Nadal coloca a história a seus pés
Por José Nilton Dalcim
11 de outubro de 2020 às 19:31

Ao longo de 15 anos e 13 tentativas, ainda não houve alguém capaz de derrotar Rafael Nadal numa decisão de Roland Garros. Aliás, sequer de tirar dele dois sets. O fenômeno espanhol ampliou sua soberania sobre o saibro parisiense ao marcar um dos maiores feitos da história não só do tênis mas do esporte. De quebra, atropelou nada menos que o número 1 do mundo inconteste e terminou pela quarta vez uma campanha completamente invicta.

É quase inimaginável que surja outra vez um tenista com reinado tão extenso em qualquer torneio, quem dirá num Slam masculino, onde se precisa ganhar pelo menos 21 sets para erguer o troféu. São 102 jogos e 100 vitórias. O mais perto disso foi obtido por Margaret Court e suas 11 conquistas em casa. Entre os homens, Novak Djokovic e Roger Federer estão com ‘apenas’ 8.

Tão expressivo quanto é se equiparar a Federer e se tornar o segundo homem de todos os tempos com 20 troféus de Grand Slam em simples. Melhor ainda é saber que nenhum dos dois pensa na aposentadoria. Ao contrário, mantêm a disposição de lutar pelo recorde, ameaçados é claro por Djoko, o mais jovem dos Big 3, com toda sua versatilidade nos pisos.

Apesar da preparação mais econômica com que já chegou a Roland Garros, com um único torneio disputado e tendo perdido logo na terceira partida de Roma, eu alertei que nunca se deveria duvidar de seu favoritismo no Grand Slam francês, porque Nadal se transforma quando pisa na Philippe Chatrier. Uma boa série de vitórias iria recuperar sua confiança, lhe dar melhor ritmo e ele já havia mostrado evolução diante de Jannik Sinner e Diego Schwartzman.

Seu domínio na final deste domingo foi indiscutível, assustador. Mesmo não tendo jogado tão mal, Djokovic demorou 55 minutos para ganhar seu primeiro game. Nadal mostrava-se mais sólido, conseguia excepcionais contragolpes com o backhand cruzado, aplicava paralelas de forehand de forma precisa e chegava com sobra nas curtinhas, ainda que nem sempre tenha ganhado os pontos.

Do seu lado, Djokovic era incapaz até mesmo de aproveitar algumas bolas mais curtas. Na determinação de atacar e não sair de perto da linha de base, acumulou 30 erros em dois sets, enquanto via o espanhol arriscar 27 bolas, fazer 21 winners e falhar apenas seis vezes. A diferença de execução era abismal.

O placar poderia ter sido ainda mais cruel, já que Rafa sacou com 3/2 no terceiro set e só aí mostrou ansiedade, com pressa de finalizar. O sérvio vibrou muito com sua primeira e única quebra, virou para 4/3 e finalmente manteve um padrão decente de ataque, dando-se ao luxo de saque-voleio.

O entusiasmo durou pouco. Com 5/5, cometeu mais dois erros pouco habituais, aquela famosa frieza nos pontos decisivos se esvaiu e perdeu o saque com dupla falta. Restou ver Nadal aproveitar com maestria a primeira chance de chegar ao título. Ao cravar um ace, caiu de joelhos sobre o tapete de sua sala de estar com um largo e gostoso sorriso.

Djokovic reconheceu duas coisas importantes.  A primeira, e óbvia, que Nadal foi muito melhor na tática e na técnica. A outra é que se enganou ao pensar que as condições diferenciadas do torneio – frio, bola pesada e uso do teto – o favoreceriam: “Rafa mostrou que todos estavam errados”. Nadal, por sua vez, reforçou que as circunstâncias não eram ideais para ele, porém “joguei um incrível nível de tênis”. E reforçou: o recorde de troféus de Slam sempre foi um sonho.

O próximo Roland Garros está a apenas sete meses de distância. Será que de novo alguém vai duvidar dele?

O tênis feminino fica mais rico com Swiatek
Primeiro, foi Bianca Andreescu e seu tênis criativo. Depois, Ashleigh Barty saiu da mesmice e enriqueceu o circuito com sua habilidade. Agora, surge no saibro de Roland Garros a versátil Iga Swiatek, sorridente polonesa de apenas 19 anos, dona de um estilo que mistura força e graça.

Com apenas 28 games perdidos, caminhada que incluiu atropelos em cima de Simona Halep e Sofia Kenin, a menina que ouviu ‘Welcome To The Jungle’ no caminho para a quadra, roubou rapidamente a atenção.

Ela revela que boa parte do sucesso está no trabalho psicológico que faz – resistência mental é o mais importante no tênis, diz – e que não tem contrato de raquete desde juvenil. Tudo isso vai mudar certamente agora e Iga garante que saberá manter o foco. ‘Jogo melhor sob pressão’.

E mais
– Nadal repetiu Djokovic e conquistou um Slam por três décadas diferentes, algo que também aconteceu com Serena e Navratilova.
– O espanhol também é agora o recordista de títulos de Slam acima dos 30 anos. São seis, um a mais que Djokovic. Aos 34 anos e 140 dias, Nadal é o mais velho campeão de Roland Garros desde 1972.
– Apenas Nadal e Federer ganharam ao menos uma centena de jogos num mesmo Slam (o suíço tem marca de 102 na Austrália e 101 em Wimbledon). No feminino, Evert, Serena e Navratilova já obtiveram a façanha. O recorde é de Martina, com 120 em Wimbledon.
– Nadal é agora o único profissional ganhar um Slam por quatro vezes sem perder set, todos em Roland Garros. Ele estava empatado com Borg (um Wimbledon e dois Paris).
– De seus 13 títulos em Roland Garros, sete foram em finais sobre os outros Big 3 (4-0 em Federer e 3-0 em Djoko).
– Além dos 100-2 em Paris, Nadal tem 124-2 em jogos de cinco sets sobre o saibro na carreira.
– Ele tem agora 86 títulos na carreira, oito atrás de Lendl.
– Nadal poderá escolher onde quer marcar a vitória número 1.000. Ele jogou hoje a partida de número 1.200 da carreira, das quais venceu 999 (e 445 delas no saibro).


Comentários
  1. Maurício Luís *

    Pelo que se vê, esse congelamento dos pontos tornou a tarefa de subir no ranking mais difícil. Por outro lado, pra quem tá lá no topo, fica bem mais tranquilo. Medvedev e Federer que o digam. O primeiro, porque não tá fazendo quase nada em comparação com o ano passado. E o Federer, como todos sabem, tá numa dupla quarentena.
    E por falar em Federer, a sogra dele (cansei de falar da do Nadal, vou inovar…) resolveu presenteá-lo com um gato siamês.
    – Que bonito, sogrinha… não precisava se incomodar! Qual o nome dele?
    – Quarenta Quinze!

    Responder
  2. Vicente

    Dalcim, tudo bem?

    Acompanho seu blog desde 2016, mas esta é a primeira vez que comento.

    Considerando todas as performances do Nadal nas finais de RG, quais as 05 delas que você considera mais impressionantes?

    Sobre esta última final, você imaginava que seria possível ele subir o nível desta forma, comparando com os jogos anteriores?

    Obs.: Parabéns pelo seu excelente trabalho.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tudo legal, Vicente? Acho que eu escolheria as de 2007, 2011, 2014. 2019 e 2020. E colocaria esta de 2020 justamente porque acho que ele se superou de forma incrível, jogando num nível muito elevado e, mais que isso ainda, impondo seu padrão sobre o adversário, que na teoria levava pequenas vantagens quanto à bola e ao piso coberto. No meu post antes da final, acreditei que haveria mais peso sobre Rafa, mas o que vimos foi completamente o contrário.

      Responder
  3. JAN DIAS

    MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS EM SLAMS:

    ⚾️ AO : 102 – ROGER FEDERER
    ⚾️ WI: 101 – ROGER FEDERER
    ⚾️ RG: 100 – RAFAEL NADAL
    ⚾️ US: 98 – JIMMY CONNORS

    Responder
  4. Gilberto 7 Lagoas/MG

    Dalcim boa noite!
    Mestre ouvir seu podcast e fiquei muito curioso.
    O grande Marcelo Meyer citou pra você que para ganhar do Nadal o tenista deveria ter as características dos SAMPRAS ( Bom saque e voleio). Eu fiquei perplexo e ao mesmo tempo tentando imaginar SAMPRAS e Nadal no saibro, na minha opinião o SAMPRAS teria que ter um condicionamento físico de um Titã.
    Queria saber de verdade se possível. Qual foi o seu pensamento ali na hora ? A meu ver você também ficou muito surpreso😁😁😁
    Abraços

    Responder
  5. Luis

    Oi Dalcim,
    Queria saber o que você achou sobre o comentário das dores do Nadal. Você acha que é verdade? Eu fiquei preocupado, faz muito tempo que o corpo dele vem mostrando problemas, mas essa última declaração me pareceu tipo, não sei mais quanto tempo vou jogar. Na final ele disse para o Djoko que esperava ainda que jogassem bem por “a couple of years” que normalmente as pessoas traduzem como: por alguns anos, mas que no inglês o significado é mais literal: por mais dois anos.
    As vezes chego a pensar que já passou do tempo dele se aposentar e falo isso com boas intenções. De verdade, eu seria uma das pessoas que praticamente perderia o interesse pelo tenis se isso acontecesse, mas acho melhor do que ver ele como o Guga ou que nem o Agassi.
    Conhecendo o cara como a gente conhece acho que vai jogar até o limite.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Essa também é minha impressão, Luís. Ele vai jogar até o limite. Talvez ele seja obrigado a fazer paradas mais longas e dar prioridade aos pisos mais macios. Isso pode dizer que selecionará os Slam, algum Masters na dura, total atenção ao saibro e uma aventura na grama.

      Responder
  6. Vitor Hugo

    Dalcim, vou responder aqui pois não tem mais espaço pra resposta:

    Marcelo,

    Tudo que eu citei tem relevância sim NA MINHA OPINIÃO. Se pra vc não tem, opinião sua.
    Não vejo qualquer tenista da atual geração possibilidade de tirar Federer do posto tanto de maior como de melhor da história !
    Minha opinião e tenho certeza que de muitos!
    Os motivos? Já escrevi aqui milhões de vezes e não vou ser repetitivo. Está no arquivo.

    Responder
  7. Jonas Normando

    Dalcim, você acha que os 20 slams de Nadal são um feito maior que os de Federer por questão de aproveitamento? Ou você diria que pesa contra Nadal o fato de 65% desses títulos dele terem vindo numa mesma superfície?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que cada um tem seus méritos, Jonas. Se não é fácil ganhar 13 vezes Roland Garros, também não é vencer oito vezes Wimbledon, um piso onde se joga muito pouco e portanto existe uma grande dificuldade de adaptação.

      Responder
  8. Luiz Fernando

    Kyrgios diz uma coisa na teoria e faz outra na pratica. Procura passar a imagem de bom moço nessa matéria do site, dizendo-se preocupado com crianças e jovens, algo louvável, mas dá péssimos exemplos na quadra, entregando jogos, por exemplo…

    Responder
    1. Jonas

      O pior é saber que o Kyrgios joga muito tênis. Não só isso, ele tem talento para ser número 1 do mundo. Mas o cara prefere ficar chamando a atenção. É um idiota.

      Responder
  9. Heitor

    Campeão mundial Daiya Seto foi suspenso da seleção japonesa depois de ter sido flagrado entrando em um motel com uma mulher que não é sua esposa. Ele admitiu que tratava-se de um caso extraconjugal.
    A Japan Airlines, que o tinha como garoto propaganda, logo anunciou que estava encerrando o contrato com ele porque não poderia “compactuar com tal situação”. O próprio Seto pediu demissão do cargo de capitão da seleção.

    Responder
  10. Rafael Azevedo

    Há um famoso dito popular que eu tento seguir: “Nunca diga nuca!”.
    Mas, dessa vez, vou ter que ignorá-lo…
    NUNCA irão bater os recorde atual do Nadal em RG e em jogo de 5 sets no saibro!
    São 123 vitórias em 125 jogos (mais de 98% de aproveitamento). E nas 2 derrotas ele estava em condições inadequadas (principalmente, a de 2015).
    Se alguém quiser bater esse recorde terá que vencer 124 partidas de 5 sets em 125 tentativas…É IMPOSSÍVEL!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E’ óbvio que não se pode deixar de curtir esse momento, Rafael. Mas o Rei do Saibro já possuía recordes antes de RG 2020 , que jamais serão batidos nesta superfície. Em contra partida existem recordes a dar com o pau fora de seu Habitat, inatingíveis para um dos possíveis candidatos a Goat , ou seja, o próprio será ? rs . A Heptacampeã de RG , Chirs Evert , possui incríveis 54 Quartas de Final somados TODOS os SLAM e incríveis 52 Vitórias ( recorde absoluto entre homens e mulheres) . E 34 FINAIS de SLAM também somados todos os Pisos ( recorde absoluto entre homens e mulheres). Roger Federer possui 31 , Rafa Nadal 28 e Novak Djokovic 27 . Acreditas que um dos três consigam bater algo que parecia inatingível ? Evert parou aos 35 . Sua maior rival Navratilova insistiu até os 44 ( a lá Connors ) , e parou em 33 FINAIS … Abs!

      Responder
  11. periferia

    Uma câmera na mão e um ideia na cabeça.

    Glauber quando soube da morte de Di Cavalcanti….arrumou uma câmera e 900 metros de negativos com o amigo e também cineasta Nelson Pereira dos Santos .
    Colocou o equipamento em um fusquinha com dois amigos.
    Seguiu para o velório do pintor modernista.
    Sem autorização dos familiares….dirigiu um curta no velório.
    Glauber “causou”…como se estivesse em um set de filmagens…coordenou as filmagens…com movimentos de câmeras para captar a “essência” do morto modernista (no descanso eterno).
    Recitou Augusto dos Anjos e Vinícius de Moraes.
    Filmou e entrevistou as personalidades presentes no velório sem constrangimento nenhum para perplexidade dos presentes.
    O velório foi movimentado.

    Glauber era muito amigo de Di Cavalcanti….existia um pacto entre os dois…caso Glauber fosse antes…Di pintaria um quadro dele morto….caso fosse Di…Glauber faria o registro (assim disse Glauber…como Di estava morto…como saber).
    O documentário Di ficou proibido por anos (a familia proibiu a exibição)…mesmo assim é considerado uma obra prima do cinema nacional.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Um dos grandes fãs de Gláuber é Martin Scorsese. Neste artigo ele fala como o brasileiro o influenciou – https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/me-permitiram-seguir-adiante-o-que-martin-scorsese-pensa-sobre-glauber-rocha.phtml.

      Martin é um dos maiores conhecedores da história do cinema, se tivesse feito sua carreira como historiador teria sido igualmente brilhante. Para nossa sorte, hoje temos as duas versões dele.

      Responder
      1. periferia

        Olá Leme

        Grande Scorsese….um estudioso do cinema.
        Na matéria ele diz algo verdadeiro….quando se vê um filme do Glauber pela primeira vez…causa estranheza….parece algo ligado a um “pequeno” mundo.
        Olhando com cuidado…nota-se que a obra consegue dialogar com várias culturas ….mesmo usando um cangaceiro ou qualquer outro tipo brasileiro.
        O Cinema Novo o acolheu muito bem…apesar de ser um movimento ligado aos intelectuais da época não muito original (o movimento bebeu nos filmes de Humberto Mauro e no neo realismo italiano).
        Glauber foi um grande personagem (da vida e do cinema)

        Responder
  12. Álvaro Aguiar

    O Big 3 e os maiores saibristas da era aberta:
    Rafael Nadal (13 RG, 60 títulos no saibro)
    Bjorn Borg (6 RG, 32 títulos no saibro)
    Mats Wilander (3 RG, 20 títulos no saibro)
    Gustavo Kuerten (3 RG, 14 títulos no saibro)
    Guillermo Vilas (1 RG, 49 títulos no saibro)
    Thomas Muster (1 RG, 40 títulos no saibro)
    Novak Djokovic (1 RG, 15 títulos no saibro)
    Roger Federer (1 RG, 11 títulos no saibro)

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Exato , Álvaro. Eu achei que tu tinhas esquecido de propósito. Afinal Ivan ” o Terrível ” Lendl disse em bom som que trocaria os Três de RG por um de Wimbledon rsrsrs. ABS!

        Responder
  13. Rubens Leme

    Dalcim, tava olhando as tags e vi os nomes de Tsonga e Delpo. Embora não tenham ainda se aposentado, parece que já deu para eles, né, especialmente para o argentino. Aliás, 2020, parece ser o último ano do Murray, que está virando apenas uma sombra do que já foi.

    Responder
  14. Luiz Henrique

    Uma curiosidade: todo ano que Djoko começa o ano ganhando o AO, tem um excesso de alarde que vai arrebentar, ganhar 2, 3 ou 4 GS no ano, etc.
    Até hoje Djoko ganhou AO + outro slam no mesmo ano em 2011, 2015, 2016, e 2019, 4 ocasiões.
    Curioso é que Nadal, quando ganha RG, normalmente o pessoal debocha que ele não vai ganhar outro GS no mesmo ano e tal.
    Mas Nadal já ganhou RG + outro GS no mesmo ano 5 vezes: 2008, 2010, 2013, 2017 e 2019.
    Alguém pode até dizer, com razão, que Djoko ganhou 8 AO, e que em metade dos anos que ele ganhou lá tb venceu outro, já Nadal foram 5 anos de 13 que venceu RG. Mas se a gente contar desde 2008, já que antes disso era o Baby Nadal se aprimorando fora do saibro, foram 10 RGs vencidos, e em 5 desses 10 anos tb ganhou outro GS. 50% dos anos, assim como Djoko em 50% dos anos que venceu o AO, venceu outro GS no mesmo ano.
    E vale lembrar que em 2012 e 2014 nadal n jogou o us open…e considero que ele tinha ótimas chances de vencer nesses anos…vinha com moral de vencer Djoko na final de RG, e não custa lembrar que esses 2 GS não foram vencidos pelos seus 2 grandes rivais.
    Mas enfim, nada disso que falei é pra diminuir o Djoko, já disse que acredito que o mesmo será o Goat ao final.
    É só pra constatar que aqui sempre exageram qdo o DJoko ganha o AO de que certamente n será só o AO…

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Prezado Luiz, qualquer tenista do top 10 que vença o AO será elevado à condição de favorito aos outros. É o primeiro do ano, com todos ainda “frios”.
      Mas o que o sérvio jogou esse início de ano foi uma barbaridade, isso foi.

      Responder
  15. Rodrigo Azevedo

    Meu amigo que pancada o Novak levou nessa final hein! O sérvio quer mesmo seguir os passos do suíço. 4 vices em RG? Quero também. Um atropelamento em uma dessas finais? Quero também. 11 vices em Slam? Estou chegando lá. Como diria o Zagallo, só falta 1.

    Ivanisevic, sandálias da humildade para você meu caro.

    Responder
  16. periferia

    Olá

    De um lado um mega traficante de drogas
    Do outro um dispositivo legal a favor de criminosos criado pelo congresso, sancionado pelo presidente e aplicado por um ministro de tribunal superior que não é juiz concursado, de carreira.
    Pra frente Brasil.

    Sigamos

    Responder
    1. Marcelo

      Inocente é achar que estaríamos num país diferente, como fazem pensar.

      Também acho lamentável, mas como diz minha esposa:
      – O sistema “age” apenas a favor de alguns poucos, desde que cada um no seu feudo (seja este feudo uma cidade, estado, país, ou numa mera associaçao).

      Na vdd, Periferia, o mundo é assim mesmo. Vou me valer aqui do anonimato:
      – para pessoas como minha esposa que acreditam terem nascido no “tal berço” ou para quem detém o poder ou pode pagar, eles acreditam que sempre haverá subterfúgios na Lei para fugir de tudo. Mas para pessoas como eu, que nasci e cresci na periferia, o braço da Lei age pesadamente e sempre haverá uma forma de condenar (e desde que nao tenha roubado um item no supermercado,, cuja pena é clara no código penal, a lei sempre permite dupla interpretaçao).

      É nisto que esta gente acredita. Mas visto sou um radical livre e não tenho amarras nem simpatia nem com um lado da causa (muito menos com o outro), só me cabe assistir ao espetáculo que se desenha todo dia lá no picadeiro.

      Mas concordo com vc: foi um fato lamentável protagonizado pelos comedores de lagosta….

      Responder
      1. periferia

        Olá Marcelo.

        Também não acredito em ideologias ….esquerda …direita ..ou centro ….são apenas direções de GPS.
        Aqui na periferia quando aparece um político…..dizemos duas coisas.
        Primeira:
        Boa tarde (político…quando aparece por aqui… é sempre a tarde..ou tarde )
        Segunda :
        O que vc pode fazer por nós??? (Quase sempre gaguejam para responder).
        O Estado não existe….. o Estado é uma palavra inventada para parecer que somos civilizados.

        Abs

        Responder
  17. Samuel

    Dalcim,

    Nadal acaba de empatar com Federer na contagem dos títulos de Grand Slam. Parabéns para ele.
    Mas na corrida dos recordes ele está muito longe, por enquanto:
    TENISTA RECORDES
    Federer 338
    Nadal 171
    Connors 163
    Djokovic 152
    McEnroe 97
    Lendl 77
    Rosewall 74
    Borg 58
    Agassi 53
    Becker 53
    Laver 53
    Vilas 37
    Murray 29
    Sampras 29

    Interessante a contagem do tempo como recordista de semanas da liderança do ranking da ATP.
    A lista é seleta:
    Connors: de 05/05/1975 a 30/07/1990 – 795 semanas
    Sampras: de 05/07/1999 a 19/07/2012 – 680 semanas
    Lendl: de 30/07/1990 a 05/07/1999 – 466 semanas
    Federer: contando de 19/07/2012 – 430 semanas (12/10/2020)
    Nastase: de 27/08/1973 a 05/05/1975 – 88 semanas.

    Samuel

    Responder
      1. Rodolfo

        Dalcim ele esta contando desde que o tenista bateu o record quanto tempo durou ate outro bater
        no caso Federer esta contando ate marco se o Djoko bater ai inicia a 1 semana dele ate outro bater

        Responder
      2. Babidi

        Mais uma prova do quão extraordinário Novak Djokovic é. O outro extraordinário, Roger Federer, passou 237 semanas consecutivas na liderança do ranking da ATP, superou um recorde estabelecido pelo Sampras que parecia insuperável e que na época já durava exatos 13 anos. Aí anos depois vem o faminto Djokovic e aparece próximo de superar o Federer nesse quesito, em ainda menos tempo, sendo que o suíço ainda está em atividade.

        Somos privilegiados em viver em uma era tão fantástica desse esporte.

        Parabéns pelo levantamento , Samuel!

        Responder
  18. Rafael Azevedo

    Na disciplina de planejamento de competitividade, aprende-se a observar os sinais dados pelo concorrente (através das ações e declarações) para identificar sua estratégia de negócio.

    Ano passado, o Nadal não jogou nada após o US Open. Ele e o Maoya fizeram declarações sobre uma preparação para o ATP Finals. Ficou claro que aquele passou a ser o grande objetivo do Nadal. De fato, ele teve um final de temporada jogando em alto nível no sintético indoor. Infelizmente, a lesão antes da semifinal do M100 de Paris atrapalhou os seus planos. Mas, com exceção da primeira partida do Finals (quando estava retornando da lesão), ele fez partidas exuberantes em Bercy, no própio Finals e na copa Davis.
    Em seguida, sem descanso suficiente, ele entrou em sequência na ATP Cup e no AO onde demonstrou fadiga e não fez bons torneios (apesar de finalista no primeiro torneio).

    Hoje, ele faz uma declaração em que coloca dúvida em sua participação no M1000 de Paris e no ATP Finals desses ano, citando uma preparação adequada para o AO.

    Está nítido, pra mim, que o espanhol que vencer o Austrália Open. Quando ele coloca um objetivo na cabeça, ele vem para cumprir. Minha expectativa é que esse vai ser um grande torneio, com o Djokovic querendo se recuperar das frustrações com o US Open e RG, com o Federer motivado pela 20ª conquista do Nadal, com o Thiem querendo de uma vez por todas enconstar no Big 3 e com o Nadal focado em ser o único do Big 3 a vencer 2 vezes cada um dos Slams…

    Ainda estamos em Outubro de 2020, mas já estou com expectativas para o AO 2021.

    Que o mundo se recupere dessa pandemia, para que possamos desfrutar desse momento.

    Responder
  19. Anderson Trindade

    Dalcim, tendo em conta que o próximo RG acontecerá em menos de um ano, você acha que pode pesar ainda mais para os jogadores a tarefa de enfrentar o Nadal?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Espero que tenhamos uma temporada normal de saibro na Europa, Anderson. E sempre achei que Thiem é um nome que tem de ser considerado quanto à capacidade de ganhar Roland Garros.

      Responder
  20. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, parece que “arrefeceu” mais o ímpeto do Thiem em buscar o topo do ranking.
    Uma pergunta, com Nadal e Djokovic na ponta e com promessa de permanecerem ao longo do ano vindouro, lá se vão quantos anos que o #1 do mundo permanece nas mãos de algum Big4 e até quanto achas que durará?
    Grande abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, desde que Federer assumiu, em fevereiro de 2004, não houve outro além do Big 4. Até mesmo segundo lugar foi coisa rara. Sempre difícil opinar, mas eu acredito que 2021 já pode trazer novidades.

      Responder
  21. Pepe Imazz

    Peço desculpas aos demais participantes pelos comentários sem sentido sobre o Federer…pessoal pula o muro do sítio e até a gente eles retornarem acabam escrevendo sobre aliança, sobre o Federer ser apagado da história, sobre o título moral de Wimbledon 2020 (?)

    Mas garanto que o pessoal vai melhorar com o retiro, embora o Goran continue dando corda falando das chances do Djokovic kkkk

    No mais, o big 3 é único: todos tem qualidades e defeitos. O que eles tem em comum é a obsessão pela vitoria e o amor ao tênis. Isso é a maior diferença em relação ao que veremos no futuro, fora o alto patamar de excelência que atingiram.

    Agora os 3 encaram a carreira de formas diferentes há algum tempo e pelos interesses de patrocinadores que carregam junto ao seu nome, é evidente que a autenticidade se torna algo bastante dosado.

    Agora vamos abraçar uns coqueiros (que não forçam a coluna, como disse o nosso Guru). Abs.

    Responder
  22. Paulo Almeida

    Dalcim, resolvi responder somente hoje à sua nova chamada de atenção depois daquela primeira há algumas semanas.

    É seu Blog, seus critérios, mas não achei muito justo, uma vez que nesse período Daniel C, Rodrigo Cruz, Rubens Leme e Vitor Hugo principalmente esculhambaram o sérvio sem piedade e eu pouco falei do Federer. Meu post nessa pasta foi ruim, mas eles mandaram vários tão ruins quanto ou piores e você não os repreendeu. Por que sobrou pra mim de novo?

    Também tenho tentado ignorar todas as calúnias e difamações do Rodrigo insistindo que eu, Heitor e João somos a mesma pessoa, mas de cada 10 posts do sujeito, nove contêm alguma alfinetada nesse sentido. Assim fica difícil até para mim, que não dou chiliques e tenho inteligência emocional suficiente para superar esse tipo de adversidade. Será que não haveria alguma forma de você provar de forma definitiva que nós três somos pessoas distintas?

    Abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu tenho bloqueado todos os posts sobre os ‘fakes’, Paulo. Sim, houve algum exagero quanto ao Djokovic – vários também foram bloqueados ou editados -, mas Djokovic era assunto do torneio, da final, do dia. Não o Federer. Dessa forma, seu comentário, ainda que não tenha sido bloqueado, só iria trazer aquela dezenas de respostas que não levam a nada. Aliás, bloqueei praticamente todas justamente para não fomentar essa discussão sem sentido.

      Responder
    2. Jonas

      Outros membros aqui já foram chamados de fakes: eu, Paulo F, Manuela e o joao. Uma paranoia sem sentido, mas prefiro ignorar, se o cara é feliz assim, que seja.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Dalcim,

        acredito que tenho o meu direito de resposta aqui, já que eu fui citado.

        Jonas, explique isso pra mim:

        Eu tenho várias pessoas no blog que são amistosas comigo.

        Mas nunca vi (e nem vou ver) ninguém saindo em minha defesa.

        E tampouco fazendo “panelinha” comigo para atacar desafeto meu!

        Pode procurar aí.

        Pois isso simplesmente não existe!

        Sendo que os citados fazem isso, desde o PRIMEIRO DIA que postaram aqui.

        Até na pasta anterior, quando o Rubens discutiu com o Almerda, este ” Heitor” fez a mesma coisa – saiu em defesa.

        Ou seja, quem vive dando bandeira são eles mesmos.

        E acredito que não tem nenhum trouxa aqui, não.

        Ou são sim a mesma pessoa com IP’s distintos (sinceramente, minha opinião é esta)

        ou então são conhecidos do Almeida que ele convocou apenas para este fim.

        Responder
          1. Jonas

            Minha opinião: o Heitor é bem diferente do Paulo Almeida, mas muito mesmo. Não acho que sejam a mesma pessoa, encerro por aqui.

        1. Paulo Almeida

          Vamos lá, apesar da sua grosseria costumeira me xingando de “Almerda”. Você sabe que seu sobrenome é bem sugestivo de um belo palavrão, não sabe? No entanto, não retribuirei na mesma moeda.

          Bom, nem o Heitor e nem o João são meus amigos pessoais. Acredito que sejam admiradores da minha forma de redigir, do meu domínio da norma culta e da minha capacidade de argumentação. O que posso fazer se saem em minha defesa? De qualquer forma, não preciso do auxílio de ambos para enfrentar qualquer um de vocês. Eu me viro muito bem sozinho.

          Pelo menos agora você finalmente vislumbrou a possibilidade de sermos pessoas distintas, mas repito: não nos conhecemos. Quanto aos IP’s, outra hipótese furada.

          Dalcim, nem a sua palavra você pode dar? É claro que não quero que forneça o IP de cada um para finalmente o cidadão entender. Só esclarecer que são três pessoas diferentes.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Em primeiro lugar, peço desculpas a você pela forma totalmente inapropriada com que o Rodrigo escreveu seu nome. Realmente passou desaperecebido por mim. Eu já disse aqui que até aceito uma forma jocosa com algum tenista, mas jamais desrespeito com outro comentarista. Se isso se repetir mais uma única vez, vou deletar todos os comentários de quem o fizer. E obviamente vocês não são a mesma pessoa, tanto que todas as referências do Rodrigo sobre ‘fakes’ estão sendo eliminadas dos comentários. Abraço e desculpe novamente minha falha.

          2. Paulo Almeida

            Acabou, cara.

            O Dalcim já deu o veredito final.

            A melhor coisa que você pode fazer é admitir que errou. Não vai doer e não vou te zombar por isso. Muito pelo contrário: até ganhará alguns pontos comigo, apesar de todas as brigas do passado.

  23. Spencer Santos

    Grande Luiz Fernando! Obrigado pela citação. Há muitos anos eu disse que você era o Nadalista mais racional do blog. Continuo com essa percepção, até porque a maioria Nadalista é muito mais torcedor da “Pessoa Nadal” que do “Tenista Nadal”. Nunca tive dúvida disso. Você torce pelo “Tenista Nadal”. Foi um dos primeiros do blog e ainda é raro o seu perfil. Eu, os que você citou e a grande maioria torce pela “Pessoa Nadal”. Para esse segmento Nadalista, pouco importa o quanto ele vence no tênis. O que realmente importa é a percepção que ele compartilha quando atua, “mesmo quando está tomando um vareio do Nalbandian em Indian Wells/2009” e não desiste até o último instante, mesmo sendo taxado como “limitado”. Isso irrita demais os aristocráticos e tradicionalistas do tênis, que, aqui entre nós, jamais torcem para o Federer, mas sim contra esses “subversivos” – Nadal hoje, Borg no passado e assim por diante. Dou muita risada. Saudações Nadalistas Xiitas a todos! 🙂

    Responder
  24. sander

    Dalcim, o djoko jogará Viena. A que vc acha que se deve essa atitude? Pensando nas semanas para ultrapassar federer ou o número um no fim do ano? Outra coisa: se vc fosse técnico dele, sugeriria que ele jogasse paris, mesmo que nao valha pontos esse ano, ou descansaria p o finals?
    Obrigado, abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que ele está pensando em garantir o recorde de semanas e de anos encerrados como número 1, Além é claro de ganhar um belíssimo cachê.

      Responder
      1. sander

        obrigado, Dalcim. Só me tira uma dúvida: os pontos dos dois primeiros meses de 2020 ainda serão mantidos em 2021 (AO, dubai, rio open, etc…), só sendo descontados em 2022, a exemplo do que aconteceu com o us open, cinci, Roland Garros, etc… desse ano?
        abraço

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Essa ideia surgiu em fóruns de tênis, mas até agora a ATP não se pronunciou. Na verdade, acredito que isso só aconteça caso o calendário de 2021 não seja mantido ou existam muitas restrições quanto à disputa dos torneios de janeiro e fevereiro.

          Responder
  25. Isaías

    Dalcim, se Federer é o mão Santa genial, Djokovic o tenista mais versátil que precisa fazer poucos ajustes em seu jogo para jogar bem em diferentes superfícies, Nadal o tenista moldado e feito para o saibro é o tenista que melhor se adapta. Talvez não tenha tanta “importância” para a discussão de quem é o maior da história, mas sem dúvidas tem “relevância” para o livro de história do tênis o fato de Nadal em 5 finais de slams na quadra dura contra Djokovic ter conquistado 2 títulos, e em 3 finais em Wimbledon contra Federer ter conquistado 1 titulo, e em 7 finais de Roland Garros contra seus 2 rivais Nadal ganhou as 7 finais, ou seja Nadal se adaptou e conquistou slams contra seus 2 rivais na superfícies favorita dos 2, Nadal o saibrista que desafiou seus rivais e foi soberano em Roland Garros contra os mesmos.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Eu penso da seguinte forma. Federer é muito melhor que Nadal na grama e nas hards, e o espanhol é muuuuuito melhor que Roger no saibro. Estou falando em títulos e desempenho, assim como h2h.
      Se o suíço é melhor que Rafa em 2 dos 3 pisos que o esporte é disputado, Federer é melhor que Nadal. Simples assim.

      Responder
      1. Isaías

        Vitor Hugo, meu comentário não foi em momento algum seguindo essa sua linha de raciocínio, até peço desculpas se não escrevi de forma clara o meu raciocínio. Abraço

        Responder
      2. Marcelo

        Este é o ponto do torcedor: -Vc acha, mas eu não acho. ..

        E já disse isso aqui: visto q a partir de 2021 tudo indica que o Federer ainda deterá vários recordes, mas nenhum deles relevante, muito provavelmente perderá sentido mantê-lo na discussão sobre quem seria o GOAT.

        E te desafio a mostrar qualquer record relevante que ele deterá após 2021.

        Assim como o Sampras, Federer ficará lembrado apenas pela grandiosidade do momento, daquela fase 2004-2008… que aliás já tem mais de 10 anos que findou. Será lembrado pelo estilo bonito (junto com Fabrice Santoro)

        Mais nada

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Quero ver se Djokovic e Nadal vão ganhar 5 vezes 3 slam diferentes. Quero ver se um dois dois vai conseguir vencer tanto Wimbledon quanto u.s open por 5 anos seguidos. Quero ver se um dos dois vai ganhar Wimbledon, maior slam de todos, 8 vezes. Quero ver qualquer um deles chegar a 100 títulos e 6 masters finals. Quero ver se um deles vai quebrar o recorde de semanas seguidas na liderança do ranking.

          Responder
          1. Marcelo

            São todoa recordes muito bonitos.

            Mas… qual a relevância desses recordes para o cálculo do GOAT?

            Porque recorde menores….até o Feliciano Lopes tem!

        2. Rodrigo S. Cruz

          Puta que pariu.

          Comparar Roger Federer com Fabrice Santoro? (rs)

          Então devemos comparar o Novak Djokovic com quem, com o Davi Ferrer?

          kkkkkk

          É muitá invejinha e muito ranço desse segmento, viu…

          E ao contrário do que você postou, o Federer SEMPRE estará sim na discussão sobre o GOAT.

          Responder
          1. Miguel BsB

            Essa foi demais mesmo! Na ânsia de diminuir o Federer (acontece tb com os outros 2 BIG 3), os caras tão comparando Federer com Santoro e Feliciano Lopez…
            Realmente, é vontade demais de passar vergonha…kkkkkk

        3. Sérgio Ribeiro

          Tinha passado batido por esse comentário, Marcelo. Agora me lembro que o parceiro começou no Blog afirmando que Federer e as Irmãs WILLIANS somente jogavam por $$$$$$$$$ . E que quem não acreditasse nessa groselha, era por demais infantil . Depois do USOPEN e de RG 2020 , acredito que saibamos quem é a criança… E agora vem com um papo depois de se dizer “ admirador “ do Suíço ( algumas semanas) , que esse somente vai ser lembrado por suas conquistas menores assim como Pete ( Heptacampeão de WIMBLEDON) . Se parasse hoje , o Suíço provavelmente seria reconhecido como o maior jogador que já pisou uma quadra de Tênis. A conferir. Abs!

          Responder
          1. Marcelo

            Meu Caro,

            Lendl terminou como a carreira como o GOAT, depois veio Sampras e também terminou a carreira como o GOAT. Analisando friamente, se o Federer parasse HOJE, também pararia como o GOAT.

            Mas como tudo indica que não vai parar hoje, ele será com certeza diferente e NAO terminará a carreira como o GOAT.

            E sendo bem honesto, o reinado dele não sobrevive a 2021… Como disse a outro colega: ele é aquele time que terminou o primeiro turno invicto e com 100% de aproveitamento. Mas no segundo turno fez dois ou trÊs empates e está virtualmente empatado com o segundo e terceiro colocados no campeonato, correndo sério risco de terminar em terceiro.

            VocÊ sabe como chamamos isso: “Cavalo paraguaio”

            Federer seria o “cavalo paraguaio” na corrida pelo GOAT.

      3. Rodrigo S. Cruz

        Verdade, Vitor Hugo.

        Claro que pro mal dos nosso pecados, não podemos deixar o “cabeça de Pirulito”, de fora. (rs)

        Pois o sérvio é outro que é melhor do que o Nadal na hard e na grama.

        Porém, MUITO inferior ao Nadal no saibro…

        Responder
  26. Carlos

    Caro Dalcim,
    A postagem feita pelo leitor Danilo de uma coluna sua escrita em 2009 com suposições sobre os melhores da história foi extrema oportuna. E eu, como alguns aqui, imaginamos quantos outros artigos interessantíssimos ficaram escondidos e/ou foram esquecidos pelo tempo. Comecei a acompanhar tênis em meados dos anos 1980 na época que os nossos maiores expoentes no cenário nacional eram Luiz Mattar e Cássio Mota e lá fora brilhavam Lendl, Becker, Edberg, etc. Nesse período a grande “conquista” que tenho na memória foi aquela Taça Davis no RJ onde o time brasileiro liderado pelo Mattar eliminou a poderosa Alemanha do Becker e Carl Uwe Steeb na escaldante arena de saibro montada no RJ. No final dos anos 1990 o nosso sonho se tornou realidade (como bem narrou o saudoso Ruy Viotti da extinta TV Manchete quando da entrega da premiação do 1° título de RG do Guga) e pudemos acompanhar toda a curta porém inesquecível e brilhante trajetória do manezinho da ilha. Nessa época o tênis virou “pop” no Brasil e na imprensa todo mundo virou especialista do dia pra noite. Após a era Guga, tudo voltou ao normal, sem brasileiros no topo e só quem gosta mesmo continuou a acompanhar. Acontece com o tênis aqui mais ou menos o que aconteceu com a fórmula 1: depois de 3 gerações de pilotos brasileiros vitoriosos e 8 títulos mundiais, com a morte do Senna, o interesse foi pouco a pouco se esvaindo e só ficou quem realmente gosta do esporte; independente se tem brasileiro ou não nas cabeças ( na fórmula 1 ainda teve Rubinho e Massa, assim como no tênis tivemos um Belluci mas que nem de longe cativaram as massas como os antigos campeões) .

    Escrevi tudo isso pois queria dar uma sugestão: acho que seria interessantíssimo vc pesquisar e compilar alguns dos seus textos e publicar num livro, talvez até mais de 1….de repente um focado só na era do Big3 e outro contando a história dos últimos 30 ou 40 anos – ou desde que vc começou a acompanhar o circuito, por exemplo. Somos muito carentes de bons livros e textos sobre tênis em língua portuguesa e acho que um livro ou uma série de livros seus seria muito bem recebida pela comunidade tenística – torcedores, jogadores, técnicos, etc.
    Sou leitor do site há mais de 1 década e imagino a quantidade de bons textos que as pessoas gostariam de ler ou reler sobre tênis. Abç.

    Responder
      1. Miguel BsB

        Dalcim, sou outro que vem aqui reforçar a ideia da publicação do seu livro! E, pode ter certeza, estaria presente na noite de lançamento e autógrafos pra conseguir o meu com uma dedicatória sua, nossa enciclopédia do tênis e amigo. Se me permite, já o considero como um amigo, por esses anos todos de interações aqui no blog.

        Responder
      2. Daniel C

        Eu queria uma coletânea tb dos melhores comentários dos internautas. Ao longo dos anos, tivemos textos muito criativos (mesmo que não agradassem a todos) de personalidades como “O lógico” e o Sérgio Gonçalves (que eu não sei por onde anda, mas espero que volte). Eram textos divertidíssimos, apesar de achincalharem o Nadal rs.

        Responder
    1. DANILO AFONSO

      Dalcim, já li você respondendo algumas vezes que em razão da mudança do servidor do portal UOL, os textos antigos (2006 a 2012) deste blog foram perdidos.

      Mas você tem todos os textos salvos no formato word ou pdf ???

      Responder
  27. Chileno

    Bom… eu imaginava mesmo uma vitória do espanhol. Acho que ele tinha sim, um certo favoritismo. Mas…

    Não esperava por essa surra. Achei que o sérvio daria muito mais trabalho.

    Pelo pouquíssimo que consegui ver nos highlights patéticos que RG disponibiliza no Youtube, o sérvio definitivamente não pareceu jogar tão mal assim.

    Mas o espanhol ali, é um monstro total e absoluto. Acho que ele é o mais próximo possível do “invencível” ali.

    Não acredito que algum dia, algum tenista consiga tamanha dominância.

    Enfim… todos os louvores ao touro! No saibro, ele é o bichão mesmo. Não tem jeito.

    Provavelmente abocanha mais uma ou duas dessas taças por lá (e talvez até algum outro GS, eventualmente), e muito provavelmente vai deixar o Federer pra trás no número de GS.

    Salve o Rei do Saibro!

    Responder
  28. Sérgio Ribeiro

    A declaração de Rafa Nadal nesta segunda sobre sua relação com Roger Federer, esclarece muitas coisas . E a entrada de Andy Murray no Conselho da ATP , mostra que a nova Associação já começa desfalcada. Enquanto isso Titio Tony e Ivasinevic continuam aprontando . O primeiro disse que o Sérvio pecou pelo excesso de nervosismo com a solidez do sobrinho . E Ivasinevic diz que exagerou dizendo que Rafa não tinha chances mais foi sincero . “ Nadal apenas devolveu a Surra que tomou no AOPEN . E meu pupilo passará os 20 SLAM sem dúvidas “ . Depois dessa esse cara está mais que apto a substituir o P . Almeida como Piloto , ou o Jonas como Co-Piloto da “ Turbinada “ kkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

    Responder
    1. Jonas

      Cara, acho que você vê coisas ou tem um mundo a parte. Nunca duvidei de Nadal, acho sim que ele passa dos 20 Slams.

      E se ele passar, isso não será bom para o Federer, que já vai perder o recorde de semanas para o Djokovic.

      Quanto ao jogo de ontem já comentei. Um atropelo, verdade, mas quem levou 6/1 6/3 6/0, aos 26 anos, foi um tal de Federer, ou não foi?

      São três fora de série. Você ama o Federer, óbvio, embora não admita. Mas procure ser realista, a tendência é o suíço ser superado no número de Slams. O recorde de semanas já foi, abs.

      Responder
      1. Jonas

        Lembrando que essa ordem de importância, são vocês Federetes que colocam.

        Slams, semanas como n1, finals, olimpíada, masters 1000…ou não é?

        Então foque nos números. Um “idoso” como Federer não terá muitos chances, de acordo com seus próprios fãs. Para mim, ele ainda é um candidato a levar algo, caso não enfrente o Djokovic.

        Responder
          1. Jonas

            Estou falando de Grand Slam.

            Final de Grand Slam, não uma melhor de três com importância menor.

            Federer é um grande jogador, mas pelo histórico entre os dois em Major não apostaria no suíço.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Mas eu falei de Grand Slam mesmo, cara.

            Wimbledon 2019, ele teve a taça na mão, e jogou no lixo.

            Não foi o Djoko que ganhou dele, foi ele que PERDEU do Djoko.

            Acho que isso não vai se repetir mais…

      2. Sérgio Ribeiro

        Leia direito antes de postar suas famosas groselhas . Que mundo à parte é esse mane’ ? . As declarações são dos caras e não minhas. Ri porque parecem dois fanáticos como você e o P.Ameida se antecipando aos fatos . A quebra do recorde de Semanas não CONSECUTIVAS já e’ favas contadas . O recorde de SLAM não. Então quem vive em outro mundo são vocês. De concreto é que o Espanhol também abriu 3 para o Sérvio . Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Se ele “ enfrentar “ o Djokovic em Wimbledon como fez ano passado tem chances de te levar ao banheiro novamente em grande número. E sem essa de amo Federer . O considero o maior jogador que vi jogar . Posso te garantir que Pôster no meu quarto do cara como vocês, nem pensar kkkkkkkk. Abs!

          Responder
          1. Jonas

            “Se ele enfrentar Djokovic em Wimbledon”

            Realidade: vitórias de Djokovic nas finais de 2014, 15 e 19, em um piso que não é o seu melhor. Por isso acho que você vive em um mundo a parte meu caro, abs.

        2. Jonas

          Puxa, vou ter que desenhar.

          Sérgio, eu nunca cravei que Djokovic superaria Federer e Nadal em Slams.

          Eu sempre disse que isso era DIFÍCIL, porém possível.

          Paulo Almeida falou isso? Eu realmente não me lembro, mas ele já chama Djokovic de GOAT.

          Não preciso discutir esse recorde de semanas, pois já era. Federer terá esse recorde quebrado.

          Agora minha opinião: Nadal deve bater o recorde de Federer em Grand Slam. Djokovic PODE bater, mas é difícil. Ele tem 33 anos, é o número 1 do mundo, está jogando demais, porém ninguém sabe por quanto tempo ele vai se manter no topo. Eu, como fã dele, espero que por mais quatro ou cinco anos, mas é difícil.

          Resumindo: os principais recordes (segundo vocês mesmo) de Federer devem cair, é uma tendência. Agora, não dá para duvidar dele. São três jogadores extraordinários. Entendeu agora amigo? Printa esse comentário porque eu não estou cravando nada.

          Não é o seu caso, mas tem muita gente aqui que odeia Djokovic, então comemoraram esse resultado, se esquecendo que o Federer está sendo superado. Eu já havia previsto isso aqui, abs.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Leia direito , Jonas. O fato de já ter perdido algumas para o Sérvio em WIMBLEDON ( ia empatar 2 x 2 se não perde os Match points ) , não quer dizer que não possa vence-lo na próxima. Somente num mundo paralelo de fanáticos como o teu e do Almeida é que isso não é viável. Quase a Kombi inteira cravou o Sérvio pra cima do Espanhol em RG 2020. Isso é que é viver em outro Planeta rs Abs!

          2. Jonas

            É claro que é viável. Federer já venceu Djokovic em Wimbledon 2012.

            Não duvido do suíço, apenas acho que, baseado no histórico entre os dois, o Djokovic entra como favorito. Não dá para jogar no lixo as três finais que o Federer perdeu para o sérvio.

  29. Maurício Luís *

    Aquela foto do Nadal de cueca samba-canção que eu ganhei por errar todos os placares no desafio, tive uma ideia luminosa. Vou mandá-la pelo correio pro Ivanisevic. A foto da sogra dele de bobs na cabeça e com a cara amassada na hora que levanta, vai de brinde.

    Responder
  30. Vitor Hugo

    Nobre Luiz Fernando,

    Vc percebeu que quase nenhum ou nenhum torcedor do suíço está morrendo de raiva por Nadal ter igualado o número de slam de Federer, o que parece que vc não consegue aceitar. Parece que pra vc os torcedores do suíço precisam ter ódio de Rafa, ódio dos torcedores do espanhol, assim como vc odeia Federer e boa parte dos seus seguidores.
    Livre-se de ranço, magoa e ódio do passado. O que passou passou.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Talvez fosse legal vc perguntar o mesmo p o Marquinhos e o Renato, não acha? O nobre Renato comemorou a cirurgia de apendicite do Nadal, deve desejar o bem dele com fervor. Eu não gosto do Federer mesmo e ja expus isso aqui, pois não sou hipocrita. Não tenho nada contra a maioria absoluta dos torcedores do Federer mas outros eu não engulo, vc incluído entre os quais. E a afirmação q vcs não ligam p o Nadal superar o Federer em GS é tão verdadeira quanto uma nota de 3 reais. Abs.

      Responder
  31. Nattan Labatto

    Boa noite, Srs!

    Somente agoraconsegui digerir a peia de cinta que o Nole levou nessa final. Peia PARRUDA! Enfim, não foi para qualquer um, foi para o Rei desse piso, e mais precisamente, deste torneio Slam.

    Não poderia me furtar de elogiar e parabenizar os nadalistas pelo título mais do que merecido. PARABÉNS!!! Nadal conseguiu feitos magníficos, e continua escrevendo seu nome na história com letras garrafais. 👏🏻

    No mais, fico feliz por saber que o Novak chegou em mais uma final, ampliou os seus pontos e tem tudo para somar mais ainda, o que o fará quebrar um recorde todo especial e tão magnífico quando o de Slam e até mais difícil, o de semanas como número um, terminando 6 temporadas nessa posição.

    Bola pra frente, pois o passado não precisa da gente, o futuro sim.

    💪🏻👊🏻

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Para um jogador que vc disse ser ‘predestinado’ a ser goat, quase invencível, espero que sirva pra alguns de vcs vestirem as sandalhas da humildade. Rs. As coisas não são bem assim. Foi uma surra de cinta!
      Abs!

      Responder
      1. Nattan Lobatto

        Cara, foi uma baita de uma surra!!!

        Muitas vezes escrevemos/postamos contaminados pelo sentimento/emoção de fã e é normal deixar escapar frases de efeitos e/ou palavras contundentes como esta: PREDESTINADO.

        Na verdade o Djokovic é um baita de um jogador, fora de série, que lutou, correu atrás e hj configura entre os maiores/melhores da história desta modalidade. Torço muito para que ele quebre todos os recordes.

        Abs

        Responder
      2. Nattan Labatto

        E outra, nobre Hugo. Me orgulho e utilizar frases e palavras de efeito em troca de ofensas, injúrias e difamações gratuitas que alguns direcionam para tenista A ou B. Isso sim é faltar com a humildade de reconhecer os feitos alheios.

        Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Prezado Nattan, desde que o juizão cantou game, set and match domingo, estou com coisas na cabeça que deveria escrever aqui, mas que não tinha encontrado ainda o “time” apropriado. Acho que você me deu essa oportunidade.
      Não há muito o que dizer. Nadal foi a eficiência em quadra, enquanto o sérvio parecia apenas aprecia-lo. O primeiro set então, sem palavras.
      E olha que o jogo até que foi de nível muito bom, com excelentes pontos, do ponto de vista estético e de importância para cada momento.
      E como desejei ver aquela Head Speed espatifada no chão, mas ela permaneceu na mão, firme como nunca…
      Para finalizar, como em tudo na vida e/ou nas derrotas, tiramos lições positivas para seguirmos adiante: vimos um Novak Djokovic sendo como sempre é, no aspecto humano, pois segundo alguns comentaristas que se especializam em denegrir a imagem de alguém, ele sempre encontra um jeito de catimbar quando está perdendo. Outros exageram, dizendo que prevê a derrota do vestiário e já entra em quadra com um emplastro colado nas costas.
      Não foi isso que vimos domingo e segundo o próprio, Nadal estava exuberante em forma física, tática e técnica.
      Eu de cá do meu sofá, achava que Novak estava apático demais, mas se ele falou o que falou, quem sou eu para coloca-lo em cheque.
      E agora também, enfim, nosso nobre colega de blog pode realmente afirmar que o sérvio tem uma derrota no ano.
      Grande abraço.

      Responder
  32. periferia

    Olá

    O escritor argentino Jorge Luis Borges dizia que “a censura é a mãe da metáfora”

    Ana e os Lobos (1973) Carlos Saura.
    O personagem da Mãe (nunca nomeado) representa a Espanha abalada pelo franquismo….com os demais personagens representando segmentos da sociedade espanhola.

    Terra em Transe (1967) Glauber Rocha.
    Em um país fictício chamado Eldorado (Brasil)…um jornalista/poeta lidera um povo tosco e analfabeto .

    Responder
    1. Filipe Fernandes

      Periferia,

      “Terra em Transe”, lembrança muito boa da sua parte. Essa grande obra também satiriza a fundo o populismo, artifício político que despersonaliza por inteiro o indivíduo. Infelizmente, o nosso país se mostra perenemente refém dele.

      Um grande abraço, meu caro.

      Responder
  33. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,nos confrontos entre o Big 3,temos sempre definido os jogadores que vão ser mais ofensivos e os mais defensivos no confronto…Federer geralmente sempre busca mais winners,a rede contra os outros 2,e no caso Djokovic x Nadal,o sérvio busca ser mais agressivo,como nessa última final…Mas você não acha,que especialmente em condições bem lentas,o sérvio não poderia “mudar a abordagem” e ser um tenista mais cauteloso contra o Nadal??!…Me parece que ele é o ÚNICO tenista atualmente que tem (físico+consistência do forehand e backhand+ capacidade de contra-ataque) para incomodar o espanhol,jogando a pressão para cima dele…Achei que ele poderia ser muito mais conservador na final,tendo em vista que o jogo agressivo não estava tendo efeito…Concorda comigo ou a tática do sérvio foi adequada mesmo?

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Bem Dalcim , interessante é. Mas convenhamos que OITO em WIMBLEDON , SEIS no AOPEN, CINCO no USOPEN e Um em RG , não fica atrás em nada a nível de dificuldade dos 20 conquistados pelo Espanhol. Abs!

        Responder
  34. Rafael

    Queria esclarecer algumas coisas:

    – Para mim, Roger Federer ainda é o goat. O número de vezes que postei louvores a Federer aqui vai além do que consigo lembrar.
    – Acho que Djokovic não termina a carreira na frente dos outros 2 em número de slams.
    – Nadal deve ganhar mais alguns em RG e beliscar alguma coisa fora de lá. portanto acho que termina na frente de Federer no No. de slams. Também acho que se Federer não vencer Wimbledon 2021 não vence mais nada.

    Nunca questionei a beleza, plasticidade e eficiência de Federer. É um marco na história do esporte. Nem tampouco sua fundação na África para ajudar o povo de lá.

    Como pessoa, no entanto, não tenho admiração pelo estilo de Federer. Acho que lhe falta autenticidade, acho que ele foi orientado desde cedo na carreira a agir de uma certa forma, falar as coisas tidas como adequadas, visitar os eventos apropriados, enfim, acho, e é meu direito ter uma opinião, que Federer é um personagem. Com sua qualidade, esse trabalho de relações públicas e com a ajuda da mídia, a marca Federer se tornou um mito maior do que sua pessoa. Na pandemia, li uma notícia (já sabia dela) dizendo que Federer tinha “viajado à Itália para surpreender 2 garotas naquele “tênis de telhado de prédio”. Li até a última linha. Em NENHUM momento foi informado que Federer viajou por ideia de um de seus patrocinadores, a Barilla (que produz massas) e que aquela filmagem era uma PROPAGANDA. Li que as meninas disseram que ficaram “genuinamente” surpresas e não esperavam a presença de Federer.

    Também acho que Federer gosta de aparecer, gosta dos holofotes mesmo quando não está jogando, como quando foi repreendido no Twitter por gente do tênis por falar antes da hora sobre a ideia de juntar homens e mulheres no tênis, dando a impressão que aquilo tinha sido sua ideia.

    O jogo na África foi uma TREMENDA jogada de marketing, parabéns a ele. É um local com o qual ele tem laços afetivos e tudo saiu como o esperado, batendo o recorde de público na história do tênis.

    Quando Federer foi dar uma entrevista em um programa de TV, as câmeras ficavam mostrando “acidentalmente” o tênis que ele desenvolveu um parceria com um pessoal na pandemia, ” The Roger” ou algo assim. Como esse tipo de propaganda foi considerada inadequada e pegou mal para o programa, o próprio diretor veio a público “pedir desculpas” e dizer que as tomadas tinham sido feitas “por engano”. O que o tênis dele estava fazendo ali?

    Ainda na pandemia, quando todo mundo criticava Djoko e o perseguia onde estivesse pra ver se estava com máscara, Federer gravava comerciais na Suíça, com aglomeração, sem distanciamento e sem máscaras para outro patrocinador, a Mercedes.

    Tem o caso de aceitar ser patrocinado pelo Credit-Suisse e dar de ombros para a discussão mundial sobre o clima.

    E tem muito mais. Está errado? Não, Federer (e sua equipe) tem mais é que aproveitar mesmo, ele fez por onde. Mas podia ser mais autêntico em suas posturas, declarações e aparições. Dizer mais o que pensa e opinar sobre questões de relevância. E agir mais por seus pares. Desde que voltou ao Conselho, Federer fez o quê?

    ________________________________

    Se pensar dessa forma leva o Bruno a dizer que eu que “me acho” sensato, falar de água suja, ou o Gildokson a dizer que é um “ataque gratuito” ou algo como estou “de ressaca” pelo atropelo do Nadal, sei lá, acho esse modo de pensar limitado. Se tudo que vcs conseguem interpretar do que disse é que foi um recalque de torcedor, talvez eu tenha que melhorar muito meu modo de me expressar.

    Não odeio Federer nem ninguém, nem teria porquê. Mas a quantidade de argumentos aqui dizendo o quanto Djokovic não tem caráter, é um idiota, é um matador de juízes de linha, é o Bolsonaro do tênis, etc me autoriza a ter minha opinião sobre a pessoa Roger Federer. E ela é essa. Pelo menos, nesse momento.

    Abs

    Responder
    1. Rafael

      PS 1: Li o Dalcim chamando a atenção do Paulo Almeida sobre respeitar o jogador. Quero deixar bem claro (acho que sempre deixei) que respeito Roger Federer como jogador.

      PS2: Se para “ser sensato” é uma obrigação amar a Federer sobre todas as coisas e não fazer críticas a ele, eu não sou sensato. Mas isso eu sempre soube.

      Responder
    2. Arthur

      “Acho que lhe falta autenticidade, acho que ele foi orientado desde cedo na carreira a agir de uma certa forma, falar as coisas tidas como adequadas, visitar os eventos apropriados, enfim, acho, e é meu direito ter uma opinião, que Federer é um personagem.”

      Ou seja: Federer é suíço. KKKKK

      Brincadeira, Rafael.

      Um abraço.

      Responder
    3. Chetnik

      Perfeito, Rafael. E não tem nem como comparar o nível de agressividade e ofensividade disparados contra um tenista e outro. Eu, e alguns outros, gostamos de tratar o Federer de forma jocosa. Contra o Djokovic, é toda hora “idiota, babaca, lixo, mau caráter”, etc. Já o chamaram até de genocida. E isso tudo aí passa sem nenhum problema. Eu nunca chamei o Federer de nenhuma dessas coisas.

      Responder
    4. Majô

      Perfeito comentário.!Adoro o Federer ,mas tudo é cuidadosamente estudado nele isso é .Seu marketing pessoal é grandioso,também não vejo nada de mais,tem fama tem que ganhar muita grana.Mas que ele é muito superficial sem duvidas!Genial tenista mas fora das quadras falso.

      Responder
    5. Luiz Fernando

      Rafael não esquenta com esses caras que tem um bom mocismo seletivo, aqui já se postou tudo quanto é barbaridade contra Nadal e o Djoko e essa turma nunca repudiou esses fatos, ao contrário, sempre se divertiam com isso, mas quanto se fala qualquer coisa do Federer aí tudo muda. Quando eu comecei a frequentar o blog do Dalcim, em 2007 ou 2008, os nadalistas da época (Mariliense, Ricardo de Campinas, Geraldo Carvalho, Spencer) eram muito pacatos, eu já era menos, e ficava p… da vida quando ao invés de se valorizar um jogador como Rafa, que foi o primeiro adversário real do suíço, eles só atribuíam suas vitórias a doping. Foi aí q eu comecei a retrucar, chamando o Federer de “aposentado” (na época ele tinha uns 26-27 anos) e pegando no pé dessa turma com o chavão “como os caras tão sofrendo”, que pegou, pois eles sofriam demais mesmo com as vitórias do Nadal, aliás sofrem até hoje. Não me arrependo de nada do q eu fiz e faria tudo de novo se fosse o caso. Passado um tempo, usando um termo q o Geraldo Carvalho cunhou, terceirizaram a tarefa de vencer o Nadal p o Djoko, idolatrado por eles durante um bom período por truncar as vitórias do espanhol, e hj vc vê o tratamento q alguns desses mesmos caras dispensam ao sérvio, jogador do mesmo nível de Rafa e Federer. Então meu caro, continue postando da forma q vc julga q deve e externando sua opinião, pois satisfação aqui eu, vc e os demais participantes só devemos ao Dalcim, pois estamos na “casa” dele…

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Luiz Fernando, sobre o assunto terceirizar a tarefa de vencer Nadal, é curioso pensar sobre algo.
        Quando Rafa perdeu as primeiras finais de slam pra Djoko, muitos acharam que Djoko atrapalharia Nadal de alcançar Federer.
        E não era absurdo pensar assim.
        Mas quando Djoko tirou Federer do AO 2011, pensei comigo mesmo um pensamento inverso: que Djoko iria ajudar Nadal a passar Federer (claro, além de ajudar a si mesmo, obviamente).
        Desde 2010, Federer foi derrotado 10 vezes em slams por Djoko. Nadal foi derrotado 6 vezes.
        Mais a questão principal é Djoko ter minado a confiança de Federer, e se tornado o grande ganhador de grand slams fora do saibro. Se Djoko não tivesse engrenado, acho que seria bem mais difícil Rafa alcançar Federer. Msm que Rafa tb tivesse ganho mais GS fora do saibro, Federer ganharia mais ainda, continuaria por anos a fio dominando esses GS, perderia um ou outro pra Nadal mas ganharia muitos.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Cadê o Geraldo , mane’ ? Ninguém terceirizou coisa alguma . O Carvalho sumiu do Blog depois de 2017 devido a Federer voltar a vencer SLAM inclusive dando aulas no Espanhol. Quando um ou outro fala , o guri generaliza ao estremo. Esse “ odeio Roger Federer partiu de você “ . Como babar ovo meses a fio dos caras idem . Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          * Generaliza ao EXTREMO. E os citados por você não eram pacatos coisa alguma . Repetiam as suas babaquices de aposentado , cansadas, somente vence quinhentinhos , onde vocês quebraram a cara legal . Abs!

          Responder
    6. Gildokson

      Rafael, eu ja sabia dessa sua impressão sobre o Federer, inclusive você ja expôs isso outro dia em um comentário onde falava justamente sobre o fato dele ser patrocinado por Credit – Suisse, e achar que ele deveria ter outra postura.
      Ja pensou se todo atleta ou pessoa pública fosse recusar patrocínios devido a esse ou outros motivos? Ninguém assinaria com a Mercedes e nem usaria Hugo Boss só pra parar por aqui, empresas que cresceram a base de trabalho escravo na época do holocausto. Eu particularmente discordo de quase tudo que você disse, e olha só que engraçado, tenho essa visão justamente do Djokovic.
      Ele sim parece tentar ser um personagem legal muitas vezes, como nos coraçõezinhos lançados à arquibancada ou nas imitações de outras figuras do tênis. O problema é que Djokovic se esquece as vezes e saí do personagem, como agora mesmo durante RG sendo indelicado e apressando boleiros, como no US flagrado tentando dar uma “carteirada” para não ser desclassificado do torneio, uma série de atitudes que eu não acho legal também. Mas eles são seres humanos neh? Tem vários defeitos e essas são só nossas impressões à distância e só quem convive com eles sabe o caráter de cada um.
      Gosto muito dos seus comentários viu, não falei por maldade, só tenho uma opinião completamente contrária.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Mas esse é o ponto caro Gildokson.
        O que o sérvio faz todos vêm. O que o Rafael disse do Federer destoa disso. E eu não acho nem um pouco indelicado apressar alguém que está lhe prestando um serviço e isso ocorre em momentos mais tensos. Temos a mania de pegar uma coisa, positiva ou negativa de alguém, à nossa escolha e transforma-la no que deveria ser a pessoa. Já vimos Djokovic rodeado de crianças e boleiros em vários eventos mundo afora. Será que todos estavam forçando a barra?
        Ademais, se somos praticamente unanimidade aqui quanto à admiração por Guga, pelo seu tênis, carisma etc, já vimos também o quanto ele já se declarou amigo e fã do sérvio. Não acredito que seja marketing.
        E para finalizar, você fala de impressões à distância e a distância realmente ofusca a verdadeira impressão, mas já disse aqui e vou repetir, tenho impressões próximas que avalizam meus sentimentos por ambos.
        Grande abraço.

        Responder
    7. Rodrigo S. Cruz

      Rafael,

      assim como tudo que você já escreveu aqui, este texto transborda de sinceridade.

      Acredito em CADA PALAVRA expressa, mesmo não concordando em toda essência.

      Também acho que falta ao suíço Roger Federer um pouco mais de autenticidade.

      De ás vezes chutar o balde, dizer o que ele pensa de coração.

      Pouco se fodendo para o que o politicamente correto ou os detratores (se alguns) digam.

      Nesse ponto, falta um pouquinho de “Nick Kyrgios” nele.

      (só um pouco, para não estragar)

      kkkkk

      Quanto ao Djokovic, cada dia que passa eu me decepciono mais com ele.

      Claro que ele não posso tachá-lo de má pessoa.

      Mas não sei se você viu, mas DE NOVO nesta final de Roland Garros houve um lance similar ao do us Open:

      Só que desta vez ele se irritou mesmo, e atirou ÁS CEGAS a bola para trás. (rs)

      Ou seja, de novo correu o risco de acertar alguém e de acabar desclassificado.

      Fora a ESCROTICE que sempre me causa repulsa, da forma com que ele DESTRATA os boleiros…

      Acho que você tem todo direito sim de expor a tua opinião acerca da pessoa Federer.

      Eu sou federista, mas não sou idólatra ou doente,e não endeuso esse homem.

      Ademais, o Roger Federer não é o único tenista para quem eu torço.

      E tampouco tem ele exclusividade da minha admiração.

      Eu ficaria tão contente de ver um Kyrgios ou um Fognini ganhando um mísero Slam, quanto eu ficaria do Federer ganhar 21 ou 22.

      Há pessoas muitíssimo mais fanáticas aqui mesmo no blog. E para eles APENAS o Djokovic existe.

      E se sendo a maioria, não têm eles o menor apreço e respeito pelo Federer, o sérvio também de mim não terá.

      Lembrando que o suíço é o único alvo desses tais.

      Um abraço.

      Responder
    8. Thiago Silva

      Um texto enorme desse só pra dizer que o Federer é marketeiro, não conseguiu achar nenhum outro defeito pra apontar.
      Faz muito bem ele de aproveitar essa imagem tão valiosa, são poucos no esporte que alcançam isso.

      Responder
    9. Rafael Azevedo

      Rafael, eu entendo completamente seu argumento. Mas, eu penso um pouco diferente.

      Todo ser humano sente raivas, iras, alegrias, etc. Nos dias atuais, há um consenso de que o cara que reprime esses sentimentos é um cara “não autêntico”.
      Mas, nem sempre é assim. Às vezes, a repressão ao sentimento faz parte do caráter do indivíduo. Ele acredita que alguns sentimentos podem ser danosos e, por isso, ele tem o dever de se controlar. Acho isso super normal. Isso também é ser autentico, pois ele está sendo quem ele quer ser.
      O mundo é assim…há aqueles que preferem ser “descontrolados” (ou seja, deixar os sentimentos aflorar) e os que preferem controlar os sentimentos para não agirem de forma contrária ao que acreditam. Não há errado. Há autenticidade em ambos, desde que seja uma decisão própria e não imposta por uma empresa ou grupo social. Não são os sentimentos que nos definem (caso contrário, seríamos todos iguais), mas a relação “razão-sentimento”.

      Sobre as opiniões, acho que não podemos afirmar se ele está sendo autêntico ou não. Seria muita presunção nossa!

      Sobre o marketing e contratos com patrocinadores, de fato os casos com o tal banco suíço e com a propaganda do tênis no programa de tv são dignas de críticas, mas considero completamente normal. Quando se trata de negócios, há uma guerra interior muito grande no indivíduo. É muito complicado administrar isso. Uns deslizes são comuns, mas não são suficientes para por em cheque o caráter de um homem (a não ser que se tornem repetitivos. Nesse caso, pode ser que o “amor ao dinheiro” tenha corrompido o caráter do cara).

      Eu considero o Federer um cara de bom caráter, respeitoso e íntegro. Obviamente, houveram alguns situações em que ele agiu com mau caráter, sem respeito e sem integridade. Mas, são ações isoladas, influenciadas pelas circunstâncias e momentos de fraquezas humanas. Isso não define quem ele é (o mesmo vale para o Djokovic e suas falhas). Elé é frio e reprimido? Sim! Mas, esse é o seu estilo. Simples assim.

      Responder
    10. Jose Yoh

      Rafael, penso que todos eles são orientados desde cedo a não dizerem tudo que pensa. No calor de um jogo ou de uma entrevista sempre aparece um pouco de cada caráter, e fica claro que tudo na vida deles é apenas encenação.
      Não acho que isso seja bom ou ruim. Em um mundo onde tudo vigiado com câmeras e há pessoas comentando bem ou mal de tudo que você faz, ser uma personalidade é sempre ser um bom ator, pois você corre o risco de ser cancelado como muitos já foram.
      Também acho que é necessário estar com a mente bem controlada para conseguir jogar tênis, um esporte que exige o máximo de concentração.
      Nesse ponto, penso que o suíço é bastante inteligente, porque poucas vezes vimos ele sair da linha. Sinceramente, acho que tem a ver com sua própria personalidade e educação recebida, mas nunca saberemos se não o conhecemos de verdade. Há uma equipe em volta dele que censura tudo que não devemos saber sobre sua vida.

      Responder
  35. Daniel C

    Bom, eu só sei que as novas gerações agora terão alguns meses pela frente para se preparar ainda melhor para o próximo GS. Espero que Thiem, Zverev, Tsitsipas e Medvedev façam a lição de casa, ficando nos treinos físicos e táticos, estudando a forma de jogar de Nadal e Djokovic. Quem sabe esses dois não estarão num nível mais baixo tb. Tem que acreditar mais e bola para isso, todos eles têm!

    Tem uma galerinha aí que já deve estar pensando “O AO não escapa do meu queridinho”. Fico só imaginando se escapar, o drama (e silêncio aqui no blog) que sera rs. A conferir os próximos capítulos rsrs.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Daniel,

      esse próximo Australian Open vai um pouco mais difícil pro sérvio.

      Os fãs dele estavam radiantes com a noção de que o sérvio faturasse Wimbledon (antes do cancelamento) e o US Open.

      E alguns até mesmo acreditaram que o sérvio superasse o Nadal em Roland Garros.

      Os dois primeiros, o próprio destino tratou de atirar água na cerveja. kkkkkkk

      Já o último foi só ingenuidade mesmo, como vimos no domingo… (rs)

      Agora, o sérvio vai entrar pressionado para defender o título.

      E ainda por cima para se reaproximar da contagem de Majors da dupla “Fedal”.

      Só que ninguém sabe de que maneira o Federer retornará…

      Sabemos que o Touro, como todo respeito a que faz jus, é muito fraquinho pra desafiar o sérvio na Austrália…

      Por outro lado, o suíço mesmo lesionado quase arranca o primeiro set, em 2020.

      Além de ter tido uma contagem de 26 bolas vencedoras contra apenas 10 do sérvio.

      As parciais não constituíram um massacre: 6/7 4/6 e 3/6.

      Portanto, se o retorno do Federer da lesão for similar ao retorno dele de 2017…

      O suíço pode sim atrapalhar os planos de Novak.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Eu discordo que o Nadal é fraquinho para disputar contra o Djokovic na Austrália.
        Muitos estão falando isso por causa do passeio em 2019. Mas, foi um único jogo. Da mesma forma que a final do último domingo não significa que o Djokovic não tem chances contra o Nadal em RG.
        As finais de 2012 no AO e a semi de 2013 de RG são provas!
        Acho que o problema do Nadal na quadra dura contra o sérvio (e o Federer), nos últimos anos, é uma questão de tática.
        É fato que o físico do Nadal não é mais o mesmo. Mas, ele insiste em ser defensivo nesses jogos. Isso não está mais surtindo efeito.
        No segundo set da ATP Cup, ele resolveu atacar e ir à rede. Fez um set brilhante e poderia ter vencido. Na copa Davis e no ATP Finals ele jogou agressivo e com várias subidas à rede e fez jogos memoráveis (com exceção do jogo contra o Zverev em que ele ainda estava se recuperando da lesão), mas não enfrentou o Djoko.
        Em WB 2018 ele foi ofensivo contra o Djokovic e fez mais winners. Teve game de saque para fechar a partida, mas não aproveitou (assim, como o Federer em 2019)
        Acho que o Nadal precisa se contentar de que, fora do saibro, precisa assumir a postura ofensiva para voltar vencer o Djoko. Ele tem jogo e técnica pra isso. O que ele não tem mais é físico para ganhar na correria.

        Responder
    2. Thiago Silva

      Os slams da quadra dura são muito mais abertos que Roland Garros, hoje dá até pra incluir o boneco de posto e o Tripas entre os candidatos, o boneco ficou por pouco de ganhar o US Open e tá melhorando a cabeça.

      Responder
  36. Vitor Hugo

    Só pra deixar claro que, respeito a opinião de quem acha Nadal ou Novak o melhor de todos, assim como respeito também quem exalta o jogo no saibro.

    Responder
  37. Rodrigo S. Cruz

    Considerando TUDO quanto já conquistaram (e não foi pouco), Roger e o Novak brilharam bem pouco em Paris.

    Ambos são sempre presas mui fáceis para o Touro Miúra naquele palco…

    A diferença é que o título do Federer, em 2009, foi muito mais suado que o do Djokovic, em 2016.

    E 2 dos 7 jogos dele foram ao quinto set.

    O título do Novak caiu no colo, literalmente e sem qualquer exagero.

    Para começo de conversa, Nadal e Federer sequer participaram em 2016.

    O suíço superou o Soderling em 2009 que havia superado, de verdade, (e não de forma fake) o Nadal.

    Já o sérvio praticamente não teve jogos, mas TREINOS DE LUXO, com seus 7 opositores.

    Ok, não sou desonesto para negar que:

    Lu, Darcis, Bedene, Bautista-Agut, Berdych até que se equivalem a Acasuso, Mathieu, Haas e Monfils.

    O problema é que Thiem e Murray foram rivais muito mais fáceis (naquele contexto, claro) do que Del Potro e Soderling.

    Primeiro, porque o Delpo levou Roger ao quinto set ali.

    Segundo, porque naquele mesmo ano o Delpo venceria Federer no US Open, também em 5 sets.

    O melhorzinho da patética chave de 2016 foi o Thiem que foi massacrado.

    E não era sombra do tenista que se tornaria à posteriori.

    Mas a melhor notícia pro Novak, é claro, foi ter pegado o “Príncipe dos Patos”, Andy Murray, na final.

    A chave que Novak pediu a Deus.

    Portanto, concordo que o Roger precise a agradecer ao Soderling.

    Como tantos incansavelmente apregoam por aí…

    Mas tenho absoluta certeza que o Novak precisa agradecer muitíssimo mais ao Murray…

    Responder
    1. Arthur

      Pô, Rodrigo, meter o Haas nessa comparação aí foi sacanagem.
      O cara era fera. E, não por acaso, quase eliminou o Federer na caminhada rumo ao título de 2009.
      E, não esqueçamos, o suíço havia derrotado o espanhol pouco tempo antes no saibro de Madrid, que, embora mais rápido, não deixa de ser terra batida também.
      Seria difícil, mas não impossível, que ele voltasse a fazê-lo, principalmente porque ele ganharia em seguida também WB.

      Um abraço.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Você não me entendeu, arthur.

        Eu sempre gostei muito do tênis do Haas sim.

        Mas quando o Federer pegou o alemão em RG 2009, o suíço vinha de NOVE vitórias seguidas!

        Ou seja:

        eu só pontuei que os 4 primeiros jogos do Djoko em RG 2016 foram quase tão fáceis quantos os 4 primeiros do suíço em 2009.

        Abs.

        Responder
    2. Thiago Silva

      Nadal ganhou dois jogos e deu W.O antes de jogar a terceira rodada por uma lesão no pulso em 2016. Tava jogando muito bem, não fosse a lesão acho que seria campeão naquele ano também.

      Responder
    3. Paulo Almeida

      Prezado fã de carteirinha do Wesley Safadão, me responda uma coisa: se essa chave do Djokovic eliminando Thiem e Murray foi patética, me cite alguma do Federer que não tenha sido. Desse jeito não vai sobrar nem Wimby 2012.

      Lembro que já te jantei no passado quando veio com esse papo, mas lhe darei outra chance.

      Responder
  38. Rubens Leme

    The Pogues – If I Should Fall from Grace with God (1988)

    Imagine misturar o folk celta, cheio de violinos, acordeons, pianos e banjo, com atitude e intensidade punks. Ponha neste caldeirão um letrista extremamente inteligente, culto, mas com um sede inesgotável, um feiúra semelhante ao do homem elefante e os dentes mais podres da história: bem vindo ao mundo dos Pogues.

    A banda nasceu em Londres, em 1980, tendo o Shane MacGowan como líder, letrista vocalista. Após dois discos bem sucedidos, mas de vendagens restritas, lançam em 1988 If I Should Fall from Grace with God, que chama a atenção pela faixa título (e talvez a canção folk punk definitiva) e a estupenda balada “Fairytale of New York”, em que Shane divide os vocais com Kirsty MacColl, então esposa do produtor Steve Lillywhite, uma das mais belas letras sobre um triste Natal passado por imigrantes irlandeses, em Nova York. Os vocais doces casavam à perfeição com os de Shane e ali nascia um clássico (https://www.youtube.com/watch?v=j9jbdgZidu8&list=PL5m3D2g_Zw3yEG7R35bRt3p9MnfMk6uGY&index=4).

    O sucesso foi curto e efêmero, graças ao comportamento selvagem e violento de Shane, que sumiu no meio de uma tour, sendo substituído em shows por Joe Strummer, ex-líder do The Clash, que era fã da banda e chegou a lançar no lado B de um single duas faixas ao vivo cantando “I Faught the Law” e “London Calling”, para lágrimas dos saudosos fãs da antiga banda de Joe.

    Kirsty acabaria falecendo em 2000, em um dos mais absurdos incidentes, quando mergulhava de férias, no México com a família e ao tentar salvar seu filho de ser atropelado por um barco, que entrou em um local proibido, onde todos nadavam. Ao perceber que seu filho seria atingindo, conseguiu salvá-lo. Infelizmente, recebeu todo o impacto e teve morte instantânea.

    Um processo foi iniciado, mas como o dono do barco era um dos homens mais ricos do México, arranjaram um empregado como bode expiatório, que foi setenciado a 2 anos e 10 meses e uma indenização ofensiva de 2 mil dólares à família de Kirsty.

    Os Pogues continuaram lançando discos até 1996, sendo os dois últimos com Spider Stacy nos vocais, enquanto Shane começava uma carreiras-solo.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PL5m3D2g_Zw3yEG7R35bRt3p9MnfMk6uGY

    Responder
    1. Miguel BsB

      The Clash é uma das minhas bandas favoritas…I Fought the Law e London Calling são clássicos, assim como o disco homônimo desta última.
      I Fought the Law, baby, the law won…

      Responder
        1. Miguel BsB

          Essa eu não sabia…sempre aprendendo com vcs!
          Aliás Rubens, vc mencionou que tem um blog de música, compartilha o link aí que eu quero acompanhar…

          Responder
          1. Rubens Leme

            Estou reformando o site, mudando muita coisa, reformulando os textos (são mais de 600), criando novas sessões, montando podcast o tirei do ar por enquanto. Quando estiver pronto, se o Dalcim permitir, mando o link aqui.

  39. Alison Cordeiro

    Não quer brincar não desce pro play, já diz o ditado. Nadal chegou a vigésimo e merece ser louvado, Djoko apanhou e merece ser zoado. Mas não fiquei aborrecido não, antes de Nole vencer Rolanga eu sofria muito quando ele perdia. Ganhou de Nadal e por mais que digam que o espanhol estava mal, era Nadal e ele venceu, coisa que só outro jogador tinha no CV.

    Dalcim, tinha alguma coisa que Nole poderia fazer para evitar o massacre? Ele me pareceu sem plano B. Apesar que nenhum mortal teria chance contra Rafa.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, me incomodou pensar que ele não tinha mesmo um plano B. Realmente, era uma situação difícil, mas caberia ali talvez cortar os erros não forçados, ainda que isso significasse pontos bem mais longos.

      Responder
      1. Rafael

        Aproveito o comentário do Alison pra fazer uma observação…Nos 2 primeiros sets ficou perceptível um abatimento, uma postura diria cabisbaixa de Djokovic…não sei se vc também reparou Dalcim. Fiquei pensando pelo fato dele ser um jogador forte mentalmente e ter essa postura. Mas convenhamos: qualquer tenista ficaria minimamente desapontado na situação que se passava, além do mais, consideramos todo histórico negativo do sérvio em finais de RG pra Nadal…ver o filme se repetindo é duro e amargo!
        Abraço!

        Responder
    2. Marcão

      Pois é, prezado Alison, perder para Nadal em RG não é demérito para ninguém, mas Djokovic ter ficado sem alternativas para o jogo superior de Nadal foi realmente impressionante. Nas vezes em que logrou sucesso contra o espanhol no saibro, Djokovic aplicou à perfeição a fórmula 3P (perna, paralela e paciência). Entretanto, a paciência ele definitivamente esqueceu no vestiário. Talvez deliberadamente, porque não se percebesse apto a esticar os pontos ou simplesmente não estivesse disposto a correr por cinco horas atrás do troféu.

      Responder
      1. Alison Cordeiro

        De fato Marcão. Nunca saberemos se faltou a Djoko algo em termos de motivação. O 6X0 pode ter sido fundamental no ânimo dele, pois o tempo de set não indica esse massacre. Djoko deve ter notado que precisaria subir demais demais o nível para equilibrar o jogo, ou contar com uma queda de Nadal. Acho que foi mais isso no terceiro set do que o próprio Nole crescer. Mas o mérito é todo do espanhol. Aplicado, preciso, não deu chances para o rival. Não é a primeira derrota dura que ele aplica no Djoko no saibro, isso também deve ter contribuído para o sérvio ver o tamanho da montanha que teria que escalar.

        Quando um Big 3 faz um rival sentir-se como os outros sentem-se contra eles, merece todos os louvores. Penso no quanto sofre a garotada quando vê esses monstros pela frente nos Grand Slams…rs

        Responder
    3. Sandro

      Acho que ajudaria muito o Djokovic ter jogado mais com o primeiro saque… Acho que na ânsia de partir para o “ace”, Djokovic acabou errando mais o primeiro saque…

      Responder
  40. Heitor

    “Não tenho muito a dizer, fui dominado pelo Rafa, ele foi o melhor jogador em quadra e não estava errando nada, recuperando todas as bolas e jogando taticamente muito bem”, disse Djokovic, após a derrota. Muito honesta a atitude de enaltecer e elogiar o adversário.

    Responder
    1. Daniel C

      É sem dúvida uma evolução para alguém que já disse que estava “com o controle da partida” após perder para o Nadal aí mesmo em RG por triplo 64 rs

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Daniel,

        É impressionante o amor platônico que o Heitor Almeida nutre pelo sérvio.

        Parece aqueles “crushes”que dão na gente de vem em quando, saca?

        Quando a mulher ocupa 90% do nosso pensamento diário – no trabalho, em casa, até tomando banho. kkkkk

        Já quanto ao Djoko:

        eu nunca havia visto uma devoção e idolatria tão grande por um esportista assim…

        Responder
    2. Sandro

      Muito coerente a declaração. Djokovic está de parabéns por não querer inventar desculpas esfarrapadas. Foi sincero,, autêntico, claro e objetivo.

      Responder
      1. Heitor

        Concordo com vc. Tb por isso que copiei-colei aqui a declaração dele. Muitas pessoas adoram tacar pedra qdo ele fala bobagem (e ultimamente tem falado muita), entao qdo ele fala coisa com coisa tb tem de ser divulgado.

        Responder
  41. Alison Cordeiro

    Parabéns a Nadal e a todos os seus torcedores. Tão fabuloso que mesmo o número 1 do mundo não achou armas para minimamente competir com o espanhol. E para mim o mérito é todo de Rafa, pois sabemos da capacidade de Nole se reinventar num jogo, e desta vez ele não achou o jeito.

    Nadal chega ao vigésimo e deve superar essa marca. Tiro meu chapéu para ele, um competidor extraordinário, um gênio. Poucas vezes vi Djoko ser dominado de tal forma que o final do jogo trouxesse mais alívio do que tristeza.

    Uma vitória para ser muito comemorada.

    Responder
  42. Gabi

    E o Djoko foi guerreiro demais. Chegou na final por mérito. Não se importou com os que adversários, derrubou um por um com um tênis muito eficiente de se ver.
    Foi gigante. Gigante.

    Responder
  43. Gabi

    Acho que o Luiz Fernando rompeu o ligamento anterior do joelho do pulo que deu com a vitória do Nadal…rsrsrs
    Aliás, vc poderia fazer uma live tua assistindo aos jogos rsrs!!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Oi querida, assisti boa parte do primeiro set e fui jogar tenis, torcendo a distancia. Pensei q daria tempo de assistir a parte final do jogo mas para minha agradável surpresa não deu…

      Responder
  44. Luiz Fernando

    Rafa adora um drama, como pode ficar 7 meses longe das quadras e ainda desenvolver algum tipo de problema inflamatório. Será q ele tem algum tipo de colagenose e não divulga? Bem duvidoso…

    Responder
  45. Wilson Roxha

    Dalcim,
    Como explicar essa diferença tão grande de semanas na liderança do ranking de Nadal para Federer e Djoko? Dificikmente Nadal ainda volte a ser número um, pois fora do saibro, os títulos serão cada vez mais escassos

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Nadal sofreu mais contusões, teve paradas maiores e também teve várias temporadas sem resultados expressivos no segundo semestre.

      Responder
      1. Wilson Rocha

        Dalcim,
        acredito que as contusões são frutos do estilo de jogo muito dependente do físico. Agora o que eu acho que fica mais claro é a falta de regularidade fora do saibro, basta perceber que Nadal só conseguiu, até hoje, defender um único título fora do saibro.

        Responder
  46. Joaquim Saraiva

    E o senhor Goran Ivanisevic, hein? Andou mal. Inoportunas e impertinentes, suas palavras serviram apenas como mais um fator motivacional do Nadal. O mais surpreendente não é o teor da fala em si, e sim o fato de um ex-tenista profissional, inclusive campeão de Grand Slam, não saber fechar a boca em um momento como esse. Apostou alto e pagou caro.

    Responder
  47. Maurício Luís *

    Mais uma façanha do ‘El Peque” argentino: conseguiu entrar, ao menos provisoriamente, pra zona de pontuação do Finals. Incrível…

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Fico feliz em saber que o Chetnik e o Paulo Almeida sobreviveram ao ‘tsunami’. Já o Lógico preocupa. Deve ter tido uma queda de pressão ou coisa que o valha. Tá + sumido do que a nova nota de 200 em carteira de pobre.
      No xadrez, esporte que também acompanho, a cada 2 anos há o Torneio de Candidatos. O vencedor desafia o campeão mundial.
      Sugestão aos dirigentes de Rolanga: economizem bolinha e infra-estrutura. Façam o “Torneio dos Pretensiosos”. O vencedor terá o direito e a pretensão de desafiar o Nadal, que automaticamente todo mundo sabe que já está na final.
      13 canecos… Haja Deus. Cansou minha beleza.

      Responder
        1. Arthur

          Pois é, rapaz.
          Kd o LÓGICO?
          Não tem nenhum post pra explicar como o BEZERRO MIÚRA, vulgo CRAMULHÃOZINHO DE EXU, conseguiu ganhar mais um RG jogando o TÊNIS DA LAJE?
          KKKK

          Responder
      1. Jose Yoh

        kkkk “Torneio dos Pretensiosos”… Bem que poderia ser mesmo.
        O problema é que se fosse assim, o Nadal iria estar inteiro para mais alguns torneios e aí o bicho ia pegar para o Federer e o Djoko.

        Responder
  48. Fernando Rodrigo

    Dalcim, sua lista de melhores da história continua a mesma?

    Se não tiver enganado você tinha colocado o Sérvio, muito próximo do Espanhol?

    Continua com a mesma opinião?

    Acabei de ler um texto seu antigo que colocaram não blog, que conhecimento de tênis meu amigo!!!

    Responder
  49. Rafael Azevedo

    O segundo do maior de RG?
    Não é o Busta, nem o Djokovic e nem o Thiem…
    É o Sinner! O único que deu trabalho para o Miúra, e ficou mais perto de vencer um set… Hehehe.

    O Nadal é tão superior aos demais em RG, que todos ficam iguais, nivelados por baixo. Que tristeza deve ser brigar pelo posto de segundo melhor.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Embora não morra de amores pelo seu estilo de jogo, preciso reconhecer.
      Foram 3 vezes 6/0 e 5 vezes 6/1, de 18 sets jogados. Ou seja quase metade dos sets foram sem chance nenhuma a seus adversários.

      RG realmente tem dono.

      Responder
  50. Filipe Fernandes

    Mestre Dalcim,

    Mais uma vez, parabéns a você e a sua equipe do site pela cobertura exemplar do Roland Garros. Seus textos e seu conhecimento vasto aqui no Blog enriquecem de maneira infindável a percepção sobre o tênis.

    Rafael Nadal é, verdadeiramente, um fenômeno do esporte, sejam as condições do ar, do fogo, do mar e… da terra. Merece muito esse momento de conquista e de alcance de marcas notáveis. El Toro (assim como, em suas trajetórias idiossincráticas, os outros dois membros do Big 3) vem construindo uma carreira digna de uma aventura épica, escrita no viver do dia a dia, a cada partida.

    A campanha espetacular da Iga Swiatek foi outro capítulo memorável dessa edição. Em sua epopeia particular, a principiante campeã de Slam e apreciadora do rock clássico (como bem destacou Mário Sérgio Rodrigues no seu também brilhante Blog) não cedeu sequer um set em número de games contra as adversárias em todos os jogos, surgindo de forma surpreendente tal como um ‘certo’ garoto de olhar sério e compleição forte surgiu nesse mesmo Slam, em 2005, também aos 19 anos.

    Não menos, a campanha honrosa de Bruno Soares e Mate Pavic é outra digna de elogios. Que o nosso compatriota possa continuar nessa sequência exitosa e, junto com Marcelo Melo, chegar confiante às Olimpíadas.

    Gostei muito de ter assistido a vários dos jogos, sobretudo aquele entre Thiem e Schwarztman, repleta de reviravoltas e boas jogadas. Muito emocionante.

    Um grande abraço, mestre e particípes do Blog. Uma boa semana a todos.

    Ps.: puxa, caro Dalcim, o seu texto escrito há onze anos e reproduzido aqui pelo caro Danilo Afonso é primoroso, que análise interesse e perspicaz acerca dos tenistas à época e do esporte (e sua história) em si você promoveu, e de forma belamente bem escrita. Ao fim da leitura, imaginei o quão bacana teria sido descobrir este incrível Blog na época em que ele foi escrito.

    Mas tê-lo descoberto no início deste ano já é motivo de imensa alegria.

    Mestre, textos assim não podem cair no esquecimento. Como gosto de artigos sobre futebol também, recentemente li o livro “A Perfeição não Existe” (2012), do Craque Tostão, reunião de colunas e crônicas que ele escrevera para a Folha de S. Paulo e duas revistas durante a primeira década do século, e me peguei pensando que seus textos também merecem uma antologia do tipo.

    Responder
      1. Filipe Fernandes

        Mestre,

        Só agora percebo a gafe que cometi: o nome do seu companheiro de trabalho é Mario Sérgio Cruz, e não Mário Sérgio Rodrigues. Peço desculpas a você e principalmente a ele pela minha desatenção.

        Responder
    1. Vítor Barsotti

      Estou contigo nessa, Filipe! Para mim também o melhor jogo do torneio foi Thiem x Schwartzman. Que belo embate entre dois autênticos saibristas. Uma pena que no último set faltou gás pro austríaco.

      Agora, o que o Nadal jogou contra o garoto Sinner e, principalmente, contra o Djoko foi surreal. Teve todas as respostas, a dose certa de defesa/contra-ataque e agressividade. Um verdadeiro primor!

      E que me desculpem os mais radicais, mas como Fedalista (rs) estou mais que satisfeito com o recorde de slams por eles dividido, sendo justamente igualado aos 20, número tão expressivo.

      E Dalcim, faço coro aos demais que já tocaram no assunto, quando (para mim é questão de tempo e não de “se”, hehe) sair seu livro, adquiri-lo-ei com muito prazer! Parabéns mais uma vez pelo excelente trabalho! É inspirador!

      Responder
  51. Django

    É Dalcim.. certamente o Djoko está se lamentando muito até agora. sem duvidas essa foi a maior chance dele vencer Rafa em RG, Clima frio, bola pesada, teto fechado e consequentemente jogo mais rápido, infelizmente Rafa teve uma atuação soberba e atingiu assim o 20Slam. Eu acredito muito que as palavras tem poder e o Sérvio dizer, ainda em Roma, que Nadal não é imbativel em Paris, sendo que em condições normais nunca o venceu lá, acaba atraindo .. assim como Ivanosevic dar aquele depoimento sem pé nem cabeça e ao meu ver com uma pitadinha de desrespeito certamente não ajudaram.

    Resta agora esperar como estará essa briga pelos próximos 4 ou 5 anos.. Ainda acho que Djoko tem as maiores chances do recorde de Slam pois dos 3 ainda é o que está com o melhor físico, creio que Rafa jogue no máximo mais 4 anos e possa tranquilamente ganhar mais 3 RGs e beliscar mais 1 ou 2 slams fora do saibro, já para Federer está bem claro que será ultrapassado pelos 2.. há grandes chances desse ser seu ultimo ano em função da cirurgia no joelho e muito provavelmente sua ultima chance de slam em WB seguramente não passa de 22 Slams.. Ainda que essas mirabolantes previsões (rs) se concretizem independentemente de como terminar o livro dos recordes, sem dúvidas Nadal e Federer foram juntos os maiores tenistas da História.

    Grande abç mestre e continue com o seu excepcional trabalho no blog!

    Responder
    1. Flávio

      Djanho concordo com quase tudo que você disse, e o técnico do Djokovic conversou fiado e o que ele fez foi da combustível ao Nadal, pois todo mundo sabia que no saibro o Nadal em uma final ele é favorito,agora por falar bobagem fez com que Nadal humilhada o Djokovic na final para calar a boca so seu treinador. AGORA eu discordo de você um pouco que Djokovic e Nadal vão passar os recordes do maestro porque nós não temos bola de cristal porque a temporada de tênis é pesada e tanto Nadal e Djokovic podem sofrer com contusões (espero que ambos não tenham) e como eles já são veteranos a demora é maior de recuperação como o caso do maestro que perdeu 1 ano, é óbvio que tirando isso é claro que os excelentes Nadal e Djokovic têm chances de quebrar o recorde de slam do maestro, mas não dá para prever isso, mas o importante é ver o big 3 disputando e quem ganha é o tênis e que o Federer volte 100%, portanto concorda mestre Dalcin?Abraços e fiquem com Deus!

      Responder
  52. Bruno Macedo

    Achei vergonhoso o resultado dessa final. Muito estranho um jogador do porte do Djokovic perder tão feio!
    Acho q os organizadores de Roland Garros deveriam tentar boicotar o Nadal. Rsrs Que coisa chata a mesma pessoa ganhar todo ano!

    Responder
  53. Paulo Almeida

    O suíço continua com a maior humilhação já vista em final de Slam, tendo feito míseros quatro games e encerrando a partida com um pneu pra lá de queimado. DjokoGOAT pelo menos reagiu no último set e fez cinco games. Até o Hewitt bicicleta conseguiu 6 games naquele USO pavoroso da era mais fraca do tênis.

    Além do mais, o rei ganhou Rolanga em cima do grande Murray e não em cima de um desconhecido qualquer com carreira ridícula, que se aproveitou da tendinite do Nadal.

    Se o jogo do sérvio é arroz com feijão, o da farsa da entressafra é pão com ovo, kkkkkkk.

    Rei das madeiradas, dos ENF bisonhos e de passadas tomadas. Quem em sã consciência gosta disso? Kkkkkkkkkk

    Ainda bem que esse tipo de jogo “geleia”, como disse o Chetnik, ficará sem nenhum dos três recordes mais importantes: Slams, semanas na ponta e Masters 1000.

    Portanto, o pessoal do Estado Federislâmico pode continuar chorando e muito, como tem feito desde 2008.

    Abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pesquise mais, Paulo. A pior derrota numa final de Slam não foi a de 2008. Lastimável que o tempo passe e vocês continuam a não respeitar um tenista como Federer ou Djokovic. Não precisa torcer, nem gostar. Respeitar.

      Responder
    2. Daniel C

      Tudo bem, Paulo. O Federer pode ficar sem nenhum dos recordes. Mas ainda será detentor de várias marcas importantes e o mais importante de tudo: a admiração da maioria dos que gostam de tênis e ser considerado o maior por essa maioria, pelo carisma, pelo estilo de jogo, pelo comportamento dentro e fora das quadras , e isso tudo sendo autêntico, sem apelar para imitações ou outras atitudes “midiáticas” como passar o rodo na quadra, mandar corações para a arquibancada, etc., com o objetivo de conseguir um pouco mais de torcedores rs. Mas não adianta, quem não é fã dele não irá se deixar enganar. Admiração do público não se conquista somente com títulos. Que ele fique com os recordes dele e a antipatia da maioria rs….

      Responder
    3. joao

      Estado Federislâmico kkkkkkkkkkkk.

      Pois é, ontem foi uma derrota muito dura mas a gente vai sobreviver. O Djoko tb vai, resiliente como é. E Wimbledon 2019 ta aí para nos ajudar a superar kkkkk.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Dalcim, será que o Mário César, ops, digo, esse outro nome aí, consegue te mostrar onde vc disse que o Djokovic venceria o Nadal?
        Acho que não…hehe
        Mário Cesar, pra quê tanta raiva? Comemora o feito do Touro, torcedor fanático do Miura que que você é!

        Responder
    1. Rafael Azevedo

      O Dalcim falou desde antes do início do torneio que o Nadal ainda era o favorito. E nas discussões que surgiam aqui, ele sempre dava uma porcentagem de cerca de 60% para o Nadal. Ele até palpitou uma vitória do espanhol na final por 3×1, no post anterior.

      Responder
  54. Jonas

    Assistindo à final de ontem, foi praticamente impossível não lembrar da final de 2008, o famoso 6/1 6/3 6/0. O jogo caminhava pra isso, mas o sérvio deu um jeitinho de complicar um pouco as coisas.

    A final de ontem foi um atropelo, no mesmo nível da final do Australian Open 2019. A diferença, a meu ver, é que o Djokovic chegou muito bem tecnicamente nesse Roland Garros, acima daquele Nadal do início do ano passado.

    O Nadal é um absurdo, ele é um monstro fora de série. O que ele fez ontem foi incrível. Ele elevou DEMAIS o nível em relação ao que estava apresentando, não errava uma bola. Parecia ter reencontrado aquele tênis de 2013.

    Maioria aqui sabe que torço pelo Djokovic. Ontem ele mereceu perder, pela diferença de postura durante a final. Apático no primeiro set, enquanto Nadal se motivava desde o início do jogo. Perdeu uma grande chance, mas fica a pergunta: quem derrotaria Rafael Nadal ontem? Arrisco dizer que tenista nenhum arrancaria um set.

    Bem, não é exagero, hoje, chamar Nadal de GOAT. Não vou me incluir nessa, pois ainda respeito muito a quantidade de tempo que um tenista domina o circuito. Mas esse cara aí tem 20 Slams, medalha olímpica, 13 Roland Garros e não deu brecha para seu maior rival (Djokovic) em uma das melhores formas do sérvio. Essa subida de nível em tão pouco tempo nunca vi alguém fazer. Cabe discussão, claro, sobre quem é o maior da história. Não dá pra duvidar de nenhum dos três.

    Agora vejam, Djokovic tem 33 anos e Rafa 34. Será que sentiram o físico ontem? Rs…me parece que esses caras melhoram tecnicamente a cada ano e aí eu incluo o Federer nessa. Não é normal um tenista jogar assim. Federer está em alto nível até hoje e subiu o nível em 2017 (35 anos). São três tenistas de outro mundo.

    Para os fãs do Djokovic, não dá para reclamar. O cara vai terminar mais uma vez o ano como n1 (sexta vez, salvo engano) e vai bater o recorde de semanas como número 1. Pode ganhar mais 1 finals e vai tentar ganhar mais três Slams. No nível técnico do sérvio atualmente, acho possível, mas precisa ver por quanto tempo vai conseguir se manter em forma.

    Responder
  55. Luiz Fernando

    As pessoas ficam falando em Nadal superando 20 GS em RG 2021 e em Djoko superando as 310 semanas na liderança em Março, mas se esquecem q no ano vem teremos outro fator na jogada… o fator… Thiem, o maior jogador de tenis da atualidade pode interferir decisivamente nessas possibilidades…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Acho que o informadissimo L F , sabe que outro jogador tão famoso como o Austríaco retorna no AOPEN 2021. Ou seria que finalmente ele ouviu o apelo do atento comentarista e finalmente se aposentou ? kkkkkkk. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Serginho, digamos q se o Federer no auge não foi páreo p Nadal em RG este atual muito menos. Quer vcs queiram ou não, o grande favorito p o AO e W chama-se Novak Djokovic. Federer pode vencer tudo? Claro, é um excepcional jogador. Isto é provável? Acho q não. Por isso postei q o grande obstaculo para os supostos feitos que poderemos observar foi o cara apontado por um dos seus amiguinhos de torcida como o maior ou melhor tenista da atualidade, o Thiem. Ahhh, como não fui nem eu nem a galera do Djoko q postou isso vc não se preocupou em criticar ou opinar kkk. Alias me esclareça uma duvida: nas suas postagens quando vc diz “nós” se referindo a “vc” quem seria o outro, seu ego hiperinflado kkkkkkk???? Abs.

        Responder
      2. Miguel BsB

        kkkkkkkkkkkkkk
        Acho que o motivo do Federer ter continuado esses anos todos não é a busca da glória e de manter seus recordes…
        É pra fazer raiva no LF e não se aposentar só de birra. Mesmo tendo adquirido todos os pré requisitos para a aposentadoria, de acordo com o Chefe do INSS do tênis, Luiz Fernando.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Então Miguel. Tentando desde 2013 , o chefe do INSS acaba cometendo o ato falho . Mas acho que o Suíço ainda vai calá-lo mais uma vez … E quem são esses caras que dizem que Thiem é o melhor do momento ? O mane’ posta como se todos fôssemos cúmplices desse pensamento kkkkkkkkkkkk. Abs!

          Responder
    2. Alison Cordeiro

      Puxa Luiz, acho seus comentários sensatos, mas Thiem o melhor da atualidade? Gosto do tênis do austríaco, mas enquanto o Big 3 caminhar pelas quadras nenhum outro tenista pode reinvidicar tal título, ao menos enquanto não superar esses caras numa final de GS mais de uma vez.

      Djoko, Nadal e Federer ainda dominam o circuito, mesmo que o suíço esteja longe das quadras e deva vir para 2021 para seu último ano. Mas enquanto esses caras jogam, qualquer outro é coadjuvante.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Alison, é obvio q ele nao é e nunca foi o melhor de qualquer atualidade, isto foi postado pelo sensato e isento Vitor Hugo e depois disso eu gosto de brincar com este fato comico e risivel kkk…

        Responder
        1. Alison Cordeiro

          hahaha desculpa aí então Luiz… confesso que pulo os posts dele pois sempre se resumem a menosprezar o Djoko. Se bem que tem uma meia dúzia que fazem o mesmo com Federer e Nadal, mas uso o mesmo critério. Fico nos participantes que brincam, mas reconhecem o talento destes fenômenos do esporte. Abraços!

          Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Oi Alison, o Luiz Fernando não acha isso não. Ele foi apenas irônico com outro participante do blog, que realmente aventa isso aos quatro cantos do planeta.

        Responder
  56. Claudio Bernardo

    Como torcedor do Djokovic quero parabenizar Rafael Nadal. Que jogo o espanhol fez ontem. Sensacional.
    Que o Big 3 continue assim, aumentando seus records.
    Abraço a todos.

    Responder
  57. Rodolfo

    Olá Dalcim
    Não quis nem ver a final achava que Nadal perderia fácil, incrível como ele jogou e como vc bem disse Djoko jogou bem , talvez o saque tenha sido abaixo, mas ficou claro que Nadal que jogou a 120 por cento. Ontem ninguém ganharia dele.
    Não sei se vc lê outras colunas ,porem blog do Cosenza ele postou 3x e a segunda que ele retrata sobre q a grandeza desses 20 do Nadal serem maiores que do Federer me convenceu. Ele assim como vc analisa muito as estatisticas. da uma olhada bem interessante.
    ps nao estou falando que ele e melhor q Federer.
    onde esta o fala dacio

    Responder
  58. Samuel

    Dalcim,

    Para quem tem dúvidas na contagem das semanas da liderança do ranking da ATP, apresento uma tabela:
    DATAS SEMANAS
    12/10/20 290
    19/10/20 291
    26/10/20 292
    02/11/20 293
    09/11/20 294
    16/11/20 295
    23/11/20 296
    30/11/20 297
    07/12/20 298
    14/12/20 299
    21/12/20 300
    28/12/20 301
    04/01/21 302
    11/01/21 303
    18/01/21 304
    25/01/21 305
    01/02/21 306
    08/02/21 307
    15/02/21 308
    22/02/21 309
    01/03/21 310
    08/03/21 311

    Samuel

    Responder
  59. Miguel BsB

    Realmente foi um atropelo essa final de RG! Não tem pra ninguém contra o Touro Miúra na Phillipe Chatrier, isso é um fato.
    As 13 fotos dele erguendo o troféu vão desde um adolescente cabeludo à um veterano já quase sem cabelos…rs. Inclusive agora tem uma até erguendo o troféu de máscara no meio de uma pandemia.
    O Nadal, pouco falado aqui no blog, porque a disputa ferrenha ultimamente tem sido de Federistas contra Nolistas, já se coloca como candidatíssimo à GOAT. Tem tudo pra ser o Touro/Bode do tênis…
    Porque, se o principal critério for a quantidade de Slams vencidos, tudo leva a crer que o espanhol ainda vai faturar pelo menos mais uns 3 lá pela França…
    E, nada impede, vencer algum outro no decorrer dos seus anos finais de carreira…
    Pode, quem sabe, vencer o AUSopen e de quebra ainda ter o recorde de 02 ou mais em cada Slam.
    Aliás, como esse ano foi atípico, e o espanhol pouco jogou partidas no ano, é provável que ele chegue bem mais inteiro no Finals do que normalmente costuma chegar, e, quem sabe, faturar o único troféu importante que lhe falta. Vou torcer por isso! Ele merece um Finals na sua galeria.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Mudando de assunto Miguel, quem tem LBJ dificilmente perde, e isso com o Jimmy Butler jogando muito nestas finais. Infelizmente todos acertamos nos nossos prognósticos. Mas quem tem o LBJ no time já entra em vantagem contra qualquer um…

      Responder
      1. Miguel BsB

        LeBron é o cara! Fez história nesse fds junto com Hamilton e Nadal. Estamos falando de ícones dos seus respectivos esportes…
        Mas a campanha do heat foi excelente e muito digna
        ..jimmy butler fez tudo o que pode, mas difícil resolver todos os jogos quando do outro lado temos james e Anthony Davies…

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Errado de novo. De Dez FINAIS , ele venceu 4 ou 40 % . Ele pediu Antony Davis como condição do Lakers ter alguma chance . Ele sozinho não bastaria . Isso pra todos que acompanharam as FINAIS… Abs!

        Responder
  60. Marlon

    Gente, é inegável a vitória do Rafa! Mas quem está ganhando quase tudo esse ano é Djoko! Tem torcedores aqui que pegou essa final e está usando como se Nadal estivesse mandando na temporada! Djoko está beirando a perfeição esse ano! E, não se esqueçam que o ano não acabou! Ano que vem tem quatro slans! Não quero tirar o mérito do Nadal e nem o direito q vcs tem de comemorar um feito incrível, só não temos que perder a lógica por conta da euforia. O cara do ano se chama Novak. E, ainda o ano nao acabou!

    Responder
  61. Spencer Santos

    Rafael “The Scanners” Nadal Parera, “O” Ser Supremo do Mundo Conhecido, “O” C.E.O. do Universo, “O” The One e “O” Absoluto e Incontestável Detentor do Principal Recorde do Tênis. Confesso que só voltaria à exaltá-LO dessa forma quando Ele se isolasse nesse recorde, mas, em um ano apocalíptico como esse e considerando o H2H como desempate, sinto que esse momento pode ser a última oportunidade de fazer isso. Caso não sejamos “extintos” antes (nós, Terceira Densidade (Dimensão)), acredito que teremos muitos anos – até para o suiço – com o BIG 3 “varrendo” a geração da Quinta Densidade (Dimensão) da Nova Terra. Saudações Nadalistas Xiitas a todos! 🙂 P.S.: A dica é o canal do YouTube “Poder do Eu Superior”. Para quem estiver “meio perdido” com esse ano apocalíptico, pode ser a chance que tanto esperava. Desperte, se você desejar!

    Responder
  62. Paulo F.

    Maior e melhor são conceitos diferentes.
    Sobrará a Federer apenas o título de melhor.
    Maior, Rafael Nadal já é e Djokovic irá ter que dar uma boa buscada para igualar/superar o pai do suíço.

    Responder
      1. Daniel C

        Há divergências rs. Lembre que ele empatou nos Slams, mas ainda faltaria outros pequenos detalhes, como alguns Finals, tempo como no1….

        Mas certamente é o Segundo maior a frente de Djokovic.

        Abs!

        Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, Paulo.

      Nada como um dia após o outro, não?

      Finalmente você comentou algo sem desferir ataques ao Federer!

      Também pudera, né?

      Depois de passar a vida lembrando, como um papagaio, de um fato ocorrido num longínquo RG 2008…

      Aí o Nadal vem e faz o mesmo, com requintes de crueldade, com o sérvio…

      (rs)

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Se for assim, ano passado o Federer perdeu do Nadal fazendo 9 games, ou seja também 2 a mais que os 7 do sérvio, no domingo.

          Ou seja, dá tudo na mesma!

          Muita mediocridade contar 2 games a mais num MASSACRE.

          Responder
  63. Eduardo

    Quando se tira a paixão do julgamento fica claro o seguinte:
    Federer, Nadal e Djokovic são super campeões cada um com suas características.
    Federer e Djokovic excelentes em todos os pisos, inclusive no saibro.
    Nadal extraterrestre no saibro, é ótimo nos demais pisos.
    Matematicamente, o mérito dos 3 é inquestionável.
    Qualitativamente, sem paixão, Federer e Djokovic possuem atributos e resultados sustentáveis superiores a Nadal.
    É isso!!

    Responder
  64. DANILO AFONSO

    Em 2009, horas depois do título do NADAL sobre o FEDERER no Australian Open 2009, o Dalcim escreveu um texto que gerou muita polêmica. Na ocasião colocou em dúvida se realmente o suíço terminaria a carreira como o maior de todos os tempos. Na época Federer tinha “apenas” 13 Slams e Nadal acabara de conquistar o seu 6º título deste porte, e era inimaginável o Dalcim e os outros participantes do blog cogitarem que essa briga pelo posto de GOAT ficaria mais interessante com a ascensão do Djokovic que tinha ainda um mísero Major de 2008. Vejamos o texto:

    “O MELHOR DE TODOS OS TEMPOS
    01/02/2009 às 13h21 – por José Nilton Dalcim

    Pode ser mesmo que Roger Federer seja o melhor tenista de todos os tempos, num quesito que ele parece insuperável para a maioria dos que entendem para valer deste esporte: a beleza de seus golpes, a arte de jogar. Mas talvez não seja ele, nem Pete Sampras, o maior candidato no momento a esse honraria, quando consideramos a capacidade de vencer nas mais diversas situações, sobre os diferentes pisos, contra qualquer tipo de adversário. Esse nome é sem dúvida Rafael Nadal.

    Eu vi e escrevi sobre Bjorn Borg no auge de sua carreira, ali no final dos anos 70, e é praticamente impossível não lembrar do sueco neste momento mágico que atravessa Nadal. Porque Borg também era muitas vezes visto como um tenista extremamente defensivo, tecnicamente mais limitado que seus concorrentes, cujas maiores qualidades eram a frieza e as pernas. Mas Borg atravessou todas essas barreiras, porque criou um padrão, que todo mundo resolveu copiar, a maioria sem sucesso. Havia um jeito Borg de jogar, seja sobre o saibro ou sobre a grama. Era alguém capaz de enfrentar saque de 200 km/h a quatro passos da linha e ainda assim vencer todos. E, tenham certeza, fazer isso com uma raquete de madeira era muito mais difícil do que hoje.

    O jogo “feio” de Borg imperou e quebrou barreiras até entre os conservadores. Poucos depois de encerrar sua carreira, ainda aos 26 anos, uma pesquisa da prestigiada revista “Tennis” colocou quatro de seus jogos entre os 10 melhores de todos os tempos, incluindo é claro a épica decisão de Wimbledon de 1980, quando bateu o agressivo John McEnroe.

    E não é isso que vemos hoje em Nadal? Um tenista que criou um estilo ímpar de jogar tênis, tão especial que cada vez menos encontra adversários. Usa com maestria o fato de ser canhoto, alternando os efeitos da bola. Fica atrás da linha porque sabe que tem um extraordinário físico, que lhe permitirá chegar em bolas anguladas e contra-atacar golpes profundos. Faz prevalecer seu pesadíssimo topspin nas trocas, para então forçar uma bola rápida e perfeita. Se precisar, escapa dos break-points com um saque incrivelmente preciso. Ou usa o slice, a deixadinha, o voleio.

    Claro que, tal qual Borg, seu trunfo maior e absoluto está na cabeça, tanto para trocar repentinamente de tática como para se ajustar aos diferentes estilos de oponentes. Sua automotivação é assustadora, sua determinação é incansável. Para todos aqueles que o acusam de um tênis menos vistoso, o desafio é também semelhante ao do sueco: nos últimos 12 meses, quantas vezes Nadal não esteve no “melhor jogo” do torneio ou da temporada? Quais foram as partidas inesquecíveis deste Aberto da Austrália? Qual foi o duelo de mais alto nível técnico da última década, senão a de Wimbledon que lhe deu o troféu?

    Nadal possui uma maneira própria de atuar e é isso o que o faz tão especial. Assim foram outros nomes inesquecíveis das quadras, como Jimmy Connors ou Andre Agassi. Ou como o próprio Federer, que insiste na maneira clássica numa era em que é tão difícil volear ou jogar com a esquerda de uma só mão. O que ele conseguiu não é menos genial e extraordinário do que os feitos de Nadal. E, se colocados numa balança, o espanhol hoje tem mais chances de se tornar o maior ganhador de torneios do que o próprio suíço, não apenas pela tenra idade de 22 anos, mas também porque ainda não se achou uma fórmula correta para derrotá-lo. Ao contrário de Federer, ainda tem espaço para evoluir tecnicamente, o que ele demonstra com sobras a cada nova temporada.

    O que talvez não estejamos todos entendendo é que Nadal e Federer estão nos proporcionando o maior duelo que o tênis masculino já viu. A qualidade de cada confronto tem sido tão espetacular que fica até difícil torcer contra um ou a favor do outro. Vejam esta final da Austrália, a quantidade de jogadas incríveis que cada um produziu. O backhand de Federer esteve soberbo, Nadal realizou algumas passadas verdadeiramente desconcertantes, cada um mostrou qualidade na curtinha ou no voleio. Um pressionando o outro, estilos e formas opostos, ambos escapando de breaks, recuperando-se no placar. E que velocidade nas pernas, bolas nunca perdidas!

    Eu, que vi Borg, McEnroe, Connors, Lendl, Agassi, Sampras… Me considero um privilegiado por assistir a Nadal e Federer.”

    DALCIM, você costuma reler seus textos antigos ? Se sim, deve ser muito interessante verificar e comparar as projeções que você veio fazendo ao longo dos anos.

    Saudações Tenísticas !!!

    Responder
      1. Luiz Henrique

        Dalcim, por sinal eu vinha fazendo um acervo pessoal dos principais posts do blog. Eu estava mais ou menos em 2010 quando de repente não consegui mais ter acesso aos posts antigos. Será que não tem como disponibilizar? Nem que seja só para quem tiver interesse?
        Valeu.

        Responder
      2. Rubens Leme

        Dalcim, esse “jeito Borg de jogar”, me lembra quando aprendi a jogar e mostrava talento algum. Mas eu tinha esperança e virei para o meu professor e disse que queria aprender a jogar igual ao Borg.

        E ele, que via que eu sequer conseguia dobrar os joelhos direito e ter a empunhadura correta, apenas disse: “nenhum de nós estará vivo quando isso acontecer, o que me faz pensar que há coisas piores que a morte. Poderia ser seu professor até a eternidade”.

        Claro que ele estava exagerando, tanto que aprendi a dobrar o joelho e segurar a raquete…rs

        Responder
      3. Claudio Bernardo

        Excelente esse texto do Dalcim.
        Obrigado Danilo por compartilhar.
        Dalcim, nunca pensou em consolidar seus textos ao longo desses anos e lançar um livro? Abs.

        Responder
          1. Alison Cordeiro

            Estarei na fila para a noite de autógrafos, Dalcim. Uma coletânea dos seus textos do blog é a história do tênis e dos gigantes dessa era. Ninguém conseguiu converter com tanta habilidade um resumo preciso de tudo o que estamos vivendo com Federer, Nadal e Djoko. São pérolas que merecem um livro. Por favor! Parabéns por este trabalho fantástico! Ler o blog é tão bom quanto ver os jogos.

      4. Sérgio martin

        Tanto o site quanto o blog são muito bons.
        Sou leitor assíduo a muitos anos.
        Único pesar são os “comentários” cada dia mais desrespeitoso e radicais de alguns participantes com os mais variados tenistas.
        Como se fosse fácil ser, por exemplo, o centésimo melhor do MUNDO em qualquer profissão.
        Ou até mesmo o milésimo.
        Acho q alguns não param pra pensar o tamanho de ser o milésimo melhor do MUNDO em alguma coisa.

        Responder
    1. Barocos

      Grande Danilo !

      Rapaz, o Dalcim já era tudo o que é hoje naquela época!

      Para meu azar, só fui “descobrir” este blog aproximadamente 1 ano depois.

      Grato por garimpar este belo texto (mais um), quem sabe alguns torcedores fanáticos não tirem algumas lições do mesmo.

      Saúde e paz.

      Responder
    2. Rafael Azevedo

      Bela retrospectiva, Danilo.
      O Dalcim acerta tudo. Todos os seus palpites foram certeiros nesse RG.
      Só errou 1 coisa…
      Ele disse que o sérvio iria tirar 1 set do Nadal na final, hehe.
      Mas, tá perdoado. Nem o mais otimista torcedor do espanhol acreditava no passeio que foi.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o problema são os imediatistas, aqueles que só conseguem ver o que acontece no hoje e no agora. Sampras foi espetacular no seu tempo, e isso ninguém irá tirar dele. Claro que o Big 3 o superou em títulos, recordes e popularidade, porém o seu lugar está guardado na história. Recentemente, a ATP soltou um vídeo com seus grandes momentos e lembro até de ter alertado de como isso foi bom para relembrarmos o tênis genial que Sampras sempre praticou. Abs!

      Responder
  65. Babidi

    Aos que gostam de menosprezar os feitos do “Frauderer”, vale lembrar que ele foi o único jogador a aplicar um pneu sobre o Nadal em uma final disputada no saibro (Masters 1000 de Hamburgo de 2007) e jogando demais.

    No entanto, na opinião desse grupinho só existe a final de Roland Garros 2008, cujo massacre poderia ter acontecido em cima de qualquer outro jogador, dando mais ênfase ao demérito do suíço do que para a extraordinária hegemonia do espanhol. Na final deste domingo vimos que não é bem assim.. as condições até pareciam ser mais favoráveis ao Djokovic (mudança da bola, teto fechado, quadra mais lenta que o normal), mas isso não serviu de absolutamente nada. Quando o Nadal está em dia de Nadal jogando na Philippe Chatrier, não tem pra ninguém!

    Responder
    1. Sandro

      Só pra constar: Em finais de Wimbledon Federer sempre e sempre será freguesaço de Djokovic…
      Já em Roland Garros Federer e Djokovic são fregueses de Nadal…

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Babidi,

      muito bem lembrado!

      O Federer já aplicou pneu no Nadal em torneio de saibro, além de tudo em Master 1000.

      Coisa que o Novak jamais fez ou fará.

      O mais risível agora é esse apego ao miserável número de games ganhos pelo sérvio – CINCÃO!

      kkkkkkkk

      Como se isso pudesse de algum modo amenizar o “cacete” de domingo:

      ” Ah, o Novak fez 5 games, mas o Federer fez 3.

      Putz!

      kkkkk

      Olha a que ponto os caras chegaram…

      Responder
  66. Silvio Lanto

    Dalcim,
    Tudo bom?
    Eu que sempre (com razão) aponto com as semifinais e finais de SLAM femininas são ridículas (não foi diferente esse ano) queimei a língua dessa vez, hein?!
    Que final horrorosa. DJOKOVIC foi pífio e passou uma vergonha danada. Antes tivesse passado o TSITSIPAS, com certeza teríamos uma final de RG bem mais digna.
    Abs,

    Responder
    1. Sandro

      Não achei vergonha não… Djokovic tentou jogar, mas Nadal estava melhor!
      Qualquer que fosse o adversário da final, Nadal venceria sem dificuldades, como provou ao longo do torneio inteiro, no qual não perder sequer um set pra ninguém…
      Casa fosse o excelente Tsitsipas pra final, o resultado seria o mesmo, Nadal guardou o seu melhor tênis para a final.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa , caro Sandro . Que tal mandar esses comentários antes das partidas ? E’ fácil fazer afirmações depois do fato. “ Federer será um eterno freguês de Novak numa FINAL de Wimbledon “ . Será que durante a FINAL ano passado você teve TODA essa certeza ???? rs . Abs!

        Responder
    1. Claudio Bernardo

      Boa Danilo.
      E dependendo da performance no Finals e AUSOPEN (ambas em Hard, amém?, deixa o saibro para o Nadal, rs) estará garantido este record de semanas na liderança.
      Este ano de 2020 já está “garantido” mais um número 1 ao final da temporada, e somada as semanas na liderança o que levará para próx das 305 semanas na liderança.
      Idemo.
      Abraços.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Cláudio, o posto de n. 1 ao final de 2020 não está garantido matematicamente, mas basta o Nadal não jogar Viena que o sérvio garante o feito.

        Quanto ao recorde de semanas na liderança do ranking, a marca pode ser facilitada se a ATP confirmar uma informação que li em sites europeus e em um site brasileiro: que os pontos entte janeiro e março 2020 serão válidos até 2022.

        Responder
    1. Sandro

      Também achei que Diego Schwartzman foi o adversário mais difícil de Nadal, porém, vale lembrar que tanto Djokovic quanto Schwartzman enfrentaram Nadal depois de batalhas desgastantes de 5 sets… Enfrentar Nadal em Roland Garros depois de jogar jogos desgastantes de 5 sets foi praticamente suicídio para Schwartzman e Djokovic. O que não tiram em nada o mérito desses grandes jogadores que são o argentino e o sérvio, pois Nadal é o TOURO de Roland Garros, praticamente imbatível…

      Responder
  67. PI

    Meu deus, que atropelo foi esse, nem anotei a placa. Lembro que quando Rafa surgiu no circuito eu tomei enorme antipatia por ele, tanto pelas regatas e bermudoes que só ele usava (achava que era marrenta), qnt pelas expressões q fazia durante os pontos (achava meio agressiva, sei lá), quanto pelo tipo de tênis q ele praticava (corria tanto e era tão rápido que era mto difícil fazer Winners nele) e ainda pelas incontáveis surras q ele dava no Federer (eu era federete na época). Acho que um dos motivos pelo qual virei djokete foi justamente a sequência de surras que ele deu no Nadal, a partir de 2011. Hj eu sei que todos os motivos para a antipatia são ridículos, mas enfim, a antipatia permanece. Seja como for, msm no auge do meu haterismo, nunca deixei de admirar o homem Nadal. Que sujeito fora de série! Desde muito novo sempre foi muito humilde, muito trabalhador, respeitoso com todos, determinado ao extremo, disciplinado, um show em tudo! O recorde de SLAMS deve acabar com ele, e apesar da minha antipatia, esse moço merece demais. Que pena kkkk

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Parabéns pelo comentário PI.
      Sempre torci pro Nadal, mas comecei a admirar muito o Djokovic a partir da semi do USO 2010, que salvou 2 MP e venceu federer.
      Admiro mais o Rafa pelo poder de superação, humildade e pelo fato de trabalhar tanto para melhorar cada vez mais os fundamentos do seu jogo.
      Agora djokovic…essa capacidade se manter com tanta presença de espírito mesmo com match points contra…a lucidez….essas 2 vitórias dele nos últimos 2 wimbledons contra nadal em 2018 e federer em 2019…caramba…eu admiro demais o sérvio tb. Lidando com ambos os rivais jogando demais, até melhor q ele talvez, mas ele fica no jogo, calmo, com uma lucidez impressionante, e no final acaba ganhando….tem que respeitar…

      Responder
  68. periferia

    Terminou mais um Slam…..
    Muitos diziam que seria a maior e a mais importante final de Slam de todos os tempos.
    Não foi…..nem chegou perto (o torneio francês foi de certa forma decepcionante em termos de qualidade)
    Nadal mostrou o grande campeão que é…..Djokovic fez o que pode (longe de ser invencível).

    Os Titãs tem um álbum de nome A Maior Banda de Todos os Tempos da Última Semana ( música também).
    É assim também no tênis…vamos aproveitar o GOAT da Última semana.
    Teremos outras semanas e outros GOAT (s)

    E a palavra “fã” está ficando desgastada por aqui…

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Outro dia também lembrei dessa música quando lia o nobre VITOR HUGO repetidamente escrevendo que o Thiem era o tenista do momento…kkkkk

      O GOAT da última semana ainda vai mudar muito de mãos nos próximos 4 anos à medida que um dos BIG 3 for conquistando um título ou recorde relevante.

      Responder
      1. periferia

        Olá Danilo…

        É isso mesmo….um momento única do esporte…ter o privilégio de assistir ao vivo 3 dos maiores esportistas de de todos os tempos….jogando na mesma época….é fantástico…..o GOAT é um estado de espírito….rs

        Parabéns pela postagem do “O Melhor de Todos os Tempos “…..impressiona….atualíssimo….aparentemente o autor conhece alguma coisa do assunto….rs

        Abs

        Responder
  69. Paolo

    Dalcim, bom dia! Se Djokovic manter a liderança até o final da temporada, ele entra em 2021 somando 303 semanas como líder do ranking da ATP?

    Abs!

    Responder
  70. José Felipe Pereira da Silva

    Dalcim bom dia
    Achei a Vitória do Nadal ontem avassaladora, igual foi a do australian open 2019 para o Djokovic
    Agora em relação a finais de Grand slam acho que a maior diferença ou surra foi a de 2008 Rolland garros Nadal no Federer.
    O que acha? Concorda ou tem outra?

    Responder
  71. Paolo

    Faltam 21 semanas para Djokovic torna-se o recordista de semanas na liderança do ranking da ATP.

    😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

    No too bad. Abs!

    Responder
  72. Marcelo

    Bom dia Dalcim:

    Quem seria seu jogador preferido dentre os mortais em cada superdicie?

    Vamos considerar que estes 3 caras do BIG 3 sao semi-deuses e devido a sua parte imortal nao podem fazer parte da resposta.

    Obrigado e parabéns pela ótima cobertura da semana, além da paciência gigante e usual com as brincadeiras de todos os leitores!

    Responder
  73. Marcelo

    Coisas que “sei nao se eu acho”:
    – Djoko tornou- se ontem o jogador com a maior surra tomada em finais de RG da era aberta;
    – Djoko tornou-se ontem ontem o jogador a tomar a segunda maior surra em finais de GS cgeral, (perde apenas para Federer x Hewitt na final do USOpen de 2004);
    – Aquela bolada e a desclassificaçao no USOpen vao fazer muita falta na contagem do GOAT (nao conseguira passar Federer e Nadal na contagem geral de GS) e a conta é simples: Nadal continuara ganhando um RG por ano até 2023 pelo menos e o servio precisaria de uma tarefa hércula para em seus 34/35/36 anos ganhar TUDO
    – A final de ontem bateu o recorde de torcedores em frente a tv perguntando “What hell is this?”, “Fuck!” e “Holy shit!” de todos os tempos após verem o primeiro set (rs)
    – Logo após a entrevista oficial coletiva, ouviu-se o servio reclamando (em sèrvio) sobre as condiçoes da quadra e da bola: dizia que a percepçao sobre as diferenças de peso, umidade e temperatura eram na verdade efeitos do COVID.
    – A sériva acabou de instituir uma nova lei que regulamenta a ativiidade de malhar o Judas: e a partir de agora, Judas deverá ter um perfil “bombado”, pouco cabelo na cabeça, sombrancelhas ao “estilo Nike” e somente poderá ser malhado com boladas de tênis.

    Somente aos apoiadores do nosso blog, peço que participem da nossa campanha: “Dê suporte psicológico a um torcedor do Servio” durante esta semana: Eles podem precisar de apoio psicológico aqui no blog e caso vcs deparem com comentários depressivo deles, colem a frase abaixo, ao invés de criticá-los:

    #Nós te apoiamos!

    E não se esqueçam de NAO REVIDAR caso eles fiquem agressivos.

    Responder
  74. Sandro

    13 títulos em Roland Garros!!!
    11 títulos em Monte-Carlo!!!
    11 títulos em Barcelona!!!
    Esses são números de um ser-humano ou de um EXTRA-TERRESTRE???
    Parabéns mais uma vez ao TOURO NADAL!!!

    Responder
  75. Sandro

    Caro Dalcim, assistindo à final masculina de duplas, apesar de estar torcendo para o Bruno Soares, confesso que acho mais bonito uma dupla nacional como a dupla alemã campeã jogando do que uma dupla multinacional representando bandeiras diferentes. Dava pra ver que a dupla alemã, por representar a mesma bandeira, tinha mais torcida, mais emoção, mais energia, e creio que isso seja interessante, inclusive, para os patrocinadores e para a visibilidade da própria dupla.
    Como eu gostaria de ver uma dupla 100% brasileira disputando e ganhando torneios, acho que atrairia muito mais atenção da mídia e de patrocinadores uma dupla toda brasileira em quadra…
    Qual a possibilidade que vc acha de termos uma dupla competitiva 100% brasileira disputando o circuito da ATP num futuro próximo Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Temos vários garotos jogando junto, e bem. Mas obviamente ainda estão num nível challenger ou future. A questão de momento é que todos darão prioridade a suas carreiras individuais e a dupla ficará para depois, como acontece na maioria dos casos.

      Responder
  76. Sandro

    Mais uma vez que belo texto Mestre Dalcim, parabéns!
    Que edição espetacular de Roland Garros! Tivemos Nadal mais recordista do que nunca! Tivemos o fenômeno juvenil Iga Furacão passando o rodo em todas a adversárias sem dó nem piedade! Tivemos Kristina Mladenovic, o xodó da torcida francesa, fazendo a alegria dos anfitriões! Pena Bruno Soares não ter jogado o seu melhor tênis na final, mas quem sabe ele ainda conquista Roland Garros, não é mesmo Dalcim?

    Responder
  77. Gildokson

    Parabéns ao MC, torcedor original do Nadal. Mas não pelo título, e sim por mesmo com um texto meio confuso, colocar o torcedor fake e hipócrita do Nadal no lugar dele com suas palavras.👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽

    Responder
    1. Thiago Silva

      O Luiz Fernando nem parece torcedor do Nadal, metade dos posts dele são falando mal do Rafa e puxando saco do Djokovic, talvez seja um torcedor do sérvio enrustido ou tá fazendo média com a Kombi.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então Thiago . Acho incrível vocês não perceberem que o rapaz quase pirou com o retorno de Federer em 2017 . Daí saiu o “ Eu odeio Roger Federer “ . E como o Sérvio começou a bater Nadal fora do Saibro sem do’ desde 2013 , ele que nunca esteve aí pro Sérvio, resolveu aderir a “ tudo menos Roger Federer “ junto com alguns membros da Kombi. Como conhece pouco , a queda súbita de Rafa em Roma o deixou com a certeza de que Novak acabaria com o Rei do Saibro também dentro do seu habitat agora em RG . E mais uma vez pagou um mico sem tamanho kkkkkkkkkkkk . Abs!

        Responder
  78. Gildokson

    Dalcim, não é pergunta de fanático, eu juro. Acha que o Federer poderia ter um domínio próximo desse e WB não fosse a tão falada padronizaçã, como o Nadal tem em RG? Com ao menos uns 2 títulos a mais?

    Responder
    1. Chico

      Se Federer tivesse metade do poder mental de Nadal, teria ao menos um decacampeonato em WB – o 40-15 de 2019 ele teria fechado sem sombra de dúvida. E sou fã do suíço, mas depois de ontem, me rendo. O recorde vai ficar com Rei do Saibro. Assim é a vida..

      Responder
  79. Rafael Azevedo

    Que belo serviço fez o Ivanisevic ao Djokovic nesse RG (ironia)…
    Além de jogar um peso de responsabilidade no seu pupilo, deixou o rei do saibro mordido.
    Nadal, diferente de todas as outras 6 partidas, entrou voando. Se defendeu e atacou absurdamente do primeiro ao último ponto. Além de uma tática perfeita.
    Foi um espetáculo! Beirou a perfeiçao!

    Responder
    1. Paulo F.

      Ivanisevic cometeu uma burrice imensurável.
      Eu, fosse o Djokovic, já teria demitido ele.
      Dar munição ao adversário? (não que precisasse tanto assim)

      Responder
  80. Rodrigo S. Cruz

    Tem um pessoal aí que jamais aprende!

    O Nadal é o GOAT do torneio de Roland Garros e ponto final. Fim de papo.

    Não adianta querer ficar sonhando que o Djokovic, o Federer, ou algum Next Gen possam superá-lo ali…

    Até o meu CACHORRO sabe que a vitória do Novak em 2015 foi mais a FAKE da história do tênis!

    Naquele ano o Nadal esteve irreconhecível, e não jogou nem 20% do que é capaz.

    Tomou surras inacreditáveis de tenistas que suariam sangue para tirar um set dele.

    Como por exemplo do Thomas Berdych, no aberto da Austrália.

    Pensa no tamanho disso: o Nadal tem 100 vitórias em 102 jogos em RG !!!

    Fato este que torna o triunfo do Robin Soderling, em 2009, em algo para se contar com orgulho até para os tataranetos.

    Pois foi o único tenista que (de forma convincente, e num jogo parelho) superou o espanhol em seu quintal.

    E olha que já vi gente dizendo com a cara MAIS LIMPA desse mundo que o “freguezaço” Murray fora desafio maior pro Djokovic, em 2016.

    kkkkkkkkkk

    Responder
  81. Márcio

    Dalcim , não entendi o início do texto , da qual fala q das 13 conquistas os adversários não ganharam nem 2 sets .. se for isso msm q entendi , Djokovic ganhou 2 sets na final de RG em 2013 e Isner em 2011

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Das 13 finais, Márcio. Em jogos finais de Roland Garros, nunca venceram 2 sets do Nadal. Se fosse assim derrotas em outras rodadas, teriam de incluir as derrotas de 2009 e 2015. Abs!

      Responder
  82. Emilio

    Não tem o que falar…
    Sem explicação…

    Mas, para não passar em branco, a título de curiosidade,
    Gostaria de saber:
    -teria sido este o 6×0 mais longo da história?
    -se mudassem o piso de RG para carpete, o Nadal continuaria ganhando?

    Responder
    1. Sandro

      Não acredito que li isso, chega a ser até uma blasfêmia…
      Roland Garros é saibro, hoje, ontem e sempre!
      Ninguém jamais pensaria Roland Garros com outro tipo de piso que não fosse o saibro!

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Eu acredito que eles fez uma piada irônica, Sandro.
        Porque mudaram a data (e, consequentemente, o clima), a bola, o teto (a final foi com teto fechado) e o Nadal continuou imperando. Só falta mudar o piso!

        Responder
        1. Emilio

          Opa. Alguém entendeu! Obrigado!
          Não coloquei o kkkk no final pq achei que era óbvio que era ironia e pq kkkk é marca registrada do Lógico!

          Mas a dúvida sobre se os 45 min de pneu é um recorde é séria. Se alguém aí souber (inclusive o nosso blogueiro preferido, e dono da casa), responda por favor.

          Não vi a maior parte do set, pq achei que o jogo iria durar umas 5 horas, e preferi ver o final da F1, onde outro recorde absurdo estava sendo igualado.

          Qdo mudei o canal, fiquei tão surpreso com o placar, qto com a duração do primeiro set.

          Responder
  83. Maurício Luís *

    O ano é 2030. Nadal entra em quadra pra tentar o seu enésimo Roland Garros contra mais um Next Gen que tem a pretensão de desbancá-lo.
    Já completamente sem cabelo desde o fim de 2021, o jeito foi usar uma peruca ruiva, presente de niver que a sogra comprou pra ele na loja de 1,99 mais CHIQUE da Espanha.
    Ao tentar chegar em uma curtinha, a peruca cai no chão. Ele olha feio pra mãe da esposa: ” – É nisso que dá comprar em liquidação!”
    Recoloca rapidinho o artefato na cabeça, mas não percebe que ficou do lado contrário. O adversário tem uma crise de riso e abandona a partida.
    … E assim, mais um troféu pro veterano. Parabéns, hein?
    Abaixo, o atual pente dele
    https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcTXYfr6UodZSxaZxCos5dzQpsLkuIWBnir4oQ&usqp=CAU

    Responder
  84. Herald Santos

    Só tenho uma coisa a dizer: Federer e Djokovic tem que levantar as mãos para os céus e agradecerem à Deus por ter conseguido ganhar Roland Garros ao menos uma vez… Concorda Dalcim?

    Responder
      1. Cassio

        Que incrível é o Tenis, gente! E o que aconteceu hoje, ajudar a ver claramente a bobagem que é ficar diminuindo Slam por tipo de adversario que se enfrenta na serie de jogos. Porque se o Stefanos tivesse ganhado do Djoko e se na final com Rafa tivesse perdido como o Nole perdeu hoje, iam dizer que o Nadal só ganhou assim porque não enfrentou o Djoko (comedor de fígados). E isso disseram até do próprio Thiem neste USOpen. Agora, vamos brincar, o comedor de fígado preferiu comer é poeira, hoje. Poeira de saibro. Kkk

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Verdade!
          Sempre tem um “se” para diminuir os feitos dos rivais.
          Mas, ontem, Nadal eliminou todos os “se” que poderiam ser levantados contra ele.

          Responder
    1. Silvio Lanto

      Diz a lenda que o FEDERER até hoje ainda manda cartões de agradecimento ao SODERLING quando chega a época de Roland Garros. 😀 😀 😀

      Responder
  85. Antônio Luiz Júnior

    Análise mais que perfeita Dalcim, não me canso de lhe elogiar. Expor e analisar os fatos, com imparcialidade, com muita clareza, e com informações sempre muito relevantes. Acompanho seu blog desde sempre e você presta um serviço muito importante para os amantes do tênis.
    O feito de Rafa Nadal no dia de hoje é incomparável, sobrehumano, e jamais será alcançado por nenhum outro tenista em todos os tempos. Quem pode duvidar que Rafa ainda tenha condições de buscar mais algum título em Roland Garros, a sua casa, de fato e de direito, onde tem domínio total e irrestrito, sobre todos os demais tenistas do planeta. Todas as condições do jogo, o clima, as novas bolas, o teto retrátil fechado apontavam em sentido contrário, a favor do sérvio. Mas, Nadal transcende qualquer tentativa de tentar explicá-l. Só nos resta admirá-lo e agradecermos a Deus pelo simples privilégio de vê-lo em atividade, aos 34 anos de idade, mostrando ao mundo que sempre foi, é, e sempre será, o eterno rei do saibro. Os números estão aí para comprovar, só nos resta aplaudi-lo e nos admirarmos com tamanha supremacia.

    Responder
  86. Bruno

    Mestre, parabéns pelo texto! Sempre preciso, informativo e imparcial!

    Duas perguntas:

    1) Desde quando Federer não tinha em sua companhia no circuito alguém com, pelo menos, o seu mesmo número de Grand Slams?

    2) O que o saibro exige dos jogadores mais do que as outras superfícies a ponto de casar tão bem com o que o Nadal pode oferecer de melhor? Ao meu ver, por ser um jogo mais lento, a consistência tática se torna mais importante – e nesse ponto, especialmente, o Nadal sobra. Se tiver que bater 100 vezes seguidas na esquerda do adversário e aguardar a oportunidade ideal de atacar a direita, ele vai fazer – graças à sua disciplina, força mental e talento. O que vc acha?

    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que até os quatro primeiros, estavam Guga, Safin e Agassi e, já perto do sexto, só o Agassi estava perto dele. O saibro exige paciência na construção dos pontos, um grande físico para suportar ralis e muita perna para se locomover apropriadamente. No caso do Nadal, o piso maximiza o efeito topspin de canhoto que ele imprime com seu forehand. O quique alto que tira a bola da cintura causa grande dificuldade a qualquer adversário.

      Responder
  87. Arthur

    O ano é 2075.

    Nadal, com dois joelhos biônicos e uma bandana reluzente em neon na cabeça, ganha seu 52º RG sem perder sets contra a mais nova promessa da next-next-next-next-next generation, que continua a lutar para “se firmar” nos majors.

    Federer, já com as costas curvadas por conta do bico de papagaio, ganha logo em seguida seu 47º WB, numa final tranquila em 4 sets contra outra promessa da next-next-next-next-next generation, que todo mundo jurava que seria o “novo Federer”, mas que nunca conseguiu ser.

    Antes dos dois, Djokovic levantou seu 38ª AO, andando de muletas, numa final dramática em 5 sets contra outro juvenil do circuito, que ficou sem gás no final e acabou perdendo para o melhor físico do sérvio. Djoko, agora, se prepara para levantar seu 49º USO.

    Juntos, os 3 ganharam 745 dos últimos 750 Slams.

    E così la nave va…

    Responder
  88. Paulo Lourenço

    Um domingo com algumas “marcas” igualadas em esportes importantes:
    – Lewis Hamilton igualando o número de vitórias do Schumacher (91 vitórias).
    – Nadal igualando a quantidade de títulos de Grand Slams do Federer (20 títulos).
    – Lakers igualando o número de títulos do Celtics (17 títulos).
    Espetacular!!!

    Responder
  89. Guilherme

    Dalcim,

    Todo mundo tem falado desse recorde histórico e impressionante do Nadal, de ser o maior vencedor de um mesmo torneio, na história do tênis: os 13 títulos de Roland Garros. Ninguém conseguiu ter tantos títulos num mesmo torneio, nem em nível ATP 1000, nem ATP 500, nem ATP 250 nem Challenger. Isso é um assombro, sob qualquer ponto de vista, ainda mais porque não estamos falando de qualquer torneio, mas sim de um Grand Slam.

    Logo me veio então a curiosidade: quais então são os recordes de maior quantidade de títulos em um mesmo torneio, por um mesmo jogador, em:

    – Masters 1.000?
    – ATP 500?
    – ATP 250?
    – Challenger?

    Sei que o Nadal tem 11 títulos no Masters 1.000 de Monte Carlo, e o Federer tem 10 títulos no ATP 500 da Basiléia. Seriam esses os maiores vencedores de um mesmo torneio em seus respectivos níveis? E no ATP 250 e Challenger, você – ou alguém aqui – tem esse dado estatístico?

    Abraços!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nadal em Monte Carlo (11) e Barcelona (11) é o recordista em 1000 e 500. Vilas ganhou oito Buenos Aires e Federer ganhou Halle sete vezes quando ainda era 250, mas ainda teria de checar outros possíveis, já que vários torneios antes da década de 90 foram incluídos nessa categoria pela ATP. Os de challenger não tenho conhecimento, quem sabe alguns dos nossos amigos aqui nos ajudam. Abs!

      Responder
  90. Rafael

    Parabéns ao Nadal e sua torcida pela destruição imposta na partida de hoje, deixou o jogador mais tático do circuito sem saber o que fazer. Muita superioridade. Claro, parabéns também por igualar o recorde de Slams. E 13 slams em Roland Garros é algo surreal, coloca gente como Bjorn Borg e outros ídolos do passado no mais mais absoluto patamar de normalidade. Nadal não é nem nunca foi herdeiro de ninguém no saibro, ele nasceu pra trucidar qualquer recorde nesse piso; no qual é único e insuperável com TREMENDA folga. Ninguém daqui desse blog vai viver para ver surgir outro fenômeno como esse. É como li em algum lugar. Em RG, há 127 jogadores todo ano competindo pra ver quem vai perder de Nadal.

    Se Nadal jogasse 30 vezes com Borg em RG, seria 30 x 0.

    Ah, nunca algo me fedeu tanto a texto pronto cheio de PR e hipocrisia quanto o post de RF parabenizando Nadal. O “bom amigo”, para o casamento do qual ele sequer foi convidado… Deve estar se mordendo.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Parabenizou o Cara que não se furtou a dar um “ pulinho “ até a África , e juntos quebrarem o Recorde de Público pagantes na história deste maravilhoso esporte. O Espanhol retribuiu à presença do Suíço na inauguração de sua Academia onde Rafa afirma que passará seus dias pós aposentadoria , Rafael. Agora estão juntos na ideia de não apoiar a criação de uma Associação paralela . São amigos ? Não sei. Abs!

      Responder
    2. Gildokson

      Estou surpreso por ler esse ataque gratuito vindo de você Rafael. Deve ser sintoma da paulada…
      Todo mundo sabe que seria protocolar Federer parabenizar o Nadal devido ao respeito que ambos tem um pelo outro.

      Responder
    3. Bruno

      Ah ,Rafael,logo vc que se acha tão sensato vir com uma abobrinha dessas .
      Mas entendo ,está de ressaca ainda ,só espero que não tenha tomado água de esgoto para cura lá .

      Responder
    4. Daniel C

      Obviamente aqueles que não gostam do suíço irão contestar qualquer coisa que ele faça, inclusive parabenizar um colega de profissão por um grande feito, demonstrando um grande FairPlay. Bem, eu fico com os 90% que achou uma atitude louvável e acredita que os possuem sim uma amizade fora das quadras. Nunca irão faltar aqueles que “sabem de tudo” e “enxergam além”

      Talvez vc esteja incomodado pq acha que o suíço não escreveria algo semelhante se fosse o Djokovic? Não sei. Acho que provavelmente não, mas as atitudes do sérvio e de sua família dentro e fora das quadras não fariam por merecer uma mensagem dessas.

      Responder
  91. Lunard

    Prezado Dalcim,

    Ambos os campeões, Nadal e Swiatek não perderam sets na conquista, você explicou o quão dificil um campeão realizar isso mas acontecer de ambos no mesmo torneio é bem raro não??

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, Lunard. Claro que no feminino é um pouco mais comum, por se tratar de um torneio normal para as meninas. Vou ver se consigo levantar essa coincidência. Obrigado!

      Responder
      1. Lucas Leite

        Dalcim, acredito que seja a primeira na Era Aberta que ambos os campeões de simples venceram Roland Garros sem perder sets. Impressionante!

        Responder
  92. André Barcellos

    Nadal jogou a final num nível muito maior do que jogou todo o torneio. Foi mais ou menos o mesmo vareio que ele levou do sérvio no AO 2019. Só que um pneu é sempre um pneu. Concordo que Djoko não jogou tão mal. A partir de um dado momento começou a errar muito, mas é que o espanhol estava em todos os lugares. Impressionante como cobriu a quadra hoje. Difícil fazer um winnernaeilas condições.
    Nadal me surpreendeu. Assim como surpteeendeu a todos, acredito.
    É um deus no saibro.

    Responder
  93. Marcilio Aguiar

    Dalcim, apesar do Nadal ter jogado uma barbaridade, muito além do que vinha até então, o Djokovic teve sérios problemas no saque. Teve um momento em que a porcentagem do primeiro serviço estava em 31%. Tens ideia se pode ter sido algum incômodo ou era apenas um mau dia no saque?

    No mais, muito obrigado pelas ótimas análises e excelentes informações que nos propricia.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele não relatou nada e lembro que em alguns momentos importantes ele até sacou muito bem, como ter salvado um break-point com um ótimo saque cruzado. Então acho que pode ter sido mais emocional mesmo ou um mau dia.

      Responder
      1. Marcilio Aguiar

        Obrigado, Felipe. Então eu me confundi com os números, até porque estava assistindo ao jogo trocando informações com amigos no zap e nesses momentos a concentração cai kkk.

        Responder
  94. Efraim Oliveira

    Coisas que tive o privilégio de ver no esporte:

    Mike Tyson no box
    A seleção brasileira de 2002 + a de 2005 com o quadrado mágico
    A seleção brasileira de vôlei masculino na década mágica dirigida por Bernadinho
    Phelps e suas conquistas arrasadoras em Olimpíadas
    Ronaldinho Gaúcho e Marta praticando a arte máxima do futebol
    Dida e Manoel Neuer
    Kobe Bryant e Shaq
    Bolt, o raio inalcançável
    Boca Junior dos anos 2005/2007
    Schumacher e Hamilton
    O Santos de Neymar
    Barcelona com o impressionante tik-taka
    Real Madrid tri campeão europeu e mundial
    Flamengo de Jorge Jesus
    Serena superando a Graff número de slams
    Nadal em Roland Garros, a arte suprema do tênis.

    Coisas que eu gostaria de ter visto:

    O Santos de Pelé e obviamente Pelé
    O Flamengo de Zico
    O São Paulo de Raí
    O Celtics de Bill Russell
    A seleção de vôlei masculina soviética
    Fangio
    Senna vs Prost
    Margaret Court, que ainda foi mãe umas três vezes
    Maureen Connolly, a primeira tenista a conquistar os quatros slams num ano, e isso só tendo 19 anos… Talvez esta seria o maior tênis que já produziu, mas sua carreira foi interrompida por uma tragédia no ano seguinte. Conquistou 8 slams tendo apenas 20 anos.

    Obs: citei o Santos de Neymar e Flamengo de 2019 pelo que fizeram a nível sulamericano pois faltou conquistarem o mundial.

    No geral dos feitos alcançados no tênis, os mais difícil que acho de alguém bater são essas trezes conquistas de Nadal em Roland Garros, alguém repetir o boxed set que é ganhar os slams de simples, dulplas e mistas, e alguém atingir o número de liderança do ranking da Graff que está em 377 semanas. Fazer o que a Graff fez em 88 também foi um dos maiores feitos do tênis: fechar o slam + Olimpíadas. Acho que estes são os maiores feitos do tênis. Os 24 slams da Court também é um feito notável, porém tem a Serena que está colada nela.

    Responder
    1. Cassio

      PS: Nadal uma vez falou (acho que disse justamente quando o Roger perdeu a sequencia) que, talvez, o feito (o recorde) mais impressionante do Roger foram as 36 Quartas de Final de Slam consecutivas! Interessante, não. É muita continuidade em varios aspectos do esporte.

      Responder
  95. Maisa

    Eu aqui continuo feliz da vida! Rafa continua ganhando. Amo tudo isso. Pensar que Rafa pode melhorar seu jogo em RG é coisa de louco, gênio… caracas! Assistir a história ser contada é demais…vida longa ao Rei.

    Responder
  96. Chetnik

    Como eu falei, em RG o favoritismo é sempre do Nadal. Mas eu me surpreendi com a surra. Djokovic não jogou o seu melhor, cometeu erros bobos e começou sacando muito mal, mas, no geral, foi ok. Quando o Nadal joga nesse nível em RG não há nada que ninguém possa fazer, então não faz diferença.

    Responder
      1. Chetnik

        Já que você insiste nessa conversa furada, tenho que “me defender”. Para mim esporte é diversão. Gosto da parte do “sarro” tanto quanto do esporte em si. Eu sou coerente. Tô sempre zoando, sabendo que quando as coisas não vão bem, tenho que aceitar a zoação do outro lado. Me lembro bem quando o Djoko apanhou do Wawrinka em RG, no longínquo 2015, por exemplo. Não sei se você tava aqui, mas foi chumbo de todo lado. Levei na boa, como sempre. Eu respondi diversas provocações neste post. Mas eu não tenho culpa se ofensas graves ao Djokovic são permitidas e tratamento jocoso e irônico ao Federer não. Incoerência não parte de mim.

        Mas só para você saber, não tem nada de “bem comportado” por causa da derrota não. Agi como sempre ajo.

        Responder
  97. Barocos

    Dalcim,

    Repetir, novamente, que a sua observância de importantes parâmetros éticos, que o seu profissionalismo, que a sua isenção e que a alta qualidade de seus artigos e de suas observações seguem um padrão inigualado na imprensa especializada, tornou-se completamente redundante por ser óbvio para qualquer leitor habitual e amante deste belo esporte que é o tênis.

    Muito mais do que meu o respeito, algo, aliás, bem fácil de se obter, já que acredito que isto é o mínimo que devemos oferecer aos nossos semelhantes, salvo quando estes demonstrem não ser dignos da consideração, você tem a minha admiração. Quem dera outros se espelhassem em seu exemplo.

    Sinta-se, claro, à vontade para publicar, ou não, este comentário.

    Saúde e paz, em grande quantidade, para ti e para todos que o cercam.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, André! Sempre muito gentil. É magnífico curtir e poder vivenciar o melhor momento do tênis em todos os tempos. Somos privilegiados. Abs!

      Responder
  98. Fernando Brack

    No mais, parabéns ao Nadal pelo Slam #20. No fundo, torço muito para que tanto ele como Djoko passem bem desta marca. Ambos são tremendos esportistas e competidores e merecem demais.

    Responder
  99. Fernando Brack

    Pois eu acho que Djoko jogou mal. Errou demais da conta e isso pra mim é jogar mal. Agora, vai entender porque ele foi tão errático. Mérito do Nadal? Em parte sim, sem dúvida, mas ele já cansou de demonstrar sua solidez e regularidade diante do ogro, inclusive no saibro. Então não sei a resposta. Pode ser que ‘simplesmente’ os deuses do tênis não estavam com ele hoje.

    Na 6a feira, eu havia dito, ao final do 4° set contra o Tsitsipas, que a organização já podia entregar a taça ao ogro, em alusão ao desnecessário desgaste provocado pelo vacilo do sérvio em não fechar a partida antes. Ele pode ter se recuperado fisicamente, mas acho que aquilo cobrou um preço emocional.

    Responder
  100. Renan Vinicius

    Sei lá. Acho que se o Djoko desse um WO ia ser “menos feio”. O magrelo já era saco de pancadas do espanhol em Paris, com o placar de hj, nem rivais no saibro da pra considerar.
    Não tá fácil mesmo torcer pro cotonete. Ou o cara é desclassificado de forma vexatória (Us Open 2020), ou leva pneu numa final de GS (RG 2020), onde o próprio técnico do jogador disse: ” Nadal não tem chances nessas condições” … Imagine se tivesse.

    Responder
  101. Gume

    Boa noite mestre.

    Hoje, 11 de outubro de 2020, um domingo pra lá de especial. Dois dos recordes mais incríveis do esporte foram alcançados. 20 slams no tenis e 91 vitórias na fórmula 1. Parabéns aos campeões Nadal e Hamilton pelas façanhas.

    A história ao VIVO.

    Responder
  102. DANILO AFONSO

    NADAL só foi humano no 3° set, porque no 1° e 2° sets foi um ET, tamanho foi a aplicação tática, nível técnico e precisão cirúrgica para se defender e atacar quando surgia as oportunidades.

    Essa vitória contundente passou uma mensagem muito clara aos seus adversários e torcedores: nos próximos 3 anos ele só não leva o título se estiver lesionado. Jogando 80% do que apresentou hoje ainda é favorito.

    Responder
  103. V Mauricio

    Boa noite grande Dalcim!
    Eu realmente achei que dessa vez o Djoko iria triunfar numa final em RG contra o touro. Que ilusão! Foi um amasso, um sapeca iá iá do rei do saibro. É muito impressionante pensar que ele massacrou Federer e Djokovic em finais de Slam, com direito a pneu, quando os 2 eram o número 1 do mundo naquele momento! É inimaginável pensar que alguém seja capaz de vencer 13 vezes um determinado Slam (e olha que Federer ganhou 8 vezes Wimbledon e Djoko 8 vezes o AO, que são feitos impressionantes também). Nadal teve a oportunidade de devolver o amasso que sofreu no AO em 2019, e em grande estilo. Elevou muito o nível de jogo na final!! Me parece inevitável que ele vá passar o recorde de Slams de Federer em 2021. Ainda acho Djokovic o mais completo dos 3, mas não creio que ele não vá chegar nesses números.
    PS: nunca mais duvido do Nadal numa final em RG. Quando ele não está bem, não chega na final e é eliminado antes, como em 2009 e 2015. Se chegar na final, contra quem quer que seja, no mês que seja, na temperatura que seja e com a bola que seja, é o franco favorito!

    Responder
  104. Alexandre G.

    Vou opinar enquanto os “analistas” não entraram – um bando de Zé Ruela que vive discutindo quem é o maior de todos os tempos, e muitas vezes até querem ganhar mais espaço aqui do que o dono do blog. Insensatos e incoerentes. Num país em que o tênis é pobre, a transmissão é pobre, a quantidade de quadras é pobre e a divulgação é mais pobre ainda, ficam aí com essa discussão idiota, enquanto eu me contento em ter o privilégio de viver numa época em que posso assistir a jogos com seres anormais como Federer, Nadal e Djokovic. Lamento por você Dalcim, de ter que aturar tais pessoas num blog de primeira linha, sendo que essas mesmas poderiam, sim, estar contribuindo para o engrandecimento do blog e também do tênis em nosso país.

    Responder
    1. Alexandre G.

      Obrigado. É apenas um desabafo. Canso de entrar aqui nesse excelente blog e sempre me deparo com “alguns especialistas” que vivem com essa discussão que leva a lugar nenhum. É obvio que uma grande parte de usuários postam coisas que são úteis e informativas, mas esses outros destoam de objetivos de engrandecimento do tênis, principalmente o nacional.

      Responder
      1. Marcos

        Parabéns pelo comentário. Concordo. O Dalcim poderia pensar em dois blogs: um para os admiradores do jogo de tênis, outro para os obcecados cujas discussões e ofensas recíprocas somente convergem para o trio ND, RN e RF.

        Responder
  105. Tiago

    Sou torcedor ferrenho do Djokovic e sempre acompanho esse blog porém comento muito pouco. Mas neste torneio de Grand Slam mais monótono do circuito masculino podemos tirar algumas conclusões:
    No esporte é o lugar onde mais as pessoas e esportistas pecam no falar e pensar. Nunca subestimem quem está do outro lado:
    Carreno Busta disse antes do torneio que era o “segundo” melhor no saibro e perdeu para o então segundo melhor de fato do saibro (Djokovic);
    Goran Ivanivesic, técnico de Djokovic disse antes da final que em hipótese alguma Nadal teria chances de vencer seu pupilo, resultado disso….Djokovic levou uma surra que vai ser difícil de digerir.
    Podemos dizer que:
    Federer foi um gênio;
    Djokovic um monstro em quadra por ter quebrado por um tempo a supremacia Fedal;
    E podemos concluir sem sombra de dúvidas que Nadal é um extra-terrestre, um tenista fora de série que colocou um fim de papo no que diz respeito a quem é o melhor de todos os tempos.
    Facilmente quebrará o tão sonhado recorde de Slams e Roland Garros sendo seu quintal de casa, continuará contribuindo para aumentar seus recordes.
    E não há justificativas para não considerar ele como o maior…Afinal dos Big 3, foi o único a bater Federer e Djokovic em seus pisos favoritos ( Wimbledon e US Open), quanto que em Roland Garros ninguém o venceu numa final.
    Confesso que nunca torci para Nadal, a começar por suas manias ridículas em quadra e no inicio de sua carreira ser um tremendo baloeiro, anti-jogo, e ter um jogo extremamente defensivo, onde rebatia e buscava bolas até nas arquibancadas se fosse preciso e ganhar seus jogos na base da resistência e força física e mental.
    Mas enfim, o tênis foi mudando e evoluindo, e com o passar do tempo a idade pesou para Nadal e ele mostrou com todas as letras como ainda é um grande campeão. Soube se adaptar a todas as condições adversas e limitações físicas e atualmente é o tenista com mais recursos em quadra nos diferentes pisos. Seu jogo hoje já é muito mais vistoso e agressivo dos tempos de inicio de sua carreira vencedora, fora sua habilidade nos diversos golpes e perfeição na sua batida. Quanto a sua força mental em quadra é astronômica, anos luz a frente dos seus adversários, o que faz com que já tenha uma vantagem ao entrar em quadra quanto ao tenista mais temível.
    Quanto aos torcedores de Nole e Federer temos que reconhecer que Nadal é o melhor. Acabou a discussão e bora passar a régua!

    Responder
  106. Sérgio Ribeiro

    Sinceramente acho que Rafa Nadal foi extremamente esperto ao afirmar que as condições de RG o estavam atrapalhando, devido a lentidão. O Sérvio no jogo contra Tisitsipas deveria ter percebido que não era bem assim . Enquanto ele sofria o Touro passeava pra cima de Dieguito. Quanto mais tempo ele tem pra preparar seus golpes , um abraço. Sempre foi assim na absurda lentidão de Monte Carlo , Barcelona e nos jogos da Davis em casa. Enquanto isso o abestalhado Ivasinevic , copiando Wilander, mandou ver no falatório que enganou seu pupilo e chegou no ouvido do Miura. Espetacular taticamente treinou a exaustão a chegada nas curtinhas… judiou do Sérvio que ao menos desta vez aceitou a derrota de boa. Quero ver o que ele é Thiem farão daqui poucos meses em RG 2021. Abs!

    Responder
  107. Chico

    Eu me rendo!
    Só o ACASO faz Nadal não ganhar RG – aconteceu em 2009; 2015 e 2016. Enquanto que perder uma final requer um MILAGRE DE ALGUM DEUS OLÍMPICO. Enquanto ele estiver na ativa, a chance dele ganhar RG todos os anos é de 99,9%. Desisto!

    Parabéns Nadal! Queria que fosse Federer ou Djoko a terminar a carreira como recordistas absolutos de GS, mas como você vai ganhar pelo menos RG todos os anos por mais uns cinco, seis anos pelo menos, e ainda beliscar um US Open aqui ou acolá, Federer está à beira da aposentadoria e o Next Gen pode impedir alguns GS do Sérvio, repito, ME RENDO!

    Abraços Dalcim!

    Responder
    1. Chetnik

      Luiz, você está equivocado. O Djokovic foi o campeão moral, porque fez mais winners, kkkk.

      Você reparou que os caras estão comemorando o fato do queridinho deles estar se tornando cada vez mais um coadjuvante? Kkkkk. Esse é o nível de desespero causado pelo 40-15 rs. O cara vai ficar sem nenhum recorde no tênis. Vai ser completamente eclipsado. Glorioso.

      Enfim, não vou te dar os parabéns porque quem foi campeão foi o Nadal, não você rs, mas vitória espetacular. Você é um dos que já estava aqui quando eu comecei a postar…quase 10 anos já. Tempo passa depressa demais. E eu acho que fomos os primeiros a forjar a aliança maratenista rs. O importante é que o bem triunfe e o tênis-geleia seja, no final das contas, superado e esquecido rs. Espero ver muito muitos colapsos mentais daquela turma pouco fanática e odiosa, que combatemos há bastante tempo rs.

      Abraço.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois é.

          Não atinei a que “bem” seja esse ao qual ele se refere.

          O Federer aliou o tênis-arte a resultados e recordes.

          Os recordes não só podem como vão cair, mas o tênis-arte é sempiterno.

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Errado , caríssimo ChetniK . Vocês não forjaram aliança maretenista alguma . E sim o “ Tudo menos Roger Federer “ , acreditando em sua Aposentadoria precoce e que jamais se consumou desde 2013 . . Essa tabelinha falsa vai pro espaço mais cedo do que imaginas . Basta Novak não vencer o AOPEN 2021 e o Touro cravar RG a seguir . Como o Dalcim já Postou N vezes , a importância do Embaixador deste Maravilhoso Esporte ultrapassa quaisquer números . Embora sua jornada neste quesito ainda não acabou . Abs!

        Responder
      2. Alexandre G.

        Daqui cinquenta, setenta, talvez duzentos anos haverão centenas de milhares de pessoas acessando o YouTube ou outra plataforma similar, assistindo os highlights e jogos de Roger Federer e pensando: “esse cara pode não ter batido todos os recordes mas foi um gênio. O cara sequer suava, tinha perfeição em todos os golpes e fundamentos e uma elegância que fazia encher as arenas para assisti-lo”.
        Vão assistir highlights e jogos de Rafael Nadal e pensar: “não é a toa que esse cara era considerado o jogador mais competitivo. Certamente foi o pior adversário que os jogadores enfrentavam. O cara além do físico, dificultava todas as bolas devolvidas, tinha um espírito de luta e um mental que faziam os caras desanimarem no jogo”.
        E verão os highlights e jogos de Novak Djokovic e pensar: “esse cara devolvia tudo, tinha um físico impressionante e um mental tão forte que minava aos poucos os ânimos dos oponentes. Quando você achava que ele estava esmorecendo ele do nada ressurgia e vencia o jogo”.
        Essa é a minha modesta percepção. Certamente há pessoas aqui que poderiam escrever esse meu texto com muito mais riqueza de detalhes. O Dalcim, então o faria com a maestria costumeira.

        Responder
  108. José

    Na minha opinião, Nadal é atualmente o maior tenista da história! O desempate com o Federer está no confronto direto.

    Mas Djokovic ainda está na briga.

    Responder
  109. Robson Couto

    Como é o esporte, na Austrália em 2019 Nadal tinha melhorado seu serviço e estava voando e todos esperavam uma grande batalha, resultado: passeio de Djokovic. Hoje da mesma forma se esperava uma guerra de titãs e Nadal deu o troco na mesma moeda. Como esses caras se reinventam e conseguem surpreender seu adversário após mais de 50 partidas é algo impressionante. As variantes são tantas que por vezes parece até um jogo de xadrez. Djokovic estava com a confiança de um Gasparov, mas demorou para entender que do outro lado estava o Bobby Fischer do saibro.

    Responder
  110. Marcelo-Jacacity

    Parabéns Nadal, sempre disse que era favoritaço em Rolanga!
    Infelizmente o Djoko não conseguiu mostrar um nível adequado para competir e foi sufocado pelo exímia partida do Nadal.

    Quem diria que os dois recordes máximos do tênis pertencentes ao Federer estariam na iminência de serem ultrapassados:
    20 Slams
    310 semanas como nº 1.

    Responder
  111. Dirceu

    Novak estava num péssimo dia hoje. Jogou muito pouco com o primeiro saque, além de ter cometido um caminhão de ENF. Jogou muito abaixo do que sabe. Uma pena, esperava uma final com muito mais emoção

    Responder
    1. Julio Cesar

      Me impressiona que o Djokovic parece que esqueceu de jogar usando algum top spin pra ganhar margem. Só bola reta, a bola do Nadal vem pesada e aquilo que o cara pensa que ia jogar pra frente, joga pra baixo. Sem margem, sem saque, com a pontaria falha… foi um passeio.

      Responder
  112. Marvin Gaye

    É Federer, a conta tá batendo, vai perder GS tendo match point e saque ou 30-0 e 5-4 pra abrir 2×0. Uma hora isso iria surtir efeito, e tá surtindo.

    Responder
  113. Rubens Leme

    Dalcim, não é correto falar que Nadal vence em três décadas diferentes porque 2020 ainda faz parte da década de 2010, assim como o ano 2000 fez parte do Século XX: A terceira década só começa a ser contada a partir de 2021, como fala a Real Academia Espanhola, terra do Touro. (https://www.bbc.com/portuguese/geral-50957299)

    O esclarecimento da RAE coincide com a explicação matemática.

    “A RAE deixa bastante claro e é uma questão matemática. A década não começa com o ano 0. Começa a contar a partir do ano 1”, diz à BBC Eugenio Manuel Fernández Aguilar, físico espanhol.

    “Se contarmos para trás, temos o -1, então pulamos o ano 0. Ao pularmos o ano 0, se contarmos 10, vamos de 1 ao 10, não de 1 a 9. Então, uma década termina em 10. E a segunda década é do ano 11 ao 20”, afirma.

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Exatamente Rubens Leme, eu tb percebi isso, só não comentei pq nos últimos tempos meio que desisti…nos últimos dias do ano passado ficava até irritado com a mídia nesse assunto…e nisso se inclui a ATP que fez um monte de vídeo com resumo da “suposta década” que teria começado em 2010 e acabado em 2019. Aff…

      Responder
  114. Thiago Silva

    O mané do Ivanisevic deve tá cavando um buraco pra enterrar a cara, do jeito que falava parecia que era o Nadal que tinha 1 título e o Djokovic tinha 12.
    O Rafa provou que com teto fechado, temperatura fria, ar úmido, bola de chumbo, ele ainda é o dono da Philipe Chartrier.
    Quero ver ano que vem no verão com a quadra seca, ninguém segura.

    Responder
  115. Rodrigo S. Cruz

    Estava esperando o Dalcim abrir a pasta pra eu comentar o jogo.

    Bom, dizer muito o que, né?

    Final fraquíssima, sem qualquer ingrediente ou tempero de emoção.

    Um saco! Mesmo para partidas da ESTIRPE do maratênis.

    Somente um tenista em quadra.

    E surpreendeu a forma com que Rafa Nadal nem tomou conhecimento do pangaré, do outro lado da redinha…

    A cada minuto de tortura crescente o espanhol perguntava pro sérvio:

    ” who is your, daddy?” (rs)

    Em dois sets inteiros, o Djokovic já acumulava 30 erros não-forçados contra 7 do Miúra. Que vergonha, viu…

    E que o foi aquele voleio cruzado RASANTE que o Nadal aplicou ao chegar em uma curta do sérvio?

    O Novak deve estar procurando até agora.

    Enfim, um massacre muito pior que o de 2008 aplicado na mesma Phillipe Chatrier, sobre Roger, em 2008.

    Já que segundo palavras dos nossos próprios amigos nolistas, valia MUITO mais!

    É duro pro segmento xiita admitir, mas a discussão acerca do GOAT pendeu mais ainda para o “Fedal”.

    O 20 x 20 x 17 atesta isto.

    Djokovic e os fakes da malta xiita terão de se contentar com o BRONZE mesmo!

    kkkkkkk

    Responder
      1. Chico

        2004 – o ano que Federer poderia ter fechado os GS sem maiores dificuldades, mas havia um tricampeão de RG no caminho. Foi a única vitória do Manezinho da Ilha da Magia que eu não comemorei rsrs

        Responder
  116. Bruno

    Parabéns para o torcedor Mário César
    Esse acreditou desde a eliminação em Roma.Nao é igual a uns bobocas que jogam o favoritismo para os outros para no caso de derrota ,terem a desculpa pronta,
    Nadal no saibro ,enquanto jogar ,será favorito em tudo que disputar.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Engraçado, pq vc não diz o mesmo do Dalcim, que durante todo o torneio também expôs q esse era o Nadal mais “ganhável” desde 2015? Chora na cama q é quente, seu queridinho vai ficar sem nenhum dos recordes principais, como vc está sofrendo kkkkk…

      Responder
  117. Felipe Pacheco

    Olá, Dalcim! Parabéns pelo blog e suas leituras de jogo sempre precisas! Nadal disse na entrevista pós-jogo que não é certo que jogará o Finals, e consequentemente, Bercy. Falou que os tenistas precisarão chegar muito mais cedo na Austrália por conta da quarentena e que precisa ser inteligente nas escolhas. O que você faria? Me parece que o Finals deveria ser prioridade. Pode ser o receio de lesão após fica tanto tempo sem jogar em quadra dura?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo motivo para ele não jogar esses dois torneios, mas obviamente é uma opção dele. Acho um erro se não for ao menos ao Finals.

      Responder
  118. Nelson Maciel Filho

    Eu tenho 56 anos e tive o privilégio de acompanhar Senna, Prost, Piquet, Lauda, Mansel, gênios na mesma época; Maradona, Falcão, Zico, Platini, gênios na mesma época; Federer, Nadal e Djokovic, gênios na mesma geração. Além da partida fantástica do Nadal, gostei de sua postura em dizer que não está preocupado em bater recordes e sim ganhar campeonatos. Parabéns Nadal!

    Responder
  119. Daniel C

    Vamos lá!!! Por onde começo??? Rsrs

    1) A soberba precede a ruína. Tanto o Ivanisevic quanto os fãs do DjoCOVID estavam colocando o cara como Goat sendo que é o 3o ainda na contagem de Slams… Talvez aprendam a lição e sejam mais humildes como Roger e Rafa

    2) Que massacre! Rs. O sérvio bem viu a placa o caminho que o atropelou e ainda deixou um pneu rs. O Vitor Hugo tinha razão quando disse que o Djokovic é o 3o maior saibrista da atualidade atrás de Nadal e Thiem. Eu digo mais: acho que o Federer está na frente e até o Sinner, pois deram mais trabalho nas partidas recentes que fizeram contra o espanhol rs

    3) A invencibilidade do sérvio no ano era enganosa. Quando pegou o primeiro adversário de peso, foi massacrado rs. Sim, infelizmente a concorrência tá fraca atualmente e só hoje pegou um jogador “cascudo”. Infelizmente a Next Gen ainda tem bloqueio contra esses Big

    4) Essa fase “Zé curtinha” do Djokovic está dando vergonha rs. Ele realmente achava que poderia ganhar do Nadal só na curtinha? Rs

    5) Onde estavam os aplausos para os inúmeros lances incríveis do Nadal? Hmmm…acho que ele só aplaude o adversário quando está ganhando

    6) Ao Nadal e seus torcedores! Bem vindo ao clube dos 20 GS. Feito histórico, o espanhol é um monstro! Ele e o Federer são os melhores tenistas da história. Parabéns! O Espanhol se reinventou e hoje em dia joga um tênis muito mais interessante que o arroz com feijão chato do sérvio.

    Responder
    1. R.P.

      Kkkkkkkkkk….. “primeiro adversário de peso”…. kkkkkkkk

      Pelo menos reconhece q aquele Nadal vencido na Austrália, EM 2020😉, não passa de um “peso morto” na hard.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Finalmente colocando as coisas nos devidos lugares . Apesar der ter dito que não voltavas mais ao Blog , desaparecido R. P . , o que vocês pensam é exatamente isso . O Touro é um peso morto nas hards , superfície majoritária no Circuito. Daí como o Espanhol não vence o Sérvio desde 2013 nas mesmas , o recorde de SLAM e o tal goat , eram favas contadas . Saberemoss depois do AOPEN e RG 2021. A meu ver , esse casamento fajuto das torcidas anti -Federer vai acabar em treta kkkkkkkkk . Abs!

        Responder
  120. Mike

    Dalcin, faz um tempo que não venho ao blog então gostaria que você me respondesse, se na sua contagem de melhor da historia, o rod laver ainda estaria na frente do nadal.

    Responder
  121. Christian Miola

    Na minha opinião, Nadal em Roland Garros é a maior supremacia de um atleta na história do esporte, não vejo nada desse nível ao menos parecido e ainda não terminou. Fenomenal! 👏🏻👏🏻👏🏻

    Responder
  122. ALEXANDRE ADORNO DA CUNHA

    Dalcim sou torcedor do Natal, mas admiro muito obig 3 , com certeza você é o comentarista mas imparcial e coerente que já vi. Está vitória do jeito que foi surpreendeu a todos, e foi só contrário do que vinha sendo né, quem jogou os pontos importantes bem foi o Rafa, que sempre foi o diferencial de o Djoko, você acha que ele alcança Nadal e Federer nos slams? Parabéns pelos seus textos!

    Responder
  123. Ruy Machado

    Dalcim, boa noite! Acompanho o Tenis Brasil há 10 anos pelo menos, mas nunca havia comentado, até então. Sempre tive simpatia pelo esporte, apesar de ter tentado jogar no longínquo ano de 1983, mas eu tinha muito mais talento no futebol e Jiu-jitsu rsrsrs… Tinha admiração por Borg e, depois, Lendl. Vieram o fim dos anos 90 e surgiu o Guga que fez com que eu passasse a acompanhar o esporte, que foi ajudado pela TV fechada. De lá para cá, passamos a presenciar os 3 monstros do esporte disputando palmo a palmo os recordes do tênis e até o título de GOAT. Há dois anos atrás, vc fez uma lista dos maiores de todos os tempos se eu não estou enganado. Por ordem ficaram Roger, Rafa e Novak. Em teoria, Roger leva desvantagem pelo fator idade de conseguir mais títulos. Mas sua genialidade e talento não podem ser nunca descartados, ainda mais em WB. Pergunto: o que Nadal e Djokovic teriam que fazer (ganhar) para superar Federer? Abc e parabéns pelas suas análises sempre precisas!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tudo legal, Ruy? Acho que cada um tem seus méritos. Como eu disse, a minha avaliação não se baseia unicamente em números. Vejo a importância história de cada um e assim acho que é isso o que os diferencia ligeiramente. Abs!

      Responder
  124. Fabio Riella Fernandes

    Dalcim, bem que tu dissestes que Nadal deve ser respeitado em RG. Depois dele perder em Roma para Schwartzman eu até duvidei que ele fosse vencer em Paris…que nada…e 2021 ta aí. Pelo jeito vem mais!

    Responder
  125. periferia

    Dalcim…
    Parabens pela cobertura….hoje mesmo fui para Holambra (para ver se existe flores ainda)….acompanhei o jogo com vc nos comentários …bebendo algumas cervejas (para sentir se a cerveja do lugar era gelada).
    A cobertura foi excelente….tanto no blog do Mário como aqui…show de bola…..e de informação.

    Abs

    Responder
  126. Vitor Hugo

    Verdade seja dita, Nadal apenas por um desastre ganhará alguma coisa fora do barro, onde a concorrência é muito maior. Suas únicas chances são em RG mesmo, mas não se sabe se terá a mesma pegada ano que vem.
    Creio que é o último título de slam do espanhol, o que deve ser comemorado por sua torcida.

    Responder
    1. Welington

      Quanta bobagem hein? NADAL chegou em 07 finais de GS nos últimos 04 anos, ganhou 5. Fez semi com DJOKO em wimbledon 2018 e com FEDERER em 2019, num piso que não o favorece. O cara é um monstro, com todos os problemas de lesão, cirurgia, etc, e ainda jogando nesse nível. Esse cara vai ganhar mais uns 04 GS ainda. Ele é sinistro e merece respeito.

      Responder
      1. Welington

        Corrigindo a informação: chegou em 08 finais e ganhou 6, ou seja, fez final em 08 GS de 14 possíveis (excetuando-se obviamente US OPEN e wimbledon 2020). Sinistro demais.

        Responder
    2. Chico

      Acompanho tênis desde 2000 e já vi bastante coisa aí – Dalcim deve ter visto mais que o dobro do que já vi e, portanto deve concordar comigo. Jamais menospreze um tenista da envergadura de Rafael Nadal. Sou fã número 1 do suíço, mas me vi obrigado, diante das conquistas memoráveis do espanhol, a reconhecer e me curvar diante de sua capacidade. Nadal nunca pode ser considerado fora do páreo quando entra em um GS. O mesmo se aplica a Novak e Roger, ou seja, enquanto estes três estiverem na ativa, sempre serão favoritos. Nadal, obviamente, com um favoritismo exponencialmente superior em RG.

      Responder
  127. Evaldo Medeiros

    Dalcim, a matéria diz que Nadal afirma que o recorde de troféus de slams “sempre foi um sonho”. Mas se não estou enganado, Nadal sempre negou isso. Em uma matéria recente aqui do Tenisbrasil (não me recordo se foi no fim do ano passado ou no começo desse ano), Nadal foi bem claro: “O recorde de slams não é meu objetivo”. Então eu lhe pergunto: Por que Nadal sempre negou e escondeu algo que todo mundo sempre soube, e que somente agora ele admitiu com toda clareza?? Você tem alguma explicação pra essa incoerência nas declarações do espanhol?

    Responder
  128. Marco

    Dalcim, tinha falado com vc no post anterior que não fazia sentido essas condições serem mais favoráveis ao Djokovic.

    A quadra mais lenta é o sonho de criança do Nadal, especialmente contra o Novak, já que o permite chegar mais nas bolas, mtas vezes com sobras, e a partir daí devolver mais uma ou mesmo realizar contra-ataques.

    Nadal diz que não são condições ideais, mas acho que é para esconder o jogo.

    Quanto ao Novak, em que pese o Nadal tem jogada mt bem, achei ele bem aquém, errou demais, colocou pouco primeiro saque… parece que não tava pilhado, não quebrou a raquete naquele primeiro game, não gritou pra jogar pra fora e trocar energia, sei lá, me pareceu apático.

    Responder
  129. Guilherme

    VAMOSSSS RAFA!

    Que surra sensacional no Sérvio. Aula grátis de tênis para o Mundo todo ver.

    Nadal encerrará a carreira com os mesmos GS de Sampras ou mais, apenas em Roland Garros. Absurdo demais!

    Responder
  130. Gilberto 7 Lagoas/MG

    Dalcim boa noite!
    Antes de mais nada obrigado por ter me colocado no grupo do ZAP tenisbrasil.
    Quero te fazer duas perguntas?
    1° Você com todo esses anos acompanhando o tênis, você imaginava alguém com esse domínio em uma superfície ( saibro) como Nadal o faz?
    2° Você que acompanhou o Borg no seu auge e também acompanha o Nadal agora. Quem venceria mestre?
    Um forte abraço pra você e que Deus continue dando a você esse empenho empregado ao tênis por muitos anos.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, Nadal passou todos os limites do razoável, Gilberto. É um domínio sem igual. Quanto ao duelo, é extremamente difícil opinar, porque estamos falando de épocas muito distintas. E não apenas por questão do equipamento, mas da evolução física. Acredito que Borg, com todos os recursos de hoje, seria um Big 5… rsrs… Abs!

      Responder
    1. Foguetinha

      Torneio péssimo? Torneio este que o maior tenista brasileiro foi campeão em 3 vezes? Brasileiro é incrível, não? Desprezar a importância de um torneio desses, onde o Guga brilhou….Meu Deus!

      Responder
      1. Gilvan

        O problema não é Roland Garros, o problema foi esse Roland Garros. Um torneio disputado no meio de uma pandemia, com jogadores afastados, jogos sofríveis e um campeão que enfrentou apenas 2 jogadores efetivamente competitivos em toda a sua jornada. Vou dizer que o torneio foi maravilhoso? Memorável? Não foi.

        Responder
  131. Vitor Hugo

    É tinha gente exaltando as ‘exuberantes ‘ exibições de DJOKOBAGRE contra os medíocres Agut, Struff e Sandgren…. Foi só enfrentar um adversário gabaritado que rodou gostoso com uma derrota humilhante! Pneu e um pé na bunda! Verdade seja dita, o pirulito ganhou no sufoco de Agut, Raonic e Tsipas, então não seria do espanhol que ganharia fácil assim.

    O bagre sérvio vai pressionado pra ganhar o Austrália Open. Caso não ganhe(e eu acredito que não) ponto final na tentativa do limitado jogador de ser o recordista em slam.

    Uma observação: Roger também foi humilhado por Nadal em RG, mas estava com mononucleose e enfrentou a versão mais imbatível de Nadal no saibro de todos os tempos!

    Se Rafa ameaça a posição de Roger como GOAT?! Never! O suíço é muito melhor que o espanhol tanto na grama quanto nas hards, tem mais títulos no slam mais importante(Wimbledon) 6 x 0 em finals, muito mais semanas na liderança do ranking, é mais técnico e muito mais jogador. Nadal domina o piso mais fraco e de menos concorrência no esporte, então não vejo possibilidades de entrar na disputa como goat.

    Enfim, um feito extraordinário na periferia do esporte.

    Responder
  132. Efraim Oliveira

    Assim como Novak, a maioria se deixou levar por essa narrativa e apostaram as fichas em Novak. Outros, com base no histórico de Nadal em superfície lenta, mantiveram o favoritismo pra Nadal, que foi o meu caso. O Sérgio Ribeiro até me indagou lá nos palpites rsrs: “até tu”? Se teve alguma vez que não achei Nadal favorito em Rolanga isso foi em 2015, até em 2016 achei que ele ganharia.

    Analisei os números dos que deram palpite pra essa final. Eu falei que seria 3×1 pra Nadal porque Novak sempre tirava um set por lá. Então vamos aos números:

    Totais de votos – 269

    Votaram em Novak – 166 = 61,7%

    Novak 3×0 – 54 = 32,5%
    Novak 3×1 – 66 = 39,7%
    Novak 5×2 – 46 = 27,7%

    Votaram em Nadal – 103 = 38,3%

    Nadal 3×0 – 33 = 32%
    Nadal 3×1 – 52 = 50,4%
    Nadal 3×2 – 18 = 17,4%

    Pelo que vi ninguém apostou em um 6/0. Agora é esperar a divulgação do resultado. Pena que a biografia de Novak não virá contando esse capítulo de hoje rsrs.

    Responder
    1. Alice

      Vim aqui só pra me gabar mesmo, Efraim. Acertei os jogos da semis e finais. Que Djoko ganharia em 5 sets e Nadal ganharia em sets direto tanto a semi quanto a final. Pior, que eu sou péssima nesses palpites. Mas desta vez, gabaritei…acho que estou mais experiente kkkkk…

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Legal esse levantamento que você fez Efraim !!

      Eu fiquei com preguiça de apurar. Não imaginava que o sérvio tinha mais gente apostando nele na final.

      Se você tiver paciência, seria interessante ter esse levantamento nos próximos desafios minutos antes de começar a final.

      Saudações Nolistas !!!

      Responder
    3. Miguel BsB

      Eu coloquei 3×1 Nadal. Fiquei impressionado que a maioria foi de Djokovic…Acho que não acompanharam o esporte nos últimos 15 anos.. rsrs
      Mas esse 6×0 jamais imaginaria…acho que vou ter que comprar mesmo a biografia do Sérvio. Mas vou esperar a edição atualizada hehe

      Responder
  133. Leonardo

    Dalcim, parabéns novamente pelos textos, sempre precisos. Fiquei impressionado com a precisão e profundidade das bolas do Nadal hoje. Você acha que pode ter algum efeito do fechamento do teto? Durante a semana ele dificilmente buscou as linhas, parecia faltar confiança. Hoje ele simplesmente torturou o sérvio com bolas próximas as linhas e com boa potência, fez a bola andar e girar como não ocorreu durante esses 15 dias.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é uma possibilidade, Leonardo. Mas acho também que ele procurou alternar bem as alturas e velocidades, o que aliás fez com maestria.

      Responder
    2. Alice

      Acho que entra o poder da confiança aí também. Porque, você olhou pra cara do Nadal? …
      Nos outros jogos ele parecia meio ofegante. Nesse, ele estava eletrizado/ mega focado..decidido a ñ perder qualquer ponto..a cara dele nem dava de enxergar cansaço tamanho foco que estava. Muitas pessoas se questionam porque o espanhol demora tanto no saque, com seus rituais e etc…ele com certeza pensa em tudo, como vai jogar o ponto e às estratégicas…porque têm uma inteligência tática absurda…

      Responder
  134. André

    Sou torcedor do Djokovic, mas que privilégio é assistir Rafael Nadal em Roland Garros. Que monstro. Que atleta. Taticamente perfeito hoje. Execução espetacular dos golpes. Mereceu o seu (obsceno) 13° título. Agora, para o Nole, é focar nas quadras duras e na grama. Tênis ele tem para alcançar e passar, só tem que deixar de se complicar com fatores extra quadra. Que privilégio é assistir o big 3. Aproveitemos, senhores.

    Responder
  135. periferia

    Ele

    Lá estava…..no centro da cidade de Paris ….uma pedra enorme….cravada nela uma raquete.
    Apenas o GOAT poderia retirar aquela raquete.
    Nobres do mundo tentaram retirar a raquete (o Duque da Suécia…. o Principe do Reino de Trump…..o Rei da Suíça & Chocolate )…todos fracassaram.
    Era a vez do Arquiduque da Sérvia….um nobre famoso….muito temido…havia enfrentando a peste sem medo.
    Muitos diziam que se relacionava com a magia negra…tinha sempre um feiticeiro ao lado.
    Famoso por sua mira (sempre acertava o alvo)…seu olhar intimidava…era impiedoso.
    Era um forte candidato a GOAT.
    O Arquiduque ficou horas tentando retirar a raquete da pedra…era um nobre orgulhoso…não queria desistir.
    Perto dele estava um matuto…tinha um chapéu de palha (parecia calvo)…a roupa incomodava (principalmente a calça)…olhou para o Arquiduque e disse:
    -Senhor….não é melhor desistir?
    A fúria tomou conta do sérvio…
    -Por que vc não tenta plebeu ?…disse com um olhar de raiva.
    O matuto nao se fez de rogado …se aproximou da pedra….colocou a mão no cabo da raquete e puxou…
    A raquete saiu fácil…
    No começo um murmúrio…foi crescendo….se transformou em gritos…
    Arthur…Arthur…Arthur!!!
    O matuto olhou para todos e disse:
    -Que Arthur que nada….meu nome é Nadal….Rafael Nadal.

    (Parabéns ao espanhol)

    Responder
    1. Efraim Oliveira

      Já no início imaginei que seria a comparação com rei Arthur… Caberia também uma comparação com o martelo de Thor onde só ele é digno de erguê-lo.

      Responder
  136. Mário Cesar Rodrigues

    Dalcim ja comentei muito mas vale a pena.no terceiro set Djoko tentou entrar no jogo e Rafa observou isto e deu 3 chicotadas respeite awui quem manda sou eu.falei que Rafa iria ganhar os torcedores da kombi kd eles.mas Rafa jogou demais por isto eu falo Dalcim vc mesmo não acreditava que fosse muito dominante o Rafa.eu disse aqui mesmo ate o resultado.Rafa você não precisa de mais nada um ano só a mais para jogar estarua otimo.Dalcim ja viu adestrar akguem poise o Djoko foi adestrado pelo Fala.Parabens Rafa.

    Responder
  137. Luiz Henrique

    Se algum dia Roland Garros não for disputado, podiam enviar o troféu por e-mail pra ele.
    Daqui a pouco terá mais títulos de RG do que Sampras de Grand Slam.
    Será que essa série será maior que as 2 anteriores? Por ora, 4, 5 e 4…

    Responder
  138. Rubens Leme

    Você falou que ele desempatou com o Borg. E 40 anos se passaram e os números do sueco ainda são expressivos. Ele foi o mais jovem da história a conquistar 11 Slams

    Arthur Ashe disse que, ao se retirar, o fato de não ter fechado o Grand Slam não faria a menor diferença no legado do sueco, porque ele era maior que o jogo, era como Elvis ou Liz Taylor. (Arthur Ashe told Sports Illustrated, “I think Bjorn could have won the US Open. I think he could have won the Grand Slam, but by the time he left, the historical challenge didn’t mean anything. He was bigger than the game. He was like Elvis or Liz Taylor or somebody.”).

    E agora vem o espanhol e mais do que dobra a aposta. Fomos muito afortunados de ver esses 40 anos, Dalcim. Se môrressemos hoje e agora, em termo de tênis, não poderíamos pedir mais.

    Só uma curiosidade: achei num site antigo do Roger Federer, uma comparação dele, com 25 anos e os demais campeões de outras épocas. Ele tinha 39 títulos, 20 menos do que o sueco e estava em sexto na lista. (https://web.archive.org/web/20160815114747/http://www.rogerfederer.com/en/esp/news-detail/news/329-vergleich-zum-25sten.html?tx_comments_pi1%5Bpage%5D=1&cHash=44ee43fd9acf8b7194fe4179fc98bb8f)

    Since the beginning of his career in 1998 Roger has won a total of 39 tournament titles, 8 of which are Grand Slam victories. It is now interesting to take a closer look at these impressive statistics after Roger’s 25th birthday and compare them with those of other tennis greats of the past at the same age:

    1. Björn Borg : 59 titles (10 of which Grand Slams)
    2. Jimmy Connors : 57 titles (4 of which Grand Slams)
    3. John McEnroe : 47 titles (5 of which Grand Slams)
    4. Ivan Lendl : 42 titles (1 of which Grand Slam)
    5. Pete Sampras : 40 titles (7 of which Grand Slams)
    6. Roger : 39 titles (8 of which Grand Slams)
    7. Boris Becker : 36 titles (5 of which Grand Slams)

    Por isso, sempre falo: longa vida ao Rei dos Reis. Mas cuidado com o touro.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Impossível alguém ser Rei dos Reis perdendo 4 FINAIS em Nova York pra seus principais oponentes ( 2 pra cada ) . Optou em não jogar na Grama do AOPEN . Apenas 5 SLAM fora do Saibro . O Next Gen Ivan Lendl já o levou ao quinto Set em RG na primeira. Não dando conta do Big Mac mais em WIMBLEDON , e perdendo TRES FINAIS consecutivas para o próprio no geral , se desmotivou. O resto é tentar mudar os fatos.

      Responder
        1. Rubens Leme

          Não, eu me referi ao Bjorn Borg mesmo e por vários motivos, listados abaixo…

          Dizem que os melhores perfumes estão nos pequenos frascos. Apesar da aposentadoria precoce, aos 26 anos foi Bjorn Rune Borg quem moldou o tênis moderno.

          Foi ele quem fez um esporte fechado às elites em um evento pop, atraindo meninas histéricas ao sisudo All England, com as garotas berrando, querendo agarrar e apertar e beijar aquela figura nórdica, alta, loira, magra, de olhos claros, que mais parecia a imagem de Jesus Cristo. Com ele, o tênis conheceu sua Beatlemania, ou no caso, a Borgmania.

          Foi o mais jovem a vencer uma partida na Copa Davis, com apenas 15 anos. O mais jovem a vencer 11 Slams na história, com 25 anos. Foi Bjorn Borg o primeiro a forjar o tênis moderno atual e ganhando Roland Garros e Wimbledon em três anos consecutivos quando os pisos eram completamente distintos (1978/79,/80), fato nunca replicado até hoje. Não por acaso, o romeno Ilie Nastase dizia “nós jogamos tênis, enquanto Borg pratica outra coisa”. Em Wimbledon tem marcas imbatíveis: 41 vitórias seguidas e 92,7% de vitórias (51×4).

          Borg venceu 41% dos Slams que disputou (11 em 27) e suas quatro derrotas no US Open foram sempre para rivais que eram número 1 do mundo na época (Connors e McEnroe). Calado, fechado, foi um dos personagens mais fascinantes do esporte, um enigma até mesmo para os conterrâneos suecos. Por causa disso era chamado de “Ice Borg”.

          Foi um dos primeiros a ter uma preparação física superior aos demais e ainda que seus números tenham sido superados por Federer, Nadal, Djokovic e até os contemporâneos Connors, Lendl e McEnroe (esses três últimos apenas em títulos gerais, mas não Slams), nunca deixou de ser um dos nomes mais lembrados do tênis, mesmo aposentado há quase 40 anos.

          E passados tantos anos, ainda é amado e admirado pelos seus rivais da época. John McEnroe o considera seu maior amigo dentro do mundo do tênis. Connors o reverencia a cada entrevista quando fala de sua carreira. Lendl, Wilander, Edberg, Becker, Sampras, Agassi… são inúmeros o caso de idolatria deste tenista, que estafado e com problemas pessoais, chocou o mundo ao dizer adeus.

          Resumindo: uma curta carreira, um legado monstruoso.

          Por isso o chamo de Rei dos Reis.

          Responder
  139. Luiz Fernando

    E vc Lógico, como está? Tomara q muito bem de saúde, está se precavendo? Cuidado hein, vc não deve estar bem hj, vai aparecer por aqui? Ahhh, isso não é do seu feitio, só aparece na boa, saindo do seu buraco apenas quando as coisas são favoráveis. Na língua portuguesa tem um termo bem adequado desse tipo de comportamento…

    Responder
  140. Rafael

    Hoje o Djokovic conseguiu empatar mais uma marca do Federer, esse servio não brinca mesmo, tomou pneu e foi atropelado em uma final de RG pelo Rafa, assim com o suiço em 2008. Quanta obsessão!

    Responder
  141. Jmsa

    Dalcim,as vezes me incomoda tentar explicar pras pessoas que para engrandecer o feito do Nadal não precisam diminuir os de Federer e Djokovic,ambos são excepcionais ,chegar a final de grande slam não é fácil,me diz uma coisa dalcim,é só no Brasil no meio esportivo que ser vice campeão não vale nada ou tem outros países assim ?
    Excelente texto como sempre .

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, Jorge, isso infelizmente é frequente também em outros fóruns e grupos de discussão que vejo. É o lado futebolístico que impera.

      Responder
    2. Barocos

      Jmsa,

      Se você acha que aqui no Brasil-zil-zil as pessoas são desrespeitosas com os atletas antagonistas dos seus diletos, é porquê você não frequentou ainda a seção de comentários dos sítios especializados americanos, ingleses e espanhóis.

      Como já comentado aqui, é muito fácil soltar o verbo do conforto da poltrona, longe do centro das ações se sob a proteção do anonimato que a Internet propicia. Algumas vezes, o teor dos argumentos é prova da covardia e mau-caratismo do interlocutor, schadenfreude ou, provavelmente o mais comum, é só pilhéria mesmo.

      Saúde e paz e, mais uma vez, parabéns ao Nadal pela magnífica partida.

      Responder
  142. Fernando Rodrigo

    Boa noite a todos!!! Analise perfeita para variar!

    Olha sempre torci para Nadal, não imaginava que esse ano ele ganharia de novo esse título!

    Eu próprio fico desacreditando dele, a partir hoje nunca mais na minha vida vou desacreditar desse fenômeno!

    Imagino técnico do Sérvio que comentou durante a semana que o Nadal não teria chances!

    Olha no que deu!

    Muito elegante a mensagem do Suíço, que cara diferenciado!

    Responder
  143. Gilçon De Jesus

    Parabéns RAFA , você é o cara . Um lutador , disciplinado um craque do Tenis . Que venha o 21 título de Grand Slan 💯 vitórias em Paris .
    Valeu Toro.

    Responder
  144. Aylton

    GIgante Nadal.

    Foi um deleite assistir a mais uma final de RG.

    Dalcim acompanho seu blog desde muito tempo, parabens e é sempre uma satisfação ler seus posts. Obrigado!!!

    Em tempo: Vão demorar para mudar o nome da quadra principal de RG para Rafael Nadal?

    Abs

    Responder
  145. Carlos

    Não custa lembrar que Rafael Nadal alcança o mesmo número de Slams do Federer, porém é quase 5 anos mais novo que o suíço.
    Quantos Slams terá Rafael Nadal quando completar os mesmos 39 anos de vida que o Federer tem hoje?
    E não custa lembrar que de todos os big 3, Nadal foi o que mais sofreu com contusões e mais tempo ficou afastado do circuito ao longo da carreira, o que nos leva a pensar quantos Slams ele teria hoje senão fossem as contusões…..enfim, o mais legal dessa disputa pelo record de Slams é que ela continuará enquanto os três ainda tiverem em atividade e com sede de mais conquistas, para o deleite de quem ama esse esporte. Próxima parada: Austrália/2021.

    Responder
      1. Luiz Henrique

        Não joga até os 39? Talvez.
        Mas em 2006 disseram aqui que não jogava até os 25.
        Em 2008 disseram que não jogava até os 27.
        Em 2009 disseram que não jogava até os 28.
        Em 2012 disseram que não jogava até os 31.
        Em 2015 disseram que não jogava até os 34.
        Pois é. Pelo visto quando estiver jogando com 39, vão falar que não joga até os 44. Bom, um dia acertam, claro.

        Responder
        1. Alice

          Boa, Luiz Henrique. Às vezes eles esquecem do quão apaixonado pelo tênis Nadal é. Ele jamais estaria jogando hoje com 34 anos se ñ tivesse esse sentimento de competição, amor pelo esporte que pratica. Eu não duvido de mais nada. Porque ganhar um Grand Slam aos 34 anos sem perder sets? Oi, como assim? Pois é…

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Mas faz apenas 24 h que ganhou um GS aos 34, sem perder sets e com físico para doar um pouco à Roger e ao sérvio. E não estou dizendo que ganhou pelo físico, pois foi competente ao extremo.

  146. Luiz Henrique

    Eu ainda acho que Djokovic é o GOAT. Mas Leo Gavio e companhia deviam ter mais humildade, no saibro Nadal é o maior, não tem jeito, esqueçam essa baboseira de condições. Em 2012 Djoko n tomou 3×0 em RG por causa da chuva. N estou tirando méritos do Djoko, pra mim ele é incrível, aquela sua sequência de 2011 foi incrível, ele teve chances contra Nadal em 2013 que estava em altíssimo nível, ganhou várias dele no saibro. Djoko é superior a Federer no saibro. Na verdade Djoko só não é superior ao Federer na grama, mas ainda assim há controvérsias. No saibro Nadal é o maior, não tem jeito.13-0 em semis, 13-0 em finais. Nesses 26 jogos, só foi levado ao 5º set por Djoko em 2013.
    Mas apesar disso tudo, ainda acho que Djokovic termina na frente…
    Eu torço para o Nadal, mas acredito racionalmente que Djokovic termina com mais GS. E Federer fica em 3º

    Responder
    1. Efraim Oliveira

      Comentário que vi no portal de notícias.

      Gilson Vieira
      O BIG THREE E AS FINAIS DE GRAND SLAM ENTRE ELES:
      NADAL 18 FINAIS; VENCEU 11
      NADAL 5X4 DJOKOVIC
      NADAL 6X3 FEDERER

      DJOKOVIC 14 FINAIS; VENCEU 8
      DJOKOVIC 4X5 NADAL
      DJOKOVIC 4X1 FEDERER

      FEDERER 14 FINAIS; VENCEU 4
      FEDERER 3X6 NADAL
      FEDERER 1X4 DJOKOVIC

      É cada um defendendo seu prisma pra determinar o seu goat.

      Nadal já destronou Roger na grama e destronou Novak nas duras, no saibro nunca foi destronado por estes numa final.

      Se falam que Nadal é só rei do saibro, o mesmo acontece com outros dois: Novak dominando na dura e Roger dominando na grama; importante lembrar que Nadal ganhou sets slams além do saibro, e também conquistou o summer slam: master canadense + cinci + us open (coisa que nem Novak e Roger fizeram, o slam do saibro então, nem se fala). Ao meu ver o que conta é o que cada um conquistou no geral: 20 – 20 – 17. Só na cabeça de torcedor é que x vale mais que y. Nadal possui o melhor percentual de vitória que um tenista já teve. Enfim, cada qual apresentará as estatísticas que lhes convém.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Excelente meu caro , Mãe Dinah rs . Mas o teu “ goat “ somente possui 6 conquistas na Grama Sagrada contra DEZOiTO do Craque . E 5 x 8 em WIMBLEDON. A controvérsia somente existe pra turma do Clube que bota h2h na frente das Conquistas rs . Abs!

      Responder
    3. Leo Gavio

      Luiz Henrique, a forma como aconteceu essa final, ninguem imaginava. Djoko jamais jogou tao vulneravel numa final de slam.

      Nadal é o GOAT do saibro, eu sempre disse isso aqui, porem, acho que o DJoko tem bola pra ganhar dele em RG.

      O GOAT pra mim é o servio, nas quadras duras e na grama ele domina bem, com uma concorrencia estupendamente maior que o saibro.

      A final decepcionou, todo mundo esperava o Nadal que esteve e o Djoko do quarto set.

      Djokovic deixou, por questoes absurdas e imponderaveis, de ganhar Wimbledon e o USO em 2020. Creio que hoje teriamos 20 20 19 totalmente natural.

      Nadal jogou de forma perfeita na parte defensiva, baloes e bolas profundas, o reves funcionou e até o saque, certamente teria levado, mas da forma que foi, fiquei arrasado, perder desse jeito é triste, Djoko merece mais que isso.

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Fica tranquilo Leo Gavio. Sei como é, também fiquei triste assim com aquele 3×0 fácil do AO 2019. Há quem diga que perder em 5 sets é mais doído, mas eu acho perder sem chance alguma pior. Mas é isso aí, faz parte, pensa que Djoko 1 USO e 1 WB salvando match points contra federer para sair com o título. O cara é uma lenda. Meu maior desejo é ver esses 2 campeões jogando por muitos anos e calando mais ainda a boca de quem dizia em 2011 que eles não iam durar muito e outras baboseiras.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        E novamente com uma escrita diferente , caríssimo Léo rs .Mas todo esse choro tem cara de vir direto do Sítio. Na boa , com o COVID ainda na área , o melhor é ficar por ai até o AOPEN 2021 rsrsrs Abs!

        Responder
      3. Rodrigo S. Cruz

        ” O Djoko merece mais que isso”.

        SNIF, SNIF… BUÁ, BUÁ.

        Concordo.

        Ele merece mais mesmo – merece tomar várias outras surras do Touro.

        kkkkkk

        Responder
      4. Carlos Reis

        Em W/19 o craque suiço merecia a vitória, foi a derrota mais injusta da história, e custou MUITO CARO, pois hoje estaria 21-20-16, e o sérvio teria mais dificuldades de manter o n.1 em 2020, mas enfim, quem mandou ser o mais fraco do Big3, mentalmente falando. Que o Nadal vença o Finals e assuma a condição de “GOTI” do tênis mundial, merece mais do que o Federer, ao meu ver.

        Responder
    4. Alice

      Penso o mesmo, Luiz Henrique. Acredito que o sérvio têm tudo pra ser o maior da história, ao fim de sua carreira. Obtendo pra si o recorde de Majors, que no tênis é a maior façanha. O único homem que poder impedir Djokovic de bater esse recorde, é Nadal…que se mantém com 3 de distância e podendo aí conquistar mais alguns.

      Responder
  147. Rubens Leme

    Covidão é dono dos três momentos mais embaraçosos do esporte (e não apenas do tênis), em 2020.

    1) A tour negacionista, que infectou várias pessoas e o fez ser ameaçado de morte na Croácia, quase causando novo incidente com a Sérvia, seguindo a linha do “e daí?”. Um verdadeiro bolsominion sem tirar e nem pôr.(https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/77611/Muro-pichado-na-Croacia-pede-a-morte-de-Djokovic/).

    2) A desclassificação do US Open, ao acertar uma bolada na juíza e não admitir. Posteriormente, a senhora foi ameaçada pelos seus fãs, que xingaram até o filho morto dela (mas que novidade, não?). https://odia.ig.com.br/esporte/2020/09/5985378-lamentavel–juiza-acertada-por-djokovic-e-ameacada-e-filho-morto-citado—logo-se-juntara-a-ele.html

    3) E,por fim, ao pedir o fim dos juízes de linha, como retaliação à vergonha que promoveu, ignorando que milhares de pessoas no circuito perderiam emprego (https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/80167/Djokovic-e-a-favor-de-retirar-os-juizes-de-linha/).

    Por tudo isso (além de fingir contusões para esfriar os rivais, marca de toda sua carreira), merece o prêmio de vergonha do ano, fácil fácil. Para mim, é hours concours neste Século XXI.

    Responder
    1. Daniel C

      Rubens, depois o cara não entende o motivo de jogar com a torcida contra rs. Ele desperdiçou a chance esse ano de vencer mais de 1 GS. Ano que vem, quando tudo voltar ao normal (se Deus quiser), consigo prever muitos surtos de raiva com o barulho da torcida rsrs. As vezes acho que ele está parcialmente certo: somente nos jogos dele não deveria haver juízes de linha e nem boleiros. Todos correm risco rs

      Abs

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Rubens Leme, esse tipo de texto foge totalmente do seu padrão de qualidade. Se você fosse fã do sérvio ou pelo acompanhasse os “atos do bem” do sérvio há mais de 10 anos, saberia que os atos infelizes reportados por você representam pouco no contexto positivo dele.

      Responder
  148. Rubens Leme

    Dalcim, podia-se adaptar o tema de Escrava Isaura para Escravo Covid-20. Imagine o Dorival Caymmi cantando:

    Lerê, lerê, lerê, lerê, lerê
    Lerê, lerê, lerê, lerê, lerê
    Lerê, lerê, lerê, lerê, lerê
    Lerê, lerê, lerê, lerê, lerê

    Vida de Novak é difícil, é difícil como o quê
    Vida de Novak é difícil, é difícil como o quê
    Eu quero morrer de noite, em Paris me matar
    Eu quero morrer de açoite se tu, Rafa, me deixar

    Responder
  149. Rubens Leme

    Quando eu tinha seis anos, fui ao quarto do meu pai e comecei a chorar quando o vi com a cabeça toda enfaixada. Pensei que tinha sido assaltado ou apanhado, mas ele apenas riu, disse que estava tudo bem e que tinha feito um implante capilar. Aquela imagem nunca mais me abandonou.

    Bom, imagino que 45 anos depois, as técnicas de implante tenham evoluído barbaramente, assim, Nadal poderia tentar um. Meu pai tinha os mesmos 34 anos que o Touro. Só não faça um igual ao Nicolas Cage, que parece uma peruca revolta.

    Responder
  150. Gabi

    Djoko antes de enfrentar o Nadal: nao me digam o que fazer

    Durante e após: alguem por gentileza poderia me dizer exatamente, em ordem cronológica e com riqueza de detalhes o que eu preciso fazer???

    Responder
  151. Gabi

    Como muito bem disse o Dalcim durante a partida no muito imprescindível placar comentado, Djokovic não jogou tão mal quanto parece, mas foi Nadal quem sempre achou as melhores soluções nos pontos importantes. Nadal não só encontrou resposta para o que o Djoko faz como ajustou e potencializou o próprio jogo. A visão, a tranquilidade, a maneira como desacelera, cadencia e controla as ações. Que saudade, Nadal!

    Não me venham com asteriscos!! Rsrs.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *