Medvedev reage e embola o Finals
Por José Nilton Dalcim
8 de novembro de 2020 às 21:51

Quando parecia carta fora do baralho, o russo Daniil Medvedev reencontrou seu tênis. Ele chegou ao Masters de Paris com apenas três vitórias nos últimos oito jogos e, apesar da semi no US Open há dois meses, parecia desanimado, sem confiança e com físico incerto.

O piso coberto de Bercy se encaixou perfeitamente e na hora certa. Medvedev trabalhou bem o saque, ficou sólido lá na base e até mostrou mais atrevimento, com curtas e saque-voleio. Esse misto de armas, que incluiu devoluções agressivas, foi utilizado com maestria na final contra Alexander Zverev – fez até mais aces do que o alemão -, uma versatilidade que faltou por exemplo a Rafael Nadal na véspera.

Dono de golpes pouco ortodoxos mas eficientes, a reação do russo ajuda a dar mais sabor ao circuito e de certa forma embola o ATP Finals, que começa dentro de uma semana, na despedida da espetacular arena O2 londrina. É bem verdade que no ano passado ele chegou ao torneio estafado por um calendário esdrúxulo e não ganhou uma partida sequer. Desta vez, suas chances parecem interessantes.

É impossível tirar o favoritismo de Novak Djokovic, porém o sérvio não brilhou em Viena e sofreu duas derrotas humilhantes nos últimos torneios. Pode entrar mordido ou inseguro. Nadal optou por Paris e também não empolgou, com atuações irregulares e desconforto evidente na quadra dura coberta. O saque não foi seu aliado e o backhand falhou sob pressão.

O atual campeão Stefanos Tsitsipas e o vice Dominic Thiem sofrem problemas físicos. O grego parece um caso mais preocupante e existe certa dúvida se ele estará em condições de competir. O austríaco sofre de bolhas no pé e não se encontrou nos dois parcos torneios que disputou desde a conquista do US Open.

Zverev precisa ser olhado com atenção. Não apenas porque já ganhou o Finals, mas principalmente por ter mostrado clara evolução técnica e emocional na retomada do circuito pós-pandemia. Além de mostrar mais paciência no fundo de quadra e dar menos chiliques, se mostra veloz e explora o jogo de rede com voleios bem treinados.

Completam o grupo de classificados os estreantes Andrey Rublev e Diego Schwartzman, dois grandes destaques da temporada e que gostam de jogar na quadra dura. O jovem russo tem certamente mais poder de fogo que o argentino, porém sempre deixa dúvidas quanto à consistência emocional nos dias em que as coisas saem um pouco dos eixos.

Como todos sabem, o sorteio dos grupos é feito dois a dois. Thiem e Medvedev serão sorteados para o grupo do Djoko ou do Rafa, o mesmo acontecendo com Zverev e Tsitsipas e depois com Rublev e Schwartzman. Talvez Medvedev prefira fugir de Djoko e de Zverev e aí tanto faz os debutantes, já que ambos são ‘fregueses’.

Paris ajudou muito a deixar o Finals menos óbvio.


Comentários
  1. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,fazendo uma análise técnica e também um pouco de futurologia,hehe…quem você acha que vai ser o melhor da nova geração(incluindo desde Thiem até Sinner) nesses 5 aspectos?
    Forehand=
    Backhand=
    Voleio=
    Físico=
    Mental=

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    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Lucas. Já seria difícil imaginar quem ganhará mais Slam ou terá melhor ranking. Agora pensar em golpes é ainda mais impossível. Teremos mesmo de aguardar.

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  2. periferia

    Como um filme de Bergman….Jair desafia a Morte em um jogo de xadrez…o ganhador ficaria com o destino dos brasileiros.
    A Morte escolhe as brancas….Jair ficou com as pretas.
    – Por que está nervoso?? …pergunta a Morte.

    – Tudo agora é pandemia, tem que acabar esse negócio, pô….responde Jair nervoso.

    – Está com medo??…diz a Morte enquanto abre o jogo (peão d3)

    – Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas (Jair coloca peão no f6)

    – Como assim ???( a Morte move peão para e4 )

    – O vírus está aí, vamos ter que enfrenta-lo, mas enfrentar como homem, e não como moleque.( Jair coloca peão no g5)

    A Morte move a rainha branca para h5…olha nos olhos de Jair e diz:

    – Jair, vc deve ser o cara mais burro do mundo…vc perdeu em 3 movimentos…ficarei com os brasileiros…xeque mate.

    Jair olha conformado e diz:
    – É daí…

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  3. Luiz Fernando

    Quando a fase não é favorável kkkk, Rafa pegou um grupo bem mais exigente do q Djoko, embora dois dos 3 adversários da primeira fase não estejam tão bem no momento (Thiem e o grego). Como nesse tipo de quadra ele usualmente não vai bem, há uma chance não desprezível de não ir p a semi. Mas quando se trata de um cara do Big3, suas chances nunca podem ser desprezadas…

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  4. Maurício Luís *

    Boa noite. Dalcim, é verdade que o John McEnroe e o Jimmy Connors não ‘se bicam’ até hoje? Porque há vários vídeos no Youtube mostrando desentendimentos entre os 2 canhotos. Sem falar nas brigas com os juízes…
    Aliás, com a personalidade deles, parece que ficou tipo “Dois bicudos não se beijam”.

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      1. Miguel BsB

        Aliás, quem é que se “dá” com o Connors? Acho que ninguém da época dele…
        Até o Agassi, bem mais novo, chamou ele de arrogante e outras cositas más em sua biografia.

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  5. EDVAL CARDOSO

    Boa noite Dalcin,
    Qual vc acredita que seria o enquadramento mais equilibrado nesse Finaus?
    Minha opinião:
    Djoko Nadal
    Medvedev Thiem
    Tsitsipas Rublev
    Diego Zverev

    Procurei colocar os novatos e os BH de uma mão em lados opostos.

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  6. Rogério R Silva

    Meu tenista predileto é isso o seu é aquilo.
    O seu está ficando careca e o do seu amigo tem a boca murcha.
    Além de careca dizem que é isso e aquilo e usava anabolizantes.
    Mas o outro é dissimulado.
    Mentira,o seu que é falso.
    O seu tá velho.
    Mas o seu usa câmera hiperbárica da Enterprise e não come glúten.
    Por outro lado não sabe dar um slice e um smash.
    O seu sabe ?
    O seu sabe mais um pouco só mas é cheio de tique nervoso.
    Depois de tudo isso aqui eles se reúnem e vão tomar cerveja.
    Aí começa tudo outra vez.
    Eu quero Brahma.
    Brahma engorda,prefiro Heineken.
    Eu quero Baden Baden Pale Ale,dando ênfase no inglês.
    Um diz que a cerveja do outro é de velho,o outro diz que é de Nutella e o terceiro é de classe média metido a burguês.
    E toma-lhe discussão!
    Meu amigo Dalcim,que loucura!

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  7. Luiz Fernando

    Parece q Thiem foi eleito o maior atleta austríaco do ano, parece q não é apenas um(ou 4) blogueiros q o consideram o maior tenista da atualidade, terá o Finals para demonstrar isso na plenitude…

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    1. Alessandro Siqueira

      Pelo visto Djokovic tem o melhor “custo benefício” da ATP, né? Você não se cansa de reiterar que ele é o mais limitado do BIG4, mas de fato tem H2H positivo em relação a todos os outros. O que podemos dizer? Que ele consegue fazer mais com menos. Se a ideia seria desfazer, não funcionou. Pelo contrário, quanto mais você fala mal, mais os números dizem o contrário.

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      1. Vitor Hugo

        Normal o h2h favorável contra Roger, pois o suíço é 6 anos mais velho.
        Assim como é normal o sérvio ter h2h desfavorável contra Roddick, Kyrgios e etc…
        Porém é isso mesmo, Novak é tecnicamente o mais limitado do big 4. Mas é o que corre mais, né? Com ajudinha da câmara hiperbárica….

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        1. Alessandro Siqueira

          Nós dois sabemos regras básicas de estatística. Aliás, você parece querer ignorar uma coisa chamada desvio padrão. Querer comparar embates que ocorreram dezenas e dezenas de vezes com outros que estão anos-luz disse soa maduro como a postura do Trump em negar o resultado da eleição. De mais a mais, o tempo que hoje joga contra Federer já lhe foi extremamente favorável quando Nadal, Djoko e Murray eram juvenis. Em tempo, estamos falando de H2H favorável em relação a todo o BIG4, sendo que foi você que propôs a discussão . Fosse uma redação do ENEM ou de Concurso, estaria fora, afinal fugiu do tema proposto.

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          1. Sérgio Ribeiro

            Extremamente favorável quando Nadal , Novak e Murray eram juvenis ? Eita ladainha repetitiva . Nadal é apenas um ano mais velho que Novak e Murray. E quando o Suíço atingiu o N 1 em 2004 , o N 2 já em 2005 foi Rafa Nadal , meu caro Alessandro. O “ bagre “ Hewitt foi N 1 com essa mesma idade do Espanhol. Roger Federer somente obteve essas séries enormes de confrontos contra os “ juvenis “ citados , devido a sua espetacular longevidade. Coisa que ninguém pode cravar que os “ fetos” irão conseguir. Abs!

        1. Alessandro Siqueira

          Bem isso, Luiz. A pessoa não se dá conta de que só faz engrandecer o sérvio. Como na fábula do Coelho e da Tartaruga, onde a transpiração é o que importa no final das contas. A vida é bem assim. O que se dá melhor é o mais adaptável, não o mais apto de início. Nesse ponto, ninguém tem dúvida sobre quem transige melhor por todos os pisos, com vitórias em todos os torneios que compõem os chamados títulos grandes, sem exceção.

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          1. Alessandro Siqueira

            Sérgio, se os fatos soam como ladainha para você, talvez deva embarcar no DeLorean. Tenta a sorte. Quem sabe não consegue mudar o nascimento dos atletas do Big4: 1981, 1986, 1987 e 1987. Quando Federer se tornou número um, por razões cronológicas óbvias, os demais eram juvenis e/ou recém chegados no profissional. Isso é um fato é nada pode mudar. Aceita que dói menos.

  8. Daniel C

    Infelizmente o nível dos comentários aqui continua no rodapé. É gente menosprezando slice (um dos golpes mais bonitos do tênis), gente menosprezando o Finals…. É muito desrespeito. Não à toa, se identificam com o tenista do Big 3 que é o que tem os piores comportamentos dentro e fora das quadras. E acham que resultados são a única coisa que importa, então passarão o resto da vida frustrados vendo 90 % das arquibancadas a favor de Fedal, não importa quantos títulos o sujeito ganhe. Tal ídolo, tal fãs.

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    1. André Barbosa

      Daniel,

      Acredito que a maioria das pessoas que frequentam o blog são torcedores “de verdade”, o problema é que os fanáticos são os que mais comentam. E eles só existem porque muitos ainda insistem em responder as provocações, é só parar que eles somem.

      Abs

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  9. Luiz Fernando

    Vendo o podcast sobre o Finals matei as saudades dos comentários do Paulo Cleto, que além de grande expert é um comentarista sagaz e muito espirituoso. Porém discordo veementemente dele quando expôs q Rafa e Djoko já estão com o “ano ganho” e o foco não está em vencer o torneio. Será q Rafa q nunca venceu esse torneio não gostaria de faze-lo? Claro q gostaria, e muito, pois é algo q falta em seu currículo e pelo visto em Paris vencer em Londres seria algo meio impensável. E o Djoko, será q não gostaria de vencer mais um Finals? Acho q ele pensa nisso a todo momento…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Frequentei o Blog do Velho Capitão , desde o ínicio. E sua preferência acima do limite por Rafa Nadal não me incomodava L . F. Afinal TODOS os treinadores adoravam o estilo do Touro . Era isso que passavam pra seus pupilos. Errou feio a partir de 2008 quando Rafa destronou o cara de estilo Blase’ e do ” Cabelinho ” do N 1. Cravou que a carreira do Suíço seria curta. Cansou de repetir a exaustão ( é mais difícil ensinar talento puro ) , e somente se calou com as Vitórias seguidas do Suíço sobre o Espanhol já em idade avançada. Deveria respeitar a sua Biografia e não afirmar tamanha bobagem. Perdeu a ESPN , mas não a sua enorme vaidade… O Dalcim já se pronunciou várias vezes sobre o que significa vencer o FINALS. Vida que segue … Abs!

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  10. Vítor Barsotti

    Federistas: o tênis era fantástico e diverso no início dos anos 2000. Federer ganhou quase tudo no seu auge. Em 2008 ficou velho, padronizaram as quadras e não surgiram novos bons tenistas pra atrapalhar seus rivais. Em 2017 apareceu uma ótima next gen, que, no entanto, estagnou no ano seguinte e não ameaça mais ninguém desde então.

    Djokovistas: o tênis surgiu em 2008, até então eram somente bagres pseudo-amadores praticando qualquer coisa semelhante. Djokovic ganhou quase tudo no seu auge. Em 2017 o circuito voltou a ser ruim, só vindo a melhorar em meados do ano seguinte, quando ficou absurdamente competitivo, contando somente com torneios parrudos desde então.

    Escolha sua versão favorita e seja feliz!

    PS: Realidade: Nadal, que nada tem com isso, brilhou nas duas eras, bateu Federer na grama de WB e Djokovic nas duras do USO, nunca saiu do top10 e tem reinado absoluto no saibro. Foi o cara responsável pelo quase tudo dos rivais, pois sempre defendeu seus domínios. Nunca foi absoluto mas foi justamente quem impediu os outros dois de o serem. Se não pode (ainda) ser considerado o Goat, pelo menos não é pela desculpa de entressafras e afins…

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  11. Mário Cesar Rodrigues

    Estou zarpando para Londres e vou conseguir coisa que vou ficar arrazando aqui até enjoarem no Podcast o único que falou com naturalidade e conhecimento foi o Cleto.nao vai ter publico ok entao como ja confirmaram minha estadua e irei ver quantis jogos aguentar.e mais uma coisita tidos vão quebrar a cara desta vez Rafa vai ganhar e ponto final.

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  12. Maurício Luís *

    É bem comum o que o tenista diz não condizer em nada com o que ele faz. O Shapovalov, antes da estreia em Sofia… “Tive uma boa pausa, estou revigorado e me sentindo bem. Tenho treinado bem e estou animado para o torneio”. Ou seja, pintou um quadro azul com bolinnhas brancas. Mas o que se viu em quadra foi mais pra um quadro negro.
    Pelo visto, é costume fazer isso, talvez pra intimidar ou pelo menos confundir os adversários.
    Quando se trata de contusão, então… parece até segredo de Estado. O cara tá com a perna quebrada, e diz que foi só uma picada de formiga.
    Por isso que eu não tô pondo minha mão no fogo por causa dessas entrevistas super otimistas do Federer. Desejo o melhor pra ele, mas não tô a fim de queimar nem a mão e nem a língua.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Shapovalov tinha afirmado que a temporada tinha acabado ao cair cedo em Viena. Voltou em Sofia pra se aproximar do Top 10 mas está perdidinho. Luthi que está com Roger há anos, não escondeu em março que a cirurgia tinha tido problemas. Precisou mexer de novo e agora tanto ele quanto Ljubicic , corroboram a animação de Federer. Este afirmou que joga inclusive um Torneio preparatório para o AOPEN. A conferir. Abs!

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      1. José Nilton Dalcim

        Acredito que ele também queria a vaga de reserva em Londres, Sérgio. Que é ótimo para treinar e para ganhar dinheiro sem fazer tanta força.

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  13. O LÓGICO

    A pergunta sobre “quando o robozinho satânico vai ganhar o finals” é mal elaborada. A única pergunta realmente lógica sobre essa questão é: por que o primogênito insiste em participar do finals? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    Não adianta as nadalzetes retrucarem, pois o finals não é pra UNIDIMENSIOAL kkkkkkkkkkkkk. Ele venceu mais um Rolando Cagou e alcançou o recorde de Roger Angel em slam. Mas não fossem suas vitórias na LAJE jamais chegaria a esse recorde. FATO. Aliás, não existe recorde dele que não seja função dos jogos na LAJE. FATO!!!!! “ELE, NÂO” para o robozinho kkkkkkkkk. Pois não tem condições de ser o GOAT. O GOAT precisa ter um repertório vasto, e somente o Djokão tem condições de chegar a tirar esse posto do Roger. O resto é devaneio das robozetes kkkkkkk. E antes que me acusem de ser preconceituoso, eu me declaro um criminoso feliz: sim, sou robofóbico kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. Maurício Luís *

      A boa fase do baloeiro o fez sumir um tempo. Até achei que tinha pego um corona da vida… Quanto ao Finals, vou torcer pra que você não morda a língua… Lembra quando disse que ele não ganharia mais nem ATP 250?

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    2. Rodrigo S. Cruz

      kkkkkkk

      Que saudade das postagens do Lógico!

      Ele tem uma criatividade incrível.

      Que diferença para medíocres que imitam jargões alheios sem nenhuma cerimônia…

      ” Robofóbico” foi genial (rs)

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      1. Luiz Fernando

        Quando o alvo é o adversário vcs adoram não é, quando é em cima do Federer vcs ficam ofendidinhos. E isso num ambiente que segundo o Dalcim seriam proibidos posts com provocações, esse post do lógico de fato agrega muito a discussão…

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        1. Maurício Luís *

          Tem razão quanto a ele ser provocativo, mas é que não dá pra levar a sério essas ‘groselhas’ que ele escreve. Fica mais pro lado humorístico. Virou meio que folclórico.

          Responder
        2. Maurício Luís *

          Luiz Fernando, quanto a mim, eu dou risada mesmo quando as gozações mudam de lado. Por mim, pode tirar sarro de quem quiser. Se o circo pegar fogo, corro pra apagar com meu balde de gasolina…

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  14. Oswaldo E. Aranha

    Vi uma matéria na Veja que tem muito a ver com alguns participantes do blog que tentam ficar repetindo inúmeras vezes que fulano é o melhor tenista; assim transcrevo-a abaixo:
    “A crise me pegou . Por isso chorei.”
    Princeza Katleen Chávez Arce, atriz que venceu neste ano o tradicional concurso da melhor carpideira promovido no Dia de Finados, desta vez on-line, pela cidade de San Juan del Rio. Ela chorou por dois minutos diante do túmulo de um desconhecido, “mas antes pedi permissão a ele”

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    1. Miguel BsB

      Incrível! 170 mil mortos e o psicopata tá comemorando vacina que dá errado….
      O que essa criatura das trevas ainda faz na presidência do país?

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      1. Evaldo Moreira

        Miguel, quanto tempo, abraços pra ti…
        Realmente uma vergonha a postura desse ignorante, além de desdenhar da vacina e usar certos termos de deboche, quanto á vida.
        Pior disso tudo, é que esse cara de cavalo, quer concorrer a reeleição para 2022, pior que vai ter ignorantes votando nele, infelizmente passamos quase 04 anos sem ter um governo decente de fato, falam muito aqui, que o ministro da economia é quem segura a onda, será!?. Pode ser, e é outro que volta e meia fala asneira, mas rala e muito neste cargo desgastante.

        Responder
    2. Barocos

      Luiz,

      Pois é, li um comentário em que alguém dizia que tamanho desrespeito à vida alheia só poderia ser obra de um lunático ou de um calhorda ignorante, tive que discordar, já que todos os adjetivos se encaixam à perfeição para descrever o sujeito.

      Como com outros facínoras que alcançaram o poder em fases sombrias da história, não existem punições suficientes neste mundo que possam redimir os atos barbáricos deste sujeito. Se eu acreditasse nisto, diria que o lugar dele no purgatório está garantido (e que ele leve junto alguns dos seus filhos).

      Saúde e paz para aqueles que merecem.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Pois é, Barocos.

        Só que a bíblia explica com farta clareza que não existe purgatório.

        O que existe é salvação ou danação.

        E se for assim, o lugarzinho do Bozo no inferno já está garantido.

        Responder
    3. Carlos Reis

      kkkk Realmente o Bozo é burro mesmo, deixa os LoolaMinions tomarem esse Lixo Tóxico chamado de va$$ina, deixa essa gentalha se lascar pô! Eles querem porque querem a tal “poção mágica”, deixa os caras, quem sabe acaba essa palhaçada de “isolamento”. Eu só uso máscara para inglês ver, pois eu sei que isso não serve pra NADA, aliás, até serve, serve para ferrar ainda mais a saúde das pessoas que caem nesse papinho.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Senhores, vamos encerrar esse assunto. Não vou mais aceitar opiniões que sejam contra a ciência, isso é um desserviço ao público e este Blog não é feito para isso. Agradecido.

        Responder
    4. Abel Afonso

      Isto é política, retórica…
      Schopenhauer e Zizek já disseram coisas sobre isso um hoje e o outro lá atrás.
      Como digo: Uma opinião apenas julgando um momento não é opinião, é uma mentira para se achar certo.

      Tanto o presidente como o governador como também você comentador, querem estar apenas certos.
      O que em geral, torna as pessoas piadas.
      Aliás, o cara que morreu se suicidou o que não é levantado como notícia.
      Ao menos que ache que só existe certeza no que achas certo, bom dia, tarde ou noite.

      Responder
    5. Rodrigo S. Cruz

      Esse Bozo é uma figura deplorável.

      E como todo líder populista e sem escrúpulos, ele tenta “jogar pra torcida”.

      Ou seja, fazer média com a militância fanática e doente que o cultua como se ele fosse um bezerro de ouro.

      Só que ele está mais é para JUMENTO de ouro…

      Onde já se viu comemorar a não-aprovação de uma vacina que pode salvar vidas?

      Meu Deus, é inacreditável isso…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E’ tão imbecil que não esperou nem o laudo. Agora , meu caro. Lembra antes da pandemia que eu cravei que seu ídolo Titio Tramp cairia ? Falta a segunda parte . A prisão dos ZEROS da trupe . Ele vai cair assim como o outro chefe de quadrilha que o antecedeu. A conferir . Abs!

        Responder
      1. Miguel BsB

        Só pra ilustrar o que eu falei. Ontem assisti grande parte do jogo entre a Carol Meligeni e a Pigossi (jogo muito fraco tecnicamente por sinal).
        Uma das melhores jogadas da Meligeni foi quando numa das raras trocas de bola, ela soltou um slice de esquerda venenoso, forçou a adversária a bater pra cima sem força com a direita, e, na sequência, saiu fácil da esquerda e cravou um winner de forehand…
        Essa é uma das melhores jogadas com o Slice, e só serve pra defesa hahahaha

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Inacreditável. Federer e principalmente Steffi Graf , abusaram de PASSADAS de Slice . Tem horas que o pessoal demonstra um total desconhecimento de um golpe pra lá de venenoso…Abs!

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , Piloto. Realmente Tênis não é mesmo a sua Praia . Imagino o Blogueiro que nasceu bem antes de 2008 , ter que aturar teus comentários rsrsrs. Alguma vez viste Stefan Edberg jogar ?… Abs!

        Responder
    1. AKC

      Slice mina o joelho de jogadores mais altos e lentos… golpe venenoso. Na grama, a bola desliza mas ainda. E se o golpe for bem feito, normalmente vc tem que devolver com outro slice, porque fica difícil “puxar” o topspin com a bola tão baixa. O resultado é que se o slice de retorno flutuar, o adversário mata o ponto a seguir.

      Responder
    2. Evaldo Moreira

      Caro Edval,
      De onde tiraste essa pérola, kkkkk, de fato, você não vê tenis mesmo, e se vê , não sabe fazer uma leitura do jogo, meu caro Edval, poxa o slice , considero uns dos golpes mais lindo do tenis, que o diga Federer, Sampras, Becker, eita nóis, aliás, até sugiro que você busque no youtube, e tente, ver os lices incríveis desses jogadores, claro que há outros também, veja lá.
      Abraços

      Responder
  15. Leonardo

    Dalcim, a que você atribui a imensa dificuldade apresentada pelo Nadal nas devoluções de saque no Master 1000 de Paris? Muitas vezes parecia uma cobrança de pênalti. Ele mesmo declarou essa dificuldade ao longo do torneio. Não soube dizer se seus adversários sacaram muito ou seu posicionamento em quadra faria qualquer um sacar muito na partida.
    Parabéns pelo blog

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele tentou se aproximar mais da linha e aí encontrou dificuldades contra os grandes sacadores, como Zverev. Nesse piso, a bola quica um pouco mais baixo e isso realmente dificuldade para entrar com o topspin, Leonardo.

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  16. José Eustáquio Masculino Cruz

    rRafael Nadal desde 2005 no top 10 nuúmeros afinal é o que vale são 20 GS e contando pensando bem o espanhol foi bom ter erado aquela bola que daria um brake acima do Zverev está treinando mais estava sem competir a tempos agora mesmo na bolha já acertou um lugar para treinar e sinceramente depois de 4 paridas ele agora sim estrá nos cascos e venha quem vier.dessa vez Rafael nadal não irá deixar escapar foi até bom sair de paris que dá mais tempo para treinar e Rafael Nadal necessita muito disto horas em quadra.

    Responder
  17. DANILO AFONSO

    Nobres, com a finalização do último Master 1000 da década, fiz um levamento, desde 2005, da quantidade de Master 1000 que foram conquistados por outros tenistas fora do BIG 4. Vejamos os dados:

    2005 – 1 (Berdych)
    2006 – 3 (Robredo, Roddick e Davydenko)
    2007 – 2 (Nalbandian 2x)
    2008 – 2 (Davydenko e Tsonga)
    2009 – 1 (Davydenko)
    2010 – 3 (Ljubicic, Roddick e Soderling)
    2011 – 0
    2012 – 1 (Ferrer)
    2013 – 0
    2014 – 2 (Wawrinka e Tsonga)
    2015 – 0
    2016 – 1 (Cilic)
    2017 – 4 (Zverev 2x, Dimitrov, Sock)
    2018 – 4 (Del Potro, Isner, Zverev e Khachanov)
    2019 – 4 (Thiem, Fognini e Medvedev 2x)
    2020 – 1 (Medvedev)

    Do total de 138 torneios disputados no intervalo acima destacado, apenas 29 não foram conquistados pelo BIG 4.

    O período de maior supremacia do BIG 4 foi entre os anos de 2011 a 2016, interregno que o quarteto conquistou 50 dos 54 torneios disputados, impressionantes 92,59% de aproveitamento.

    Se excluímos essa temporada atípica que teve apenas 3 dos 9 torneios Master 1000, constatamos que o domínio do BIG 4 (ou BIG 3) regularmente vem perdendo força desde a temporada 2017. Dos 27 torneios entre 2017 e 2019, 12 (44,44%) foram conquistados pelos demais tenistas.

    Já estou ansioso pela temporada 2021, pois acredito que teremos uma temporada muito interessante, com os membros do BIG 3 lutando pelos recordes e a nova geração cada vez mais confiante e desejando abocanhar os títulos relevantes.

    Saudações Tenísticas !!!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Interessante, Danilo.

      Deixando um pouco de lado a tiração de sarro, esses caras do BIG 3 são de outro planeta mesmo.

      Talvez nunca mais na história do tênis haja três foras de série assim, coexistindo e abocanhando tudo pela frente.

      Somos meio que privilegiados de vê-los em ação neste tempo.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        É o mesmo que digo.
        E não tenho nenhuma pressa na passagem de bastão. Já que adquiriram essa grandiosa façanha de dominarem até agora, torço – e muito – para que fiquem o maior tempo possível, afinal de contas, uma hora, obrigatoriamente, vão ter que sair mesmo.
        E daqui a 20 anos vamos dizer que presenciamos isso. Porque, não acredito mesmo, em outro domínio como esse.

        Responder
    2. Abel Afonso

      Seu argumento técnico e justo é maravilhoso.
      Más ainda subjetivo e a se construir.
      Quando não estiverem mais em atividade os três maiores tenistas da era profissional e quiçá da história, teremos que novamente reconstruir: Duelos, Façanhas e números.
      Aqui entra uma problemática que não tem solucionática: Nos tenistas pós 90 não há nada de novo que os três grandes do circuito não tenham ou inventado ou aprimorado no esporte.
      Comparo isto ao Hamilton da fórmula 1: é o maior vencedor, o maior de todas as coisas. Porém não revolucionou nada. É apenas um capítulo entre vários.
      Nadal possui algo que nenhum homem no saibro poderá fazer ao menos neste século.
      Federer trouxe ao tenis uma estética que inspira ao clássico depois de uma década de Sampras que em um resumo chulo era só porrada.
      E Djokovic alimentou o que é preciso a qualquer esporte: as grandes rivalidades.
      Senna sem Prost; Rui chapéu sem Roberto Carlos; Jordan sem Magic; Graf sem Navratilova ou.
      Imagina o Rambo sem o Predador ou o Duro de matar sem o exterminador do futuro?
      Enfim, Djoko foi eleito o antagonista do esporte para os que acham que o esporte é bandeira, culto, objetivo ou fuga sejam mais felizes ou possam projetar os preconceitos através de torcidas.
      *Considero a ideia de alguns pensadores de que o que advém do leste europeu seja vilipendiado ou até ridicularizado por origem.
      Sharapova, Isimbaeva, Popov…
      Não se compara ao que o ocidental Lance Armstrong fez.
      Falta mesmo cultura universal para saber os meandros…

      Responder
    3. periferia

      Olá Danilo.

      Apenas um contraponto.
      Se pegar apenas o Big 3 …veremos que os masters(1000) não tem crescimento ..nem nada novo dos “next”.

      Em 2019……dos 9 ….big 3 ganhou 5
      Em 2018……dos 9….big 3 ganhou 5
      Em 2017 ….dos 9 ….big 3 ganhou 5
      Em 2016 ….dos 9 ….big 3 ganhou 5

      Numericamente….tudo continua igual.

      E nos Slam(s)….o último Next que ganhou….foi o Del Potro em 2009 No USOpen (o argentino tinha 21 anos).

      “Tudo como dantes no quartel de abrantes”

      Abs

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Nobre Periferia, mesmo excluindo o Murray da estatística acima, a essência dos números acima não fica prejudica, pois o aproveitamento do BIG 3 entre 2016 e 2019 também é inferior ao aproveitamento do trio nos Masters 1000 quando comparamos com período de 2011 a 2015, conforme os dados abaixo:

        2011 – 77,77% – 7 títulos de 9
        2012 – 88,88% – 8 títulos de 9
        2013 -88,88% – 8 títulos de 9
        2014 – 77,77% – 7 títulos de 9
        2015 – 77,77% – 7 títulos de 9 –

        No seu recorte de 2016 a 2019 temos:

        2016 – 55,55% – 5 títulos de 9
        2017 – 55,55% – 5 títulos de 9
        2018 – 55,55% – 5 títulos de 9
        2019 – 55,55% – 5 títulos de 9

        Enfim, considerando o BIG 3 ou BIG 4, entendo que os adversários tem sim ganhado espaço regularmente nos Masters 1000 e tem tudo para incomodar mais ainda nas próximas temporadas com o envelhecimento do trio.

        Lembrando nobre Periferia que eu não citei os SLAMS no meu texto porque sabemos da supremacia do trio neles e quando mencionei “tenistas fora do BIG 4”, não me restringi a nova geração, e sim todos os tenistas que conquistaram Masters no período reportado.

        Abs Cláudio !!

        Responder
        1. periferia

          Olá Danilo

          Olhando estatisticamente….com uma certa má vontade com a “next” e o resto do circuito.
          Diria que não foi eles que chegaram….foi o Murray que parou…o crescimento de outros tenistas vencendo está ligado a falta do escocês.
          Mesmo assim ….a 4 anos o percentual é o mesmo (big 3).

          Quando vejo números (bem colocados por vc) ilustra algo que poucos falam….não é possível o Federer com 40 anos ainda protagonizar o circuito…..Djokovic e Nadal com quase 35 anos no mesmo caminho.
          Os caras são grandes….espetaculares….mas não é algo normal em um esporte onde a condição física é fator preponderante.

          Abs

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            Eu já admirava o FEDERER por tudo que ele conquistou na década passada. Mas passei a respeitá-lo mais ainda desde a temporada 2015, quando já com seus 33/34 anos manteve-se em alto nível chegando na reta final de vários torneios, batendo de frente com a garotada, atenuando retrospecto negativo contra o espanhol e impondo resistência ao sérvio em algumas oportunidade.

    4. Barocos

      Grande Danilo !

      Realmente, o periodo entre 2011 e 2016 foi o ápice do Big4, não voltaremos a ver tanta disputa e dominância dividida entre eles, o tempo passou e a idade chegou.

      Embora o mestre Dalcim sempre nos lembre para nunca duvidar de Roger e Nadal, não vejo como algum deles possa se destacar na maioria dos torneios. Talvez Roger tenha chance ainda na grama e Nadal, como de praxe, no saibro, mas deve ser só isto. Murray deve ser considerado fora de combate, acredito. Novak, enquanto apresentar o nível de nervosismo que demonstrou nos últimos torneios, também é uma incógnita.

      Bem, o finals está próximo e janeiro chega logo, vamos ter nossas indagações respondidas.

      Responder
  18. Paulo Almeida

    Realmente a última exibição de gala jogando o fino do tênis do Djokovic foi contra o grego na semi de Roland Garros, embora tenha tido alguns lampejos de sua enorme categoria contra o Coric.

    Ele está devendo sim e precisa mostrar serviço. Do contrário, nem passará da fase de grupos. Felizmente o problema parece ser só de ajustes técnicos, já que garante que está bem fisicamente e que a tal da idade não está pesando ainda.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      De uma olhadinha na Live de Sampras com Novak , Almeida. E veja o que o Norte- Americano coloca como suas maiores conquistas. E qual partida que o Sérvio considera a sua melhor no FINALS . Tua tentativa de diminuir o Quinto SLAM em importância, se deve a incerteza se o tal ” goat ” vai atingir as Seis conquistas do Craque . Coisa de mané rs Abs!

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Kkkk, qdo Djoko passar Federer em títulos do Finals, os torcedores do Federer só vão citar o Finals em debates contra Nadal, contra Djoko vão dizer q n tem muita importância.
        Vai sobrar dizer que Federer é melhor por ter mais wimbledons, se é que Djoko ainda n empata nisso tb.
        Contra Nadal a discussão pra eles é mais fácil, só dizer que Nadal é melhor do q federer só no saibro e tal..

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E você vai dizer o que ? Que torce por Nadal ?… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk . O FINALS começou (. 1970 ) antes mesmo do Ranking da ATP ( 1973 ) . Desmerecer um Torneio que existe desde os primórdios do Profissionalismo para compara -lo a MASTERS 1000 , por causa de briguinha de torcida ? E’ melhor se estabelecer lá pelo face do TênisBrasil kkkkkkkkkkk. Abs!

          Responder
    2. Abel Afonso

      “O fino do tenis”
      A última vez em que podemos julgar o que foi o tal de “fino” nesta temporada foi no AO.
      depois disso foram remendos e desculpas. Longe de qualquer coisa que pareça com transparência esportiva.
      Federer sem jogar ainda é top 10;
      Um torneio realizado em outubro (RG) de 20 valerá ao menos 52 semanas com três resultados na pilha.
      Por uma solução ridícula de se manter pontos sem zerar ao fim da data do torneio a pontuação…
      nem teremos disputa pelo n°1 até Abril
      Não existiu fino este ano, apenas chances e oprtunidades

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Não, meu caro, ele jogou melhor em Dubai do que no Australian Open e fez algumas ótimas partidas em Cincy, US Open, Roma e Roland Garros.

        Jogou o fino contra o Tripas mesmo, com uma pequena oscilação no final do terceiro set e início do quarto, mas o grego também jogou muito e só por isso conseguiu salvar vários break points no quarto set e não ser derrotado lá mesmo. Aí depois foi destruído no quinto.

        O congelamento foi a decisão mais justa por causa da pandemia, mas o choro é livre.

        Responder
  19. Rodrigo S. Cruz

    Só fazendo um importante contraponto aqui.

    Afinal, blog é isso: todos exercendo o direito ao contraditório.

    O slice é um dos golpes mais bonitos do tênis, e também o de mais difícil execução natural.

    Fato.

    Inexiste no mundo do tênis quem despreze a importância desse golpe, e tampouco não o admire.

    Note que mesmo os maiores “maratenistas” do circuito como Nadal e Djokovic precisam dele.

    Porque independe do estilo – tem horas que você tem de usar e pronto!

    Portanto, falar que quem gosta de slice não entende de tênis é o terraplanismo na essência.

    Todo tipo de “Ad hominem” é altamente prejudicial ao debate, mas este em particular, eu achei até fraquinho (rs)

    Porque está muito mais para o contrário, né…

    Muuuuuito mais lógico concluir que não entender do esporte seja justamente dizer que o slice é inútil.

    E fato é que o tenista pode treinar como for, mas poucos terão um de renome…

    Nos mais de 20 anos que eu acompanho tênis, pude observar um sem número de repertórios variados.

    Vi muitos batendo chapado bem de um lado, e não tão bem do outro.

    Vi outros que batiam bem de ambos os lados, mas utilizavam pouco ou nada o slice, por não se sentirem seguros.

    Já outros, eu vi com um grande saque, porém um backhand batido meia boca.

    E por aí vai…

    O Feli Lopez, por exemplo, tem um slice belo e eficiente, mas quando chega a hora de bater chapado ele “confessa” .

    O Federer é um que consegue chapar bem dos dois lados, e ao mesmo tempo ter um primor de slice!

    E realmente consegue machucar muita gente utilizando o golpe.

    Diferente do Djokovic que quando utiliza tem baixíssima efetividade.

    Raramente ganha pontos ou atrapalha o adversário com isso.

    E claro que para não perder a viagem eu dou canelada, né:

    o movimento do slice dele mais lembra o de um Orangotango albino, com câimbras.

    HAHAHAHA.

    Responder
    1. Paulo F.

      Para um dos que pensam que se ganha uma partida de tênis pelo número de winners e não pela maioria de pontos conquistados, quantos winners de slices se consegue numa partida?

      Responder
      1. Miguel BsB

        Slice não é um golpe para fazer winner…mas muitas vezes prepara o winner de direita, quando obriga o adversário a tirar o peso da bola e carregar no topspin pra tirar a bola do chão. Ofensivamente, é pra atrapalhar o adversário e variar o ritmo da pancadaria.
        Já vi o Federer atrofiar o jogo de um monte de porradeiro, inclusive o Djokovic, desferindo slices durante as trocas de bola…

        Responder
          1. Paulo F.

            *precisava

            O problema é que muitos federistas estão exagerando e endeusando o slice como se fosse um golpe ofensivo tão eficiente quanto o próprio forehand.
            Não, né?

          2. Rodrigo S. Cruz

            Miguel,

            Pra este Paulo o certo ou errado já deixou de importar…

            Se um federista falar que o nazismo foi ruim, é capaz dele tomar partido contrário e dizer que foi bom.

          3. Paulo F.

            Não, Rodrigo, para vocês não existe o bom e o ruim, pois até aí há dois lados.
            Para os federistas existe apenas UM lado.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Eu devolvo a pergunta, meu chapa!

        Quantos ERROS FORÇADOS você acha que o slice bem executado pode render?

        Você faz ideia de quantas partidas o Federer já venceu na carreira, utilizando esse golpe?

        Acho que não, né.

        Tua praia é se ocupar em fazer “guerrinha” de torcida ou detratar o suíço.

        Questões técnicas passas longe da tua alçada…

        Responder
    2. Vitor Hugo

      Prefeitas colocações. É sim um dos golpes mais eficientes do esporte!
      Realmente o golpe do bagre é horroroso! Talvez o mais feio da história do esporte.

      Responder
    3. Paulo Almeida

      Então, espero poder exercer o direito à tréplica por aqui, pois houve alguma dificuldade de interpretacão.

      Não disse que slice é um golpe inútil, mas bem menos importante do que outros e quando utilizado em excesso é chato e sonolento. O Djokovic domina esse golpe e o faz com maestria quando necessário, porém prefere fundamentos mais importantes e decisivos. E por isso seu jogo é mais vencedor do que o do firulento.

      Não houve nenhum ad hominem, que aliás você não recebe há um bom tempo por aqui. Já te falei da sua “sorte”, se lembra?

      Mas enfim, quem fala que o jogo do sérvio é chato tem que aprender a respeitar a visão de quem acha o mesmo do do suíço.

      Dalcim, creio que não houve nada demais no comentário e espero que passe de novo, pois vejo necessidade de resposta, apesar de estar evitando quase sempre. Grato.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não faço a menor ideia de qual “sorte” seja essa a que você se refere.

        O que eu sei é que toda resposta tua carrega uma agressão velada ou inferência maldosa.

        E esta em particular, eu não decifrei.

        Quanto ao chiliquento, eu não vejo maestria nenhuma no slice dele.

        Piada…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Beleza, continue sem saber então que é o melhor pra todo mundo, rs.

          De qualquer forma, reveja o último game contra o Struff em Cincy. O Djoko matou a pau com esse golpe e conseguiu três pontos sensacionais em sequência.

          Se ele quisesse, utilizaria mais, mas, como já disse, prefere outros fundamentos.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Acho melhor eu não saber mesmo.

            E por favor, não me responda mais, e nem fique mandando “indiretinhas”.

            Pois você já sabe o que penso do teu caráter e indigência moral e intelectual…

          2. Paulo Almeida

            Desde que não responda onde eu comento e nem fique me mandando indiretas da mesma forma.

            Indigência intelectual? É sério que li isso de alguém que tem uma escrita tão horrível e que com certeza passou longe de uma grande universidade? Não pode ser…

    4. Marcelo F

      Rodrigo, realmente o slice do Djokovic é esteticamente feio, mas porque não muda a empunhadura da raquete. O do Federer, do Murray, do Thiem, do Dimitrov, do López, são muito bonitos. Muitos jogadores, por não terem esquerda tão boa, desenvolvem o slice como uma bola de segurança. Lembra do del Potro, quando voltou da contusão no punho? Só usava slices na esquerda. Muitas vezes o Federer chega atrasado em bolas na direita e recorre a slices (de direita mesmo). Sem falar de Steffi Graf, dona do melhor slice que já vi, entre honens e mulheres. Ela se defendia e “atacava” com esse golpe. Desenvolveu muito ele porque não tinha confiança na esquerda de uma mão. Poucos jogadores, como o Federer, usam slices para mudar o ritmo do ponto. Mas discordo de você quando diz que é um dos golpes mais difíceis do tênis. Não é mesmo! Slice é uma bola de controle, um recurso para ficar no ponto, uma bola pra usar quando não está bem posicionado, etc.
      Mas não é difícil não. Falo isso pra qualquer nível. De profissionais a amadores. Tem golpes bem mais difíceis.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Concordo com vc em quase tudo. O Slice realmente não é um golpe tão difícil não, mas nem todo mundo consegue utilizá-lo, normalmente os jogadores que batem o back com 2 mãos tem mais dificuldades…
        Apesar das alfinetadas entre as torcidas, como é bom debater por aqui sobre técnica de golpes, efetividades, variações, jogadas etc…ao invés das constantes discussões de quem é o melhor, o menos pior, o meu é mais bonito, siclano é mais feio etc…rsrs

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Eu acho que a execução do slice ofensivo um dos mais difíceis sim.

        Quem tem disse que slice é só para defesa?

        Muitas vezes é justamente pra forçar o erro do adversário…

        Abs.

        Responder
  20. Rubens Leme

    Um desses piratas inesquecíveis. Pink Floyd, Rainbow Theatre, 1972. 180 minutos de música. O disco 1 tem Dark Side of the Moon integral, mas o charme todo está no disco 2, com versões maravilhosas de “Echoes”, “A Saucerful of Secrets” e “Set the Controls For the Heart of the Sun”.

    Bom para embalar o sono do neto, Dalcim!

    https://www.youtube.com/watch?v=obC15xQoIfk

    Responder
  21. Vitor Hugo

    Vejam só. Federer é o melhor da história nas hards, grama, hard indoor e no saibro!? Sim, saibro azul! Apenas Federer tem um titulo no saibro azulado!
    Roger só não é o melhor da história no carpete porque foi extinto logo depois dele começar a construir sua vitoriosa, gloriosa e inigualável carreira!
    Federer é o melhor nas superfície citadas por mim e ml geral.
    Nadal no saibro tradicional.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Correção: Djokovic é o rei de qualquer hard, da grama e do tênis em geral, Nadal o rei do saibro e Federer o rei de uma era fraca.

      Acho que ficou claro agora.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Ainda bem que vc acha, já que não tem certeza de nada.
        A minha opinião é firme, clara e certa!
        Aliás não sei se estou muito afim de ficar explicando toda hora pro café com leite do blog.

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Nem uma coisa e nem outra, chapinha…

            Nem é café-com-leite e muito menos humilha!

            O objetivo do debate JAMAIS pode ser o de procurar humilhar quem se opõe.

            Aí, aí.

            É só na sua cabeça isso mesmo 😛

            Enquanto você se guiar por esse critério tão vil e perverso, nunca será uma pessoa de bem.

    1. André Barbosa

      Isso porque ele foi assombrado por várias lesões durante a carreira. Jamais achei que ele chegaria aos 34 anos nesse nível, é impressionante.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        A verdade é que você nunca criticou o Federer.

        Porque a definição do que seja “crítica” não tem nada a ver com o que você faz…

        Responder
  22. DANILO AFONSO

    COMPARATIVO 1000 VITÓRIAS FEDERER x NADAL

    Idade
    Federer – 33 anos e 5 meses (11/01/2015)
    Nadal – 34 anos e 5 meses (04/11/2020)

    Aproveitamento com 1000 vitórias
    Nadal – 83,26% – 1000/1201
    Federer – 81,10% – 1000/1233

    Vitórias contra número 1 do ranking
    Nadal – 21 (21/39) – 53,84%
    Federer – 6 (6/19) – 31,57%

    Vitórias contra TOP 10
    Federer – 183 (183/280) – 65,35%
    Nadal – 172 (172/264) – 65,15%

    Quantidade de Vitórias por superfície
    FEDERER/NADAL
    Dura – 621/482
    Saibro – 198/445
    Grama – 131/71
    Carpet – 50/2

    Quantidade de Vitórias por Torneio
    FEDERER/NADAL
    SLAM – 279/282
    Master – 311/387
    FINALS – 48/18
    Outros – 362/313

    Finais de Toneios
    Federer – 125
    Nadal – 123

    Títulos
    Nadal – 86
    Federer – 83

    Saudações Tenísticas !!

    Responder
    1. periferia

      Olá Danilo.
      Uma dúvida….Federer conseguiu 1000 vitórias em 17 anos como profissional (contando o primeiro jogo profissional).
      Nadal conseguiu suas 1000 vitórias em 19 anos de carreira (contando o primeiro jogo como profissional).
      Todos os outros numeros não ficam comprometidos?
      Apenas para exemplificar:
      Federer…..1233 (vitórias) dividido 17 anos = 72.5 (vitórias por ano).

      Nadal……1201 (vitórias) dividido 19 anos = 63.2 (vitórias por ano).

      Abs

      Responder
      1. Barocos

        Periferia,

        Lembre-se que Nadal o fez no período em que tivemos Roger, Djokovic e Murray em atividade. Ou seja, o fez em um período especialmente duro no tênis profissional, então, me parece até natural que tenha demorado mais tempo para realizar tal feito. Não estou dizendo com isto que o Federer só pegou moleza, claro que não, não existiu esta tal de entressafra que alguns frequentadores daqui tanto apregoam, mas, de fato, tivemos uma época especialmente dura quando da ascensão dos 3 mais jovens integrantes to Big4.

        Danilo, se você estiver lendo isto, gostaria de lhe pedir um favor, divída as estatísticas do Roger nos períodos de 2001 à 2009 e 2010 à 2019. Deve ficar claro como a idade e como os outros componentes do Big4 alteraram o aproveitamento do Federer.

        Saúde e paz.

        Responder
        1. periferia

          Olá Barocos…

          A provocação ao Danilo está ligada ao tempo….apesar da maior parte do tempo eles estão juntos….eles têm uma linha diferente….talvez nenhum deles se enfrentaram no melhor momento como jogador (simultaneamente)….dependendo de como se olha os números…tudo pode acontecer.

          Abs

          Responder
        2. DANILO AFONSO

          Barocos, posso fazer sim a estatística citada por você, mas como eu trabalho no TRE e estamos na reta final do 1º turno, só poderei pesquisar e postar daqui alguns dias.

          Abs !!

          Responder
      2. DANILO AFONSO

        Periferia, eu entendo que os dados não ficam comprometidos. O tempo a mais que Nadal demorou para alcançar as 1000 vitórias foi em razão das várias contusões sérias que o espanhol teve ao longo da carreira. A primeira grande confusão do suíço creio que ocorreu em 2016, isso é, após as 1000 vitórias.

        Apesar do espanhol alcançar as 1000 vitórias com mais temporadas ou com 1 ano a mais de idade, ele atingiu o feito com melhor aproveitamento, jogando menos jogos. Normalmente imaginaríamos que aquele que alcança mais tardiamente as 1000 vitórias teria um aproveitamento inferior, com mais derrotas na bagagem, mas conforme disse acima, as contusões do espanhol justificam o atraso.

        Enfim, eu não faria essa divisão de vitórias por temporada. Outro detalhe: você dividiu o número de jogos na carreira pelo número de temporada.

        A marca dos dois tenistas é fantástica, e espero que o sérvio também alcance tal feito, o que deve ocorrer no final do primeiro trimestre de 2022, quando então estará com 34 e 10 meses.

        Abs nobre !!

        Responder
  23. Rodrigo S. Cruz

    O Novak ainda é o principal favorito do ATP finals.

    Em que pese os últimos vexames, o foco dele sempre foi Londres.

    Portanto, espera-se que atue bem…

    Depois, e sem embargo, eu colocaria o Medvedev, campeão de Paris, e o Zverev que jogou um tênis de primeira lá.

    (sim, eu tô com ranço do Zverev, mas verdade seja dita)

    Outros três são incógnitas:

    Thiem que sofre com bolhas e campanhas ruins, Tsitsipas, com a pouca confiança, e Rublev que é inexperiente.

    Se é mister colocar o Nadal menos favorito que os supracitados, ele pode contudo se beneficiar de uma má atuação deles.

    Já o Schwartzman, eu não enxergo com bons olhos, nesse tipo de quadra.

    Em que pese o espírito guerreiro, tende ele a ser o que vai segurar mesmo a lanterna… (rs)

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Deus te ouça, Pessanha.

        Só assim, parte da torcida que tem o segmento mais fanático e apelão do mundo teria o que merece.

        Deus te ouça…

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Essa nem é previsão, já é realidade. Cotonete está perdendo suas “qualidades” maratenísticas. Físico já está apitando, bolas sem força. O que poderia sobrar seria a técnica, mas sabemos que Maratênis e técnica são tão diferentes quanto água e óleo. Só vão sobrar os chiliques em quadra.
          Abs

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Felizmente ainda é previsão.
            Esse ano ele tomou apenas uma surra (e foi surra mesmo) da nova geração. No mais, só perdeu de fato para Nadal.

  24. Sérgio Ribeiro

    E depois de comentários toda a Temporada da fragilidade da Nova Geração, exceto no Barro, eles encaram de igual o Big 3 . Embora Tisitsipas tenha levado o N 1 ao Quinto Set na Semi de RG . USOPEN, Viena e MASTERS 1000 de Paris , não deixa dúvidas que a maturidade chegou finalmente em alguns de seus membros. Zverev nem precisou de jogar seu melhor pra bater WAWRINKA . Guardou tudo para Rafa Nadal. Mostrando que Ferrer botou o garoto pra voltar a gostar de grandes jogos. Uma atuação impecável. Ao contrário de que alguns pensam , Novak Djokovic sabe que só bate os moleques em 3 Sets no FINALS , chegando na ponta dos cascos. Ano passado Federer pulou Paris e acabou com as chances de N 1 de Novak em Sets diretos . O FINALS está longe de ser MASTERS 1000 de “ luxo “ como dizem os de sempre . Novak quer muito igualar o recorde do Quinto SLAM do Suíço e botar 1500 Pontos na conta e sabe que vai precisar suar sangue. Leva com certeza o favoritismo , com Medvedev, Zverev e Tisitsipas ( se estiver bem da lesão) , na cola. Abs!

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Mais asneiras como sempre, caro Ribeiro.

      O Finals é um Masters 1500 ou 1300 (é possível ser campeão com derrota) disputado em melhor de três sets com duração de oito dias, enquanto os Slams duram duas semanas e são disputados em melhor de cinco. Pare com essa sandice de quinto Slam.

      Quem disse que DjokoGOAT não ganha em sets diretos da molecada? Você não viu a final de Dubai 2020 ou as quartas de Paris 2019 contra o Tripas ou os 3×0 contra o Zé Verev em RG 2019?

      Enfim, todos eles são marmita do sérvio até o momento no h2h.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pra começar onde está escrito que ele não ganha mane’ ? O Torneio disputado desde 1970 sempre teve a FINAL em 5 Sets até 2008. Já era chamado desde então de Quinto SLAM e disputado no Madison Square Garden em Nova York . O manezinho já era nascido ? Não existe maior dificuldade do que um Torneio com os OITO melhores . daí ter a segunda MAIOR pontuação . Sabes nada do Esporte e insistes com a babaquice de Goat com um tenista terceiro em número de SLAM , segundo em FINALS e número de Semanas . Ou seja , teus Posts não tem a mínima credibilidade rs Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Estamos em 2020, não em 2008.

          Só é mais difícil do que os Slams da entressafra ou com chave de 250, como os últimos dois do suíço.

          O GOAT Djokovic é penta de lá com um tetra consecutivo e quase todos foram parrudos. Estou tranquilo pra dar o valor devido ao torneio.

          Pare de pegar ar com facilidade, Ribeiro freguês que não entende nada de tênis, kkkkkkk!

          Responder
      2. Luiz Henrique

        Na verdade, matematicamente, é possível ganhar o Finals com 2 derrotas, e 1100 pontos.
        Vc pode ter um grupo em q alguém ganha 3 e os outros 3 ficam no tríplice empate. Daí um dos 3 classifica e pode ser campeão com 2 derrotas

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Tudo isso é possível graças ao grau de dificuldade do Torneio. Tem gente que vence MASTERS 1000 sem passar por nenhum TOP 10 . Em SLAM as vezes no máximo por dois ( raramente) . No FINALS todos os jogos são contra oponentes de dentro do TOP 8 . Daí cada Vitória vale quase um ATP 250 ainda na fase de grupos. Abs!

          Responder
          1. Luiz Henrique

            Eu mesmo não entendo essa obsessão por “top 10”.
            Tipo assim: pq 10? Pq não 9? Ou 11? Ou 15?
            Quando se criou essa linha imaginária que diz que o 10 é um grande jogador e o 11 não? E pq existe essa linha entre o 10 e o 11 e não entre o 6 e o 7?
            É possível ganhar masters 1000 sem pegar um top 10? Sim. Mas tb é possível ter que vencer 2 top 4 pra vencer um masters 1000, e ganhar um Finals sem venceu um top 4, por exemplo.
            Aliás uma das coisas mais subjetivas que vejo é dizer se um top 10 é bom ou ruim olhando a frequência com que eles ganham, por exemplo, de jogador top 20 ou top 30. Afinal de contas, um top 10 que vence menos frequentemente tops 20/30, talvez seja sinal de um top 30 mais forte, e não um top 10 mais fraco.
            Enfim…apenas uma reflexão sobre certos estereótipos

  25. Daniel C

    Até que esse Finals terá um nível bom, olhando para quem estará lá. Mas é triste que será sem torcida e sem o Federer, o que faz muita diferença. Que 2020 tenebroso. Só não vou comemorar e dizer que o ano está acabando pois o próprio 2020 me ensinou que as coisas sempre podem piorar rs, então não vou me empolgar pra 2021 ainda…

    Será interessante ver se os mais jovens vão impedir Nadal e Djokovic nesse torneio tb. Vou torcer por isso tb! Será bom entrarem em 2021 com uma confiança extra. Tenho a sensação de que o pequeno argentino será saco de pancadas, mas dará trabalho. E mesmo que perca as 3, é de se admirar que esteja aí.

    Responder
  26. Rafael Azevedo

    Que frustração deve ser para os duplistas ver 2 jogadores de simples formarem uma dupla e vencê-los.

    Será que o Aliassime se encontrou? hehehe.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Mas isso é o normal. Jogadores de simples são muito mais jogadores do que os de duplas. Qualquer dupla formada por dois jogadores tops de simples passaria o rodo tranquilamente no circuito de duplas, caso interessasse a eles se dedicarem a esse tipo de competição.
      Abs

      Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Basta ver que o Nadal foi campeão de duplas das Olimpíadas junto com o Marc López. Praticamente sem treinar com o compatriota.
          Abs

          Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tradicionalmente, ele acontece na quarta-feira. que aliás também é o prazo máximo para que todos os jogadores estejam em Londres.

      Responder
  27. Rafael Azevedo

    Nadal é um atleta muito disciplinado à sua aplicação tática. Mas, essa sua virtude é também o seu maior calo.
    Ele desenvolveu um tipo de jogo que tem sucesso na maior parte do circuito, o saibro e as hard abertas.
    Enquanto ainda era jovem e tinha um físico absurdo, ele conseguiu ser bom também na grama.
    Mas, nas hards indoor esse estilo de jogo não dá! Quando vemos suas partidas nesse piso, percebemos que ele tenta às vezes mudar as jogadas, ficando mais perto da linha de base, subindo à rede, tentando um winner de devolução ou um ace…mas, logo ele retorna, naturalmente, à estratégia “antiga”.
    A sua aplicação tática à essa tal estratégia é tão forte que ele não consegue largá-la, mesmo quando ele sabe que deve.
    Na quadra indoor você tem que se agressivo desde o início do ponto (saque ou devolução). Não dá pra vencer de outra forma.

    Acho que um dos melhores tênis que o Nadal jogou nessa superfície foi no ano passado, mas a lesão no abdômem o atrapalhou.

    Responder
    1. Thiago Silva

      Rafa vira um jogador comum nas quadras indoor, sempre foi e sempre vai ser zebra no Finals, se ele ganhar esse ano vou me surpreender muito e comemorar mais que a final de Roland Garros.

      Responder
    2. Luiz Henrique

      “Enquanto ainda era jovem e tinha um físico absurdo, ele conseguiu ser bom também na grama.”

      Em 2018 e 2019 foi bem na grama tb.
      Não fosse seus rivais do Big3, e seriam mais 2 WB pra conta

      Responder
      1. Thiago Silva

        Mas nem compara com 2006-2011 que ele chegava em quase todas as finais, aquela lesão de 2012 deve ter comprometido bastante o físico do Rafa.

        Responder
  28. Cassio

    São 2 torneios ATP seguidos que participa algum do Big 3 e que os mesmo não chegam nem na final. ATP1000 de Paris, ATP500 de Viena. Não sei qual a estatistica dos anos anteriores desse tipo de sequencia para poder analizar mais profundamente. Claro que ainda é cedo pra dizer, mas acho que agora mas que nunca, quando só participa 1 dos Big3, a molecada se anima e vai pra cima. Embora ainda acredite que ganhar os jogos contra o Big 3 desgasta o jogador de uma manera tão profunda que fica dificil ganhar o jogo seguinte, seja qual for o oponente. Esse nivel emocional ainda é dificil manter. Veja que o Medvedev jogou demais, mas a vitoria do Zverev contra o Nadal entrou no desgate acumulado para a final. Com todo o BIG 3 jogando não é dificil imaginar que o Zverev enfrentaria do outro lado um Novak ou um Roger. O mesmo com o Londero. Dessa maneira, penso que por mais geniais que sejam os integrantes do BIG3. Tambem acho relevante, pensar que sua coexistencia favorece justamente a sua dominação e preservação. Inclusive porque os estilos se complementam, então o Federer elimina um cara que poderia endurecer o caldo pro Nadal ou Djoko. E, claro, Vice-versa. Você enfrenta a solidez de um Nadal, Nole e despois uma variação absurda do Federer. Enfim. Acho que eles tb se ajudam. Digo isso porque muitas vezes analizamos que entre eles existe uma grande disputa e divisão de títulos. Mas não que justamente os 3 juntos é o que os fazem ganhar mais. Entre eles, é claro. Mas não por isso que estando somente 1, este ganharia tudo, por não ter adversario. Como as vezes comentam (comentamos) por aqui. É delirio meu ou dá pra entender o ponto?

    Responder
    1. Willian Rodrigues

      De certa forma, esses seus argumentos corroboram o que eu falei na pasta anterior acerca do relativo esvaziamento do Masters 1.000 de Paris.
      Se alguns jogadores do “pelotão intermediário” (Monfils, Shapovalov, Bautista, Isner, etc.) estivessem presentes, o próprio Medvedev poderia ter chegado à final mais desgastado, caso tivesse enfrentado algum tenista cujas características impusessem maiores dificuldades ao seu jogo. Imagine então se outros membros do Big 3 estivessem presentes? Seria outro nível de exigência no aspecto mental… Quem sabe a história da final não poderia ser outra?
      Sem dúvidas, o russo jogou demais. Mas, particularmente, eu creio que Zverev fiou prejudicado por ter enfrentado Nadal na partida anterior…

      Responder
    2. Davi Poiani

      Concordo! Muito bons os argumentos colocados pelo Cassio. Eu também sempre observei esta questão de quando o Big 3 está junto no mesmo torneio acaba favorecendo a manutenção da hegemonia entre eles. Haverá a tarefa hercúlea para os outros tenistas, que se conseguirem a proeza de derrotar um deles, sairá desgastado (uma vez que os 3 grandes raramente entregam vitórias fáceis ao oponente)… e depois provavelmente poderá novamente encontrar um Big 3 nas rodadas finais.
      O argumento do estilo de jogo dos 3 ser diferente e complementar também faz muito sentido. Por exemplo, o Wawrinka consegue encaixar melhor seu jogo contra o Djoko, já conseguiu vitórias em grandes torneios, mas depois ele pode ter problemas ao enfrentar Roger ou Rafa, que conseguem se impor melhor diante dele.

      Responder
  29. Cassio

    Olha, o ATP FInals do Ano Passado foi o primeiro, se pensamos, onde o Big 3 INTEIRO, virou MARMITA dos jovens. Então mesmo que algum dos 2 ganhe essa, já temos isso no historico para analizar. Que pena que não está o Roger no lugar do “Peque”. Porque o “Peque” na hard não ameaça tanto o Big 3. Os outros todos, num bom dia, sim.

    Responder
    1. Flávio

      Mestre DALCIN eu acho que no Finals sete tenistas vão torcer para que o fracote do Schwartzmann entrar no seu grupo porque tudo indica que ele deve ser o bônus do torneio, então concorda mestre?

      Responder
  30. Vitor Hugo

    Favoritos pra vencer o finals por ordem: Medvedev, Zverev, Begravice, Thiem e Rublev.

    Infelizmente Federer, melhor da história nas hards indoor e REI de Londres, não estará presente. Uma pena para patrocinadores e toecedores.

    Responder
  31. Lucas Leite

    Será mesmo um torneio muito imprevisível! Djokovic vem de derrotas duras, Nadal de uma semana pouco inspirada em Paris, Thiem e Tsitsipas ainda tentando se recuperar fisicamente, Schwartzman, Rublev são estreantes, Medvedev ainda não ganhou um jogo no torneio e Zverev, apesar da boa fase dentro de quadra, está cercado de polêmicas fora dela e nunca se sabe se alguma hora elas irão interferir em seu lado mental. Realmente tudo pode acontecer!

    Responder
    1. Willian Rodrigues

      Lembrando que apenas “motivação” por parte do Djokovic não resolverá a parada, por assim dizer. Em 2016, o título de nº 1 daquele ano foi decidido contra Andy Murray na finalíssima desse torneio. E o britânico triturou o sérvio naquela partida…
      Se quiser igualar o recorde de Federer com 6 títulos do Finals terá que jogar MUUUUITO mais do que conseguiu desde a semifinal de Rolland Garros. Sim, porque na final contra Nadal Djoko não compareceu!! Rrrrrsss…

      Responder
  32. Maurício Luís *

    O Medvedev, com esse troféu chifrudo, colocou formiga no açúcar do Federer. Porque agora ele poderá ter que enfrentar Djoko ou Nadal já nas quartas-de-final do Australian Open… isto SE conseguir retornar a tempo.
    Não vou dizer que ele foi pro ‘Quinto dos Infernos”, que seria exagero. Mas acredito que o suíço não deve estar “pulando de alegria dessa altura” não. De qualquer forma, ele não tem muito do que reclamar. A pandemia acabou ajudando-o com o congelamento dos pontos.

    Responder
    1. Willian Rodrigues

      Creio que em toda a Era Aberta, jamais um tenista foi tão beneficiado por qualquer fator extrínseco em relação aos pontos do ranking quanto Federer nesse ano de 2020!! Considero um absurdo ele ainda ser cabeça 5 na Austrália após ficar UM ANO sem jogar…
      E alguns detratores ainda querem questionar, colocar asteriscos no título de nº do Djokovic. Puxa, ao menos ele disputou mais de 30 partidas e venceu 4 torneios importantes, além de ter atingido a final de RG. É algo incontestável: ele teve o melhor desempenho dentre todos diante das circunstâncias…

      Responder
  33. Yan Almeida

    Dalcim, boa noite! Pq vc acha que o Medvedev quer evitar o Djocovid e não o Nadal? Ele tem duas vitórias pra cima do sérvio e nunca venceu o espanhol, inclusive tem aquela derrota traumática em Londres 2019. No mais, esse finals será uma incógnita interessante, ninguém chegou voando pro torneio. O chaveamento vai ser precioso, acho que o único que não vai conseguir vencer alguém é o Diego. Ou vc acha que ele pode vencer algum dos envolvidos? Recentemente ele foi atropelado pelo Zverev e pelo Medvedev na dura.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, o histórico diz isso. Mas num piso sintético coberto, onde Djokovic tem cinco títulos e Nadal joga sob pressão de nunca ter vencido, acredito que o russo ainda prefira o espanhol, Yan. E sem dúvida o Diego vai sofrer um pouco, mas ainda temos de ver qual a velocidade real do piso deste ano, que costuma variar muito. Se for mais lento, como vimos algumas vezes, ajudará o argentino.

      Responder
  34. Rafael

    Dalcim, pode reexplicar o porquê da dificuldade de Nadal ser tão agressivo nas quadras duras cobertas quanto em outros pisos?
    Por todo esforço feito pra ganhar do Zverev, mas as bolas do espanhol não machucou tanto quanto ele gostaria.
    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que existem dois fatores que complicam a vida do espanhol: o piso mais veloz e o quique mais baixo da bola. Isso tira um pouco do tempo de sua preparação dos golpes e leva a maior número de erros não forçados. Vimos que ele optou muito pelos slices justamente por não estar com o tempo ideal para tentar bater o backhand.

      Responder
  35. waldir santos

    quando o nadal perde voce some, ele ganhou o rolland garros cheio de vitaminas por isso ele parou quase dois meses para se turbinar….não tem jogo para aquele placar mesmo no pasto, adiado, cancelado, escorregadio, lamação, todos sujos, parecia todos querendo se mandar….e a chave do nadal era brincadeira.

    Responder
  36. Paulo Almeida

    A ausência do rei absoluto de Paris-Bercy Djokovic derrubou demais a audiência do torneio e ainda acho que o craque sérvio deveria ter tentado o hexa e mais um Masters 1000 pra conta, mas paciência.

    De qualquer forma, parabéns para o Medvedev, que agora está ao lado de Sock, Khachanov, Fregueser, Soderling, Ferrer e outros anões monocampeões. Aliás, o Geleia só não é donzelo do certame porque o sérvio abandonou em 2011 por lesão.

    Ontem o Nadal errou demais com o joguinho sonolento de slices, golpe superestimado por quem manja pouco de tênis e prefere firulas a vitórias. Deveria ter sido mais agressivo, como alguns já disseram.

    Agora é esperar o sorteio de Londres.

    Responder
    1. Gildokson

      Kkkkkkk O Djokovic não é “monocampeão” de nada neh?
      Vou dar mais uma assistida nos 2 primeiros sets da final de RG kkkkkkkkkķ
      Aquela onde o sérvio ia destronar Nadal no saibro francês kkkkkkkkkk

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Só em Rolanga mesmo, já que conquistou o Double Golden Masters em Cincinnati.

        Tem que ver vitória do Nadal, afinal não tem nenhuma do suíço, né?

        Kkkkkkkkk

        Responder
        1. Gildokson

          Como não tem?! kkkkk
          Ja que o Finals está aí batendo na porta, vou la no YouTube de novo ver o highlights da vitória do gênio ano passado mandando o sérvio pra casa na primeira fase kkkkkkkkkkkkkkkk

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Estou falando de 2020, ano em que o GOAT varreu fácil o Geleia na Austrália pela quarta vez em semifinais.

            Abraço, freguesão!

          2. Rodrigo S. Cruz

            Bahh…

            Vitoriazinha fake, com o suíço prestes a operar o joelho.

            Entregou a rapadura de bandeja, e depois encerrou a temporada.

            Assim, até eu… (rs)

          3. Paulo Almeida

            Buááááá, meu Flegueser tava dodói! Snif, snif!

            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

            Entrou em quadra e tomou um vareio, mas pelo menos não FUGIU simulando lesão como no Finals 2014, em que teria sido surrado também.

            E não estava prestes a operar o joelho coisa nenhuma, anúncio que veio semanas depois no fim de fevereiro.

          4. Rodrigo S. Cruz

            Não força né, katso.

            Eu fiz foi rir…

            Mas “snif, snif, bua buá” são interjeições minhas que vc já cansou de me ver usar aqui.

            Pare de me imitar, fã. (rs)

          5. Paulo Almeida

            Não, não são suas e nem propriedade de ninguém.

            Apenas aproveitei a oportunidade pra lhe dar um bom troco.

            E quem imita o padrão (falta de) qualidade do Vitor Hugo tem alguma moral pra falar em imitação?

          6. Rodrigo S. Cruz

            Com você eu tenho toda “moral” do mundo, e até à próxima encarnação.

            Você já me imitou dezenas de vezes aqui.

            Parei até de contar quantas foram… (rs)

    2. Marvin Gaye

      Acredito que a contagem de Masters 1000 agora já era. Eu já não dava muito valor a Masters 1000, mas agora com essa pandemia, com 6 M1000 a menos, fica sem lógica ter um ranking de maiores vencedores desse torneio, uma vez que Nadal e Djokovic deixaram de conquistar mais alguns esse ano.
      O mesmo falo em relação a GS, se Nole chegar a 19 vai ter que ter um asterisco, pois faltou um Wimbledon que não aconteceu. Por isso acho que Wimbledon vacilou muito em não ter realizado o torneio, tudo por conta do seguro milionário. GS e Finals teriam que ser realizados de qualquer forma, nem que tivesse que transferir pra o Hall da Fama, mas teria que fazer.

      Responder
      1. Gildokson

        Marvin Gaye, é melhor voltar pra cantar meu kkkkkk
        Não me volta pra falar essas coisa não pelo amor de Deus kkkkk
        Quem te disse que se acontece Wimbledon o Djokovic era o campeão? Ele ganhou o Us Open? Ele ganhou RG?
        Abs!!!!

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Você acertou na parte de Wimbledon e errou na de Masters 1000, um Big Title de muito respeito.

        Só não dá valor quem já foi varrido da disputa há muito tempo.

        Responder
    3. David Lopes

      É Almeida, só rindo mesmo dessas tuas bazofias parrudas . Mas é até bom rir, afinal de contas, em um mundo tão polarizado e vivendo uma pandemia, rir é muito bom e saudável. Grato por isso.

      Responder
  37. Daniel C

    Olha, acho que ano que vem, só dá para cravar Nadal como favorito em GS. O resto, não vou me atrever a tentar prever nada.

    Como o Sérgio Ribeiro tem observado bem, já está virando rotina vermos essa galera mais jovem faturar títulos ATP 250 a 1000, é questão de pouco tempo para começarem a enfileirar títulos de GS tb.

    Responder

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