Outro dia histórico para Nadal
Por José Nilton Dalcim
18 de outubro de 2020 às 23:21

Oito dias depois da inacreditável 13ª conquista em Roland Garros, que permitiu o empate por 20 nos troféus de Grand Slam, o espanhol Rafael Nadal terá mais um momento histórico a comemorar nesta segunda-feira.

Ele vai igualar uma marca de Jimmy Connors que perdurava por 32 anos e parecia muito difícil de ser alcançada. Ao se manter continuamente no top 10 desde a ascensão em 2005, Rafa totaliza 788 semanas consecutivas nessa faixa tão prestigiada do tênis, o mesmo que o norte-americano atingiu entre 1973 e 1988.

E obviamente Nadal irá  abrir boa margem, já que ocupa o segundo posto no momento com grande vantagem sobre o atual número 11. Enquanto o espanhol soma 9.850 pontos devido ao congelamento dos resultados de 2019, Gael Monfils tem 2.860. Ou seja, somente uma fase muito ruim interromperia a sequência de Rafa, e ainda assim após Wimbledon.

O terceiro colocado nessa lista é Roger Federer, com 734 semanas seguidas no top 10, entre 2002 e 2016. Muito atrás aparecem Ivan Lendl, com suas 619, e Pete Sampras, com 565.

No total de semanas no top 10, Nadal ainda precisará de mais 29 para atingir 817 e alcançar o segundo lugar de Connors. O recorde de Federer ainda é difícil de ser igualado: 917 e contando.

Maior no top 4
E não é só. Nadal igualará nesta segunda-feira outra marca de Connors e atingirá as mesmas 669 semanas no top 4 do ranking. Os dois estarão também atrás das 803 de Federer, que ainda se mantém apesar da longa parada.

No ano passado, o canhoto espanhol assumiu a que era até então a única categoria que liderava entre as grandes façanhas do ranking: ele superou Federer no total de semanas no top 2. Hoje, ele já tem 557 contra 528 do suíço e ainda vê Novak Djokovic bem distante, com 435.

Vale por fim considerar que Rafa mira, e com grande chance, desempatar de Federer em número de temporadas encerradas entre os dois primeiros lugares. Ambos totalizam 11, mas Nadal concorre para permanecer na vice-liderança em 2020. A única ameaça é Dominic Thiem, que aparece 725 pontos atrás.

A briga pelo Finals
Sem o chamado ‘ranking da temporada’, a ATP decidiu que os oito mais bem colocados do ranking tradicional terão direito a competir no Finals de Londres, que prossegue marcado para a segunda quinzena de novembro, na despedida da arena O2.

Como Federer abriu mão da vaga, na verdade a lista se estenderá até o nono colocado. Seis no entanto já estão garantidos: Djokovic, Nadal, Thiem, Stefanos Tsitsipas, Daniil Medvedev e Alexander Zverev, que aliás repetirão a presença de 2019.

Restam portanto dois, e o russo Andrey Rublev deu um importante passo para isso neste domingo, ao faturar seu quarto título da temporada, o segundo de nível 500 em 30 dias. Isso o levou para o oitavo lugar e abriu 354 pontos de vantagem sobre Matteo Berrettini, o 10º do momento. Entre eles, está Diego Schwartzman, apenas 105 à frente do italiano. Portanto, o russo e o argentino podem debutar no Finals e serem as novidades.

Não se pode tirar da briga Gael Monfils, Denis Shapovalov ou Roberto Bautista. E é claro que campanhas espetaculares em Antuérpia, Viena e Paris poderiam ascender David Goffin, Pablo Carreño ou Fabio Fognini.

Aliás, das três finais do fim de semana, duas foram dominadas pelos novatos. O mais velho era justamente Zverev, 23 anos, campeão em Colônia em cima de Felix Aliassime, de 20, que amargou o sexto vice. Rublev fará 23 na terça-feira, mesma idade do finalista Borna Coric. Um bom cenário.


Comentários
  1. Rafael

    Não vejo qual o problema no sujeito declarar que quer ser o maior No. 1 da história, se ele acredita que tem condições de atingir tal feito. Obter o máximo de semanas como No. 1, na frente de qualquer outro tenista que já pisou na quadra, é realmente um feito notável, independente de serem semanas consecutivas ou não, e INDEPENDENTE de quem seja o atual detentor desse recorde. Pra mim, isso mostra ambição, não inveja de quem quer que seja. Se a gente não tivesse um mínimo de ambição na vida, de que adiantaria sonhar?
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    Quem leu meus posts há vários anos lembra que eu já postei aqui que o Finals era mais difícil que um Slam, e fui duramente criticado. Refiz minha opinião: se o Finals fosse disputado em 5 sets, e se houvesse uma maneira dos jogadores não estarem tão estropeados na época em que esse torneio é disputado, não dá pra negar que um embate entre os 8 melhores do ano é MUITO mais difícil que um slam (temos visto vários onde os tops passam a primeira semana treinando com jogadores bem inferiores e só vão ter algum teste real lá pelas quartas de final, se tanto. Aliás, é meio surreal o Nadal não ter nenhum, o que corresponderia à realidade da qualidade dele é ter o mesmo de Djoko, pelo menos, mas as contusões… uma pena.
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    Gostaria de saber o que a Bia planeja para a carreira dela e o que ela tem condições ($$) de fazer, agora que desmanchou a parceria com o treinador dela. Queria muito que ela se juntasse a alguém e treinasse em centros que a fizessem atingir o seu máximo potencial.
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    Esse dia estava revendo Gran Torino, com Clint Eastwood, filme que nos dias de hoje ia ser pulverizado pelo politicamente correto. Como obra de cinema, que FILMAÇO affeee!!

    Abs a todos.

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    1. Barocos

      Rafael,

      Claro que não há nada de errado em querer quebrar todos os recordes, todos os atletas de ponta sonham com isto. Para muitos, o tempo e a realidade se encarregam de pulverizar as suas aspirações.

      No caso específico do Djokovic (e no meu entendimento), este tipo de declaração pública faz com que aumente em muito a pressão sobre ele, seja porque o próprio se cobra mais, seja porque a imprensa e os torcedores dele e a dos rivais passam a ser mais vocais nas derrotas, então, a tensão, que já é grande, fica imensa. Isto é patente quando ele entra em quadra nos torneios mais importantes.

      Muito provavelmente, se ele tivesse uma postura mais comedida em relação às suas aspirações nas declarações à imprensa, e com as cobranças reduzidas, o número de títulos importantes em sua espetacular carreira seriam ainda maiores.

      Note ainda que ser mais comedido nas declarações não significa ser menos aplicado em seus esforços para concretizar as suas aspirações.

      Vida longa e próspera.

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  2. Rafael Azevedo

    Dalcim, Rafa disse que se baseou na final de Roma 2019, para vencer Djokovic nesse último Roland Garros.
    Qual jogo ele deve se basear para voltar a vencer nas hards? O segundo set da final da ATP Cup? O quarto set da final do US Open 2013?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que 2013 está muito longe, mas certamente ele precisa jogar mais perto das linhas para não dar tanto ângulo e precisará tirar um pouco do spin para não deixar Nole tão confortável na linha de base.

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  3. periferia

    O Rei
    Sentando em uma mesa…abastecida de um muito bebida ( necessário para molhar as palavras)…vários ex jogadores lembravam os dias de glória no futebol e os grandes jogadores que viram atuar.
    Quando Pepe (ex ponta esquerda do Santos) levantou e disse:
    -E o Pelé????lembram???
    -O maior que vi jogar foi Di Stefano…recuso a classificar Pelé como jogador…ele está acima de tudo (disse o baixinho barrigudo de nome Puskas)
    -Quando olhei pela primeira vez os olhos dele…fiquei com medo…pareciam olhos de um animal selvagem (falou o Alemão Overath..enquanto bebia um chopp)
    O francês Fontaine depois de uns goles de vinho não se conteve.
    -Quando vi Pelé jogar…fiquei com a sensação que deveria pendurar as chuteiras (estava choroso).
    -Até parece que o futebol foi inventado por ele (Sir Bobby Charlton já embriagado ).
    -Certa vez subi com Pelé para cabecear uma bola….eu era mais alto..quando desci ao chão…olhei assustado….Pelé ainda estava lá no alto…cabeceando a bola (o italiano Fachetti recordando)

    A bebida estava acabando…chamaram o garçom.
    Era um sujeito magro…de óculos….mineiramente calado.
    Pepe para provocar….olhou para o garçom e perguntou:
    – Você sabia que Pelé fez mil gols?
    O garçom olhou para todos na mesa e respondeu:
    -Difícil não é fazer mil gols como o Pelé….dificil é fazer um único gol como Pelé.
    Todos levantaram e aplaudiram o garçom…Fontaine completamente bêbado o abraçou….. perguntou qual era o nome dele.
    O garçom olhou para todos e respondeu :
    Drummond…..Carlos Drummond de Andrade.

    Dia 23 / 10….80 anos do Rei do futebol…vida longa ao Rei.

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    1. Marcilio Aguiar

      Aplausos periferia! Uma reunião de craques para celebrar uma Lenda (resisto utilizar a palavra “mito” porque ela foi enlameada pelo mau uso) e a síntese perfeita do magistral Drummond.

      Poderia incluir dois mais jovens que, em uma parte da carreira, foram contemporâneos do rei: um certo Kaiser e um Holandês que tinha domínio total do campo. Abraços.

      Responder
      1. Marcilio Aguiar

        Nessa mesa também caberia outro mais jovem ainda. Um desafeto, petulante, mas também único em sua arte como um Tango Argentino. Talvez ele fosse o que mais deveria ter ouvido as palavras do garçom.

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  4. Diego Rodrigues Silva

    Boa noite amigos, inspirado no Dalcim que leio há mais de dez anos, eu e dois colegas fizemos um podcast que fala de torcedor para torcedor, nesse primeiro episódio falamos sobre a questão do Goat existe esse Goat, discutimos com dados os melhores tenistas da história e no fim chegamos a um veredito.

    https://youtu.be/L9MhZFhAWQA

    Nas melhores plataformas de podcast também.

    Obrigado Dalcim pelo espaço, sempre acompanho o seu podcast é uma inspiração.

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  5. Rafael

    Dalcim, não acha injusto esse ranking protegido pelo coronavirus? Os jogadores que já estão em atividade, como o Djokovic, ter a possibilidade de não jogar um torneio e continuar com a pontuação? Simplesmente pra não perder ranking? Acredito que em alguns casos, como o do kyrgios, que não querem participar por enquanto, seja aceitavel, agora proteger ranking (pontuação) de tenista que esta na ativa, é meio estranho.

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    1. José Nilton Dalcim

      Mas não se pode criar um regulamento diferente para cada caso, Rafael. A ideia é que até a pandemia passar – e tomara que voltemos ao normal do circuito em janeiro -, não se poderá obrigar qualquer jogador a disputar este ou aquele torneio. Isso foi aprovado por todo mundo, então siga-se a regra.

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  6. Luiz Fernando

    Dalcim todos sabemos q quadras duras indoor nunca foram favoráveis a Nadal. No entanto, desta vez, pela pandemia, ele me parece q chegará nestes dois próximos torneios em ótima condição física, enquanto os adversários estão disputando evento atras de evento, exatamente o q sempre desgastou o espanhol, q nunca teve um calendário equilibrado. Como vc vê as chances dele nestes eventos? Claro q Paris sem Djoko tende a ser mais favorável…

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    1. José Nilton Dalcim

      Claro que Nadal tem de ser colocado entre os favoritos, mas certamente haverá muito mais gente para brigar com ele, a começar pelo nomes fortes do top 10 que gostam muito da quadra dura, como Medvedev e Tsitsipas, ou que possuem currículo expressivo no piso, como Thiem e Zverev. Então, em Paris, mesmo sem Djokovic, acredito numa chave exigente.

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  7. Paulo Almeida

    Bom, eu não concordo que o Djokovic deva abrir mão do Masters de Paris, pois é mais um torneio grande em que é amplo favorito e assim entregaria de bandeja o título para o Nadal. E na minha visão não atrapalharia sua preparação para o Finals e tampouco ameaçaria a manutenção da primeira posição no ranking.

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    1. DANILO AFONSO

      Eu acho que a melhor forma de “proteger o ranking” era o sérvio disputando PARIS, pois se for campeão, apesar de não pontuar, impediria que NADAL ou THIEM que são seus perseguidores no ranking ganhassem a pontuação máxima disponível.

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  8. José Eustáquio Masculino Cruz

    Boa tarder gostaria de conclamar os internautas a fazer uma reflexão isenta tirem este negócio da cabeça de Goat o circuito todo tem seus preferidos os mais dificeis de jogar cada uma com seu cada um para o Djokovic cara que bate reto e voleia (Augut) e tem mais o Querrey por ex:o Espanho que para mim é diferenciado estava vendo um jogo que ele perdeu o saque contra o Karlovic e o mesmo foi sacar só saque para fechar a mais de 200 km por hora o Espanhol devolveu 4 wuinners ninguém conseguiu fazer isto até hoje são pequenos detalhes mas que valem muito.O Simon tem a idéia igual a 99 por cento do circuito aprendam e reverencie estes jogadores.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Verdade, Luizão!

      O segmento federista é uma droga.

      Segmento bom pra você é um que compara o tênis do suíço a um sanduíche de ovo.

      Se bem que tá valendo, né?

      O dele de ovo, e o do Djokovic de QUIABO !!

      kkkkk

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Acabe com essa farsa aí, com essa mentira, porque eu nunca apoiei essa acusação do doping.

          Você só sabe acusar qualquer federista disso.

          Só porque você não gosta do suíço…

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    2. Gildokson

      De novo?! Meu Deus… kkkkkkkkkkk
      Por favor SEGMENTO federista, vamos todos numa corrente comentar concordando com o que eles dizem, só assim pra esse assunto ter uma folga no blog.
      Djokovic e Nadal são maiores melhores que Federer!!!
      Pronto!!!

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  9. Paolo

    Djokovic e Nadal irão QUEBRAR os padrões de pensamento da torcida do Federer, e de muitos especialistas de que ele é o melhor de todos os tempos. Abs!

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  10. Nattan Lobatto

    “Vou tentar marcar o máximo possível de pontos até o final da temporada porque sei que no início do próximo ano não vou conseguir somar nada. Estou disposto a bater o recorde de Federer. Meu desejo é ser o maior número 1 da história em número de semanas e vou trabalhar para que isso se torne realidade”, disse Djokovic em entrevista publicada nesta quarta-feira.

    Djoko não é o tenista da década por caso, ele pensa como Titã, age e joga como tal. Se tivesse pego um convite em meados do 2º semestre de 2016 de um ATP 500, tinha terminado como nº 01 naquela temporada e, de quebra, se isolaria com sete feitos este ano. Ele Tb não contava com um Murray endiabrado hahaha….

    Ah, que impressionante os números do Rafa, PARABÉNS!

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, nobre Nattan.

      Dá pra ver que o Djokovic nutre uma inveja latente do Federer.

      E então saiu em busca de tudo que é dele.

      Nesse sentido, o Nadal parece ser um pouco menos desesperado…

      Bom… saiu á caça de quase tudo, né?

      Só não vai conseguir ter um jogo bonito… (rs)

      Responder
      1. Nattan Labatto

        Rsrs

        Como fã, fico feliz com essa obstinação do sérvio em busca dos recordes. Tipo, ele pode até ñ alcançar, mas ñ será por falta de vontade, gana e luta.

        Responder
  11. Luiz Fernando

    Djoko disse q quer ser o maior número um doa história, e de fato é o maior candidato a ser o maior mesmo. Agora isso precisa ser ratificado na quadra…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Parece que as flores continuam rs. Mas o Léo Gavião já está abandonando o “ tudo menos Roger Federer “ . Quem será o próximo depois do FINALS ??? . O caríssimo L. F. aos poucos volta a acreditar no Touro como um concorrente ao tal Goat rsrsrs Abs!

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  12. Sandro

    No meu ponto de vista, nenhuma medalha olímpica vale mais do que qualquer um dos 13 títulos de Nadal em Roland Garros…
    Pra mim, Olimpíada não tem nada a ver com o tênis. Nas Olimpíadas originais os esportes mais praticados eram as corridas, as lutas, os saltos em distância, os lançamentos de discos e os lançamentos de dardos, esses são os esportes “raizes” do esporte olímpico na Grécia, e o tênis não tem nada a ver com nenhum desses esportes olímpicos originais…
    Por isso concordo com Thiem e Roberta Vinci que não associam tênis a Olimpíada, mas sim a grandes torneios como Roland Garros e Wimbledon.
    Também concordo com o ponto de vista de Gulbis, Isner, Anderson, López e Tomic que não querem perder tempo e dinheiro na Olimpíada que não tem premiação em dinheiro e nem dá pontos no ranking da ATP.
    Nesse ponto Gulbis tem razão quando afirma que o tênis olímpico é um torneio de exibição para “turistas”.
    Ernest Gulbis disse que não queria jogar a Olimpíada do Rio-2016 por não ter premiação nem pontuação e nem contar pontos para o ranking da ATP: “Não gosto do fato de que as Olimpíadas não valham pontos e não tenham premiação”, disse Gulbis. “É como tênis para turistas”.
    John Isner, Kevin Anderson, Feliciano López, Bernard Tomic e Dominic Thiem também não tinham vontade de participar dos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
    John Isner diz que a ausência de pontos no ranking foi “fator muito, muito importante” para sua decisão de não jogar no Rio, assim como seu interesse em não ficar de fora do torneio da ATP em Atlanta, no qual ele venceu três títulos consecutivos. Isner lembrou que dois outros americanos, Andy Roddick e Mardy Fish, recusaram-se a jogar as Olimpíadas de Pequim-2008 e Londres-2012.
    Dominic Thiem disse que sua concepção do tênis jamais incluiu a Olimpíada:
    “Continuo a achar que a luta olímpica e o atletismo são os verdadeiros esportes olímpicos”, disse Dominic Thiem.
    Roberta Vinci disse que concorda com Dominic Thiem e afirmou:
    “Se você pensa em um grande torneio de tênis, provavelmente pensa em Wimbledon, Roland Garros, mas não a Olimpíada”.
    Eu acho que a ATP acertou em cheio em investir na ATP CUP, que vale pontos para o ranking, tem uma excelente premiação, já foi sucesso logo de cara na primeira edição com o BIG 2 Djokovic e Nadal se enfrentrando já na primeira final de ATP CUP.
    A ATP CUP sim é um torneio mais atrativo que a Olimpíada em termos de ranking e premiação.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Pergunte para qualquer tenista profissional se ele não valoriza demais um título olímpico?
      Nunca vi o Djokovic chorando após uma derrota em Slam, nem naquela pro Wawrinka em RG, com Nadal baleado e já superado por ele, a sua grande chance de fechar o Grand Slam. Ficou chateado, com os olhos marejados, e olhe lá…
      Agora, naquela derrota nas olimpíadas do Rio pro Delpo, estando ele no auge técnico/físico, nº1 mundial, ele saiu aos prantos…sua mãe deu entrevista dizendo esperar que ele superasse essa dura derrota.
      Será que ouro olímpico não tem valor msm?

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Miguel,

        eu torci como um LOUCO para o Delpo naquele dia!

        Mas ter visto aquele choro do “Encosto” foi um dos momentos mais satisfatórios para mim…

        kkkkkkk

        Falando sério:

        Não é que o ouro olímpico não tenha sua importância.

        É inegável que tem sim o seu valor.

        Só acho que por algum motivo, a olimpíada não conseguiu passar o peso da sua tradição pro tênis…

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Só ‘ complementando . Del Potro ( tirou Novak em duas consecutivas da chance do Ouro ) , disse ao Eurosport que considera essa vitória contra o Sérvio na Rio 2016 como a melhor da carreira … Abs!

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      3. Sandro

        Bom Dia Miguel!
        Você disse: “Pergunte para qualquer tenista profissional se ele não valoriza demais um título olímpico?”
        O Djokovic pode ter ficado chateado de ter perdido para o Del Potro na Olimpíada, mas não é qualquer tenista que valoriza um título olímpico, principalmente pelo motivo de a Olimpíada não contar pontos para o ranking e não ter premiação em dinheiro.
        Dei como exemplo o depoimento de vários tenistas que não estavam muito satisfeitos com o torneio de tênis olímpico.
        Ernest Gulbis disse que não queria jogar a Olimpíada do Rio-2016 por não ter premiação nem pontuação e nem contar pontos para o ranking da ATP: “Não gosto do fato de que as Olimpíadas não valham pontos e não tenham premiação”, disse Gulbis. “É como tênis para turistas”.
        John Isner, Kevin Anderson, Feliciano López, Bernard Tomic e Dominic Thiem também não tinham vontade de participar dos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
        John Isner diz que a ausência de pontos no ranking foi “fator muito, muito importante” para sua decisão de não jogar no Rio, assim como seu interesse em não ficar de fora do torneio da ATP em Atlanta, no qual ele venceu três títulos consecutivos. Isner lembrou que dois outros americanos, Andy Roddick e Mardy Fish, recusaram-se a jogar as Olimpíadas de Pequim-2008 e Londres-2012.
        Dominic Thiem disse que sua concepção do tênis jamais incluiu a Olimpíada:
        “Continuo a achar que a luta olímpica e o atletismo são os verdadeiros esportes olímpicos”, disse Dominic Thiem.
        Roberta Vinci disse que concorda com Dominic Thiem e afirmou:
        “Se você pensa em um grande torneio de tênis, provavelmente pensa em Wimbledon, Roland Garros, mas não a Olimpíada”
        Então, não é qualquer tenista que valoriza o título olímpico, pois é mais uma questão pessoal de cada um, já que muitos não gostam de disputar torneios que não pontuam e não tem premiação em dinheiro como é o caso da Olimpíada.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Não sei a sua idade , caro Sandro. Mas uma pesquisa cairia bem antes de misturar alhos com bugalhos. O Tênis faz parte das Olimpíadas desde a primeira , Atenas 1896 . E tudo somente com Amadores , assim como TODOS os outros Esportes. Hoje sabemos que cada Esporte Profissional achou a sua data para participar e se entrosar com o COI . O Tênis foi 1988 . E houve um acordo entre a ITF e a ATP para distribuição de pontos. Como elas não se bicam mesmo , cortaram a pontuação. De nada adiantou e as Feras todas participam com grande prazer . Já ATP CUP foi inventada com o intuito de esvaziar a mais que tradicional COPA DAVIS também da ITF. Daí não misturar as coisas já que Novak saiu para uma associação paralela e Federer , Nadal e Murray estão no Conselho da ATP. Comparar o OURO OLÍMPICO com isso somente pode ser brincadeira … Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. O basquete e o Futebol entraram bem depois . A partir de 1992 não se divide mais o Bronze . Até nisso Novak deu azar. Perdeu em 2012 a Medalha para Del Potro , já Federer perdeu o OURO para Andy Murray. Abs!

        Responder
      2. José Nilton Dalcim

        Os Jogos passaram a pontuar em 2000, com o intuito de atrair os melhores do ranking. E o tênis foi o primeiro esporte a admitir profissionais nos Jogos, em 1988, abrindo caminho para o Dream Team de 1992.

        Responder
      3. Sandro

        Apesar de eu ser novo, a minha idade pouco importa nesse assunto, o mais importante são os fatos e o desconforto de muitos tenistas em jogar as Olimpíadas sem que valha pontos para o ranking ou sem premiação em dinheiro.
        Em relação à pesquisa, acho que cairia bem a vc uma pesquisa antes de cometer certos deslizes nas suas afirmações.
        A primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu em 776 antes de Cristo na cidade de Olímpia e não em Atenas.
        O tênis só começou a fazer parte do programa Olímpico mais de 2600 anos após os primeiros Jogos Olímpicos. Mesmo assim, o tênis só foi um esporte Olímpico entre 1896 e 1924, pois logo após os Jogos Olímpicos de Paris em 1924, o tênis deixou de ser um esporte olímpico. Depois de ser retirado do rol de esportes olímpicos, o tênis passou 64 anos fora dos Jogos Olímpicos até retornar a ser um esporte olímpico a partir de 1988 nos Jogos Olímpicos de Seul.
        Em relação à sua afirmação de que “as Feras todas participam com grande prazer”, há vários depoimentos de jogadores insatisfeitos com o fato de a Olimpíada não contar ponto para o ranking ou não ter premiação em dinheiro.
        Pelo menos esses jogadores aqui não tem grande prazer em participar das Olimpíadas: Ernest Gulbis disse que não queria jogar a Olimpíada do Rio-2016 por não ter premiação nem pontuação e nem contar pontos para o ranking da ATP: “Não gosto do fato de que as Olimpíadas não valham pontos e não tenham premiação”, disse Gulbis. “É como tênis para turistas”.
        John Isner, Kevin Anderson, Feliciano López, Bernard Tomic e Dominic Thiem também não tinham vontade de participar dos Jogos Olímpicos do Rio-2016.
        John Isner diz que a ausência de pontos no ranking foi “fator muito, muito importante” para sua decisão de não jogar no Rio, assim como seu interesse em não ficar de fora do torneio da ATP em Atlanta, no qual ele venceu três títulos consecutivos. Isner lembrou que dois outros americanos, Andy Roddick e Mardy Fish, recusaram-se a jogar as Olimpíadas de Pequim-2008 e Londres-2012.
        Dominic Thiem disse que sua concepção do tênis jamais incluiu a Olimpíada:
        “Continuo a achar que a luta olímpica e o atletismo são os verdadeiros esportes olímpicos”, disse Dominic Thiem.
        Roberta Vinci disse que concorda com Dominic Thiem e afirmou:“Se você pensa em um grande torneio de tênis, provavelmente pensa em Wimbledon, Roland Garros, mas não a Olimpíada”.
        Em relação à ATP CUP, afirmei que a ATP CUP é um torneio mais atrativo que a Olimpíada em termos de ranking e premiação. Como o depoimento de alguns jogadores de tênis e levando em consideração “RANKING E PREMIAÇÃO”. a ATP CUP é um torneio de “NAÇÕES” mais atrativo para jogadores que querem pontos no ranking e premiação em dinheiro do que a Olimpíada que não pontua e nem dá prêmios em dinheiro, isso é um fato externado por aqueles jogadores profissionais que se mostraram insatisfeitos com o torneio olímpico.

        Responder
  13. Evaldo Medeiros

    Bom dia Dalcim. Parafraseando o Blog do Chiquinho: “É justo eleger o maior pelo número de slams?” Na minha opinião, não. Federer não é maior somente por esse detalhe, mas pelo conjunto da obra. Não são 1, 2 ou 3 slams a mais ou a menos que determina o maior. O número de slams é a cereja no bolo. Mas o bolo é mais importante que a cereja. E na sua opinião pessoal, o que acha, Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O meu critério – e já o disse em diversas ocasiões – contempla o conjunto da obra, a importância história de um atleta e, no caso de um tenista. Então eu concordo com o Chiquinho.

      Responder
  14. Paolo

    Kkkkkk, pra IMPEDIR que Djokovic termine pela sexta vez(!) a temporada como líder do ranking da ATP, Nadal vai precisar de ganhar o M1000 de Paris(nunca venceu) e o Finals(nunca venceu) e torcer para que Djokovic perca antes das semis em Viena e ainda todos os seus jogos em Londres. Abs!

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  15. DANILO AFONSO

    Dalcim, no portal de notícias do tênis brasil informa que o NADAL tem chance mínimo de terminar o ano como n. 1 mesmo não jogando o ATP VIENA. Essa informação realmente procede ?

    Pergunto isso porque a diferença atual entre o sérvio e o espanhol é de 1890 pontos. NADAL como não irá jogar em VIENA, mesmo que seja campeão em Paris e Finals, ele irá somar somar mais 1740, isto é, 640 do Master (já tem 360) e 1100 se vencer todos os jogos (já tem garantido 400 pontos), totalizando assim 11590, abaixo dos 11740 que DJOKOVIC possuí atualmente. Djokovic nem precisaria pontuar em VIENA.

    Somente seria possível o espanhol ultrapassar o sérvio se os pontos do FINALS caíssem antes do início do torneio como normalmente ocorre, mas você me respondeu dias atrás que os pontos seriam congelados igualmente aos demais torneios, não perdendo assim DJOKOVIC os 200 pontos que obteve na única vitória no Finals.

    A ATP mudou novamente os critérios de pontuação do FINALS ou eu já posso comemorar o incrível HEXACAMPEONATO do sérvio ????

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Existe uma situação ainda pendente, que seria a hipótese de Nadal jogar em Sofia, entre Paris e Londres. É só por isso que a ATP ainda não cravou o Djoko como número 1 (e pelo menos motivo, TenisBrasil também). É algo muitooooo difícil a meu ver, mas matematicamente não pode ser desprezado.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Outra hipótese levantada é o Sérvio não passar das quartas na Áustria e perder TODAS no FINALS . Com Rafa vencendo este e Paris simultaneamente rsrsrs. Abs!

        Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Então se Nadal não for à Sofia, independente de qualquer outra coisa, o troféu de #1 volta para casa?

          2. José Nilton Dalcim

            Voltar para casa? rsrs… Melhor dizer assim: se Nole for semi em Viena, acabou. Se Nadal não for campeão em Paris, acabou.

  16. Sérgio Ribeiro

    E entre ainda brigar pelo N 1 no ATP 500 de Viena ( onde estarão Novak e Dominic ) , o Espanhol optou hoje em tentar o MASTERS 1000 de Paris ( Novak é o atual Campeão) onde nunca venceu e o FINALS 2020 . Isso é demonstração de confiança, a meu ver. Mesmo jovem sempre chegou mortinho pra esses dois . Tem uns malucos que não sabem que ele tentou em vão que mudassem o “ Quinto SLAM “ para o Saibro rs sem sucesso. Com essa decisão poderemos ter o TOP 3 se enfrentando nos TRÊS últimos da Temporada, já que Dominic Thiem já avisou que não vai pular nenhum . Mesmo os “poucos” fanáticos da Kombi afirmando que o Sérvio não liga pra ATP quinhentinho , através dele o Sérvio chega ao último recorde ainda em poder de Pistol Pete Sampras . Seis Temporadas como N 1 embora não CONSECUTIVAS rsrsrs. Abs!

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    1. Paulo Almeida

      Pare de asneiras, caríssimo Ribeiro.

      O Masters Finals é somente um Masters 1000 de luxo. Não force como quinto Slam só porque o rei da era fraca 2003-2007 já foi varrido da corrida de títulos desse nível.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Um MASTERS 1000 de “ luxo “ que vale 1500 pontos no Ranking ? Somente perdendo pros SLAM ? Disputado pelo 8 melhores de TODA a Temporada ? Disputado desde 1970 e que somente deixou de ser em 5 Sets em 2008 quando o Sérvio venceu seu primeiro ? Lembrando que os 1000 somente surgiram em 1990 quando ATP começou a mandar no Circuito sozinha . Da’ pra comparar caro comentarista ? Na boa , já eras nascido ou suas costumeiras “ asneiras “ somente a partir do início do Esporte como tu dizes em 2008 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Quantos torneios do circuito você precisa ganhar de pelo menos três top 8, muitas vezes de quatro e até mesmo de cinco para ganhar um título? Não dá para ter melhor nível do que isso.

          Responder
        2. Paulo Almeida

          Torneio com duração de 1 semana e disputado em melhor de três sets. Exatamente, vale 1,5 Masters 1000 e nada além disso.

          E o GOAT Djokovic tem 41 Big Titles ATP ou 43,5 com a conversão. Está com muita folga na frente, sem mais!

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      2. Gildokson

        Quem é o maior detentor de títulos de Filnals? kkkkkk
        Se o Djokovic ja tivesse esse recorde tu ia ta exaltando e promovendo a importância do torneio como tenta fazer com a tal da ATP Cup. Me engano que eu gosto Paulo kkkkkkkkk
        Ahhh!! E ano passado o Federer eliminou o sérvio do torneio e do posto de número, por isso tu ta com raivinha do torneio. kkkkkk

        Responder
  17. LOMEU LIMA

    NADAL não tem FINAL, e FEDERER e DJOKO não tem OURO OLÍMPICO ( Individual).
    Portanto os 3 maiores tenistas da história tem uma Lacuna na carreira. Sempre vai haver discussão sobre quem é o GOAT .
    Até Outubro/2020 a ordem é:
    1. FEDERER
    2. NADAL
    3. DJOKO
    .
    .
    .
    .
    .
    E assim caminha a humanidade.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Mas ouro olímpico individual não vale tanto quanto um ATP Finals…

      Aliás, é bem incômodo pro Nadal não ter um único ATP Finals na carreira, para contar estória.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Depende mais da sorte de você ir bem numa competição que ocorre “de vez em nunca”.

          Já o ATP Finals reúne a NATA do tênis – os 8 melhores do ranking.

          E o Nadal participou inúmeras vezes e não ganhou nem um.

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , Rodrigo. De onde você tira isso há anos ? Nem a ATP consegue mais desvalorizar aquilo que os Tenistas mais cobiçao e que é de 4 em 4 anos. As declarações de TODOS os TOPs é tão enfática que a entidade resolveu parar de sacanear a ITF , e finalmente passou a relacionar como Big Title . Somente a FIFA é que não gosta da concorrência, mas a cada ano vai aumentando o número acima dos 23 . Mais cedo ou mais tarde vai liberar tudo como a NBA . As maiores medalhistas ( as irmãs Willians) , assim como o Craque , não aposentam antes de Tóquio. Eles , Nadal , Novak , Murray e CIA , botam no Patamar de SLAM . Infelizmente alguns torcedores… Abs!

        Responder
      2. Hendrix

        Rodrigo S. Cruz. Te sugiro que faça uma enquete com com atletas da elite e confirme se eles realmente preferem um ouro olímpico ou esse torneio de fim de temporada. A opinião deles importa, não a sua.

        Responder
    2. Willian Rodrigues

      Para determinação sobre quem será “o maior”, assim que houver um consenso sobre a hierarquização dos principais recordes, isso será decidido de forma objetiva, ao final das respectivas carreiras. Em minha opinião:

      1. Títulos de Grand Slam
      2. Nº absoluto de semanas na liderança do ranking
      3. Quantidade de títulos anuais como nº 1 (Sampras com seis)
      4. Ouro Olímpico (Sim, é maior que o Finals por ocorrer apenas quadrienalmente e ser um torneio difícil)
      5. Títulos no ATP Finals
      6. Títulos de Masters 1000
      7. Career slam e Calendar slam
      8. Head to Head entre eles, e contra os maiores fora do Big 3
      9. Copas Davis e ATP Cup
      10. Títulos de ATP 500 E 250

      Com relação à definição sobre “o melhor” da história, a subjetividade impera. E, apesar de não curtir muito o Federer, creio que seja ele mesmo. Técnica muito apurada e importância para a popularização do esporte…

      Responder
      1. Jonas

        Concordo com a lista. Também acho o ouro olímpico maior que o finals. O curioso é que o finals, a meu ver, é um torneio com grau de dificuldade maior.

        Ainda assim a maioria dos tenistas prefere ter um ouro olímpico em simples, o que não surpreende.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Digamos que o Finals seja “apenas” um torneio de tênis que reúne a nata do tênis do ano em curso. E que para grande parte do mundo, não importa porque não curtem ou não conhecem o esporte tênis.
          Mas o torneio de tênis dentro de uma olimpíada tem uma visibilidade global, por se tratar de um evento que reúne praticamente todos os países do mundo, praticando todos os esportes e com ampla divulgação por ao menos 4 anos a fio.
          Conquistar um Finals é bem mais difícil, mas estar em uma olimpíada, pode ter para uns, peso maior. Lembro da polêmica que cercou Guga para disputar a do ano 2000 em Sidney, por conta do patrocinador do COB e seu patrocinador pessoal. E a chave era uma baba, mas perdeu para o Kafelnikov nas quartas, sendo considerada a final antecipada.

          Responder
  18. periferia

    O camaleão do rock …também era no cinema.

    O Grande Truque (2006) Christopher Nolan….Um dos melhores filmes de Nolan (Batman)…tem um enredo inteligente…o filme é surpreendente (olho nos detalhes) David Bowie interpreta um pequeno papel…ele vive o genial Nikola Tesla.

    Furyo, Em Nome da Honra (1983) Nagisa Oshima (do ótimo Império dos Sentidos)…Mostra as diferenças culturais de dois homens..um oficial japonês (Ryuichi Sakamoto..grande músico japonês compositor de várias trilhas para o cinema.)….e um inglês (David Bowie ..vivendo um prisioneiro).

    Fome de Viver (1983) Tony Scott (irmão de Ridley Scott)….Drama gótico(com uma bela fotografia) sobre um casal de vampiros…com a bela Catherine Deneuve fazendo par com David Bowie….Tony Scott que é conhecido por seus filmes comerciais (Top Gun…Chamas da Vingança) aqui oferece um verdadeiro cult.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Faltou citar O Homem Que Caiu da Terra (1976), que inspirou a capa do disco Low, de janeiro de 1977, com aquele casaco preto, de perfil, com fundo laranja.

      Também vale citar Apenas um Gigolô (1978), porque Marlene Dietrich, sua atriz favorita, estaria no filme. No entanto, não chegaram a gravar sequer nos mesmos dias.

      Outro filme que merece destaque é no papel de Poncius Pilatus, em A Última Tentação de Cristo (1988).

      E, no teatro, foi elogiado por sua performance de O Homem Elefante, em 1980 (eis um trecho – https://www.youtube.com/watch?v=cPithDmHrd0).

      Responder
        1. Rubens Leme

          Eu pulei Labirinto de propósito e tem uma história bizarra dele, aqui no Brasil. Em 1990, a tour Sound and Vision seria o adeus definitivo de Bowie. E ele bolou uma ideia original. Antes de cada show em cada cidade, uma rádio escolhida recebia pedidos de quais músicas de Bowie eles queriam ouvir e as mais votadas seriam tocadas na apresentação.

          Pois bem, para horror de David, aqui no Brasil (e em nenhum outro lugar do mundo), o público que só o conhecia dos anos 80, colocou várias de Labirinto no set list e quase nada dos anos 1970. E pela primeira vez ele não respeitou o desejo dos fãs.

          O show no Parque Antarctica foi uma bomba. Os telões queimaram, ele tomou vários choques na boca do microfone, embaixo de chuva. Mais sorte deram Os Titãs, que subiram no palco antes da tempestade. A camisa de babado dele estava quase no meio da perna ao final. Foi um dos shows mais frustrantes que assisti.

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  19. Marcelo

    Visto que manifestar a preferencia parece ser um direito de cada um (creio seja uma causa pétrea, vou manifestar o meu:

    – Até 2008 Federer caminhava a passos largos para ser o GOAT. Muito rapidamente chegou e dominou todas ss estatísticas do ranking. Era um reinado “solo” e era virtualmente considerado o GOAT inconteste. E realmente todas as expectativas se confirmaram depois. Ele dominou praticamente sozinho as principais estatísticas do tenis anos depois.

    No enranto, esta ultima decada foi um tanto ingrata com o suisso. Apesar dele se inventar e reinveentar, nada do que fizesse era capaz de fazer parar Nadal e Nole.

    As estatísticas acima sao apenas uma amostra da situacao: Nadal e Djoko vieram para juntos pulverizar todos os principais recordes do tenis e trata se de uma questao de tempo ate que levem os principais.

    Vou tentar explicar aqui de outra forma, usando uma metáfora:

    – Federer é como aquele time no campeonato de pontos corridos (para o GOAT), que teve 100% de aproveitamento no primeiro turno e era tratado como virtual campeao. Mas iniciado o segundo turno, venceu uma ou duas partidas e conseguiu uma penca de empates (ou a couple, ja que sao poucos mesmo). E agora ao final do segundo turno, encontra-se virtualmente empatado com o segundo e terceiro lugares, mas com uma chance imensa de realmente terminar em terceiro no campeonato.

    Apenas o fato de ser mencionado numa eventual corrida para o GOAT ja seria uma honra para qualquer tenista.

    Mas nao para o Federer. Quem acompanha aqui a muito tempo sabe que dele os torcedores esperavam apenas e no mínimo que ele ganhasse TUDO e quebraria todos os rexordes. Alias, passaram os ultimos 10 anos dizendo isso. E claro, diziam que apenas ELE teria ferramentas para tal feito (citaam até magia em alguns comentários).

    Mas, analisando os numeros friamente e visto que ao final sao as esratísticas principais que contarao e tirando vantagem da minha metáfora, podemos concluir que sobraria ao Federer a seguinte alcunha:

    “Federer é o maior cavalo paraguaio que o tenis ja viu”.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      E continua esse triste história de tentar diminuir jogadores de um quilate tão gigantesco. Quando vocês vão parar com essa bobagem? Tenta diminuir um Federer, um Murray, um Wawrinka é absolutamente sem sentido. Vamos moderar no fanatismo, por favor.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Dalcim,

        acho que o pessoal precisa conter um pouco dessa animação aí.

        Estão se baseando demais no confronto direto.

        Mas se esquecendo que se o Nadal ganha no saibro, fora dele tem apanhado muito do Federer…

        E como o suíço pouco se aventura ali, não é demais pensar que isso seja revertido.

        O que vai restar no comparativo, portanto, são os recordes que o Nadal não tem.

        Não tem, e nem consegue ameaçar:

        semanas na liderança, ATP’s Finals, o recorde do Connors que deve ficar com o suíço, enfim…

        Responder
      2. Pepe Imazz

        Pessoal continua fugindo do sítio e postando de forma desmedida, fica complicado. Federer deteve o recorde de slams isolado por 11 anos (e na ativa), ao contrário de seu antecessor (Sampras), que logo se aposentou. Fica com argumento de entressafra, de década mais difícil (a dificuldade existiu pela presença simultânea dos 3 maiores da história ao mesmo tempo – em que esporte isso ocorreu?), de baby Nadal (que aos 22 já era tetra em RG e campeão de Wimbledon, melhor que a maioria dos números 1 do circuito). Uma hora vão entender que os números dos 3 (puxados pelo Federer, que veio um pouco antes – salvo engano, nos 17 primeiros slams vencidos por ele havia ao menos o Nadal na chave) são acima de qualquer média.

        Enquanto isso, vou voltar a coordenar as atividades aqui no sítio (o pessoal está adorando abraçar os coqueiros, Dalcim kkkk) Abs

        Responder
    2. Gildokson

      Alguém ja te disse que você é um disco com um arranhão tão fundo que a agulha parece fincada no mesmo lugar?
      Ja são 2 semanas escrevendo a mesma coisa de forma um pouco diferente… pqp!!!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        O mais engraçado é que começou postando de um modo e agora caiu somente pra esse enredo , caro Gildokson . Quem sabe agora com o toque do Blogueiro não devolva o Nick pra quem de direito rs . Abs!

        Responder
    3. Efraim Oliveira

      E eu tava levando a sério seu comentário kkkkk. Eu ri não foi pelo fato de tu falar do Roger, mas porque associei seu conto ao Atlético Mineiro no Brasileirão, onde já pegou a alcunha de cavalo paraguaio rsrs. Quanto a associar Roger a essa alcunha, não vejo sentido nisso. Cavalo paraguaio se diz de quem sempre chega perto e nunca ganha. O Roger está entre os maiores vencedores do tênis.

      Responder
  20. Rodrigo S. Cruz

    [Marcelo]

    “Como podemos chamar de “longe do auge” alguém que vai ao 5o. Set numa final de wim a dois pontos da vitoria jogando um twnis como jogou aos 39? Respeitamos a opiniao de cada um. Mas concordar torna- se a cada dia mais dificil devido a fraca argumentaçao”.

    Então você não pode reclamar, né?

    Pois é que você tem feito aqui desde o dia 1.

    E este agora já é um bom exemplo:

    sugerir (com falso ar de entendido) que qualquer tenista do presente, passado ou futuro viva o auge aos 39 anos.

    Só para começar, se o Federer vivesse o auge hoje, ele disputaria tantos torneios quanto o sérvio.

    E estaria também brigando pela ponta, exatamente como o Nadal, em vez de pular uma penca de torneios…

    O Nadal tem 33 e o Djoko 32. O Federer ano que vem fará 40.

    Eu poderia citar várias outras coisas, mas a bobagem é tamanha que se DEMOLE sozinha… kkkk

    Enfim… Bisonho!

    Uma outra foi você igualar um amador de clube e barriga de chope com tenista profissional.

    E ainda enfiar o nome ” GOAT” no meio da discussão. (rs)

    Até o Miguel que é um cara comedido não resistiu à piada.

    Enfim…

    O consolo é saber que você fala isso tudo só para tirar uma com a nossa cara.

    Abs.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Tá demais mesmo Rodrigo!
      Ultimamente tem aparecido cada figura no blog com umas postagens que chegam a poluir o ambiente…
      O cara querer colocar o jogador do clube dele numa lista de GOAT que tem Rod Laver, Edberg, Federer, Novak e Rafa é uma das maiores bizarrices que eu já li por aqui.
      Rapaz, se esse GOAT do teu clube jogar contra o 300 do mundo, ele e o jogo bonito dele vão sair pedalando uma bela bicicleta de volta pra casa…
      Cai na real!

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Isso é porque você resolveu aliviar . Basta observar que de duas semanas pra cá somente o Nick é o mesmo. Coincidentemente pós RG . Abs!

      Responder
  21. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,rublev nao te lembra o Berdych pior?(principalmente o saque e o backhand menos eficiente que do tcheco)…Nao quero conter a emplogaça,mas nao consigo velo como um numero 3 ou 4 do mundo,mesmo daqui alguns anos…O que voce acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu acho que ele tem muita chance, Lucas, desde que continue investindo em outras áreas. O problema do Berdych foi justamente jamais ter evoluído, só no finzinho da carreira, por conta das lesões, passou a tentar mais voleios.

      Responder
  22. DANILO AFONSO

    Dalcim, sempre tive muita vontade de te fazer uma pergunta (fora desta pauta).

    O Tênis Brasil surgiu em 1998, um ano depois do 1° título do GUGA em RG. Fico imagindo o seu texto se o blog já existisse antes deste grande feito do brasieliro. Não consigo nem ter idéia de como você retrataria o surgimento de um novo ídolo em um esporte desconhecido da maioria da população.

    Pergunto:

    1) onde você trabalhava na época ??
    2) você já acompanhava a carreira do Guga nos eventos nacionais e vislumbrada que ele tinha potencial de ser um TOP 20 ?
    3) vocé acompanhou o Guga em RG desde a primeira rodada ou só lá pela metade ??

    Se possível, conte-nos um pouco sobre os bastidores da sua surpresa e emoçâo e dos demais colegas apaixonados pelo tênis ao verem o GUGA derrubando os favoritos até o título.

    Seria exagero meu dizer que o título do Guga meio que foi a faísca que te incentivou e viabilizou que o projeto Tênis Brasil saísse do papel em razão do interesse crescente do público pelo tênis ??

    Perdão por tantas perguntas. Mas eu apesar de já acompanhar o tênis desde Sampras, comecei de fato a enxergar o esporte com mais afinco com o surgimento do manezinho da ilha.

    Saudações Tenísticas !!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      À época, eu era editor geral do jornal A Gazeta Esportiva e não estava escrevendo sobre tênis, mas vi cada jogo dele. Confesso que fui às lágrimas quando ele ganhou do Kafelnikov. Eu conhecia o Guga e o Larri desde os tempos de juvenil, mas nunca imaginei que ele daria um salto dessa proporção. Sim, o TenisBrasil teve tudo a ver com a nova explosão do interesse pelo esporte, mas principalmente porque eu já achava que a Internet tinha (ainda em 1998) a velocidade adequada para um esporte tão dinâmico com o tênis, coisas que as revistas (eu já tinha tido uma) e nem mesmo os jornais conseguiam suprir. Abs!

      Responder
          1. periferia

            Que beleza Dalcim….50 de carreira está perto.
            Já dá para programar uma comemoração em Wimbledon (falta pouco)….vendo uma bela final (Federer x Djokovic de muletas)…e pedindo para a Rainha Elizabeth chegar um para o canto.

            Abs

          2. Rubens Leme

            Minha primeira vez como foca na Gazeta, foi durante a Copa de 1994. Na verdade eu estava na Folha de S. Paulo e subi as escadas até a redação da Gazeta e não fui muito bem recebido, porque o pessoal da Folha tinha mania de pegar as fotos em lâminas e nunca devolver, ou devolvia apenas uma das três (bons tempos não Dalcim?).

            Agora me pergunto se foi você quem quis me expulsar de lá…rs

          3. José Nilton Dalcim

            Eu estava cobrindo a Copa em Nova York e Washington, Leme, na dura missão de acompanhar italianos e argentinos.

  23. periferia

    A subjetividade dos números

    Brabhan BT46B (1978) fez uma corrida e venceu….100% de aproveitamento….foi o melhor carro da fórmula 1????

    Rock Marciano…..49 lutas e nunca perdeu….foi o melhor peso pesado da história????

    Emanuel Lasker foi o campeão mundial de xadrez por mais tempo…27 anos….ele é o melhor enxadrista de todos os tempos????

    Lewis Hamilton é o piloto com mais vitórias na f1…é o melhor piloto da história da f1????

    Responder
    1. Rubens Leme

      Periferia, lista é coisa de quem não sabe nada sobre um tema e para apimentar quando vai escrever ou falar solta uma apenas para causar controvérsia. Se um cara qualquer escrever que Bach é melhor do que Mozart você precisa aceitar e dar como lei? Por que?

      Recentemente, a cafona Rolling Stone fez uma lista e colocou What’s Going On, do Marvin Gaye como o maior disco da história e muitos “entendidos” disseram que era o fim do reinado dos Beatles.

      Como diria Jack, o Estripador, vamos por partes:

      1) em 1985, o semanário inglês New Musical Express fez uma lista dos 100 maiores discos do Século XX e tinha dado o topo da lista pro mesmo LP do Marvin e, em segundo lugar, o Astral Weeks, do Van Morrison.

      Ora bolas, eu tenho toda a discografia do Van, eu o entrevistei, e nem a pau este é o melhor disco dele. É um disco acústico, lindo, mas difícil, de digestão lenta. Muito melhor é sua fase soul, logo a seguir.

      2) A Rolling Stone parece uma antítese de revista de rock, pois seus gostos são mais pops do que rock e suas listas beiram o ridículo, porque praticamente só tem artistas norte-americanos multiplatinados e de gosto duvidoso. Lauryn Hill, em décimo? Blue, da Joni Mitchell, em terceiro? Eu adoro Blue, mas dá um tempo, simpatia.

      Minha lista pessoal de 100 não teria nem 20 dos discos mais votados, o que não me faz um desentendido ou colecionador profundo, mas sim um cara que gosta de discos diferentes do senso comum.

      Listas são pragas. O que importa é curtir as grandes obras – sejam na música, cinema, literatura, esporte – e o resto é resto.

      Responder
      1. periferia

        Concord o Leme….inclusive (Vc mencionou)…nunca tinha visto Van Morrison…….conheci ele naquele documentário do Scorsese com a The Band…..ele faz uma participação junto com o Bob Dylan……..gosto muito desse documentário .

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Existem bem menos dados disponíveis, Hendrix, já que infelizmente a WTA é muito falha em dados estatísticos. Há dados sobre número 1 desde 1975 e sobre as que terminaram no 1, top 5 e top 10. É realmente muito pouco.

      Responder
    2. Flávio

      Mestre Dalcin eu acho que o Rublev vai longe e pide superar o Medvedev como melhor risso no tenus atual,embora o Rublev não tenha bons desempenhos contra o compatriota, nas vejo que ele esta esra crescendo o seu tênis e mostra que tem talento,mas eu acho que ele deve controlar um pouco a parte mental pra alcançar mais conquistas, concorda mestre?Abraços.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Com certeza. E ganhar mais algumas ‘armas’, como aprimorar o voleio, dar umas deixadinhas e até se defender de slice. Isso é importante para se manter no topo, a meu ver.

        Responder
  24. Sérgio Ribeiro

    Ele é o Cara que mais venceu SLAM ? Jura ? Que eu saiba existem dois não é mesmo informadissimo ” diversão garantida ” ???? kkkkkkkkkk. Ou também vai dizer que 20 é maior que 20 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Mais dois? Ahh, o Roger e o Federer kkkkkkk. Caríssimo, quem venceu mais do q Nadal? Ninguém kkkkkk. Exato, 20 não é maior e nem menor do que 20. Ou seja, Rafa é o maior vencedor de GS kkkkkkkk. Como eu sempre digo, aqui é diversão garantida kkkk. Abs.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Errado : Existem dois . E posso garantir que o outro não é o ” goat paraguaio ” , nem o ” diversão garantida ” kkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          A minha dificuldade de interpretação é a mesma que você tem de mudar de assunto. Veja a primeira do ” sábio ” Léo Gavião , pra perceber que a partir do FINALS , o discurso da turma da Kombi vai mudar radicalmente . Idem para o amiguinho ” Nando ” .kkkkkkkkkkkkkkk Abs!

          Responder
  25. Vitor Hugo

    Dalcim, não sou de ficar reclamando quando meus comentário não são liberados, mas vc liberou uma postagem em que fui chamado de babaca. Como vc é um cara imparcial, e eu não quero ofender ninguém mas quero ter o direito de dar o troco quando ofendido, peço que me dê o direito de defesa ou peço que não libere comentários ofensivos a minha pessoa.
    Grato!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não percebi essa ofensa a que você se refere. E quanto a seu direito de resposta será dado desde que não faça também ofensas. Abs!

      Responder
  26. ANTONIO LUIZ DE MACEDO COSTA JUNIOR

    Acho absolutamente necessário e relevante o reconhecimento dos feitos de qualquer grande tenista. Manifestar as preferências por Federer, Nadal ou Djokovic, é um direito de cada um. O que não podemos, é apagar os feitos dos outros dois gênios, porque um conquistou alguma coisa a mais do que o outro. Não vejo nenhum relevância em tentarmos denegrir a imagem de qualquer um deles, baseado apenas na nossa preferência. Vida longa aos três e que continuem brilhando e nos encantando pelas quadras, cada qual, carregando suas virtudes e defeitos, como deve ser. Parabéns a Rafa Nadal pelos números apresentados pelo grande Dalcim. Motivo de orgulho e admiração, pelo extraordinário tenista que ele é, e sempre será.

    Responder
  27. FERNANDO/MG

    Prezado Dalcim, hoje vivemos a época da cultura midiática, onde praticamente todos emitem opiniões como se fossem jornalistas experts no assunto, claro que, a Wikipedia é a mãe das estatísticas para esses pseudos conhecedores da história e dos números desse fantástico esporte. Geralmente percebo nos comentários que a grande maioria dos torcedores do Nadal e do Federer, são mais concisos, diria até mais equilibrados, não tendo que provar nada a respeito dos seus ídolos, ao contrário dos torcedores do Novak, parecem sempre querer provar algo mais (dá-lhe wikipedia), como se fossem o espelho das atitudes grosseiras e intempestivas do seu ídolo em quadra, mas não conseguem transmitir em suas opiniões os momentos magistrais que o sérvio proporciona durante suas partidas, parece que a transmissão ocorre somente no que tange à irritabilidade, infelizmente. Dalcim, vc como um profissional com vasto conhecimento acerca do tênis, diria que nos dias de hoje o papel do jornalista profissional é extremamente mais difícil, devido a ao acesso quase ilimitado de informações no mais variado grau? Por isso, lhe admiro ainda mais, pois, consegue extrair no seu blog, sempre assuntos pertinentes de forma agradável e prazerosa ao leitor, mesmo que tais assuntos estejam disponíveis em diversos sites da internet, acho isso que vc faz fantástico, como um Drop Shot perfeito, não me refiro ao do Novak é claro…Abraços e parabéns.

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    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Fernando. Busco sempre enaltecer os grandes feitos de qualquer tenista. Obviamente, isso tem sido mais constante com o Big 3. Acho que o jornalismo de você continua como sempre foi: a busca por fatos, mesmo diante de uma análise que possa ser um tanto subjetiva. Abração!

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    2. Luiz Fabriciano

      Prezado, acho que você generalizou a torcida do sérvio em um trecho do seu comentário. Se fizer um pouco apenas de esforço, vais notar que há um certo equilíbrio, por parte dos exageros nas três torcidas, ficando a do Nadal com um pouco mais de comedimento.

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    1. Alessandro Siqueira

      Pode parecer viagem de torcedor, e sei que vai soar exatamente assim, mas já pensou se Djoko tiver um ano à Steffi Graf em 1988 em 2021? Nole tomaria de assalto praticamente todas as marcas relevantes do tênis. Caso ocorresse, além de tornar-se o recordista de semanas, assumiria a ponta na contagem dos slams, abriria distância nos títulos grandes etc, etc, etc.

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  28. Rubens Leme

    SCOTT WALKER – SCOTT (1969)

    Scott Walker é um desses tesouros perdidos e preciosos. A lista de admiradores é tão imensa, como notável – David Bowie, U2, Radiohead, Marc Almond, Siouxsie Sioux, Leonard Cohen, Brian Eno…

    Seus discos – raros, de gestação longa e complexa – são elogiados e ouvidos com devoção. Bono considera The Climate of Hunter fundamental para a construção de The Joshua Tree; Bowie é fã desde os tempos em que Scott fazia parte dos Walker Brothers.

    Seu vozeirão é cheio de vida e sensualidade, suas composições são perfeições barrocas, com letras inteligentes e sarcásticas.

    Após deixar os Walker Brothers, Scott se aventurou sozinho. Após três ótimos discos com composições próprias e versões, Scott resolveu assumir as rédeas de sua carreira em Scott 4. As primeiras prensagens traziam o nome Scott Engel – seu nome de batismo – mas, voltou a rebatizar como Walker, após as baixas vendagens, o que impulsionou as vendagens, mas nem tanto.

    O que importa mesmo são as 10 composições, perfeições do baroque pop, ricamente ornadas com cordas e muita sofisticação.

    O álbum trazia dois clássicos de Scott – a faixa de abertura “The Seventh Seal”, homenagem ao filme O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman e a sublime “The Old Man’s Back Again (Dedicated to the Neo-Stalinist Regime)”, sobre o Pacto de Varsóvia, mas usada em filmes e séries com diferentes propósitos.

    Recluso, raramente dava shows ou aparecia em público. David Bowie, por exemplo, quase teve um orgasmo quando soube que Scott estava querendo acessar o backstage de um show seu, em 1995.

    Ainda assim, sempre trabalhou e lançou discos sofisticados e musicalmente desafiadores e que levavam anos para serem concluídos. Seu trabalho final foi a trilha-sonora de Vox Lux, em 2018, aos 75 anos, antes de deixar esse mundo, no ano seguinte, aos 76 anos.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PLMNMmvIC2uGY1d0q6ts1-5ELO7wVS1MW8

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  29. Cassio

    Molecada começando a se impor diante de jogadores top 10 da geração de nadal/djoko. Final só de moleques quando não está o Big3 é sinal de uma mudança de patamar desses jovens. Estão ganhando da geração anterior a eles, de Dimitrov a Cilic/Stan. Só falta a última barreira, o Big 3. Por isso prefiro o Shapo que o Diego para entrar no Finals… Quero ver a molecada engrossando o caldo pra cima dos grandes.

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    1. Sandro

      Stan Wawrinka, Pablo Cuevas, Fábio Fognini , Roberto Bautista Agut, Tsonga, Monfils e Marin Čilić nasceram na década de 80 assim como o BIG 3 Federer, Djokovic e Nadal, desses que vc citou só o Grigor Dimitrov nasceu na década de 90… Nascidos na década de 90 temos, por exemplo: David Goffin, Thiago Monteiro, Milos Raonic, Pablo Carreño Busta, Tennys Sandgren, Diego Schwartzman, Dominic Thiem, Matteo Berrettini, Zverev, Tsitsipas, Shapovalov… Já a galerinha dos anos 2000 conta com Felix Auger-Aliassime, Carlos Alcaraz, Lorenzo Musetti, Thiago Wild, Sebastain Korda, Hugo Gaston, Jannik Sinner.

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  30. Daniel C

    Como fã do Federer, eu digo: parabéns para o Nadal. Merece todo o sucesso, pois tem se esforçado para isso é é humilde.

    Ao contrário de um certo sérvio por aí e sua comunidade escudeira (incluindo seus técnicos) que o coloca como “melhor da história” sem que ele tenha os recordes. Precisa combinar com a garotada que está melhorando a cada dia…

    Só quero ver se o AO será favas contadas para o Djokovic como alguns estão imaginando…

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    1. Paulo Almeida

      DjokoGOAT é o melhor da história porque detém o maior número de títulos e semanas na ponta na era mais difícil do tênis. Não vive dos números da entressafra.

      O sérvio é pai da garotada toda, inclusive do Tsitsipas (o melhor deles), enquanto o Federer é brinquedo até do Rublev, kkkkk.

      Nada a temer rumo ao enea no Aussie.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        A boa intenção do Blogueiro de nada adiantou não é mesmo , repetitivo Almeida ? Depois de pedir desculpas retorna a ladainha de desconstruir o outro. Esse Post é sobre a confirmação através de números de feitos históricos do outro recordista de SLAM . Além de um pouquinho de novos feitos da garotada . Ai’ tu me vens com “ GOAT “ que ainda não atingiu tal patamar ? Cadê que o cara levou o USOPEN e ROLAND GARROS ? A Temporada já terminou ? O cara que não joga Halle e Queen’s por serem Quinhentinhos , e ainda está correndo através de convites , de um ATP 500 na Áustria pra marcar uns pontinhos. Ou seja , tudo que postas ainda não se confirmou. Na boa , de novo , respeites para ser respeitado .. Abs!

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  31. André Barcellos

    Com muitos méritos Nadla alcançou essa façanha no ranking. Apesar das lesões, sempre conseguiu voltar no saibro e ganhar tudo, ou quase isso, por anos a fio.
    Um dado que salta aos olhos dessa estatística é que Nadal é o maior segundão da história. Muito tempo atrás somente de Federer e depoi s muito tempo atrás somente de DjJokovic. Não é denhum demérito, mas Rubinho Barrichelo, na mesma toada, é imensamente zoado por aqui.

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    1. Thiago Silva

      O que tem a ver uma coisa com a outra? Na fórmula 1 nem existe ranking, e o Nadal tem um monte de semanas como número 1 também, terminou 5 temporadas em primeiro, nem dá pra comparar com o Barrichello.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk . Nadal pode até ser. Mas o Sérvio não . Tu não esqueces Federer nunca . Porque será esclarecidissimo P . F. ? Abs!

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  32. Bruno da Silva Evangelista

    Nadal vai tomar o número 1 do Djokovic no Australian Open do ano que vem, e de quebra sendo recordista de Grand Slam! Vamos Rafaaaaa!!!!!!!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Tu deves ter lido eu afirmar que o namoro iria acabar depois de RG , não é mesmo caríssimo Leo ??? E resolveu se antecipar kkkkkkkkkkkkk ? Com certeza o baloeiro não arruma nada no AOPEN 2021 contra o “ goat paraguaio “ . Finalmente concordamos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

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  33. Rubens Leme

    Quieto, quieto, Nadal vai construindo uma carreira de números notáveis. Nada mal para quem é chamado de baloeiro. Só os 7 títulos conquistados em Wimbledon, US Open e na Austrália (descontando os 13 de RG), já o coloca empatado com John McEnroe e Mats Wilander. Se chegar a 8, empata com Lendl, Agassi e o próprio Connors.

    E detalhe que Wilander, Lendl e Agassi só chegaram a esses totais vencendo também em Paris.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Quieto, quieto de que ? De forma precoce já era N 2 em 2005 , aos 19 . Com direito a todos os títulos possíveis , no saibro e nas duras a nível de SLAM e MATERS 1000 …

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. SLAM até então somente no Saibro. Mas quando pegou a manha levou DOIS na Grama. Contra Zero de Lendl e do falastrão Wilander rs …

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        1. Groff

          Puxa, Sérgio, você costuma ser ponderado segundo vejo aqui, mas acho que faltou contexto no comentário. Que Nadal é gênio ninguém discute (ou, ao menos, não deveria), mas se não fosse a padronização dos pisos que afetou até a grama sagrada seria bem mais difícil o Nadal fazer tal transição de sucesso. O que o Borg, por exemplo, fez me parece absurdamente mais difícil do que fez Rafa em suas dobradinhas. E os tenistas que você citou não pegaram essa característica de quadras lentas, tendo que passar por uma adaptação muito mais brusca. Daí que o feito do Agassi não pode ser diminuído, muito menos só pela frieza dos números. Abraço.

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          1. Sérgio Ribeiro

            Meu caríssimo Groff , o que tem a ver o feito de Agassi na Grama rápida , e também em RG , com os não feitos de Lendl e Wilander na superfície ? Não foi apenas Borg o único Baseliner a vencer na rapidíssima Grama Sagrada de então. E existe outros com destaque para Jimmy Connors . Quanto a precocidade de Hewitt e principalmente Rafa Nadal não se discute . Apesar da padronização , o Espanhol venceu Dois . Mesmo mais lenta a Grama exige uma adaptação muito mais difícil. E o Espanhol fez junto com o Craque em 2008 , a FINAL mais espetacular no All England Club . Evidentemente que na mais rápida foi a lendária Borg x McEnroe. ABS !

  34. Leonardo

    Hahaha toda uma engenharia de recordes secundários pra tentar elevar o Nasal.
    O que importa é semanas como n°1, e isso ele não tem e não vai ter.
    Atp finals também não tem, mas é possivel que ele vença pois os adversários dele estão jogando uma bolinha. Este ano é a derradeira chance para ele levar, se não levar agora, nunca mais.

    Responder
      1. leonardo

        Você não leu direito no calor da emoção me defender seu amado. Eu disse que o recorde secundário é esse do post, que são semanas consecutivas no top 10. Um record importante para gente como Ferrer, Berdych, mas não para um big 3.
        E não, ele ainda não é o que mais venceu slams. Está empatado, agora a qualidade todos sabemos que é pior, por ser a maioria num mesmo slam.
        Slam é apenas um critério, o do meio sobre importância. 1 °- são semanas como número 1, slams e depois atp finals.

        Responder
    1. Rafael Azevedo

      O assunto do post não é sobre o GOAT. Vocês precisam tirar isso da cabeça um pouquinho.
      O Dalcim não apresentou um recorde/argumento para “elevar” o Nadal a GOAT.
      É apenas um feito histórico, que eleva, sim, o tenista Nadal como um dos grandes do esporte. Ponto!
      É um feito grandioso e dificílimo. Custa apenas bater palmas a ele??

      Responder
    2. Sandro

      O cara tem 13 títulos de Roland Garros e tem gente preocupada com o “Finals”?
      O que importa realmente é que comparando somente as “finais” da grama de Wimbledom e do saibro de Roland Garros entre o BIG 3 temos:
      Finais de Roland Garros:
      Nadal venceu 4 finais no saibro de Roland Garros contra Federer, logo Nadal 4 x 0 Federer em finais de Roland Garros
      Nadal venceu 3 finais no saibro de Roland Garros contra Djokovic, logo Nadal 3 x 0 Djokovic em finais de Roland Garros
      Djokovic e Federer nunca fizeram uma final de Roland Garros.
      Finais de Wimbledom:
      Djokovic venceu as 3 finais que disputou contra Federer na grama de Wimbledon. Federer nunca conseguiu vencer uma final de Wimbledon contra Djokovic, logo o placar em finais de Wimbledon está Djokovic 3 x 0 Federer.
      Djokovic venceu a única final que disputou contra Nadal na grama de Wimbledon. Logo o placar em finais de Wimbledon está Djokovic 1 x 0 Nadal.
      Nadal venceu uma final de Wimbledon e perdeu 2 para Federer, logo, em finais na grama de Wimbledon está Federer 2 x 1 Nadal

      Analisando friamente estes dados, vemos que dentro dos confrontos em finais do BIG 3, na grama de Wimbledon e no saibro de Roland Garros, nota-se que Federer em relação ao BIG 3 não domina nem um nem outro!
      Dentro dos confrontos em finais do BIG 3 quem manda no saibro de Roland Garros é o Nadal e quem manda na grama de Wimbledon é o Djokovic.

      Vencer no saibro é muito mais difícil que vencer na grama, o saibro exige muito mais do preparo físico, da força mental, da concentração do jogador. Nadal conseguiu vencer Federer em uma final de Wimbledon, mas Federer nunca conseguiu vencer Nadal nas 4 finais que disputaram em Roland Garros. Sendo que Federer também nunca conseguiu vencer Djokovic nas 3 finais que fizeram na grama de Wimbledon. Os números falam por si… E dentro do BIG 3, até o momento, Nadal está na frente, Djokovic logo atrás e Federer em último. Acredito que Djokovic pode chegar perto de Nadal ou ultrapassá-lo, mas não acredito que Federer possa passar Djokovic ou Nadal daqui pra frente. A disputa pelo topo está entre Nadal e Djokovic.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , falastes uma série de bobagens meu caro Sandro. Já devias ter aprendido que as Conquistas valem muito mais que h2h . E sem essa de que no Saibro é mais difícil com tantos Campeões ( não sei desde quando acompanhas ) , afirmarem que trocavam todos os seus títulos em RG por um em Wimbledon. Exceto Rafa Nadal que é o verdadeiro Rei do Saibro. E na Grama jogou apenas 4 partidas contra o maior vencedor nesta superfície. E está com 1 x 3 , e 2 x 8 em Conquistas apenas em WIMBLEDON . Sem contar que o Suíço possui 18 nesta superfície contra 6 de Novak e apenas 5 de Nadal. Se o rapaz não sabe o ATP FINALS sempre foi considerado o Quinto SLAM . E Rafa Nadal está Zerado mesmo tentando até 2011 que a ATP fizesse alguns no Saibro. Evidentemente que por ser em final de Temporada jamais colou rs. Abs!

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        1. Sandro

          O que realmente importa é que o Federer nunca ganhou uma final no saibro de Roland Garros do Nadal, porém, o Nadal já ganhou uma final na grama de Wimbledon contra o Federer.
          E também importa que o Federer é freguezaço do Djokovic em finais de Wimbledon, acredita que o Federer nunca conseguiu ganhar uma final de Wimbledon do Djokovic? Isso são fatos! E não há nada que fazer contra os fatos. Nadal e Djokovic são melhores que o Federer no confronto direto em finais de Roland Garros e Wimbledon. E o Federer não conseguirá passar o BIG 2 Nadal e Djokovic

          Responder
      2. leonardo

        Tá vendo. Quanta engenharia para tentar alçar ele a importante! hahaha
        São mujitas besteiras, mas o que mais chamou atenção foi sobre o saibro.
        Saibro não é mais difícil nem a pau. Grama exige maior adaptação aos movimentos irregulares da bola, maior força mental, pois é mais difícil quebrar um saque: vc já está muito pressionado a fazer seu ponto, pois vai ser difícil recuperar se perder a oportunidade. Você provavelmente nunca jogou tenis, não é?
        Se saibro fosse mais dificil, teríamos vários saibristas dominando nos outros pisos. Os tenistas brasileiros e latinos estariam muito melhores no circuito, mas não é isso que acontece.

        Responder
    3. Hendrix

      Leonardo, qual ATP Finals, aquele que Nadal por diversos anos não jogou para descansar para a temporada seguinte? Ou aquele vencido por lendas do tenis como Zverev, Correria, Tsitsipas, Dimitrov e Nalbandian?

      Responder
      1. leonardo

        Descansou? Ah cara, não inventa. Não jogou pq ele sabe que vencer ali em jogos sequenciais contra top 8 é muito mais difícil do que pegar uma chave fácil com Anderson ou Medevedev inexperiente num slam. Também tem a desculpinha do joelho… Mas ninguém “descansa” um torneio que dá até 1500 pontos e coroa o melhor de todos do ano.
        Outro argumento chulo é tentar tirar a importância dos torneios por causa de alguns esporádicos vencedores. Fosse assim, Roland Garros não é importante já que coroou gente como Ferrero, Gaudio, Albert Costa… Ou que um jogador obscuro como Puerta chegasse numa final.
        É algo lógico: dar 1500 pontos é importante, só fica atrás de slams. É muito chato vcs Nadalistas inventarem argumentos para tentar diminuir um torneio, só pq o ídolo de vcs não conseguiu. Nada bate a lógica. Até!

        Responder
    1. Barocos

      Luiz,

      Faltou o “vitaminado”, “marombado” e “dopado”. Sem falar nas muitas conjecturas de favorecimento ilícito por parte dos organizadores de eventos e fiscalização “afetiva” pela WADA.

      Ilação e diversão, neste blog tem de montão. (OK, OK, sei que a “rima” é muito infame, dê um desconto)

      Saúde e paz.

      Responder
  35. JP

    Dalcim, achei que faltava um pouco ainda, que estava em torno de 782 agora devido ao congelamento do ranking por alguns meses. Se estiver batendo o recorde nessa semana, acho estranho não ter nenhum destaque no site da ATP.
    O conteúdo continua excelente, gde abraço!

    Responder
  36. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    o Fabio Fognini já não estaria excluído da briga pelo Finals, por ter testado positivo para o Covid?

    Ou será que dá tempo dele voltar em Viena e Paris?

    Responder
  37. Enoque

    Semanas na liderança, considero um dos parâmetros mais relevantes.
    Já manifestei aqui, que o Djoko não iria jogar a ATP de Paris, já que não acrescenta nada pra ele na pontuação, e pode atrapalhar sua preparação para o finalzinho da temporada. Djoko é o único tenista, da história, que vem fazendo sucessivas sequências longas, na liderança, nesta idade.
    Considerando que uma sequência longa é de quase 1 ano ou mais, ele já consegui 5 e esta a caminho da sexta.
    Antes dele, as sequências longas só era conseguida por tenistas jovens, com exceção de Lendl e Federer , que conseguiram faze-la até os 28 anos.
    Alguns tenistas conseguiram morder a liderança, por poucas semanas como Agassi aos 33 anos e Fereder aos 36, mas nada além de 6 semanas.
    Se o Djoko ficar até o final de maio de 2021, na liderança, será a 5 vez e na faixa de idade jamais vista.
    Coloco abaixo a lista, considerando que uma sequência tem que ser próxima de 1 ano.
    Tenista Período Semanas Idade
    Connors jun/74 a abr/79 244 21/26
    Borg jul/79 a jun/81 100 22/24
    Mc Enroe ago/81 a set/82 58 22/24
    Lendl set/85 a set/88 157 25/28
    Sampras set/93 a abr/95 82 22/23
    Sampras abr/96 a mar/99 102 24/27
    Hewitt nov/01 a abr/03 75 20/22
    Federer fev/04 a ago/08 237 22/26
    Nadal ago/08 a jun/09 46 22/23
    Federer jul/09 a jun/10 48 27/28
    Nadal jun/10 a jul/11 56 24/25
    Djoko jul/11 a jul/12 53 24/25
    Djoko nov/12 a out/13 48 25/26
    Djoko jul/14 a nov/16 122 27/29
    Djoko nov/18 a nov/19 52 31/32
    Djoko fev/20 e contando 15 + 32/33

    Responder
    1. Enoque

      Estes dados foram colocados numa tabela arrumadinha, mas foi salva toda embolada, então fica para os mais detalhistas e interessados em estatísticas.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E’ óbvio que conseguir várias sequências numa idade avançada tem grande valor . Mas terminar SEIS Temporadas CONSECUTIVAS como N 1 do Mundo ( Pete Sampras) e DUZENTAS e TRINTA e SETE SEMANAS CONSECUTIVAS como N 1 do Mundo ( Roger Federer) , parecem inatingíveis. Embora a meu ver , nenhum destes números frios irá determinar o tal Goat . A conferir. Abs!

          Responder
          1. Paolo

            Já pode lhe servir de consolo,Sérgio Ribeiro. Caso Djokovic realmente termine o ano como número 1(!), e alcance o recorde de semanas na liderança do ranking da ATP, de maneira nenhuma a ordem dos fatores vai alterar o produto ou resultado final. Seja qual for a ordem dos números frios o resultado sempre será o mesmo. Abs!

          2. Sérgio Ribeiro

            Não entendeste nada pra variar , meu jovem Paolo Rossi . O Goat provavelmente será aquele que acima dos números frios , tiver um grau de importância maior para o Esporte . Por exemplo: Se Messi e CR 7 ultrapassarem os números de Pele’ , este jamais deixará de ser o Goat . Coisa difícil para fanáticos entenderem. Abs!

    2. Barocos

      Enoque,

      Bem legal os dados que você apurou. Os números do Nadal, Djokovic e Federer são realmente impressionantes, ainda mais quando lembramos que os três se revezaram nas primeiras colocações em períodos sobrepostos por boa parte de suas carreiras. Aliás, só o Murray “furou” o domínio dos três e “apenas” por 41 semanas, ou seja, não permaneceu nem um ano completo nesta posição. Para comparação, no total, em anos (aproximando 1 ano como tendo 52 semanas):
      – Federer – quase 6 anos (-2 semanas);
      – Djokovic – quase 6 anos (-21 semanas ~ 5 meses);
      – Nadal – pouco mais de 4 anos (+1 semana);
      – Murray – quase um ano (-11 semanas ~ 3 meses).

      Saúde e paz.

      Responder
    3. Hendrix

      Enoque, qual o grande mérito do sérvio de estar desde Fevereiro na liderança em um ano que diversos torneios, incluindo Wimbledon onde defendia 2000 pontos, não foram disputados.
      O post do Dalcin é sobre feitos do Nadal, qual o sentido de se falar sobre outros jogadores aqui? Ciúmes?

      Responder

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