A super década de Djokovic
Por José Nilton Dalcim
7 de dezembro de 2020 às 09:06

Maior colecionador de títulos, incluindo os de Grand Slam, de Finals e de Masters, e detentor dos melhores percentuais de vitórias em todos os campos, o sérvio Novak Djokovic foi de longe o rei da década que se encerra neste 2020. Não por acaso, terminou seis dessas 10 temporadas na ponta do ranking.

Com triunfos de peso em todas as superfícies, Djokovic ganhou nada menos que 87,6% de todas as partidas que disputou entre 2011 e 2020, período que marca seu auge absoluto. Seus mais diretos concorrentes ficaram consideravelmente distantes: Rafael Nadal atingiu 83,8% e Roger Federer, 83,5%. Também ergueu 63 troféus, 20 a mais do que o canhoto espanhol, e venceu 16 torneios de Grand Slam, cinco acima de Nadal. Em nível Masters, foi goleada: 31 a 17.

Vejamos os números que sacramentaram esse domínio incontestável de Nole na década que se encerra:

Títulos gerais
Novak Djokovic – 63 títulos
Rafael Nadal – 43
Roger Federer – 37
Andy Murray – 30
David Ferrer – 18
Dominic Thiem – 17
Juan Martin del Potro  – 15
Stan Wawrika e John Isner – 14
Alexander Zverev, Marin Cilic e Jo-Wilfried Tsonga – 13

Qualidade dos títulos
Djokovic – 16 GS, 4 Finals, 31 Masters, 0 Copa Davis
Nadal – 11 GS, 0 Finals, 17 Masters, 2 Davis
Federer – 4 GS, 1 Finals, 11 Masters, 1 Davis
Murray – 3 GS, 1 Finals, 8 Masters, 1 Davis, 2 ouros olímpicos
Wawrinka – 3 GS, 0 Finals, 1 Masters, 1 Davis
Cilic – 1 GS, 0 Finals, 1 Masters, 1 Davis
Thiem – 1 GS, 0 Finals, 1 Masters
Zverev – 0 GS, 1 Finals, 3 Masters
Medvedev – 0 Gs, 1 Finals, 3 Masters
Dimitrov – 0 GS, 1 Finals, 1 Masters
Tsitsipas – 0 GS, 1 Finals, 0 Masters
Delpo, Isner, Fognini, Tsonga, Ferrer, Sock. Khachanov – 1 Masters

Percentual de vitórias gerais
Djokovic – 87,64
Nadal – 83,86
Federer – 83,56
Murray – 79,42
Del Potro – 74,69
Nishikori – 70,06
Ferrer – 69,78
Raonic – 69,16
Berdych – 68,60
Wawrinka – 67,37

Percentual de vitórias em Slam
Djokovic – 90,56
Nadal – 88,04
Federer – 84,15
Murray – 83,13
Wawrinka – 76,39
Del Potro- 75,00
Berdych – 73,77
Cilic – 73,44
Raonic – 73,33
Ferrer – 73,28

Percentual de vitórias em Masters 1000
Djokovic – 86,67
Nadal – 82,52
Federer – 79,70
Murray – 72,62
Del Potro – 66,67
Zverev – 66,35
Raonic – 65,57
Berdych – 64,67
Nishikori – 63,75
Ferrer – 63,33


Comentários
  1. Vitor Hugo

    Não entendo por que o deboche em relação ao slice do Federer, que é o melhor e muito melhor que Novak e Nadal.
    Vcs poderiam debochar do forehand, vôleio, drop, saque….. fundamentos que Roger executa muito melhor que seus dois rivais(no caso de Rafa, os forehans praticamente se equivalem em eficiência, mas creio que a maioria prefira do suíço)
    Por favor, estou falando de técnica, não de físico turbinado por dopping tecnológico(título de um post do Dalcim anos atrás) e mental( no caso do sérvio, é duvidoso).

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  2. Rodrigo S. Cruz

    [Alessandro Siqueira] e [Danilão]

    “O que você prefere: 03 ATPs 250 ou 02 Masters 1000. Três ATPs 250 são 750 pontos e 02 Masters 1000 são 2000 pontos. Essa é a diferença objetiva: 2000 a 750. Tudo o que passa disso é FANATISMO”.

    Não necessariamente, Alessandro.

    Eu posso te apontar 3 razões:

    1. Essa discussão da temporada 2006 versus 2015, sempre existiu no blog e traz bons argumentos pros dois lados. Lógico que cada um pode ou não puxar a sardinha pro seu lado, mas não dá pra sair LACRANDO nada…

    2. É temerário você sair chamando qualquer ATP 250 de ATPzinho. Já vimos casos em que o tenista pode ter um caminho até mais difícil num ATP 250 do que em alguns ATP’s 1000. Não é sempre, mas pode acontecer… E o Federer não tem culpa se o sérvio opta menos por disputar ATP’s 250. A parte que lhe cabia, ele fez: entrou nas chaves e ganhou 3 torneios…

    3. Há de se considerar outros fatores que não somente os objetivos… Será que o Djokoivc se daria bem naquelas quadras anteriores à padronização? É uma pergunta legítima.

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    1. Alessandro Siqueira

      Todos nós sabemos que 2 Grandes Títulos valem muito mais que 3 ATPs 250 e esse é o ponto. Vamos ignorar o restante das campanhas, porque são equivalentes: 3 slams para cada, 1 Finals, 4 Masters 1000 e 1 ATP 500. Quem estaria na frente? O que ganhou 3 ATPs 250 ou quem levou os 2 Masters? Há coisas que são absolutamente objetivas e esse papo de que enfrentou A ou B é de somenos importância. Se for para dar crédito, comecemos no Aberto da Austrália de 2006, cuja final foi com um certo cipriota.

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    2. Luiz Fabriciano

      Rodrigo, me permita entrar aqui no “bolo”.
      A questão de facilidade x dificuldade entre ATP 250 e M1000 não deveria ser relativizada. Até pode acontecer de um campeão de M1000 ter uma trajetória mais light até seu título em relação a um campeão de ATP250, mas isso seria obra do acaso, basta pesquisar as ocorrências desse tipo. E outra, ocorrem ATP’s 250 simultaneamente durante o ano, dividindo cabeças e tops interessados, enquanto que os M1000, têm eventos exclusivos, sem nenhuma concorrência.
      Em sua esmagadora maioria, de quartas de final em diante, os M1000 conta com a presença dos tops.
      Saudações.

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  3. Vitor Hugo

    Apenas uma observação, já que nosso colega de blog disse que muitas pessoas passaram a ‘torcer’ por Novak após a organização do ‘torneio da morte e demais trapalhadas, atitudes polêmicas ou irresponsáveis:
    Acho natural após tantas irresponsabilidades do sérvio, que muitas pessoas tenham passado a segui-lo e apoia-lo. Mas qual tipo de pessoas passaria a seguir Djokovic depois de tantas besteiras e irresponsabilidades? Oras, negacionistas da doença, terraplanistas…. Pessoas sem o mínimo de bom senso! Está mais do que explicado. A maioria nem gosta de tênis.

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    1. Vitor Hugo

      Lembrando que Novak é incentivador da água suja como cura pra Covid, disse que não tomaria vacina e etc…. Então aumentou o número de apoiadores(não torcedores) já que parece ou ser um negacionista, ou não está dando a importância necessária que o momento merece. Pelo menos sua pequena torcida cresceu em números. Risíveis, é verdade.

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      1. Vitor Hugo

        Me parece bem óbvio. Mas para quem tem dificuldades pra respeitar opiniões alheias e adora tentar empurrar goela abaixo dos outros seus NÚMEROS FURADOS, rir é o remédio pra frustração.

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  4. Vitor Hugo

    Os tenistas que jogaram o melhor tênis que eu vi nos últimos anos. Tenista e versão:

    1- Federer 2006
    2- Federer 2007
    3- Nadal 2010
    4- Federer 2017(tecnicamente mas com as limitações físicas da idade)
    5- Nadal 2013
    6- Novak 2011
    7- Novak 2015
    8 – Murray 2016

    Levando em consideração técnico, físico e mental, mas sempre priorizando a técnica.

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  5. Paulo F.

    Em 2006, Roger Federer derrotou na final do AO Marcos Baghdatis kkkkkk
    Só por essa o annus mirabilis alegado pela seita alpina não chega perto nem do 2011 e nem do 2015 do Novak Djokovic.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E um saco de balas “jukinha” para quem adivinhar qual foi o rival do Robô na final do Aus Open 2015.

      pãm, pãm, pam, RUFEM OS TAMBORES:

      O sensacional, o estupendo o dificílimo Andy ” 25 x 11″ Murray! E com direito a PNEU ainda!

      kkkkkkkkkk

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      1. Alessandro Siqueira

        Murray já levou 2 ouros olímpicos, Slams, Finals e vários Masters 1000. Além disso, teve h2h favorável em relação a Federer por anos. É sério mesmo que você quer comprar o britânico com o cipriota?

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      2. Thiago Silva

        Aquele que seria número 1 no ano seguinte e tinha já 2 slams e fazia a oitava final? Será que dá mesmo pra comparar ele com o “multicampeão” Baghdatis?

        Responder
      3. Paulo F.

        Murray, além de ser e ter sido muito mais tenista do que Baghdatis, sequer possui contra Novak uma freguesia tão obscena quanto a que Federer possui contra o maior tenista de todos os tempos, Rafael Nadal.

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        1. Sérgio Ribeiro

          Muda o disco , meu caríssimo fanático. Nem Rafa Nadal pensa desta forma. Bate o Servio e o Suíço somente no Saibro. . Fora dele não vence desde 2014 . Estamos em 2020 , mane ‘ … Abs!

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  6. Paulo Almeida

    Faz tempo que não dou sugestões de bons álbuns, não é mesmo?

    Pois bem, hoje as opções são: Leftoverture do Kansas, Demons & Wizards do Uriah Heep, Phenomenon do UFO e In For The Kill do Budgie. Só clássico!!!

    Bom proveito!

    Responder
  7. Marcelo-Jacacity

    Trabalhando demais, muita correria. Mas passo para dizer que jamais pensei que o Djokovic fosse se tornar essa lenda do tênis. Em 2007 vi que ele poderia fazer alguma coisa e mesmo depois do título na Austrália em 2008, não passava confiança alguma, depois veio aquele período tenebroso com a mudança do saque no fim de 2009 e início de 2010 com o grande Todd Martin mas que não teve efeito bom.
    Enfim, a partir da Davis no fim de 2010 tudo mudou,
    Nunca pensei que o No1e chegaria a 17 Majors. E se não vencer mais nenhum e parar por aí? Não importa, que viagem!

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  8. DANILO AFONSO

    FEDERER 2006 x DJOKOVIC 2015

    PONTUAÇÃO NAS TEMPORADAS
    Djokovic 2015– 16.545
    Federer 2006– 15.495*
    *pontuação de 2006 convertida

    TÍTULOS
    Federer – 12 títulos
    3 Slams, 4 Masters, 1 ATP 500, 3 ATP 250 e o Finals.

    Djokovic – 11 títulos
    3 Slams, 6 Masters, 1 ATP 500 e o Finals.

    JOGOS/VITÓRIAS
    Federer 2006
    97 jogos / 92 vitórias/ 5 derrotas
    94,84% de aproveitamento

    Djokovic 2015
    88 Jogos / 82 vitórias/ 6 derrotas
    93,18% de aproveitamento

    VITÓRIAS TOP 10
    Djokovic – 31 (86,11%)
    Federer – 19 ( 82,60%)

    OUTROS COMPARATIVOS
    Além de Djokovic ter estabelecido o recorde 6 Masters em uma única temporada, ele também alcançou na temporada 2015 a incrível marca de ter chegado em todas finais nos torneios Masters 1000 em que participou (7 finais). Federer em 2006 além de ter conquistado “apenas” 4 Masters, não chegou em todas finais de Masters que disputou, pois perdeu em Cincinatti na 2ª rodada.

    Apesar da espetacular temporada do suíço em 2006, com excelente aproveitamento de vitórias e 12 títulos, a temporada 2015 do sérvio foi sem dúvida superior por ter conquistado dois big títulos de diferença, mais finais de big títulos, mais vitórias contra tenistas top 10 e ter alcançado maior pontuação total no comparativo.

    Saudações Nolistas !!!

    Responder
      1. DANILO AFONSO

        Complementado: FEDERER 2006 x DJOKOVIC 2015

        FINAIS BIG TÍTULOS
        Djokovic 2015 – 13 (4 Slams, 8 Masters e Finals)
        Federer 2006 – 11 (4 Slam, 6 Masters e Finals)

        ELO RATING
        Djokovic 2015 – 2603
        Federer – 2006 – 2532

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        1. Rodrigo S. Cruz

          Que COMÉDIA, hein Danilão !!!

          Os próprios números que você postou evidenciam a superioridade patente do suíço:

          Federer – 12 x 11 em títulos gerais, com 3 x 0 em ATP 250, 1 x 1 em Finals e 1 x 1 em ATP 500.

          O Robozinho só ganhou dele nos Masters 1000 e por pequena margem (6 x 4).

          Grande coisa, né!

          Mas o aproveitamento do Federer em vitórias é o que mais me impressiona:

          97 jogos, com 92 vitórias e 5 derrotas> 94, 84%.

          Enquanto o robozinho jogou menos, e PERDEU MAIS:

          88 jogos, com 82 vitórias e 6 derrotas> 93, 18%.

          E crucial destacar que quanto mais jogos você disputa BEM MAIS DIFÍCIL FICA de você ter uma vantagem percentual.

          O Federer fez mágica, para ter superado o “Robovic” nisto!

          Aí o Danilo vendo que perdeu, veio com essa estatística de: ” mais vitórias sobre Top 10″.

          kkkkkkkkk

          Putz! o cara não tem mais nem o que inventar (rs)

          Não tem jeito, Danilo, assuma de vez que a temporada de 2006 do suíço foi superior mesmo.

          Nem precisei puxar sardinha!

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          1. Vitor Hugo

            Perfeito Rodrigo! E completaria dizendo que, em 2006 ainda não existia padronização dos pisos, ou seja, era mais difícil para os tenistas…

          2. DANILO AFONSO

            RODRIGO, eu não tenho dúvida que essa sua resposta foi apenas zoação…kkk

            Você é um cara inteligente e sei perfeitamente que você sabe o que tem mais valor:

            – 2 Big Títulos de diferença (6 x 4);
            – 2 finais a mais de Big Títulos (8 a 6);
            – 2 Big Títulos no saibro. Federer não teve título no saibro.
            – maior pontuação geral (quase 1000 de diferença);
            – mais vitórias sobre Top 10 (31 x 19) e com melhor aproveitamento;

            Federer teve mais vitórias e títulos por causa dos ATPezinhos 250, torneios que de longe não concentram os melhores tenistas igual um Master 1000. O suíço quando jogou contra os melhores teve um aproveitamento muito inferior ao sérvio…kkkk

            Mas a CEREJA DO BOLO na temporada 2015 foi o DJOKOVIC ter vencido o então melhor de todos os tempos em 5 finais de Big títulos (Indian Wells, Roma, Wimbledon, US Open e Finals), isto é, venceu em todos pisos (saibro, grama e dura outdoor e indoor)…kkkk Além da qualidade superior dos títulos, a qualidade dos adversários do sérvio não tem comparação…kkk

            Faz o seguinte RODRIGO, pleitei um requerimento na ATP solicitando que 3 Atp 250 (750 pontos) valha mais que 2 Big Títulos (2000 pontos) ou então peça para que os 16.545 pontos do sérvio tenha menos valor que os 15.595 do suíço….kkkk

            Os principais sites de tênis, a própria ATP, o Dalcim e maioria dos participantes deste blog cravaram na época que a temporada do sérvio foi superior. Não vai ser um rascunho seu zoando que vai mudar isso.

            Abraço Rodrigo !!!

          3. Alessandro Siqueira

            O que você prefere: 03 ATPs 250 ou 02 Masters 1000. Três ATPs 250 são 750 pontos e 02 Masters 1000 são 2000 pontos. Essa é a diferença objetiva: 2000 a 750. Tudo o que passa disso é FANATISMO.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Então…

        Já que você se antecipou a mim e mencionou isso, concordo que seja bem por aí sim:

        o jogo do Federer consegue reunir duas coisas que são inalcançáveis pro Robozinho: eficiência + beleza.

        De modo que se a análise objetiva gera sozinha discussões acaloradas, a subjetiva não dá nem pra SAÍDA!

        Federer maior que Djoko.

        Abs.

        Responder
      2. Alessandro Siqueira

        Quantos winners são feitos de slices? O que vejo é o golpe ser usado como aproximação e, aí, ser disparada a bola vencedora. O Skank cantou que “bola na trave não altera o placar” e Romário cravou que não existe gol feio, feio é perder gol. O mesmo serve ao tênis. Não há ponto feio. Ponto e bola na quadra adversária. C’est fini.

        Responder
  9. Oswaldo E. Aranha

    Lembrando de um samba de sucesso, que assim disse: Por que choras tanto assim rapaz? Chega já é demais – Se é por causa de mulher – É bom parar – Porque nenhuma delas sabe amar?
    Aí, pensando nos comentários no blog, fiz uma paródia: Por que choras tanto assim rapaz? Chega já é demais – Se é por cauda de um tenista – É bom parar – Porque ele não vai mais é ganhar!

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Rafael, esse comportamento reprovável do FEDERER neste vídeo foi muito mais imprudente e com maior poder lesivo pela velocidade da bola do que vimos no Us Open 2020 com Djokovic.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pera aí , “ Nobre “ . Novak não tinha noção pra onde estava atirando a bolinha … já o Craque Suíço fez uma doação para uma criança carente fora do Estádio. Cortaram na edição feita pela exasperada turma da Kombi . Nem advertido ele foi . Eu estava lá ou você pensa que somente o “ Nobre “ enxerga as coisas ao vivo ? E ele tinha o triplo de torcedores do oponente rs . Abs!

        Responder
        1. Rafael

          Vc estava lá, caro Sérgio Ribeiro? E o que é ball abuse warning? Achei que fosse uma advertência…

          Vcs viram como o cidadão da torcida se encolhe mais que tatu bola, achando que ia pegar nele, já que ele não sabia pra onde o raivoso jogador ia jogar a bola? Fico feliz que ele não era cardíaco, kkkkkk

          É até engraçado ver a turma do passa pano entrando em ação sempre que o Lord dá um deslize kkkkkk

          Responder
      2. Gildokson

        Meu Deus! Eu entendi errado ou isso é realmente uma espécie de comparação com o que aconteceu com o sérvio no Us Open? kkkkk
        Aí não gente… por favor…
        Uma que o Federer não tem nada haver com aquela ca… do sérvio, putra que no vídeo o suíço manda a bola pra outro lugar, e o pior de tudo e mais importante, não foi nem a primeira que o Djokovic fez algo parecido e poderia ser excluído da partida.
        Ahh!!! E o mais feio e o que poucos comentam aqui, a CARTEIRADA que ele tentou dar para não ser desclassificado do torneio.
        Melhor manter o assunto no tema do post, os recordes.

        Responder
    2. Bruno

      Todos são passíveis de erros como esse numa disputa.
      Até mesmo ,o lorde ,Nadal já deu uma ombrada num adversário numa troca de lado.
      Mas nesse quesito,Djokovic é hors concours .

      Responder
  10. Luiz Fernando

    Olha a cabecinha oca do Thiem, segundo o Massu se as Olimpiadas fossem realizadas conforme previsto ele não participaria p jogar um ATPzinho 250, algo semelhante a ir ao McDonalds ao invés do Fasano…

    Responder
  11. periferia

    Olá Danilo.
    (Acabou lá segue aqui)
    De certa forma vc concorda que a competitividade da década de 80 era maior…sigamos.
    Tanto Pelé…Schumacher…Hamilton..Messi…Cristiano (exemplos) seriam fenômenos em qualquer época…assim como qualquer grande tenista…do passado ou do presente…pelo fato de serem fenômenos do esporte.
    A argumentação aqui se refere a “resistência ” de seus adversários.
    Isso não é algo subjetivo…pelo contrário..é algo objetivo.
    Pegando um exemplo colocado por vc…o Hamilton corre contra o vento.
    O Senna corria contra Prost…Piquet…Mansel…Schumacher.
    Qual dos dois terá números melhores na carreira?
    Quanto mais competitivo (aqui estamos falando qualidade e quantidade) menor o número de conquista (aí é que os números empacam).
    Para mensurar alguém no esporte…precisamos de algo mais que números.
    Existe o contexto histórico (onde…quando…contra quem…como).
    Os últimos 20 anos do tênis a palavra competitivo é algo muito forte (no começo Federer…no meio Nadal…no fim Djokovic…os 20 anos não tiveram competividade)
    Nesses últimos 20 anos tivemos três fenômenos jogando…quase nunca jogando o seu melhor tênis no mesmo ano do outro (Federer não tem culpa do Djokovic ser um feto quando ele atinge seu ápice…e nem Djokovic tem culpa do Federer envelhecer durante seu apogeu).
    Não consigo comparar os dois…os seis anos de diferença atrapalha a comparação …e continuo com o argumento…polêmico…que nem esses 20 anos foram os melhores do tenis (qualidade)…pelos contrário.
    Apesar de discordar…seus argumentos são bons.

    Abs

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Periferia, admiro a forma educada e clara que você apresenta seu ponto de vista quando discorda parcialmente ou totalmente o que eu posto. É sempre bom dialogar com você. E eu gosto muito de ler seus texto sobre diversos assuntos.

      Abs !!

      Responder
        1. DANILO AFONSO

          De boa Periferia!!

          Quase todo texto que eu posto passa um erro de português, tipo a subtração ou inclusão indevida da letra “s” no plural, igualmente fiz ao te responder acima….kkk

          Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Perfeito, Cláudio!

      É exatamente o que eu sempre defendi também, seja em relação ao tênis ou a Fórmula 1.

      Quem olha somente para a vitrine dos números do Schumi e do Lewis, vai ter uma visão muito míope.

      Mas como eles conseguiram esses números? Isso é o que importa investigar.

      E também os 6 anos que separam Djoko e Federer atrapalham bastante a comparação entre eles.

      Responder
  12. periferia

    “Que maravilha é poder entregar flores a quem você admira…enquanto eles ainda podem sentir o cheiro delas.”

    Emicida que realizou o ótimo documentário AmarElo.

    Responder
  13. Miguel BsB

    Meu caro Danilo Afonso, com todo respeito, mas é óbvio que Roger Federer tem a maior torcida ao redor do mundo, seguido de Nadal (muito por causa da torcida latina hispanofalante). Novak fica em 3º…Não leve a mal, isso não muda nada. Sou Palmeirense e não acho o Corinthians um clube maior só porque tem mais torcida…
    E, se vc quiser mensurar por seguidores no Facebook, que eu já acho pouco confiável, deveria ir nos seguidores do Instagram, que é a rede social mais válida para esse tipo de aferição. O mais seguido nessa rede social é o Cristiano Ronaldo. Tenho certeza que se você buscar, vai ver números de seguidores muito mais expressivos lá do que os do facebook….

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Miguel, talvez eu não tenha sido tão claro no meu posicionamento.

      A estatística de popularidade do BIG3 que postei foi no sentido de demonstrar para os membros do blog que há uma percepção exagerada e equivocada sobre os reflexos negativos das atitudes e manifestações do Djokovic em 2020. Quis provar que a popularidade do sérvio não foi abalada e que mesmo não ganhando nenhum título no período pesquisado, ele somou mais novos seguidores no Facebook que os rivais. E isso já vem ocorrendo há anos. Essa baboseira de carisma e comportamento não influência como muitos pensam nos ídolos do esporte, e sim o domínio e títulos relevantes que conquista em um periodo significativo. Eu acho o sérvio muito carismático e gosto de vê-lo sempre se posicionando, mesmo discordando algumas vezes.

      Eu utilizo o FACEBOOK como parâmetro de popularidade porque ela ainda é disparada a rede social com maior representativa geográfica pelo mundo, quase 3 vezes mais usuários que o Instagran e que tem um público mais representativo em todas faixas etárias e classes sociais.

      O Instagran tem uma grande concentração de jovens e não é tão bem espalhada pelo mundo.

      A título de exemplo, Federer tem pouco mais 18 milhões de seguidores no Facebook, enquanto no Instagran tem “apenas” 8 milhões, e isso se da porque muito dos seus fãs adultos e idosos não são usuários do Instagran. Eu mesmo tenho instagran mas nunca fiz uma única publicação.

      Você citou que é Palmerense e não liga para tamanho de torcida. Eu também não dou essa importância. Escolhi torcer para o FLUMINENSE nos anos 80 mesmo com o Flamengo bajulado pela mídia e eu cercado de parentes e amigos rubro negros. Na F1 eu fazia parte da minoria que preferia Piquet a Senna.

      Eu acho muito difícil que Djokovic alcance a popularidade dos rivais, mesmo ele dominando o circuito nos próximos anos, pois a margem da dupla fedal ainda é muito grande. O sérvio ganhou real visibildiade apenas a contar de 2011, isto é, muitos anos depois dos ja consagrados rivais.

      Responder
      1. Miguel BsB

        1951 foi um título mundial, queiram vcs ou não. Na época, foi tratado como um título mundial.
        Palmeiras foi campeão de um torneio mundial que incluía Juventus de Turim, Vasco da Gama, Sporting/Portugal, Estrela Vermelha, Nacional do Uruguai, entre outros…
        Se comparados os títulos nacionais então, Palmeiras é muito maior e mais glorioso do que o Corinthians, tem nem comparação.

        Responder
  14. Luiz Fernando

    Dois fatos lamentáveis no esporte em 2 dias: 1) a atitude nojenta no quarto arbitro da partida do PSG, esse FDP deveria ser banido de qualquer atividade relacionada ao esporte; 2) não menos lamentável a condenação do Robinho na Itália por abuso sexual, esses atletas milionários se julgam acima do bem e do mal e aprontam todas, muitas vezes em grupos, aproveitando-se de bebidas e drogas. Claro q muitas mulheres se deixam seduzir apenas pelos dólares e euros e se expõe a situações como essas, vide este caso e o do Neymar, mas nada justifica as ações destes cafajestes.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Algumas dessas mulheres são verdadeiras ” Marias gasolinas”, e não se valorizam nem um pouco mesmo.

      Depois que eu vi aquela loira aceitar a HUMILHAÇÃO de dividir a mesma casa com outra namorada do Ronaldinho Gaúcho, eu não me surpreendo com mais nada!

      Se o cara tiver fama e tiver dinheiro, ele pode ser mais FEIO que o Corcunda de Notre Dame, que tá valendo!

      kkkkkkkkk

      Responder
    2. Carlos Reis

      KKK mais uma vítima da Turma da Lacração… O que aconteceu no jogo não foi NADA demais, fizeram uma tempestade num copo d’agua, ridículo, sem mais.

      Responder
  15. Vitor Hugo

    Roger é f… mesmo! Além de ter o maior domínio e feitos de uma década, tem o melhor ano da história de um tenista, em 2006, e a maior rivalidade da história do esporte, contra Rafa Nadal… São feitos e mais feitos inigualáveis!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      É um grande campeão mesmo, mas alguns destes feitos são perfeitamente igualaveis e superaveis, como provavelmente veremos em 2021. E para superar isso os adversários não precisam se utilizar de expedientes como doping, como alguns caras sem noção apregoaram no passado…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não entendi, Luiz…

        Mesmo sem o Federer para atrapalhar, o sérvio não ganhou nenhum Slam além do Australian Open 2020.

        Portanto, o que te faz pensar que com o retorno do suíço e mais um rival forte pelo caminho, o sérvio terá um 2021 mágico?

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Creio q Nadal pode perfeitamente fazer 21 GS e Djoko superar as semanas na liderança em 2021, será q ambas as situações não são possíveis? Quando postei me referi a ambas e ambos…

          Responder
    2. DANILO AFONSO

      Nobre VITOR HUGO, não adianta forçar a barra repetindo 1000 vezes uma inverdade. Os números estão aí e não tem como refutar a superioridade da temporada 2015 comparada a 2006, e ao consideramos acertadamente o calendário gregoriano, a década do sérvio foi superior a qualquer outro domínio nas demais décadas.

      Vejamos VITOR HUGO uma pequena observação que você escreveu em 2015 quando utilizava o seu outro codinome fake MARQUINHOS:

      MARQUINHOS – 21 de novembro de 2015 às 14:52
      “Obs: Discordo do Dalcim. Acho que Novak só fará uma campanha superior a de Federer (2006) se vencer o finals. ”

      Como sabemos, nobre Vitor, Djokovic venceu o finals de 2015. Logo, seguindo a sua excelente observação, Djokovic superou os números da temporada 2006…kkkkkkk

      Lembrando que o DALCIM na época ao ser questionado sobre o assunto, sempre respondeu que a temporada 2015 seria superior caso o sérvio conquistasse os títulos restantes da temporada (Xangai, Paris e Londres), o que de fato ocorreu.

      José Nilton Dalcim – 12 de outubro de 2015 às 19:11
      “Gosto de falar sobre fatos, não sobre conjecturas. Mas, claro, SE isso acontecer, será uma temporada mais espetacular.”

      Ao responder outro participante do Blog sobre o comparativo do peso dos títulos na temporada 2006 e 2015, em que Djokovic conquistou dois Masters a mais que o Federer, o Dalcim se pronunciou assim:

      José Nilton Dalcim – 10 de novembro de 2015 às 11:47
      “Cada um usa o achar mais conveniente, Augusto. Eu particularmente acho que a importância dos torneios é mais relevante.”

      É nobre MARQUINHOS, opa, digo Vitor Hugo, não foi desta vez.

      Saudações Nolistas !!!

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Danilo, os números que vc apresenta e nada pra mim são a mesma coisa.
        Muitas questões são subjetivas e alguns fatos são levados em conta por mim e várias pessoas pra definir o que é melhor, maior e etc.
        Na boa, Djokovic vai superar alguns números de Roger. Fato! Mas sempre estará abaixo do suíço em tudo ou quase tudo, na opinião da maioria das pessoas. Fato!
        E vou continuar a escrever o que eu penso. Não adianta chorar. Ou vc vai me impedir?!

        Responder
      2. Vitor Hugo

        Sei da sua dedicação e esforço pra ir atrás de estatísticas e etc pra apresentar pra gente, mas eu não perco meu tempo lendo. Pra mim nada e o que vc escreve é igual.
        Talvez fique um fds inteiro pesquisando e etc… Eu não, tenho mais o que fazer.
        Não sei a quem vc tenta convenser. Talvez a galera da Kombi e mais ninguém.

        Abs

        Maior ano de um tenista = Federer
        Década = Federer

        Pelas questões de números e algumas subjetividades da minha parte.

        Fique vc com suas verdades, que ninguém ou quase ninguém embasa, e eu fico com as minhas.

        Responder
      3. Rodrigo S. Cruz

        Opa!

        Pera lá, Danilo.

        Não tem nada de ” fato” aí, não.

        É preciso você também respeitar as visões contrárias dos demais colegas.

        E concordo com o Vitor que a temporada do Federer foi melhor sim que a do Robô sérvio, em 2015/2016.

        Se não me engano o Federer ganhou mais de 90 jogos naquele ano, não foi isso? (me ajuda aí você que é bom de estatísticas)

        Responder
        1. Thiago Silva

          Ganhou 2 Masters e fez 2 finais a menos, como é que pode ter sido superior? O número de vitórias foi maior, 92 contra 82, mas isso foi inflado pelos 3 ATP 250 que o Federer ganhou. Se descontar a diferença dos 2 Masters que o Djokovic venceu a mais com os 3 ATP 250 ainda sobra 1.250 pontos de vantagem pro sérvio.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Thiago,

            não sei a razão desse descaso dos nolistas com os ATP’s 500 e 250, sem nem considerarem as chaves.

            Isso é bem relativo quer ver?

            No título de RG 2016, por exemplo, o sérvio praticamente não enfrentou ninguém.

            Numa outra ocasião, ele quase ganhou um Slam, contando com 3 abandonos na chave.

            Então me diga: será que um título de ATP 250 valeria tão menos assim?

    3. Thiago Silva

      2015 do Djokovic é superior a 2006 do Federer.

      Federer 2006:
      AO – V – Baghdatis rs
      RG – D – Nadal
      WB – V – Nadal
      USO – V – Roddick cof cof

      IW – V – Blake
      Miami – V – Ljubicic
      MC – D – Nadal
      Roma – D – Nadal
      Canadá – V – Gasquet
      Madrid – V – Gonzalez

      Finals – V – Blake

      Djokovic – 2015
      AO – V – Murray
      RG – D – Stan
      WB – V – Federer
      USO – V – Federer

      IW – V – Federer
      Miami – V – Murray
      MC – V – Berdych
      Roma – V – Federer
      Canadá – D – Murray
      Cincy – D – Murray
      Shangai – V – Tsonga
      Paris – V – Murray

      Finals – V – Federer

      Nos slams e no Finals as temporadas foram “iguais”, apesar dos adversários no AO e USO serem bem inferiores em 2006 (Baghdatis kkkk).
      Nos Masters o Djokovic chegou em 8 finais e perdeu 2, o Federer chegou em 6 finais e perdeu 2.
      O Federer leva vantagem nos ATP 250 3×0 e empatam em ATP 500 1×1.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        És uma criança mesmo , nobre comentarista. Porque não dizes que Djokovic caiu para Tommy Haas , STANIMAL para Nalbandian. Federer bateu Davydenko e o Cipriota ao bater David Nalbandian nas Semis em CINCO Sets duríssimos, atingiu a FINAL do AOPEN 2006 com todos os méritos . Roddick, Hewitt, Coria e CIA ficaram pelo caminho. O fato de a FINAL ter sido contra o TOP 12 de então, em nada desmerece o Campeão. Afinal o N2 era o Espanhol aos 20 , o Sérvio era o N 16 aos 19 , idem para Murray N 17 . Somente no ano seguinte 2007 o Big 3 foi formado. Tudo isso devido a IMATURIDADE de Novak Djokovic e Andy Murray que finalmente ultrapassaram Marcos Baghdatis no Ranking da ATP . Acho que o parceiro ( pela foto do face do TênisBrasil) já era nascido rsrsrs. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Rafa Nadal venceu 11 Torneios em 2005 . Mas jogou incríveis VINTE E QUATRO. Chegou quebrado no FINALS ( não jogou ) e não se recuperou para o AOPEN 2006 . Daí o fato do fanático tentar desmerecer o SLAM rs . Abs!

          Responder
        2. Thiago Silva

          Não tô desmerecendo o campeão, o Federer não tem culpa de fazer a final contra um tenista tão fraco, foi lá e aproveitou, parabéns pra ele, mas isso não anula o fato de que os adversários do Djokovic em 2015 eram superiores e a tarefa dele foi bem mais difícil, só os fanáticos vão negar isso.
          Como eu não torço pra nenhum dos dois eu posso fazer uma análise justa e imparcial.

          Responder
      2. Gildokson

        Quer dizer que quem ganha mais títulos tem a temporada pior que do que ganhou menos títulos? Kkkkkkkkkkk Muito bem.
        A única coisa que esse teu levantamento mostra Thiago, é que um tenista em fase final da carreira ja foi capaz de chegar nas finais as quais seus maiores rivais não chegaram em 2006. Mais um ponto positivo para Roger Federer, o GÊNIO das raquetes.

        Responder
        1. Thiago Silva

          É lógico que sim, porque o nível dos torneios que o Djokovic ganhou é superior, ou você acha que se o Monteiro vencer 15 challengers e 93 vitórias no ano que vem vai ser uma temporada melhor que a do Federer em 2006?

          Responder
        2. Thiago Silva

          O rival mais velho dele tinha 20 anos em 2006, os outros 19, Rafa já dominava o saibro mas ainda era verde na quadra dura.
          2015 era final de carreira pro Federer? 2017 foi o que? circuito de veteranos?

          Responder
  16. Luiz Fernando

    Legal a foto do menino Nadal carregando a bandeira da Espanha na Davis, q aqui era menosprezada até uma determinada data, depois ele carregaria a equipe e ergueria as taças…

    Responder
      1. Luiz Fernando

        Parabéns, mais uma postagem sua q acrescenta qualidade ao blog, e sem superar uma linha de texto kkkkk. Aqui não é diversão garantida kkkk???

        Responder
        1. Bruno

          não foi vc quem disse que está aqui para tumultuar e tirar onda com torcedores do Federer ?
          Tem momentos que eu invejo sua cara de pau.
          Mané !
          Abraço!

          Responder
      1. Maurício Luís *

        … E não vai ter é nada de cabelo. Isso aí é que ele pagou pra implantar uns 2 mil fios, caiu metade, sobrou isso aí. É no que dá querer aproveitar promoção de cirurgião plástico.
        Quem indicou? A sogra, quem mais?

        Responder
  17. Paulo Almeida

    Talvez a melhor partida do GOAT Djokovic na vida tenha sido a final do Australian Open 2019 contra o Nadal, já batendo os 32 anos. Mais um fatality pra acabar com a falácia de idade.

    O sérvio só não bateu o Federer em finais de Slam antes de 2014 por uma simples questão de chaveamento, mas o domínio absoluto começou no USO 2010 e de lá pra cá o placar está 10×2, uma surra homérica.

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O Nadal levou uma surra porque ele não faz nem CÓCEGAS no sérvio, nas hards.

        Aliás, atualmente ele não faz cócegas nem no Federer que ganhou dele 7 dos últimos 8 jogos!

        Portanto, não achei essa coca-cola toda, não.

        Há outras atuações melhores do Djokovic para citar aí.

        No entanto, Vitor, o indigente acerta em dizer que faz tempo que o Craque não ganha do Robô, em majors.

        Acho que a última vez foi em Wimbledon 2012…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          O Nadal estava voando naquele Australian Open, atropelando todo mundo sem perder sets e não conseguiu fazer nada diante de uma exibição impecável do GOAT sérvio. Foi sua melhor partida na vida mesmo, talvez empatada com a surra no Federer em 2016.

          O espanhol perdeu as últimas seis fora do saibro e não sete: aquela vitória por W/O em Indian Wells não conta no h2h. Procure estudar antes.

          Quanto à indigência (deve ser a intelectual), no dia em que você conseguir redigir um texto respeitando o mínimo da norma culta e tiver um diploma numa universidade top 5 do Brasil, aí poderemos conversar.

          Abs.

          Responder
          1. Bruno

            Paulinho ,sinceramente,
            Aqui não é lugar para isso ,
            Uma hora dessas vc vai dar mole lá nos comentários do site e descobrirão sua farsa.
            Fale apenas sobre tênis ,mesmo as besteiras que escreve aqui.

          2. Bruno

            Tenho pós em Harvard
            Namorei a Scarlet Yohanson é Júlia Roberts
            Paulo Lemann é meu padrinho
            Aí Paulinho ,nem por isso tiro onda aqui no blog
            E prove que é mentira .

          3. Rodrigo S. Cruz

            Bom, eu redijo textos melhores que os teus. Fato.

            Só que com conteúdo, né?

            E não essa cantilena maçante de ” Djokogoat, Djokogoat”.

            Putz, não sei nem como você aguenta… (rs)

            E sim, tenho ótima formação acadêmica, e na melhor faculdade de Direito do DF.

            Tô me lixando para tuas fracassadas tentativas de ad hominem…

          4. Rodrigo S. Cruz

            E lógico que não contei com o W. O.

            Mas sempre que você vê uma imprecisão no que outros postam, você já ATACA a pessoa.

            Por que isso, “indi” ?

            Tsc, tsc. Coisa feia, hein…

            Bom, eu não me referi a W. O. e sim ao jogo de exibição que o Federer e o Nadal fizeram.

            Claro que não entra oficialmente no confronto direto, mas não deixa de ser um jogo em quadra dura.

          5. Paulo Almeida

            O mais impressionante é que você acredita mesmo nisso. Sério, eu fico abismado.

            Pois eu duvido e muito que você tenha entrado em uma UnB da vida. Não dá. Ainda assim não é top 5.

            Abs.

          6. Rodrigo S. Cruz

            rs rs

            Viu aí, Bruno?

            Não tem jeito… se o “indi” não responder TODO MUNDO por último, ele não sossega!

            Deixemos ele falando sozinho, então.

          7. Paulo Almeida

            Na verdade, a agressão gratuita foi sua mesmo, como já fez várias vezes. Meu post inicial foi normal e você já veio me xingar sem cerimônia. Apenas me defendi com classe e te coloquei no seu lugar.

            Pra ter que contar jogo exibição é porque aqueles 23×10 marcaram demais, rs.

            O fato é: venceu as últimas cinco no hard e a última na grama. Veja se acerta nas próximas oportunidades.

          8. Rodrigo S. Cruz

            Uau! Será que eu ouvi bem?

            Mas esse cara é o gênio da raça mesmo. rs rs

            Que classe, que educação exemplar ele mostra aqui… Fiquei até arrepiado agora.

            Com um “Mito”na presidência e um “Indi” com classe, esse país não precisa de mais nada mesmo!

          9. Paulo Almeida

            E continua agredindo, sem nenhuma classe como sempre, rs.

            Ainda bem que jamais me atingirá mais uma das suas projeções de Freud.

            Ah, presidente que você elegeu, não eu.

            Hora de encerrar os trabalhos, né?

            Abs.

        2. Thiago Silva

          Faz cócegas e ainda ganhou 2 US Open em cima do sérvio.
          E sobre o Federer ele tem 3×1 no AO.
          Naquele AO de 2019 ele jogou machucado, foi até uma surpresa ter chegado à final.

          Responder
      2. Paulo Almeida

        Só que seis anos de diferença pra um jogador menos físico, que encurta os pontos e que teve histórico de poucas lesões não significa nada.

        Próximo!

        Responder
  18. Sandra

    Dalcim, sei bem que não podemos duvidar de Djokovic , mas vc não acha bastante remota a chance dele empatar em slams com Federer e Nadal? Não achas que essa turminha atrás como o grego , o alemão e os russos e outros mais estão chegando perto do big 3? Até porque ele perdeu grandes chances em NYC e Paris!,

    Responder
  19. Diego Rodrigues

    Dalcim para você o pessoal da pagina apreciarem

    Pessoal batemos um papo com a jovem revelação do tenis Brasileiro Matheus Pucinelli, falamos do lado dele torcedor, do circuito, da carreira dele como juvenil e dos desafios na transição para o profissional.

    Curtam a página por favor.

    https://youtu.be/-H3fIShFq8s

    Não percam.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ok, Diego, mas não posso divulgar suas postagens semanais o tempo todo. Fica aí o registro e o pessoal que se interessar inscreve-se lá. Abs!

      Responder
  20. O LÓGICO

    Ah, é muita injustiça com o UNIDIMENSIONAL kkkkkkkkkkk. Dever-se-ia estabelecer as hegemonias nas décadas por SLAMS kkkkkkk. Então o robozinho satânico teria a sua, não é L Fingidão kkkkkkkkkkkk. É fato: não há nenhum recorde dele que não seja função dos seus jogos na LAJE kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk E quanto mais título na LAJE, mais ele confirma essa verdade cristalina kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  21. Vitor Hugo

    Falando em popularidade, lembrando que Federer venceu TODAS as edições da votação que tem no fim de ano sobre qual é o tenista preferido da ATP em escolha feita pelos internautas, geralmente com 50% ou mais dos votos, o que leva a crer que dos outros 50 ou 40%, 30% ou um pouco mais deve ser de torcedores de Rafa e os outros 20%, 10% fica com o resto.
    Roger venceu todas desde que venceu a primeira. Mais de 15 anos vencendo todas.
    Apenas um exemplo significativo de como o suíço é disparado o tenista com mais fãs.
    Se não me engano, ano passado o suíço ficou com 60% das preferências.

    Responder
  22. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,por vias de curiosidades…Quais tenistas/lendas do passado poderiam se comparar a Federer,Nadal e Djokovic respectivamente?
    Digo na semelhança de estilo,seja na elegancia/facilidade de jogar do Federer,a garra/raça e força mental do Nadal e a regularidade do Djokovic…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, isso é meio óbvio, Lucas. Federer é mais para Laver, Sampras… Nadal está para Borg, Vilas… Djokovic para Connors, Agassi.

      Responder
  23. DANILO AFONSO

    Dalcim, parabéns pelos dados estatísticos !!

    Dalcim, você já sabia ou desconfiava que esta década espetacular do Djokovic representava também a melhor década de um tenista comparando com o domínio de outros tenistas nas outras décadas ??

    Quando fazemos um balanço do número de Slam, número de semanas como n. 1, outros big Titles, porcentagem de vitórias, H2H contra os principais rivais, vitórias TOP 10 e temporadas encerradas com n. 1, fica claro que nenhum tenista chegou perto dos números do sérvio em uma década.

    Eu antes de começar a levantar os dados não imaginava que o sérvio levaria vantagem neste comparativo das décadas. Nos fóruns, facebook e watsapp que postei a estatística, ninguém imaginava que o sérvio levava vantagem. A maioria achando que o Federer tinha tido um domínio maior e alguns até o Sampras.

    Interessante que não vi nenhum site nacional ou internacional retratando este feito espetacular do sérvio.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, mas isso não derruba a famosa teoria da entressafra? E por outro lado não deixa bem claro que houve muitas outras épocas de ouro no tênis em que a competitividade era mais expressiva? Boas reflexões a se fazer, Danilo.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Dalcim, deixa eu ver se eu entendi bem a sua resposta.

        O fato do Djokovic ter alcançado números superiores em todas as décadas pode deixar claro que as outras décadas o nível de competitividade foi maior ?? E se os números do Djokovic fossem inferiores não existiria este questionamento ?? É isso mesmo ??

        Lembrando que não adentrei no campo da subjetividade, o que gera debates intermináveis e calorosos. Apenas apresentei, igualmente você juntou na pasta atual, dados objetivos (estatísticos) demonstrando um fato. Perguntei apenas se você tinha ciência que os números de Djokovic nesta década eram superiores aos feitos de outros tenistas nas outras décadas.

        Confesso que por não ter vivenciado o circuito nos anos 70 e 80, e os detalhes dos anos 90 por ser ainda muito novo, não posso adentrar neste campo da subjetividade com propriedade.

        Porém, acredito que seja difícil alguém com IMPARCIALIDADE, especialista ou torcedor, questionar que os feitos do DJOKOVIC não são superiores a qualquer década quando sabemos que enfrentou dois dos três maiores tenistas de todos os tempos, um especialista quase imbatível no saibro e outro que é considerado o maior na grama e com resultados impressionantes na hard (para alguns ainda o maior neste piso).

        Fora as duas lendas, o sérvio teve como oponente o excelente Murray que brilhantemente teve vitórias expressivas contra todos do BIG 3, campeão olímpico e da Davis. Não podemos esquecer, também, o ótimo STAN que barrou o sérvio em algumas finais de Slam, e o Del Potro que impôs uma das derrotas mais dolorosas do sérvio nas olímpiadas.

        Uma coisa é certa, e não temos como ignorar: Djokovic apresentou para o mundo o maior domínio em uma década com NÚMEROS inquestionáveis.

        Responder
        1. periferia

          Olá Danilo.
          Fazendo um contra ponto.
          Caso Djokovic jogasse na década de 80 (o período que considero o mais competitivo do tênis)….ele enfrentaria:
          John McEnroe
          Jimmy Connors
          Ivan Lendl
          Bjorn Borg
          Mats Wilander
          Stefan Edberg
          Boris Becker
          Guilhermo Vilas
          Peter Cash
          Yannick Noah
          Andrés Gomez
          Miloslav Mecir
          Michael Chang

          Esses jogadores em algum momento jogaram entre 1981 e 1989.
          Olhando os nomes….vc não acha que o circuito era muito mais competitivo do que o período de 2001 a 2019?
          Temos 3 fenômenos….na década de 80 tínhamos mais 8.
          Fazendo um exercício de imaginação….imagine que apenas o Borg …dessa lista tivesse jogado a década de 80…quantos títulos ele teria? (Lembre-se… não teríamos os outros para competir com ele).
          Em outros momentos o tênis foi muito mais competitivo do que agora.
          Nao tenho essa capacidade…mas já li…de pessoas com grande conhecimento do esporte…que a qualidade do jogo já foi melhor.

          Abs

          Responder
          1. Miguel BsB

            Muito mais competitivo! Aí era um recheado de craques, e todos eles eram capazes de serem campeões (e foram) de Slams…
            Sim, concordo que os anos 80 foram a década mais competitiva do tênis.
            Lembrando que no final dela Sampras e Agassi já jogavam profissionalmente.

          2. Sérgio Ribeiro

            Na boa , periferia . O fanatismo destes caras está tão impregnidado , que estão pouco preocupados se realmente já houve qualidade superior no Circuito. Pra eles um Tenista robótico com um físico inigualável, sem dúvidas será consagrado pelos aficcionados deste maravilhoso Esporte como o tal “ Goat “ . O tempo dirá num periodo mais curto que imaginam…Abs!

          3. DANILO AFONSO

            Boa tarde Periferia (Cláudio) !!

            De fato os tenistas da década de 80 citado por você foram espetaculares, mas conforme disse acima, eu e acho que a grande maioria não temos como mensurar precisamente o nível de competitividade de cada década.

            Façamos o inverso Periferia. Será que BORG teria o mesmo sucesso em RG (6 títulos) se tivesse enfrentado o NADAL nas duas últimas décadas ?? Teria tanto êxito em Wimbledon se tivesse como oponente Federer ou Sampras ?? Diferentemente dos tenistas citados por você, Djokovic enfrentou essas duas lendas que para mim já basta para efeito de comparativo, no mínimo colocaria no mesmo nível de competitividade das demais décadas. Qualquer tenista do passado que você transportar para essa década acredito que também teria séria dificuldade para se impor frente ao BIG 3.

            E esse exercício de imaginação é dificílimo não só no tênis. Como deduzir qual seria o sucesso do Pelé jogando nas duas últimas décadas, ou Messi e CR7 jogando no passado ?? Ou então quantos títulos teria Hamilton ou Shumacher nas décadas de 70 e 80, períodos considerado por muitos o mais competitivo da F1 ?

            Enfim, se deixarmos de lado o campo da subjetividade e considerarmos apenas os dados estatísticos que eu compilei, levando em conta o calendário gregoriano na definição de década, fica difícil eu, você ou outra pessoa com juízo questionar que os números do sérvio nesta década não foram superiores no comparativo com qualquer outro tenista nas demais décadas.

            Saudações Tenísticas !!!

    2. Sérgio Ribeiro

      Na boa , meu “ Nobre “ . Essa resposta do Dalcim é mais do que parar pra pensar . E’ pra acabar com todo esse fanatismo insano. Sinto muito. Troca os pneus da Kombi , bicho … !!! kkkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

      Responder
    3. Vitor Hugo

      Só na tua cabeça mesmo é a melhor década da história do tênis. Se a mídia nacional e Internacional não destacaram, é porque não é. Simples assim. Seus argumentos apenas. Um rapaz muito educado e respeitoso com todos, mas um fanático.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Vitor Hugo, boa parte dos meios de comunicação nacional e Internacional equivocadamente ignoraram que a década somente se encerra no final deste ano, por isso os números não foram retratados da forma que eu compilei.

        Mas nós sabemos, inclusive o Dalcim com a postagem da pasta atual, que os números do sérvio são espectaculares e incomparáveis quando acertamente seguimos a contagem das décadas acertadamente.

        O Choro é livre !!

        Responder
  24. DANILO AFONSO

    Faltam 13 semanas para DJOKOVIC tornar-se recordista de semanas na liderança do ranking masculino e 80 semanas para superar o recorde absoluto do tênis de Steffi Graf.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Exato , caro “ Nobre “ . Depois ele vai tentar atingir o número de Semanas CONSECUTIVAS de Steffi Graf e Roger Federer… kkkkkkkkk Abs!

      Responder
          1. DANILO AFONSO

            Sérgio, estude antes de postar dados equuvocados.

            Errou por duas vezes. A sequência são 237 semanas…kkk
            Se errar novamente já pode pedir música.

            O importante é o recorde absoluto e não em sequencia de semanas na liderança. Ou na sua cabeça os 4 Slams em sequencia do Djokovic entre 2015 a 2016 é mais importante que os 20 do suíço ? Ou então que o recorde do sérvio de 4 FINALS em sequência é mais inportante que os 6 Finals que suíço lidera ?? Óbvio que não !!!

          2. Sérgio Ribeiro

            Onde está escrito que as Duzentas e Trinta e Sete ( corrigindo) Semanas CONSECUTIVAS de Roger Federer são mais importantes que as 122 consecutivas de Novak ??? Ou as Cento e Oitenta e Seis também CONSECUTIVAS de Steffi ? Tá na cara que o maior dominador de décadas segundo o “ Nobre “ vai atingi-las com facilidade. Assim como o fez com as Seis Temporadas CONSECUTIVAS de Sampras como N 1 do Mundo. Se liga , cara. Jamais o Sérvio ligou pra nenhuma das duas … Abs!

  25. Rafael Azevedo

    Obrigado por compartilhar esses dados, Dalcim.
    Os números do Djoko na última década são estratosféricos, de fato. Grande tenista!
    Com certeza, estará sempre na história do tênis, ente os maiores.
    É um privilégio poder vê-lo jogar e construir essa história fantástica.

    Responder
  26. Felipe

    Ele só precisa de mais um pouquinho para quebrar o recorde de semanas na liderança do Federer, o que pra mim é o mais importante recorde de todos (mais que o número de SLAMS), pois reflete o tempo de domínio sobre outros tenistas. Se ele segurar o número 1 mais uns 3 meses, ele quebra o recorde.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Quer façanha maior que SEIS Temporadas COSECUTIVAS como N 1 de Sampras e DUZENTAS e SETENTA Semanas CONSECUTIVAS como N 1 de FEDERER, caro Felipe . E’ mais fácil Rafa Nadal atingir 20 RG …rs . Abs!

      Responder
  27. periferia

    Os três jogadores….apesar de jogarem na mesma época…atingiram o ápice em anos diferentes…nunca saberemos se o Federer de 2006 venceria o Djokovic de 2015…ou o Nadal de 2010 (o mesmo vale para os outros dois)…

    O Federer de 2006 (foi finalista de 16 dos 17 torneios…ganhou 3 Slam…vice em outro…95-5 no ano).

    Nadal de 2010…(onde venceu 3 Slam em sequência…terminou como 1 do mundo)

    Djokovic de 2015 …(ganhou 3 Slam.. fez final no outro …venceu 11 torneios…teve 86-6 no ano).

    Obs: O Nadal de 2013 tem mais vitórias e títulos…porém foi muito mal na grama…prefiro o de 2010.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Jogaram sim na mesmo época, periferia. Mas não vi alguém SEIS anos mais velho continuar a ser tão competitivo a ponto de retornar ao N 1 com 36 e 1/2 em quaisquer época . Veremos como será daqui pra frente Rafa e Novak com Thiem e CIA … Abs!

      Responder
  28. Alessandro Siqueira

    O domínio de Djokovic de 2011 a 2020 aponta números jamais vistos em qualquer outra década da história do tênis. Só acho que a ATP CUP 2020 deveria ter sido considerada no tópico QUALIDADE DOS TÍTULOS, uma vez que deve substituir a Copa Davis de vez. De toda forma, mesmo deixando a Copa ATP de fora, a dominação já se mostra efusiva, para o desespero dos haters, que agora estão lançando mão de todas as conjunções adversativas no afã de diminuir os feitos do guerreiro dos Bálcãs.

    Em tempo, dando seguimento à contagem das semanas, já são 298 na conta. As 311 estão logo ali e em 08/03/2021 serão um marco histórico.

    Responder
      1. Carlos Reis

        Segue a DITADURA SANITÁRIA… Sabiam que a maravilhosa Chyna mandou cidadãos de Hong Kong para um campo de concentração, digo de “reeducação”!? Claro que mídia não te mostrou… É o que vai acontecer com pessoas que recusarem a maravilhosa va$S$ina que a incrível $iên$$ia diz ser A ÚNICA forma de se livrar da peste chynena, LAMENTÁVEL!

        Responder
        1. Alessandro Siqueira

          E o que você sugere? A Ivermectina, a cloroquina ou o ozônio via retal? Ou será que pular da borda da terra plana seria melhor? Aguentar negacionismo no Facebook é doído, mas lá tem um botão de bloqueio exclusão, então é fácil resolver. Complicado mesmo é quando eles caem de paraquedas em um espaço como o blog do tênis, sobretudo porque a temática é bastante clara: TÊNIS.

          Responder
  29. Vitor Hugo

    Novak poderia ter mais títulos de slam, mas conseguiu a proeza de ser bi vice de Stan e Murray em finais de slam. Aliás quatro atropelos para tenistas não pertencentes ao grupo do big 3.
    Wawrinka, em especial e com barriga de chopp, fizilou Novak em RG e U.S Open.

    Ágora, como o colega disse abaixo, também adoraria que Roger tivesse a mesma idade que Novak.
    Creio que 90% de quem acompanha o esporte sabe que Federer não teria perdido nenhuma em Wimbledon, teria uns 60 x 40 no h2h e mais títulos de slam, tranquilamente.

    Responder
    1. Paulo F.

      Só que Wawrinka e Murray são tenistas muito superiores às papinhas que um alentado tenista pegou, como Philipoussis, Baghdatis, González…

      Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Piorou então.

            Você sabe que foram ótimos tenistas (principalmente o Scud), mas EMPORCALHA a memória deles…

    2. Ricardo Goncalves Pacheco

      Victor Hugo, os números mostram que Novac é o melhor tenista da década e não que ele é invencível! O grande mérito dele foi “implodir” a prevalência Feder X Nadal, demonstrando que um é bom, dois é ótimo, mas três não é demais. Esse foi seu grande feito e para isso teve que se superar. Acredito que ele pode sim bater outros recordes, sendo que o de maior número de semanas como número 1 é só aguardar março de 2021. Já o número de Slams ele continua favorito no A0 (nunca perdeu uma final) e Wimbledom (ganhou 5 dos 9 disputados nesta década). superar nesse quesito Federer e Nadal vai depender de sua condição física, que em poucos momentos da carreira o deixou na mão, e técnica que continua excelente. Os desafios estão na rivalidade com Nadal ( Federer ainda pode surpreendê-lo, mas acho cada vez mais improvável) e com a ascensão dos next teens. O que acha Dalcim?

      Responder
    3. Willian Rodrigues

      Acho interessante essa afirmação de que “Federer NÃO teria perdido nenhuma partida em Wimbledon para Djokovic, caso ambos tivessem a mesma idade”. Como afirmar isso com tanta certeza??!!?
      Federer tinha um maior equilíbrio emocional, uma maior força mental quando mais jovem??! Ou sua fundamentação é baseada apenas no aspecto físico, que seria mais equiparado, caso tivessem a mesma idade? Lembrando que Federer demorou um pouquinho mais que Nadal e Djoko para vencer seu 1º slam…
      Se o suíço pegasse um Nadal precoce em 2002-2003 e um Djokovic atingindo seu auge por volta de 23.5 anos, sei não viu…
      Faço ainda a seguinte pergunta a todos que defendem essa ideia: NÃO SERIAM DUAS REALIDADES BEM DISTINTAS, se ambos tivessem a mesma idade, mas atingindo os seus respectivos auges como atletas entre 2004 e 2009, em detrimento ao período entre 2011 e 2016??
      Porque, excetuando-se o poderoso Rafa Nadal, temos que levar em conta as diferentes características dos oponentes nessas duas épocas distintas.
      Em minha modesta opinião, a galera do 1º e 2º escalão que atuou entre 2010 e 2016 foi mais técnica e resiliente: Murray, Del Potro, Wawrinka, Ferrer, Berdych…
      Creio que o suíço teria obtido ainda menos títulos de slam … Mas, fica tudo no “achismo”…

      Responder
    4. Alessandro Siqueira

      Efetivamente, o SE não joga. O fator idade que já foi favorável a Federer no início dos confrontos com Djokovic, hoje é desfavorável. Aliás, nem isso pode ser cravado com certeza. Federer teve anos de h2h negativo para Murray e só superou depois de bastante tempo. O que temos, objetivamente, são sucessivos confrontos entre profissionais que se colocam em condição de competir. A alegação de idade não deveria ser trazida à colação, JÁ QUE FEDERER NÃO É OBRIGADO A COMPETIR. Caso não se julgasse apto, bastaria ter feito como o SAFIN, que se retirou quando entendeu que não teria condições de competir com qualidade.

      Responder
    5. Thiago Silva

      Tô tentando lembrar quem o Stan eliminou nas quartas daquele Roland Garros que ele venceu, quem será que conseguiu a proeza de perder pra ele?

      Responder
  30. DANILO AFONSO

    POPULARIDADE BIG 3

    Nobres, quando sobra um tempinho vago, procuro “monitorar” alguns esportistas nas redes sociais, inclusive alguns tenistas. Desde 2018 posto aqui alguns dados estatísticos sobre a evolução de seguidores dos principais tenistas nas redes sociais.
    A contar do dia 24/09/20 resolvi fazer novamente um comparativo de seguidores do BIG3 da data citada até a presente data (intervalo de 75 dias).
    No intervalo apurado temos a seguinte quantidade de NOVOS seguidores no facebook ( maior e mais representativa rede social) :

    Djokovic – 453.035 seguidores
    Nadal – 415.148 seguidores
    Federer – 355.481 seguidores

    Tais números representam crescimento de 5,02% do número total de seguidores do Djokovic (9.467.469), 2,87% do NADAL do total seguidores (14.878.398) e aumento de 1,99% do total de seguidores do Federer (18.203.612).
    Por curiosidade busquei separar a pesquisa após o término desta temporada, apurando o intervalo pequeno entre 02/12 a 08/12, tendo chegado ao seguinte quantitativo de novos seguidores no facebook:

    Djokovic – 16.674
    Federer – 6.887
    Nadal – 5.269

    Na primeira vez que fiz esse comparativo no facebook no final de 2012, Federer tinha quase 9 vezes mais seguidores que Djokovic e Nadal pouco mais de 4 vezes mais seguidores que o sérvio.
    Apresentei esses dados recentes em um grupo de Whatsaap que participo com professores e alunos de tênis, e um dos membros ficou impressionado como Federer consegue aumentar significativamente a quantidade de seguidores mesmo afastado do circuito e não sendo mais dominante.

    Expliquei que em razão da grande quantidade de torcedores do Federer pelo mundo e por tudo que ele representa para o tênis, mesmo ele não sendo mais dominante no circuito e afastado do circuito como este ano, ele permanecerá crescendo sua legião de fã. A influência de alguém da família ou amigos que torcem para o Federer ou de um círculo de praticantes do tênis com muitos fãs do suíço, influência positivamente na obtenção de novos fãs. Fazendo um comparativo com o futebol, o Flamengo passou décadas sem ganhar títulos relevantes, mas em razão dos milhões de torcedores, estes influenciaram na capitalização de novos torcedores com as novas gerações.
    Em um comparativo no mundo das finanças, Federer já está se beneficiando dos “juros compostos”, não sendo necessário aportes regulares e significativos (títulos relevantes) para permanecer tendo aumento exponenciais do número de torcedores. Isso inclusive acontecerá quando se aposentar.

    Djokovic que ano a ano vem tirando a grande diferença frente a dupla Fedal no número de seguidores, acredito que após superar o espetacular recorde de semanas na liderança do ranking, que é o segundo recorde em visibilidade, bem como se continuar a se destacar nos próximos 3 anos, acelerará mais ainda o crescimento do seu número de torcedores.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Dados vazios, vagos, inconfiaveis…. Nunca vi um partida entre Federer x Novak ou Nadal x Djokovic em o sérvio tinha pelo menos 20% dos presentes torcendo para ele. E é no estádio que a real é mostrada.
      Inclusive vi vários e vários jogos Novak x outro que não Nadal e Federer que a maioria estava com o rival. Vários e vários jogos.
      A questão do sérvio é que joga feio, é um péssimo exemplo dentro e fora das quadras…. Acredito que muitos pais de família(que gostam de tênis) ensinem desde cedo o filho(a) a não torcer para o sérvio pois é um péssimo exemplo para os mais jovens como já foi dito por várias pessoas.
      Sendo assim, pelos motivos citados por mim, sua torcida continua inexpressiva se comparada a de Roger e Rafa.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Querido VITOR HUGO, algumas vez apresentei aqui dados falsos ?? Não ganharia nada com isso.

        As informações que passo aqui são no sentido de demonstrar algumas percepções equivocadas que muitas vezes temos quando não fazemos uma pesquisa detalhada utilizando dados estatísticos irrefutáveis. Os números que apresentei acima só demonstram que essa baboseira de carisma e comportamento do sérvio não influencia tanto como alguns pensam, pois a quantidade de torcedores cresce rápido e continuamente.

        E olha que no intervalo que apurei, o sérvio não ganhou nenhum torneio, diferentemente do NADAL que ganhou RG e mesmo assim capitalizou menos torcedores que o sérvio.

        Será que é tão difícil para você reparar que na grande maioria das vezes você se passa por ridículo no blog criticando o sérvio ??
        Há anos você critica o sérvio utilizando de vários nicks para se acobertar no anonimato. Faça como eu, utilize aqui o mesmo nome do facebook (portal tênis brasil). Oferece mais credibilidade ao autor da postagem.

        No início da pandemia, quando você estava lúcido após sofre duras críticas dos membros do blog, você brilhantemente escreveu que o DJKOVIC era uma LENDA e que era o mais completo de todos tenistas. Infelizmente em poucos dias voltou a propagar o mesmo comportamento tão criticado por muitos.

        Quem sabe futuramente teremos a honra, quando você novamente colocar a cabeça no lugar, que essas críticas ridículas acerca do comportamento do sérvio foram mais uma das várias asneiras que você escreveu ao longo destes anos.

        Só espero que seu amadurecimento e lucidez não esteja condicionado a um curto espaço de tempo em uma nova pandemia.

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Quem passa ridículo é vc tentando empurrar goela abaixo dos outros suas teorias, estatísticas(deturpando, claro) e usando opiniões do Dalcim quando é conveniente pra vc.
          Aliás, Danilo ou Lobovic????

          Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Ah, for God sake, man!

      (rs)

      Agora o desespero dos nolistas é tamanho que projeta o Djokovic alcançando a popularidade da dupla Fedal, baseado nesses números inócuos de novos inscritos em redes sociais?

      Deixa eu ser mais prático e refrescar a sua memoria um pouquinho: Wimbledon 2019 – lotação máxima do estádio atingida.

      A torcida em peso com o suíço, e praticamente só a família do sérvio ou algum gato pingado, gritando pelo sérvio.

      kkkkkkkkkk

      Esses são os fatos!

      Djoko alcançando a popularidade de Federer e Nadal?

      Veja nesse vídeo a minha avaliação sobre isso:

      https://www.youtube.com/watch?v=FP_vjGSKMYo

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        RODRIGO, já expliquei outra vez o motivo dessa diferença de torcida nos estádios, principalmente em Wimbledon.

        Não sei se você já foi em algum SLAM ou se procura reparar no público dos estádios enquanto assiste na TV.
        Eu que já fui em alguns SLAMs, tanto nas primeiras rodadas quanto na reta final dos torneios, inclusive em final, fica claro diferença da média de idade do público conforme o torneio vai se afunilando. No início do torneio geralmente temos um público mais jovem e mais animado, e na semifinal e final temos muitos adultos e idosos.

        Os ingressos nos Slam na reta final são caríssimos, principalmente em Wimbledon em razão dos poucos assentos e sócios cativos. Em razão do alto custo dos ingressos nos Slams, é normal que o público com idade mais avançada seja predominante no estádio, pois é essa faixa etário que encontramos pessoas já com maior poder aquisitivo com condições de comprar ingressos tão caros sem comprometer a renda, o que geralmente não acontece com os jovens.

        Como FEDERER despontou para o público muito antes do DJOKVOVIC de 2011, é evidente que a grande maioria do público seja fã do suíço desde dos seus tempos áureos, diferentemente do sérvio que tem muitos torcedores jovens que passaram a ser fã dele apenas nesta década vitoriosa.

        Logo, não me surpreende que a final de Wimbledon 2019 e em outros Slams na reta final, Federer tenha a grande maioria de torcedores a seu favor, pois, conforme disse, predominantemente temos muitas pessoas acima de 40 anos e idosos que são torcedores do suíço desde da década passada.

        Essa situação da média de idade superior nos grandes eventos acontece não só no tênis. Na champions League o público no início do torneio é composto de muitos jovens, já na final com ingressos caríssimos o público é diferente. Nos grandes duelos no boxe em Las Vegas é a mesma coisa em razão dos preços dos ingressos inflacionados.

        Diferentemente do que você pensa, as redes sociais são sim um termômetro da popularidade dos esportistas, queira ou não. A grande maioria das pessoas acompanham seus ídolos nas redes sociais. Se você comparar o números de seguidores dos clubes nacionais, você verá que a popularidade não foge da realidade das pesquisa recentes dos institutos.

        Se no facebook Djokovic tem “apenas” a metade do número de seguidores do Federer, no INSTAGRAN que tem cerca de 50% de jovens abaixo de 30 anos, a diferença de seguidores do Djokovic e Federer é muito menor.

        FEDERER – 8 milhões
        DJOKOVIC – 7,8 milhões

        Se fosse realizado uma pesquisa de popularidade apenas com pessoas abaixo de 35 anos, pode ter certeza que Djokovic teria muito mais torcida que o suíço, pois a maioria dos torcedores desta faixa etária, modinha ou não, passaram a torcer para o sérvio porque passou a dominar o circuito nesta década.

        Dito isso, pode ter certeza que se na final de Wimbledon 2019 o público fosse predominantemente jovem, a torcida na sua maioria torceria para o sérvio, e na pior das hipóteses seria dividida.

        Responder
        1. Gildokson

          Danilo, cuidado com esse negócio de medir popularidade por instagram, a Kyle Jenner por exemplo tem 10 vezes mais seguidores que o Ronaldo Fenômeno por exemplo, e quase o dobro do Neymar. Você acha mesmo que ela é mais popular no mundo do que eles?

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            Gildokson, o Instagran é útil apenas para mensurar a tendência de popularidade entre o público jovem, faixa etária onde concentra os seus usuários. Lembrando que a minha pesquisa foi no Facebook que é um rede social com 3 bilhões de usuários e com melhor representatividade nas várias faixas etárias.

            Ronalso Fenômeno tem 10 vezes menos seguidores que a Kyle Jenner no Instagran porque ele já se aposentou há muito tempo e porque o público jovem do instagran procura por celebridades atuais que estão em evidência. Não tem como comparar Neymar e Kyle Jenmer, pois são celebridades de nichos bem distintos.

            O comparativo que fiz do BIG3 não gera distorção, pois todos estão na ativa e são do mesmo segmento (esporte).

        2. Rodrigo S. Cruz

          Aham.

          Belíssimo malabarismo mental esse teu, Danilão.

          O problema é que o suíço sempre terá mais fãs do que o sérvio, e por larga margem.

          Abs.

          Responder
  31. Luiz Fabriciano

    Sensacional!
    E antes de mais nada, o Mestre Dalcim não está determinando um GOAT. Está apresentando o resultado de uma, uma apenas, década.
    Há quem já está cobrando os mesmos resultados para a próxima e dizendo que esses números nadam querem dizer. Como assim???
    Como disse o mesmo Djokovic na coletiva pós AO 2019 para um jornalista italiano: “Not so bad!”, complemento eu: para um bagre, passador de bolas, modorrento e assassino de juízes.

    Responder
  32. José

    Fiquei pensando esses dias se algum dia alguém vai superar os números destes 3 tenistas gigantescos. Fiquei bastante tempo achando ser impossível, mas se pensarmos bem, caso surja alguém do nível de um deles e esteja “sozinho”, ele pode sim bater os recordes, sem tanta dificuldade.

    Imaginemos quantos Slams Federer teria se não existisse Nadal e Djokovic. Pelo menos mais uns 10 ele teria, tranquilamente. E o mesmo se aplica aos outros dois.

    Mas claro que o simples fato de eles serem contemporâneos, os faz ter mais “garra” para disputar os títulos e serem melhores e é bem difícil alguém no nível deles surgir nos próximos anos. Mas se surgir “sozinho”, deve bater todos os recordes.

    O que acha Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Como diria meu velho professor de Educação Física, recordes existem para serem quebrados. Então nada é impossível no esporte, José. Mas obviamente que será preciso um longo tempo para que alguém consiga isso.

      Responder
    2. Marcelo Morais

      Jose, concordo com vc que a rivalidade os fez superatletas. Sobretudo por serem 3 praticamente ao mesmo tempo. Uma coisa tenho certeza, vamos ter muita saudade desse tempo.

      Responder
  33. Luiz Fernando

    Nossa qui é informação a todo momento, não sabia q o Rubinho tinha o mesmo numero de títulos mundiais q o Schumi kkkk. Também não sabia q nas corridas disputadas entre ambos Rubinho venceu a maioria; claro, também não sabia q Schumi era fregues de caderneta do brasileiro kkkk. Aqui é ou não é diversão garantida kkkkk…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Que o Schumacher tenha sido um piloto superior ao Rubinho, ninguém discute.

      O problema é que o alemão se comportava como se NÃO FOSSE!

      Já que exigia um contrato ridículo que literalmente escravizava o Rubens, e vedava qualquer disputa interna…

      E quem no fundo dava as cartas na Ferrari era o próprio Schumacher, e não o Ross Brown.

      Assim fica fácil, concorda?

      Pelo exposto, por mais que se diga que o alemão vencesse de qualquer forma, os números dele foram inflados.

      Abs.

      Responder
      1. Gildokson

        Sempre que vejo o nome desse cara sendo citado aqui eu tenho vontade de dizer oq vou dizer agora mas sempre me contive. Rodrigo resumiu bem o que era o alemão. Esse cara era sujo! E o Rubinho foi burro em pensar só em dinheiro e ficar tanto tempo na Ferrari sendo capacho desse atirador de carros em cima de adversários.

        Responder
          1. Paulo F.

            Além de vitimista, tira conclusões precipitadas e sabe-se lá de onde.
            Como me acusar de anti-Senna só por quê disse que ele atirou carro para cima de Prost, já que acusaram Schumacher disso para demonizar o alemão.
            Além de concluir, sem nenhum fato ou elemento para isso, de qua nunca tinha visto as papinhas que deram os fáceis títulos de Federer em GS (Söderling, Gonzalez, Baghdatis e Philipoussis).

          2. Rodrigo S. Cruz

            Paulo,

            você também se precipitou em escrever que eu achava o Schumacher ruim, lembra?

            Quanto a ser vitimista é fácil pra você falar, cara.

            Já que pimenta nos olhos alheios é refresco.

            Mas se algum desafeto teu jogasse tão sujo a ponto de fakes para atacar a tua imagem, o que você diria?

            Tenho certeza que iria “chorar” bastante também.

            Abs.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Que vigarismo intelectual é esse, homem?

          Você pode apontar onde foi que você me viu falando que o Schumi era ruim?

          Se você nunca tem conhecimento para opinar sobre assunto nenhum, deveria ficar calado.

          Do contrário fica parecendo um BOT que ao menor registro de postagem federista, tenta ser do contra…

          Responder
      2. Luiz Fernando

        Números inflados kkkk. Ele foi um piloto espetacular q fez, por sua habilidade, os números serem inflados, com isso eu concordo. Foi um dos poucos q venceu titulo mundial com carro inferior ao do adversário (venceu a Mclaren Mercedes em 2000), ao lado de Stewart em 1973 (venceu a Lotus Ford) e Senna em 1991 (venceu a Williams Renault). Agora teve atitudes erradas, a exemplo de Prost e Senna, igualmente campeões ao provocar batidas nos adversários…

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Mas os números foram inflados sim,cara, isso é um fato.

          Até os números do Hamilton eu também considero inflados.

          Porque sem o melhor carro, ninguém ganha nada na Fórmula 1, salvo as exceções que você pontuou.

          E o Hamilton sempre pilotou carros invencíveis e teve companheiros de equipe medíocres…

          Só que no caso do Schumacher a coisa se agrava:

          além dos carros invencíveis e dos teammates medíocres, ele tinha os privilégios que eu já mencionei.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Até tu Rodrigo ? Alonso foi batido por Hamilton como seu companheiro estreando em 2007 . Perdeu o campeonato por um ponto para a Ferrari de Kimi . Desde quando o Bi-Campeão era medíocre ? No ano seguinte sem ter o melhor carro levou seu primeiro título dando o troco pra cima da dobradinha da Ferrari. Depois substituiu Schumi na Mercedes e acabou com a carreira de quem vinha surrando o Alemão três anos consecutivos … Abs!

          2. Rodrigo S. Cruz

            Alonso medíocre?

            Jamais!

            O espanhol foi um dos melhores pilotos da Fórmula 1, tanto que bateu o Schumacher duas vezes.

            Mas o Hamilton no ano que superou o espanhol com o mesmo carro (2007), não ficou com o título lembra?

            Fez uma lambança na última corrida, e perdeu o título pro Kimi Raikkonen.

        2. Sérgio Ribeiro

          Só que não satisfeito com o que fez com Damon Hill no ano da morte de Senna , resolveu repetir com Villeneuve a seguir. Perdeu TODOS os pontos do Campeonato, algo inédito e que nunca mais aconteceu . Foi batido duas vezes seguidas por Alonso mesmo tendo vencido as mesmas 7 provas ( 2006 ) do Espanhol . Retorna em 2009 na Mercedes e apanha três anos consecutivos de Nico Rosberg , futuro Campeão Mundial que não resistiu a Hamilton na mesma equipe. Abs!

          Responder
  34. Leomar

    Obviamente que os números de Djoko são fantásticos, mas o Nadal na minha opinião têm números “maiores” e “melhores”, maiores, ganhou ouro olímpico em simples em piso que não é sua predileção, ganhou finais de grande slam nos pisos dos seus principais concorrentes a GOAT, ganhou salvo engano 20 de 28 finais de slam, nunca levaram ele ao 5 set em finais de Roland Garros, loucura,e claro é tido como saibrista qualquer, foi o jogador que mais se lesionou dentre os três grande.Não sei quanto a vocês, mas dos 3 , na minha opinião quem tem mais dificuldade de vencer membros da next teen e terá um 2021 mais difícil é o Djoko.

    Responder
  35. Miguel BsB

    Grande texto Dalcim!
    Realmente, não há argumentos contra fatos…Djokovic foi o soberano nesta década, Nadal em segundo e Federer em 3…
    Na década passada, Federer foi o maior, seguido de Nadal e bem atrás Djokovic, que só faturou um Slam e realmente demorou um pouco mais pra quebrar a hegemonia Fedal.
    Nadal, apesar de não ter sido soberano em nenhuma das décadas (obviamente descontado o saibro), mas ter sido um grande campeão em ambas, conseguiu na média se tornar o maior campeão de Slams ao lado do suíço.
    Vejam. Djokovic pra se tornar o maior vencedor de slams da história, terá que praticamente repetir o feito de Roger nesta década. Vencer 4 Slams já na sua fase de descenso físico, nos seus 30 e tantos anos…

    Responder
    1. Miguel BsB

      Caso, é claro, que seus maiores rivais não vençam mais. Ainda acho que o Federer pode tentar mais um em Wimbledon, neste ano de volta, e Nadal deve vencer mais em RG…
      Mas acho que em 2021 essa turma Thiem, Medvedev, Tsisipas, Rublev, e talvez Zverev vão vencer Slams e derrotar os big 3 pelo caminho.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O Federer (com o físico em dia) tem uns 40% de chance no Australian Open, palco favorito do Djokovic.

        Tem chance também no Us Open.

        Porém, as últimas edições foram bastante azaradas não só para ele, mas principalmente para o sérvio…

        E por último Wimbledon, onde é consenso que o suíço tem mais chance, apesar do Djokovic continuar sendo um entrave.

        Só reforçando que o Federer é favorito contra o Nadal nos 3 palcos, mas também pode dar muito trabalho pro sérvio…

        Responder
        1. Miguel BsB

          Rodrigo, muito difícil afirmar isso sem sabermos ao certo como esta o físico e os joelhos do Maestro…eu acho difícil ele voltar voando como foi em 2017, com quase 40 anos e mais 2 cirurgias…
          Mas, como eternizou o Dalcim uma vez: jamais duvide de Roger Federer!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Ah sim.

            Sem dúvida, Miguel.

            O que eu escrevi acima foi partindo do pressuposto de que o Roger retorne com o físico em 100%.

            Abs.

    2. DANILO AFONSO

      Ótimo comentário Miguel !!

      A única diferença é que Federer iniciou esta década com 29 anos e Djokovic já terá que carregar seus 33 anos.

      Responder
  36. Rafael

    Achei os comentários desta pasta muito bons até o momento em que estou postando isso, de um modo geral. Tanto os pró como os contra Djokovic. Finalmente as pessoas estão procurando demonstrar argumentos para embasar suas teses, ainda que um ou outro ainda cometa algum deslize de fã, perfeitamente desculpável.

    Sinceramente, nunca imaginei que Djoko chegaria aonde chegou. Lembro de ter postado uma vez – não sei se antes ou depois de ele ganhar RG, que se fosse ele me aposentaria após completar o quadro de slams. Isso só mostra a diferença entre eu e ele. O cara continuou perseguindo recordes e aumentou expressivamente seu No. de slams, masters 1000, semanas na liderança, etc. Um gigante.

    O mesmo sobre Nadal. Melhorou muito a parte técnica, tornando-se um tenista de belíssimas jogadas de difícil execução. E detém, na minha opinião, o maior feito isolado do tênis e que nunca será igualado: 13 slams em RG (e contando). Sei que vão dizer que 8 em Wimbledon, o principal palco do tênis é mais valioso, etc, mas Roger vem seguido de outros de perto (Sampras com 7, etc). Nadal não tem concorrência à vista, é o soberano do saibro mais inquestionável da história.

    O mesmo sobre o tenista Roger. É simplesmente inacreditável como domina a técnica do tênis com aparente facilidade, como dominou o circuito por tanto tempo através de gerações e, principalmente, é de tal forma magnífico (como tenista) que se manteve competitivo até a última partida que fez antes das recentes cirurgias, já longe do auge.

    O único senão de tudo isso é que esse período de ouro está acabando ou entrando na fase final para os 3. Mas como já disse em outra oportunidade, espero boa diversão proporcionada pelos tenistas que os seguirão.

    Saúde a todos.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Impecável comentário.

      Na escrita e no conteúdo.

      Bem que os xiitas da ala fanática poderiam se inspirar num post assim.

      Só para variar…

      Responder
  37. periferia

    O Professor de tênis.

    Castelo estava em dificuldades…não conseguia pagar a pensão em que morava…vivia sem dinheiro.
    Foi quando leu no jornal um anúncio…
    “Precisa-se de professor de tênis ”
    Estava ali uma colocação que não teria muitos concorrentes…o problema é que Castelo não entendia nada sobre tênis.
    Passou na Biblioteca Nacional … leu alguns livros sobre o esporte…e seguiu para o endereço do anúncio.
    Era um casa enorme…na sala uma galeria de retratos de homens com barbas em molduras douradas.
    Na casa vivia o Barão de Jacuecanga…um senhor que estava na última etapa da vida…ainda tinha muita influência na sociedade da época.
    Conversou longamente com o Barão…ele não entendia nada sobre o esporte (ufa..suspirou Castelo).
    Mas gostaria de aprender (descobriu que o pai havia jogado tênis quando jovem).
    Seria uma homenagem ao pai.
    O Barão não aguentava se levantar…estava muito velho…o aprendizado consistia em explicações sobre o esporte…Castelo enganava bem.
    Os dias foram passando…
    O Barão estava muito contente…tão contente que indicou Castelo para diretoria da CBT.
    Ninguém percebeu que ele não era um especialista.
    Com o tempo Castelo virou presidente da
    CBT.
    Um homem muito respeitado, admirado e muito rico (o Barão deixou uma bela herança para ele).
    Em seu imponente escritório…Castelo pensava numa nova meta…
    – Preciso aprender Javanês.

    Responder
  38. Alison Cordeiro

    A combinação de predicados de Djokovic (técnica, força mental, resistência física) permitiu a ele sair da sombra da dupla Fedal e firmar-se como um dos melhores do esporte. Foi um longo e árduo caminho, mas a determinação e o foco fizeram a diferença. O domínio na década em que Federer e Nadal seguiram relevantes no cenário do tênis foi a prova que Nole prosperou contra os maiores de sua era.

    Mais alguns títulos ainda o aguardam, mas é visível que ele é movido por essa rivalidade contra o suiço e o espanhol. O que faz sentido. Eles eram as maiores estrelas do tênis, dividiam a ribalta e viram o sérvio superá-los com regularidade, equivalendo-se a ambos. Contra a nova geração esse apelo não existe. Perder para Thiem e Medvedev é diferente de perder para Nadal e Federer.

    Parabéns a Nole por ser tão fabuloso. Comecei a acompanhá-lo e a torcer para ele em 2007, ainda coadjuvante, e tive o prazer de ver sua ascensão e vibrar com vitórias sensacionais. Confesso que torci muitas vezes como um torcedor de futebol, ficando nervoso, às vezes decepcionado (poucas derrotas doeram tanto como a final de RG de 2015 contra Stanimal) e vibrando feito louco em outras (não dá para esquecer a final épica de WB contra Federer, com aqueles famosos dois match-points contra).

    Tive a felicidade se ser brindado pelo textos sensacionais de Dalcim durante todo esse tempo e pelas ótimas discussões e provocações dos participantes do blog. Aprendi a amar e a “odiar” as opiniões sensacionalistas e parciais dos colegas na defesa de seus preferidos. Tem sido divertido demais. Espero que a nova geração traga a mesma acalorada discussão na eterna controvérsia do GOAT, esse mítico ser que todos idealizam no seu tenista preferido, mas que para mim, é nada mais do que uma boa dicussão de boteco.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Alison, você escreveu uma coisa aqui que não havia percebido ainda, mas que concordo.
      Perder para Thiem ou Medvedev realmente não é como perder para Federer ou Nadal. Não importa tanto.

      Responder
  39. Jonas

    É realmente um tédio essa ausência momentânea dos melhores torneios do mundo. Agora só em 2021, sabendo que o Australian Open deve ser adiado, infelizmente.

    Gostaria de parabenizar o Medvedev pelo torneio gigante que a pouco conquistou. Foi dominante , consistente e frio. Resta saber como atuará em torneios de Grand Slam, que exigem muito mais da parte física e mental.

    Djokovic vem jogando muito abaixo e não merecia chegar à final. Não apresentou problemas físicos, mas foi irregular e falhou em big points. Seu objetivo certamente é ganhar mais alguns Slams e a medalha de ouro. Pra isso acontecer vai precisar jogar mais, não tem jeito.

    Em relação ao assunto do post, é ate difícil acrescentar algo. Djokovic foi, de longe, o melhor tenista da década. O sérvio tem 33 anos e é o rei do tênis desde os 23. Quebrou a hegemonia Fedal em 2011 e caminhava para ganhar tudo, até que baixou demais o nível a partir do segundo semestre de 2016. Voltou a um nível aceitável apenas no segunda metade de 2018. Escolhas erradas do sérvio custaram a ele alguns torneios.

    O que acho mais impressionante é saber que Djokovic fez tudo isso com Federer e Nadal em altíssimo nível. Federer ainda tinha 29 anos em 2011 quando começou a ser amplamente dominado pelo sérvio, enquanto Nadal é da mesma geração que Djoko.

    Outro feito absurdo é o domínio sobre top 10. Djokovic tem 176 vitórias (nesta década) contra 131 de Federer (2001 a 2010). Como o sérvio continua em altíssimo nível, deve inflar ainda mais esses números.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Também acho que ele terminou o ano jogando muito abaixo: pouca potência nos golpes e decisões equivocadas nos pontos vermelhos. No entanto, bateu o Zverev e perdeu pro Thiem no detalhe mesmo assim.

      Não sei se a Covid deixou alguma sequela no Djoko, pelo menos alguma coisa que o comprometa em uma partida de alto nível. Espero que não, senão vai ser muito difícil atingir seus objetivos.

      O restante do comentário está irrepreensível e não tenho nada a acrescentar.

      Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Uai, querendo que o cara prove que seu domínio na década seguinte. Rsss.
          Seria a prova do quão grande ele é?
          Ninguém na história fez isso.

          Responder
  40. Paulo Almeida

    Não há muito o que falar, apenas aceitar os fatos.

    O maior e melhor de todos os tempos DjokoGOAT ganhou 16 Slams e vai bater as 300 semanas na ponta na era mais difícil do tênis, ou seja, os últimos 10 anos. Nada de depender de bagres como Roddick, Hewitt, Baghdatis, Blake, González, Philippoussis e outros para dominar uma era.

    O choro e o desespero são livres.

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Não, ele é um cracaço que pratica um tênis fabuloso e, graças a isso, chicoteia os rivais.

        Entretanto, como já disse, o choro e o desespero com o rei do tênis são livres.

        Responder
          1. Paulo Almeida

            Sim, bem mais do que o freguesaço 21×10 no h2h que vive do golpe de palhaço de circo slice, hahaha!

            Piece of cake!

          2. Rodrigo S. Cruz

            Bom,

            mas o que você faz é isso daí mesmo – difamar o que você não pode superar.

            Se o Djokovic é inferior no slice, o slice é coisa de palhaço.

            Ótimo argumento!

            kkkkkk

      2. Alessandro Siqueira

        Paradoxal, não? Um bagre com a maior quantidade de títulos em qualquer década na história do tênis, tudo isso tendo Federer e Nadal como os principais rivais. Ah, vale lembrar que Federer começou a década com 29 anos, idade que Djoko já superou de há muito. Está mais do que na hora, então, de se parar com a tentativa de relativização dos números em razão da idade.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Óbvio que foi só uma provocação.

          Já que a ala “apelona” se sente tão confortável em chamar tenistas como Roddick e “The Scud” de bagres…

          Responder
  41. Daniel Moreira

    Os números não mentem: Djokovic é o cara! Meu filho de seis anos deu nome ao cachorrinho de Djoko, pq começou a ver tênis agora! Os bonequinhos dele têm Djoko no nome enfrentando vilões chamado Nadal, Zverev etc. Minha filha de três gosta do meu boné do “xoco”. Enfim, isso prova que, pelo menos para as minhas crianças, a cara desta década É ele. Gosto de todos os bons tenistas, mas é inegável que nas finais e grandes jogos o Djoko está presente, por isso o nome dele está sempre circulando por aqui.

    Resta aos que o odeiam, pq ele atrapalhou a festa, o menosprezar com critérios altamente subjetivos, como carisma, caráter, etc. Essas coisas não se medem e são totalmente injustas, pq nos não temos o privilégios de conviver com os gênios pessoalmente, de modo que não sabemos suas personalidades verdadeiras.

    Gostar ou não é pessoal, todos têm direito de escolher seus preferidos. Negar a realidade, dizendo que nem top cinco o cara é, aí já é devaneio e muita coragem. Precisa disso para fale tal coisa em público sem ficar com a face rubra.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ele atrapalhou qual festa caríssimo Daniel ? Evidente que seus filhos não tem culpa do pai não lhes explicar que Rafa Nadal e’ apenas um aninho mais velho que o Sérvio. E que a diferença de TRÊS SLAM é mantida desde 2007 . Pois o Sérvio teve a capacidade de perder DEZ FINAIS de SLAM de lá até 2020. Com direito a mais uma surra humilhante em RG . Continua TRÊS SLAM atrás de seus principais oponentes . Sem choro! rs . Abs!

      Responder
      1. Alessandro Siqueira

        Pior do que a surra que o sérvio tomou em 2020, só mesmo a sova tomada por um certo alpino em junho de 2008: 6/1, 6/3 e 6/0. Como se não bastasse, uma coça em dois atos. Um em RG, quintal da casa do espanhol, e outro no All England Club, que até seria posse, detenção e propriedade de um certo suíço.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Que surra , mané. Jura ? É considerada entre as TRÊS melhores partidas da história . Vai procurar tua turma cumpadre . Tivemos 9 x 7 no quinto Set rs . Abs!

          Responder
          1. Alessandro Siqueira

            Primeiro veio a surra de cinta em RG. Depois, com Inês já morta, a pá de cal em Wimbledon. Depois, como se não bastasse, ainda tivemos um terceiro ato no Aberto da Austrália em 2009, local onde o choro alpino parecia uma cena de novela mexicana.

      2. Paulo F.

        Só que nessa surra humilhante em RG de 2020, ainda assim Djokovic fez mais games no segundo set do que o incriticável Roger Feder fez em TODA A PARTIDA da final de RG 2008.

        Responder
  42. Thiago Silva

    O Federer dominou a década da entressafra, até o Rafa amadurecer e o Murray e o Djokovic aparecerem, depois começou a minguar os títulos. Qualquer um dos três que tivesse alcançado o auge em 2003 e jogado contra aquele monte de tenista mediano até 2007 teria acumulado um monte de recorde no período.

    Responder
    1. Jonas

      Nadal ainda amadureceu rápido. Em 2008 já era um tenista muito mais completo que nos anos anteriores.

      Já Djokovic apresentou evolução absurda a partir de 2011.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Na boa , meu caro do Site TênisBrasil. Tu já eras nascido ? Ou repetes essa asneira por ser modinha ? . Em 2003 , Agassi voltou ao N 1 . E Roddick , Safin e Hewitt encaravam Sampras , Agassi e GUGA desde 2000 de igual . Os dois primeiros venceram o USOPEN 2000 e 2001 em Sets diretos pra cima de Pistol Pete Sampras . Em 2004 , Rafa Nadal já bateu Federer no MATERS 1000 de Miami. E virou N 2 já no ano seguinte. A verdade é que o Craque Suíço sobrava muito pra cima de qualquer um . Sampras em 2001 sentiu na pele em Wimbledon. As FINAIS de SLAM vencida pra cima de outros , se deveu a queda precoce do Big 3 já formado em 2007 , em uma Série de Torneios Tops até 2010. Um pouquinho de pesquisa não faz mal a ninguém , antes de optar em pagar mico junto com alguns membros da Kombi rs , Abs!

      Responder
      1. Thiago Silva

        Roddick, Safin e Hewitt eram beeeeeem meia boca comparado com o Big4, ganharam do Sampras em 2000 e depois fizeram mais o que? Os três mais “fortes” da geração do Federer ganharam 5 slams somados todos. Continua usando a vitória isolada do Rafa em 2004 de um torneio que ele nem venceu pra fingir que não existiu entressafra, mesmo sabendo que eles só foram se enfrentar na quadra dura em slams lá em 2009 que foi quando o Rafa começou a jogar bem os slams das hards. Sobrava pra cima de qualquer um em 2001 só porque ganhou do Sampras? Por que então ele não foi campeão daquela edição? Então o Stakhovsky sobrava pra cima de qualquer um em 2013 porque ganhou do Federer em Wimbledon? O Big3 em 2007 era com um tenista no auge, um verde na quadra dura e outro adolescente despontando.
        Pagar mico é fazer malabarismo pra fingir que fazer final de slam com Baghdatis não é prova de que houve uma entressafra.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Jura ? Hewitt foi o mais jovem N 1 do Mundo com Sampras e Agassi com apenas 30 anos em 2001. E repetiu em 2002 . Agassi retornou ao posto em 2003 e depois Roddick . Em 2004 Federer assumiu de vez. Rafa Nadal em 2005 já possuía um SLAM e 5 MASTER 1000 sendo DOIS nas duras . GUGA conseguiu isso na carreira inteira. Quantos FINALS Hewitt venceu ? Mais que Murray , Wawrinka e Del Potro. Safin sem comentários. Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Ps . Quem o mane’ acha que caiu antes da FINAL com o Cipriota. Pesquise , mané . Vai se surpreender … Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            No mesmo MASTER 1000 de Miami 2005 ” o Feto ” somente caiu na FINAL em 5 Sets para Federer. Bateu Agassi na FINAL do MASTER 1000 do Canadá e em 5 Sets Ljubicic na FINAl do MASTER de Madri ( dura ) . Levou 11 ATPs no ano e teve tempo de bater Guillermo Coria nas duras do ATP 500 da China . Realmente fraquinho o ” Feto ” quando atingiu o N 2 do Mundo neste ano. Abs!

          3. Thiago Silva

            Rafa ganhou 5 títulos na quadra dura num espaço de 4 anos na estressafra. 2 Masters é muito pouco pra narrativa que você quer criar pra dizer que ele batia de frente com o Federer na quadra dura. O Sampras em 2001 não era nem sombra do que foi no auge, tanto que logo se aposentou. Olha as perebas que o Hewitt venceu nas finais dos Finals, Ferrero foi outro que aproveitou a entressafra pra vencer um slam, tivesse nascido um pouco mais tarde não tinha vencido nenhum e Grosjean pffff

          4. Sérgio Ribeiro

            Uma bobagem atrás da outra , meu caro. Pete Sampras , fraquinho como diz o comentarista, se aposentou no ano seguinte no ato de vencer seu último SLAM . O USOPEN 2002 pra cima de seu maior oponente André Agassi em 4 Sets … Abs!

    3. Gildokson

      Teu comentário é tão sem noção que só do Murray o Federer ganhou as 3 finais de Slam que disputou.
      Vou te fazer uma pergunta. Você considera o Wawrinka e o Murray tão melhores que Roddick, Hewitt e Safin? Por exemplo?
      Djokovic perdeu Slans para eles, o que não considero demérito algum, mas ja exemplifica bem o tamanho da baboseira que tu acabou de escrever aí em cima.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Jura que você sabe mesmo o que significa entressafra ? Ou aprendeu a repetir com aqueles teus ” especialistas ” lá do face TênisBrasil ? Federer acabou com uma invencibilidade de 31 jogos de Pistol Pete numa Grama rapidíssima . Ele tinha 7 Títulos . Se aposentou no ano seguinte. Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            E daí ? No ano seguinte aos 20 virou TOP 6 e em 2003 virou TOP 2 . Não foi precoce como Hewitt e Nadal mais assumiu 0 N 1 de 2004 a 2008 . Retomando o Posto ao Final de 2009. Abs!

  43. Hendrix

    Lembro de ter lido algo similar há alguns meses nesse site sobre a década do sérvio. Não há como não reconhecer o excepcional trabalho de Djokovic e seus resultados. O rapaz é um fenômeno nas quadras.

    Uma pena que lhe faltem a dignidade e o caráter de outras lendas do esporte, como seus colegas de Big 3 e outros como Ali, Lebron, Hamilton, Brady, etc, que entenderam muito bem que a relevância do papel de um ídolo mundial fora das quadras é tão grande quanto dentro delas.

    Responder
    1. Alexandre marques

      Que comentário ridículo. Djokovic promove diversas ações e trabalhos sociais , e um cidadão que está buscando o bem de sua categoria, mesmo estando no auge. Questionar o caráter dele por algum erro, e de uma falta de noção realidade absurda. Espero que você se meça da mesma forma que avalia outras pessoas.

      Responder
      1. Hendrix

        Alexandre, ridícula é a sua total falta de capacidade interpretativa de um texto bastante simples. A palavra caráter usada não significa que ele tenha um caráter ruim a ponto de ser alguém que comete crimes sistematicamente.
        O que escrevi foi que lhe faltam dignidade e caráter para entender seu papel de referência para crianças e fãs mundo agora, como diversos outros atletas de visibilidade mundial (citados na mensagem) o fazem sistematicamente. Isso na verdade é algo que já é latente há diversos anos em vários posicionamentos e atitudes seus extra-quadra, e é algo muito triste.

        Responder
      1. Hendrix

        Luis Fabriciano, diversas atitudes e posicionamentos demonstram sua visão obscura da realidade:

        1) Negacionista da ciência – já deu diversas declarações controversas sobre a pandemia, e também sobre vacinação que pode salvar a vida de milhões de pessoas mundo afora nos próximos anos.

        2) Adria Tour 2020 – organizou um tour irresponsável na Europa em meio ao pico da pandemia, onde não houve implementação de medidas mínimas de segurança a atletas e fãs, e terminou por contaminar inúmeras pessoas.

        3) Atitude em quadra – demonstra constante destempero quebrando raquetes e resmungando como um menino mimado, quando não vai além sendo inconsequente como foi no US Open arriscando machucar uma pessoa em quadra. Péssimo exemplo para crianças.

        4) Falta de posicionamento + ativo em questões comuns – costuma não se posicionar de forma clara sobre questões sociais, mesmo sendo no1 do. mundo em um esporte de alta visibilidade e em um momento central da história da humanidade. Isso reitera uma posição de omissão e/ou conivência com tudo que ocorre atualmente, diferente do que muitos atletas é personalidades de sua visibilidade fazem.

        5) Atiltudes a frente de organizações de jogadores – num momento de caos pandemico busca desagregar ao invés de unir, como deveria ser feito. Para piorar, tem dado declarações estranhas como ex. sobre importância do trabalho de juízes de linha, insinuando que estes deveriam ser eliminados do jogo. Tudo isso em meio a maior recessão econômica do mundo pós 2 guerra mundial, onde o desemprego escala em níveis assustadores. No mínimo sem noção demais.

        6) Timidez em projetos sociais de sua fundação – acompanho o trabalho social incrível feito, como ex., por Rafa Nadal em sua fundação na Espanha, tanto pela Internet quanto em estandes no Australian Open quando vou em Janeiro, e percebo o quanto esse projeto é parte essencial da vida dele. No caso do sérvio isso passa a impressão de ser algo protocolar, nem de longe encarado com a paixão e entrega do espanhol a sua fundação. O mesmo se aplica ao que Lebron James ou Lewis Hamilton tem feito, como outros exemplos similares.

        Apresentei 6 evidências sobre meu desapontamento com o sérvio Luís, se quiser podemos discutir um pouco mais sobre, estou a disposição.

        Abraços.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Sinto muito, mas não dá.
          Tudo o que o cara faz de positivo ainda é menor do que quebrar suas raquetes.
          Não vi nenhum exemplo de falta de carácter ou dignidade. Essas história de exemplo para crianças é longa demais.
          Ao que me consta, uma das críticas mais duras ao sérvio na atualidade é de se posicionar demais, ao contrário de timidez em emitir opiniões.
          Alguns colegas seus já disseram o quanto ele tenta ajudar, por trás das câmeras. Mas não é Nadal nem Federer. Justificado.
          Obrigado pelo posicionamento.

          Responder
  44. Luiz Henrique

    Pra mim oq mais me impressiona no Djoko, n são nem esses números.
    É ele ter ganhado 3 do Federer salvando MP em semis/finais de GS.
    Por mais q eu tenha argumentos pra defender Nadal como Goat (enfim, todos vão ter seus critérios), mas qdo lembro dessas vitórias de Djoko…
    Tem que respeitar

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Ou então uma leitura diferente, né:

      a de que considerável parcela dos seus Grand Slams ainda pode ser creditada à SORTE.

      Mesmo enfrentando um Federer longe do auge e envelhecido, precisou salvar matchpoints e vencer sem convencer.

      Por muito pouco o suíço não soma 23 Slams deixando uns 14 com o Boneco de Posto…

      kkkkk

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Envelhecido ??

        Rodrigo, no US OPEN 2010 e 2011 FEDERER tinha 29 e 30 anos, respectivamente.

        Nadal e Djokovic provaram para todos que com 29 e 30 anos não houve declínio físico significativo.

        É tão difícil aceitar o óbvio excelência ??

        Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Rss.
            Mas não foi mesmo.
            Quem é considerado o jogador com melhor devolução de saque da história?
            Precisa responder não. Federer já devia saber que somente um ace o salvaria da derrota, pois já havia sofrido pós-match points em duas semis de GS antes.
            Sorte seria a bola cantando como um ace, os dois irem à rede para o aperto de mãos e o Hawk-eye apontar como fora, pela metade de um fio de cabelo. Voltarem ao jogo e o resultado ser o que já sabemos.
            Azar ele teve no US Open, quando já havia quebrado o Busta com uma bola fora desse, teve que voltar ao jogo, pois o sistema eletrônico indicou como boa, à pedido do espanhol. Voltaram e o resto já sabemos também.

          2. Luiz Henrique

            Cagada? Não sei…
            O cara conseguiu uma passada milimétrica na linha 2 anos seguidos, uma contra Nadal no break point no 7 a 7 no anterior, e uma salvando MP contra Federer.
            O nome disso é mito mesmo…

  45. Barocos

    Dalcim,

    Parabéns pelo ótimo artigo, fará muito bem aos torcedores fanáticos dos membros do Big3. Os números falam por si, não há como negar, os 3 são realmente espetaculares.

    No meio de toda a balbúrdia que anda dominando as notícias, é muito bom ler um texto com uma análise imparcial e de qualidade, mais uma prova do grande profissional que você é.

    Torço muito pelo sérvio, mas confesso que gostava mais do Djokovic dos anos finais da década passada e início da atual, quando ele era um sujeito brincalhão, arriscava mais e batia na bola com mais vontade, mas entendo que um jogo um pouco mais cauteloso seja mais recompensador na conquista de títulos.

    Na expectativa para ver o que o próximo ano nos traz.

    Saúde e paz.

    Responder
  46. periferia

    Olá Dalcim

    Hoje passei no extra da marginal Pinheiros …deparei com quatro quadras de tênis, cinco de beach tênis e uma de paddel tennis.
    Parece que é um novo empreendimento do um empresário chamado Ricardo Camargo.
    Um espaço lindo …quadras maravilhosas (fui olhar de perto).
    Dizem que além das quadras terá um espaço gastronômico.
    Ainda não foi inaugurando….sabe de algo?
    (Vi que tem uma reportagem no site de algo parecido no Hotel Transamerica).

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é o mesmo grupo que dirigia a antiga Unisys Arena, que aliás ficava exatamente ao lado. Aproveitaram o espaço do Extra para recuperar um bom espaço. A inauguração estava prevista para agora, dezembro.

      Responder
  47. Vitor Hugo

    Gosto de lembrar que, Federer com 32, 33 anos teve que enfrentar jogadores do mesmo nível competitivo(Nadal e Novak) bem mais jovens, 26, 27, no auge físico e técnico.
    Quais jogadores de 26, 27 anos Novak tem que enfrentar agora?! Thiem, Medvedev e etc…. Jogadores excelentes, mais longe de estarem no nível do sérvio ou espanhol.
    Zverev e Tsipas, mais jovens ainda, também não são do mesmo nível(e nunca serão) do big 3.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E lembrando também que o Djokovic com 32 anos hoje, tem 1 BILHÃO DE VEZES mais preparo físico do que o Tsitsipas, com 22!

      kkkkkkkk

      Imagina então o quanto sérvio não voava coma idade de 27.

      Pois é, caríssimos – não tem discussão:

      como bem destaca o Bruno abaixo- o Djoko é quem vive a real entressafra da qual acusam o Federer, na tentativa de diminui-lo.

      O feitiço acaba voltando para o feiticeiro, não tem jeito!

      kkkkkkkk

      Responder
  48. DANILO AFONSO

    O MAIOR DOMÍNIO EM UMA DÉCADA

    Analisando as estatísticas desde 1970, período posterior ao início da era aberta, DJOKOVIC alcançou o maior domínio em uma década quando reunimos e comparamos os principais recordes das outras lendas deste esporte nas décadas em que tiveram suas melhores estatísticas e performance.

    Vejamos os números que demonstram essa constatação:

    SLAM
    Djokovic – 16
    Federer – 16 (2001 a 2010)
    Sampras – 13 (1991 a 2000)

    SEMANAS N. 1
    Djokovic – 301 (28/12/2020)
    Sampras – 286
    Federer – 285

    OUTROS BIG TITLES (Masters/Finals)
    Djokovic – 35
    Federer – 22 (2001 a 2010)
    Nadal – 18 (2001 a 2010)
    Nadal – 17 (2011 a 2020)

    APROVEITAMENTO DE VITÓRIAS
    Djokovic – 87,6%
    Federer – 84,8 (década 2001 a 2010)
    Nadal – 84,07 (década 2011 a 2020)

    Temporadas n. 1
    Djokovic – 6
    Sampras – 6
    Federer – 5
    Connors – 5

    H2H CONTRA SEUS PRINCIPAIS RIVAIS (+ de 10 jogos na década)
    Djokovic – H2H positivo contra todos oponentes
    Sampras – H2H positivo contra todos oponentes
    Lendl – H2H negativo contra Becker (8-9) entre 1981 a 1990.
    Federer – retrospecto negativo contra Nadal (8-14) e Murray (6-8) na década passada.
    Connors – retrospecto negativo contra Nastase (10-15) e Borg (8-12) entre 1971 e 1980.

    VITÓRIAS TENISTAS TOP 10
    Djokovic – 176 (nesta década)
    Lendl – 132 (1981 a 1990)
    Federer – 131 (2001 a 2010)
    Sampras – 106 (1991 a 2000)

    Djokovic que já tinha conquista em 2015 o maior domínio em uma temporada após os feitos de LAVER, agora pode ser orgulhar, quando colocamos na balança o comparativo das principais estatísticas, que é, sem dúvida, o maior tenista em uma década desde o surgimento deste esporte.

    Esta estatística foi trabalhosa e iria lançar na última semana do ano, mas como o mestre Dalcim tocou no assunto, resolvi antecipar a postagem.

    Saudações Tenísticas !!!

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Na época do Sampras, não existia padronização dos pisos. Vencer nas hards e grama era mais difícil do que é hj em dia.

      Já Federer jogou alguns anos nas quadras antes da padronização(e ganhou vários títulos) e depois também. É o único do big 3 a vencer troféus de slam antes e depois da transformação dos pisos.

      Então, na minha opinião, tanto os feitos de Sampras quanto os de Federer são maiores que os de Novak.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Padronização de pisos = Mimimi.
        Todos jogam nos pisos existentes. Ninguém pediu um piso à sua cara. Aliás, dizem que Federer exigiu isso em um torneio (duvido).
        Dizem que Nadal exige isso para o Finals (jamais foi atendido).

        Responder
        1. Luiz Henrique

          A única padronização de piso que existe é dos pisos rápidos (ou seja, todos que não sejam saibro).
          Dizer que Djoko leva vantagem em relação a Sampras por conta disso é um bullshit completo.
          Na verdade, quem obviamente leva desvantagem ao relação aos pisos são Bjorn Borg, Gustavo Kuerten, Rafael Nadal, etc.
          Pra quem não entendeu, sugiro a leitura deste artigo:
          Scientific Standards …
          In the 21st Century, some physicists who work with the International Tennis Federation (ITF) and Association of Tennis Professionals (ATP) had devised a Court Pace Index (CPI), to have an objective standard to measure court behaviour, instead of just relying on the always-contradicting opinions of the players every year.
          In this CPI scale, hard courts and grass courts are often seen to overlap heavily in the scalar quantity of the 30s, while clay is usually in the lower 20s and high 10s.
          Using this heuristic to have an overview of the 4 slams:
          • 1 slam is played in the CPI range of 15–30 (French Open)
          • 3 are played in the CPI range of 30–45 (AO, Wimbledon, USO).
          All 3 surfaces fluctuate slightly, based on the grit used in the paint, the clay, and the grass blades, but their figures are almost always in the range mentioned, further proving their relative homogeneity.
          Using a thicker clay at one of the 3 non-clay slams, one could get it as low as CPI 15, and create a truly balanced slam circuit. Or one could go back to the U.S. Open’s rubico clay, which would be somewhere between 20-30 (the U.S. Open was played on that clay from 1975–77).
          Spanish lefty Manuel Orantes defeating Connors on rubico clay, for the 1975 U.S. Open title:
          But that won’t happen because sport is not based on idealism, but on business and the subjective biases of the wealthier crowds — especially Americans, who loathe clay w.r.t. the other major tennis nations. So we’ll probably never have an objective circuit, and we’ll have reduce ourselves to using math and logic to recognize objectivity.
          Back to the point …
          So, reinterpreting your question, Nadal has 18 slams, of which 12 have come in the slower microcosm, and 6 in the quicker one.
          On paper, this is a more surface versatile configuration than the other two GOAT-candidates of his time: Federer (1, 19) and Djokovic (1, 15).
          Now, if there was a fairer distribution of the two broad types of microcosms, I’m sure Federer and Djokovic could improve their numbers in the slower microcosm i.e. in an ideal configuration of 2 slams in the quicker one, and 2 in the slower one, they’d have double the opportunities that they have now, to succeed in the slower one. I could see them get 1–4 slams each on the 2 different slam clay surfaces.
          However, their slams in the quicker microcosm would take a beating, and instead of winning 19 and 15 respectively, they would win around 33% less each.
          Nadal’s 6 slams in the quicker microcosm would also decrease to 1–4, but his overall numbers would improve far more, as he would dominate the other slam in the slower microcosm, as is his wont.
          His clay win% would drop slightly, as dominating a larger set of matches will create more chances for drops in form, but he would still be the most dominant player overall. I do not expect anything like his absurd 98% win-loss ratio at the French Open, but I could see him break 90% at both clay slams.
          You just have to look at the slam conversion rates (‘titles’ divided by ‘number of attempts’ at those events) of the Big 3 to understand that Nadal in the slower microcosm is like Michael Phelps in the 2008 Olympic pool. I’ve also added some yesteryear greats for comparison.
          Slam conversion rate in Court Pace Index 30-45:
          1. Novak Djokovic: 15/43 = 34.88%
          2. Roger Federer: 19/58 = 32.20%
          3. Bjorn Borg: 5/16 = 31.25%
          4. Jimmy Connors: 7/42 = 16.67%
          5. Andre Agassi: 7/44 = 15.90%
          6. Rafael Nadal: 6/42 = 14.29%
          7. Mats Wilander: 4/32 = 12.50%
          8. Ivan Lendl: 5/42 = 11.90%
          Slam conversion rate in Court Pace Index 15-30:
          1. Rafael Nadal: 12/15 = 80.00%
          2. Bjorn Borg: 6/11 = 54.55%
          3. Mats Wilander: 3/12 = 25.00%
          4. Ivan Lendl: 3/15 = 20.00%
          5. Novak Djokovic: 1/15 = 6.67%
          6. Jimmy Connors: 1/16 = 6.25%
          7. Andre Agassi: 1/17 = 5.88%
          8. Roger Federer: 1/18 = 5.56%
          Extrapolating this mathematically, for every 50 slams attempted in each CPI range …
          1. Nadal: 47 slams (7, 40)
          2. Borg: 43 slams (16, 27)
          3. Djokovic: 20 slams (17, 3)
          4. Wilander: 19 slams (6, 13)
          5. Federer: 19 slams (16, 3)
          6. Lendl: 16 slams (6, 10)
          7. Connors: 11 slams (8, 3)
          8. Agassi: 11 slams (8, 3)
          This is, of course, mathematical i.e. not real.

          Responder
        2. Sérgio Ribeiro

          Errado : A padronização fez com que jogadores de outro estilo como Saque – Voleio fossem desaparecendo do circuito . Estás cansado de saber que jogadores com uma preparação de golpes mais ampla ( a lá Rafa Nadal ) , teriam grandes dificuldades nas quadras rapidíssimas de outrora , principalmente na Grama e Carpete. Federer precisou se ajustar , mas dá ainda umas aulas nas rapidíssimas Grama e Indoor . E ainda e’ Hepta em Cincy . Isso não tem nada de mimimi . Agora , acredito que o Sérvio teria menos problemas de adaptação. Embora tenha demorado uma eternidade pra vencer Cincinnati e não apareça mais nos ATP 500 de Halle e Queen’s. Prefere ir direto para o Saibro Verde atual de Wimbledon rs . Chega sempre invicto rs … Abs!

          Responder
    1. Luiz Henrique

      Não entendi. Na década passada um ganhou 16 e o outro 9, e vc diz q dominaram juntos. Na outra um ganhou 16 e o outro 11, e dominou sozinho?

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Só no “fanatic planet” mesmo para achar que 7 Grand Slams possam valer menos do que “confrontinho” direto.

          Enfim, pode ficar com essa porcaria então…

          kkkkkk

          Responder
  49. Fernando

    Lemos tantas baboseiras de torcedores fanáticos! Nada como números incontestáveis para mostrar a grandeza do Nole! E Nadal também é enorme! Federer idem! E viva o Big 3! Viva o tênis!

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Realmente.
      17 GS.
      Vamos aos membros da entressafra:
      AO 2008: Jo Wilfried Tsonga;
      AO 2011: Andy Murray;
      WI 2011: Rafael Nadal;
      US 2011: Rafael Nadal;
      AO 2012: Rafael Nadal;
      AO 2013: Andy Murray;
      AO 2014: Andy Murray;
      WI 2014: Roger Federer;
      WI 2015: Roger Federer;
      US 2015: Roger Federer;
      AO 2016: Andy Murray;
      RG 2016: Andy Murray;
      WI 2018: Kevin Anderson *
      US 2018: Del Potro;
      AO 2019: Rafael Nadal;
      WI 2019: Roger Federer *
      AO 2020: Dominic Thiem

      Responder
  50. Roger

    Inegável dizer que o tênis ficou extremamente físico de uns 15-10 anos pra cá. Isso favoreceu os atletas que suportavam os jogos de 4h em super alta intensidade e saiam andando na sequência como se nada tivesse acontecido. Vejam que o Federer após 2010/ 2011 passou vários anos cambaleando com o seu físico. Mérito do sérvio que percebeu isto, e desenvolveu aquele tênis robótico mas que pode ser disputado por horas e horas sem apresentar muita variação de performance . E é óbvio que isso faz diferença, principalmente em GSs: chegar bem em uma bola decisiva no 4o ou 5o set como se fosse o 1o, não não é pra qualquer um.

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Irritante esse mimimi do físico.
      Quer acompanhar algum esporte que o físico não tenha importância? A gnt se diverte.
      Melhor ver novela

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não é mimimi, é fato.

        Sem o físico descomunal, o Djokovic não teria metade dos Grand Slams que ele tem.

        E tampouco aquela frieza característica nos momentos-chave…

        Responder
        1. Alessandro Siqueira

          E por que não tem um físico melhor? Porque bebe sempre que tem vontade, adora pizzas e outras orgias gastronômicas. Djoko tem culpa se alguns colegas não têm disciplina alimentar e se deixam o condicionamento físico de lado? Na boa, deveria haver limite para o despropósito.

          Responder
    2. Marcelo Costa

      Então o tenis mudou, e mudou muito, quando eu comecei no final da década de 90 a bola andava muito menos se corria muito menos, e havia menos troca de bolas, hoje eu treino manter constância no fundo batendo na bola com a maior intensidade possível por mais tempo possível. Seu argumento do físico serve para todos os esportes, um jogador de futebol, corre 30% mais que há 20 anos atrás por exemplo, posso citar outros esportes mas não é necessário.
      O Sérvio, é a síntese deste tenis moderno, físico, intenso e mental, joguei nos dois formatos, e hoje é muito mais difícil jogar, é necessário cabeça, corpo e até alma para se jogar, antes os pontos terminavam super rápido. Cuidado ao tentar brigar com os números, eles são frios mas trazem a verdade, sobre jogar feio, ou bonito é tão subjetivo, pois, salvar um 15X40 em wb contra o rei da grama, não tem nada de feio.

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Federer ganhou AO em 2017 e 2018. No primeiro levou três jogos de 5 sets em sequência.
      Nem ele acha que o físico o deixou na mão. Apenas seus fãs.

      Responder
      1. Bruno

        Quem falou que ele não tem físico?
        Tá maluco ,brother ?
        Esportista de alto rendimento que não tem um condicionamento,não é ninguém.
        Lógico que uns ,tem mais que outros ,no caso o Djokovic.
        Segundo ,Dacio Campos ,o sérvio ,sem o excelente condicionamento físico ,seria um jogador comum.

        Responder
        1. Luiz Henrique

          Os 2 maiores mimimis que existem são: físico e velocidades das quadras. Haja choradeira.
          Entressafra tb é bullshit, mas é bem menos ruim do que os 2 acima.
          Haja apelação. Se acha teu tenista melhor, acha e pronto.
          Agora mimimi de físico e que a velocidade das quadras mudou…puts…

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          Eu não disse que ele não tem. Disse apenas que a cantilena do físico poderia ser dispensada.
          E Dácio Campos disse e repetiu, até aqui no Podcast recentemente que Djokovic é o mais completo tenista que ele já viu.

          Responder
    4. Marcelo Morais

      Não consigo entender sobre o físico, WB ano passado foram mais de 5 horas e não vi nem suor em Federer, mas é Djoko que tem um super físico?

      Responder
  51. Dário

    Muito bom comentário é feliz de poder acompanhar estas 3 feras da história do tênis. Que o Federer consiga se recuperar e jogar 2021 no top Five e que Nadal e Nole nos premie com pelo menos 3 anos neste nível.

    Dos 3, sou menos fã do Nadal, mas admiro, ter sido o que mais se desenvolveu tecnicamente. Até 2015 vencia pela força, na segunda metade da década se aproximou tecnicamente nas outras quadras, além de se tornar praticamente imbatível no saibro.

    Responder
  52. Vitor Hugo

    É preciso dizer que, se Novak jogar até uns 37, 38 anos, a tendência é que os números e % de vitórias sofram uma queda vertiginosa, pois, pelo menos em melhor de 3 sets, o sérvio não está tão dominante e se tornando freguês de tenistas mais jovens, vide Medvedev e Thiem, que tem dominado o sérvio nos últimos jogos e estão evoluindo.

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Em 2011 o que mais tinha era gente dizendo q Nadal e Djokovic não jogariam aos 30.
      Essas previsões de longevidade são uma vergonha alheia.
      Pra ser justo, teve umas com Federer tb q erraram feio.
      Um dia acertam, de tanto chutar

      Responder
  53. Paulo Ricardo

    Dalcim,

    caso Nadal ganhe 1 grand slam ou termine no número 1 nos próximos será a primeira vez que teremos um tenista (masculino ou feminino) com esse feito em 3 décadas diferentes?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Serena já ganhou Slam em 3 décadas diferentes, Paulo. Portanto, Nadal, Djokovic e Federer poderiam igualá-la. Quanto a atingir o número 1 em três décadas, Nadal e Federer podem tentar o feito inédito.

      Responder
  54. EDSON VIEIRA

    Djoko não é o mais admirado como atleta e pessoa. Demonstra as vezes sua raiva e outras por suas falas Mas os números mostram que ele é muito competitivo. Onde leva vantagem com os principais rivais- Nadal e Federer. É indiscutível sua competência dentro de quadra. Sua gana por recordes é formidável, engrandecendo a disputa pelo GOAT. É ainda mais novo que todos. Chegará a mais de mil vitórias e igualará os Slams.
    Uma curiosidade Dalcim, tem como infromar a quantidade de vitórias nesta década entre o Big 3.

    Responder
  55. Daniel Zaitz

    Dalcim,

    Acho que uma comparação legal a ser feita seria os top 5 anos entre Djoko x Federer x Nadal x Outros Top de outras gerações. Os mesmos dados que você comparou. Isso daria visibilidade a quem foi o melhor no seu auge. Acredito que olhando assim teríamos o Federer destacado, daí porquê muitos acham ele o melhor de todos os tempos. Fica a sugestão.

    Abs

    Responder
      1. Daniel Zaitz

        Minha sugestão foi uma comparação de números de títulos, % de vitórias e estatísticas entre os big 3 + algum outro jogador top de outra época, em seus 5 melhores anos. Por exemplo, como será que os números de Federer entre 2003 e 2008 se comparam com os números de Djokovic entre 2011 e 2016? Fazendo uma análise assim, o impacto geração seria reduzido, já que o Djokovic não surgiu nos anos aureos do Federer (apesar do Federer ainda ter sido top 3 durante os anos de domínio de Djokovic).

        Um abraço, e muito obrigado pelo excelente trabalho e conteúdos expostos ao longo de 2020.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Entendi, Daniel, e vou avaliar isso com carinho. No entanto, sempre temos um problema de difícil solução: os adversários não são os mesmos. E há diferença significativa entre as eras, principalmente no que tange à velocidade dos pisos e das bolas. Um tenista dos anos 80 ou 90 teve muito maior dificuldade na transição de pisos, porque eles eram realmente distintos. Jogar no saibro com bolas enormes ou no carpete coberto com bolas lisas eram universos radicalmente opostos. Abração!

          Responder
          1. Daniel Zaitz

            Concordo, por isso existiam mais especialistas, e ganhar RG e Wimbledon e o Masters de fim de ano era um feito e tanto.
            Obrigado pela resposta, abracos.

    1. Marco

      Mas o período do Djokovic e do Nadal tem como adversários destacados o big four.
      O do Federer tem no máximo o Nadal em um par de anos, isso gera um grande impacto em termos de importância do domínio.

      Responder
  56. WALDIR DOS SANTOS

    até que enfim um elogio ao djoko, foi pelos comentarios que no brasil a maioria torce pelo djoko, menos os pretenços comentarista de todos os canais,VEJA OS TITULOS DOS TRES DESDE QUE O DJOKO ENTROU NO CIRCUITO, É DEVASTADOR….POR FAVOR COMENTE, POR FAVOR…..POR FAVOR…ESTOU ESPERANDO

    Responder
  57. Vitor Hugo

    Números conquistados em sua maioria com Federer já com mais de 30 anos, longe do auge.

    Novak já tem cravado seu nome na história. Está entre os 10 maiores e melhores, mas não entre os cinco, conforme eu já expliquei direitinho várias vezes…

    Como foi falado no post anterior, Novak está longe de ser completo. Smash fraco, slice ruim, não faz saque-vôleio, dificuldade bizarra pra fazer um approach…. Não é completo. Muito longe disso.

    Bom, em breve teremos a volta de Roger, maior vencedor de big tittles(finals e slam) , maior vencedor de slam, maior vencedor em Wimbledon, único tenista a vencer Wimbledon e u.s open por cinco anos seguidos….. O MAIOR, MELHOR, MAIS COMPLETO, O GOAT, Roger Federer!

    Responder
  58. Sérgio Ribeiro

    Sem dúvidas grandes marcas do Sérvio Novak Djokovic . Mas como o Esporte não vive somente de UMA década , o fato de ter demorado a amadurecer o faz precisar já aos 33 , ralar muito para ultrapassar seus principais concorrentes . Mas quem admira seu estilo de muito físico pode sim ter algumas esperanças … rs .Abs!

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  59. Leonardo Fagundes

    Os Fanaticos do Djokovic vão querer me crucificar, mas por mais fantastica que tenha sido a década de 2011-2020, us tultimos anos, entre 2017 a 2020, não miostram o mesmo dominio do incio da década. Nesse periodo, Djokovic ganhou 5GS e Nadal ganhou 6. E Djokovic está cada vez mais ameaçado pela nova geração. Tem H2H positivo contra Thiem 7-5, mas perdeu 5 das ultimas 7, e 4-3 contra Medvedev, mas perdeu 3 das ultimas 4.
    Djokovic ainda está com 100% das suas forças, e pode empatar o jogo de GS em 2020, mas se tiver um 2021 relativamente modesto, como foi 2020, a corrida pelo GOAT pode se complicar para ele. Fanatismos a parte, o numero de GS ainda é o fator mais importante na consideração do GOAT. Vamos ver o que 2021 e 2022 nos reservam. Não só de Djokovic, mas de Nadal, Federer, e dessa nova geração que está mais perto que nunca.

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  60. Daniel C

    Na minha opinião, é incontestavelmente, um grande vencedor, com estilo de jogo muito eficiente para conquistar resultados. Nada além disso. Se formos considerar outros fatores como técnica, comportamento dentro e fora das quadras, carisma, graça do estilo de jogo, etc, sua importância história começa a despencar e fica atrás de muitos outros.

    E sobre esse período de conquistas, eu acho válido separar em dois: 2011-2016, onde ele de fato, jogou muito, e 2017-2020 onde suas conquistas, a meu ver, se deveu a falta de concorrência (Federer envelhecido, Murray, Delpo e Wawrinka sofrendo com lesões, e gerações mais novas que não emplacaram.

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    1. Vitor Hugo

      Vc foi perfeito, Daniel! O primeiro parágrafo é exatamente como eu penso. É o motivo de Novak não estar entre os maiores da história. Não tem tanta importância para o esporte.

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    2. Thiago Silva

      O Federer envelhecido ganhou 3 slams entre 2017 e 2018, bem na época que o Djokovic se lesionou, o sérvio só foi voltar a jogar bem em WB 2018. Del Potro tava em ótima forma em 2018, tanto que chegou a final do US Open e não conseguiu fazer nada, faria diferença se ele tivesse jogado em 2019 e 20? duvido muito. Murray sempre foi quenga do sérvio, também não acho que ia mudar quase nada se tivesse jogado nesses 4 anos, talvez tirasse um slam e uns 2 Masters, mas só.

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    3. DANILO AFONSO

      Nobre Daniel, também é incontestável que alguns números do FEDERER foram alcançados duelando com excelentes e bons tenistas, mas longe do nível que Nadal e Djokovic impuseram ao suíço anos depois. Tanto é que bastou Nadal elevar o nível em outros pisos (WB 2008 e AO 2009) e Djokovic em 2008 que o domínio do suíço caiu drasticamente mesmo com 27 e 28 anos.

      E não é apenas eu que estou falando isso. Sampras e Wilander já se manifestaram neste sentido.

      Quem acompanha o blog desde da década passada, nos tempos áureos do Federer, leu vários textos do DALCIM citando que finalmente o suíço tinha encontrado resistência nos seus pisos favoritos, isso após a ascensão do sérvio e melhor adaptação do Nadal no piso duro e grama.

      Vou refrescar novamente alguns texto do Dalcim que já citei em outras oportunidades:

      UMA NOVA VIDA PARA O TÊNIS MASCULINO
      25/01/2008 às 13h18 – por José Nilton Dalcim

      “Se alguém ainda duvidava que Roger Federer veria maiores dificuldades para manter sua hegemonia em 2008, a semifinal deste sábado em Melbourne serviu para comprovar que acabou mesmo sua vida fácil. Se no saibro a barreira é Rafael Nadal, no piso sintético surge agora o fantasma de Novak Djokovic. Ruim para os torcedores do suíço, excelente para o tênis.
      Federer não jogou obviamente 100% do que pode neste sábado e isso não é uma desculpa, porém uma constatação: ou ele chega perto da perfeição, ou não conseguirá mais levar vantagem contra Djokovic no piso duro.”

      CONSIDERAÇÕES SOBRE O DURO 2008 DE FEDERER
      30/01/2008 às 19h52 – por José Nilton Dalcim
      (…)
      “Talvez falte dizer que Federer encontrou realmente dois obstáculos pelo caminho e que Rafael Nadal, no saibro, e Novak Djokovic, no piso sintético.”

      “Sinceramente, penso que Djokovic seja um osso mais duro de roer, porque o sérvio oferece menores “buracos” do que Nadal e é bem mais versátil. Além disso, ganha confiança e maturidade a cada dia. Tem um saque potencialmente eficiente, muita solidez nos dois lados do fundo, perigosos contra-ataques e sabe subir à rede. Para neutralizá-lo, o suíço precisa JOGAR O SEU MELHOR TÊNIS OU CONTAR COM A SORTE .”
      (…)

      Daniel, se você não achar suficiente, posso citar mais textos antigos, com destaque para o NADAL após WB 2008 e AO 2009.
      Eu não tenho dúvida que se Nadal e Djokovic fossem da mesma idade do suíço quando este dominou o circuito, ele nunca chegaria nas 237 semanas seguidas e conquistaria tantos títulos de SLAM se Nadal e Djokovic apresentassem o mesmo nível de tênis de anos depois. O nível de alternância da liderança seria grande tamanho é nível dos 3 tenistas e nos Slam Federer não teria conquistado tantos em sequencia em Wimbledon e US OPEN.

      Outra realidade que você e os demais torcedores não podem ignorar: Os Slams do suíço entre 2017 e 2018 foram conquistados com ausência competitiva do seu maior rival na grama e hard, o sérvio. Ou você realmente acredita que o limitado CILIC ofereceria mais resistência que o sérvio no WB 2017 e AO 2018. Até mesmo o Nadal que perdeu no AO 2017 não tem como comparar com o nível do sérvio na Austrália. Federer poderia até ganhar um dos 3 títulos, mas nunca os três.

      Enfim, o que você afirma como “incontestável” sem analisar outros períodos do tênis, bem como parcialidade e hostilidade com o sérvio, fragiliza o seu discurso.

      Entre o que você afirma e o que pensa o SAMPRAS, WILANDER e DALCIM, fico com o trio.

      Saudações Tenísticas !!!

      Responder
      1. Daniel C

        Danilo, é óbvio que você vai ficar com o discurso daqueles que enaltecem o sérvio, afinal você é fã dele. E eu não tenho intenção de convencer alguém ou ser o dono da verdade, apenas quis manifestar a minha opinião (inclusive repare nas primeiras palavras da minha publicação)

        No fundo, fã é sempre igual. Puxa sardinha para seu tenista predileto, mesmo aqueles que tentam disfarçar e passar a imagem de serem “isentos”. Mas eu não ligo em querer parecer ponderado. Eu digo o que penso, e na minha opinião, Federer está vários degraus acima de Nadal e Djokovic, e que os números não refletem essa realidade. Acho que considerando o que cada um mostrou ao longo da carreira, os números do Federer estão incompatíveis (para menos) e os de seus rivais incompatíveis no sentido contrário.

        Mas obviamente, vc não verá nenhuma celebridade ou jornalista sério alinhado com minhas opiniões, pois isso seria um assassinato de reputação e credibilidade. Quem é do meio, deve se embasar nos números e não ficar na subjetividade, e eu estou em paz com isso, assim como estou em paz que o Federer pode perder seus recordes mesmo tendo sido o melhor jogador disparado (de novo, na minha opinião).

        Abs

        Responder
      2. Gildokson

        Danilo, deixa eu te perguntar uma coisa. O Djokovic não entrou na chave do AO 2017? 18??
        Eu sei que em WB 2017 ele teve contusão, mas você está usando no teu discurso algo que vocês tanto condenam nos discursos do Vitor por exemplo.
        Quer dizer que pra você se Nadal e Djokovic tivessem a mesma idade do Federer ele não teria aquele caminhão de semanas na liderança e nem tantos WB e Us? Pois eu vou te falar… não sei os outros federistas, mas eu, como eu adoraria que os três tivessem a mesma idade… como eu queria viu. Aliás, acho que seria melhor ainda se o Djokovic fosse o veterano que encarou outra geração e o Federer fosse o menino que chegou depois pra desafia-lo. É muito engraçado como vocês fingem não ver que no quesito cronológico quem se deu bem foram Djokovic e Nadal, só aqui nesse blog que ser um atleta 6 anos mais velho que seus desafiantes é melhor do que ser mais novo que eles.
        Abs!!!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Não faz assim , Vitor . Ai você quebra o “ Nobre “ . Ainda mais que o Norte-americano ao ser batido pelo Craque se aposentou no ano seguinte. E deixou Safin , Hewitt, Roddick , Agassi e CIA por conta de Federer . E Wilander é o rei disparado das asneiras entre todos os especialistas. Em 2016 o Sueco afirmou que não dava mais pro Suíço a nível de SLAM … rs . Abs!

          Responder
    4. Rodrigo S. Cruz

      Exatamente.

      E o rendimento físico do Federer caiu muito em algumas decisões que ele travou com o Djokovic.

      Isso facilitou bastante algumas vitórias do sérvio.

      É aquela estória: cada um foi dominante no seu auge.

      Hoje o auge é vivido pelo sérvio…

      Responder
  61. Aurélio Passos

    Grande texto! Os recordes gerais são:

    ATP SIMPLES: Connors (109), Federer (103), Lendl (94), Nadal (86), Djokovic (81), McEnroe (77), Borg (64), Sampras (64), Villas (62), Agassi (60). BRASILEIRO: Guga (20)
    ATP DUPLAS: Mike Bryan (124), Bob Bryan (119), Nestor (91), Woodbridge (83), McEnroe (71), Okker (69), Woodforde (67. BRASILEIRO: Marcelo Melo (35).

    CHALLENGER SIMPLES: Yen-Hsun Lu (29), Dudi Sela (23), Paolo Lorenzi (21), Carlos Berlocq (19), Go Soeda (18). BRASILEIRO: Ricardo Mello (15).
    CHALLENGER DUPLAS: Sanchai Ratiwatana (48), Sonchat Ratiwatana (46), Igor Zelenay (41), Mikhail Elgin (39), Rik De Voest (37). BRASILEIRO: André Sá (34)

    FUTURE SIMPLES: Lamine Ouahab (33), Riccardo Bellotti (30), Attila Balazs (29), Aldin Setkic (27), Yannick Mertens (27). BRASILEIRO: Daniel Dutra da Silva (23)
    FUTURE DUPLAS: Vladyslav Manafov (52), Jaroslav Pospisil (51), Gabriel Trujillo-Soler (48), CLaudio Grassi (48), David Perez Sanz (47). BRASILEIRO: Fabricio Neis (35).

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  62. Luiz Fernando

    As pessoas podem perfeitamente não gostar da qualidade do tenis apresentado por Djoko, mas alguns números falam por si, quem faz críticas veladas ao cara apenas demonstra ranço e fanatismo, basta ler o título do post do Dalcim p ter noção disso. Por encarar o fenômeno Djoko, os números de Rafa também são espetaculares (embora nem tanto), em especial pelo fato de em décadas diferentes ele ter encarado dois fenômenos no auge, o suíço e o sérvio. Federer vem bem abaixo de ambos. Conclusão obvia de quem lê os números expostos com isenção: nessa década Federer foi o número 3 do Big3…

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    1. Vitor Hugo

      Tem razão, Roger foi o terceiro na década. Mas na década passada, foi o primeiro com folgas!
      E Nadal foi o segundo nas duas, nunca o primeiro.
      O verdadeiro Rubens Barrichello do tênis! Kkkkk

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Foi o melhor no saibro por 2 décadas, e incomodou mais os outros Big3 fora do saibro nas 2 décadas, do que foi incomodado por eles, pelos menos nos GS

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Exato . Mas sem fanatismos temos que reconhecer que ele esquentou tempo demais o N 3 de 2007 a 2011( com apenas 1 SLAM ) já o Espanhol somente UM ano mais velho já atingiu o N 1 em 2008 ( com 4 SLAM ) . Indo para 34 ( maio ) , vai precisar suar muito para ultrapassar os outros 2 com 20 SLAM. Ainda mais que se a pandemia não estragar RG está muito perto. Este AOPEN 2021 me parece peça chave nesta encrenca. Abs !

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      É natural que o suíço vencesse menos desde 2011, posto que o Nadal é 5 anos mais novo, e o Djokovic 6.

      Mas sim, acho que ele ficou devendo um pouco…

      Concordo que ele poderia ter ganhado uns 2 ou 3 Slams e alguns Masters 1000 a mais.

      Mas considerando os 20 que ele soma, e o número de semanas como líder, a colocação do Big 3 permanece inalterada:

      1. Federer
      2. Nadal
      3. Djokovic

      Abs.

      Responder
    4. Paulo F.

      Federer deu muita sorte de fazer uns slams pegando Baghdatis, Söderling, Gonzalez, Hewwitt e Agassi em fim de carreira.
      Depois que Nadal e Djokovic surgiram, ficou beeeem mais difícil.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não foi isso que Agassi disse não, informadissimo P. F . Ele ao reassumir o N 1 em 2003 teve que se ver com o garoto que tinha batido Sampras em Wimbledon na final do FINALS 2003 . Procure no TênisBrasil o que André afirmou sobre seu oponente. Você vai se surpreender ao descobrir como as asneiras do Piloto da Kombi e as suas não colam kkkkkkkkkkkkk. Abs!

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            O Soderling foi O ÚNICO TENISTA a vencer o Nadal, de forma convincente, em Roland Garros – a única vitória do Djokovic foi fake.

            Mil vezes mais honroso vencer o Soderling, na final de 2009, do que aquele freguezaço do Murray, de 2016.

          2. Paulo F.

            Se é para dar esse tipo de desculínha, nem Söderling então venceu Nadal de forma convincente pois em 2009 Nadal enfrentava problemas familiares que estavam lhe interferindo em quadra.

          3. Rodrigo S. Cruz

            Quem tá dando desculpinha ridícula de “problema familiar” é você.

            Eu não dei desculpa, só atestei um FATO: o Soderling ganhou com todos os méritos do Nadal.

      2. Luiz Henrique

        O Soderling, além da vitória contra Nadal citada, interrompeu uma série de 23 semis seguidas de Federer em GS, nas quartas de RG 2010.
        Eu curtia a rivalidade Nadal x Soderling, com ctza pros nadalistas foi fantástico ver Rafa ganhar 2 GS em 2010 e 1 em 2011 vencendo Soderling no caminho, depois da derrota de 2009.

        Responder
  63. Jorge

    Que façanha do Djoko numa época que temos dois grandes da história desse esporte (o Fedal); Nole dominou o circuito na década, resultados que o torna incontestável como o grande predador de títulos.

    Responder
  64. Fernando Peixoto

    Texto incontestável. De 2001 a 2010 tivemos a década do Fedal, com a mais bonita e simbólica rivalidade da história do tênis, não somente pelos estilos completamente distintos, mas pelo respeito enorme que existe entre o Espanhol e o Suíço. De 2011 a 2020, a década foi do sérvio, sem dúvida alguma. É difícil dizer quem desses três é o maior. Na minha humilde opinião, é preciso separar por piso. No piso duro outdoor, os três são muito bons com vantagem para Djokovic. Na grama, Federer é o maior, mas Djokovic é fantástico também, sem esquecer que Rafa é bicampeão de Wimbledon e fez algumas finas também. No piso duro indoor, Novak é o melhor, com Federer em segundo lugar, sendo Nadal perfeitamente derrotável. No saibro, Rafa é o Rei, quase imbatível. Enfim, esses três são únicos e creio firmemente que não veremos algo parecido no futuro.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Discordo. De 2001 até 2010, a década não foi da dupla Fedal, foi de Federer. É só comparar quantos títulos de slam os dois venceram e por quanto tempo dominaram o ranking. Nadal nunca dominou década nenhuma!

      Sobre quem é melhor nas hards, na mimha opinião, Federer. Tem o mesmo número de slam de Novak mas 1 finals a mais, além do suíço ter vencido antes e depois da padronização(2008) o que valoriza ainda mais suas conquistas.

      Na grama, por favor, não dá nem pra comparar um e outro. Federer tem 8 títulos em Wimbledon e mais de dez em torneios secundários. Djokovic tem 5 em Wimbledon e dois em torneios secundários.
      20 a 7 em títulos na grama. Sem comparação.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          ATP 500 . Procure se informar que nas rapidissimas Halle e Queen’s , Novak foi batido nas TRÊS FINAIS que atingiu. E os dois maiores nesta superfície jamais fugiram das mesmas . Daí que Federer e Sampras continuam sobrando em conquistas nesta superfície. Se a ATP não coloca um Torneio cuja a quadra Central cabem mais de 12000 espectadores , e com o melhor Teto retrátil do Circuito como MASTER 1000, é demonstração de incompetência. Já que Roma também é colado com RG. Abs!

          Responder
        2. Vitor Hugo

          Não só 250, 500 tbm. É o que tinha, já que não existe masters na grama.
          Tanto Novak quanto Nadal disputaram vários atps na grama, porém sem a mesma competência do suíço.
          Nadal jogou duas ou três vezes Halle e mal passava das primeiras rodadas.

          Responder
          1. Luiz Henrique

            Grama se resume a WB, até o dia que criarem um M1000.
            N é pq n tem M1000 q agora vamos pegar torneios pequenos e valorizar como se fosse M1000.
            Federer em 2010 perdeu se não em engano em Estoril no saibro pra Montanes
            Só falta eu querer dizer q ele n é bom no saibro por causa disso

  65. diego adrian

    Bom dia Dalcim! que pena que o Delpo passou por tantas cirurgias, e ficou tanto tempo afastado durante esse periodo. Mesmo assim ficou bem posicionado em varios desses rankings que o senhor postou. Lembrando que toda vez que voltou de uma lesão conseguiu chegar no top 5 antes do seguinte afastamento.

    Responder
  66. periferia

    Entre 2001 e 2010

    Títulos:
    Federer ….65
    Nadal……..37
    Djokovic….17

    Slam:
    Federer….16
    Nadal…….09
    Djokovic…01

    Será que os números mostram tudo?

    2001 a 2010 foi a década do Federer.

    2011 a 2020 foi a década do Djokovic.

    E o Nadal???
    O cara passa a carreira toda como o “segundo” melhor…sempre ofuscado…e pode…na linha de chegada…ter o número mais importante do tênis.

    Responder
    1. WALDIR DOS SANTOS

      ai não tinha djoko desde o inicio, só o americano rodrick morto…assim era moleza…..conta a partir da chegada do djoko no circuito

      Responder
    2. Luiz Fernando

      E será q ser o número 2 para fenômenos como Federer e Djoko, que foram os melhores em décadas diferentes, é pouca coisa? Pex Federer não aguentou a segunda década e quem mais se aproximou de Djoko foi Nadal, na anterior Djoko praticamente inexistiu. E os títulos no saibro, nos quais o cara tem apenas em RG quase o mesmo número de Sampras na carreira inteira? Isso é pouco ou é algo provavelmente nunca será igualdo no tênis? E as medalhas de ouro olímpicas em simples e em duplas, isso vale pouco? Djoko pex não tem nenhuma? E os títulos na Davis? Quantas Djoko tem? Aqui só se desvalorizou a Davis até Federer vencer uma, aí isso passou a ter valor. E terminar o ano como número um, com Djoko obtendo em 6x e Rafa/Federer em 5, será q é muito diferente? Que comentário pouco inteligente esse seu…

      Responder
      1. periferia

        Olá Luiz

        Se o comentário foi sobre o que escrevi….acho que vc nao entendeu.
        O comentário mostra a grandeza do Federer por dominar uma década….mostra a grandeza do Djokovic por dominar outra década….e ilustra a regularidade do espanhol em se manter durante anos incomodando seus rivais…e possivelmente ser o maior vencedor de Slam da história (o que não deixa de ser surpreendente…porem merecido).
        Todos os comentários são inteligentes…até por uma questão de respeito.

        Abs

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Sempre repetindo bobagens . Quem gosta realmente de Tênis consegue desvalorizar a maior competição por equipes como a Copa Davis ? Somente fanáticos. Sem essa de que precisou Federer vencer . Pouco inteligente da sua parte . Abs!

        Responder
    3. Vitor Hugo

      Pois é. E um rapaz escreveu acima que entre 2001 e 2010 Feferer e Nadal dominaram a década! Rs. Dominaram ou Federer dominou? Não tem nem como comparar os números de um e outro…. Além das semanas na liderança do ranking.

      Responder
    4. Ruy Machado

      Periferia, boa tarde. Na minha humilde opinião, Rafa transitou entre as duas décadas. Teve seu melhor desempenho entre os reinados de RF e ND. Se fosse possível criar uma ” década intermediária” (2005 a 2014) ficaria assim:

      Nadal: 27 M1000 + 14 GS total 41
      Federer: 18 M1000 + 13 GS + 4 Finals total 35
      Djokovic: 19 M1000 + 7 GS + 4 Finals total 30

      E vc está certo… Possivelmente, terá o maior número de GS dos três. Abc

      Responder
    5. André Barcellos

      Perfeito
      Os anos passam, jogadores envelhecem.
      Parabéns ao Federer por se manter competitivo na era Djokovic, embora já sem aquele jogo afiado dos melhores anos.
      Parabéns aos outros dois.
      Em especial ao Djokovic, que se adaptou para ganhar.
      Nadal, o segundo nas duas décadas, talvez saísse na frente se fosse preparada uma estatística de 2005-2015.

      Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Somente não vê quem não quer , caro Gildokson . E com um percentual incrivelmente alto de vitórias nesta segunda década de sua extraordinária carreira , deixando os também longevos , Connors e Agassi boquiabertos , e Cash , Wilander e alguns outros manés falando sozinhos rs … Abs!

      Responder
  67. Rafael

    E o Sérvio ainda tem 01 ATP CUP! rs
    Sem dúvidas ele é o melhor jogador de tênis que temos. Gostar do estilo do jogo dele é outro debate. E lembrando que ele ainda terá alguns anos para angariar mais títulos e recordes (recordista de semanas como nº 01 do mundo, ganhará ao menos 02 slams, aumentará as conquistas de Masters 1000 e terminará como nº1 do mundo, novamente, em 2021). Provável mestre?

    Responder
  68. Alessandro Miná da Silva

    Olá Dalcim,
    Cada um tem seu período de domínio… Vi Ivan Lendl, depois Sampras, mais adiante Federer e agora estamos em tempos de Nole. Acredito que ele irá bater todos os grandes recordes do tênis, pois ainda o vejo em seu auge físico e técnico, diferente de Federer e Nadal, embora ainda acredite em Nadal em RG e Federer em WB (possível, mas difícil)… já Nole deve vir forte em todos os Slams e por mais tempo que os outros 2.
    Torço para os 3 jogarem “até os 50 anos” rsrs… pois não vejo carisma e talento nos mais jovens que estão aí.
    Grande abraço!

    Responder
  69. Luiz Henrique

    O melhor do post é ver que tem gente no mundo que sabe quando começa e termina uma década.
    Final de 2019 e 2009 foram insuportáveis nesse sentido…aff. Não citei 1999 pq eu tinha 11 anos e não prestava atenção no assunto.
    Djoko foi um monstro mesmo nesse década.
    Uma coisa que é incrível de se pensar, é que mesmo nessa década, que começou em 2011, e já começou com DJoko começando a vencer Nadal no saibro, ainda assim, Nadal tem mais títulos de RG na década (8), do que Djoko no AO (7). Meio surreal pensar nisso tb.
    E na década inteira, Nadal foi quem ganhou uma final de GS contra Djoko na hard, e o contrário não aconteceu no saibro. Surreal pensar nisso tb.
    Nadal tb foi nº 1 ao final do ano ao menos 2 vezes em décadas diferentes, ganhou 5 ou mais RGs em décadas diferentes, e ao menos 3 GS fora do saibro em décadas diferentes.
    Ganhou tb finais de GS fora do saibro contra Big3 em décadas diferentes.
    E ganhou 9+ slams em décadas diferentes.

    Responder
      1. Luiz Henrique

        Dominou 2 décadas no saibro, e incomodou mais os outros Big3 fora do saibro do que foi incomodado por eles nas 2 décadas. Pelo menos nos GS

        Responder
      2. Thiago Silva

        Porque fez duas décadas bem equilibradas na distribuição de títulos enquanto o Federer só jogou bem na década da entressafra e na outra quase não ganhou nada. E terminou 5 vezes como número 1 no fim do ano na era mais difícil do tênis enquanto o Federer só terminou uma vez em 2009.

        Responder
    1. Gildokson

      O cara é realmente monstruoso, toda vez que a gente para pra analisar os feitos de cada um a gente fica espantado como cada um tem algo incomparável pra ostentar.
      Incrível também como esse domínio do Djokovic fez até com que os fãs do Nadal exaltassem menos os feitos do ídolo, ou bem menos do que deveriam neh.

      Responder

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