadas, mas que todos sabem que, a bem da verdade, tal feito não se verifica.

        Saúde e paz.

  40. Rodrigo

    Vencendo e correndo de um lado para o outro, nada de caretas, quebras de raquete, dores, estica perna, etc. Esse sérvio é um grande jogador, mas uma piada em relação ao comportamento e táticas para desconcentrar os oponentes.

  41. Sandra

    Muito boa a sua ideia !! Melhor ver por você que na Tv , parece filme de terror de tanto que Djokovic perde saque de primeira !!

  42. Thierry

    Smash do Djokovic é no mesmo nível que o meu kkkkkk só que o resto tudo que faço é no nível do Smash xD

    Medvedev tá fora de si, pq quando estava jogando bem perdeu muitos pontos no talento do Djokovic, isso deixou ele mentalmente derrotado! Espero que dê jogo nesse 3° set…

  43. Luiz Fernando

    A frieza do russo, apregoada p todos nós no blog, sendo posta à prova, a primeira raquete já era. Djoko explora a menor mobilidade do russo e tem um BH espetacular; se tivesse um smash de melhor qualidade as coisas seriam até mais fáceis. Dois sets a zero Djoko…

  44. Julio Cesar

    Djokovic, apesar de uma hesitação no primeiro game do segundo set, tem jogado seu melhor jogo no torneio. Medvedev deu uma caída mental e saiu um pouco do jogo nesse 4-1. Mas ainda tem bastante jogo.

  45. Luiz Fernando

    Dalcim estamos vendo um jogo com muitas trocas de bola longas, nas quais o sérvio troca a direção da bola com mais facilidade q o russo. Vc acha q o Medvedev tem gás p 5 sets assim? Tenho a impressão q não…

  46. Antônio Luiz Júnior

    Excelente ideia Dalcim. Comentários online, sem dúvida alguma é uma grande “sacada”… Parabéns pela iniciativa. (Percebe-se um Medvedev menos sólido do que o normal, começou morno, depois de levar 3 x 0 finalmente entrou no jogo. O jogo promete.

  47. Luiz Fernando

    Medevedev quebrou no início do set 2 e imediatamente foi quebrado de volta, uma ducha de água fria p qualquer um, vamos ver o desenrolar dos fatos.

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