El Peque ficou gigante
Por José Nilton Dalcim
19 de setembro de 2020 às 19:16

É quase impossível não torcer para Diego Schwartzman. O baixinho argentino vive numa terra de gigantes, onde sua média de saque de 161 km/h parece uma heresia e sua envergadura cobre talvez 30% a menos de espaço. Mas isso nunca o limitou. Ainda que não tenha grandes títulos na carreira – o maior foi o do Rio Open -, consegue se destacar em todos os pisos e isso o mantém há pelo menos três temporadas entre os 20 ou 30 primeiros do ranking.

Um de seus pesadelos terminou enfim neste sábado, ao derrubar o tabu de nove derrotas contra o todo-poderoso Rafael Nadal, o digno ‘rei de Roma’. O argentino foi o tenista realmente agressivo em quadra, mostrou notável solidez até mesmo para encarar os forehands cruzados do espanhol e ousou com curtinhas e voleios. Fez um primeiro set impecável e poderia ter vencido ainda com maior facilidade. Os números mostram o quanto ele mandou nos pontos: 31 a 21 nos winners e 17 erros frente a 30, vencendo 11 das 15 tentativas junto à rede, o que inclui o match-point. Para completar, ainda se mostrou superior nas trocas mais longas (23 a 16).

Faltou a Rafa esse poder decisivo. Tentou fazer um começo de jogo burocrático, apostando talvez que El Peque pouco a pouco caísse na armadilha. Quando viu que o adversário estava com a mão boa e com muita perna, foi obrigado a tentar decidir mais os lances e aí seu forehand o deixou na mão. A bola descalibrada na paralela é o sinal mais evidente de sua falta de confiança. Sem mais o que jogar, terá de solucionar esses problemas antes de Roland Garros começar, dentro de oito dias.

Às 14 horas deste domingo, Schwartzman tenta um novo passo para realizar outro sonho: chegar ao top 10. Ele encara mais um canhoto, Denis Shapovalov, em duelo inédito no circuito, e o próprio canadense é um candidato ao 10º lugar caso vença. Aos 21 anos e 20cm mais alto, Shapovalov é dono de enorme força física, backhand simples belíssimo mas nem sempre calibrado, jogo de rede cada vez mais vistoso. Mesmo tão jovem, já decidiu o Masters de Paris do ano passado.

Depois das quatro vitórias no US Open e de ter ficado perto da semi, adaptou-se rapidamente ao saibro e já tirou especialistas como Guido Pella e Pedro Martinez. Segurou a cabeça contra Ugo Humbert e se mostrou muito mais consistente do que Grigor Dimitrov neste sábado, mesmo com índice fraco de primeiro saque. O saibro não é sua praia, a ponto de ter vencido um único top 20 no piso e ter chegado a Roma com 12 vitórias e 12 derrotas na carreira.

E existe uma terceira surpresa nas semifinais de Roma, um ‘next gen’ bem menos badalado. Filho de ex-top 40, Casper Ruud é um genuíno jogador de saibro com seus golpes firmes da base e 1,83m ideais para o piso. A vitória deste sábado sobre Matteo Berrettini foi sua primeira sobre um top 10 em quatro tentativas e a segunda da semana em cima de um dos 20 primeiros, já que também tirou Karen Khachanov em três sets na primeira rodada. Fã confesso de Nadal e campeão de Buenos Aires em fevereiro, terá uma experiência inédita e obviamente dificílima contra Novak Djokovic.

Se servir de motivação para o garoto norueguês, o líder do ranking e tetracampeão de Roma esteve longe dos seus melhores dias diante do 97º do ranking, o canhoto alemão Dominik Koepfer. Deixou escapar vantagens confortáveis, o que o forçou a jogar o terceiro set, perdeu o controle e destruiu raquete, além de ser chamado de ‘Federer’ pelo juiz. Cometeu 38 erros, 26 deles de forehand, e ganhou apenas 45 de 75 pontos com o saque. Vencer é sempre bom, mas não dá para ficar radiante.

Quer dizer, depois da queda de Nadal, até que dá.

Feminino: imprevisível
As semifinais femininas de Roma também têm uma canhota de 21 anos motivada para barrar as concorrentes de maior nome: Marketa Vondrousova. Mas o fato é que a rodada deste domingo está completamente aberta.

A cabeça 1 Simona Halep jogou apenas 10 games antes do abandono de Yulia Putintseva e agora faz duelo de ex-números 1 contra Garbiñe Muguruza, que reagiu e virou em cima de Victoria Azarenka. A espanhola ganhou quatro dos seis duelos diante de Halep.

Muguruza e Vika fizeram um jogo de altos e baixos, marcado por 13 quebras de serviço num total de 31 break-points. Os erros também se destacaram, com 36 da vencedora e 31 da bielorrussa. Vika fez um segundo set tenebroso, com apenas cinco pontos no próprio saque, e quase levou o terceiro, virando de 1/3 para 4/3 e com break-point. Muguruza teve sangue frio e foi incrivelmente consistente na reta final.

A outra semi também é muito interessante, já que reúne a atual campeã Karolina Pliskova e a também tcheca Vondrousova, a atual vice de Roland Garros. Pliskova fez um jogo de risco, o que gerou mais winners e erros, e atropelou Elise Mertens no terceiro set. Vondrousova teve vida muito mais fácil e só perdeu três games para Elina Svitolina, abusando de curtas e lobs. Pliskova que se prepare para correr.


Comentários
  1. karita sakashia

    Dalcim, será que teremos um RG20 diferente este ano? O nadal não ta calibrado….. e parece que as condições de PARis vão estar parecidas com a Roma…. Umidade,,,,,…. (vai acabar com nadal , nao?????). Acho que o Thiem e o Djo e quem sabe até o Zverev tem mais cahnces que o Nadal não?

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    1. José Nilton Dalcim

      Nunca podemos descartar o Nadal, mas certamente o piso mais lento náo é o que ele mais gosta. Thiem se ganhar confiança ficará bem perigoso.

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  2. Daniel

    Esse Shapovalov é um mala, desonesto.
    Quer apitar o jogo no grito, não aceita a marcação do juiz…
    Cara chato!

    Por isso que não jogo com ele, lá no clube. Prefiro jogar com o Nadal, que já passa o pé na linha e dá bola boa (se for boa, claro)

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  3. Luiz Fernando

    Não sei se vai vencer, ao menos está na frente com uma quebra, mas q o Shapivalov está jogando muito neste torneio não há como negar. Seu BH está firme e regular, está subindo bem a rede na maioria dos pontos, enfim, parece estar evoluindo. O problema é manter este nível, ser regular por períodos maiores, algo q ele nunca conseguiu…

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  4. Enoque Rose

    Acho que foi até bom para o Nadal, já que não acrescentaria pontuação no ranking. Agora ele vai ter mais tempo de repouso e preparação para RG. Imagina fazer uma final, dura, na segunda e ainda perder, seria o pior dos mundos pra ele.

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  5. Paulo Almeida

    Mais uma grande vitória do mais talentoso da história sobre um saibrista de futuro. Agora só falta um passo para o tão aguardado penta, recorde de Masters 1000 e mais 400 pontos no ranking.

    Fregueser sempre foi um neutrino (átomo é grande demais) na terra batida, principalmente por causa da esquerda atrofiada e por não ter inteligência tática para longas trocas, metendo a cara na rede pra tomar passada direto. Aquele massacre na final de Rolanga 2008 é o melhor exemplo disso.

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      1. Paulo Almeida

        4×4 ,mas a vantagem é de DjokoGOAT por ter vencido final de Masters e metido 3×0 em Rolanga. Empatam por 2×2 em semifinais de M1000 e o freguesão ganhou do embrião sérvio em uma R64 em 2006, cedendo um set ainda, rs.

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  6. Paolo

    O juizão árabe roubou Djokovic três vezes na cara dura. Que palhaçada foi aquela?

    O sérvio foi bem rude com Next Gen norueguês.Tirou o pirulito da boca do rapaz com uma deixadinha desconcertante no 1° set , no segundo subiu de nível.Sem chance.

    Vamos para mais uma final no maravilhoso foro itálico em busca do recorde absoluto de Masters 1000. Abs!

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      1. Luiz Fabriciano

        O juiz ainda teve a cara de pau de falar que ele estava enxergando mau hoje. Uai, quem tem que enxergar não é o juiz?
        Sorte dele que o replay eletrônico só é mostrado para a TV.

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  7. EDVAL CARDOSO

    Acompanho tênis já há alguns anos,no começo mais o feminino,era apaixonado pela steffGraf, aí começou a era Federer e também me apaixonei pelo seu estilo de jogo,quando Federer deu aquela queda vertiginosa, não lembro o ano,mas todos diziam que ele ia se aposentar,mas trocou de raquetes e continuou a jogar em alto nível.
    Mas nesse meio tempo comecei a prestar atenção num certo sérvio,que vamos combinar, não tinha a mesma técnica do suíço,mas seu jogo sólido de fundo de quadra,e seu comportamento fora das quadras,com brincadeiras com outros tenistas,imitando quero dizer ,com boleiros,me fez começar a torcer pra esse cara.
    E pra minha sorte,a partir de 2011 ele deixou de ser apenas um coadjuvante,na era FeDal,pra se tornar protagonista.
    Onde eu quero chegar,queria saber onde foi parar esse Djokovic, brincalhão,dentro e fora das quadras, irresponsável,no bom sentido,depois que casou,e aqui não estou de jeito nenhum colocando a culpa nisso,ele se transformou,virou um cara sisudo,mal humorado dentro das quadras,que discute com todo mundo, boleiros, juízes, torcedores.
    E nem da pra colocar na conta de mais resultados,pois ele vem aculando quebras de recordes e se mantém como número 1.
    Claro que contínuo torcendo pelo seu sucesso nos torneios,mas sinto saudades daquele Djokovic pré 2011.

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    1. Barocos

      Edval,

      Torço para o Djokovic desde que ele surgiu no circuito, um garoto alegre, com um forte espírito lutador e com um nível de tênis para a idade para lá de promissor.

      Lamento que uma parte da alegria que ele demonstrava em quadra tenha ficado um pouco (muito) para trás, mas acho que entendo os motivos: Djokovic se tornou uma espécie de catarse para os sérvios depois dos terríveis eventos que desembocaram em conflitos nos balcãs (Guerras da Bósnia e do Kosovo) e culminaram com o desmembramento da antiga Iugoslávia e a execração internacional que se seguiu (com todos os lados praticando crimes terríveis contra a humanidade). Isto ficou ainda mais claro quando muitos torcedores do sérvio passaram a ostentar camisetas com a inscrição “A Sérvia contra o mundo”, algo que Novak, sabiamente, desabonou. De qualquer forma, me parece que Djokovic incorporou o papel de herói redentor que lhe imputaram, algo amplificado pela notável mistificação de sua figura, e o próprio parece compartilhar esta visão de destino divino. Não é, então, de se admirar que a cobrança que ele aplica a si mesmo seja tão absurdamente intensa e que gere a gigantesca tensão que presenciamos em seus jogos, liberada em raquetes quebradas ou urros exaltados.

      Por fim, ainda que eu duvide que exista uma “intervenção celestial” em sua história, fico muito feliz em constatar que Novak tenta ser muito mais que um herói nacional dos sérvios e se esforça para que as antigas feridas abertas nos estúpidos conflitos que ocasionaram dores incomensuráveis e perdas irreparáveis naquela antiga região do mundo, possam, ao menos, cicatrizar. Muitas são as iniciativas que ele promove neste sentido, inclusive o malfadado torneio por ele patrocinado, o Adria Tour. Como já disse aqui algumas vezes, ainda que discorde das opiniões dissociadas da ciência nas quais ele parece acreditar, Djokovic me passa a imagem de um bom sujeito disposto a lutar por um mundo melhor e cujo maior pecado parece ser a crença de possuir um destino divino.

      Como você, torço muito por ele.

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  8. Salvador Rodrigues

    Não sei porque ainda insistem em falar sobre a altura do Schwartzman, todo mundo já sabe que ele é baixinho e não há mais razão para ficar chamando atenção sobre isso, como se o cara tivesse uma doença. Aqui, o Dalcim até exagera, ao dizer que Shapovalov tem 20 centimetros a mais que Diego (na verdade são 15 cm). E pior, por quê ninguem quer acreditar na altura oficial atribuida ao atleta (1,70)? E daí se ele tiver alguns centimetros a menos que isso?

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    1. Nattan Labatto

      Eai Salvador, boa tarde, irmão!

      Creio que isso se deva ao fato dele mesmo tendo essa altura, fora dos padrões se formos comparar com os outros tenistas de ponta, tem tido bastante sucesso nos últimos anos. Certamente resultado de muito treino, dedicação e competência. Logo, causa esprando e ao mesmo tempo motiva outros amantes dos esporte, mostrando que com trabalho e dedicação tudo é possível.

      Acredite, não é o lado negativo que levado em conta e sim os positivos. Detalhe, o El Peque tá surtando o Shapo (15 ou 20 cm mais alto) no 1° set rsrsrs..

      Abs

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    2. Maurício Luís *

      É que a altura no tênis profissional é fator importante, assim como vôlei e basquete. Duvidam da altura oficial dele porque muitos que o viram pessoalmente perceberam isto. Não é doença, mas como disse o blogueiro, reduz a capacidade de cobertura de espaços. Todos sabem que ele é baixo? Tem certeza? Eu não diria a mesma coisa. Todos os dias entram novos aqui no blog.

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      1. Maurício Luís *

        Ah, outra coisa: os próprios argentinos destacam isto no apelido dele. Então… sugiro que não exagere no “politicamente correto”. Senão teremos que nos referir a ele como “verticalmente prejudicado”…

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    3. Marcelo

      Não se trata de citar a diferença por ela mesma, mas sim como exemplo, por se tratar de um esporte de gigantes. Trata-se de um “Davi” vencendo numa terra de “Golias”. Apenas isso. Espero que nenhum de nós tenha nada contra este fato. Tive a oportunidade de conhecer um esportista com as mesmas limitações, e impressionava vê-lo no meio de gigantes e muitas vezes ganhando deles.

      “Não è apenas sobre quanto você tem de talento ou limitações, mas também sobre até onde sua tenacidade pode te levar”.

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  9. Gpl

    Gosto porque o Nadal “sempre” admite publicamente os méritos dos adversários, inclusive durante o jogo, mas prefere lamentar porque jogou mal. Jogou mal porque levou um banho, foi surpreendido pelo magnífico do “baixinho”.

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  10. Willian Rodrigues

    Algumas observações importantes acerca da semifinal envolvendo Djokovic:
    – Casper Ruud é um excelente saibrista, muito habilidoso. Por isso, impôs grandes dificuldades ao nº 1
    – O 1º serviço do sérvio não está bem calibrado; ou melhora isso até RG, ou será eliminado rapidamente
    – Após o 8º game da partida, o número de pontos vencidos a partir de trocas mais longas (9 ou mais) estva 11 x 2 para o Nole. Norueguês não sustentou a mesma intensidade a partir de certo momento do jogo. Aliás, é por isso mesmo que não é fácil derrotar o Big 3 em um slam; quase ninguém consegue manter intensidade e precisão necessárias até o final numa melhor de 5 sets.
    – No game inicial do 2º set e também no break point do game seguinte, o juiz falhou feio ao marcar “IN” em duas bolas que, nitidamente, foram para fora. Isso poderia mudado completamente a história da partida. E não querem que o sujeito fique furioso??! Depois, durante os intervalos, a geradora de imagens fica resgatando Nole esbravejar e reclamar com sua equipe, com o juiz ou com a torcida adversária. Por favor…
    Assim fica difícil para o sérvio! Terá que jogar sempre no modo 2 contra 1 até que essa batalha pelos recordes entre os três gigantes se encerre?
    Fica mesmo a impressão de que ATP e boa parte da mídia internacional decididamente não quer Djokovic como maior campeão.

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    1. Marcelo

      Se a reaçao esta sendo maior que a necessaria, sera que a causa poderia ser ele mesmo?

      Djokovic ja nasceu (para o esporte) com a alcunha de vilao e nao de bom moço. Essa é a impressao que todos os meus amigos tinham dele quando ele surgiu. Essa ima gem que se faz dele acresito voces queiram dizer que nao condiz com a realidade dele como pessoa, ser humano.

      Ok, sem problemas, mas nao adianta tentar mudar. Talvez fosse melhor se ele assumisse a personalidade real dele, e seria melhor aceito, ao invès de tentar “passar uma imagem de Federer, gentleman e bom moço”.

      Trata-se de uma questao de imagem, de personagem que criamos das pessoas e nao de quem eles realmente sao.

      O mesmo vale para “o outro”. A imagem de bom moço criada no personagem dele pode (ou nao) ser real. Má pessoa também nao parece ser, mas quem arriscaria afirmar com certeza?

      Já os personagens que criaram deles, estes estao bem definidos

      : – )

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  11. Maurício Luís *

    Achei que o Lógico iria aparecer soltando foguete… Vai ver que teve um ‘piripaque’ depois dessa vitória inesperada e acachapante do “El Peque”.
    E falando em ‘El Peque’, como é bonita a namorada dele!
    Mas tudo tem o lado bom pro Nadal. Agora vai poder voltar alegremente saltitante mais cedo pra casa e curtir a sogra querida. Conforme mencionei anteriormente, o delegado Dr. Pablo Sebastian Guerra a colocou sob a custódia dele, depois que foi pega 2 vezes pelo Catavelho ibérico no começo da pandemia.
    BIA MAIA – Puxa, será que nenhum organizador desses torneios vai dar um convite pra ela? Voltou ‘passando o rodo’ nas adversárias. Duplo 6 a zero em plena final. É mole?

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  12. Paulo F.

    Ruud estava dominando o primeiro set contra Nole.
    Mas na hora de fechar, tomou a quebra e, depois, mais uma e decisiva quebra para perder o set que vinha dominando.
    Djokovic e Nadal, no quesito mental, são realmente semideuses.

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    1. Vitor Hugo

      Se tivesse mental forte mesmo controlaria seus impulsos e não aceitaria boladas em juízes, quebraria raquetes, chiliques em quadra e xingar pagadores de bola.
      Nadal sim é mentalmente forte. Novak, nem tanto.
      Borg e Nadal são os jogadores mensalmente mais fortes da história.

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      1. Daniel

        Exatamente Vitor. Ser forte mentalmente é tb saber controlar as frustrações, coisa que o sérvio não sabe. Ele pode ser frio em momentos decisivos, mas mentalmente forte, não é. É uma cabeça super instável, ele fica com raiva quando o adversário impõe dificuldades (e entrega do jeito que rir gostaria) como vc inclusive já percebeu tb. Mas pode anotar aí: quando a pandemia acabar, veremos muitos surtos psicóticos dele em quadra. O cara já está uma pilha sem torcida, imagina quando tiver 90% da torcida contra como geralmente ocorre rs. Eu que não vou correr risco de vida e ir ver um jogo ao vivo rs.

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      1. José Eduardo Pessanha

        Conterrâneo, o Craque deve ter um mental de geléia pra essa turma. Rs. O cara nunca abandonou um jogo, imagine se tivesse mental? rs
        Abs

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  13. Vitor Hugo

    DjokoBAGRE mostrando toda sua mediocridade nos drops, vôleios e smashes kkkkm
    Depois de ter um ‘dia de Federer’ nas deixadinhas, sendo até chamado pelo juiz pelo nome do GOAT, a carruagem virou abóbora e votou a ser o bagre de sempre.

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    1. Roberto garcia

      o Bagre multicampeão e vencedor de sempre kkk. Enquanto isso, a carruagem tá toda arrebentada na oficina…. olhando a abóbora passar e detonar todas as marcas do tênis. Seus comentários depreciativos ao Djoko são os mais patéticos que eu já li. Será que Federer contratou alguns “parças”, para ficarem menosprezando tenistas que podem e vão superá-lo? Duvido que faria isso. Você se presta a esta função ridícula de graça mesmo, e é chacota única no canal.

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      1. Paulo F.

        Desculpas, eu tinha entendido mal.
        Ganhar raríssimas vezes de Nadal no saibro, como passagens de cometas, tu se referiu ao pato suíço.
        Vitórias de Federer contra Nadal no saibro são realmente EXCEÇÕES.

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        1. Rodrigo S. Cruz

          Sorry!

          Desta vez não adianta você inserir pato suíço e nem sueco nessa conversa aqui. (rs)

          Seja “sujeito homem” e assuma o que você escreve.

          Você afirmou que qualquer tenista que vença o Nadal, no saibro, não é uma exceção.

          Ora, se não é a exceção, então você está dizendo que é a regra. (rs)

          Simples e prático…

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  14. Marcão

    Curioso que “El Peque” não vinha jogando bem, mas ontem jogou tudo e mais um pouco. Quando foi quebrado para fechar a partida, pensei que ele fosse deixar escapar. Que nada, jogou incrivelmente os dois últimos games e agora vai poder juntar os netos ao redor da fogueira e dizer que, certa vez, em Roma, o “abuelito” sapecou o grande Rafael Nadal no saibro. Poucos vão poder contar isso.

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  15. Luiz Fernando

    Pelo menos Rafa admitiu q jogou mal e com serviço pavoroso. E, claro, q o Dieguito jogou muito bem. Ai ninguém vence mesmo. Trabalhar mais e ver o q acontece em RG.

    Mas vamos para a parte boa do dia: grande vitoria do Celtics, q ainda vivos, alias, bem vivos…

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      1. Sérgio Ribeiro

        Nobre P F , finalmente assististes ao jogo ? Se não , saiba que a quadra estava era mais lenta devida a alta umidade. Nada de bolas curtas . O Espanhol sentiu a diferença. Simples assim. Abs!

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  16. Marcelo

    Taí o resultado da pandemia. Nem todos voltaram como deveriam. Nadal versão 34 anos… ainda torcemos para ele chegar em RG pelo menos até a final.

    Mas talvez nem todos cheguem aos 38 voando como chegou Federer. Não conto os 39, pois acredito que as cirurgias no joelho vão fazer ele “abreviar” a carreira no retorno em 2021.

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  17. Marcelo

    Dalcim: Vendo o desempenho do CAsper Rudd (Roma) e Fokina (USOpen), não fica uma sensação que o Wild poderia estar aproveitando melhor os torneios pós pandemia para acumular mais pontos e não depender de furar qualis para alguns torneios?

    Logo mais os torneios passarão a ter “full house” novamente, e a oportunidade de avançar mais rodadas ficara mais difícil. Não estou levando em consideração o planejamento x treinos dele.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não entendi a comparação, Marcelo. O Ruud e O Fokina possuem ranking bem superior e portanto entram direto nos torneios sem fazer força, enquanto o Wild não tem essa facilidade. Ou vai para os menores ou tem de correr riscos no quali. Essa posição do ranking, peeto do top 100, é boa porém ingrata nesse aspecto. Wild terá certamente de correr alguns riscos para tentar entrar nos principais torneios.

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  18. WALDIR DOS SANTOS

    prezados jogadores do top 30 peço que treinem jogadas , como combater os balões de NADAL, que voces tem como ganhar, como fez o argentino….60% das jogadas do nadal hoje e bolinha para cima, não tem mais aquele saque, não sabe bater reto, o forend não é o mesmo, não tem mais deslocamentos rapidos, etc se não entrar turbinado hoje é presa facil… parece festa de são joão é so balão subindo…..ta facil ganhar dele é só treirar o pulinho e mandar raquetado…..felicidades.vai sai nas oitavas, só se atp fizer marmelada no sorteio com sempre.

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    1. Jairo Calaz

      Olha, não que o NADAL tenha voltado aos tempos onde ele era um “baloeiro convicto”, acho que ele não entrou pensando nessa tática, é que a bola do outro estava mesmo mais pesada que a dele, mas teve umas 3 ou 4 bolas que ele jogou pra cima ali que foram constrangedoras…

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  19. Gildokson

    Ja tem gente achando que essa derrota do Nadal é uma espécie de garantia que ele não levanta RG outra vez, um ja até falando de falta de ritmo numa possível final.
    Cara se ele chegar na final, em que ritmo será que ele vai estar? kkkkkkkkk
    Nadal continua o favorito, pra tirar 3 sets dele no mesmo dia em RG com ele bem fisicamente é quase impossível.

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  20. Nattan Labatto

    Heresia mesmo é não termos Djoko e Nadal na final de Roma/2020. Contudo, que partida fez o argentino, MERECEU, literalmente em letras garrafais a enorme vitória de hoje. Show, estupendo!!!

    Diego Sebastián Schwartzman é o estereótipo do cidadão que não chama atenção de ninguém em um torneio de tênis. Não tem um saque dominante, não tem nenhum golpe que se destaque individualmente. Não fosse sua estatura diminuta – a ATP diz que ele tem 1,70m, mas eu acredito ser bem menos, algo como 1,60. É um jogador guerreiro, um David Ferrer levemente inferior, porém, o espanhol nunca venceu o Nadal de forma tão acachapante.

    O que falar de Djokovic… Jogou mal e pra completar extravasou na raquete. Enfim, força total rumo ao 36° M1000!! 🙏🏻

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  21. Rodrigo S. Cruz

    Ultimamente, quando o Nadal começa a tomar winners demais, ele meio que abaixa a cabeça.

    Nesse ponto, o sérvio derrubador de IBOPE é superior a ele.

    Você pode enfiar quantos winners forem no Djokovic que ele continua inabalável e tentando chegar em todas…

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    1. Willian Rodrigues

      Boa parte dos tenistas top realizou uma transição abrupta para o saibro, e seria mesmo de se esperar oscilações, falta de calibração em alguns golpes, ausência de ritmo e limitações físicas.
      Creio que para Rolland Garros, haverá uma evolução muito grande por parte do Nadal e até mesmo do próprio Djokovic que, ao menos até aqui, esteve mais errático que o normal em Roma. Thiem, Tsitsipas e Zverev chegarão bem preparados a Paris.
      Ainda acredito que teremos um grande torneio, em qualquer asterisco*!!

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  22. FILIPE

    Nadal estava esgotado. Suou demais; as condições climáticas o afetaram muito. Mas nada disso tira o mérito do argentino, que é rápido e há muito tempo está no top 30.

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    1. Luiz Henrique

      Eu até comentei com meu irmão o excesso de suor do Nadal na partida. Ele sua muito, mas tava fora do normal. Isso pra mim é reflexo dos 6 meses parados, o físico ainda não voltou ao ritmo antes pandemia. E isso não é boa notícia, visto que RG já está chegando.

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  23. Sérgio Ribeiro

    Uma vitória justa que Dieguito já merecia há muito. Bastante corajoso , não deixou o Espanhol respirar . Procurou se aproveitar de um Serviço bem abaixo e com a devolução mais agressiva , podia de preferência procurar o Back de Nadal. A melhor atuação que vi em Roma até agora. “ O Espanhol pode até tropeçar em Roma devido à presença de Novak , mais seguirá favorito pra RG “ . Mantenho e todos vimos que o Sérvio também ainda não jogou o que pode. Terá tempo para fazer os ajustes , e as primeiras rodadas em 5 Sets , vão ajudá-lo . Um Big 3 , dois Next Gen e Dieguito. As coisas estão mudando mesmo . Os Caras da geração perdida vão sendo engolidos no meio do caminho a cada rodada dos torneios. E’ óbvio que Novak é total favorito. Mas se não largar os chiliques também cai pra um Next Gen . Ou pro próprio Dieguito. Tomou um sufoco do jovem Alemão. Abs!

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  24. Paulo Almeida

    Novak é tranquilamente o segundo melhor jogador de saibro do século 21, tanto pelos títulos quanto pelas vitórias e até derrotas diante do rei do piso, uma vez que o fez suar sangue na semifinal de Roland Garros 2013, por exemplo.

    Com a bruxa solta no torneio, acho que o átomo desprovido do troféu de Roma teria rodado logo na estreia, kkkkkkkkk.

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  25. Rodrigo Amaral

    Dalcim eu vibrei hoje! Amo o Nadal, mas não tem como não torcer pelo pequeno argentino. Que garra, que intensidade, que coragem! Contra um retrospecto totalmente desfavorável ele se impôs contra o melhor de todos os tempos no saibro. O conheci ao longe no Rio Open, me apaixonei de cara pela sua intensidade .

    Só um palavra : Bravo!

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  26. Samuel

    Boa noite,

    Um leitor disse que o Federer é o GOAT do tênis. Afirmativa correta, pelo menos por enquanto.
    Eis a última relação elaborada pelo site “Ultimate Tennis Statistics”:
    GOAT LIST 15/09/20
    Federer 931
    Djokovic 844
    Nadal 806
    Lendl 612
    Connors 604
    Sampras 520
    McEnroe 519
    Borg 493
    Agassi 418
    Becker 371
    Edberg 332
    Murray 317
    Laver 315
    Vilas 252
    Wilander 245
    Nastese 221
    Rosewall 202
    Newcombe 182
    Ashe 180
    Hewitt 180
    Roddick 169
    Courier 168
    Chang 153
    Smith 143
    Kafelnikov 137
    Kuerten 129
    Ivanisevic 124
    Ferrer 124
    Muster 123
    Orantes 120
    Gerulaitis 116
    Okker 110
    del Potro 109
    Wawrinka 104
    Safin 104
    Stich 104
    Destaca-se que os integrantes do BIG 3 estão muito a frente do demais jogadores.

    Samuel

    Responder
    1. Marcelo

      Lista quase justa:

      – Hewitt (80 semanas na liderança do ranking) e Guga (43), poderiam estar um pouquinho acima, pois na minha opinião fizeram um pouquinho mais que alguns tenistas acima (e.g.: Guga acima de Kafelnikov e Roddick, por exemplo)

      O Djokovic também: apesar do excelente tênis que apresenta, que talvez já o pudesse colocar no topo da lista, poderia ganhar uma penalidade de -3 posições por acertar bolada em juíza de linha e outra de -1 pelos impersonates que faz dos colegas de profissão, deixando ele entre Sampras e McEnroe.

      E a lista assim pra mim ficaria de bom tamanho. : – D

      Responder
  27. Carlos Augusto

    Schwartzman jogou uma bela partida, mas a vitória só veio porque Nadal estava irreconhecível. De vez em quando o espanhol até faz um set ruim numa partida, mas sempre acha uma solução e cresce muito no jogo. Hoje isso não aconteceu. Nem mesmo quando Diego perdeu a quebra de vantagem no último set, situação em que Nadal costuma se agigantar e virar jogos até contra os grandes do circuito. E olhe que isso ainda aconteceu duas vezes no segundo set.
    Foi muito estranho, não parecia machucado e muito menos estava desgastado.

    Responder
  28. Gabi

    Uma derrota é sempre dura, mas pelo menos Nadal está de volta.
    E o Schwartzman jogou muito então mereceu e conquistou a vitória!
    O ano novo judaico dele começou muito bom e muito doce!!

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  29. EDVAL CARDOSO

    Lembro que ano passado nesse mesmo master,o Diego tirou o couro do Djokovic numa das semifinais, fazendo com que o sérvio chegasse estenuado na final perdesse aquele master pro Nadal.
    Hj estava imaginando que seria a mesma coisa só que numa faze antes e com Nadal,mas ele foi além,tirou o couro e carneou o Touro Miura.

    Responder
  30. periferia

    Houve até a citação no final do jogo pelo comentarias:
    ” que sirva de lição…..ninguém vence 10 vezes seguidas Diego Schwartzman” .
    O argentino mereceu….dos 125 pontos do jogo….ele venceu mais de 70.
    Nadal deu muito balão .

    Responder
  31. Leo Gavio

    Favorito pra Roma e RG: Novak DJokovic, venho falando isso aqui há tempos.

    Thiem tá moido, Nadal tá sem ritmo e sem confiança, Djokovic está jogando muito bem, a quadra central vai estar mais rapida, é o pico do verão, quadra seca, ar mais rarefeito ao contrario de maio que tem chuvas e temperatura amena.

    Djokovic tem chance historica de derrubar Nadal numa final (isso se o espanhol conseguir chegar lá)

    Falta de ritmo afeta demais o jogador de tenis. Sem falar que Djokovic esse está invicto, não perdeu pra ninguem, a confiança lá nas estrelas.

    Responder
    1. Marcelo

      Não existe verdade absoluta neste mundo e nem mesmo as estações do ano tem mais data fixa, de acordo com o colega.

      E viva a diversidade de opiniões

      Responder
  32. André Barcellos

    E eis uma esperança no ar para todos: Nadal nunca chegou tal pouco “rodado” a RG.
    Tudo bem que em 5 sets ainda é favoritíssimo, mas se aproxima o dia em que poderá ser vencido por simples inconsistência, que acomete aos poucos os tenistas quando vai envelhecendo. Basta um dia ruim e tchau.
    Novak também vem alternando muito.
    Mesmo nos jogos em que vence.

    Responder
  33. EDVAL CARDOSO

    É, Dalcin vinha alertando sobre o baixo índice de aproveitamento de primeiro serviço do Nadal,quando encarou o primeiro bom devolvedor o jogo dele foi por água abaixo, porquê na maioria dos pontos ele não conseguia dominar com seu poderoso FH,e achei que ele sentiu falta de ritmo,cansou rápido,veio de alguns meses sem jogar ,e pegou dois jogos que não lhe deram o ritmo ideal,bastou pegar um jogador consistente de fundo de quadra ,que fez ele jogar a maioria dos pontos que o jogo dele desandou.
    Isso sem tirar o mérito do Dieguito,que jogou muito.

    Responder
  34. rafael

    O argentino jogou demais e sua descrição dele foi perfeita mestre.
    O Djoko, mesmo jogando mal, ganhou mais uma. E os gênio são assim. E depois da queda do espanhol o servio estará ainda mais motivado para se isolar como o maior vencedor de masters.

    Responder
  35. Jonas

    Esse Diego já tinha dado trabalho para o Djoko em Roma. Hoje esteve extremamente aplicado taticamente e mereceu vencer.

    Não acho que a ordem de favoritismo muda para Roland Garros. O espanhol ainda é muito, mas muito favorito.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Ele e o Delpo fizeram o Djoko ficar mais de 5 horas em quadra. Aí não tinha como encarar o Nadal na final mesmo, ainda mais sem tempo adequado de recuperação.

      Responder
  36. Maurício Luís *

    No ” Passo a passo” que dá título a um dos posts do Dalcim, o pouca telha baloeiro tropeçou.
    Que coragem teve o argentino! Jogadas de arrepiar os cabelos… mas não os do Nadal, que tá penteando meia dúzia prum lado, outra meia dúzia pro outro.
    Pelo andar da carruagem, vai ficar com 5 fios de cabelo igual ao Cebolinha.

    Responder
  37. Chetnik

    Que jogo pavoroso esse do Djoko. Sem comentários.

    Mini Ron Pearlman jogou muito. Bateu sem dó no Nadal, que parecia perdido. Zebraça, mas quando você atropela adversários muito fracos, muitas vezes se cria uma falsa sensação de se estar jogando muito. Eu vi o LF comentando aqui que o Nadal tava batendo umas bolas curtas…

    Caminho aberto para o Djokovic ganhar mais um MS no saibro.

    Responder
  38. Chetnik

    “Mimimi Djokovic foi chamado de Federer”. A Nação Zumbi tem que comemorar isso mesmo. Só assim para o Federer ganhar alguma coisa em Roma, kkkk.

    Responder
  39. Sandra

    Dalcim, foi o El Peque que ficou gigante ou Nadal e Djokovic que parecem longe dos torneios ? Não sei se vou me explicar bem , mas a sensação que tenho que os dois não estão com essa fome toda de bola, o que quero dizer que a maioria das jogadoras femininas já fecharam o ano , não vão mais jogar, e o masculino ,principalmente os dois , não consigo entender o que estão fazendo ali,?

    Responder
    1. Sandra

      Eu acho que a palavra certa para os dois Nadal e Nole , seria um certo desânimo, pelas condições atuais em razão da falta de público e a própria COVID,

      Responder
      1. Sandra

        Longe de mim desmerecer o argentino !!! Mas correr os dois sempre correram ! O que acho e que ué os dois estão muito pressionado devido o ano atípico ! E com ou sem torcida em Paris , Nadal e franco favorito

        Responder
  40. WALDIR DOS SANTOS

    o nadal esqueceu de tomar o remedio hoje pela manhã, deu nisso…foi uma goleada dalcim…..quebrou o saque do nadal 5 vezes, eu falei 5 vezes, no pasto ele mesmo olhou feio para o piso quando a bola desviou, mas isto voce não viu, não é.

    Responder
  41. DANILO AFONSO

    O argentino jogou demais. Fez o que poucos ousam no saibro: aguentar a trocação com o espanhol.

    Impressionante foi ver Nadal optando pelas deixadinhas no final do primeiro set quando percebeu que não levaria vantagem no fundo de quadra.

    Vale ressaltar, que ano passado NADAL teve um rendimento muito inferior aos outros anos nos Masters 1000, vencendo apenas o Master de Roma antes de ser campeão de Roland Garros.

    Nos jogos de 5 sets é “outros 500”. NADAL ainda é favoritaço.

    Responder
  42. Lucas Leite

    Parabéns pelo texto Dalcim! Sei que o Nadal é sempre o favorito para Roland Garros, mas o resultado de hoje nós deixa brecha para questionar, será a edição do Grand Slam francês mais “aberta” em um bom tempo? Pelo menos em Roma, nenhum dos favoritos realmente convenceu. Acredito que poderá ser um Slam bem disputado. O que acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Lucas, em melhor de cinco sets as coisas mudam um pouco, mas concordo com você que ninguém realmente empolgou em Roma até agora.

      Responder
  43. Rodrigo S. Cruz

    kkkkk

    Quer dizer que o Djokovic foi chamado de “Federer” ?

    Até mesmo num simples ato falho, as pessoas confessam que o verdadeiro GOAT é o suíço!

    Responder
    1. Rodrigo Amaral

      Essa implicância chega a ser ridícula , deixa os caras conquistarem em quadra!

      Cada qual tem seu mérito e fraqueza. Os louros de cada um deles só enriquece o tênis. São únicos cada um ao seu modo!

      Difícil não torcer para os três!

      Responder
    1. Flávio

      Verdade Rodrigo,porque ganhar do rei do saibro tem que jogar muito mesmo, agora vou concordar com o mestre Dalcin ao dizer que houve um jogo imprevisível de tênis nas meias finais feminino, ultimamente o tênis feminino é assim mesmo cheio de altos e baixos devido a limitação do tênis feminino,abraços Rodrigo e mestre Dalcin.

      Responder

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