Thiem e Medvedev mantêm Finals renovado
Por José Nilton Dalcim
21 de novembro de 2020 às 20:33

Pelo quinto ano consecutivo, o Big 3 não levará o ATP Finals. Depois do sucesso jovem de Alexander Zverev e Stefanos Tsitsipas, desta vez Dominic Thiem e Daniil Medvedev barraram o sonho de Novak Djokovic e Rafael Nadal. Enquanto o sérvio está na fila por um novo troféu desde 2015, o espanhol continua a ver frustrado o sonho de conquistar o único grande torneio que lhe falta.

Para acabar com qualquer discussão, os dois finalistas chegam ao domingo com vitórias sucessivas sobre os dois líderes do ranking. Enquanto Thiem repete a campanha de 2019 e pode coroar uma temporada em que ganhou seu primeiro Grand Slam e foi vice na Austrália, o russo continua invicto e poderá ganhar o Finals com vitórias em cima dos três líderes do ranking.

50 winners
Thiem fez seu segundo jogo espetacular da semana, quase tão bom como a vitória sobre Nadal de terça-feira. Como se esperava, não titubeou ao procurar sempre o ataque e essa postura lhe rendeu 50 winners mas também 39 erros, nada menos que 26 deles com o forehand, que falhou em alguns momentos importantes. Disposto a investir na regularidade, Djokovic fez menos da metade de winners (23) e não ficou tão longe nos erros (27).

Por isso mesmo, Thiem deveria ter completado a vitória em dois sets. Após uma primeira parcial em que raramente se precipitou e foi premiado por uma decisão equivocada do adversário em ir à rede, teve um forehand à disposição para quebrar no quinto game. Djoko então fez seus melhores games de devolução e chegou aos três únicos break-points de toda a partida, dois deles valendo set-point.

O austríaco mostrou cabeça e empurrou ao tiebreak maluco. Teve saque para 3-0, levou virada para 2-4 e depois 4-5. Chegou ao match-point mas nada pôde fazer. Daí em diante vimos uma sucessão incrível de seis pontos perdidos pelo sacador. Em dois deles Thiem teve novos match-points – um desperdiçado com dupla falta -, em outro era set-point. Quanta tensão. Djokovic então manteve a bola funda e por fim levou a um terceiro set em que tudo indicava que Thiem teria dificuldade emocional.

Ledo engano. Continuou sacando bem, permitindo apenas 40-30 por duas vezes ao sérvio, mas também encontrava Djokovic concentrado na missão de não abrir oportunidades, com um único game de serviço mais enrolado. Nenhum break-point e se chega ao tiebreak definitivo. Sólido, Nole faz 4-0 em escolhas erradas de Thiem. Veio então a grande surpresa. O austríaco reagiu com coragem, venceu seis pontos seguidos e finalmente aproveitou o saque para completar a vitória, o que se esperava ter acontecido 70 minutos antes.

Djokovic perde assim a chance do hexa e de igualar outro feito de Roger Federer. Encerra a temporada com 41 vitórias em 46 jogos e três grandes troféus, o que lhe garantiu encerrar pela sexta vez na carreira como líder do ranking. Não dá para reclamar.

Virada russa
A segunda semifinal teve dois jogos bem distintos. O primeiro incluiu um primeiro set em que Nadal passou sufoco no começo mas depois dominou Medvedev com muitas variações de ritmo. A ideia era não deixar o adversário à vontade e manter a bola baixa para tirar o poder de fogo do russo. Mas Medvedev reagiu. Forçou mais o backhand do canhoto e abriu 3/0 e 4/1 com facilidade e quase fez 5/2. Mas não sustentou o momento, permitiu reação e Nadal sacou para a vitória com 5/4.

Aí começou o outro jogo. O espanhol se apressou, perdeu o serviço de zero e reanimou Medvedev, que fez um tiebreak impecável. Nadal escapou de quebra na abertura do terceiro set e era evidente seu desconforto nos games de serviço, em que poucas vezes conseguia simplificar os pontos. Evitou a queda por duas vezes com primeiro saque arriscado, mas por fim cedeu e daí em diante ficou perdido em quadra. Subidas mal calculadas indicavam falta de pernas. Quem diria.

Os números da partida mostram que o vencedor foi muito mais ousado, tal qual a semi anterior. Medvedev fez 42 winners contra 22 e ainda falhou menos (29 a 30).

Foi sua primeira vitória em quatro partidas diante de Nadal, o que deve enchê-lo ainda mais de confiança. E isso vai ser importante, porque o histórico favorece Thiem por 3 a 1, sendo 2 a 1 na quadra dura. Os dois se cruzaram três meses atrás nas quartas do US Open e o austríaco não perdeu set.

Duplas também terão campeões inéditos
Com aposentadoria anunciada para 2021, o canhoto Jurgen Melzer é mais um austríaco em busca de título no Finals. Aos 39 anos e meio, ele e o francês Edouard Roger-Vasselin, de quase 37, aproveitaram a chance lhes dada de última hora e tiraram os cabeças 2 em outro jogo emocionante desta semana.

Com queda de Marcel Granollers e seu parceiro Horacio Zeballos na outra semi, o Finals terá também campeões inéditos de duplas. O holandês Wesley Koolhof e o croata Nikola Mektic, ambos de 31 anos, tentarão por incrível que pareça o primeiro título lado a lado (foram vices no US Open e semi em Roland Garros).

50 anos do Finals
Preocupada em entrar no importante e incipiente mercado chinês, a ATP aceitou sediar o Finals por quatro anos na City Arena coberta de Xangai, estádio para 15 mil pessoas e um público mais convidado do que pagante. A edição de 2005 marcou a despedida definitiva do piso de carpete e viu a espetacular conquista de David Nalbandian em cima de Roger Federer, saindo de dois sets atrás. O suíço retomou a soberania nos dois Finals seguintes, que foram os últimos com decisões em cinco sets. Em 2008, o jovem Novak Djokovic completou uma temporada de grande ascensão e ergueu seu primeiro troféu.


Comentários
  1. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Fabriciano]

    “Se falta de TÉCNICA for para zoar, tudo bem, mas se for falando sério, tem mais gente que não entende do assunto que imaginas”.

    É claro que falei só para zoar, nobre colega…

    Pego muito no pé do Novak, mas somente por causa do segmento “Ku-Klux-Klan” que aqui opera.

    Mas também não sou idiota para afirmar com seriedade que o número 1 não possua técnica…

    Claro que ele tem uma técnica apurada.

    Até para praticar aquele tênis aborrecido, com sucesso, é preciso ter…

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    1. Luiz Fabriciano

      Ufa, isso me alivia, kkk.
      Agora quanto ao seguimento Ku-Klux-Kan, você com sua inata percepção deve reconhecer que há um empate técnico, entre as duas turmas, a terceira realmente fica em terceiro lugar.

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  2. Rodrigo S. Cruz

    Bom,

    2020 fechou a discussão sobre quem é o melhor das superfícies hards-indoor.

    E o seu nome é Roger Federer, com 6 títulos de ATP Finals, contra 5 do brinquedo predileto do Dominic.

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  3. Alessandro Siqueira

    E agora o recorde de semanas se tornou favas contadas. A diferença entre Djoko, Nadal e Thiem, que já era substancial, foi acrescida de 200 pontos, posto que o sérvio amealhou uma vitória a mais na fase de grupos, ao passo que os dois repetiram as campanhas de 2019.

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  4. Luiz Fernando

    Vitória indiscutível do Medvedev no torneio, no qual venceu Djoko, Rafa e Thiem. Detalhe q o cara nem comemorou o título, frieza a toda prova, algo q sem dúvida contribuiu p a conquista. 2021 promete ser um ano de muita disputa, com o pessoal fora do Big3 indiscutivelmente mais próximo…

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  5. Paulo Almeida

    Djokovic continua o GOAT com folga e o Jagua da Montanha com exatamente ZERO título em 2020 e a Bruna Surfistinha dos rivais.

    Ontem jogou seu belíssimo tênis de novo e vacilou na hora de fechar num grande jogo.

    Postei aqui depois de derrotas bem piores e ainda acham que estou fugindo. Piada…

    A questão é que estou perdendo a vontade de postar por aqui mesmo.

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    1. Leo Gavio

      Calma, o AOpen vem ai.

      DJoko até jogou bem na semi, a verdade é que Thiem e Mediva estão com cabeça melhor nesse fim de temporada.

      Parabens aos dois pelo torneio jogado, que reves invrivel tem o Thiem, que animal é esse Mediva, teremos um grande AOpen esse ano, talvez o melhor desde 2012, quando Djoko, Murray, Nadal e Federer estavam na ponta dos cascos.

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  6. Vitor Hugo

    Ponto final na discussão! Federer é o REI das hards indoor! Não só por ser o recordista de títulos no finals, mas também por ser o único a vence-lo antes e depois da padronização dos pisos.

    Então, vejamos, o melhor sobre a hard indoor, hard e grama de todos os tempos!
    Nadal é o melhor sobre o saibro e piso por piso, pois nenhum tenista dominou tanto um piso do que ele.

    Apesar de não ter vencido o finals, Rafa permanece como o segundo maior da história, atrás de Federer.
    Entre os melhores, está entre os cinco.

    Já Novak, está no top 10 dos maiores e melhores da história, mas não entre os 5.

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    1. Alessandro Siqueira

      Logo ali em março de 2021 Djokovic terá o RECORDE DE SEMANAS como #1. Ao mesmo tempo, já tem o recorde de TEMPORADAS COMO #1, tudo isso disputando toda a carreira com Federer e Nadal, contra os quais, aliás, tem H2H positivo. Djokovic tem TODOS OS MASTERS 1000 (ao menos duas vezes cada um, diga-se de passagem), já ganhou o FINALS 5 vezes, possui o maior Prize Money da história, entre outras marcas, DESTACANDO-SE OS 04 SLAMS em sequência, e você resolveu que ele não está entre os 10 da história. Com que base? Com que fundamento? Argumento de autoridade? Só se for assim, porque não há qualquer autoridade em sua argumentação.

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      1. Marcelo F

        Alessandro Siqueira, muito bem observado! É incrível como as pessoas se dão ao ridiculo de um comentário desses, apenas porque não gostam de um jogador. Principalmente porque alguns recordes de seu ídolo estão sob risco. Sou torcedor de Nadal, não pela “beleza” de seu jogo (algo que é muito subjetivo, aliás), mas pela forma com que encara o esporte, pelo comprometimento tático, pela inteligência de jogo, pela força mental, pela entrega…etc. Algo que Djokovic tem em iguais proporções. Federer tem muitas dessas qualidades também. Quem joga tênis sabe que muitas coisas definem um vencedor, não só plasticidade de golpes, qualidade de golpes, talento natural, etc (ainda bem!). Sei que tem torcedores de Federer, de Nadal e de Djokovic muito sensatos aqui, muito respeitosos. E muitos chatos de todos os três também. Mas algo que me incomoda em muitos torcedores do Federer é esse pedantismo o tempo todo, como quem diz: “Como podem preferir outro a Federer, o mais talentoso da história?”; “Como podem admirar jogadores de base, que jogam no erro do adversário, que fazem menos winners?” Como se esse fossem o únicos critérios para definir quem é melhor…e ainda que fossem, ainda haveria outros motivos que fizessem com que escolhessemos um jogador pra torcer. Cada um torce pra quem quiser. O que não podemos é ficar criticando jogadores desse tamanho por pura e simples birra de torcedor fanático, como alguns aqui que FINGEM não enxergar a realidade.

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Oi Vitor.

      Escrevi a mesma coisa acima.

      Pois é, esse recorde do Federer continua intacto.

      E vamos torcer para que em 2021, ele ainda possa ampliar…

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    3. Sandro

      Federer não é melhor que Nadal e Djokovic.
      No confronto direto Federer perde para Nadal, além disso Nadal já ganhou uma final de Wimbledon contra o Federer, mas o Federer nunca ganhou um final de Roland Garros contra Nadal.
      Também no confronto direto, Federer não é melhor que Djokovic, pois além disso Djokovic ganhou todas as finais na grama de Wimbledon que disputou contra o Federer. Como o Federer pode ser Rei da grama se não consegue ganhar do Djokovic na grama e ainda perdeu final de Wimbledon para o Nadal?
      Nadal e Djokovic estão à frente do Federer, sem sombra de dúvidas.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , o parceiro não aprende mesmo. Federer tem DEZENOVE conquistas na superfície . O Sérvio apenas 6 . O Suíço tem OITO conquistas na Grama Sagrada de WIMBLEDON contra 5 do Sérvio. Entre os dois têm Sampras com 7 e DEZ no total. Deu pra entender ou o h2h é mais importante ? Somente se for no Clube da sua esquina rs . Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      Com o congelamento até março, precisamos ver se teremos uma temporada regular de saibro. Isso poderá ajudar muito. Mas ainda acho que ele depende da queda técnica-física de Djokovic e do Nadal para isso, Dirceu.

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  7. Isaías

    Existem poucos forehands no circuito hj em dia capaz de enfrentar o forehand do Thiem, especialmente cruzando Forehand com Forehand, dependendo do currículo do Thiem vc acha que a direita dele entrará para a lista dos grandes golpes da história do Tênis, Dalcim??

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    1. José Nilton Dalcim

      É sem dúvida um golpe espetacular, Isaias, especialmente pelo giro que ele consegue dar na bola. Mas ainda não vejo como um golpe desse quilate.

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  8. Alessandro Miná da Silva

    Olá Dalcim,
    Muito bom texto, como sempre! Parabéns!
    Grand Slam vs Finals… Um tem melhor de 5 sets e 2 semanas de disputa, o outro melhor de 3, uma semana de disputa, mas somente os 8 melhores.
    Cada um tem sua importância, na sua opinião qual o mais difícil de ser vencido e qual os tenistas valorizam mais?
    Grande abraço!

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que os Slam são os torneios de maior peso, Alessandro, e também os mais exigentes na parte física e mental. Jogar melhor de cinco sets exige adaptações e você percebe o quanto a experiência diferencia os mais rodados dos novatos nesse aspecto. E obrigado! Abraço.

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      1. Sandro

        Concordo plenamente Dalcim!
        Gand Slam é Grand Slam não dá nem para comparar com o Finals, conquistar Grand Slams é a cereja do bolo do tênis mundial, o Finals é um torneio de encerramento de temporada e não chega perto do que é conquistar um Grand Slam.

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        1. José Nilton Dalcim

          Também não vamos exagerar, Sandro. O ATP Finals é diferente, mas tem um valor tremendo por reunir a nata do tênis. É muito raro você ganhar de três top 10 num Slam. No Finals, se vence quatro ou cinco, como acaba de fazer o Medvedev. É um feito enorme.

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  9. Marcos Marinho

    Dalcim, não é de hoje que o Thiem é um dos melhores jogadores sob a quadra dura do circuito. Hoje em dia acho que nem Federer e nem Nadal entram favoritos contra o austríaco essa superfície, seja em melhor de 3 ou de 5 sets. Contra Djokovic, acho que é 50-50 em melhor de 3, mas 60-40 em favor do sérvio em melhor de cinco sets. Falando só de quadra dura. Além do Novak, não vejo ninguém acima. O que acha? Ele caminha mesmo pra ser o melhor nessa superfície?

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    1. José Nilton Dalcim

      A maioria dos tenistas de hoje tem o piso duro como mais forte, Marcos. É o sinal dos tempos. Medvedev por exemplo é muito forte nesse piso. Mas Thiem leva algumas vantagens, é fato, entre elas a experiência e a possibilidade de variar mais o jogo.

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  10. José Eduardo Pessanha

    Dalcim,
    A impressão que me dá do Medvedev é de que, caso este jogue o seu máximo, irá dominar os GS no piso duro em 2021. Uma autêntica carne de pescoço. Dava pra ele ter ganho fácil ontem, mas perdeu muitas chances.
    Abs

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  11. periferia

    Olá
    Tanto Nadal como Djokovic poderiam ter ganho seus jogos (Nadal sacou em 5×4 para fechar o jogo e Djokovic abriu 4×0 no tie break do terceiro set).
    O que chama atenção é algo que não acontecia….o abatimento dos “alfa dog” dentro da partida..fazendo uma leitura corporal…vc percebe que tanto Nadal como Djokovic ficam abatidos…algo que não acontecia quando enfrentavam jogadores de fora do big 3 (mesmo perdendo …eles mantinham aquela empáfia dos campeões).
    O jogo está mudando (discretamente) o jogo da constância e dos poucos erros devagarinho está sendo superado pelo jogo de risco (quem tem mais winners vence os jogos ).
    Nos últimos anos o tênis ficou “monótono”…(Marcilio outro dia fez uma ótima observação sobre a velocidade do jogo)…um jogo com poucas variações (Medvedev é um filhote dessa falta de variação…consegue ganhar jogos sem dar um único slice ou subidas para volear…o jogo dele é feio).
    Não considero os tempos atuais uma “época de ouro” do tênis (modestamente)…pelo contrário.
    Quanto mais rápido acabar essa geração dominante do tênis….melhor para ele.

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  12. Marcilio Aguiar

    Dá gosto de ver o jogo do Thiem, pela agressividade e potencia dos golpes. O BH está espetacular, agora variando mais com slices de ótima qualidade. Além de grandes jogadas com BH na paralela ele fez um BH cruzado para chegar ao match point que foi um absurdo, deixou o Djoko atônico. É quase unanime que o o BH de uma mão do Guga e do Wawrinka são os mais bonitos e eficientes que já houve, mas acho que o austríaco está chegando perto. O que voce acha Dalcim? O BH é a arma mais forte do Thiem?

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  13. Vitor Hugo

    Independentemente dos altos e baixos das duas partidas, me parece que a maioria aqui concorda que Daniil e Thiem foram os melhores jogadores e as duas vitórias foram merecidas. Não dá pra contestar.
    E se Novak e Nadal não jogaram o seu melhor, Medvedev e Thiem também não fizeram as melhores partidas de suas vidas.
    Já vi o russo e o austríaco jogarem muito mais que ontem. Thiem, por exemplo, cometeu muitos erros de forehand.

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  14. Sandra

    Dalcim , vc não acha que tanto Federer , Nadal e Djokovic na hora de fechar os jogos importantes estão tremendo mais ? E quanto ao Australian open ? Não é melhor mesmo transferir? Até lá tem vacina e nos mesmos apesar de vermos de casa vamos poder torcer melhor sem ter a preocupação da Covid

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    1. Marcos Ribeiro

      Concordo que têm tremido mais. Federer tb. Para mim, o motivo é a vontade de fazer história. Quando abre a oportunidade de conseguirem algo muito desejado, vem o medo que Flavio Gikovate denominava de ‘medo de ser feliz’. Quanto mais importante a partida, mais freqüente ele é. Ocorre muito quando um jogador, com muito esforço, consegue sair de uma desvantagem e depois entrega o ouro e na hora de fechar estas partidas mais importantes.

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  15. Pedro

    Novamente Nadal tem grande oportunidade de vencer o jogo na qual nao estava jogando mal mas vacila. Mesmo aconteceu contra Thiem e contra ele novamente na Australia. Que pena!

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  16. AKC

    Cada vez mais a nextgen vai firmando sua posição, fato inexorável diante da natural decadência das lendas do Big3. Thiem e Medvedev chegam à final gabaritados, ambos com vitórias indiscutíveis sobre Nadal e Djokovic.

    Vejo o Top 10 dos próximos anos mais ou menos assim (sem ordem de ranking):

    Thiem
    Medvedev
    Zverev
    Tsitsipas
    Shapovalov
    Sinner
    Coric(??)
    Beretini (??)
    Aliassime (??)
    De Minaur (??)
    Tiafoe (??)
    Kyrgios (??)

    Dalcim, vc incluiria ou tiraria alguém?

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  17. Miguel Ângelo Pereira Delfes

    Ainda bem q o Big 3 está perdendo fôlego
    Sou fã de RF mas já cansei de vê-los ganhando quase tudo
    Acho q Finals deveria valer no mínimo 2.000 pontos pois embora tenha menos jogos ,são difíceis do primeiro ao último
    Não vejo lógica em comparar número de títulos q não sejam os top..Finals ,GSlams ,Semanas como n1
    Os outros servem p desempate
    Vejo ainda RF como o melhor tenista até então mas ,ND com grandes chances de passá-lo p trás ,além de ter um bom tempo p isso teve n de semanas facilitado por uma mudança n regra ,equivocada n minha opinião ,pois não deveriam perder pontos apenas nos torneios cancelados devido á pandemia
    Qt a RN não tem como comparar c eles ,nunca conquistou um Finals q creio ser o torneio mais difícil de todos e ficou longe do n de semanas como n1
    Acho sim q dificilmente encontraremos algum tenista q os supere..
    Dalcim..( no achismo ) vc consegue imaginar como seriam os números dos 3 se não tivessem jogado em uma mesma época ? 25/30 GS ? 8/10 Finals ? 350 ou + semanas ?
    Estes 3 beiram a perfeição

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    1. Luiz Fabriciano

      Miguel, dizer que ND teve os números da liderança do ranking facilitado pela mudança de regra é um equívoco. Se os torneios não tivessem sido paralisados e o ranking continuasse normalmente, o record de semanas seria ultrapassado em outubro passado, aja vista que RF já estava fora de combate mesmo antes da paralisação e ND estava invicto no ano, com quase nenhum ponto a defender em Indian Wells, Miami e Monte Carlo.

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    2. Alessandro Siqueira

      Dizer que Djokovic foi “favorecido” com o congelamento dos pontos é de uma desonestidade atroz. Com exceção de Paris, em que usou o critério de proteção, onde mais ele se valeu da prerrogativa? Ademais, ainda que se descartasse os 1000 pontos, ficaria 980 na frente do Nadal, já que hoje tem uma dianteira de 1.980. Aliás, Rafa usou a proteção no USOpen, então teria de perder 2.000. Portanto, o sérvio estaria bem mais à frente.

      O fato é simples: REGRAS SÃO REGRAS. Todos os jogadores concordaram com elas, então paciência. Eu até acho que o sérvio foi prejudicado, já que perdeu 22 semanas de liderança pelo congelamento. Dessa forma, se alguém tem de reclamar, deveria ser ele e quem torce por ele.

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  18. Sandro

    No final das contas, quem sai ganhando nesse FINALS é a Áustria 🇦🇹 que marcou presença nas duas finais do torneio com o canhotaço JURGEN MELZER na Final de Duplas e o talentosíssimo DOMINIC THIEM na Final de Simples!
    Parabéns ao tênis 🎾 austríaco 🇦🇹!!!

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  19. Ronaldo Oliveira

    Mestre Dalcim, uma dúvida bem interessante: o que você acha mais fácil, o Nadal ganhar o Finals, o Palmeiras ganhar um Mundial ou o Corinthians pagar o estádio?? rsrsrs… mas brincadeiras à parte, não entendi como o Nadal “amarelou” hoje. Tinha o jogo nas mãos, o adversário perdido e ele faz aquilo quando sacava para o jogo??!! Sinceramente, acho que esta vez foi a mais próxima que ele chegou de ganhar o Finals, assim como o Federer nunca mais terá uma outra chance tão real de ganhar Wimbledon (ou outro Slam – pena, pois são federista desde 2001).
    Palpite meu, de um leigo, apaixonado por tenis: Nadal fechará a carreira com 23 GS (ganhará mais 3 RG), Djokovic com 21 e Federer com 20 (não ganha mais nenhum, uma pena).
    Grande abraço e parabéns pelo blog e pela paciência em compartilhar conosco seus conhecimentos!

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  20. Aurélio Passos

    Não adianta, a diferença de Nadal do saibro pro hard indoor é brutal.

    Roland Garros esse ano: 7 partidas, 21 sets a 0, só um set foi pra tie-break.

    Hard indoor Paris e Finals: 8 partidas, 9 sets perdidos.

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  21. O LÓGICO

    Não é o caso em relação ao Djokão, pois é um puta campeão do finals. Mas em relação ao robozinho sempre experimento uma sensação estranha que confunde minha consciência da realidade presente: ao vê-lo teimosamente jogar o finals experimento a fantasia de estar assistindo ao filme BRUNA SURFISTINHA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. O tourinho foi tantas vezes zoofilizado nesse torneio que a comparação é inevitável kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Quando afirmo que ele é UNIDIMENSIONAL encontro nesse torneio o experimento crucis baconiano. Afinal, como até debutantes ganham esse torneio, a resposta para os fracassos do robozinho só encontram fundamentação sólida nas suas limitações tenísticas. Ah, mas se fosse no saibro? kkkkkkk A resposta é simples: ele teria por baixo uns dez canecos kkkkkkk. Agora, respondam com sinceridade sobre qual a razão dessa afirmação de caráter indutivo quase perfeita do ponto de vista lógico e terão que admitir a tese da UNIDIMENSIONALIDADE nos termos em que a defini. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    L Fingido e M C Fármaco, “ESSE É O TORNEIO ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. Maurício Luís *

      Posso compreender você não gostar do jogo do Nadal – assim como eu também não – mas falar mal do saibro eu acho que é meio que desmerecer os feitos do Guga. Se bem que o Guga ganhou o Finals, enquanto que o pouca telha…

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Ah, Lógico.

      Você sabe que eu te acho um dos mais engraçados e criativos daqui.

      Mas “vamo” combinar.

      O jogo do Djoko também é sem-graça pra cacete, né?

      Parece um BONECO DE POSTO tentando balançar o oponente de um lado por outro.

      E quase só isso que o cara faz.

      Crava poucos winners, não tem um slice decente, o smash é uma porcaria…

      Enfim…

      Responder
  22. Davi Poiani

    Caro Dalcim, realmente foram dois jogaços as semi-finais, com 3 sets cada e 3 tie-breaks no total, então não dá para reclamar do nível de competição. Os dois mais jovens fizeram por merecer para chegar na final. Penso que o Nadal jogou bem nos 2 primeiros sets, ainda mais porque não é nada fácil neutralizar o jogo casca dura do Medvedev. Ele estava se saindo bem mas pecou nos momentos decisivos para fechar o jogo. Acho que ele teve mais chance de ganhar do russo do que Novak teve contra o Thiem.

    Em termos de placar, a partida Djokovic vs Thiem foi mais equilibrada, mas em termos do nível de tênis apresentado, considero que o Thiem foi muito melhor. Já a partida Nada vs Medvedev foi o contrário, somente um tiebreak a menos mas o nível de tênis me passou a impressão de mais equilíbrio.

    Djokovic por sua vez não me agradou muito de ver hoje. Tiro o chapéu pra sua resiliência, mesmo jogando abaixo do seu nível segurou o osso até o fim e o Thiem teve que jogar muito e merecer a vitória. Mas de fato, muitas coisas falharam em seu jogo. Foram muito erros de voleio, não conseguiu devolver bem os saques (Thiem foi muito melhor neste quesito), me apareceu um tanto apático, sem ritmo nos rallies. Não consegui ver potência, ângulo ou profundidade em seus golpes, basta ver o baixo número de winners. Suas bolas estavam mais curtas e assim não conseguia tirar o tempo do Thiem. Se você pegar por exemplo e assistir as partidas de mais ou menos um ano atrás na ATP Cup, parecia até outro jogador. Muito mais agressivo, vibrante, acertando vários voleios. Na ATP Cup ele estava jogando em um nível de agressividade que até lembrava O Djokovic de 2011.

    Nos últimos meses, apesar de seu incontestável mérito em ser o número 1 do mundo e ter chegado longe em boa parte dos torneios, tenho percebido um jogo mais burocrático de sua parte. É claro que os detratores do sérvio irão dizer que ele sempre joga assim, mas eu respeitosamente discordo. Sou um fã incondicional do Big 3 e gosto muito de ver estes 3 caras jogarem bem, para o bem do tênis! O que você pensa a respeito? Você também percebe um pouco desta apatia, falta de ritmo e mais agressividade? Parabéns como sempre pelos magníficos textos!

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Davi, acho que Djokovic trouxe uma proposta diferente para 2020. Trabalhou no saque e no jogo de rede, o forehand ofensivo ficou mais confiável e treinou muito as deixadinhas, armas que utilizou muito bem e lhe deram excelentes vitórias e atuações. Ele não jogou bem depois da derrota em Roland Garros, isso é fato. Parece ter perdido a confiança e isso se refletiu mesmo num tênis menos brilhante e ofensivo, embora ainda eu tenha visto muita qualidade em suas devoluções de saque. No conjunto, ele ainda é excepcional e não será fácil derrotá-lo em qualquer piso.

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    2. Robson Couto

      Que excelente avaliação. Realmente é isso mesmo. No tiebreak decisivo por exemplo estava 4X1 e o Djokovic deu um saque aberto que jogou o Thiem nas placas. Ao invés de subir a rede e matar o ponto ele ficou esperando a toca de bolas e não conseguia uma bola capaz de deslocar o adversário com efetividade. Não entendo esse jogo burocrático que ele costuma fazer. Funciona com tenistas mais fracos, porém com os tops que possuem mais consistência cada vez mais está deixando a desejar, , que saudade do Becker junto com o Vajda nos treinamentos…

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Exatamente, perfeita análise.
      Na ATP Cup ele foi outro. Venceu tudo, inclusive duplas.
      E menos de um ano depois, jogou o que vimos ontem. Algo o acomete e que só ele mesmo sabe o que é e o que fazer.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que cada tenista vai te dar uma resposta diferente. Os mais nacionalistas tenderão ao olímpico, os mais tradicionais ao Finals. Eu sou mais o Finals pela qualidade absurda dos participantes.

      Responder
  23. Rodrigo S. Cruz

    Agora vou falar uma coisa aqui, sem qualquer provocação entre torcidas.

    Sem sacanagem, pessoal, mas acho de verdade que o Dominic Thiem é o que mais merece esse título do ATP Finals.

    Principalmente depois dessa partida FANTÁSTICA que fez contra o Djokovic na semi.

    Quando ele perdia de 0 x 4 no terceiro, eu já tinha dado por perdido.

    Mas ele não se abateu.

    Elevou incrivelmente o nível, fechou os olhos, e começou a disparar golpes incríveis!

    O Thiem é um tenista ESPETACULAR.

    Torcer contra ele, só porque um federista torce a favor é a maior bobagem que alguém pode fazer…

    Abs.

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Olha, concordo com vc viu.
      E isso não vale só pra final de hoje, se continuar com essa dedicação e jogando nesse nível e com esse mental nos momentos de tensão, vai conquistar muita coisa.

      Responder
    2. Vitor Hugo

      Thiem fez ontem com Novak, o que o sérvio e o espanhol casaram de fazer com os rivais, ou seja, virar um jogo completamente perdido por estar perdendo o tie por 4×0…
      Pelo visto não são apenas os dois que tem essa capacidade…
      O mesmo pode se dizer do russo.

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Foi admirável o que ele fez ontem e quando teve o próximo match point a favor, torci para que liquidasse dessa vez, por uma questão de merecimento.
      E hoje, torcerei por ele desde o início, por uma questão de afinidade. O russo não “faz meu tipo” independente de quem tenha vencido quem.

      Responder
  24. Sérgio Ribeiro

    Quem assistiu a FINAL do AOPEN 2020 , não poderia duvidar desta possibilidade de mais uma vitória FABULOSA de Dominic Thiem sobre um membro do Big 3 . Ele se iguala a Andy Murray como os únicos da história a possuir CINCO ou mais vitórias sobre esses FABULOSOS jogadores. O N 1 caiu de pé. Confesso que com 0 x 4 no tie-break do terceiro joguei a toalha , e virei as costas . Ai me lembrei da turma da Kombi rs. E do tão medíocre utilizado superTHIEMado . Tomei TODAS e consegui a proeza de ver DOIS Medvedevs contra o Touro depois . E isso tudo no ATP FINALS 2020 . Ou seja , sigo o relato do dono do Blog . Vou precisar rever o que o Russo aprontou. Ele tinha declarado que não “ tremeria “ mais contra um membro do grupo. Ai e’ que mora o perigo … Vou seca-lo amanhã como nunca rs . ABS !

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Conterrâneo, chamarei o Thiem de superesTHIEMado até o dia em que ele vencer Roland Garros. Com relação ao jogo de hoje, acredito em um 2 a 0 tranquilo para Medvedev.
      Abs

      Responder
  25. Luiz Fernando

    Rafa jogou bem e teve a partida nas mãos, ou melhor, no serviço, mas ai o jg não entrou. Naquele momento a cosia desandou. O detalhe é q dificilmente terá outra chance como essa p vencer um Finals, sem o Djoko em quadra, q ainda é o cara a ser batido. Amanha sou Thiem desde criancinha, pois sempre vi o austríaco como um grande jogador, q teve a infelicidade de conviver com o Big3 em plena forma…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Então, nobre Luiz.

      O Nadal parece ter um jogo que incomoda o Medvedev, um pouco mais do que o Djokovic tem…

      Tanto que até nesta superfície indoor, ele quase venceu o russo de novo.

      Mas depois daquela chance perdida, o Medvedev acabou reencontrando o seu jogo.

      E aí não deu pro Nadal, mais uma vez.

      De qualquer forma, seria muito difícil pro espanhol desbancar o Thiem em seguida…

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Rodrigo, o Medvedev jogou mal praticamente só 1 game. Dominou a partida, embora tenha falhado demais na conversão dos break points.
        Acabou que eu vi os stats sem a atualização final.
        Atualização final: Medvedev teve 4 BP contra e 11 a favor. Fez 11 pontos a mais, mesmo sacando 35 vezes a menos. Ganhou 63% dos pontos em que o Nadal jogou com o segundo saque.
        Abs

        Responder
  26. André Barcellos

    Emblematico tudo isso. Diria que se trata de uma troca de guarda. Nadal e Djokovic perderam plenas condições físicas e mentais.
    Ambos tentaram jogo de rede porque atrás estavam sendo superados.
    Acho que começou definitivamente o momento em que vão passar a ganhar menos jogos apertados. Mas tudo tem a ver com declínio físico (velocidades e resistência), além da melhora dos adversários.

    Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Com essa chave bizarra que ele pegou, Nadal fez a festa. Os seus concorrentes tiveram chaves bem piores. Mesmo assim, o Sinner bobeou, dava pra ter levado o jogo tranquilamente para um hipotético quinto set.
        Abs

        Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Também não acredito em declínio físico ainda.
        Mas em avanço, nos três quesitos básicos dos mais novos.
        A vida em geral é caracterizada por evoluções e no esporte não seria diferente. Jogadores do Big3 evoluíram observando seus ídolos e antecessores, mas já não têm mais o que buscar à frente, afinal, já são, há muito, as referências.
        Os novatos, evoluem a cada dia observando-os, bem como com seus treinadores ( que na atualidade está comum terem sido grandes tenistas) e com seus contemporâneos.
        Acredito que o dia que aprender a dosar seus impulsos e colocar sua mente em alinhamento com sua técnica, Denis Shapovalov subirá ao topo do ranking rapidamente.

        Responder
  27. José

    A quantidade de partidas épicas entre Djokovic e Thiem é interessante. RG2019, Finals2019, AO2020 e Finals2020. Pena que a maioria o Thiem saiu vencedor. E aparentemente cada vez mais isso vai acontecer.

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Verdade, esse foi um dos motivos de eu n ter deixado de acreditar no Thiem mesmo depois de ter perdido o 2º set e os MP.
      Alguém que já tinha jogado esses jogos q vc citou aí, não ia simplesmente sair do jogo.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Exatamente.
      Na cabeça dele já há o Tico falando: “fique no jogo e vença mais outro ponto”.
      Na Austrália ele tentou, mas apenas não conseguiu.

      Responder
  28. Wilson Roxha

    Dalcim,
    Nos outros anos o Nadal chegava com ritmo , porém cansado. Será se vai dizer que chegou descansado, porém sem ritmo?
    Uma coisa ficou clara – o forehand cruzado do Nadal não machuca mais como antes.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Chegou sem confiança, mas não acho que ele tenha jogado mal o torneio como um todo. Perdeu para Thiem no detalhe e teve oportunidade clara de derrotar o Medvedev. Acho que será difícil aparecer uma chance maior de ganhar o torneio. Quanto ao forehand, verdade, principalmente contra um backhand de duas mãos.

      Responder
  29. JAN DIAS

    E aí djokovetes?! O recorde do Finals foi pro vinagre…😂 kkkk

    NADAL e DJOKO hoje sentiram na pele o uso de sua própria tática: devolver 300 bolas ⚾️ até o adversário cansar e errar… THIEM e MEDVEDEV acharam o caminho da paciência e precisão no fundo de quadra e cansaram os trintões…
    O espanhol ainda tentou slices e outras variações, mas o russo não esmoreceu… já o sérvio não procurou nem achou alternativas pra ganhar.
    Parece que as câimbras começam a tomar conta dos veteranos…

    Responder
  30. rafael

    Belas semis e vitórias merecidas dos mais novos. Em relação ao Djoko, creio que os fatores externos podem estar atrapalhando de alguma forma. Já o espanhol perdeu uma bela chance de ganhar o torneio pela 1 vez.
    Mestre, por aí ou a nova geração já “colou” nas lendas?

    Responder
      1. Flávio

        Mestre Dalcin concordo com o nobre colega Rafael, pois foram duas boas semifinais principalmente Djokovic xThien que foi excelente e o Thiem conseguiu o que muitos ou a grande maioria não consegue que é virar um Tiebreak decisivo quando estava 4×0 contra o mestre do tiebreak , e para a final de amanhã eu não vejo favoritismo ,embora eu prefiro um pouco o Thiem, mas se o Medvedev vencer ficarei feliz porque ele fez um ótimo torneio chegando com 100% na final,então o que você acha mestre será que você ver um favorito amanhã? ABRAÇOS.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Vejo o Thiem um pouco mais favorito, principalmente porque já ganhou um Slam, já fez final neste torneio e possui mais chance de variação tática. Mas Medvedev está com a cabeça muito forte.

          Responder
  31. Willian Rodrigues

    Creio que não possamos reclamar… Para uma temporada tão atípica, na qual em muitos momentos imaginamos até mesmo que não fosse ocorrer mais nenhum torneio importante ao longo do 2º semestre, fomos brindados com excelentes jogos nesse ATP Finals.
    Especialmente, as duas semifinais foram jogaços!! Há de se lamentar apenas a ausência de público, o que teria tornado o espetáculo ainda mais interessante.
    Houve muita emoção em ambos. Difícil avaliar em qual delas o nível técnico foi melhor.
    E então mestre Dalcim, dentre os dois, qual foi o jogo de melhor nível técnico em sua opinião??

    Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Mestre, é possivel um jogo ser tecnicamente de nível alto se um dos dois jogadores for tecnicamente de nível baixo?
        Desde já, obrigado pela sábia resposta.

        Responder
  32. Jmsa

    Dalcim ,assim,em torneios de três set eles até equilibram o jogo,mas em cinco a história invariavelmente tende ser a mesma com o Big tree saindo campeão.
    Como sempre excelente texto.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Estão mantidos até março. Por enquanto. Você deve ter lido hoje no TenisBrasil que já se especular a mudança do Australian Open para março.

      Responder
  33. Alessandro Siqueira

    Nadal não tem Miami nem Paris. Então, a rigor, faltam em sua coleção 03 títulos grandes, já que os esses dois Masters se juntam ao Finals.

    Responder
  34. José Eduardo Pessanha

    Rodrigo, te falei que o Djokovic viraria saco de pancadas. Agora é ladeira abaixo. rs
    Com relação ao Felix, ele é o número 21 do ranking. Com a mesma idade dele, Thiem era 139, não tinha nem entrado no top 100. rs
    Abs

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, nobre Pessanha!

      “é nóis da fita”

      kkkkkkkk

      Muito bom ver o encosto sendo humilhado pelo “Thiem-mito” em dois Finals consecutivos!

      O tênis de ATAQUE que tanto cultuamos, desbancando o modorrento maratênis!

      Responder
    2. Alessandro Siqueira

      Saco de pancadas perdendo no tiebreak do set decisivo? Really?! Se o canadense é 21 do mundo com 20, Djoko já tinha slam nessa altura dos fatos. Na idade do Thiem hoje, 27, já tinha coleção de slams, Masters 1000 e Finals.

      Responder
  35. Rodrigo S. Cruz

    Caríssimo Paulo F,

    até entendo que vai demorar muito pra você sarar do TRAUMA de ver o Encosto e o Nadal perdendo no mesmo dia!

    Mas tenha fé, vai, nada como um dia após o outro!

    kkkkkkk

    Desde quando o vocábulo “seita”, termo comum e LARGAMENTE utilizado por TODOS aqui no blog constitui imitação?

    Se for assim então todo mundo imitaria todo mundo.

    Daaãaamm!!!

    Imitação ao que eu me referi é pegar alguma sentença muito particular de determinada pessoa:

    uma piada ou uma sátira inventada por ela, ou mesmo uma palavra pouco usual da nossa Língua, e copiar!

    Coisa que fizeram comigo muito, e você sabe!

    Portanto, posso cobrar sim.

    Eu posso e eu vou, sempre que me sentir prejudicado.

    Esperar coerência do senhor é mais difícil do que o Nadal ganhar um Finals.

    Hahahahaha

    Portanto…

    Vá tentar aprender a diferença entre set, game e ponto que eu acho que você ganha mais! rs rs

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não tem briga aí não, Dalcim.

        Só provocação trocada, e totalmente salutar!

        Briga eu só tenho com aquele cara lá que você sabe quem.

        Mas também estou a evitar.

        Abs.

        Responder
  36. Luiz Henrique

    Parabéns ao Thiem e Medvedev. 2 ótimos jogos.
    Thiem atualmente eu considero que tem o melhor mental quando os sets afunilam…4 a 4, 5 a 5…até melhor do que Djoko e Nadal.
    Nadal esteve bem tecnicamente e fisicamente nesse torneio, mas mentalmente achei instável. Foram várias situações em que falhou quando conseguia uma vantagem. Aconteceu de novo.
    Nunca mais vai chegar no Finals tão descansado como nesse ano.
    Sei que vão zoar a vontade aí, pq nunca ganhou o torneio, mas quer saber?
    Pelo histórico de comentários desse blog, temos que considerar quase surreal que Nadal aos 34 anos seja nº 2 do mundo, e competitivo em todos os pisos. Segundo os profetas da longevidade, ele já estaria aposentado há muitos anos com essa idade.
    Ele perdeu para os 2 finalistas, mas se mostrou competitivo, aos 34 anos, até mesmo nessa quadra coberta.
    Claramente ainda é candidato a qualquer título.
    Espero que Federer volte bem e em condições de tb ser candidato aos títulos.
    E Leo Gavio: não precisa me explicar. Já sei que Djoko está tentando tirar a pressão pro AO…

    Responder
  37. Willian Oliveira

    Dalcim, já aconteceu alguma outra vez no Finals de dois jogadores diferentes vencerem os números 1 e 2 do mundo em uma mesma edição? Alguém superar os dois melhores do ranking já é uma grande façanha, dois fazerem isso é incrível!

    Responder
  38. José Alves Aragão

    Dalcim ,não questionando a sua admirável sabedoria,mas tentando entendê-la,por que vc acha o Tsitsipas favorito para assumir de forma consistente o número 1 e não o Thiem ? Lembrando a todos que Dalcim foi o único jornalista a cravar em 2015 Andy Murray como número 1 do mundo em 2016 com o Big 3 em plena forma em 2015

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Quando eu falei do grego, eu me referia à nova geração, José Alves, e Thiem já não pertence mais a ela. Além disso, eu acredito que Thiem ainda terá de conviver com o Big 3, ou ao menos o Big 2, nestes próximos anos de auge, enquanto o grego terá provavelmente mais chance a partir de seus 25 anos. Aproveito para frisar o que já disse antes: Thiem domina cada vez melhor a quadra dura, o que era um problema há dois anos. Abs!

      Responder
  39. Evaldo Moreira

    Boa noite,
    Excelente texto Dalcim, parabéns,
    Vi os jogos de hoje, e percebo que mesmo Nole ganhando 03 troféus e a ponta na liderança, a meu ver, o sérvio começa a entrar em decadência física e técnica, claro não jogou tão mal, mas vendo o torneio todo ficou evidente que algo o incomoda, claro a menção a parte externa, pode ser!?. Talvez….

    Concordo a tese do nosso colega Paulo, que fez um comentário coerente a respeito do sérvio, então fica a dica…e isso não diminui os feitos do Thiem, jogou demais, mental espetacular, boas variações, saque idem, parabéns garoto, kkkkkkkkkkkk, esse é dos bons…….

    Olha o carne de pescoço ai gente, embora Rafa tenha feito um 1 set ok, mas ao meu ver deu sorte, no único saque quebrado que conseguiu, o russo sacou mal demais, e contra Nadal, não pode, ai o restante já sabem né, o cara não alivia para ninguém, é Narck Rodrigues, teu pupilo foi varrido hoje, Nadal com 34 anos, e hoje faltou pernas, quem diria hein, é outro que precisa se reinventar mais ainda , pois se pegar caras tops, e firmes na base, não vai aguaentar, mas como disse Dalcim, jamais duvide de Rafael Nadal.

    Responder
      1. Alessandro Siqueira

        Thiem, se fosse campeão invicto, chegaria a 9.825 pontos. Com a derrota para Rublev, só pode chegar a 9.625. Nadal parou nos 9.850. Djokovic, por outro lado, já tem 11.830. Dificilmente perderá a ponta até março, já que a ATP decidiu manter os pontos do Aberto da Austrália e dos ATPs imediatamente posteriores, como Dubai, Rio Open e Acapulco. Nadal parou nas quartas na terra do canguru, então poderia, em tese, somar 1.640. No ATP Mexicano, nada a somar, porque foi campeão. Thiem, a seu turno, chegou à final do primeiro slam do ano, então só poderia somar 800 pontos. No cenário descrito, tudo indica que as #310 semanas de Federer irão cair.

        Responder
  40. periferia

    Prometheus

    Em um laboratório modesto em Manacor…Malhorca…Toni separava pedaços de cadáveres.
    Uma tempestade se aproximava…ele precisava correr.
    Em uma maca…repousando… um corpo imperfeito sem vida…faltava os braços.
    Toni olhava minuciosamente os cadáveres…buscava braços fortes…seria necessário.
    Com muita dificuldade havia coseguido membros inferiores…os joelhos não estavam nas melhores condições…paciência…teria que ser aqueles.
    Toni correu contra o tempo….costurou cada pedaço ao corpo…como um artista produzindo sua obra prima.
    Colou os fios na criatura…aguardando a descarga elétrica (a tempestade forneceria).
    A descarga aconteceu…o corpo ganhou vida.
    A criatura olhou fixamente para Toni e perguntou:
    – Quem é vc?
    – Sou Tio Toni…disse carinhosamente.
    A criatura ainda confusa continuou:
    – O que farei?
    Toni respondeu sem titubear.
    – Será tenista.

    Responder
    1. José Alves Aragão

      Masters mil Nadal tem mais de 34. Miami é um Masters Que Nadal não ganhou por azar . Não esqueça que as franquias de Masters Mil mudam entre as cidades ao longo das gerações e até entre pisos também .

      Responder
  41. Vitor Hugo

    É sempre bom a vitoria do ataque contra a defesa. Um fez mais que o dobro de winners que o rival. O outro quase fez o dobro de bolas vencedoras, porém muitas foram com aces.

    Nadal pelo menos tem mais variação que Novak. Sem dúvidas é tecnicamente mais completo que o sérvio. Mas os dois são PUSHERS, está na essência, não vai mudar.
    Ainda bem que os PUSHERS ficaram pelo caminho…

    Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Você não me entendeu, Luiz.

          Concordo que o Djokovic atua melhor em mais superfícies do que faz o Nadal.

          O sérvio é melhor na grama e das hards, enquanto o espanhol é extraterrestre no saibro…

          Então, seria justo dizer que o sérvio seja mesmo mais completo.

          Só que em matéria de chatice tenística o Djokovic é insuperável rs rs

          Responder
  42. Paulo F.

    Uma pena, irá continuar faltando o Finals para Rafael Nadal.
    Mas a falta do Finals não mudará o fato de que ele é o melhor e maior tenista de todos os tempos.

    Responder
  43. Daniel C

    Alguns dias atrás eu palpitei que o título ficaria entre Thiem e Medvedev. Dito e feito! Rs. Modéstia à parte, acho que eu entendo de tênis rs.

    Essa é a melhor final possível pois coloca um tempero a mais na próxima temporada. A garotada estará ainda mais confiante para começar a derrotar os “famosos” nos grandes palcos. E depois de muitos anos, parece que finalmente Nadal e Djokovic estão começando a ter a concorrência mais jovem que todo mundo esperava, assim como o Federer teve a dele.

    E mais uma vez, o sérvio tentou vencer com aquele tênis arroz com feijão, se aproveitando dos vacilos alheios. Teria funcionado contra 98% dos tenistas, mas felizmente uns 2% amadureceram e melhoraram muito, casos de Thiem e Medvedev, e a partir de agora ele vai ter que fazer algo a mais. Será que consegue? Eu acho que não, vai depender muito mais desses adversários. E como que alguém com a metade de winners do adversário num palco tão importante desse pode ser considerado Goat? Só nos delírios de quem é fanático por ele mesmo…

    Responder
    1. Evaldo Moreira

      kkkkkkkkkkkkk,
      E coloque arroz com feijão nisso, meu Deus , mero passador de bolas, e não sei porque o sorriso ironico dele, até o Eusebio fez esse comentário hoje, só porque que o Thiem acertou bolas impossíveis hoje, e vou ser sincero, ja vi muitos jogos do sérvio, e sempre foi esse jogo enfadonho, não há variação, há uns vão dizer lorotas, mas a verdade é essa, não há variação, Vadja é bom treinador, mas pelo visto está no limite dele.

      Responder
    2. Vitor Hugo

      A diferença é que, quando Federer tinha 33, 34 anos, teve que enfrentar jogadores de um nível competitivo igual ao dele, mas com 27, 28 anos, Novak e Rafa. Já o sérvio e o espanhol, com 33, 34 anos, tem que enfrentar Thiem, Medvedev e etc….Ótimos jogadores, mas não tem como comparar os adversários de um com os adversários de outros…

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Decida-se Vitor Hugo, Thiem e Medvedev são ótimos ou não?
        Por que Tsitisipas e Zverev não foram mencinados nesse comentário?
        Já sei, porque acabaram de perder para Djokovic e Nadal.

        Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Daniel,

      esse “so called GOAT” deles é tão medíocre que ontem contra o Zverev precisou de quase um set pra somar mais de 2 winners!

      Enquanto o Zverev já somava VINTE!

      kkkkkkkkkkk

      Responder
  44. Maurício Luís *

    No Meio do Caminho
    (Carlos Drummond de Andrade)

    No meio do caminho tinha uma pedra
    Tinha uma pedra no meio do caminho
    Tinha uma pedra
    No meio do caminho tinha uma pedra

    Nunca me esquecerei desse acontecimento
    Na vida de minhas retinas tão fatigadas
    Nunca me esquecerei que no meio do caminho
    Tinha uma pedra
    Tinha uma pedra no meio do caminho
    No meio do caminho tinha uma pedra
    ———————————————————————————————————————————————————————————————————————————-
    Óbvio do ululante que basta substituir “pedra” por Thiem ou Medvedev, ao seu gosto.
    Mas sempre tem o lado bom. O Nadal, por ex, vai + cedo poder ver a sua amada Xisca, acompanhada da não menos amada sogrinha… a qual o delegado Dr. Pablo Canhòn a colocou sob sua custódia até o fim da pandemia, depois de ter sido pega 2 vezes pelo Catavelho ibérico.
    Já o sérvio vai ter 1 dia a mais de férias. Pra pensar num jeito de tirar as pedras no sapato que vão se acumulando. Lorenzo Sonego, Thiem, Medvedev…

    Responder
  45. Vitor Hugo

    E Roger dificilmente será igualado ou ultrapassado em um curto espaço de tempo no número de finals conquistados, o torneio MAIS DIFÍCIL DE SER VENCIDO.

    Federer, o goat, manterá o recorde de slam, Wimbledon, finals, u.s open e semanas seguidas na liderança do ranking.

    Responder
    1. Joathan Santos

      Recorde de Slams cai ano que vem com Nadal. Recorde de finals o Djokovic tem dois anos pra igualar, já que nos critérios de desempate ele ganha. Wimbledon já é certo que terá, mas também, se não tiver esse, vai ter qual? Recorde de semanas como número 1 já caiu. Assim como o de temporadas terminadas como número 1, que o Sérvio já igualou Sampras. Desista Vitor!! No fim só sobrará pro Federer o segundo lugar!!

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Até o recorde de wimbledons é preocupante. Djoko tem 3 a menos, não é impossível…
        Acho q se Federer n for lá atrapalhar Djokovic, vai ter q torcer por Nadal…ainda não vi essa turma (Tsitsipas, Thiem, Medvedev, Zverev etc) jogarem um ótimo wimbledon.
        Me lembro dos 4 tendo ótimas campanhas no saibro por exemplo, mas não em Wb.
        Quem sabe isso muda, vamos ver…

        Responder
  46. Vitor Hugo

    Dalcim, não sei se vc ci concorda, mas está acabando aquele favoritismo absoluto que era dado pra Nadal e Novak quando enfrentam Thiem, Medvedev, Tsipas e Zverev… Se antes era 70 x 30, agora já dá pra dizer que é 60 x 40… Diria que contra Thiem, não dá pra dizer que nem o espanhol e o sérvio são favoritos, concorda? Talvez só um pouquinho devido ao currículo.
    Ano que vem vai ser o último ano de disputa de títulos grandes para os dois.

    Responder
      1. Ulisses Gutierrez

        Dalcim essa diminuição de favoritismo se dá principal pelo fator idade? Ou pelo progresso técnico do Thiem?
        Nunca imaginei ver o Nadal cansando de pernas e buscando loucamente saque voleio. Não deu outra saque quebrado com facilidade. Pena, mas idade chega para todos.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não acho que a idade em si, Ulisses, mas com o progresso técnico e físico dos adversários. Thiem e Medvedev demonstraram tudo isso, além é claro do aspecto emocional controlado.

          Responder
  47. Vitor Hugo

    Duas coisas ficaram claras no jogo do sérvio:

    – Novak é limitadissimo pra volear. Acerta os fáceis, mas quando tem que fazer os difíceis… uma vergonha!
    – O approach do sérvio é algo realmente ridículo, típico de quem não tem intimidade com o movimento.

    Outro assunto:

    – Thiem venceu CINCO dos últimos SETE jogos que fez contra Novak.
    – Medvedev venceu TRÊS dos últimos QUATRO jogos que fez contra Djokovic.

    O que quer dizer? Freguezia consolidando-se!

    Responder
    1. Geailton

      Vitor (fake) Hugo. Tenho pena de vc. É tanta frustração ter que torcer para a derrota dos adversários porque seu tenista nao tem mais capacidade de vencer grandes torneios. É muita limitação emocional. Vc com certeza tem pesadelos com o sérvio e acusa o golpe, mais da metade das suas publicações são para menospreza-lo.
      Mas a velha máxima prevalece. Não discuto, porque o freguês sempre tem razão

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Ele tem o tenista preferido dele e torce contra os 2 rivais pq quer que ele fique com os recordes,
        Normal não? Quem mais não é assim? kkkk
        Victor Hugo é um comentarista Federista com nível acima da média do que já vi no histórico desse blog desde 2006.
        Só acho meio precipitado a empolgação do mesmo neste momento, já que nadal e djoko n ganharem o Finals é algo que acontece agora pelo 5º ano seguido, ou seja, n é novidade nenhuma. E nesses 5 anos os 2 ganharam várias outras coisas e ainda são os 2 primeiros do ranking apesar de tudo…

        Responder
    2. Luiz Henrique

      Falta fazer isso nos GS.
      Masters 1000 e Finals faz alguns anos que a hegemonia do Big 3 diminuiu e muito.
      O problema são nos GS.
      Mas vou achar interessante se esses caras ganharem nos GS.
      O grande problema que não deve estar entrando na conta dos Federistas, é se Nadal e Djoko ficarem por muitos anos ainda dividindo as coisas com essa turma. Da pra ganhar muita coisa ainda.
      Federistas não costumam se dar bem prevendo longevidade alheia. Claro que de tanto chutar, um dia acertarão.
      Mas em 2011 juravam de pé junto que Nadal e Djoko seriam ou aposentados ou medíocres aos 30.
      Com 33/34 são o 1º e 2º do mundo ainda.

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Dividindo? Djokovic acabou, meu caro. Não ganha mais nem campeonato de bolinha de gude. Nadal ainda vai ter uma chance em RG 2021, mas não acredito que tenha novamente uma chave tão risível quanto a desse ano. Até lá, ele será ultrapassado pelo Thiem no ranking. Minha aposta é que o Sinner vai estourar em 2021 e vai dominar o ranking. Tem tudo pra isso. Djokovic agora é só no Youtube mesmo. Com relação ao Craque, vai finalizar com chave de ouro em Wimbledon 2021, com mais um caneco na mão.
        Abs

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        1. Luiz Henrique

          “Dividindo? Djokovic acabou, meu caro. Não ganha mais nem campeonato de bolinha de gude”

          Nadal ainda vai ter uma chance em RG 2021, mas não acredito que tenha novamente uma chave tão risível quanto a desse ano. Até lá, ele será ultrapassado pelo Thiem no ranking.”

          ” Djokovic agora é só no Youtube mesmo.”

          Anotado. Vai ser divertido ano que vem…

          Aliás, só pra confirmar: Nadal a partir de 2022 não ganha mais nada né? Confirma aí pra eu anotar tb. RG 2021 é a última chance?

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    3. Alessandro Siqueira

      Djokovic é de maio de 1987, Thiem é de setembro de 1993 e Medvedev de fevereiro de 1996. Só pra lembrar, Federer é de agosto de 1981. Portanto, o suíço está mais próximo do sérvio no quesito idade, do que o Novak em relação ao austríaco e o russo. Só para lembrar, você é o rei do assunto idade. Desde 2012 saca (assim como Marquinhos, Renato etc e tal) o tema idade. Ora, se Federer poderia argumentar idade desde os 30, por que não o sérvio? Cuidado com o “venire contra factum proprio”. Fica esquisito cair tanto em contradição. Só para constar, os argumentos cronológicos podem ser sacados por todos, hein?

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      1. Vitor Hugo

        Veja os comentários nas páginas do tênisbrasil. Seus comparsas falando de decadência por idade e etc… Pimenta nos olhos dos outros é refresco.
        Os números apresentados por mim mostram uma clara freguesia iniciando, assim como o sérvio é freguês de Kyrgios, Roddick, Karlovic, Sonego e etc… Argumentos de h2h indo pro espaço..

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      2. Vitor Hugo

        Fererer tem 39, seis anos mais velho que Novak, que tem 33. Thiem tem 27, 6 anos mais novo que Djokovic, cara pálida!
        A diferença de idade de Roger pra Novak é quase a mesma do que o sérvio pro austríaco.

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  48. Paulo Ricardo

    Dalcim,

    apesar de torcer para o Nadal, gostei do resultado por que acho que já passou da hora dessa nova geração assumir o protagonismo.

    Acredito que no ano que vem veremos mais o Big 3 perder espaço.

    Infelizmente todo carnaval tem seu fim.

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