Djokovic agora é também ‘rei dos tiebreaks’
Por José Nilton Dalcim
29 de outubro de 2020 às 19:20

A sequência de vitórias e títulos de Novak Djokovic na encurtada temporada é tão notável que poucos talvez tenham percebido que ele tem se mostrado também o ‘rei dos tiebreaks’. Com os dois que venceu em suas duas primeiras partidas em Viena, chega a 13 em 14 que precisou jogar.

Nesta temporada, apenas John Isner (15) e Felix Aliassime (14) venceram mais tiebreaks do que Djokovic, que empatou com os 13 de Thiem. Mas Nole atinge o aproveitamento de 92,85%, muito superior entre os jogadores que disputaram ao menos 10. O segundo colocado é Ugo Humbert, com 78,6%, e depois dele ninguém atingiu sequer 70%.

Djokovic aliás é o oitavo tenista que mais ganhou tiebreaks na carreira, com 260, uma lista liderada basicamente por grandes sacadores: Roger Federer (460), John Isner (442), Ivo Karlovic (398), Pete Sampras (328), Feliciano López (314), Andy Roddick (303) e Goran Ivanisevic (276).

No entanto, quando olhamos o critério de eficiência, o sérvio agora salta para o segundo lugar, com 65,16% de desempates vencidos (260 em 399), superando por pouco Arthur Ashe (65%) e bem cima de Andrés Gomez (63,2%) e de Sampras (62,6%). Apenas Federer está no momento a sua frente, com 65,34% (460 em 704). Portanto, outra façanha do suíço que Djoko está com chance de superar.

O número 1 de final de temporada, o que igualaria o total recorde de seis de Sampras, está 99% em suas mãos. Matematicamente, ele liquidará a fatura se ganhar Viena. Ao atingir as quartas, em dois jogos que não jogou tão bem e correu sério risco de perder os primeiros sets, obriga Rafael Nadal a ganhar Paris, Sófia e Finals.

O espanhol até agora diz que não tem intenção de disputar o ATP 250 búlgaro, algo mesmo sem sentido, mas a ATP opta pela cautela e não cravou ainda Djokovic como líder final de 2020. E talvez por isso nem mesmo Nole se arriscou até aqui a comemorar este novo feito histórico.

É muito provável que ele queira sacramentar com seu quinto troféu do ano, o que não está nada distante. Enfrentará nesta sexta-feira o fraco Lorenzo Sonego e deverá ter semi diante de Grigor Dimitrov ou Daniel Evans. O outro lado da chave está bem mais interessante: Dominic Thiem encara Andrey Rublev e Daniil Medvedev joga contra Kevin Anderson.

E mais
– Está difícil para Thiem chegar ao tão sonhado número 2. Distante 725 pontos de Nadal, ele não pode somar em Viena, pode se recuperar em Paris (fez 90 pontos contra 360 do espanhol em 2019), e ainda é o atual vice do Finals, onde somou 400 mais que Rafa.
– Rublev abre 719 pontos de Roberto Bautista e 354 de Berrettini. Sua chance de ir ao Finals é enorme.
– Dimitrov tirou Tsitsipas e garantiu o 18º posto, o mais alto desde que deixou o top 10 há exatos dois anos.
– Melo e Kubot continuam na luta para chegar ao Finals. Subiram para 10º, mas só o título em Viena os levará para o 7º.


Comentários
  1. Paulo Almeida

    Não há muito o que falar do vexame. É verdade que o Djoko já havia jogado mal contra o Filip e apenas um pouco melhor contra o Borna, mas nada justifica uma derrota bisonha dessas para um LL. Mesmo com apenas um braço tinha a obrigação de vencer, como fez com o Londero no USO 2019.

    Agora é esfriar a cabeça e se preparar direito para o Finals, melhorando o saque principalmente.

    Os invejosos devem estar fazendo outra festa costumeira. Aliás, é só o que fazem desde o fim da era fraca.

    O curioso é que todos os favoritos do dia caíram e só falta a final ser Anderson e Sonego ou Evans mesmo, rs.

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  2. Samuel

    Dalcim,

    Nas quartas de finais disputadas hoje no ATP 500, em Viena, todos os jogadores com ranking inferior venceram as partidas.
    Isso acontece com frequência???

    Samuel

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  3. Sandra

    Dalcim, vc poderia me explicar , o que falta para o Djoko perder o número 1 ? O Nadal teria que ganhar os 3 torneios que ainda faltam? Nenhum dos dois tem que descontar pontos ?

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    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Sandra, isso tem sido incansavelmente repetido aqui e no TenisBrasil. Nadal tem que ganhar Paris, Sófia e Londres, sem que Djokovic ganhe um jogo sequer no Finals.

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  4. Ruy Machado

    Dalcim, boa noite. Não assisti ao jogo do Djokovic. Então, não posso opinar se ele jogou mal ou o adversário jogou muito. Mas me passa pela cabeça que ele deve ter feito o suficiente para terminar o ano como n°1 e se poupar para o ATP Finals… O que você acha? Abc

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  5. Evaldo Medeiros

    Dalcim, e essa derrota de Nole para o Sonego? O que foi isso? Você acha que a aquela desclassificação do Us Open deixou sequelas na cabeça dele? Ou terá sido a derrota para o Nadal em RG? Ou ambos?

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    1. José Nilton Dalcim

      Ele já não tinha jogado bem nos dois primeiros jogos. Deveria ter perdido os primeiros sets de cada um deles. Mas não posso dizer se tem a ver com Roland Garros. Talvez tenha sentido alguma pressão a mais.

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  6. Oswaldo E. Aranha

    Depois de um longo e tenebroso inverno, estendido para a primavera, estava pensando em retornar ao blog, entretanto por estar envergonhado vou espichar a minha ausência para um novo período. Abraços a todos, afetos e desafetos.

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  7. Miguel BsB

    Olha, neste momento, vejo a questões dos títulos, nºs e recordes muito parelha entre o Big 3, e tb não acho que algum deles vá disparar nas conquistas dos recordes para que haja uma clara diferenciação de quem foi o maior de todos.
    Nadal deve passar Federer em Slams, mas não por muito. Em compensação, grande parte dos seus nºs, comparado com os outros 2, vem de uma superfície que é indiscutivelmente o maior que já existiu…Federer ainda vai ter uma gigantesca liderança em semanas como nº1 em relação ao espanhol.
    Nadal tem mais Masters 1000, Djokovic tem mais e ganhou todos ao menos 2x. Federer tem muito mais Finals que o Nadal (a falta de um é o maior buraco na carreira do espanhol). Tb tem mais que o Djokovic, mas o sérvio pode igualar e tb ultrapassá-lo…
    Djokovic já é praticamente o maior detentor da 1 colocação do ranking em todos os tempos…
    Enfim, seus feitos são muito parelhos, uns tem mais isso, outros aquilo, e ,agora, e creio tb que, no final das carreiras, nã haverá um “Undisputed”, um que claramente tem maiores e mais conquistas em todos os grandes requisitos.
    Portanto, acho que a questão de quem foi o maior de todos os tempos, vai ficar subjetiva entre os 3, e vai ser guiada muito pela preferência pessoal de cada um. Acho esse recorde mais relevante, já eu acho esse feito, prefiro o estilo de jogo de tal jogador…
    No fim das contas, vai ser muito equilibrada tal disputa, e vai ficar da opinião de quem a der, sejam fãs, jornalistas, técnicos, ex jogadores etc…

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  8. Daniel C

    Caramba, que chocolate o DjoCovid-19 levou do Sonego! Por essa eu não esperava! E a ironia disso tudo é que o nome do italiano lembra “soneca”, que é algo que eu tenho vontade de tirar toda vez que vejo o sérvio jogar rs.

    Mas enfim, parece que o encanto da “invencibilidade” foi quebrado pela surra do Nadal em RG hehe. E pelo menos agora teremos um torneio mais interessante, pois ainda tem jogadores com estilos interessantes no torneio como Rublev e o “velho” Dimitrov, que possui um tênis muito mais vistoso que o do Djokovic, sem dúvidas. Mas lamento a eliminação do Thiem…estou achando que o título no US Open acabará sendo um único ponto fora da curva…espero que não!

    Valeu, Sonego!

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  9. LOMEU LIMA

    “É muito provável que ele queira sacramentar com seu quinto troféu do ano, o que não está nada distante. Enfrentará nesta sexta-feira o fraco Lorenzo Sonego e deverá ter semi diante de Grigor Dimitrov ou Daniel Evans.” ( Quem discordaria dessas palavras?)
    O fraco Sonego tirou o sono do N1. Mais uma vacilada do sérvio para um convidado. Há algum tempo era nítido ver a desconcentração de Nole nas partidas. Parecia estar jogando por obrigação. Outro dado importante diz respeito ao seu aparente cansaço. O que acha Dalcim, algum problema extra quadra tem abatido o outrora aguerrido NOLE, ou pode ser uma sequela deixada pela COVID 19?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não vi problema físico, Lomeu, embora é claro não possa garantir isso. Djokovic chegou em bolas incríveis e me pareceu inteiro.

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    1. José Nilton Dalcim

      O sistema vigia a extremidade das linhas, Ricardo, e por isso consegue detectar até um eventual ‘foot-fault’, já que nesse lance o pé do tenista avança sobre a linha antes do contato com a bola.

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  10. Luiz Fernando

    Atuação pífia do Djoko q alguns momentos até pareceu desinteressado da partida, lembrando Kyrgios. Muito estranho. Acho q ele quer ir p Paris…

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  11. Rodrigo S. Cruz

    Putz grila!

    Tirando os aces, o Djokovic terminou a partida com infames 3 bolas vencedoras, e mais de 20 erros diretos!

    Enquanto o italiano encaixou um festival de winners e só cometeu 12 erros não-forçados.

    6/2 e 6/1.

    Que vergonha, mano…

    E para um lucky loser ainda.

    kkkkkkkk

    Se esse sérvio for o GOAT, então eu sou o Mickey Mouse…

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  12. Rafael Azevedo

    Eu já estava vindo comentar que com as eliminações de Tsitsipas, Thiem e Medvedev, o ATP 500 com cara de Master 1000, voltou a ter cara de ATP 500 para o Djokovic…
    Mas, quando eu vejo, o Djokovic acaba de ser eliminado em sets direto pelo jogador que deveria ter proporcionado a partida mais fácil do sérvio no torneio…

    O que uma derrota não faz na confiança de um jogador (no caso, a derrota na final de RG)…

    E o que uma nova chance não faz na confiança de um jogador (Sonego perdeu no Qualify, mas ganhou uma vaga por desistência de outros atletas)

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  13. Paolo

    Dalcim, apesar do italiano ter sacado muito bem durante quase todo o jogo, tive a impressão de que o sérvio estava em quadra, porém com a cabeça viajando pra outro lugar, ou então com a sensação de missão cumprida. Sexta temporada(!) como número 1 do ranking. Será que ele vai pedir WC pra jogar o Masters 1000 de Paris? Abs!

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  14. Rodrigo S. Cruz

    Impressionante a mediocridade do Djokovic nesse primeiro set contra o Sonego:

    11 winners a 3 pro italiano, sendo que os míseros 3 winners do Djokovic foram com o saque.

    Ou seja, ZERO winners de forehand e ZERO winners de backhand!

    Pior é que tem gente que GOSTA DISSO!

    kkkkkk

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  15. Luiz Fernando

    Essa Bandsports também prima por fazer besteira, deixa de transmitir o jg do Thiem vs Rublev p passar amenidades do nosso combalido futebol. O primeiro set foi excelente, com predomínio dos sacadores e vitoria do russo. O segundo set ele dominou e despachou o austríaco, com grande atuação. Parece q o melhor jogador da atualidade na visão insuspeita de uma das federetes está em má fase…

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  16. Luiz Fernando

    Interessante o ponto de vista da valorização da popularidade do Federer, talvez esse item seja inédito na historia de qualquer esporte p definir se A é maior ou menor B. Alguma pessoas são criativas, o recorde de GS vencidos subiu no telhado, o de semanas na liderança do ranking também, como tenho estas pessoas em alta conta pela coerência demonstrada nos comentários ao longo dos anos, vou tomar a liberdade de sugerir um outro, este inquestionável: quem nasceu na Suíça é superior a quem tem nasceu em outros locais…

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  17. AKC

    A propósito, Dimitrov foi brilhante contra Tsitsipas, lembrou o que se esperava dele há alguns anos, quando era chamado de baby Federer, algo que não mais lhe cai, dado que já é um veterano.

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  18. Renato Toniol

    Dalcim, estava olhando o perfil do Guillermo Villas no site da ATP (inclusive adoro fazer esses tipo de consulta) e vi que ele ganhou o US Open em 1977, e que na época, esse torneio era jogado no saibro.
    Confesso que não sabia dessa informação, pois, até onde sei, o US Open fora jogado na grama anteriormente. Confere essa informação de que o US Open era jogado no saibro?
    Abs.

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  19. Rafael

    Semanas consecutivas x não consecutivas / Finais de ano como No. 1 consecutivos x não-consecutivos:

    Os dois recordes são igualmente impressionantes e envolvem variáveis diferentes. Logo, esse não vale mais ou menos do que aquele ou vice-versa.

    Dá pra ver até sobre qual grupo de jogadores um ou outro exerceu dominância no seu período como No. 1, qual foi a alternância entre TOP 10, que jogadores surgiram, quais vingaram, quais desafiaram o recorde de um ou de outro como No. 1, etc. Só acho estranho gente que defende que as coisas só poderão ser analisadas ao final da carreira dos jogadores se manifestar AGORA sobre consecutivo ser mais importante/valer mais (!?!) que não consecutivo, etc. Que bobagem.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Desculpe Rafael , bobagem coisa nenhuma. Terminar SEIS Temporadas CONSECUTIVAS como N 1 do Mundo e tendo uma penca de N 1 como rivais, é algo que provavelmente não veremos mais. Federer , Nadal e Novak comprovaram o fato . E o que que isso tem a ver com Goat ? Abs!

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  20. Vitor Hugo

    Quardo vc assiste um Tsipas x Dimitrov e depois Coric x BAGREvice realmente é broxante. A diferença de habilidade do primeiro para o segundo jogo é gigante!

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    1. Paulo Almeida

      Não, na verdade o Dimitrov tem aquele mesmo joguinho modorrento de slices intermináveis do Geleinha, mas pelo menos é um cara gente boa e de caráter.

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  21. Luiz Fernando

    Com certeza uma das razoes de Zverev não ter deslanchado na carreira é sua vida privada conturbada, como vimos nos últimos dias. Essas acusações de violência são muito difíceis de serem comprovadas e sinceramente isto está “cheirando” com chantagem, talvez algo semelhante ao episódio Neymar-Nagila, mais um q envolve um atleta jovem e com muito dinheiro na conta. Agora lamentável foi o fato de só reconhecer a paternidade após ser posto contra parede pela ex-namorada, algo q sugere um caráter bem falho…

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    1. Rafael

      É verdade, Luiz. Isso me lembra um certo rei do futebol que, mesmo depois de ter o exame de DNA esfregado em sua cara provando que era pai de uma moça, recorreu à justiça treze vezes. Anos antes, esse mesmo rei, ao fazer seu milésimo gol, dedicou o mesmo às “criancinhas do Brasil”. Diferente de Ronaldo Fenômeno, que assumiu todos os 300 filhos que fez mundo afora e parti$$$ipa na criação, não se furta a aparecer junto a eles em público, redes sociais, etc. Caráter é uma coisa interessante mesmo.

      Por enquanto, prefiro dar um desconto para Zverev. Vamos ver.

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    2. Marcos

      Opinião sexista, vitimizando o “macho” empoderado simbólica e materialmente desde a poeira dos tempos. Só falta chegar alguém aqui e afirmar que o tal de robinho, o cristão, é inocente.

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  22. DANIEL DE FIGUEIREDO TOLEDO

    Prezado Dalcim, viu o documentário do Vilas? Acha que ele merecia o N. 1? Quão bom era esse jogador? Ele ou Guga é maior e ou ganharia num duelo? Abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, e gostei muito. Com certeza, ele merece ser reconhecido como número 1, nem que seja naqueles seis semanas que destaca o documentário, embora todo mundo concorde que ele teria sido o melhor em 1977. Como já disse algumas vezes, para mim Vilas é o maior tenista sul-americano de todos os tempos. Apesar de ter um estilo muito mais apropriado para os pisos lentos, obteve sucesso até na grama.

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  23. Nattan Labatto

    Boa noite, Srs!

    Assim como o Dalcim, P. Almeida e a maioria dos que acompanham este maravilhoso esporte sabem que o Djoko cresce muito nos TB, o cara é soberano nos big point’s. Um atirador de elite frio, calculista, preciso e sanguinário.

    Entrando na seara dos recordes, acredito que quantidades de semanas com n1 e Slam se equivalem, estão no mesmo patamar de importância. Acredito que 99% dos integrantes do blog concordam.

    Abs

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  24. JAN DIAS

    Acho que já passou da hora do TSIPAS 🇬🇷 e do SHAPOVALOV 🇨🇦 largarem seus pais 👨‍👩‍👧‍👧 e contratarem um técnico profissional , pois correm sério risco de ficarem estagnados técnica, tática e mentalmente… me parece que o rendimento e evolução deles estacionou…

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  25. Rodrigo S. Cruz

    Tá foda de ganhar do Encosto em tie-breaks mesmo.

    E Federer que o diga.

    Apesar de que no caso dele, eu achei que foi mais por culpa do Roger mesmo do que por mérito do Novak.

    Mas que o sérvio realmente virou osso-duro em tie-breaks, virou.

    Lembro de um jogaço entre ele e o Ernests Gulbis, num Master 1000, em que um dos sets tinha ido pro tie-break.

    (aliás, essa foi a ÚLTIMA apresentação digna e de alto nivel do letão que eu lembro…)

    Nesse jogo o Gulbis liderava, e teve dois matchpoints no tie-break, mas o Encosto ganhou os dois pontos.

    Um deles foi numa devolução dificílima mesmo.

    E o outro foi num vacilo do próprio Gulbis.

    E daí o sérvio somente seguiu aquele roteiro de sempre, né: venceu o tie-break, e depois virou a partida.

    Cara chato da porra… (rs)

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  26. Enoque

    Vou fazer uma lista de jogadores que já ganharam Grand Slam, depois a gente faz uma pergunta pra eles.
    Wawrinka
    Cilic
    Del Potro
    Gáudio
    Johansson
    Albert Costa
    Ivanisevic
    Kafelnicov
    Korda
    Krajicek
    Muster
    Bruguera
    Stich
    Cash
    Noah
    Kriek
    Teacher
    Vilas
    Gerulatis
    Edmondson
    Pergunta: O que vcs acham mais importante, ganhar um Grand Slam ou ter sido número 1 do ranking.
    Acho que a resposta seria a mesma de todos eles.

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    1. Paulo Almeida

      Cara, primeiro que a comparação não é entre ganhar 1 Grand Slam e ter sido primeiro do ranking, mas entre número de semanas na ponta e número total de Majors. E segundo que o Djoko sequer emitiu uma opinião definitiva a respeito do assunto. Ele apenas ACHA que talvez sejam equivalentes.

      Supondo que o sérvio termine com 3 Majors a menos do que o Nadal e com 120 semanas a mais na ponta (mais do que dois anos), não caberia alguma discussão? Fora os outros Big Titles, h2h e outros aspectos a serem abordados.

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      1. Gildokson

        Não caberia discussão nenhuma.
        Da nem pra discutir a ambição do Nadal por Slans em relação à ambição por semanas como n°1. Aquele que tiver o maior número de Majors vai ser lembrado sempre como o MAIOR, essa que é a real.
        O sérvio é esperto e quer garantir o lado dele da história com essa conversinha aí pq depois da SURRA em RG ele ja viu que vai ser mais difícil ser o líder em Slans kkkkkkkkk

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    2. Alessandro Siqueira

      Cada um irá puxar a brasa para a própria sardinha. Então a opinião mais isenta deve ser dada por quem tem o #1 e o slam ou quem não tem nenhum dos dois. Marcelo Rios vai dizer que o #1 importa. Os citados por você irão dizer slam. De fora, ser #1 se mostra mais difícil, já que temos muito mais vencedores de slam sem #1 que o contrário. Ficar na ponta durante um ano requer uma regularidade surreal.

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    3. Carlos

      Enoque, sua reflexão é pertinente. Do mesmo modo pensei, por exemplo, no Marcelo Rios, que foi n°1 e nunca venceu um Slam – e sempre alguém lembra disso quando surge o nome dele num debate sobre quais foram os maiores tenistas latino-americanos de todos os tempos. O que ele escolheria caso tivesse a chance de optar entre um e outro? Embora veja uma tendência dos torcedores, imprensa e jogadores a valorizarem mais o n°1, não acho que é algo tão simples de afirmar e é algo muito pessoal. Penso que os Slams são essência do tênis e o principal objeto do interesse de quem joga, trabalha ou simplesmente acompanha tênis.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Essa pergunta não é difícil…
        Quem teve mais sucesso e foi “maior”. Rios, nº 1 por algumas semanas, ou Del Potro, campeão do USOpen?
        Na minha opinião, o argentino, campeão de Slam…

        Responder
    4. Sandro

      Perfeito Enoque! Vc tocou no ponto certo! Ganhar Grand Slams vale muito mais do que liderar ranking, sem sombras de dúvidas!
      Tenistas como: Marcelo Ríos, David Nalbandian, David Ferrer, Robin Soderling, Jo-Wilfried Tsonga, Guillermo Coria, Miloslav Mecir, Tim Henman, Todd Martin, Cédric Pioline, Kevin Anderson, Alex Corretja, Agnieszka Radwanska, Dominika Cibulkova, Helena Sukova,Eugenie Bouchard, já tiveram ótimas colocações no ranking, alguns alcançando, inclusive, o número 1 do ranking, porém, sem conseguir conquistar Grand Slams.
      É óbvio que a conquista de Grand Slams é muito mais importante que ser número 1 do ranking, pois um tenista pode muito bem ser número 1 do mundo sem ter ganho nenhum Grand Slam, sendo “VICE” várias vezes, por exemplo.
      Óbvio que se Nadal fosse 20 vezes “VICE” de Grand Slams nunca teria o mesmo impacto dos 20 títulos que acumulou.
      No final das contas, títulos de Grand Slams contam muito mais e é por isso que considero Margaret Court, com seus 24 Grand Slams, a GOAT do feminino e Nadal com seus 20 Grand Slams o GOAT do masculino já que no confronto direto Federer é freguês de Nadal, sendo que Djokovic tem muito mais chances de brigar pelo topo com Nadal do que o Federer.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Somente para você não é mesmo, caro Sandro . Marareth Court se aposentou em 1977 aos 35 . Teve tempo para ser N 1 na Era Profissional e levar ao menos um FINALS ( levou um em duplas ) . Daí que seus ONZE SLAM na Era Amadora ( seis no AOPEN ) , não foram suficientes para colocá-la a frente de Serena , Steffi Graf e da Multi-Campea Martina Navratilova, no meio do Tênis Mundial . Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps . E’ evidentemente que um torcedor que sabe que Rafa Nadal somente tem chances no tal Goat pelo número de SLAM , vai dizer que Semanas como N 1 , FINALS rs , não servem como desempate pra nada . Daí a obsessão em se agarrar em Court . Na boa , precisarias convencer o MUNDO. Abs!

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    5. Maurício Luís *

      Enoque, tem coisa que pode ser uma questão pessoal. Porque por outro lado, o chileno Marcelo Rios foi número 1, mas não ganhou nenhum Slam. Será que ele não trocaria o número 1 por um Slam? Não sei responder, talvez só ele.
      Mas o que eu quero dizer é que as pessoas são diferentes e o que é de muito valor pra uns, pra outros não vale nada. O Ivan Lendl, por ex, certa vez disse que trocaria títulos de Roland Garros por 1 único de Wimbledon. E por aí vai…

      Responder
    6. Rafael Azevedo

      Na minha visão o número de semanas é como um critério “qualificador”, ou seja, para que um tenista possa ser considerado na disputa pelo GOAT ele tem que ter, por exemplo, no mínimo 200 semanas na liderança do ranking (é apenas um número).
      A partir daí, se um tenista tem 260 e outro tem 230, essa diferença deve ter pouco ou nenhum impacto.
      Nesse grupo, o número de Slam é que definiria o maior peso para o GOAT.
      A não ser, claro que haja uma diferença considerável alcançada por algum tenista, como as 120 semanas exemplificada pelo Paulo Almeida. Nesse caso, ainda que os 2 tenistas tenham mais do que 200 semanas, a diferença de 120 entre eles deve, sim, pesar na disputa…

      Mas, essa é só a minha forma de avaliar.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        É fato que um tenista pode ter 2 semanas inspiradas e vencer um GS, sem ser n°1 (ou mesmo chegar perto), como argumentou o Djokovic.
        Mas, vencer 14, 17 ou 20 GS nunca será um caso de apenas 2 semanas de inspiração. Vencer Slams constantemente e sempre chegar nas finais e semi-finais revelam que o tenista não teve apenas “um momento” de brilhantismo, mas que ele é um jogador de chegada, que cresce nos torneios importantes.
        Isso é o que mais vale! Ser decisivo no momentos importantes do esporte.
        Eu poderia argumentar que para ser número 1, um tenista pode somar pontos vencendo ATP 500 e 250.
        Acho que o GOAT tem que ter acima de tudo capacidade de vencer constantemente os torneios mais importantes (os Slams).

        No futebol, o grande entrave do Messi é nunca ter conquistado uma Copa do Mundo (apesar de ser o n°1 há muuuito tempo), enquanto o Pelé tem 3.

        A seleção de volei masculina atual é líder do ranking constantemente. Mas, nos últimos anos, só ganhou a Olimpíada de 2016, entre os torneios importantes, sendo vice nos demais torneios importante. A seleção de volei que realmente é apontada como uma das maiores da história é aquela que venceu (quase) todos os torneios importantes entre 2000 e 2004. A chamada “Era Bernardinho”

        Responder
    7. Gume

      Bom dia Enoque,

      O único da lista que respondeu está pergunta foi o Vilas (está no documentário da netflix).
      Segundo ele, ser número um é o ápice da carreira de um atleta. Achei legal o argumento dele, onde simula uma conversa com um taxista. Nem todos entendem que ganhar um importante torneio francês o faz ser um grande jogador mas qualquer um entende que você é um excelente jogador se você é o número um do mundo.

      Abraços.

      Responder
    8. Luiz Fabriciano

      Acho que o buraco deve ser puxado um pouquinho mais para baixo.
      Atingir o #1 é um feito – como conquistar um GS. Digamos que certo tenista fique “apenas” nisso. Para mim não quer dizer muita coisa.
      Mas permanecer #1 tem um peso completamente diferente. Tem tenista que chega ao primeiro posto com diferença para o segundo tão pequena que não sustenta por duas semanas. E aí?
      Quando falamos de mega estrelas: Sampras etc, o posto de #1 é de visão completamente diferente.
      Vencer um GS e passar a fazer somente figuração em outros, tem o mesmo valor que chegar ao #1 e descer de lá na semana seguinte. Acho eu.

      Responder
  27. Paulo Almeida

    Eu pensei em chamar o Djoko de rei dos tiebreaks também ontem, mas o Dalcim já me antecipou, kkkkkk.

    Só perdeu aquele pro Edmund no USO mesmo.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Rei dos Tie-breaks é aquele que tem mais vencidos e com um percentual maior de aproveitamento . E por enquanto também é Roger Federer . O teu fanatismo já está contaminando o até há pouco tempo respeitado ” estatístico ” Danilo Afonso , mais abaixo rs . Este quer misturar h2h pra tentar provar que é Novak. O mesmo que ainda é Vice , digo , TERCEIRO no número de SLAM kkkkkkkkkkkkkkk . Abs!

      Responder
  28. Rodrigo S. Cruz

    Eu nunca afirmei que o croata “Boring” Coric ou o sérvio Novak “Boring-vice” jogassem mal.

    Só disse que os dois integram a ala “boring” do tênis.

    kkkk

    Há quem pense como eu, e outros tantos que discordam.

    E assim segue a vida…

    Agora, se isso gera inconformidade nos sectários que idolatram bisonhamente uma pessoa, lamento…

    E mais – se eu acredito de coração que certo tenista é o GOAT, isso já me basta.

    Para quê vou repetir isso em 11 de cada 10 postagens?

    Isso é coisa de maluco!

    Todos sabem que tenho total preferência pelo Federer nessa discussão.

    Mas vou ficar como papagaio chamando o cara de GOAT, a cada 5 minutos?

    Para quê?

    Quem discorda disso, sempre vai discordar…

    Mais inteligente talvez seria eu me lembrar que nem ele e nem o Djokovic são membros da minha família!

    Estão a milhas de distância torrando suas fortunas, e pouco SE FODENDO para fãs…

    Quanto às indiretas lançadas pelos idólatras, eu acho até graça.

    E aí vai o meu riso:

    ká, ká e + ká…

    Desculpem o trocadilho, mas estou kgando. (rs)

    Apenas exerço o meu direito pessoal de expressar a minha opinião, num blog de tênis.

    Não quero elogios de idólatra, e muito menos que ele diga que entendo do “babado”.

    Eu sei que entendo de tênis, e isso me basta.

    Indiretas, “xolos” (com “x” mesmo), ou depreciações de seres frustrados, não me calam…

    Responder
  29. DANILO AFONSO

    Como bem destacou o Dalcim, DJOKOVIC é o segundo tenista com melhor aproveitamento em tiebreaks, ficando atrás apenas do FEDERER.

    Porém, DJOKOVIC tem um retrospecto favorável nos tiebreaks contra o suíço: DJOKOVIC 16 x 12 FEDERER

    Djokovic venceu os últimos 6 tiebreaks disputados contra o suíço. A última vez que o suíço levou vantagem contra o sérvio foi em Cincinatti 2015.

    Nos tiebreaks decisivos Djokovic também leva vantagem: 4 x 0.

    Em se tratando de tiebreaks decisivos contra todos adversários, Djokovic também tem aproveitamento melhor: 72% (18v-7d) contra 56,3% (36v-28d) do suíço.

    Saudações Tenísticas !!!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pode ser…

      Mas pra mim o suíço continua dando um banho, em aproveitamento.

      Visto que ele tem uns 300 tie-breaks a mais disputados na carreira do que o Encosto…

      Responder
      1. Rafael

        É verdade. É impressionante que Federer tenha aproveitamento semelhante ou muito próximo à Djokovic em vários desses quesitos mesmo com muito mais partidas disputadas. Isso mostra sua consistência ao longo de um período impressionante de tempo. Até porque o natural seria o aproveitamento despencar na última fase da carreira.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Agora queres botar h2h até em percentual de Tie-breaks , Danilo ? Na boa , estás contaminando pelo face Tênis Brasil kkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
  30. Felipe Vilela

    Dalcim, gostaria de saber sua opinião sobre um assunto.

    Acho certo a ATP manter o ranking de entradas em dois anos, mas acho q usar resultados do ano anterior pra eleger o melhor do ano muito tosco.

    Deveriam ser utilizados só os resultados de 2020, mesmo que poucos, tanto pra classificar para o Finals quanto para definir o número 1 do ano.

    Imagine a situação de um jogador ganhando o melhor do ano sem jogar nenhuma vez em 2020, seria ridículo, mas teoricamente possível.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que foi uma temporada atípica, então concordo com os critérios usados, Felipe. Quanto ao exemplo que você deu, caberia curiosamente ao Federer. Ele poderia entrar no Finals com apenas seis jogos e cinco vitórias em toda a temporada.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então Dalcim . Complementando a pergunta do Felipe . Ao que parece a temporada de 2021, vai se iniciar normalmente com o AOPEN. Ou seja , provavelmente bem menos atípica . Você concorda com a continuação do congelamento até 2022 ? Abs!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que a questão é: o calendário está tentando se noramlizar, mas e a pandemia? O quadro de hoje é: Austrália com enormes restrições, provavelmente exigirão quarentena dos tenistas e o deslocamento de sedes da ATP Cup parece comprometido. Então a situação não está normal, e acho que foi nisso que a ATP pensou. Ou seja, não quer obrigar os tenistas a viajar e a jogar, portanto mantém a flexibilidade. Acho que o congelamento até março é correto.

          Responder
  31. Samuel

    Dalcim e amigos,

    Eis um compilado de alguns aspectos das carreiras de Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic:

    Jogador Federer Nadal Djokovic
    Títulos 103 86 81
    Grand Slam 20 20 17
    ATP Finals 6 0 5
    Olimpics 0 1 0
    Masters 1000 28 35 36
    ATP 500 24 21 14
    ATP 250 25 9 9

    Grand Slam 20 20 17
    Austr Open 6 1 8
    Roland Garros 1 13 1
    US Open 5 4 3
    Wimbledon 8 2 5

    Masters 1000 28 35 36
    Canada 2 5 4
    Cincinnati 7 1 2
    Hamburg 4 1 0
    Indian Wells 5 3 5
    Madrid 3 5 3
    Miami 4 0 6
    Monte Carlo 0 11 2
    Paris 1 0 5
    Roma 0 9 5
    Shanghai 2 0 4
    Sttutgart 0 Ausente Ausente

    ATP 500 24 21 14
    Acapulco Ausente 3 0
    Barcelona 0 11 0
    Basel 7 0 1
    Beijing Ausente 1 6
    Dubai 8 1 5
    Halle 3 Ausente Ausente
    Hamburg 0 1 Ausente
    Indianapolis 0 Ausente Ausente
    London 0 Ausente 0
    Queens Club Ausente 0 Ausente
    Rio de Janeiro Ausente 1 Ausente
    Rotterdam 3 0 Ausente
    Sttutgart Ausente 2 Ausente
    Tokyo 1 1 1
    Vienna 2 Ausente 1
    Washington 0 Ausente Ausente

    ATP 250 25 9 9
    Amersfoort Ausente Ausente 1
    Auckland 0 0 Ausente
    Bangkok 2 0 0
    Basel 3 0 Ausente
    Bastad Ausente 1 Ausente
    Beijing Ausente 1 Ausente
    Belgrade Ausente Ausente 2
    Brisbane 1 0 1
    Bucharest Ausente Ausente 0
    Buenos Aires Ausente 1 Ausente
    Chennai Ausente 0 Ausente
    Copenhagen 0 Ausente Ausente
    Costa do Sauípe Ausente 1 Ausente
    Doha 3 1 2
    Eastbourne Ausente Ausente 1
    Estoril 1 0 1
    Gstaad 1 Ausente Ausente
    Halle 7 0 0
    Istanbul 1 Ausente Ausente
    Long Island 0 Ausente Ausente
    Lyon 0 0 0
    Marseille 1 0 0
    Metz Ausente Ausente 1
    Milan 1 0 Ausente
    Moscow 0 Ausente Ausente
    Munich 1 Ausente Ausente
    Nottingham 0 Ausente Ausente
    Palermo Ausente 0 Ausente
    Queens Club 0 1 0
    São Paulo Ausente 1 Ausente
    s’Hertogenbosch 0 Ausente 0
    Sopot Ausente 1 Ausente
    St. Poelten 0 Ausente Ausente
    Stockholm 1 0 Ausente
    Sttutgart 1 1 Ausente
    Sydney 1 0 0
    Tashkent 0 Ausente Ausente
    Toulouse 0 Ausente Ausente
    Umag Ausente 0 0
    Valencia Ausente 0 0
    Vina del Mar Ausente 0 Ausente
    Zagreb Ausente Ausente 0

    Semanas na liderança 310 209 292
    Semanas consecutivas 237 56 122
    48 46 53
    17 39 52
    6 26 48
    1 19 17
    1 13 0
    0 6 0
    0 4 0

    Samuel

    Responder
    1. Samuel

      Dalcim,

      Quando digitei o texto, coloquei as colunas da forma correta.
      Parece que o programa não aceita mais de um espaço juntos.
      Por exemplo: teclo nove espaços e o programa aceita apenas um espaço no momento de publicar o comentário.

      Samuel

      Responder
    2. Sandro

      Números muito interessantes Samuel! Gostei!
      Acho impressionante que o Nadal é o único que chega aos “DOIS DÍGITOS” em torneios diferentes! São incríveis 13 títulos em Roland Garros, 11 títulos em Monte-Carlo e 11 títulos em Barcelona! Muito impressionantes esses números!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Realmente tão impressionante como Margareth Court estar a frente de Serena , Steffi Graf e Martina Navratilova para o mundo do Tênis profissional . Realmente somente Rafa Nadal venceu 10 Vezes em Halle e 10 vezes na Basiléia . No primeiro até que tentou … Abs!

        Responder
    3. Rafael Azevedo

      Parabéns pelo levantamento, Samuel.
      Só não entendi o que são aqueles números após o critério “semanas consecutivas”…
      Se referem quais critérios?

      Responder
      1. Samuel

        Rafael,

        Os números após “semanas consecutivas” são os outros períodos em que ficaram na liderança do ranking.
        Federer – 6 períodos na liderança (237 + 48 +17 + 6 + 1 + 1 = 310);
        Nadal – 8 períodos na liderança (56 + 46 + 39 + 26 + 19 + 13 + 6 + 4 = 209); e
        Djokovic – 5 períodos na liderança (122 + 53 + 52 + 48 + 17 = 292).

        Samuel

        Responder
  32. Chetnik

    Djoko continua pulverizando os recordes. Será que ele vai deixar alguma coisa para o geleia? Vai ser engraçado, ao final de tudo, constatar que o “GOAT” mais chinfrim de todos os tempos não tem nenhum recorde relevante no tênis, kkkk.

    Parabéns, Djoko, pelo 6a YE1. Próximo passa, praticamente certo, é liderar em semanas totais no topo do ranking.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Só bobagens como sempre . Você jura que acredita que alguém vai ficar mais Semanas CONSECUTIVAS como N 1 do Mundo ? Na boa , Chatonik . Volta pro Sítio . E aproveite para estudar sobre longevidade no TOPO do Ranking . Nem a Rainha Serena e Martina conseguiram rsrsrs . Abs!

        Responder
  33. Maurício Luís *

    Considerando que o Rublev está praticamente classificado pro Finals, sobra a última vaga, que deve ficar entre ‘El Peque’ e o Matteo Berretini. E que vai ser definida conforme o desempenho de cada um em Paris.
    Só que o italiano não joga desde Roland Garros, então pode ser que esteja sem ritmo. Pra quem tem boas chances de se classificar, acho que essa ausência dele nos últimos torneios meio estranha.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Bota estranha nisso , Maurício. Eu cravaria Dieguito sem medo no FINALS 2020 . E convenhamos que seria uma grande injustiça caso não ocorra. Abs!

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Isso está no texto, não? “O número 1 de final de temporada, o que igualaria o total recorde de seis de Sampras, está 95% em suas mãos”.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Realmente igualaria as 6 . Mas dá pra afirmar que as 6 de Novak valem menos que as 6 CONSECUTIVAS de Pete rs . Acredito ser mais fácil Nadal com 20 RG do que alguém repetir o feito de Sampras rs Abs!

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Então caro Sérgio, você como piloto do Delorean não pode ignorar, caso Djokovic confirme o hexacampeonato, que o feito dele será mais especial por atingir tal marcar sendo contemporâneo de Federer e Nadal, dois dos maiores tenistas de todos os tempos rsrs. Abs !!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Discordo totalmente. Houve Tênis antes do Big 3 , e rivalidades espetaculares como Borg, Vilas, , Connors e Big Mac . Sampras , Agassi , Becker , Edberg … TODAS sem a ridícula padronização dos pisos ( tínhamos até Carpete ) , fazendo com que houvesse menos concentração de Títulos nos Torneios importantes nas mãos dos mesmos e uma adaptação muito mais difícil as diferentes velocidades em cada evento. Abs!

  34. Rafael Azevedo

    Dalcim, posso estar enganado, mas ano passado o Nadal não foi semifinalista em Paris (que jogaria contra o Shapovalov). Ele desistiu por causa da lesão nas costas. E a outra semi foi entre Djokovic e Dimitrov (parece que será igual em 2020)…
    Ou seja, o espanhol fez mais pontos que o Thiem em Paris 2019!
    É isso mesmo ou estou confundindo com algum outro torneio?

    Responder
  35. Vitor Hugo

    Não tive tempo para me manifestar a respeito após o título de Rafa em RG, sobre os maiores da história.
    Pra mim continua assim:

    Federer
    Nadal
    Sampras
    Laver
    Borg

    Critérios: Importância para o esporte, título, recordes, títulos na grama, popularidade, rivalidade, número de fãs, valor da marca, feitos e etc.
    Nadal não tem muitos títulos no maior slam de todos, mas está em segundo pela importância para o esporte, rivalidade com Roger, número de fãs e por ser o maior piso por piso da história.

    Federer é DISPARADO o maior. É o mais importante para o esporte, com maior número de fãs, maior vencedor, maior número de fãs e arrecada muito mais que os outros, além de ser o com jogo mais bonito e que mais dá audiência.
    É justo que a maior rivalidade de todos os tempos esteja nas duas primeiras posições.

    Responder
    1. Alessandro Siqueira

      Vitor, siga repetindo isso à exaustão que uma hora você acaba acreditando. Se Federer é tão maioral, mas caminha para perder os números mais importantes do esporte, que adjetivos deveríamos usar para quem o superar?

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          DjokoGoat o TERCEIRO em número de SLAM kkkkkkkkkk Toda vez que você posta esta asneira você também desmerece o Touro. Além de também ter TRÊS a mais , o cara ainda pode abrir muito com RG . Pense nisso e controle a sua patética ansiedade , caríssimo Piloto da ” Turbinada ” kkkkkkkkkkkkk Abs!

          Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Então, Alessandro.

        Nos número sim, o Federer será superado.

        Isso parece líquido e certo, e os federistas terão de aceitar…

        Mas o que o Vitor destacou é que no critério de popularidade, o Federer não será superado.

        Muito menos no critério de ter o jogo mais bonito.

        Sei que você é um nolista convicto, mas acredito que nem você acha que o Nole supera o suíço nisto.

        Responder
          1. Alessandro Siqueira

            O cara que seria o maior tendo números piores que dois adversários. Faz sentido? Não. Ah, mas é mais talentoso e joga mais bonito. Amigo, “não existe gol feio, feio é perder gol”, como já diria o poeta Romário. Da mesma forma, não existe ponto feio. Ponto é bola caindo na quadra do adversário e c’est fini. Tudo que passa disso é subjetivismo. Se Federer é tão mais talentoso, deve ser ao mesmo tempo mais preguiçoso, como ocorre na Fábula do Coelho e da Tartaruga. O coelho, certo da maior aptidão, deita em berço esplêndido. Quando acorda, a tartaruga já tinha vencido a corrida. Será Federer algum tipo de coelho? Seja como for, no mundo real transpiração tem dado mais resultado que inspiração.

        1. Vitor Hugo

          Pela visão do Alexandre podemos afirmar então que Nadal é pior que Brown, Davydenko e etc… Assim como Novak é inferior a Roddick, Kyrgios, Karlovic e etc… H2h, né?

          Responder
      2. Vitor Hugo

        Dificuldade em interpretar um texto, hein, amigo? Tem vários critérios que eu usei e não apenas títulos.
        Não precisa chorar, é apenas minha opinião.

        Responder
        1. Sandro

          Gostei do seu texto Alessandro Siqueira!
          Você foi bem objetivo e cirúrgico e pôs o dedo na ferida:
          “O cara que seria o maior tendo números piores que dois adversários. Faz sentido? Não.”
          Claro que não faz sentido nenhum!
          Como Federer pode ser o GOAT se:
          -Perdeu “TODAS” as finais de Wimbledon que disputou contra Djokovic
          – Perdeu “TODAS” as finais de Roland Garros que disputou contra Nadal.
          Não dá pro Federer ser o GOAT sendo freguês de Nadal e Djokovic!
          Gostei também dessa frase: “Tudo que passa disso é subjetivismo”.
          Subjetivismo, ao meu ver, é uma estratégia que usam para justificar o “INJUSTIFICÁVEL” que é por um cara que é “FREGUÊS ” de Nadal e Djokovic com o GOAT do tênis. Haja artimanhas subjetivistas pra justificar essa freguesia…
          Parabéns pelo texto, Alessandro!

          Responder
        2. Alessandro Siqueira

          Quando você aprender a dar opinião sem a pretensão de ser uma decisão final, transitada em julgado, ok. Até lá, sempre que fizer esses rankings intocáveis, irei responder. Se não está preparado para o contraditório, talvez não devesse participar de fórum. Aqui o espaço é aberto ao debate.

          Responder
        3. Miguel BsB

          Alessandro:
          Existe ponto feio sim, assim como existe gol feio!
          Assim como existem golaços e como existem pontaços!
          Hoje é o aniversário de Dom Diego Armando Maradona…60 anos…
          Como comparar o lendário gol em 86 contra a Inglaterra com o gol do América/MG no Corinthians outro dia?
          Existem sim gols feios, ou normais, e golaços históricos, assim como pontos feios ou normais, e pontaços lindos no tênis.

          Responder
    2. Luiz Fernando

      Será q não está faltando o Thiem nessa sua lista? Afinal, vc o rotulou como o melhor tenista da atualidade, com o Big3 ainda em atividade, isso deve significar algo kkkk. Aqui é diversão garantida kkk…

      Responder
    3. Sandro

      Que critérios mais estranhos e nada a ver…
      Como Federer pode ser o GOAT se nunca conseguiu ganhar um final de WIMBLEDON contra o Djokovic e também o Federer nunca conseguiu ganhar uma final de Roland Garros do Nadal?
      A briga pelo GOAT está entre o BIG 2 : Nadal e Djokovic, já que o Federer é freguês tanto do Nadal quanto do Djokovic!

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Vc precisa aprender a interpretar texto, colega. Eu disse maior, não melhor. Se bem que, também considero Roger o melhor tenista da história, assim como o Dalcim e muitos.

        Sobre as vitórias de Novak sobre o suíço, todas elas Roger tinha mais de 32 anos, longe do auge.
        Quantas partidas entre eles foram disputadas entre 2003 e 2009, auge de Roger na grama?! Nenhuma! Claro por causa da diferença de idade também. Óbvio.
        Mas os dois se enfrentaram em finais em Wimbledon em período mais favorável para o sérvio do que para Federer, tanto em idade quanto ápice do tenista. Quem não vê é cego ou fanático.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele disse que só jogaria Paris e Londres, o que teoricamente descartaria Sófia. E nem acredito que ele tentasse essa loucura, a menos que houvesse mesmo uma chance muito grande de recuperar o número 1, o que não é o caso. Mas até ele desistir oficialmente, a ATP não pode declarar Nole como o número 1, a menos é claro que o sérvio vença Viena.

      Responder

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