O desempate
Por José Nilton Dalcim
14 de outubro de 2020 às 21:20

Rafael Nadal acaba de empatar com Roger Federer na quantidade de troféus de Grand Slam, que são sem qualquer sombra de dúvida os títulos que mais pesam no currículo de qualquer jogador. Ambos deixaram Novak Djokovic agora três conquistas atrás.

Como desempatar essa disputa? Não sou daqueles que acham que números explicam ou resolvem tudo, mas vamos dar uma olhada nas principais estatísticas dos Grand Slam para tentar resolver a questão.

Grandes campanhas
Federer domina tudo: 31 finais contra 28 de Nadal e 27 de Djokovic, 46 semifinais frente a 38 de Nole e 34 de Rafa e ainda 57 quartas, 10 a mais que o sérvio e 15 à frente do espanhol. É uma soberania inquestionável.

Quando no entanto vemos o percentual de aproveitamento, a ordem muda. Em termos de vitórias, Nadal tem 87,9%, acima dos 86,8% de Djokovic e dos 86% de Federer. Isso também acontece no percentual de finais de Slam vencidas, onde Rafa agora tem 71,4% (20 em 28), muito à frente dos 64,5% de Federer (20 em 31) e dos 63% de Djoko (17 em 27).

Vale ainda destacar nesse campo a série de quatro títulos seguidos que apenas Nole possui (os outros dois tiveram três). Federer é absoluto em finais seguidas (10), semis (23) e quartas (36), marcas que não têm a menor chance de ser alcançadas pelos concorrentes diretos.

Os territórios
Se Nadal é absoluto em Roland Garros com seus 13 títulos em 13 finais, Federer domina Wimbledon com oito troféus em 12 decisões e Djokovic reina com oito finais de sucesso em Melbourne. No entanto, o suíço é o segundo em títulos na Austrália (6) e o recordista no US Open (5, ao lado de Connors e Sampras), enquanto Nole tem uma final a mais no US Open (8 contra 7).

Dos quatro Slam, Federer é recordista de vitórias na Austrália (102) e Wimbledon (101) e está em segundo no US Open (89). Bem pouco provável que Nadal e Djokovic o ameacem. E mesmo no saibro de Paris, o suíço ainda é terceiro (70), pouco atrás de Djokovic (74) mas muito distante de Nadal (100).

Se olharmos o aproveitamento de vitórias nos Slam, fica outra vez claro o domínio de cada um no seu terrítório. Na Austrália, Djokovic tem 90,4% contra 87,2% de Federer e 82,3% de Nadal. Em Roland Garros, o espanhol tem incríveis 98% contra 83,1% de Djoko e 80.5% de Roger. Em Wimbledon e US Open, Federer lidera: 88,6% contra 87,8% de Djokovic na grama londrina e 86,4% frente a 86,2% (Nadal está perto, com 85,3%).

Na soma dos dois Slam de quadra dura que existem desde 1988, Djokovic está acima de Federer (88,2% contra 86,8%).

Período dominante
Por fim, vale observar que Federer é o único tenista profissional com três Slam vencidos numa temporada por três anos (dois seguidos), algo que Djokovic conseguiu duas vezes e Nadal, uma. O suíço também disputou todas as finais de Slam de um calendário por três vezes (dois consecutivos), cabendo uma a Djoko.

No entanto, seus perseguidores têm duas façanhas não menos únicas e expressivas. O sérvio foi dono dos quatro troféus simultaneamente entre 2015 e 2016. Antes dele, Nadal foi o primeiro e único a vencer seguidamente nas três diferentes superfícies, em 2010.

Observe-se ainda que Nadal conseguiu completar o quadro de títulos em todos os Slam aos 24 anos, três antes dos 27 de Federer e muito à frente dos 29 de Djokovic.

Não sei se tudo isso aí será o bastante para determinar um desempate. Certo mesmo é que esses três são os maiores tenistas de todos os tempos. E contando.

Feito inédito no tênis profissional
Fiquei devendo uma informação importante. Depois de verificar todos os torneios em que algum homem venceu um Slam sem perder sets – e foram bem poucos -, o fato de Roland Garros ter tido dois campeões totalmente invictos, Nadal e Iga Swiatek, foi mesmo inédito. Entre os homens, isso aconteceu sete vezes em Paris (quatro com Nadal, duas com Borg e uma com Nastase); duas em Wimbledon (Borg e Federer) e duas na Austrália (Federer e Rosewall).

Premiados do Desafio
Em apuração apertada, Cláudio Sérgio venceu o Desafio das Semifinais de Roland Garros e assim irá receber o livro “Jogando Junto”, de Fernando Meligeni, cortesia da Editora Évora. Já o Desafio da Final foi tão equilibrado que acabei obtendo da Editora Évora a autorização para premiar dois vencedores: Carlos Alberto Regis e Mariana Tereza, que erraram o total de games por apenas um e o tempo de jogo por mínimos minutos! Os dois terão direito à excepcional biografia de Novak Djokovic escrita por Blaza Popovic e grande sucesso de vendas.


Comentários
  1. Sérgio Ribeiro

    Poucos lembram dos Posts durante o recesso devido a pandemia. A pauta era sempre a mesma . A ineficiência da Nova Geração. E torneio após Torneio essa ladainha vai sendo esvaziada. Neste final de semana três Torneios e todos ganhos por eles . Zverev x Aliassime , Alex De Minaur x Gasquet , Coric x Rublev. Sendo que esse último levou o seu Quarto ATP na temporada , e somente tem menos Vitórias que o Sérvio. Possivelmente teremos Rublev, Tisitsipas, Zverev e Medvedev presentes no ATP FINALS. Se Nadal confirmar a ausência , Berrettini , Dieguito e Shapovalov devem brigar pela última vaga . Abs!

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  2. Lucas

    Dalcim, tudo bem? Vi hoje a final de Colônia entre o Aliassime e o Zverev. Ano passado no Rio, estive em 2 jogos do canadense e fiquei surpreso com sua presença em quadra, potência dos golpes e por ser um dos poucos dessa tal ”next gen” que acrescenta algo diferente ao próprio jogo, fugindo daquele padrão golpes de fundo potentes e nada de variação (Rublev, Coric, Kachanov, Tiafoe…). Sobe à rede, voleia bem, alterna o ritmo, enfim, caixa de ferramentas bem variada.

    No entanto, o que se passa com ele nas decisões? Perdeu finais pra jogadores menos talentosos e de ranking pior. Hoje, não soube incomodar o alemão em momento algum, apesar de ter jogo pra tal e acabou sendo um jogo ”fácil” pro Zverev. Sabe se está fazendo algum acompanhamento psicológico? Seria um enorme desperdício não despontar e entrar na lista dos tinha tudo pra ser e não foi. Abs.

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    1. José Nilton Dalcim

      Todo tenista de alto nível tem algum tipo de acompanhamento psicológico, Lucas. Realmente, parece que Felix está patinando em momentos chaves. Um título importante provavelmente teria aumentado sua confiança. Acho que ele justamente está pecando nos momentos importantes do jogo, quando se retrai. Depende demais do primeiro saque porque fica muito vulnerável com o segundo. É preciso fazer algo. Abs!

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  3. Maurício Luís *

    Vou tentar escrever de novo, porque meu último post não foi publicado. Como não costumo ofender ninguém, creio que foi algum problema técnico.
    1) Parabéns à Martina Navratilova pelos seus 64 anos. Nunca torci pra ela, mas reconheço-a como quem deu maior competitividade ao tênis feminino.
    2) Ficou + difícil subir no ranking com esse tal congelamento dos pontos. Principalmente entrar pro Finals. Por outro lado, quem está no topo fica + tranquilo pra disputar ou não os torneios sem aquela pressão de perder posições. Não é crítica, é uma observação. Porque acho justo que ninguém seja obrigado a disputar torneios sob pressão no meio de uma pandemia. Melhor pro Medvedev (uma sombra do que foi ano passado) e pro Federer (cumprindo dupla quarentena).

    ****** Hoje não falarei da sogra do Nadal ******
    A sogra do Federer apareceu de visita com um gatinho siamês pra dar de presente pro genro.
    – Mas que bonito, sogrinha! Não precisava se incomodar não… A propósito, qual o nome dele?
    – Quarenta Quinze.

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  4. Marcelo

    Meu ranking dos tenistasqur jogam mais bonito:
    1) Rod Laver
    2) Stefan Edberg
    3) Fognini
    4) Federer empatado c/ Dimitrov
    5) Haas
    6) Meu colega de clube (nao vou citar nome)
    7) Gasquet

    Nem recordes… nem lider do “jogo bonito”….

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Bom,

      achando você, ou deixando de achar, fato é que jogar bonito faz sim muita diferença quando aliado aos resultados.

      E resultados o Federer tem para dar e vender com seus 20 Grand Slams.

      E duvido que o próprio Rod Laver concorde que jogava mais bonito do que o suíço.

      Forçou legal nessa aí..

      Abs.

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  5. Marcelo

    Se alguém reclamou que no post passado o “jogo bonito” do Federer foi comparado ao Santorô, nesse ele foi comparado ao Fognini e ao Haas (so falta equipará-lo com o Gasquet).

    Em resumo: além dos recordes que ele está perdendo, podemos realmente considerar o jogo de rede do Federer como o mais bonito?

    Eu ja disse aqui: tenho um colega de clube que joga muito bonito também, e toda vez que ele joga para uma “galera” para assistir. Nem por isso colocamos ele na dispuya pelo GOAT.

    Sem falar que “jogo bonito” nao vai contar nada para o GOAT. Ou isso conta para alguém?

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    1. Sérgio Ribeiro

      É óbvio que somente jogo bonito não. A magia , a capacidade de improvisação , os magistrais bate prontos de qualquer canto da quadra ( sendo tanto baseliner , quanto voleador de primeiríssima linha ) , Smash de Slice lá do fundo , é tudo que se quer ver quando se compra um ingresso . Fognini por exemplo , devido a preguiça , muitas vezes não mexe as pernas , mas concordo que tem muita mão . Abs!

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    2. Lucas

      Amigo ao menos eu, e falo apenas por mim, tô pouco me lixando pra goat e qualquer coisa do tipo, eu admiro o suiço porque ele é um craque, um gênio, simples assim

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    3. Paulo Almeida

      Jogo bonito é relativo. Pra mim ninguém joga mais bonito do que o Djokovic balançando o adversário de um lado para o outro até disparar o winner definitivo.

      Federer tem aquele jogo pão com ovo de firulas inúteis que não serve para bater os arquirrivais.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Definitivamente você acompanha outro esporte. Na boa , não tem um único post seu que não seja uma besteira sem tamanho kkkkkkkkkkkkkkkk caríssimo Piloto. Abs!

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  6. periferia

    O Presente
    Era véspera de Natal…Belgrado ainda vivia dias difíceis…Jelena estava triste…não havia nada que pudesse fazer…lágrimas caiam de seu rosto.
    Ela nao tinham dinheiro algum para comprar um presente para Novak.
    Subitamente…postou-se diante do espelho…num gesto rápido…soltou o cabelo e deixou desdobrar-se em toda sua extensão…olhando sua imagem teve uma ideia.
    Lembrou de uma loja de artigos para cabelos…a madame que dirigia o estabelecimento comprava cabelos.
    Jelena negociou e conseguiu algum dinheiro.
    Com o dinheiro seguiu para comprar o presente.
    Novak tinha dois orgulhos…um era um relógio de bolso…que pertencera a seu avô…o outro era o cabelo de Jelena.
    Uma corrente de prata para o relógio seria um belo presente.
    Andou pela cidade até que encontrou…a corrente era digna de Novak.
    Com o troco comprou costeletas para o jantar (não sobrou uma moeda).
    Em casa temperou as costeletas…preparou a frigideira .
    Novak estava atrasado.
    Ela estava insegura.
    – Oh, Deus, fazei-o por favor achar-me ainda bonita!
    A porta se abriu…Novak entrou.
    Observou demoradamente Jelena…percebeu que sua esposa estava diferente.
    Novak colocou um pacote sobre a mesa.
    Era o presente da esposa.
    Ela abriu…era um jogo de pentes…com cabos de marfim…algo que sempre desejou.
    Constrangida…a esposa disse:
    – Meus cabelos crescem rápido.
    Jelena entregou o presente de Novak .
    Quando abriu…deixou-se cair no sofá…deu um pequeno sorriso e disse.
    – Vamos deixar os presentes de lado…são lindos..mas não podem ser usados agora…vendi o relógio para comprar os pentes.
    Jelena sorriu e disse:
    – Vou fritar as costeletas

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  7. DANILO AFONSO

    Faltam 26 semanas (6 meses) para o BLOG DO TÊNIS completar 15 anos de fundação (17 abril de 2006).

    Como o tempo está voando…
    Parece que foi há pouco tempo que o blog completou 10 anos.

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  8. Rafael

    Dalcim,

    O que vc acha desse burburinho, levando em conta a possibilidade de ele encerrar a temporada após RG, falar sobre os problemas nas articulações que vem sofrendo, etc, de que o Nadal estaria com artrite reumatoide? Vc ouviu alguma coisa ou pensa que é só especulação de parte da mídia?

    Em tempo: seria lamentável se fosse real.

    Abs

    Responder
      1. Rafael

        Eu sei que foi ele quem falou. E li em algum feed até uma menção ao caso da Caroline Wozniacki que se aposentou relativamente poucos meses após ter sido diagnosticada.

        Responder
  9. Arthur

    Tô rindo aqui sozinho, Dalcim.

    O pessoal aqui no Blog se pegando sobre quem vai ganhar mais Slams, quem vai passar mais semanas como número 1, etc, etc.

    Aí no começo do ano que vem aparece um juvenil qualquer que acabou de subir pro profissional e desanda a ganhar tudo, deixando o Big 3 no chinelo. Já pensou? kkk

    Um abraço.

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    1. Thiago Silva

      Olha o nível do desespero porque o Federer tá próximo de perder os recordes kkkk
      Melhor voltarem a torcer pro Thiem ganhar do Rafa em Roland Garros.

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      1. Arthur

        Meu rapaz, estou simplesmente CAGANDO UM BLOCO DE MÁRMORE se o Federer vai ou não ter mais títulos de Slam ao final da carreira.

        Você deve ser novo por aqui, então leia meus comentários anteriores e vai ver o tamanho da ASNEIRA que você escreveu. #FicaaDica

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  10. Sandra

    Dalcim , não estou tirando mérito de ninguém , ao contrário os 3 são fantásticos , mas qdo vc faz os seus posts vc leva em conta a idade dos 3 ?

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  11. leonardo

    Esse negóciod e dopping que alguns comentaram, é meio relativo. Provavelmente muitos tenistas usavam Meldonium, mas foi proibido e pararam de usar, exceto a Sharapova… Antes da proibição não se “dopavam” pois não era proibido. Mas era algo desleal.
    Com certeza alguns tenistas que mostram uma parte fisíca muito acima dos demais, tem algum segredo como esse. Coisas que não são doping, mas pode vir a ser.

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    1. Luiz Fabriciano

      Você já viu um cara que come muito, mas é sempre magrinho, corre como um maratonista e não se cansa nunca e um que insiste em comer pouco, mas está sempre gordinho e mal consegue dar uma volta caminhando em seu próprio quarteirão?
      Aposto que sim.
      Pergunto: qual dos dois se dopa?
      Respondo: nenhum dos dois.

      Responder
      1. leonardo

        Concordo com vc, isso se vê bastante. Mas não tem nada a ver com o tenis sua comparação… É um universo muito pequeno o tenis para se comparar de maneira genérica como vc fez. Ali já se passou uma boa peneira entre jovens com boas características e os piores fisicamente foram ficando pelo caminho, entrando em outra carreira.
        Estamos falando de 1 ou 2 tenistas que apresentam capacidade fisica superior dentre um grupo de milhares.

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        1. Luiz Fabriciano

          Meu comentário foi apenas para dizer que dois indivíduos são naturalmente distintos, ou seja, seus físicos respondem de formas diferentes, ao contrário, se alguns usassem dopping, ficariam iguais.

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    2. Jose Yoh

      Quanto ao Meldonium, penso que se não era proibido é porque não viam nele algo que desse vantagem ao tenista – algo que é muito difícil de dizer são os limites das vantagens já que até tomar suplementos pode ser uma. Então se não era proibido, era legalmente aceitável e poderia arriscar que a maioria tomava.
      O que eu acho desleal nos nossos tempos é que alguns tenistas, com os prêmios e patrocínios que ganham tem a possibilidade de acesso a médicos, fisioterapeutas, raquetes, equipamentos melhores e até mesmo laboratórios que criem novos medicamentos aceitos. Isso eu creio que seja um dos motivos pelo qual o big 3 é tão longevo e resiliente – eles tem mais grana e prestígio, de uma forma jamais vista.

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  12. Heitor

    Rublev na final em São Petersburgo! Vitória de virada sobre Shapovalov! Mais uma grande semana do russo no ano, muito vivo na luta para chegar ao Finals… espera Raonic ou Coric na decisão

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  13. Eduardo Martins

    É apenas uma opinião minha e ninguém precisa concordar, mas penso um pouco dessa forma: existem alguns adjetivos para definir um tenista, entre eles o melhor, o maior, o mais habilidoso q tem a caixa de ferramentas mais bonita.

    O mais fácil de definir é o maior tenista, ou seja, aquele q detém os maiores números em termos de conquistas e recordes, aqui tbm entram todas as estatísticas, números, cálculos etc. Até hj, nesse quesito, o Federer é o maior tenista pq possui os dois maiores números de peso do esporte (liderança do ranking e qtde de Slams). Nadal só tem a qtde de Slams a seu favor, mas pode se isolar e tirar a qtde de Slams dividida com o suíço. Djokovic possui 36 Master 1000, seguidos de 35 de Nadal, a briga tá acirrada, mas o sérvio deve roubar a liderança do ranking do suíço. Enquanto nenhum nem outro acontecem, o Federer é o maior tenista da história.

    Qdo entramos na discussão sobre quem tem a caixa de ferramentas mais bonita, ou seja, o tenista mais habilidoso, aí entra em questão o fator subjetividade… e pesa muito a questão da opinião e do gosto pessoal de cada um. Eu mesmo gosto muito de vê o Nadal jogar, principalmente qdo ele resolve jogar de forma mais agressiva. Os spinzões pesados, esmagando o adversário contra o muro é o q mais me atrai na sua caixa de ferramentas. Do lado do Djokovic, eu gosto da forma como ele devolve o saque do adversário e tbm dos ângulos q ele consegue de qualquer lado da quadra. Já o Federer, não tem uma caixa de ferramentas mas sim de instrumentos cirúrgicos de alta precisão. Então pra mim, ele tbm é o vencedor nesse quesito e o Nadal fica em terceiro do Big 3.

    Por último, e para mim o mais polêmico e passível de muita discussão, entra o quesito melhor tenista. Por definição, o melhor tenista deve ser aquele q joga melhor… e dentro desse contexto entram diversos fatores q podem ser esgotados ou não, depende da criatividade e opinião de cada um. Mas os fatores mais relevantes em relação ao jogo podem ser: 1. Eficácia (ou seja, o objetivo do jogo q é a vitória); 2. Eficiência (q pode ser visto como economia de recursos para se atingir o objetivo, ou seja, menor tempo de jogo, menor esforço físico total, menor esforço mental, menos lesões, etc); 3. Estratégia (plano tático de jogo para cada adversário considerando outras variáveis como tipo de piso, bola, condições climáticas, etc); 4. Preparação (funciona como o treino da estratégia ou plano de jogo, tanto na teoria qto na prática); 5. Etc. (existem muitos outros fatores q podem e devem entrar nessa lista, por isso eu citei anteriormente a criatividade e opinião de cada um). E aí dentro disso tudo ainda pode ser feita uma divisão em duas categorias: 1. Em termos gerais; e 2. Em relação somente ao Big 3.

    Assim sendo, a maior discussão vai para quem é o melhor tenista em termos gerais… aquele q tem mais vitórias sobre a maioria dos outros e com a maior economia de recursos possível, considerando a estratégia e preparação para cada jogo. Ao meu ver, o Federer tbm ganha nesse primeiro quesito (em termos gerais). Mas em relação ao Big 3, acho q quem ganha é o Djokovic, pq apresenta uma melhor eficácia frente aos seus dois principais adversários, seguido de perto do Nadal. Agora no saibro não tem pra ninguém, o espanhol fica com o quesito de melhor jogador com grande folga.

    Responder
  14. Marcelo

    Para quem perguntou se tenistas comentam aqui.

    Lembro que aqui é um blog de torcedores:
    – se hipoteticamente qualquer dos membros do BIG 3 viesse
    e comentasse os próprios feitos, seriam imediatamente rechaçados com nossos comentários e críticas irracionais. Afinal de contas, somos fanáticos e temos razão sempre (cada um a sua razão…)

    : – D

    Responder
  15. Eduardo Martins

    Em uma situação hipotética de haver somente 3 Grand Slams por temporada… e aí, para haver justiça e um maior equilíbrio na balança, eu excluiria o US Open, visto q o Djokovic tem um domínio na Austrália, o Nadal na França e o Federer na Inglaterra. Não faria o menor sentido excluir um desses Grand Slams, já q o Djokovic e o Federer perderiam 8 de seus títulos e o Nadal 13. Em relação ao Slam dos Estados Unidos (quase) haveria um equilíbrio se ele não existisse: o Nadal ficaria com 16 (20 GS menos 4 US Open), seguido por Federer 15 (20 menos 5) e Djokovic 14 (17 menos 3). Assim teria cada um do Big 3 dominando um Slam nas 3 superfícies diferentes.

    Responder
  16. Rubens Leme

    Dalcim, uma pergunta diferente: por acaso algum tenista ou ex-tenista já te disse que leu seu blog e ficou ofendido/irritado/rindo com o que se comentou sobre ele ou mesmo o esporte?

    Fiquei imaginando um Bellucci lendo quando era criticado aqui e imaginando “que bando de babacas analfabetos em tênis!”.

    Nem precisa dizer o que falaram para você.

    Responder
  17. Rubens Leme

    FRANK SINATRA – SONGS FROM YOUNG LOVERS (1954)

    Dizem que na Segunda Guerra, enquanto os homens iam para o campo da batalha, as namoradas suspiram por The Voice, Francis Albert Sinatra. Esse disco de 10 polegadas (um LP tinha 12) e de 45 RPM (os LPs eram de 33), é histórico por ter a mais bela versão de “My Funny Valentine”.

    Um disco que vira e mexe ponho para tocar e ficar de bem com a vida.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PLc4NxDAjUWeD9N_N0n9ewgp_x41rsEy9T

    Responder
    1. Marcilio Aguiar

      Prezado Rubens, quem sou eu para discutir sobre música com você. Essa versão é belíssima, mas não consigo achar superior à de Lady Ella Fitgerald. Aliás, eu tenho um defeito cognitivo de achar que tudo que essa mulher gravou não é a mesma coisa na voz de outro interprete, seja tal intérprete da grandeza que for. É apenas uma opinião baseada na minha sensibilidade, sem qualquer aprofundamento em análises técnicas, as quais devem ter embasado a sua assertiva. Saudações.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Músic, flmes, livros, tudo é uma é questão de gosto e das cantoras de jazz, Ella é a minha favorita, tenho vários discos dela. Mas, ainda prefiro essa verdão de The Voice.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Ella e Frank eram admiráveis pelo absoluto domínio de suas vozes e por fazerem da economia e da simplicidade suas marcas principais. Eram tão perfeitos que pareciam não fazerem força para cantarem, ao contrário de hoje, onde todos parecem herdeiros daquela coisa irritante do oversinging, que se popularizou com a Whitney Houston e as cantoras gospel, quando é necessário quase parir em cima do palco. Isso não é cantar, é malabarismo. É como fazer embaixadinha com a bola.

          A economia de notas e nos arranjos é uma coisa muito difícil de acontecer, mas não naqueles tempos. Notas certas nos lugares certos, letras inteligentes e sutis.

          Bons tempos.

          Responder
  18. Paulo F.

    Torcedores de Roger Federer fizeram com que eu o desprezasse como jogador/ícone do esporte.
    Tomara que até o fim de sua carreira Rafael Nadal o faça chorar como na Austrália em 2009 mais algumas vezes.

    Responder
    1. Rogério R Silva

      Lamentável como vc é influenciável.
      E desejar o mal é sofrer o mal.
      Existe tratamento.
      Não acumule isso pois os que estão ao redor também sofrem.
      Forte abraço.

      Responder
    2. Jose Yoh

      Deixa eu entender… Você torce para que o rival do seu tenista preferido ganhe mais slams e faça o Federer chorar por causa dos TORCEDORES do mesmo?
      Isso vai deixar o sérvio mais longe de seu maior objetivo que é o recorde de slams.
      Lembra-me os tempos em que alguns torcedores do suíço torciam a favor do Djoko para que este ganhasse do Nadal… Hoje creio que seja o contrário.
      Fanatismo não leva a lugar nenhum, caro Paulo. Quando tudo isto terminar vc vai até sentir saudades dos torcedores Federistas aqui do blog.

      Responder
  19. CUTRIM BOLIVIANO ENRUSTIDO

    O GOAT É O JOGADOR COM MAIS SEMANAS NA PRIMEIRA POSIÇÃO DO RANKING, ELE É FEITO PRA ISSO. NO CASO SERÁ NOVACK DJOKOVIC. EM RELAÇÃO A TÍTULOS DE SLAMS, TODOS ELES TEM UMA VASTA COLEÇÃO DE TROFÉUS EM TODOS OS PISOS. E NOVAMENTE DJOKOVIC É O QUE TEM MAIS CHANCES DE FICAR COM ESSE RECORDE TAMBÉM. ENTÃO ASSUNTO ENCERRADO.

    Responder
  20. Heitor

    independentemente de Robinho ser inocentado futuramente, a postura do jogador, a partir do conteúdo das conversas, é inadmissível e não o exime de culpa.

    Responder
    1. Rogério R Silva

      Heitor,boa tarde.
      Acho que se comprovado o dolo o Robinho deveria pagar pelo crime aqui no Brasil.
      Crime é crime e em qualquer lugar.
      E,pelas conversas grampeadas,ele assume.
      Rigor da lei nele.

      Responder
      1. Heitor

        Essa história do Robinho, depois da raiva e do nojo, deixa a tristeza reflexiva da realidade. O cara acredita com toda fibra do seu ser que é bom, que está certo, que a mulher ali ñ é um ente de direitos. Devemos Colocar isso em escala e perceber a gravidade do nosso problema.

        Responder
  21. SJS

    Uma estatística que considero importante, e já discutida no blog em outras ocasiões, é o H2H entre eles em GS.

    Nadal vs Federer/Djokovic : 20/10
    Djokovic vs Nadal/Federer: 17/16
    Federer vs Nadal/Djokovic: 10/21

    Acho difícil argumentar que Federer é o GOAT com esse H2H contra os seus principais oponentes (e competidores pelo título de GOAT).

    Responder
  22. Sandro

    Comparando somente as “finais” da grama de Wimbledom e do saibro de Roland Garros entre o BIG 3 temos:
    Finais de Wimbledom:
    Djokovic venceu as 3 finais que disputou contra Federer na grama de Wimbledon. Federer nunca conseguiu vencer uma final de Wimbledon contra Djokovic, logo o placar em finais de Wimbledon está Djokovic 3 x 0 Federer.
    Djokovic venceu a única final que disputou contra Nadal na grama de Wimbledon. Logo o placar em finais de Wimbledon está Djokovic 1 x 0 Nadal.
    Nadal venceu uma final de Wimbledon e perdeu 2 para Federer, logo, em finais na grama de Wimbledon está Federer 2 x 1 Nadal
    Finais de Roland Garros:
    Nadal venceu 4 finais no saibro de Roland Garros contra Federer, logo Nadal 4 x 0 Federer em finais de Roland Garros
    Nadal venceu 3 finais no saibro de Roland Garros contra Djokovic, logo Nadal 3 x 0 Djokovic em finais de Roland Garros
    Djokovic e Federer nunca fizeram uma final de Roland Garros.

    Analisando friamente estes dados, vemos que dentro dos confrontos em finais do BIG 3, na grama de Wimbledon e no saibro de Roland Garros, nota-se que Federer em relação ao BIG 3 não domina nem um nem outro!
    Dentro dos confrontos em finais do BIG 3 quem manda no saibro de Roland Garros é o Nadal e quem manda na grama de Wimbledon é o Djokovic.

    Vencer no saibro é muito mais difícil que vencer na grama, o saibro exige muito mais do preparo físico, da força mental, da concentração do jogador. Nadal conseguiu vencer Federer em uma final de Wimbledon, mas Federer nunca conseguiu vencer Nadal nas 4 finais que disputaram em Roland Garros. Sendo que Federer também nunca conseguiu vencer Djokovic nas 3 finais que fizeram na grama de Wimbledon. Os números falam por si… E dentro do BIG 3, até o momento, Nadal está na frente, Djokovic logo atrás e Federer em último. Acredito que Djokovic pode chegar perto de Nadal ou ultrapassá-lo, mas não acredito que Federer possa passar Djokovic ou Nadal daqui pra frente. A disputa pelo topo está entre Nadal e Djokovic.

    Responder
      1. Sandro

        Que tal pararmos com desculpas esfarrapadas, hein?
        Djokovic acabou de ser Campeão em Roma com 33 anos e Nadal acabou de ser Campeão em Roland Garros com 34 anos, os dois enfrentrando uma galera que nasceu na geração dos anos 1990!!!
        Djokovic com 33 anos e Nadal com 34 anos são melhores do que Federer perdendo para o Djokovic com 32 anos…
        Chega de desculpas esfarrapadas, não é mesmo ??? Já basta deste blá-blá-blá dos 32 anos do Federer!!!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Sandro, esse chororô de idade já foi completamente esfacelado, como já cansei de dizer por aqui.

          Djokovic bateu o Federer de 32/33/34 anos em 4 Slams seguidos porque é mais jogador mesmo.

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          Ia dizer que o problema de Federer em Wimbledon era a mononucleose e quando se livrou dela, ficou velho – isso em finais contra o Big2, mas o Vitor Hugo se antecipou.

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      2. Marcelo

        Como podemos chamar de “longe do auge” alguém que vai ao 5o. Set numa final de wim a dois pontos da vitoria jogando um twnis como jogou aos 39? Respeitamos a opiniao de cada um. Mas concordar torna- se a cada dia mais dificil devido a fraca argumentaçao!!!!

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        1. Allan Fonseca

          Dalcim, embora eu me alinhe com a opinião de que são os três maiores jogadores, porque os números não deixam margem a outra conclusão, não há algo de injusto na comparação entre gerações?

          Pergunto isso porque não me parece coincidência o fato de os três chegarem juntos a este patamar assombroso. Federer, ao que me parece, foi uma exceção à regra, ao ganhar tantos títulos de maneira seguida e pulverizar, rapidamente, o recorde de Sampras. Ele acabou puxando o espanhol e ambos puxaram Djokovic. Acho bastante improvável que, sem um Federer como número 1 todos aqueles anos, o Nadal teria tido a mesma motivação para se tornar um jogador tão completo em outros pisos, o mesmo valendo para o sérvio, em relação aos dois.

          Ademais, a falta de variabilidade na velocidade das quadras, as grandes premiações monetárias, a maior facilidade de transporte, comunicação, preparação física, tudo ajuda os três, em comparação a atletas do passado. Talvez fosse mais justo haver um Big 6, como na Premier League, incluindo aí Rod Laver, Bjorn Borg e Pete Sampras.

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        2. Jose Yoh

          Acho que o melhor argumento seria você perguntar a qualquer atleta profissional (não só do tênis) se 6 anos de diferença é algo desprezível aos 39 anos de idade.

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    1. Alison Cordeiro

      Federer é excepcional, e tirando as provocações (algumas sadias, outras nem tanto) sobre sua idade em relação à Djoko e Nadal, é fato que ambos se impuseram ao plástico suiço por combinarem seu atletismo (mérito total de ambos) à uma técnica apurada, capacidade estratégica e mental diferenciado. No conjunto ambos tem uma gama de predicados que lhes permitiram encarar de igual para igual e superar Roger em quadra.

      A longevidade de Federer em alto nível é mérito do jogo extraordinário dele, e jogos perdidos em detalhes como a final de WB contra Djoko me parecem eliminar qualquer discussão sobre idade. Se estão em alto nível e competem entre si, o tema idade pode ser uma “desculpa” para defender A por ser muito jovem ou B por ser muito “velho”, mas o fato é que todos eles foram campeões antes e depois dos 30. Todos vencerem com os 3 no auge, e venceram nos pisos preferidos de seus rivais. Sim, faltará a Federer uma vitória em Roland Garros contra Nadal, que Djoko possui (e sem desculpas, pois era Nadal, assim como o passeio do espanhol sobre o sérvio este ano é mérito total do Touro Miúra).

      Enquanto estiver atrás no número absoluto de Grand Slams Djoko é o terceiro, ainda que detenha mais vitórias e mais tempo como número 1 (recordes a alcançar em breve). O que também não é demérito algum. Tem uma coleção de troféus e conquistas tão fantástica quanto os dois. Mira com fome mais títulos, que é o que diferencia esses três ETs. Espero com ansiedade o que 2021 vai ascrescentar nessa equação com mais 4 GS, Olímpiadas e o retorno de Federer. É como nos tempos de Senna, Prost, Mansell e Piquet, ou Magic Johnson, Michael Jordan, Scott Pippen, ou outra centena de excepcionais rivalidades no esporte protagonizadas por gênios que nos deixarão órfãos do tempo em que rodadas iniciais de um Grand Slam eram puro protocolo para esses Deuses do tênis, enquanto o resto da humanidade comemorava chegar a uma terceira rodada…

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  23. periferia

    Olá
    Hoje estava lendo as transcrições das gravações do jogador Robinho no caso de estupro de uma albanesa na Itália.
    As transcrições são fortes….mostra um homem baixo…sem nenhum respeito a outro ser humano.
    Fico pensando no fã do Robinho….aquele cara que o tem como ídolo….nao apenas como jogador de futebol…mas como pai…filho…marido…amigo.
    O fã tem essa capacidade….de pensar que conhece seu ídolo intimamente…e até mesmo defender sua índole fora do esporte.
    Quando na realidade deveríamos ser admiradores….pessoas que admiram o atleta dentro do esporte que ele prática…respeitar a história de vida …suas conquistas e derrotas.
    Um certo distanciamento evita decepções .
    Geralmente o ser humano não merece tamanha devoção.
    (Federer pode bater na Mirka com uma toalha molhada em quarto trancado)
    (Djokovic pode agredir seus pais)
    (Nadal pode ser alguém grosso e intragável na intimidade)
    Quem pode garantir que não????

    Responder
    1. Rubens Leme

      Olha, no caso do Federer, é capaz dele apanhar da Mirka, sempre a achei com cara de sargentão e ele, de marido mandado.

      O pior do Robinho é ser elogiado pelo técnico Cuca, como exemplo de homem, sendo que ele Cuca, foi condenado na Suíça (olha só) por um estupro coletivo de uma garota e ficou preso por 28 dias, em 1987 quando era jogador do Grêmio. Quando chegou no Brasil os quatro foram tratados como vítimas.

      Enquanto isso na Inglaterra, ex-jogador da seleção não arranja emprego por ter sido condenado por estupro.

      https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/rafael-reis/2020/10/15/na-inglaterra-ex-selecao-condenado-por-abuso-nao-encontra-time-para-jogar.htm

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    2. Sandro

      A mim , só me interessa a vida esportiva de Nadal, Federer e Djokovic, não gosto e não leio a revista “Contigo”. Não me interessam as fofocas das vidas pessoais de Federer, Djokovic e Nadal.

      Responder
      1. Bruno Gama

        Não são “fofocas”, foi um crime e ele foi condenado, até semana passada ainda falavam que ele podia entrar com recurso, mas depois desses áudios que apareceram ficou tudo comprovado. Se você acha que dá pra relevar isso e separar do esporte você tem o mesmo caráter que ele.

        Responder
  24. ROBERTO MONTEIRO

    Tem uma questão importante neste desempate que não vi ou passou despercebido , o Nadal venceu uma Olimpíada em simples e em duplas , acho que uma medalha de ouro Olímpica tão importante quanto um título de slam , se bober até maior porque é de 4 em 4 anos

    Responder
    1. Sandro

      Lógico que nenhuma medalha olímpica vale mais que um dos 13 títulos de Nadal em Roland Garros da mesma forma que uma medalha olímpica no Futebol nunca será maior que a conquista de uma Copa do Mundo…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não é isso que o próprio diz , caro Sandro . Todo o Big Tree já cansou de se pronunciar ao contrário . Sua comparação com o Futebol não procede . Ao contrário da NBA a FIFA se borra com a concorrência , embora a cada edição é obrigada a aumentar o número de jogadores com mais de 23 . A poderosa ATP liberou tudo a partir de 88. Todo o Big Thee está presente em Tóquio. LeBron James já garante outro Dream Time em Tóquio 2021. Abs!

        Responder
  25. Vitor Hugo

    Se Nadal se dopa ou se dopou, não sei. Mas um dos colaterais dos esteróides anabolicos é a queda precoce dos cabelos, e pode afetar também o psicológico, fazendo com que o usuário tenha tocs e etc…. Sem falar no ganho de massa muscular repentino e desproporcionail.Eu

    Responder
    1. Sandro

      Vários homens ficam carecas cedo sem nunca terem se dopado. Duvido que Nadal tenha se dopado, o controle antidoping em uma Olimpíada é super rígido e Nadal conquistou o Ouro Olímpico em duas Olimpíadas diferentes, não acredito mesmo no doping do Nadal. Confio nele.

      Responder
    2. Luiz Fernando

      Que comentário abalizado, isento, sem fanatismo, achei tão espetacular que eu diria que vale por 4, no mínimo kkkkkkkk. Como não notei q o Bello e a Sharapova perderam o cabelo de forma acentuada com doping, que perspicácia, que poder de análise. A partir de agora quando ver um jovem calvo na rua vou pensar imediatamente, ele se dopa kkkkkkkkk. Tenho a impressão nobre Vítor, ou melhor, vou afirmar q em alguns momentos vc é o retrato do segmento federista neste espaço, pela postura sempre sensata e isenta. Se babacas como um tal de Marquinhos, que em 2013 empenhou a palavra de desaparecer do blog caso Nadal vencesse o USO e não cumpriu estivessem aqui hj, eles não agiriam daquela forma em respeito a sua postura sempre equilibrada; outro bobo da corte, um tal de Renato, que comemorou a cirurgia de apendicite do espanhol, também não teria coragem de agir como agiu (aproveitando, quero me desculpar publicamente por ter dito q foi vc q comemorou, agora lembrei bem, foi o Renato kkkkkk). Engraçado q esses caras tinham coisas em comum com vc, como as raízes com a Oceania, vc vê como devemos ter cuidado de julgar o próximo apenas por semelhanças. Vc é tão convincente na sua isenção e equilíbrio q quase me tornei federista (será q eu exagerei nos elogios kkkkkkkkk?), tal a admiração q nutro por sua postura kkkkk… Abs.

      Responder
  26. Marcilio Aguiar

    Nessa discussão sobre GOAT os números vão mandar e, no final, provavelmente RN e ND terão números melhores que RF alguns em termos absolutos e outros em termos percentuais. Não sou de brigar contra os números, quando o que se busca é uma forma objetiva de se chegar a um resultado, entretanto o ser humano não toma todas as decisões ou define suas preferencias somente pelo lado da objetividade. Logo, pensando assim, peço permissão ao Dalcim para requentar uma publicação que fiz aqui em 2018, quando o Federer ganhou seu último titulo de GS.
    —————————————————————————-
    Caro Dalcim. Sigo há muito este blog e o acalorado debate sobre quem é o melhor tenista, entre esse três monstros que temos o privilégio de acompanhar dia a dia. Sem pretensão de ser definitivo, dou a visão de como encaro essa disputa. Todos têm argumentos válidos, utilizados convenientemente, para tentar convencer aos demais que o seu predileto é o melhor: semanas como numero 1, títulos em Slams, H2H, percentual de vitórias e relação títulos/torneios disputados, etc.
    Eu me tornei apaixonado por tênis há mais de 40 anos, devido a um sujeito que nasceu há mais de 10000km de distância daqui e que só tive o privilégio de ver uma vez na vida em uma exibição no Ibirapuera. Bjorn Borg. Desde os dois WCT que ele venceu em São Paulo nos meados dos anos 70, comecei a acompanhar sua carreira.
    Continuei vendo nas finais de WB e RG que passavam na TV e através das notícias do saudoso JT. Foi graças a ele, Borg, que pude seguir admirando a carreira de outros brilhantes tenistas, que me proporcionavam prazer em vê-los jogar: Big Mac, Connors, Edberg, Evert, Navratilova, Graf, Becker, Agassi, Sampras, Guga, Rafter, Hénin-Hardenne e as Williams, até surgir Roger Federer. Independentemente de todos os números que ele ostenta, mas também por isso, Federer é esportista (e artista) que mais prende a minha atenção diante da TV.
    Não há um jogo seu, por pior que esteja se apresentando, que não tenha uma jogada surpreendente, de improviso, que você se pergunta: como ele fez isso? Já tive essa sensação em outras ocasiões, vendo as seleções de futebol do Brasil de 1970 e 1982, da Holanda de 1974; quando acordava cedo aos domingos para ver Senna; diante do Chicago Bulls de M Jordan e do Dream Team de 1982 e até da seleção de volley do Brasil, comandada por Ricardinho entre 2002 e 2006. Só que nenhum desses times ou atletas tiveram a longevidade de um tenista que, por os 18 anos, tem nos brindado com performances de elevadíssimos níveis técnico, estético e de eficiência. Tenho acompanhado quase todos os seus jogos transmitidos e nunca me causam tédio ou desprazer, apesar de algumas derrotas doloridas. Este é o critério que basta para mim. Desculpe se me alonguei, mas acho que esse sentimento pode ser o de milhões de admiradores do suíço no planeta.

    Responder
    1. Barocos

      Marcílio,

      Bons argumentos e uma enorme sensação de déjà vu. É possível que eu lembre um pouco da sua postagem anterior.

      Depois da tragédia que foi a morte do Senna, fiquei um bom tempo sem acompanhar muito de perto quase todos os esportes. O jeito brincalhão do início de carreira do Djokovic, me fez, aos poucos, me reconectar mais efetivamente com as práticas esportivas profissionais. Uma pena que Novak tenha se tornado tão obcecado com a quebra de recordes, o que chega a afetar até a sua postura em quadra, elevando em muito a tensão já imensa que envolve as competições deste nível.

      Saúde e paz.

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  27. Chileno

    Na minha opinião, Federer ainda é o maior. Mas… acho bem relevante colocar uma ênfase no ainda.

    Acho que à parte do recorde de títulos do Grand Slam, os demais recordes do suíço ainda são mais relevantes do que os do Nadal. Ele tem melhor desempenho em mais pisos e GS diferentes, tem o recorde do ATP Finals, tem mais finais, mais semifinais, mais quartas de final, etc.

    Djokovic caminha a passos largos, no entanto, a tomar dele o recorde de semanas na liderança do ranking, que a meu ver, é talvez tão importante quanto o de títulos de GS. E mesmo o recorde de títulos de GS está ainda bem tangível para ele. É muito possível que ele o alcance.

    Tanto Nadal quanto Djokovic parecem ter mais condições de conquistar mais títulos do GS do que o maestro suíço.

    Se o mesmo tenista detiver o recorde de GS e de semanas na liderança, na minha opinião, ele deve ser considerado o maior (por isso hoje, ainda considero o Federer que detém isoladamente o recorde de liderança e divide com o Nadal o de títulos do GS).

    Se um tenista tiver um dos recordes e outro tiver outro, acho que provavelmente cabe a discussão. Supondo o seguinte cenário:

    Nadal detém o recorde de títulos de GS, seguido pelo Federer, e depois pelo Djokovic.

    Djokovic detém o recorde de liderança, seguido também pelo Federer, e depois pelo Nadal.

    Na minha opinião, num cenário assim, fica bem subjetiva a grandeza de cada um. Enfim… sem dúvida são os três maiores tenistas de todos os tempos. Não consigo imaginar um dia vermos três tenistas tão espetaculares quanto esses três, jogando simultaneamente.

    Responder
  28. Rodrigo S. Cruz

    O Luiz Fernando se abala tanto com essa coisa de “doping” do Nadal, que parece não enxergar mais nada…

    Nem toda suspeita ou acusação se constitui em verdade.

    Só não adianta também querer negar um fato, certo?

    Dentre esses tenistas famosos, quem foi aquele mais acusado disso?

    Foi o Federer, foi o Hewitt, foi o Djokovic, foi sei lá… o Medvedev?

    Não.

    Até hoje eu não vi a mídia soltando uma nota sequer sobre eles.

    Portanto, quando eu falei sobre “suspeita”, eu fui bem claro em lembrar das suspeitas lançadas sobre o Nadal.

    Falei alguma mentira, acusei o espanhol de algo?

    Absolutamente não!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Não fique tenso, mas suspeita, como eu já disse, é a atitude de meia dúzia de apregoar ou suspeitar disso por puro ranço pelo fato dele ter feito Federer de freguês a vida toda. O mundo reverencia Nadal, quer vcs queiram ou não, a vcs resta esse tipo de atitude, que por si só já diz tudo…

      Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Uma vez você escreveu aqui que ODIAVA o Federer, você lembra?

            Eu, por outro lado, foram tão poucas as vezes que brinquei com o nome do Nadal que eu nem recordo…

  29. Rubens Martins Chaves

    Oi Dalcim, muito interessante esses números. Acho que o Djokovic ainda não conseguiu chegar nos 20, e talvez não consiga por seu grande afã em conseguir esse feito. Não fez como Nadal faz, que joga ponto a ponto, partida a partida, cada Slam no seu momento, e se conseguir, muito bem. Ele vive o processo mais intensamente, sendo que o Djokovic já pensa muito a frente. Estive analisando a performance de Djokovic nestes 2 últimos Slams, sendo que ele já pensava que o US Open estaria no papo>>> Djokovic perdeu a oportunidade de ganhar o US Open e Roland Garros, graças ao excesso de deixadinhas, jogada que funciona melhor como surpresa.
    No US Open, ganhava de Pablo Carreno Busta por 5×4 e 0/40, com 3 set-points, quando deu uma curtinha, e perdeu o ponto e a concentração. Aí Busta salvou mais 2 set-points e fez 5×5. Depois no game seguinte, quando podia fazer 6×5, tentou outra curtinha mal escolhida , sem sucesso e foi quebrado por Carreno Busta, que passou à frente, com 6×5. Djokovic ficou nervoso e atirou a bola pra trás, acertando na juíza de linha, justo na única parte de seu corpo que poderia causar um mal-estar: na garganta. O que lhe custou sua desclassificação.
    Mas tudo isso causado por uma má escolha de jogadas, o que persistiu em Roland Garros.
    Na semifinal contra Tsitsipas também abusou das bolas curtas no fim do 3º set , o que lhe custou ter de jogar 2 sets a mais.
    Na final contra Nadal, no primeiro game de serviço, o qual é muito importante, já tinha dado 2 curtas com sucesso, e quando tinha 40×15, fez mais uma sem sucesso, pois Nadal já estava esperto, e nos 40×40, tentou mais uma, que Nadal chegou bem, o que lhe custou um break-point, e uma quebra de Nadal logo na sequencia.
    Esta perda de serviço logo no início lhe tirou a confiança e praticamente selou o jogo. Muitos jogos são decididos numa bola só, ou muito bem sucedida ou mal sucedida num ponto e game importante , como foi essa escolhida por Djokovic.
    O que me intriga é o fato dele ter 2 técnicos, sendo que um do lado de fora, que pode ver replays de jogadas, e que poderia orientá-lo melhor quanto às táticas do jogo.
    Eles não foram capazes de alertá-lo sobre a melhor estratégia a ser adotada! Ou eles não são tão competentes ou são submissos ao Djokovic.
    Afinal Djokovic não é o Hugo Gaston, que precisa das bolas curtas pra ganhar jogo, o que ele faz melhor até que qualquer um. Hugo não tem um jogo potente de fundo de quadra, o que Djokovic tem de sobra. Os técnicos deveriam lembrá-lo de jogos passados de Djoko contra Nadal, em que Djoko levava até a melhor contra Nadal, no seu backhand contra o forehand de Nadal. Não digo deixar de usar bolas curtas, mas nos momentos certos, como surpresa!
    Enfim, não se preparou pra isso, o que lhe custou uma derrota indiscutível. Sem querer desmerecer o alto nível de jogo de Nadal, o qual de alguma forma Djoko contribuiu.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, sua análise é muito bem colocada, Rubens. Me pareceu mesmo que em vários jogos Djokovic exagerou no uso do dropshot, ainda que eu admire muito o uso desse recurso que exige tanta competência. Numa das minhas avaliações, achei que Djokovic deveria ter tentando algo diferente, e isso para mim era cortar os erros não forçados. A curtinha é necessariamente um golpe de risco. Abs!

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      1. Rogério R Silva

        Dalcim
        Parece-me claro que o Djokovic perdeu o US Open pelo incidente e foi muito normal perder o Rolanga para o Nadal,só não deveria perder tão facilmente.Duvido que um dos finalistas ganharia dele,vide o cagaco do austríaco.
        Em relação à pressão acho que é igual para os dois lados mas o Djokovic é sincero em dizer que quer o recorde e o Nadal sempre foi falso,agora que empatou que ele disse que gostaria de ser recordista.
        O Djokovic não coloca pressão nos próprios ombros.
        Ele só é sincero.
        Pressão tem todos os jogos.
        Ele perde um e ganha outros.
        Ele perde um título e é favorito ao próximo.
        Alguém dúvida aqui que ele é favorito ao m1000 de Paris,Finals e Austrália em 2021?
        Ele só é sincero e o Nadal sempre foi falso nessas declarações.
        É bom ressaltar isso.
        Também vale à pena ressaltar que torço para o Federer desde sempre mas não concordo com o que fazem com o Djokovic muitas vezes.

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Rubens a sua análise foi muito feliz !!!

      Eu que costumo reprisar os jogos para analisar depois com mais calma, também percebi esse detalhe sobre as deixadinhas após o retorno do circuito. Eu acho acertado essa maior variação do sérvio, mas ele tem pecado pelo exceção, sendo que ele tem outros recursos que o diferencia dos demais.

      Responder
    3. Jose Yoh

      Creio que ele está tentando novos recursos para depender menos do físico futuramente (apesar que uma deixadinha mal feita pode quebrar as pernas depois). Não sei se falo bobagem.

      Responder
    4. Alison Cordeiro

      Como ressaltou o Dalcim, uma análise bastante apurada, Rubens. Podemos enxergar isso por dois ângulos: Djoko queria encurtar o jogo sem longas trocas e estava muito confiante no golpe, que executou com sucesso durante o torneio, especialmente em RG. No USO, a pressão que ele colocou sobre si (acho que aumentada pela ausência de Nadal e Federer) foi fatal no erro com a juíza de linha, mas tínhamos visto outros “desvairos” de Nole ao longo do torneio, com uma irritação injustificada pela sua explícita superioridade sobre os demais tenistas. E aí você tocou num ponto vital: essa pressão pode ser o maior rival dele para alcançar Nadal e Federer. É o combustível para seguir na caça aos recordes, mas se não dosar a ansiedade e irritação pode acabar com seu sonho.

      Responder
  30. Heitor

    Impossível quebrar o saque do Raonic quando ele joga como hoje! Nível absurdo de serviço, ace a 235 km/h, quando volta a devolução o forehand está voando na primeira bola… dominou Khachanov para garantir vaga na semi em São Petersburgo

    Responder
    1. Sandro

      Concordo plenamente! Raonic trucidou o Caixa 9 com aces de todos os tipos, inclusive ace de segundo serviço! Raonic talvez tenha o melhor saque da ATP na atualidade…

      Responder
  31. diego

    Olá Dalcim, boa tarde! Apesar dos 20 Slams conquistados por ele,13 deles foram em RG, um absurdo, o cara é completamente dominante na terra batida, mas em minha humilde opinião há uma enorme concentração apenas em um único Slam! Federer ainda assim é o maior e melhor tenista, ele pode até um dia deixar de ser o maior da história mas o posto de melhor acho que ninguém tira! Fazer o que ele faz aos 39 anos e formidável. Passou por várias gerações, enfrentou os melhores: Sampras, Agassi, Guga, Roddik, Murray, Wawrinka, Del Potro, Nole e Nadal! Além é claro de dessa garotada toda…… Roger é o Melhor e ainda o Maior da história!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É possível dar vantagem para qualquer lado, dependendo do ângulo que você optar, Marcelo. Acho que foi exatamente isso o que eu quis demonstrar. Abs!

      Responder
  32. Heitor

    Foram publicadas as transcrições de algumas conversas interceptadas do Robinho com alguns amigos sobre o crime cometido e que foram fundamentais para a sua condenação em primeira instância:

    https://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/futebol/times/santos/noticia/as-gravacoes-do-caso-robinho-na-justica-italiana-a-mulher-estava-completamente-bebada.ghtml?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_content=Esporte&utm_campaign=globoesportecom

    Responder
  33. Paulo Tonhasolo

    Boa tarde Dalcim, tudo bem? Espero que sim!
    Sempre acompanho seu blog que para mim é o mais interessante e gostoso de ler, gosto da forma como você escreve.
    Dos três eu simpatizo mais com o Nadal pela sua ponderação, foco, determinaçao, embora goste muito do Federer e reconheça a sua levezza, plasticidade e genialidade, do Djoko não simpatizo muito pela postura dele na quadra e seus vários momentos de destempero, embora o admire como o excelente jogador que é.
    Entrando nesta discussão o argumento trazido pelo blog Saque e Vôlei me parece ter uma relevância no sentido do melhor aproveitamento do Nadal na história dos Grand Slam, ele ganhou 1 terço dos Slams que jogou, é muita coisa né?
    O que você pensa sobre isso?
    https://www.uol.com.br/esporte/colunas/saque-e-voleio/2020/10/12/os-20-slams-de-nadal-significam-muito-mais-que-os-20-de-federer.htm
    Um grande abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Como já havia dito, Paulo, acho um ângulo interessante de abordar o assunto. Na verdade, há diversas formas e a maioria delas merecem a devida consideração. Acho muito complicado no entanto se comparar campanhas porque existem uma série de fatores em cada torneio que deveriam ser pesados antes de se dizer que este ou aquele importa mais. Abração!

      Responder
      1. PAULO EDUARDO LEMOS TONHASOLO

        Concordo plenamente com você e não considero um ou outro mais importante, o que quis chamar à atenção foi o fato do aproveitamento que é citado no blog, em que Nadal ganhou 20 de 60 disputados, o maior aproveitamento da história no masculino, foi esse ingrediente que quis trazer à discussão, não a relevância dos títulos, que a meu ver é um critério muito subjetivo.
        Grande abraço

        Responder
  34. Paulo

    Entendo a questão dos desempates no quesito Slams. Acho, porém, que outras questões são fundamentais na definição do GOAT, não apenas o número de Slams. Penso que as semanas na liderança do ranking, o números de masters 1000, o número de Atp finals, o confronto direto, número total de títulos, título olímpico, e fundamentalmente, o número de big titles. Embora os slams tenham um peso enorme, a carreira dos três precisa ser analisada como um todo. Nadal, por exemplo, tem 7 masters 1000 a mais que Federer e Djokovic tem 8 a mais. Tudo isso deve pesar.

    Responder
  35. eduardo Tieppo

    Acho que tem mais 2 dados interessantes (sobre Nadal) e que não sei se já postaram aqui:

    1 – Nadal é o jogador (masculino) com mais tempo entre o 1o slam e o último (15 anos), o que é muito impressionante.
    2 – vale uma análise do que cada um produziu com a mesma idade, Federer merece todos os louros pela longevidade da carreira, mas gostaria de ver o que cada um produziu até os 34 anos (idade que Nadal venceu o ultimo Slam), projetando-se que Djokovic tem até Junho de 2021 para alcançar a idade de Nadal (hoje), ou seja, teria tempo para vencer mais 2 slams.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Tem esses dados projetados pela idade de 34 anos para todos, nesse mesmo post, feito por outro colega.
      Procure nos comentários anteriores.

      Responder
  36. Vitor Hugo

    Tenho desprezo por Novak, apesar de considera-lo um mostro do tênis e um dos MAIORES da história.
    Mas não posso ser conivente com um cara que organiza um torneio de forma tão irresponsável como ele fez(torneio da morte), negacionista da doença, arrogante, que xinga boleiros e provoca torcedores, simula contusões, egocêntrico e etc…Um ser desprezível na minha opinião.
    Mas o pior de tudo é um de seus torcedores referir-se a Federer como marqueteiro. Marqueteiro? Fazer dancinhas ridículas, forçadas e artificiais além de jogar corações pra galera(e é bem recente, o que prova que foi algo planejado) é o que então!? Kkkkkkk Puro marketing! E convenhamos, marketing dos piores possíveis, pois não entusiasma nem um defunto, quanto mais a plateia. Até seu pequeno número de fãs sabem que é uma b…kkkkk

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      “O amor, quando se revela,
      Não se sabe revelar.
      Sabe bem olhar p’ra ela,
      Mas não lhe sabe falar.

      Quem quer dizer o que sente
      Não sabe o que há de dizer.
      Fala: parece que mente…
      Cala: parece esquecer…

      Ah, mas se ela adivinhasse,
      Se pudesse ouvir o olhar,
      E se um olhar lhe bastasse
      P’ra saber que a estão a amar!

      Mas quem sente muito, cala;
      Quem quer dizer quanto sente
      Fica sem alma nem fala,
      Fica só, inteiramente!

      Mas se isto puder contar-lhe
      O que não lhe ouso contar,
      Já não terei que falar-lhe
      Porque lhe estou a falar…”

      Fernando Pessoa

      Responder
  37. Luiz Fernando

    Wawrinka já era de novo. Esse teve um retorno pífio após sua contusão, o já ocorreu há um bom tempo. Depois as pessoas ficam tensas aqui quando se diz q suas trocas de treinadores são irrelevantes…

    Responder
  38. Ullisses

    Vale sempre lembrar que os números do Federer são bem inflados pela sua longevidade e por ele ter se aproveitado de um circuito muito menos competitivo em relação ao que Nadal e Djokovic vivenciaram nos seus respectivos auges.

    Responder
  39. FERNANDO/MG

    Prezado Dalcim, mais uma vez estamos diante dos números estatísticos para nos mostrar sem paixões e com objetividade crua, quem prevalece entre os maiores do Tênis, os pseudo “entendidos” que demonstram seus vastos conhecimentos aqui no blog, afirmam categoricamente as suas verdades, ou seja, Djokovic é o rei inconteste dos pisos duros (Hard), Nadal do Saibro (fato, sem argumentação) e Federer das quadras de grama (também um fato). Pois, bem, vamos aos fatos: dos 04 majors, 50% são disputados na quadra dura, 25% no saibro e 25% na grama, então era de se esperar que o “GOAT” (na visão dos terraplanistas somente) levasse não somente vantagens, mas era para ter muitos mais títulos de Slams que seus rivais, devido à sua “especialidade” nos pisos duros, no entanto, Nadal e Federer possuem 20 titulos cada, e o “GOAT’ possui 17… Agora vamos mudar um pouco a lógica, suponhamos que 50% dos Slams fossem saibro, e 25% piso duro e 25% grama, com certeza poderíamos acrescentar mais 13 títulos para Nadal nesse hipotético slam no Saibro, o que lhe daria um excepcional número de 33 Slams, por sua vez, caso fossem 02 Slams na grama, poderíamos acrescentar mais 08 títulos ao grande Federer, onde esse chegaria a incríveis 28 títulos de Grand Slam, Aí com apenas um Slam na quadra dura, quantos Slams teria o “GOAT dos Balcãs”? Com certeza bem menos que seus também incríveis 17 títulos.
    Então dessa maneira, lhe pergunto, Dalcim, caso a distribuição dos Slams com relação ao piso fosse modificada de maneira hipotética, conforme mencionei acima, com certeza a vantagem do Nadal e do Federe sobre o Djokovic seria muito maior? ou então o Djokovic é sim, muito bom tenista nas Hards e tambem na grama e um tenista genérico no Saibro, mas, muito, muito longe de ser o “GOAT”, conforme os torcedores do sérvio adoram falar…

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Se desconsiderássemos tudo o que o Dalcim já escreveu, reescreveu, pintou e desenhou e ficássemos só nesse comentário seu, veríamos que deste um tiro no pé.
      Não sei se Djokovic é realmente o cara das “duras”, mas ele tem 65% de seus GS nela;
      Federer, o “rei” da grama, tem 40% de seu ganha-pão nela – tem mais 55% nas duras enquanto o sérvio tem 30% de lambuja na verdinha;
      Já Nadal tem os 65% no saibro e apenas 25% nas duras.
      Quanto ao sérvio não ter mais títulos que os demais, a história está em curso, mas de 10 anos para cá, quem foi o que mais venceu esses torneios?
      Saudações.

      Responder
  40. Paulo Almeida

    Pegando o gancho do Iron Maiden de dias atrás, como não falar dos álbuns solo Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998) do Bruce Dickinson?

    Para mim, são superiores a tudo que o Iron Maiden produziu depois do Seventh Son of a Seventh Son (1988). Faixas como Freak, Darside of Aquarius, Road to Hell, Accident of Birth, King in Crimson, The Chemical Wedding, The Tower, Killing Floor e Book of Thel não podem ser desprezadas. Muito pelo contrário: merecem ser tratadas como hinos do heavy metal.

    Que sorte que o Bruce teve em encontrar um guitarrista tão talentoso como o Roy Z (já havia participado do Balls to Picasso de 1994) e ainda contar com a presença do Adrian Smith (ex-Maiden à época) nos dois discos. Bruce e cia incorporaram todo o peso que circundava o metal nos anos 90, mas sem perder a melodia e o feeling característicos dos seus trabalhos anteriores, tanto no Maiden quanto na carreira solo. Recomendo ambos sem a menor hesitação para quem não conhece, incluindo ainda o Scream For Me Brazil (1999), álbum oficial ao vivo da turnê do Chemical gravado no Via Funchal em São Paulo.

    Luiz Fernando, ontem não tive tempo para comentar no Blog, mas já lhe deixei uma resposta mais abaixo acerca do Deep Purple.

    Responder
  41. Isaías

    Dalcim, saindo completamente do assunto, eu estava “revendo” textos antigos aqui do blog, e eu reparei uma coisa que passou despercebido na primeira vez que li e só reparei agora, eu estava lendo os textos sobre os maiores tenistas em cada superfície e no texto sobre os maiores saibristas me chamou atenção o Guillermo Vilas, vc disse “fez quatro finais em Paris mas só levou um”, acho que faltou citar o Us open que ele venceu, se não me engano o Us Open que ele venceu foi no Saibro, Dalcim, fui pesquisar a respeito mas não achei uma fonte confiável sobre a superfície daquele Us open, me desculpe fugir do assunto Dalcim, mas se vc tiver a informação da superfície pra tirar a duvida. Abraço

    Responder
  42. Paulo Almeida

    Nadal deve ficar com o recorde de Grand Slams, Djokovic com o de semanas como número 1 e os dois vão disputar palmo a palmo o recorde de Masters 1000, embora com a soma do Masters Finals (M1000 de luxo), a vantagem do sérvio seja ainda bem confortável com 41 canecos. Enfim, os dois melhores da história dividirão os 3 principais recordes do tênis na disputa pelo GOAT, além de possuírem grande domínio sobre o Federer no h2h. Creio que o suíço fique inquestionavelmente em terceiro daqui a um ou dois anos no máximo. Na corrida de Big Titles está assim atualmente: 58 para o sérvio (ou 59 com a ATP Cup), 56 para o espanhol e 54 para o suíço. A tendência é que os dois primeiros abram ampla vantagem sobre o terceiro.

    Eu penso que a diferença vista hoje em títulos de Grand Slam entre o canhoto de Mallorca e o Comedor de Fígados se deve à manutenção do domínio do primeiro no saibro francês desde cedo. Ganhou seu primeiro Roland Garros aos 19 anos e continuou com seu ganha-pão nos anos seguintes, enquanto o sérvio até venceu seu primeiro Major também de forma precoce, porém viveu um hiato de 3 anos após essa conquista. Se tivesse vencido pelo menos um Major em 2009 e outro em 2010, a briga ainda estaria boa. Infelizmente não vejo o sérvio ganhando mais 7 títulos desse porte a fim de tirar os 3 atuais e outros 3 (pelo menos) que o espanhol deve ganhar. A “não-conquista” de Wimbledon 2020 (pandemia) e do US Open 2020 (regra absurdamente rigorosa) farão MUITA falta à Águia do Danúbio.

    Nós nolistas não ficaremos satisfeitos se as coisas de fato terminarem assim, mas não se pode ter tudo na vida. De qualquer forma, Serbinator continua o maior vencedor da era mais forte do tênis e podemos nos orgulhar bastante disso.

    Ajde!

    Responder
    1. Jonas

      Também não vejo Paulo, bem difícil. Fora que o Nadal aproveita suas chances. Exemplo: venceu Djokovic em duas finais de US Open. Hoje isso faz grande diferença. Em seus domínios, o espanhol só deu brecha em 2009 e 2015, é um absurdo.

      Já Federer fez o que pôde. A meu ver, ele tentou se manter no circuito com o intuito de segurar seus recordes. Ele também é muito competitivo, mas segurar Djokovic e Nadal é complicado.

      Hoje eu apostaria no Nadal como recordista, mas tudo pode acontecer em 2021. Essa nova geração pode se tornar ainda mais competente.

      Responder
  43. Hendrix

    Dalcin,

    Super interessantes os dados, apenas a meu ver você omitiu um dado impressionante da carreira do Nadal, que é o número de temporadas seguidas ganhando pelo menos um GS, o que a meu ver evidencia a regularidade do tenista ao longo da carreira:

    Nadal – 10 (2005-14)
    Federer – 8 (2003-2010)
    Djokovic – 6 (2011-16)

    Além de total de anos ganhando Slams:

    Nadal – 14 (+17 a 20)
    Federer – 11 (+12, 17, 18)
    Djokovic – 9 (+18 a 20)

    Você concorda com a relevância desses dados?

    Abraços,

    Hendrix

    Responder
  44. Rubens Leme

    Dalcim, não sei se leu ou assistiu trechos da entrevista do Gru, o tal presidente do Palmeiras. É de dar vergonha aos ministros do Bozo. Quer dizer que só agora, depois de 4 anos como presidente, que ele busca um conceito?

    “(O novo técnico) Vai definir o conceito de jogo, isso que vamos trabalhar. O Palmeiras já há algum tempo não vem fazendo isso. Não é só na minha gestão. Há algum tempo o clube não definiu o modelo de jogo, a forma que quer trabalhar, e tem que ser feito. Vamos buscar exatamente isso na próxima contratação.” (https://globoesporte.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/galiotte-explica-procura-por-novo-tecnico-o-palmeiras-busca-um-conceito.ghtml)

    Uau, meus parabéns por demorar quase 50 meses e meio bilhão de reais para enxergar o óbvio!

    Ou seja, contratou técnicos milionários e obsoletos- Felipão, Cuca, Mano, Luxa -, além de dezenas de medalhões velhos, caros e que nunca justificaram os salários, apenas por contratar e para ostentar?

    Quando assumiu, prometeu zerar as dívidas do Palmeiras – bancárias e demais – que giravam em torno de 200 milhões. Hoje, só a dos bancos bate em meio bilhão e temos o primeiro patrocínio negativo da história, porque devemos 200 milhões para a patrocinadora, que injeta apenas 60 milhões por ano. Pior: na pressa de fechar esse patrocinio, deu à dona, um títlo de conseheira que ela não poderia ter e está deixando que ela comande internamente tudo.

    Junto daquele irresponsável do Alexandre Mattos- ele é um dos responsáveis pela ruína financeira atual do Cruzeiro – gastaram mundos e fundos, sem jamais terem olhado critérios técnicos e financeiros. O Atlético – outro clube que beira os 700 milhões de dívidas – que se prepare.

    Sinceramente, me irrita a maneira passiva que esse assunto é tratado na mídia. Estivesse lá, teria sido expulso porque iria dizer isto e muito mais na cara dele. O Palmeiras segue os mesmos passos de Cruzeiro e Corinthians: a fonte secou, os gastos são astronômicos, estão queimando um monte de meninos bons jogados na fogueira da falta de planejamento e, já já, irão vender todos por uma ninharia, enquanto sonham em trazer um traste velho e inútil como o Hulk, da China, com 37 anos e ganhando uns 2 milhões por mês.

    Viu que ontem o Cruzeiro fechou com o Felipão até o final de 2022? Os clubes brasileiros são loucos e comandados por safados iguais aos nossos políticos.

    Responder
    1. Gildokson

      Desculpa dar meu pitaco Rubens. Mas você não acha que tem algo de errado com os JOGADORES do Palmeiras? Pq sempre são os treinadores que são os obsoletos? Todo técnico que passa pelo Palmeiras nessa era terminaassim.
      Os jogadores estão acabando com o futebol brasileiro no geral com seus altos salários ja aos 16 anos de idade, sua falta de comprometimento, e o pior de tudo, sua falta de TÉCNICA!!!

      Responder
    2. Rogério R Silva

      Bom dia.
      Plano certo seria um patrocinador master para pagar as dívidas e impostos e com o clube zerado os investimentos viriam de todos os lados,como aconteceu com o Flamengo.
      Parmalat no Palmeiras,Unimed no Fluminense e outros foram demonstrações de sucesso a curto prazo.
      A torcida se acostuma e cobra os dirigentes e jogadores pelo sucesso que tinham antes e a imprensa ajuda a inflamar o ambiente.
      O Palmeiras vem fazendo do falso mecenato uma forma de vida para o clube.
      Beira o ridículo isso nos dias de hoje,levando-se em consideração os profissionais que têm a disposição.
      Forte abraço.

      Responder
    3. periferia

      Vamos ser sinceros….se alguém passar com um agasalho verde perto do Allianz Parque….os caras chamam para ser técnico.
      E se aparecer outro de chuteira….sai jogando no fim de semana.
      O Corinthians está igual.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Mas quem contrata os jogadores – ou pedem – são os técnicos. Quando você tem um veterano decadente, como o Felipe Mello -, que além disso, é desagregador – e ainda o desloca para zaga, onde ele afunda o time, mas ainda assim continua como capitão, a culpa é do técnico.

        Quando você faz mudanças absurdas tirando um volante e colocando o outro, apenas por fazer, idem. Contra o SP, Luxemburgo fez as cinco substituições tolas até 25 minutos do segundo tempo e o que aconteceu? O zagueiro Luan se machucou e ele ficou praticamente com 10 em campo. E, pior: suas mexidas pioraram o time.

        O elenco do Palmeiras é horrível, escrevi isso, um monte de come e dorme ganhando 1 milhão por mês, mas eles não colocaram uma arma na cabeça do presidente para assinarem com o clube. Foram contratados a peso de ouro – Lucas Lima ganha 1,5 milhão por mês, entre luvas e salários e com contrato de 5 anos.

        ——–

        Sobre o Flamengo, gostaria de saber quem inventou essa ladainha de que o time zerou a dívida de 700 milhões. O que o time fez foi conseguir equacionar e ter dinheiro sobrando ao final do ano, pela primeira vez, em mais de 100 anos. Mas zerado não está nem a pau. E maior do que a do Palmeiras.

        —–

        Periferia, o Palmeiras ganhou 62 campeonatos nas categorias de base nos últimos 5 anos e até um Mundial em cima do Real Madrid. Bons jogadores na base tem. O problema é que o clube – como a maioria dos times brasileiros – fica refém de empresários que empurram lixo a preço de ouro e os moleques são negociados por nada. Veja o Rony quando tinha no banco o Wesley e o Veron, superiores a ele.

        Ano passado, o Palmeiras vendeu o zagueiro Vitão, capitão de todas as seleções brasileiras de base, por mísero 4 mi de euros para a Ucrânia. Ficou dois anos esperando uma chance para jogar, mas o Felipão nem olhava para ele. Daqui a pouco, Patrick de Paula, Gabriel Menino, Danilo (três ótimos meio-campistas com potencial pra serem titulares desde já) partem para a Europa e aí o Galiotte e diretoria vão atrás do Hulk, dizendo que é um reforço de peso e que “só a venda de camisas pagará o salário deles”.

        E assim caminha a mediocridade.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Só para reforçar o que fale do Flamengo – https://colunadofla.com/2020/09/divida-do-flamengo-aumenta-em-r-163-milhoes-devido-a-pandemia-da-covid-19/#:~:text=Conforme%20divulgado%20pelo%20Globo%20Esporte,aumentou%20para%20R%24%20703%20milh%C3%B5es.

          Conforme divulgado pelo Globo Esporte, em dezembro de 2019, as dívidas do Flamengo giravam em torno de R$ 540 milhões e, apenas no primeiro semestre de 2020, o valor aumentou para R$ 703 milhões.

          Responder
        2. periferia

          Leme

          Concordo quando vc lembra do Alexandre Mattos….esses diretores com “super poderes” tem muita responsabilidade…..todos sabemos o que acontece nessas transações com jogadores.
          Diretores e agentes de jogadores sangrando os clubes….uma relação promíscua (todos levam a grana do clube)….com o presidente do clube dando um de “João sem braço “…..sendo que participa da esbornia também.
          O Cruzeiro é um dos exemplos….o que o Itair Machado e o Wagner Pires fizeram era caso de perpétua…não pelo crime ….mas pela pouca vergonha.

          Responder
          1. Filipe Fernandes

            Caro Periferia, de fato.

            Estes dois que você citou e mais uma turma que os apoiava na última gestão saquearam e afundaram terrivelmente o Cruzeiro, chegando ao ponto de até mesmo gastarem uma fortuna em bordel de Portugal, com o cartão corporativo do clube.

            Digo sem medo nenhum: são verdadeiros gangsters, ladrões, falsários. Nunca foram torcedores.

            Eu já tinha um nojo profundo dos bastidores do futebol. Depois disso, nem sei mais o que pensar.

            Continuo amando o esporte, assim como outros esportes (tênis, vôlei, basquete, atletismo etc.), mas com uma reserva ética, com um certo distanciamento.

            Um grande abraço, meu caro, tenha um bom fim de semana.

  45. Fernando Brack

    Sou federista e acho que depois deste RG Nadal ficou maior que Federer, considerando tudo, não apenas Slams.
    E o ogro ainda tem bastante lenha pra queimar, enquanto sinto que Federer não tenha mais.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Acho que o Nadal, fora do saibro, é que não tem tanta lenha para queimar.

      Só apanha dos outros dois…

      Recordo que na final do Aus Open 2017 você também achava IMPOSSÍVEL do Federer bater o Nadal.

      E ele bateu…

      Portanto, jamais duvide de um BIG 3, Fernando.

      Jamais duvide de Roger Federer…

      Responder
      1. Luiz Henrique

        “Acho que o Nadal, fora do saibro, é que não tem tanta lenha para queimar.

        Só apanha dos outros dois…”

        Quando Federer e Djokovic perdem só para Nadal no saibro, é mérito.
        Aí quando Nadal perde só para Federer e Djokovic fora, é demérito?

        Responder
      2. eduardo Tieppo

        Olá rodrigo,

        Me permita discordar, não é bem assim que fora do Saibro ele não rende. Nadal venceu 2 dos últimos 3 US Opens que jogou e abandou 2018 na semi final por lesão no joelho.
        Além disso, chegou em finais e semi-finais em AO e WB.. se jogar uma final de Slam não é “render”.. itimalia.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Então, Eduardo…

          Concordo que o Nadal possa ganhar um Slam fora do saibro, mas desde que não cruze com outro Big 3.

          Na minha opinião, ele NUNCA mais vai ganhar uma partida do Djoko ou do Federer, fora do saibro.

          Salvo, por algum problema físico deles.

          Contra o suíço já são 7 derrotas seguidas, desde 2014…

          Contra o Djoko tá uma vergonha : 18 x 7, se eu não me engano.

          Responder
      3. Fernando Brack

        Jamais é muito forte pra mim, Rodrigo, mas admito que o Mestre me surpreendeu com o que ainda fez depois daquele AO’17.
        Meu palpite é puro chute, pois Nadal pode sofrer uma lesão que o impeça de jogar. Já Federer… putz, ano que vem ele faz 40.

        Responder
  46. Marcelo

    Para quem cita que Federer dominou no período da entresafra, deveria lembrar que Djoko e Nadal tiveram a companhia dos seguintes no ranking: Ferrer, Berdich, Delpo, Wawrinka, e acho que ate Kevin Anserson foi top 5, além do proprio Federer decadente depois de 2011, ou seja, também tiveram um domínio em período de entresafra.

    Portanto, torcedores do Nadal e do Federer nao podem reclamar em nada da tal entresafra.

    Responder
    1. Thiago Silva

      Tirando o Ferrer, todos esses que você citou venceram o Federer em slam, enquanto que na entressafra ele praticamente só perdia pro Nadal e uma pro Safin em 2005 na Austrália e só.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Até tu , Thiago ? Nunca vi uma entressafra com tantos N 1 do Mundo . GUGA 2000 ( N 2 em 2001 até a lesão) , Hewitt ( 2001 e 2002 ) , Roddick 2003 ( Federer N 2 , Agassi N 3 ) , Safin ( Novembro de 2000 ) . Ao assumir o N 1 em 2004 , o Suíço tinha Roddick como N 2 e Hewitt como N 3 . De 2005 até 2008 , Rafa Nadal foi o N 2 até assumir o N 1. Recuperado pelo Suíço em 2009. Desde 2007 , Novak era o N 3 . Se em algumas FINAIS de SLAM alguns dos citados não compareceram, Roger Federer não tem nada com isso. Em 2001 , aos 19 , ele já tinha sido responsável de quebrar uma longa invencibilidade de Pete Sampras em Wimbledon. Este se aposentou precocemente em 2002 , aos 31 , com h2h de 4 x 5 com Hewitt e 3 x 4 com Safin . Ambos o bateram em FINAIS de USOPEN em Sets diretos em 2000 e 2001 respectivamente. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps . Safin o bateu numa espetacular Semi no AOPEN 2005 . Mas terminou com 10 x 2 para o Suíço. Com Hewitt foi 18 x 9 . Sampras parece que se aposentou na hora certa rs Abs!

          Responder
    2. leonardo

      Esse papo de entresafra é besteira de torcedor do Nadal. E são bestas, que esquecem propositadamente que o Nadal já era vencedor de Master e slam e número 2 logo em 2005, então ele construiu também seus numeros numa suposta entresafra Hehehe
      Mas eu ainda considero os anos anteriores mais fortes. Nos anos 2000 tinha ótimos tenistas em diversos setores do ranking e era comum até um tenista vencer um título e depois cair cedo em outro torneio. E também o circuito era mais difícil pq envolvia quadras de características bem diferenciadas, ao contrário desses tempos em que são quase todas iguais.
      Em relação à dificuldade do circuito: Anos 90>00>10

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Não acho que seja papo de torcedor do Nadal, e sim de Djokovic.
        Nadal ganhou muito tanto na “era federer” como na “era djokovic”.
        Se a gente falar que a era Djokovic começou em 2011, Nadal ganhou 9 GS na era anterior, e 11 na era djokovic

        Responder
      2. Thiago Silva

        Até 2008 o Nadal só ganhava no saibro praticamente, tirando um ou outro masters na quadra dura, mas em slam o primeiro jogo na quadra dura com o Federer só foi acontecer em 2009. De 2003 a 2007 o Federer só pegou galinha morta nos slams de quadra dura.

        Responder
    3. Luiz Fernando

      Pequeno detalhe q vc esqueceu, e q o Sampras não esqueceu: um teve a companhia do outro e ambos tiveram a do Federer. Já este último teve a do Baghdatis, Gonzales, Phillipoussis e Roddick. Aceita q dói menos…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Doeu muito para o brilhante comentarista esquecer que os oponentes que batiam Sampras ( Safin , Hewitt , Roddick ) foram N 1 que apanharam sem dó de Federer . O Norte – Americano resolveu se aposentar aos 31 , e esqueceu dos caras. Teve amnésia só de lembrar que em 2001 e 2002 , Hewitt manteve o N 1 com Sampras e Agassi ( venceu o AOPEN 2003 ) presentes. Sem choro … Abs!

        Responder
      2. Chileno

        Ué… mas se em 2005 o Nadal já era vencedor de Slam, de Masters 1000 e número 2 do mundo, o Federer também não teve sempre a companhia do Nadal?

        Responder
    4. Jonas

      É bizarro ler uma afirmação dessa sobre o Nadal.

      Quando ele surgiu no circuito tinha que vencer um tal de Federer (no auge, segundo a maioria). Convenhamos que o Nadal, ainda bem jovem, fez um estrago e incomodou bastante o suíço.

      Mas o principal pra mim não é Federer, já que Nadal vencia o suíço com regularidade até 2014. Nadal teve que lidar com Djokovic, que é da mesma geração que o espanhol. Djokovic é um problema para Nadal desde 2011.

      Que vida mansa é essa que Nadal teve? Você pode dizer que ele pegou chaves mais fracas, o que pra mim é uma grande exceção na carreira do espanhol. A afirmação dá a entender que Federer e Djokovic não existem, sendo que esses caras quase sempre chegam nas finais dos torneios mais importantes.

      Responder
      1. Jonas

        Também é curioso afirmar que Federer está decadente desde 2011. Estamos em 2020, por essa lógica aí o suíço se arrasta em quadra e joga Futures.

        Responder
    5. Rafael Azevedo

      Você esqueceu de dizer que o Nadal e o Djokovic enfretaram uma ao outro, e do Murray. Esses 3 sao maiores do que qualquer jogador da geração anterior, além do próprio Federer que, mesmo em decadência (segundo suas palavras), também é muito superior à todos aqueles…

      Responder
      1. Jonas

        Exatamente. Quem lê pensa que Nadal só enfrentava baba nos torneios.

        Só em 2011 o Nadal sofreu SEIS derrotas seguidas para Djokovic, em finais de masters 1000, Grand Slam…

        Para piorar, ainda perdeu para o sérvio naquela final épica do Australian Open, no ano seguinte (sétima derrota seguida).

        Como alguém pode ter uma vida tranquila no circuito, tendo que enfrentar Djokovic no auge? Nadal teve inúmeros problemas com Djokovic, mas seguiu vencendo big titles.

        Responder
    6. Sérgio Ribeiro

      O parceiro tem noção do que é ser decadente depois de 2011 ? Pra recuperar o N 1 em 2012 , Federer precisou terminar a Temporada 2011 levando o FINALS , eliminar o então N 1 em WIMBLEDON 2012 ( levou pra cima de Murray e fazer a FINAL Olímpica em sequência contra o próprio ) , 3 MASTER 1000 com direito a Pneu em Cincy contra Novak , além Roterdã e Dubai . Será que o pessoal do Sítio sabe disso caríssimo Marcelo ? rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Marcelo

        Sim! Os numeros que vc citou seriam excelentes para qualquer tenista (e nao estou diminuindo os feitos dele). Mas venhamos e conhamos: sao numeros “pequenos” para disputa pelo GOAT e vc sabe disso.

        Tanto tenho “a minha” razao que ele esta sendo alcançado e ultrapassado nos recordes que vai perder em 2021. Lembre-se que se conversasemos sobre este assunto em 2011, ele nao ria sentido algum, pois ele tinha um “caminhao de vantagens sobre os demais.

        Mas posso explicar de outra forma se qquer dificukdade para entender: Federer terminou o primeiro turno invicto com 100% de aproveiramento e ja era tratado como virtual campeao. Voltou para o segundo e fez alguns empates.. e agora no final do campeonato esta inexplicavelmente virtualmente empatado com o 2o e 3o colocado com chance clara de nao levar o caneco e nem terminar como vice.

        Capice ou desenho pra gente?

        ; – )

        Responder
  47. Sandra

    Dalcim, gostaria da sua opinião até por curiosidade , por mais que você goste do Federer, eu realmente não gosto dele , mas joga bonito , não tenho dúvidas, , mas em matéria de plasticidade , de beleza , você não acha que o Fognini joga mais bonito ?

    Responder
          1. Heitor

            Vc questiona a opinião dos outros mas qdo eu questiono a tua vc tem chilique.
            Relembrando: vc disse que queria um campeão diferente em RG e eu respondi que vc só queria isso porque Federer não estava jogando. No post seguinte vc falou que quer RF ganhando o AO. Então te perguntei: ué, vc não queria uma campeão diferente?

          2. Rodrigo S. Cruz

            Mas eu falei com o Fabriciano. Quantas vezes o Dalcim vai precisar te avisar para não me responder mais?
            Nesta pasta mesmo ele já te avisou sobre isso…

  48. Vitor Hugo

    Comparando as finais de RG 2008 com 2020:

    2008:

    – Federer teve sua preparação atrapalhada pela mononucleose. Provavelmente estava com apenas 80% da sua capacidade.
    – Nadal era muito mais perigoso em 2008 que 2020. Se não tecnicamente, mas fisicamente corria muito mais. E estava 100%.

    2020:

    – Djokovic estava com 100% da sua capacidade, pois jogou praticamente todos os torneios no pós pandemia além de ter vencido Roma. Adaptado ao saibro.
    – Nadal estava sem ritmo ideal de jogo, pois além de não ter jogado nenhum torneio nas hards, foi eliminada precocemente de Roma. Diria que estava entre 70% a 80% da capacidade ideal.
    – As condições de jogo e clima estavam totalmente favoráveis ao sérvio, admitido pelo próprio jogador e seu staff.

    Conclusão: o placar de 2008 foi um pouco mais humilhante, mas se analisarmos o contexto das duas situações, a derrota de 2020 foi muito, mas muuuuuito mais humilhante! Fato!

    Djoko foi o jogador que sofreu a derrota mais humilhante de todos os tempos pra Nadal em final de Roland Garros.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Sem dúvida.

      Por tudo que essa final valia para o Djokovic, por ser ele o número 1, e por estar ainda invicto em 2020.

      Foi a derrota em final de Roland Garros mais vergonhosa de todas.

      Uma NÓDOA no currículo do Djokovic. (rs)

      Responder
    2. Thiago Silva

      O curioso é que em março de 2008 o Federer já falava que tinha superado a mononucleose, em abril e maio ele fez jogos duríssimos na final de Monte Carlo e Hamburgo com o Nadal, mas de repente na final de Roland Garros a mononucleose atrapalhou a preparação?

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        A diferença é que o Suíço jamais usou isso como desculpa, Thiago. Tem uns que põe a culpa de uma ma’ Temporada em dor de COTOVELO … Abs!

        Responder
    3. Luiz Fernando

      Depois da volta da balela da mononucleose, q o próprio Federer afirmou q ela estava superada em Março daquele ano, como afirmar q a galera do Djoko é mais fanática? Risível kkk.

      Responder
  49. DANILO AFONSO

    O DESEMPATE AOS 34 ANOS

    Dalcim, peço licença para expor o mesmo comparativo entre FEDERER x NADAL, contudo com ambos com 34 anos, 4 meses e 12 dias (idade atual do espanhol). Federer possuía esta idade em 20/12/2015, cerca de 3 semanas após o suíço perder a final do ATP Finals daquele ano. Apesar do Djokovic atualmente ter 33 anos e 4 meses, irei incluí-lo no comparativo igual você fez. Vamos aos números:

    TÍTULOS SLAM
    Nadal – 20
    Federer – 17
    Djokovic – 17

    FINAIS SLAM
    Nadal – 28
    Federer – 27
    Djokovic – 27

    SEMIFINAL
    Federer – 38
    Djokovic – 38
    Nadal – 34

    QUARTAS DE FINAIS
    Djokovic – 47
    Federer – 46
    Nadal – 42

    % Vitórias SLAM
    Nadal – 87,30 ( 282/323)
    Djokovic – 86,29 (296/343)
    Federer – 84,85% (297/350)

    Vitórias Austrália Open
    Djokovic – 75
    Federer – 75
    Nadal – 65

    Vitórias Roland Garros
    Nadal – 100
    Djokovic – 74
    Federer – 65

    Vitórias Wimbledon
    Federer – 79
    Djokovic – 72
    Nadal – 53

    US OPEN
    Federer – 78
    Djokovic – 75
    Nadal – 64

    Analisando os principais indicadores acima, não resta dúvida que o NADAL aos 34 anos possuí números superiores aos obtidos pelo FEDERER com a mesma idade, não apenas pela soma de títulos de SLAM, mas também por ter um melhor percentual de vitórias e uma final a mais.

    Interessante que mesmo faltando 1 ano para o DJOKOVIC completar a idade do comparativo, ele já ficaria na frente do suíço em razão do melhor aproveitamento de vitórias e por ter uma pequena vantagem no número de quartas de finais.

    Diferentemente do NADAL e FEDERER que possuem uma diferença muito grande entre o SLAM que possuí menos e mais vitórias, o sérvio demonstrou um quantitativo de vitórias mais linear nos 4 SLAMs, todos na “casa dos 70”.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Federer com 34 teve que enfrentar Djokovic e Nadal com 28 anos, no auge físico e técnico. E Nadal com 33/34, qual jogador enfrentou comparando com a mesma situação vívida pelo suíço!?

      Responder
          1. Cassio

            Ey! Mas quando o Federer perdeu pro Cilic na Semifinal do USOpen de 2014. Adivinha quem perdeu do outro lado da semi pro NISHIKORI. Os absolutistas não compreenderão nunca a natureza do Tenis.

      1. Luiz Henrique

        Rapaz, não sei, mas aposto que se eu for nos comentários aqui depois das finais de W e US 2015, deve ter trocentos comentários do tipo “djoko não estará em alto nível aos 34 anos”. Pois é.
        Um dia acertam.
        Com Nadal começou em 2006 a historinha, com Djoko começou em 2011, que não jogaria aos 30.
        Um dia acertam.

        Responder
      2. Ullisses

        Se você pega os números até os 34 anos, você tem que lembrar que os grandes adversários se Federer, durante sua época mais vitoriosa, eram Rodick, Hewitt, Bagdats e um Nadal que só sabia jogar saibro. Então entre os 3 três quem teve menos competição durante os anos que precedem seus respectivos 34 anos com certeza foi o suíço. O amigo que citou as estatísticas não tava colocando dados dos jogadores durante sua temporada de 34 anos. Seu comentário não faz muito sentido.

        Responder
    2. eduardo Tieppo

      Danio,
      Djoko é de maio, então ele terá 34 anos em junho. Mesmo vencendo os 2 slams que possivelmente ocorreram até lá (não sabemos pela Pandemia), ele não alcançaria Nadal.

      mas acho que tais números são muito frágeis. Federer jogou boa parte da carreira sem grandes adversários (mas isso não tira a genialidade dele), Nadal se ausentou de ao menos 8 slams por lesão, sendo que 3 deles ele era o atual Campeão e foi no ano seguinte (incluído ai RG), Djoko por sua vez, não sei bem pq, apesar de ser apenas 10 meses mais novo que Nadal, nunca fez frente a Nadal e Federer no primeiro terço da sua carreira.. tem muita suposição em tudo.

      Os 3 na verdade são muito bons nos slams que dominam e razoavelmente melhor que a média histórica nos outros.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele sempre se declarou meio desencanado do tênis. Antes de 2019, até revelou que foi a esposa quem lhe deu um puxão de orelhas para levar a carreira de forma mais profissional. Então acho que ele está um tanto desligado. Não fosse o congelamento do ranking, teria perdido dezenas de posições.

      Responder
  50. Miguel BsB

    Pessoal, e, principalmente, aos Nadalistas do Blog, Luiz Fernando, MC, e outros…
    Vou colocar aqui apenas uma “teoria da conspiração” que já li em alguns lugares pela internet, e eu nunca dei muita bola, e, inclusive, pessoalmente, eu não creio que seja verdade.
    Não me levem a mal, não venho aqui de maneira nenhuma denegrir Rafa, tenista que muito admiro, ou causar polêmica excessiva, mas um dado que eu não sabia e discutido abaixo pelo Dalcim e outros colegas me chamou a atenção e me lembrou dessa argumentação.
    Eu confesso que desconhecia que o Nadal nunca fez uma intervenção cirúrgica para corrigir ou restaurar as diversas lesões que já teve em sua carreira durante seus anos de profissional. ( A exceção é a de apendicite). Isso chama um pouco a atenção dada as diversas longas paradas no circuito que o espanhol teve que fazer durante sua carreira. Federer, Nadal, Wawrinka, Djoko, entre muitos outros, já passaram uma ou mais vezes pela “faca” para tentar curar lesões, e ficaram menor quantidade de vezes no departamento médico do que Rafa, para se utilizar de uma expressão do futebol.
    Um dos principais argumentos das pessoas e teorias que afirmam que o Nadal se dopa são essas paradas que ele dá/deu na carreira, e depois voltava voando. Dizem que na verdade são paradas para se “preparar”, digamos assim, para os grandes campeonatos ou sequências de torneios, ou, que são paradas impostas pelos órgãos de controle, por debaixo dos panos, por ter “caído” no exame antidoping e, para não ficar tão feio e chocar o mundo do tênis e do esporte, foi o “acordado” de punição para o caso.
    Vejam que não quero de nenhuma maneira criar uma polêmica grande aqui no blog, quem me acompanha sabe que não é do meu feitio, pois costumo passar ao largo dos embates entre torcidas, até porque, não torço para nenhum deles especificamente, e, de uma certa forma, torço pelos 3, dependendo do momento e dos feitos ao seu alcance…
    Minha opinião pessoal é que o Nadal não se utilizou ou se utiliza desses artifícios. Os tenistas em geral, e ele em particular, são testados rotineiramente, e, tenho que acreditar nas “renomadas” instituições internacionais que tratam deste assunto. Se ele nunca foi pego, então ele é “ficha limpa”, digamos assim.
    Até porque a Maria Sharapova, uma das grandes estrelas do tênis, chegou a ser suspensa por doping, pelo tal do Meldonium…
    Mas tb quero deixar claro que não coloco a mão no fogo por nenhum deles, nem de qualquer atleta profissional, pois essa questão existe e sabemos que nem sempre vem à tona…

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Miguel de fato ninguém pode dizer nada de vc aqui em matéria de baixarias. Essas teorias absurdas e sem a menor credibilidade, acrescidas por outras tipo esquemas da Nike, uma mais risível do q a outra, ja foram expostas a exaustão por babacas e mais babacas aqui no blog (nao estou me referindo a vc, quero deixar claro isso), pois sempre foi mais cômodo para esses caras atribuir as vitórias dos adversários a esse tipo de expediente do q reconhecer a superioridade sobre o “craque”.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      É um ponto interessante que você trouxe aí, Miguel.

      Pessoalmente, eu não acho que ele se dope.

      Mas que há indícios para suspeitas, em face dos retornos vitoriosos dele, do tipo de jogo mais físico, etc, isso há…

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Suspeito claro, vejamos então: Federer para 6 meses em 2016, volta em Janeiro de 2017, 6 anos mais velho q Nadal, disputa vários jogos em 5 sets no AO, por sinal vencendo a final em cima do espanhol e voando no set 5, após um pedido de atendimento médico p ingles ver. Isso não é suspeito, puro preparo, com o adversário seria “suspeito”, mas afinal é o oponente, ou melhor, o cara q eu torço contra, aí sempre pode haver algum senão. Me perdoe meu caro, suspeita é sua opinião…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          De novo o brilhante comentarista se equivocando . Federer é SEIS anos mais velho que Novak e não de Nadal. A cirurgia no joelho em 2016 na Suíça precisou de meia Temporada para ser curada . Somente voltou na Hopman CUP em janeiro de 2017 . Abs!

          Responder
        2. Rodrigo S. Cruz

          Entenda a diferença, Luiz:

          eu deixei claro que NÃO ACREDITO que o Nadal tenha feito!

          Mas que do BIG 3, ele sempre foi o MAIS ACUSADO dessas coisas você mesmo sabe que foi.

          Estou dizendo que já acusaram algumas vezes o Nadal disso.

          O Federer eu nunca vi, o Djokovic também nunca.

          Na mídia, ninguém sequer já ventilou a hipótese do Federer se dopar.

          Diferente desse exemplo “apelão” que você deu aí…

          Falaram que ele passou por operação, e mais nada.

          Responder
    3. leonardo

      Minha teoria:
      Eu não acho que ele se dope, ao menos com coisas proibidas. Talvez apenas no início da carreira, quando ele tinha músculos de halterofilista.
      Mas o fato é que o Nadal e o Djokovic possuem tantos recursos e os melhores profissionais trabalhando na performance, que provavelmente eles desfrutam de coisas que melhoram a muito a performance, mas que ainda não se enquadram como doping. A hiperbarica é só a ponta do iceberg, de muitas coisas que não estão a par do público.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Esse “Leonardo” que surgiu do dia p a noite com idéias muito semelhantes as do Marquinhos/ Renato/ Johnny/ Vitor Hugo (presta atenção Rodrigo Cruz, alta chance de fake) deve considerar normal q um jogador 6 anos mais velho q os outros dois, e que sempre teve preparo físico inferior a Rafa e Djoko, volte de contusão depois de 6 meses parado, vence o AO 2017 voando na final em 5 sets, mas aí é pura preparação física, nada q no futuro possa ser considerado ilícito, já os outros kkk. Aqui é diversão garantida kkk…

        Responder
        1. leonardo

          Eu não sou nenhum desses… Eu comentava aqui fazem anos, bem antes de você. Numa época que tinha nomes como Sergio Gonçalves, Submundi, Geraldo, Rafael Medeiros, Lógico… Eu apenas parei de frequentar aqui, pq é chato essa coisa de moderação, a demora para aprovar os comentários. Muitas vezes, o papo já foi quando foi aprovado o comentário. Antes teve uma época sem moderação, mas o pessoal torcedor do Nadal abusou demais da baixaria e ofensas com os outros. Até era divertido naquela época 😉

          Responder
  51. Sandro

    Considerando “SOMENTE” o critério “GRAND SLAMS”, atualmente, Nadal é maior no masculino e Margaret Court a maior no feminino, não há o que discutir…

    Responder
    1. Miguel BsB

      Se não há o que discutir, não sei o que eu e vários comentaristas aqui, o Dalcim, o Cozzensa, o Saretta, o Chiquinho Leite Moreira, o Narck Rodrigues, o Dácio Campos, o Peter Bodo, o Steve Tignor, o Willander, o Becker, o Sampras etc etc etc estão perdendo tempo discutindo isso…
      Dalcim, vc viu a afirmativa aí do colega, chega de discutir essa questão porque ele já decretou que não há o que discutir! rs
      Próximo tópico.

      Responder
        1. Marcelo

          Sim, mas nao detém nenhum recorde relevante… está virtualmente fora da discussao sobre o GOAT.

          QUanto a jogar bonito, tenho um amigo no clube que é muito bonito vê-lo jogar: joga de forma agressiva, backhand de uma mao e em duas ou tres jogadas esta na rede. Todos paramos para ver. Mas assim como o Federer, também esta fora da dispita pelo GOAT

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Como assim ele não tem recordes relevantes, se os principais recordes ainda estão nas mãos dele?

            Número de Slams (o qual passa a dividir com o Nadal), semanas como líder (310).

            Acho que quem não possui nenhum recorde relevante ainda é justamente o Covidão, com os seus 17 Majors.

            Ah, antes que eu me esqueça – esse teu exemplo do clube é risível.

            Se for assim também tem um PEREBÃO aqui no meu que recebeu o apelido de Novak.

            kkkkk

        2. Luiz Fernando

          Ele sempre disse isso, que novidade? Mas também diz sempre q há necessidade de aguardar o final das 3 carreiras p definir o Real patamar de cada um. E a tendência hj é q Federer fique com o título de mais habilidoso, o melhor jogador, mas não o maior. Aguardemos…

          Responder
          1. André Barbosa

            Caro LF, acho que você entendeu de forma errada a minha pergunta porque a ideia não foi polemizar ou forçar uma situação para dizer que o Federer é o “GOAT”; apenas quis saber a percepção do Dalcim já que muita coisa mudou depois da última vez em que vi ele falar sobre isso.

            Abs

      1. Rodrigo S. Cruz

        Opa!

        Ouviste essa, prezado Paulo F ???

        Para você que se esforça tanto para diminuir o Federer, deve ser triste, né?

        Pelo menos o Dalcim você vai concordar que entende de Tênis!!!

        Responder
      2. Paulo

        Penso que Djokovic atingiu um patamar superior. Realizou feitos que Federer jamais conseguiu. Venceu Nadal em todos os torneios importantes no saibro (Monte Carlo, Roma, Madrid e Roland Garros), conquistou o career grand slam e todos os masters 1000 duas vezes. O próprio Nadal declarou uma vez que jamais havia enfrentado um jogador que tenha atingido o nível que Djokovic atingiu. Por isso penso que ele está acima, apesar de toda plasticidade e beleza do jogo de Federer, e de todos os seus feitos, obviamente.

        Responder
        1. André Barbosa

          Paulo,

          Concordo, essa linha de raciocínio faz sentido; no entanto não sei se consigo colocar o Djokovic acima do Federer e do Nadal no geral, mas na minha opinião o momento de domínio dele foi algo nunca visto antes.

          Abs

          Responder
  52. Sandro

    Boa Tarde Mestre Dalcim!
    Parabéns pelo texto e os dados pra lá de interessantes!
    Como o tema do texto é o desempate em Grand Slams, e os que estão empatados são Nadal e Federer, vou comentar somente sobre os empatados Nadal e Federer e, por enquanto, deixar Djokovic de lado.
    Considerando que Nadal e Federer tem 20 títulos de Grand Slams, eu acho que a melhor forma de “desempatar” os dois é o “CONFRONTO DIRETO”. E em matéria de confronto direto, Nadal está muito à frente do Federer.

    Responder
      1. Luiz Henrique

        Verdade, por isso que os torcedores do federer preferem que o Nadal passe, mas não o Djokovic.
        Pq esses argumentos contra djokovic não valerão de nada…

        Responder
      2. Thiago Silva

        Agora vejamos em slams:
        Austrália
        Nadal 3×1
        Roland Garros
        Nadal 6×0!!!!!!
        Wimbledon
        Federer 3×1

        Resultado: Nadal 2×1 em pisos e 10×4 no geral.

        Responder
  53. Alice

    Gram Slam foi e sempre será Grand Slam no tênis.
    Eu me lembro que em décadas passadas, bem lá atrás mesmo. Quando havia esse empate, se considerava os confrontos diretos…aliás os ranking daquela época também era mais ou menos assim. E eu acho bem justo isso. No caso, considerar se os embates feitos entre os tenistas nesses grandes palcos. No caso, Nadal estaria à frente, vide que nos Majors têm retrospecto positivo contra Federer. Agora, quando for de geração difentes, aí sim poderíamos considerar outras façanhas, como os vices-campeonatos e números de semis e etc. Enfim, coisas que eu acho.

    Responder
  54. Vitor Hugo

    Resumindo o que eu penso:

    Federer é muito melhor que Nadal nas hards e grama, assim como o espanhol é muito melhor que o sulco no saibro, em uma proporção maior.
    Federer é melhor que Nadal em 2 dos 3 pisos que o esporte é disputado.
    Roger é o maior vencedor e o melhor jogador da história no slam mais importante e tradicional de todos e no piso verde, o mais difícil de ser jogado.
    Roger venceu slam tanto antes como depois da padronização.
    Roger tem 6 x 0 no finals, torneios mais difícil até que slam.
    Federer tem muito mais semanas na liderança e semanas seguidas na liderança do ranking.
    Roger tem muito mais fãs que o espanhol e uma marca muito mais lucrativa e maior tbm. Com certeza arrecada umas 4 ou 5 vezes mais que Rafa.
    Federer é muito mais técnico. Nadal é muito mais físico.

    Conclusão: Federer é muito melhor e maior que Nadal. O suíço é o melhor na grama, hards e no geral. Rafa é o melhor no saibro.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Então, Vitor.

      Para mim o Federer lidera, seguido pelo Nadal, e com o Djokovic correndo por fora, em terceiro.

      É muito provável que o sérvio ultrapasse eles dois, nos números principais do tênis.

      Mas, tudo isso, sem ter podido aliar o TÊNIS-ARTE a esses números…

      Razão pela qual a discussão sobre o GOAT tende a perdurar, indefinidamente.

      Abs.

      Responder
    2. Luiz Henrique

      Vitor Hugo, apesar de eu torcer pro Nadal, acho razóavel seus argumentos. Pode ser.
      Acho que é por isso que os torcedores do Federer preferem ser ultrapassados por Nadal do que por Djoko.
      Pq se Djoko ultrapassar, esses argumentos não valerão de nada contra ele.
      Ele será melhor que Federer em tudo que Federer é melhor.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Tenho vários argumentos pra provar que Federer é muito melhor e maior que Novak. Aí procurar nos arquivos, pois não quero ser repetitivo.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Tu tens apenas um que é o maior de todos: sua paixão.

          Todos os meus adversários que são maiores e melhores que eu, vencem muito mais que perdem de mim.

          Responder
  55. Rogério R Silva

    Boa tarde Dalcim.
    Interessante observar que muitos aqui acham o Senna melhor que o Schumacher,Hamilton e Prost.
    Mas não conseguem entender este caso aplicado no esporte razão deste blog.
    Dalcim,se puder fale algo sobre essa comparação.

    Responder
      1. Luiz Fernando

        Exatamente, por muitos, assim como Schumi tambem o é por outros tantos, outros Clark, outros Fangio etc. A formula Mercedes me parece impedir q Hamilton entre nessa conta…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E por acaso não tivemos a Fórmula Ferrari ?. Existe um Piloto que foi contratado para desenvolver o motor Mercedes. A confiança era tanta no cara com físico de CR7 , que lhe deram um contrato de Dois anos com opção para mais dois . Schumacher foi simplesmente varrido pelo futuro Campeão Mundial , Nico Rosberg, durante TODO o período de seu contrato. Para o seu lugar foi contratado o jovem que bateu Fernando Alonso no seu primeiro ano de F 1 em 2007 , então segundo Piloto na Mclaren. Esse garoto se chama Lewis Hamilton. Sem choro … Abs!

          Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Rogério,

      no tênis o resultado depende 90% do próprio atleta, na Fórmula 1 depende 90% do carro.

      Além disso, o Senna morreu de forma prematura e no auge.

      Não dá para simplesmente considerar somente o que ele ganhou.

      E o fato dele ter corrido na era romântica da Fórmula 1, que tinha um nível bem mais elevado que a dos tempos do Schumacher e Lewis, SEMPRE vai entrar nesta equação…

      É por isso que ele encabeça várias das listas dessas “lendas”.

      Portanto, não somos nós os brasileiros a afirmar que o cara é melhor e pronto.

      E maior base é a imprensa especializada de OUTROS países: Reino Unido (berço da F-1), Itália, Espanha, etc.

      Revistas, jornais e outras formas de mídia que ouviram:

      ex-pilotos, pilotos em atividade, engenheiros, ao longo de duas décadas.

      E o resultado tem sido esse.

      Tem dado Senna…

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      DIfícil dizer, Rafael, tanto pela longa parada do circuito como pela maior velocidade do piso. Mas com uma chave boa, ele poderia ter ido longe.

      Responder
  56. Luiz Henrique

    Uma marca interessante que vou mencionar, não sei se tem tanta relevância ou não na discussão, mas salvo engano, Nadal não tem o recorde de semanas consecutivas no top 10 em todos os tempos? Não que isso seja mais importante do que semanas como nº 1, mas é algo que chama atenção né?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele é o segundo nesse quesito, Luiz, mas está apenas uma atrás de Connors e é líquido e certo que irá ultrapassar. Rafa tem a maior quantidade de semanas como top 2.

      Responder
  57. Rafael Azevedo

    Alguém comentou: Que comece a ginástica mental! (acho que foi o Rubens Leme).

    De fato, já vemos aqui diversos comentários colocando argumentos diversos para defender seu ídolo como o melhor, tentando “desempatar” a disputa (apesar de que o post deveria estar destinado apenas a uma análise sobre GS).

    Acho que isso só rechaça o fato de eles estão, de fato, EMPATADOS!

    Responder
  58. Sandra

    Dalcim , o melhor dos três e aquele o qual nos identificamos mais , por isso acho o Djokovic melhor , pelo menos ele mostra mais as emoções , não fica naquela de politicamente correto

    Responder
  59. Marcelo Costa

    O maior feito do Nadal, foi vencer o Federer em wb, lá ele se provou um tenista genial, e não permitir que seus rivais o derrotassen no saibro, e suas vitórias foram contundentes para deixar dúvidas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que cada um tem sua peculiaridade e obviamente depende também do estilo de cada um. Mas no geral eu diria que jogar na grama é mais difícil, porque existem muito poucos torneios e a adaptação é sempre complicada. Aliás, eu costumava dizer que o maior feito de Nadal era ganhar Wimbledon e não Roland Garros.

      Responder
  60. Rubens Leme

    Para quem acha que alemão não tem senso de humor, recomendo o filme “Adeus, Lênin!”.

    Aliás, o cinema alemão dos últimos 25 anos produziram excelentes obras.

    Responder
    1. periferia

      Olá Leme

      O filme é muito bom mesmo….ri muito quando assisti…e nem é a proposta inicial do filme…ser uma comédia.
      Crítica tanto o socialismo como o capitalismo…é um filme de utopias políticas.
      Pena que ela não aguentou…..rs
      Um dos primeiros papéis de Daniel Brühl (O Niki Lauda de Rush)….

      Abs

      Responder
      1. Rubens Leme

        O cinema alemão voltou a ficar na moda com Corra, Lola, Corra, com a co-estrela de Matt Damon nos dois primeiros filmes Bourne (Franka Potente). Também há um filme interessantíssimo do mesmo diretor de Christiane F (Uli Edel), chamado o Grupo Baader-Meinhof (que a Legião Urbana usou como título em uma faixa do seu primeiro LP), sobre os grupos terrroristas. Muito didático, especialmente o raciocinio de um dos chefes de polícia alemã sobre a nova ordem de violência, prevendo que no futuro as principais batalhas não seria entre países, mas contra os grupos terroristas.

        Dennis Gansel, em 2009, dirigiu o excelente A Onda , uma história que fala sobe um professor que vai ensinar sobre autoritatismo e, sem querer, começa um movimento fascista na escola.

        Responder
        1. periferia

          Olá Leme

          Coincidentemente a Netflix lançou um documentário sobre o assassinato do Rohwedder (ele foi o responsável por unificar economicamente as suas Alemanhas).
          Quem assumiu o assassinato foi a RAF…mas existe teorias com a STASI….é um documentário interessante …a reunificação foi mais que um simples muro.
          Lembro de Cristiane F….chocava mais pelo título brasileiro do que propriamente o filme.
          A Onda é atual.
          Tem um diretor Michael Haneke…tem filmes excelentes…causa certo incômodo…mas são bons.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Christine tinha umas cenas incômodas, como a do banheiiro. Mas a Christiane real virou uma pessoa doente, que depois exaltava o nazismo, completamente destruída pelas drogas. Vi alguns documentários e entrevistas dela.

  61. Daniel

    Dalcim, gostaria da sua opinião sobre os dados abaixo que acredito também ser bem relevantes, apesar que sou federista. Eu sei que você deu ênfase aos Grand Slam, mas acredito que esses dados abaixo são importantes pra tentar um desempate.

    – O Nadal jogou muito menos slam que Federer, com isso aumenta a porcentagem de aproveitamento de Nadal.
    – O Nadal ganhou mais masters 1000 que Federer
    – O Nadal ganhou medalha de ouro em simples e duplas nas Olimpíadas, enquanto que o Federer ganhou prata na simples e ouro nas duplas
    – H2H entre os dois tem uma diferença enorme a favor do Nadal, principalmente nos slam
    Ao lado do Federer tem as semanas como número 1 do mundo e o ATP Finals.
    Concorda Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, esses são os números. Mas, como você percebeu, tentei manter o assunto no campo dos Slam, já que o empate aconteceu aí e não em outras áreas.

      Responder
  62. GUILHERME MARTINS DE SOUZA

    Dalcin, obrigado por levantar esses dados, mas fiquei com a impressão de que apresentados descontextualizados levam a uma análise equivocada.

    Não temos como tapar o sol com a peneira: o auge do Federer se deu na entressafra. Sei que pode parecer desrespeitoso com ele dizer isso, mas não é essa minha intenção.

    Analisando seu desempenho depois de 2010, com a ascensão dos dois maiores, percebemos que seus feitos desabaram. E o debacle poderia ter sido antes, se Nadal não tivesse se contundido em 2009, pois desde 2008 o espanhol já era superior ao suíço, como ficou evidenciadono ranking, bem como na final de Wimbledon daquele ano.

    Sinceramente? Federer deu sorte em ser 5/6 anos mais velho que seus maiores adversários. Deitou e rolou em cima do Roddick e C&a. Ganhou tudo e mais um pouco qdo seu maior adversário era o Nadal teen. Foi um dos maiores que vi? Foi! Dono de um tênis rápido e agressivo, porém, não foram poucas as vezes que sua esquerda e cabeça o traíram, fazendo dele o menos sólido. O tanto de vezes que o vi “amarelar” contra o Nadal, não dá nem para contar.

    Enfim…

    De qualquer forma, parabéns pelo seu trabalho e pelo levantamento dos dados brutos.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E parabéns por ter lembrado das 7 consecutivas que o Suíço venceu fora do Saibro desde 2015 . E de também retornar ao N1 com 36 1/2 , em 2018 kkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
  63. Fernando Peixoto

    Dalcim, bom dia. Você não acha que é injusto comparar Federer com Nadal? O suíço é cinco anos mais velho. Imagine quanto Rafa pode conquistar nos próximos cinco anos? Abçs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É exatamente por isso que meu texto faz questão de frisar os números absolutos mas também os percentuais. Isso permite visão mais ampla.

      Responder
    2. Miguel BsB

      O Nadal novamente tá reclamando de problemas físicos. O próprio Dalcim disse no último post que é grande a probabilidade do espanhol começar a selecionar bem os torneios que disputa.
      Dificilmente ele vai ter uma carreira tão longeva quanto a do Federer…não vejo ele jogando mais 5 anos.
      E, quando o físico começar a abandoná-lo, é provável que seu desempenho e porcentagens de vitórias dê uma caída.

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Segundo esse blog, o físico começaria a definhar aos 25 anos.
        Depois aos 27
        Depois aos 28.
        Depois aos 31.
        Um dia acertam.
        Você não vê ele jogando mais 5 anos?
        Se vc está aqui há muitos anos, aposto que falou isso 10 anos atrás.
        Um dia acertam.
        Se errar, daqui a 5 anos, vai dizer que não vê ele jogar mais 5 anos.

        Responder
          1. Luiz Henrique

            Eu nem sou torcedor de Djokovic. Sou de Nadal, embora ache que Djoko tem tudo para ser o maior.
            Quando ao meu post acima, é só ir nos arquivos do blog.
            Pena que não tem mais os arquivos de 2012 pra trás, mas eu vinha fazendo uma coletânea.
            De 2013 em diante tá aí, é só ir lá ler.
            Federer tinha 31, aí os gênios diziam que djokovic e nadal nunca estariam em alto nível aos 31.
            Parece piada, mas é verdade.

        1. Miguel BsB

          Se apostou, perdeu!
          Pague a aposta.
          Porque eu nunca disse que ele se aposentaria 10 anos atrás…
          Te desafio a localizar uma só postagem minha dizendo isso.
          Agora, nesse momento, reafirmo. Nadal se aposenta em no máximo 5 anos.
          Daqui a alguns anos vc pode voltar aqui e apostar o que vc quiser…

          Responder
  64. Alexandre

    Bom dia Dalcim.

    Você saberia me dizer onde consigo comprar equipamentos de Touch Tennis no Brasil? Ou então onde eu poderia importar, se não tiver à venda por aqui?

    Obrigado.

    Responder
  65. RUBENS GAVETTI

    que engraçado como esse blogueiro puxa a sardinha pro lado dos dois preferidos dele, inacreditável!
    Que tal vc mencionar outras coisas muito mais importante do que numero de vitorias em um torneio em que Federer tem 6 anos a mais que os outros 2? é lógico que ele tem que ter mais vitória e matemática não concorda?
    Bom, já que vc esconde fatos que realmente importam para decidir quem é o melhor, segue:
    o primeiro e mais importante a meu ver: hxh, e o Djokovic vence os 2…só ai já encerraria a discussão!
    maior numero de masters 1000!
    golden master(por 2x venceu todos os torneios desse porte em todos os pisos, os outros 2 não chegam nem perto de conseguir uma vez sequer.
    recorde como numero 1 que já pode se considerar quebrado por Djokovic, ai pra mim é outro fator muito mais importante que recorde de slam, quem ficou na ponta por mais tempo.
    Dojokovic e nadal ainda possuem mais 5 ou 6 anos para acumular títulos enquanto Federer já é passado, então, acho que a disputa esta entre os 2, e já podem descartar Federer.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O texto fala exclusivamente dos Grand Slam, preste um pouco mais de atenção antes de comentar. O assunto não é o tal Goat que vocês tanto se digladiam.

      Responder
    2. Jonas

      Você deve torcer pro Djokovic, também torço.

      Olha cara, esses 5 ou 6 anos não são certeza. Veja bem, você está afirmando que Djokovic e Nadal irão jogar em alto nível até 38, 39 anos…assim como Federer. Será?

      Esses dois ETS (sérvio e espanhol) não estão “velhos”. Acho que o nível técnico e físico de ambos mostra isso. Agora, eles são jogadores de fundo, ficam mais tempo trocando bola do que andando pra frente para definir rápido os pontos, como faz o Federer.

      Não estou dizendo que são passadores de bola. A final de domingo passado deixa óbvio que Nadal é agressivo da base, assim como o Djokovic, que também já cansou de provar isso. Mas o jogo deles é bem exigente…não vou duvidar de ambos porque o Nadal já calou minha boca antes (achei que jogaria até os 30). Agora, jogar até 39, 40 anos nesse nível é muito complicado. Federer tem seus méritos, seleciona torneios e não costuma ficar tanto tempo em quadra, abs.

      Responder
      1. Luiz Henrique

        “Olha cara, esses 5 ou 6 anos não são certeza. Veja bem, você está afirmando que Djokovic e Nadal irão jogar em alto nível até 38, 39 anos…assim como Federer. Será?”

        Em 2006 disseram que Nadal não jogaria aos 25.
        Em 2008 disseram que Nadal não jogaria aos 27.
        Em 2009 disseram que Nadal não jogaria aos 28.
        Em 2011 disseram que Nadal e Djokovic não jogariam aos 30.
        Em 2012 disseram que Nadal e Djokovic não jogariam aos 31.
        Um dia acertam né? Talvez em 2025 vcs falem que eles não jogarão bem aos 44, sei lá.
        Isso tudo aí em cima e sério. Eu vinha até fazendo uma “coletânea” desses comentários

        Responder
        1. Jonas

          Você acha que é fácil jogar nesse nível até 40 anos?

          Se eles conseguirem, o que eu espero, vão continuar vencendo Slams. Eu torço muito por isso.

          Responder
          1. Jonas

            Ah, eu acho absurdo aposentar um tenista com 25 anos. Mas não duvido, já que na época os Federistas tinham ódio pelo Nadal.

          2. Sérgio Ribeiro

            Incrível. O Cara sumiu várias vezes do Circuito alegando “ lesões “ e chegava mortinho no “ Quinto Slam “ desde jovem . Continua ZERADO no Torneio que reúne os 8 melhores de TODA a Temporada. Aos 34 depois de ficar parado desde Março, pula toda a Gira das duras Norte-americana, pula o USOPEN, é eliminado precocemente de Roma , somente teve TRÊS oponentes fortes em RG ( todos venceu em Sets diretos ) e ameaça dar por encerrada a Temporada . Esta é a real história do Touro Miura . A desconfiança sobre o seu presente e o seu Futuro , foi sempre alimentada pelo próprio Tenista . Abs!

          3. Jonas

            Não vou comentar essa suspeita de doping, porque aí vai sobrar para outros tenistas. Federer está aí com 39 em alto nível, enquanto Djokovic é número 1 aos 33.

            Eu não achei que Nadal jogaria em alto nível após os 30. O motivo para mim eram as seguidas lesões que esse cara tinha, sendo que também tem um estilo de jogo extremamente desgastante (não dá nem para comparar com o Federer). Mas ele surpreendeu muita gente, então não vou fazer previsões porque esses caras são muito diferentes do resto.

          4. Luiz Henrique

            Jonas “Eu não achei que Nadal jogaria em alto nível após os 30. O motivo para mim eram as seguidas lesões que esse cara tinha, sendo que também tem um estilo de jogo extremamente desgastante (não dá nem para comparar com o Federer). Mas ele surpreendeu muita gente, então não vou fazer previsões porque esses caras são muito diferentes do resto.”

            Parabéns pelo comentário.
            Tem gente que está há mais de 10 anos fazendo “brilhantes previsões” de longevidade.
            Pelo menos vc teve a humildade de parar de fazer essas previsões.
            Para os que fazem essas previsões há mais de 10 anos sem parar: um dia acertam, claro.

  66. Silvio Lanto

    Bom dia,
    Acho que a dimensão de qualquer competidor profissional, seja em qualquer modalidade, não tem a ver só com o que ganhou, mas também com o que perdeu e principalmente como perdeu.
    Na minha opinião, o DJOKO é um dos maiores da História (mas numa lista estendida) porém “perdeu muitos pontos” nesse ranking com a vergonha que passou no Domingo na final de RG. Mal comparando com um esporte, se é que dá para chamar assim, e que eu não dou pouquíssima importância, é o caso daqueles Vitor Belfort e Anderson Silva no MMA, que mesmo tendo sido muito vencedores, a forma e quantidade de humilhações que se submeteram certamente “contaminaram” e bem a avaliação da carreira deles como um todo.

    Responder
  67. Marcelo

    Excelente, como sempre. Mas qual destes conta para a conragem do GOAT?

    A partir de 2021, aparentemente nao havera mais empate triplo:
    – Federer nao lidera mais o de GS (Virtualmente ultrapassado por Nadal em RG 2021)
    – Nao lidera MS (Djoko e Nadal)
    – Nao lidera terminar ano como lider do ranking (virtualmente Djoko)
    – Nao lidera semanas na liderança (virtualmente Djoko)
    – Maior vencedor de torneios (Conors)

    Sobrou qual recorde relevante? Recorde de finais e semis, backhand mais plastico… NAO contam (valem menos pontos que torneios futures na “contagem GOAT”)

    Em resumo, creio que a partir de agora, devemos discutir agora um desempate apenas duplo….

    Aos torcedoes do Federer, restará assistir aos videos de melhores jogadas do suisso, até cansarem…. e argumentarem (com razao) que Federer tem numeros melhores que Sampras na briga pelo terceiro lugar…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Pois é caro Marcelo , de acordo com seu brilhante raciocínio , as irmãs Willians e o Suíço somente jogam por $$$$$$$$$ rs . Até mesmo Wilander reviu radicalmente seus conceitos pós RG 2020. Cravava como certo Novak terminando como o recordista absoluto de SLAM . Ontem ao Eurosport mandou : “ imaginei que Novak venceria e Nadal agora abriu Três . Acredito que ele pode administrar a diferença e tornar as coisas mais difíceis. Sobre Roger é difícil falar por se tratar de um Gênio “ . Depois de ler esse Post e a quantidade de recordes que ainda perduram do Craque , fico pensando como alguém pode afirmar que o Suíço somente vai ser lembrado por alguns momentos esporádicos de sua mais que brilhante carreira . Ou não conheces nada do Esporte ou adoras uma polêmica. Na boa , fico com as duas opções rs . Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps . Fingiu durante algumas semanas ser torcedor do Craque Suíço. Na verdade caistes aqui de paraquedas …Ao menos com esse Nick rsrsrs Abs!

        Responder
      2. Marcelo

        Citei apenas a Venus, meu caro. Nao coloque palavras no meu teclado.

        Os demais continuam competitivos e seguem a linha da qual vc acredita, ou ja nao estariam mais em alto nível.

        Perceba a “sutil” diferença da situaçao da Venus e dos demais que vc cita:
        – a Venis entra em quadra para apanhar ( e evnetualmenre consegue uma vitória). Mas leva seus trocados e mantém os patrocinios;

        Ja os outros dois estao entrando e brigando por vitorias e por titulos.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Marcelão,

      o SUÍÇO Roger Federer continua sendo considerado o primeiro da lista, para a maioria dos experts e do público, gostem ou não.

      E, por favor, não tente inverter a ordem das coisas.

      Quem continua como “terceirão” é o sérvio mesmo com os 3 Grand Slams a menos…

      Responder
      1. Marcelo

        Sim, continua. Mas só até Julho de 2021. Depois dessa data conversamos e verá que o GOAT nao faz sentido sem contagem de GS e semanas na liderança desde os tempos do Lendl, pelo menos.

        Mas nao se preocupe, nao vou fazer como o colega acima, que procura posts anteriores com comentários de outros colegas, nem como o outro, que esta mais interessado na plasticidade do que nos numeros..

        Responder
  68. Luiz Fernando

    No outro tópico o Rodrigo Cruz me arguiu sobre o q eu tenho contra o Kyrgios? Acho q um excelente jogador, dotado de grande habilidade, como amplamente comentado aqui, mas por outro lado o acho um péssimo exemplo como atleta, pois entrega jogos deliberadamente, algo indesculpável no caso de um tenista q se diz profissional. Justamente por isso, não o vejo como um exemplo a ser seguido por jovens e crianças, com os quais ele se diz preocupado. Apenas isso…

    Responder
  69. Evaldo Medeiros

    Dalcim, bom dia. O que vou perguntar agora sei que é algo muito subjetivo e pessoal, mas me intriga Roger chamar diversas vezes o Nadal de amigo, atitude que não foi recíproca por parte do Nadal. O espanhol sempre diz apenas que os dois tem bom relacionamento e se respeitam. Aliás, Nadal provou não estar interessado em ter a amizade ou uma maior proximidade do Federer, pois, já o convidou para eventos formais, como a inauguração de sua academia, mas que eu saiba nunca o convidou para eventos informais ou familiares. O que você tem a falar disso?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho uma discussão sem qualquer propósito. Muito provavelmente, são amigos de profissão e não de afinidades pessoais, porque afinal existe diferença de idade e cultura. Já vimos dezenas de informações de que eles se falam diretamente quanto a assuntos do tênis, como o caso da substituição do presidente da ATP. E não vejo qualquer problema em Federer o chamar de amigo.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Boa , caro Dalcim . Impressionante esses caras se preocuparem até com casamentos, sem saber se as mulheres se dão bem . Dizem que Mirka prefere a mulher de Novak . E Rafa Nadal afirma que andam se falando muito devido a ATP. Ou seja , uma falta do que fazer aliado ao fanatismo exacerbado. Os dois provam que não estão nem aí rs Abs!

        Responder
  70. Cleber

    Esses sim são dados excelentes para se fazer essa comparação. A coluna do cossenza nao faz o menor sentido. 20 é igual a 20, nao tem como 20 de um valer mais que do outro. Esse papo de porcentagem então, que besteira! Se eu ganhar mil reais jogando na loteria 5 vezes e você ganhar jogando 3 vezes, seus mil reais valem mais que os meus??
    Acredito que saindo dos slams para desempatar com outros números da carreira, a sequência seria a seguinte: semanas como número 1, títulos olímpicos, títulos de atp finals, total de masters total de títulos e confronto direto, nessa ordem. O que acha, Dalcim?

    Responder
    1. José

      Apesar de 1 título de ATP Finals ser mais importante do que 1 título de M1000, para o recorde, pra mim, o mais importante é o de M1000. Pelo motivo de que o ATP Finals só privilegia jogadores que gostam de jogar indoor e quadras rápidas. Nesse sentido, o ATP Finals devia alterar o piso todo ano para ser uma comparação plausível. Seria o mesmo que se esse campeonato fosse só no saibro. Daí já saberíamos que seria o recordista dele.

      E pra mim, a ordem de comparação seria: Slams, semanas como número 1, confronto direto, total de m1000, total de ATP Finals, total de títulos, títulos olímpicos, nessa ordem

      Por essa ordem, os maiores no momento em cada quesito são
      Slams: 1. Federer e Nadal, 2. Djokovic
      Semanas como líder do ranking: 1. Federer, 2. Djokovic, 3. Nadal
      Confronto direto: 1. Djokovic, 2. Nadal, 3. Federer
      M1000: 1. Djokovic, 2. Nadal, 3. Federer
      ATP Finals: 1. Federer, 2. Djokovic, 3. Nadal
      Total de títulos: 1. Federer, 2. Nadal, 3. Djokovic
      Títulos olímpicos: 1. Nadal, 2. Federer, 3. Djokovic

      Nesse sentido, acredito que talvez o Federer no momento tenha melhores números que Nadal, mas considerando que Djokovic vai destronar o Federer em semanas como número 1 e que Nadal deve passar o Federer em Slams, acho que Federer vai ficar pra trás no ano que vem. E se Djokovic, de alguma forma, conseguir empatar os 20 de Federer e Nadal, não vai ter como não considerá-lo o maior, porque nos outros quesitos mais importantes ele manda muito bem.

      Se fosse pra dar um palpite, acho que Nadal vai ser considerado no final das três carreiras o maior de todos os tempos. Mas vai ser longe de ser unânime. Vai ser mais difícil do que James X Jordan, ou Pelé X Messi. Mas interessante que há uns tempos atrás o Federer era considerado unânime o maior e melhor. Hoje isso tá muito, mas muito dividido.

      Responder
  71. Antônio Luiz Júnior

    Dalcim, essa é uma discussão eterna, e que por mais que sejam fundamentada em números, temos apenas uma única certeza: temos o privilégio de poder assistir aos três maiores jogadores de tênis da história. Três gênios que se defrontam e se completam. Cada qual tem o seu tamanho e a sua importância. Parabéns pelo excelente texto, como sempre, muito didático, informativo e muito bem escrito. Você também é um gênio com as palavras…

    Responder
  72. leonardo

    Não há nem discussão, pois o Nadal tem uma carreira muito focada no saibro (25% do circuito apenas). Se ele chega a 24 slams com mais 2 RG, ainda fica atrás dos dois outros no tenis como um todo. Ele precisaria ganhar mais um punhado de Australia Open e Wimbledon, Finals e ser recordista número 1 por muito para ser cogitado como o maior de todos.
    O pessoal doido pelo Nadal fica chorando quando as pessoas colocam essa minha argumentação, mas a vcs digo para fazer um exercício de racíocinio: Vamos supor que o Nadal vença mais 2 RG e vcs continuem colocando ele como o maior. Daí surge um filho do Karlovic com 2.30mt de altura e vença 25 Wimbledons, , mas obviamente não ficou tantas semanas como n° 1, pois ele dominou apenas 25% dos slams.
    Na lógica de vcs, ele estaria à frente do Nadal, não é verdade? Na minha e de quem raciocina com a razão, esse suposto filho do Karlovic estaria atrás do Nadal, Djokovic e Federer, pois também não dominou o circuito todo. Façam isso, pensem sem a paixão que vcs enxergarão mais claramente.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Que comentário estapafúrdio, típico de torcedores do suíço, que como bem comentou o nobre blogueiro Vitor Hugo, não se importam se Rafa ultrapassar o cara em GS vencidos kkkk. O exposto é tão sem nexo, tão sem noção, e vejamos porque: 1) alguém com a altura citada teria grandes dificuldades de mobilidade p vencer um GS, vide o pai do suposto multicampeão imaginário; 2) se alguém vencesse 25 W com certeza teria vencido também muitos AO e USO, ou seja, teria uns 35 GS, e é claro q seria o indiscutível GOAT. Mas vamos nos focar no real e não na viagem na maionese: NO MOMENTO Federer é o GOAT, na visão da grande maioria, entre os quais me incluo, pois é o de maior habilidade (critério menor, pois é subjetivo) e tem os principais recordes do tênis (critério maior, contra fatos não há argumentos). Mas mesmo esse pensamento não é consensual. Veja por exemplo o comentário do Cossenza no site UOL, ele valoriza mais os 20 GS de Nadal q os do suíço; Sampras, q deve entender um pouco de tênis, considera q em um momento Federer não teve adversários a altura etc. Em resumo: Federer no futuro, sem dúvida, após o final das 3 carreiras, será tido como o mais hábil e com “plástica” dos golpes mais agradável para se ver . Não vejo como isso possa mudar. Quanto as conquistas, recordes, GOAT etc, a história ainda está sendo escrita. E veja abaixo o comentário do Dalcim: NO MOMENTO, com as 3 carreiras ainda não finalizadas, existem argumentos q respaldam diferentes pontos de vista…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E não muda mesmo a lorota . Você sabe a idade que Pete Sampras resolveu largar ? Os oponentes que estavam batendo nele : Safin , Hewitt ( ficou dois anos consecutivos como N 1 com Sampras com apenas 31 ) , GUGA 2000 a 2002) , Roddick e CIA passaram em seus auges a serem oponentes de Federer. Nem citei Agassi pois GUGA não dava mais. Como não tinha oponentes informadissimo, LF ? TODOS Ex- N1 do Mundo em sequência. infeliz declaração de Sampras que já pegou Connors, Big Mac , Edberg , Becker e Lendl em idade avançada. A partir de 93 , ele e Agassi faturaram juntos 22 SLAM. A soma de Becker + Edberg + Lendl + Big Mac = 27 SLAM . E Rafa Nadal foi de 2005 a 2008 como N 2 . Esse teu papo já deu por não ter respaldo. Tem sim recalque rs Abs!

        Responder
      2. leonardo

        Você acaba pensando muito com a emoção e não com a razão por se tratar do seu ídolo. O que você não entende ou finge que não entende, é que para ser o maior, é o conjunto da obra e não se a pessoa ganhou alguns slams a mais, que é apenas um dos critérios.
        O maior critério são semanas como n° 1, pq ela engloba todos os critérios , todos os torneios e contra todos oponentes, afinal, só permanece como n° 1 quem está dominando a maioria dos torneios e adversários.
        Não adianta o cara ter mais slams e perder como número 1 e não ter nem 1 atp finals. Por isso que ele falha no conjunto da obra.
        E também as conquistas dele, a maioria são numa illha de 25% que é o saibro, enquanto que o 75% quem dominou foram o Federer e ultimamente o Djokovic.

        Responder
    2. Rafael Azevedo

      Mas, ninguém dominou o circuito todo. Assim como Nadal não dominou a Hard e a Grama, Federer e Djokovic não dominaram o saibro.
      Porém, o Nadal foi melhor nos pisos fora do saibro do que Federer e Djokovic o foram no saibro.

      Nadal tem 5 GS (+ 5 vices) e 10 M1000 na Hard, além de Olimpíadas e Copa Davis (este último em um piso indoor), e 2 GS na grama, além de 5 finais e 7 semifinais. Ou seja, tirando Federer e Djokovic, ele foi, sim o mais dominante nesses pisos, em sua geração.
      Fora do saibro, ele tem 7 GS, mais do que Borg, Ivan Lendl, Wilander e Rosewall, o mesmo que o McEnroe e Agassi, e 1 a menos do que Connors.

      Ou seja, se não fosse Federer e Djokovic (os maiores vencedores da história fora do saibro), o Nadal seria o mais dominante em todos os pisos em sua geração e, provavelmente, na história.

      É claro que o oposto também é verdadeiro. O Federer e o Djokovic só não dominam o saibro por causa do Nadal.

      Mas, o ponto aqui é que você não pode usar este argumento para retirar o Nadal da disputa, já que o mesmo vale para os outros 2.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Aliás, se contarmos a partir de 2008, ano em que o Nadal venceu o seu primeiro slam fora do saibro (com apenas 22 anos), ele e o Federer possuem 7 GS fora do saibro, desde então. Quem dominou, a partir dessa época (na verdade, um pouco depois), fora do saibro, foi o Djokovic, com 16 conquistas.

        O domínio do Federer foi maior quando o Nadal e o Djokovic ainda não eram ameaças.

        Mas, isso se deve ao fato de o Federer tem envelhecido ou por ter encontrado adversários à altura??

        Nunca saberemos. São apenas pontos de vista. Mas, exatamente por isso que não podemos excluir o Nadal da disputa.

        Responder
      2. Rafael Azevedo

        E o Nadal ficou mais de 200 semanas como n°1. É um feito e tanto.
        Apesar de estar consideravelmente abaixo de Federer, Djokovic e Sampras.
        Mas, o fato é que o Nadal perdeu diversas chances de defender títulos devido às lesões (por exemplo, WB 2009, quando ele foi o vencedor em 2008 e 2010).
        Muitos já postaram aqui a quantidade de GS e torneios de fim de temporada que o Nadal perdeu por estar lesionado. Ele, certamente, teria mais algumas semanas.
        Além disso, é nítido que nos últimos anos ele não está mais se preocupando com isso. Ano passado ele pulou a gira oriental e alguns torneios da gira americana (e ainda terminou como o n° 1), esse ano ele pulou Cincinnati (onde não tinha nenhum ponto a defender) e está ameaçando pular Bercy e o Finals.
        Esses “pulos” também atrapalham. Veja o Djokovic indo jogar o ATP 500 de Viena só para garantir o n°1. O Nadal não está mais fazendo isso há alguns anos.

        Responder
      3. Luiz Henrique

        Exato Rafael Azevedo.
        Falam muito que Djoko e Federer só não ganharam mais no saibro por causa do Nadal, mas o inverso é verdade.
        Vamos lá: os 2 tem 5 finais de RG. Nadal tb tem 5 finais em cada um dos outros majors.
        Sabem quantos wimbledons Nadal teria se não fosse federer e djokovic? Além dos 2 que ganhou, teria 2006, 2007, 2011, 2018 e 2019.
        Australian Open: teria além do que ganhou, os títulos de 2012, 2017 e 2019.
        Além disso terminou 5 temporadas como número 1. Falam muito do número de semanas, mas o número de temporadas finalizadas como número 1 foi bem próximo aos outros 2.
        Não estou querendo com isso dizer q com ctza Nadal é o Goat. Tem espaço pra discussão, apenas estou rebatendo alguns argumentos contra que ao meu ver são fracos. Essa questão de querer tirar a importância do saibro então, é uma baboseira total

        Responder
      4. leonardo

        Não trabalho com achismos, então vamos lá ao entendimento… o maior indicador de dominação o circuito todo é entendido como permanecer como n° 1, já que só permanece como n° quem está ganhando e chegando em rodadas finais. Vencer um slam, pode dar um estado temporário de n°1, mas não vai permanecer lá se o desempenho não for tão bom em outros torneios. Isso acontecia bastante no feminino de alguém chegar a n°1 por um bom torneio, mas cair logo depois.
        Justamente ser n° 1 por bastante tempo, combinado com títulos no atp Finals, que é o evento que não joga pangaré, você sempre vai jogar com o top8. Se não ganha o finals, quer dizer o tenista nãoé tão bom assim no geral.

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Hehe, estavam faltando os haters do Nadal nesse blog, ultimamente. Mas, vamos lá…

          Primeiro, o Nadal não se enquadra nos casos citados por você. Ele passou mais de 200 semanas como n°1 e terminou como líder do ranking por 5 temporadas. Isso é, sim, consistência como n°1. É completamente diferente dos casos de Guga, Murray e Carolina Wozniacki. Se fosse como vc está falando, Nadal deveria ser n°1 após RG, mas perderia o posto ao fim da temporada. Mas, não é o caso. Ele foi o líder ao fim de 5 temporadas.
          O fato (não é achismo) é que ele foi impossibilitado de defender vários pontos por lesão, pulou torneios e também chegou aos torneios de fim de temporada bem desgastado, muitas vezes. Não tem como negar isso. Claro que não posso afirmar que ele teria defendido seus pontos, mas não tem como duvidar de que ele chegaria a uma semifinal ou final, o que certamente lhe manteria algumas semanas mais.
          De todo jeito, o que ele conquistou em termos de ranking já é bom o suficiente. Ele não precisa estar à frente do Federer e do Djokovic nesta questão para ser grande.

          Quanto ao Finals, eu concordo que esse é o grande calo do Nadal. Um postulante a GOAT deve, sim, vencer esse torneio. Essa é a principal razão pela qual considero o Federer o maior, ainda. Apesar de que existem alguns argumentos para minimizar essa mancha na história do Nadal, como o fato do Finals não ter diversidade de pisos (como os Slams e os M1000) e de o Nadal chegar diversas vezes desgastado ao final da temporada. Ainda assim, ele teve umas 2 ou 3 finais lá. Ele teve suas chances.

          Mas, tudo bem que você não considere o Nadal como o maior. Eu também não considero. O problema é você ignorar e desprezar os seus feitos. É totalmente compreensível que pessoas o tenham como GOAT. Ele tem currículo para isso

          Responder
          1. Luiz Henrique

            Rafael Azevedo, perfeito comentário. Assino embaixo de tudo.
            Inclusive de que tb não considero, ainda, Nadal Goat, mas assim como vc vejo alguns argumentos contra ele sem pé nem cabeça.

    3. Thiago Silva

      O máximo que o Karlovic já fez foi quartas em Wimbledon. Se o filho dele conseguir a proeza de ganhar 25 Wimbledon da sim pra considerar o maior de todos.

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Kkkkk, tb fiquei com vontade de responder isso, mas me segurei.
        O ruim do exemplo é que não vou aguentar ver esse filho de Karlovic jogar…
        Aliás, só desse exemplo ter sido para wimbledon e não para roland garros, vc vê é mais fácil ganhar wimbledon sem jogar tênis do que roland garros…
        Obviamente que nunca foi o caso do Big3, que são brilhantes, os 3

        Responder
        1. leonardo

          Wimblçdon é fácil de ganhar? Estranho que o Rafa só possui 2 titulos lá, um que pegou o Federer me 2008 em ano que ele não teve preparação devido à mononucleose e 2010 em que ele venceu só jogando contra babas e um Berdych na final. hahaha

          Responder
          1. Luiz Henrique

            Onde foi que eu disse que era fácil de ganhar??
            Só quis dizer que é mais fácil um jogador que tem só saque ganhar. Apenas isso.
            Quanto ao seu comentário sobre Nadal em wimbledon…só digo uma coisa: sem federer e djokovic nadal teria mais títulos de wimbledon do que eles teriam de roland garros sem nadal.

          2. Luiz Henrique

            E outra Leonardo, fica tranquilo aí…eu hora nenhuma disse, por exemplo, que Nadal é maior que o Federer. Pra mim Federer é um monstro.
            Eu participo, comento algumas coisas, contesto algumas coisas, mas não tem um comentário meu dizendo que Nadal é maior.
            Eu mesmo nem embarco nessa onda de entressafra que falam do Federer,
            Mas eu tenho apenas um palpite que ao final Djoko será o maior, mas só um palpite…

  73. Carlos Augusto

    Dalcim, também não acho que números explicam tudo, mas achei maravilhosa a análise numérica que você trouxe. Parabéns!
    A propósito, aproveitei sua análise e apliquei o famoso Método Paulo Almeida de Análise de Dados Tenísticos. Depois de aplicados os “fatores de correção”, constatei que a vantagem de Djokovic ainda é grande, tendo vencido 43 slams, contra os 13 de Nadal e os míseros 3 de Federer. Ainda segundo o glorioso método, o sérvio venceu 135% das partidas de slam que já disputou, tendo conquistado títulos em todos os nove diferentes pisos. 😅

    Responder
  74. Nelson Maciel Filho

    Dalcim, quero te parabenizar pelo excepcional trabalho que realiza na cobertura do tênis. Concordo com todas as suas análises sobre os números de cada tenista. Vejo grandeza nos três gênios do tênis. Federer tem mais estatísticas quantitativas, porém ele participou de um número bem mais de grand slan. Federer é o mais clássico, plástico e duradouro dos tenistas. Nadal é um jogador extremamente tático, calmo, raçudo e técnico. Não fosse as lesões, talvez já teria mais slan. Djokovic, é um jogador excepcional. Em forma, é o jogador capaz de vencer os slan com grande propriedade, excetuando o RG. Eu creio que os números não vai definir o melhor de todos os tempos. Na fórmula 1 nem todos vêem Schumacher, ou Hamilton como os melhores e sim como os mais vencedores. Na minha modesta opinião, hoje o maior tenista de todos os tempos é o Federer, daqui a alguns anos pode ser o Nadal, ou o Djokovic.

    Responder
  75. Maurício Luís *

    Próximo Rolanga o Roberto Carlos já tá convidado pra entregar o caneco 14 pro Pouca Telha (se é que vai ter alguma até lá).
    Vai entrar cantando ” Esse cara sou eu”.

    Responder
  76. Maurício Luís *

    Ótimas estatísticas. Espero que não tenha deixada cair nenhum ZERO no chão. Como aconteceu comigo… Daí veio a Naná (a felina aqui de casa), pensou que o zero fosse um biscoito, comeu. Foi quando perdi as contas.
    Dalcim, eu acho que o que você quer é ver o circo pegar fogo.
    Quanto ao baloeiro, embora muito o critique, desejo-lhe boa saúde, porque o fator físico é o unico que preocupa.

    Responder
  77. Arthur

    Eu sinceramente acho que não vamos conseguir decidir objetivamente isso nunca, Dalcim.
    Primeiro, há sempre a questão que ronda o próprio conceito de GOAT: você não tem como comparar com justiça jogadores de épocas diferentes (e aí quem jogou há mais tempo leva óbvia desvantagem em qualquer comparação).
    Segundo, haveria bons argumentos – inclusive matemáticos – para argumentar em qualquer direção sobre quem seria o GOAT do tênis, até mesmo para dizer, por exemplo, que Djokovic é o maior de todos os tempos, mesmo sendo o que tem menos Slams entre o Big 3 (mais masters, quase certamente mais semanas como nº. 1, H2H contra os outros dois, etc.)
    Terceiro, mas não menos importante, a padronização de pisos, bolas e quadras a partir de meados da década passada matou, pelo menos na minha visão, qualquer possibilidade de comparar o tênis que se joga hoje com o que se jogava antes.
    De minha parte, eu já fiz minhas pazes há muito tempo com o fato de que não há e nem nunca será possível definir objetivamente um GOAT.
    Por isso mesmo, apesar de ser federista (o jogador que tem o jogo mais bonito e vistoso que eu já vi), hoje eu torço mais para que alguém da nova geração ou jogadores subestimados como o Wawrinka se saiam melhor nos Slams do que o próprio Federer.

    Um abraço.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      De minha parte, gostaria que os três, se reunissem um dia, independente da quantidade de GS de cada um e falassem: NextGen (do ano 2030), agora é com vocês, fomos… (depois de faturarem mais GS, é lógico – sem trocadilhos).

      Responder
  78. Daniel C

    Os números dos 3 são impressionantes. Federer ainda tem ligeira vantagem, mas eu sempre o considerarei o maior que vi jogar mesmo que fique atrás nos GS. As marcas são tão impressionantes que eu acredito que será uma questão mais pessoal, de afinidade.

    Agora uma coisa meu lado torcedor lamenta: o suíço desperdiçou boas chances ao longo da carreira contra seus rivais e demorou pra trocar de raquete ou jogar de forma mais tática, o que na mina visão custou uns 3 ou 4 GS aqui e ali. Podemos notar facilmente isso quando vemos os % de aproveitamento. O suíço é o menos “frio” dos três nos Big points.

    Isso está fazendo diferença, mas tudo bem, é a vida. Mérito dos rivais e o suíço merece um puxão de orelha. Agora já é tarde! Rs

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Daniel,

      uma vez o Dalcim escreveu aqui, e eu concordei com a assertiva dele:

      o Federer tem um estilo bem mais criativo de jogar, enquanto o Djokovic muito mais mecânico.

      E quanto mais mecânico, mais frio.

      Responder
      1. Daniel C

        Rodrigo, concordo, mas infelizmente o Federer sempre se afobou bastante na hora dos BPs contra seus rivais. Nunca percebeu por exemplo que nos pontos importantes, seus rivais jogavam com poucos riscos e alta margem de segurança, e ele se perdia nas escolhas. Infelizmente, nunca jogou “com a cabeça” muitos desses pontos, seja jogando com poucos riscos e esperando uma bola mais fácil de ataque para subir pra rede, seja para chamar os adversários pra rede para, para terem que voltar ou jogarem “no quadradinho” (onde o suíço certamente levaria vantagem).

        Claro que o que conta no final para a maioria e a mídia são os números, mas não para mim. E muito jogo que o suíço perdeu, eu tive a impressão que ele foi mais jogador na partida e que teve o resultado na sua raquete mas desperdiçou. Se tem alguém do Big 3 que mais irrita com chances desperdiçadas, esse alguém é o Federer rsrs.

        Abs

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Sim, concordo.

          Quem tem menos cabeça no BIG 3 é o Federer, sem dúvida alguma.

          Se jogasse melhor esses pontos importantes, ele estaria com uns 25 Grand Slams…

          Responder
  79. Paulo Almeida

    Willian, você viu meu post sobre o legado do Deep Purple e sobre as três lendas dos vocais?

    Como o tópico estava arrebatado de comentários e também pela derrota do Djokovic, talvez não tenha prestado atenção…

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Luiz, eu também adoro e já fui a algumas apresentações da banda. E olha que nem citei o Made in Japan naquela lista, uma vez que é um álbum ao vivo.

        O Burn é simplesmente incrível: quando você acha que a qualidade da banda vai cair com a saída de um baita vocalista como o Ian Gillan, David Coverdale e Glenn Hughes contrariam a todos e produzem um álbum muito superior ao seu antecessor Who Do We Think We Are. Aliás, o Burn já nasceu um clássico não só da banda, como do rock!

        Abs!

        Responder
  80. Rodrigo Keke

    Excelente resumo dos principais feitos – fenomenais – de cada membro do Big3, Dalcim!

    Aproveito para perguntar: o que você pensa sobre a contribuição que alguns recordes secundários (como títulos de M1000, total de títulos, títulos no ATP Finals, medalhas de ouro olímpicas, títulos de Copa Davis) tem nesse debate? Serão relevantes para daqui algum tempo abordar qual foi o maior dos 3?
    Abraço e vida longa ao blog 😀

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, com certeza todos os grandes feitos são importantes no currículo desses jogadores e na discussão, Rodrigo. A importância deles irá variar de comentarista para comentarista, o que também me parece normal. Abs!

      Responder
  81. André Barcellos

    Creio que com o tempo os números de Nadal e Djokovic aumentarão, pura e simplesmente porque tem mais tempo pela frente.
    Da mesma forma, acredito que o percentual de aproveitamento cairá com a idade.
    É o caso em que Federer se encontra.

    Responder
  82. Adriano Lopes

    Excelente compilado de dados destes três monstros em Grand Slams, Dalcim!
    No meio deste apanhado compreensivo que você fez, eu ainda acrescentaria o fato do Nadal ter conseguido seus 20 Slams em apenas 60 tentativas ou 33.33% de aproveitamento (um percentual só inferior ao que Borg teve em sua curta carreira – e que talvez não se mantivesse caso ela tivesse se estendido)!
    Magnífico como poucos, Federer precisou de 12 Slams à mais para conseguir o seu vigésimo (equivalente à três temporadas inteiras). Ainda hoje, tem um percentual excelente, mas, inferior: 25.32% (20 títulos em 79 oportunidades). Djokovic, o outro incrível do triunvirato fica no meio com magníficos 27.42% (17 em 62).
    No fundo, só mais um jeito assombroso de ver os feitos assombrosos destes atletas assombrosos….

    Responder
  83. Pepe Imazz

    Só uma indagação, Mestre: o Nadal já fez alguma operação relacionada a lesão física? Pois incrível que com mais de 1200 jogos (e contando…), as pausas tenham sido apenas para tratamentos não invasivos. Fico com a opinião de que ele conseguirá finalizar a carreira sem intervenções (o que seria impressionante, considerando que o Federer já fez pelo menos 3 no joelho e Djoko 1 no cotovelo). Abs

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Há controvérsias se ele realmente operou o tornozelo, Antônio. A única cirurgia real dele foi a de apendicite, mas isso não tem motivação necessariamente com o tênis.

          Responder
  84. Miguel BsB

    Dalcim, sendo eu o único Hurkarczista da Ala Hurkarczana aqui do blog, gostaria de saber qual seria as chances, em porcentagens, do Polones superar essas marcas aí do Big 3? Obrigado.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Miguel,

      a pergunta não foi pra mim, mas:

      Eu já ficaria bem surpreso se esse rapaz algum dia ganhar um único torneio da série Master.

      Abs.

      Responder
  85. Pepe Imazz

    Mestre, mais uma postagem primorosa. Mas assim complica para a tranquilidade aqui no retiro, pois o pessoal do sítio não pára de falar que o Federer é um Santoro melhorado, que não tem recordes importantes, que o tênis só começou em 2011, que a “aliança de torcidas Nadal Djoko” irá apagar o Maestro da história, …kkk. Lendo isso, até o Lógico parece ser sensato kkk Abs

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Essa comparação do nosso amigo do Sítio , se houvesse um Concurso , venceria de longe qualquer outra estapafúrdia em 2020 Kkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
  86. Rodrigo S. Cruz

    Esses números são impressionantes. De todos eles.

    Minha torcida agora é para Roger retorne na mesma toada daquele retorno de 2017.

    E apronte uma surpresa pro sérvio, já no aberto da Austrália.

    Difícil eu sei que é, mas não custa torcer…

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Dalcim,

        eu quero minha resposta aqui, viu.

        Depois você diz que não é o Paulo Almeida, né?

        Mas fica vigiando par e passo todo detalhe do que eu escrevo, EXATAMENTE como ele faz.

        Por que não me deixa em paz e postando as minha opiniões?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Assim como faço entre você e o Paulo, não liberarei mais mensagens diretas entre você e o Heitor. Falem sobre tênis, por favor.

          Responder
  87. Ruy Machado

    Boa noite, Dalcim! Excelente texto e dados estatísticos que apenas corroboram o quanto o Big 3 se distingue dos demais. Acredito que seja questão de gosto ou torcida alguém ter preferência por um deles. Juntando a isso, eu li um artigo na coluna “Saque e Voleio” sobre os 20 GS do Nadal valerem mais que os 20 do Federer. Chamou a atenção o Nadal ter quase 20 participações a menos em GS que Federer e ter o mesmo número de conquistas! Acho que o Djokovic tinha umas 3 ou 4 participações a mais que Nadal, mostrando como o espanhol teve um aproveitamento extraordinário mesmo com as lesões que o perseguem até hoje. Sei que para ser o maior de todos os tempos, é necessário ir além dos recordes alcançados por cada um deles. Cada um dos três tem uma história de vida que alimenta mais ou menos sua importância na história do Tênis. Mas você não acha que quem terminar como recordista de GS acabará tendo maior destaque? Dos dados puramente estatísticos, é o que tem maior relevância… Abc

    Responder
    1. Wladner

      Ruy, me permita trazer um complemento ao seu raciocino que não minha opinião está precipitado. Se fosse pegar o aproveitamento de Federer em 2012 quando ganhou 17º Slam o aproveitando seria talvez até melhor que o de Nadal no 20°. Difícil fazer essa análise com a diferença de idade dos dois pois Federer não tem mais o mesmo gás de quando tinha a idade do Nadal. Outro ângulo contra seu argumento eh que por ainda estar em atividade e envelhecendo bem provável que daqui pra gente Nadal comece a perder mais Slams prejudicando esse percentual que vc montou.

      Responder
      1. Ruy Machado

        Fala Wladner! Tranquilo? O raciocínio foi do colunista da SAQUE E VOLEIO, não meu. Apenas elogiei os 33% de aproveitamento em GS de Nadal. E concordo que deturpa a marca que Federer atingiu em 2012 ao chegar no 17º GS dele. Como eu me interesso por números e dados estatísticos, fiquei curioso e procurei ver qual seria o percentual de Roger após o título de WB em 2012… vou SUPOR que ele jogou todos os GS de 2013 a 2019, acrescido do US OPEN de 2012 + AO 2020 e abater RG 2017 e 2018 que ele pulou, totalizando 28 GS. Se hoje o Suíço tem 79 GS disputados, na época estava com 51. Ou seja, os mesmos 33% que Nadal. Apenas endossa o quanto Roger é espetacular! E não acredito que Rafa chegue a jogar até os 39 anos, muito menos no mesmo nível dele… Abc

        Responder
        1. Luiz Henrique

          “E não acredito que Rafa chegue a jogar até os 39 anos, muito menos no mesmo nível dele… Abc”

          Um dia, acertam.
          Teoricamente, Nadal já não era pra estar jogando há uns 8 anos, segundo as previsões brilhantes que fizeram aqui no passado e tb no blog do paulo cleto

          Responder
          1. Ruy Machado

            Luiz Henrique, boa noite. Não fiz esse comentário menosprezando o Nadal, até porque torço por ele. Muitos quiseram enterrar a sua carreira ainda muito novo, sugestionados pelas recorrentes lesões que teve ao longo de sua jornada. O que eu quis expor é que o agravante da idade passa a ser um fator que não tem como remediar… Ele pode jogar até aos 39 anos ? Sim, pode! Em alto nível? Também pode! Não dá para duvidar do Touro nunca! Mas fica difícil (pelo menos para mim) acreditar nessa hipótese. Há um grau de exigência física no Tênis que faz com que eu não tenha tanta fé nessa longevidade. Vide os problemas de articulações que ele teve nesse RG e que pode fazer com que não jogue mais esse ano. A cada dia vai ser mais seletivo nos torneios que irá disputar para tentar ser competitivo o máximo que puder. Espero, sinceramente, estar errado e que ele ainda ganhe muitos GS nos próximos anos! Abc

      2. Luiz Fabriciano

        Me permita entrar nesse “bolo” meu caro.
        Realmente Federer envelhece, como também todos nós. Mas esse é realmente o contraponto da longevidade. Vai-se envelhecendo e da mesma forma se esvaindo os índices de aproveitamento. A única estatística que cresce é o número de participações – que não tem peso nessa parada.
        Veja o caso Borg, parou aos tenros 26 com 11 grandes títulos conquistados. Poderia mais? Não sei, mas parou com percentual bem alto.
        Lembro do inusitado fato ocorrido com o piloto alemão de F1, filho do grande Keke Rosberg. Não sei exatamente quantas temporadas correu, mas ganhou um título e se aposentou, ainda bem jovem.
        Saudações.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      O nosso amigo do Saque -Voleio , conseguiu um certo Ibope. Mas temos 4 SLAM em superfícies diferentes . E dificilmente o Rei do Saibro vai conseguir a mesma performance dos outros dois nos outros TRÊS SLAM . Daí a afirmar que seus Vinte valem mais que os outros 20 mais bem distribuídos , não cola. E se pulou vários SLAM por problemas físicos ninguém tem nada com isso . Graças aos TREZE no Saibro , chegou mais cedo ao Vigésimo. Isto tudo não tira os méritos de ninguém , a meu ver caro Ruy. Abs!

      Responder
    3. leonardo

      Esse Cossenza sempre foi muito parcial a favor do Nadal. Não espere racíocinios bons e corretos…
      Se for ver dados abstratos, podemos ver que os Slams do Nadal não valem tanto quanto os do Federer, pq naquela época, havia um disparate grande de características de pisos e os tenistas dos anos 2000/2010 eram mais fortes do que essa leva de 2010/2020 com Dimitrov, Nishikori, Cilic, Sock…

      Responder
        1. leonardo

          Del Potro e Murray, principalmente o argentino, não devem ter jogado nem metade de jogos do que poderiam, por lesões. Wawrinka também teve problemas de lesão e apenas teve um bom momento no circuito, não é como se ele estivesse ano após ano dificultando para o BIg3. O único que estaria nessa situação, mas sem dificultar, era o Ferrer que se fixou como número 5. hehehe

          Responder
          1. Rafael Azevedo

            O Del Potro de fato foi muito afetado pelas lesões, mas Murray e Wawrinka jogaram tanto quanto o Nadal, e venceram mais Slams e outros torneios importantes (principalmente o Murray) do que qualquer tenista da época do domínio do Federer.
            E eu não citei o Ferrer…eu citei o Federer. O melhor de todos. Ele estava na geração em que o Nadal e o Djokovic dominaram, então não há o mínimo de comparação

  88. periferia

    Olá Dalcim.

    FInais seguidas (10), semis (23) e quartas (36)….considero esses números…. “inquebráveis”….ao lado dos 13 Roland Garros do Nadal.

    Abs

    Responder
      1. periferia

        Olá Marcelo

        O que impressiona …seria como:
        Durante 9 anos o Federer ficar entre os 8 melhores seguidamente em todos Slam.
        Durante quase 6 anos ficar entre os 4 melhores seguidamente em todos Slam
        Durante 2 anos e meio ser finalista seguidamente de todos Slam.

        E sabemos ….como é difícil chegar em um Slam entre os melhores.
        Também não sou adepto de numeros….mas esses impressionam.

        Abs

        Responder
        1. Marcelo

          Caro PEriferia,

          Também me impressiona os feitos dele (todos). E o Federer tem uma vantagem: não dá bolada em juízes de linha deliberadamente….(rs)

          Responder
  89. Rubens Leme

    Dalcim, como este post vai escorrer sangue, vou unir musicalmente os 4 Slams (Melbourne, Londres, Paris e Nova York) em uma pessoa e banda: o australiano Daevid Allen, nascido em Melbourne (1938), foi para Londres, em 1964, participou da primeira formação do Soft Machine (1966) e após excursionarem com o The Jimi Hendrix Experience (1967), teve seu visto barrado para entrar na Inglaterra, foi morar em Paris, onde montou o Gong no mesmo ano, com sua parceira Gilli Smyth e, em 1978, mudou-se para Nova York.

    Como bônus, o terceiro disco do Gong o primeiro de trilogia Radio Gnome Invisible. Bons sons.

    https://www.youtube.com/watch?v=8GWkSyHGL6U

    Responder
  90. Fabio Hegg

    Boa noite Dalcim, primeiro parabéns pelo blog novamente!

    Gostaria de deixar a sugestão de um tema para um post no blog, de como funcionam o patrocínios aos tenistas profissionais aqui no Brasil. Quais os benefícios para uma empresa, as isenções de impostos, como funciona a Lei de Incentivo ao Esporte, quais as formas de o atleta “fazer a propaganda” da empresa, etc.

    Na minha humilde opinião (não sei se estou certo), acho muito pouco divulgado os benefícios de patrocinar um tenista, e acho que poderia haver mais prospecção, mas de novo não sei se estou certo.

    Abraços, Fábio

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado pela sugestão, Fábio. Acredito que não exista isenção para patrocínio de atletas, mas é caso se se investigar realmente. Abs!

      Responder
      1. periferia

        Olá Dalcim

        Aproveitando….a Lei de Incentivo ao Esporte vive sendo driblada pelos promotores esportivos….no tênis mesmo alguns promotores usam a lei criando ONGS para captar o dinheiro público (sendo que o promotor deveria buscar dinheiro no setor privado)….apenas para ilustrar o caso da Koch e a ASBRA.
        Não se respeita o espírito da lei…..muitas vezes se cria uma boa lei…mas se utiliza de forma errada.
        E sabemos da dificuldade dos promotores.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Eu vejo um erro em si na Lei, José Cláudio. Ao determinar que apenas ONGs tenham acesso, ela incentiva a criação de entidades paralelas, quase fictícias, para obtenção do direito. Não vejo problema em permitir que promotoras se candidatem, desde que haja rigor no cumprimento da Lei e bom senso na distribuição dos incentivos. Eu particularmente sou contrário que a Lei seja usada em eventos profissionais de grande porte. No caso do tênis, no máximo para juvenis e futures.

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          1. periferia

            Mas é exatamente aí que está o problema….a lei não foi feita para os grandes promotores captar recursos .
            O espírito da lei está no incentivo para a base esportiva.
            Pegando um exemplo…..a Koch ou qualquer outra promotora não pode usar uma lei de renúncia fiscal que não foi feita para ela.
            O assunto é tão extenso que até mesmo a apresentação do Djokovic aqui no Brasil…foi usada uma ONG para movimentar valores(Rocinha)…o Brasil Open sabemos como funcionou até pouco tempo.
            Mas é isso aí…
            Abs

          2. José Nilton Dalcim

            Sim, como te disse considero isso errado. Pior é que até mesmo esses grandes torneios dependem demais da Lei para acontecer, porque hoje as empresas querem gastar o mínimo de marketing real. A Lei acabou sendo um problema.

          3. Luiz Fabriciano

            Entrando na questão, os grande eventos não botam dinheiro próprio no negócio, recebem o patrocínio para a promoção do mesmo e repartem os lucros.
            Não é assim mesmo seu funcionamento?
            As vendas de ingressos são as maiores fontes de receitas e lucros, mas o custo é quase todo bancado por patrocinadores e incentivos, certo?

          4. José Nilton Dalcim

            A coisa é complexa, Luiz, e depende do tamanho do torneio que estamos falando. Mas basicamente a primeira preocupação do organizador é bancar a premiação, que pode ser muita alta. Isso aliás é um problema para os promotores brasileiros. Depois vêm uma série de outros custos de organização, que aumentam conforme o tamanho do evento. Num Grand Slam, a receita com direitos de transmissão é maior do que com ingressos. E ainda entram os patrocinadores. Os incentivos só existem no Brasil.

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