Thiem brilha e complica Nadal
Por José Nilton Dalcim
17 de novembro de 2020 às 19:47

O austríaco Dominic Thiem trouxe para Londres sua máxima disposição e isso lhe garantiu duas grandes atuações, vitórias e o primeiro lugar do grupo 2, ou seja, está pela segunda vez seguida na semi em seu quinto ATP Finals. Ao mesmo tempo, a vida de Rafael Nadal se complicou. Ainda que a vaga dependa apenas da vitória sobre Stefanos Tsitsipas por qualquer placar na quinta-feira, o eventual segundo lugar aumentará a chance de ele cruzar com Novak Djokovic no sábado e isso certamente reduzirá sua chance de erguer o troféu inédito.

Thiem e Nadal fizeram um duelo espetacular, digno de uma decisão. Além do conhecido empenho físico e da força dos golpes cheios de topspin, os dois procuraram variações. Troca de direções, slices, subidas à rede, curtinhas, lobs. Arsenal completo para uma partida intensa, de lances magníficos, decidida em pequenos detalhes.

O primeiro set não viu break-points e Nadal deixou escapar chance preciosa, ao abrir 5-2 com dois saques para fechar o tiebreak. Depois de reagir, Thiem fez dupla falta e ofereceu set-point no serviço do espanhol, mas desta vez jogou muito bem e embalou com sucesso em lances de risco. Note-se que o sacador só venceu 2 dos 12 primeiros pontos e 5 dos 16 totais, algo pouco usual nesse nível.

Nadal é claro não desanimou e o ritmo intenso se manteve em todo o segundo set. Que batalha. O espanhol sacou com 4/3, mas outra vez não se sustentou. Pouco depois, saiu de 0-40 e evitou três match-points, e ao menos em um deles Thiem teve chance clara. O austríaco no entanto manteve o foco, algo aliás que tem sido seu ponto forte nestes dois jogos iniciais. Saiu de novo atrás do tie-break, tirou então três serviços do adversário e jamais recuou da tática ofensiva, totalizando 37 winners. Um dos grandes jogos do ano, sem dúvida.

Não menos interessante foi o jogo entre Tsitsipas e Andrey Rublev. O grego começou de forma sufocante, agressivo nas devoluções, preciso na rede. Mas o russo elevou o nível no segundo set. Bem mais consistente na base, também começou a trabalhar melhor com o saque e a pressão sobre o adversário ficou grande.

Rublev teve tudo para ganhar seu primeiro jogo no Finals e se manter vivo por vaga na semi. Fez 0-30 no game imediatamente anterior ao tiebreak derradeiro, pecando por forçar demais uma devolução essencial no 30-iguais. Novamente agressivo, o grego fez 5-2 mas levou a virada diante dos golpes pesadíssimos de Rublev. No match-point, o russo cometeu dupla falta tipicamente nervosa e Tsitsipas agradeceu.

A situação do grupo é simples. Thiem e Rublev jogam amistoso que vale US$ 153 mil e 200 pontos no ranking, Nadal e Tsitsipas lutam pela vaga com vantagem histórica do espanhol de amplos 5 a 1. Curiosamente, a única vitória do grego foi no saibro. Rafa levou as três no sintético. O duelo mais recente aconteceu na mesma arena O2 de um ano atrás, com eletrizante placar de 6/7, 6/4 e 7/5.

Melo e Kubot dão adeus
A segunda derrota na fase classificatória de Londres, somada à nova vitória da parceria formada por Koolhof e Mektic, decretaram o fim das chances de Marcelo Melo e Lukasz Kubot atingirem a semi do Finals. Em duelo direto, Krawietz/Mies e Ram/Salisbury decidirão na quinta-feira a outra vaga do grupo.

A dupla do mineiro perdeu o serviço três vezes seguidas no set inicial. Reagiu no outro, mas jamais conseguiu um break-point e permitiu que os alemães abrissem diferença importante logo no início do tiebreak.

O fato é que, apesar dos dois troféus conquistados nesta temporada em nível 500, Melo e Kubot tiveram raros bons momentos nos grandes eventos. Venceram apenas dois jogos nos três Grand Slam e três nos três Masters. É bem pouco para a qualidade do dueto. Tomara que não desanimem para 2021.

50 anos do Finals
A partir de 1977, o Finals se fixou em Nova York e encontrou uma casa espetacular, onde desfilaram gênios da raquete: o Madison Square Garden. O bom contrato permitiu mais do que dobrar o prêmio do campeão, que saltou imediatamente de US$ 40 mil para US$ 100 mil, chegando no final a US$ 300 mil. Sobre um veloz tapete, Connors e McEnroe brilharam nos dois primeiros anos, mas a versatilidade deu um bi a Borg e outro a Lendl nas quatro edições seguintes, até que Mac ganhou mais duas vezes. Lendl no entanto foi o grande nome desse período, com mais três troféus (85-87) e um total de nove finais seguidas. Becker e Edberg fecharam o período do Madison. Nas duplas, destaque absoluto para o hepta seguido de McEnroe/Fleming (78-84). Entre 1986 e 89, as duplas foram separadas e sediadas em Londres.


Comentários
  1. Daniel

    O Nadal com 34 anos ainda tem uma movimentação incrível em quadra.
    Mas noto que em algumas deixadas “impossíveis”, ele chegava e matava. Contra o Thiem, vi pelo menos 3 bolas dessas, que eu pensava: ah, o Nadal chega…
    Não é uma crítica, mas uma observação. Infelizmente o tempo é implacável.

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  2. Evaldo Moreira

    Boa noite,
    É como disse o mestre, respondendo a um leitor, sobre a partida entre Daniil M x Djokovic, danda 60%, ou seja, conservador, e o leitor afoito deu 70%, acho que a maioria achou que o servio ganharia de lavada, conversando com um amigo tenista, ele me disse: rapaz, esse russo, que de bobo só tem a cara de lerdo, kkkkkkkkkkkkkk, mas que não passa de um carne de pescoço, daqueles de osso duro de roer, e o que vi hoje?.

    Duplo 6/3 6/3, com o primeiro saque afiado, e constância na base, o russo carne de pescoço, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    PS: O britânico Rudeski, não sei se está correto quanto a grafia, mas vamos adiante, concordo em tese, primeiro, será em 2021, e 2017 já passou , foi outra etapa, e que surpreendeu a todos naquele momento, acompanhei todos os jogos dele, e foi pedreira, claro, destacando troca de raquetes, a forma de jogar em alguns momentos, mas magistral as atuações dele, e o que dizer da final!?. Acredito que Federer vira bem preparado , mas cauteloso, afinal , o último torneio dele foi o AO 2020, toda sorte a Roger na sua volta.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não posso responder por ele, Evaldo. Mas sempre é um peso a mais você chegar como favorito, há uma pressão extra. Além disso, estão ali os melhores do mundo e quase todos são verdadeiros especialistas em quadra dura, como é o caso do Medvedev.

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  3. Ronildo

    Como imaginei, Djokovic está ficando com os nervos em frangalhos devido à aproximação da quebra do recorde de Federer. Dependendo de quem enfrentar, existe um risco enorme de cair na primeira ou segunda rodada do AO.

    Finalmente será consumada a verdade sobre o mental no tênis!

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  4. Rodrigo S. Cruz

    Qua, quá, quá, quá…

    Que SURRA!

    Mais uma chibata no lombo que o encosto toma.

    E como jogam feio esses dois, credo.

    Parece Freddy versus Jason…

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  5. Vitor Hugo

    Que surra, hein? Alguém anotou a placa!? Kkkkkk

    Uma humilhação pra Nadal, uma vergonha pra Sonego e agora uma surra de cinta pro Medvedev.

    Que tenistasinho medíocre, não???

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  6. Paulo Lourenço

    Fim da “Era Djokovic”. Explico:
    – sem agressividade (joguinho manjado).
    – sem variação no jogo.
    – slice pífio.
    – smash horrível (não treina esse fundamento?).
    – sofrendo para vencer os jogos.
    – preocupado com politicagem aos invés de evoluir como tenista.
    Em resumo: não vai vencer títulos importantes!

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  7. Enoque

    Por incrível que pareça, o jogo chave pro Djoko, não é contra Medvedev e sim contra Zverev. Se perder agora para o Medvedev, basta ganhar do Zverev para se classificar. Se ganhar do Medvedev por 2×1, ainda não está garantido pois uma derrota para o Zverev colocaria os 3 em igualdade (2 vitórias e 1 derrota), isto admitindo que o Medvedev vai ganhar o último jogo. Então, acho que se o jogo estiver encardido, o Djoko vai partir pro tudo ou nada, como costuma fazer o Federer e não se matar em quadra.

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  8. Vitor Hugo

    É isso mesmo, DjoCOVID vai voltar para o conselho de jogadores com o rabo entre as pernas!? Kkkkk
    Depois de não conseguir apoio necessário para uma organização independente.
    Fato é que, sem o apoio de Federer e Nadal, Novak de torna uma ameba. Não tem influência ou moral nenhuma depois de tanta m…. que fez.

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  9. Miguel BsB

    Vamos começar pelo seguinte: E-esportes não são esportes! São jogos de vídeo game, e vídeo game não é esporte.
    Segundo, o tênis tem seu público fiel, que gosta do esporte como é, durando o tempo que for as partidas de Grand Slam, aliás, quem gosta mesmo de tênis, quer ver é partidas longas e extremamente disputadas. Quer ver Games em que o iguais se repete emocionantemente 20 vezes, entre game points e break points. Tensão total, pressão mental! Quem gosta de tênis, e não pode ficar várias horas do domingo assistindo àquela final épica de Wimbledom 19, assiste um pouco, vai cozinhar o almoço, volta, assiste mais um pouco, almoça, dá um pulo e assiste os pontos importantes, termina de almoçar e vai relaxar e curtir um jogaço como aquele.
    O tênis jamais será tão popular como o futebol, mas tem milhões de fãs espalhados pelo mundo. Seus fãs são fiéis, normalmente gastam com o esporte.
    Gosto muito da NBA também mas confesso que são jogos longos, que param demais, com comerciais demais (mais que o tênis, em que as paradas são curtas entre games e sets).
    Portanto, sou favorável a se manter como está! Não acho que a renovação de fãs esteja estagnada. Meu irmão passou a acompanhar muito mais, muito por minha influência. Amigos meus tb gostam de acompanhar e param para assistir as grandes finais e grandes jogos.
    É impossível competir com essa nova geração que chama videogame de esporte…deixem eles lá, há no mundo milhões de garotos que jogam e gostam de tênis.

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    1. Miguel BsB

      E só para complementar: lembrem-se que o tênis moderno não foi criado para ser popular, pelo contrário, foi criado para ser mais exclusivo e elitista (não que eu concorde com isso).
      Suas regras e sistemas de pontuação, expressões, etc, não são de fáceis assimilação a grande parte da população mundial, inclusive pela excessiva utilização de anglicanismos…

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  10. periferia

    Olá Dalcim…

    Acabou lá…respondo aqui.
    Quando escrevi sobre dinheiro não era algo individual do Djokovic.
    Seria no sentido de defender os interesses dos jogadores (a parte deles no show).
    Acho mesmo que ele está defendendo a classe que lidera.

    Abs

    Abs

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    1. Sérgio Ribeiro

      Qual seria a classe que ele lidera no momento, caro periferia? Ele saiu por conta própria da presidência do conselho de jogadores. E sabe que a ATP fez tudo que os mesmos solicitavam. Acabou com as FINAIS em 5 Sets tanto nos MASTERS 1000 quanto no FINALS . Uma vergonha se compararmos há épocas em que tinha-se menos recursos na recuperação dos atletas. Quem manda nos SLAM , Copa Davis e Olimpíadas é a ITF . Na Davis foi um fracasso as modificações com o mesmo argumento. Somente a classe bastante unida , e não com associações paralelas , pra convencer a ITF a modificar drasticamente os SLAM. Novak resolve num evento ATP jogar no ar . Rafa Nadal respondeu no ato uma posição que Federer e Murray compartilham . E’ o caso de ele retornar ao Conselho, pelo menos a meu ver. Abs!

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      1. periferia

        Olá Sérgio..

        Realmente a “Professional Tennis Players Association” não emplacou.
        Ele tentou uma virada de mesa em uma época ruim….o momento era de união …principalmente com os promotores …como o Dalcim disse…”sem palco…sem artista”.
        Podemos concordar ou discordar do sérvio…mas não podemos negar que é um líder (para o bem ou para o mal).
        Aparentemente está tentando voltar para o conselho novamente (o canadense também) …se fosse ele não entrava nessa seara…teria foco apenas para o jogo.
        Não vejo vantagem nenhuma para ele.

        Abs Sérgio (a Ferrari melhorou….antigamente eram 10 tifosi empurrando o carro para pegar no tranco….agora apenas 5…..melhorou).

        Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      A forma como ele voltou em 2017 foi surpreendente.

      Ainda que a lesão atual pareça ser um pouquinho pior.

      Mesmo assim, eu acredito que caso 100% recuperado, ele vai voltar voando.

      Pode até desbancar o encosto, na Austrália…

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  11. Arthur

    Dalcim, com mais essa cirurgia para a Bia, você acredita que ela deve participar da pré-temporada na Bahia? Acha que ela poderá ir somente para trabalhar a parte física?!

    Parabéns pelo blog!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Nada a ver , caro Rafael. Basta o parceiro descobrir quem foi o outro que fez uma sequência idêntica com o Espanhol. Uma dica . Adora os Alpes Suíços e já tem muito anos rs Abs!

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  12. Rafael Azevedo

    Altíssimo nível, essa partida entre Thiem e Nadal.
    O Nadal jogou um absurdo. Um tênis totalmente diferente do que ele costuma jogar, com muitas subidas à rede, saque e voleio (voleios primorosos, diga-se de passagem), tentando definir o ponto mais cedo…provando que não é unidimensional. No nível que ele jogou ontem, ele poderia ter vencido qualquer um, incluindo o Djokovic e o Federer.
    Mas, o Thiem conseguiu jogar ainda um degrau acima. Impressionante! Ele arrumou contra-ataques impossíveis…E foi muito corajoso e confiante nos pontos chaves, já citados aqui.
    Partida brilhante. Fiquei extremamente satisfeito em ter assistido!

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      1. Luiz Henrique

        O Nadal? Lembro. 2013 e 2014, em final e semi de GS na hard.
        E vc lembra deles ganhando semi ou final de contra Nadal em RG?
        Busquei aqui nos meus arquivos, no ano 3000 a.c cansei

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  13. Karita

    Dalcim,
    O Massu tá ensinando o Thiem a ganhar do Nadal. AO 20, e agora no ATPFINALS, pelo menos nos confrontos na Hard court, ele já aprendeu o caminho das vitorias mesmo nos TBs e a proxima será em RG21. não acha?

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  14. Luiz Fernando

    Vejo Rafa com plena condição de vencer o grego e ir p as semis, mas sem bobear como no tiebreak do set1 de ontem, pelo menos neste ano só depende dele, no ano dependia também de outros resultados…

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  15. Pedro

    Segundo jogo que Nadal era pra ter vencido facilmente mas vacila na boa!!! Mesma coisa na Australia. Começava sempre com um break na frente e depois vacilava e perdia no tie break.

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  16. Vitor Hugo

    Thiem é o melhor tenista sobre as hards na atualidade! Sim, fez final na Austrália e foi campeão no u.s open!

    Sobre Nadal, quando ele joga bem no saibro é praticamente imbatível!
    Quando ele joga MUITO BEM nas hards, mesmo assim tem uns 6 tenistas pelo menos que ou são superiores a ele, ou estão no mesmo nível, então, chances bem pequenas.
    Deve ser frustrante para o espanhol saber que mesmo jogando muito, perdeu em 2 sets, coisa que não aconteceria na terra batida.
    Me arrisco a dizer que Rafa jogou melhor ontem do que na humilhante final de RG.

    Sobre o slice do Thiem, está impecável! Está quase no mesmo nível do Federer. Diria que são os dois melhores slices do circuito.
    Assim como o suíço, o austríaco usa tanto na cruzada quanto na paralela, rente a rede. Sensacional!

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    1. Daniel C

      Prezado Vitor,

      Como é legal ver o Thiem jogar atualmente, não? Concordo com sua análise.

      Uma pena que não seja ele o atual no1 do mundo. Azar do Tênis.

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    2. Luiz Fernando

      Vc sabe q ele é inferior ao Djoko em qualquer piso, ele não é o melhor, ficaria mais elegante vc parar com estas provocações infantis, como fazia com a baboseira do doping do Nadal…

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        1. Luiz Fernando

          Igualmente na boa vc é q deveria respeitar as visões alheias e passar a contribuir com opiniões e não com respostinhas sucintas p apenas provocar. Da mesma forma q eu não respondo o Paulo Almeida vc nunca responde, pex, as muitas provocações q surgem aqui contra Nadal e Djoko. E pq NÓS agimos assim? Precisa responder kkk???

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    3. Alessandro Siqueira

      Humilhante, pra valer, foi 2008: 6-1, 6-3 e 6-0. Na sova que Djokovic levou (e é preciso se admitir que foi mesmo uma surra), o sérvio ganhou 07 games. Já Federer, o maioral, ganhou 04 games em 2008.

      Quando ao austríaco ser o melhor nas hards, não é isso que o ranking evidencia, assim como não é isso que o H2H esclarece. Mas, tudo bem. Se você cismou que Thiem é o maioral nas hards, e quer mesmo acreditar nisso, tudo bem. Melhor não contrariar.

      Responder
      1. Alessandro Siqueira

        E é sempre bom lembrar 2008, poque naquele ano Nadal ganhou RG e Wimbledon. Ganhou de um Federer ainda com 26, posto que o suíço faria 27 no agosto seguinte. Nadal, nessa altura dos fatos, tinha 22 anos recém completados. Hoje, possivelmente, estaria sendo chamado de NextGen.

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          1. Alessandro Siqueira

            Ah, sim, a mononucleose virou um salvo conduto para tudo. Quando ganha, só abstrair, quando perde ela é trazida à colação. Na boa, mononucleose real é a do Soderling, que aliás tem “participação direta no RG 2009”, né? Enfim, se não tem condição de jogar, só não entrar em quadra. É de um mau gosto atroz desfazer da conquista alheia, sempre com uma “desculpa” de antemão, que pode ser usada ao bel prazer. Mesma coisa a idade. Em 2017, quando Djokovic saiu abraçando árvores seguindo o tal Pepe Imaz, Federer fez a festa. Nessa hora, ninguém lembrava dos 35/36 anos. Quando deixou de ganhar os principais títulos, a questão da idade voltou. Paradoxal, não?

          2. Sérgio Ribeiro

            E a criança esqueceu que o próprio Suíço tratou de esclarecer que a mononucleose estava completamente curada ??? Abs!

        1. Vitor Hugo

          Nadal vinha de derrota em Roma, Novak foi campeão.
          Nadal não disputou a temporada de hards, Novak sim, então estão restava com ritmo de jogo melhor que o espanhol.
          O técnico do sérvio disse que as condições em Paris estavam melhores para Novak do que para Nadal, e que Rafa não seria páreo.
          Os dois tem praticamente a mesma idade, então não idade não é desculpa.
          Em 2008 Nadal era tricampeão em RG, corria muito mais que hj, era muito mais perigoso na terra batida.

          Bom pelos motivos citados por mim não resta qualquer dúvida que Novak sofreu a derrota mais humilhante da história pra Nadal em Roland Garros.

          😂😂😂

          Responder
      2. Gildokson

        Não não não!!! A surra que o Djoko tomou foi msis humilhante sim! Não da nem pra comparar a expectativa em torno do duelo, coisa que ja vinha de anos. E na hora do vamo ver foi aquilo. Nem interessa ele ter ganho uns games a mais ja que nos 2 primeiros sets ja tinha mostrado para o mundo que foi violentado kkkkk
        Abs!

        Responder
    4. Luiz Fabriciano

      Só para clarear minha memória, na final que ele fez na Austrália, ele perdeu de quem?
      Clareando mais ainda, ele também era o melhor da atualidade no saibro, não?

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Duro quando as pessoas tem dificuldade pra interpretar um simples texto… Acho que vc tem capacidade, ou não, Fabriciano?
        Nunca disse que Thiem era o melhor saibrista, mas sim o segundo melhor, pois venceu as duas últimas contra Novak em Paris e fez final em RG em 2018 e 2019 contra Nadal.
        Compreendes!?!?!?!?!?

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Até pouquíssimo tempo , a turminha cravava que Dominic era Superestimado. Se não houvesse tanta falta de conhecimento, saberiam que ele ainda estava imaturo. No momento o N 3 do Mundo , ainda segue atrás do Big 3 . Mas não teme mais ninguém. No momento busca seu primeiro FINALS , já que a final foi atingida ano passado. Simples assim. Abs!

        Responder
    5. Luiz Henrique

      “Thiem é o melhor tenista sobre as hards na atualidade! Sim, fez final na Austrália e foi campeão no u.s open!”

      Nadal fez exatamente isso em 2019 e 2017. Não faz tanto tempo assim.
      Abraço.

      Responder
  17. Arnon Louzada

    Dalcim, penso que há relação deste jogo com Wimbledon (Federer x Nole). A manchete, para Wimbledon, era: Federer perde champions point, e Djoko vence Wimbledon | No Finals é: Nadal com 5-2 no TB e 1 quebra à frente no 2º sete falha com o saque, e Thiem vence em sets diretos.

    Sei lá, algo assim.
    Sempre tem aqueles pontos mais importantes do jogo, e penso que estes estiveram no saque do Nadal.

    O QUE PENSA?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, num jogo tão equilibrado geralmente pequenos detalhes – ou pontos – fazem grande diferença. Nadal não jogou mal a partir de 5-2, Thiem teve coragem de forçar as devoluções. Certamente um grande primeiro saque resolveria – como aliás também em Wimbledon-2019 -, mas aí que está o lado sempre misterioso e imprevisível do tênis.

      Responder
  18. Sérgio Ribeiro

    Dominic afirma que jogou uma das suas melhores partidas da carreira. E precisou de dois tie-breaks pra pegar o Touro ? . Logo a seguir Tisitsipas precisou de um terceiro Set pra domar um assustado Rublev ? Ufa… O Espanhol vai precisar bater o Campeão de 2019 e depois Novak ou Medvedev pra chegar a FINAL ? Isso é o FINALS , somente jogadores do TOP 8 . Afirmei que secaria o Sérvio, e torceria pro primeiro de Thiem . Pensaram que o N 3 foi a Londres pra passear ? Medvedev deve mostrar amanhã que não tá fácil pra ninguém rs … Abs!

    Responder
  19. antonio gabriel

    Impressionante como o Thiem achou o caminho das pedras pra começar a ganhar do Nadal, ainda que o jogo tenha sido equilibradíssimo e poderia ter ido pra qualquer lado, eu adoraria ter visto Thiem contra Nadal em Rolanga, acho que seria um adversário pra tirar set ou ate ganhar do espanhol…

    Responder
  20. Lucas Leite

    Dalcim, acho que o jogo entre o Nadal e o Tsitsipas será extremamente interessante. O grego confessou em coletiva de imprensa que estava com a confiança baixa desde Roland Garros, já que sua lesão o prejudicou nos torneios posteriores. O grego reconheceu que essa vitória de hoje, mesmo sofrida, fez diferença para sua confiança e motivação. Além disso, disse que irá jogar solto contra o espanhol, porque não estava sabendo nem se chegaria no torneio com condições de ganhar algum jogo. Esse conjunto de fatores pode ajudar bastante o grego a fazer um excelente jogo. Espero que o jogo deles seja de altíssimo nível. O que você acha que o grego tem buscar para incomodar o espanhol?

    Responder
    1. Lucas Leite

      Dalcim, desculpe esse teu leitor cheio de perguntas, mas tenho mais uma. Assistindo o primeiro set de Tsitsipas x Rublev, achei o jogo do grego quase perfeito, sacando muito bem, quase sempre primeiros serviços em quadra, vários pontos com o saque, apenas 3 pontos cedidos no saque e também apenas 3 erros não forçados. O grego ainda apresentou mais de 85% de devoluções em quadra, ganhou uns 60% dos pontos no segundo serviço do Rublev e conseguiu aproveitamento de 100% nos breakpoints. Venceu o set bem e rápido (19 minutos), com um jogo variado, forçando erros do russo, sólido na linha de base e 100% de aproveitamento quando foi a rede. O que o Rublev fez (ou o Tsitsipas deixou de fazer) para que o resto do jogo tenha ficado tão imprevisível quanto ao vencedor? O jogo ficou bem mais parelho. Senti que a partir do 2° set, não sei exatamente o porquê, mas o grego ficou um tanto passivo, abrindo brecha para o russo crescer.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Acho que basicamente Rublev passou a devolver com maior profundidade, o que tirou a chance de ataque na segunda bola, e ao mesmo tempo o primeiro serviço do grego perdeu eficiência, principalmente aquele com slice aberto que tirava o russo da quadra. Rublev então conseguiu forçar mais em cima do backhand do Tsitsipas, e os erros vieram.

        Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Sacar com alto índice de primeiro serviço e evitar as trocas de fundo. Certamente seu backhand será muito atacado com bolas altas e isso deixa o grego mais defensivo.

      Responder
      1. Leonardo

        Não tenha duvidas que o backhand do Grego vai ser atacado constantemente.
        Na minha opinião o Thiem se virou muito bem com o backhand e em muitas vezes usou o slice de forma eficiente.
        Porém o Grego pelo que vi contra o Rublev, seu slice flutua demais, então ele teria que melhorar isso, a não ser que pernas pra fugir constantemente e bater de forehand.
        Mestre, tb achas que o slice do Grego está muuuito abaixo do slice do Thiem? E também acha que seria fundamental esse golpe?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          O slice não tem grande eficiência diante do Nadal, Leonardo. Principalmente porque dá tempo de sobra para o espanhol fugir e bater de forehand, o que todo mundo sabe que precisa evitar. Claro que por vezes não dá para fazer outra coisa, já que o spin sobe muito e atrasa a preparação do golpe batido. Quanto mais flutua o slice, pior. Assim, um slice eficiente diante de Nadal tem de ser profundo e baixo. O Thiem aliás não conseguiu isso com tanta eficiência assim como muitos andam dizendo aqui.

          Responder
  21. Paulo Almeida

    Ficou-se com a falsa impressão de que Thiem e Tsitsipas seriam moscas mortas nesse Finals e que com isso o grupo do Nadal seria “teta”, mas eu não duvidei dos dois em nenhum momento.

    O fato é que nos dois grupos são três brigando por duas vagas e não será surpresa se os dois melhores da história ficarem de fora DE NOVO das semifinais.

    Dando prosseguimento ao debate da outra pasta, concordo com o Danilo no que se refere à evolução do esporte. A grama já foi o piso mais importante do tênis e hoje é o menos, com apenas o torneio de Wimbledon de relevante. Para os jogos se tornarem mais atrativos para a televisão, penso que a melhor solução seja o fim da vantagem. Os Slams podem e devem continuar em melhor de cinco sets, mas Roland Garros e Wimbledon precisam adotar o sistema do USO ou do AO.

    No final das contas, a intenção do Djoko deve ter sido boa para o dinamismo do jogo, mas os haters já caem matando em qualquer coisa que o cara fala.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Mais um comentário em que trocas alhos por bugalhos. Os dois melhores da história, quem ???? A grama passou a ser o piso menos importante quando ??? Uma coisa não se pode negar . Ninguém te supera no quesito postar bobagens todos os dias , caríssimo Almeida kkkkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Imagina se o Sérvio virasse presidente da ATP ? Ele não pensou em melhorar dinâmica nenhuma . Aos 33 , está pensando em ganhar ainda muito $$$$$$$$$$$$$$ , jogando menos kkkkkkkkkkkkkk . Abs!

        Responder
          1. periferia

            Olá Dalcim

            Essa movimentação do Djokovic nos bastidores políticos não teria a ver apenas com dinheiro ?
            Com a pandemia….os promotores ficaram em situação difícil….falta dinheiro….quando o sérvio sai do conselho da ATP foi uma tentativa de manter os valores já conquistados (cada um defende seu feudo)…como se estivesse dizendo…”não quero o prejuizo”.
            Como os 4 grande torneios tem regras próprias ele busca atingir com mudanças no formato…para buscar alguma vantagem para os jogadores.
            No próximo ano…o circuito terá que rever premiações…o dinheiro antes abundante….secou…esse ano já não tivemos os torneios na Ásia…Davis do Pique ficou pelo caminho….e muitos torneios cancelados…ano que vem os torneios podem até voltar…mas com premiações mais modestas…não seria uma briga para decidir quem vai ficar com o prejuízo?
            Djokovic (jogadores) versus promotores.

            Abs

          2. José Nilton Dalcim

            Puxa, José Cláudio, não vejo isso pelo lado financeiro. Djokovic não precisa mais brigar por isso, está multimilionário. Acho que tem mais a ver com poder. Lembro de ter escrito aqui e dito lá no Podcast que pouca gente estava realmente prestando atenção a um problema maior dessa pandemia, que era a saúde financeira dos promotores. Que terão dificuldades para arrumar patrocinadores, terão público menor ou inexistente e precisam pagar as contas milionárias que um torneio mesmo de nível 250 traz. Os jogadores são os artistas, mas se não houver palco… Abs!

    2. Paulo Almeida

      E claro que os juízes de linha devem ser abolidos do esporte, pelo menos nos grandes torneios.

      O papinho de que isso vai tirar centenas de empregos é pra boi dormir, mesmo porque são trabalhos temporários. Alguém acredita mesmo que a única coisa que eles sabem fazer na vida é gritar fora ou dentro? Rs!

      Que sejam realocados para outras funções ou tentem a vida em outra área, ora bolas.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          E recorre sempre ao ad hominem, porque é só disto que entende – a arma do medíocre…

          Qualquer que saia desrespeitando e chutando o que vê pela frente, padece desse mal.

          E cara chuta o mundo!

          Agora, peça para ele comentar um assunto com conhecimento de causa.

          É esse desastre aí… (rs)

          Responder
      1. Willian Rodrigues

        “Tradição” representa boa parte da beleza de todos os esportes, profissões, artes, etc. É a história sempre revisitada…
        Sempre julguei evolução tecnológica algo muito importante.
        Mas, deve caminhar de mãos dadas com as tradições do esporte.
        É possível sim, aproveitar-se das vantagens de ambas.

        Responder
    3. Abel Afonso

      Concordo plenamente que deve ser feita alguma mudança para que se dinamize o jogo.
      Eu não acabaria com a vantagem em primeiro momento.
      Acho que nos Slans poderia se tentar alternativas como jogos de dois sets nas primeiras rodadas e três a partir das oitavas. Assim os tenistas poderiam chegar mais inteiros na fase aguda.
      O cara que falou do Djokovic não entendeu como nós que qualquer esporte precisa se adaptar aos tempos.
      O Volley acabou com a vantagem; A F1 limitou o tempo das corridas em duas horas e o Basquete mudou o tempo de posse (na quadra de defesa) para que o jogo fique mais interessante.
      Até o futebol mudou regras para tentar mas nesse caso continuou chato.

      Responder
  22. periferia

    Olá Dalcim.

    O maior argumento para transformar os grandes torneios em melhor de 3 sets é a busca de um público mais jovem.
    Porém o público mais jovem não tem um poder aquisitivo que sustente o esporte…os tradicionais “velhingos” são os caras que gastam com força.
    Outro argumento é que a molecada não consegue ficar 5 horas acompanhando um esporte…tudo tem que ser rápido para eles.
    O eSports está aí para desmentir…tenho um moleque que fica horas acompanhando o tal de freefire (outro dia joguei e não acertei ninguém…rs).
    O melhor de 5 sets acabou na Davis …em nome da “modernidade e busca por um público diferente “…matou a tradição…e com isso um pedaço importante do tênis (a Davis…no formato antigo… sempre foi algo diferenciado).
    O que o pessoal tem contra a tradição?

    Abs

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Foi um fracasso total essa mudança na tradicionalíssima Copa Davis . Daí que não irão cometer o mesmo erro nos SLAM , meu caro periferia. Abs!

      Responder
    2. Abel Afonso

      Olá periferia!
      O conceito de tradição é relativo e vamos ficar no esporte.
      Quando a FIVB declarou que acabaria com a vantagem dos pontos nos jogos de vôlei houve gritaria e então recuou e apenas introduziu a regra no tie-break.
      Se notou jogos nesta parcial dinâmicos e mais atrativos por duas razões : Reduziu tempo das disputas e a psicológica foi a de que as pessoas olhavam o placar e ele estava andando.
      A tradição de um esporte só morre principalmente por um motivo: A falta de interesse nele.
      Quanto aos E-sports, eles possuem vantagem gigantesca em uma faixa jovem de público sim. Uma é que o mesmo jogo que é jogado pelos competidores está nas mãos dos meninos por ai e isso naturalmente vai proporcionar proximidade.
      Só que eles precisam de algo fundamental que jovens não podem lhes dar por muito tempo: consumo
      O problema é que seu filho por exemplo terá que viver. Estudar, trabalhar, casar, ter filhos e deixará de ser um contumaz consumidor desses esportes.
      Outro: o jogo de hoje em dez anos estará velho e não atingirá o público novo, portanto não renovará e nem aglutinará diversidade. Conhece alguém que joga tetris fora de uma bolhinha?
      O tennis, futebol, volley, automobilismo e outros esportes entram na vida da pessoa por vários motivos e nunca saem.
      Porém para que mantenham uma lealdade renovada precisam sim se atualizar mesmo que seja nas regras. Nos ídolos…
      A tradição se constrói em gerações e dentro delas há mudanças: lembra da quadra de carpete? nem eu.
      valeu e um abraço lembrando que isto é ´só uma opinião argumentada.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pois é , Abel. Nem a Fórmula 1 passa em Canal Aberto , exceto até o fim dessa temporada e somente no Brasil. . A maioria que pede mudanças não assiste nada sem estar de papo no grupo da Whats. Daí que é um embasamento muito pequeno. Meu filho de 30 , desliga o Celular para assistirmos os Esportes na íntegra sem sermos interrompidos . Pra minha surpresa até Zverev não concordou com a tentativa de Novak. Acho que o Sérvio vai se aposentar sem ver essas mudanças propostas. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Tínhamos duelos espetaculares na quadra de Carpete no Madison Square Garden. E com muitos baseliners vencendo o Torneio. Um grande barato ! Abs!

          Responder
          1. Abel Afonso

            Beleza, era belo e histórico más não passou?
            é assim a tradição humana. ou as coisas são atualizadas ou engolidas.
            Não me importo com a exclusividade em focar a opinião de Djokovic, é uma voz e se vai ser ouvida ou não o tempo diz.
            As coisas mudam e o que fica é o que foram e o que podem ser.
            não enxergo um esporte (qualquer um) sobrevivendo aos tempos sem ser mais condizente ao tempo onde está disputando espaço.
            por mais que o carpete fosse legal, ficou para trás e é assim. a tal tradição é uma simples mostra da cultura e por isso tão movediça o quanto.

      2. periferia

        Olá Abel

        Belos argumentos….
        Não acho o vôlei o melhor comparativo….o vôlei é um esporte sem tradição….apenas em 68 estreou em uma olimpíada….sendo que era dominado apenas por um país (URSS)…o esporte se modernizou porque não tinha nada a perder….historia…tradicao…publico (o vôlei no Brasil na década de 60 e 70 era amador …apenas poucas pessoas jogavam voleibol)…com as mudanças o vôlei se transformou em outro esporte (nem melhor nem pior…apenas outro).
        Quanto aos esportes eletrônicos é uma realidade a algum tempo…os jogos são atualizados rapidamente…por isso vc não jogará o tetris (tera outro jogo no lugar…mas moderno e mais sedutor)…e acredito que essa geração continuará jogando por vários anos…mesmo depois de vários anos (algo novo ).
        Outro bom exemplo é o golfe (lembra o tênis…pancada na bolinha ) é um jogo muito tradicional….que ocupa várias horas de transmissão (tivemos um grande torneio nesse fim de semana) e continua um sucesso….com premiações gigantescas….patrocinadores fazendo fila…assim como o tênis…e ninguém está preocupado com o tempo da transmissão.
        O tênis precisa de uma transmissão melhor(aqui no Brasil)…para conquistar novos admiradores (basta ver o tênis no Sportv para constatar)…e um trabalho de base esportiva …mas essa é outro história ….

        Abs Abel…..

        Responder
        1. Abel Afonso

          oi periferia. vamos começar pelo meio.
          O circuito PGA é milionário realmente porém atinge um nicho tão específico que quando vemos os anunciantes dá para notar que muito além até do tennis, aquilo ali não é popular: vai de whisky 21 anos a compra de ilhas.
          sobre os jogos eletrônicos é uma verdade: acabei de comprar pra minhas filhas um jogo e dlc’s e elas já estão dizendo que é velho.
          O jogo é legal (Ghost of Tsushima) más elas estão enjoadas. Eu gostei
          Nenhuma das duas enjoam do que fazem fisicamente em termos de esportes.
          um E-sport não dura para ser clássico. Por que jogos eletrônicos são feitos para durar pouco. e se preocupam com o consumo
          Porém não digo que seja inútil, apenas que o cara de trinta anos e que não seja muito viciado não consome mais o produto.
          Eu nunca joguei tennis porém consumo o produto. E acho que ainda comprarei muito produto com as marcas de alguns tenistas.
          é o que penso

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Muito bons seus comentários acerca das tradições Abel. Todos bem argumentados, em especial à passagem do piso de carpete.
            O fato de nunca ter jogado tênis, às vezes é alvo de críticas por aqui, apesar de isso não o desqualificar em nada suas opiniões.

  23. Daniel C

    Eu sinceramente não acho que o Nadal deveria temer o Djokovic, caso passe. O sérvio não anda jogando tudo isso quando enfrenta jogadores bons (sofreu contra o Busta no US Open, foi destruído pelo Nadal em RG e foi varrido pelo Sonego). Fora alguns jogos por aí que passou vários apertos.

    Acho que muita gente está cego pelo histórico dele nesse tipo de piso e pelo ranking. Mas ele não está nada demais desde que o tênis voltou da interrupção. É que tem faltado concorrência mesmo. Portanto, vejo o Nadal com boas chances de vencer.

    Ainda acho que Nadal e Djokovic são apontados como favoritos por causa de suas carreiras vitoriosas e pelo respeito que a maioria do circuito sente em relação a eles. Mas acho que se os garotos se soltarem e acreditarem mais, não estão devendo em nada e possuem todas as armas para vencê-los. Vou até ficar surpreso se o título não ficar entre Thiem, Tsitsipas ou Medvedev.

    Responder
  24. Rodrigo S. Cruz

    Faço votos de que amanhã o Encosto tome uma boa lapada do Medvedev.

    O russo no entanto precisa estar afiado no saque, e não virar presa das devoluções do “Anti-tênis” encarnado.

    Vamos ver…

    Responder
  25. Edgard Upinho

    Dalcim, quem o senhor que leva amanhã? djoko ou medvedev? Sobre Nadal e Tsitsipas, acho que o espanhol irá ganhar e eliminar o grego. O que será uma pena, pois não acredito que o espanhol consiga vencer djoko nesse torneio, sobretudo depois da surra em RG, a julgar pelo vareio na final do AO 2109 e pelo fato da última vitória do espanhol sobre o sérvio nesse tipo de superfície ter sido lá em 2013. Penso que o grego seria um adversário mais difícil para o sérvio. Obrigado.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Edgard, acho o Djokovic favorito para o jogo contra o Medvedev e também para ganhar o torneio. E concordo com você, vi Nadal superior ao Tsitsipas nestes dois jogos que fizeram. Mas obviamente existe o fator pressão e aí vamos ver como cada um irá reagir. Abs!

      Responder
      1. Leonardo

        Mestre, não lembro muito do Massu em relação a golpes quando era jogador, mas pelo pouco que lembro ele não tinha nenhum golpe espetacular. Qual a principal caracteristica dele que fazia ser competitivo com os grandes? Lembrando que ganhou 2 ouros Olimpicos (Duplas e Simpes).

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Ah, ele tinha um forehand espetacular, sim, Leonardo, quase ao nível do Gonzalez. Já o backhand de duas mãos era bem abaixo. Massú sabia se virar bem na quadra dura e acho que isso ele está passando ao Thiem, embora mecanicamente os dois jogassem mesmo de forma distintas.

          Responder
          1. Miguel BsB

            Dalcim, aproveitando esse comentário, você se lembra quem jogou no iguais e na vantagem na dupla de ouro Massu/Gonzales em Atenas? A direita dos dois era muito boa, a do Gonzales mais é claro, mas, como você disse, a esquerda do Massu era abaixo… eu iria de Massu na direita e Gonzales na esquerda, até porque esse último foi mais jogador.

          2. José Nilton Dalcim

            Eu colocaria o Massú na vantagem, sem pensar muito, Miguel. Fui conferir o vídeo e era isso mesmo: González jogava no iguais.

  26. ALEXANDRE ADORNO DA CUNHA

    Dalcim achei o melhor jogo do ano! Que jogaço. Nadal pecou en alguns momentos, mas com certeza oThiem jogou em um nível absurdo e não achei muito mole não.. Só o serviço quebrado logo após quebrar… Isto foi imperdoável de resto no TB tudo pode acontecer .Thiem pinta como um dos favoritos? Que você acha?

    Responder
  27. Aurélio Passos

    O backhand do Nadal estava pífio, horrível, parecia um sujeito segurando um taco de beisebol e sem saber o que fazer com ele. Entendam: hard indoor não é a praia do espanhol. O Thiem quando estava com 0x40 três match points para fechar, parou de jogar, errou ou deu na mão cinco bolas seguidas. Um milagre (e prova de maturidade) que a cabeça não foi pro saco ali mesmo.

    Responder
  28. Ruy Machado

    Boa noite, Dalcim! Por questões de trabalho, só consegui ver o tie break do 1° Set e o 2°Set todo. Impressionante como o Nadal tem dado mole nos momentos cruciais! Teve o 1°Set na mão, deixou o Thiem virar quando tinha vantagem no Tie break e depois de uma quebra no 2° Set, deixou novamente o Austríaco empatar. Salvou 3 MP na raça e ali pensei que poderia virar o jogo… Engano meu… Agora, só depende de uma vitória sobre o Grego para passar para a SF… Se passar, pode pegar o Djoko… Tem que ser suado e sofrido mesmo para vencer esse Finals… Rsrsrs… Vou ter que acreditar até o final! Abc

    Responder

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