Os top 50 que ainda buscam seu primeiro ATP
Por José Nilton Dalcim
23 de janeiro de 2021 às 11:30

Regularidade é o fator essencial para um tenista se sustentar numa classificação alta no ranking internacional. Mas é possível manter uma boa carreira sem ao menos ganhar um título de nível ATP?

No momento em que a temporada 2021 começa, o tênis masculino possui cinco jogadores entre os 50 melhores do mundo que ainda não chegaram lá, como mostra interessante levantamento de Lorenzo Ciotti no Tennis World.

O caso mais relevante é o ainda garoto Felix Aliassime, de 20 anos. O 21º do ranking que já figurou no 17º posto perdeu todas as seis finais de ATP que disputou sem jamais ganhar um set. Três delas foram no ano passado (Roterdã, Marselha e Colonha) e outras três, em 2019 (Rio, Lyon e Stuttgart), o que curiosamente inclui saibro, grama e sintético.

Pela ordem de ranking, aparece depois o sérvio Filip Krajinovic, 31º, que aos 28 anos teve três chances e não cacifou. Sua primeira final foi no Masters de Paris de 2017 e as outras vieram em Budapeste e Estocolmo de 2019. Outro jogador de inegável talento, Krajinovic já foi 26º do mundo.

Já ‘trintão’, Daniel Evans está em 33º e deve ser cabeça no Australian Open. Jogador versátil e cheio de toques, foi vice em Sydney-2017 e Delray Beach-2019, quando chegou a ter três match-points. Recorde-se que o número 1 britânico do momento crescia no circuito em 2017 quando foi flagrado no antidoping por cocaína e acabou suspenso por 12 meses.

Ainda mais curiosa é a situação do alemão Jan-Lennard Struff, 37º hoje e que já figurou no 29º. Dono de um tênis vistoso, ele já passou da casa dos 30 anos e jamais disputou sequer uma final. Fez seis semis na carreira, nenhuma em 2020.

Por fim, o promissor e irreverente Alexander Bublik, de 23 anos e agora 45º do ranking, tem mostrado claro progresso técnico e deixou de ser um jogador limitado a grande saque. Fez duas finais em 2019, em Newport e em Chengdu, onde ficou muito perto da conquista, e já começou 2021 com o vice em Antalya, mas se contundiu ainda no segundo game.

Quem vai acabar com o jejum antes? Façam suas apostas.

Vale comentar
– Cinco vezes finalista, Murray ficará pela terceira vez em quatro anos sem disputar o Australian Open. É um desfalque, ainda que suas chances não fossem significativas. Ele pegou Covid pouco antes de embarcar e não se recuperou com tempo hábil para cumprir a quarentena obrigatória.
– A confirmação da contaminação da espanhola Paula Badosa e seu treinador enterra o discurso contrário às rígidas medidas de segurança adotadas na chegada dos estrangeiros a Melbourne. Os dois fazem parte do extenso grupo colocado em total isolamento. O que teria acontecido se assim não fosse?
– Sobre o esquema cauteloso adotado pela Tennis Australia, recomendo a leitura da entrevista de Milos Raonic
– Ficaram bem interessante as chaves da ATP Cup. Djokovic deverá enfrentar Shapovalov e Zverev, Nadal pode ter pela frente Tsitsipas e De Minaur, Thiem se testará contra Berrettini e Monfils e Medvedev jogará contra Schwartzman e Nishikori. Nada mau para uma pré-temporada tão longa.


Comentários
  1. Rubens Leme da Costa

    Dalcim, o pessoal goza da barriga do Stan, mas um que voltou mais pesado (já estava assim no US Open) é o Raonic. O homem tem uns dois Bridgestone para pista molhada sobrando. Tá fácil uns 10 kg acima do peso ideal.

    Embora a potência ainda esteja lá, arriscou muito pouco na rede e teve 19 erros no primeiro set contra apenas 5 do rival. Ele já é alto e pesado e sempre se mexeu com dificuldade, mas parece ter piorado. E como já chegou na casa dos 30…

    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, na volta da pandemia ele já mostrou essa barriguinha. Para quem já não se mexe aquelas coisas…

  2. Luiz Fernando

    Boa exibição do Nadal, acima de tudo pois me pareceu bem agressivo, subindo muito a rede, algo q tem faltado a ele nessas quadras mais rápidas. Dizer q ele se movimenta bem seria chover no molhado, mas tive a impressão de estar mais magro. Tomara q mantenha a tendência quando for pra valer!!!

    1. Luiz Fernando

      Esqueci, arquibancadas cheias, não entendi nada. Será q esse pessoal habita o planeta terra ou são extraterrestres?

  3. Sandra

    Dalcim , da onde surgiu tanta gente na arquibancada ? A pandemia acabou ? rsss, e porque Djoko não queria entrar ? Desse jeito a pandemia não acaba nunca !! O público era pagante ?

  4. Rubens Leme

    ROBERT WYATT – ROCK BOTTOM (1974)

    E o grande Robert Wyatt completa, hoje, 76 anos. Ex-baterista e co-vocalista do Soft Machine até o radical LP duplo Third (1970), Wyatt sofreu uma estúpida queda, bêbado, de uma janela de um edifício da cantora Lady June, em 1973, o que lhe deixou paralítico.

    Escapou da morte por pouco, mas nunca deixou de trabalhar e, no ano seguinte, lançou seu segundo LP, Rock Bottom, considerado o melhor de sua carreira. Curiosamente, disse que o acidente salvou sua vida, pois o álcool estava o levando à destruição e o fez parar de beber.

    Os problemas físicos não o impediram de trabalhar, também, como convidado, tocando vários instrumentos. Em 1985, lançou outro brilhante disco, Old Rottenhat, dedicado ao ex-agente do MI5 britânico, Michael Bettaney, que foi preso em 1984 acusado de espionagem para os soviéticos.

    Marxista e comunista de carteirinha, aposentou-se anos atrás para se dedicar à política, o que não impediu de raras apresentações, como em alguns concertos de David Gilmour no The Meltdown Concert, onde Wyatt é curador.

    Robert é considerado um dos mais importantes nommes da cena de Canterbury, amado por seus contemporâneos e artistas, como o Tears for Fears, que lhe dedicou “I Believe”, do álbum Songs from the Big Chair.

    https://music.youtube.com/browse/MPREb_ixc4eiFFDxg

  5. Luiz Fernando

    Rafa deve estar c problemas caudados pela quarentena, num dia diz q almeja o recorde de GS e no outro diz q isso não o faria mais feliz. Pura dissimulação, creio q pensa nisso todos os dias e todas as horas, e muito…

  6. Evaldo Aparecido Moreira

    Dalcim,
    Assim fica dificil, conforme a nota no Tenisbrasil, um dia mais de isolamento para os 72 tenistas…………ai fica dificil entrar no consenso dos organizadores do AO 2021, desse já existe a questão da paridade física, ou seja, desvantagem descomunal, e ainda em 5 sets, caso aconteça?

    1. José Nilton Dalcim

      Nesta altura, não há muito o que fazer, Evaldo. O torneio vai acontecer mesmo a partir do dia 8 e com as regras normais.

  7. Vitor Hugo

    Dalcim, sei que vc está falando dos tenistas em atividade, mas como não lembrar do tenista francês Julien Benetteau, que perdeu 9 de 9 finais na carreira? Eu acho que ele teve uma ótima carreira, com certeza ganhou um ótimo dinheiro, mas ficou no zero…

  8. periferia

    6 de março de 1958 (quinta feira).
    Torneio Rio São Paulo.
    Pacaembu

    Palmeiras x Santos.

    Era uma noite quente…seria mais uma partida do Torneio Rio São Paulo (terceira rodada).
    Logo no começo o Palmeiras com o atacante Urias abriu o placar.
    O Santos não se intimidou…um garoto de 17 anos que despontava no futebol empatou o jogo…Pelé.
    Pagão virou…2×1 Santos.
    O Palmeiras empatou com Nardo…2×2.
    Mas Dorval…Pepe..e novamente Pagão abriram vantagem para o time praiano…5×2…resultado final do primeiro tempo.
    Zito entrou no vestiário santista dizendo que “5 vira 10 acaba”…tamanha a confiança.
    No vestiário palmeirense o goleiro Edgar teve uma crise de choro tamanha humilhação.
    O técnico Osvaldo Brandão o substituiu por Vítor…e pediu brio para seus comandados…o Palestra poderia sofrer uma goleada histórica.
    O Palmeiras voltou com tudo…em 30 minutos virou o jogo…com 4 gols (Paulinho…Urias…Mazola e Ivan)…6×5 para o Palmeiras.
    O Santos não se impressionou….com dois gols nos últimos 5 minutos (Pepe) o Santos virou o placar…7×6.

    Para muitos…foi o jogo mais emocionante da história do futebol brasileiro.

    Conta a lenda que 5 torcedores morreram durante o jogo…o coração não aguentou.

    Sábado…dia 30…no Recreio dos Bandeirantes….teremos novamente um Palmeiras x Santos.
    Agora valendo taça.

  9. Sérgio Ribeiro

    Bem , não havia espaço para responder o Pato mane’ fanático do face TênisBrasil lá embaixo . Peço licença pois a figura me chamou de mentiroso . Margareth Court realmente começou de 7 x 0 ( 60 a 66 ) em SLAM na Era Amadora ao vencer 5 compatriotas INEXPRESSIVAS em sequência no AOPEN quando não ia ninguém. As excessões foram ESTHERZINHA já lesionada em 65 ( a Brasileira jamais venceu um SLAM na esburacada Grama do Torneio disputado na época em dezembro) , e uma desconhecida Norte-americana por WO em 66 . Despejou m**da atrás da outra para não reconhecer que os 23 SLAM de Serena tem um peso maior por serem todos na era Profissional. E’ óbvio que Court apanhou feio de Navratilova no AOPEN e no USOPEN 75 , com h2h de 1 x 3 . Seles retornou ao circuito em 96 ainda aos 23 vencendo exatamente o AOPEN. Insistiu em continuar no Circuito depois da presença das irmãs Williams ( Graf abandonou aos 30 em 99 ) . 1 x 5 e 1 x 9 o h2h com as irmãs Williams. Desmerecer as oponentes de Serena Willians não cola. Daí Martina Navratilova , Chris Evert e Steffi Graf já cansarem de apontar a SEIS vezes Ouro Olímpico, como a melhor de Todas. Seria porque ficou também 319 Semanas no Topo do Ranking ? Ou por ser a mais velha Tenista a vencer um SLAM ou como N 1 do Mundo ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. E o mane’ insiste em dizer que o Torneio Olímpico é um fraquinho de Verão, apenas porque seu amado jamais venceu nenhum deles . E somente enfrentou o Craque Suíço em seu Auge kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps 2 . Mesmo com essa Pandemia, vamos ver se as grandes feras do Tênis , do Basquete ( com LeBron e tudo ) , a com um número maior de Craques do Futebol , não estarão presentes no Torneiozinho de Verão com FINAL em 5 Sets kkkkkkkkkkk. Abs!

    2. Barocos

      Sérgio,

      Não posso dizer que sou fã da Serena e não é por causa do tênis dela, ela sempre foi uma excelente, excelente não, é pouco, uma excepcional jogadora. Minha “implicância” está relacionada ao fato da Serena estar já há muitos anos fora da forma física ideal. Isto é algo que não consigo entender, alguém como ela, com um talento gigante, ser um tanto relapsa com a condição física. Não fosse por isto, não tenho dúvidas que ela teria muito mais títulos e Slams em seu nome e não estaríamos aqui discutindo se ela é a GOAT ou não, ela seria, indiscutivelmente.

      O que me deixa ainda mais perplexo em relação a ela, é que mesmo estando fora de forma, ainda assim ela supera a imensa maioria das adversárias. Isto só demonstra o quão extraordinária ela realmente é.

      Grande abraço, saúde e paz.

  10. Miguel BsB

    Mestre Dalcim, aproveitando a discussão abaixo, me permita perguntar qual seria sua ordem de melhores de todos os tempos entre as seguintes jogadoras: Court, Serena, Graff, Evert,Navratilova.
    Sei que vc já fez a lista das melhores em cada piso, mas nao me lembro de uma lista das melhores da história…
    Obrigado!

      1. Miguel BsB

        Ahhhh
        Sabia que vc teria uma lista dessas rs, só não me lembrava…
        Bom, Margareth “Gosto de me meter na vida privada e sexual dos outros ao invés de cuidar da minha vida” Court está em 4 na lista de GOAT atrás de Navratilova, Serena e Graf.
        Fico com essa lista do Dalcim. Court não é a maior tenista de todos os tempos, por mais que escrevam 50 parágrafos em comentários defendendo que sim.
        Aliás, se me permitem Sérgio Ribeiro e o próprio Dalcim, por gosto pessoal mesmo, irei de Steffi apenas porque das citadas acompanhei somente a carreira dela e de Serena, e o jogo da alemã me agradava mais.
        Abs

        1. Miguel BsB

          E o pior…fui ler os comentários e vi que eu mesmo havia comentado por lá…kkkkkkk
          São muitos anos de blog, não dá pra lembrar de todos os posts hehe

    1. Sérgio Ribeiro

      Não sei como você comeu mosca nessa , caro Miguel rs . Essa lista foi bem badalada na época rs . Mas conheçendo a queda por Canhotas do Dalcim rs , aceitei de boa a lista . Até porque concordo com Margareth Court entre as 5 . Mas observe no AOPEN 2021 , que tanto Martina Navratilova quanto Chris Evert que tiveram a chance de enfrentar Court com retrospecto positivo ( tomaram conta do Circuito por uma década consecutiva ) , devem apontar novamente Serena como a melhor de Todas . Infelizmente a senhora Agassi não vai trabalhar como comentarista para confirmar. Da’ pra ver que não existem mentirosos … ABS !

  11. periferia

    O governo gastou em 2020…R$ 15 milhões comprando leite condensado.

    Marca Leite Moça (R$ 5,89)
    2.546.689 latas .
    Consumo por dia:
    6.977 latas por dia

    Marca Piracanjuba (R$ 2,99)
    5.016.722 latas.
    Consumo por dia:
    13.744 latas por dia

    Reportagem de Rafaela Lima do Metrópole.

    Sigamos

  12. Evaldo Medeiros

    Boa noite Dalcim e aos colegas comentaristas experts. rsss. Dalcim, venho eu mais uma vez bater na tecla da justiça. Ora, sempre tive sede de justiça (Já dizia Jesus há 2.000 anos atrás: “bem aventurados os que tem fome e sede de justiça”). :)))). O próprio Pilatos que condenou Cristo à morte, era um homem injusto, pois ele não encontrou delito algum no filho de Deus e no entanto o condenou à tortura e morte na cruz. Ora, vivemos em um mundo notoriamente extremamente injusto e desigual. Mas não vou aprofundar aqui esse tema tão vasto e profundo. Vou direto ao assunto: Todos vimos o que aconteceu na final de Roland Garros 2019, onde Dominik Thiem, após ter jogado duas maratonas de 5 dets consecutivas, foi condenado à derrota prematura ao ser escalado para jogar uma final de 5 sets contra o rei do saibro em sua casa, a Philippe Chatrier menos de 24 horas depois. O final da história todos sabemos: Thiem só aguentou 2 sets. Lutou bravamente nos 2 primeiros sets e morreu no terceiro, como se era de esperar. Tremenda injustiça. Claro que sim. Quem foram os culpados? Não sei. Pra mim o tal do Guy Forget, diretor do torneio, exerceu o papel de Judas quando ele próprio reconheceu que Dominik não tinha a mínima condição de jogar aquela final. Mesmo assim lavou as mãos, e disse que não poderia fazer nada. E hoje, vemos nesse AO que, não apenas um, mas vários tenistas não terão condições físicas para jogar um torneio de 5 sets do quilate de um slam porque simplesmente não puderam treinar. E agora, Dalcim? Qual a sua opinião sobre as condições fisicas dos jogadores que participarão desse torneio? Será um torneio justo? Todos entrarão para jogar em igualdade de condições? (eu duvido muito). Os jogadores que não puderam treinar vão entrar em quadra apenas para cumprir o protocolo e ganhar o cachê?? Não deveriam adiar um pouco mais o início dos jogos? Quem deve estar soltando gargalhadas é o Nadal, que está treinando normalmente e só pensa no recorde de slam.

    1. José Nilton Dalcim

      Certamente, os tenistas isolados terão maior dificuldade e concordo com você que o adiamento em uma semana seria mais justo. Bastaria não fazer os ATPs e WTAs preparatórios simultâneos, mas um seguido do outro e aí ganharíamos essa semana a mais que me pareceria mais justo. Claro que é preciso ponderar que operacionalmente isso daria muito trabalho aos organizadores e aumentaria os custos.

    2. Luiz Fernando

      Como vc está comedido nos comentários, teve um cara com nome idêntico ao seu q na matéria do site postou q “roubaram” Thiem kkk! Que comentário isento, típico de determinado segmento aqui do blog, apenas não me lembro de nenhum comentário seu quando W tinha apenas uma quadra coberta, Federer jogava sempre nela evitando as intempéries do clima e jogos em dias seguidos, e vc, ou melhor, vcs nada diziam, nada criticavam. Pq será?????

      1. Sérgio Ribeiro

        Você se supera sempre , L. F . O que tem Federer a ver com as calças ? rs . O Craque sempre foi escalado para a Central e se o tempo muda o teto retrátil fecha no ato kkkkkkkkkk . Abs!

        1. Gildokson

          Federer sempre em tudo, para o cara o assunto sempre termina numa crítica ao suíço ou a sua torcida. Triste isso.
          Em um assunto onde se falava de Thiem e Nadal em RG kkkkkk

      2. Daniel C

        Concordo com o Everaldo, Luiz. Foi absurdo o que fizeram com o Thiem naquela edição de RG. Poderia não influenciar o resultado do jogo, mas nunca saberemos se o placar elástico dos últimos 2 será foi desgaste físico ou mental. Eu tive a impressão que foi desgaste físico, que também influenciou na questão mental.

        E o que o Federer tem a ver com isso? Se privilegiaram ele em algum momento, estaria errado tb e não justificaria essa desvantagem que deram ao Thiem pra final. Ainda sobre o suíço, é normal que ele jogue sempre nas melhores e maiores quadras, afinal é aquele que mais atrai público com seu jeito único de jogar, além de ser o tenista mais popular dos últimos 20 anos. Seria burrice de qualquer organizador não aproveitar ao máximo o carisma dele e o espetáculo que ele proporciona dentro da quadra. E é por este motivo que muita gente vai continuar considerando ele o melhor da história, independente de ser superado em alguns recordes. Grandes vencedores (Nadal, Djokovic, Borg, Lendl, etc.), sempre surgirão, mas gênios com a raquete (Federer, Laver, etc) que aliam um belo tênis com resultados, é muito mais raro.

        Abs

        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois é.

          Impressionante isso.

          Sempre o LF arruma um jeito de INSERIR o Federer em uma discussão, mesmo que o cara não tenha nada a ver com ela…

          1. Luiz Fernando

            Claro q tem a ver, o Medeiros é um federista anti-Nadal e só fala o q interessa a ele, ou seja, algo q deprecia os adversários do suíço.seja de q forma for. Eu apenas lembro q se A já foi beneficiado de alguma forma B também já foi, apenas isso, mas talvez vc tenha dificuldades de entender algo tão complexo kkk!!!

          2. Sérgio Ribeiro

            O cara é tão repetitivo , que somente diz que os outros e’ que não sabem interpretar seus Textos kkkkkkkkk. A verdade é que não dorme sem falar no Craque Suíço rsrsrs. Abs!

  13. Paulo Sérgio

    Os jogos amistosos de exibição em Adelaide serão transmitidos em algum lugar? Nadal X Thiem e Djoko X Sinner são perfeitamente assistíveis…

  14. Luiz Fabriciano

    Dalcim, notei uma coisa interessante: dos 5 citados, o que chegou à sua primeira possibilidade de título em um torneio maior, foi o sérvio Krajnovic.
    Os demais, em torneios bem menores. Sinceramente, não sei se isso pode ser considerado um fato comum. A não ser que cheguem à final ou ao título extremamente jovens, como fez o Nadal e o Sinner no final do passado.
    Exceção mesmo, talvez a maior, tenha sido Guga ao faturar logo RG de cara.
    Grande abraço.

  15. Sérgio Ribeiro

    Um ano caravado a mais que a grande sensação Jannick Sinner , Félix Aliassime prova com SEIS FINAIS em Todos os Pisos , que merece ser apontado como o mais próximo a atingir o feito de vencer ATPs e atingir o TOP 10. Já li aqui os resultadistas de plantão, colocarem a alcunha de “ amarelão “ no jovem Canadense. Esquecem que Ivan “ o Terrível “ Lendl e Andy Murray perderam suas QUATRO primeiras FINAIS de SLAM . Sendo que o último conseguiu também o inédito BI-Olímpico. Tem muito a melhorar ainda no jogo do Canadense a começar pelo Serviço. A meu ver coisa que já pode ocorrer em 2021 . Abs!

  16. DANILO AFONSO

    Faltam 6 semanas para NOVAK tornar-se recordista de semanas na liderança do ranking masculino e 72 semanas para superar o recorde absoluto de GRAF.

    FEDERER começou avistar o sérvio no retrovisor.

    “Segura que eu quero ver” ( Galvão Bueno)

    1. Sérgio Ribeiro

      Agora que tu mandas essa , Danilo ????? . As vezes acho que muita estatística … Deixa pra lá rs. Há muito que o Sérvio já fazia por merecer. Somente acho que ficaria mais legal se tivesse que defender os 3000 e tantos pontos que a ATP deixou pra lá. Como mandou mal nos últimos dois SLAM , que tal mostrar que é o verdadeiro ” goat”já agora no AOPEN 2021 rsrsrs… Abs!

    2. Vitor Hugo

      Novak nasceu pra ficar no retrovisor de Roger mesmo. Tanto em grandeza, importância para o esporte, admiradores e melhor da história. Normal.

  17. Carlos Fernando

    Dalcim, o caso do Struff é realmente curioso. Acredito que falta pensar “fora da caixa”, termo comum hoje em dia, kkk… O alemão sempre está nos torneios mais fortes. Já deveria ter tentado algum ATP no saibro sul-americano, os da Índia (Pune/Chennai), ou até mesmo os 250 da China. Victor Estrella aproveitou muito bem a altitude de Quito.

  18. Rafael Azevedo

    Enquanto aqui no mundo do tênis a discussão sobre o GOAT está no auge, na NFL parece ter tido um fim temporário. Tom Brady provou que é o cara!
    Talvez, o Mahomes venha reivindicar daqui a alguns anos, e a discussão retorne por lá.

    1. Luiz Fernando

      Estou muito a vontade p falar pois sempre torci contra o Patriots, mas esse Tom Brady é um cara fenomenal. Esse é o GOAT indiscutível, tem muito mais conquistas do q os outros, o q no frigir dos ovos é o q conta…

    2. Gildokson

      Se o Mahomes permanecer com esse poder d improviso e essa movimentação para o resto da carreira, realmente ele vai poder ser apontado como GOAT tbm. Agora… a façanha de disputar 10 Super Bowls, 6 anéis ou mais, recorde de vitórias, recorde de Tds, recorde de finais de divisão e mais uma tonelada de feitos desse tipo como o Brady tem… Patrick vai ter quer contar com muita estrela viu.

  19. Oswaldo E. Aranha

    A intolerância está grassando no mundo do tênis. É inadmissível querem tirar o nome de uma das maiores atletas de uma quadra de tênis na Austrália, porque ela manifestou sua opinião com relação a um assunto polêmico. Ela conquistou esse direito pelo seu desempenho extraordinário e não porque fosse ou católica, budista, xintoísta, protestante ou porque tenha sua posição em relação a relação entre duas pessoas. Que tal se o inverso acontecesse, ou seja, fosse cancelada uma homenagem a uma atleta que tenha se declarado bissexual? Cada tem sua opinião que deve respeitada. O politicamente correto está muito chato, pois se alguém deseja comprar um bolo, que muitos gostam, chamado Nega Maluca, precisa ir à confeitaria e pedir: por favor veja-me um bolo Afrodescendente com Distúrbio Psiquiátrico!

    1. Sandro

      Caríssimo amigo Oswaldo Aranha, Margareth é um nome inglês que se originou a partir do latim Margarita, que por sua vez veio do grego margarítes, que quer dizer “pérolas”. E “court” significa quadra. “MARGARET COURT” é nome de uma tenista predestinada a ser uma PÉROLA DAS QUADRAS!!! A nossa querida PÉROLA DA QUADRA tem o record INSANO, SURREAL, INTERGALÁCTICO, SOBREHUMANO de 64 títulos de GRAND SLAM, isso mesmo que você acabou de ler são “SESSENTA E QUATRO” títulos de GRAND SLAM, dos quais: 24 títulos de GRAND SLAM em simples, 19 títulos em duplas femininas e 21 títulos em duplas mistas!!! Com essas marcas absurdas Margaret Court é a GOAT incontestável do tênis feminino!!! Acho uma total falta de respeito com Margarte Court esse tipo de intolerância religiosa e falta de liberdade de opinião que ela está sofrendo.
      Margret Court é cristã e pastora. Seu programa de televisão, “A Life of Victory” , vai ao ar aos domingos no “Australian Christian Channel”. Margaret Court é uma patrocinadora de longa data das instituições de caridade “Australian Family Association” e da “Drug Free Australia”. Em 1997, Margaret Court estabeleceu o “Victory Life Community Services”, mais tarde rebatizado como “Margaret Court Community Outreach (MCCO)” que, em 2014, foi descrito pelo periódico “The West Australian” como “uma das maiores instituições de caridade alimentar autônomas do mundo”, fornecendo cerca de 25 toneladas de alimentos por semana á pessoas carentes. Em seu papel como ministra religiosa, Court ensina sua visão da doutrina bíblica e sua opinião é contrária ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por causa disso, Margaret Court é formetemente criticada por tenistas abertamente gays Billie Jean King , Rennae Stubbs e Martina Navratilova , que exigem a renomeação da quadra “Margaret Court Arena”. John McEnroe chegou a desfilar com uma faixa pedindo que a Margaret Court Arena fosse renomeada em homenagem à tetracampeã do Aberto da Austrália, Evonne Goolagong .
      Margaret Court diz que, como pastora, ensino o que a Bíblia diz e é perseguida por isso. Esses críticos são cegos para as obras humanitárias e as instituições de caridade que Margaret Court patrocina? São cegos também para suas conquistas no tênis? Ou na verdade são extremamente invejosos e intolerantes com ela? Margaret Court tem o direito de ter sua opinião como pasotra cristã, da mesma forma que tenistas gays falam e fazem o que querem e não querem ser criticados por isso. O que não se pode é querer tirar o nome de Margaret Court, a GOAT do tênis feminino, de uma das quadras do Australian Open por intolerância religiosa e de opinião.

        1. Sérgio Ribeiro

          Em todos os sentidos , caro Marcelo ? Até na tal “ goat “ ? . Venceu” somente” TREZE SLAM na Era Amadora, e nada menos que SETE em sequência no AOPEN ( 60 a 66 ) batendo suas compatriotas quando não ia ninguém de fora . Depois dos 31 , ZERO SLAM com Martina e Chris Evert tomando conta do Circuito. Para as duas citadas e Steffi Graf, Serena é a melhor de todas. Com TODOS os seus SLAM ganhos na Era Profissional , além de uma longevidade que a fez enfrentar uma penca de N 1 do Mundo de várias gerações, ainda se tornando a mais velha Tenista a vencer um SLAM. Infelizmente Court até sua aposentadoria aos 35 anos em 77 , jamais atingiu o N 1 na ERA Profissional. Sua compatriota Evonne Goolagong venceu o AOPEN em sequência de 74 a 77 , e se tornou N 1 do Mundo em 76 . Batendo : Court , Billie Jean King , Martina e Evert em suas conquistas… Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Ps. Serena é a maior vencedora Olímpica em Simples e duplas ao lado de Vênus . SEIS Ouros Olímpicos. Abs!

          2. Gildokson

            Parabéns Sérgio!!! Dando aula à quem enxerga só os números. Eles são muito importantes, claro, mas tem alguns detalhes que fazem toda a diferença.
            E esse de durante muito tempo alguns grandes não irem à Austrália faz muitaaaaaa diferença.

          3. Marcelo F

            Tem razão quanto a chamá-la de “GOAT”, Sérgio Ribeiro. Talvez ela não seja mesmo, mas é questão de ponto de vista. Há bons argumentos a favor e contra. Mas não podemos diminuir seus feitos por ela ter conseguido a maioria deles na era amadora (ou então o que seria de nossa grande Maria Ester Bueno?). O mesmo se aplica a Rod Laver. Ele era o melhor contra o que se oferecia a ele, ué? Seus feitos (e os de Ken Rosewall) eram sensacionais. É o que eu sempre digo quando tentam relativizar os mais de mil gols de Pelé: se no tempo dele era “fácil”, porque outros do seu tempo não consguiram também? Quanto à pouca longevidade de Court, enxergo como algo comum (com poucas exceções) para a época. Pra outras épocas inclusive. Por ex., Connors, McEnroe, Lendl, Becker, Edberg, Wilander, etc… também não conseguiram muito depois dos 30. Era normal serem suplantados pelos mais jovens. Sampras espertamente se aposentou aos 31, logo após vencer o US Open. Agassi foi meio que pioneiro em manter o alto rendimento físico por muito tempo, o que é algo simples hoje em dia. A precocidade dos títulos era corriqueira antigamente. Alguém consegue imaginar hoje um bi-campeão de Wimbledon aos 18 anos, como Becker? Então era normal que os jogadores estivessem “em fim de carreira” aos 30, 31 anos… Por isso acho natural que ela perdesse o domínio para fenômenos como Evert e Martina. Pra finalizar, respeito sua opinião, mas não considero Serena a GOAT, não acho que tenha isso no feminino (e cada vez menos no masculino). Ela não enfrentou jogadoras do calibre de Seles, Navratilova, Evert e Graf quando estas estavam no auge (18 a 25 anos) . Enfrentou sim, e venceu, ótimas jogadoras, como Hingis, Venus, Davenport, Henin, Clijsters, Sharapova, etc., o que não é pouco, mas não jogadoras “fora da curva” como essas (e como ela mesma). Serena não é melhor que Steffi e Martina. Não mesmo. Minha opinião apenas. Abs.

          4. Sandro

            Em TODOS os 64 títulos de GRAND SLAM da PÉROLA DO TÊNIS, MARGARET COURT, ela sempre competiu com tenistas de outras nacionalidades e não somente com australianas, mentir é feio, iludir é ridículo, As grandes tenistas da década de 60 estavam presentes noGrand Slam australaino como a brasileira Maria Esther Bueno, as americanas Darlene Hard, Billie Jean King, Carole Graebner, Nancy Richey, Rosie Casals, Kathleen Harter, Mary-Ann Eisel, as britânicas Christine Truman, Elizabeth Starkie, Rita Bentley, Ann Jones, Deidre Keller, Vivienne Cox, Jenny Trewby, as mexicanas Yola Ramírez, Rosie Reyes, Elena Subirats, as japonesas Reiko Miyagi, Kazuko Kuromatsu, Kayoko Matsumori,Yohko Obata, as francesas Françoise Dürr, Janine Lieffrig, as sul-africanas Bernice Carr Vukovich, Annette Van Zyl, as argentinas Norma Baylon,Nora Somoza, as italianas Lea Pericoli, Francesca Gordigiani, as alemãs Heide Orth, Helga Niessen Masthoff, as holandesas Betty Stöve, Ada Bakker, entre outras, aí vem o fulano mentir que nas conquistas de Margareth Court no Grand Slam australiano na década de 60 só tinha australianas, fala sério, vamos aos fatos, essas jogadoras de outras nacionalidades citadas acima estiveram jogando esse Grand Slam na Austrália na década de 60!!!
            O que realmente importa é que Margaret Court tem a incrível marca de 64 títulos de GRAND SLAM nos diferentes tipos de pisos em Roland Garros, Wimbledon, EUA e Austrália, : 24 em simples, 19 em duplas femininas, 20 em duplas mistas. Margaret Court ainda tem o magnífico record de 192 títulos de simples feminino na carreira. Margareth Court também tem o record de 21 títulos de simplesfeminino ganho em um único ano em 1970. Margareth Court passou 325 semanas como NÚMERO UM DO MUNDO.
            Margaret começou a se destacar no tênis aos oito anos. Aos 17 anos, ganhou seu primeiro título de Grand Slam. Com apenas 20 anos, a Pérola das Quadras já tinha ganhado todos os 4 Grand Slams em Wimbledon, Roland Garros, EUA e Austrália.
            Em 1966, aos 23 anos e detentora de 13 títulos de Grand Slam, Margaret teve sua primeira aposentadoria. porém, depois de se casar com Barry Court, ele a convenceu a retornar. Em seu primeiro ano de volta, ela não ganhou nenhum Grand Slam, mas 1969 daria início a uma das corridas mais impressionantes do tênis feminino, com uma sequência de vitórias de proporções históricas. Ela venceu oito dos nove Grand SLams que disputou em sequência, com sua única derrota chegando nas finais em Wimbledon em 1969. Implacável, ela voltou em 1970 para vencer os 4 Grand Slams num mesmo ano. Em 1971, Margaret se aposentou novamente para ter seu primeiro filho aos 29 anos, porém, voltou da aposentadoria para ganhar três dos quatro Grand Slams do ano de 1973 e novamente conquistar o PRIMEIRO LUGAR NO RANKING. Em 1974, ela voltou a se aposentar para ter seu segundo filho, mas voltou ao tênis pela terceira vez em 1975 para jogar seus últimos torneios e enfim, em 1977, se aposentar definitivamente para ter seu terceiro filho.
            Ela tem o maior número de títulos importantes de qualquer mulher no tênis. Court teve os dois anos mais impressionantes do tênis feminino profissional em 1969 e 1970, chegando à final em todos os 8 Grand Slams desses 2 anos. Na verdade, ela não só tem o maior número de títulos de GRAND SLAM em simples, mas também é maior duplista de todos os tempos: 19 títulos de GRAND SLAM em duplas femininas, bem como 21 títulos em duplas mistas. Suas aadversárias aproveitavam da época que ela se recuperava de seus partos para vencê-la por que, em plena forma, Margaret Court era dificílima de ser batida no circuito feminino. Margareth Court tem a maior porcentagem de vitórias femininas nos Grand Slams de todos os tempos, são 91,7 por cento de aproveitamento. Margareth Court tem um recorde de vitórias de 20-0 na Fed Cup no time Austrália.
            E o mais incrível de tudo, aos 31 anos , Margareth Court já tinha impressionantes 24 titulos de simples em Grand Slams, mesmo tendo 3 filhos, ela não teve que ficar até os 39 ou 40 anos em quadra para conquistar tudo isso, pois com seu aproveitamento absurdo de vitórias em Grand Slam, com apenas 31 anos ela já tinha incríveis 24 títulos, feito espetacular que nenhuma outra tenista do mundo chegou perto quando tinha 31 anos!!!
            Esses são os fatos e não adianta ficar vindo com subjetividades ou mentiras como dizer que somente australianas jogavam na Austrália porque CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS!!!
            Margaret Court ganhou finais de GRAND SLAM de tenistas de altíssimo nível de sua época como Billie Jean King, Maria Esther Bueno, Chris Evert, Nancy Richey, Darlene Hard, Rosemary Casals, Helga Niessen, Ann Haydon Jones, Jan Lehane, Lesley Turner Bowrey, Kerry Melville, Evonne Goolagong. Margaret Court é indiscutivelmente a GOAT DO TÊNIS FEMININO!!!

    2. Joaquim Saraiva

      Prezado Oswaldo E. Aranha, faço coro aos seus argumentos. O mundo do politicamente correto tem, dia após dia, limitado o livre exercício do direito de manifestação, levando mesmo as pessoas ao “emburrecimento”, na medida em que exige a reprodução acrítica dos mais diversos pensamentos, conforme querem os sinalizadores de virtude. Há algum tempo, no programa Tennis United, vi Frances Tiafoe dizer, tendenciando para a cor da pele, que, “quanto mais sucesso conquista, mais se sente um outsider”, como se “alguém estivesse tentado ocupar seu lugar”, o que me levou invariavelmente a duas questões: não é da essência do esporte que os adversários queiram vencer uns aos outros, com a ambição pessoal de chegar ao topo? Por acaso Federer, Nadal, Djokovic ou outros tenistas que lograram êxito na modalidade não encontraram resistência em suas caminhadas? Pois bem. Conquanto o combate à discriminação e ao preconceito deva ser pauta em todas as esferas da vida humana, não pode transformar-se em pedra de torque para a avaliação do caráter daqueles que RESPEITOSAMENTE apresentam ideias divergentes. Também a cor, a raça, a religião ou a orientação sexual não podem servir de instrumento de facilitação ou privilégio, pois o sucesso não enxerga tais condições, senão o talento e/ou o trabalho duro. No tocante ao cerne de sua fala, se Margaret Court, sendo quem é, não possui o direito de opinar sobre determinados temas, ninguém mais possui acerca de assunto qualquer, sob pena de um (odioso) tratamento discriminatório, que o politicamente correto tanto condena.

  20. Rubens Leme

    Dalcim, uma curiosidade. Estava procurando filmes do diretor John Huston no Prime Amazon e no final da listagem, apareceu Federer x Kyrgios, na Laver Cup, de 2019. Aí dei uma procura no nome do suíço e todos os jogos na íntegra, estão lá, com narração em inglês, alemão e espanhol.

    Então, para quem tiver saudades do suíço e for assinante do Prime, eis uma dica. Obviamente, todo o charme do torneio residia no técnico do time europeu, Bjorn Rune Borg. Os demais eram meros figurantes. Até mesmo John Patrick McEnroe.

  21. Alex

    Na real, o Bublik poderia ser o Medvedev amanhã.
    É meio bad boy, tem uma técnica razoável, vai pra cima, persegue as linhas sem medo de ser feliz.
    Em tese, esses caras top 50 tem jogo demais. Não se chega e fica por aí à toa.
    Daí chega um cara meio estranho, que saca por baixo em quase todo jogo, que sabe se promover, e batendo pesado, chega até o top 10.
    Afinal, o Medvedev está lá e mostra que é possível jogar meio esquisito, um pouco feio às vezes, ser meio polêmico, e se dar bem.
    Aposto nele, caro mestre. Acha possível?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho, mas vejo alguns buracos técnicos no seu jogo. Acho que ele precisa evoluir em várias aspectos para pensar no top 10, mas sem dúvida tem potencial. A irreverência é interessante – desde que não desbanque para o desrespeito -, porque mostra uma forma mais descontraída.

  22. Rubens Leme

    Rust Never Sleeps é o primeiro cd do Neil que eu tive e o prefiro muito mais do que o Live Rust. Neil é um dos caras que mais gosto e uma das figuras mais peculiares.

    Nos anos 80, ele deixou a gravadora Reprise e assinou um contrato milionário com a Geffen, que depois de oito anos o dispensou e o processou por algo impensável: por ter feito discos que não soavam como Neil Young!

    O argumento da Geffen é que ele entregou álbuns estranhos, onde flertava com a eletrônica, usava vozes de robôs, gravou um álbum inteiro só de country, um de jazz e outro de rockabilly, onde aparece na capa vestido como Elvis.

    Neil acabou ganhando o processo, se mudou para Warner, onde viveu uma era mágica, começando com dois discos espetaculares; Freedom (com o hit “Rockin’ in the Free World) e Ragged Glory, onde, ao lado do Crazy Horse, liga a distorção em sua Les Paul e mostra o que é agressividade.

    Nos últimos anos, lançou uma série de bootlegs oficiais – como Miles Davis e Bob Dylan – com discos ao vivo e álbuns perdidos. Entre eles, há o ao vivo de jazz, gravado em 1988 (acho que até o compartilhei aqui) e um disco perdido de estúdio dos anos 70 – Homegrown, que compartilho abaixo.

    https://music.youtube.com/browse/MPREb_n9bbyrktqSx

  23. DANILO AFONSO

    Dalcim, se o canadense VASEK POSPISIL (30 anos) estivesse entre os 50° do ranking (atualmente 61°), você certamente o teria destacado no texto.

    Pospisil que já foi 25° do ranking em 2014, perdeu todas as 3 finais que disputou, ATP 500 Washington (2014), ATPs 250 Montpellier e Sofia, ambos em 2020. Além dos revés nas finais, Pospisil também perdeu outras 5 semifinais, destaques para a derrota no ATP 500 Basel em 2013 (Federer) e Master 1000 Canada também em 2013 (Raonic).

    Torci muito para que ele levasse o título de Sofia, mas o promissor Sinner faturou o título no tiabreak.

  24. Sandro

    O canal BANDSPORTS está anunciando a ATP CUP assim: “A COPA DO MUNDO DE TÊNIS VEM AÍ “.
    E considerando os jogaços não há como pensar de outra forma, a ATP CUP acabou tomando o lugar da DAVIS como a COPA DO MUNDO de tênis!
    Em 2020, não tivemos edição da COPA DAVIS, enquanto isso , a ATP CUP bombou com jogos incríveis e uma final sensacional entre SÉRVIA e ESPANHA!
    Agora, em 2021, a ATP CUP, novamente sai à frente da DAVIS e está com uma programação incrível de jogaços:
    Grupo A: Novak Djokovic/Sérvia x Denis Shapovalov/Canadá x Alexander Zverev/Alemanha
    Grupo B: Stefanos Tsitsipas/Grécia x Rafael Nadal/Espanha x Alex De Minaur/Austrália
    Grupo C: Dominic Thiem/Áustria x Matteo Berrettini/Itália x Gael Monfils/França
    Grupo D: Diego Schwartzman/Argentina x Kei Nishikori/Japão x Daniil Medvedev/Rússia
    Semifinais: 1.º GRUPO A x 1.º GRUPO D
    1.º GRUPO B x 1.º GRUPO C
    Gostaria de ver as seguintes semifinais:
    Novak Djokovic/Sérvia x Diego Schwartzman/Argentina
    Stefanos Tsitsipas/Grécia x Dominic Thiem/Áustria.
    Só jogaços de altíssimo nível estão por vir, sem dúvidas a COPA DO MUNDO DE TÊNIS 🎾 !!!

  25. Sandro

    Caro Dalcim, não sei se concorda comigo, mas considero o mais promissor de todos o Aliassime, o problema dele não é de piso, pois ele consegue jogar bem em todos tipos de piso, creio que o problema do Aliassime seja mental, porque um tenista iniciante como ele chegar em “SEIS” finais em tão pouco tempo e não conseguir vencer nenhuma, é porque o fator psicológico está travando o jogo dele nessas finais. Creio que com mais maturidade e talvez com a ajuda de um trabalho psicológico, em 2021, ele para de morrer na praia 🏖…

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o problema do Felix foi a cobrança, muito provavelmente dele mesmo. Quando superar isso, vai se soltar.

  26. João ando

    Os que vão dominar 2021 se tiver torneios São os mesmos Roger. Novak . Rafa …qualquer um fora desses será surpresa…Acho o thiem …Um fora do normal mas não sei onde pode chegar …

  27. Alexandre

    Dalcim, Boa noite!
    Em relação ao Monteiro e Wild, vc acha que eles tem potencial para chegar e se manterem no top 50 ainda este ano? Torço muito para o tênis brasileiro e gostaria de vê-los conquistando títulos para o Brasil….abraços!

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que é uma meta difícil para os dois, mas torço muito, Alexandre. Vejo boa evolução no jogo do Monteiro, agora bem mais adaptado à quadra dura, e certamente existe muito potencial no Wild, que antes de tudo precisa agora recuperar a confiança. Quem sabe, uma sequência de vitórias, mesmo em nível challenger, faça isso. Abs!

  28. Eduardo

    Boa tarde, Dalcin!

    Acho que um título de ATP do ALiassime é questão de tempo.

    A proposito, a ATP CUp será transmitid em algum canal?

    Abs
    Eduardo

  29. Rodolfo

    Olá Dalcim tudo bem ?
    Eu gostaria de saber se essa alteração da data do AO afetará um pouco as questões de climáticas e temperatura ? Se sim o que pode mudar
    Obrigado

    1. José Nilton Dalcim

      Na teoria, não muda muita coisa, Rodolfo, porque segue o verão no hemisfério sul e portanto é de se esperar calor e umidades altos. Abs!

  30. Marcelinho

    Acho que esse negócio de título, com o ano de 2020 do jeito que foi, tem que ser relativizado.
    Até na contagem de recordistas. Vamo supor que Nadal chegue a 105 títulos, não seria justo coloca-lo em comparação com Connors, quando este teve calendários completos, enquanto Nadal jogou pouquíssimos torneios em 2020.

  31. Rodrigo S. Cruz

    Pois é.

    Enquanto alguns tenistas promissores em boas colocações no ranking seguem atrás de um mísero título de nível ATP, aqui no blog vemos os nolistas propagarem essa noção ridícula de “ATP 500tinho”.

    Como se ganhar qualquer título de nível ATP 500 ou 250 não fosse digno de comemoração…

    1. DANILO AFONSO

      Rodrigo, realmente não se deve menosprezar os títulos ATP 250 e 500. Da mesma forma alguns torcedores do FEDERER não podem subestimar a inteligência dos demais participantes do blog ao querer convencer que 3 ATP 250 (750 pontos) valem mais do que 2 Master 1000 (2000 pontos). Isso sim não tem lógica e é um absurdo.

      Saudações Tenísticas !!!

      1. Rodrigo S. Cruz

        A depender das chaves, realmente 2 Masters 1000 superam 3 ATP’s 250.

        O problema dessa alegação, é que se levada a ferro e fogo, também induz a distorções patentes.

        Alguns idólatras nolistas já DESPREZAM por completo os ATP’s 250, e dizem que os 108 títulos do Connors ou os mais de 100 títulos do Federer valem MENOS que os 80 e poucos do Djokovic.

        O que você sabe que é uma PIADA também!

        No entanto, pra mim, nenhum tenista superou o que o Federer fez em 2006.

        Além de ganhar mais e perder menos jogos do que o sérvio em 2015, ele ostentou um tênis bonito e criativo.

        Ganhar 1 ou 2 títulos mais importantes como fez o Nole é uma coisa, agora ganhar jogando bonito é outra…

        Portanto, não vou me limitar ao critério de 2 Masters 1000 contra 3 ATP’s 250, e dar Voto de Minerva pro sérvio.

        Não posso fazer isso…

        E isso não tem nada a ver com desprezar inteligência de ninguém.

        1. Luiz Fabriciano

          Mais uma vez o “bonito e cheiroso” entrou na conta. O que não tem nada a ver com o comentário do Danilo Afonso.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Ah não tem nada a ver, não?

            Tem certeza?

            Então por que você e ele querem praticamente OBRIGAR os federistas a achar a temporada de 2015 do sérvio melhor?

          2. Luiz Fabriciano

            Claro que não.
            O Danilo fala em importância de Masters 1000 frente a ATP 250 e não de quem joga mais bonito.
            E eu não quero imputar em ninguém que 2015 foi superior a qualquer outro ano. Não é necessário.
            Saudações (acabou o espaço).

        2. Thiago Silva

          “Não posso fazer isso” porque você é fanático pelo Federer, qualquer pessoa imparcial vai reconhecer que a temporada do Djokovic foi superior. Eu nem analisei as chaves dos torneios, mas pelo quantidade de top 10 que o Djokovic venceu aquele ano, é evidente que as chaves de Masters foram superiores, tanto aos Masters que o Federer disputou quanto(e principalmente) aos ATP 250.

          1. Rodrigo S. Cruz

            Se eu fosse fanático pelo Federer, eu não torceria tão fervorosamente por outros tenistas como:

            Fognini, Kyrgios, Bellucci, etc.

            E numa final de Grand Slam entre Federer e qualquer dos citados, eu não teria preferência por nenhum deles…

            Por outro lado, confesso que NUNCA vi nenhum nolista torcendo por outro jogador que não fosse o derrubador de Ibope sérvio.

            Abs.

    2. Rafael Azevedo

      Não é que não seja digno de comemoração, Rodrigo, mas não é digno de ser usado como critério na discussão sobre o GOAT. São duas coisas distintas
      Claro que todo mundo fica feliz em vencer. Com certeza, tanto Federer quanto Nadal e Djokovic celebram cada troféu conquistado, seja em que nível for. Mas, jamais o maior número em ATP 250, por exemplo, pode ser utilizado como um critério para dizer que Federer é superior ao Djokovic.
      Estamos falando de jogadores que possuem cerca de 20 GS e dezenas de M1000, e não de tenistas que estão tentando vencer o primeiro ATP.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Até parece que o Federer precisa ganhar mais ATP 250 para ser considerado melhor do que o Djokovic.

        Nem sei de onde vocês tiraram isso… rs.

        O Federer é melhor porque encarna como ninguém o que as pessoas idealizam em um tenista.

        Por isso que o Fognini disse na semana passada, e até num certo tom de exagero:

        ” Federer é o tênis”.

        1. Alessandro Siqueira

          A discussão de ATP250 versus MASTER 1000 não existe. Isso é uma forçação de barra que não cabe em um universo onde exista sanidade. Qualquer pessoa na posse das faculdades mentais sabe que 2 MASTERS 1000 valem muito mais que 3 ATPs 250. Esse assunto já deveria fazer coro com Scorpions em Wind ou Change: “buried in the past forever.”

          1. Rodrigo S. Cruz

            Sim.

            Mas quem tá usando esses famigerados Masters 1000 para tentar LACRAR são os nolistas.

            Ninguém é obrigado a achar a temporada de 2015 melhor que ade 2006, só por conta deles não.

        2. Alessandro Siqueira

          Não se trata de achar, Rodrigo, mas de constatar. As temporadas são equivalentes até certo ponto. No que divergem, são dois MASTERS 1000 para o sérvio e 3 ATPs 250 para o suíço. Essa é a história e você aceitar, ou deixar de aceitar, não muda nada.

  32. Daniel C

    Ansioso pela próxima temporada, mas lamento que o Federer ainda não tenha voltado. Mas parece que ele fez o certo de se livrar de toda essa confusão. No momento da carreira que ele vive, que ele não precisa mais provar que é o maior de todos os tempos, tem mais é que jogar os torneios que quiser, quando quiser.

    Eu tenho fé que em 2021, Thiem e Medvedev devem evoluir ainda mais e derrotar Nadal e Djokovic em GS. Tomara que já comece assim na Austrália. Mas ainda é pouca concorrência. O Tsitsipas, o Zverev e o de Minaur tb deveriam ameaçar mais. Em relação ao Sinner, é injusto e cedo cobrar muita coisa dele, mas seria muito legal ele se revelar um fenômeno e já surpreender muito com algum grande titulo. Bem, fica a torcida para que a mesmice do domínio Nadal/Djokovic por falta de concorrentes acabe de vez esse ano.

  33. Rubens Leme

    “‘The Times They Are A-Changin” cantava Bob Dylan. E parece que o velhinho aprendeu com isso e resolveu fazer grana, fechando o maior acordo da indústria musical, ao vender todo seu catálogo por 300 milhões de dólares para a Universal.

    De bobo, o velhinho não tem nada, Dalcim. Vou começar a compôr as minhas músicas….rs

    https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2020/12/07/bob-dylan-vende-todo-seu-catalogo-musical-em-acordo-estimado-em-us-300-milhoes.ghtml

  34. Rubens Leme

    Ao ver essa matéria, perce e-se como Bellucci teve uma carreira respeitável. 4 títulos e 4 vices, apesar de tantas pauladas que levou na carreira. Uma pena o que acontece como ele hoje em dia.

    Li a entrevista do Roanic e ele sempre me pareceu muito sério com essas coisas. Não entra em polêmica e mesmo tendo voltado com uma juba imensa (será que durante a pandemia pararam de produzir o gumex de sua preferência? e com uma certa pança, mas continua batendo pesado na bola.

    A pergunta é se a ATP Cup não será um perigo, em termos físicos, para a maioria dos jogadores. Enquanto os tops e aqueles que não foram contaminados, estou em boa forma física, os demais estarão todos enferrujados – física, técnica e mentalmente falando.

    Falando, em ferrugem – https://music.youtube.com/browse/MPREb_UXQpEahcf3H

        1. José Nilton Dalcim

          A carreira de Bellucci foi sem dúvida excelente para os padrões sul-americanos, Leme, e assim como você ainda torço para que ele se recupere. Agora, obra de arte mesmo é o disco, com a versão alternativa de Hey, hey, my, my e a excepcional Powderfinger… rsrs…

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