Urso usa cabeça e ruge mais alto
Por José Nilton Dalcim
22 de novembro de 2020 às 21:27

Na fase classificatória, vitórias avassaladoras, incluindo uma sobre o número 1 do ranking. No mata-mata, duas viradas consecutivas contra o segundo e o terceiro do mundo. Daniil Medvedev ergueu o nono e maior troféu de sua carreira em grande estilo. Os golpes por vezes desengonçados e pouco ortodoxos enfatizam ainda mais sua principal qualidade: a cabeça.

No ano passado, ‘Urso’, seu apelido tirado do sobrenome, já mostrou o quanto é perigosamente competitivo na quadra sintética. Não por acaso, todos seus títulos aconteceram nesse piso, sendo agora cinco na coberta. Mas 2020 vinha morno, sem brilho. Entre novembro do ano passado e outubro agora, não havia vencido um único top 10. De repente, se reencontrou e conquistou Paris e Londres com sete vitórias sobre esse nível de adversário.

Aos 24 anos, Medvedev disputou seu segundo Finals e apagou a imagem ruim de 2019, quando não venceu na fase classificatória. Curiosamente, a arena O2 foi inaugurada com um título russo, o de Nikolay Davydenko em 2009, e se despede do circuito com outro.

É arriscado afirmar que Daniil estará cada vez mais forte na briga por grandes títulos e quem sabe pela liderança do ranking, porque ele parece ter uma personalidade distinta, nem sempre completamente entregue ao tênis. Mas é certo que, quando está disposto e com físico em dia, ele se torna um obstáculo a qualquer favorito porque nunca parece intimidado com o placar ou com o adversário. De quebra, cada vez se mostra mais simpático e menos ranzinza, como retrata o sorriso largo que deu ao perder o set com uma bola desviada na fita.

Austríaco falha
Dominic Thiem deixou escapar sua chance de ganhar o Finals pelo segundo ano seguido ali na metade do segundo set. Optou como se esperava por variar as jogadas e abusar dos slices para evitar a potência do backhand adversário. Isso funcionou bem e o deixou perto do título. Mas aí, inexplicavelmente, cometeu erros incríveis para quebrar no sétimo game. Depois, ainda teve 2-0 no tiebreak antes de perder sete pontos consecutivos.

Daí em diante pareceu perder a confiança, raramente soltou o backhand na paralela e foi diversas pego de surpresa pela excelente transição do russo para a rede atrás de um slice despretensioso, lance aliás com o qual derrotou Nadal na véspera. Importante se destacar que o russo buscou voleios por 37 vezes e ganhou 28 desses pontos, um percentual expressivo para quem não tem aí seu melhor desempenho.

Mais tenso e com um forehand instável, Thiem evitou cinco break-points antes de enfim entregar o serviço no quinto game do terceiro set e jamais se recuperou. Medvedev sobrava na consistência. Cometeu apenas quatro erros nessa série decisiva e perdeu só dois pontos quando acertou o primeiro saque. Ou seja, mostrou volume maior de jogo e cabeça para trabalhar a ansiedade do austríaco. Pode ser apenas impressão minha, mas Thiem outra vez demonstra dificuldade em administrar jogos em que entra como favorito.

De qualquer forma, Dominic deu outro salto de qualidade em sua melhor temporada, com um título e um vice de Slam e a final em Londres, além do terceiro posto do ranking. Nesta semana, juntou-se a Andy Murray como únicos tenistas a ter ao menos cinco vitórias sobre cada um dos Big 3. Ele soma cinco sobre Djokovic e Federer e seis em cima de Nadal, mas entre 2019 e 2020 seu placar positivo é de 3-2 sobre Djoko, 3-1 diante de Rafa e 3-0 contra Federer. De quebra, superou um número 1 pela quinta vez, algo que faz ano após ano desde 2017. Ao final do domingo frustrante, garantiu: quer lutar pela ponta em 2021. Tem chance.

Um torneio histórico
– Desde 2015, o Finals teve seis vencedores distintos: Djokovic, Murray, Dimitrov, Zverev, Tsitsipas e Medvedev.
– Esta é portanto a segunda sequência de seis campeões diferentes que o Finals tem na história. A outra aconteceu entre 1974-79, com Vilas, Nastase, Orantes, Connors, McEnroe e Borg.
– Medvedev consegue um feito raríssimo no tênis profissional. Desde 1990, apenas três jogadores havia vencido os três líderes do ranking na mesma semana: Nalbandian em Madri-2007 (Federer, Nadal e Djokovic); Djokovic em Montréal-2007 (Federer, Nadal e Roddick) e Becker em Estocolmo-1994 (Sampras, Ivanisevic e Stich).
– Esta foi a nona vez que o campeão do Finals derrotou os dois líderes do ranking na campanha, repetindo Lendl, Becker (2 vezes), Edberg, Agassi, Stich, Federer e Davydenko. O fato inusitado é quanto o campeão como o vice deste ano fizeram isso.
– Antes de Medvedev, o único campeão do Finals que havia derrotado tanto Djokovic como Nadal na campanha era Federer (2010).
– Wesley Koolhof e Nikola Mektic ganharam o primeiro título como parceiros logo no Finals, algo inédito também no circuito. Os dois foram vices no US Open e semi em Roland Garros e irão se separar em 2021.
– Mektic, ex-top 5 e dono de três troféus de nível Masters, é o primeiro croata a vencer o torneio que encerra a temporada, em simples ou duplas.
– Koolhof deu o quarto troféu de duplas em Finals para o tênis holandês, repetindo Rojer, Haarhuis e Eltingh.


Comentários
  1. Sandro

    Como um amigo escreveu abaixo Michel Platini da França e Gary Lineker da Inglaterra eram os craques mais badalados da Copa do Mundo de 1986 até esse fatídico “GOL DE HANDEBOL” do farsante do Maradona. Seria um gol totalmente legal se o esporte fosse o Handebol, mas acontece que o esporte era o Futebol, e ,caso existisse o VAR nessa época o fraudador Maradona seria expulso da partida, o gol seria anulado, e, obviamente, a injustiçada Inglaterra ganharia a partida. Mesmo sendo eliminado injustamente mediante à fraude de Maradona. Gary Lineker foi o artilheiro da Copa.
    Muitos dizem para não se comentar a vida pessoal do Maradona, mas então vamos nos restringir ao Maradona jogando dopado com cocaína, fazendo gol de mão, fraudando exames antidoping até finalmente ser pego, desrespeitando as regras do futebol e levando vantagem ilícita contra os adversários. É fato que seu envolvimento com a máfia Camorra não só fornecia drogas e prostitutas ao Maradona, assim como fraudava seus exames antidoping, levando vantagem indevido no futebol.
    Em relação à guerra Argentina x Inglaterra, para começar o nome das ilhas é Falklands e não Malvinas, O nome “Ilhas Falklands” vem de Falkland Sound , o estreito que separa as duas ilhas principais. O nome “Falkland” foi aplicado ao canal por John Strong , capitão de uma expedição inglesa que descobriu essas ilhas e desembarcou nelas em 1690. Strong deu o nome ao estreito em homenagem a Anthony Cary, 5º Visconde das Falkland , o Tesoureiro da Marinha que patrocinou sua expedição à América.
    Quando o capitão inglês John Strong descobriu as Falklands, as ilhas eram desabitadas, não havia nenhum argentino lá, quem habitava essas ilhas eram elefantes-marinhos, lobos marinhos, albatrozes e pinguins, Quando a Argentina invadiu as Ilhas Falklands quem morava lá eram cidadãos do Reino Unido e o que o Inglaterra fez foi simplesmente defender seu povo do ataque argentino. Quem mora nas Ilhas Falklands é britânico, tem passaporte britânico, fala inglês e não tem nada a ver com a cultura Argentina. Seria a mesma coisa se o Brasil resolvesse invadir a Guiana Francesa e expulsar os franceses que nasceram e moram lá, um absurdo!
    Portanto, o governo dos generais argentinos resolveram invadir território britânico para desviar a tenção da população da crise econômica e da hiper-inflação galopante pelo qual a Argentina estava passando, atacou cidadãos britânicos que habitam as Ilhas Falklands e o que a Inglaterra fez foi defender seus cidadãos do ataque e da invasão Argentina.
    As Ilhas Falklands nunca foram da Argentina, assim como a Guiana Francesa nunca foi do Brasil, invadir as Falklands e expulsar os britânicos de lá é um absurdo tão grande quanto o Brasil invadir a Guiana Francesa e expulsar os franceses de lá.

  2. periferia

    Ola
    No mundo atual …existe uma nova ordem.
    Tudo é quantificado…contabilizado e colocado em uma planilha.
    O melhor jogador….segundo essa lógica perversa….é aquele que tem mais títulos e vitórias…o “devorador” de recordes.
    O esporte atual é “vendido” como um grande espetáculo…parece muito com um circo romano (panem et circenses).
    Acabamos esquecenso o principal.
    Um escritor argentino (Diego Molina) diz que o esporte é técnica e criação….assim como a arte.
    Ninguém afirma que o melhor pintor é aquele que mais quadros vendeu….ou aquele que alcançou o maior lance em um leilão na Christie.
    Muitas obras te levam ao passado…revirando emoções que apenas vc viveu …quando isso acontece…o autor daquela obra é considerado o melhor artista de todos os tempos (pelo menos para vc).
    Quando olhamos para o esportista …não podemos esquecer….”técnica e criação”.
    É assim com o esporte…é assim com nossos ídolos…eles são ídolos…não por terem os melhores números e conquistas…eles são ídolos pela capacidade de “revirar emoções” que carregamos…emoções que estão lá desde criança.
    Molina cita o poeta alemão Rilke…que dizia que a pátria da poesia era a infância.
    No esporte ocorre o mesmo.
    A pátria do esporte é a infância…e na infância ninguém liga para números.
    Eles querem apenas desfrutar.

    O amigo Miguel escreveu um belo texto sobre Maradona…uma frase do texto dele sintetiza o meu texto…escreveu ele:
    “Assistia com o meu pai, na Band, o Campeonato Italiano todos os domingos principalmente o Napoli e Maradona”
    Nessa frase existe o “revirar emoção”…mesmo sem intenção.

    1. Sandro

      A pátria do esporte é a infância… E é durante a infância que a criança vai formando seu caráter, tomando exemplos dos adultos como referência. Um cara que tem envolvimento com a máfia, que fraudava exames antidoping, que jogava dopado e que desrespeitava regras do futebol para levar vantagem sobre o adversário, inclusive fazendo gol de mão. Maradona não é um bom exemplo nem esportivamente nem pessoalmente para a formação do caráter das crianças se formos considerar que a pátria do esporte é a infância.

      1. periferia

        Olá Sandro

        E a razão??? …ela é responsável por governar a vontade e orientar as ações….sem ferir a ideia de liberdade e autonomia…própria dos seres humanos.
        A moral e a ética são coisas diferentes…não devemos misturar.
        Alguém pode dividir a ética (Maquiavel)…vc pode criar o líder moral…como um Deus (Kant).
        Mas sempre existirá a razão…nada pode frear a natureza humana…ser livre…sua moral aceitando ou não.
        Alguém pode dizer que em nome dessa liberdade…da falta de moral e ética…podemos fazer tudo…
        Como indivíduo podemos…teremos apenas que aceitar as consequências éticas (que rege a sociedade).
        A conveniência moral é algo que sempre existiu…ser pedra sempre foi melhor que ser vidraça.
        Não existe no mundo um único ser humano “limpo” o suficiente para julgar seus pares…nenhum…a ética e a moral estão em constante transformação.
        O dono de escravos era moralmente aceito…com o tempo foi eticamente condenado…a sociedade o condenou…mas moralmente…ele continuou um dono de escravos (mesmo sem escravos).
        Devia-se valorizar a razão em lugar das “convenções” momentâneas da sociedade.
        E não ficar empurrando goela abaixo a moral (valores)…que diferente da ética…pertence ao indivíduo (cada um tem a sua…nem melhor nem pior).

        Abs

        1. Luiz Fabriciano

          Perfeito.
          Imagine se tudo que víssemos na TV, ou na política, ou na nossa rua etc nos autorizasse a seguir o mesmo caminho?
          Essa coisa de dizer que fulano ou beltrano é exemplo para as gerações, ou ao menos que deveria ser, meio que quer tirar a responsabilidade pessoal de sermos éticos e honestos. Se ele não é, também não serei e está tudo certo?
          Possuímos livre-arbítrio, mas todas as nossas ações nos cobram responsabilidades.
          Muitos não têm noção e outros muitos dizem não acreditar, mas vivemos em um mundo de provas e expiações (ainda), o que caracteriza que o “homem perfeito” não habita essas terras.
          Saudações.

  3. Vitor Hugo

    Maradona se envolveu com a máfia italiana, que lhe fornecia drogas e prostitutas(tem um documentário sobre), casos extra conjugais, atirou com uma espingarda de ar contra repórteres(foi condenado a 2 anos por isso, mas…), deu um tapa na cara de um repórter, entrou dopado pra jogar e SIM, trapaceou ao meter a mão na bola contra a Inglaterra. Gênio com a bola nos pés, péssimo exemplo de cidadão.
    Mas digo com toda certeza, um livro sobre ele seria bem interessante, muito mais que sobre Pelé.

    1. Alessandro Siqueira

      Maradona se envolveu com a Máfia, assim como Federer foi patrocinado por anos a fio pela Nike, acusada infinitas vezes de usar mão de obra escrava na Ásia, sobretudo nos países do sudeste do continente, onde as práxis são mais comuns. O que quero dizer com isso? Que ninguém está em condição de ficar atirando pedras no tribunal da internet. Quem aqui nunca comprou na Zara, mesmo sabendo das práticas pouco ortodoxas? Eu gostaria, mesmo, de ver diferença substancial entre a máfia e os grandes conglomerados econômicos, que ditam as regras. A máfia, de regra, age fora da lei. Quem detém o dinheiro de verdade dita a lei que interessa, comprando e corrompendo casas legislativos e os sistemas judiciários mundo afora.

  4. Oswaldo E. Aranha

    Postaram bastante sobre o caráter do Maradona e então lembrei-me do João Saldanha, que havia convocado para a seleção um cujo comportamento extracampo não era dos mais recomendáveis. Um reporta lhe questionou a respeito ele assim respondeu: não estou escolhendo um noivo para minha filha e sim um jogador de futebol!

  5. Alessandro Siqueira

    Sou perfeitamente capaz de entender as críticas feitas a Maradona, mas sustentar que o tenista A ou B deve ou não ligar em razão dos patrocínios recebidos é dizer: fulano é um ventríloquo de quem o remunera. Na real, ninguém há de saber o que ele tem na cabeça, porque dali só sairá o que o departamento de marketing aprova, seja numa questão ambiental, como já ocorreu antes, seja numa questão pessoal. Como diz uma certa música de Zélia Duncan, “quem se diz muito perfeito, na certa encontrou um jeito insosso pra não ser de carne e osso.” Na boa, prefiro um humano errante que se revela a um personagem ilibado. Parabenizar um atleta pelo que ele fez, a despeito de eventual erro, não torna ninguém conivente do erro. Há pouco tempo Kobe Bryant morreu. A comoção foi geral e, em meu sentir, a prestação de solidariedade não torna ninguém estuprador, mesmo sendo do conhecimento de todos que ele pegou uma fortuna para abafar um caso de estupro.

    1. Sérgio Ribeiro

      O pior é o cara não ter nem o direito de mandar uma mensagem pra família , sem ter que necessariam aparecer para um mundo de babacas. Foi exatamente o que Zico fez. E logo ele que foi muito mais chegado a Maradona do que muitos podem imaginar . Das famílias se conhecerem desde quando jogavam juntos na Itália. E das vindas de Dom Diego ao Brasil total vez que solicitado nas festas do Galinho. Abs!

  6. Vitor Hugo

    Só passei aqui pra mandar um abraço pros colegas e dizer que Pelé é o maior de todos, assim como Federer. Maradona foi um gênio e senta-se a mesma mesa do Rei Pelé.
    Nadal continua sendo baloeiro e Novak um bagre.

    1. Alessandro Siqueira

      Um bagre com a maior premiação da história, com a maior quantidade títulos grandes, com mais temporadas como #1, e virtual quantidade de semanas, com mais Masters 1000, tendo ao menos dois em cada sede, mais Abertos da Austrália etc, etc, etc. Bom, bom, bom é Vitor, campeão intergalático de ideia fixa.

  7. Babidi

    Federer não falou absolutamente nada sobre a morte de Maradona, um admirador declarado do jogo dele e da própria pessoa. É uma prova de que o excesso de pragmatismo também pode fazer mal a um ícone em alguns momentos. O suíço mandou mal nessa! Não custava nada um reconhecimento

    1. Sandro

      Parabéns ao Federer! Concordo totalmente com ele! Não se deve exaltar quem tem envolvimento com máfia, com quem frauda exame antidoping, com quem joga dopado, com quem trapaceia no jogo e na vida, tudo de errado Maradona fez pra levar vantagem sobre os adversários e jogar sob efeito de drogas. Federer não apoia essas atitudes inescrupulosas e fez bem de não exaltar Maradona.

    2. JAN DIAS

      Custava sim: os 10 patrocinadores dele certamente não o querem relacionado a um ex-drogado.. E, visto que ele é um ídolo pra crianças no mundo inteiro (só checar no Instagram dele), ele hesitou em homenagear um homem que era viciado em cocaína..

    3. CARLOS TORRE

      Verdade, certamente o Federer, que gosta de futebol, deve ter deixado as raquetes descansando um pouco para assistir o craque argentino nas copas de 90 e 94.

  8. O LÓGICO

    A ESTÉTICA VENCE A ÉTICA.
    Maradona é um herói. Por que mesmo????? Ele me agradou com suas jogadas e conquistas. Mas ele foi digno como jogador e indivíduo? Isso não importa, não é mesmo? “Não importa o que ele fez com sua vida, importa o que ele fez com a nossa”, disse um idiota qualquer kkkkkkkkk. Ele nos deu alegria, fez nos sentir melhor, experimentar sensações agradáveis, isso é o que importa: deveria ter completado o idiota. Raça “humana”: cereja do bolo da criação. A partir do seu comportamento em 94, tenho todo o direito de supor que o episódio de doping na copa de 1994 não foi o primeiro. Em 1986 ele já tinha se envolvido com a rapaziada da máfia italiana. Deus????? Piada. Lamento que o povo argentino o tenha como herói: é muito pouco. E pôr ele ao lado de Evita só mostra o quanto os afetos são capazes de devorar nossa pobre alma. Há, mas temos que separar a vida pessoal dele do que ele foi como jogador. Ops, não dá, não. O episódio do doping no esporte é o reflexo da sua vida pessoal. E fazer um gol com mão, ter plena consciência disso, saber que o fato está sendo mostrado para o mundo todo, sair comemorando com um cinismo jamais visto no esporte, tentando e ludibriando o árbitro, é um péssimo exemplo de caráter. E os especialistas execram outros esportistas por cometerem erros, mas em relação a esse fato tratam de forma jocosa. Acho que Diego foi um gênio do futebol, ao contrário do Messi, que pra mim é apenas um espetacular quadrado. Mas quando abstraio meus afetos e consigo ser racional por instante só: desculpa, Diego, deixe a fila dos grandes e descanse em…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

    1. Luiz Fernando

      A despeito de milagrosamente concordar c a maior parte do teor do seu comentário, vc falar em ética é simplesmente risível, equivale a Lula/ Maluf falarem em honestidade ou Maduro/Fidel/Geisel em democracia. Pq? Pq sua forma de agir, surgindo das cinzas apenas quando lhe convém e desaparecendo convenientemente na adversidade, pode ter toda conotação, menos a de “ética”…

    2. Sandro

      Aplausos para este texto magnífico! Maradona jogava dopado e isso é antiético e falta de fairplay com os adversários, além disso não tinha nenhum pudor em trapacear durante o jogo como foi o caso do fol de mão que eliminou injustamente a Inglaterra ???????.
      Imagine só se Federer , Nadal, Djokovic tivessem envolvimento com máfia, se jogassem dopados, se trapaceassem nos jogos, se fraudassem os exames antidoping…
      Definitivamente Maradona está longe de ser um bom exemplo!

      1. Willian Rodrigues

        Só não posso concordar com a afirmação de que a Inglaterra foi eliminada em função dessa trapaça!
        Maradona estava jogando demais naqueles dia.
        Sairiam vencedores de qualquer maneira.

        1. Sérgio Ribeiro

          Acho que o parceiro não entendeu. Diego levaria um cartão vermelho no ato por tentativa de ludibriar a arbitragem. Estava 0 x 0 no momento. Abs!

      2. Miguel BsB

        Rapaz, numa boa. Vai procurar exemplos em sua casa, em sua família, em seus amigos…ninguém é obrigado a ser exemplo pra ninguém não…
        Ele era um jogador de futebol e como jogador de futebol foi um dos melhores/maiores de todos os tempos. Pelé tb não é exemplo pra ninguém. Garrincha muito menos. Messi, apesar de ser muito discreto, parecer um bom moço, tem grandes problemas com sonegação fiscal…Neymar nem se fala. Romário, Ronaldinho, Ronaldo…Cuidado, porque vc só vê o que te deixam ver sobre Federer, Nadal e Djokovic…
        Djokovic, por ser mais “autêntico”, deixa de vez em quando escapar alguns absurdos…
        Se você é um adulto, ou mesmo que não seja, te dou um conselho, de graça: não busque exemplo em esportistas, artistas, celebridades, etc, pois vc provavelmente vai se dar mal e se decepcionar…
        Admire o que eles fazem/fizeram de excepcional, e, se quer usar algum “exemplo deles”, use no que são excepcionais. Esportivamente ou artisticamente falando.

    3. Barocos

      Lógico,

      Se Einstein fosse nazista (ainda que judeu), isto tiraria o brilho de suas sínteses científicas? Fosse Hemingway abstêmio (e supondo que isto não interferisse na criação), isto engrandeceria o valor de suas obras literárias? Um quadro de Rembrandt pintado pelas mãos de um sociopata, o tornaria menos eloquente? A bela música de Wagner deveria ser ignorada devido às fraquezas do compositor?

      Há que se separar a criatura da criação.

      Maradona foi um homem de paixões, mais um entre os milhares que se entregam irresponsavelmente aos vícios que prejudicam a humanidade, mas, principalmente, corroem a alma do indivíduo, mais um dos milhões que cometem grandes e pequenos erros todos os dias.

      Maradona foi também extraordinário, com a bola nos pés construiu momentos espetaculares e alguns dos lances mais emblemáticos do futebol mundial de todos os tempos e deixou claro a diferença que faz ter um craque na equipe. Raríssimos são os homens e mulheres que brilham como estrelas, mesmo que por poucos instantes. Maradona foi um deles.

      Há muito que deixei de procurar heróis para poder apreciar com mais intensidade, com mais imparcialidade, a luz produzida por pouquíssimos de nossos semelhantes.

      Você não tem que gostar do homem e, como você, muitos não gostam, mas isto não significa que ele não tenha sido genial em sua especialidade, o futebol.

      Se tudo e todos fossem impecáveis, este mundo estaria condenado à monotonia. A beleza da imperfeição está justamente em possibilitar a busca pelo aprimoramento, em ser sempre possível melhorar, e Maradona tentou fazê-lo na fase final de sua vida. O que está feito, está feito, mas de minha parte, não quero gastar o tempo que me resta como um sujeito irredutível, puritano, acusador, inclemente. Somos todos apenas humanos. Aquele que não tiver pecados, que atire a primeira pedra.

      Saúde e paz.

      1. Bruno Gama

        Que absurdo comparar Einstein com Maradona, até parece que a “genialidade” de chutar uma bola é comparável a tudo que o Einstein fez.
        Sem contar que o Einstein podia estar sob efeito de qualquer coisa que no final o que importava era o resultado das teorias dele. O Maradona não, ele era obrigado a cumprir as regras que o esporte determinava e não cumpriu, quantas dessas atuações “brilhantes” ele podia estar sob efeito de alguma substância? E aquele gol de mão foi dentro de campo, portanto não tem como “separar a criatura da criação”.

      2. O LÓGICO

        Deixa eu te perguntar: essa licença para ser trapaceiro você concede aos demais jogadores ou só àqueles que são espetaculares e, por conta disso, têm poder midiático? Duvido que você consiga sair dessa dificuldade sem se enrolar. A não ser que pra você a estética é o que importa. Muito provavelmente, se em algum momento algum tipo de arrependimento passou pela cabeça do Maradona, o que duvido muito, ele deve ter usado seu pobre e torpe raciocínio para se livrar da questão ética. Parece-me que se você tivesse um filho que fosse um embrião de um gênio de futebol, cobiçado por todos os grandes times de futebol do mundo, não se incomodaria se alguém o ensinasse a se comportar como um Maradona desde que não afetasse sua performance, podendo mesmo agir de má-fé no âmbito do próprio futebol (esse é o ponto de toque do meu argumento, que lhe escapou). Não é isso mesmo? Se você não aceitar essa conclusão lógica que é resultado de suas próprias proposições, então só tens duas opções: explicar sua contradição ou refazer seu posicionamento. Em nenhum momento deixo de reconhecer a obra futebolística do Maradona. Você não entendeu a questão. Então: se Einstein fosse nazista (ainda que judeu), isto tiraria o brilho de suas sínteses científicas? R: tens dúvida de que se ele fosse nazista teria usado sua genialidade para o mal? E se o fizesse, achas mesmo que o mundo o teria aclamado mesmo assim só por conta de sua genialidade científica? A questão é que o futebol não é uma bomba atômica, e ser desonesto nesse âmbito não causa mal maior à humanidade; mas deixa um péssimo exemplo de ética profissional e diz muito sobre o caráter da pessoa. Por que ele foi desligado da COPA, senão porque sua atitude é eticamente execrável. Essa pecha de mau caráter ele sempre vai carregar. Se amanhã eu tiver notícia de que Federer, um gênio do tênis, talvez o único da história, produziu sua genialidade e venceu seus torneios com trapaças, com certeza minha admiração por ele definhará num sopro, independentemente de todo prazer estético que ele me proporcionou. Mas isso é uma questão de valores. Cada um dá o que tem, vale muito esse clichê.

        1. Barocos

          Lógico,

          Bem, vamos por partes.

          Antes de qualquer coisa, eu não concedo a ninguém o direito de trapacear, haja vista que eu não tenho controle sobre as decisões de outras pessoas. Sobre filhos, eu tenho duas meninas que foram sempre ensinadas a se comportar de maneira respeitosa, digna e ética, coisa que o meu pai tentou ensinar a todos os seus filhos. Minhas meninas, ainda que tenham pequenos defeitos, como todos nós, são seres humanos incríveis que me enchem de orgulho.

          Quanto às outras pessoas e, em particular, ao Maradona, deixe-me ressaltar um ponto que parece ter lhe escapado, eu não sou fã dele, o que eu disse com todas as letras, e por certo me pareceu óbvio que você entenderia, é que eu não crio ilusões sobre o caráter de indivíduos e, conscientemente, optei, lá na minha agora saudosa e longínqua adolescência, por admirar a beleza de suas criações, mesmo as momentâneas, como é característica em grande parte das atividades atléticas (ainda que tenha consciência que para produzir seus instantes de magia, muitas horas de treinos repetitivos foram realizados à exaustão).

          Enfatizando, não tento aplicar a lógica booliana à humanidade, pois que nenhum de nós se reduz ao simples certo ou errado, bom ou mau. Tampouco me arrisco a utilizar a lógica difusa, pois tal requereria que os homens soubessem avaliar de maneira apropriada os valores relativos de suas atitudes, coisa que a imensa maioria de nós não o faz, nem mesmo quando simples modelos da teoria dos jogos poderiam ser aplicados em nosso benefício. Somos criaturas complexas, algumas vezes racionais, mas na maioria das vezes, não o somos.

          Então não, Maradona não era um modelo de ser humano e, também não, ele nunca foi um exemplo do pior que as sociedades foram capazes de produzir. Se você já se deu ao trabalho de ler alguma coisa dita por ele, por certo é ciente que o mesmo possuía legítimas preocupações com a desigualdade social, motivo pelo qual o mesmo se interessava por movimentos de esquerda, ainda que de forma inocente/romântica/simplista sobre o tema (note-se, não sou de “esquerda” ou de “direita”, sou humanista) e compaixão é um dos sentimentos mais nobres que podemos experimentar.

          Sobre as qualidades do mesmo como atleta, sobre os diversos lances espetaculares que produziu e sobre as várias acusações de utilização de ‘doping’, devo ressaltar que muitas das melhores apresentações do Maradona ocorreram em copas do mundo fora da Argentina (onde, talvez, a utilização de drogas ilícitas pelo mesmo viessem a ser escamoteadas) e em jogos fora de Nápoles. Não tenho dúvidas sobre o interesse dos competidores em desvelar tais atitudes, se a oportunidade surgisse. Como consequência, costumo atribuir a pecha de infundadas ou grandemente exageradas as acusações genéricas que tentam imputar-lhe, com se fosse possível que o mesmo estivesse drogado na maioria dos jogos nos quais participou. Atribuo tais ilações à leviandade, um traço idiossincrático comum entre nós.

          Sobre suas ponderações sobre Einstein ou outros cientistas, ou quaisquer outros humanos que nos deixaram alguma coisa surpreendente, enfatizo que genialidade não é uma característica geral que se estende à todas as facetas que os mesmos possuem e são muitos os exemplos em que tal realmente não ocorre. As sínteses científicas, em particular sobre a teoria da relatividade restrita e sobre a posterior teoria da relatividade geral, produzidas por Einstein continuariam a ser excepcionais mesmo que o mesmo tivesse assassinado sua primeira mulher, nosso julgamento sobre sua integridade e valor como ser humano, por outro lado, claro, seria arruinada.

          Não vejo qualquer contradição em minha proposição, qual seja, apreciar a grandeza das criações de indivíduos com talentos extraordinários, sabedor que a beleza das mesmas pode não encontrar equivalência numa eventual avaliação do espírito do criador.

          Saúde e paz, ou melhor, vida longa e próspera.

    4. Willian Rodrigues

      Maradona realmente não foi digno como jogador e nem como indivíduo! Não se dedicava aos treinos e, por isso, inúmeras vezes deixou seus companheiros de clube em situação difícil, fadados à derrota. Devido ao seu quilate, poderia ter vencido uma dezena de Champions League e nunca levou nenhuma, desvalorizando os investimentos absurdos realizados pelos grandes clubes que o contrataram. Sim, acho muito pouco para alguém sempre comparado a Pelé, possuir apenas uma Copa WEFA! Frequentemente criticava outros atletas de forma antiética, fossem contemporâneos ou não.
      Em relação à vida pessoal, teve inúmeros desafetos no âmbito do futebol e em outras áreas. Consumiu mais cocaína que o poderoso cartel colombiano conseguia produzir, à época. Autodestrutivo, recém desencarnou em função desses e outros desregramentos.
      Realmente, nunca foi um bom exemplo pra ninguém… Concordo plenamente!!

      Porém, Maradona era um “figura”, até certo ponto carismático e engraçado. Eu compraria, ou teria como amigo, 10 Maradonas e NUNCA um único Neymar, por exemplo, muito mais babaca, soberbo e arrogante!

      E faço aqui um contraponto em relação á fatídica partida contra a Inglaterra pela Copa de 1986. O gol “La Mano de Dios” foi consciente, foi bem executado. Foi uma ato de vingança!! O Reino Unido MASSACROU o exército argentino na Guerra das Malvinas ocorrida poucos anos antes e, em nome de um cruel jogo político internacional, humilhou aquele povo. Diego se sensibilizava com o fato de milhares de jovens inocentes, em suas palavras, serem “mortos como pombos” durante a guerra. Uma ato covarde que movimentou bilhões de dólares, com a imposição de um poderio bélico absolutamente discrepante. Ele vibrou porque em sua concepção teria revidado, ainda que num golpe singelo, um golzinho ilegítimo numa Copa do Mundo, toda COVARDIA dos britânicos. QUEM DIRIA?!! No futebol, tivemos o primeiro exemplo de “equidade” (às avessas…). Maradona sentiu-se como um instrumento divino, aplicando-lhes o merecido castigo. PARA ELE, era uma comemoração legítima! Não teve a intenção de ser cínico! Sinceramente, sou convicto de que a maioria dos argentinos, em seu íntimo, sentiram-se aproximadamente como ele…
      E convenhamos, a “Seleção Maradona” jogou demais naquele dia!! Teria vencido até mesmo se o jogo fosse dois times contra um. O gol mais fantástico de todas as copas teria que valer por dois!! No mínimo, ele legitimou o “antigol”… Não é à toa que ele é tão idolatrado por lá. E ninguém jamais tirará isso dele…
      AAAAHH, FOSSE ARGENTINO, EU ADOORARIAAA SER O AUTOR DAQUELE TENTO!! Hahaha…

      1. Miguel BsB

        Pergunta pros companheiros de time do Maradona se ele os “deixava na mão”…Nestes últimos dias, vi vários e vários dizendo que ele foi o responsável por suas equipes vencerem campeonatos e mais campeonatos, contra equipes muitas vezes melhores…Ele conquistou tão “pouco” que simplesmente o cara é idolatrado até além do limite do razoável em Nápoles e na Argentina.
        A questão do doping é a seguinte, e vale para todo e qualquer desportista: O doping existe e muito no esporte profissional de alto rendimento, tenha isso em mente. E não é pouco não. Vários feitos e recordes foram atingidos com o auxílio de doping, de uma forma ou outra. Os que não apareceram, é porque foram muito bem escondidos. Não se engane, há muito doping no tênis tb, é porque não aparece, sabem fazer e ludibriar as autoridades, isso quando as autoridades não são coniventes…Não ponho a mão no fogo por nenhum atleta profissional de alto escalão.
        E outra, cocaína não é doping. Ela é proibida, mas não dá qualquer vantagem física. Pelo contrário, prejudica e muito.

      2. Sérgio Ribeiro

        Foi o único recurso pra tirar o goleiro , William. Nada premeditado. E o bandeira se distraiu devido a ter sido um recuo de um Inglês. O pior aconteceu na Copa seguinte contra a Rússia. Maradona salvou um gol com la mano de Dios numa blitz total do adversário. Basta checar rapidamente no YouTube. Abs!

    5. Gildokson

      O povo Argentino e o mundo do futebol idolatra Maradona acima de tudo pq ele era um gênio com a bola nos pés e pq ele deu por alguns momentos a sensação de grandeza à eles principalmente contra o ingleses, o que não envolve só futebol. Ele sempre foi um cara que soube ser carismático, soube lidar com o povão, gente como a gente e isso contou demais pra todo esse amor. Muito do que você falou tem razão, mas é muito fácil entender o pq Maradona é um Deus para parte da Itália e para os Argentinos.
      Muitos que o criticam por ter se viciado em cocaína esquecem que na própria família podem sofrer com um caso assim, essa maldição não escolhe classe nem lugar.
      Abs: Messi é um GÊNIO também Lógico!!!

      1. Sérgio Ribeiro

        E toda a idolatria vai acima da razão devido ao fato de não terem vencido mais nada desde então. Ele foi extremamente vaiado como treinador. Se a Argentina tivesse vencido a Alemanha na FINAL de 2014 , pra cima de quem deu de 7 nos Brazucas , Messi seria o novo Deus. Faltam três jogos para Lionel ser o cara que mais jogou com a camisa de sua Seleção. Campeão Olímpico , é disparado o maior Artilheiro com o dobro de gols de Maradona 71 x 36 . E ainda com 33 anos. Abs!

      2. O LÓGICO

        Gildokson, o Messi não tem nenhum gol ou jogada genial. Ele tem jogadas e gols espetaculares. Espetacular e Genial são coisas distintas. E mesmo sendo espetacular, ele é um espetacular quadrado, quando comparados com tantos outros grandes da história do futebol.

        1. Gildokson

          Isso é relativo, depende muito do q e de q tipo de gol vc considera genial. Se você considera o gol de Maradona driblando Londres inteira genial, Messi ja fez um como aquele no começo da carreira. Mas pra mim a maior genialidade de Messi está na facilidade de fazer gols e criar jogadas que terminam em gols. La se vão mais de 700 sem sequer ser um centroavante.

  9. Luis

    Grande campeonato, muito legal e emocionante. Acho que fechou bem esse ano maluco. Que falta faz o público, as arquibancadas vazias, sem o som da torcida.
    Dalcim, você estava revendo as pertidas que o Nadal perdeu e achei que ele abusou do slice na paralela. Achei que ficou previsível e fácil de atacar. É impressão minha? Porque você acha que o Djoko tem perdido desde 2015? Esse não deveria ser o poso mais fácil para ele?

    1. José Nilton Dalcim

      Realmente, Nadal usou mais esse golpe do que o habitual e isso levou os adversários e fazer inteligente transição à rede, já esperando uma bola lenta. No caso de Djoko, acho que em alguns casos houve temporadas cansativas, mas em outras temos de reconhecer a qualidade dos adversários, Luís.

  10. Sandro

    Pra mim, um cara que é “amigo íntimo da máfia italiana” e um drogado contumaz, não serve de exemplo pra nada, muito menos para as crianças.
    Símbolo de maus exemplos, como pode ser idolatrado?
    Maradona foi contratado pelo Napoli financiado pelo dinheiro da Máfia Camorra.
    Em Nápoles, a Camorra estava enraizada em todos os estratos sociais. Logo Maradona ficou amigo de Carmine Giuliano, do clã Giuliano, que seria seu fornecedor de cocaína.
    A máfia fraudava os EXAMES ANTIDOPING de Maradona enquanto ele estava no Napoli, já que Maradona cheirava o pó durante o Campeonato Italiano…
    Aqui no Brasil, oCASA GRANDE seria uma espécie de Maradona brasileiro, cheirador contumaz e cheio de maus exemplos, principalmente para as crianças…
    Na Copa do México ?? em 1986, o timaço da Inglaterra ???????, que era uma das favoritas ao título, foi garfada e eliminada injustamente da Copa devido à fraude de Maradona que trapaceia fazendo GOL DE MÃO e ainda tem fanáticos que blasfemam dizendo que foi “A MÃO DE DEUS”, na verdade foi a mão do capiroto.
    O inglês Gary Lineker acabou sendo o artilheiro da Copa, mas a Inglaterra ??????? perdeu a chance de título devido à trapaça de Maradona… Ah se existisse o VAR nessa época…
    Se existisse o VAR na época, o gol seria anulado e Maradona levaria um cartão vermelho e Argentina ?? teria que enfrentar a poderosa seleção inglesa ??????? no final do jogo com apenas 10 jogadores ⛹️‍♂️ . Óbvio que a Inglaterra ??????? com vantagem numérica e com o artilheiro do torneio Gary Lineker, teria grandes chances de eliminar a Argentina ??.

  11. Miguel BsB

    Ontem e hoje todos os esportes ficam em segundo plano com a morte de Dom Diego Armando Maradona, o primeiro craque que vi e acompanhei começando a entender e gostar de futebol…todos os meninos na minha época, brincando de bola, queriam ser Diego Maradona…minha primeira lembrança de futebol foi a Copa do México em 86 e que só se falava no Argentino. Em 90, a primeira que acompanhei já com um conhecimento maior e memória, tb foi impactante, por tudo envolvido. Assistia com o meu pai, na Band, o Campeonato Italiano todos os domingos, principalmente o Napoli e Maradona, o maior entre tantos craques que disputavam o Calcio naquela época. Confesso que fiquei e estou muito triste e sentido com a sua morte.
    Um gênio! Um cracaço! Um artista da bola! Uma figura emblemática com todas as suas qualidades e defeitos!
    Está indubitavelmente no Panteão da Nação Argentina e no Panteão dos Maiores do Futebol.

    1. Sandro

      O problema é que, se em vez de ser a Inglaterra ???????, fosse o Brasil que fosse eliminado injustamente por um gol de mão ?, por um cara envolvido com a máfia italiana e usuário recorrente de drogas, se isso seria um bom exemplo para as crianças…
      Se o torneio fosse de Handebol ?‍♂️… Mas no futebol ? é cartão vermelho ?…

    2. Sérgio Ribeiro

      Então Miguel, sem querer desmerecer o Genial Craque. Mas quem chegou muito falado na Copa 86 foi Michel Platini , vencedor de 3 Bolas de Ouro consecutivas. E Dom Diego ainda com desconfiança devido a sua passagem atribulada pelo Barça, e a recusa do Presidente da Juventus em contrata-lo. Sem contar que o Brasil mesmo envelhecido tinha encantado o Mundo em 82 . E nós fomos a única Seleção a vencer TODOS os jogos na Copa até as Quartas caindo exatamente pra França nos pênaltis. E aí Dom Diego acaba com a Inglaterra ( tinha feito apenas um gol até então) , e na Semi com a Bélgica. Na FINAL contra os poderosos Alemães ( tiraram a França por 2 x 0 ) mesmo muito bem marcado , da’ mais um dos seus passes geniais pra Burruchaga fazer 3 x 2 . E com a chegada de Careca em 87 , fizeram uma dupla infernal. Levaram outro Scudetto em 90 , mesmo com uma concorrência absurda de Timaços com Platini , Van Basten e CIA . Mas sem Champions não levou nenhuma bola de ouro embora fosse sem dúvidas o melhor jogador de toda a Europa. No início de 91 , foi pego em doping e deixou Nápoles definitivamente. Acredito que vimos nesses dias uma comoção que não veremos nem se quem tivesse ido pra uma melhor , fosse o Rei . ABS !

      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. O maluco do presidente da Juve afirmou que Diego com aquele biotipo não iria longe …E também deixou Zico de lado em 83 que foi pra Udinese . O Galinho terminou a temporada 83 / 84 com 19 Gols um a menos que Platini . Marcando contra TODOS os grandes inclusive contra a juve … Abs!

  12. periferia

    Olá
    O escritor Ruy Castro certa vez disse que Nelson Rodrigues, ao escrever sobre um simples jogo Flamengo e Madureira ou um velório de um jogador desconhecido, estava apenas usando o futebol como pretexto para mergulhar em suas obsessões…as mais profundas e perigosas.
    Assim era Maradona…a própria obsessão…até por ter sido mais Diego e menos Maradona.
    Sofreu com sua humanidade.
    Sim… Dios era humano.
    Como bom argentino…era uma figura trágica…dramática…populista…e também incomparável.
    Há figuras que não se encaixam nos padrões exigidos pela sociedade.
    Borges…seu conterrâneo…dizia que o maior pecado que um homem pode cometer é não ser feliz…a frase serve para Dios.
    Logo ele…que fez tantos felizes.
    Em sua ultima entrevista Maradona disse:
    ” Me pergunto se ainda vão me amar”…
    A resposta é sim …vc fez por merecer.

    Ano difícil…2020.

    1. Marcilio Aguiar

      Prezado periferia, voce como sempre vai no cerne das coisas. Algo também patente nesses momentos é a diferença de comportamento entre o povo argentino e o brasileiro. A alma passional dos hermanos os conduzem para amar incondicionalmente seus ídolos, independentemente de não serem “as pessoas perfeitas”, que não existem mas nós brasileiros sempre buscamos nos outros. Os exemplos são muitos, como Gardel, Peron e Evita dos que eu me lembro, para demonstrar que não é um comportamento episódico. Para não dizer que não falei das flores tivemos algo de muita comoção nas morte de Elis Regina e Airton Senna (que se foram jovens e em plena atividade, quiçá ainda no auge de suas carreiras), mas acho que em proporções bem inferiores à de Maradona. Fique bem e grande abraço.

      1. JAN DIAS

        Entendi seu ponto de vista, mas discordo do seu comentário sobre o Airton Senna, haja visto que a morte deste também causou uma enorme comoção mundial…
        No Japão ?? (aonde ele era respeitadíssimo), o repórter, em transmissão ao vivo, deu a notícia da morte de Airton e caiu em prantos na mesma hora, tendo que ser ajudado por 2 colegas pra conseguir terminar a transmissão…

        1. Marcilio Aguiar

          Prezado Jan Dias eu não comparei a repercussão da morte de Maradona e Airton em termos globais, até porque a do segundo foi uma tragédia de um jovem, que abalou a todos, enquanto que a do Argentino foi muito sentida, triste mas não tão inesperada. O que eu tentei abordar, obviamente sem pretensão de ser original e profundo, é que mais uma vez fica patente a diferença da “alma” do povo argentino e a nossa. Eles cultuam seus ídolos e o valores da sua nação com muito mais paixão e generosidade que nós brasileiros. Não tenho convivência com argentinos, somente viajei para lá duas vezes, mas admiro demais a paixão e o destemor com que eles se entregam às suas causas.

          1. JAN DIAS

            Ah tá..então entendi errado, me desculpe. Nesse ponto tb concordo com você, os brasileiros poderiam sim ter a paixão dos argentinos…principalmente para protestar contra o governo..

  13. Barocos

    Adiós, D. Diego Armando Maradona, la mano de Dios te espera para saludarte y sus brazos están abiertos para ti.

    Um ano para esquecer e muitas pessoas para lembrar.

    Saúde e paz para todos.

  14. Luiz Fernando

    Maradona foi um craque nos gramados, quem assistiu a copa de 1986 jamais esquecerá aquele gol contra a Inglaterra (o segundo, claro), que foi o mais espetacular q já vi nesses torneios. Carregou os hermanos naquele título. Infelizmente fora das 4 linhas foi um atleta inconsequente, um péssimo exemplo para os mais jovens, e os seus abusos levaram a uma cardiopatia grave e a outros problemas, alguns talvez nunca divulgados, culminando em sua morte no dia de hoje, numa idade relativamente jovem nos dias atuais. Pelo q eu sei a cardiopatia q ele apresentava poderia perfeitamente causar arritmias e morte súbita, mas cocaína também…

  15. Ronildo

    Muitos se perguntam o que acontece com o Thiem nas finais. Simples, é o peso que o Federer aguentou durante toda a carreira! É dose para o emocional do tenista entrar como favorito. No caso do Federer faz mais de 10 anos é considerado o maior de fodos os tempos e os estádios lotam para ver uma vitória sua. Para mim, quase a metade das vitórias e titulos que Nadal e Djokovic ganharam sobre Federer se deve a este fator.
    Para o Tsitsipas ano passado foi só aguentar firme que a partida penderia para ele nos momentos cruciais finais. O mesmo para Medvedev este ano. Foi o que sempre fizeram Nadal e Djokovic com relação a Federer!
    Porém, mesmo Federer carregando durante praticamente toda a carreira este enorme peso à mais em relação à Nadal e Djokovic, se tornou este baita campeão e é considerado o maior de todos os tempos pela maioria dos apreciadores de tênis.
    Vocês veriam o Demo no mental se por acaso Federer fosse 5 anos mais novo que Nadal e Djokovic e entrasse no circuito após os 2 terem ganhado alguns slans!

    1. Luiz Fabriciano

      Ronildo, respeito sua opinião, mas não consigo nenhuma inclinação para concordar com ela.
      Se um jogador do calibre de Roger Federer leva desvantagem sobre seus maiores rivais justamente por ter ao seu lado o que lhe daria vantagem, ou seja, em sua tese, a maioria dos fãs, ele só pode ter mentalidade realmente abaixo do normal – o que não acho.
      Se um jogador como o sérvio, que em tese também, sempre atua com torcida contra e nos últimos 10 anos (veja bem, 10 anos) supera seus dois maiores adversários, o fator mental está fazendo papel inverso. Ou então esse cara realmente é um monstro. E não é, pois, levou uma virada astronômica na última semi que jogou justamente porque deixou o lado mental interferir.
      Talvez você queira dizer que se Federer fosse relegado pelos fãs, ele seria mais campeão que já é. Coisa que duvido muito.
      O Thiem no US Open ficou com “medo de ganhar”, mas ganhou. No Finals ele foi acachapado pelo poder de fogo do russo, que não estava nem aí para o resultado, tanto que fechou o jogo e nem vibrou.
      E antes que me falem sobre eu dizer que o russo não estava nem aí, claro que é apenas ironia, pelo que ele mesmo deixa transparecer.
      Saudações.

      1. Ronildo

        Nós já falamos diversas vezes sobre esse assunto Luiz Fabriciano. Você comete vários erros de avaliação por querer comprovar o contrário. Você simplesmente se nega a reconhecer que para a grande maioria dos atletas, e já citei até o desempenho do Messi no Barcelona e na Seleção Argentina, o grande número de fãs ou multidões querendo um resultado, este fator torna-se um fardo à mais, uma carga à mais!
        Porém, eu jamais diria que este fator agiria igualmente em todos os atletas, e você quer fazer entender que eu falo isso. Mas eu sei qual é seu objetivo.

        Vou citar apenas um exemplo: enquanto neste mundo existem pessoas muito humanas, com o máximo de cuidado e respeito sobre a vida alheia, há outros que matam por divertimento!

        Djokovic e Federer tem psicologia totalmente diferentes!

        1. Luiz Fabriciano

          Não sei qual o seu julgamento sobre o meu objetivo, mas adianto que é, por enquanto, discordar de tua ideia que o que acomete Federer é o discorrido por você. Não consigo aceitar isso e é lógico que ele e o sérvio têm sentimentos e reações diferentes, aliás, como todos.
          Jamais vi, em nenhuma entrevista, seja na quadra, fora dela ou de algum jornalista que teve informações em uma entrevista particular, onde Federer deixasse transparecer isso, por isso, minha discordância.
          Talvez até venhamos a ouvir isso em algum programa no futuro, onde ele, já cuidando de outros ares, venha a dizer que sofria essa pressão.
          Certamente me lembrarei de você.

    2. Daniel C

      Interessante ponto de vista, Ronildo! Faz bastante sentido!

      Além disso, gostaria de acrescentar que o Federer sempre foi aquele do Big3 que mais errou em pontos importantes por causa dos riscos envolvidos no estilo agressivo dele. Isso lhe custou diversas derrotas em GS contra seus rivais (e outros, quando a situação apertou) em jogos que ele apresentou um tênis superior. Chegava nos BPs ou SPs e a afobação fazia ele perder esses pontos. O resultado disso é que hoje os números analisados friamente podem mostrar Nadal e Djokovic mais próximos dele, mas pra mim a realidade sempre será outra: de que jogando o que sabe, ele é imbatível.

      Abs

      1. Ronildo

        Exatamente Daniel

        É dose a pessoa acreditar que é o representante de multidões. Isso é uma fator analisado, reconhecido e comentado no esporte à décadas. Vários atletas tiveram sua performance afetada por causa disso. Não sei se você lembra que certa vez o Diego Hipólito era favoritaço a medalha de ouro olímpico em certa modalidade. Daí deu tudo errado na prova final. Ele mesmo confessou que foi a expectativa em torno dele e a consequente auto-cobrança que o desestabilizou.
        Mas depende do atleta evidentemente. Se o cara tiver algum grau de psicopatia, isso não afeta nada.

        1. Daniel C

          Lembro sim do Diego Hipolito, Ronildo. Mais uma vez, vc fez um belo comentário.

          Voltando ao meu ponto, o próprio Nadal já disse que quando o Federer está jogando seu melhor, não tem o que fazer. Mas infelizmente, a galera que só começou a acompanhar tênis perto do final dos anos 2000 e perdeu a era do auge do Federer, se amarra aos números e usa isso para desqualificá-lo.

          Mas quem viu, sabe que é o jogador mais talentoso e técnico disparado. Pode não ficar com os recordes, mas para seus fãs, continuará sendo o maior dos Big 3. E eu estou em paz com isso!

          Abs

      2. Thiago Silva

        Ele teve sorte de pegar uma entressafra e acumular bastante slams naquela época, jogava com uma certa folga porque os adversários eram muito inferiores, começou a pipocar quando enfrentou adversários do mesmo nível, aí a margem pra errar diminuiu muito.

    3. Thiago Silva

      Não sei se o Thiem se considerava favorito pra final, o piso favorecia bem mais o Medvedev, não acho que ele perdeu por pressão e sim porque o outro era melhor.

  16. Rafael Azevedo

    Sempre que eu vejo um embate entre o Rodrigo Cruz e o Paulo Almeida, eu os imagino sentados em uma mesa de bar, conversando amistosamente como grandes amigos que apenas gostam de zoar um ao outro…

      1. Luiz Fernando

        A despeito de entreveros aqui, tomaria um chopp com todos aqui do blog sem qualquer problema, por conta do Dalcim, claro kkk…

          1. Luiz Fabriciano

            Chopp não sei, mas tenho um amigo que tem outro amigo que disse à ele, que em sua estada em São Paulo, Federer tomou todas as caipirinhas possíveis em sua casa.
            Então, acho que devam reformular o convite, kkk.

    1. Rogério R Silva

      Boa tarde Rafael.
      Há pouco tempo fiz um comentário sobre isso.
      Acho que um sente falta do outro.
      Falam coisas para se provocar.
      Eu particularmente gosto do Federer e meu filho do Djoko.
      Quando digo que o Djoko ganhou ele responde que é normal.
      Quando digo que perdeu ele diz que é zebra.
      Não dá para tentar fazer como os citados amigos aqui do blog,meu filho de 15 anos é mais maduro.
      Forte abraço.

  17. Rafael Azevedo

    Dalcim, duas dúvidas sobre pontuação do Finals:

    1. O Dieguito perdeu todas. Ele ganhou alguma pontuação para o ranking, ou ele sai do jeito que entrou (não tem nem um pontinho de participação)?

    2. Ano passado, Nadal e Zverev terminaram a primeira fase empatados com 2 vitórias cada (400 pontos). Pelos critérios de desempate, o Zverev passou para a semi e o Nadal foi pra casa. Mas, o Zverev perdeu a semi. Ele terminou com os mesmos 400 pontos, ou tem uma pontuação bônus por ter ido à semi?

    1. José Nilton Dalcim

      Como qualquer outro torneio, Finals dá pontos por vitória, e isso inclui semifinal e final. São 200 pontos por vitória na primeira fase, 400 pontos por vitória na semi e 500 pontos por vitória na final. Diego saiu zerado.

  18. Maurício Luís *

    Gostaria que nesse período de férias o Dalcim aproveitasse pra escrever sobre como estão vivendo atualmente alguns tenistas aposentados, principalmente no aspecto saúde. Tem muita gente que afirma que esporte de alto nível acaba com o indivíduo… Mas por outro lado, vejo a Martina, o Connors, o McEnroe, Agassi, aparentemente bem. Por outro lado temos o Guga, o AAron Krikstein (dizem que acabou com o joelho), Tracy Austin (série de problemas definidos como estresse físico), etc.
    Então a questão é: a proporção de jogadores com aposentadoria forçada por problemas físicos é tão grande assim como dizem? Acho que valeria uma análise.
    THIAGO WILD – Parece que o paranaense “encalhou”. Ele teve coronavírus logo no começo da pandemia. Não sei se ficou com alguma sequela, porque é o tipo de vírus meio imprevisível. Uns voltam ao normal, outros nem tanto. O Grigor Dimitrov chegou a mencionar isto.
    BELLUCCI – Não sabia que até o Bellucci tem um “freguês”. Já posso dizer que vi de tudo…
    FUTURO DO TÊNIS NO BRASIL – Gostaria de dizer “Espero que ano que vem algum(a) brasileiro(a) desponte e surpreenda os favoritos.” Mas não acredito nisto, porque enquanto este esporte for elitizado, só um milagre, um ponto fora da curva, como Maria Esther Bueno e Guga. Tava até com esperança na Bia Maia, mas primeiro veio a suspensão, agora um problema físico… sei não… Se bem que justiça seja feita: os duplistas se salvam desse fundo do poço.
    Faltam quadras públicas, falta patrocínio, comprar tênis, raquete e bolinhas não sai barato não. Falta trabalho de base.
    E ainda tem que ser sócio de clube. É só classe média alta pra cima, e olhe lá. Será que a elite que comanda o tênis não enxerga isto? Por que não imitam a Argentina, Itália?
    Enquanto Argentina, Espanha, Grécia, disputam o Finals, nós estamos no FINALS da PICADA.

    1. Luiz Fabriciano

      Ótimo comentário.
      Sobre o Bellucci só me restou rir: até ele tem freguês. Nada contra o brazuca, mas sim de sua sátira.
      E sobre a visão da elite acerca do tênis, não fazem por não terem vontade. Somos um país continental, com potencial enorme. A França tem 3 milhões de inscritos em sua federação e há anos não têm um #1 ou campeão de GS, mas ainda vêm vantagem em investimento nos esportes. Mas aqui falta investimento no básico, então…
      … o investimento deveria vir da iniciativa privada, mas essa quer lucro imediato, não incerto e à longínquo prazo.

    2. JAN DIAS

      Caro Maurício Luís, sua análise foi perfeita, mas infelizmente a elite brasileira só se preocupa em desviar dinheiro pra si própria, não tem interesse, generosidade nem inteligência pra investir no esporte. Salvo raras exceções… que agora se encontram também ameaçadas pela pandemia e pela gigante crise econômica em que nos encontramos.. (ex: patrocínio militar p/os esportistas).
      Os feitos de nossos atletas, em qualquer esporte, são frutos de muito esforço individual..

      1. Maurício Luís *

        Pois é. Isso dos dirigentes só pensarem na sua permanência no cargo ocorre no futebol e outros esportes também. Achei que muitas cabeças iriam rolar depois daquele 7 a 1 que a Alemanha enfiou no Brasil em pleno Mineirão… mas parece que ficou “tudo como dantes, como no quartel de Abrantes”.

    1. Maurício Luís *

      Me desculpe a intromissão, mas se não der pra fazer o Rio Open, poderão tentar o Riacho Open, Córrego Open, ou, em último caso, Bica D’água Open.

  19. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    acabei de assistir o MASSACRE que ao Bellucci infligiu ao russo no Challenger de São Paulo.

    6/2 e 6/0.

    E esse Teymuraz Gabashvili é um freguês de carteirinha, né?

    5 x 0 pro Thomaz no confronto direto!

    1. Rodrigo S. Cruz

      Errata da errata:

      “Acabei de assistir ao MASSACRE que o Bellucci infligiu ao russo no Challenger de São Paulo”.

      1. Rafael Azevedo

        Pô, Rodrigo. Uma errata para corrigir um artigo…
        Todo mundo sabe que é desatenção ou execução do corretor.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Faz parte, Rafael…

          Alguns inimigos catam a falha mais bobinha, e tentam pateticamente usar contra você.

          (rs)

          1. Rodrigo S. Cruz

            E eu já falei que me corrigi antes de você, não falei?

            Podemos voltar ao tênis agora, ou você vai continuar esse inferno até o Dalcim SURTAR ?

  20. Oswaldo E. Aranha

    Arrependimento.
    Dalcim, havia dito que tomaria umas férias e só voltaria quando a Gabi voltasse, entretanto dei-me conta que não estaria sendo solidário contigo e resolvi antecipar. Explico: vi que não seria justo aguentares sozinho a enxurrada de manifestações de frustração e rancor que os torcedores de determinado tenista, que não está mais tendo bom desempenho, despejam no blog tentando desqualificar outros tenistas e seus seguidores. Desculpa.

    1. Luiz Fernando

      Oswaldo algumas pessoas ou grupos fazem tabelinhas no blog p constranger e intimidar os q não torcem p determinado tenista. Conseguiram isso pex com a Alice lembra? Muito meiga e educada, não teve estômago p tolerar esse jogo articulado e premeditado. Apenas diria algo a vc: parabéns pela atitude, essa turma quer isso mesmo, que apenas a voz deles seja ouvida, independentemente de representar a verdade dos fatos ou não. Bem vindo de volta kkk…

  21. Rafael

    Australian Open considera eliminar o quali por causa das questões da pandemia.

    Na dúvida, sobra sempre para o lado mais fraco. É mais fácil.

  22. André Aguiar

    Sobre a final, torci para o Thiem, pois sempre torço pelo backhand de uma mão, independentemente do tenista. Por que? É mais bonito de se ver e mais difícil de se praticar. Que haja sempre alguns top ten com esse golpe, servindo de inspiração para crianças e seus professores.
    Mas não sei o motivo pelo qual o Thiem tem encolhido o braço no BH quando disputa uma final. Tanto no US Open como agora no Finals, abriu mão do seu pesado revés com top spin, optando muitas vezes por empurrar a bola com modorrentos slices. No US Open, declarou que foi por nervosismo. Será que foi pelo mesmo motivo agora? Preocupante, pois seu jogo cai uns 30% sem esse golpe. Só nos últimos 2 ou 3 games, quando a derrota se aproximava, soltou o braço no revés, fazendo até alguns winners. Mas aí já era tarde.
    Assisti pelo Tennis TV cerca de 70% dos jogos de simples. Destes, o que mais gostei foi entre Thiem e Nadal.
    Gostei muito da opção oferecida pelo canal de assistir os jogos sem narração/comentário e nem falsos aplausos. Só o som da quadra. Deu uma sensação de estar lá. E como deve ser frustrante para os tenistas ouvirem somente meia dúzia de aplausos depois de um ponto sensacional. Como bem disse um técnico de futebol, metade da graça de um jogo decorre de bons jogadores e a outra metade de um público vibrante. Que a vacina não tarde!

  23. Vitor Hugo

    Dalcim, vou escrever aqui porque não tem mais espaço pra resposta.

    Willian, vc realmente só lê o que é conveniente pra vc, ou seja, apenas coisas ruins que eu escrevo sobre o sérvio.
    Eu já fiz VÁRIOS e VÁRIOS comentários elogiosos sobre Novak, inclusive um deles foi colado e copiado aqui pelo colega DANILO AFONSO.
    Acho o slice, drop e smash de Djokovic ridiculamente amadores. Minha opinião. Mas e daí, Novak precisa dos golpes citados por mim pra ser um campeão!? Não! Ele tem inúmeras outras qualidades pra compensar a falta de qualidade em algumas deficiências do seu jogo. Ponto.

    Sobre o caráter do sérvio, não simpatizo. Foi acusado por vários atletas por simular contusões, xinga boleiros e é mal educado com juízes de linha, é arrogante e nunca dá méritos para os adversários nas derrotas…
    Organizou um torneio de forma ingênua e perigosa, colocando várias pessoas em perigo, o chamado ‘torneio da morte’
    Além do mais, como o colega postou abaixo, Novak é um marqueteiro. Fazia dancinhas forçadas apenas pra se promover, conseguir seguidores, e agora vem com coraçãozinhos e etc… Tudo planejado, nada espontâneo.

    Prefiro 1000 vezes a personalidade de Federer, que apesar de parecer um sujeito ‘sem graça ‘, não se envolve em polêmicas, é um cara família, carismático, ajuda os outros e etc… Não à toa o suíço tem muito mais seguidores que o sérvio e sempre tem maioria esmagadora no estádio. Sempre! Diz muito, não acha?

    Agora, se vc não vê agressões por parte de torcedores de Novak contra Roger Federer e seus torcedores, ou vc é parcial ou vc é cego, me desculpa! É só ler os posts do Dalcim que vc vai encontrar vários comentários.
    E no post anterior, seu colega de torcida ‘Paulo Almeida ‘ disse que ” os adversários de Federer fazem com ele o que faziam com a Bruna Surfistinha “…
    Daí eu não vi nenhuma indignação da sua parte ou do Danilo Afonso, por que será?! Não convém, né?

    Abs

    1. Vitor Hugo

      Lembrando que, a juíza de linha acertada com uma bolada por Novak, foi ameaçada de morte por torcedores do sérvio, lembra?

    2. Paulo Almeida

      Qual a diferença entre animalzinho do Thiem e Bruna Surfistinha dos rivais?

      Foram essas as palavras. Não distorça.

    3. Willian Rodrigues

      Prezado, eu tenho esse discernimento, mas, não posso ficar como “babá” de colegas ou amigos torcedores do Djokovic que agridem, ou se utilizam de termos pejorativos contra os rivais. Educo minha filha e alunos mais jovens para que não o façam. Além disso, seria impertinência…
      Esse “policiamento” que implementei no último post dirigido a você, somente ocorreu porque entendi que estava criticando diretamente o Danilo, um dos nolistas mais tranquilos e sensatos aqui do Blog. Achei injusto… Ele sempre posta dados e estatísticas interessantes, as quais estimulam muitos debates legais por aqui.
      E relamente, no seu caso, o que percebo é um esforço DESCOMUNAL para desqualificar o sérvio a qualquer custo!!!
      Quanto a não admirar o estilo de jogo, não gostar do comportamento, etc., tudo bem! Mas, não é incomum que outros colegas considerem que haja exagero de sua parte… Não mencionarei nomes porque não ficaria bem incluir outras pessoas em nosso pequeno imbróglio. Rrrssr…

      Gosto de ler seus posts ou aqueles do Rodrigo e outros federistas, quando analisam aspectos dos jogos ou de outros jogadores. Façam isso com maior frequência!
      Fiquemos “de buenas”

  24. Luiz Fernando

    Pra variar se postou aqui algo sobre a plástica do jogo, seus principais expoentes (Federer, Kyrgios, Fognini, Monflls) mas destes apenas um tem grandes resultados e dois outos tem grandes baixarias deixadas na quadra, demonstrando q so o aspecto plástico do jogo pouco vale de forma isolada…

    1. Rodrigo S. Cruz

      Mas Luiz,

      com baixarias ou sem baixarias, o fato não muda.

      O próprio Nadal disse sobre o Kyrgios:

      ” ele tem um talento descomunal”.

      1. Luiz Fernando

        Acho q ninguém nunca questionou isso, apenas afirmei q apenas ter talento ou golpes mais “plásticos” não significa alcançar grandes títulos, que no final é o q realmente conta, apenas isso…

        1. Rodrigo S. Cruz

          Ah sim.

          Quanto a isso concordamos.

          Tem que ter muita entrega e disciplina também, só o talento não basta…

          1. Willian Rodrigues

            Também estou de pleno acordo. Se Kyrgios tivesse esse perfil mais disciplinado, entraria para a história como um dos grandes. Com certeza!

    1. José Nilton Dalcim

      FoxSports, mas apenas semi e final. TenisBrasil mostrará todos os jogos dos brasileiros durante a semana.

  25. Rodrigo S. Cruz

    A deficiência criativa do segmento Djoko-Jones atingiu níveis HILARIANTES!

    Pelo que eu saiba, não se esculhamba golpe A ou B do tênis.

    E sim a execução dos golpes.

    Qual vai ser a próxima assertiva ‘brilhante” dos senhores?

    A de que o SAQUE é fundamento porcaria de alpino, porque o Federer saca melhor do que o Djoko?

    kkkkkkkkkk

    Ou que tal:

    “a DEVOLUÇÃO é o único fundamento importante do tênis”.

    Afinal, o Djoko executa as melhores devoluções.

    kkkkkkkkkk

    Percebem como não cola nem uma vírgula disso?

    É totalmente sem pé nem cabeça!

    (rs)

    1. Vitor Hugo

      Daqui a pouco vão esculhambar o forehand, vôleio, drop, smash… do Federer, que executa muito melhor que o sérvio.

      1. Luiz Fernando

        Em geral vc é que esculhamba os golpes dos adversários do Federer, não banque a vítima, isso vc nunca foi aqui. E com sua “criatividade” (postar mentiras mudou de nome kkk) citada pelo Rodrigo Cruz atribuía vitórias dos adversários a doping, derrotas do Federer a mononucleose quando o próprio atleta já dizia estar curado e outras baboseiras mais, além de sua criação mor, o surgimento dos 4 irmãos gêmeos (Marquinhos, Renato, Johnny e VH) sabe-se lá com qual finalidade, talvez p diluir as impropriedades postadas…

        1. Rodrigo S. Cruz

          Ele não bancou a vítima, Luiz.

          Somente expressou a opinião dele, e por sinal muito lógica.

          Mas nunca vi ele dizendo que forehand com spin alto é “golpe de palhaço”, só porque o Nadal é bom nisto…

          Não se ataca golpes do tênis: seja ele forehand, slice, etc.

          Quem denigre qualquer golpe do tênis não gosta de tênis, gosta é de idolatrar um tenista específico.

  26. JAN DIAS

    DOIS VÍDEOS ? IMPERDÍVEIS DA ATP FEITOS ESSA SEMANA:

    1) CHAT C/ FEDERER E BORG : BORG respondendo qual golpe de FEDERER ele “pegaria” p/o seu jogo, confessando como escondia suas emoções durante a partida, etc. FEDERER falando sobre sua nova raquete, etc. Show de classe e conhecimento sobre o tênis. ?
    A Atp também fez esse modelo de chat com DJOKOVIC e SAMPRAS.
    https://www.youtube.com/watch?v=4QiITV-XjNY

    2) WHICH PLAYER? : Os jogadores que acabaram de disputar o Finals respondem a questões variadas como: Qual jogador é o melhor dançarino? Qual é o mais fashion? Qual jogador se daria bem em outro esporte e em qual? ?
    https://www.youtube.com/watch?v=i4IwnlF0JQQ

  27. DANILO AFONSO

    Com o encerramento da temporada, temos a seguinte pontuação dos 8 melhores tenistas considerando apenas os torneios realizados em 2020:

    1. Novak Djokovic – 6.855 pontos
    2. Dominic Thiem – 4.615
    3. Rafael Nadal – 4.600
    4. Daniil Medvedev – 4.025
    5. Alexander Zverev – 3455
    6. Andrey Rublev – 3.325
    7. Stefanos Tsitsipas – 2.530
    8. Diego Schwartzman – 2.210

    Se formos restringir a pontuação conquistada apenas após o reinício da temporada (pós-suspensão), temos os seguintes números:

    1. Novak Djokovic – 3870
    2. Daniil Medvedev – 3565
    3. Dominic Thiem – 3295
    4. Rafael Nadal – 2940
    5. Alexander Zverev – 2725
    6. Stefanos Tsitsipas – 2165
    7. Diego Schwartzman – 1795
    8. Andrey Rublev – 1660

    Djokovic novamente não foi bem no Finals, mas antes e após a suspensão da pandemia, o sérvio foi o tenista mais consistente e versátil do circuito.

    Vejo muitos participantes do portal e do blog fazendo projeções para 2021 levando em consideração os últimos 3 meses, intervalo amostral que entendo ser muito pequeno para tirarmos conclusões mais precisas.

    De fato Novak desceu um degrau do nível de competitividade que vinha apresentando antes da suspensão do circuito, mas acredito que ele possa novamente elevar o nível ajustando alguns golpes que foram piorando nos últimos torneios e que vieram a desencadear vitórias e derrotas apertadas e alguns revés vergonhosos ou inesperados.

    O SAQUE o deixou na mão em vários momentos. Dificilmente conseguirá conquistar outro torneiro relevante tendo aproveitamento de saque pífio, a exemplo do Master de Cincinnati em que teve o seu pior aproveitamento em toda carreira em um torneio que foi campeão;

    O BACKHAND em alguns torneios foi muito errático e faltou ousadia, arriscando poucas vezes as paralelas quando comparado aos dois primeiros meses do ano.

    O VOLEIO em que estava com um aproveitamento muito bom até Roland Garros, oscilou demais na reta final da temporada, destaque negativo para o show de voleios desperdiçados (cinco que lembro) na semifinal do último sábado em pontos importantes.

    Apesar da ascensão de alguns tenistas, não duvido que o sérvio seja o tenista a ser batido em 2021, pois ainda é o tenista mais versátil do circuito com ótimo retrospecto em todos os pisos e está focado em alcançar alguns recordes nos próximos anos. Caso se ausente da política da categoria, as metas e recordes serão ainda mais palpáveis.

    Saudações Tenísticas !!!

  28. Willian Rodrigues

    Assim como outros participantes aqui do Blog, sou admirador do talento de Nick Kyrgios. Não convém agora debater seu comportamento extra-quadra…
    Confesso que será muito interessante assistir a uma partida entre o grego-australiano e o “Urso” Medvedev, com ambos em plena forma!
    Será que o russo teria armas para neutralizar o saque e forehand contundentes de Kyrgios?
    O que pensa a respeito desse possível duelo Dalcim?

    1. José Nilton Dalcim

      São dois jogadores com golpes e opções táticas surpreendentes. O australiano ganhou as duas no ano passado, mas a de Washington foi bem difícil. Bem interessante.

  29. Daniel C

    Sobre o comportamento do russo, acho que a personalidade dele é mais interessante que a do Djokovic, pois ele tem um jeito natural (e não forçado como o sérvio) mesmo que seja muito frio. O Djokovic com aquela comemoração ridícula de mandar corações pra galera (que fica mais ridícula ainda com as arquibancadas vazias), isso sem falar nas imitações e dancinhas, sempre me pareceu algo meio forçado, com o único objetivo de parecer simpático e do bem….isso até as frustrações começarem, pois aí ele solta palavrões, grita com boleiros, isola bolas, quebra raquetes e mostra todo aquele destempero que já conhecemos (e que seus torcedores acham normal, que é somente as emoções de alguém competitivo aflorando)

    Faz bem pro tênis um jogador que seja diferente e aja de um jeito inesperado, como o Medvedev. O que faz mal para o tênis é um jogador que destrata os juízes, boleiros, solta comentários anti vacinas, é destemperado em situações adversas, cria associações paralelas para causar discórdia…Pior ainda quando alguém assim é o número 1 do ranking. Mas felizmente acho que com o amadurecimento notável das gerações mais novas, é questão de tempo para ele deixar de representar (tão mal) o esporte.

    1. Vitor Hugo

      Sem dúvidas, as dancinhas do sérvio pareciam forçadas. Mas como ele percebeu que passava por ridículo, parou.
      O cara não é nada autêntico ou original.
      Os corações? Marketing! Péssimo por sinal.

  30. José

    Importante destacar que Djokovic vai bater o recorde de liderança do ranking de Federer. Sendo assim, vai ter pelo menos por algumas semanas, dois dos três recordes mais importantes do tênis:

    1. Recorde de Slams: Federer e Nadal
    2. Recorde de semanas na liderança: Djokovic
    3. Recorde de M1000: Djokovic
    4. Recorde de ATP Finals: Federer

    1. Rodrigo S. Cruz

      Bom, acho que ninguém liga muito pra esse recorde de mais Masters 1000, não.

      Agora, ganhar todos os Masters 1000, como o sérvio fez, foi grandioso mesmo…

        1. Alessandro Siqueira

          Pois é, ninguém liga para MASTER 1000, mas conta até torneio de bairro para inflar a contagem total. Na boa, seja-mos coerentes. Master 1000 está na contagem de título grande desde sempre. Não há como ignora-los.

        2. Sérgio Ribeiro

          Turbinaram o de Connors , informadissimo L F . Na Grama pra transformar os ATP 250 em ATP 500 , foi um sufoco . Incrivelmente quando ainda eram ATP 250 , Rafa e Novak frequentavam. E Nadal conseguiu vencer Queen’s pra cima do Sérvio. Depois ambos optaram em ir do Saibro de RG para o Saibro Verde de WIMBLEDON . Com isso não jogam nas rapidissimas Halle , Stuttgart e Queen’s. Porque será ? Sampras jamais pulou rsrsrs Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            Acho que não leu direito , L F . Na Grama ele não tinha opção. E muita coisa mudou no Calendário depois de 2009 . . No Saibro Barcelona e Rio Open , por exemplo passaram para ATP 500. Nadal iria jogar ATP 250 a onde ??? Abs!

        3. Rodrigo S. Cruz

          Posso estar equivocado, mas acho que o Federer joga mais ATP,s500 do que 250.

          Mas isso pouco importa, porque eu não quis diminuir os ATP,s 1000 e muito menos compara-los com ATP,s menores…

          Eu só disse que em questão de grandes recordes, o de números de Masters 1000 parecem ser os menos badalados.

          1. Luiz Fernando

            Nossa, devo estar desatento, imaginei que “ninguém liga muito” soa como menosprezo, coincidentemente desvalorizando algo no qual o Federer é o terceiro na lista de vencedores. Talvez vc pudesse somar os M1000 vencidos pelo Fognini e pelo Kyrgios, pra citar dois dos seus queridinhos, e veja se eles contariam ou não nas carreiras de ambos…

          2. Rodrigo S. Cruz

            Pense como quiser, nobre Luiz.

            O Kyrgios e o Fognini são meus queridinhos sim, e eu enho orgulho disso.

            Posso admirar o jogo deles dois, você deixa?

            (rs)

        1. Gildokson

          Isso depende, tem muito Top que tem carreira relativamente vencedora nas hards e saibro e “insignificante” na grama e nós sabemos que jamais venceriam nem 5 vezes Halle, que dirá 10.

    2. Alessandro Siqueira

      Não vamos nos esquecer das temporadas terminadas na liderança, recorde dividido com Sampras, sendo que o sérvio fez as 06 temporadas sendo contemporâneo de Federer e Nadal, até então tidos e havidos como os maiores da história.

      1. Sérgio Ribeiro

        Meu caro , Alessandro . Tu insistes num argumento esquecendo que o Sérvio é apenas UM ano mais jovem que Nadal . E SEIS mais jovem que Federer. O Espanhol virou N 2 em 2005 . E Federer N 1 em 2004 . Essa sua repetição de ele tem méritos por ser contemporâneo de ambos não cola . O que cola é que ele demorou junto com Murray ( mesma idade ) a amadurecer . E tem menos TRÊS SLAM que ambos. Não vai nunca atingir o recorde de semanas CONSECUTIVAS como N 1 devido ao fato de somente atingir o TOPO , TRÊS anos depois do Espanhol. Já Murray OITO anos após Rafa . Abs!

          1. Alessandro Siqueira

            Como está se tornando useiro aqui no blog, a SEITA ALPINA tem como tese acabada que Federer é o maior da história. Junto disso, ninguém tem dúvida de que Nadal é o maior no saibro. Então essa é a questão. Djokovic está inserindo seu nome como maior #01 do mundo e maior #01 de semanas disputando com dois dos maiores. Aliás, os dois que eram chamados de maiores sem embargos até a chegada do sérvio.

          2. Sérgio Ribeiro

            Até a chegada ? rs . O Sérvio já era N 3 em 2007 , cumpadre . Sem essa de que ele era apenas um “ feto “ assim como Nadal , segundo a tese do famoso expert Almeida. O grande Piloto da “ Turbinada “ kkkkkkkkk Abs!

        1. Alessandro Siqueira

          Federer se tornou #1 em 2004, sucedendo Roddick. Sendo de 1981, tinha 23 anos. Chegou e ali ficou até 2008, quando Nadal assumiu a ponta. O espanhol foi #1 aos 22 anos. O sérvio chegou ao #1 em 2011, logo após fazer 24 anos. Nessa altura dos fatos, Federer ainda tinha 29 e Nadal 25. Quer você queira, quer você não queira, o sérvio colocou areia na farofa na dupla espano-suíça. São contemporâneos e nada do que disser irá mudar o fato. #pas

          1. Sérgio Ribeiro

            Espero que o comentarista esteja por qui para afirmar que Dominic Thiem ( 27 ) é contemporâneo de Novak Djokovic ( 33 ) e Rafa Nadal ( 34 ) . A festa apenas vai começar rs … Abs!

          2. Alessandro Siqueira

            A diferença de idade entre Federer e Djokovic é de 5 anos e 9 meses. De Nadal para Thiem é de 7 anos e 3 meses e de Novak para o Austríaco de 6 anos e 4 meses. Federer está mais próximo dos rivais na questão cronológica que os dois de Thiem.

    3. Paulo Almeida

      Exatamente, José.

      Geleinha não terá nenhum dos três recordes mais importantes do tênis e DjokoGOAT talvez fique com dois deles.

      Só não “liga” pra Masters 1000 quem já foi expurgado da disputa, rs.

      1. Sérgio Ribeiro

        Geleinha e ” goat ” . Esses são os abalizados argumentos do Coroa que disse que o FINALS não passava de um MASTER 1000 melhorado. Sumiu pois já sabia que o Sérvio e o Espanhol não iriam a FINAL. E também sabes que não existe MASTER na Grama . Portanto não passas de um Fanático sem rumo kkkkkkkkkkk Abs!

        1. Paulo Almeida

          Amigo, não estou argumentando no momento, coisa que aliás faço com extrema capacidade quando estou com vontade.

          Finals continua um Masters de luxo mesmo e o GOAT tem cinco.

        2. Bruno

          E não sei se vc reparou ,Sérgio,
          Depois das porradas que o chiliquento tomou ,veio com a desculpinha de que estava cansado de comentar aqui.

          1. Rodrigo S. Cruz

            kkkkk

            E o Djokovic continua atrás do Federer em número de ATP Finals.

            Isso pode estar deixando o cara até com insônia…

          2. Paulo Almeida

            Não levou porrada de ninguém no Finals e, se não percebeu, também não comentei nem mesmo depois da vitória sobre o Zverev. As questões eram outras.

            E se eu quiser sair, isso não será problema seu, Bruneco.

            Capiche?

  31. WANDERSON

    A MEU VER,AS 2 MELHORES SEMIFINAIS DESTE ANO,NADAL TEVE SUA CHANCE E DESPERDIÇOU E O DJOKOVIC QUANDO MENOS SE ESPERAVA
    GANHOU UM 2O SET TENSO E NA HORA DECISIVA ME PARECE QUE JA DAVA O JOGO COMO VENCIDO E TOMOU O CASTIGO.
    O AUSTRALIAN OPEN PROMETE EM 2021.

  32. Sandro

    Não gosto de agourar ninguém, mas um cara como o carisma “zero” de Medvedev não faz bem ao tênis. Não estou me referindo ao estilo de jogo dele, mas ao comportamento totalmente “tanto faz como tanto fez”. O cara não tem sangue nas veias? É um morto-vivo jogando tênis? Torço para que o Medvedev não comece a ganhar torneios em 2021, senão será a morte do tênis!

    1. Sérgio Ribeiro

      Qual é a sua definição de carisma , caro Sandro ? . Em vez do parceiro ficar olhando pitis , dancinhas e imitações baratas , que tal dar uma olhadinha como fazia o primeiro Pop Star do Tênis , Bjorn ou ICEBORG em quadra. Medvedev não atrapalha o Tênis em coisa alguma , ao menos a meu ver. O YouTube ajuda nessas horas rs . Abs!

      1. Willian Rodrigues

        Sérgio, de acordo como os principais dicionários, excluindo-se os conceitos antropológicos, teológicos ou gnósticos, CARISMA é um termo que pode ser definido assim:
        1. Qualidades marcantes de uma pessoa para o exercício de liderança e de atividades sociais;
        2. Poder de atrair, encantar e seduzir.
        A meu ver, atletas como Rafael Nadal e Roger Federer possuem de sobra, ou não??! Mesmo sem fazer “imitações baratas”, dancinhas, e afins… Borg foi mesmo um jogador fabuloso…
        Reconheço em MEDVEDEV um excelente jogador nas hards e um grande competidor. Com a natural evolução de seu jogo, poderá até nos surpreender em outros pisos. Contudo, em minha modesta opinião, não tem mesmo NADA de carisma!! Concordo absolutamente com o Sandro!!
        Torcerei para que Dominic Thiem, num primeiro momento, e depois para Jannik Sinnera tinjam o topo do ranking. Ambos são atletas que possuem sangue nas veias e esbanjam simpatia com os colegas e a mídia, embora o italiano seja mais contido.
        Assim como outros por aqui, você eventualemente se perde ao exagerar nas críticas ao sérvio. Menos…

        1. LION

          Nadal e Federer também não são carismáticos. Eles são famosos. Eles nem me “liderariam” pra nadica de nada e nem me causam nenhum “fascinio”. Nem eles, nem atleta nenhum.

          1. Jose Yoh

            Mas se aparecerem na nossa frente, caímos de joelhos por um autógrafo ou uma foto… Carisma e fama são coisas meio que relacionadas, não? Muitas vezes um acaba puxando o outro.

        2. Sérgio Ribeiro

          Se a carapuça caiu , caro Willian , não tenho culpa e muito menos a ver com a discussão de carisma. Vocês não vão transformar Medvedev num mal para o Tênis somente por devaneios. Se vão torcer por Thiem ou qualquer outro é problema de vocês. Minhas críticas ao Sérvio se prendem totalmente ao seu desempenho em quadra . Bem diferente do que fazem diariamente no face TênisBrasil com Roger Federer há anos . E o que tentam fazer MEIA DÚZIA de manés aqui no Blog diariamente. Abs!

          1. Sérgio Ribeiro

            E outra caro Willian . Seus comentários aqui no Blog são bem diferentes dos lá do face . Mas acabou se entregando mais abaixo. O que falastes de Federer é o que sempre dissestes por lá. Então se sinta em casa com Almeidas , P.Fs e CIA … Abs!

          2. Willian Rodrigues

            Sérgio, já mencionei mais de uma vez aqui os motivos pelos quais torço contra o Federer. Não curto mesmo quem não fala o que pensa realmente. Considero um defeito grave e, ao que me parece há outros frequentadores assíduos do blog que pactuam do mesmo pensamento que eu.
            Aprecio demais a garra e a competitividade do sérvio sim! A ponto de torcer por ele desde 2007 mesmo sabendo que possui alguns golpes menos fantásticos que aqueles do Federer ou do Nadal. Ele compensa muito bem com outros fundamentos.
            Não há incoerências entre o que posta lá ou posto cá. Critiquei veementemente as declarações anticientíficas do sérvio com relação às vacinas, por exemplo!
            Não sou fanático a ponto de me idiotizar acompanhando opiniões e atitudes como se fosse membro de uma seita. Não rola…

            Com relação ao “Urso” (gostei desse chamamento), não pretendo desmerece-lo, vilaniza-lo ou relega-lo a terceiro plano na história do tênis. EU, Willian, apenas e tão somente sinto falta da vibração que um grande atleta deve ter. Torcerei pelo Sinner nesses próximos anos, by the way!

          3. Willian Rodrigues

            Outra coisa importante Sérgio: você tece sim, críticas muito duras ao sérvio e seus torcedores elencando com frequência comportamentos e posicionamentos extraquadra. Não se exima disso agora, por favor!

    2. Jose Yoh

      São jovens de 20 e poucos anos, treinados a vida inteira para dar raquetadas. Pouco tempo sobra para treinar entrevistas ou comportamento em público (que é perfeitamente moldável). Com o tempo e a fama, alguns acabam aprendendo essas coisas (ou não!).

  33. JAN DIAS

    MEDVEDEV tá fazendo um jogo ofensivo, paciente nas trocas da base e com uma evidente melhora nos golpes de rede (drop-shot, voleio).. ?
    Concordo com o Dalcim sobre a movimentação dele, que é muito boa pra alguém com quase 2 metros de altura.
    Agora, a cabeça dele é um mistério ? :
    ou ele pode fazer uma grande carreira ou pode, a qualquer momento, anunciar que está deixando o esporte e se aposentar…
    Só esperando pra ver…

    1. Sérgio Ribeiro

      Isso sim tudo a ver JAN. Mas que é legal nunca saber o que o Urso vai fazer é um barato. Rafa Nadal ficou doidinho rs . Abs!

      1. JAN DIAS

        Sim, com certeza Sérgio! ?? Ele é um jogador muito interessante de se assistir, é meio fora da casinha ? kk e tb elevou seu nível técnico e competitividade.

  34. Alessandro Siqueira

    E terminada a temporada 2021, é fato que o sérvio saiu maior do que entrou. Aos fatos.

    Nos Masters 1000 que jogou, 02 títulos: Cincinnati e Roma. Isso foi suficiente para assumir o RECORDE da série: TRINTA E SEIS. Como se não bastasse, ao menos 02 títulos em casa sede, o que comprova uma versatilidade jamais vista. Nadal (35) não tem Miami e Paris, ao passo que Federer (28) não tem Montecarlo e Roma.

    Foi desclassificado no Aberto dos EUA, é verdade, mas onde de fato jogou, título no Aberto da Austrália e o vice em RG. Ah, perdeu de forma acachapante na final, mas vale 1200 pontos, tanto quanto valeu 1200 pontos a derrota do suíço em 2008: 6/1, 6/3, 6/0.

    Na série 500, ganhou Dubai e teve a desventura em Viena, mas nada que desabonasse. Foi só uma forma de garantir o #1 ao final do ano de forma antecipada.

    Enfim, a extrema regularidade, com aproveitamento de quase 90% no ano o levou à SEXTA TEMPORADA NA LIDERANÇA. Os detratores dirão que não foram consecutivas, feito que está nas mãos de Sampras, mas certamente farão questão de esquecer que as 06 temporadas foram brigadas com dois dos maiores da história, Federer e Nadal. Então, se é preciso reconhecer os méritos do suíço e do espanhol, como negar alguém que os suplantou em número de temporadas na liderança, está em vias de ter mais semanas como #1 e tem H2H positivo após mais de 50 embates?

    O fato é que, chegado o dia 08/03/2021, o sérvio terá em mãos o recorde de temporadas e de semanas como #1. Ao mesmo tempo, o recorde de Master 1000, o que lhe deixará livre para focar nos Slams e no Ouro Olímpico, que deve ser a última oportunidade. Quem viver, verá.

    1. Alessandro Siqueira

      * Terminada a temporada 2020.

      * Ao menos dois títulos em cada sede.

      * Enfim, a extrema regularidade, com aproveitamento de quase 90%, no ano o levou à SEXTA TEMPORADA NA LIDERANÇA.

      1. Alessandro Siqueira

        Errata da errata é feio, mas a pontuação estava muito mal feita:

        * Enfim, a extrema regularidade, com aproveitamento de quase 90% no ano, o levou à SEXTA TEMPORADA NA LIDERANÇA.

  35. Luiz Fernando

    Dalcim desculpe a preguiça de pesquisar, mas haverá ATP Cup em 2021, antes do AO? Se houver, vejo grande chance de muitos dos principais jogadores boicotarem o evento, pois cada um virá de uma região com suas peculiaridades da pandemia e juntar esses caras, mesmo que em múltiplas sedes como foi neste ano, será um risco p todos. Talvez tenhamos um AO sem q os principais jogadores disputem torneios preparatórios como de hábito…

    1. José Nilton Dalcim

      Não se sabe de nada ainda, Luiz. Está tudo muito confuso. Enorme chance de não haver torneios preparatórios. Ou de se adiar o AusOpen para março.

  36. Vitor Hugo

    Não entendo por que tantas pessoas estão questionando o jogo feio do Medvedev? Até o narrador do sportv acha que ele não joga bonito.
    Por acaso Novak é muito diferente do russo? Não! Acho até mais feio.
    E Nadal, jogando a bola a 6 metros de altura, é muito mais bonito? Também não! Quase o mesmo patamar de feiúra.

    1. Vitor Hugo

      E Nadal ainda tem o bônus extra de enfiar o dedo no boga antes do saque, que é um gesto horripilante para quem assiste.

      Na minha opinião, os tenistas com grande capacidade de dar espetáculo são: Federer, Fognini, Kyrgios, Dimitrov, Monfis e Thiem(com sua agressividade e belos slices)

      1. DANILO AFONSO

        Poh Vitor !! O que essa informação de onde o Nadal coloca ou não o dedo acrescenta para o blog ?? Você já provou que pode muito mais que isso nobre. Se fosse uma pessoa limitada de conhecimento, paciência, mas não é o caso. O Dalcim tinha que barrar esse tipo de conteúdo que não agrega nada, apenas cria discórdia desnecessária e/ou vergonha alheia.

        1. José Nilton Dalcim

          O Dalcim deixa esse tipo de comentário completamente pífio ser publicado para que os comentaristas tenham mais bom senso antes de postar e não caiam no ridículo. São bloqueados apenas comentários desse tipo que não tenham identificação de origem.

          1. Willian Rodrigues

            Boa Dalcim! Adoraria assistir ao colega Victor Hugo opinando e debatendo as reais possibilidades dos novos tenistas atingirem nível de excelência, a exemplo de Sinner.
            Pois o mesmo parece ter conhecimento tenístico para tal. Uma pena…

        2. Willian Rodrigues

          Concordo Danilo! O colega acima insisti/trabalha tanto para denegrir, destratar e ofender o sérvio e seus torcedores, que perde a noção dos limites.

          1. Vitor Hugo

            Vc leu o que seu colega de torcida escreveu sobre Federer no post anterior?! Não vi vc se indignar, meu caro. É sempre com quem ou quando convém.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Nobre Willian,

            Aí a tua indignação está sendo seletiva, meu caro.

            Aqui se ataca o Federer e a sua torcida sempre de forma pesada.

            O Vitor e eu somos só o EFEITO COLATERAL do que esse pessoal faz.

            Infelizmente para eles, deram o azar de pegar dois caras bem mais criativos na zoação do que eles.

            Só isso…

            (rs)

        3. Vitor Hugo

          Porque vc não diz o mesmo para o seu colega de torcida, que disse que o que fazem com Federer é o mesmo que fazem com a Bruna Surfistinha?! Ou o que vale para um não vale para outro? Ou são dois pesos e duas medidas?

          1. Rodrigo S. Cruz

            Perfeitamente lembrado, Vitor!

            Eu nem comentei nada na hora.

            Mas achei pesada e de um tremendo mau gosto uma referência assim.

            Até por ter sido de cunho sexual.

            Só que aí, os nolistas não se indignam!

            Não veio de você, né…

          2. Willian Rodrigues

            Não me lembro de ler NENHUM comentário depreciativo do Danilo, usando termos pejorativos em relação ao Federer!
            Sempre noto inúmeros torcedores do Djokovic enaltecendo as qualidades e os feitos de Federer e Nadal. Entenda que quando você agride o atleta e o acusa de mau caráter, você acaba, de algum modo, ofendendo aqueles que torcem por ele…
            Particularmente, EU já afirmei aqui que julgo Federer um arrogante disfarçado, que fala apenas aquilo que convém àquele momento, a determinada situação,,, Alguns intelectuais usam o termo “populismo” pra isso. Detesto pessoas assim e, por isso, torço contra sempre!!
            Porém, não despendo energias tentando convencer Deus e o Mundo que o cara é um “fraco”, “limitado”, “insosso”, etc. Não faria sentido, porque reconheço nele um tenista bom demais! Seria uma estupidez sem tamanho, entende Victor Hugo?! Adoro grandes partidas de tênis, não importando quem sejam os protagonistas.
            Guardando-se as devidas proporções, porque Djokovic pode não ser tão talentoso quanto seu tenista preferido, mas, talvez você devesse repensar essas suas críticas às limitações técnicas do sérvio… Parecem ser infundadas… Afinal, ninguém obteria tantos recordes quanto ele, ainda mais sendo contemporâneo de dois monstros, apenas contando com a sorte!!
            Cerca de 110 em cada 100 comentários seus aqui são tentativas de nos convencer que Djokovic é um medíocre. Rrssrs… Outros tentam faze-lo em relação a Nadal. Aliás, esse último acabou de apresentar um show de variações de jogadas e recursos técnicos numa quadra rápida que, ao menos pra mim, são impeditivos de classifica-lo como “unidimensional”.
            Fique em paz doutor

          3. Paulo Almeida

            Quem falou em Bruna Surfistinha primeiro foi o “super criativo” Lógico e a duplinha com certeza deu muitas risadas.

            Aí quando foi com o Fregueser veio a indignação seletiva. Típico.

          4. Rodrigo S. Cruz

            Mas Willian!

            Já é sabido que o Danilo ou você não fazem esse tipo de coisa…

            Contudo, alguns fãs do Djokovic fazem, e vocês não consideram isso errado.

            É isso que o Vitor contesta.

      2. Paulo F.

        Obrigado, ver esse tipo de comentário chulo, essa vulgaridade nojenta, me dá estímulo de parar com as provocações e parar de descer ao nível dos torcedores de Roger Federer.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Tão nojento quanto falar que o Federer virou a Bruna Surfistinha?

          O teu senso de justiça é realmente fenomenal, Paulo…

          (rs)

    2. Daniel C

      Pois é Vitor, torcedor do Djokovic reclamando do jogo de alguém é estranho rs. Acho que só quem torce para que joga bonito pode reclamar do Medvedev.

      Quanto ao Djokovic, não acho que ele joga feio (os movimentos não são tão feios – exceto o slice hehe). O problema do jogo do sérvio pra mim é outro: dá muito sono! É entediante. Basicamente é troca de direção com bolas fundas e uma curtinha de vez em quando como “variação”. E a curtinha sempre do lado esquerdo kkkkkk.

      Abs

    3. Bruno Gama

      Esses comentários venenosos são os mais engraçados, todo mundo sabe que é onda dele, ninguém acha que ele acredita mesmo no que tá dizendo.

    4. Thiago Silva

      O Nadal joga a bola a 6 metros de altura e o Federer joga a 600 metros de altura em match point em final de Wimbledon. Qual é mais feio?

  37. Roberto Cerqueira

    Bom dia Dalcim
    Vc pode confirmar se a contagem de semanas como nº 1 não foi interrompida nos períodos em que não houve torneios por conta da pandemia? Se não foi, é uma vantagem injusta para o atual nº 1.
    Não vou chover no molhado comentando a excelência do seu Blog.
    Agradeço desde já pela resposta.

  38. Rafael Azevedo

    Interessante que do quarteto de ferro (Thiem, Medvedev, Zverev e Tsitsipas) apenas o Thiem não venceu o Finals. Os outros 3 venceram os três últimos…

    E Parabéns ao russo. Grande tenista. O seu jogo NÃO é feio. Ousadia e confiança são belezas do esporte. É muito bom ver os seus jogos. Sempre tem jogadas que ficamos suroresos, boquiabertos, ou que damos risadas…é uma bela atração.

    E o Finals 2020 foi um grande sucesso. Parabéns à ATP (é aos jogadores) por conseguir nos proporcionar esse belo espetáculo no fim desse ano caótico.

    1. Rafael Azevedo

      E, claro, parabéns (e obrigado) ao Dalcim e ao TenisBrasil pela cobertura, pales análises e por disponibilizar esse fórum de discussão para os amantes de tênis (e alguns amantes de um tenista específico, rsrs). Esse espaço, com certeza, faz parte da rotina de muitos foristas daqui.

    2. Bruno Gama

      O lobby que ele deu no Nadal no tie-break do segundo set foi maravilhoso, se não fosse um momento tão tenso acho que o espanhol teria até aplaudido.

  39. Isac Ribeiro Martins

    Dalcim,

    Parece que o vigor físico começa a finalmente ser um ingrediente que determinará ou não a manutenção do mental e tático tanto de Nadal como Djokovic. Interessante como Medvedev tem um jeito de jogar que não agrada mas é eficiente assim como quando Djokovic começou a despontar, seu jogo era diferente do de Federer. E como Thiem, mesmo tendo ganho o US Open, parece não confiar totalmente em seu jogo fora do saibro ainda, assim como Nadal no início e, parece que começa também aquela sina – será que conseguirá ganhar um ATP Finals?

    Você acha que 2021 marcará definitivamente a passagem de bastão das gerações do tênis?

    1. José Nilton Dalcim

      É sempre uma pergunta difícil de responder, mas eu acho que isso já está acontecendo. Ainda falta à nova geração se firmar nos grandes eventos, mas parece cada vez mais próximo.

    2. Luiz Fernando

      Me parece óbvio q o vigor físico do Big3 não pode ser o mesmo aos 34 anos (39 no caso de Federer) do q era com 25, mas como os caras jogam por q querem esse detalhe da idade NÃO PODE SERVIR COMO DESCULPA P AS DERROTAS. Eles jogam pq se sentem aptos, assim se vencerem o fizeram por seus méritos e se perderem o foi por suas deficiências. Vou me focar em Rafa: creio q a queda física foi acompanhada por uma inegável melhora técnica no jogo de rede, no serviço e no BH, por isso ele ainda é competitivo. Por quanto tempo será? Não sei e creio q ninguém sabe. Agora este final de ano mostrou que a distancia entre o Big3 e os demais diminuiu, conforme demonstraram M1000 de Paris e o Finals. O primeiro semestre de 2021 irá ou não confirmar está impressão.

      1. Marcilio Aguiar

        Acho que nos jogos longos de 5 sets os mais novos tendem a ter vantagem no físico, mas vão se desgastando no aspecto mental e é ai que o Djoko e o Nadal tiram vantagem para virar jogos de 1×2 para 3×2. Talvez o Medvedev, pelo que demonstrou já esteja preparado para derrotar os dois em 5 setes, mas não acho que seja o caso ainda dos demais jovens, incluindo o Thiem.

      2. Bruno Gama

        O backhand dele só funciona no saibro, no sábado contra o Medvedev 90% era slice, os que tentava bater ficavam na rede.

    1. Alessandro Siqueira

      Danilo, tenho para mim que esse recorde agora é favas contadas. Com os 2.180 pontos de frente em relação a Nadal, não há o que o espanhol possa fazer, ainda mais no contexto de proteção dos pontos até março. O recorde só não cai em 08/03 se a ATP voltar a congelar a contagem. Fora isso, a coisa já está matematicamente resolvida. Nadal defende quartas no Austrália Open (360) e o título de Acapulco. Então, em tese poderia agregar 1.640. Thiem defende final na Austrália (1200), então só poderia somar 800. Perdeu nas quartas de final do Rio Open, então até pode somar bastante, mas nada que o faça alcançar o sérvio. No meio dessa história há alguns ATPs 250, mas ninguém acredita que o TOP 03 vai entrar nessa sanha. Lá em março, em condições de normalidade, MASTERS dos EUA, mas nesses quem menos defende é Novak, já que foi muito mal em 2019.

      1. DANILO AFONSO

        Nobre Alessandro, eu tb fiz os cálculos. Tem dois motivos pelo qual não cravei que o recorde já é do sérvio. E tudo vai depender do calendário do próximo ano.

        Mas acredito muito que o sérvio irá superar o recorde mais difícil do tênis e segundo em termo de visibilidade.

  40. Marcelo

    Dalcim, perguntinhas bobas:

    1. Djokovic já garantiu o recorde de semanas como #1 da maneira que terminou o ranking?
    2. A nova geração irá, finalmente, brecar um pouco o Big3?
    3. Finalmente, o mais importante, quando você vai fazer um podcast sobre tenis?

    Abraços,
    Marcelo.

  41. Daniel

    Confesso que torci para que a final ficasse entre esses dois, embora nenhuma das outras opções da semi para a final fossem ruins.
    Apenas para solidificar a “nova geração,” ou sair da mesmice do big 3.
    Qualquer um que ganhasse a final, igualmente, estaria em boas mãos.
    Porém o russo vem me cativando nas duas últimas temporadas e ontem não foi diferente.
    Desengonçado (como dito no texto), mas com TODOS os golpes que o tênis exige.
    Não se engane quem assiste 5 minutos de jogo e já fala: taí mais um grandão desengonçado marreteiro.
    De repente o cara faz um slice baixinho, sobe pra rede e voleia com competência.
    Cada vez mais me surpreendo com a atitude e o jogo do Medvedev.
    Quanto ao Thiem, se entender que deve jogar mais adiantado, próximo à linha de base, tornar-se-á (já é) um jogador muito, muito perigoso.
    Ipressionante a força que ele coloca na devolução, a 5 metros da linha de base. Imaginem o estrago que essa devolução faria com uns 3 metros à frente.

  42. João Sark

    Dalcim, bom dia.

    Você acha que pode ser ruim para o tênis nos próximos anos se o Medvedev dominar o circuito, considerando sua, até então, falta de carisma e jogo “feio” para os padrões profissionais. Qual sua opinião sobre esta hipótese pós Big 3?

    Abs

    1. José Nilton Dalcim

      É, certamente ele não terá muitos seguidores e a venda de ingressos nunca será a mesma… rsrs… No entanto, acho que existe sim espaço para jogadores fora do padrão no circuito. Torna tudo até mais curioso.

  43. Fernando Peixoto

    Dalcim, sei que o assunto é velho e talvez você já tenha falado sobre ele, mas volto a questionar. Sendo o Finals o torneio que encerra o ano, selecionando os oito melhores da temporada, nos mais variados pisos, não deveria também haver variação de piso nesse torneio final? Acho que deveria haver quatro pisos no Finals, que se revezariam a cada ano: dura outdoor, saibro, grama, dura indoor. O que você acha?

    1. José Nilton Dalcim

      Como já expliquei, Fernando, não faz sentido isso. O calendário é totalmente na quadra dura a partir de julho e salta para o coberto no último mês antes do Finals. Obrigar os tenistas a fazer transição para outro piso em apenas dois ou três dias seria muito prejudicial, ainda mais que depois a temporada seguirá no piso duro pelo menos até março. Abs!

      1. André Barcellos

        Dalcim, se me permite acrescentar, se quiserem um finals em pisos diferentes, também teria que ser em quadra coberta (se pretenderem que seja no heminsfério norte- por causa do frio). Daí a dor de cabeça que seria fazer uma pista de saibro coberta ou mesmo grama (pior ainda).
        Se vier para o hemisfério sul já bagunçaria toda a questão logística de fim de ano, mas a muito custo poderia se rum opção.

        1. José Nilton Dalcim

          Acho que seria um risco enorme fazer em quadra aberta, André, por causa de um possível mau tempo. O torneio não tem muita margem para adiamentos.

          1. Luiz Fabriciano

            E o que foi aquilo nos EUA, em Houston? Queriam agradar alguém?
            Acho que o Finals perde a identidade em quadras abertas com jogos a luz do dia.

  44. Paulo Sérgio

    Sempre que alguém de fora ganha alguns títulos em sequência, ouço a mesma conversa de que agora vai, que está havendo a troca da guarda, que Thiem/Tsisipas/Zverev/Medvedev vai destronar geral, que enfim a renovação chegou, que o masculino vai equilibrar igual ao feminino etc.

    Em 2019, com a série de vitórias de Medvedev na fase americana do circuito, ouvi coisas bem parecidas com o que estão dizendo atualmente. E, no entanto, ele teve um resto de temporada bem mediano (na verdade, só ressurgiu agora). Comentários semelhantes se repetem quando Thiem ou Zverev ganham alguma coisa.

    E, mesmo assim, quando o sapato aperta, é o Big 3 quem mostra a que veio, principalmente em slams e sobretudo o Big 2 (RN e ND), já que RF faz algum tempo que não ganha nada muito importante. Aliás, a chegada desses novos nomes pode ser em parte atribuída à queda de desempenho de RF. Como ele está vencendo menos, naturalmente vão surgindo nomes para serem a terceira força.

    Reparem que para Thiem ganhar seu primeiro slam foi preciso um ano completamente atípico, com RN e RF fora do USO e com ND sendo desclassificado por mais uma de suas loucuras. E mesmo nesse ano atípico, dos 3 GS disputados, RN e ND levaram um cada.

    Por outro lado, idade está chegando. Já não são mais os meninos de antes.

    E aí, Dalcim, qual o futuro do Big 3? Essa longeva dominância no tênis acabou ou você ainda vê os 3 ganhando boa parte do circuito?

    1. José Nilton Dalcim

      A troca será inevitável, resta saber se o Big 3 ainda conseguirá se sustentar em 2021. Já vimos queda física e de motivação, mas tecnicamente continuam a ser excelentes. Caberá à nova geração evoluir e principalmente acreditar.

    2. Rafael Azevedo

      A serie do Medvedev em 2019 e alguns títulos do Thiem, Zverev, Tsitsipas e Rublev não são os indícios de que haverá uma passagem de bastão…esses fatos JÁ SÃO a passagem de bastão!
      Porém tem 2 questões que ainda permitem que o Djokovic e o Nadal ainda sejam os líderes do ranking:
      – Os Slams: esses, de fato, ainda estão na mão do Big 3 (mais, especificamente, Nadal e Djokovic). Aqui é o único lugar que o bastão ainda não começou a ser passado.
      – a pulverização dos “novos” vencedores. Apesar de Thiem e Medvedev estarem mais perto de Nadal e Djokovic, eles não têm sido os únicos a beliscarem alguns torneios. Tsitsipas, Zverev e Rublev também têm tido muitas conquistas e vitórias sobre o big 3, além de algumas jogadores esporádicos como o Dieguito, Sonego, Dimitrov, Wawrinka etc.

      Talvez, não seja uma passagem de bastão, pois não existe um novo big 3, mas me parece já haver uma redução considerável do domínio do atual big 3.

    1. Sérgio Ribeiro

      E está cada vez mais frio nos momentos importantes. E contra qualquer um independente do Ranking . Acesse ao YouTube parceiro, e se surpreenderá com o ICEBORG. O Sueco não demonstrava absolutamente nada do que sentia em quadra. Ontem o Russo conseguiu sorrir para o oponente ao perder o Set com uma bola de Thiem que caiu dentro ao tocar na fita. Confesso que ainda não tinha visto algo parecido numa FINAL . Um grande barato ! Abs!

    2. Sandro

      Só complementando… Medvedev tem o carisma de uma geladeira com defeito!!! É muito ruim para o tênis um cara tão apático, tão sem sal como o Medvedev começar a vencer torneios…

    3. Rodrigo S. Cruz

      Sim.

      Mas a impressão que eu tenho é que esse jeitão dele é no fundo uma forma de parecer “descolado”.

      Ele não sabe que agindo assim ele chuta o carisma.

      Pelo contrário, talvez ele pense que bancando o ” COOL”, ele cultive a simpatia de alguns…

      Ou é isso que estou dizendo, ou então ele simplesmente não liga pro público mesmo.

      (rs)

  45. Luiz Henrique

    Eu concordo em parte com o Dalcim.
    Eu acho que o Thiem, contra o Big 3, está lidando melhor com momentos de pressão do que seus rivais “não big3”
    Só não concordo que seja em jogos que ela entra como favorito, porque na minha humilde opinião, ele não era favorito nem pra essa final nem pra final do ano passado.
    Pra mim eram jogos “50 a 50”.
    Medvedev vinha de 9 vitórias seguidas, e tb ganhou de Djoko e Nadal, logo n acho que faria sentido considerar Thiem favorito, no máximo meio a meio.
    E ano passado tb, Tsitsipas jogando bem nessa quadra é complicado.
    Mas é bom lembrar que Thiem venceu Medvedev no jogo maior dentre eles, no Us Open, um jogo de altíssimo nível e q Thiem fez 3×0, naquela que eu achava q era final antecipada.
    Depois pra minha surpresa Thiem fez um começo horrível na final contra o Zverev e quase colocou tudo a perder…

    1. Luiz Henrique

      Corrigindo: ele está lidando melhor com momentos de pressão contra o Big 3, do que quando ele, Thiem, enfrenta seus rivais de fora do Big3.
      Pela redação anterior pode ter dado a entender que eu estava comparando Thiem e os outros quando enfrentam o Big 3, quando na verdade comparei Thiem enfrentando Big3 e Thiem enfrentando outros rivais

  46. Paulo F.

    Boa Medvedev !
    Tua conquista é um tapa na cara para quem acha que o tênis se resume apenas à técnica e plasticidade.
    Só que não, como qualquer esporte de alto desempenho, outros valores são necessários: tática, disciplina, condicionamento físico, determinação, etc.
    Algo que não entra na cabeça da seita alpina, que acham que o tênis deve ser apenas uma variante de uma apresentação do Teatro Bolshoi.

    1. Sérgio Ribeiro

      Para variar mais uma bobagem sem tamanho. Se assistiu a partida , viu que Medvedev é completamente imprevisível. E já começa pelo Serviço , um importante fundamento do Esporte e que o faz vencer muitos pontos de graça. Quando necessário ele põe a cara na rede surpreendendo o oponente. Ou seja , a diferença é que o Suíço fez sempre tudo isso com muito mais plasticidade. E jamais abandonou uma partida mostrando altíssimo grau de competitividade. O Russo não derruba Ibope, é um grande barato tentar ” adivinhar ” o que o cara vai aprontar rs Abs!

    2. Rodrigo S. Cruz

      Sério?

      Deve ser efeito de uma amnésia temporária tua (rs)

      Ou você esqueceu da mega FESTA dos federistas, quando o Daniil bateu o Encosto?

    3. JAN DIAS

      Que eu me lembre eu nunca disse que o tênis não precisa de disciplina e condicionamento físico… MEDVEDEV tem um jeito feio e desengonçado de jogar, mas é ofensivo e tem mostrado melhora nos golpes de rede (drop shot, voleio).
      E eu acho ele até engraçado às vezes..

      1. Rodrigo S. Cruz

        Paulada nos firulentos eu não sei.

        Mas paulada na cuca do chiliquento ele deu com certeza…

        Porque eu dei uma FESTA aqui em casa no dia que o Medvedv bateu o encosto.

        E outra festa ainda maior quando o Thiem o eliminou…

        Abs.

        1. Paulo Almeida

          Bom, eu já dei várias festas de arromba pra vitórias marcantes do Djokovic, especialmente sobre o sparring.

          Pra você só sobrou comemorar derrotas do GOAT pra outros jogadores mesmo, rs.

          1. Rodrigo S. Cruz

            E você não?

            Você comemorou até o vice do Thiem, apenas por supor que algum federista torceria por ele…

            kkkkkkk

            O problema é que desde que o Novak perca, nós federistas soltaremos rojões mesmo se o Bautista-agut ganhar!

            kkkkkkkk

    4. Jose Yoh

      Não acho que a maioria dos Federistas aqui defenda que o tênis se resume à técnica e plasticidade. Porém se combinadas com 20 GS, vira algo bastante admirável, não?
      Também não acho que o suíço tem menos tática, disciplina, condicionamento e determinação que seus adversários, mesmo os outros dois rivais.
      Pode ter certeza que treina e deseja o mesmo tanto a vitória. Com outro estilo, sempre preservando o físico.

      Ninguém conquista tudo isso só na base do talento. Basta ver o Kyrgios.

  47. Roger

    O Thiem e o Zverev tem um problema grave de cabeça, vide a final do US OPEN, final do jogo principalmente. Parecia um jogo de churrasco. O russo parece muito longe de ter este problema. Mereceu de longe este título. Torço pra ele faturar um SLAM no próximo ano. O problema na minha opinião é que os Grand Slams são jogos de 5 sets e os maratonistas por motivos óbvios levam vantagem, o tenis está mais e mais físico, a cada ano só aumenta essa questão. Por isso o sérvio têm levado vários, não adianta negar a realidade.

  48. Renato Toniol

    Dalcim, analisando o ano do Medvedev, ainda que 2020 tenha sido atípico, mas ele perdeu vários jogos para tenistas abaixo da média, e só engrenou mesmo em Paris e no Finals.
    O que você acha que ocorreu com ele nesse período de baixa? Houve alguma lesão?

    1. José Nilton Dalcim

      Houve a longa parada do circuito e cada um reagiu de uma forma. Ele não jogou nada, nem mesmo exibição. Acho que estava sem ritmo. Além disso, claro, havia a pressão de repetir as campanhas de 2019, o que sempre cria enorme pressão. Ele só recuperou seu tênis quando se soltou, a meu ver, Renato.

  49. Luiz Fernando

    Bom dia Dalcim
    Após o final da partida Medvedev assinou a câmera e não consegui ler bem o que escreveu. Me pareceu algo com o nome do Guga.
    Você percebeu isso?
    Abraço

  50. Carlos Fernando Melo

    Dalcim, já acompanho o blog há muito tempo e certa vez, após uma partida do Medvedev com o Djokovic pela Davis, perguntei a você sobre as chances do russo um dia virar top-10. A partida foi em 2017, no começo de fevereiro, e ele nem era top-50 ainda. Não consegui recuperar o comentário no arquivo do site. Você poderia tentar isso pra mim, a título de curiosidade?

    1. José Nilton Dalcim

      Claro… veja seu post e minha resposta
      Carlos Fernando – 14/02/2017 às 11:30
      Já que estamos falando da nova geração, acho que ninguém citou o Daniil Medvedev aqui nos comentários. Vi lances do jogo dele contra o Verdasco e achei sua movimentação boa para alguém com quase 2,00 metros, além da potência e profundidade dos golpes de base. Lembro de um post do blog do Paulo Cleto lá de 2014, em que ele comentava que o russo teria algo grande na carreira nem que fosse só pelo saque. A mecânica do serviço lembra um pouco a do Karlovic. Você acha Dalcim, que ele pode vir a encabeçar a novíssima geração algum dia?
      Em resposta a Carlos Fernando
      Acho que tem potencial, Carlos, mas ainda teremos de esperar maior consistência nos seus resultados.

      1. Carlos Fernando Melo

        Poxa mestre, valeu por responder! Que honra! Kkk…

        Só comecei a acompanhar o esporte em 2012, com 22 anos. Desde então, o seu blog e o do Alexandre Cossenza são minhas maiores referências no assunto.

        Parabéns pelo trabalho de excelência ao longo desses anos!

        Continue nos brindando com análises e textos precisos…

        Abraço!

  51. Maurício Luís *

    Muito difícil ganhar do Medvedev quando ele tá com confiança. Mesmo o segundo saque dele é muito forte. Acho que na semi ele se viu em situação até + difícil do que nesta final.
    FEDERER – Apesar do Dalcim sempre dizer “Nunca duvide do Federer”, desta vez tô duvidando sim. Primeiro, duvido que dará tempo dele voltar no Australian Open. E segundo, duvido mais ainda que ele volte “voando baixo” como fez anteriormente. 39 pro tênis de alto nível é muita coisa.
    O + provável é que ele volte e logo vai perceber que não é mais o mesmo. Daí encerra a carreira em Wimbledon ou nas Olimpíadas. Espero estar errado e morder a língua, mas…

    1. Sérgio Ribeiro

      Pois é, Maurício. Quem está acompanhando mais de perto pensa ao contrário. O retorno no AOPEN já foi garantido pelo próprio e seus dois treinadores , Lijubicic e Luthi . Já Boris Becker exagerou ao Eurosport: “ Quem conhece Roger , sabe que só retornaria se pudesse ser competitivo . . Daí eu acreditar que possa vencer WiMBLEDON mais uma vez “ . Lembrando que o Ex-treinador de Novak levou 3 na Grama Sagrada. E deve ter gostado do que viu na FINAL de 2019. Abs!

  52. Marcilio Aguiar

    Concordo com toda a sua análise Dalcim. O Medvedev não tem o jogo agradável de se assistir durante longo tempo , mas é muito consistente e parece ter a melhor cabeça das gerações pós Big 3. Ele demonstra muita tranquilidade nos momentos cruciais do jogo que passa impressão de que tanto faz perder ou ganhar, de um certo descompromisso, como por exemplo não está disposto a fazer os sacrifícios necessários para ganhar um slam ou se tornar numero 1.

    Ele é imprevisível em muitas jogadas e também em atitudes. Gostei muito do fair play dele ao levar numa boa a bola na fita que deu o primeiro set ao Thiem. Noventa e nove por cento dos tenistas, incluindo o Big 3, estaria soltando faíscas numa situação dessa.

    Outra coisa que eu achei engraçado foi ao final do jogo o ótimo Eusébio Rezende, acho que no automático, lançou a frase “vibra o russo”, so que este andava na quadra como se fosse uma simples virada de lado e não o ponto de sua maior vitória até hoje.

  53. Cassio

    Dalcim, estava esperando o seu texto pra coroar a temporada e o torneio. Demais o TenisBrasil dando pra gente esse privilegio de bater-papo e pensar juntxs por aqui. Duas coisas! Quero comentar uma coisinha que pensei sobre a diferença de performance do russo em 2019 e 2020. Como suposição pensei, com base no que vc sempre fala “a derrota mexe na confiança” que justamente no Finals do ano passado o Daniil perdeu na estreia para o desafeto Stefanos. Foi a primeira vitoria do grego sobre ele, lembra? Isso pode ter mexido com a cabeça de uma maneira que faltou à ele, naquele momento, experiencia se “organizar mentalmente” para os jogos seguintes. Irrelevante essa observação minha, E nunca saberemos realmente. Mas, se for assim, seria um claro exemplo da fragilidade do estado de confiança no tenis e como isso muda ou pode mudar toda uma historia, num jogo, num torneio ou até mesmo temporada de um jogador.

    Por outro lado, gostaria de sugerir uma ideia. Vendo o jogo hoje, no link que passsou o TenisBrasil os cometaristas yankees disseram “Isso de trocar a raquete na mudança de bolas novas quem inventou foi o Lendl”… Achei muito legal saber. Porque a gente personifica certas coisas da historia do desenvolvimento do esporte. Então me veio a cabeça.
    Quem inventou o topspim?
    Quem inventou o backhand de duas mãos? Como foi?
    Quem inventou a deslizada? Nace com o saibro? Ou com o desenvolimento do jogo no saibro?
    Ja escutei que o Djokok foi o primeiro, ainda o único a deliszar na grama…
    Quem inventou o Sabr? O Roger?
    e tantas outras que devem existir…

    Ou seja, mais que respostas diretas(se tiver de bate pronto, agradeço enormemente) mas, pode ser um bom tópico do blog mesmo pensando nos atletas que foram criativos e inovaram algo no esporte. Um tópico não sobre recordes e sim sobre os atletas que que quebraram o status quo de como se jogar tenis e suas estrategias. Me imagino algo parecido naquela linha do começo deste ano onde você analisou os pisos e os melhores de cada piso.
    Na verdade talvez seja algo muito cliché, me diga se é o caso, ou talvez algum livro onde conseguir estas informações tão particulares… O teu mesmo, talvez?

    É isso. Grande abraço e obrigado a voc[e e a toda equipe por tanto tenis vivido em palavras aqui.

    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se existe um ‘inventor’ para algumas dessas coisas, Cássio. O backhand de duas mãos existe desde a década de 1940, por exemplo. Mas vou ver o que consigo apurar de mais relevante. Talvez não no ‘criador’, mas naquele que ‘imortalizou’ determinada ideia, como o caso do Lendl ou do swing-volley do Agassi. Obrigado pela sugestão! Abs

      1. Cassio Carvalho

        Ah, bacana… com certeza, Dalcim. Pensar em invenção é complicado mesmo. Gostei! Abraço e obrigado pela arte de pensar o Tenis. Até.

    2. Marcilio Aguiar

      Ótima sugestão. Outro dia eu fiquei pensando sobre quem começou com o BH de duas mãos, na mesma linha da sua ideia. Quando comecei acompanhar tenis na década de 1970 passavam poucos jogos na TV, mas lembro que a maioria dos tenistas usavam BH de uma mão (que eu me lembre Borg, Connors e Cris Evert eram duas mãos entre os mais destacados), tendência que foi mudando nos anos seguintes.

      1. Sérgio Ribeiro

        Então caro Marcílio. Mesmo esses três se destacando tanto , tivemos McEnroe, Lendl , Becker , Edberg , GUGA e principalmente Sampras liderando o Ranking . Mas Wilander e Agassi parece que previram a ridícula padronização dos pisos. Pelo menos temos Thiem , Tisitsipas , Shapovalov, querendo manter o Back Simples para alegria de Federer e Stan que pra mim se aposentam juntos . Abs!

  54. Edson

    Considere o seguinte:
    o verbo haver como auxiliar e no sentido de ‘ter’ deverá concordar com o sujeito. Em síntese, o verbo poderá sofrer flexão para o plural:
    …haviam (tinham) vencido…

  55. Paulo Almeida

    E venceu o belo tênis do baseliner discípulo de DjokoGOAT, que continua com folga como o rei do hard indoor com 5 Paris-Bercy, 5 Finals e 5 surras no Geleia nesses torneios. Ninguém chega nem perto.

    1. Carlos Reis

      KKK o DjokoVICE de RG toma uma virada ridícula no tie decisivo da semifinal e tu vens nos falar do PASSADO mais uma vez?

      NUNCA, NUNCA SERÁ!

      1. Paulo Almeida

        O gado precisa sempre ter a memória refrescada, amiguinho.

        Ué, o que seria do Fregueser sem o seu longínquo passado na entressafra? Kkkkkkkkkk

      1. Paulo Almeida

        Gildokson, tirando os 4 Finals da entressafra, Paris-Bercy fake 2011 e Finals fake 2011, o que é que sobra?

        Ainda bem que ninguém teve coragem de citar o 500tinho de PASTEL como grande título do hard indoor, hahaha!

        1. Rodrigo S. Cruz

          Os 6 títulos do ATP Finals foram todos de qualidade.

          Mas, todos nós entendemos.

          Quando se aborda o assunto ” fakes”, estamos diante de uma autoridade.

          (rs)

      1. Paulo Almeida

        Discípulo na solidez de fundo, na escolha certa dos golpes e na frieza, mas claro que o craque sérvio no AUGE jogou muito mais, além de bater mais bonito na bolinha.

  56. Aurélio Passos

    Rapaz… a reação do Medvedev ao fechar o título foi como se estivesse lendo um jornal sentado na varanda…

      1. Sérgio Ribeiro

        Não usado de maneira exagerada . Assista ao Craque que você vai entender de uma vez por todas que o Slice , pra quem sabe , tira você de uma posição totalmente defensiva para a neutra. Daí pra passar a comandar os pontos e ‘ questão de milésimos de segundos . Já sei , muito confuso kkkkkkkkk Abs!

        1. Vitor Hugo

          Quando Novak executa o slice, de forma desengonçada e sem qualquer tipo de intimidade com o movimento, parecendo uma lagartixa com cãibra, realmente lembra um palhaço de circo e eu morro de rir!
          ????????

        2. Rodrigo S. Cruz

          Que decadência, hein meu caro?

          Chegar o ponto de tentar denegrir um golpe do tênis, por amor a uma pessoa.

          Acho que você chegou no fundo do poço mesmo…

          (rs)

          1. Paulo Almeida

            Não é chegar o ponto e sim chegar ao ponto.

            Ainda bem que não me canso de corrigir seu português “pitoresco”.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Pergunte ao Dalcim se eu não corrigi na mesma hora.

            Mas sendo erro claro de digitação, ele optou por não publicar a correção.

            Dispenso corretores “pitorescos” como o senhor para corrigir o meu superior português… ?

          3. Paulo Almeida

            Não, você foi um grande piadista, quase um Ary Toledo.

            Vem comentar no meu post e ainda acha ruim de eu responder? Só rindo, né?

            Bom, deixei claro há umas 2 semanas para você não comentar onde eu comento e nem me mandar indiretas, se quiser o mesmo.

            Você respeitou? Não!

            Então não reclame. Direitos iguais.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Ninguém ganha jogos com um golpe somente, Paulo.

        Não acuse os teus desafetos daquilo que eles sequer escreveram.

        Sei que é pedir muito – mas procure ter um mínimo de honestidade intelectual…

        Não custa, né?

  57. Lucas Duarte Parra

    Dalcim, um fato curioso…nos 4 anos anteriores os campeoes do finals(Murray,Dimitrov,zverev,tsitsipas) criaram uma grande expectativa para o ano seguinte e acabaram decepcionando…Acha que acabaram se pressionando muito pelo título?E isso poderia acontecer com o russo?

    1. José Nilton Dalcim

      Talvez Dimitrov e Zverev possam, mas os outros dois não foi o caso. Claro, pode acontecer com o Medvedev, mas ele me parece bem mais experiente.

  58. Miguel BsB

    Dalcim, não é somente impressão sua…eu tenho reparado que Dominic fica nervoso demais em finais importantes, principalmente quando favorito. A final do USopen foi clara quanto a isso, hoje tb. Ele teve break points desperdiçados de bobeira no 3×3 do 2 set. Assim como no USopen, acho que ele esta abusando da tática de usar slice, por conta de nervosismo pra soltar a esquerda topspin…ele não pode segurar tanto uma esquerda poderosa como a dele abusando de slices. Slice tem hora, em certo momento o russo lidou melhor com ele.
    Uma cabeça de Medvedev num corpo de Thiem rs, seria a fórmula pro surgimento de outro fenômeno do tênis nos moldes de um big 3.

    1. Sérgio Ribeiro

      Não foi isso que vimos na FINAL do AOPEN 2020 perdida no detalhe , caro Miguel. Mas reconheço que o Austríaco precisa sempre jogar no limite, o que exige mais esforço. Como a maior dificuldade do FINALS é o coro comer pra se chegar na Semi , e não ter intervalo pra FINAL , o Austríaco abusou dos Slices que o desgasta menos que se deslocar para usar o poderoso Back na paralela . E ele não era o favorito contra o “ demolidor de gigantes “ rs . Abs!

      1. Miguel BsB

        Ele era o melhor rankeado, o que talvez lhe daria um leve favoritismo. Em sua segunda final seguida de Finals.
        No Ausopen, ele jogou contra o mega campeão e favoritíssimo Djokovic, por isso jogou bem mais solto e, fez uma partida muito melhor do que a final do USopen (que ele ganhou) e nessa última final…

  59. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,vejo o Thiem completo em todos aspectos,desde a parte física,técnica e mental…Você destaca algum aspecto para ele melhorar,buscando o número 1?Ou apenas manter esse nível de tênis na maior parte dos torneios?

    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele precisa ainda de vários ingredientes, Lucas. Devolução ainda é muito defensiva e precisaria explorar mais o jogo de rede, por exemplo.

        1. José Nilton Dalcim

          Nadal teve ótimas passagens na quadra dura, como em 2010 e 2013. Mesmo em 2017 ele jogou um tênis bem eficiente.

    1. Luiz Henrique

      Vamos lembra que os confrontos de ambos contra Nadal foram bem equilibrados. A diferença é pequena. Nadal sacou pro jogo com Medvedev

  60. O LÓGICO

    O que é que ele tem que eu não tenho? PERGUNTA DO ROBOZINHO kkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Deixo que as próprias nadalzetes iludidas respondam kkkkkkkkk. A minha resposta todos já sabem kkkkkkkkkk

    1. Luiz Fernando

      A lingua portuguesa tem um termo bem claro p pessoas q agem como vc, aqueles q só aparecem quando é conveniente e covardemente desaparecem quando não é. Será q vc sabe qual é kkk???

  61. Rodrigo S. Cruz

    Thiem é bi-vice.

    Uma pena, mas isso não tira a minha ALEGRIA por ver o Djokovic ficar pelo caminho de novo!

    Federer continua ostentando o recorde de 6 Finals, e o Nadal segue zerado.

    Já o Medvedev apesar da incrível feiura do seu jogo, provou ser um adversário temível nas hards…

    E que moral a dele hein?

    Ganhar invicto o título, e de quebra desbancar os três primeiros do ranking no mesmo torneio.

  62. Vitor Hugo

    Melhores sobre a hard indoor da atual geração, no geral:

    1-Federer
    2- Novak
    3- Medvedev
    4- Zverev
    5- Tsipas

    Mais um piso dominado pelo melhor e maior da história, Roger Federer!

    Odeio funk, mas: “Tá dominado, tá tudo dominado!!! Kkkkkkkk

  63. Vitor Hugo

    Dalcim, por que vc diz que o russo não tem tanto comprometimento com o esporte? O que ele faz por aí que a gente não sabe? Vodka, baladas e etc?

  64. Vitor Hugo

    Urso colocou o número 1 fake na coleira. Sim, na coleira, pois venceu 3 dos últimos quatro jogos.
    Justiça seja feita, Thiem também adotou o fake como seu animalzinho de estimação, pois venceu 5 das últimas sete….
    Mas voltando ao russo, é um cara chato pra c… pra se enfrentar mesmo. Saca muito bem, muito consistente, compensa a falta de variação com uma consistência impressionante.

    Sobre Thiem, está de parabéns também! Fez duas finais de slam nas hards, venceu uma e atualmente é o melhor e mais perigoso sobre as hards.

    Qual a diferença entre o estilo de jogo de Novak e urso!? O russo faz o que sabe, não inventa, fica trocando bolas no fundo até finalizar ou o adversário cometer um erro.
    Já Novak, tenta fazer o que não sabe e passa vergonha com seus approaches, slices, vôleios e drops risíveis. Deveria fazer como o russo, ficar no fundo distribuindo bolinha… Daí ninguém faz melhor que ele…

    Meu penúltimo parágrafo foi apenas pra dizer que, Urso não é o com jogo mais feio do circuito. O jogo mais feio é de Novak, que fica insistindo em fazer o que não sabe.

  65. Ruy Machado

    Parabéns ao Medvedev! Torci para o Thiem nessa final, que já vem martelando desde o ano passado o Finals, mas tem que tirar o chapéu para o cara que vem de um título de M1000 Paris e, em sequência, vence um Finals (de forma invicta) derrotando os 3 melhores do mundo. Se mantiver a cabeça no lugar, deve disputar em 2021 os GS e M1000 com grandes chances de vitória, pelo menos nas quadras duras. Fico triste pelo Nadal ter perdido a melhor oportunidade de vencer um Finals nos últimos 7 anos. Infelizmente, a cada ano, fica mais difícil… Bom, azar do Finals se não o tiver como campeão… Rsrsrs… Espero que a Itália lhe traga mais sorte! Abc a todos e boa noite!

  66. Enoque

    Terminado o Finals e o calendário do ano, vamos aos números e projeções para 2021:
    1) Djoko, 12.230,
    2) Nadal, 10.250,
    3) Thiem, 9.825,
    4) Medvedev, 8.270.
    Se o AUS for confirmado, o único que pode acrescentar muitos pontos lá, é o Medvedev que só tem 180 pontos em 2020.
    Mesmo assim, não ameaçaria a liderança do ranking.
    Então o ranking vai passar por um período de calmaria, já que o Djoko não descarta, AUS, ATP Tour e Dubai, e no mês de março defende poucos pontos nos 2 ATPs americanos e quase nada em abril.
    A disputa pela liderança só vai recomeçar em maio, onde o Djoko defende 2.000 pontos em 2 Master 1000 no saibro.
    Sendo assim, é bem possível que ele se mantenha na liderança até o final de Wimbledon.

    1. Alessandro Siqueira

      Enoque, não é bem esse o ranking ao final do Finals. A rigor, Djoko tem12.030, Nadal 9.850 e Thiem 9.125. Entre os três, apenas o sérvio agregou 200 pontos. Os outros dois repetiram as campanhas de 2019. No mais, Medvedev acresceu 1.500, já que zerou o torneio dos campeões ano passado.

  67. Alessandro Siqueira

    O Russo jogou muito e foi campeão com todas as honras. Não sei se é possível cravar eventual licença do ranking ou coisa do tipo, porque para isso é preciso constância o tempo todo e, até o momento, não demonstrou isso. Ano passado fez um segundo semestre espetacular, mas depois entrou numa espiral de maus resultados.

    E por falar em ranking, Djokovic praticamente assegura o recorde histórico de semanas na liderança. Tudo isso convivendo toda a carreira com dois dos maiores da história, fato que glorifica ainda mais as 6 temporadas terminando em primeiro. Sei que as 310 ainda não estão no bolso, mas é questão de tempo. Estando a 2.180 pontos de Nadal, que está a 725 do Thiem, só uma hecatombe para tirá-lo da liderança nos próximos 4 ou 5 meses.

    1. Luiz Fabriciano

      O russo é realmente despretensioso Alessandro, ou força transparecer isso.
      O Thiem ao derrotar Djokovic no sábado pulou de alegria. O russo ao ser campeão, nem parecia.
      Como disse meu filho, pareceu ele quando ganha um jogo aqui no clube.

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