Os números da renovação
Por José Nilton Dalcim
22 de outubro de 2020 às 21:58

É bem verdade que a nova geração ainda não conseguiu brilhar nos grandes torneios do calendário masculino como se esperava, bem ao contrário do que acontece entre as meninas, mas os números do ranking internacional dos dois sexos deixa claro que a renovação segue firme. E, vejam que curioso, o top 10 masculino é hoje mais jovem do que o feminino.

Antes de tudo, é preciso ressaltar que a evolução no preparo físico e especialmente o de recuperação muscular mudou aquilo que costumávamos chamar de “veteranos”. Há dez anos, virar ‘trintão’ era indício da reta final da carreira. Hoje, esse limite avançou pelo menos até os 32 e ainda se vê muito tenista em alto nível de competitividade aos 35.

É fato que o congelamento da defesa dos pontos em 2020 traz algumas distorções no ranking atual. No entanto, como a regra vale para todos, vale examinarmos os números.

E aí vemos que, dos atuais top 50, o feminino tem mais nomes com até 25 anos (21) do que o masculino (19), mas a diferença é tênue. Porém existem 11 nomes acima dos 32 anos na ATP contra meros 4 na WTA, sendo que há 3 homens e 2 mulheres com 35 anos ou mais. O grosso está na faixa média, entre 26 e 31 anos, o que podemos considerar hoje a fase de estabilidade dos tenistas: são 20 entre os homens (40%) e 25 entre as mulheres (50%).

Vamos a uma rápida análise das faixas de ranking:

Top 10
Metade dos homens têm menos de 25 anos, enquanto na WTA são quatro. Há um nome acima dos 35 em cada lista:
Masculino
– 5 abaixo dos 25 (Tsitsipas, Medvedev, Zverev, Rublev e Berrettini)
– 3 acima dos 32 (Djokovic, Nadal e Federer)
– 2 entre os 26-31
– 1 acima dos 35 (Federer)
Feminino
– 4 abaixo dos 25 (Barty, Osaka, Kenin e Andreescu)
– 1 acima dos 32 (Serena)
– 5 entre as 26-31
– 1 acima dos 35 (Serena)

Top 20
Se somarmos o top 10 com o top 20, aí vemos que a WTA está mais renovada, com 9 abaixo dos 25 anos contra 7 do masculino. Também não há no momento top 20 com mais de 32 anos no feminino
Masculino
– 2 abaixo dos 25 (Shapovalov e Khachanov)
– 4 acima dos 32 (Monfils, Bautista, Fognini e Wawrinka)
– 4 entre os 26-31
– 1 acima dos 35 (Wawrinka)
Feminino
– 5 abaixo dos 25 (Bencic, Sabalenka, Swiatek, Rybakyna e Vondrousova)
– Ninguém acima dos 32
– 5 entre as 26-31
– Ninguém acima dos 35 anos

Top 30
Entre os 21 e 30 primeiros do ranking, vê-se novamente uma forte renovação nos dois sexos, com 60% de cada lista. O feminino só tem um nome acima dos 32.
Masculino
– 6 abaixo dos 25 (Garin, Aliassime, Coric, Ruud, Di Minaur e Fritz)
– 1 acima dos 32 (Isner)
– 3 entre os 26-31
– 1 acima dos 35 (Isner)
Feminino
– 6 abaixo dos 25 (Mertens, Konta, Muchova, Yastrenska e Anisimova)
– 1 acima dos 32 (Kerber)
– 3 entre as 26-31
– Ninguém acima dos 35

Top 40
É uma faixa em que prevalecem os tenistas de idade mediana, entre 26 e 31 anos, com algum espaço para os veteranos.
Masculino
– 4 abaixo dos 25 (Hurkacz, Opelka, Humbert e Kecmanovic)
– 1 acima dos 32 (Cilic)
– 5 entre os 26-31
– Ninguém acima dos 35
Feminino
– 1 abaixo dos 25 (Vekic)
– 2 acima dos 32 (Kuznetnova e Strycova)
– 7 entre as 26-31
– 1 acima dos 35 (Kuznetnova)

Top 50
Metade dos jogadores entre 41 e 50 do ranking têm entre 26 e 31 anos.
Masculino
– 2 abaixo dos 25 (Sinner e Bublik)
– 3 acima dos 32 (Mannarino, Ramos e Querrey)
– 5 entre os 26-31
– Nenhum acima dos 35
Feminino
– 5 abaixo dos 25 (Ferro, Ostapenko, Kudermetova, Gauff e Podoroska)
– Nenhuma acima dos 32
– 5 dos 26-31
– Nenhuma acima dos 35

Resumo do atual top 50
A renovação na WTA é muito mais acentuada, ao vermos que apenas 8% têm acima dos 32 anos, quase três vezes menos do que na ATP. Ainda assim, são 40 tenistas entre os top 50 do tênis com menos de 25. Os novos tempos sempre chegam.
Masculino
– 19 abaixo dos 25 no top 50
– 11 acima dos 32
– 20 entre 26 e 31a
– 3 acima dos 35 anos
Feminino
– 21 abaixo dos 25 no top 50
– 4 acima dos 32
– 25 entre 26 e 31 anos
– 2 acima dos 35 anos

O quesito qualidade
O feminino dá um banho no masculino quando se fala no sucesso da nova geração nos Grand Slam. Enquanto a WTA viu nos últimos cinco anos Garbiñe Muguruza, Jelena Ostapenko, Sloane Stephens, Naomi Osaka, Ashleigh Barty, Bianca Andreescu, Sofia Kenin e Iga Swiatek levarem diferentes troféus, os então novatos da ATP chegaram tão somente a quatro finais (Milos Raonic, Dominic Thiem, Daniil Medvedev e Alexander Zverev).


Comentários
  1. Paulo Almeida

    Caramba, achei que o Grigão fosse desabar depois de mais um tie perdido pro Tripas (assim como em Rolanga), mas foi lá e virou o jogo!

    Bom, todo cuidado é pouco, mas agora Djoko tem chances ainda maiores de ser finalista, enquanto Thiem, Rublev e Medvedev se matam do outro lado.

    Idemo!

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  2. Luiz Fernando

    Pra variar o grego decepcionando, infelizmente até esse momento das carreiras, essa nextgen prima principalmente pela inconsistência. Cada momento um deles desponta como melhor e em seguida cai, até quando?????? A rigor, o único 100% inconsistente tem sido o Aliassime, sem qualquer conquista significativa, os demais mais comentados (grego, Zverev, Medvedev) pelo menos venceram eventos significantes, quem sabe o Rublev não quebra essa corrente do mal, amanha veremos seu potencial p isso…

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  3. Luis

    Oi Dalcim,
    Estava vendo com meu filho uns jogos do Nadal contra o Puerta, e achei que o Argentino jogava muito no saibro. Ele era muito conhecido na época dele? Vi dois jogos entre eles, o da final de roland garros e outro que o nadal tinha 16 anos (e já dava muito trabalho). Achei excelente a troca de bolas e a garra dos dois. Recomendo para quem gosta do estilo

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  4. Sandra

    Dalcim , vc tem alguma opinião formada sobre essa última confusão do Zverev? Nada contra ele , o que quis dizer que ele sendo tão jovem e um futuro promissor, já está estão lavando roupa suja em público

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho prematura ter “opinião formada” sobre questões tão particulares da vida privada de alguém, Sandra. Há acusações, mas é preciso deixar a Justiça ouvir os dois lados.

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  5. JAN DIAS

    O LADO SOMBRIO DE ZVEREV: 💀

    – Sua ex-namorada, Brenda Patea, anuncia que está grávida de 5 meses, mas acusa o alemão de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA e afirma categoricamente que não quer a participação dele na criação da criança;

    – Agora o pior: outra ex-namorada de ZVEREV, a tenista Olya Sharipova, deu uma entrevista ao site russo Championat, também acusando o alemão de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA durante o relacionamento de ambos em 2018/2019. Ela relata que, durante uma discussão com o jogador, em um quarto de hotel em Nova York, ele torceu seu braço e tentou estrangula-la com uma almofada. Ela conseguiu fugir do hotel, correndo descalça, e foi socorrida por um amigo. Furioso com essa reação, o alemão jogou todas as roupas de Olya no corredor do hotel.. 👗👚 A foto das roupas no chão já está na Internet…

    Estarrecida com esse comportamento, mas não surpresa.. na quadra ele já demonstra agressividade e sinais claros de descontrole emocional.. juntando-se a isso o velho machismo russo tradicional… lamentável..

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    1. Sandro

      Esta matéria sobre o Zverev está mais para revistas de fofocas tipo “Contigo”, “TI-TI-TI”, “Capricho”, “Atrevida” etc…
      Não me interesso pela vida particular dele… Acompanho somente o belo tênis que está jogando ultimamente.

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    2. Miguel BsB

      Olha só Jan, são realmente acusações graves.
      Mas o problema, ao que me parece, é que as ex namoradas não foram prestar queixa e realizar corpo de delito na sequência dos fatos alegados.
      Depois ficam essas acusações sem provas que podem ou não serem verdades, muitas vezes motivadas por outras razões, como não aceitação do término do relacionamento, por exemplo.
      Veja bem, não estou dizendo que não aconteceu ou aconteceu, mas é necessário a apresentação de provas em graves acusações como estas. inclusive, sem elas, abre-se até uma janela para processos da outra parte por calúnia/difamação, e ressarcimentos de ordem financeira.
      Portanto, toda mulher agredida deve, imeditamente, ou tão logo consiga, ir tomar as providências legais cabíveis, porque depois fica nessa troca de acusações e dúvidas em relação ao ocorrido.

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      1. JAN DIAS

        Sim, eu concordo com você Miguel, há que se provar as acusações. A Olya disse que teve medo de denunciar na época.. mas, pelo teor da entrevista dela, acho que ela está falando a verdade. Fez acusações muito graves pra ser só blefe… o site bola amarela não reproduziu toda a entrevista, mas salientou que foi muito detalhada e forte… o tempo dirá..
        Abs,

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    3. Sandro

      Estrangular com uma almofada??? Difícil hein???
      Já vi em filmes pessoas tentando sufocar, asfixiar alguém com almofadas, mas estrangular? Estrangular é o que Homer Simpson faz com o Bart Simpson de vez em quando, que é apertar o pescoço…

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  6. Gildokson

    Interessantíssima a entrevista do Nadal ao programa La Resistência, principalmente quando falam sobre o famoso 40/15.
    Da pra perceber que ele também estava torcendo para o Federer kkkkkkkkkkkkkkk

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    1. Sandro

      Eu acho que Nadal estava torcendo para o Federer porque o adversário mais forte contra o próprio Nadal na disputa pelo GOAT é óbvio que é o Djokovic.
      Dos últimos 10 Grand Slams disputados, Dominic Thiem ganhou 1, Nadal ganhou 4, Djokovic ganhou 5 e Federer não ganhou nenhum. Então, a briga pela GOAT se concentra entre o BIG 2: Nadal e Djokovic, porque nesses últimos 10 Grand Slams Federer não conseguiu ganhar nenhum.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Deixando seus devaneios de lado , sabemos que o altíssimo nível apresentado pelo Suíço naquele WIMBLEDON 2019 , aos 38 anos ( isso mesmo ) , lhe daria o SLAM 21. E lembrando que o mesmo retornou ao N 1 aos 36 e 1/2 ( acredite ) . Devido a sua ridícula apresentação na sua décima Final perdida de SLAM , RG 2020 , o Sérvio deu margem ao Espanhol acreditar que possa vencer mais um TRÊS RG . Logo esse papinho do tal Goat ainda vai render muito mais que certos Fanáticos imaginam. Principalmente o MOR que afirma que somente o número de SLAM e’ que vai definir a parada. Abs!

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  7. Rodrigo S. Cruz

    Putz.

    Juro que tentei curtir pelo menos um pouco o confronto Coric vs Djokovic.

    Mas foi dureza, viu… (rs)

    Tirando um lance ou outro, como aquela belíssima “contra-deixada” do Coric, a maior parte do jogo foi o esperado:

    “Trocações” de bolas sonolentas até um errar.

    Até porque o Borna Coric é uma espécie de Novak Djokovic piorado – dois matadores de IBOPE…

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  8. Paulo Almeida

    Dia muito bom para o Djokovic por três motivos: congelamento dos pontos até março de 2021, desistência do Nadal de jogar em Sófia e principalmente mais uma vitória de GENTE GRANDE sobre o Coric, em uma partidaça que poderia muito bem ter sido final de Masters 1000 (aliás, até já foi).

    Com isso, o sérvio tem OFICIALMENTE 6 temporadas terminadas como NUMBER ONE!!!

    VIDA LONGA AO GOAT!!!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Cara como tu é chato rs Pete Sampras tem esse recorde desde 1998 e de maneira CONSECUTIVA. O Sérvio continua em terceiro nos SLAM. GOAT de que , mané ? kkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. O Norte – Americano por enquanto está calado. Virou ” Ídolo ” do Sérvio depois que falou a asneira de que o Suíço não tinha oponentes. Agora ele vai dizer que o Sérvio somente atingiu seu recorde com a ajuda da ATP kkkkkkkkkkkkk Abs!

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      2. Paulo Almeida

        Chato porque comemorei um recorde de temporadas que o Federer nunca terá e porque o de semanas vai pro espaço no dia 8 de março?

        Seja menos amargo, freguês Ribeiro!

        Vida longa ao GOAT Djokovic!

        Responder
    2. Paulo Almeida

      Se a própria ATP fez um vídeo com os lances do sérvio no “beast mode”, basta entender só um pouquinho de tênis para saber que o craque joga o fino.

      Coric já bateu o Federer até na tal grama super rápida de Halle, logo merece mais respeito.

      Imagine o que o Djokovic faria se tivesse interesse naquele torneio. Acho que o h2h na grama estaria uns 10×3 para ele, rs.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Djokovic tentou tanto Halle como Queen’s . E conseguiu duas FINAIS justiça seja feita. Perdeu pra Tommy Haas no primeiro , e para Marin Cilic no segundo. Abandonou de vez a Grama Rápida . Os dois que valem mais pontos depois de Wimbledon kkkkkkkkkkkkk . Abs!

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  9. Maurício Luís *

    Boa tarde. Dalcim, não querendo colocá-lo numa sinuca – porém já o fazendo – e se a pontuação dos 2 últimos classificados pro Finals ficar empatada? Quem se classifica?
    Difícil, mas matematicamente possível de acontecer…

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  10. Luiz Fernando

    Djoko ficará justamente, com amplos méritos, com o recorde de semanas na liderança do ranking, algo especial, pois tudo q ele conseguiu foi com Rafa e Federer em plena atividade…

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  11. Rafael Azevedo

    O L. Sonego perdeu no qualify do ATP de Vienna, mas ganhou uma vaga na chave principal com as desistências de alguns atletas.
    O mais interessante é que a sua chave está mais fácil que a do Djokovic, até agora…
    Ele enfrentou Lajovic (e venceu) e vai enfrentar o Hurckacs, enquanto o n°1 está tendo uma sequência inicial dura contra o Krajinovic (venceu com dificuldades) e o Coric.

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  12. Paolo

    Boa noite Dalcim,acabei de ouvir o podcast : ATP aguarda para estender novo ranking. Como apaixonado por tênis que sou, gostei muito.

    Valeu por ser a luz na escuridão dessa confusão toda. Abs!

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  13. Paulo Almeida

    Parece que vai demorar um pouco mais a confirmação da sexta temporada terminada como número 1 para o Djokovic e ele precisará jogar melhor amanhã se quiser passar do Coric.

    Curiosamente a única partida mais tranquila do torneio para o sérvio será a de quartas (caso ocorra), graças à desistência de El Peque.

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  14. Sérgio Ribeiro

    E os garotos não aliviam nem STANIMAL. Aos 35 , voltou ao Top 20 , mas já não assusta ninguém. Jogar em altíssimo nível com Back Simples nesta idade , somente o outro Suíço. Dimitrov aos 29 não sai dos 8 Títulos e longe do Top 10. Daí que provavelmente Novak e Rafa Nadal serão os mais longevos depois de Federer e ultrapassando os 36 de André Agassi. Mas todo mundo com o Backhand de duas mãos. E Connors deverá ficar também inatingível por ter ultrapassado os 44 ( 72 – 96 ) . Abs!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. A lenda Ken Rosewall e seu Back Simples aos 45 , leva em consideração Era Amadora + Profissional. Com a metade das partidas de Connors e somente 28 Títulos reconhecidos pela ATP. Abs!

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        1. Rodrigo S. Cruz

          Discordo.

          O Sérgio Ribeiro entende sim.

          E isso é facilmente perceptível.

          O próprio comentário que ele fez acima é típico exemplo de quem estuda o esporte.

          Diferente desses comentários pobres que babam ovo de determinada figura, mas não trazem qualquer informação relevante…

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          1. Sérgio Ribeiro

            Valeu , Rodrigo. Agora , quando eu falei pra figura sobre parentesco , me referi ao MC Farmacêutico… Acho que o amigo percebeu rsrsrs . Abs!

  15. Paolo

    Dalcim, será que Rafael Saibral vai disputar o ATP 250 de Sofia para tentar IMPEDIR o n°1 do sérvio ao final da temporada pela sexta vez?

    Após aquele US Open de 2013, que Djokovic poderia ter ganho com relatividade tranquilidade – Cometeu muitos ENF – o sérvio nunca mais perdeu um set sequer em quadra dura pro espanhol.

    O curioso é notar que de 2011 pra cá( já se vão quase 10 anos) Nadal e Djokovic Jogaram 33 vezes, Saibral venceu 11 vezes, sendo que dessas 11, apenas 2 foram fora do saibro : Masters 1000 canadense e US Open, ambos no longínquo ano de 2013. Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho muito difícil, porque Nadal teria de ganhar Paris no domingo e imediatamente entrar em Sófia, que termina um dia antes do Finals.

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    2. Luiz Henrique

      Realmente, a última vez que “saibral” ganhou do “hardcourtvicl” numa final de GS na hard foi no longicuo 2013, e a anterior no longicuo 2010.
      Já a última vez que hardcourtzvic ganhou de saibral numa final ou semi de GS no saibro foi em………………………………………………………………………………………………………………………percorri meus arquivos dos últimos 5 mil anos e não achei ainda

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Na mosca , caríssimo Paolo Rossi . O namoro realmente está indo pro espaço como afirmei antes de RG . Mas quem manda o Sérvio perder sua DÉCIMA FINAL de SLAM , logo na casa do Touro. Ficou agora como Bi Vice de SLAM , mais conhecido como terceiro colocado kkkkkkkkkkkk . Abs!

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  16. Rubens Leme

    Dalim, muito bacana esse doc sobre o Vilas, primeiro pelo revisionismo histórico de dar a ele sete semanas como número 1, em 1975, semanas atribuídas a Jimmy Connors.

    Segundo, por ver mais detalhes dos confrontos e amizades e inimizades com Borg (que confessou serem grandes amigos, duplistas e que se reuniam para ver filmes e comer 20 copos de iogurtes), Connors e a figura sensacional de Ion Tiriac, ora sem camisa no box da final do Australia Open ou fumando feito uma chaminé na final de RG, em 1977.

    Era outro esporte, de outro mundo, outra era. E que saudades deste mundo e desta era.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Além do lado esportivo, há o lado humano, espiritual e intelectual de Vilas, que muitos retratavam como um tenista arrogante e antipático. Me lembro de uma notinha antiga, que nunca mais esqueci, de uma revista brasileira do início dos anos 1980, relatando uma briga dele com um antigo amigo, dizendo que diminuía ainda mais o seu círculo de amigos íntimos.

      Uma pena que essa praga de Alzheimer ceifou boa parte de sua saúde. É muito triste ver alguém que a gente admira tanto chegar ao ponto de não reconhecer ninguém mais. A ATP deveria descer de sua arrogância e dar a ele o número 1, pelo menos como uma forma de diminuir a injustiça e homenagear esse ícone. Seria um um gesto digno, embora Guillermo dificilmente poderia desfrutar por causa da doença.

      Só senti falta de homenagens de mais adversários, pois apenas Borg falou (mostrando toda simpatia e fidalguia eterna do Rei dos Reis), além de homenagens protocolares de Rod Laver, Nadal, Federer, Becker e Wilander. Guillermo merecia mais.

      Responder
    2. periferia

      Olá Leme

      Assisti o documentário….achei uma grande declaração de amor de um admirador por seu ídolo…(os argentinos tem essa coisa visceral).
      Após o documentário eu penso mais no Pupo do que no Vilas (respeitando a grande história do argentino).

      Responder
      1. Rubens Leme

        Realmente os argentinos têm essa paixão que não entendemos ou imitamos, basta ver o número de boleiros que voltam para jogar nos seus times de coração por quase.nada (parece que Messi fará isso após a Copa de 2022).

        Fascina de fato a abnegação do Puppo, mas a figura de Vilas é enorme e até foi muito pouco explorada. Ainda assim, me fez voltar 40 anos no passado e foi bem chato voltar aos dias de.hoje.

        Aquela montagem de fotos do final, com Vilas cantando, tocando guitarra, se divertindo, ao lado de um monte de gente famosa, foi bem legal, sem falar nos instrumentos que faziam parte do acervo dele. Fiquei em dúvida se havia mais raquetes ou guitarras, em determinado momento.

        Responder
          1. Rubens Leme

            Marcílio, o documentário está na Netflix e o link é este – https://www.netflix.com/br/title/81037873.

            Uma das curiosidades é a paixão dele pelo rock. Ele era grande amigo do maior roqueiro argentino dos anos 1970, o Luís Alberto Spinetta, que morreu em 2012 e tem uma discografia quilométrica. Vilas, aliás, é padrinho de um dos filhos do músico, Dante, e Vilas levou o compadre aos EUA, em 1981, para tentar uma carreira internacional. Um dos discos mais bacanas é esse, da banda Invisible, de 1974 um prog muito bem feito. Vale a pena ouvir: https://www.youtube.com/playlist?reload=9&list=PLhAovR9NcHA9MU-Q6n4Ff_g-wfZJa7f3d

            O próprio Gillermo lançou três discos no anos 1990: “Milnuevenoventa” (1990), “Dr. Silva” (1992) e “Guillermo Vilas” (1998).

  17. DANILO AFONSO

    DALCIM, vi no tênis brasil que a ATP mudou novamente o critério de pontuação ao decidir que os pontos do ATP FINALS 2019 irão cair antes do início do torneio deste ano.

    Aconteceu o que eu achava que era o mais razoável. A disputa pela liderança ficou um pouco mais interessante com a queda dos 200 pontos do sérvio no FINALS.

    Torcer para DJOKOVIC faturar o HEXACAMPEONATO já em VIENA.

    Responder
  18. periferia

    O Afogado Mais Bonito do Mundo

    Os meninos na praia viram um volume se aproximar.
    Quando encalhou na praia…notaram que era o corpo de um afogado.
    Os homens decidiram carrega-lo até uma casa do povoado….(ele pesava…parecia que água penetrara-lhe os ossos).
    Na casa apenas as mulheres ficaram com o afogado.
    O afogado tinha um porte elegante.. cabelos loiros..aparenteva ter 26 anos…era alto…parecia um rei.
    Amarrado ao corpo do afogado alguns pertences…destacava-se uma raquete de madeira Donnay (laranja e preta) …e uma fita para conter os cabelos.
    As mulheres choravam…aquele afogado poderia ter conquistado tudo…elas se apaixonaram.
    Os homens do povoado perceberam que o afogado foi alguém especial.
    Uma roupa branca foi colocada nele.
    Foi feito um funeral esplêndido.
    A notícia do afogado espalhou-se nos povoados vizinhos….muitos vieram.
    No alto do penhasco ele foi devolvido ao mar.
    Homens e mulheres…pela primeira vez…sentiram um vazio que estava ligado ao “visitante”…suas vidas ficaram diferentes.
    Após o afogado submergir nas águas do oceano…o sol brilhou….no povoado de Borg.

    Responder
  19. Luiz Fernando

    Claro q o atual Wawrinka esta ha léguas do jogador q era antes da contusão, mas o chileno Garin venceu com amplos méritos; alias era pra ter vencido em 2 sets, pois teve 2 minibreaks de vantagem no tiebreak do set 2 e entregou, inclusive errando um smash sem grande dificuldade. Creio q Thiem torcia pelo suíço, mas contra o chileno deve passar sem sustos…

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  20. Miguel BsB

    Cry no Vic…
    Será que smashs irregulares fazem parte da escola sérvia de tênis?
    6×6 no tiebreak e o Kraijnovic erra um smash fácil e praticamente entregou o 1 set ao compatriota…

    Responder
  21. Rubens Leme

    Oi Dalcim, agora que os correios começam a se normalizar recebi os últimos cds que faltavam da série Beat the Boots, os “piratas oficiais” que Frank Zappa editou para combater os discos piratas que sempre o pertubaram, não apenas porque prejudicavam as vendas dos discos oficiais, mas porque a qualidade sonora era horrível, algo torturante com alguém tão obcecado pelo virtuosismo como ele.

    É impressionante que alguém autodidata como ele, possa ter escrito a quantidade de material que fez em menos de 30 anos de carreira. Frank escreveu não apenas letras e músicas, mas partituras para cada instrumento das suas composições, suítes, arranjos de orquestras, sessões de cordas, lendo livros sobre regência e composição durante as inúmeras viagens de avião.

    Se há alguém que merece ser chamado dessa coisa de goat, na música é ele, facilmente o mais talentoso de sua geração. Entre 1967 e 1993 (ano de sua morte), deixou 62 discos, muitos duplos e triplos (sem falar nos álbuns póstumos), e até um “filho bastardo” na Suécia, Zlatan Ibrahimovic, que, aos 39 anos, vai levando meu Milan a sonhar novamente.

    Neste ano, ele completaria 80 anos em 21 de dezembro. Abaixo, deixo um link do “pirata oficial”, The Ark, gravado em 1968.

    https://www.youtube.com/watch?v=lT9rspD16xs

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    1. Sérgio Ribeiro

      Chororo de perdedor , mane’ ? rs. . É’ que determina os critérios para o tal Goat ? Vou só te dar uma dica . O Ranking da WTA se iniciou em 1975 . Descubra quem frequentou mais semanas ao lado de Serena e Graf tanto no Topo como em Temporadas como N 1 , sem esquecer do WTA FINALS . Se você tem o bom gosto de lembrar de Kim Clijsters , significa que conheces algo das melhores . E mesmo tendo caído aqui de pára-quedas, também já ouviu falar de sua conterrânea Justine Henin . E sabes que até Federer x Nadal quebrarem o recorde de público pagantes na África, o mesmo pertencia a Serena x kim em Bruxelas 2010 , com 35681 pagantes. Acho que ainda há tempo pro Sandro rever seus conceitos rsrsrs. Abs!

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  22. Paulo Almeida

    Como muitos sabem, o rock/metal progressivo é caracterizado por seu elevado grau de complexidade e hoje gostaria de destacar vinte composições verdadeiramente longas de alguns grupos (uma de cada) de diferentes épocas, com seus respectivos tempos de duração. São elas:

    ROCK PROGRESSIVO CLÁSSICO

    1 – Jethro Tull – Thick As A Brick (43:49)
    2 – Genesis – Supper’s Ready (23:05)
    3 – Pink Floyd – Echoes (23:28)
    4 – Rush – Cygnus X-1 Book II: Hemispheres (18:08)
    5 – Yes – The Gates Of Delirium (21:49)
    6 – Focus – Eruption (23:02)
    7 – King Crimson – Lizard (23:23)
    8 – Emerson, Lake & Palmer – Tarkus (20:41)
    9 – Nektar – Remember The Future (35:44)
    10 – Van Der Graaf Generator – A Plague Of Lighthouse Keepers (23:11)
    11 – Eloy – Atlantis’ Agony At June 5th – 8498, 13 P.M. Gregorian Earthtime (15:39)

    NEO-PROG

    12 – Marillion – Grendel (19:08)
    13 – Arena – Moviedrome (19:46)

    ROCK PROGRESSIVO CONTEMPORÂNEO

    14 – Transatlantic – All Of The Above (30:57)
    15 – Spock’s Beard – The Water (23:14)

    PROGRESSIVE METAL

    16 – Dream Theater – A Change Of Seasons (23:08)
    17 – Symphony X – The Odyssey (24:14)
    18 – Shadow Gallery – First Light (34:19)
    19 – Opeth – Black Rose Immortal (20:14)
    20 – Green Carnation – Light Of Day, Day Of Darkness (60:00) –> SIM, UMA HORA DE MÚSICA!

    Sugiro, como sempre, que apreciem cada uma dessas maravilhas!

    Responder
  23. DANILO AFONSO

    Dalcim, você viu que realmente os pontos de janeiro a fevereiro de 2020 serão realmente congelados ??

    Tem inclusive algumas falas do Djokovic em Viena sobre o tema.

    Responder
  24. Luiz Henrique

    E Nadal terminou em 6º em um campeonato profissional de golfe.
    Acho que o Spencer tinha razão.
    O cara tem tendência de ser excepcional em qualquer coisa.
    N duvido que futuramente se dedique só ao golfe e vire um dos melhores do mundo.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Acho que o Shapovalov fez uma das suas piores partidas da temporada hoje.

      Não conseguia trocar nem 3 bolinhas sem parar na rede.

      Vitória do desconhecido Rodianov, que aliás não me pareceu possuir nada de atraente no seu jogo…

      Responder
    2. José Eustáquio Masculino Cruz

      Caro internauta com todo respeito venho observando alguns comentários :não me leve a mal o simples que quer aprender diz obrigado.Sérgio Ribeiro isto mesmo ele sabe de jogos de quem ganhou há uns dez anos a estastisticas mas não manja nada.Os dois canadesnsses vão ser grandes jogadores nada mais e convenhamos está bom demais.

      Responder
  25. Sandro

    Para dizer quem é o GOAT no masculino, primeiro Federer, Nadal ou Djokovic tem que encerrar suas carreiras… Somente com as carreiras encerradas dá para contabilizar os títulos, principalmente de Grand Slams, e ver quem realmente é o GOAT. Já no feminino é fácil, pois Margaret Court já encerrou sua carreira e tem incríveis 24 títulos de Grand Slam. Logo, Margaret Court, com seus 24 Grand Slams é o ser humano com maior número de Grand Slmas no mundo mantém o título de GOAT no feminino até que alguma outra jogadora consiga ultrapassá-la. Já no masculino, o GOAT está entre o BIG 3, porém, parece que a tarefa para o Federer é mais difícil que para o Nadal ou o Djokovic, pois o BIG 2 está conquistando mais Grand Slams nos últimos tempos do que o Federer…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não sei a sua idade , caro Sandro. Mas devias saber que Court ganhou 13 SLAM na Era Amadora , e a grande maioria contra suas compatriotas ,pois na Época poucos se aventuravam no AOPEN. A partir dos 31 pouco venceu na Era Profissional. Navratilova e Evert tomaram conta do Circuito até o surgimento de Steffi Graf (22 ) e Serena ( 23 ). TODOS ganhos na ERA PROFISSIONAL. Daí que nem sempre os números frios determinaram o GOAT rs. Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Estamos com o mesmo problema na Fórmula 1 . Hamilton somente com os números talvez não seja apontado como o GOAT . A conferir . Abs!

        Responder
      2. Sandro

        Quanto BLÁ-BLÁ-BLÁ, 24 Grand Slams de Margaret Court continuam sendo mais Grand Slams que 23 ou 22, o resto é MI-MI-Mi e chororô de perdedor. Alguma jogadora só terá mais Grand Slams que Margaret Court quando tiver 25 títulos, fato. E Serena está longe de conseguir isso porque não consegue mais vencer Grand Slams ainda mais com novos talentos que têm surgido no tênis feminino como Iga Swiatek, Bianca Andreescu e Aryna Sabalenka, jogando muito tênis.
        O que interessa na verdade no masculino é que Nadal e Djokovic tem tudo pra passar o Federer em número de Grand Slams até o final de suas carreiras.

        Responder
        1. Gildokson

          Bla-bla-bla e mi mi mim. Ótimo argumento pra não enxergar os dados reais expostos pelo Sérgio.
          Tem hora que não da pra enxergar só os números, tem que ver oq tem por trás.
          É como dizer que o Palmeiras tem 10 Brasileiros sendo 2 no mesmo ano kkkkkk
          É como enaltecer as primeiras Libertadores vencidas pelo Santos como se elas fossem tão difíceis e disputadas como as dos anos 90, sendo que na segunda o atual campeão jogava no máximo 4 jogos, coisa que também acontecia na tal Taça Brasil que foi elevada a BRASILEIRO agora.
          Tem que se ligar de onde vem os números cara.
          Abs!

          Responder
    2. Maurício Luís *

      Mas será que GOAT é medido pelo número de Slams… e só? Além disso, torcida é imediatista. Daqui uns 20 anos, o pessoal vai estar se digladiando por causa dos seus ídolos da época, pouco se lixando pra esse Big 3 aí. A Margareth Court, por ex, tem gente já querendo tirar o nome dela do estádio e mudar pra Evonne Goolagong. Em todos os esportes, o imediatismo rola solto.

      Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Incrível!
      Para os 81 troféus conquistados, Novak Djokovic enfrentou 30 adversários, sendo, em ordem de conquistas:
      – Massu
      – Melzer
      – Guccioni
      – Cañas (em sua quarta conquista na carreira, um M1000 – Miami 2007)
      – Gasquet
      – Federer (sua sexta conquista, outro M1000 – Toronto)
      – Wawrinka
      – Tsonga
      – Davidenko
      – Ferrer
      – Kubot *
      – Cilic
      – Monfils
      – Youzhny
      – Murray
      – Nadal (bem depois de Federer)
      – Fish
      – Berdych
      – Del Potro
      – Raonic
      – Nishikori
      – Anderson
      – Coric
      – Tsitisipas
      – Millman *
      – Shapovalov
      – Thiem
      – Schwartzmann

      Dois não consegui identificar no vídeo.
      Dos 81 títulos, Federer, Nadal e Murray contribuíram com 40, ou seja, praticamente 50%, sendo Nadal o maior, com 15 jogos, seguido por Federer, com 14 e Murray com 11.
      Nada mal o curriculum. Bem diferente da atual NextGen.
      Os asteriscos indicam os pontos fora da curva.

      Responder
    1. Alessandro Siqueira

      Danilo, sei que está na contagem de forma ansiosa, assim como eu também fico. Ainda assim, sem querer parecer chato, cuidado com o TORNAR-SE. Tenho observado de há muito a supressão do R e hoje entendi por bem sinalizar, porque ao menos até março seguiremos na contagem regressiva.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Anotado nobre Alessandro !!!

        Busquei as postagens antigas para ver se eu já estava cometendo o mesmo erro, e até onde tive paciência de procurar, vi que desde o início de 2019 eu estava errando…kkkk

        Vamos que vamos na contagem !!
        Abs !!

        Responder
        1. Alessandro Siqueira

          A língua portuguesa é traiçoeira, Danilo. São regras, regras e mais regras. E regras mais confusas que o ranking atual da ATP, que aboliu o descarte de pontos em relação a 2019, mas irá descartar normalmente no Finals. Só assim para justificar virtual empate entre Djoko e Nadal se o sérvio for vice em Viena, perder tudo após isso e Nadal ganhar tudo, incluindo Sofia, Paris e Londres. Esse hipotético empate penderia para o espanhol pelo peso dos títulos.

          A situação atual é a seguinte: 11.740 x 9.850. Logo, Djokovic tem 1.890 de frente. Nadal, no plano ideal, pode amealhar 2.750 (250 + 1.000 + 1.500), sendo certo que descarta 760 (360 em Paris e 400 em Londres). Portanto, pode acrescer 1.990. Não fosse o descarte do Finals, bastaria a Djoko garantir mais de 100 pontos em Viena, ou seja, os 180 da semi. Para haver o referido empate, teria de ser vice na Áustria, perder tudo depois disso e Nadal ganhar tudo, incluindo o Finals de forma invicta.

          Responder
  26. Luiz Fernando

    Estou de pleno acordo q a moderação vete comentários com ironias e provocações, desde q seja para todos os segmentos e todos os blogueiros, incluindo o Sr Lógico, que nunca postou um comentário acerca das partidas, limitando-se a denegrir um determinado jogador. O problema é q em outras ocasiões tentou-se isso e como liberava o de A e vetava o de B tudo permanecia na mesma…

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Mas, uma coisa é um comentário provocando o atleta. Outra coisa, é um comentário ofendendo o outro colega de blog (ou um grupo de blogueiros) só porque ele torce para o rival do seu tenista preferido.
      Acho que as provocações são divertidas.
      Eu não gostaria que os comentários do Lógico fossem moderados (sou torcedor do Nadal).
      Mas, infelizmente, vamos perder alguns comentários legais por causa de alguns colegas que não conseguem conter os ânimos.
      Eu realmente não entendo como alguém perde as estribeiras só porque alguém disse que o meu tenista favorito é ruim…

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Rafael críticas são sem bem vindas e cada um tem sua visão, outra coisa são calúnias e baixarias. Se de fato houver veto a comentários q nada agregam, ele (o veto, claro) deve ser para todos, senão se perde a imparcialidade. Mas claro q estamos no espaço do Dalcim e quem decide o q é publicado ou não é ele.

        Responder
      1. Luiz Fernando

        Meu caro e humilde blogueiro, como alguém postou ontem, vc não consegue fazer um comentário sem tentar menosprezar alguém, o q significa problemas. Mas tenha fé, ela remove montanhas…

        Responder
  27. Marcão

    A comparação entre o top 10 masculino e feminino confirma a diferença: enquanto os cinco rebentos têm que se contentar com aquele vice de Medvedev no US Open, todas as quatro meninas são vencedoras de GS. Um dia os meninos chegarão lá, nem que seja pela ação inexorável do tempo, mas seguem confundindo Ana Alice com análise. Com o time completo de velhinhos no próximo GS, quem apostaria nos meninos?

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Depende de que o parceiro chama de ” meninos ” . O Big3 das ” meninas ” jamais se aproximou do dos ” meninos “. Porque um ” puxa ” o outro há mais de década. As meninas optam em ser mamãe ou pela moda. Daí a rotatividade até no N 1 rs Abs!

      Responder
  28. EDVAL CARDOSO

    Bom dia,boa tarde ou boa noite ao Dalcin e a todos leitores desse magnífico blog.
    Uma pergunta, Dalcin, provavelmente em outros países existem blogs ou outros meios de discussões sobre o tênis, queria saber se nesses outros blogs também existe essa discussão acalorada como acontece no seu, sobre quem é o goat, cada um dependendo seu preferido.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Edval, é parecido em vários lugares. Em alguns fóruns estrangeiros onde não tem um moderador atuante, o nível do “debate” chega a ser vergonhoso.

      Responder
      1. EDVAL CARDOSO

        Bah!! Agora imagina, como eu já imaginei, se liberassem as torcidas nas quadras de tênis com as torcidas nós estádios de futebol?
        Por falar nisso Dalcin, sempre foi assim as torcidas poderem se manifestar somente entre um ponto e outro?

        Responder
  29. Paolo

    Dalcim, o Band Sports vai transmitir o ATP 500 de Viena? Abs!

    Cara, lembro que o último trabalho do Paulo Cleto na TV, foi a final do Australian Open de 2012 na ESPN. Já Dácio Campos encerrou o seu trabalho de comentárista no Sportv no Masters 1000 de Xangai, em 2016. Abs!

    Responder
  30. Sérgio Ribeiro

    Ao Eurosport Ivan Lendl garante que Tisitsipas e Shapovalov em breve serão jogadores muito difíceis de serem batidos. O tal Zé Verev aos 23 , esmaga Dieguito já na sua FINAL de número 21 na ATP com 13 Títulos conquistados ( vinha de h2h negativo ) . Chegou precocemente ao N 3 aos 20 em 2017. Mas nos TRÊS MASTERS 1000 que venceu contra Novak , Federer e Thiem , os fez em Sets diretos . E bateu Federer e Novak em sequência também em Sets diretos para vencer o FINALS 2018 . E não jogava nada em 5 Sets e atingiu finalmente sua primeira FINAL de SLAM agora em 2020 . Vai ao FINALS pelo quarto ano consecutivo. Na boa , esses três citados em breve poderão aprontar e muito. Somente não vê quem não quer… Abs!

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Zverev é um ótimo tenista. Já bateu o Big 3 em tudo o que é torneio…
      Só falta fazer isso em Grande Slam.
      Acho que ele será o maior da atual Next Gen.

      Responder
  31. Maurício Luís *

    Ainda sobre essa eterna e improdutiva discussão sobre GOAT, se eu quisesse, também poderia puxar a sardinha pro meu lado. O GOAT seria o Jimmy Connors, detentor do maior número de títulos. Mas como tenho noção do ridículo, não me aventurarei a passar vergonha.
    Aliás, pensei que neste ano o Federer alcançaria a marca do americano, porém a cirurgia e a pandemia tornaram aquilo que parecia inevitável em algo quase inalcançável. Ao menos pro suíço. Talvez no futuro Nadal ou mais provavelmente Djoko consigam o feito.

    ******* TÚNEL DO TEMPO/de volta para o futuro *******
    O ano é 2027. Nadalzinho Jr, 5 anos, está no colo da vovó.
    – Vovó, o que é BALÃO?
    – Depende, meu bem. Pra uns, é meio de transporte. Pra outros, diversão. E pra outros… (olhando pro paizão Nadal) é meio de vida.
    – Entendi, vó. E por que o papai tá careca?
    – É pra combinar com as bolinhas que ele deixou carecas de tanto dar topspin.
    – Puxa, vó. A senhora sabe tudo mesmo!…

    Responder
  32. Paolo

    Dalcim, deixa eu me divertir. Por qual motivo você não aceitou meu comentário? O conteúdo era totalmente inofensivo -, sinceramente não entendi.

    Responder
      1. Paolo

        O blog então é uma religião onde todos precisam pensar igual? Um clube onde todos são iguais e não existem brigas(discussões)?

        Qualquer lugar que exista homens convivendo, sempre existirão territorialismos e brigas(discussões), seguidos de uma rodada de cerveja para fazer as pazes. Abs!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Ninguém precisa pensar igual ou defender as mesmas ideias. É até ótimo que não seja assim. Mas precisamos fazer isso com argumentos e não ofensas e discussões pessoais, Paolo. Abs!

          Responder
        2. Rodrigo S. Cruz

          Pois é, meu jovem.

          O problema é que aqui a coisa não termina em rodada de cerveja nenhuma. (rs)

          Descamba muitas vezes é para o “ad hominem” mais rasteiro, e troca de acusações perversas…

          Portanto, o Dalcim tem feito MUITO BEM em estar coibindo isso.

          Responder
    1. Paulo Almeida

      Vejo como uma faca de dois gumes, nobre Paolo.

      Eu, por exemplo, não estou podendo mais zoar o Federer como antigamente, mas, por outro lado, os caras que costumam me xingar e caluniar não estão tendo vez, ou seja, o mal é cortado pela raiz.

      Que fique assim, pelo menos enquanto o Dalcim achar necessário.

      Responder
  33. Luiz Fernando

    A chance de Djoko igualar o idolo Sampras é 99,999999%, pois p q isso não aconteça Rafa tem q vencer 2 torneios em q usualmente não vai bem e o Djoko não fazer grandes coisas no Finals…

    Responder
    1. Paolo

      O sérvio se encontra em boa posição,Luiz Fernando. Fazendo uma analogia: o Nadal é o homem-bomba, que destrói tudo ao redor(alvo incluso) destruidor e eficiente. Já Djokovic é o sniper que acerta fatalmente o alvo principal – precisão e eficiência. Abs!

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se entendi a pergunta, mas talvez você esteja se referindo ao fato de ele ter jogado o quali de simples de Viena. Se foi isso, ele só poderia jogar sozinho… rsrs… Faltou gente para completar a chave e aí sobram vagas até para os duplistas, que entram conforme o ranking. Ele aproveitou e tentou. E não foi nada mal.

      Responder
  34. Maurício Luís *

    Gostaria que o Diego Schwartzman se classificasse pro Finals. Seria uma das maiores façanhas já vistas no tênis atual, dominado por uma “Terra de Gigantes”. E não tanto pela estatura bem abaixo da média, mas porque seu saque não lhe dá pontos ‘de graça’. Ele tem que batalhar o jogo inteiro.
    Acho que se tivesse um ranking de pontos realmente jogados, ele seria o número 1 neste quesito.
    No jogo de quartas-de-final contra o Alejandro Fokina, o espanhol abusou das “deixadinhas’, quase todas deram certo. E mesmo assim o argentino deu um jeito de reagir na última hora.
    Um exemplo de superação.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Sobre o Djoko querer igualar o ídolo Sampras e superar semanas como número 1, números são números. Números e retrospecto não ganham jogo.
      Os fãs vão ficar eternamente brigando por números, logicamente cada um destacando aquilo que melhor lhe convém. Daqui a 30 anos, nossos filhos e netos estarão discutindo quem é o GOAT.
      Não adianta… mas parece que não entra na cabeça do pessoal. Paciência.

      Responder
  35. Miguel BsB

    Na boa, tô assistindo Di Mitrov X Di Menor aqui…
    O búlgaro foi inconsistente grande parte da carreira, não tem um dos mentais mais fortes do circuito, muitas vezes preferiu namorar celebridades e ficar sob os Holofotes…
    Mas:
    Como joga tênis e tem um jogo bonito e variado esse camarada!!!!
    Dá gosto ver partidas dele quando ele tá minimamente presente…

    Responder
  36. Luiz Fabriciano

    O último parágrafo do Dalcim reflete minha opinião sobre Big3(4) x nova geração.
    Tem comentarista que fica insistindo o tempo todo: está chegando, está chegando… mas é claro que está. Desde sempre.
    Nem que o BIG seja obrigado a se aposentar para a NextGen assumir.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      A Next Gen aposentou a geração perdida. Basta ver o resultado dos ATP. Alguém venceu o USOPEN 2020 . É muito fácil ficar repetindo que o Big Thrre precisa se aposentar pra que algo aconteça caro L. Fa. Se Rafa Nadal não tivesse 34 , não pularia o USOPEN . Daí que temos sim perspectivas pra já abrir 2020 com alguém da nova geração numa FINAL de SLAM , como fez Medvedev já em 2019 com todos ainda na ativa. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Tu achas mesmo que o campeão do US Open é NextGen?
        O Big3 não estava lá, cada um por um motivo. O quarto do Big4 foi o único que não teve forças para chegar à final.
        Qual foi o NextGen que chegou ao menos às semis em Paris? De quatro vagas, tinha apenas 1 e na final, só para variar, o Big2.
        Acho que deveria reler o último parágrafo do texto do Mestre Dalcim.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Totalmente equivocado , a meu ver , parceiro. Vocês fanáticos morrem de medo que alguém apareça pra tirar o lugar de seus queridinhos. Mais acima está um resumo da opinião de Ivan Lendl sobre dois Next Gen ou qualquer outro nome que você queira dar . E também da carreira de Zverev até os 23 . Se estiver interessado leia , se não, delete como costuma fazer parte da turma da Kombi. Abs!

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Impressionante como você é incapaz de tecer um comentário sem querer se aumentar ou diminuir alguém.
            Para variar, não faz questão de entender a essência da coisa.
            De minha parte, não há nenhum medo de que apareça alguém para destronar “meu queridinho”, que aliás, não tenho. Sou fã do #1 do mundo, desde 2007 e ponto. Mas quando falo da NextGen, não falo por Djokovic, falo do Big4, como sempre falei. Desde 2015, na primeira vez que falei sobre os quatro grandes, a geração daquela época não continha nenhum da atual, e os quatro (aliás 3) continuam dominando, ou duvidas que Roger Federer não estaria nas pontas dos grandes eventos se estivesse atuando?
            O que eram Nadal, Federer e Djokovic aos 23 e mais importante, o que são hoje?
            Você parece ser uma pessoa bem experiente, mas há momentos que parece uma criança birrenta. Se olhar melhor meu primeiro comentário, verás que jamais neguei a chegada da NextGen, apenas disse que não aconteceu ainda. Para isso, ela precisa dominar – são apenas (ótimas) promessas.
            Quanto a turma da Kombi, me apraz muito estar nela.

          2. Sérgio Ribeiro

            Pra cima de mim , L Fa. ? Falou , falou e repetiu a mesmice . A nova geração ainda não levou um SLAM devido ao Big 3 . Mas ela já varreu a geração anterior quer você queira ou não. E descordar de você dentro de um Fórum de debates deveria ser mais do que natural. Se fazes questão de fazer parte de turma de fanáticos que somente fala em Goat é problema de uma criança que diz ter 51 anos, mas se comporta como tal rs Abs!

  37. Paulo Almeida

    Chave bem complicada para DjokoGOAT em Viena, mas não tinha como querer moleza com tantos jogadores de ranking elevado presentes no certame.

    Responder
        1. FELIPE EDUARDO DE SOUZA ROSA

          Quase todos os grandes, Paulo? Nadal, Federer, Delpo, Murray (em má fase), Wawrinka tb, Cilic tb! Temos apenas um vencedor de GS (que não derrotou nenhum realmente gde para ganhar) em boa fase (Thiem), mas me fala, de qual grande vc tá falando, amigo?
          Ou tá preocupado com desculpa pra eventual eliminação?

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Thiem, Tsitsipas, Rublev, Schwartzman e Coric estão jogando mais do que quase todos os citados. Se o Djoko não ganhar esse torneio não será nenhum absurdo.

            Ah, o Wawrinka está na chave e o Cilic é pequeno.

  38. periferia

    Fazendo uma consulta rápida….em 2010

    Tínhamos no top 20 masculino
    11 tenistas com até 25 ( Djokovic..Nadal…Murray…Monfils….Cilic…Tsonga…Berdich….Isner…Querrey….Baghdatis…Almagro).

    26 a 31…….9 tenistas (Soderling….Melzer….Roddick…Ferrer…..Federer…Verdasco….Ljubicic….Yulzhny….Fish)

    Nenhum tenista com mais de 31 anos.

    O tênis envelheceu….e o “novo” de 10 anos atrás era muito melhor que o novo de hoje….hoje é a verdadeira “entresafra”.
    Caberia uma discussão maior….o tênis hoje é melhor do que a 10 anos (qualidade)????
    Ou estamos glorificando uma época (hoje) onde a qualidade do tênis é duvidosa???

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Essa comparação de gerações é interessante.

      Os torcedores do Federer sempre comparam a geração “mais nova”. Nesse caso, é óbvio que a geração “mais nova” que o Federer enfrentou é muito mais difícil, pois ali estavam Nadal, Djokovic e Murray (além de Wawrinka e Del Potro).

      Os torcedores do Djokovic comparam a geraçao “contemporânea”. Nesse caso, a geração “contemporânea” do Djokovic (e do Nadal) é muito mais difícil, pois possui os mesmos Nadal, Djokovic, Murray, Wawrinka e Del Potro, alé do próprio suíço que, mesmo um pouco mais velho, é melhor do que qualquer tenista da sua geração “contemporânea”.

      Daí, vem os argumentos:
      – Federer só dominou enquanto disputava contra sua geração contemporânea…(ala Djokovista)
      – Djokovic e Nadal só dominaram quando o Federer envelheceu e nunca apareceu alguém da geração “mais nova” para pará-los…(ala Federista).

      Como comparar uma década à outra? Pelos tenistas até 25 ou pelos maiores de 25?

      Discussão eterna!

      Responder
      1. periferia

        Olá Rafael

        Wawrinka em 2010 fechou o ano na 21° colocação do ranking (entraria no até 25….Del Potro estava baleado….tinha 22 anos em 2010….também entraria no até 25).

        Abs

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Exato, Periferia.
          Foi o que eu disse.
          Eles fazem parte da geração “mais nova” que o Federer enfrentou, junto com Nadal, Djokovic e Murray. Mas, fazem parte da geração “contemporânea” dos próprios Nadal e Djokovic.

          Abs.

          Responder
  39. José Eustáquio Masculino Cruz

    Boa noite a todos.Dalcim com todo respeito estes da nova geração como o Grego, obs não creio muito no Canadensse aliáz nos dois jogar bem ok quase todos jogam ai é que está o emblemático problema se fosse hoje apostar em um que irá fazer sucesso e grande seria no Italiano cara centrado treina muito o Thiem já não é o mesmo ele se baseou no jogo do Espanhol jogando lá atrás se tiver um cara que conseguir um terco do que o Espanhol conseguiu jogando lá atráz estrá de bom tamanho o maiorquino é fopra da curva e tem gente que não consegue ver isto que mesmo lá no alambrado ele é e consegue ser agressivo e aguenta na pancada.Gostaria de saber de você que está há muito tempo no tênis acompanhando qual destes da nova geração vai zarpar para ser um verdadeiro campeão acabei de me lembrar do Americano Sock a imensa maioria da imprenssa e internauta falaram este vai ser número um inclusive você mesmo disse isto.Quem você acha que vai ser o bicho da goiaba eu ainda aposto no Grego e no Italiano.

    Responder
  40. Gildokson

    A renovação existe em termos de ranking, porém em termos de títulos de Grand Slam a coisa permanece decepcionante, ja que não aparece um novo Nadal ou um novo Djokovic para aos vinte e poucos anos vence-los numa final desse porte.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Perfeito. Os GS são o calcanhar de Aquiles das gerações pós Big3, q quase monopolizam estes eventos. Creio q essa tendência deve se repetir em 2021…

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Não vejo assim não, Gildokson. Exceto RG daqui a 7 meses , os caras que podem perturbar a ambos nos próximos SLAM já estão a postos. Vimos como foi duro para o Sérvio levar o AOPEN 2020. E fora do Saibro, Rafa Nadal já pode perfeitamente ser incomodado no mínimo por 4 Tenistas ( incluindo o Suíço). Independente do que aconteceu no USOPEN, uma FINAL totalmente improvável pode ter sido o pontapé inicial. 2021 promete um Circuito mais equilibrado e 2022 a redenção. A conferir. Abs!

      Responder
      1. Gildokson

        Tanto Nadal no US19 quanto Djokovic no AO tiverem dificuldade pra ganhar, mas ganharam. E eles ja tem 30 e tantos, o ideal seria que à essa altura alguém ja tivesse batido os 2 em final de Slam, mas os novatos ja mostraram que não conseguem. Se o fizerem ano que vem, ok. Mas vamo combinar que com a idade deles Nadal e Djokovic ja estavam derrubando um Federer.

        Responder
  41. Paulo Almeida

    Djokovic joga o tênis mais bonito já visto, comparável ao prato “Lagosta à Thermidor”, e por isso mesmo merece e FICARÁ com pelo menos 2 dos recordes mais importantes do esporte!

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O próprio Gilles Simon acabou de falar que o jogo do Federer não se provou o mais eficaz.

        Ou seja, mais imparcial do que isso, impossível.

        Ele também destacou que não resta qualquer dúvida em afirmar que o jogo mais bonito é o do suíço.

        Portanto, meu caro Thiago Silva, contra fatos não há argumentos.

        Há (na pior das hipóteses) prantos…

        (rs)

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Nem tão absurda assim.

        Já argumentei várias vezes que prefiro o jogo do Djokovic balançando o adversário de um lado para o outro até a definição do ponto, fora suas inúmeras jogadas de classe e poucas madeiradas ou ENF’s quando joga seu melhor.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Até parece que ele balança há todos de um lado pro outro caro Piloto. Vimos o Suíço encher Novak de Winners em Wimbledon e FINALS 2019 . O mesmo fez Nadal com o Sérvio agora em RG 2020 . Ele ficou exagerando nas deixadas exatamente por se sentir incapaz de balançar o Espanhol. Você confunde a eficiência do excelente Backhand de duas mãos do Sérvio com jogo bonito. Isso quem possui disparadamente é o Suíço com seu Back Simples. Abs!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Ele balança a maioria absoluta de seus adversários, incluindo Federer e Nadal em diversas oportunidades. Você pegou só os jogos que lhe eram convenientes, rs.

            A estratégia de curtas não foi boa contra o Nadal mesmo, mas naquele dia nada iria tirar o título do espanhol, nem se ficassem trocando bola pela eternidade.

            Não, eu acho o back de duas mãos do sérvio mais bonito mesmo, principalmente quando ele ajeita o corpo e desfere o golpe mortal, na cruzada ou na paralela. Aceite minha opinião. Abs!

  42. Barocos

    Dalcim,

    Excelente artigo! Este deve ter dado muito trabalho.

    Apesar de toda a admiração que tenho por todos os membros do seletíssimo Big4, não acredito que dominem amplamente por mais 2 anos, pelo menos não os últimos que permanecerem na “guerra”. O tempo é implacável, mesmo com toda a tecnologia, e alguns dos membros desta geração mais nova são muito bons, mais alguma lapidação e serão adversários formidáveis. É viver (🙏), para ver.

    Saúde e paz.

    Responder
  43. Samuel

    Boa tarde Dalcim,

    O site Tenisbrasil está oferecendo imagens do jogo da Sabalenka, hoje. Ao tentar acessar aparece a pergunta se quero assistir em HD. Após eu responder aparece um site de apostas (Betclic, se não me engano) ou outros sites.
    Tem algum erro nesse processo ou não? Não estou conseguindo acessar ao jogo!!!
    Obs: Em outros dias, também está acontecendo o que relatei acima.

    Samuel

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Os sites ‘piratas’ de streaming forçam propagandas, é o meio de sobrevivência deles. O mais comum é eles obrigarem você clicar três vezes antes de liberarem a imagem e, a cada clique, abre um anunciante. Não é certamente o cenário mais gostoso, porém é a forma de se obter um vídeo gratuito. Abs!

      Responder
  44. Rafael Azevedo

    Dalcim, eu tenho uma dúvida, fora do contexto do post.
    Acho que você já postou algo sobre, mas qual é o objetivo dessa nova associação de jogadores que o Djokovic e o Pospisil estão criando?
    Eu leio e releio várias notícias e entrevistas, mas ainda não consegui entender. A frase sempre é: “Lutar pelos interesses dos atletas”. Isso é muito genérico.
    Será um sindicato dos tenistas??
    Que vai brigar com os dirigentes dos torneios para dar melhores direitos aos atletas…é isso?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Basicamente, é isso. A bronca dos jogadores é sempre contra os Grand Slam. Consideram que os promotores – no caso, são três federações nacionais e um clube privado – lucram muito e os tenistas não ganham o suficiente.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        O conselho dos jogadores da ATP não faz esse papel? Ou é porque os Grandes Slams não pertecem à ATP?

        E você é a favor dessa associação?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Exatamente, os Grand Slam são monitorados pela Federação Internacional e possuem total independência. Não acho um bom momento para divisões.

          Responder
  45. Rafael Azevedo

    Em um circuito tão exigente, a consistência é um elemento super relevante na definição do ranking.
    A consistência tem um aspecto técnico/tático, mas principalmente físico. Para se manter no topo um atleta deve jogar muitos torneio e estar bem preparado fisicamente em todos eles.
    Acho que, por isso, a juventude domina o TOP 10.
    O Big 3 e a Serena são pontos fora da curva. Note que são os únicos acima de 32 no Top 10. Sem eles, provavelmente só haveriam atletas abaixo de 30/31 no top 10.
    Isso revela que o Federer tem sim um preparo físico absurdo. Ninguém é top 3/4 na idade dele sem um preparo físico acima da média.
    Acho que a diferença para Nadal e Djokovic não é o físico. É a paciência!
    Federer tem físico, sim, para correr atrás da bolinha na arquibancada e em uma deixadinha na rede, mas ele muitas vezes nem tenta. Ele prefere deixar o adversário vencer o ponto. É como se ele pensasse: “Eu vou me lascar para pegar essa bola, mas só vou adiar o inevitável (o adversário vai vencer o ponto)”. Isso é até verdade na maioria dos pontos. O atleta que começa a dominar o ponto vence aquele ponto. Mas, às vezes o adversário comete um erro não-forçado, ou a bola trisca na rede, ou você consegue uma passada impossível na “cagada”, rsrs. Nadal e Djokovic conquistam esses pontos “impossíveis”, enquanto o Federer nem tenta. Em um nível tão alto, com vitórias definidas nos detalhes, esses pontos adicionais fazem a diferença.

    Responder
    1. Barocos

      Rafael,

      Sobre o Nadal e o Djoko, aconteceu o que eu temia na final de Roland Garros, Novak insistiu demais nas “curtinhas”, que além de serem jogadas de alto risco, foram aplicadas contra o, provavelmente, mais rápido jogador do circuito e que, além disto, tem uma enorme capacidade de acertar bons golpes quando ainda em movimento, ou seja, sem uma base sólida. Basta rever jogos do Nadal para perceber sobre o que eu estou falando, ele faz isto muito bem desde os 17 anos (e ainda antes disto). Para mim, Nadal é o melhor neste quesito e o sérvio não fica muito atrás.

      Sobre os três terem condições físicas especiais, acho que é ponto pacífico. Federer, com a idade, passou a correr menos, mas quando era novo era super rápido também. Não creio que ele apenas ignore as bolas difíceis, mas que ele é tão bom que desenvolveu uma excelente “intuição” sobre as bolas que não compensariam o esforço, tendo em vista a sua condição física (35+ anos) atual. Nadal e Djokovic, ao menos por enquanto, ainda não fazem isto, correm atrás de qualquer “pedrada” (praticamente).

      Saúde e paz.

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    2. Gildokson

      Eu sempre pensei assim também sobre esses pontos adicionais Rafael, mas discordo de você no suposto motivo dele não ir sempre em todas. Para mim ele tem e sempre teve menos físico sim, e o fato de Djokovic e Nadal chegarem sempre nessas bolas e devolverem sempre mais uma, fez um estrago monstruoso a favor deles, tem haver com o estilo de jogo também neh.

      Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Excelente!
      Somente aqui, tenista é capaz de fazer final de GS quarentão sem físico.
      Classifico Roger Federer como um jogador de sinuca. Sua tacada sempre prevê a próxima bola. E ele sempre estará lá, para mais uma tacada.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Putz.

        Mas como é duro e difícil de colocar isso na cabeça de quase todo nolista. (rs)

        Não é que o Federer não tenha físico, meu jovem.

        É que o Djokovic tem MUUUUUUUUUUUUUITO mais do que ele…

        Responder
  46. Miguel BsB

    “O feminino dá um banho no masculino quando se fala no sucesso da nova geração nos Grand Slam. Enquanto a WTA viu nos últimos cinco anos Garbiñe Muguruza, Jelena Ostapenko, Sloane Stephens, Naomi Osaka, Ashleigh Barty, Bianca Andreescu e Iga Swiatek levarem diferentes troféus…”
    Faltou a Kenin nessa lista Dalcim.

    Responder
  47. Luiz Fernando

    Outro detalhe Dalcim, na sua lista dos Top10 abaixo de 25 anos, não sei se vc expôs os nomes por ordem decrescente de qualidade, me pareceu q sim, mas se for o caso, no atual momento Rublev não deveria estar como número 2, após o grego? Dos 5 citados acho q há um grande hiato de qualidade do quarto (Zverev) para o italiano…

    Responder
  48. Luiz Fernando

    Dalcim qual sua opinião sobre esse Ugo Humbert? Na semana passada vi uma partida dele em São Petersburgo e fiquei bem impressionado. Nessa semana vi q venceu C. Busta, q não é nenhum jogador p ser desprezado, e agora está na semi de Antuérpia…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele tem muito potencial, Luiz, e o fato de ser canhoto é algo que ele pode explorar bem. É habilidoso, mas também vejo boa obediência tática. Me parece o mais promissor entre os franceses.

      Responder
  49. Daniel C

    Post muito interessante. Mas eu sempre irei lamentar que não tenha surgido jovens melhores para desafiar Nadal e Djokovic, facilitando a vida de ambos na busca das façanhas que têm conseguido.

    Mas espero que finalmente, a garotada dê um passo além no ano que vem. Ainda mais para frustrar os planos do Djokovic de ser o “maior da história”, como ele mesmo admitiu recentemente. Mas ser “o melhor”, só nascendo de novo. Esse posto é do suíço independente dos recordes. Agora não tem como não sentir uma ponta de inveja da parte dele em relação ao suíço, acho que todas aqueles jogos com 99% da torcida a favor do Maestro traumatizaram o cara rs. Então é isso mesmo: o que resta pra ele são números, recordes, etc. Mas admiração do público pelo caráter e estilo de jogo, nunca terá. Sempre será lembrado (exceto pelos fãs dele) apenas como um grande vencedor, bastante eficiente, mas totalmente destemperado dentro de quadra e com crenças para lá de esquisitas fora das quadras.

    Responder
    1. Rafael

      Prezado,

      Ele não “admitiu” nada disso. O que ele efetivamente disse, em inglês, é que aspira ser o “maior No. 1 da história”, acumulando mais semanas, coisa que está perto de acontecer, como vc deve saber.

      Saudações.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Essas cenas do Djokovic tratando mal os boleiros são simplesmente lamentáveis…

      E ele deve achar que as câmaras não estão captando nada disso.

      Fica apressando os garotos, fazendo cara de raiva, gritando.

      Parece que esquece da origem humilde, quando ele usava a piscina de casa como paredão…

      Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Não era piscina em casa não. Era de um clube, coberta e vazia que usavam para treinar durante a guerra. A Ana Ivanovic também viveu e participou dessa época.

          Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Poxa, Fabriciano.

          São vários, cara…

          Pega essa final de Roland Garros mesmo, pois ele fez de novo.

          Lá pro final da partida tem uma cena mostrando isso claramente!

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            E desde quando pedir que lhe reponha as bolas rapidamente, em alguns momentos é tratar mal?
            Implicância sim. Assistir vídeos com esse teor não mudará em nada minha opinião.
            Ademais, até você já elogiou o fair-play do sérvio aqui.

  50. Roberto Rocha

    Números…sempre reveladores…ou não. O circuito feminino é fraco demais. Jogadoras brilham em um ano e depois desaparecem. Jogos com placares esdrúxulos são comuns. Além disso, o grande obstáculo aos grandes títulos, Serena Williams, está em franco declínio, gorda, com baixíssima mobilidade e fôlego cada vez mais curto. Já a rapaziada tem que escalar os 3 Everestes e ainda pode topar com um Wawrinka, Thiem ou Dimitrov em dia inspirado… resumindo, é menos complicado alcançar resultados mais expressivos no feminino que no masculino. Vamos ver se a passagem do bastão começa esse ano pra valer…creio seja o último ano de Federer. Nadal pendura as chuteiras no final do ano que vem e Djokovic no final do ano seguinte… será que eu acerto pelo menos 1 mísero palpite? kkkkkkkkkk

    Responder
    1. Luis

      Oi Roberto,
      Quanto ao feminino, concordo com o que vc disse, da uma olhada melhor na Iga, ele tem um pouco de tudo, alem da disciplina e cabeça no lugar. Acho que pode quebrar o padrão dos últimos anos

      Responder
  51. Fernando Augusto de Oliveira

    Federer, Nadal e Djokovic são tenistas muito bons, excepcionais para falar a verdade. Ambos tem determinação, força mental e preparo físico invejáveis, o que certamente falta e falta muito para essa nova geração. Essa garotada deve ficar contando os dias para o Big 3 aposentar, só assim terão alguma chance, lamentável a falta de foco e comprometimento dessa nova geração…

    Responder
  52. Marcilio Aguiar

    A dificuldade de percebermos a renovação no masculino é a presença dos 3 gigantes dominando as 3 primeiras posições há pelo menos 15 anos. Já no feminino, apresar das Willians fora da curva, elas ficam muito tempo fora das primeiras 5 posições dando chance de uma rotativa no topo.

    E pensar que Borg parou aos 26, ainda chegando em final de Wimbledon, porque ja se sentia sem motivação para enfrentar os desafiantes mais jovens.

    Responder
    1. Barocos

      Marcílio,

      Acredito que a Serena teria ainda um amplo domínio se ela tivesse conseguido controlar o peso, mesmo na idade atual dela. No seu auge, ela foi dominante como nenhuma outra que eu tenha visto.

      Saúde e paz.

      Responder
    1. Barocos

      Thiago,

      Também acho isto.

      Sinner e Tsitsipas são os meus jogadores favoritos da geração mais jovem. Ambos tem muito talento, mas me parece que o italiano tem a cabeça mais no lugar. Enfim, espero que ambos produzam ótimos resultados nos próximos torneios e, principalmente, já no ano que vem.

      Saúde e paz.

      Responder
  53. Rafael Prado

    Nenhuma geração vai conseguir destacar o big 3. Eles vão ter de passar o bastão por vontade própria ou se jogarem até os 40 anos, como é o caso do Federer. Fora isso 80% de tudo que importa continuará nas mãos deles e ponto final.

    Responder
  54. Rubens Leme

    O que acho chato nesta geração é a falta de fome (e de carisma e de simpatia). Você escreveu dias atrás que o Medvedev não se importa muito com a carreira, que a esposa o empurra, mesmo problema do “só jogo quando tenho vontade” do Kyrgios e até do compatriota dele, que teve um início promissor, mas que é um nó só e praticamente um ex-jogador em atividade, o Tomic.

    Ainda que essa geração atual seja exceção, pois os três principais já passaram dos 33 anos e não pensam em parar, apenas em recordes, essa next gen é a menos faminta que já vi, parecem apenas preocupados em ganharem os milhões pagos em torneios, patrocinadores e ficarem postando no instagram.

    Dificilmente algum deles irá passar de 5 ou 6 Slams na carreira, Dalcim, se chgarem a isso. Talvez os Slams sejam divididos em um grupo de 10 ou 12 tenistas na próxima década, quando os três pararem.

    Sempre sinto uma certa nostalgia quando um momento se aproxima do fim, mesmo que não seja o meu favorito – ainda sou órfão dos anos de Borg, Big Mac e Jimbo, da mesma maneira que sinto saudades de Jorginho e Luís Pereira, dos terríveis anos 80, do Palmeiras e detesto esse time de hoje, ainda que venha sendo campeão com regularidade.

    Acabei de ler a entrevista do Pelé e ele disse uma coisa muito interessante quando o comparavam a Maradona e Di Stefano (o Messi ainda não estava no rol): “primeiro eles precisam decidir entre eles quem é o melhor argentino”.

    É exatamente isso que penso: antes desses meninos resolverem sonhar com Slams e número 1 precisam resolver quem tem mais “garrafa vazia para vender”. Talento eles têm, já cabeça e vontade, não sei. E acho que já poderiam ter beliscado alguns Slams. Vamos lembrar que Borg venceu Roland Garros com 17 anos, Nadal, com 18, Becker tinha 17 em 1985, quando venceu Wimbledon, McEnroe, 20 ao vencer o US Open etc .

    Ou seja, está na hora dessa molecada treinar mais e ter mais ambição e coração. Grana, já têm.

    Responder
  55. Paulo Roberto Oliveira Carvalho

    Parabéns pelo artigo, muito informativo!

    Poderia fazer uma lista de tenistas que tiveram a carreira ou o sucesso comprometido por lesões? Casos como o do Guga ou do Delpo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não conseguiria fazer uma lista, mas apontar alguns casos mais relevantes. Além de Guga e Delpo, acho que Murray é outro muito afetado por lesões. Poderíamos ainda lembrar da mononucleose de Robin Soderling e do incrível acidente com Thomas Muster. Mais lá atrás, Aaron Krickstein teve notáveis marcas de precocidade.

      Responder
  56. Rodrigo Lightman

    Dalcim, indo na contramão do seu post, revi hoje o jogo entre Guga e Max Mirnyi, incrível. Mais de 100 winners e menos de 15 erros não forçados pro Guga. E o Mirnyi não tava errando nada na rede.
    Curioso fui ver os comentários no youtube de não brasileiros.

    “I remember this match very well — it was the last great Guga match before his injuries became too much to handle. His 2001 summer was the best!”

    “Indeed! He had a hip surgery later that year and he never recovered from it.
    You can say his prime was springtime 1997 to fall 2001, playing his best at the age of 20, 23 and 24 in 1997, 2000 and 2001.
    He turned 25 a couple days after this match, and his career was basically over afterwards”

    “thanks so much for posting. Guga’s 100+ winners remains quite impressive after all these years(and in a relatively quick 5 sets)”

    Responder
    1. Rodrigo Lightman

      Acho que a qualidade dos comentários estão muito aquém dos seus posts Dalcim. Parece mais um bando de fanáticos ensandecidos. Vamos melhorar a qualidade dos comentários. Menos passividade e mais razão.

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Foi sem dúvida um jogo marcante, Rodrigo. Pelo que me lembro, quando esteve pertinho da derrota Guga tinha apenas 4 erros não forçados na partida, ainda que essa estatística nunca é muito expressiva quando se enfrenta um tenista com saque tão poderoso e tantas subidas à rede como era o estilo do Mirnyi.

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Foi uma das mais emocionantes partidas de tênis que eu vi.

      E uma das melhores tecnicamente também.

      O próprio Guga declarou depois da vitória:

      ” Primeiro, eu acho que foi um dos dias que eu menos errei na vida”.

      O bielo-russo não falhava. Parecia uma pedra de gelo, mentalmente.

      Uma máquina de disparar grandes saques, e de matar pontos na rede.

      Jogão, e virada muito merecida.

      O Guga só foi finalmente obter a quebra, quando levou pro quinto set.

      E mesmo assim, porque a bola dele tocou na fita e DESVIOU, impedindo o voleio do Mirnyi…

      Responder
    4. Marcilio Aguiar

      Rodrigo, esse é um dos meus jogos inesquecíveis. Acabou de madrugada e só consegui dormir mais de duas horas depois. Fui trabalhar no dia seguinte me arrastando de sono, mas muito feliz com a emoção que o Guga propiciou. Abs.

      Responder

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