Monteiro tenta romper jejum brasileiro
Por José Nilton Dalcim
29 de setembro de 2020 às 19:50

Com um tênis sólido e agressivo na medida certa, Thiago Monteiro enfim marcou sua terceira vitória em torneios de Grand Slam, repetindo a segunda rodada de Roland Garros de três anos atrás. Foi claramente superior ao número 33 do mundo, o georgiano Nikoloz Basilashvili, cometendo apenas 18 erros em três sets.

Caso mantenha o padrão e confirme o favoritismo sobre o norte-americano Marcos Giron na quinta-feira, o canhoto cearense repetirá Thomaz Bellucci, que foi o último brasileiro a atingir ao menos a terceira rodada de um Grand Slam, na campanha do US Open de 2015. Bellucci ganhou também dois jogos em Roland Garros de 2011. Faz tempo.

Thiago vem mostrando progressos técnicos desde janeiro, quando fez apresentações competitivas em quadras sintéticas velozes. O saque claramente melhorou na potência e na eficiência, o forehand ficou mais agressivo e ele se aventura mais na rede, embora ainda não seja um habitat natural. Na vitória sobre Basilashvili, acertou 68% do primeiro serviço e ganhou 78% desses pontos, algo notável num piso tão lento. E com o segundo saque teve 71% de sucesso.

Giron, que tem idade e altura semelhantes ao brasileiro, precisou de cinco sets e 4h22 para vencer o convidado Quentin Halys. Campeão universitário norte-americano, seu histórico médico é mais extenso do que o de títulos. No espaço de três meses, operou os dois lados do quadril em 2016, tendo raspado seus ossos para tirar cartilagens. Fez um retorno lento, ganhou dois challengers na quadra dura e um mês atrás entrou enfim para o top 100. No saibro, opta por jogar muito atrás da linha, sempre no contragolpe. Deixadinhas, bolas anguladas seguidas de transição à rede são alternativas que Monteiro precisa treinar.

Com a queda de Daniil Medvedev, uma eventual terceira rodada será diante de quem passar entre Marton Fucsovics e Albert Ramos. Não é fácil, mas dá sim para sonhar com um duelo de oitavas contra o russo Andrey Rublev, que é o nome mais forte do quadrante agora.

Djoko passeia, garotada sofre
Como era previsto, o sueco Mikael Ymer mal serviu de bom treino para Novak Djokovic. Assustado, o ex-pupilo de Robin Soderling suou para ganhar cinco games e ao menos fez um dos lances mais espetaculares destes primeiros dias, ao dar passada com ‘grand-willy’ (veja o show aqui).

O número 1 do mundo sentiu a fragilidade, observou um adversário postado muito atrás da linha e optou por exercitar deixadinhas, uma arma que já utilizou muito bem em Roma. Fez algumas com precisão cirúrgica, outras errou feio, mas também deu para experimentar o forehand mais reto. Enfrentará agora o mesmo Ricardas Berankis que superou sem sustos em Cincinnati semanas atrás.

Bem ao contrário, Stefanos Tsitsipas e Andrey Rublev fizeram um tremendo esforço para virar de dois sets abaixo. Como se esperava, os finalistas de Hamburgo teriam pouco tempo para adaptação e descanso. Rublev esteve bem perto da eliminação, já que Sam Querrey abriu 4/1, 5/2 e sacou com 5/3 para a vitória. Seu rendimento foi caindo no saibro lento e o russo sobreviveu. Curiosamente, muitos aces no jogo: 29 de Querrey contra 23.

O grande mérito do grego foi não perder a cabeça após um começo torto e diante do especialista Jaume Munar. Não correu tanto risco de perder, mas precisou de juízo quando o espanhol recuperou uma quebra e virou para 4/3 no quarto set. O canhoto Denis Shapovalov se juntou aos ‘next gen’ tendo trabalho contra Gilles Simon e novamente exibiu um jogo de rede de encher os olhos.

Na próxima rodada, mais dificuldades. Tsitsipas reencontra Pablo Cuevas que exigiu dois sets duros na semana passada; Rublev encara o explosivo Alejandro Fokina e Shapovalov, o saibrista Roberto Carballes. Vale conferir todos eles.

Feminino: sofrimento no barro
O piso que faz a bola quicar baixo mas facilita muito o jogo defensivo continua a trazer dores de cabeça para as meninas mais agressivas. Karolina Pliskova e Sofia Kenin precisaram de três sets em suas estreias, enquanto Alison Riske e Jennifer Brady se despediram logo. As vitórias mais tranquilas couberam a Aryna Sabalenka e Elena Rybakina.

Tenista que gosta de viver perigosamente, Jelena Ostapenko chamou a atenção com seus 46 winners em apenas 15 games. Um rolo compressor. E olha que ainda cometeu oito duplas faltas. A campeã de 2017, que havia parado na estreia nas duas edições seguintes, agora é a adversária de Karolina Pliskova. Tirem as crianças da sala.

Saiba mais
– Mais seis derrotas nesta terça e assim não há franceses na parte de cima da chave, e talvez a maior decepção seja Ugo Humbert. Também caíram Simon e Richard Gasquet. No lado interior, restam quatro e o mais renomado é Benoit Paire.
– Entre as histórias do dia, a falha da juíza que tirou o set-point de Kiki Mladenovic quando a francesa liderava com folga (clique aqui e veja como a bola quicou duas vezes). Aliás, outros 5/1 que Kiki deixa escapar, como aconteceu na terrível derrota do US Open.
– Clara Tauson, dinamarquesa de 17 anos, saiu do quali, tirou Brady num emocionante terceiro set e ganhou muitos elogios nas mídias sociais, entre eles de Brad Gilbert.
– Oito norte-americanos estão na segunda rodada de Roland Garros, a maior marca desde 1996. Entre eles, Mackenzie tem a missão impossível contra Nadal e o ex-top 10 Sock encara Thiem. A única garantia é duelo de Isner x Korda.
– Já a Itália bateu seu recorde na Era Aberta com seis representantes. Sinner e Cecchinato têm as melhores chances nesta quarta-feira. Berrettini, que atropelou Vasek Pospisil, é o nome forte em cima.


Comentários
  1. Marcilio Aguiar

    Dalcim, a propósito de alguns comentários sobre árbitros fazendo lambanças, eu não tenho visto o Carlos Bernardes arbitrar nesses grandes torneios desde Cincinnati. É certo que não tenho assistido a muitos jogos, mas não me lembro de te-lo visto em ação. Ele ainda está no circuito? A escolha de árbitros depende da federação que realiza o torneio ou das associações ATP/WTA ou ITF? Parabéns pelas postagens quase que diárias desde o retorno do circuito, nos mantendo bem informados e afiados nos debates.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, Bernardes está na ativa. Arbitrou em Roma. Sim, existe uma escala e os árbitros geralmente fazem opções por alguns torneios e não por outros.

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  2. Luiz Fernando

    Acabo de assistir os 2 primeiros sets do jg do Rafa e daria nota 6.5-7 p a atuação do cara. Atribuo os 12×1 em games mais a fragilidade do adversário do q as virtudes do espanhol. Se ele vencer esse RG vai vencer os próximos 10… A propósito, sexta deve ser outro treino, contra o cara q eliminou o ex-tenista Nishikori…

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  3. Sandra

    Dalcim, vendo o jogo da italiana com a Gauff, vi não sei se a juíza estava certa ou errada, deu uma bola que prejudicou a italiana , por acaso você sabe se é a mesma juíza que fez com que a francesa perdesse ?

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  4. Miguel BsB

    Estávamos falando ali abaixo sobre a comparação entre Simon/Tsonga, e uma das melhores partidas que eu já vi foi aquela surra que o Tsonga deu no Nadal no AUSOpen 2008, semifinais.
    O cara jogou o fino, agressivíssimo, voleou uma barbaridade…3×0
    O Nadal ficou tonto e não soube dizer nem o que tinha acontecido.

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  5. Paulo F.

    Marcelo:
    A despeito da tua péssima ironia, tenho certeza absoluta de que Djokovic jogaria na areia ou na lama melhor do que o Federer.
    Um abraço.

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  6. Kiril Araujo

    Dalcim, só queria entender como um Mackenzie McDonald estava na chave principal, sem ter passado pelo quali e sem wild card. É isso mesmo? O ranking dele não era 236?
    Um abraço.
    Kiril, São Paulo

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    1. José Nilton Dalcim

      Ele usou o chamado ‘ranking protegido’. Quando um tenista fica afastado por tempo logo, especialmente devido a contusão, ele pode pedir o ‘congelamento’ de uma média de ranking dos três últimos meses e depois usar essa média para entrar nos campeonatos possíveis. Abs!

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    1. Miguel BsB

      Porque o francês seria um “gnomo”? Se for pela estatura, ele é bem alto. 1,88m. Se for pelo jogo, joga bonito demais, grande voleador. Se for pelo ranking, é 78 em simples, nada mal…

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      1. Sérgio Ribeiro

        E você acha que o comentarista sabe algo sobre o Francês, caro Miguel ? Nem assistiu ao jogo. E mesmo no Saibro , Herbert fez lindas jogadas superando em muito o Alemão no quesito criatividade . Abs!

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    2. Paulo F.

      Tá bom, cavalheiros.
      Vamos combinar que o tenista alemão, top 10, 03 Masters 1000, campeão de Finais, atual vice do USO, não poderia passar sufoco do tenista francês que, como simplista, é comum.

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  7. Manuela

    Errani. “I don’t like when somebody is ‘playing’ with me. She left the court on a chair and now she is all good eating in the restaurant, I just saw her.”

    errada nao tá.

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  8. Rubens Leme

    Parabéns ao Big Mac que enfrentou o Nadal hoje, afinal ele conseguiu o mesmo placar do Federer da final de 2008. Só mudou as parciais porque Federer levou 6/1, 6/3 e 6/0.

    Mais um sundae e ele supera o suíço.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        De novo esse disco furado? (rs)

        Não é possível que a ÚNICA contribuição tua no blog é falar que Federer seja pato do Nadal.

        Evolua. Estude um pouco mais.

        Você tá precisando…

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      2. Sérgio Ribeiro

        O mane’ sempre esquece do 1 x 6 em RG e do 7 x 17 no geral a favor do Espanhol contra o goat paraguaio no Saibro . Você e o rapaz da música não esquecem do Craque mesmo quando ele não está presente kkkkkkkkk Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Coincidentemente o Sérvio precisa vencer mais TRÊS em WIMBLEDON para igualar o Craque no ALL England Club , desinformadissimo Paolo Rossi . Estás rindo de que mane’ ? kkkkkkkkkkk Abs!

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  9. EDVAL CARDOSO

    Bom dia Dalcin
    No jogo da Francesa e da alemã,que houve o erro da juíza, não apontando dois kiques da bola no setpoint em favor da Francesa,a alemã poderia ter acusado que tocou duas vezes?
    O tenista consegue sentir se tocou ou não?
    Porquê se ela notou que kicou poderia ter informado a juíza,fazendo uso do fair-play, ou não?

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, a adversária pode contrariar a decisão da juíza e dar o ponto a quem tem direito. Não sei dizer se a alemã teve certeza dos dois quiques, mas geralmente o tenista sabe, ainda mais nesse nível tão alto. Acredito sim que faltou esportividade.

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    2. Barocos

      Edval,

      O Nadal já fez isto, apontar o ponto para o adversário, diversas vezes.

      Ele pode até fazer cara feia quando alguém marca pontos em cima dele, mas fair play deve ser parte do seu sobrenome.

      Saúde e paz.

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  10. Rafael Azevedo

    Olha, apesar de ter perdido um set, considero a vitoria do Wawrinka como uma grande Vitória.
    O alemão está em grande fase e vinha de belas exibições contra os tops nos últimos torneios. Inclusive, tirando um set do Djokovic em Roma.
    Mas, o que mais impressiona é a intensidade do jogo do Wawrinka. Eu assisti grande parte das suas 2 partidas e ele não tá deixando o adversário respirar. Na segunda ou terceira bola já começam as tentativas de winners. E ele tá pegando bem na direita e na esquerda.
    Se continuar assim, se torna favorito junto com os outros 3 (Nadal, Djokovic e Thiem).

    Ps.: eu digo que estou impressionado não porque eu não saiba do potencial do Wawrinka, mas porque ele estava parado, fez exibições ruins antes de RG e muitos colegas do blog o estavam dando como Pato morto.

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    1. JAN DIAS

      Eu não o dei como pato morto..comentei várias vezes aqui que ele estava bem…e antes do torneio começar já o considerava candidato ao título..🏆

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    2. Marcelo

      Sim, entendemos teu posicionamento. Pensamos o mesmo sobre o Wawrinka. Tem tenis para mujto, mas nao tem regularidade. Trata-se sem dúvida de um “sleeper”, mas quando começa a jogar bem, sai da frente. Alias trara-se (na minha opiniao) de um dos tenistas que mais temos gosto em assistir (wdo joga bem).

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  11. Gabi

    E a Errani que na primeira das três tentativas de sacar para o jogo tentou o segundo saque por baixo e errou?!
    Queria ter visto a partida inteira, já que adoro uma treta rsrs.

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    1. José Nilton Dalcim

      Errani saca com muita frequência por baixo. Já vi partidas inteiras dela fazendo isso. Mas hoje não gostei da sua atitude, ironizando os problemas físicos da Bertens. Nem cumprimentou no final e a holandesa estava realmente mal.

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        1. Willian Rodrigues

          Que maldade nobre Miguel… Mas, não há como conter o riso! KKKKKKKK
          Saque sempre foi o ponto mais fraco mesmo. Em sua melhor fase, ela era bastante consistente na linha de base e se defendia muito bem.
          “La Pequeña”

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  12. Sandra

    Dalcim , Nadal , Schwartzman, o próprio Thiem , exceto pela estreia só estão pegando moleza , qual desses jogadores vão ser os primeiros a pegar alguém mais complicado ? Djokovic já começa na próxima rodada

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  13. Rubens Leme

    Bom jogo do Stan contra o alemão semifinalista em Roma. Dalcim, este saibro de Paris está um pouco parecido com o de Monte Carlo ou não?

    Faltam cinco jogos pro Chico Bento levantar seu quarto Slam.

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  14. periferia

    A cartomante

    Novak precisava saber …andava muito pressionado.
    Aquilo tinha virado uma obsessão…Rafael também buscava o que era do Roger.
    Eles eram amigos.
    Durante o café recebeu um bilhete de Roger..
    “Vem já a minha casa…preciso falar-te sem demora”
    Ficou preocupado….será que Roger percebeu que ele cobiçava o que era dele ?
    Descobriu uma cartomante …foi visita-la.
    A curiosidade fustigava-lhe o sangue…ele estava inquieto.
    A cartomante fê-lo sentar diante da mesa…e sentou-se do lado oposto.
    Pegou o baralho..olhou as cartas….e sem que Novak falasse algo disse:
    – Não se preocupe….vc terá o que deseja…nao tenha medo de nada nem de ninguém.
    Aquilo o acalmou.
    -A senhora restituiu-me a paz ao espirito
    -Vá…disse ela….e não se preocupe.
    Tudo parecia melhor agora…o céu estava límpido e as caras joviais….o coração ia alegre….pensando nas horas felizes que haviam de vir.
    Daí a pouco chegou na casa de Roger…se desculpou pelo atraso.
    Ele não respondeu…
    Roger tinha as feições decompostas… fez-lhe sinal…e foram para uma saleta interior. Entrando..Novak não pôde sufocar um grito de terror…ao fundo estava Rafael morto e ensangüentado.
    O suíço pegou Novak pela gola e com um tiro de revólver acabou com a vida do amigo.
    Ouviu-se apenas uma frase.

    -O recorde sempre será meu.

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    1. JAN DIAS

      Uau!! Você devia ser escritor..👏🏻

      Aliás, ROGER deu uma entrevista à um podcast de tênis (site tennisworldusa.org) dizendo que tá doidinho pra voltar a jogar em 2021…kk

      Responder
    2. Barocos

      Periferia,

      Espero que esta não seja uma premonição ou projeção de ações em casos extremos. :O

      De qualquer maneira, acho que a moral da estória é a seguinte: jamais confie em uma cartomante. 😉

      Saúde, paz e respeito aos 10 mandamentos, em especial, àquele que declara “Não matarás”. (e olha que não sou religioso, sou agnóstico)

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      1. Luiz Fabriciano

        Reconhecer o que é certo e o que é errado, vai além da religião, prezado Barocos.
        Você como agnóstico é adepto do mandamento: não matarás!
        De minha parte, acredito que há leis escritas em locais além dos livros e que nenhuma traça é capaz de destruir: na consciência.
        Grande abraço.

        Responder
        1. Marcelo

          No nosso mundo há todos os tipos de traças, meu Quiridu. Inclusive as que “se alimentam” de consciência. O mundo não é um lugar seguro (sequer o que chamamos de lar pode ser considerado um porto seguro definitivo…)

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          1. Luiz Fabriciano

            Discordo plenamente.
            O mundo é o lugar mais apropriado para vivermos. Basta desvincularmos da ideia que ele tem que ser do jeito que quero.

  15. Marcão

    “Tenista que gosta de viver perigosamente”. Sen-sa-cio-nal! Não há definição melhor para o estilo de jogo da Ostapenko, uma metralhadora de winners e erros não forçados. Porém, quando consegue equilibrar essa equação, a vida torna-se muito perigosa para as adversárias. Não perco por nada esse jogo. Aliás, que chave terrível o destino reservou para a Pliskova mais famosa. Acho que ela merece um Slam, mas o RG deste ano seria uma façanha.

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  16. Rafael F Régis

    Ansioso pra ver o comportamento do Monteiro no próximo jogo. Como o mestre Dalcin bem salientou, tem feito progresso a olhos vistos nessa temporada, contudo, sempre me pareceu ter uma “barreira mental” nesse tipo de situação (em em bom momento tecnicamente, jogando como favorito com uma chave aberta num grande torneio).

    Se conseguir confirmar o favoritismo e avançar, dae é aproveitar o momento e a oportunidade de igualar a melhor campanha do Bellucci em Slans, não seria favorito contra nenhum dos possíveis adversários, mas são ambos passíveis de serem vencidos(em especial o Vinolas) sem que precise acontecer nenhuma hecatombe em RG.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acontece com alguma frequência no tênis, Rafael. Jogar como ‘zebra’ é mais fácil do que como favorito. Vamos torcer para Monteiro manter o ótimo padrão da estreia.

      Responder
    2. Marcelo

      Segunda ou terceira rodadas em GS sao ótimas colocaçoes na minha opiniao. Mas se vier mais, sera sensacional para nosso tênis.
      Tratar o mental do atleta tem lá sua porcentagem de sucesso, mas nem tudo é possivel mudar, trata se de algo intrínsico a sua personalidade. Esse “terceiro nivel” é uma delas.

      Para ser específico ao tênis, lembro pelo menos de 3 casos: Davidenko, Tsonga e Ferrer: jogavam o “fino da bossa” do inicio do torneio atè o 4×4 ou 5×5 de partidas decisivas contra Nadal, Federer e cia. Então

      desabavam.

      No popular, seria o famoso “amarelao”

      Responder
  17. Antônio gabriel

    Dalcim, estreia não quer dizer muita coisa, mas vamos lá, entre Thiem, Nadal e Djoko, quem jogou pior é quem jogou melhor em sua avaliação??? Grande abraço e parabéns pelas avaliações sempre cirúrgicas.

    Responder
  18. Jhonny

    Rodrigo S, Cruz
    E quem controla o bom senso? ou melhor aonde vc acha um medidor de bon senso ?
    O cara deu sua opinião sobre o assunto concordando ou não com ela (e ja disse no post que eu não concordo) não é você eu ou qualquer pessoa que tem que ditar bom senso e se fala foi certo ou errado, pois bon senso assim com opinião é algo subjetivo, mais os títulos por ele conquistado são reais logo o mesmo tem direito de se expressar (ate porque ele é comentarista).
    Emerson ele tem moral sim de falar porque afinal e o direito de expressão, ou então ninguém tem o direito de criticar sua atitude, e se ser campeão de Grand Slan não da imunidade pra arrogância o que é fato, ser comentarista de blog também não da direito de falar o que o cara deve ou não falar.
    Bem Sergio Ribeiro campanhas medíocres na carreira é um fato relevante (assim como Murray nesta volta) Quanto a Guga houve sim quem criticasse por ele ter ganho mereceridamente o wild card em roland garros e novamente questão de opinião do qual tanto se defende aqui (ou a opinião somente vale se for concordando com a sua?)
    E vamos relembrar o que vc escreveu abaixo pro Paollo
    Que moral tem pra falar de Murray? a moral de ser tenista ter ganho 7 slans e ser comentarista de tv.
    Que moral vc e ele tem pra falar de Goat? Novamente o cara como ex tenista e ganhador de 7 Gs tem sim o direito de escolher quem ele quiser pra ser Goat. Ate aonde eu sei o Dono do Blog chama-se Jose Nilton Dalcin logo paollo tem a mesma moral que vc e eu ou qualquer outro pra falar em goat.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Releia antes de postar bobagens . Não disse nada de MORAL para falar de GOAT. Defender um cara que também pediu CONVITE várias vezes , e principalmente em seu último RG em 1996 , demonstra desconhecimento da matéria . Andy Murray ainda vai receber vários CONVITES , porque fez por merecer. Abs!

      Responder
    1. Barocos

      Rafael,

      Se você me permitir, gostaria de fazer uma ligeira alteração na sua hashtag:
      #euacreditoemmilagres_nopapainoel_namulasemcabeça

      Pronto, acho que assim está mais condizente com a situação.

      #eunãodeveriaterescritoisto

      Responder
  19. Fedex

    Dalcim, o que vc achou da estréia do Thiem? Acha ele não irá tão longe esse ano? Ou possa dar mais trabalho para Nadal numa possível semi?
    Pegou um adversário perigoso na estréia, embora não esteja na melhor fase, e ganhou em setes diretos. Nadal e Djoko jogaram pro gasto, mas esse adversário do Nole foi realmente uma decepção, mesmo assim consegui 2 quebras, o que já deve ser motivo de orgulho pra ele.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não dá para fazer análises profundas com uma única partida, mas acho que Thiem fez a estreia mais difícil, começou pior que os outros mas terminou bem.

      Responder
  20. Leonardo

    Dalcim, você não acha que o Djokovic brinca muito nesses jogos em que a qualidade técnica é muito discrepante? Fica parecendo que ele está de gracinha com o adversário o tempo todo sem jogar serio. As vezes parece que até levanta a bola para o adversário dar smash.

    Responder
  21. Vitor Hugo

    Ymer parecida um top 200 devido a mediocridade técnica. Me surpreende que seja 80 do mundo.

    Rublev e Tsipas quase dançaram… O grego vai embora rapidinho. Mas tenho boas expectativas sobre o russo.

    Responder
    1. Willian Rodrigues

      Bom. Se o sujeito atingiu essa posição no ranking, é porque possui algum mérito…
      Alguma possibilidade de que a absurda discrepância no nível técnico e físico a favor do Djokovic seja tamanha, que faça o outro parecer um medíocre?
      Rrrrsss…
      Na verdade, Ymer entrou em quadra pra jogar contra o seu maior ídolo! Vide tênis com a imagem do Djoko estampada. Estava nervoso demais e, por isso, tão errático…

      Responder
  22. Vitor Hugo

    “Fez algumas com precisão cirúrgica, outras errou feio” Perfeito! Um bagre nas deixadas.
    Acerta porque tenta muito, mas erra mais do que acerta e todo desengonçado. Feio de ver.

    Responder
      1. Paolo

        A deixadinha do sérvio é bem executada. Ele já ganhou pontos espetaculares com essa jogada. Os comentários dela são desprovidos de lógica, e totalmente baseado em suas emoções.
        Abs!

        Responder
  23. Miguel BsB

    Caramba, tô eu aqui assistindo à reprise do jg do Monteiro pela bandsposts, e o Oliveira Andrade me diz que, depois de Yannick Noah, o Giles Simon é considerado o mais bem sucedido tenista francês… kkkkkkkkkkk
    O Saretta ficou sem saber o que falar e só disse, meio irônico: ah é? Rs
    Pode isso Dalcim?

    Responder
    1. Bruno Gama

      Ele leu rapidinho na Wikipedia:
      “Gilles Simon é um tenista profissional da França, residente na Suíça. Profissionalizou-se em 2002. Vencedor de 12 torneios profissionais, é o segundo francês mais bem sucedido no circuito ATP depois de Yannick Noah. Seu auge foi nos anos de 2008 e 2009, onde se manteve entre os 10 melhores do mundo. Wikipédia”.

      Responder
    2. José Eduardo Pessanha

      O mais bem sucedido não foi, mas foi o mais chato de enfrentar, sem a menor dúvida. Sempre atrapalhou Federer e levou o Djokovic à loucura naquele jogo em que o Cotonete cometeu 100 erros não forçados em pleno Australian Open. Muito mais encardido do que os possantes Tsonga e Monfils, na minha modesta opinião. rs
      Abs

      Responder
      1. Miguel BsB

        Nunca.
        Tsonga é muiiitoo mais tenista, e tem resultados muito melhores. Já fez final de Ausopen, Semis em RG e Wimbledon, (2 em cada), campeão do Masters do Canadá…

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Vou tentar ser didático: não falei que o Tsonga é pior do que o Simon. Falei que o Simon dava mais trabalho. Tenho a certeza absoluta de que, se pudessem escolher entre enfrentar Tsonga ou Simon num Roland Garros da vida, tanto Federer quanto Djokovic escolheriam enfrentar Tsonga. Ah, mas Tsonga fez final em 2008. Sim, mas isso faz um caminhão de anos. Simon sempre foi carne de pescoço.
          Abs

          Responder
          1. Miguel BsB

            Você não precisa ser didático, precisa mesmo é aprender a se expressar melhor, se foi isso que quis dizer…
            O Tsonga foi top 10 por muito tempo, teve melhor ranking que o Simon, tem resultados MUITO maiores, tem mais vitórias, e vitórias importantes pra cima do big 4 (vide final do Masters do Canadá, que nem foi há tanto tempo assim) e outras como em cima do Nadal, uma em Shangai que é bem recente, lidera bem o H2H contra o Simon, e, convenhamos, é MUITO mais tenista.
            Por todos os ângulos que se analise, e por mais “didático” que você tente ser, o Tsonga é MUITO mais jogador que Giles Simon.
            Abs

          2. Luiz Fabriciano

            Dessa vez concordo com você.
            O Tsonga é um baita tenista, mas o Simon é “nojento”. Não que seja melhor que o outro.
            Como torcedor do Djokovic, prefiro enfrentar o Tsonga. O próprio Tsonga certa vez disse: “Djokovic sempre frusta meus sonhos”.
            Nada mais a declarar.

      2. Bruno Gama

        Tem nem comparação Tsonga com Simon, o primeiro além de ser muito melhor tecnicamente ainda tem dois Masters, 4 semis e uma final de Slam.
        E também tem várias vitórias sobre o Big3, bem mais que o Simon, além do confronto direto entre os dois que o Tsonga tem mais que o dobro de vitórias.

        Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      Puxa , Miguel. Tá lá isso escrito numa Wikipédia da vida. Tadinho do Coroa rs Mas que tal vencer 14 ATPS e ter vitórias sobre TODO o Big Four + Wawrinka . E com esse jogo chato tem uma penca de vitórias sobre TOP 10 . O Velhinho tá se esforçando ao máximo pra levar o Tênis coitado . Nunca foi a sua Praia rs . Abs!

      Responder
  24. Maurício Luís *

    Gostei do “Tirem as crianças da sala”… kkkkk
    O Thiago Monteiro deve estar se inspirando na Bia Maia… se é que ainda estão namorando…

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  25. Lucas Leite

    Dalcim, confesso que o Tsitsipas sempre me surpreende. Depois da forma como perdeu o título em Hamburgo, nunca que eu pensaria que ele iria, no jogo seguinte, com mínimo tempo de adaptação às condições, virar de 2 sets abaixo contra um jogador errando tão pouco e quebrando o ritmo de jogo com drop shots incríveis. Mas o grego conseguiu, teve um mental forte para não se dar por vencido e ganhar os pontos importantes. Você acha que ele buscou evoluir rápido na parte mental? Como pode um jogador fortalecer seu mental em tão pouco tempo? Fiquei me questionando…

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  26. Paulo F.

    Uns tempos atrás tinha lido um artigo de que esse Ymer era uma boa promessa do tênis.
    Por favor…
    Até aquele guri brasileiro deve ter dado um treino melhor pro Djoko em Roma do que esse sueco valendo um jogo oficial de GS hoje.

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  27. Rubens Leme

    O disco dia de hoje é, um dos lançamentos mais aguardados pelos fãs de Jimi Hendrix, o box com as quatro apresentações entre os dias 31 de dezembro de 1969 e de 1 de janeiro de 1970, no Filmore East, de Nova York, e que gerou Band of Gypsys, um dos lives mais clássicos de todos os tempos: Songs for Groovy Children: The Fillmore East Concerts.

    Em 1986, houve um segundo disco destes shows – Band of Gypsys 2 -, mas que, na verdade, só trazia três músicas no lado A, pois o segundo era dividido entre as apresentações no Atlanta Festival e em Berkeley.

    Posteriormente, em 1999, é editado um CD duplo – Live at the Fillmore East – com mais 16 músicas destas apresentações. Mas, o biscoito fino veio somente agora, no final de 2019, com esta caixa de cinco CDs. Os dois primeiros discos abordam os dois shows de 1969 e os três seguintes, as duas apresentações da virada do ano.

    Em sua segunda encarnação – com o baterista Buddy Miles e o baixista Billy Cox – e já sem o trio Experience, Hendrix troca o lado psicodélico por um molho mais encorpado, cheio de soul, com a presença sólida do baterista Miles em boa parte das canções, algumas como o cantor principal.

    Muito já foi escrito sobre o lado “guitar hero” de Hendrix, mas pouca gente dá o devido crédito ao compositor, um dos mais talentosos e representativos de sua geração. Para alguém de vida tão curta – morreu com 27 anos em 1970, três anos após o lançamento do seu primeiro álbum – Jimi deixou dezenas de composições clássicas – “Purple Haze”, “Voodoo Child”, Ezy Ryder”, “Fire”, “Little Wing”, “Foxey Lady”, “Stone Free” etc – mostrando que era muito mais do que um mágico das seis cordas.

    Perfeccionista, foi um dos primeiros a construir seu próprio estúdio – o Electric Lady – onde passou as últimas 10 semanas de sua vida gravando e deixou inúmeras canções usadas em lançamentos póstumos.

    Após a morte do guitarrista, o Electric Lady se tornou um dos mais importantes estúdios do planeta, onde centenas de discos e artistas gravaram álbuns antológicos. Gente como Frank Zappa, David Bowie, Lou Reed, Stevie Wonder, Bob Dylan, Eric Clapton, The Clash, AC/DC, Rolling Stones, Patti Smith, a lista é interminável.

    Não sei dizer se Jimi Hendrix foi o maior guitarrista de todos os tempos e quem o substituiu – a lista é interminável -, mas se for para escolher um, considero Prince aquele quem mais se aproximou e com várias similaridades.

    Primeiro, ambos deixaram muito material inédito e, ao passo que os discos póstumos de Prince ainda são lançados com uma certa moderação, o catálogo de Hendrix pós-morte é um dos mais extensos e rendem milhões para a alegria do pai e sua meia-irmã que controlam o espólio.

    Ambos eram geniais, geniosos e perfeccionistas, mas Prince tinha um controle ainda maior, pois além cantor, compositor, era multi-instrumentista, produtor e ainda cuidava da parte visual e das coreografias de seus clips. Prince também foi dono de um estúdio espetacular – o Paisley Park -, onde gravou centenas de músicas. Há estimativas de que existam mais de 4 mil horas de material inédito, para alegria dos herdeiros e fãs.

    E para fechar a lista: um dos sonhos de Jimi Hendrix era fazer um disco ao lado de Miles Davis. O encontro estava agendado para algum momento entre 1970 e 1971 – Miles estava no auge graças a Bitches Brew – mas a morte de Jimi abortou o projeto.

    Já Prince chegou a fazer uma jam session com Miles no próprio Paisley Park, em 1986 e tocaram juntos em 1987. Miles era fascinado pelo lado andrógino de Prince, segundo o biógrafo Ian Carr, além de considerá-lo um músico excepcional.

    Para Miles, “Prince é da mesma escola de James Brown e tem algo de Marvin Gaye, Jimi Hendrix e Sly Stone e até Little Richard. É uma mistura de todos eles e ainda Duke Ellington. De uma certa maneira ainda me faz lembrar também de Charles Chaplin e Michael Jackson.”

    No fim, o que vale mesmo é o legado deixado por ambos e, neste sentido, Songs for Groovy Children: The Fillmore East Concerts é um deleite para os fãs e pode ser adquirido na Amazon Brasil.

    E se Miles Davis considera Prince um legítimo herdeiro de Jimi, quem sou eu para dizer não?

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    1. Marcelo

      Poxa, legal. Caberia uma nota sua no wikipedia Rubens, pois esse conhecimento nao pode morrer com você. Seria bastante enriquecedor (para o publico em geral). Agora, seria também muito bom se vocé agregasse uma nora de rodapé no seu comentário, explicando para a garorada o que é “LADO A”, ja que as crianças (principalme ts os fâs do Djokovic) não tem idéia do que se trata.

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    2. Barocos

      Leme,

      Belo texto, me fez voltar ao final dos anos 60 e início dos anos 70, quando dois primos mais velhos (e irmãos) costumavam educar a mim, meus irmãos e outros primos sobre a vanguarda do rock e sobre abandonar antigos costumes e práticas sociais. Eu era um fedelho nesta época e muitas das coisas que eles diziam só viriam a fazer sentido muitos anos depois, o mesmo vale sobre apreciar as inúmeras jóias que foram criadas nestes anos revolucionários.

      Cinquenta anos depois, quando conversando com muitos jovens dos dias atuais, qual não foi a minha surpresa ao descobrir que vários deles não só apreciam muitas das músicas da época, como também dispunham de um farto conhecimento sobre bandas, artistas e estilos de então. Alguns, inclusive, descreveram a fonte de inspiração de músicas que hoje são clássicas. Achei os jovens e a experiência admiráveis.

      Reminiscências, viver muitas vezes aquilo que nos fez crescer e aprender sempre um pouco mais cada vez que revisitamos o passado, todos os homens deveriam tornar isto um hábito.

      Saúde e paz.

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      1. Rubens Leme

        Marcelo, tenho um site pessoal de música que estou remodelando e transferindo aos poucos os meus 600 textos, além de ampliá-lo, pois pretendo fazer um podcast e falar de outros assuntos, como cinema. Pensei até em pedir alguém para ajudar, mas por ser amador e não me render um centavo, prefiro fazer tudo sozinho, porque escrever de graça só é legal para o dono, os outros precisam receber.

        Entendo o que você fala, Barocos, porque tive esse tipo de coisa com futebol. Música foi algo estranho. Aos 15 anos, joguei fora todos os meus discos de trilha sonoras de novela, coletâneas de FM (se lembra disso?) e comecei a comprar os artistas da época: U2, The Smiths, Echo and the Bunnymen, de recomendações e fuçando sozinho, atrás de Bob Dylan, Rolling Stones etc. Pegava toda minha mesada e gastava com 4 LPs e 4 fitas cassetes hot tape da BASF para gravar e ouvir no walkman.

        Depois, passei pra discman, e assim ouço até hoje meus cds e chego ao ponto de arrematar vários aparelhos de discman no Mercado Livre, conforme os velhos morrem de tanto trabalhar. Só este mês, comprei dois.

        No mais, é ouvir, ler e sonhar com um mundo que nunca mais voltará, não apenas porque é impossível, mas também porque envelhecemos, sem contar que as pessoas estão cada vez mais estranhas e selvagens.

        Responder
        1. Marcelo

          Rubens,

          Poxa, vocÊ tem bastante. Não e trata apenas de uma ou duas histórias. Veja, o canal é publicar: 600 histórias dariam alguns bons volumes em livros, se puder dar algum sentido a cada volume (seja pela época, aritista ou mesmo pelo gênero musical) principalmente se associado a capas mais apelativas e fotos de boa qualidade (sempre acho que há mercado para tal). Não sei dizer se te renderia muito ou pouco (mas sempre rende algo que cobre a tiragem mínima), principalmente quando temos algum patrocínio na contracapa. :- D

          O mesmo vale para o Dalcim, com historias sobre o tênis.

          Quanto a publicação on-line, eu sequer saberia te dizer como fazer.

          De qualquer forma, parabéns! Muito bem escrito!

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    3. Willian Rodrigues

      Prezado Rubens Leme, sempre leio, e curto bastante, suas postagens sobre música, cinema e outros.
      Sou fã incondicional de Jimi Hendrix, e concordo que poucos valorizam seu trabalho como compositor, mas, o legado é excepcional.
      De fato, é muito difícil afirmar quem seria o maior guitarrista de todos os tempos. Chuck Berry, Eric Clapton, Jimmy Page, Randy Rhoads, Yngwie Malmsteen, e por aí vai…
      Quanto ao Prince, eu até gosto de algumas de suas composições mas, como intérprete, acho uma desgraça! Rrrrsss…
      Subjetividades da vida… Abraços

      Responder
  28. Marcelo Calmon

    Dalcim,

    Qualquer dia vão usar o VAR no tênis. Um absurdo tirar 1 set indevidamente de qualquer jogador(a).
    Um árbitro de vídeo resolveria o problema.
    Sempre comentei aqui que a Pliskova seria a parceira ideal pro Bellucci nas duplas mistas, pois os dois jogam como se estivessem sofrendo muito em ficar na quadra. Mas hoje a Pliskova surpreendeu e deu com a raquete com força na quadra, demonstrando alguma emoção. Negativa, mas tudo bem.
    Boas jogadas nos jogos da NEXT generation.
    A Sofia Kenin não me convence. Se a russa teve uma quebra na frente no 3ª set mas não segurou a vantagem.
    Gosto muito da jovem polonesa Swiatek, mas não deu para ver o jogo dela.
    O jogo do Monteiro passou em algum canal ou site ?

    abs

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    1. José Nilton Dalcim

      Concordo, Marcelo. O tênis tinha de adotar o replay para resolver casos como esse. Não são questões interpretativas, são de fato, como seriam o toque na rede, o foot-fault. Esta na hora de o tênis dar mais um passo à frente. Monteiro passou praticamente na íntegra no BandSports.

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      1. Marcelo Calmon

        Dei azar, quando começou o jogo coloquei na Band, mas tava passando outro jogo, acho que do Djoko, aí desisti.
        Vi a reprise à noite e o Basilashvili não deu um drop shot sequer, só pancadaria, o que não é surpresa nenhuma.
        Isso ajudou muito o Monteiro, que tem uma dificuldade enorme em resolver as coisas na rede.
        Ele tem realmente muitas condições de chegar na 3ª rodada. Vamos torcer.

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  29. Rubens Leme

    Gilles Simon é um dos jogadores mais antipáticos do circuito e pertubou demais a juíza de cadeira. No começo, pensei que fosse para ficar mais próximo e apreciar a beleza de Mariana Veljovic, mas depois percebi que era hábito mesmo e para esfriar o Shapovalov. Eis um que não fará falta quando se aposentar.

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