Sexta-feira gorda
Por José Nilton Dalcim
6 de novembro de 2020 às 19:35

A confirmação do número 1 de Novak Djokovic em 2020, a classificação inédita de Diego Schwartzman para o Finals e a volta de Marcelo Melo à arena O2 rechearam a sexta-feira do tênis de notícias importantes.

A ATP cautelosamente esperou Rafael Nadal não pedir convite para disputar Sófia e só então anunciou o que era mais do que óbvio e justo: Djokovic finalizará a temporada como líder pela sexta vez em sua carreira, igualando o total de Pete Sampras. Ao mesmo tempo, tira a primazia de Nadal e se torna o de maior idade a obter esse feito, aos 33 anos.

Como o Blog mostrou dias atrás, não há o que discutir. Antes de Paris, Djokovic somou 2.650 pontos a mais que Dominic Thiem no encurtado calendário. Se Nadal ganhar Bercy, ficará ainda assim 2.015 atrás do sérvio. Nole ergueu até agora quatro troféus – Austrália, Cincinnati, Roma e Dubai – e ainda chegou à final de Roland Garros. Foram 39 vitórias em 42 possíveis, com série invicta de 26.

E a luta por façanhas em 2020 ainda não terminou para ele. Descansado, buscará dentro de oito dias o sexto título no ATP Finals, o que igualará outro recorde de Roger Federer e novamente deixará Sampras para trás.

Vagas definidas
Mesmo com a derrota acachapante diante de Daniil Medvedev, ‘El Peque’ confirmou a oitava e última vaga no Finals de Londres, um grande prêmio para sua carreira. O drama argentino terminou horas depois quando Nadal virou em cima de Pablo Carreño e acabou com qualquer disputa.

Ainda em cima de Londres, a excelente notícia foi o avanço de Melo e Lukasz Kubot para a semi em Bercy, o que também garantiu a parceria pelo quarto ano seguido no torneio que encerra a temporada. Aliás, Melo jogará seu oitavo Finals consecutivo, já que participou de outros quatro com Ivan Dodig. O mineiro chegou a duas decisões, uma com cada parceiro.

Nadal perto do sonho
Como aconteceu na estreia, Rafa começou mal, correu alguns riscos no segundo set e só então achou seu melhor tênis. Carreño esteve talvez mais perto de ganhar do que Feliciano López, mas falhou mentalmente quando tudo indicava um tiebreak tenso. E aí desabou.

Faltam assim dois jogos para enfim Nadal conquistar Bercy. O próximo adversário é Alexander Zverev, alguém que já lhe deu muito trabalho, ainda que o placar geral seja de 5 a 1. A única vitória do alemão aconteceu justamente no duelo mais recente, no Finals do ano passado.

Na outra semi, duelam Medvedev e Milos Raonic. O russo parece reanimado, fez belíssima partida contra Schwartzman e tenta disputar sua primeira final em 13 meses. De quebra, irá superar Federer e retornar ao quarto lugar do ranking. O russo levou a melhor nos dois confrontos diante de Raonic, e em pisos velozes, o que lhe dá certo favoritismo. Vale recordar que o canadense, finalista em Cincinnati deste ano, não ganha um torneio desde janeiro de 2016.

E mais
– O domínio de Djokovic nesta década foi notável. Ele também terminou como número 1 em 2011-12, em 2014-15 e em 2018.
– Em 10 dos últimos 11 anos, o número 1 de final de temporada tem sido Djokovic ou Nadal.
– Desde 2004, apenas Murray quebrou a hegemonia do Big 3 na ponta do ranking ao fim de um calendário, em 2016.
– Berrettini e Monfils ainda não podem comemorar a nada desprezível vaga de reservas em Londres, onde se ganha para só treinar. Isso porque Raonic ainda pode ganhar Paris e Shapovalov, que está apenas 45 pontos atrás dos dois, jogará Sófia.
– Outra mudança no top 10 na lista de segunda-feira será Zverev superando Tsitsipas na retomada do sexto posto.


Comentários
  1. lEvI sIlvA

    Leme, meu caro, não sei se soube. A Columbia através do selo Legacy, que vive relançando clássicos do seu catálogo, nos brindou com algo fabuloso.
    Bruce Springsteen – The Álbum Collection Vol. 1
    1973-1984
    (7 primeiros álbuns remasterizados dele em vinil e cds com livreto com fotos e arte da época. 2014)
    Bruce Springsteen – The Álbum Collection Vol. 2
    1987-199?
    (4 outros álbuns de estúdio remasterizados)
    A mesma situação.
    Abraço e cuide-se por aí!

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  2. Miguel Ângelo Pereira Delfes

    Dalcim
    A achei injusto a mudança da regra neste ano de Covid-19
    Não perder pontos é um absurdo se a regra existe há tantas décadas
    Outras doenças vieram ( mesmo q não tão graves como esta ) sem q tal regra fosse mudada mesmo q por uma temporada
    Os grandes foram beneficiados , principalmente Djokovic pois assim sendo fico mais fácil p ele quebrar alguns recordes de outros tenistas do passado ou em atividade q não tiveram esta moleza ou p eles pouco significou qt a quebra de recordes como Nadal e Federer
    Na minha modesta opinião ,apenas deveriam ser mantidos os pontos dos torneios não realizados ( suspensos ) pois o jogador teria impossibilitada sua chance de os defender
    Sem querer tirar méritos de Djokovic Nadal Federer etc
    Ou estou enganado qt a regra e a mesma já é assim como falei ?
    Poderia esclarecer tal dúvida ?
    E ,se puder comentar ,qual a sua opinião a respeito ?
    Desde já obrigado

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, manter os pontos dos torneios suspensos e descontar os disputados – como vai acontecer com o Finals – tem sua lógica, Miguel. Mas vamos lembrar que isso foi decidido pelos próprios jogadores, então não há muito o que questionar.

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    2. Alessandro Siqueira

      Miguel, sob qualquer perspectiva Djokovic estaria em primeiro no ranking. Esse aponte de que está tirando proveito não procede. Há poucos dias Dalcim mesmo postou sobre isso, sobre como o sérvio ganhou mais pontos ao longo do ano. Então essa ideia de uma ressalva pairando sobre os números não tem razão de ser.

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      1. Miguel Ângelo Pereira Delfes

        Não falo apenas dele mas tb RNadal e RFederer
        Não existe lógica alguma em não perder os pontos de um torneio disputado..
        Qt aos torneios suspensos td bem ,mesmo peso mesma medida p todos
        E ,se ano q vem aparecer outra pandemia ?
        Vai ficar nesta bagunça até qd ?
        Me surpreende os próprios jogadores terem apoiado tal idéia
        Claro q esta é apenas a minha opinião

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        1. Alessandro Siqueira

          Concordo contigo que não existe lógica em manter pontos dos torneios disputados. O que não tem fundamento é dizer que isso está mudando números históricos relevantes. Djokovic está em primeiro e estaria de qualquer forma, descartando todos os pontos de 2019 ou apenas os pontos de 2019 dos torneios que foram disputados em 2020. Aliás, mantida a lógica do descarte, já teria superado o mágico #310, posto que o ranking parou por 22 semanas. Se tem algo “artificial” no ranking que você questiona, não é nada capaz de macular os números do sérvio.

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  3. Maurício Luís *

    Imagino que a foto oficial dos participantes do Finals deverá enquadrá-los de corpo inteiro. Porque se for só da cintura pra cima, vai aparecer só um pedacinho do cabelo do ‘El Peque’.
    … E achei que o Lógico iria aparecer soltando foguete com essa derrota do Nadal, mas até agora nada. Será que ele também pegou covid?

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  4. Thomaz Cardoso Leite

    Mastre Dalcim,na sua visão o que acontece com o jogo do Nadal fora do saibro?
    Sabemos que na terra ele é praticamente imbatível,mas fora dela ele passa a ser mais “normal”.Mesmo sabendo que ele já ganhou títulos em outras superfícies sua supremacia não é a mesma.
    O que acontece vc acha ?

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    1. José Nilton Dalcim

      É uma questão de estilo de jogo, Thomaz. Ele devolve muito atrás, tem uma devolução por vezes conservadora e ainda reluta em tirar o topspin e ser mais agressivo. Claro que, como é um fora de série, muitas vezes consegue achar caminhos. Mas há momentos em que isso não funciona tão bem.

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  5. Aurélio Passos

    É preciso alertar para um FATO:
    Nadal tem UM título “apenas” (apenas entre aspas porque a maioria não tem nenhum) em hard indoor: Madrid em 2005 (e quando a final era melhor de 5, e ele virou um 0x2 no Ljubicic…
    Ou seja: hard indoor não é de jeito nenhum a praia dele…

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  6. Rafael Azevedo

    Eu falei que o Zverev era o cara que eliminaria o Nadal.
    Enquanto todos falam do Tsitsipas e o apontam como futuro número 1 (até hoje estou esperando esse jogador que todos falam), Zeverev e Medeved continuam acumulando conquistas muito mais importantes que as do grego. Amanhã, um dos 2 obterá mais uma.

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  7. periferia

    America tinha dezesseis anos quando encontrou e amou, com todo o ardor de uma alma apaixonada, um rapaz de Queens…chamado Donald…era um homem poderoso…demitia pessoas.
    Ficaram noivos.
    Logo no começo do noivado Donald pegou varíola (a espécie mais virulenta)….se recuperou…mas ficou com o rosto desfigurado…Donald perdeu sua beleza para sempre (era um homem vaidoso ).
    America pensou em romper o compromisso…por piedade…resolveu prosseguir com o noivado.
    Porém…as véspera do casamento…quando Donald estava jogando golfe…distraído…em um buraco do campo…quebrou a perna.
    Foi preciso amputa-la.
    América ficou pessimista…o casamento foi adiado novamente.
    Faltando uma semana para o casamento…Donald mexendo em uma máquina agrícola….perdeu o braço.
    Era enorme a sua aflição..por ver seu noivo abandoná-la pedaço por pedaço.
    Novamente América teve a intenção de acabar com o noivado e novamente o amor triunfou.
    Foi adiado o dia do casório…o infortúnio continuou…de novo turvou-se o céu com as nuvens da desilusão.
    Donald caiu doente com um acesso de erisipela e foi então que perdeu um dos olhos.
    Mesmo assim o casamento iria acontecer…
    Chegou o dia…depois de 4 anos de uma relação difícil.
    A igreja cheia…América…linda com um vestido magnífico (o vestido parecia a estampa de uma bandeira).
    Durante a cerimônia…o pastor indagou aos presentes se alguém tinha algo contra aquela união…
    O pastor olhou incrédulo…todos presentes levantaram e protestaram contra aquela união.
    América olhou para o Donald….e com um sorrisinho maroto disse:
    Vox Populi…vox dei.

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  8. Sandra

    Dalcim ,eu não sou torcedora do Nadal , mas tenho uma curiosidade , tempos atrás ele conseguia vencer em quadras duras , e agora não mais , foi o físico que caiu ? Aliás quantas vezes Nadal ganhou Wimblendon e quantas ganhou o us open?

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      1. Sandra

        Eu entendi , mas o que perguntei , pelo menos sempre vejo nos seu comentários , e que para o Nadal seria mais
        Difícil ganhar em quadras duras , mas sempre foi assim ? Isso porque antigamente ele ganhava mais , passava a sensação de não ter essa dificuldade toda em quadras duras

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  9. Rodrigo S. Cruz

    É aquilo que eu falo.

    Basta o Nadal pegar alguém um pouco mais gabaritado que ele toma pau em quadra rápida…

    Ele é insuperável e o melhor tenista que já existiu em quadras de saibro.

    Mas nas hards é outra conversa.

    Ele vai se aposentar sem um único ATP Finals…

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  10. Paulo Almeida

    É, complicado pro Nadal arrumar alguma coisa em hard indoor.

    Assim DjokoGOAT continua com a mesma vantagem e vai caminhando fácil pras 311 semanas.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não li nada ainda a respeito, Helena. Acho que o Felix precisa mais de ajuste emocional do que técnico, então eu imaginaria num treinador que tenha essa capacidade e principalmente experiência no circuito. Um Lendl seria perfeito.

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  11. Enoque

    O Djoko vai aparecer com 2.180 pontos na frente do Nadal, além de terminar o ano em primeiro, tem muita chance de permanecer por vários meses de 2021, já que não descarta 2.000 na Austrália, 600 na ATP Cup e 500 em Dubai. Quando começar o descarte, em março, ele tem pouco a defender, 45 em Indian wells e 90 em Miami. Só em maio começa a defender muitos pontos, 1.000 em Madrid e 1.000 em Roma. Esta é a quinta sequência longa do Djoko. Nenhum tenista, antes, havia conseguido mais de 2 sequências longa.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Tadinho.

      Se pegasse o Federer numa quadra dessa, o Touro voltaria pro vestiário pedalando uma CALOI.

      E olha que nem provocando eu estou, hein…

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    2. Vitor Hugo

      Acha mesmo que um certo suíço seria um atalho pra Nadal em uma hard infoor, sendo que:

      – Federer tem 5 x 1 contra Nadal neste tipo de piso
      – A partida mais rápida disputada entre os dois na história foi em 2012. Roger vencer por 6/0 e 6/3 em menos de uma hora.
      – A única vitoria de Rafa foi em 2013, pior ano da carreira do suíço em que Federer jogou praticamente o ano todo com as costas lesionadas, e mesmo assim o jogo foi equilibrado.
      – Nadal não vence Federer desde 2014 nas hards . Seis vitórias seguidas do suíço.

      Bom não surpreende vindo de um alienado ignorante.
      Antes vc até agregava alguma coisa aqui, apesar da sua falta de intimidade com o esporte.
      Agora além de não agregar nada, vc se tornou um anti-Federer e anti-federista. Ainda dá tempo de mudar!

      Na testa sim! Quis humilhar mesmo!

      Abs

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      1. Paulo F.

        Tu não humikha ninguém, é o que mais passa vergonha por aqui. E quem falando de falta de intimidade com o esporte? Só sabe falar de Federer, Federer, Federer. No dia que Federer aposentar, é capaz até de parar de acompanhar tênis.

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        1. Vitor Hugo

          Aliás várias vezes escrevi aqui sobre Nadal, Novak, Kyrgios, Fognini, Stan, Thiem e etc… Deixa o ranço de lado, tenha um pouco de boa vontade, abra a mente saberá que pra mim o tênis não se resume a Federer. Só defendo o meu ponto de vista e porque considero o suíço o melhor e maior da história. E não abro mão dá minha maneira de pensar. Assim como não abro mão de rebater ninguém.

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  12. Luiz Fernando

    M E D I O C R E, não ha outra definição para a atuação de Rafa hj; talvez pífia se encaixe bem também. Devoluções horríveis, péssimo desempenho no segundo serviço, falta de agressividade. Por outro lado Zverev jogou muito bem, não se abateu quando quase se perdeu no segundo set e o resultado foi incontestável. Se estas reações favoráveis forem fruto do trabalho do Ferrer talvez ele esteja a caminho do equilíbrio q ha muito procura; pessoalmente me surpreendi com seu comportamento nesse torneio realizado em meio a essa polemica com a ex-namorada, achei q isso comprometeria seu desempenho, pois seu aspecto mental sempre foi deficiente. Quanto a Rafa, outra chance como essa p vencer Paris dificilmente surgirá. Mas essa partida apenas ratifica a limitação q ele tem nestes pisos rápidos indoor…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Parabéns pleo comentário, Luiz.

      Os torcedores do Rafael Nadal dão um banho em boa parte dos torcedores do Djokovic.

      São lúcidos e verdadeiros intelectualmente.

      Luiz, eu não acho que o Nadal teve uma atuação pífia.

      O que eu achei é que como você disse por último o espanhol tem uma limitação real nesses pisos rápidos indoor.

      Mas acho que ele fez o que podia…

      Responder
    2. Luiz Henrique

      Tb esperava um pouco mais do Nadal, já que esse ano está descansado fisicamente e mentalmente.
      Aquela teoria do Leo Gavio foi por água abaixo, qual seja: de que Djoko perdeu pro Sonego de propósito pra chegar sem favoritismo pq Nadal ganharia Paris.
      Djoko vai ser o favorito óbvio.
      Mas claro q outros podem ganhar tb..

      Responder
  13. Vitor Hugo

    Federer x Nadal:

    Austrália Open: 6 x 1 para o suíço
    WIMBLEDON: 8 x 2 para o suíço
    U. S open: 5 x 4 para o suíço
    Roland Garros 13 x 1 para o espanhol

    Federer tem ampla vantagem tanto na Austrália quanto Londres, e vantagem no U.S Open.
    Nadal tem ampla vantagem em RG.

    Conclusão: Federer ter um equilíbrio maior em conquistas nos slam diferentes. Leva vantagem em 3 dos 4 slam.
    É melhor em dois dos três pisos que o esporte é disputado. Não existe qualquer dúvida que é melhor que Nadal e o melhor da história, com disparidade sobre os demais.

    Responder
  14. Eduardo

    Oi Dalcim, vi um comentário há uns dias atrás (infelizmente não lembro bem onde nem quem o fez) falando que o tênis seria um esporte que naturalmente favorece um jogador canhoto, ou seja, um esporte “feito” para ser melhor ou mais facilmente jogado por um canhoto. Não consegui entender bem o porquê disso. Poderia me comentar se isso procede e por quê ? Obrigado !

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Canhotos levam vantagem na grande maioria dos esportes, Eduardo, porque são minoria. Os próprios canhotos têm dificuldade de achar um outro para treinar quando precisam. No caso dos esportes com bola – tênis, tênis de mesa, vôlei – o efeito ainda vem ao contrário do normal, mas vemos isso também por exemplo nas lutas. Essas seriam as vantagens naturais. Outra teoria é que o comando cerebral das atividades esportivas está localizado no lado esquerdo e isso diminuiria o tempo de reação, dando outra vantagem.

      Responder
  15. L. Felipe

    Oi Dalcin!

    Sou matemático e estou louco fazendo conta aqui, já há alguns dias. 🙂 Melo e Kubot podem ficar empatados com Murray se a dupla dele for campeã na Bulgária e Melzer utrapassá-los. Como é a regra de desempate? Procurei em vários lugares esta semana e não achei. Fiquei surpreso de ver a confirmação da vaga sem a uma nota explicando o desempate. Nas simples valem os pontos de GS e M1000, mas como as duplas não são obrigadas a jogar, acho que não é isso, certo? Porque se fosse eles perderiam… Acredito que seja menor número de torneios, que acho que é o que define o desempate no ranking de entradas. É isso? Ou seria o próprio ranking de entradas?

    Um abraço,

    Felipe

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, não existe esse item no regulamento do Finals, Felipe. A conclusão natural é que seja obedecido o critério do ranking de duplas, que é o menor número de torneios jogados. A confirmação foi dada diretamente pelo Marcelo Melo, que consultou a ATP em Paris logo após sua partida. Abs!

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  16. Daniel

    Fica muito claro que Nadal não é 70% em quadra dura do que o é no saibro. Mas que vontade, que compromentimento!
    O Wawrinka está com seios e sua b… está parecendo a da Serena Williams.
    Se perder uns 8 (OITO!!!) quilinhos ainda deve dar muito trabalho aí no circuito. Resta saber se tem vontade pra isso.

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  17. Paulo F.

    Rafael Nadal já é melhor e maior do que Roger Federer.
    Agora Novak Djokovic ultrapassa o suíço em temporadas como o número 1.
    Continuo na torcida para que ambos deixem o suíço em terceiro nos recordes entre os três.

    Responder
  18. periferia

    Olá
    Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública ….66 mil mulheres são vítimas de estupro no Brasil por ano…são 180 estupros por dia.
    Sendo que metade (52%) são meninas com menos de 13 anos (13 anos!!!…são crianças..)
    Cerca de 1200 delas… foram mortas (feminicídio) pelo simples fato de serem mulheres.
    Sem contar milhares que sofrem outros tipos de violência.

    Acredito nelas…em cada uma delas.

    Responder
  19. José Alves Aragão

    Dalcim,lembro que vc respondeu a um de seus internautas ainda em 2015 quem seria o tenista capaz de terminar a hegemonia do Big 3 no número 1 com uma resposta única e sucinta: “Murray”. Um ano depois vc vai lá e acerta já em 2016 com uma escrita que se mantém até hoje.(único capaz de furar a hegemonia em 16 anos rsrs) .Acredito que vc seja o melhor analista de tênis da América latina! Parabéns pelo trabalho

    Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Aos 33 anos, Djokovic se torna o tenista de maior idade a terminar uma temporada como número 1, tirando a primazia do Nadal, que detinha a marca com 32 anos, já que terminou como 1 no ano passado.

        Responder
  20. Marcelinho

    Shapovalov merece muito terminar esse ano no top 10, diferente de Monfils, que me parece que desapareceu depois de um começo ruim, e principalmente de Berrettine, que sofreu o “Efeito Jack Sock”

    Responder
  21. Maurício Luís *

    Uma coisa que acontece muito na Fórmula 1 – e que eu DETESTO – é o tal “jogo de equipe”. Como já está + do que classificado pro Finals, Nadal poderia muito bem não “se matar” pra virar o placar em cima do compatriota e deixá-lo ir à semi pra tentar vaga. Daí o Finals poderia ficar com 2 espanhois.
    Mas embora eu sempre critique a estética do jogo dele (tão ‘bonito’ quanto uma trombada entre a ambulância e o carro da funerária), há que se admitir que ele tem caráter suficiente pra não fabricar essas “marmeladas” que sempre existiram na Fórmula 1 e que tiram o interesse do esporte.
    Além do mais, o esforçado ‘El Peque’ mereceu por demais esta vaga, uma vez que a maioria dos seus pontos foram obtidos nesta reta final deste conturbado segundo semestre. Está em grande fase.
    Uma façanha, pra quem saca na mesma velocidade de algumas das mulheres…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Tudo bem , Maurício. Mas o Mundial de Construtores e o de Piloto acontecem simultaneamente. No Tênis é cada um por si. Nadal está lutando com Novak pelo recorde de MASTERS 1000 . Daí que se dane Carreño Busta , certo ? Abs!

      Responder
  22. Vitor Hugo

    Vamos esclarecer uma coisa. Nadal é o melhor tenista da história no saibro, que é o piso que mais exige do físico e mental, que são as melhores qualidades do espanhol, que ainda por cima sabe dar balão como ninguém. Seu feito de ter vencido 13 vezes em RG é inigualável, fantástico, mas é no saibro, onde a concorrência é menor.
    Além do mais, Rafa não está entre os cinco melhores de todos os tempos nas hars e muito provavelmente entre os 10 melhores na grama.
    Comparando com Federer, o suíço é o melhor de todos os tempos na grama e hars, e ainda que um ou outro predira Novak nas duras, Fererer, na pior das hipóteses, é o segundo.
    O suíço tem vantagem no h2h contra o baloeiro tanto na grama quanto nas duras. Títulos de slam então, a diferença é grande nas duas quadras. E a vantagem no h2h é devido a grande quantidade de jogos na terra e poucos no piso verde.

    Só pra lembrar as palavras do grande Ivan Lendl:” Trocaria todos os títulos meus em Roland Garros por um em Wimbledon “. Diz muito sobre qual slam é maior e mais importante.

    Federer é o detentor do recorde de títulos no maior slam de todos e piso mais difícil de ser jogado, antes e depois da padronização.

    Não tem qualquer cabimento dizer qur o espanhol é melhor que o suíço. É um absurdo! Assim como dizer que a terra é quadrada.

    Sobre o torneio fraco e esvaziado de Paris, td aberto. Não tem nenhum grande nome das hards indoor. Medvedev me parece o nome mais forte e favorito pra vencer o torneio.

    Responder
    1. Antônio Luiz Júnior

      Esvaziado Master 1000 de Paris no??? 7 top 10 presentes. Federer que está se recuperando de cirurgia e Djokovic que simplesmente não foi por opção, não estão presentes. Desvalorizar as conquistas, (leia-se vitórias) baseado em preferência, é no mínimo dor de cotovelo… Nadal tem menos títulos em quadra dura e grama, é um fato, assim como sempre foi muito bem nos dois pisos, inclusive com títulos de GS conquistados. Acho que respeitar toda sua história no tênis é mínimo necessário.

      Responder
    2. Luiz Henrique

      Victor Hugo, seu comentário foi bem ponderado e respeito bastante suas opiniões.
      Mas vou aproveitar para fazer um contraponto a um ponto específico, uma palavra que já vi os torcedores dos 3 jogadores usarem aqui no blog nas discussões sobre Goat: concorrência.
      Primeiro quero deixar claro que é meio óbvio que nessas discussões de Goat, sempre vai haver alguma subjetividade, o que é normal.
      Por exemplo, quando se diz que Federer tem mais títulos do que Nadal em 3 dos 4 GS, isso é um fato. Se esse fato é ou não decisivo na discussão, vai da opinião do comentarista, mas acho um argumento aceitável, pelo menos se baseia em um fato e tenta discutir a relevância deste fato para a discussão. O mesmo pode ser dito sobre títulos de ATP Finals, semanas como nº 1, h2h, todos fatos, números, que podem ser trazidos para a discussão e acho aceitáveis, embora subjetivos, embora subjetividade não seja nenhum problema per si.
      Agora essa palavrinha chamada “concorrência”, eu acho ela um besteirol total. E digo isso em relação a todos que utilizam essa palavra, em qualquer contexto, seja a favor de qualquer um dos Big 3.
      Primeiro tem o besteirol de que Federer não teve concorrência até 2007, “entressafra” e etc. Depois vem o besteirol de que Djoko não teve concorrência na última década porque Federer estava velho e Nadal vivia lesionado. E por último o besteirol de que no saibro Nadal não teve concorrência.
      E por que minha implicância com essa história de concorrência?
      Porque não acredito em dinheiro de graça em nenhum lugar do mundo. Não existe almoço grátis!!
      Onde tem altas quantias de dinheiro em jogo, TEM CONCORRÊNCIA.
      As outras discussões, títulos disso, títulos daquilo, semanas como nº 1, etc, embora seja subjetivo qual número é mais relevante ou não, pelo menos são números, fatos. Até o argumento de que “Federer joga mais bonito”, embora subjetivo, é quase um fato.
      Agora essa ladainha de concorrência, não se baseia em fato, e sim numa fantasia. Na fantasia da facilidade, do almoço grátis, da “oportunidade”. Quem acredita realmente nisso, tem tendência de cair em golpes como este aqui:

      https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/11/05/influencer-perde-r-30-mi-de-investidores-apos-operacao-na-bolsa.htm

      E repito, nada contra a subjetividade, e respeito os argumentos de todos, inclusive o argumento de que Federer seria melhor que Nadal por ter ganhado mais em 3 dos 4 GS. Não é um argumento ruim, embora eu seja torcedor do Nadal.
      Agora essa ladainha de concorrência, é sempre bullshit. Seja “contra” quem for, Federer, Nadal, Djokovic, Sampras, quem seja. A não em épocas que não havia altas premiações em dinheiro nos torneios. Aí sim talvez não houvesse concorrência. Não existe dinheiro grátis no mundo.
      Eu ainda poderia ironizar dizendo “quem souber aí de dinheiro fácil no mundo me avise”, mas nem essa brincadeira vou fazer, pq quero passar longe de golpes.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Puxa.

        Perfeito o teu comentário, Luis Henrique.

        Que diferença de um comentário racional e desapaixonado assim, pro tanto de lixo que alguns nolistas escrevem…

        Assino embaixo, parabéns!

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Eu também assino.
          Agora seria de bom tom, tu acrescentares a palavra “alguns” antes de nolistas, pois há nos três seguimentos opiniões sensatas e descalibradas. Nosso colega V. Hugo é 110% federista, não se importando com fatos.

          Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Vitão,

      E precisar falar mais o que?

      Vinte a vinte, com ZERO Finals, e CEM semanas a menos como número 1.

      O Nadal deixou o segmento Jim Jones numa sinuca de bico agora…

      Maior como? (rs)

      Na grama e nas hards, sem nenhum exagero, o suíço INTUBA o Nadal hoje em dia.

      ” Ah, mas o Nadal intuba o suíço no saibro”.

      Sim. 2 x 1 em superfícies hegemônicas!

      Acabou… (rs)

      Sem falar da estética dos estilos, né.

      O fabricante de balões de São João contra o “tenista de smoking”.

      (rs)

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  23. Sérgio Ribeiro

    E como afirmamos de esvaziado o MASTERS 1000 de Paris não tinha nada . Tínhamos 7 Tops 10 presentes , e entre eles Rafa Nadal. E à presença da Nova Geração em Semis , já virou rotina . Rafa Nadal pra finalmente levar Paris , vai precisar bater dois oponentes que já bateram o N 1 em MASTERS , Medvedev e Zverev . Dois com presença garantida no FINALS . Caso seja o Gigante Raonic , este está na sua décima terceira Semi de MASTERS 1000 , com um Título. Milos precisou de 30 Aces e salvar dois Match Points, para tirar outra grande jovem promessa, o excelente Francês Ugo Humbert de 21 . Convenhamos que esses oponentes, neste piso , são carne de pescoço. Se levar o Espanhol vai ter muito o que comemorar . Abs !

    Responder
  24. Jonas

    Feito absurdo do sérvio, quem imaginaria isso em 2010, 2011?

    Nos próximos anos as coisas tendem a ficar mais difíceis pra ele. Ganhar três ou quatro Slams não será tarefa fácil.

    Obcecado por recordes do jeito que é, continuará se esforçando ao máximo. O que está mais ao alcance do sérvio é vencer mais um finals e ter no currículo uma medalha de ouro nas olimpíadas.

    Como o sérvio é um jogador bem regular, deve continuar colecionando semanas como número 1 para a frustração do Ronildo.

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  25. Leo Gavio

    O caso Zverev e a insanidade de quem acredita 100% na palavra de uma mulher ou de um homem, tanto faz:

    O mundo está realmente neurótico, uma garota que se relacionava com o jogador Zverev decidiu denuncia-lo por agressão fisica depois de mais de um ano e meio, pelo que eu li. Mal saiu a noticia, sem prova alguma, muita gente já está malhando o sujeito, apenas indo na onda do paradigma “de que a mulher é mais fragil e por isso é verdade o que ela diz”. Ou seja, a presunção de inocência foi pra vala do esgoto.

    Se você for homem e uma mulher te acusar de tê-la estuprado ou agredido, automaticamente tem pessoas que tomam como verdade absoluta. E

    É tão estúpido, é tão parvo, que eu fico as vezes perplexo. O caso mais emblemático é o da Najila vs Neymar, já estavam enforcando o sujeito em praça publica, se ela não fosse tão amadora, Neymar estaria ferrado, o proprio video liberado por ela, deixou claro a farsa.

    Contudo, apesar de existir muitos, muitos casos de violência contra mulher, o que mais tem, também, são mulheres que, por uma gama imensa de motivos tenta, por vingança, interesses escusos ou até problemas mentais, prejudicar o ex-companheiro.

    A moda do “me too” veio mais pra fazer injustiça e do que justiça, tornou indiscutível a palavra de mulheres, simplesmente por serem mulheres. Qualquer ato criminoso deve ser denunciado, investigado e julgado, tratar como fato é assassinato de reputação. Esses casos sempre deveriam ser tratados em segredo de justiça, a moça foi fazer a denuncia na TV Russa. Claro, um tribunal de rua funciona melhor que ir, em pleno século 21, numa delegacia, numa promotoria.

    Esse tipo de mulher que faz isso deveria ser severamente punida assim como reais agressores, geralmente elas não possuem prova, o objetivo é tumultuar a vida do sujeito, conseguir autopromoção ou conseguir indenização, ou apenas se vingar.

    Enquanto NADA for provado, palavra não serve para NADA. Zverev é inocente e quem discorda, pegue as provas, faça a denuncia e depois retorne aqui com a sentença condenatória.

    Chega de justiçamento.

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    1. Miguel BsB

      Perfeito! Concordo com você!
      Disse ha uns 3 posts atrás…a mulher agredida DEVE, logo após as agressões ou tao logo possa, ir à uma delegacia e fazer a ocorrência e o corpo de delito. Esse é o procedimento correto num estado de Direito.
      Ficar acusando sem provas 1 ano e meio depois me cheira a armação…nesse caso, ela que se arrisca a tomar um processo por calúnia e difamação, e tb ter que ressarcir financeiramente a parte ofendida.
      Antes que venham relacionar com o recente caso da moça de SC, ela tomou todos os procedimentos corretos logo após o acontecido (queixa crime e corpo de delito), as provas, na minha opinião, eram fartas, mas o judiciário e o MP “falharam” em condenar o indiciado. A repercussão negativa gigantesca é correta e deve alterar a situação…

      Responder
      1. periferia

        Olá Miguel
        Apenas fazendo um contraponto.
        O bilionário Jeffrey Epstein….abusou de centenas de adolescentes (meninas de famílias simples)…inclusive existem indícios de pessoas poderosas que participaram desses abusos (Clinton…Trump…Príncipe Inglês).
        Essas adolescentes….apenas 10 anos depois conseguiram acusar o predador bilionário.
        Epstein foi preso e condenado (suicidou-se na prisão).
        Muitas vezes o tempo não é algo importante.
        Algumas vezes uma criança não consegue compreender que está sendo abusada….outras apagam a experiência cruel.

        Abs

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Exatamente isso também.
          Sem contar o medo da represália ou sabe-se lá o que depois de uma denúncia. Proteções às vítimas ou testemunhas são mais eficientes em filmes.

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      2. Santos

        O zverev sempre teve um comportamento absolutamente deplorável com os treinadores. O comportamento dele com o Lendl foi canalha, e olha que esramos falando de um cara respeitadíssimo. Imagina o que ele faria com uma mulher que ele não tem um pingo de respeito. Acredito completamente na moça.

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  26. Luiz Henrique

    Dalcim, parabéns pelo trecho “nesta década”.
    A década vai de 2011 a 2020. Em 2021 começa a próxima.
    Ao contrário de toda a besteirada que falaram que em 2019 terminava uma e 2020 começava outra.
    Eu acho que Djoko vai ser o primeiro a ser nº 1 aos 40 anos…

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    1. DANILO AFONSO

      Caramba !! 40 anos, Luiz ??

      Com 36 anos já acho uma tarefa difícil com a nova geração cada vez mais subindo o nível. Mas tomara que você esteja certo.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      O parceiro e ‘ o torcedor do Nadal mais Djokovista do Planeta kkkkkkkkkk . E os caras ainda insistem com o papinho de Terceirização rs . Novak Djokovic não está mostrando em quadra , a meu ver , condições pra tanta longevidade . Ao contrário, a dificuldade nas FINAIS do AOPEN 2020 e RG 2020 , devem ser uma constante, Seu nervosismo no USOPEN 2020 não foi atoa. A conferir. Abs!

      Responder
    3. Vitor Hugo

      Novak está tendo a moleza que Federer não teve. Quando o suíço tinha 33/34 anos, teve que enfrentar Rafa e Djoko com 27/28 anos, no auge físico e técnico.
      Qual jovem jogador o sérvio tem que enfrentar hj com a mesma idade que ele tinha quanto Federer já era um trintao?

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  27. José Eustáquio Masculino Cruz

    Caro Dalcim. Boa noite estava eu vendo o jogo do Rafael Nadal e mais uma vez guru vi o quanto é dificil ganhar do Espanhol,ai alguém pode dizer mas o Busta baixou o nivel mas veja o espanhol é um jogador que não entrega o osso ele dificilmente perde sem lutar muito o que eu tenho comigo que o oponente tem que acertar tudo e não venham com essa que ele não está devolvendo bem :é bem verdade que precisá melhorar mas se o Busta um cara que joga muito no piso duro e coberto arrioi imagina.só tenho a dizer uma coisa para o cara acertar tudo linha ,saque e ai talvez pode ganhar do espanhol é muita estabilidade emociona o Espanhol tem equilibrio e ao passar dos jogos ele vai se soltando é incrivel a melhor chance de qualquer um dos tops ganhar do Nadal é primeira rodada já houve casos que perdeu na terceira mas se for contar não tem graça.O espanhol dalcim gostaria com o seu conhecimento definir ele como jogador por favor?

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    1. José Nilton Dalcim

      Em poucas palavras, Nadal tem condicionamento físico e capacidade mental muito acima da média, o que por si só já seria um diferencial e tanto. Mas ainda por cima é canhoto e joga com efeitos pouco usuais. Nesse conjunto, se tornou um tenista único na história.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Pois é.
        Dos três componentes indispensáveis a um tenista: técnica, físico e cabeça, segundo um colega acima, Nadal tem esses mesmos dois destacados por você em excelência. Mas ele também acha que Nadal tem “apenas” isso.

        Responder

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