Djokovic fica ainda maior
Por José Nilton Dalcim
21 de setembro de 2020 às 19:34

Foi uma segunda-feira dos sonhos para Novak Djokovic. No dia em que superou Pete Sampras na quantidade de semanas na liderança do ranking – 287 contra 286… e contando -, ele também recuperou a hegemonia de troféus de nível Masters e estabeleceu 36 a 35 sobre Rafael Nadal. Como resta apenas mais um no calendário, o de Paris, o máximo que pode acontecer é um empate.

Os feitos de Djokovic crescem a cada semana. Com o quarto título da temporada, ele também chega a 81 na carreira e está apenas a quatro de Nadal, o quarto colocado. Ainda há um bom espaço para os 94 de Ivan Lendl, porém não existe qualquer motivo para se descartar uma conta centenária, como as de Jimmy Connors e de Roger Federer.

Roma passou a ser o torneio onde Djoko mais fez finais na carreira, com 10, duas acima do Australian Open e do US Open e a três do Finals de Londres. Entre os grandes títulos, o penta fica perto dos seis de Miami e atrás dos oito de Melbourne. Como também é cinco vezes vencedor em Wimbledon em seis finais, a versatilidade está mais do que comprovada.

Consciente do seu potencial, Nole foi tão preciso quanto seu backhand ao afirmar que não jogou seu melhor tênis nesta semana, mas que jogou seu melhor tênis quando foi preciso. E isso tem um peso a mais quando sabemos que ele chegou a Roma vindo da decepcionante desclassificação no US Open, precisando muito de uma volta por cima.

Agora, na pior das hipóteses, vai dividir o favoritismo de Roland Garros com Rafael Nadal. O espanhol, mesmo tendo mostrado deficiências, não pode ser ‘secundarizado’ em melhores de cinco sets sobre o saibro. Claro que existe ‘o fator Thiem’ na balança, mas vamos deixar esse assunto para quinta-feira, quando sairá o sorteio do Aberto francês.

A partida decisiva desta segunda-feira contra Diego Schwartzman exigiu novamente de Djoko não apenas adaptação às condições estranhas como cabeça fria. De repente, com um festival de erros e um adversário sólido, já estava 3/0 e saque para o argentino. Quando sentou no intervalo, soltou palavras duras para seu time e isso parece tê-lo motivado para soltar o braço na devolução, o que não vinha fazendo. A partir daí a coisa mudou. Ele recuperou terreno, virou para 4/3 e teve alguma sorte ao salvar um break-point no nono game com duas escolhas erradas de El Peque no jogo de quadradinho.

O clima úmido deixou a quadra muito pesada. Se isso obviamente não favoreceu Djokovic, que não fez tanto estrago com o saque e precisou de cautela para os winners e apostar nas curtinhas, também não ajudou um desgastado Schwartzman. Sem falar que o argentino não é dono de golpes continuamente poderosos. Mas ele fez o que pôde. Saiu com quebra no segundo set, ficou na briga, teve mais dois break-points no quinto game e só então se entregou diante de um Djokovic já bem mais confiante.

Acredito que a campanha, inesperada para o momento que vivia, revitalizará o argentino para Roland Garros. Como provável cabeça 12, não terá de cruzar com os quatro favoritos antes das quartas e isso pode lhe dar uma chance real de nova grande campanha e, quem sabe, outras surpresas.

Halep, sem esforço
Depois de duas tentativas frustradas, Simona Halep ergueu seu primeiro troféu no saibro de Roma. Não foi certamente da forma ideal, já que Karolina Pliskova sentiu a coxa e jogou apenas 32 minutos e nove games.

Com o título de Praga na retomada do circuito, a romena levará para Roland Garros a série invicta de 14 jogos, mas não quer colocar mais pressão que a necessária. Ela será a cabeça 1 com a ausência da atual campeã Ashleigh Barty e tenta recuperar a coroa no saibro francês que foi sua em 2018. Eu apostaria minhas fichas nela.

E mais
– Aos 33 anos e quatro meses, Djokovic se tornou o tenista de maior idade a ganhar Roma.
– Este foi seu terceiro troféu seguido de Masters e lhe dá no momento série de 15 vitórias.
– Seu total de troféus de Masters no saibro é agora de 10, com dois em Monte Carlo e três em Madri.
– O sonho do top 10 também não chegou ainda para Schwartzman e a vaga será ocupada por Denis Shapovalov, que passa a ser o quinto na lista abaixo dos 25 anos e o mais jovem de todos, aos 21 e quatro meses.
– Luísa Stefani subiu nove posições com a semi de Roma e avança para o 33º lugar. Estreia em Estrasburgo nesta terça e tenta embalar para Roland Garros.
– Na condição de principal inscrito no quali de Roland Garros, Thiago Wild viveu um dia ruim e perdeu fácil. João Menezes e Gabi Cé estreiam nesta terça e tentam se juntar a Thiago Monteiro nas chaves de simples.


Comentários
  1. João ando

    Estranho é ter uma bola Wilson mais pesada…..dalcim esse ano vai ter a promoção rg. ….com a tentativa de nós acertamos os resultados dos jogos e prêmios?Nadal deve ganhar e no feminino deve dar serena .torcendo para thiem e svitolina

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  2. Rodrigo S. Cruz

    Impressionante como o Fabio Fognini, sem mais nem menos, esculhamba as partidas dele.

    E esculhamba mesmo, não tem outra palavra, passa a jogar de forma VAGABUNDA! (rs)

    No confronto dele com o Casper Ruud, que coisa pavorosa foi aquilo.

    O primeiro set ia se encaminhando tranquilo, com os dois tenistas confirmando o saque de boa.

    Até que o Fognini cometeu uns alguns erros bobos e entregou o set.

    Bom, até aí tudo bem… muita gente faz isso.

    Porém, o que se viu a seguir é que foi dantesco:

    o italiano passou a errar tudo que se possa EXCOGITAR, até ao ponto do Ruud abrir 17 pontos a 0 !!

    Pior do que isso mesmo foi aguentar os comentários pouco inteligentes do Saretta dizendo:

    ” nossa, o Ruud tá jogando demais”.

    kkkk

    Porra!

    Jogando demais como, katso?

    Se o adversário simplesmente seguia entregando tudo para ele? (rs)

    Houve pontos em que o Fognini sacava bem, a bola sobrava no meio da quadra, curta, e ele com o forehand jogava fora.

    Nos últimos pontos, ele ainda inventou de ficar 500 passos atrás da linha de base, correndo como um retardado , mas sem chegar na bola

    Mas o matchpoint foi a cereja do bolo:

    o Fognini foi quebrado com uma dupla-falta no pé da rede, sendo esta a ÚNICA dupla-falta dele no jogo!

    kkkkkkkkk

    Que desperdício absurdo de talento é esse italiano…

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  3. Luiz Fernando

    Rafa não pode reclamar do sorteio q foi ótimo p ele, com jogadores q não devem incomoda-lo na primeira semana, algo fundamental pelo momento q atravessa, e a partir das quartas os problemas devem começar p valer. Claro q pode ter q fazer duas finais seguidas, contra Thiem e Djoko, mas não me perguntem pq mas tenho a intuição q Thiem não chega nas semis (algo q, claro, também pode ocorrer c Rafa). Antes q eu me esqueça: Djoko pegou outra chave a caráter kkk…

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  4. Wagner

    Bom dia Dalcim
    Essa boa campanha da Luísa Stefani nesses dois torneios antes de Roland-Garros, da para garantir que ela repita a campanha do US Open ou ir mais longe?

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    1. José Nilton Dalcim

      Infelizmente, não garante nada, Wagner. Acho que elas se adaptaram rapidamente ao saibro e isso é muito bom, mas o circuito de duplas é muito equilibrado. Acredito que, com uma boa chave, elas poderão ir sim até as quartas. Vale a torcida.

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  5. Rafael

    Embora, e peço desculpas pelo 3o. post sobre o mesmo assunto, Roger não PRECISASSE ter levado um pito de Greta. Quando assinou o contrato de patrocínio com o banco, ele SABIA muito bem o que estava fazendo (não é nenhum alienado, e se fosse, é certo que foi alertado sobre por sua assessoria), e mesmo assim fez.

    Ou seja, está ERRADO desde o princípio. Agora é ver se tem interesse de consertar, para não macular mais sua imagem.

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    1. Paulo Almeida

      Rafael, agora os caras que adoram julgar o caráter do Djokovic simplesmente evaporam!

      De qualquer forma, não serei leviano e baixo para retribuir na mesma moeda.

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  6. Rafael

    Bom dia,

    Já que falaram esses dias em “legado” na definição de requisitos para goat, gostaria de comentar sobre esse caso de Federer. Já em Janeiro deste ano, Federer era cobrado pela jovem ativista Greta Thunberg sobre ser patrocinado pelo banco Credit-Suisse, que financia empresas que produzem combustíveis fósseis, etc. Gostem da jovem Greta ou não, o assunto (cuidado com as mudanças climáticas) ganhou repercussão mundial, o apoio de cientistas, geólogos, celebridades (Leo di Caprio, Gisele Bundchen etc etc) e o desprezo/descaso de sujeitos do quilate de Donald Trump (por aí a gente já vai tendo uma indicação de qual lado está com a razão).

    Roger, na ocasião, se disse sensibilizado, o quanto se importa, respeita, etc e tals e que ia conversar com seu patrocinador. AGORA, no final de setembro, em seu próprio PAÍS, Roger é vítima de um protesto de seu próprio POVO devido a: não ter conseguido nada (apesar que nem ele nem ninguém conseguiria mesmo)/NÂO TER chutado o famigerado banco para longe e dado uma declaração pública de que não associa seu nome a entidades que não sigam os princípios nos quais ele diz acreditar.

    A impressão que ficou é que ele disse pra turma na época o que eles queriam ouvir, esperou que esquecessem do assunto e agora tomou na cabeça com esse protesto. Aí eu pergunto: pq? Pq não se desvincular logo desse banco? Roger por acaso precisa de $$? Não, né? Roger mentiu ao dizer que se importa com as mudanças climáticas? Espero que não.

    Enfim, se ele falasse sinceramente sobre o assunto, não dizendo palavras preparadas por um PR, seria muito esclarecedor. Porque em se tratando de LEGADO, esse é um pra HUMANIDADE, não apenas para o tênis.

    Esses 9 meses na moita contam muito CONTRA ele. Mas vamos ver qual será seu próximo posicionamento.

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    1. Heitor

      Concordo com vc.
      E complemento:
      Gisele Bündchen é hoje uma mulher, além de linda, famosa, rica, poderosa e influente. Gisele soube aproveitar seu maior ativo em seu próprio benefício. O que é mais que justo.
      Nascida em Horizontina no Rio Grande do Sul há 40 anos, soube usar seu ativo “beleza” para se tornar uma das mulheres mais influentes do mundo. Hoje, com tal influência, Bündchen é uma “ativista ambiental”, sempre uma protetora do meio ambiente brasileiro. Chora quando se refere ao fogo que queima a Amazônia e o Pantanal.
      Mas Gisele não abre mão de seu jato particular, que emite por viagem o CO2 que eu levaria uma dezena de anos pra emitir, tampouco usa de sua influência, para cobrar dos países do mundo desenvolvido que paguem ao Brasil pelo seu ativo, o Meio Ambiente conservado.
      Gisele, como boa parte de brasileiros e a maioria dos estrangeiros, quer que o ativo ambiental brasileiro, nosso Meio Ambiente ainda preservado, continue mantido e preservado gratuitamente, isso mesmo, sem que nos paguem para tal. Seria o mesmo que propor a Gisele que jamais cobrasse pelos desfiles e campanhas publicitárias que fez ao longo da sua vida. Ou seja, que só desfilasse por amor as passarelas.
      Para quem desconhece, essa cobrança que faço não é algo que surgiu de minha imaginação. Basta ler e conhecer os tratados e protocolos internacionais que versam sobre o meio ambiente. Já escrevi sobre isso anteriormente, mas vamos lá novamente, pois cabe ao brasileiro cobrar aquilo que lhe é de direito: Que paguem pelos serviços ambientais que prestamos ao mundo.
      Alguns Princípios do Direito Internacional do Meio Ambiente, que levam a esses créditos ambientais, serão esclarecidos aqui.
      – PRINCÍPIO DO POLUIDOR PAGADOR: Os Estados devem cooperar de forma expedita e determinada para o desenvolvimento de normas de direito internacional ambientais relativas à responsabilidade e à indenização por efeitos adversos de danos ambientais causados, em áreas fora de sua jurisdição, por atividades dentro de sua jurisdição ou sob seu controle.
      Aos estudos pertinentes a esse princípio, necessário se faz a definição das expressões: poluição e dano. Poluição é a degradação das características físicas ou químicas de um ecossistema, é o estrago causado a um ambiente; e dano é a ação ou efeito de prejudicar algo, no caso em estudo, o meio ambiente. Portanto, deve pagar pelo dano aquele que estraga, que destrói o meio ambiente.
      Entretanto, o princípio do poluidor pagador não opera apenas no modo repressivo, ou seja, no pagamento de uma pena. É, antes de tudo, por ser indicador de valores, de modos de ação, um princípio que transita na prática preventiva, pois busca evitar o dano, e, quando não obtém êxito, busca a reparação.
      – PRINCÍPIO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: Depois de muitos estudos acerca de como se deveria dar o tão buscado “desenvolvimento sustentável” estabeleceu-se as seguintes premissas: a) aprofundar e melhorar o crescimento; b) satisfazer as necessidades essenciais em termos de emprego, de alimentação, de energia, de água e de salubridade; c) manter a taxa demográfica num nível sustentável; d) conservar e valorizar os recursos naturais; e) reorientar a tecnologia para gerenciar os riscos; e f) integrar o meio ambiente e a economia aos processos de decisão.
      Observa-se então que tal princípio tem como escopo não só a manutenção do meio ambiente, mas também, e do mesmo grau de importância, o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos e de seus povos.
      “A cooperação e a subsidariedade são princípios que permearão as ações entre os Estados e os cidadãos. Partindo do pressuposto de que é tarefa essencial a erradicação da pobreza, as medidas internacionais de proteção do meio ambiente e de desenvolvimento devem ter em conta os interesses e necessidades dos países mais pobres. Assim, cabe aos Estados cooperar com o espírito de solidariedade mundial.” (Derani e Costa (2001,
      p. 69)
      – PRINCÍPIO DAS RESPONSABILIDADES COMUNS MAS DIFERENCIADAS: As elucubrações a respeito do princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas devem ser feitas logo a seguir às referentes ao princípio do desenvolvimento sustentável.
      Tal seqüência lógica se dá em razão da ligação umbilical existente entre ambos, pautada nas diferenças entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento. Resultadas diferenças econômicas, sociais e das biodiversidades existentes entre os Estados, na busca de uma cooperação entre esses, com o objetivo da resolução de questões e problemas internacionais comuns.
      “Dessa forma, o Princípio da Responsabilidade Comum porém Diferenciada, aliado ao Princípio do Desenvolvimento Sustentável, torna-se basilar para uma verdadeira cooperação internacional, na qual os “mais fracos” sejam auxiliados pelos “mais fortes”. Nesse sentido, os projetos de MDL – diga-se os projetos envolvendo mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL), passiveis de gerarem Certificados de Emissões Reduzidas (CER) – viabilizam a cooperação internacional na medida em que, de um lado, parcela da obrigação de um País do Anexo I da UNFCCC pode ser cumprida, e, de outro, haja um aumento de investimentos nos países em desenvolvimento[…]” ( Frangetto; Gazani, 2002, p. 39).
      De acordo com a ponderação de Frangetto e Gazani, países pobres ao manterem seus ativos ambientais recebem dos países ricos pagamentos em virtude desta conservação, que se dão dos CER – Certificados de Emissões Reduzidas. Tais emissões são aqueles títulos oriundo de sequestro de carbono. Países que emitem muito carbono, pagam para países que sequestram carbono, como o Brasil.
      Como exemplo peguemos a Alemanha e o Brasil. Alemanha, país com matriz energética baseada na queima de carvão, emitindo grande quantidade de gases do efeito estufa, deve pagar a países como o Brasil que sequestram mais desses gases do que a quantidade que produzem, mediante créditos de carbono. O mesmo exemplo poderíamos dar para a França de Macron, ou Inglaterra, ou ainda outro país qualquer do cone norte do planeta.
      – PRINCÍPIO DA SOBERANIA DOS ESTADOS SOBRE OS RECURSOS NATURAIS, deve ser analisado sob a ótica da concessão feita pelo Estado possuidor desses recursos perante a comunidade internacional, ou seja, se há norma internacional versando sobre determinados recursos naturais internos de um Estado, tal norma é concessiva, isto é, o Estado, mantendo a sua soberania, concede algo, mas há, portanto, uma vigilância desse Estado na criação da norma internacional.
      Apresentado um raso panorama de alguns Princípios do Direito Internacional do Meio Ambiente, do qual o Brasil fez parte na elaboração, assim como todos os países que compõe a ONU, cabe ressaltar que temos muito a receber, que milhões de dólares são devidos ao Brasil em Certificados de Emissões Reduzidas, que os países ricos que querem um meio ambiente conservado devem pagar por tal, e que as populações que habitam as regiões sem desenvolvimento do Brasil, em especial os ribeirinhos da Amazônia, e que precisam de uma melhor condição de vida, devem ser assistidos por aqueles que gritam todos os dias que a Amazônia está queimando, mas não depositam aqui os valores (R$) que são devidos.
      Isso não é o Eduardo Galvão que está dizendo, isso foi assinado pela Alemanha, pela França, Inglaterra, Noruega, Holanda e todos demais países signatários da Convenção do Clima, da ECO92, do Protocolo de Kyoto e todas as demais convenções e protocolos referentes ao clima e meio ambiente.

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  7. Maurício Luís *

    Tô achando que essa mudança da marca das bolas em Roland Garros, dificultando o topspin, foi sugestão do Lógico, pra ver se põe formiga no açúcar do Nadal.
    Some-se a isto a atuação nada espetacular em Roma… pode ser que neste ano o baloeiro volte + cedo pra casa. No tênis profissional, um detalhe – umidade, vento… podem fazer toda a diferença.

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    1. DANILO AFONSO

      Paolo, isso é plágio…kkkkkk

      Eu já faço essa contagem desde o final do 2º semestre de 2012 no facebook e tempos depois em outros sites…kkkk

      Responder
      1. Paolo

        Você deveria patentear.Então Danilo, resolvi entrar na brincadeira porque vejo o sérvio com grande chance de se tornar líder absoluto do ranking de semanas na liderança. Todavia, não deixa de ser uma forma de tirar sarro da torcida do Federer. E eu sei muito bem, que você não tem contra mim e os torcedores do sérvio que fazem o mesmo. Abs!

        Responder
  8. Paulo Almeida

    Nossa, só agora vi que o Heitor e o João deram razão para meu desagradável desafeto em comentários mais abaixo, coisa que eu JAMAIS faria, por questões óbvias.

    Será que finalmente depois dessa os dois receberão um bom pedido de desculpas?

    Responder
      1. joao

        nao disse?
        kkkk
        ele se acha o bonzão mas nunca será como vc e tampouco comigo (nao tao inteligente racionalmente mas acho que tenho inteligencia emocional e coerencia)

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Tá aí.

          Mais uma vez me ofendendo de graça, e achando que vai sair por cima.

          E me chamando de “burro”, só que de uma forma “discreta”.

          kkkk

          O teu tipo de escrita é também IDÊNTICO ao do teu criador Almerda.

          Burro é você, beleza?

          Abs.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Errado, as nossas formas de escrever não possuem a MÍNIMA semelhança. Mais um motivo para qualquer um perceber com extrema facilidade que não somos a mesma pessoa.

    1. Joao

      dei razão porque o comentário foi ponderado e respeitoso.

      mas não espero pedido de desculpas porque… bem, a gente sabe porquê. E o cara continua aplaudindo comentários dos federetes. Mas qdo é dos nolistas, taca pedra. Eu pelo menos não sou incoerente. Prefiro e simpatizo com os teus comentários e capacidade de argumentação mas qdo leio algo “de lá” interessante, tb sei dar razão.

      à vc ele deve pedir desculpas até mais do que para mim porque fica te agredindo dizendo que vc que cria os joaos e heitores da vida. Patetico

      Vc, um cara que argumenta como vc, merece tb meu elogio

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Fala, João.

        Pois é, não deu em nada mais uma vez, mas pelo menos tentei.

        Sim, você pode concordar quando achar prudente. Sua relação com a figura não é tão deteriorada quanto a minha, o que me impede de lhe dar razão quando por ventura disser alguma coisa com a qual concordo. Simplesmente passo.

        Obrigado, mas também erro bastante e sou humilde o suficiente para descer do salto quando preciso.

        P.S.: Cuidado para não dar mais moles como no caso da “indignação coletiva”, já que isso é um prato cheio para o “inimigo”.

        Abs!

        Responder
        1. joao

          sim, sim, te admiro muito pelos raciocínios e análises como tb pela postura e humildade.

          acabei nao revisando antes de enviar…
          mas nao teve tanto problema porque num comentario posterior deu para aproveitar o meu deslize e reforçar que a indignação é sim seletiva e disso ele entende muito bem

          Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        No mínimo contraditório você querer me condenar por eu curtir um comentário federista, sendo que você (Almeida) a TODA HORA diminui o Federer, e ainda diz (para si mesmo, claro) que argumenta bem!

        kkkkk

        Agora, uma coisa é certa:

        você deve achar que todo mundo do blog é LESADO, para não ver o que você anda fazendo.

        Só porque concordou comigo abaixo você pensa que vai convencer alguém?

        Concordou, e em seguida já veio me atacar aqui, sem eu ter feito absolutamente nada… kkkkkkkk

        Inclusive me ataca ao mesmo tempo que elogia a si mesmo! kkkkk

        Isso sim eu considero patético, “Jão Almeida”

        Não se engane, cada dia que passa eu te desprezo mais, viu…

        Responder
  9. DANILO AFONSO

    Djokovic poderia ter um Rolang Garros inesquecível com o sorteio colocando na rota colisão Stan nas quartas, Thiem na semifnal e Nadal na final. Seria um título para lá de Parrudo….kkkk

    Responder
  10. EDVAL CARDOSO

    Não sou um entendido consumás da parte técnica de um jogo de tênis,acompanho as partidas porque gosto muito do vai e vem das bolinhas das mais variadas formas,topspin,slace,reta,de dentro pra fora,de fora pra dentro, Alta,rente, de todas as formas,com voleios,passadas,smach,paralelas,cruzadas, enfim, de todo jeito.
    Dito isso,queria fazer um pergunta ao Dalcin,e a todos do blog que quiserem me ajudar a entender,
    Como um jogador fora de série,considerado por quase todos que acompanham tênis,o melhor tenista da história, nunca conseguiu em mais ou menos 15 anos encontrar um antídoto pro seu calcanhar de Aquiles quando joga com Nadal, aquele balão alto com supergiro na sua esquerda?
    Porque ele nunca se aventurou a fazer como o Thiem,cito ele por também usar BH simples, que recebe lá perto dos juízes de linha, e em teze, meio que anula essa bola chata do Nadal.
    Claro que me refiro em se tratando de quadras de terra.
    Um abraço a todos!!

    Responder
    1. Marcelo

      Meu Caro,

      É justamente nisso que reside a beleza do jogo. Cada um tem suas características, talentos e limitações: Enquanto Federer é idolo daqueles que tem talento, Nadal daqueles que tem garra, e Djoko daqueles que sao medianos e esforçados (seria como comparar Pelè, Gatuso e Biro Biro).

      Claro que o Djoko se parece mais com Biro Biro: mediano, esforçado.

      E não há nada de mal nisso

      Responder
      1. EDVAL CARDOSO

        Exato,fiz esse comentário porquê Federer, é bem melhor que o Thiem,e ele nunca tentou nada diferente,aceitou as derrotas, algumas vexatórias sem nunca tentar nada diferente, eu penso que um tenista desse kilate, não poderia se contentar,aceitar,essas derrotas tão facilmente, chegando ao cúmulo de muitas vezes fugir desses embates,pulando o slan de Paris.
        É apenas achismo da minha parte,mas se ele tentasse mudar seu jogo no saibro,dar uns passos pra trás,pelo menos no saibro, conseguiria resultados melhores.
        O Thiem apesar de ter resultados ruins contra Nadal em Roland Garros, consegue ser competitivo,tanto que hj, a maioria dos Nadalistas o coloca como o rival que mais tem medo de encontrar pelo caminho,coisa bem contrário ao Federer,que era quem mais queriam numa eventual final em Paris.

        Responder
  11. Paulo Almeida

    A ATP finalmente reconheceu as Olimpíadas como um Big Title. Só falta agora reconhecer a ATP Cup.

    Caro Gildokson, o Federer queria ter disputado o torneio, mas não foi por causa do Stan, que preferiu jogar Doha. Deixe de recalque e reconheça a grandeza do certame!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Você tem noção, divertidíssimo Almeida , que todas as feras desde o início da Era Profissional ( 1968 ) disputaram a Copa Davis , sem exceção ? . E por ser uma competição Coletiva a FIFA , digo ATP , jamais a reconheceu como Big TITLE . O que significa a ATP CUP ? Um torneio por Equipes com o intuito de esvaziar a tradicionalíssima Copa Davis que é da ITF . Nas Olimpiadas temos OURO valendo para Simples e Duplas . A ATP passava vergonha em não reconhece – la para desespero dos Tenistas . Você acha mesmo que essa competição sem nenhuma tradição, vai coexistir com o surgimento desta associação paralela onde está o N 1 do Mundo ? Caso aconteça uma Zebra e ele continue , quem não vai comparecer não será nem Federer nem Nadal . A conferir . Abs!

      Responder
    2. Gildokson

      Eu reconheço a grandeza da Davis, aliás eu, meu pai e meu avô. Entendeu?! kkkkkkkkkk
      Tem alguém aí embaixo que ao defender essa Cup se traiu e chamou de preparação para o AO, preciso falar mais nada neh? kkkkkk

      Responder
  12. Leo Gavio

    (Antes de mais nada, quero deixo claro que sou torcedor do Djoko e do Red Baron)

    Toda vez colocam essa comparação do Senna e Schumacher pra comparar com Federer e Djokovic.

    Schumacher foi melhor que Senna. E é o maior da historia. O Hamilton caminha pra ser o maior da historia nos números, mas numa formula 1 bem ridicula, a F1 morreu em 2009 (não lembro exatamente a época, mas quando implementaram aquela facilitação de ultrapassagens com flexibilidade do aerofólio traseiro –simplesmente broxante–).

    Senna era um piloto mais rápido em classificação, porem Schumacher era mais rápido durante todo um GP, que é o que importa, sendo o maior vencedor da historia quando larga de posições fora da Pole. Ser rápido quando você pode voltar pro box e pegar carro reserva é bem mais suave do que ser extremamente rápido durante 70 voltas extenuates, por isso o alemão é o mais melhor. Não vou me estender mais porque aqui pouca gente aqui sabe o que é um anuário de F1, vão comentar com paixão ufanista ou citar pessoas que idolatram Senna (e que são do automobilismo) como “prova” de que Senna foi melhor, são argumentos fracos, não são argumentos técnicos, são argumentos relacionados com empatia, idolatria, ufanismo, não é técnico.

    Já a comparação Federer vs DJokovic é bem mais facil de ser resolvida do que Senna vs Schumacher, este duelo da F1 ocorreu em bem menos oportunidades, e quando começou com um equilibrio de forças, Schumacher fez 3 a 0, daí o acidente traumático do maior nome da F1, até então, acabou criando uma comoção muito maior em favor de Senna e em desfavor do Schumacher, as viuvas do Senna colocaram uma coroa de anjo no tricampeão e os chifres do capeta no algoz. É obvio que você vai ter mais sennistas no paddock, e que essa aferição de quem foi melhor vai ser contagiada. Assim como a tecnica refinada do suiço interfere na percepção de quem é melhor entre aqueles dois tenistas.

    É nitido que Federer parece, esteticamente, jogar melhor que o chiliquento, mas empiricamente o Djoko é melhor que o seu freguês, e é epistemologicamente claro que o melhor tenis que o Djoko possa jogar contesta o melhor do suiço. Talvez muito por causa da devolução. Federer se mostrou muito fragil durante anos contra o principal rival, depois foi severamente destronado no seu quintal.

    Federer será sempre lembrado como um jogador de belas jogadas e Djokovic como um jogador de vitorias marcantes. E, o melhor, no tênis, é quem conquista as grandes partidas, nesse item o sérvio tem uma galeria imensa de partidas épicas por ele vencidas.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Você realmente se supera . Não acredito que li esse comentário. Mesmo com uma escrita diferente novamente, você como comentarista de Tênis e Fórmula 1 , é de longe um grande humorista . Um cara que perde campeonato para Damon Hill e Villeneuve , e vence vários com seus companheiros tendo que sair da frente e perde TODOS os pontos e o Vice por artimanhas fraudulentas em pista , melhor que Ayrton Senna … Sei … Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Essa mesma Williams dos tais 3 x O , foi até a última corrida do tragico 1994 , e mesmo nas mãos de um cara que tomava UM segundo por volta de Senna , somente perdeu pra Schumi na última prova , com o Alemão jogando o carro pra cima de Hill. Abs!

        Responder
    2. Rogério R Silva

      Concordo muito com suas palavras.
      Mesmo adorando o Federer não temos como questionar a grandeza do Djokovic,ainda mais nos grandes confrontos e nos números frios.
      Magic e Bird renovaram a NBA mas Jordan foi o mais feroz.
      Federer trouxe algo diferente e Nadal estupendo em Rolanga e nos confrontos diretos aumentou o nível no tênis.
      Djokovic precisou batalhar muito para superar isso tudo.
      História sendo feita e muitos não aceitam por birra.
      Em relação à Fórmula 1 vou ser muito sincero em dizer que nunca vi ninguém melhor que o Shumacher,isso desde que comecei a ver corridas torcendo para o Emerson Fittipaldi. Só não vou dizer os motivos pois não é a finalidade do blog.
      Um forte abraço.

      Responder
  13. Filipe Mota

    Djoko é o jogador mais difícil de ser batido. Pode ocorrer tergiversação de quem é o maior da história, mas o sérvio está no páreo. Certamente alcançará a marca de Federer como o que mais tempo vicejou como número 1 do mundo. Ainda, ninguém ganhou mais dinheiro em premiação do que Djoko. Seus títulos basicamente decorrem de torneios tops, como Master, como ATP finals, como os obtidos em SLAMS ou torneios que pagam muito bem como DUBAI. Ele ganha no confronto direto contra Nadal e Federer, além do que foi o único que ganhou todos os Master, duas vezes. Seu jogo não tem buraco. Eu já o coloco ao lado de Federer.

    Responder
    1. Jonas

      Certa vez entrevistaram alguns tenistas, questionando qual o jogador mais difícil de se jogar contra. Uma maioria elegeu o Nadal, mas certamente o Djoko é duríssimo.

      O Sandgren definiu muito bem como é enfrentar o sérvio.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        A combinação: canhoto, top spin e raça, fazem do NADAL um jogador ímpar, um estilo de jogo fora do padrão que incomoda a esmagadora maioria dos tenistas. Difícil surgir outro tenista que jogue parecido.

        Responder
    2. Rafael Azevedo

      É interessante que a maioria dos torcedores utilizam os argumentos de “Big Titles” e “H2H” contra Federer e Nadal como argumentos, para a discussão do GOAT (além do recorde do número e semanas como nº1 que, fatalmente, será dele).
      E são, de fato, argumentos bons. São ótimos número!
      Mas, quando juntamos o “Biggest Title” (Grande Slam) com o “H2H”, ou seja, o H2H nos slams, o Nadal é superior. Esse é um bom argumento a favor do Nadal.
      Na hora do “vamo ver” (Grande Slam), Nadal vence mais Federer e Djokovic do que o contrário.
      E não dá para creditar apenas RG como a causa disso. Nadal venceu mais do que perdeu para o Djokovic no USOpen, assim como é supera o Federer na Austrália. E tem uma vitória sobre ambos em Wimblendon.
      Se o Nadal também se tornar o maior vencedor de GS (tem muitas chances), serão 2 argumentos muito fortes, pois os Slams são os verdadeiros “Big Tournaments”

      Responder
      1. Leo Gavio

        Entendo o seu ponto, mas a briga pelo GOAT é entre Federer e Djokovic.

        Nadal é um anti-tenista dá balão pro adversario errar, é um antijogo, ele tem poucos recursos, saca mal, devolve na arquibancada, porem é o jogador mais inteligente do circuito e um competidor impar. O fator fisico tambem ajuda muito, certamente é o tenista que tem a melhor atitude dentro de quadra, se abala pouco. Dito isto. A guerra pra saber quem é o melhor da historia é entre o jogador mais agressivo e habilidoso contra o jogador mais homogeneo e adaptativo.

        Djokovic, na minha opinião já é o melhor, Federer ainda é o maior. Não que Djokovic seja disparado melhor, mas conseguiu superar, algo como Djokovic 53% Federer 47%.

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Sim, Rafael, será um argumento a favor do Nadal, embora mais limitado do que considerar o h2h no geral.

        De qualquer forma, isso coloca o Federer bem abaixo na discussão, pois leva 11×6 do Djoko e 10×4 do Nadal, enquanto o sérvio perde de 9×6 do espanhol. No entanto, este abriu 5×0 em cima daquele ainda longe do auge. A partir de 2011 está 6×4 para Serbinator.

        Responder
  14. Gabi

    Só hoje consegui vir aqui para dar parabéns à nação nolista por mais um título!! Em especial ao Barocos, Luiz Fabriciano e Rafael.
    Nesse ritmo, vai ter torcedor do Federer (não daqui, do mundo) fazendo promessas envolvendo o Djoko rsrs.

    Responder
      1. Gabi

        😊
        Muito obrigada, o celtics e o mozao Tatum vão precisar rsrs.
        Contrariando a má fama e provando que, pasmem, eu sei admitir a grandeza do adversário:

        Que jogador é Tyler Herro. Que técnico é Spoelstra. Que equipe equilibrada e coesa é o Miami Heat.

        Baita.

        Responder
  15. Aurélio Passos

    Análises por idade ficaram muito difíceis, pois o Federer quebrou os parâmetros nesse aspecti, e com isso inspirou/mostrou o caminho até para Djokovic e Nadal a prolongarem carreiras o máximo possível e em alto nível

    Responder
  16. Maurício Luís *

    O nobre colega Paulo Almeida pulando “dessa altura” de alegria por + esse caneco do seu ídolo. Compreendo… mas segundo os próprios critérios dele, esse título não valeu. Porque não foi parrudo.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Onde eu disse que não valeu, nobre Maurício? Valeu, mas não foi parrudo.

      Sugiro que leia minhas respostas para Ribeiro e Gildokson mais abaixo com as devidas explicações.

      Responder
  17. Maurício Luís *

    O que diferencia esse Big 3 dos demais é o tempo de permanência no topo. Os Next Gen costumam despencar com a mesma rapidez com que subiram. Mas tem também uma boa pitada de sorte e azar nesta história. Murray chegou a alterar a definição para Biig 4, foi número 1, mas os problemas físicos o detonaram. Juan Martin del Potro também é outro que poderia rivalizar com o Big 3 por muito tempo, colocando formiga no açúcar deles, mas é outro que não teve sorte com a parte física. Guga também teve a mesma sorte. Tracy Austin, Andrea Jaeger, Maria Esther Bueno… talentos com carreiras lamentavelmente abreviadas.
    Esporte de alto nível é assim mesmo. Promove a saúde, mas tudo tem o lado B.

    Responder
  18. Sandra

    Dalcim , quando vejo jogadores com Nadal, Djokovic e outros que não são exímios sacadores com Federer , vc não acha que isso ajuda o Federer , pois sacando do jeito que saca não precisa correr tanto ? Quis dizer não ajuda essa longetividade toda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Claro, jogar de forma agressiva ajuda a economizar pernas. Mas aí vem o outro lado da moeda. Sendo um jogador desse estilo, Federer fez coisas extraordinárias para competir num circuito tão mais lento.

      Responder
  19. antonio gabriel

    Dalcim, td bem. Não sei se chegou de ver, mas no site da ATP saiu uma reportagem falando sobre os grandes títulos vencidos pelo BIG 3 e outros tenistas: https://www.atptour.com/en/news/djokovic-rome-2020-big-titles
    Em relação a grandes titulos, Djoko ficaria na frente, seguido por Nadal e Federer, eu particularmente até atribui um critério de pesos (GS=2; FINALS= 1,5, OLIMPIADAS = 1,5; M1000= 1) e fazendo as contas, em cima dos títulos vencidos pelo BIG 3, cheguei ao seguinte resultado, em pontos:
    ND = 77,50
    RF = 77,00
    RN = 74,50
    Talvez não seja o melhor dos critérios, mas hoje se formos levar em conta apenas a somatória dos grandes títulos, e ai vai depender da importância que cada um vai dar, Djoko já estaria na frente de Nadal e até de Federer. E você Mestre, o que acha disso tudo e da reportagem da ATP ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Critérios interessantes, Antonio. Números são sempre bons argumentos. Mas acho que toda a análise desse tipo ignora um fator essencial: a importância histórica de um atleta. Isso não se mede em números frios.

      Responder
  20. Paulo Almeida

    A desculpa esfarrapada, tosca, pífia, patética, risível e bisonha de idade é desintegrada cada vez com mais facilidade pelos shows que o sérvio rei do tênis vem dando dentro de quadra. E não podemos nos esquecer do Nadal, que terminou a última temporada como número 1 aos 33 anos e ainda tem muito para oferecer.

    O sparring Fregueser tinha apenas 32/33/34 anos quando foi destruído por DjokoGOAT de 2014 a 2016 e jogava um tênis muito melhor do que o praticado na famigerada entressafra 2003-2007, quando dispunha de uma esquerda mega-atrofiada. Perdeu quase todas porque é inferior mesmo. Sem chorumelas!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Meus deus, Paulo, recolha um pouco suas armas. Argumentos bem pouco convincentes. Desqualificar um tenista como Federer é descer no mesmo nível dos que desqualificam Nadal ou Djokovic. Será que vocês nunca vão entender isso? Ter que desqualificar o adversário para enaltecer o seu preferido? Até quando vocês vão insistir nessa ridícula postura?

      Responder
      1. Marcilio Aguiar

        Eu não gosto muito de entrar nessas discussões, porque as acho inócuas e passionais ao extremo, mas falando em idade, o Djoko e o Nadal aos 32/33 anos não enfrentaram ninguém seis anos mais novo com as qualidades de Djoko, Federer ou Nada enquanto que Federer sempre enfrentou dois monstros com seis anos a menos. O Rafa e o Djoko não têm culpa disso, entretanto é uma fator a ser considerado, que cada vez mais pesou contra o suiço na medida em que o tempo foi passando. Isso em um jogo isolado pode não representar muito, mas ao longo de um torneiro e uma temporada com jogos desgastantes pode fazer diferença. Seria normal um jogador de 38 anos ainda se manter na posição em que RF se mantém se ele não fosse excepcional?

        Responder
        1. Jonas

          Isso não é bem verdade quando fica evidente que Djoko e Rafa, até 2007 pelo menos, não eram tão competitivos, pois ainda não tinham atingido o ápice.

          Ainda que o Nadal seja precoce, só foi atingir o auge em 2010. Então Federer também teve tempo, muito tempo aliás, para dominar a dupla. Ele dominou apenas Djokovic até 2010, mas era freguês de carteirinha do espanhol.

          A partir de 2008 ficou bem complicado para o suíço. E como um colega abaixo citou, ele ainda tinha seus 27 anos, na época.

          Responder
          1. Gildokson

            Jonas, vocês criticam tanto os torcedores do Federer por usar a desculpa da idade meu, mas você vira e mexe vem com essa de que Nadal e Djokovic em 2007 não eram os caras que são hoje. Cara o Nadal em 2005 tava tirando o Federer em semi de Slam ja. Em 2007 o Federer ganhou final de Slam dos 2 e vocês insistem em olhar para o que aconteceu só de 2011 pra cá, pow muito injusto isso cara. Essa teoria dita pelo Marcílio é a mesma que ja preguei aqui algumas vezes, e ela é mais do que lógica. Se você diz que o Federer ganhou títulos importantes dos caras quando eles ainda não estavam no auge. Eu te pergunto, se você acha que de 2012 pra cá o Federer se encontra no auge??
            Não sei para os outros, mas pra mim o auge do Federer terminou no fim daquela sequência de DEZOITO FINAIS de Grand Slam em 19 disputados de WB 2005 a AO 2010

          2. Jonas

            Bem, Federer, Nadal e Djokovic não estão no auge. Isso, a meu ver, é pontual.

            O que ocorre é que esses três citados são muito acima da média. Então se Federer joga Wimbledon hoje, por exemplo, tem boas chances de vencer, embora não esteja no auge. O mesmo vale para Nadal, que tem 34 anos mas é o principal favorito em Roland Garros.

            Quanto à questão de não terem atingido o ápice, não acho uma desculpa, é uma verdade.

            Você acha que o Federer em 2002 tinha atingindo o ápice? Não, ainda faltava muita coisa no jogo dele.

            O mesmo vale para Djokovic, que sempre foi diferenciado, porém percebeu que faltava algo para incomodar a dupla Fedal. Tanto que a versão do Djokovic em 2011 é completamente diversa da versão 2010. A diferença é abissal.

            Você assiste um jogo do Nadal em 2005 e ele parece um bagre comparado à versão 2010.

          3. Rodrigo S. Cruz

            Mas esse cidadão é desse jeito mesmo, Gildokson.

            Nunca, jamais espere imparcialidade dele…

            Idade só não é desculpa quando não favorece ídolo dele… (rs)

            A verdade é que as duas coisas deveriam ser consideradas, mas com pesos diferentes.

            A imaturidade do sérvio em 2007 tem sim um peso.

            Mas acreditamos piamente que os 6 anos a mais do suíço, quando Nadal e Djoko amadureceram pesa bem mais…

          4. Jonas

            Talvez eu precise desenhar pra você.

            Pergunta de prova para os dois: por qual motivo Federer tem 0 x 3 contra Rafter? Por qual motivo Federer só foi dominar o circuito em 2004-2005?

            Federer, salvo engano, se tornou profissional em 98. Eu simplesmente considero óbvio, que o suíço não venceu antes porque faltava a ele amadurecer. Isso é uma desculpa para os senhores?

        2. Paulo Almeida

          Marcílio, mas você acabou entrando, não obstante ter utilizado um tom bem mais ameno do que o meu ou de alguns dos seus colegas de torcida.

          O Daniel C já publicou um texto parecido com o seu, então vou dar também uma resposta parecida. Djokovic e Nadal não enfrentaram adversários mais novos do mesmo nível deles com mais de 30 anos (mesmo porque caras desse porte não nascem toda hora), mas jogaram um contra o outro, contra o Federer ainda jogando muito, contra Thiem, Zverev, Tsitsipas e Medvedev (ótimos tenistas). É diferente de ficar sozinho no circuito sem adversários à altura.

          Percebe que não é a mesma coisa?

          Fora que diziam que “maratenista” não teria espaço no circuito depois dos 30, independentemente dos adversários. Esse factoide foi definitivamente derrubado.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Ainda bem que mudou o tom , enroladíssimo Almeida . Estão jogando com os citados apenas há 2 , 3 anos. Os que derrubaram Sampras , Agassi e GUGA , se tornaram TODOS N 1 do Mundo . Os respeite , respeite a história e o fato de Federer começar por Sampras e batê-los um a um até Nadal se tornar N 2 em 2005 . Em 2007 o Espanhol já tinha 3 SLAM no bolso e uma penca de MASTERS 1000 . Em 2008 atingiu o N 1 , e o Suíço retomou o posto em 2009 . Respeite para ser respeitado , meu caro. Abs!

          2. Paulo Almeida

            Mudei o tom, tirei o deboche, mas continuo acreditando piamente (assim como Sampras) que Philippoussis, Roddick, Hewitt, Blake, Baghdatis, González, Davydenko e tantos outros não eram rivais à altura; no máximo o Safin em um ou outro momento, como no AO 2005.

          3. Sérgio Ribeiro

            Como um tenista com 29 anos vê GUGA e Safin disputando palmo a palmo o N 1 , perde o USOPEN 2000 em Sets diretos pro segundo , e diz que esse cara não é um oponente a altura ? Depois Hewitt também o bate em Sets diretos no USOPEN 2001 ( Federer já o tinha batido em Wimbledon 2001 ) , vence o FINALS e assume o Topo. Com Sampras e TODOS presentes , Hewitt mantém o N 1 em 2002 , ano que Sampras resolve largar com 31 aninhos. O Norte-americano foi infeliz na declaração com seus oponentes, que terminaram com h 2 h positivo , e foram batidos por Federer já a partir de 2003 , e não 2004 . Ou seja , eram tão fraquinhos que Roddick fez o Suíço precisar cravar 50 Aces na FINAL de Wimbledon 2009 com Pete Sampras na torcida . Na boa , espertíssimo Almeida . Você , L F , jonaser , simplesmente ou não conhecem a história do Esporte , ou são recalcados mesmo rsrsrs Abs!

  21. DANILO AFONSO

    Nobres, segue abaixo uma ESTATÍSTICA comparando o aproveitamento nas FINAIS dos 5 tenistas com mais títulos na história:

    Tenista – Finais/Títulos = % aproveitamento

    DJOKOVIC – 115/81 = 70,43%
    NADAL – 122//85 = 69,67%
    CONNORS – 164/109 = 66,46%
    FEDERER – 157/103 = 65,61%
    LENDL – 146/94 = 64,38%

    Vejamos um comparativo de aproveitamento dos mesmos tenistas com 33 ANOS E 4 MESES (idade Djokovic):

    DJOKOVIC – 115/81 = 70,43%
    NADAL – 121//84 = 69,42%
    CONNORS – 160/105 = 65,63%
    LENDL – 145/93 = 64,14%
    FEDERER – 136/82 = 60,29%

    Responder
    1. Cláudio Bernardo

      Danilo,
      Muito legal este levantamento.
      Você utiliza algum site em especial para conseguir fazer esta comparação até por idade?
      Curto bastante estes comparativos.
      Abraço.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Cláudio, nenhum dos sites faz esse comparativo por idade/mês. Tive que ver o ano/mês de nascimento de cada um e buscar a data dos títulos, excluindo os títulos conquistados após os 33 anos e quatro meses (idade que utilizei como referência).

        Responder
    2. Gildokson

      Danilo, eu sei que não deve ser sua intenção, mas esses números mostram um aproveitamento pior justamente daquele que muitos dizem ser o MELHOR tenista de todos os tempos.
      Tem que levar em consideração o fator tão repetido aqui diversas vezes de ele ter como adversários outros 2 monstros da lista, e como sempre bom repetir 6 anos mais velho.
      É aquilo que eu sempre falo, Federer paga um preço alto por sempre chegar…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não tenha dúvidas , Gildokson. E a medida que o Tempo passar , estas estatísticas também vão mudar. Inclusive os atuais critérios da ATP que exclui dos Big Titles lendas do Esporte. Agora mesmo resolveu colocar finalmente o Ouro Olímpico como Big Titles. Mais acima o Dalcim dá a dica de como provavelmente se chegará ao tal GOAT. Pelos números frios , acho que não será . A conferir . Abs!

        Responder
      2. Rafael Azevedo

        Faz sentido, só que vale também ressaltar que os outros 2 também sempre tiveram que enfrentar um ao outro e o Federer (além de alguns outros bons jogadores como Murray, Wawrinka e Del Potro), praticamente desde o início de suas carreiras. Tudo bem que seus adversários não eram 6 anos mais novos, mas como pesar isso?
        O aproveitamento do Federer caiu, porque ele ficou mais velho ou porque ele passou a enfrentar adversários melhores? Não tem como avaliar isso.
        Nadal e Djokovic não tiveram adversários mais novos fortes, como o Federer teve, mas o Federer não teve adversários da mesma idade (ou maior) tão fortes como o Nadal e o Djokovic teve. O que é mais vantajoso? Não tem como saber. Então, talvez, uma coisa balanceie a outra…Por isso, acredito que esses números são relevantes.

        Ps.: Aliás, os número mostram um aumento no aproveitamento do Federer desde 33 anos até agora. Se ele tivesse parado aos 33, estaria ainda pior.

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Agora que o Danilo corrigiu os dado, devo remover o “P.s.” acima.
          O aproveitamento do Federer não melhorou após os 33 anos e 4 meses…

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Ainda bem que o amigo corrigiu. TODAS as grandes feras sem exceção, o % caiu bastante com a idade . Quem sabe se Novak e Rafa não se tornem excessões, e ainda superem a incrível marca de Federer como N 1 ao 36 e 1/2. Abs!

      3. Willian Rodrigues

        Entendo perfeitamente seu ponto de vista Gildokson! E concordo, em, parte com sua argumentação; exceção feita para essa história da idade. É certo que alguns desses levantamentos podem apresentar vieses. Porém, para tornar esses dados realmente mais fidedignos, mais acurados, teríamos que levar em conta os respectivos desempenhos de todos os principais atletas , nos principais torneios, durante toda a carreira. Teríamos que atribuir diferentes escores em termos de pontuação a cada rodada, e talvez até considerar o nível dos oponentes baseando-se no ranking naquele período. Além disso, para verificar a real significância, aplicar testes de validação estatística apropriados.
        Um trabalho como esse seria uma digna TESE DE DOUTORADO no âmbito da Educação Física, por exemplo. Fica então a dica para algum membro do Blog que queira, ou possa assumir essa empreitada!
        Saudações

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Essa análise com base nos rankings dos jogadores enfrentados já foi feita por algum jornal internacional…não me lembro qual.
          Mas, foi feita apenas entre os títulos de Nadal e Federer nos GS. E se eu não me engano, foi feita no fim de 2017, quando o Nadal tinha 3 slams a menos que o Federer (19 a 16).
          A conclusão do artigo foi de que os 16 slams do Nadal valiam mais do que os 19 do Federer…
          Se eu encontrar, eu mando aqui.

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            RAFAEL, essa forma de mensuração é a adotada pelo sistema ELO RATINGS, onde leva em consideração o peso dos adversários no momento do confronto e em alguns o peso histórico também.

            É um modelo originário do xadrez, mas que é adotado em varios esportes, inclusive recentemente pela FIFA.

            Possivelmente se fosse levar em consideração esse critério no comparativo do BIG 3 nos títulos de Slam, acredito que Nadal e Djokovic estariam disputando cabeça a cabeça a ponta.

        2. Marcelo

          Estes dados servem (no máximo) para enriquecer uma conversa de buteco e vender propaganda em sites.

          E apresentar apenas dados quee nos interessam chama-se manipulação, e eiste desde que o homem desenvolveu a habilidade da fala, tornando-se mais evidente depois que agregou a capacidade da escrita. Tivemos alguns ícones relevantes nesta área, como Joseph Goebbels, embora nenhum deles chegue sequer perto do que a internet proporciona e que ainda está em plena fase de expansão.

          Em resumo, estas três linhas de dados estatísticos valem absolutamente nada fora do bar (ou aqui no blog, visto que os bares ainda estão fechados em alguns locais.

          Responder
    3. DANILO AFONSO

      *Duas correções nos dados do Federer e Connors aos 33 anos e 4 meses

      DJOKOVIC – 115/81 = 70,43%
      CONNORS – 151/105 = 69,54%
      NADAL – 121//84 = 69,42%
      FEDERER – 124/82 = 66,13%
      LENDL – 144/93 = 64,58%

      Responder
    4. Marcelo

      E acredita-se mesmo que com o passar dos anos a porcentagem vai aumentar???

      Um pouco de estatísca mais apurada descontroi esse mito estatístico apresentado..

      Responder
  22. Paulo Lourenço

    Sou torcedor do Djokovic. Acredito que ele irá superar os recordes do Federer. No entanto, ele nunca será MELHOR do que o Federer!
    Exemplos:
    – As conquistas do Lewis Hamilton e do Schumacher são maiores do que as do Senna, nem por isso são melhores do que o Senna.
    – O Lebron James pode conquistar vários títulos. Será melhor do que o Michel Jordan?
    Resumo da ópera: Pelé, Jordan, Senna, Tiger Woods, Muhammad Ali e Federer são INSUPERÁVEIS!!!
    Aguardarei os bombardeios da galera, kkk

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Danilo,

        isso é fanatismo teu, cara.

        Aqui mesmo no blog tem participantes antigos que torcem pelo sérvio, mas ainda colocam o Federer acima.

        Como o Rafael, por exemplo…

        Por que então o participante acima não pode ser um torcedor do Djokovic?

        Você só torce pro seu time de futebol favorito, quando ele está ganhando?

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Rodrigo, sei que cada um pode pensar diferente e posso estar enganado, mas dificilmente um torcedor do sérvio usaria a palavra INSUPERÁVEL…KKK

          Encare minha resposta para o outro colega apenas como uma cutucada, e não como uma certeza, até porque não temos como mensurar a veracidade do que foi dito por ele.

          Saudações Nolistas !!!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Danilo, esse é mais um fake do Vitor Hugo.

            Já tinha feito um comentário igualzinho no passado e, pra variar, com outro nick aleatório.

    1. Robson

      Em se tratando de “maior”,os números é que mandam, não interessa o que pensam,digam ou imaginam,os números que mandam,hj os números dizem que o “maior” é Federer,na minha opinião é por enquanto,pq Novak tá chegando.
      .
      Em se tratando de “melhor”, aí já vale o gosto particular de cada um,tem gente que achava lindo o puro saque-voleio do Rafter,do Sampras,tem gente que achava lindo o jogo de fundo de quadra do Agassi.
      O Federer por ex,acho ele meio termo,nem é puro saque voleio feito Rafter ou Sampras,nem é puro fundo quadra do Agassi,Nadal,Novak,acho que federer pratica muito bem os dois estilos, é digamos um meio termo mesmo.
      Eu acompanho tênis desde o iniciozinho da década de 90,vi vários monstros jogando,vários estilos diferentes,fui fã de todos os estilos e de quase todos os grandes tenistas praticantes de cada um desses estilos,de todos o que mais me impressionou e impressiona é Novak Djokovic,o servio pode até falhar as vezes em smashs por ex,mas smash é recurso,o mais importante são os fundamentos e nessa parte Novak Djokovic é 100% brilhante,executa os fundamentos com muita,mas muita precisão,distribui as bolas como ninguém.
      Enfim,pra “melhor” é gosto pessoal de cada um,pra “maior” são números,o resto é conversa fiada de fanzete.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Bom , parceiro . Se é o Robson das antigas , eras torcedor do Federer que mudou pra Novak irritado com as derrotas do Craque para Nadal. Dono do Sítio e amigo íntimo do Leo Gavião , Chatonik e seus Blue Caps. Se é um novo Robson sejas bem vindo rsrsrs . Abs!

        Responder
        1. Robson

          Sim,eu mesmo,o Robson das antigas,ex torcedor do Sampras, Agassi,Guga, Federer e atual Novak Djokovic,o melhor e maior tenistas dos últimos 9 anos.
          Saudações Nolistas!!!!

          Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Rodrigo, meu caro . Eu até entendo um Ferrarista doente puxar a brasa para o Dick , digo Schumacher. Mas o MUNDO todo não é apenas Ferrarista . Até Ralf irmão de Schumi, não comete esse sacrilégio. Apenas diz que Hamilton e o irmão, foram os melhores em suas épocas. Abs!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Mas os italianos não puxaram brasa pro Schumi, de acordo com esse link, Sérgio.

            Eles elegeram o Senna como o melhor…

            Abs.

      1. Robson

        Mas o dito Djokovista aí de cima não falou que Senna é maior que Hamilton ou Shumi,o que não é mesmo,ele disse que Senna é melhor que Shumi e Hamilton,o que é mesmo e com toda certeza.

        Responder
  23. Sandro

    “Quem tem boca vai a ROMA”…
    E… “Quem quer ser “GOAT” tem que ser campeão em ROMA” !!!
    Djokovic já foii 5 vezes campeão em ROMA!!!
    Nadal já foi 9 vezes campeão em ROMA!!!
    E Federer??? Nenhuma??? Como assim???
    Então, Federer ainda não é o “CABRA” do tênis, falta ser campeão em ROMA… Isso sem falar em Monte-Carlo também…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      A CBF , digo ATP , nunca se entendeu com a ITF . Como exemplo chegaram a dar pontos na Copa Davis e nas Olimpíadas e depois tiraram. Com os SLAM obviamente que o buraco é mais embaixo. Agora, vamos ver o que vai acontecer com a ATP Cup com a criação desta “ associação “ paralela … Abs!

      Responder
  24. DANILO AFONSO

    O MAIS COMPLETO

    Cada vez mais nos deparamos com especialistas e torcedores afirmando que DJOKOVIC tornou-se o tenista mais completo de todos os tempos. O mais interessante que esta conclusão é oriunda de variações interpretativas do porquê do sérvio ser o mais completo. Vejamos 3 critérios:

    a) quantidade de TÍTULOS RELEVANTES NOS 3 PISOS

    Apesar de ter grande concentração de big titles (42) no piso duro, os títulos relevantes no saibro (11) e na grama de Wimbledon (5), fazem com que Djokovic seja considerado o tenista mais versátil da história. O mais impactante que os títulos no saibro e grama foram conquistados sendo contemporâneo de Nadal e Federer.
    Ademais, não podemos esquecer que somente o sérvio possuí o Career Golden Masters, e por duas vezes.

    b) o mais COMPLETO NOS GOLPES E FUNDAMENTOS

    Quando mensuramos acertadamente a relevância e proporcionalidade de execução de todos os golpes e fundamentos do tênis moderno, DJOKOVIC encabeça o ranking, pois o seu jogo tem “menos buracos” que os adversários no tipo de tênis praticado na última década. Um dos defensores desse critério é o nobre DÁCIO CAMPOS.

    Esse critério é o que gera mais polêmica, pois alguns torcedores alegam que o sérvio está longe de ser o melhor tenista em alguns golpes, a exemplo do smash. De fato o sérvio é apenas regular em alguns golpes. Mas não podemos dar peso igual a todos os golpes como alguns ilustres torcedores do Federer tanto desejam. A frequência com determinados golpes são mais executados do que outros durante os jogos não pode ser ignorada. Seria desproporcional darmos peso igual ao backhand e smash. E um jogo melhor de 3 sets, Djokovic executa por volta de 5 smash. Tendo em vista que são disputados cerca de 130 pontos em um jogo melhor de 3 sets, e que temos a média de 5 toques por ponto, totalizando 650 toques, a quantidade de smash representa 0,76% dos toques efetuados no jogo, o que é insignificante. Já o backhand e forehand de fundo de quadra representam cerca de 65% dos golpes. Não tem como comparar.

    Entretanto, entendo que se o estilo de jogo atual fosse igual ou semelhante ao praticado há duas décadas, FEDERER seria o mais completo, pois os golpes na qual se destaca (ex. voleio, drop shot e smash) teria um peso maior no volume de jogo.

    c) o mais completo ao somarmos os atributos FÍSICO, TÉCNICO, TÁTICO E MENTAL

    A união destas qualidades que fazem do Djokovic o mais completo nos dois critérios antes expostos.
    O misto de um físico exuberante, mental assustador, técnica acima da média e inteligência tática (leitura de jogo) primorosa fazem do sérvio uma máquina de jogar tênis. Tais atributos resultam na versatilidade do sérvio em todas superfícies e status de tenista mais completo nos golpes mais relevantes no tênis atual.

    Esse equilíbrio nos atributos, possibilitaram que Djokovic ousasse e vencesse o NADAL em uma batalha de quase 6 horas e também conquistasse títulos expressivos no saibro, bem como obtivesse retrospecto positivo contra o rei de Wimbledon.

    Por fim, possivelmente alguns não concordam que Djokovic encabece todos os 3 critérios expostos, mas quando balanceamos as 3 formas de considerar um tenista mais completo, dificilmente Djokovic não figuraria em primeiro.

    Saudações Nolistas !!

    Responder
    1. Cláudio Bernardo

      Adriano, excelente.
      Destacaria o aspecto tático e mental como primordiais e com relevância para Novak.
      Fala-se tanto em confiança para vencer jogos, logo, esses atributos tem um peso importante.
      Abraços.

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Medalha de ouro olímpica não vale nem por 1 Grand Slam, muito menos por 4…

      São bem menos jogadores na chave, e a disputa é em melhor de 3 sets.

      Responder
  25. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim, sabendo que provavelmente o thiem vai ter que ganhar de Djokovic e Nadal para ser campeão de RG, se vc fosse o thiem, iria preferir pegar quem na semi final dos 2, para depois na final?eu fico pensando nisso, e o Nadal é opção óbvia, pela confiança, o cara é praticamente imbatível lá, chegar em uma final depois de vencer ele, deixa ele em uma enorme confiança, porém o Nadal nunca entrega fácil, oq faria o jogo ser longo e desgastante, claro que existe essa possibilidade contra o Djokovic tbm, mas o espírito de luta do Djokovic é menor que o do espanhol. Daí levanto está questão, vale ganhar confiança e estar desgastado ou chegar menos cansado do seria e pegar o espanhol na final?

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Só uma correção aí:

      O Nadal é de fato mais temível do que o Djokovic no saibro.

      Mas o espírito de luta do sérvio, eu considero o MAIOR do tênis, maior que o do Nadal.

      Pelo menos nos dias atuais…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pera aí, Rodrigo . Já vimos o Sérvio em desvantagem, entregar vários jogos. Um grande exemplo foi no FINALS 2019. Valia a chance do N 1 , e atrás o tempo todo contra Federer praticamente se entregou. Já o Touro honestamente não me lembro … Abs!

        Responder
  26. Cláudio Bernardo

    Pessoal,
    Anotem aí.
    Dia 08 de Março de 2021.
    Dia internacional da mulher
    e
    Dia internacional da definição do GOAT.
    rs
    Abraço a todos.

    Responder
  27. Daniel C

    Dalcim, tem como a equipe técnica habilitar a edição dos nossos comentários por nós mesmos (antes de passar pela sua moderação) ?

    As vezes é um pouco frustrante quando percebemos alguns erros ou troca de palavras pelo corretor automático depois de submeter o texto e só ser possível sinalizar a correção enviando outro.

    Abs!

    Responder
      1. André Barbosa

        Dalcim,

        O que mais tem me incomodado é a quantidade de comentários que tem como único objetivo provocar e/ou denegrir a imagem do tenista A, B ou C. A quantidade de pessoas que perdem tempo com isso é impressionante, é como se fossem pagas para isso. Não comento muito, mas gosto de ler os comentários de várias pessoas que participam ativamente em cada postagem.

        Sei que você preza pela liberdade sempre (eu também), mas essas pessoas abusam demais e isso acaba atrapalhando o ótimo trabalho que você faz a tanto tempo.

        Abs

        Responder
      2. Flávio

        Mestre Dalcin,desculpa mas eu discordo um pouco da sua análise da final do master de Roma, porque com a queda prematura do Nadal nas quartas era óbvio que o Djokovic iria vencer porque ele não enfrentou ninguém nesse master, e com a queda do Nadal o torneio caiu de bandeja a ele porque Schwartzmann é um tenista muito fraco ée todos sabiam que ele não faria frente ao Djokovic, assim ele não perderia a chance de faturar outro máster,mas é lógico que o Djokovic não tem nada com isso se o principal adversário dele (Nadal)caiu antes, então aproveitou muito bem e oportunidade e mereceu ganhar contra o fracote do Schwartzman,no entanto o Djokovic não jogou tão bem esse máster e ele mesmo disse isso e só jogou o suficiente para ganhar de adversários fracos que ele teve, e no Rolland Garros se jogar o que jogou no máster ele pode ser derrubado por Nadal,Thiem,Zverev ou Warinka então concorda mestre?Abraços.

        Responder
  28. EDVAL CARDOSO

    Sabe,eu não consigo compreender como tem pessoas aqui que ainda tentam denegrir,falar mal e as vezes esculhambar com as façanhas que esse monstro sérvio está fazendo, só porquê ele está as vésperas de superar alguns recordes do queridinho deles.
    O cara veio de um país marcado por guerras separatistas e conseguiu se destacar num esporte de elite, não tem como não enaltecer os feitos de Novak Djokovic,um fora de série,e como torcedor dele, independente se conseguir ultrapassar todos os recordes que ele se propôs, e tomara que consiga ,já está com seu lugar garantido na história como um dos três maiores tenistas da história.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Talvez o problema maior é que o Djokovic não tenha muito carisma.

      O jogo dele também não empolga tantas pessoas…

      Portanto, ser ele oriundo desse ou daquele país oprimido, pouco importa no fim das contas.

      Responder
    2. Luiz Fernando

      Vc não frequentou o blog no final da década passada e começo da atual, quando se atribuíam as vitórias do Nadal apenas a doping, se estivesse não estranharia estas asneiras da atualidade em relação ao Djoko, pois elas vem do mesmo segmento, muitas vezes das mesmas pessoas, apenas com nomes trocados…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Errado!

        Há poucos meses havia uns nolistas DECLARADOS acusando o Nadal de doping, mas você não falou nada!

        Por outro lado, calculo que tem uns 5 anos que algum federista disse isso dele, só que você não esquece…

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Não me lembro disso, se tivesse visto teria respondido a altura, diferentemente de vc q acusa alguns caras de fakes e interage com Marquinhos/Renato/Johnny/VH numa boa. E não se esqueça q também por um bom tempo vc, por provocação eu imagino, dizia a mesma coisa do Nadal…

          Responder
          1. Paulo F.

            Sou um dos que já insinuou isto, nobre Luiz Fernando.
            Também fiquei de galhofa com isso (devido à exuberância atlética do Nadal), repetir a asneira de “suco do Tio Toni”, entre outras bobagens.
            Digo à ti, que considero o melhor representante da torcida do Nadal por aqui, que me arrependo amargamente de dizer essas bobagens à este grande campeão.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Teu relato é totalmente impreciso.

            Muito antes de você parar de atacar o Federer, eu já havia parado de satirizar o Nadal…

            Você ainda ficou um bom tempo chamando o Federer de CANSADÃO, lembra?

            Só que eu não venho jogar na tua cara as coisas do passado, e por isso eu convivo bem com você.

            Interajo sim com o Marquinhos que usou nicks diferentes, porém NUNCA criou mais de um ao mesmo tempo para atacar desafetos.

            O Marquinhos é um cara super bacana.

            Nem tem comparação com os caras do segmento ultra-fanático…

        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa , Nattan . O parceiro não estava aqui nesta época. E antes o ” Nando ” só se referia a Federer com termos pejorativos. Depois de 2017 ,resolveu se unir a turma da Kombi para se aproveitar de uns Almeidas, P F s e Jonas da vida que mantém os termos pejorativos. Enquanto isso dá uma de parça e bom moço. Veremos até quando rs Abs!

          Responder
          1. Jonas

            Eu já chamei o Federer de freguês, pato suíço e Fregueser. Isso é uma provocação, claro, mas já escreveram muita coisa bem pior. Inclusive insinuando doping e outros absurdos.

          2. Sérgio Ribeiro

            Me diga um simples termo pejorativo já usado por mim em 13 anos de Blog em relação a Rafa ou Novak , desmemoriado P F ? Abs!

          3. Nattan Labatto

            Estava sim, Ribeiro. Postava com o nick de Engenheiro Lobatto. Agora vc disse uma Vrdd, as ofensas eram mútuas.

      1. Miguel BsB

        Não…o São Paulo tá igualzinho, ninguém mais nota que ele participa dos campeonatos…
        Alias, já tá passando vergonha mais uma vez. Perdendo pra LDU e dizendo adeus à libertadores kkkkk

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Está uma baba mesmo, não nego, mas pela tradição se sente falta dele, como se sentiu do seu Palmeiras na serie A na época do bi da serie B kkkk…

          Responder
  29. Vitor Hugo

    Acho que Wawrinka já deu o que tinha que dar. Dificilmente vai ganhar mais algum título relevante. Mas se a essa altura da carreira vai trocar de técnico, talvez queira dar um up final.
    Só tem chances em slam se pegar uma chave fácil ou der sorte de pegar seu ‘pato sérvio ‘ na final.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Discordo totalmente.

      O Wawrinka ainda tem MUITO a apresentar…

      Mas ele tem aquele velho problema, né?

      Se ele fica um tempo parado, demora para engrenar.

      Além disso, a cabeça fraca raramente acompanha a exuberância do seu tênis.

      Responder
    2. Thiago Silva

      Stan já tá com 35 anos e com aquela panceta de quem passa o dia no bar, levou pneu de um juvenil semana passada, acho que ele aposenta antes do Federer.

      Responder
    3. Thiago Silva

      Rafa poderia competir por GOAT se vencesse mais uns 2 títulos de Wimbledon, aquele de 2018 fez falta e pelo menos mais um AO, aquele de 2017 também fez falta. Terminando a carreira com o recorde de slams e pelo menos 4 em cada piso e 2 de cada slam ficaria bem difícil de questionar.

      Responder
  30. sander

    Dalcim, bom dia. Pela sua experiência com vários tenistas top ao longo de sua carreira, o que você acredita que está causando essa irritação constante no Djokovic? seria algo de cunho pessoal (família, alimentação, etc…) ou teria algo a ver com uma cobrança excessiva de si?
    Estou achando muito estranho e toda vez que ele fica assim seu jogo tende a cair um pouco, pois o mental faz toda diferença nesse nível de tenis…
    mmais uma vez, muito obrigado!
    abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Muito difícil, avaliar, Sander, mas minha impressão é que ele está se cobrando demais, exigindo perfeição que é muito difícil de se alcançar.

      Responder
  31. Sandra

    Dalcim , vc acha que Djokovic em função da Covid aguenta 5 sets ? Não só ele Boric , Dimitrov , todos que tiveram Covid ?e vc não acha que em físico Thiem , Zverev e Shapovalov estão sobrando ? Tem mais chances de aguentar 5 sets ?

    Responder
  32. Rafael

    Prezado SÉRGIO RIBEIRO,

    Andei lendo uns pitacos seus aqui e ali sobre como as coisas podem se desenrolar para esse ou aquele em RG desse ano nos comentários. Assim, pergunto, sem esperar o sorteio das chaves e para entender melhor: Em sua visão, de modo geral, quais jogadores terão/podem ter o protagonismo em RG, pelo que você está vendo até agora? E possíveis zebras? Quem da next gen chega mais cotado? Nenhuma eventual opinião implica comprometimento, é só pelo prazer de saber como vc está vendo as coisas.

    Perguntas bônus:

    1) Se vc tivesse que dar um palpite às cegas, diria que Federer ainda tem chances de mais 1 slam na carreira quando retornar?
    2) O Dalcim já deu a opinião dele, mas gostaria de ler a sua: No momento, quem é o 2o. melhor, Nadal ou Novak?

    Agradeço se tiver saco de responder, abs!

    PS: Se eu não respeitasse suas visões/entendimento sobre o esporte nem perguntaria!

    Responder
    1. Miguel BsB

      Rafael, desculpe me intrometer nas suas perguntas dirigidas ao Sérgio, mas tb vou dar os meus pitacos. rs
      Protagonistas: Nadal, Djokovic, Thiem.
      Zebras: Todos os restantes rs
      Next Gen: Medvedev e Tsisipas
      Perguntas bônus:
      1) Sim. Jamais duvide de Roger Federer!
      2) Nadal é o 2 maior(não melhor) nesse momento da fotografia, pois tem mais Slams, e vai pra jogar o seu Slam “cativo”, favorito pra empatar 20 com o Federer…a pergunta é: Se ele vier a ganhar este RG, será que ele já deve ser considerado o GOAT? Na minha opinião, ainda não…

      Responder
      1. Miguel BsB

        Inclusive, vou deixar aqui os MEUS critérios OBJETIVOS para a definição do eventual GOAT, nessa ordem:
        1. Quantidade de SLAMS vencidos
        2. Possuir Golden Slam, Calendar Grand Slam, Os 4 Grand Slams
        3. Semanas totais como n1
        4. . H2h contra os grandes rivais( se for possível definir esse critério, por geração e grandes amostragens. Serve pra definir, juntamente com os outros critérios, dominância de um tenista sobre o circuito, seus rivais e sua respectiva geração).
        5. Quantidade de Finals e Masters
        6. Medalha de ouro olímpica em simples
        7. Quantidade total de títulos
        6. Copa Davies

        Esclareço que, para a maioria desses critérios OBJETIVOS, infelizmente só é possível enquadrar os tenistas da era profissional nessa disputa. Mas, é claro, Rod Laver deve ser considerado na briga de GOAT.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa , Miguel . FINALS ( desde 1970 ) bem antes da ATP tomar conta , já era considerado o Quinto SLAM . Bem acima dos MASTERS ( 1990 ) em importância . Assim como o Ouro Olímpico comparado pelos Tenistas Tops equivalente a um SLAM . E disputado a cada 4 anos. Quanto ao h2h , a história jamais poderia inclui -lo. Já pensou Rod Laver x Novak , ou Borg x Federer ? Abs!

          Responder
          1. Miguel BsB

            Sim, por isso ressaltei que o H2H tem que respeitar a geração do tenista e possuir amostragem grande de confrontos, não vale 2×1, por exemplo.
            Óbvio que não vai ter Laver e Novak, mas pode-se checar Laver X Rosewall, seu maior rival, por exemplo.

    2. Sérgio Ribeiro

      Então Rafael , o Dalcim está muito mais capacitado mas posso dar uns Pitacos. Em 5 Sets , o Touro continua favorito a meu ver. Apenas vejo Novak e Thiem como segunda força com chances próximas . O Sorteio será mais que fundamental. Fora Dominic , não vejo ninguém com Back Simples que possa aparecer como uma Zebra , nem mesmo Tsitsipas . Muito menos STANIMAL aos 35 e Shapovalov em 5 Sets. A Zebra então no Saibro de RG seria Zverev ( melhorou em 5 Sets ) . Imaginar o Craque Suíço na volta , aos 39 , vencendo mais um , somente em Wimbledon. Ou seja , chances mínimas. Pelo que joga no Saibro, e pelo domínio que demonstra desde 2013 sobre o Touro nas outras superfícies, Novak tende a superar os dois ( já está a frente do Espanhol ) .
      Jamais vi alguém aos 33 , com um físico tão exuberante. Dito isto, o Sérvio bate o número de Semanas e o recorde de SLAM . Ai ao Final de 2021 poderá ‘ requisitar para si o tal GOAT . E paro por aqui pois não sou maluco rs . Grande Abraço !!!

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Caracas !!

        Sérgio Ribeiro parabéns pela análise !!

        Eu apenas sou menos otimista em achar que DJOKOVIC iguala o número de Slam ao final de 2021. Acho que isso pode acontecer no final de 2022 ou metade de 2023. Mas tomara que você esteja certo.

        Responder
  33. Paulo F.

    Como posso criticar a teoria do Paulo Almeida dos títulos “parrudos” se tem gente que acha que o Aberto da Austrália e Roland Garros têm menos valor do que o Aberto dos Estados Unidos e Wimbledon?

    Responder
    1. Vitor Hugo

      É só buscar informações. Vários e vários tenistas já declararam que o sonho da maioria deles é vencer wimbledon.
      Lendl disse que trocaria todos seus títulos em RG por um na grama sagrada. E foi sincero, pergunte pro Dalcim.

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Bingo Paulo F. !!

      Sempre quando leio o Vitor Hugo escrevendo isso, penso a mesma coisa. Se existe Slam mais importante que outros, ele também tem que considerar títulos com campanhas parrudos…kkkk

      Responder
    3. Paulo Almeida

      Simplesmente não pode, caro Paulo F., pois 90% dos títulos do Djokovic tiveram alto grau de dificuldade e 80% dos do Federer alto grau de facilidade. Os recordes do suíço são “engana-trouxa”.

      Vitor “camaleão” Hugo é piada pronta, como bem disse o Chetnik. Só podemos dar risadas.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O Dalcim é trouxa também?

        Porque ele considera válidos todos os Slams vencidos pelo suíço…

        Vai ver é isso, né?

        Todo mundo que não adere ao teu fanatismo é trouxa, mas o “esperto” é você… kkkk

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Quero ver a cara dos baba ovos , P F , L F ( os torcedores do Sérvio são meus chapas … ) , lendo mais uma recomendação do Blogueiro as apelações ridículas do cidadão Almeida . O gente boa que segundo o “ diversão garantida “ somente acrescenta . Abs!

          Responder
          1. Luiz Fernando

            Também quero ver o q aquele rapaz humilde q fala da “Kombi” a titulo de provocação vai fazer kkkkkk. Aqui é diversão garantida kkkk. Abs.

  34. periferia

    Olá Dalcim.

    Uma tenista belga teve um acidente em Roland Garros .
    Machucou o joelho.
    Aparentemente foi negligência do torneio.
    O torneio tem um seguro que cobre o acidente dela?
    Ou ela terá que acionar a justiça ?

    Abs

    Responder
          1. periferia

            Parece que a tenista canadense ganhou a ação….a justiça americana determinou que 75% da culpa foi da USTA….e 25% da própria tenista.
            O acordo foi feito.

            Abs

  35. Vitor Hugo

    Eu achei interessante o título do post: “Djoko ainda maior” Só faltou completar: Porém ainda um nanico se comparado ao GOAT Roger Federer.

    Responder
    1. Alessandro Siqueira

      E nessa loucura de dizer que não te quero (considero)
      Vou negando as aparências
      Disfarçando as evidências
      Mas pra quê viver mentindo?
      Seu não posso mais negar que ‘tu é bom’… 🙂 🙂

      Responder
  36. Miguel BsB

    Nessa briga de GOAT aí, tão esquecendo o Nadal, que, além de tudo, é campeão olímpico em simples e em duplas. E essas medalhas tem peso grande nessa disputa. Ainda tem água pra passar por debaixo dessa ponte.

    Responder
  37. Daniel C

    Bem, o título do Djokovic era esperado, enfrentou um Schwartzman que veio de uma semi de 3h no dia anterior. Mas estou curioso pra ver como o Djokovic irá lidar com os melhores tenistas da atualidade (Thiem, Nadal em RG, Medvedev, etc), visto que não enfrentou nenhum dos citados desde início da quarentena. E ele já tem passado sufoco contra tenistas piores. Só não entendendo como ele vai melhorar muito, na idade dele é só ladeira abaixo e o estilo dele, ao contrário do Federer, exige muito mais do físico. Dependerá mais da garotada manter a cabeça e a eficiência ao longo da partida. O Thiem mostrou isso na final do AO.

    Sobre as façanhas e recordes do sérvio, tb era esperado, afinal ele pode executar o estilo dele em todos os pisos (já que houve padronização e a maioria das quadras ficaram lentas) e não surgiu nenhum tenista mais jovem nos últimos 10 anos para ser seu concorrente (tal como o Federer teve – os próprios Nadal e Djokovic, além de Murray e Del Potro). Isso sem falar nos GS que o Federer entregou totalmente pro sérvio, sendo o responsável pelo sucesso do sérvio rsrs.

    Acho que o recorde de semanas como no1 infelizmente será dele, mas o de GS eu duvido. Não deve vencer RG por causa de Thiem e Nadal e ano que vem, com a pressão que ele está colocando nele e a volta de Federer e uma garotada mais madura, fora a torcida contra, ele vai implodir e quebrará muitas raquetes ao invés de vencer GS rsrs

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Tento enxergar essa ladeira abaixo e não consigo.
      O cara está invicto no ano e está decadente. Se ele der um salto energético, o que será dos outros?

      Bateu na ATP Cup (muitos dizem que é um torneio novo e não devia contar) Medvedev, Shapovalov e Nadal – nada de novos, entre outros.
      Bateu Federer e Thiem no AUS Open com um dado interessante: o primeiro 6 anos acima e o segundo, seis anos abaixo. Então, sem desculpas.
      Bateu o muti-talentoso/habilidoso Monfils e o mancebo Tsitisipas em Dubai.
      E a história continua incorporando capítulos…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Ah fala sério!

        Vocês enchem demais a bola do sérvio chiliquento.

        Grande coisa ganhar desse Monfils, hein?

        O francês é um PERDEDOR NATO.

        Se brincar ele é menos perigoso do que o Dimitrov!

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Não encho demais a bola do sérvio não, apenas reposto o que é fato e que todo mundo vê, exceto o nobre dramaturgo, vide o post do Mestre Dalcim.
          Na real, acho o Monfils um tenista bem simples, mas tem um segmento que vive dizendo que ele é a última bolacha do pacote e também considero o Dimitrov mais tenista. Aliás, bem mais.

          Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Ao contrário, caro L. Fa. Bateu e fim de papo ? Nada disso . No AOPEN Thiem mostrou que já estava maduro na Turma . Fez toda a sua pré-temporada em todos os pisos e provou que é de fato foritissimo candidato a RG 2020. E Novak e Rafa que não abram os olhos… Abs!

        Responder
  38. Rafael Azevedo

    O Argentino começou arrasando tanto o Djokovic como contra o Nadal.
    Eis aí a grande diferença do Djoko: seu poder de reação!
    O ser pode estar 5×0 para o adversário, ele vai encontrar uma forma de virar…É inacreditável.
    Ter 1 ou 2 quebras à frente do Nole NÃO SIGNIFICA ABSOLUTAMENTE, NADA!

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Exato . O Sérvio já perdeu NOVE FINAIS de SLAM e Thiem mostrou no AOPEN 2020 que não é assim que a banda toca . Ele mesmo sabe que não é imbatível. Abs!

        Responder
  39. Nattan Labatto

    Bom dia, Srs!

    Parabéns ao sérvio e a toda nação nolista pelo título! De quebra, dois recordes PARRUDOS, 276 semanas como number one e 36 M1000. Como disse o mestre Dalcim, mesmo estando a dois Slam do Nadal, Djoko se tornou maior, por ora, por esses “pequenos detalhes”.

    A lamentar pelo guerreiro El Pequer e pela ausência da lenda Federer e outros tenistas de gabarito, bem como pela atuação irregular do sérvio, tomara que ele faça os ajustes necessários para RG, pois um segundo troféu lá o colocará em um patamar difícil de ser alcançado (entendedores).

    Abs

    Responder
  40. José Felipe Pereira da Silva

    Dalcim
    Considero o Nadal favorito para Paris
    Mais vejo muitos colocando o Thiem a frente do Djokovic
    Qual sua opiniao?
    Na minha opiniao o Djokovic a alguns anos sempre foi o único que teria chance contra o Nadal em Paris por conta forma de jogar do sérvio contra o Nadal.
    Pelo histórico espetacular do Nadal não vejo outros com chances até contra o Djokovic ele seria favorito. O que acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu prefiro esperar o sorteio de quinta-feira para fazer avaliações, José Felipe. Acho que Thiem ganhou respeito em Paris ao vencer duas vezes seguidas Djokovic, uma delas em sets diretos. Mas acho que Djokovic ainda têm preferência sobre o austríaco pelo conjunto da obra.

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Dalcim,

        A ansiedade está aumentando para o último slam do ano, RG, quem diria. Mas como disse, o sorteio do chaveamente terá ou poderá ter influência muito grande no desenrolar do torneio.

        Quanto a derrota do Djoko para o Thiem por três sets a zero, é importante relativizar, pois foi no terrível ano de 2017 para o sérvio.

        Responder
  41. Marcelo

    Olhei hoje no calendário e percebi que Inicia-se a Primavera.

    Mas nem precisava, pois as aleluias e os torcedores do Djokovic já estão voando em volta das lâmpadas, atraídas por seu brilho morno e festejando a existência de suas novas asas!

    Que bonitinho!

    Responder
  42. Carolina

    Estou na expectativa para esse sorteio. Fico pensando nos ‘sortudos’ que vão pegar o Murray e o Cilic (se ele não for cabeça de chave) nas primeiras rodadas.

    Além disso, tem as bolas novas, as condições climáticas, o teto… Mesmo que o título fique entre Djokovic e Nadal, o resto deve ser uma bagunça.

    A minha torcida é para um alinhamento planetário que resulte num título do Monfils ou do Fognini.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É aquele feito dentro dos quadrados de saque, portanto bem próximo à rede, em que é preciso ter mais habilidade do que força para escolher efeitos e ângulos, Marcos.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho provável que ele esteja em busca de motivação, mas também pode ter liberado Norman para que ele tente trabalho com uma das promessas.

      Responder
    1. Nattan Lobatto

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      És uma graça, Vitor kkkkkkkk

      Importância para o esporte (O sérvio está em 2º em números de semanas como n1), títulos (sérvio lidera nos big titles), legados (O big 3 é o que mais influencia a nova geração). Isso até dá pra aceitar….. Agora entrou uma nova estatística: os fãs kkkkkkkkkkkkk

      Daqui a pouco irão mensurar o GOAT pela quantidade de cabelo, dinheiro, vitórias no UNO, pela beleza de suas esposas etc… kkkkkkk

      Abs

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Como vc provavelmente é um paraquedista e provavelmente está de passagem pelo esporte, não deve acompanhar o blog há muito tempo.
        O próprio blogueiro usava critérios de importância para o esporte, mídia e etc, então acho válido.
        Lembro até de uma lista do Dalcim que ele colocava, por ordem, Federer, Laver, Sampras, Borg e Landl como os maiores do esporte devido a importância de cada um.

        Vc pode até questionar quem são os melhores, vai de cada um. Mas grandeza tem outros fatores a serem levados em consideração.

        Suas risadas exageradas escondem o quanto ficou nervosinho com minha opinião.

        Tenho direito de me manifestar dá maneira que acredito e dar minha opinião. Não faço pra agradar ninguém.

        Fique vc com as suas.

        Responder
  43. Miguel BsB

    Olha, é realmente impressionante um tenista ser 5 vezes campeão em Roma sendo contemporâneo de Rafael Nadal…
    Djokovic esteve bem afiado nos drop shots durante o torneio…
    Uma pena o Wild ter perdido no quali pra RG. Mas agora, é bola pra frente e tentar somar uns pontos pra entrar direto na Austrália.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Concordo , Miguel . Mas venceu dois e perdeu três para Nadal nestes 5 . As outras duas perdidas foram pra Murray e Zverev . E as outras três vencidas foram contra Federer , Wawrinka e Dieguito. Daí que MASTERS 1000 jamais será um SLAM . Abs!

      Responder
  44. rafael

    Foi o que eu falei anteriormente, mesmo jogando abaixo do que pode o sérvio ainda é muito difícil de ser batido. Creio que ele estará ainda mais motivado para RG! Mestre, o quanto essa derrota do Nadal pode afeta-lo? Digo isso, porque jogou 3 partidas e mal foi testado, porque caiu antes. Falta de ritmo poderá pesar? Físico? Emocional?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Claro, ele não conseguiu achar ritmo, mas Nadal é do tipo de jogador que duas ou três boas atuações nas primeiras rodadas podem mudar completamente o quadro, Rafael.

      Responder
  45. Vitor Hugo

    O saibro é o único piso que Novak supera levemente Federer. Acho que combina mais com o estilo do sérvio, que gosta de passar bolinha e é um mostro fisicamente. É o piso que menos exige habilidades dos tenistas, então perfeito para robôs.

    Mas Federer está km de distância do sérvio na grama e bem distante tbm nas hards.
    É importante sempre lembrar que, Novak tem vantagem sobre o suíço em finais em Wimbledon pois enfrentou Roger já com 32/33 anos, idade que grande parte dos tenistas ou já aposentou ou está em decadência. Ex: Borg, Sampras, RAFAROBOCOP, Stan, Murray, Big Mac, Safin, Hewwitt, Edberg e etc… Mas Roger persistiu e passou a ‘linha vermelha ‘ e preferiu continuar jogadondo por prazer, recordes e dinheiro, óbvio.

    Roger- THE GREATEST OFF ALL TIME!

    Responder
    1. Chetnik

      Sim, o Djoko com 33 anos agora tá semi aposentado, caindo pelas tabelas, kkkk.

      Parafraseando o LF…”isso aqui…” kkkk. Piada pronta ambulante.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Continua ganhando porque o circuito está mais fraco do que nunca, com o melhor jogador da história com 39 anos e nova geração fraca. E com Nadal, Stan, Delpo e Murray ou detonados ou sem ritmo.

        Responder
        1. Paulo

          Djokovic jogou com os, até então, maiores jogadores da história e superou a ambos. Dominou completamente a última década e bateu Federer em três finais de Wimbledon e bateu Nadal em todos os torneios importantes disputados no saibro, inclusive RG. O sérvio provou que é o melhor dos três. Ganhou os quatro Slams na sequência e todos os masters 1000 duas vezes, feitos nunca alcançados pelos rivais. Apelar para a idade de Federer para justificar sua inferioridade é patético. Jogou seu melhor em Wimbledon e perdeu. Federer, diga-se de passagem, só chegou aos 20 Slams porque Djokovic se machucou, caso contrário já teria sido ultrapassado há muito tempo.

          Responder
          1. Barocos

            Paulo,

            Sobre o número de Grand Slams que o Federer teria se o Djokovic não tivesse se dedicado a abraçar árvores, que ele seria menor, isto é uma hipótese, não uma certeza. Além do mais, devemos lembrar que lesões fazem parte da vida de atletas profissionais e Roger, Nadal, Del Potro e Wawrinka tiveram as suas cotas, então o raciocínio vale para todos os lados.

            Como você deve saber, o sérvio tem minha torcida, inclusive para que supere todos os recordes e, principalmente, conquiste a medalha de ouro em Tóquio. Seria a cereja de um magnífico bolo real, o diamante maior de uma rara coroa imperial.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Em boas condições físicas, eu acho que o Federer seria um rival duro pro Novak no saibro…

      Aquela semifinal de 2011 é um bom exemplo para se espelhar.

      Sei lá, acho que a improvisação do Federer e o saque deixariam o Djokovic em apuros.

      Mas, infelizmente, não dá pra gente cravar nada disso já que o Federer sempre pula essa temporada…

      Responder
      1. Paulo F.

        Uma pena que tudo o que Federer fez contra Djokovic no saibro foi ínfimo contra Nadal né?
        Depois tu é um que reclama quando pegam no pé do suíço.

        Responder
          1. Paulo F.

            Todos são fregueses do Nadal no saibro.
            Uns mais, INFINITAMENTE a mais.
            Outros bem menos.
            Vejamos:
            – Um NUNCA derrotou Nadal em RG. O outro sim.
            – Um ganhou de Nadal três vezes em Roma (duas em finais) e tem cinco títulos em Roma. O outro, nem título tem.
            – Um ganhou de Nadal duas vezes em Monte Carlos e é bicampeão lá. O outro, nem título tem.
            Um sempre mostrou volúpia em ser rival do Nadal (e do Pato suiço também). O outro tem uma inexplicável libido masoquista em ser servo do espanhol.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Nem vale a pena discutir com um sujeito que usa um termo como “libido masoquista”, para se referir a um campeão como o Federer.

            Você é muito baixo, cara!

          1. Rodrigo S. Cruz

            Acho que quem apontou pra própria cara feia e atirou foi o senhor (rs)

            Vejamos:

            a única coisa que eu disse acima foi que o Federer seria um DURO adversário do teu amorzinho Djoko, no saibro.

            Eu não disse que o Federer seria superior, ou que não pudesse perder dele.

            Só disse que seria duro. Ponto.

            O Fabriciano que diferente de você não é um fanático, apenas me questionou sobre a semi RG 2012.

            E eu concordo com ele. O sérvio jogou muito melhor.

            Mas o Fabriciano não fez qualquer menção depreciativa ao que eu escrevi.

            Deu para você entender?

    3. Marcelo Morais

      O sérvio é um monstro fisicamente. O suíço é um ratinho fisicamente, sempre se machuca e na ultima final de Wimbledon, jogando com djoko (semi-aposentado) durante mais de 5 horas só nao levou devido a sua idade…realmente ele està muito a frente mesmo do robô Servio na grama.

      Responder
    4. Sandro

      Pra que tanta inveja do Djokovic?
      O cara acabou de ser PENTACAMPEÃO em Roma com 33 anos!!! Djokovic acaba de quebrar o recorde de tenista com mais idade a ser campeão em Roma!!!
      PENTACAMPEÃO em Roma!!!! Duokovic tem que ser muito respeitado por essa façanha de conquistar 5 títulos em Roma sendo contemporâneo de Nadal!!! Nem o craque Federer seria capaz desse grande feito de ter 5 títulos em Roma !!!!

      Responder
        1. Marcelo F

          Vítor Hugo, você teve uma bela recaída, não?
          Estava bom demais pra ser verdade seu súbito respeito pelos rivais de Federer.
          Sou torcedor do Nadal. Entre Djokovic e Federer, prefiro o sérvio.
          Federer é melhor mesmo na grama, 20×6 é uma grande diferença.
          Mas lembremos que Djoko não joga outros torneios na grama além de Wimbledon há um bom tempo.
          Essa diferença poderia ser menor.
          Basta saber que Federer já jogou 214 partidas na grama (é o que mais jogou nessa superfície), com aproveitamento de 87,38% (o melhor).
          Djokovic jogou, por qualquer que seja o motivo, “somente” 113 partidas (é o 44o), mas com aproveitamento de 84,07% (o quarto melhor).
          Acima de Sampras, Becker, Edberg e Murray por exemplo.
          Sampras jogou, na carreira toda, 121.
          John McEnroe, 141.
          Boris Becker, 141.
          Stefan Edberg, 126.
          Andy Murray, 128.

          Claro que o suíço jogou mais jogos porque foi mais longe nos torneios, o que é um grande mérito seu.
          Mas seus números são inflados pelo torneio de Halle, um torneio menor, onde já venceu dez vezes e sempre será favorito.

          E azar de Djokovic se ele não pôde ou não quis jogar mais torneios.

          O que quero dizer é que a diferença entre os dois na grama é menor do que esse 20×6 parece indicar.

          Embora, seja claro que Federer é superior nesse piso.

          Responder
    5. Luiz Fabriciano

      Há um mês atrás, a linha de corte da idade de ROGER era 35 anos. Agora já beira os 32/33.
      O sérvio já passou essa barreira e continua vencendo. Aliás, continua invicto em 2020.

      Responder
    1. Cláudio Bernardo

      Danilo,
      Permita-me um pequeno spoiler.
      Nole já está matematicamente garantido na 1 colocação até a contagem de 295.
      Logo, restam apenas 14 semanas.
      Rs
      Abraço.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Estou ligado Cláudio !!

        Como faço essa contagem semana a semana há anos, vou mantendo a contagem regressiva acompanhando os passos da ATP nas segundas.

        Responder
  46. JOSE ALBERTO BAPTISTA SANTOS JUNIOR

    Dalcim peço sua opinião para a reflexão que fiz não por hj mas ha algum tempo: Djokovic parece frequentemente jogar alguns níveis abaixo dos rivais por pura opção. Não acredito q seja desconcentração. Ele escolhe jogar menos q pode, e quando se vê em risco eleva o nivel e vence.
    Ele é muito superior a todos os demais adversários do circuito e imagino q tenha, pelo menos, 4 anos vencendo de 2 a 4 slams por temporada o q faria dele o maior de todos.
    Vc concorda?
    Ps: o admiro muito, mas não é meu jogador predileto

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não consigo imaginar um tenista ‘economizando’ esforço por opção tática, José Alberto. Se ele puder ganhar de ‘bicicleta’, o fará. Acho que pode haver um certa confiança excessiva e o tenista entrar menos concentrado em quadra, mas nem isso acho que seja o caso do Djokovic.

      Responder
  47. Jhonny soares da silva

    Djokovic é derrubador de ibope? Pode ser. Porém ele é um derrubador de dedos vide a senhora em WB2019 . A coitada vai manter aquele dedo pro resto da vida ou Federer vai ganhar mais um grand slan? Torcida contra so mostra como mental do nole é forte.

    Responder
  48. Renan

    Vejamos o que resta na temporada de 2020 para Novak Djokovic e o resto dos tenistas:

    1) Não perde pontos em Roland Garros, Paris e nem no Finals, podendo somar MUITOS pontos só por chegar na final do Grand Slam e ir longe no Finals de Londres;
    2) O mundo do tênis está muito atento a este resto de ano pois se Djokovic conseguir a proeza de somar ainda mais pontos e títulos, temos o seguinte panorama:
    a) pode ser o unico tenista do BIG3 com com 2 títulos em todos GS;
    b) abrir vantagem confortável para jogar na Austrália em Janeiro e com Federer e Nadal (junto de seus torcedores) rezando de joelho para que alguém pare Djokovic, caso contrário, ultrapassa fatalmente as 310 semanas de Federer e AMPLIA consideravelmente essa contagem e só Deus sabe onde a contagem cessaria.

    3) Neste cenário que já se mostra muito provável, diria que Djokovic só ficaria para quebrar o recorde de número de GS, o que convenhamos, parece eminente na minha opinião. Número de M1000, Double Golden Masters, muito perto de ser o maior tenista como número 1 e quem sabe ainda morde uma medalha de ouro para a lista de feitos.

    Que privilégio ver a briga por recordes e números!

    Responder
    1. Alice

      Incrível mesmo, Renan. Djokovic deve terminar a carreira com os principais recordes. Ele tem um corpo fantástico que pode o levar a jogar aos 37 anos e ainda ser número #1 do mundo, dada a concorrência do circuito também.

      Responder
  49. Foguetinha

    Há uns 6 anos não comento no seu blog, Dalcim! Porém, sempre leio suas análises.

    Nunca achei o sérvio tão incomodado em quadra, tão reclamão! Até mesmo em momentos de vantagens, quebras, sets a frente. Qual sua opinião do porquê desse comportamento, Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Concordo com você. Tenho achado exageradas algumas atitudes dele em quadra. Gosto da garra, da comemoração, da auto motivação, mas não gosto do destempero, da irritação, da gritaria com o técnico. Um tanto desnecessário e nada condizente com sua grandeza no tênis de hoje.

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Dalcim, perfeita resposta, como sempre! Sou torcedor fiel do Nole desde 2007, contudo, também não gosto dessa forma de extravasar a raiva ou frustração, seja na equipe ou esbravejando perante a torcida adversária. Infelizmente, esse é um aspecto do comportamento do Djokovic que tem se agravado recentemente… Para alguém que está em plenas condições de estabelecer recordes tão expressivos, eu diria que é mesmo um péssimo exemplo.
        Creio que essa história de se envolver com questões políticas, conselho de jogadores e afins, tem grande parcela de contribuição nesse comportamento. Mais ainda, as declarações com relação à vacinação e suas crenças, além do Adria Tour em franco período de pandemia estabeleceram uma verdadeira guerra com parte da imprensa e muitos fãs de tênis. A partir de 2021, quando retornarmos a uma relativa normalidade, o cidadão deverá se acalmar…
        Saudações a todos!

        Responder
        1. Marcelo-Jacacity

          William,

          Torço de “leve” para o Djoko desde essa época mesmo. E de fato, ele era muito mais leve em quadra e hoje ele está carregando um peso desnecessário nas costas.
          Ele precisa esvaziar a cabeça, jogar sem pressão alguma em RG. A pressão é do Nadal.
          Que o Djoko corra por fora. Melhor assim.

          Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            E também não gosto nada desse comportamento nada recente do Djoko em quadra. Como torcedor, fico desesperado com a possibilidade do jogo ir embora de bobeira. Até hoje não esqueço do final do USOpen-13. Ele se afundou sozinho, em que pese o Nadal ter jogando bem, é claro.

            Sem contar o desastre já anunciado que finalmente ocorreu no USOpen-20. Já vimos que ele não consegue se controlar e precisa extravasar. Mas pelo menos, eu acho que nunca mais baterá na bola com o jogo parado.
            Mas, me pergunto: como ele conseguiu ficar impassível na final de WB-19? Ou seja, é possível, basta apenas ele fazer um grande esforço.

          2. Willian Rodrigues

            Prezado Marcelo, espero que sua equipe consiga faze-lo jogar assim mesmo, sem nenhuma pressão. Ele não precisa se cobrar tanto quanto naquela fatídica final de 2015, quando perdeu para Wawrinka (se bem que o suíço estava “endemoniado” aquele dia).
            Tô achando ótimo, e imagino que Nole e sua equipe também, o fato de parte da imprensa colocar Thiem como 2º favorito…
            Se quiserem apostar até mesmo no Zverev que vem crescendo nos slams, melhor ainda!
            Vejamos se o 18º troféu chega em Paris mesmo.
            Saudações

  50. Lucas Leite

    Incrível como o Djokovic conseguiu erguer 10 títulos de Masters 1000 no saibro sendo contemporâneo de Rafael Nadal, não acha Dalcim? E sobre a Halep, gostaria de acreditar que ela vem forte para Roland Garros, mas a romena não costuma mostrar seu melhor tênis em Slam quando é a favorita. Vamos ver! Parabéns pelo texto, como sempre!

    Responder
  51. Evaldo Medeiros

    Dalcim, há males que vêm para o bem. Esse novo calendário é um jogo de xadrez. Nesse sentido não foi bom perder o Us Open e ter uma preparação ideal para RG sendo campeão em Roma? Afinal, se ele tivesse chegado à final em NY certamente iria saltar Roma e, portanto, colocar em risco Roland Garros sem uma adequada preparação e adaptação ao piso. O que você acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tenho a impressão de que Djoko trocaria uns três troféus de Roma por um do US Open, Evaldo. No esporte de alto rendimento, você nunca conta com o dia seguinte. Você tenta resolver o dia de hoje. Então o US Open foi uma chance tremendamente desperdiçada.

      Responder
  52. Rafael

    Caro Dalcim, pergunta besta mas por ter ficado na dúvida…
    O ranking de número 1 conta as semanas no período entre o término de um temporada e o começo da outra?
    Pois, se for sim a sua resposta, na primeira semana de Março do ano que vem, Djoko se iguala os 310 de Federer…difícil ele não superar…

    Responder
  53. Leo Gavio

    Repetindo o que eu disse:

    Djokovic é o favorito para Roma e RG.

    Thiem está moido e Nadal sem ritmo nenhum e agora sem confiança. Deve chegar na final aos trancos, mas não duvido de uma queda precoce.

    Djokovic segue forte rumo ao Bicampeonato em Paris, o que o deixaria isolado como unico tenista a ter 2 titulos ou mais em cada um dos slams. Coisa que o Federer nunca vai ter (assim como a medalha olimpica dourada).

    Por final, como não fazer a seguinte pergunta: Como alguem pode ser GOAT do tenis sem nunca ter vencido os tradicionalissimos Masters de Roma e Monte Carlo e nunca ter vencido Nadal em RG?

    Jogada bonita no tenis não define o GOAT, é como se disséssemos que o Brad Pitt é o melhor corredor dos 100 metros rasos, mesmo sem nunca ter chegado na frente do Usain Bolt. O melhor é aquele que supera os adversários em quesitos objetivos, quesitos subjetivos servem apenas pra devaneio fanatico, tara e desejos inconscientes.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Você acompanha mesmo o Esporte , caríssimo Léo Gavião ? Como Pete Sampras ganhou fácil uma eleição como o melhor de todos os tempos ao FINAL da década de 90 , pra cima de Borg e Laver se somente venceu um MASTERS 1000 no Saibro ( Roma ) ? E jamais tendo vencido RG ? E em toda a carreira somente venceu 11 MASTERS 1000 ? . Eleição em que participaram Tenistas e a mídia especializada. Quantos Big TITLES segundo a CBF , digo ATP , possuem Laver , Vilas , Borg , Connors, Lendl , Mc Enroe e CIA ? Apenas pra você entender que Goat não vem por aí. Somente em 1990 surgiram os MASTERS que trocaram de nome TRÊS vezes . Veja a relação de TODOS os vencedores de MASTERS e quantos jogadores medíocres conseguiram vencer . Federer continua com mais FINAIS em RG que Novak e com o mesmo número de conquistas em Paris. E ainda e’ o segundo maior vencedor de partidas. Abs!

      Responder
      1. Paulo

        Uma carreira não se mede apenas pelos Slams. É preciso levar em conta os big titles e, neste quesito, Djokovic já superou Federe e Nadal. Vai superar o número de semanas na liderança e, provavelmente, o número de Slams vencidos. Mesmo que não supere já tem mais grandes títulos e terá muitos mais ainda. E supera o confronto direto contra AMBOS.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Leia de novo , caro Paulo. A FIFA , digo ATP , inventou esse papo de Big TITLES, para que os Tenistas comparecessem nos MASTERS 1000 compulsoriamente. Os SLAM , os FINALS ( desde 1970 ) , o Ouro Olímpico , estão bem acima dos MASTERS 1000 . Ela um dia vai ter que fazer como a CBF . Reconhecer os Big TITLES das Lendas antes de 1990 , quando a entidade começou com os MASTERS. Somente não sei se o amigo já era nascido. Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Quanto a h2h , estás de brincadeira . Busque os mesmos entre as Lendas antes do Big 3 . Não serviu pra nada para apontar o melhor . Isso é coisa de torcedor modinha . Abs!

    2. Gildokson

      Que viagem… Quem entra na sala de troféus e não vê nenhuma medalha olímpica dourada é justamente o Djokovic kkkkkkk que no auge da carreira foi eliminado na primeira rodada aqui do Rio.
      O Gênio tem a dele de duplas e poderia muito bem ter outra de simples se não tivesse suado sangue pra eliminar o Del Potro (lembra dele?kkk) naquela semifinal monstruosa de 2012, chegando moído contra o grande Andy Murray na final pra tomar uma surra de 3×0

      Responder
      1. Miguel BsB

        Thiem esta tendo 2 semanas de descanso pra RG, num ano atípico em que disputou muito menos torneios que o habitual, e é um dos tenistas melhor preparados fisicamente…
        Vai vir pra Paris na ponta dos cascos, e com mais moral por ter enfim conquistado 1 Slam.

        Responder
    3. Paulo F.

      Como disse anteriormente, façamos de conta que Federer é a URSS e Wimbledon é Moscou e Nadal é os EUA e Roland Garros Washington.
      Enquanto os EUA já entraram de sola em Moscou, a URSS nunca sequer fez cócegas em Washington.

      Responder
  54. José Eduardo Pessanha

    Amigos Johson & Johnson, o título de maior tenista de todos os tempos não está e nunca esteve em discussão nos últimos tempos. Esse título engloba 3 variáveis: Conquistas, Estilo de Jogo e Legado. Em títulos, o Cotonete sem dúvida vai chegar perto do Craque, mas nos outros dois “campos”, esteve, está e estará a léguas de distância. No estilo de jogo, Djokovic é a seleção de 94, já esquecida por quase todos em virtude de suas qualidades mara-futebolísticas. Já o Craque é a Seleção de 58 e 70 juntas, Pelé e Garrincha em estado de arte. Todos amam vê-lo em quadra. E a terceira vertente é o legado. Thiem, Shapovalov, Felix, Tsitsipas, Berretini, Zverev, Musetti e outros se espelham no jogo supremo do Craque. Talvez um ou outro brucutu se espelhe no Maratênis, como Medvedev e Rublev, mas eles certamente são a exceção da exceção. Ou seja, o Craque foi, é e será para sempre o maior tenista de todos os tempos.

    OBS: Ainda temos uma quarta vertente, a Adaptabilidade. Federer seria Federer nos anos 60, nos anos 80, hoje e em 2050. Já Nadal e Djokovic passariam fome nas quadras ultra rápidas dos anos 80.

    Abs

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    1. Willian Rodrigues

      “Ainda temos uma quarta vertente, a Adaptabilidade. Federer seria Federer nos anos 60, nos anos 80, hoje e em 2050. Já Nadal e Djokovic passariam fome nas quadras ultra rápidas dos anos 80.”

      Com todo respeito amigo, seria mesmo??!! Por que, ou muito me engano, ou ele já não é “Federer” desde 2011, a partir de quando Djokovic, Nadal e Murray (dentro de um certo limite) passaram a dominar o circuito!

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      1. Willian Rodrigues

        Salvo engano, não foi um tal Novak Djokovic, o tenista eleito como melhor da década recentemente???!! Pela própria ATP !!!!!!!
        Não foi o sérvio que derrotou o suíço em TRÊS finais de Wimbledon?? Nem vou mencionar H2H, humilhações para Nadal no saibro, ou para Nole na Austrália! Ponto pacífico: os suíço já não foi “o cara” dos últimos 10-11 anos. Não se adaptou tão perfeitamente ao tênis com maior exigência do ponto de vista físico.
        Quanto a Djokovic e Nadal, tenho lá minhas dúvidas a respeito de suas possíveis adaptações ao tênis no estilo saque-voleio, SE necessário fosse. Infelizmente, não é possível fazer com que ambos retrocedam no tempo e possamos dirimir essa dúvida!! Especialmente o Nole, tem habilidade de sobra pra isso…
        Creio que o amigo, admirador do tênis realmente espetacular, porém nem tão eficiente, jogado por Roger Federer, está obrigado a se conformar com a hegemonia do sérvio na era moderna do tênis. Saudações Nolistas!

        Responder
        1. Daniel

          “Porém nem tão eficiente”. 20 GS, 100 títulos…imagina se fosse eficiente…rsrs

          Não tem jeito amigo: o único tenista que aliou tênis “arte” com eficiência se chama Federer. Já seus concorrentes focaram somente na eficiência, e deu certo. Simples assim. Agora uma coisa é certa: Federer foi o maior vacilão disparado dos 3, para a infelicidade dos torcedores. Perdeu jogos que jamais deveria ter perdido para os concorrentes, diminuindo o seu CV tenístico e engrandecendo o dos rivais.

          Abs

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        2. Sérgio Ribeiro

          Não tão eficiente ? kkkkkkkkkkkkkkkkkk . O parceiro quando retorna da euforia dos fanáticos lá do face do TênisBrasil , se revela numa boa . Essa frase é inacreditável. Mesmo que Novak ultrapasse todos os recordes , a eficiência de Federer contra várias gerações já e’ comprovada . O Servio tem toda a Next Gen atual pela frente pra comprovar . Se e’ que vai ter saco para fazê-lo . Estes Next Gen que enfrentou em Roma , não o deixou tão a vontade rs . Abs!

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          1. Willian Rodrigues

            “Eficiência” mesmo, Federer apresenta contra Nadal e Djokovic!! KKKKKKKKK… Como ele leva vantagem no H2H!
            Prezado, eu usei esse termo (“não tão eficiente”), justamente porque vocês costumam afirmar que Djokovic possui um jogo APENAS eficiente, já o suíço é quem possui um jogo belíssimo, vistoso…
            Da próxima vez eu desenho, assim facilito sua interpretação. Rrrsrs…

    2. Daniel C

      Prefeito, Pessanha! É como já disse aqui: certas pessoas do ligam para resultados. A seleção de 94 ganhou Copa, mas ninguém sente falta. Airton Senna ganhou menos títulos que Schumacher, mas se desse para incluir um dos dois de novo nas temporadas atuais, quem será que escolheriam? Rs

      Abs

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      1. Alessandro Siqueira

        Você deve saber que esse papo de colocar Senna acima de Schumacher é ufanismo, né?! Antes do fatídico acidente em maio de 1994, o alemão estava bem a frente no campeonato. E eu me recordo MUITO BEM da entrevista do brasileiro no fantástico em 1993: ANO QUE VEM A EXPECTATIVA VAI SER DE GANHAR TUDO, AFINAL SERÁ O MELHOR PILOTO NA MELHOR EQUIPE. Enfim, o resto é história.

        Responder
          1. Alessandro Siqueira

            Quem não morre não vira santo. Isso explica bastante coisa, mas não tudo. Mas tem outras coisas. Rixas entre ingleses e alemães, por exemplo. Dificilmente um inglês colocará um alemão como maioral, assim como dificilmente um brasileiro fará com um argentino e vice-versa. O fato é que Senna chegou objetivamente onde Piquet já estava, sendo tricampeão do mundo. Só que Piquet nunca foi querido pela mídia. Dois tricampeões, sendo que um morreu e foi “beatificado”.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Não tem nada de ufanismo, cara.

          Informe-se melhor:

          essa opinião é a que vigora pelo padock da Fórmula 1…

          Constitui a opinião majoritária dos pilotos atuais, ex-pilotos, engenheiros e dirigentes.

          A maior parte deles, em votação periódica concluem desde sempre que o Ayrton foi melhor do que o Schumi…

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      2. Willian Rodrigues

        Eu escolheria Nelson Piquet!! Esse brasileiro protagonizou um dos raríssimos casos na Fórmula 1, onde o campeão do mundial de pilotos não era membro da escuderia campeã!! Rrrsrsrs…

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          1. Willian Rodrigues

            Prezado Rodrigo, mas aí entraríamos naquela discussão sobre os critérios, relação com mídia, etc. Piquet nunca deu muita bola para a imprensa, foi até bastante polêmico, eu diria. Vide sua declaração sobre a suposta feiura da esposa do Mansell, conseguindo a partir disso um racha na equipe Williams e sagrando-se campeão naquele ano.
            Senna conseguiu um pódio muito expressivo em Mônaco (1983) correndo com um motor aspirado (em detrimento ao turbo das equipes de ponta) correndo pela Toleman. Mas, Piquet foi campeão mundial correndo pela Brabham, uma equipe intermediária, se tanto! Quantos pilotos venceram campeonatos em equipes menores? E digo mais, o cara ajustava o carro melhor que qualquer um…

        1. Alessandro Siqueira

          Concordo, Willian. Nunca entendi a extrema diferença de consideração por parte da mídia em relação a Piquet e Senna. Sempre os vi em patamares muito parecidos, mas são julgados como se estivessem em universos paralelos.

          Responder
  55. Paulo Almeida

    Coisas que os antis podem comemorar nesse Masters de Roma:

    – árbitro chamando o Djokovic de Federer;
    – árbitro errando bisonhamente três marcas da bola contra o Ruud;
    – um ou outro smash ruim contra o norueguês por causa do sol na cara na hora do golpe;
    – discurso de campeão abreviado por conta da chuva.

    Acho que só.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Não acho que os anti-Nole estejam tããão tristes assim como você diz. Eu, por ex, sou anti-Nadal. Imagine se eu fosse arrancar os cabelos toda vez que ele ganha Rolanga. Estaria + careca do que o André Agassi.
      Mas aproveito pra parabenizar o sérvio, a você e a toda a torcida dele.

      Responder
  56. Luiz Henrique

    Sou torcedor do nadal, mas está mais do que comprovado q Djoko é o Goat.
    Além de ser melhor q o federer nos pisos rápidos (com a ressalva da grama, mas com a contra-ressalva do h2h dos 2 em finais de wimbledon), ainda é bem melhor q federer no saibro. Penta em Roma é espetacular realmente. E Rafa q anos atrás era subestimado na hard, é penta no Canadá e tetra no us open. São 2 monstros, mas djoko é o Goat. Acho q federer termina em 3º

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    1. Vitor Hugo

      Só ganhou de Federer quando o suíço tinha mais de 32 anos longe do auge. Se tivessem a mesma idade, Federer teria tranquilamente a vantagem no h2h.
      Roger é o inquestionável GOAT!

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      1. Willian Rodrigues

        Mas, Djokovic encontra-se agora com 33 anos de idade!! E segue vencendo os principais torneios diante dos chamados nextgen!!
        Em 2008, naquela humilhação absurda imposta pelo Nadal na final de Rolland Garros, o suíço não tinha entre 27 e 28 anos de idade??!! Ele mal pôde curtir a partida, porque o jogo acabou rápido demais!! Até hoje não sabe qual a cor da bola!! KKKKKKK
        Vocês estão alegando fator idade para as derrotas do Federer desde 2007!! Meu Deus, mas essa não é a idade do Thiem agora?! É notório que o austríaco está no auge de sua compleição física.

        Responder
      2. Paulo

        A desculpa de sempre. A idade! Jogou seu melhor tênis depois dos 32, com uma esquerda muito mais eficiente e ainda assim, não conseguiu vencer. Quando ganha é gênio, quando perde é a idade. Federer só ganhou os últimos três slams dos 20 porque Djokovic estava machucado. Assim que voltou a ficar em forma, acabou com a festa do suíço. Jogou seu melhor jogo na última final de Wimbledon, teve o match point e…….perdeu. Não me venha com essa conversa fiada de idade. Se Djoko tivesse a mesma idade do Federer, o suíço não teria ganhado tudo o que ganhou. Federer, no auge, enfretou Roddick, Hewitt, Safin, Ferrero, Bagdhatis etc. Djoko enfretou FEDERER, NADAL, MURRAY, DEL POTRO, TSONGA, WAWRINKA. Uma geração infinitamente melhor que a do suíço. Ao final da carreira, muito provavelmente terá batido todos os records do suíço.

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        1. Daniel C

          Engraçado como o cara não cita o Nadal como concorrente do Federer, mas inclui ele na lista do Djokovic rs….E o Tsonga é citado como se fosse melhor que um Roddick ou Hewitt rs.
          Mas nenhum comentário a respeito de não terem surgido tenistas mais jovens realmente ameaçadores pro sérvio nos últimos 10 anos, é claro…rs

          Nada como um comentário com viés de torcedor.

          Responder
        2. Luiz Henrique

          Pois é, pra certas pessoas, se djokovic com 40 anos ganhar de federer com 46, djokovic ganhou pq é “muito jovem”, mas o mesmo federer com uns 27 já era “velho” qdo perdia pra djoko ou nadal..kkk

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      1. Sérgio Ribeiro

        Sensato e realista , caríssimo Jonas ? Esse é mais um deslumbrado que sabe pouco da matéria. Duvido que o dono do Blog concorde com a asneira de Federer em terceiro . Esse é tão “sábio” como o Leo Gavião segundo membros da Kombi e seu líder Almeida kkkkkk Abs!

        Responder
  57. Paulo Almeida

    Vejamos agora como ficou o recorde de Big Titles em nível ATP:

    – Djokovic: 36 M1000 + 5 ATP Finals + 1 ATP Cup = 42 títulos;
    – Nadal: 35 M1000 + 0 ATP Finals + 0 ATP Cup = 35 títulos;
    – Federer: 28 M1000 + 6 ATP Finals + 0 ATP Cup = 34 títulos.

    É justo dar o peso de 1,5 para o ATP Finals (M1000 de luxo) e de 0,8 para a ATP Cup, de forma que a situação fica a seguinte com a devida conversão:

    – Djokovic: 36 + 5*1,5 + 0,8 = 44,3 títulos;
    – Federer: 28 + 6*1,5 + 0 = 37 títulos;
    – Nadal: 35+ 0 + 0 = 35 títulos.

    Sim, vemos que o GOAT tem ampla vantagem no VERDADEIRO recorde de títulos nesse âmbito. Até me enganei na outra pasta dizendo que o de M1000 é o segundo ou terceiro mais importante, quando de fato é esse daí.

    Responder
    1. Gildokson

      Paulo, fala sério cara, tu não pode estar dando tanta importância assim pra esse experimento da Atp chamado ATP Cup que além de tudo é por equipes.
      Deixa de graça cara e conta só o que é de verdade. Talvez… daqui à alguns anos essa Cup aí tenha realmente importância e tradição. Por enquanto ela é só algo tentando tomar o lugar de um campeonato tradicionalíssimo que ja existe à séculos.
      Minha opinião. Abs!!

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      1. Willian Rodrigues

        MAS, estavam presentes lá, e em plena forma, Nadal e TODOS os promissores membros da “next”gen, da “intermediate”gen, todos muitíssimo sedentos por representar bem seus respectivos países!! Fora a motivação pessoal de obter um título inédito!
        Todos os tenistas descansados, “nos cascos”, pensando no torneio como preparação para o Australian Open. Djokovic jogou tão bem e intensamente que obteve vitórias expressivas até mesmo nas duplas. Assistam às partidas de Nole contra Shapovalov, Medvedev e Nadal. Verão o quanto ninguém estava afim do título. Rrrrsss…
        Duvido muito que os fãs do suíço, ou mesmo do espanhol, desdenhariam desse torneio caso um deles o tivesse vencido…

        Responder
      2. Paulo Almeida

        A ATP Cup é baseada no ranking de simples, conta pontos no ranking de simples, teve 10 dias de duração e a presença de todos os tenistas top, exceto os suíços. Foi um puta torneio e não tem muito a ver com a Davis pra mim.

        Ora, eu dei o peso justo de 0,8, pois o Djoko somou quase 800 pontos com a conquista.

        De qualquer forma, vai haver alguma mudança se eu tirar a ATP Cup da conta? Rs.

        Responder
    2. Babidi

      Qualquer pessoa: a

      LISPECTOR, Paulo Almeida: Djokovic é o GOAT, o melhor da história. O choro é livre para os fãs do Frauderer, o sparring suíço

      Kkkkkkkkk

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      1. Alessandro Siqueira

        Lula foi condenado por ATOS DE OFÍCIOS INDETERMINADOS, coisa que ninguém sabe dizer na prática o que é, já que direito penal costumava trabalhar com imputação objetiva: no dia X fulano fez Y e Z. Sua conduta foi gravada, fato que corrobora a narrativa da testemunha W e do delator K. Enfim, a sanha anti-pt é tão real quanto o fogo no Pantanal e a dominância do sérvio, mas as pessoas seguem vendo apenas o que querem.

        Responder
        1. Rafael

          Prezado Alessandro,

          Não vou entrar no mérito de quem ou o quê está sendo discutido, mas gostaria de deixar registrado meus parabéns pela argumentação. Lógica e objetiva.

          Responder
    3. Sandro

      Vamos aos fatos:
      – A ATP CUP é um dos maiores torneios já idealizados pela ATP e já foi um enorme sucesso de público e mídia já na sua estreia!
      – A ATP está longe de ser um “experimento”, ao contrário, a ATP CUP é um grane realidade dentro da ATP!
      -A ATP CUP é a Copa do Mundo da ATP, é um título importantíssimo que todo grande tenista quer ter na sua carreira!
      -A ATP CUP põe em jogo a disputa de muitos pontos para o ranking da ATP, logo, é um torneio importantíssimo e indispensável para quem está preocupado com seu ranking!
      – Djokovic teve uma sequência incrível de vitórias sobre grandes tenistas da atualidade na sua primeira conquista da ATP CUP!
      -Djokovic venceu em sequência tenistas talentosíssimos como Kevin Anderson, Gaël Monfils, Cristian Garín, Denis Shapovalov, Daniil Medevedev, Rafael Nadal, o que faz esse título de ATP CUP valer muito na carreira do Djokovic!

      Responder
  58. Jonas

    Djokovic jogou para o gasto e venceu. Pode e deve jogar muito mais.

    Recordes? O próprio Djokovic deixou claro que quer superar as principais marcas. Do jeito que trabalha pra isso, vai mesmo.

    Uma derrota no ano, incrível. Para quem? Rs. Tá difícil parar o cara, mas tem que respeitar o Nadal em Roland Garros.

    Realmente tinha um sujeito aqui que chamava o sérvio de Djokovice de Roma, rs. Deveria refletir, pensar na vida e voltar daqui a um tempinho com uma piada melhor.

    Responder
      1. Jonas

        Sérgio, sugiro parar de sangrar. Pode fazer qualquer ginástica aí que não tem como. Djokovic é PENTA de Roma na era mais difícil para se ganhar algo no saibro. Djokovic inclusive já derrotou o E.T do saibro em Roma por três vezes. Você pode chorar muito mas muito que tá bem engraçado, kkkkkkk.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Chorar de que , mane’ ? Repetindo : Novak venceu Cinco, ma foi Penta Vice : três pra Nadal , Murray e Zverev ( ambas em Sets diretos ) . Isso é fato sendo que as três últimas foram em sequência. Jura que não sabias ? rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Jonas

            É claro que eu sabia, o que não muda o fato do Djokovic ter um currículo absurdo no masters 1000 de Roma, que fica no saibro, piso preferido do Nadal, lembra?

  59. Josh

    Para fechar com chave de ouro o ano, é “só” vencer Roland. Mas lá Nadal é supremo, a conferir. Dá-lhe Nole, nada é impossível. Esse Roland promete….

    Responder
  60. Sandra

    Dalcim, já vi Djokovic, Federer, eu acho que o Stan também, pegaram chaves duras, fizeram semifinais de 5 sets e acabaram levando algum grand slam, mas hoje em dia não estou vendo mais isso , quando alguém pega uma semifinal de 5 sets e ganha , não consegue ganhar a final, hoje em dia para cravar alguém não tem que. Erma. Have antes ? Aliás o Nadal já passou por 5 sets na seminal e ganhou a final ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que depende muito de cada situação, Sandra. Não há uma regra específica. Depende da campanha como um todo e do estilo de jogo.

      Responder
      1. Marcelo

        Dalcim,

        O tênis de hoje não “parece”desgastar mais que a 15 anos atrás? Tenho a impressão que os tenistas tem que bater mais rápido, mais forte e ainda assim buscar retornos mais pesadas e mais longe. Em resumo, vocÊ acredita que os 5 sets de hoje são mais desgastantes que 5 sets de 15 anos atrás?

        No futebol, volley e basquete pra mim é muito clara a evolução de rapidez no jogo, até mesmo por conviver mais próximo, mas nem todos os esportes evoluíram da mesma forma.

        Entendo que independente da modalidade, o tempo de recuperação do atleta é basicamente o mesmo, dependendo mais do tipo de esforço que ele exerce durante uma partida.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Você tem razão, Marcelo, mas esse me parece um tema um tanto complexo. Vejamos. O tênis ficou padronizado e mais lento. Para fazer a bola andar mais, o tenista precisou ganhar muito mais físico do que antes. Também está mais veloz e resistente. Portanto, o jogo ganhou um aspecto físico crucial e o tenista dos últimos anos tem de ser um verdadeiro atleta, diferente da década de 80 ou 90, em que o talento ainda valia bem mais. O avanço científico teve contribuição essencial nisso e ainda mais na recuperação do tenista. Parece milagre um jogador ficar 5h na quadra e estar em completa forma 48h depois. Em compensação, esse esforço também gera um número alto de contusões dos mais variados tipos, até mesmo tem jogadores de pouca idade. Foi o preço a se pagar pela lentidão imposta ao circuito.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Mestre, quando você diz que o tênis ficou mais lento, refere-se exatamente ao que? O jogo?
            Sempre comparo os jogos dos anos 80 com os atuais e percebo uma diferença gritante em velocidade. Vejamos os jogos em Nova York do mês passado e mau conseguíamos acompanhar a bolinha tamanha sua velocidade. Assistir a jogos dos anos 80 me agoniava.

          2. Sérgio Ribeiro

            E o Equipamento, caro Dalcim ? Tem uns que insistem em ver as partidas daquela época com RAQUETE DE MADEIRA e comparar as velocidades … Abs!

          3. José Nilton Dalcim

            Pois é, comparar épocas é algo impossível e eu diria até injusto. Os equipamentos eram completamente inferiores, algo como comparar tacape com revólver… rsrs…

          4. Luiz Fabriciano

            Vou continuar por aqui, se me permite, porque não há mais espaço abaixo.
            Não comparo épocas, estou discutindo o que todo mundo discute – as mudanças de pisos.
            Falar que ficaram mais lentos (pisos) eu concordo, mas o esporte evoluiu muito em todos os aspectos, tornando essa mudança menos importante.
            Veja os recordes de velocidades em saques e winners. São todos da época atual.
            O saque-voleio deixou de ser fundamento contumaz quando a velocidade do saque passou a não permitir mais.
            E não é necessário falar novamente que as raquetes eram de madeira e as bolas mais leves. Não faria essa comparação infantil, pois, ninguém optaria por usar uma raquete de jacarandá em detrimento de uma super moderna Wilson ou Head. Era o que tinha. Aí sim, seria um tacape contra uma pistola automática, rss.
            O fator atlético também evoluiu muito e não temos noção até onde irá. Você mesmo afirmou que hoje é comum um tenista fazer um jogo de 5 sets e estar disposto a outro 48 h depois. Federer fez isso recentemente em sua magistral companha na Austrália 2017 aos 36 anos.
            Para não me delongar mais, se temos pisos mais lentos ou padronizados, compensa-se em força, vitalidade, técnica, equipamentos, treinamentos, logística etc. O jogo em si é mais veloz.
            Grande abraço.

  61. Lola

    Dia ruim para os medíocres haters do sérvio.
    Tem um q só sabe falar q ND não joga nada, mas não perde um jogo do G.O.A.T.
    😂🙃
    Eu também não perderia a história sendo escrita.

    Responder
  62. Tiago

    Este M1000 de Roma talvez tenha sido um dos Masters mais fracos vencidos por Djokovic. Sem pegar nenhum top 10 no caminho, pelo menos reconheceu que não está no seu melhor nível de Tênis jogado. Também convenhamos, depois da trágica desclassificação no US Open seja um pouco compreensível. Espero que o título possa dar a confiança que faltou em quadra nessa semana. Pois, se quiser ir longe em RG terá que melhorar muito seu nível e cometer menos Erros não Forçados. Mesmo assim o torneio foi interessante…vimos um Nadal jogando com dois “galinhas mortas” nas primeiras rodadas, mas quando confrontou com um adversário de qualidade no saibro romano foi eliminado com certa facilidade por Schwartzman, que ao meu ver, merecia o titulo pela grande semana que jogou. Depois da surra que deu em Nadal, fez mais um jogo brilhante com Shapovalov nas semis. Uma pena que perdeu na final pelo desgaste físico e mental. Ainda com mais um ATP 500 na semana, não sinto muitas coisas mudar para os favoritos em RG. Talvez, se tiver uma chave diferente da maioria da década, sim isso mesmo rsrs… não lembro de ver Nadal pegar uma chave justa e difícil desde 2009 no Grand Slam Francês. O espanhol é claro o melhor do saibro de todos os tempos…mas vai ter tamanha sorte assim lá em outro planeta…Para mim, por ser um Grand Slam e melhor de cinco sets, ele continua ainda sendo meu favorito ao título. Por outro lado Thiem, que foi duas vezes vice campeão em Paris e que vem de título no US Open, não vai disputar nenhum preparatório…se por um lado é bom para ele descansar da maratona que teve no Grand Slam Nova Iorquino, do outro ele poderá ter dificuldades de adaptação e falta de ritmo de jogo no saibro, mesmo sendo seu piso predileto. Vide a campanha de Nadal em Roma…
    Espero que tenhamos uma boa chave sorteada na quinta-feira, caso contrário…poderemos ter mais um Grand Slam Francês monótono e sem surpresas.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Rapaz, não sei se você torce pro Djokovic, mas vi algumas besteiras no seu comentário.

      O sérvio não pegou nenhum top 10, mas derrotou Koepfer (bateu Monfils), Ruud (eliminou Berrettini) e Schwartzman (bateu Nadal). E teve dificuldades contra todos eles, incluindo também o Krajinovic. Foi um título que exigiu esforço, apesar de não ter sido parrudão.

      Como assim o Nadal não teve chave justa difícil desde 2009? O que dizer de 2011 a 2014 pelo menos?

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Você se contradisse agora como nunca , engraçadíssimo Almeida . Esses que você citou seriam bagres ? Claro que não mane’ . Vários TOPs caíram antes e o que Novak Djokovic que vinha de três derrotas consecutivas em FINAIS no MASTERS 1000 de Roma tem a ver com isso ??? Venceu com todos os méritos e sem essa babaquice de parrudo ou parrudinho . Veja quantos TOP 10 estão no ATP 500 de Hamburgo. Então o Campeão se for Tisitsipas, Medvedev, e um dos outros três TOP 10 presentes o Torneio alemão será parrudo ? Kkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Ribeiro, leia minha resposta para o Gildokson e não CONFUNDA quedas inesperadas de grandes jogadores com os títulos horrorosos da entressafra!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Jura que os caras que destronaram Sampras , Agassi e GUGA , compunham esta “ entressafra “ , desinformado Almeida . Como não és tão criança , começo a acreditar que além de mal intencionado , não conheces nada do Esporte rsrsrs Abs!

      2. Gildokson

        Olha aí kkkķkkk Ta vendo a contradição?! “Ah que fulano bateu Monfils (sério?! o Monfils como referência kkkkk) beltrano bateu Berrettini, ciclano bateu Nadal…”
        Peraí!! Mas isso não cansou de acontecer nos títulos do Federer que você tanto questiona???
        Baita tiro no pé hein Paulo!! Vamo falar a vdd, ja teve Hale e Dubai do Federer que foi mais difícil que isso aí!!!! kkkkkkkk

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Errado, Gildokson!

          Não confunda títulos fáceis em função da queda precoce de membros do Big 4 com aqueles da entressafra. Naquele período não interessava quem caísse durante o torneio, pois todos eram bagres. O título já estava definido desde o sorteio da chave.

          Responder
  63. Abel Afonso

    Olá Dalcim.
    Acho que tanto eu quanto o senhor não teremos a chance de ver alguns feitos ultrapassados em termos de ATP após o fim do big 3:
    – Um mesmo tenista ter mais de cinco títulos em um mesmo Slam.
    – Um mesmo tenista ter todos os títulos Masters 1000 no seu portfólio ou dez no mesmo torneio.
    – Um tenista manter 237 semanas seguidas a liderança do ranking.
    Eu me impressiono claramente com Nadal e sua supremacia no saibro.
    Mas o que Djokovic faz em todo o circuito é tão ou até mais impressionante que o espanhol em termos de temporadas.
    São quatro títulos ou mais em seis dos nove Masters e ao menos dois em cada.
    E analise Dalcim: pelos pontos que possuem e o que podem ganhar, Thiem é a única ameaça de Djokovic. E precisa vencer RG, Paris e o Finals e torcer para o sérvio não faturar pontos além dos que já possui: basta a Djoko ser finalista em RG ou duas vitórias no Finals e ele garante o número um até o fim de Janeiro.
    Se eu estiver errado, me corrija.

    Responder
  64. Thiago Silva

    Aquele árbitro do jogo é muito irritante, não sei porque ele tem que usar tanta afetação na hora de falar os pontos, pior que o Bernardes. “Trinta Quiiiiiinge, Diuuuce, Forty Fifteeennnaaa”, custa nada falar normal.

    Responder
  65. Stevan Soares

    Em sua opinião Djokovic já é o segundo maior da história ? Já que tem mais Masters 1000(double masters calendário) , Finals , h2h favorável contra Federer e Nadal , melhor na dura e grama e diferente do Nadal q é bom em todos mas tem boa parte dos títulos no saibro ? Ou Nadal ainda tá em segundo ??

    Responder
      1. FELIPE E DE S ROSA

        Mestre, tenho algumas ressalvas qt a essa atualização de Djoko para o segundo lugar all time, gostaria de entender o pq, vamos lá:

        1. 2017 – Nadal termina como número 1 do mundo e 2 GS na conta em 3 finais (e que final do AO), porém Federer foi o melhor nesse ano e todos sabemos;
        2. 2018 – Nadal termina como número 2 do mundo por pouquíssimos pontos e mais 1 GS. Ultrapassado apenas no Finals pelo Djoko, além da lesão que não permitu terminar como número 1, jogou apenas 10 torneios ( e apenas 4 ou 5 derrotas) salvo engano, contra 15 ou mais do Djoko, portanto nesse ano ele foi o verdadeiro número 1 e todos sabemos tb;
        3. 2019 – Nadal termina como 1 do mundo e 2 GS novamente em 3 finais;
        4. 2020 – Com certeza Djoko foi melhor no ano, mas convenhamos, ano meio difícil pra se colocar mto peso nessa “conta”.

        Se no final de 2018 vc colocou Nadal como 2, matematicamente, não consigo entender como houve essa troca, já que o espanhol nas últimas 3 temporadas cheias reinou mais que o Sérvio.

        Responder
      2. Marcelo

        Caro Dalcim,

        – Não poderíamos penalizá-lo por atirar bolas em juízes de linha em mais ou menos 3 posíções?
        – Entre a imprensa especializada e pessoas do meio, vc arriscaria fazer uma projeção (em porcentagem) de admiradores entre Nadal/Djokovic/Federer?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Você diz tirar posições do ranking? Acho um exagero, além do que não foi proposital. Quanto ao percentual de admiradores, não conseguiria fazer uma projeção da imprensa, mas posso te dar uma noção do mercado em si: Federer tem 50%, Nadal 35% e Djokovic 15%.

          Responder
          1. Marcelo

            No caso, tirar posições apenas da disputa pelo GOAT mesmo (jogá-lo mais próximo do McEnroe, que também tinha estes rompantes e mudanças de humor repentinas *bipolaridade* e descontava nos juízes).

            Visto que o ibope dele já é baixo mesmo…

      3. Gabriel aguiar

        Dalcim, importante ressaltar que Nadal perde pro Dokovic no H2H porem vence em GS, 9 a 6, e nao da pra comparar Slam com Atp 250…é uma ressalva bem importante

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E Roma foi o único MASTERS 1000 no Saibro que Sampras venceu . Já Federer venceu SEIS MATERS 1000 no Saibro e CINCO FINAIS em Paris . Será que Novak empata ou cai antes como nos últimos dois anos ? Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Correção : Chegou a 5 FINAIS . E somente perdeu alguma para o Rei do Saibro. Parece que Novak não teve a mesma sorte … Abs!

          2. Jonas

            Quer mesmo comparar Djokovic e Federer no saibro amigão?

            Federer tem Monte Carlo? Federer ganhou Roma alguma única vez? Federer já derrotou Nadal em Roland Garros? Existe um mísero 5° set entre Federer x Nadal em Roland Garros. É muito fácil te colocar no bolso, tente argumentos melhores na próxima, abs.

          3. Rodrigo S. Cruz

            ” é muito fácil te colocar no bolso”.

            Pfff.

            Mais uma frase arrogante, típica de quem procura atacar a pessoa, e não o argumento…

          4. Jonas

            Isso vindo do sujeito mais arrogante e ofensivo do blog. Costumo argumentar com o Sérgio Ribeiro na maioria das vezes. Uma hora ou outra acabo exagerando, assim como ele. Não sou santo, mas você não tem moral aqui pra cobrar nada.

      1. Sérgio Ribeiro

        Ele não e‘ tri vice em Roma caríssimo Abs! Abs! Abs ! rsrsrs . Ele é Penta Vice em Roma e tinha perdido as três últimas mane’ kkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Paulo F.

          Djokovic pode ate´ ser pentavice de Roma , mas tambe´m e´ pentacampe~~ao de Roma .
          Ja´ o tal , melhor de todos os tempos , e´ tetravice de Roma e n~ao possui nenhum ti´tulo.
          rsrsrsrsr ;!! abs ,!

          Responder
  66. Gabriel

    Dalcim, você vê fatores como temperatura, umidade entre outros que podem atrapalhar Nadal?não vê ele como o principal favorito a RG?acho que e não foi bem contra o argentino mas fez excelentes jogos antes…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Roland Garros será jogado provavelmente num clima mais ameno, então não vejo isso como fator primordial. Acho que a derrota para o Schwartzman pode pesar, mas bastarão dois ou três bons jogos em Roland Garros para ele recuperar a confiança. O físico, claro, ainda é dúvida porque não foi testado em Roma. Mas Nadal em Paris sempre será o principal favorito, ao menos até a bola rolar.

      Responder
  67. Fernando Peixoto

    Uma péssima atitude em quadra, como sempre, pois só demonstra educação quando ganha. Quando perde ou está perdendo, é uma criança mimada. Porém, como tenista, é hoje o mais completo, superando a dupla Fedal. O sérvio é talvez o favorito em Paris. Rafa parece ainda não estar com o físico ideal. Concorda, Dalcim? Contrapontos são bem-vindos!

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Sugiro que assista todos os vídeos de todas as derrotas do sérvio e reveja sua atitude ao cumprimentar o adversário na rede.
      Exclua somente as pós-pandemia, porque não se deve cumprimentar mais como antes. Aliás, pós-pandemia não houve nenhuma derrota.

      Responder
  68. Marcos Castillo

    Dalcim, boa noite! Pegue a bola de cristal por favor: Quantos por cento de chance do Nadal levar este Roland Garros e quantos por cento todos os outros tenistas juntos? Abs

    Responder
          1. Carlos Henrique

            Medvedev, Dalcim? Acho que o russo nunca ganhou um jogo em RG rsrs
            E olha que ano passado fez uma ótima gira no saibro europeu, mas no creme de lacreme afundou.d

      1. Enoque

        Minha visão sobre probabilidades é bem diferente. Existem vários fatores que podem eliminar os favoritos: Lesão, mal estar, virose, desgaste, Covid, 1 dia ruim, brigado com a mulher, um adversário inspirado, descontrole, desclassificação, etc…
        Sendo assim, ninguém pode ser totalmente descartado, entre os 128 participantes. Colocaria mais ou menos assim, em percentuais;
        Nadal 23
        Djoko 20
        Thiem 10
        Medvedv 5
        Bautista 5
        Zverev 5
        Tsitsipas 4
        Berettini 3
        Shapovalov 3
        Goffin 3
        Monfils 2
        Schwartman 2
        Fognini 2
        Kachanov 2
        Busta 2
        Dimitrov 2
        Aliassine 1
        Raonic 1
        Wavrinca 1
        Minaur 1
        Coric 1
        Ainda sobra 2% para uma super zebra qualquer.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Desculpe , caro Enoque . Até Novak legítimo campeão, admitiu que precisa subir o nível . Como jogou não tem como ter o dobro do % de Dominic Thiem. Mas isso é tão somente a minha opinião. Abs!

          Responder
      2. Wilson Roxha

        Dalcim, 10% para Thiem é muito pouco. Finalista nas duas últimas edições de RG, venceu Nadal no AUSOPEN e por mínimos deralhes não venceu tb Djoko, tirou um peso enorme com o título no USOPEN, fisico invejável, vem melhorando a cada ano…vamos aguardar.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Temos de imaginar que, para Thiem ganhar Roland Garros, é bem provável que tenha de derrotar sucessivamente Nadal e Djokovic justamente nas rodadas decisivas. Daí meu percentual inferior, WIlson.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Na teoria, o Diego pegaria cabeças de 5 a 8 nas quartas, mas obviamente pode pegar um adversário bem duro nas quartas também, como um Rublev ou um Khachanov.

  69. Chetnik

    Tem um mané que chama o GOAT de Djokovice de Roma. Se o cara é o vasco de Roma com 5 títulos, o Frauderer é o que? O mendigo de Roma? Kkkkk.

    “Mas, mas, mas…” kkkkk.

    Enfim. Djoko começou mal, mas ele sobe o nível quando quer. Tem controle absoluto das coisas. Com o talento superior e a maior versatilidade de todos os tempos que ele tem, consegue. Só para o mais completo de todos os tempos.

    PS: Dois recordes quebrados de uma vez só, embora o do Sampras ainda não seja o recorde maior. Questão de tempo. Questão de tempo.

    PS2: ATP vai ter que se esforçar mais para parar o GOAT.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Enquanto DjokoGOAT Serbinator é pentacampeão e 10 vezes finalista em Roma, a partícula subatômica da esquerda atrofiada é só trivice e terminará “virgem” tanto lá quanto em Monte-Carlo. Lembrando que o melhor da história foi responsável por um desses vices, ao vencer com facilidade em sets diretos em 2015.

      Responder
  70. Paulo F.

    “Dominic Thiem é o melhor jogador do saibro nos últimos três anos, fora o Naldal”.
    Enquanto isso, Djokovic ganha em Madri em 2019 e em Roma em 2020, o Thiem continua VIRGEM em títulos importantes do saibro.
    Que tristeza ter que criar uma realidade paralela para TENTAR subverter o tenista que odeia.
    Mas como diz o nobre Luiz Fernando: aqui é diversão garantida!

    Responder
    1. Chetnik

      Isso é papo de maluco. O Djoko, em 2020 só, tem mais MS no saibro que o Thiem tem na carreira toda, kkkk. “Ah, mas o H2H tá 2×1 em RG”. Ué, mas eu pensava que H2H não significava nada? Kkkk. Nação zumbi com sua coerência de sempre.

      Responder
  71. Thiago Silva

    Com todo respeito ao Schwartzman, que não tem culpa de ser baixo, mas o Rafa não pode perder pra um jogador que saca a 165km/h no saibro, hoje ficou ainda mais evidente a vergonha que foi aquela derrota, o Djokovic vai chegar com muito mais moral pra RG, ainda bem que eles só podem se enfrentar na final, senão o enredo de 2015 ia se repetir, tomara que o Thiem caia pro outro lado de novo.

    Responder
  72. Márcio Augusto

    Olá Dalcin, boa noite. O que o Djoko sentiu na decisão do ano passado, contra o Nadal, o Schwartzman sentiu hoje: depois de semifinais desgastantes, ambos, na parte física, sucumbiram nas finais. O sérvio no ano passado, após semifinal dura contra o próprio argentino e este, nessa edição, contra o Shapovalov. Enquanto isso, Novak vai caminhando para ser o maior de todos os tempos. Parabéns pelo blog!

    Responder
  73. Alfred

    Dalcim, se vc tivesse que apostar todas as suas fichas em quem será o campeão de RG, em quem apostaria? nadal ou djokovic?

    Eu sinceramente apostaria no nadal, pq ele lá é um ET, não dá p explicar racionalmente o que ele joga no saibro francês..lembrando que ano passado o Nadal tb chegou desacreditado, perdendo precocemente em vários torneios de saibro que sempre ganhava mas embalou no final e deu no que deu, mais um título de RG na prateleira..

    Responder
  74. Vitor Hugo

    Assisti apenas uma parte do jogo, no horário do almoço. Nível baixíssimo! De um lado um tenista limitado, cansado, mas com um grande coração. Do outro um tenista chiquilento, eficiente, mas um bagre quanto estética dos golpes.
    Fato é que, BAGREvice não enfrentou nenhum tenista top 10 desde que voltou o esporte. Creio que não terá chances se enfrentar um Thiem ou Nadal em RG, pois é freguês dos dois por lá, principalmente se pegar uma chave razoavelmente mais difícil do que enfrentou até agora.

    Não sei muito bem, mas creio que o sérvio talvez esteja no top 5 dos maiores do esporte. Talvez.

    Só pra lembrar os colegas que Roger segue liderando a lista de Big Titles, que são finals e slam.

    Responder
    1. Willian Rodrigues

      Ainda que analisado isoladamente, apenas aquele “lob” aplicado pelo Djokovic no forehand já nos permitiria classificar a partida como excelente!! Já valeu o ingresso para quem esteve no complexo prestigiando o evento, e correndo risco de contaminação pelo SarsCov2, claro.
      Lamento, mas esse seu esforço para desmerecer o sérvio é realmente inócuo.
      Como alguém que detenha tantos recordes, inclusive alguns que o craque Roger Federer ou o mosntro Nadal ainda não possuem, pode ser tachado de “bagrevice”???!!
      Eu me sentiria constrangido de afirmar tal coisa…

      Responder
  75. Enoque

    Estou repetindo, pois este é o assunto desse post.
    Com estes 400 pontos acrescentados em Roma, o Djoko tem grandes chances de terminar o ano em primeiro. Sua vantagem sobre Nadal sobe para 1.410 pontos e 2.135 para o Thiem.
    O Nadal ainda pode acrescentar 640 pontos no ATP 1000 de Paris e 1.100 no Finals.
    O Djoko só fez 200 pontos no Finals e tem grande chance de acrescentar muito lá.
    Se o Djoko fizer a final em RG acrescenta 480 pontos e estará tudo resolvido, mas, se for eliminado mais cedo, poderá optar pelo atp 500 de São Petesburg (12/10) e atp 500 de Viena (26/10), abrindo mão do ATP 1000 de Paris, onde já tem 1.000 pontos garantido.
    Na minha opinião o recorde de número de semanas na liderança é tão importante como o recorde de GS, só um pouco menos glamuroso.

    Responder
    1. Abel Afonso

      Você ter o número um de um esporte é muito importante e equivale a ser mesmo o que é: o melhor independente da sorte ou azar. Pode ficar fora de um torneio por motivos vários, más no conjunto esportivo foi o melhor.
      Djokovic não jogaria St. Petesburg incluindo questões políticas.
      Acho que jogou Viena mas não creio que faria isto por pontos nessa temporada.
      Ele vai entrar em RG para vencer, Paris para vencer e no Finals para vencer.
      Este ano proporcionou ao Djokovic um presente: Em RG é ganha-ganha já que seus adversários no ranking são Thiem e Nadal.
      Em Paris é ganha-ganha já que aos dois apenas o título interessa em termos de pontos e ele apenas joga pelo troféu e definir o número um até fevereiro.
      E no Finals basta ele vencer duas de três para manter o número um se ( E SOMENTE SE) Thiem vencer RG, Paris e Finals ou Nadal vencer Paris e Finals e Djoko não melhorar nenhum de seus resultados.
      Já que no sorteio de RG ele não deve ter em seu lado nem Thiem e nem Nadal, a chance de ir a final aumenta muito e a fatura (repito) até 31 de janeiro é grande.

      Responder
      1. Enoque

        Achei interessante seu ponto de vista, é lógico que em RG ele vai com tudo e se ganhar não precisará administrar a pontuação, pois a vantagem seria grande.
        Mas, em caso de eliminação precoce, poderia adotar o plano B, jogando Viena, onde seria recebido como um rei e teria 500 pontos quase garantidos, e estaria se poupando para o Finals, já que o ATP de Paris fica muito próximo do Finals. Claro que seria melhor o Plano A, então veremos.

        Responder
    2. Maurício Luís *

      Obrigado por fazer todas essas contas. Eu bem que tentei, mas caiu um zero no chão, a gata Naná pensou que era um biscoito, comeu… e aí eu perdi o rumo.

      Responder
      1. Enoque

        Essas contas não nada de complicado. Não envolve equações diferenciais, integral ou trigonometria, somente contas de somar e subtração e um pouco de paciência. No golfe é bem mais complicado, com redução no peso da pontuação a cada semana, como se fosse um descarte gradativo com o passar das semanas, o que valoriza os eventos mais recentes.

        Responder
    3. Alice

      Concordo contigo, Enoque. Quanto ao recorde de semanas como número #1 ser tão importante quanto o de Grand Slans. É só uma questão de charme mesmo em virtude da história do tênis. O que é super compreensível. Se lutou por décadas pra se ganhar um Major e não ser número #1.

      Responder

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