Rublev tem quarto melhor rendimento do ano
Por José Nilton Dalcim
2 de novembro de 2020 às 11:11

Ainda considero o grego Stefanos Tsitsipas como o mais completo da nova geração no momento, mas é inegável que o russo Andrey Rublev deu um salto de eficiência e credibilidade nesta encurtada temporada de 2020, onde empatou com Novak Djokovic ao somar sua 39ª vitória e assumiu a liderança nos títulos conquistados, com 5, ainda que nenhum deles tenha sido maior do que um ATP 500.

Aliás, se o ranking da temporada – aquele que soma pontos desde janeiro e serve como base para o Finals – estivesse funcionando, Rublev seria o quarto melhor. Ele soma até agora 3.035 pontos (900 nos Slam, 55 nos Masters, 1.580 nos 500 e mais 500 nos 250), bem acima de Roger Federer, Daniil Medvedev, Stefanos Tsitsipas e Alexander Zverev.

O destaque na campanha vitoriosa no forte ATP 500 austríaco foi não ter perdido um único game de serviço e isso mostra dois aspectos que melhoraram muito em seu jogo: o trabalho com o primeiro saque e a devolução. Isso explica por que ele tem feito campanhas de respeito tanto em piso bem velozes, como US Open, Petersburgo e Viena, assim como nos bem mais lentos, como Hamburgo e Roland Garros.

O russo ainda não deixou de ser muito agressivo, tentando definir os pontos com golpes muito pesados lá da base. Por vezes, exagera na pressa e compromete a precisão. Mas também é fácil perceber que tem trabalhado nas transições à rede. Na final contra Lorenzo Sonego, ganhou todos os 13 lances que buscou junto à rede.

Sem descanso, o rapaz de 23 anos já estreia nesta terça-feira em Paris e em seguida vai debutar no Finals de Londres. Com o atual sistema de ranking em vigor, é difícil que consiga chegar ao top 5, já que começa a semana quase 800 pontos atrás de Tsitsipas e Zverev – os pontos do Finals de 2019 serão retirados na próxima segunda-feira – a 2.100 de Medvedev.

Quem mais pontuou em 2020
Pelo mais variados motivos, os principais tenistas do ranking tiveram diferentes calendários neste tumultuado 2020, mas isso não nos impede de verificar a pontuação real de cada um nos torneios efetivamente disputados.

Feitas as contas, Djokovic tem uma folgadíssima liderança, com 6.455 pontos. O segundo lugar é de Thiem, com 3.815, acima de Nadal e seus 3.440. Vale destacar que o congelamento do ranking ajuda três dos atuais top 10. Daniil Medvedev fez apenas 1.525 e Roger Federer, 720, mas mesmo com um único torneio o suíço ainda somou mais que Matteo Berrettini, com meros 585.

Veja como se saíram os 10 primeiros do ranking atual em 2020 até agora:
1. Novak Djokovic – 6.455 pontos
2. Dominic Thiem – 3.815
3. Rafael Nadal – 3.440
4. Andrey Rublev – 3.035
5. Alexander Zverev – 2.655
6. Stefanos Tsitsipas – 2.285
7. Diego Schwartzman – 2.030
8. Daniil Medvedev – 1.525
9. Roger Federer – 720
10. Matteo Berrettini – 585


Comentários
  1. Alessandro Siqueira

    Dalcim compilou um ranking da corrida anual onde só considerou os 10 primeiros do ranking de entrada. Em momento algum disse que esses seriam os 10 da corrida caso não houvesse a regra da pandemia. Enfim, Federer tem 720 pontos, o que não lhe garantiria o Top 10, assim como Berrettini e Medvedev também não estariam entre os 10 primeiros.

    Responder
      1. Alessandro Siqueira

        Eu entendi, Dalcim. A mim ficou claro desde o início. Minha fala foi em relação a algumas pessoas dizendo que Federer estaria no top 10 regular sem a regra que congelou os pontos de 2019.

        Responder
  2. Luiz Fernando

    Boa partida do Rafa, diria nota 7, mas de fato essas quadras duras indoor não são a praia dele, embora Paris seja. Esta quadra especificamente é mais lenta do q a de Viena, então talvez ele seja mais competitivo nesse evento, mas a despeito do feito extraordinário da vitoria numero 1000, algo meio inacreditável para um mero baloeiro espanhol, suas chances de titulo não me parecem tão nítidas, embora possa ocorrer, pois o cara é sinônimo de vitoria. E o Lopez ainda fez uma partida muito boa, complicando a vida do Rafa. Vamos pra segunda rodada…

    Responder
  3. Ruy Machado

    Dalcim, boa tarde! Milésima vitória do Nadal!!! Sem dúvida, uma lenda do esporte! Não consegui acompanhar o início do jogo devido ao trabalho mas, a partir do 8º game do 1º set, deu uma brecha aqui e acompanhei quase tudo até o fim… rsrsrs.. Primeiro Set do Feliciano que quebrou o saque de Rafa logo no início do jogo forçando Rafa a vencer os outros dois Sets. Rafa sofreu e não arrumou uma quebra, e poderia ter tido sucesso no 7º game do 2º set (se não estou enganado) errando uma paralela que não costuma errar. Veio o Tiebreak e foi até o fim sufoco, fechando em 7/5. Aí, parece que o mental dos tenistas fora do Big3 sentem a pressão e Rafa quebrou logo no 1º serviço de Lopez no 3º set, para fazer a manutenção até o fim do jogo. Pergunto: O que achou de Nadal nesse primeiro jogo em Paris? abc

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Considerando a mudança de piso, achei bem razoável. Rafa me pareceu bem nervoso no começo do jogo e demorou para conseguir se impor a um valente López, que fez tudo direitinho o tempo todo. A se destacar sua postura mais próxima da linha na devolução, o que foi essencial para reagir.

      Responder
  4. Willian Rodrigues

    TSITSIPAS: “No segundo set senti a lesão de Roland Garros novamente. Não estava me sentindo tão mal, mas ela me deixava no limite mental. Além do mais eu não sabia se era bom continuar jogando, mas isso não é desculpa…”

    Puxa vida! Esse é o tipo de declaração absolutamente desnecessária e desmerecedora do adversário. Ora, se não fosse “desculpa”, ele teria guardado consigo. O francês jogou melhor, lutou muito e mereceu! Por que não reconhecer e seguir com a vida? Não creio que será tão dominador após aposentadoria do trio de ferro. Embora Sinner, aparentemente, não disponha de todos os recursos e possibilidades de variação do grego, possui uma mentalidade mais condizente com um grande campeão. Vejamos…

    Responder
  5. Barocos

    Ter um backhand como o do Wawrinka deve ser o sonho maior de todo tenista domingueiro (e de muitos profissionais também). Como é bacana este golpe dele.

    Vou estar torcendo, nesta ordem, por Wawrinka, Nadal e Tsitsipas neste Master 1000 de Paris.
    Saúde e paz.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Coisa linda aquilo, né Barocos?

      O golpe mais bonito do tênis é o backhand simples, nem dúvida nenhuma.

      Mas quando executado pelo “Ursinho Carinhoso”, sai de perto!

      (rs)

      Responder
  6. Rodrigo S. Cruz

    Grandes derrubadores de IBOPE da era aberta do tênis, em ordem crescente de chatice:

    10. Daniil Medvedev

    9. Ivo Karlovic

    8. Novak Djokovic

    7. Pablo Carreno Busta

    6. Nicolás Massú

    5. Thomas Johansson

    4. John Isner

    3. Adrian Mannarino

    2. Mikhail Kukushkin

    1. Roberto Bautista Agut

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Desta vez discordo de quase tudo , Rodrigo. Vou comentar somente Medvedev. Um jogador que apesar de não ter um Tênis vistoso , parte pra cima de todo mundo. Vai pros Winners de tudo que é lugar. Inclusive pra Aces de segundo serviço. Não dá pra entender como pode derrubar ibope se nunca ninguém sabe o que vai acontecer. Ele pode pegar um Big 3 e arrasar em Sets diretos como fez com Novak. Abs!

      Responder
    2. Rafael Azevedo

      Todo mundo sabe que o Big 3 (que inclui o Djokovic) é o maior levantador de ibope do tênis. Os jogos do sérvio estão sempre lotados e sempre são transmitidos na tv.
      Todos os torneios fazem de tudo para ter o Djokovic por lá e garanto que o ibope do ATP de Vienna caiu drasticamente quando ele perdeu para o Sonego
      Talvez os ibopes do Federer e do Nadal sejam maiores, mas o sérvio está longe de derrubar ibopes.

      Mas, tudo bem. Sei que a ideia do seu post é a provocação e a zoação. Então, tá valendo!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Rafa, foi um post padrão Vitor Hugo de qualidade. Até estranhei que o autor tivesse sido outro quando vi, pois foi idêntico!

        Todos sabem que o Djoko é o maior levantador de ibope do tênis, pois, além de seus torcedores, ainda conta com as torcidas rivais secando o cara freneticamente até em ATP 500.

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Até tu Willian ? rs. Sete Top 10 e está esvaziado o Torneio ? Bastou Novak se convidar pra Viena que vocês transformaram o ATP 500 num super MASTERS 1000 . Rafa Nadal tem uns 4 que podem derruba-lo . Afinal o grande Sonego está vivinho no Torneio rs . Abs!

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Grande Sérgio Ribeiro, só pra começar, Thiem, Federer e Djokovic não estão presentes. Mas, na verdade, eu usei a expressão “esvaziado” devido ao fato de inúmeros tenistas do pelotão intermediário, os quais dificultariam ao menos um pouquinho a vida dos tops nas oitavas e quartas-de-final, optaram por não participar. Exemplos: Monfils, Fognini, Bautista Agut, Shapovalov, John Ismer (ainda enche-o-saco o saque dele), etc.
        Da forma como está a chave, e devido à derrota do grego, pode entregar o troféu para o Nadal.

        Responder
  7. Luiz Fernando

    Veremos um belo teste p o promissor Humbert: vencia 10, teve 63 no tiebreak do set2 e perdeu o set. Situações como essa abatem qualquer um. Vamos ver como o rapaz reage.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Desta vez reconheceu um promissor Next Gen desde o início. Esse Francês tem um variado cardápio … E sabe se perdoar em quadra. Olho nele . Parabéns! Abs!

        Responder
  8. Oswaldo E. Aranha

    Essa discussão e repetição chata de falar quem é o GOAT é desnecessária, pois para saber o certo é só perguntar à cabra americana.

    Responder
  9. Ronildo

    A pandemia do coronavírus e a lesão do Federer tornaram o sonho de Djokovic e de seus admiradores mais alcançável. Resta saber se Djokovic conseguirá segurar os nervos no AO.
    Se ele enfrentar uma sequência do tipo: Sonego, Medvedev e Tsitispas antes da final, os “castelo” pode desmoronar.

    Responder
    1. Sandro

      Federer deve ter dado graças a Deus de Wimbledon ter sido cancelado em 2020, caso contrário, sua freguesia para Djokovic poderia até aumentar, visto que Federer perdeu “TODAS” as finais de WIMBLEDON contra o Djokovic!
      Então, não foi sorte do Federer Wimbledon não ter acontecido? Pois Djokovic estava sedento para enfrentar novamente o seu freguês em Wimbledon…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Tá cansado de saber que os Match Points levariam a 2 x 2 em Wimbledon , caro Sandro. O 3 x 1 de momento não tem nada de freguesia. Parece que o rapaz adora repetir as asneiras do Almeida pra ver se o Piloto da Kombi arruma um lugarzinho na “ Turbinada “ . Fique tranquilo que ainda cabe gente na possante. Reparou quantos Fakes sumiram pós Sonego kkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
    2. Paulo Almeida

      Na verdade a pandemia tirou Indian Wells, Miami, Wimbledon, Olimpíadas e Xangai do Djokovic e deixou o Federer como quarto do mundo até hoje.

      Um absurdo que será sempre lembrado!

      Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Depois tu vens com quatro pedras na mão quando alguém o acha petulante.
          Teu objetivo é sempre atacar o post de alguém que discorda de você ou que, mesmo sem te mencionar, escreve algo que discordas. E por isso, não se dá ao trabalho de entender o que está escrito ou simplesmente não entende mesmo.
          Releia o comentário que originou o meu e verás o motivo do Sonego fazer parte dele.
          Se quiser também. Se não, apenas me erre, por favor.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Tu és uma criança de 51 anos , caro L Fa. Me vens com a batida babaquice de terceirização e eu não posso discordar ? . Quando vais entender que estás num fórum de debates ? . Sei que não passas de um baba ovo dos devaneios de Almeida , Jonas e CIA . Até mesmo quando tentam diariamente desconstruir outros Tenistas . Esse papinho de vir com pedras quando discordam da minha pessoa , já deu. Até porque tem sempre volta e sem problemas. Abs!

      1. Sérgio Ribeiro

        Costume e’ 1 x 7 com Nadal em RG . E a criança ainda quer tirar onda com 3 x 1 ? O Suíço possui 19 x 6 em Conquistas na Grama Sagrada . Jamais será batido pelo Sérvio fujão dos demais torneios na superfície em que perdeu até para o Espanhol. Abs!

        Responder
    1. Alessandro Siqueira

      Federer não está em nono na corrida anual. O ranking feito pelo Dalcim só considera como estariam os 10 primeiros no ranking de entrada se o ranking da corrida estivesse em vigor. Carreno Busta, por exemplo, fez semi no USOPEN. Só aí já empataria com o suíço. Shapovalov também fez boas campanhas ao longo do ano. Certamente teria muito mais de 720 pontos na corrida normal, sem as regras de proteção decorrentes da COVID-19. De igual modo, podemos citar Raonic, que só em Cincinnati somou 600 pontos.

      Responder
  10. José

    Pessoal criticando a ausência de Djokovic em Paris. Dei uma olhada nas participações do Big3 em torneios M1000 desde 2010. Djokovic deixou de participar de 13, Nadal de 21 e Federer de 33.

    Enfim, Djokovic sendo injustiçado, como sempre.

    Responder
  11. Sérgio Ribeiro

    Segundo a ATP , Roger Federer vai iniciar nesta segunda-feira a MILÉSIMA semana no TOP 20 do Ranking ( Connors deve estar se mordendo rs ) , Recorde absoluto. O ultimo sem a sua presença foi a 16 de abril … de 2001. Há quase 20 anos . Surreal… Abs!

    Responder
    1. JAN DIAS

      FEDERER é o cara…🇨🇭 👑

      Ele disse anteontem que ainda tem lenha pra queimar…😊 Deus queira que ele jogue pelo menos mais uns 2 anos..

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Estou bastante animado , JAN . O semblante do Suíço está passando uma paz de quem acertou em ter feito a segunda cirurgia . Estamos no início de novembro e está treinando como gosta . Vale a torcida . Abs!

        Responder
  12. Sérgio Ribeiro

    O impressionante não foi Sean Connery e Roger Moore serem dois 007 que faleceram aos 90 anos e ambos se tornarem Sir . O incrível foi Connery não aceitar ir a Inglaterra para ser condecorado. A Rainha é que foi até a Escócia. Mas quando o produtor George Martin o convidou para declamar In My Life de Lennon e McCartney o turrão foi aos estúdios dos Beatles em Abbey Road in loco… Abs!

    Responder
  13. Paulo Almeida

    Fiquei com dó de deixar o grande CAMEL de fora daquele meu texto sobre as “masterpieces” do rock progressivo, porém o álbum The Snow Goose pode ser encarado como uma única grande faixa de pouco mais de 43 minutos com 16 diferentes momentos. Por que não?

    O Andy Latimer, líder e guitarrista da banda, tem uma coisa em comum com o David Gilmour do Pink Floyd: não é lá muito técnico, mas possui um feeling extraterrestre que arrepia até a espinha! A faixa com o mesmo nome do álbum que o diga!

    É aquele negócio: às vezes uma nota desses caras vale mais do que 100 de um Malmsteen da vida e olha que adoro guitarristas virtuosos.

    Eu tenho as versões duplas DELUXE tanto do The Snow Goose quanto do Moonmadness (lançadas em 2009) e guardo e ouço ambas com muito carinho. É uma pena que CD’s tenham virado artigo de colecionador, contudo ainda acho bem mais prazeroso colocar uma dessas belezas no aparelho de som do que ouvir música pelo Spotify ou YouTube.

    Link do álbum: https://www.youtube.com/watch?v=yfce6y1FSKI

    Responder
  14. JAN DIAS

    Em 2020, pra mim, só o RUBLEV e o SINNER mostraram evolução e resultados..o resto da Next Gen patinou sem sair do lugar..
    Acompanhei quase todos os jogos do russo esse ano, e ele me pareceu muito focado e determinado a melhorar seu jogo.. precisa trabalhar mais a variação de jogadas..

    Responder
  15. Claudio Ortiz

    Dalcim mudando um pouco de assunto…o q achou do documentário do Guilermo Vilas? Na minha opinião gostei bastante de todo o trabalho de pesquisa pelo jornalista argentino em busca de um reconhecimento tardio porem justo. Aparentemente são dados bem embasados pra sacramenta-lo como número 1 (ao menos por algumas semanas) porem a ATP já recusou 3 vezes esse pedido. O q acha Dalcim? Será que a ATP não valida temendo outros processos desse tipo? Abraços e parabéns por esse excelente blog que acompanho há muitos anos!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Já comentei algumas vezes sobre o excelente documentário, Cláudio. Sim, acho que o principal aspecto aí é a possibilidade de outros tenistas fazerem petições, principalmente nesse período anterior a 1980, quando os rankings eram quase ‘manuais’ e não saíam todas as semanas. O caso do Vilas é exatamente esse, uma lacuna nos rankings. Gostaria muito que a ATP revisse o caso dele, seria mais do que justo. Abs!

      Responder
  16. Sérgio Ribeiro

    E quando afirmamos que a Nova Geração varreu a geração perdida , basta observarmos os dois Rankigs . No da ATP , o Big 3 + Thiem e’ perseguido por Medvedev, Tisitsipas , Zverev , Rublev , Berrettini, com Dieguito como bom penetra no TOP 10. E no da temporada segundo o Post ( sem congelamento) , rigorosamente os mesmos somente com mudanças na ordem. Ou seja , levando em consideração que a FINAL do MASTERS 1000 de Paris 2019 , foi Novak vs Shapovalov e Zverev e Tisitsipas ( contra Thiem ) foram os vencedores dos últimos dois FINALS , não há o que questionar . E somente RG teve dois Big 3 na FINAL. Daí que é falácia afirmar que os garotos são fogo de palha . Este Paris não pode ser considerado esvaziado com SETE TOP 10 , presentes. Não aposto mais não me surpreenderia se a Nova Geração levasse ambos os Torneios, embora o favoritismo permaneça com Rafa Nadal e Novak respectivamente. Mas se fosse a turma da Kombi , botava minhas barbas de molho … rsrsrs. Abs!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      “Afirmamos” caro Sérgio é plural, e creio q o postado reflete unicamente sua sempre humilde opinião, ou seja, o correto é “Afirmo”, a não ser q em sua sempre inigualável humildade sua visão valha por 2 ,3, 4, 5 etc kkkkkkk. Aqui é diversão garantida kkkkk… Fraternal abraço…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Cara vai procurar tua turma … Aquela mesma que você somente paga mico na Whats . O “ nós “ sou eu e meu filho que adora se divertir com o famoso “ diversão garantida “ e suas gaiatices kkkkkkkkkk Abs!

        Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Petulante deve ser algum mane’ que repete sem parar “ fregueser “ e outras babaquices. Comentários que acrescente algo nada …Abs!

        Responder
  17. rafael

    Disseram acima que o Servio passou vergonha esse ano. Com os 4 títulos gigantes que conseguiu, vice de RG e n 1 na corrida e no ranking, fico pensando que vergonha essa? Incrível como desmerecer o n1 do mundo. Mestre, muito difícil o Nadal ganhar tudo até o fim do ano para que ele finalize na liderança, não? E, finalmente , Rublev ou Medvedev?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, considerado praticamente impossível. Acho que Medvedev tem uma grande vantagem: seu jogo é bem fora do padrão e não é fácil para o adversário se adaptar a isso. Porém, acredito que Rublev irá ultrapassá-lo a médio prazo.

      Responder
  18. Paulo Almeida

    O Rublev tem um belo jogo de fundo, provavelmente tendo como inspiração o cracaço sérvio rei da base com folga, mas de fato precisa variar mais.

    Com o tempo, deve ser orientado a implementar mais curtas, voleios e também quebrar o ritmo com alguns slices, mas sem ser aquela coisa modorrenta e insuportável do Dimitrov e do Geleia.

    Nadal é favorito em Paris, mas se tem um cara que pode incomodá-lo, esse cara é o Salsicha.

    Responder
    1. Alessandro Siqueira

      Tornar-se o maior #1 da história é questão de pouco tempo para o sérvio. Aliás, somando alguma coisa no Finals, já irá assegurar isso, especialmente se o congelamento dos pontos for mantido. Djoko jogará o começo do ano sem qualquer pressão em defender pontos e chegará a Indian Wells e Miami pronto para somar, já que não fez praticamente nada na gira americana em 2019.

      Responder
  19. Rubens Leme

    Dalcim, vc sabe que ligo para essa coisa de GOAT porque nós sabemos que o maior foi Bjorn Borg e ponto final. O resto é variação sobre o mesmo tema. Mas, ontem, vendo jogos e estatísticas vi que apesar de ter uma vantagem de 18×7 contra Del Potro, nas seis finais disputadas entre eles, Federer perdeu quatro, sendo duas no quintal de sua casa, na Basileia, sem falar na acachapante derrota, de virada, no US Open, quando apanhou de virada, de um garoto de 19 anos, apenas 6 do mundo. E o único Masters 1000 do Delpo (Indian Wells) foi conquistado em cima do toblerone, pois na outras três finais em torneios deste porte, perdeu pra Djokovic, Nadal e Murray.

    Ora bolas, então o cara é espancado e humilhado pelos seus dois maiores rivais na carreira toda (especialmente em Slams) e ainda perde em decisões pro argentino (2×4) e quer o posto de goat? Só se for a de bode que mais teve a garganta degolada em finais.

    Borg quando perdeu para McEnroe e Connors no US Open, perdeu para os dois líderes do ranking na época.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Outro comentário sem noção em todos os sentidos. Não perco mais meu tempo . Esse” nós ” sabemos que Borg foi o melhor rapaz , tira o Dalcim desta. Se não fosses tão arrogante , terias lido o Blogueiro postar há anos que Roger Federer foi o melhor ( maior ) jogador que viu jogar…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Bjorn Borg entre outros motivos, abandonou cedo por não conseguir encarar mais o Big Mac perdendo TRES FINAIS de SLAM consecutivas e no Saibro Lendl e Wilander já eram grandes ameaças. Ao contrário , Federer não fugiu de quem quer que seja cidadão.

        Responder
        1. Rubens Leme

          É sempre “muito bom” ler a opinião do bolsonarista que escalou Simeone e Maradona no Barcelona de 1983 e adora escrever na terceira pessoa do plural (“como bem alertamos” ou “E quando afirmamos”).

          Deve ter mais fantasmas internos do que o Andy Murray. Pelo menos não ficou só na quarentena, o isolamento social deve ter sido molezinha.

          PS: tinha muita briga quando “me, myself and I” jogavam pôquer e outros dois não queriam honrar as dívidas?

          Fico imaginando a muvuca na hora da grana: “Como bem alertamos (ou “E quando afirmamos”), quem perdesse ia inventar desculpa para não pagar!”

          “Can you see the real me?”

          Rapaz, é cada louco que me aparece.

          Um presente aí para te acalmar (e os demais “17” que habitam aí: o 01, 02, 03…): https://www.youtube.com/watch?v=qJmPTQipOeI

          Responder
          1. Rubens Leme

            Na verdade,, é na primeira pessoa do piural. É que ele gosta de tanto de plural, que já pensei em três.

            Enfim, erro meu (ao invés de erro “nosso”).

          2. Sérgio Ribeiro

            O cara é tão egocêntrico para não utilizar outros termos , que somente lê as m**das que Posta. De onde tirou que eu sou adepto do psicopata do Bolsonaro ??? Ele pelo menos não escondeu nunca que sempre mamou nas tetas do Presidiário , o que demonstra o quanto é “ intelectual “ rs . A correção sobre a não presença de Simeone foi feita no ato , mane’ . Se não leu e’ porque estava nervosinho. Maradona não dá nem pra saída com um Craque da magnitude de Lionel Messi. E paro por aqui em respeito ao Dalcim . Abs!

  20. José Eduardo Pessanha

    Amigo Sérgio, Felix Dupla Falta “Ali Acima” é muito fraco. Mais decepcionante do que o superestimadíssimo superesTHIEMado.
    Abs

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O amigo não aprende mesmo né ? rs. Felix ainda está em formação. Quando o conterrâneo imaginou que Dominic e Sasha atingiram o TOP 3 , e venceriam SLAM e FINALS respectivamente ??? ABS !!!

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Nesse caso, Thiem ter ganho um Slam (super esvaziado) e o Zverev ter ganho o Finals não representa muita coisa. Afinal, são os únicos tenistas “na flor da idade”, que mesclam auge físico e experiência no circuito. Do Dimitrov pra trás, todos já passaram do auge físico (Federer, Nadal, Djokovic, Cilic, etc..), enquanto que Tsistsipas e os mais jovens ainda não têm a experiência necessária. Ou seja, os caras do circuito teriam que ser o Thiem e o Zverev, o que está muito longe de acontecer.
        Abs

        Responder
  21. Lucas Leite

    Dalcim, também considero o Tsitsipas o mais completo de sua geração, até porque o grego é mais novo e tem praticamente apenas 3 temporadas (contando com 2020) jogando os torneios grandes no tênis mundial. Apesar dos muito méritos do russo, ele ainda não brilhou o suficiente nos grandes palcos (Grand Slam e Masters 1000) como outros de sua geração já fizeram (Grego fez final de Masters 1000 com 19 e semi de Slam com 20), por isso ainda tenho cautela para prever o futuro do russo. Acredito que o Rublev está em ótima fase, mas ainda não vejo tanto um plano B em quadra quando seu tênis baseado em agressividade e muita intensidade não é o suficiente. O próprio Medvedev, que teve uma fase muito boa ano passado e melhor que a do Rublev, já que fez final de Slam e venceu dois Masters 1000, esse ano mostrou como nem sempre essas ótimas fases são sinônimo de deslanchar de vez no circuito, visto que Medvedev teve um ano com pouco brilho. Eu gosto de ver a evolução do grego, temporada a temporada, cada vez mais controlado no plano mental, acrescentando recursos ao seu jogo e aprendendo com as experiências no circuito. Já está no topo há um tempo e as vezes é muito cobrado por isso, quando muitos esquecem que seu breakthrough no circuito foi há apenas duas temporadas. Eu acho que, logo, Tsitsipas estará brigando (ao menos) pelo 3º posto no ranking. O que acha mestre Dalcim?

    Responder
  22. Vitor Hugo

    O sérvio conseguiu a proeza de sofrer humilhação em três torneios praticamente seguidos, u.s open, rg e Viena…. Está acostumado a passar vergonha, dentro e fora das quadras. Normal.

    Sobre Rublev, me parece o mais refilar da sua faixa de idade. Dificilmente tem perdido nas primeiras rodadas. Ganha de quem DEVE, mas perde de quem DEVE também.
    Tá na hora de vencer os grandes.
    Se manter a pegada, vai ganhar Paris, que está bem aberto.
    Não tem nenhum grande especialista em hards cobertas ou expressivo no piso que pode ser considerado favorito.
    Nadal!? Um zero à esquerda nas hards indoor.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Pode ter certeza que tem milhares de tenistas ou torcedores querendo passar vergonha igual o sérvio. Queria eu passar vergonha ganhando o AO Open, ATP Cup, Dubai, Cincinatti, Roma e final de RG, faturando o hexacampeonato ao final do ano, duplo Career Gold Masters e claro milhões de dólares no bolso.

      Infelizmente alguns torcedores do FEDERER, a exemplo do nobre Vitor e Rodrigo, só tem alegria atualmente com alguns deslizes dos seus principais rivais dentro e fora das quadras, porque se depender do seu ídolo terão que torcer para o sérvio se lesionar ou viver uma fase horrível igual 2017 ou então reportar aos vídeos antigos do Youtuber.

      Saudações Nolistas !!!

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Só quero lembrar ao senhor que me inseriu indevidamente no debate que o Federer nem jogando em 2020 está.

        Então com assim: ” se depender do ídolo deles?”.

        Agora só faltava essa, né? Exigir que o Federer ganhe torneios sem jogar…

        kkkkkkk

        Responder
    2. Luiz Henrique

      A gnt se diverte aqui kkkk.
      Djoko é nº 1, aos 33 anos, ganhou GS no ano, e tá passando vergonha?
      Federer quando passou dos 30 era só babação de ovo aqui, passava da 1ª rodada após os 30 chamavam de gênio.
      Aí Djoko nº 1 com 33 passa vergonha kkk.
      Nadal zero a esquerda nas hard indoor? Vamos ver dessa vez, que n chegou desgastado…a conferir..
      Mas acho que o sujeito n é zero a esquerda em nada.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Tem que pegar exemplo patético de “1900 e Flinstones” mesmo!

          Já que desde 2014, o Nadal não vence o Federer numa quadra de hard.

          Nem em exibição!

          kkkkk

          Responder
  23. Bruno Monteiro

    Dalcim, seria legal colocar junto dos pontos de 2020 quantos torneios cada um destes top 10 jogaram, para ter uma ideia de aproveitamento de pontos em 2020. No demais está muito bom esse post. Abraços.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Tenista – Pontos disputados – Pontos ganhos – Aproveitamento:

      Djokovic – 9750 – 6455 – 66,21%
      Nadal – 6250 – 3440 – 55,04%
      Thiem – 8750 – 3815 – 43,60%
      Federer – 2000 – 720 – 36,00% (só disputou 1 torneio no ano)
      Medvedev – 10000 – 1525 – 15,25%
      Tsitsipas – 11000 – 2285 – 20,77%
      Zverev – 8750 – 2655 – 30,34%
      Rublev – 11000 – 3035 – 27,6-%
      Schwartzman – 9750 – 2030 – 20,82%
      Berretine – 8000 – 585 – 7,31%

      Responder
  24. Rubens Leme

    ELTON JOHN – 17-11-70 (1971)

    Em seu caminho ao estrelato, Elton John lançou um disco ao vivo que não estava planejado. O que era para ser apenas uma performance a ser transmitida pela rádio nova-iorquina WABC-FM , diretamente do estúdio da gravadora A&R, acabou sendo um show de enorme sucesso e pirateado para os dois lados do Atlântico, até ser lançado oficialmente (nos EUA seu título foi alterado para 11-17-70).

    Desta maneira, o concerto de 80 minutos virou um álbum duplo de 60 minutos, com o piano cheio de sangue, pois Elton cortou uma das mãos durante a performance e se recusou a parar. O disco acabou puxando as vendagens modestas do outros lançamentos dele na América (os álbuns Elton John e Tumbleweed Connection e a trilha-sonora do filme Friends), fazendo com que os quatro discos simultaneamente ficassem no top 100 da parada norte-americana, igualando-se aos Beatles.

    No mesmo ano, lançaria o quarto disco de estúdio – Madman Across the Water – e começaria uma sequência antológica de sete impecáveis discos de estúdio, até Rock of the Westies (1975), tornando-se um dos artistas mais populares e excêntricos do planeta.

    https://www.youtube.com/watch?v=NIjUnO7MG2o&list=PLWFF1ssLgyE1cK3t5DSUH9dhjrUvUZ7wE

    Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Alexander Zverev Sr nasceu na antiga União Soviética e mora em Hamburgo na Alemanha até hoje . Sasha nasceu em Hamburgo e mora no Principado de Mônaco até hoje . Quem me garantiu foi a Princesa Caroline . Não complica Pessanha kkkkkkkkk Abs!

          Responder
  25. Daniel C

    No último texto do Dalcim, estavam comentando sobre a experiência incrível de ver o Federer jogar ao vivo.

    Para os amantes de um tênis bem jogado, segue abaixo um vídeo que descobri recentemente. É uma forma de sentir um pouco como deve ser acompanhar um jogo do maestro de perto:

    https://youtu.be/Ol2I9CxpZ3s

    E vale o destaque para os sons que ele provoca na arquibancada. Só ele mesmo.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Isso é um tipo de Arte ( em todos os Pisos ) , que jamais será esquecida . A reação do público já fala por si só. Simplesmente inigualável em todos os golpes com as mais variadas improvisações , caro Daniel. SIMPLE THE BEST . Abs!

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Não gosto muito de pessoas e nem de termos religiosos, mas…

      ALELUIA!!!

      Finalmente um comentário sem detratar o Djokovic!

      Você está passando bem?

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Fora essa de afirmar: “não gosto de pessoas religiosas”.

          Demonstra um preconceito e uma intolerância lamentáveis.

          Tsc, tsc, tsc…

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Espero que esse comentário passe, vamos ver.

            Não, dizer que não gosta muito demonstra apenas uma preferência, mas fique sabendo que esse nem é dos seus piores “problemas”.

            E preconceito e intolerância quem têm são justamente os religiosos. Estou bem mais para o progressismo.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Espero que passe este também, por uma questão de isonomia.

            O teu problema é que sempre foi muito simples de perceber – sociopatia…

          3. Paulo Almeida

            Kkkkkkkkkk, pior que eu estava esperando mais um textão indignado e bem mais hostil da sua parte.

            Beleza então.

      1. Daniel C

        Ora, caro Almeida, não entendo o seu incômodo: você destrata o Federer em quase todos os seus comentários, e de uma maneira infantil e exagerada, menosprezando todas as façanhas do suíço. Inclusive são conteúdos tão infantis que eu nem levo a sério e sim encaro como piada ou provocação de torcedor.

        Já no meu caso, não é provocação, são minhas opiniões mesmo. Eu não engulo o Djokovic como pessoa (seu jeito, seus comportamentos e opiniões) e não vejo graça no jogo dele. Mas é grande vencedor e muito eficiente na sua proposta de jogo. E pra mim, é só. Até o Nadal nos últimos anos passou a ter um jogo mais interessante. Pra não ser injusto com o sérvio, apenas em 2011 eu achei que ele jogou de uma forma realmente impressionante, indo pra cima. De 2015 pra cá, é apenas um arroz com feijão altamente eficiente e sem buracos. Há quem veja graça, e eu respeito. Mas na minha visão, alguém com um jogo desses não é Goat de jeito nenhum, independente dos recordes.

        Abs

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Caro Daniel, sem cinismo, por favor.

          Você tem sido um baita de um troll e tem pegado no pé do sérvio com uma frequência absurda, em quase TODO comentário, exclusivamente para provocar reações nos torcedores do Djokovic. Bem mais do que eu recentemente inclusive. Qual a necessidade?

          Se sou infantil, você e outros da ala fanática também são.

          Em 2011, o sérvio tinha menos recursos do que em 2015 ou desde o grande retorno em 2018 até a atualidade. Era mais pancadaria de fundo, saque ruim e pouca variação, mas como ele ganhava todas do Nadal, vocês torcedores do Federer gostavam.

          A questão é que depois que o sérvio começou a bater no suíço direto desde 2014 nos seus principais palcos, vocês tomaram ódio profundo dele.

          Legal, eu também não acho GOAT quem apanhou tanto dos maiores rivais e ganhou tão pouco na era Big Four e depois Big Three.

          Abs.

          Responder
  26. Rubens Leme

    Em termos de títulos em um ano, Rublev já é o terceiro melhor russo da história, atrás de Marat Safin, que venceu sete em 2000 (incluindo o US Open) e Nikolay Davydenko, que somou cinco taças em 2006 e 2009 (quando venceu Del Potro no Finals e o Masters de Xangai).

    Ou seja, ainda que tenha conquistas mais tímidas, Rublev já está em ótima companhia.

    Responder
  27. Leandro Guimarães

    Dalcim, você não acha que o Tsitsipas tem uma parte mental(emocional) ruim? Passa a sensação de que quer mostrar que é muito bom, é isso acaba atrapalhando. Parece que precisa ganhar um torneio Master 1000 ou GS, para deixar de se cobrar.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mas ele ganhou um Finals, que é um torneio extremamente importante, Leandro. Mas concordo que a parte mental dele precisa de ajustes. Talvez ele se cobre demais.

      Responder
  28. Rafael Azevedo

    Esse Master de Paris começou meio morgado…
    Além da perda da presença do público e da ausência prevista do n°1, houveram muitas desistências importantes de última hora (Thiem, Dmitrov, Shapovalov, etc.). Além disso, cadê a sensação do momento, o italiano Sonego? Rsrsrs

    Responder
      1. Sandro

        Boa Tarde Mestre Dalcim!
        Concordo plenamente contigo de que não sejam publicados comentários com palavras ofensivas e que essas palavras ofensivas não sejam permitidas para se referirem aos tenistas também.
        Porém, acho extremamente ofensivo que tenistas sejam pejorativamente chamados de “encosto”, “geleia”, “bagre”, que são termos extremamente depreciativos e que acabam insultando não só os tenistas, mas insultam também os leitores que não gostam de ver os tenistas sendo chamados desses apelidos ultrajantes, grosseiros e difamatórios.
        Acho que os comentaristas podem muito bem criticar qualquer que seja o tenista sem que se apelidos insultuosos com “encosto”, “geleia” e “bagre”.
        Eu, por exemplo, não compactuo com certos comportamentos do Kyrgios dentro de quadra, mas ao criticá-lo sempre me refiro a ele como Kyrgios e não acho legal desrespeitá-lo o chamando de “bagre”, “geleia” ou “encosto”.
        Basta nos pormos no lugar dos outros… Você, por exemplo, amigo Dalcim, gostaria de ser chamado de “bagre”, “geleia” ou “encosto”?
        Então, acho que comentários que insistem em apelidar pejorativamente os tenistas, ao meu ver são extremamente ofensivos, depreciativos e de muito mau-gosto.

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Se moderar todos os comentários em que alguém chama o Djokovic de “bagre” ou o Federer de “fregueser”, vão sobrar somente uns 15 comentários nesse espaço, onde 5 são sobre música e 5 sobre cinema…rsrs.

          Responder
    1. Paulo Almeida

      Paolo, é questão de adequação a um bom nível de debate.

      Já tive vários comentários editados ou bloqueados, mas sigo em frente sem fazer alarde. Não entre nessa de ficar escandalizando.

      Abs!

      Responder
      1. Paolo

        Tenho autocontrole, disciplina e jamais explodo sem necessidade. Estou acostumado a situações que envolvem extremo controle, frieza e habilidade.

        Jamais deixarei de defender minha convicção, e corrigir o que considero injusto.

        Então, Almeida… Para mim, esse assunto já deu. Abs!

        Responder
  29. Luiz Fernando

    Rafa tem uma chance ouro de levar esse M1000, pois Djoko e Thiem estão fora e a maioria dos nextgen perigosos ou está desgastada pelo excesso de jogos ou vive mau momento técnico ou emocional. Em teoria, o maior adversário é Rublev, com encontro marcado numa hipotética semi…

    Responder
  30. Rodrigo S. Cruz

    O Rublev melhorou na parte técnica, mas ainda fica muito grudado no fundo.

    Um ponto que sobra espaço para ele melhorar é a variação que eu acho que o jogo dele tem pouca.

    Mas os últimos resultados advêm sobretudo da tremenda confiança que o russo adquiriu.

    Olha que ele pode até aprontar uma surpresa no ATP Finals, hein…

    Não digo que ele ganhe.

    Mas quem sabe não seja ele a eliminar um grande nome?

    Quanto ao Encosto, é claro que continuarei secando como faço sempre. (rs)

    Mas sei que ele é o principal favorito ao título…

    Responder
  31. Mário Cesar Rodrigues

    Dalcim e alguns comentaristas nao substimaria o sérvio contra Rafa mas sei que lopes deu uma piaba nele .dentro de uma quadra de tênis não substimo ninguém e Lopes saca bem e para mim é perigoso. Mas Rafa tem que jogar muito mal e Lopes muito bem.Rublev eu cantei a bola esta defendendo melhor e a pancada ele tem uma força vamos aguardar.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pelo que parece o melhor Tenista da atualidade continua o mesmo , o N 1 do Mundo. Não são todos , mas existem alguns comentaristas da Kombi que em nada acrescentam. Abs!

        Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Me desculpe Mário Cesar, meu comentário abaixo não era para ser resposta ao seu. Quando postei, havia apenas um comentário e erroneamente, ele entrou como resposta.

      Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *