Paris, toujours Paris
Por José Nilton Dalcim
4 de novembro de 2020 às 20:07

Rafael Nadal começou nervoso, como não poderia deixar de ser. Seu reencontro com a quadra dura, onde pisou pela última vez em março, ainda era diante de um amigo e parceiro de duplas e treinos, o experiente e talentoso Feliciano López. Perdeu o primeiro set, precisou do tiebreak no segundo e por fim jogou mais solto para atingir mais uma façanha, a 1.000ª vitória.

Nadal entra para o restritíssimo clube que tem Jimmy Connors (1.274), Roger Federer (1.242) e Ivan Lendl (1.068) com quatro dígitos de vitórias. Entre todos, o espanhol é quem possui melhor aproveitamento: 83,2% de sucesso, contra 82,1% do suíço, 81,8% de Connors e 81,5% de Lendl. Isso porque Rafa soma 201 derrotas até agora.

O indiscutível ‘rei do saibro’ tem 91,8% de vitórias na terra (445 vitórias e 40 derrotas), mas em números absolutos ele ganhou mais no piso duro (482). No rol de seus triunfos, destaquem-se os 282 em Grand Slam – apenas 39 derrotas -, os 387 em nível Masters, os 100 em Roland Garros e os 21 em cima de um líder do ranking, recorde que aumentou na recente final contra Novak Djokovic.

A caminhada de Rafa para chegar à milésima vitória começou ainda aos 15 anos, quando derrotou o paraguaio Ramon Delgado, então 81º do mundo, no ATP disputado em Mallorca, uma época em que ainda competia no nível future. Logo depois, abandonou os estudos para se dedicar integralmente ao tênis.

Na temporada seguinte, ganhou seu primeiro challenger, furou o quali e venceu duas rodadas nos Masters de Monte Carlo e de Hamburgo, o que lhe deu ranking para entrar diretamente em Wimbledon e surpreender o super-sacador Mario Ancic logo na estreia. Era sua primeira vitória em Grand Slam, ironicamente sobre a grama.

Em pelo menos nove temporadas de sua carreira, Nadal venceu no mínimo 60 jogos. Seu recorde pessoal veio em 2008, com 82. Não menos incrível é sua marca de 95,2% de sucesso após vencer o primeiro set – ou seja, levou apenas 45 viradas.

Quatro jogadores foram batidos mais de 20 vezes pelo canhoto espanhol: Djokovic (27), David Ferrer (26), Federer (24) e Tomas Berdych (20), mas o maior ‘freguês’ talvez seja Richard Gasquet, que perdeu todas as 16 tentativas.

Em mais um ano em que Paris lhe dá tantos feitos históricos, talvez seja enfim a vez de conquistar o Masters de Bercy. Livre do nervosismo de estreia, é favoritíssimo contra Jordan Thompson, pode reencontrar Pablo Carreño e fazer semi diante da nova geração, seja Alexander Zverev ou Andrey Rublev ou quem sabe apareça Stan Wawrinka.

Do outro lado da chave, Diego Schwartzman encara Alejandro Fokina e pode cravar vaga no Finals se bater depois Daniil Medvedev ou Alex de Minaur. Com a queda de Stefanos Tsitsipas na estreia para Ugo Humbert, qualquer coisa pode acontecer num setor que tem ainda Milos Raonic e Marin Cilic.


Comentários
  1. Rodrigo S. Cruz

    É bem difícil para qualquer um de nós criticar quem a gente gosta.

    Desde que comecei a acompanhar tênis, na virada do milênio, o Wawrinka é para mim um dos tenistas mais espetaculares.

    Toda partida que eu sei que ele vai estar, eu já preparo a pipoca aqui, e anseio pelo começo (rs)

    O Stan tem um jogo vibrante.

    Golpes de cair o queixo de qualquer um que goste o mínimo de tênis.

    Mas é foda que tanto tênis seja controlado por um cérebro como o dele.

    Ficou claro que o Zverev já tinha manjado os slices do suíço, depois daquilo funcionar brevemente.

    O Wawrinka teimou, mas tudo bem – qualquer um erra na tática.

    O que de longe me IRRITA mais no suíço é em vários momentos ele fazer o seguinte:

    se ele sente que as coisas desandaram um tiquinho para ele, começam erros e erros em profusão!

    Uma onda de descontrole paira sobre ele, e ele passa a escolher o golpe errado e a falhar na execução.

    Foi boçal a virada que ele tomou do Zverev, no segundo set, sacando em 5/4 e liderando o game.

    O alemão já parecia até conformado com um 3° set, quando então vieram 2 forehands ruins do Wawrinka, e a quebra.

    E no tie-break o suíço passou a errar tudo – primeiro saque, forehand, slice, backhand… you name it.

    Há muito tempo, o Nélson Piquet foi um convidado do programa “Jô Soares Onze e meia”.

    ” Idiota veloz”, foi essa a forma com que ele se referiu ao Nigel Mansell, arrancando risadas do apresentador…

    Parafraseando o Nélson, eu diria que o Wawrinka é quase “um idiota talentoso”.

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  2. Paulo Almeida

    É, o balofo Wawrinka já tinha feito sua graça no torneio eliminando o Salsicha. Vá fazer um regime.

    E agora acho que teremos um grande jogo entre Nadal e Zverev.

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  3. Luiz Fernando

    Zverev venceu bem e me parece um duro adversário p Rafa amanhã. Agora o destaque do torneio foi o retorno do Wawrinka ao bom nível de jg, a competitvidade, coisas q demonstrou claramente ontem e hj, o q não vinha acontecendo. Aliás hj ele teve o set 2 na mão, mas desperdiçou as chances com erros bobos…

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    1. Sérgio Ribeiro

      O problema é que STANIMAL por ter feito 4 FINAIS de SLAM e vencido 3 , todos esquecem que o Suíço somente venceu Um MASTERS 1000 e no … Saibro. Agora aos 35 , sinceramente acredito que seu tempo de grandes conquistas já passou. Zverev não precisou do seu melhor pra vencer . E como com Ferrer jogou 5 horas em dois jogos , com apenas três duplas-faltas no total , deve dar grande trabalho para o Espanhol. Abs!

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  4. Sandra

    Dalcim, tenho visto pouco o master de Paris, mas você ainda acha que o Rei do tie break e o Djokovic ? Será que você não se confundiu e trocou Djokovic pelo Nadal ? Rssss

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  5. Rafael

    Comunicado ATP/Conselho de Jogadores:

    PREMIAÇÃO EM 2021:

    (…) O CONSELHO votou A FAVOR de mudar a distribuição dos prêmios em $$, DIMINUINDO UM POUCO os prêmios de qualificatórios e rodadas iniciais e AUMENTANDO o prêmio nas rodadas mais avançadas. ESTA FOI UMA SOLICITAÇÃO DOS JOGADORES.

    O tenista Gastão Elias postou e depois apagou o seguinte texto no twitter (pq? será que levou uma prensa?):

    “Obrigado, ATP. Tenho certeza de que foi um pedido dos jogadores. a propósito, que jogadores? E as pessoas ainda se surpreendem que Djokovic crie uma nova associação de jogadores!”

    (Gaudenzi, da ATP, demagogo e hipócrita, anunciou que vai conversar com Djokovic em breve, e repetiu a ladainha do Fedal de que “este é um momento de união, não de conflitos”.)

    União desde que o status quo não mude, né?

    Enfim, a hipocrisia….
    __________________________________
    PS: A gota d´água para a criação da PTPA foi em março/abril, quando Djokovic falou com os executivos da ATP pedindo aju$$$$da aos tenistas menos ranqueados, mais prejudicados por conta da interrupção do circuito. Levou um NÃO na cara.

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    1. Luiz Fabriciano

      O que eu acho engraçado nessa história toda caro Rafael, é que há não sei quantos anos existe uma entidade dos jogadores para o esporte, que evidentemente não está atendendo os anseios desses e alguns membros dela, comodamente instalados, virem com esse papo de que o momento é de união. Há algo mais contraditório que isso?

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  6. Luiz Fernando

    Não diria q Rafa ligou o “beast mode” no terceiro set como exposto em alguns sites de torcedores dele, mas indiscutivelmente ele subiu de nível no decorrer da partida, enquanto o PCB caiu e começou a errar de forma sistemática no final. Outros detalhes q me agradaram: Rafa inteiro fisicamente, voando na quadra, e sua bola esta andando muito, algo imprescindível p se pensar em titulo em uma quadra indoor. Nesse tipo de piso não da pra aponta-lo como favorito destacado, mas q está com boa chance, isso é inegável. A propósito, faltam apenas 998 p a vitoria numero 2000 kkk…

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  7. Luiz Fernando

    Depois de muitos erros no set1 Rafa fez um set2 bem melhor. Vamos p o terceiro. Se não vencer Paris nesse ano acho difícil conseguir nos anos q virão,…

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  8. Rogério R Silva

    Boa tarde.
    Fui muito claro no que disse logo no primeiro parágrafo.
    Fazer estatísticas levando em consideração os pisos atuais é perda de tempo.
    Nos anos 80 o Nadal teria muito mais dificuldade nos outros três Slam,acredito até que não chegaria às finais.
    Wimbledon e US Open nem pensar.
    Simples assim.
    Os outros três pisos eram muito mais rápidos.
    Nunca ganharia do Sampras,Becker ou Edberg em Wimbledon e no US Open.
    Acho que Federer e Djokovic teriam mais sucesso.
    Abraços a todos.

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  9. Luiz Fernando

    Dois comentários: 1) Trump está prestando um grande desserviço à democracia, se as regras da eleição americana são essas e ele não concorda c elas não deveria ter concorrido. Vencer ou perder faz parte do jg, quando se perde q seja ao menos com decência, não da forma q ele está agindo; 2) a ex-namorada do Zverev voltou ratificou as acusações feitas em entrevista a uma revista, essa história seja qual for a verdade é simplesmente tenebrosa. Se as acusações forem verdadeiras, Zverev é um canalha e covarde de marca maior, imaginemos o exemplo e a imagem que o rebento terá no futuro do próprio pai; se forem calúnias, será mais uma tentativa de chantagem da pior espécie. Tudo muito triste…

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  10. Luiz Fabriciano

    Como o tênis e seus adeptos são interessantes.
    Ontem assisti ao último game do primeiro set entre Wawrinka e Rublev.
    O suíço tinha 40 x 15 (suiços, kkk) e de repente desandou. O set point a favor do Rublev foi uma aberração. Jogou uma esquerda para fora até da área de duplas.
    Desisti de continuar vendo.
    Hoje abro o Tenisbrasil e…
    Wawrinka virou para cima do maior vencedor de partidas da temporada.

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  11. periferia

    Nos Estados Unidos:
    Biden avança “gagueiramente” para vitória (está tranquilo) …Trump reclama da democracia americana…mesmo sendo o presidente (não está tranquilo)

    No Brasil:
    É instituído o estupro “culposo”…quando o estuprador não tem intenção de estuprar (estranho).
    Jornalista (Constantino) é demitido depois de defender que o estupro está relacionado ao merecimento..se está bêbada…merece (estranho).
    Para nosso presidente se for feia…aí …não merece…(estranho).

    Como é difícil ser cidadão….

    Sigamos

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E a resposta da Anita pro indigente moral do Rodrigo Constantino foi perfeita!

      kkkkk

      Pena que eu não posso reproduzi-la aqui no blog…

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    2. Barocos

      Periferia,

      Vivemos num mundo machista, racista e esta dita “nova direita” não tem nada de nova, são um amontoado de pessoas altamente verborrágicas e vomitais, dispostas a demonstrar toda a sua intolerância, preconceitos e ignorância acerca do mundo, mesmo quando não foram convidadas. São fartamente documentados os casos históricos trágicos que este tipo de gente desencadeou em períodos negros das sociedades e o descalabro das suas argumentações estão presentes nos dias de hoje, ainda que sob um verniz ligeiramente diferente por fora, mas igualmente pútrido e abominável no cerne. Aliás, vemos isto tanto na dita direita quanto na esquerda.

      Como você bem sabe, aprender é trabalhoso, é cansativo e demanda muito tempo, daí a muitos optarem por confiar nos próprios “instintos”, algo nada seguro e nem um pouco sábio. Parafraseando Einstein, “Everything should be made as simple as possible, but no simpler” (tradução livre: Tudo deve ser o mais simples possível, mas não simplista).

      Só há uma maneira para avançar em sociedade, pela união e pela concessão ponderada. Sempre que você ouvir um discurso divisionista, triunfalista e supremacista, desconfie das intenções do interlocutor, de sua sabedoria e da bússola moral do mesmo.

      Novamente, é um prazer encontrar contigo por estas bandas.

      Saúde e paz.

      PS.: aviso aos incautos, não sou de direita e nem de esquerda, sou humanista e não compactuo com as teorias meritocráticas que são tão amplamente utilizadas para justificar (e apaziguar a consciência) a nefasta diferença social, a que assistimos impassíveis, em nosso país.

      Responder
      1. Filipe Fernandes

        Caro Barocos,

        Gostei muito do seu comentário, assim como o do caro Periferia (pois, como é habitual ao ler ambos, frequentemente me levam a refletir), a respeito dos absurdos diários que ocorrem no momento atual, calcados na desfaçatez e na pura mendacidade. Compartilho das preocupações e perplexidades de vocês. É preciso nunca se render a esses absurdos e sempre buscar seguir a vida com integridade, apesar da indignação incessante que eles despertam.

        Caro, se me permite um comentário à parte, nos últimos dias tenho estado na inestimável companhia da grande Hannah Arendt (livro “Entre o Passado e o Futuro”), e, num dos ensaios de sua autoria que tive a felicidade de ler, ela, de forma muito interessante, pontua exatamente o conceito de ‘humanista’ (atitude perante a vida a qual você destaca no ps.), recuperando a sua acepção desde a época romana. Eu apreciei profundamente as palavras dela, logo gostaria de trazê-las aqui. Pode parecer (para muitos) uma questão sem importância e inteiramente inútil, mas é de imenso valor, ainda mais neste momento de desavergonhada degradação. Um grande abraço a vocês.

        “Esse humanismo é o resultado da ‘cultura animi’, de uma atitude que sabe preservar, admirar e cuidar das coisas do mundo. (…) De qualquer maneira, podemos recordar aquilo que os romanos — o primeiro povo a encarar seriamente a cultura, à nossa maneira — pensavam dever ser uma pessoa culta: alguém que soubesse como escolher sua companhia entre homens, entre coisas e entre pensamentos, tanto no presente como no passado.”

        Responder
        1. Barocos

          Filipe,

          Obrigado pelas palavras e pela referência, vou tentar encontrar para poder ler, o humanismo e o iluminismo são dois dos movimentos/doutrinas mais interessantes do ponto de vista filosófico para mim. Também são uma fonte de consolo neste tempo onde o obscurantismo e o dogmatismo religioso retornaram com força.

          Saúde e paz.

          Responder
  12. Luiz Fernando

    Rublev atropelou Wawrinka no primeiro set, demonstrando o contraste entre ambos na atualidade. Enquanto o russo está em franca ascendência, o suíço está jogando com o nome após a contusão. Resultado: 61 Rublev no primeiro set, em 30 minutos. Se não houver uma mudança radical no cenário da partida, o set2 também tende a ser desequilibrado. Alias, dos q eu vi jogar até o momento, o russo é o com melhor performance, aparentando ser o favorito p levar o torneio…

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      1. Sérgio Ribeiro

        E nós ( eu e meu filho rs ) , cravamos 2 x 0 Rublev. Só falta STANIMAL aprontar agora pra cima de Zé Verev . Seria um presente pra quem gosta de Tênis arte . Abs!

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        1. Luiz Fernando

          Sabe Sérgio eu não via como o Wawrinka nessa fase atual pudesse vencer o Rublev, que vinha se destacando, em especial depois do 61 do primeiro set imaginei algo parecido no segundo. Mas aí ele se transformou e venceu com méritos. E olha, acho q tem uma boa chance de passar pelo Zverev hj, pois o alemão não teve uma atuação consistente ontem, além de estar com a história da ex-namorada na cabeça. Vamos acompanhar. Abs.

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Lá no face do TênisBrasil , já mostraste a tua cara , meu NOBRE. Sacaneia o Craque Suíço a dar com o pau. Quero ver por aqui também rs . Como apreciador de Tênis és um grande ” matemático” kkkkkkkkkkk . Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps . E quanto ao DeLorean , gostei. Apareceu no “ De volta para o Futuro “ . Esse eu vi umas vinte vezes rsrsrs . Tudo a ver com a galera de Roger Federer kkkkkkkkkkkkk Abs!

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        2. DANILO AFONSO

          Vdd nobre Sérgio !! Lá além de apresentar alguns números, eu também aproveito para tirar uma onda com a galera, mas sempre sem ofender quem pensa diferente. Como eu utilizo aqui no blog o mesmo nome do facebook, as coisas proveitosas e descartáveis ditas por mim não estão cobertas pelo anonimato. E olha que são poucos que utilizam o mesmo nome nos dois ambientes.

          Responder
    1. Miguel BsB

      Meu caro LF. Pegue leve com o Wawrinka…ele realmente não esta no seu ápice, mas o suíço ainda joga muito! Derrubou um dos melhores tenistas do momento.
      Parafraseando o Dalcim, jamais duvide de Stanimal!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Sabe Miguel, foi a melhor atuação dele neste período pós-contusão, e contra o nextgen q mais vinha se destacando no momento. Acho q no futuro serei mais cuidadoso nos comentários a respeito dele…

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      2. Sérgio Ribeiro

        Dessa vez até eu duvidei , Miguel. Ele enrolou Rublev tirando o peso da bolinha na hora certa. E disparando os mísseis de backhand assim que podia. Zverev surpreendentemente , agora com Ferrer , TRÊS horas de jogo , e apenas UMA dupla – falta. Mas vale a torcida pelo velho STANIMAL rs . Abs!

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  13. Luiz Fernando

    Assistindo o jg Zverev c o Mannarino e sinceramente admirando o jogo do francês. O cara não tem potencia nos golpes p matar do fundo da quadra, mas é muito regular, joga de forma muito inteligente e é muito habilidoso. Ao menos hj está tendo uma grande atuação, embora me pareça q deve perder no final da partida…

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    1. AKC

      Todo tenista de final de semana (como eu) gosta de se inspirar em alguém do Big3 ou algum grande campeão do passado, mas deveriam se inspirar no Mannarino. Esse estilo de jogo em clube ganha 99% dos jogos.

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  14. Vitor Hugo

    Nadal venceu Federer três vezes na Austrália? Tá certo! Quantos títulos o espanhol tem lá?
    E desde que Rafael venceu seu primeiro título(e único) em Melbourne, em 2009, Federer venceu mais três vezes por lá, totalizando sete títulos. Percebem? Do que adianta vencer Roger na Austrália e depois ou perder de pangas ou ser encaixotado nas finais?

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Victor, o fato de Federer ter 6 títulos no AO, Nadal ter 1, e o h2h ser 3×1 pra Nadal lá, é um feito espetacular do Nadal.
      Pense: estamos falando do pior slam do Nadal, do 2º melhor slam do Federer, e Nadal ganhou 3 em 4 do Federer lá.
      Espetacular não?
      ” no meu pior slam ganhei 3 em 4 do melhor da história para muitos, sendo que ele ganhou trocentos títulos lá”

      Responder
  15. Oswaldo E. Aranha

    Já que já defini o que é GOAT, macho da cabra americana, falta definir o nome da droga viciante, que promove uma alienação, chamada ódio a Djokovic. Quanto a toujour é importante conhecer-se a língua mais importante do ponto de vista cultural, a língua francesa.

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  16. Rogério R Silva

    Ainda tenho a certeza que nos anos anteriores a padronização das quadras ele não faria tanto sucesso,se limitando ao saibro.
    Ao contrário de Federer e Djokovic.
    Não vou detalhar oponentes mas acredito que ele foi o mais beneficiado pela padronização.
    Fruto do meio.
    Até hoje acho muito mais importante as conquistas do Borg em Paris e Londres seguidamente.
    Assim como na F1 atualmente é mais fácil ter números grandiosos com hegemonias,maior quantidade de provas disputadas e maior pontuação para os primeiros classificados.
    Não vejo no Nadal o jogador atemporal.
    Ele é fruto desse meio que criaram de quadras lentas e padronizadas,muitas vezes ganhando no físico pois sabia que uma hora o oponente iria cansar e,com isso,falam do super mental.
    Da mesma maneira que não vejo Shumacher e Hamilton hegemonicos nos anos 1980 também não acredito no Nadal nas mesmas condições.Federer e Djokovic teriam mais sucessos.
    Lamento quem não viveu àquela época para poder entender essa mas aceito as críticas.
    Segura essa Dalcim!!!!

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Esse negócio de Nadal ser beneficiado por padronização das quadras é o maior Bullshit de todos os tempos.
      3 dos 4 grand slams são jogados em condições quase iguais, e o outro, no caso RG, jogado numa velocidade totalmente diferente. Vou colocar aqui trecho de um artigo interessante em inglês sobre isso (na época do artigo Nadal ainda tinha 18 GS):

      Scientific Standards …
      In the 21st Century, some physicists who work with the International Tennis Federation (ITF) and Association of Tennis Professionals (ATP) had devised a Court Pace Index (CPI), to have an objective standard to measure court behaviour, instead of just relying on the always-contradicting opinions of the players every year.
      In this CPI scale, hard courts and grass courts are often seen to overlap heavily in the scalar quantity of the 30s, while clay is usually in the lower 20s and high 10s.
      Using this heuristic to have an overview of the 4 slams:
      • 1 slam is played in the CPI range of 15–30 (French Open)
      • 3 are played in the CPI range of 30–45 (AO, Wimbledon, USO).
      All 3 surfaces fluctuate slightly, based on the grit used in the paint, the clay, and the grass blades, but their figures are almost always in the range mentioned, further proving their relative homogeneity.
      Using a thicker clay at one of the 3 non-clay slams, one could get it as low as CPI 15, and create a truly balanced slam circuit. Or one could go back to the U.S. Open’s rubico clay, which would be somewhere between 20-30 (the U.S. Open was played on that clay from 1975–77).
      Spanish lefty Manuel Orantes defeating Connors on rubico clay, for the 1975 U.S. Open title:
      But that won’t happen because sport is not based on idealism, but on business and the subjective biases of the wealthier crowds — especially Americans, who loathe clay w.r.t. the other major tennis nations. So we’ll probably never have an objective circuit, and we’ll have reduce ourselves to using math and logic to recognize objectivity.
      Back to the point …
      So, reinterpreting your question, Nadal has 18 slams, of which 12 have come in the slower microcosm, and 6 in the quicker one.
      On paper, this is a more surface versatile configuration than the other two GOAT-candidates of his time: Federer (1, 19) and Djokovic (1, 15).
      Now, if there was a fairer distribution of the two broad types of microcosms, I’m sure Federer and Djokovic could improve their numbers in the slower microcosm i.e. in an ideal configuration of 2 slams in the quicker one, and 2 in the slower one, they’d have double the opportunities that they have now, to succeed in the slower one. I could see them get 1–4 slams each on the 2 different slam clay surfaces.
      However, their slams in the quicker microcosm would take a beating, and instead of winning 19 and 15 respectively, they would win around 33% less each.
      Nadal’s 6 slams in the quicker microcosm would also decrease to 1–4, but his overall numbers would improve far more, as he would dominate the other slam in the slower microcosm, as is his wont.
      His clay win% would drop slightly, as dominating a larger set of matches will create more chances for drops in form, but he would still be the most dominant player overall. I do not expect anything like his absurd 98% win-loss ratio at the French Open, but I could see him break 90% at both clay slams.
      You just have to look at the slam conversion rates (‘titles’ divided by ‘number of attempts’ at those events) of the Big 3 to understand that Nadal in the slower microcosm is like Michael Phelps in the 2008 Olympic pool. I’ve also added some yesteryear greats for comparison.
      Slam conversion rate in Court Pace Index 30-45:
      1. Novak Djokovic: 15/43 = 34.88%
      2. Roger Federer: 19/58 = 32.20%
      3. Bjorn Borg: 5/16 = 31.25%
      4. Jimmy Connors: 7/42 = 16.67%
      5. Andre Agassi: 7/44 = 15.90%
      6. Rafael Nadal: 6/42 = 14.29%
      7. Mats Wilander: 4/32 = 12.50%
      8. Ivan Lendl: 5/42 = 11.90%
      Slam conversion rate in Court Pace Index 15-30:
      1. Rafael Nadal: 12/15 = 80.00%
      2. Bjorn Borg: 6/11 = 54.55%
      3. Mats Wilander: 3/12 = 25.00%
      4. Ivan Lendl: 3/15 = 20.00%
      5. Novak Djokovic: 1/15 = 6.67%
      6. Jimmy Connors: 1/16 = 6.25%
      7. Andre Agassi: 1/17 = 5.88%
      8. Roger Federer: 1/18 = 5.56%
      Extrapolating this mathematically, for every 50 slams attempted in each CPI range …
      1. Nadal: 47 slams (7, 40)
      2. Borg: 43 slams (16, 27)
      3. Djokovic: 20 slams (17, 3)
      4. Wilander: 19 slams (6, 13)
      5. Federer: 19 slams (16, 3)
      6. Lendl: 16 slams (6, 10)
      7. Connors: 11 slams (8, 3)
      8. Agassi: 11 slams (8, 3)
      This is, of course, mathematical i.e. not real.

      A tradução da parte mais importante é a seguinte: Nadal tem 18 slams, dos quais 12 vieram no microcosmo mais lento e 6 no mais rápido.
      No papel, esta é uma configuração de superfície mais versátil do que os outros dois candidatos a GOAT de sua época: Federer (1, 19) e Djokovic (1, 15).
      Agora, se houvesse uma distribuição mais justa dos dois grandes tipos de microcosmos, tenho certeza de que Federer e Djokovic poderiam melhorar seus números no microcosmo mais lento, ou seja, em uma configuração ideal de 2 slams no mais rápido e 2 no mais lento , eles teriam o dobro das oportunidades que têm agora, de sucesso no mais lento. Eu podia vê-los recebendo de 1 a 4 batidas cada um nas 2 superfícies de argila de batida diferentes.
      No entanto, seus golpes no microcosmo mais rápido levariam uma surra, e em vez de ganhar 19 e 15 respectivamente, eles ganhariam cerca de 33% a menos cada.
      As 6 batidas de Nadal no microcosmo mais rápido também diminuiriam para 1-4, mas seus números gerais melhorariam muito mais, já que ele dominaria a outra batida no microcosmo mais lento, como é seu costume.
      Sua% de vitórias no saibro cairia um pouco, já que dominar um conjunto maior de partidas criaria mais chances de quedas na forma, mas ele ainda seria o jogador mais dominante no geral. Não espero nada como sua absurda taxa de perdas e ganhos de 98% no Aberto da França, mas pude vê-lo quebrar 90% em ambos os torneios de saibro.
      Você apenas tem que olhar para as taxas de conversão de slam (“títulos” divididos pelo “número de tentativas” nesses eventos) do Big 3 para entender que Nadal no microcosmo mais lento é como Michael Phelps na piscina olímpica de 2008.

      Responder
    2. Jonas

      Talvez Nadal não tivesse tanto sucesso em quadras extremamente rápidas mesmo, até porque sua devolução não é das melhores. Duvido que ele jogaria e devolveria tão recuado como gosta.

      Claro que é só uma suposição. Prefiro me ater aos fatos e não dá pra duvidar do espanhol.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ele teria simplesmente que fazer como Bjorn Borg . Fazia os ajustes necessários para cada tipo de piso. Na grama rápida de Wimbledon de outrora , devolvia próximo a linha de base , e punha a cara na rede antes de grandes de Saque – Voleio. Deixou o Big Mac prerplexo naquela Épica, ao obrigar o Norte-americano a passá-lo na rede . Mas no Carpete não tinha jeito. O Norte-Americano sobrava mesmo . Abs!

        Responder
    3. Rafael Azevedo

      Nadal é um tenista completo.
      Ele joga da forma que joga, porque o circuito é do jeito que é. Simples assim.
      Se o circuito fosse diferente, com certeza ele se adaptaria e seria um vencedor da mesma forma.
      Ele conquistou o que conquistou por causa de treinamento. Ele treinou para ser um campão nas condições atuais.

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Exato Rafael Azevedo.
        Como diria o Spencer, o sujeito se daria bem em qualquer atividade.
        Danesse se o piso fosse mais rápido, isso seria fichinha pra ele se adaptar.

        Responder
  17. Barocos

    Parabéns ao espanhol e aos seus torcedores por mais esta impressionante marca. Acho que está cada dia mais difícil surgirem novas postagens do Lógico, o acúmulo de conquistas do Nadal esta tornando esta tarefa em algo, digamos, muito contraproducente.

    O jeito como o Rafa consegue devolver bolas difíceis com qualidade mesmo quando na corrida e sem a devida estabilidade é, simplesmente, fantástico. O vídeo postado demonstra bem isto, além de também mostrar o quão rápido de pernas ele é. Comentei isto quando da derrota do Djokovic em Roland Garros e discorri sobre o, a meu ver, equívoco do sérvio em insistir nas deixadas. Nunca foi uma tática muito recomendada contra o Rafa e não me lembro de um único jogo em que esta jogada tenha dado mais pontos ao seu desafiante, do que o contrário.

    Aliás, as velocidades do Rafa e do sérvio podem muito bem ser o diferencial que faz a balança pender para o lado de ambos em relação ao Federer, ainda mais nestes anos finais do suiço. Seria muito interessante se tivéssemos tido a oportunidade de assistir a jogos entre estes jogadores fenomenais com o suiço apresentando uma menor diferença de idade. O Federer também era rapidíssimo quando muito jovem, mas me parece que foi quem mais perdeu esta característica com o passar dos anos. Bem, c’est la vie, a gente não pode ter mesmo tudo o que quer.

    Continuo na torcida por Wawrinka e Nadal neste Paris 2020.

    Go Stanimal, go!

    Saúde e paz para todos (e na torcida para que o Trump perca esta eleição, basta de fake news, negacionsimo, desinformação e desrespeito para com o próximo).

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    1. Luiz Fernando

      Não se iluda, o lógico é um caso a parte de paixão enrustida pelo Nadal, no primeiro deslize do espanhol ele reaparece com suas postagens usuais e repetitivas, q nada acrescentam…

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Perfeito.

      Desta vez concordo com tudo – uma final entre Nadal e Stan seria a cereja do bolo.

      E é claro que estou torcendo também para que o irresponsável do Trump perca.

      A atuação dele nessa pandemia que levou para cova tantos americanos é indesculpável…

      Sem falar que o Bozo parece um AIO que tenta agradar o AMO Trump.

      Uma coisa patética!

      Responder
      1. Miguel BsB

        São dois seres patéticos. Trump e Bolsonaro…
        Um vai cair já já, pode espernear o quanto quiser…
        O outro, espero que saia logo, antes que termine de destruir o país.
        O “nova política” ontem ja estava abraçado a ninguém menos do que Fernando Collor…

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Já não me admira nada ele se aliar ao Collor, Miguel…

          Antes disso, ele abraçou o CENTRÃO, bloco fisiológico do Congresso lotado de corruptos da pior espécie.

          E distribuiu os cargos bilionários de segundo e terceiro escalão que vão propiciar a manutenção desses homens no poder…

          Mas, claro, não antes de também procurar desmantelar completamente a Lava-jato.

          Bolsonaro é o maior traidor que essa nação já conheceu, cara…

          Responder
  18. Vitor Hugo

    Parabéns para o baloeiro! Um mestre no saibro, um grande nas hards e um ótimo jogador na grama!

    Sem qualquer chance de ser o GOAT(ninguém tira do Federer) mas estará sempre entre os 5 primeiros.

    Responder
  19. Paulo F.

    Paris é realmente o lugar de Rafael Nadal, impressionante inclusive essa feliz coincidência.
    Falta “apenas” o Masters 1000 para arrematar toda essa ligação que o melhor tenista de todos os tempos tem com essa cidade..

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O melhor Tenista de Todos os Tempos ??? Espera o Almeida ler a crava do “ sábio “ comentarista rs . Duvido que a “ Turbinada “ pare de novo no seu ponto kkkkkkkkkkkkkkkk.Abs!

      Responder
      1. Paulo F.

        Melhor do que o Roger Federer ele é.
        Tem a mesma quantidade de Grand Slams, mas venceu a maioria dos confrontos contra o suíço e algumas dessas derrotas do suíço sendo vergonha alheia absoluta.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Não…

          Ele não é melhor que o suíço apenas porque você quer que ele seja e pronto.

          E sei que a maioria não pensa assim.

          O espanhol não tem o arsenal completo que tem o Federer:

          nem de longe saca como ele, nem de longe fatia a bola como ele, e nem de longe joga na rede como ele nem de longe faz tantos WINNERS como ele!

          Ademais:

          1. Não tem nenhum título de ATP Finals, enquanto o Federer tem 5 (vergonha).

          2. Nunca liderou o número de semanas, estando umas 100 semanas atrás do Federer (massacre)

          3. Nunca terá mais títulos de torneios ATP. Coisa que o suíço está perto de fazer quando alcançar Connors.

          A diferença no confronto direto é de apenas 8 triunfos a favor do Nadal, o que não é lá grande coisa…

          E se deu apenas em razão dos 15 malfadados confrontos no habitat do espanhol.

          Coisa também facilmente reversível, bastando apenas que eles enfrentem mais vezes fora do saibro.

          Já que o Nadal virou um MEGA-FREGUÊS tanto do Djokovic como do Federer, nas hards e na grama.

          Aliás, perdeu 7 jogos do Federer dos 8 últimos jogos, fora do saibro…

          Responder
          1. Paulo F.

            Não sou eu que quero e sim os fatos: a mesma quantidade de Slams que ambos têm e a freguesia patética do incensado suíço faz com que Rafael Nadal seja melhor e maior.

          2. Sérgio Ribeiro

            Rodrigo , o Craque Suíço tem SEIS FINALS . Algo que o Sérvio pensa em igualar agora . Se a Next Gen deixar … rs Abs!

          3. Rodrigo S. Cruz

            Os FATOS a que você se refere, ô mané, foram expostos no meu texto aí acima.

            Já que os inúteis e pobres que você posta não ultrapassam 2 linhas…

        1. Sérgio Ribeiro

          Só porque a Kombi quer , Piloto ? Sem chances . Vais entender quando descobrires que existe o antes e depois de Roger Federer. Independente dos números. Espero que não se mande pro Sítio rs . Porque isso deve ocorrer em breve . Abs!

          Responder
  20. Paulo Sérgio

    Um exemplo de atleta e de pessoa.

    Agora é torcer para em 2021 vir o bicampeonato no AO, para vir a confirmação da supremacia num RG completo, para acabar de vez com as alegações de ser atleta de um piso só com um Wimbledon 11 anos depois do último e para vir a consagração do ouro olímpico.

    Será memorável!

    Responder
    1. Luiz Henrique

      “para acabar de vez com as alegações de ser atleta de um piso só ”

      Essas alegações são piada.
      Acho que mesmo que Nadal ganha mais 20 AO e 20 Wb ainda vão continuar falando isso.
      O problema não está nas estatísticas, está nos comentaristas, ou melhor, haters

      Responder
  21. Rodrigo S. Cruz

    Por pouco, o Feli Lopez não perdeu (talvez) a última chance de desbancar um BIG 3.

    Com 39 anos, ele vai se aposentar logo.

    Deveria ter concentrado todo foco e físico que lhe restava naquele tie-break.

    Mas que CLASSE esse cara tem para jogar…

    Que beleza de slice! Que movimento de saque lindo!

    Parabéns ao Touro Miúra pela vitória de número 1000.

    Tinha de ser em Paris, né Nadal? (rs)

    Mas ele realmente não assusta tanto em quadras rápidas, e até esteve perto da eliminação…

    Claro que o Lopez teve muitos méritos, pois em boa parte do jogo foi impecável no serviço.

    Salvou vários break-points com o primeiro saque.

    Mas no fim lhe faltaram pernas.

    E também aquela mudança de tática do Nadal fez a diferença…

    Responder
  22. AKC

    O primeiro jogo entre Nadal e Lopez foi em 2003 – certamente um de seus primeiros jogos como profissional – com vitória de Lopez. Ontem, 17 anos depois, a 1000a vitória de Nadal.
    Interessante essa informação de que Nadal tem mais vitórias nas quadras rápidas que no saibro – fica complicado sustentar que o espanhol é um tenista de um piso só (como se seus 7 Slams nas rápidas já não bastassem ). Esses números só mostram mesmo que seus 13 RG não são frutos de uma super especialização em um piso, mas algo realmente fenomenal na história do tênis e de todos os esportes.

    Responder
    1. Jonas

      “fica complicado sustentar que o espanhol é um tenista de um piso só”

      Quem tenta sustentar esse argumento deve ter algum problema com o espanhol. Ele já derrotou Federer no Australian Open três vezes, uma delas em final. Venceu Djokovic em duas finais de US Open.

      Está mais pra um choro de torcedor. É quase como afirmar que Djokovic não é bom na grama, sendo que o sérvio já doutrinou um tal suíço em três finais na grama sagrada.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E’ óbvio que o Sérvio é bom na Grama . Mas perde por 6 x 19 em Conquistas na mesma , Caro Jonas . Precisa remar um pouquinho… Abs!

        Responder
        1. Jonas

          O problema, se é que podemos chamar assim, é que o único torneio realmente importante na grama é Wimbledon.

          Entendo que você fique irritado com isso, já que é torcedor do Federer, um cara que tem diversas conquistas nível atp 250 e 500. Esses dias um colega até fez um comparativo a respeito.

          A verdade é que Nadal e Djoko pouco jogam esses torneios. Quando o fazem, usam como preparação. O Djokovic ainda tem a cara de pau de largar esses torneios, ele não dá a mínima. Nem faz questão de esconder.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Você passa recibo toda vez que Posta esta besteira. Ou finge que não sabe que o Sérvio tentou Halle e depois pulou para o tradicionalíssimo Queen’s ? Ele sempre escolhe uns ATPs 500 em quadra dura como Nadal faz no Saibro. Todos sabemos que não existir MASTERS 1000 na Grama é algo que nem a ATP sabe explicar . Uma verdadeira aberracao . Mesmo os dois sendo mais rápidos que o All England Club , a bolinha quica baixo e e’ sim preparativo para Wimbledon. Os dois maiores vencedores Sampras e Federer jamais deixaram de participar. O risco de perder e’ grande devido aos grandes Sacadores . O Sérvio opta em chegar invicto no mais lento. O “ Rei do Saibro “ ou o “ Rei da Grama “ são os que tem mais conquistas , sem Choro. Agora se o papo e’ “ Rei da Kombi “ , aí o parceiro perde feio pro Almeida kkkkkkkkkkkkkkk. . Abs!

          2. Jonas

            Sim, o sérvio já jogou em Halle e Queens. São torneios que servem de preparação. Se ganhar tá bom e se perder não importa, já que não é um big title.

            Será que Djokovic ainda lembra da final de Queens 2018? Talvez até lembre, mas não dá a mínima. Foi um torneio importante para ele se preparar e ganhar alguma confiança. Poucas semanas depois o sérvio foi campeão em Wimbledon. No ano seguinte optou por não jogar Queens, ou seja, não liga mesmo, abs.

          3. Gildokson

            A nova do momento agora é desmerecer os títulos 250 e 500 que o Federer tem?
            Jonas, até no Rio o Nadal vem, disputa Barcelona todo ano, Djokovic disputou Dubai a ferro e fogo diversas vezes, se o calendário da grama tivesse mais tempo com certeza ele jogaria mais vezes Halle ou Queens, e vocês com essa conversinha fiada?!
            Vou repetir o que ja disse aqui outro dia. Tem 500 desse aí que teve chave mais equilibrada do que esse ridículo torneio de Roma que o Djokovic ganhou esse ano. Vocês estão exagerando na tentativa de diminuir os feitos do Rei da GRAMA.
            Todo isso pq o bendito não cravou aquele match point que iria deixar 2×2 em WB e essa hora esse assunto nem existiria.

        2. Paulo Almeida

          Ribeiro, DjokoGOAT ganha por 3×1 no h2h e por 5×3 em Wimbledons parrudos. E olha que fui gente boa e considerei as vitórias sobre o feto Nadal em 2006 e 2007.

          Já pra torneios pequenos na grama, ninguém liga.

          Responder
        3. Paulo F.

          Considerar esses torneiozinhos de grama, que os federistas tanto se apegam, seria como forçar a barra e achar que o Rio Open e o torneio de Barcelona, no saibro, possuem a mesma importância de Madri, Roma, Monte Carlo e RG.
          Sinto muito, na grama, só Wimbledon importa.
          E olha que eu defendo E MUITO que tivesse um M1000 na grama.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            As mesmas bobagens costumeiras. Não é o P.F . quem define se um Torneio é pequeno ou não. Queen’s existe desde 1839. E Federer optou por Halle devido a quadra Central abrigar DOZE MIL e SEISCENTOS espectadores . E com um Teto retrátil com o fechamento mais rápido do Circuito. Como o Tênis começou em 2008 , acredito que , tu , Almeida e Jonas não sabem dos grandes Campeões que já passaram e venceram por ambos . Novak por exemplo , perdeu Três Finais . Ou seja , desistiu de vez rs . Abs!

      2. Rodrigo S. Cruz

        Maneire nos elogios… (rs)

        Pois o jogo robótico do sérvio não doutrina ninguém.

        Quando muito, em certos momentos o leva ao triunfo pelo “cansaço” do outro.

        Em outros, o permite ganhar na mais pura CAGADA mesmo. (rs)

        Como visto em Wimbledon passado…

        Abs.

        Responder
        1. Jonas

          “CAGADA” nesse nível de tênis não existe, considerando ainda que foram três finais e três vitórias do sérvio. Mas entendo o quanto machuca, abs.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Jonas, cagada é quando um time pequeno faz 1×0 e fica trancado na defesa segurando o resultado contra um grande.

            Em Wimby 2019, o sérvio esteve sempre na liderança e continuou tendo que fazer pontos e ganhar games até o fim. Foi melhor e venceu, como já disse várias vezes.

            Aliás, acho um masoquismo enorme torcedores do Federer ficarem lembrando dessa final e ainda por cima contando vantagem. Melhor fazem os do Nadal, que nem falam da semi de 2018, onde o espanhol supostamente jogou melhor (eu discordo), pois sabem que machuca muito.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Vixi.

            Já não machuca faz tempo. (rs)

            Parou de machucar no exato segundo em que eu vi o quadro de estatísticas ao fim da partida.

            E concluí que o sérvio obteve uma vitória fake.

            kkkkkkk

          3. Sérgio Ribeiro

            Quem foi o Campeão de Wimbledon 2012 batendo Novak e Murray em sequência. E no último teve 2 Match Points. Você se pega em h2h mas esquece que o TRÊS a mais que importa é. 8 x 5 que o Rei da Grama tem em CONQUISTAS a mais em Wimbledon . E Sampras com 7 . Você jura que tem certeza absoluta que Novak vai passar os dois em Wimbledon ? rsrsrs. Abs!

          4. Jonas

            Tenho certeza de que essas derrotas doem muito, não só no Federer, mas também nos fãs do suíço. A de 2019 é de longe a pior, pois o suíço elevou demais o nível. Ainda assim, o Djokovic teve 4-2 e saque no 5° set e venceu os três tiebreaks. É um domínio. O que não me surpreende é Federer ter feito mais winners, afinal ele é e sempre foi um tenista mais agressivo que Djokovic.

            Se os caras falam tanto nessa final (que pra mim foi abaixo tecnicamente) é porque ainda dói e muito. Foi um grande título para o sérvio, marcante, mas ele não jogou bem, a meu ver. Gostei bem mais da final de 2015 e da SF de 2018.

          5. Luiz Fabriciano

            Até poderia existir nobre Jonas, se no match-point o tenista disparasse uma tentativa de winner de lá do fundão, a bola caprichosamente tocasse a rede e caísse bem ao pé dessa, do lado de cá ou de lá, tanto faz. Um ou outro obteve a “cagada” para ganhar ou perder o jogo.
            Mas no caso do jogo real que falamos, o sérvio teve que conquistar os pontos na mão, enquanto o outro não teve a competência de finalizar nenhum dos dois match-points que teve. E tem gente que ainda acha que ele ganhou, mesmo o placar apontando 2×3.

          6. Rodrigo S. Cruz

            ” tenho certeza que essa derrotas doem muito nos fãs do suíço”.

            Não, não.

            Eu é que tenho certeza que você não sabe o que se passa dentro da minha cabeça…

          1. Sérgio Ribeiro

            Rezar ? Tais brincando né L Henrique ? Até parece que também não se borrou todo na última FiNAL de Wimbledon 2019 rs Abs!

          2. Gildokson

            Djokovic ganhar mais 4 Wimbledons?!! kkkkkkkkkkkk
            Meu camarada depois do que vi nas últimas 3 finais de Slam que ele disputou vai ser surpreendente se ele ganhar mais 4 Slans no geral, que dirá mais 4 WB.
            Tem hora que pra tirar um sarro vocês acabam em delírios kkkkkkkkk

      3. Paulo Almeida

        De fato, Nadal é melhor do que o Geleia no hard court e o Djoko extremamente superior tanto lá quanto na grama, onde passou o trator sem piedade três vezes. É o rei da grama incontestável.

        Responder
  23. Luiz Fernando

    Fernando Meligeni: “Um jogo do Nadal vale mais que um jogo, vale uma vida colocada em quadra, um sonho e o respeito que um atleta tem pela sua profissão. Nadal não é 10, é 1000.” Precisa falar mais?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ainda não tivemos um volume de jogos suficiente, já que os cabeças só fizeram uma partida. Medvedev me parece perigoso nestas condições.

      Responder
  24. Efraim Oliveira está a

    Curiosamente Nadal está a 68 vitórias de alcançar o Lendl, da mesma forma Novak está a 68 vitórias de alcançar as 1000 vitórias.

    Responder
  25. Sérgio Ribeiro

    Em toda a sua carreira , Gustavo Kuerten venceu 3 Roland Garros , 5 MASTERS 1000 ( 2 nas Duras ) num TOTAL de 20 ATPs . O precoce “ Rei do Saibro “ , venceu 3 Roland Garros , 9 MASTERS 1000 ( 3 nas Duras ) num TOTAL de 23 ATPs somente até o FINAL de 2007 . Venceu seu primeiro SLAM aos 19 em 2005 e se tornou N 2 do mundo ( até 2008 ) . Tudo isso sendo apenas um ano mais velho que Novak Djokovic. Essa Milesima Vitória aos 34 anos , comprova mais uma vez , que o Espanhol está totalmente inserido na briga pelo tão comentado GOAT devido a sua inquestionável importância na história deste maravilhoso Esporte. Abs!

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Obrigado , Carlos . Agora , Roger Federer atingiu a MILÉSIMA Vitória com 34 anos , 5 meses e TRÊS dias ( 11 / 01/ 2015 ) . Rafa Nadal conseguiu a sua MILÉSIMA Vitória com 34 anos , 5 meses e UM dia ( 03 / 11/ 2020 ) . Inacreditável, amigo. ABS !

        Responder
  26. LOMEU LIMA

    Parabéns ao Touro Miúra!!! 1000 vitórias, sendo a maioria fora do saibro, para a decepção dos STEWIE WONDER do Blog que insistem em dizer que é um jogador unidimensional. Ao lado de FEDERER e DJOKO ratifica seu lugar na Galeria dos 3 maiores tenistas do Planeta. Gostem ou não do seu estilo de jogo, uma coisa é fato: o espanhol é uma máquina de vitórias. Oxalá permaneça muitos anos no circuito nos proporcionando exemplos de um mega esportista. Vida longa ao espanhol.

    Responder
  27. Sandro

    Grande Mestre Dalcim!
    Eu gostaria de ver uma final entre Rafael Nadal e Diego Schwartzman nesse Paris Masters… Mas antes disso gostaria de ver uma semifinal entre Nadal e Wawrinka… Será que serei contemplado com essas grandes partidas nesse Paris Masters???

    Responder
  28. Filipe Fernandes

    Caros Dalcim e pessoal, boa noite!

    Mais um post muito legal de se ler. Que trajetória: da primeira vitória, conquistada ainda garoto e justamente em sua cidade natal, para a milésima, consumada naquela que viria a se tornar a sua segunda e mais que iluminada casa, eternizando para sempre o seu nome no esporte.

    Grande Rafael Nadal, uma carreira esplendorosa, para se olhar em retrospecto e se orgulhar profundamente.

    Que todos aqui do Blog possam estar bem e incólumes. Um grande abraço.

    Responder
  29. Roberto Rocha

    Nadal freqüentando clubes seletos: 20 Majors, 100 vitórias em Roland Garros, 1000 vitórias na carreira… O que mais aguarda esse incrível jogador? Veremos o que o futuro lhe reserva.

    Responder
  30. Maurício Luís *

    1000 vitórias do baloeiro? Tão tá… Que emoção só que não.
    O único ‘senão’ é que o jogo dele de longe, é feio. E de perto… parece que tá longe.
    Única coisa bonita, linda de morrer, é a conta bancária.

    Responder
      1. Luiz Henrique

        Concordo, sempre vai ter argumentos pros 3.
        Mas meu palpite é q Djoko vai quebrar mais recordes, embora eu torça pro Nadal.
        Djoko vai “fulminar” o recorde de semanas como nº 1…

        Responder
  31. Gilçon De Jesus

    Parabéns RAFA , por mais este feito conseguido por poucos . 1000 vitórias , você é nota 1000 em determinação , caráter , paixão pelo esporte , um exemplo a ser seguido.

    Responder

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