Bem vindo, Rafa
Por José Nilton Dalcim
16 de setembro de 2020 às 19:45

Depois de quase sete meses sem disputar qualquer jogo, nem mesmo amistoso, Rafael Nadal retornou ao circuito no tradicional saibro de Roma e a impressão que deu foi a melhor possível dentro das circunstâncias, como se quase nada tivesse acontecido.

O último dia em que Nadal entrou em quadra foi na conquista do ATP 500 de Acapulco, no dia 1º de março. Ficou totalmente parado ao longo do período de isolamento social na Espanha e só retornou aos treinos quando foram relaxadas as normas. Decidiu não competir nos torneios combinados de Flushing Meadows, apostando todas suas fichas no saibro.

Freguês de carteirinha, Pablo Carreño, aquele que ficou a um set da final do US Open cinco dias atrás, mal serviu para um treino. É bem verdade que fez uma opção pelo risco e cometeu erros bisonhos, mas Rafa não tem nada a se queixar. Mostrou ótima mobilidade, fugindo até mesmo do backhand lá na linha de dupla, e fez o que melhor que sabe no saibro, aquela excepcional mistura de topspin defensivo todo enroscado com golpes muito agressivos. Totalizou 20 winners e 11 erros, ganhou 31 dos 39 pontos com o saque e olha que a média de primeiro serviço deixou a desejar, na casa dos 49%.

Quando pisa no saibro, Nadal vira um semideus. Seu percentual de aproveitamento é absurdo: 437 vitórias e apenas 39 derrotas, ou seja, eficiência de 91,8%. A chave de Roma promete lhe dar diferentes desafios, como o slice de Dusan Lajovic ou o saque poderoso de Milos Raonic na próxima rodada, o jogo peso pesado de Andrey Rublev ou a correria de Diego Schwartzman nas quartas. Com o novo vexame de Stefanos Tsitsipas, concorrem à semi Fabio Fognini, Denis Shapovalov e Grigor Dimitrov.

Djoko sem sequelas
A quarta-feira também viu a estreia de Novak Djokovic e foi também muito bom perceber que o sérvio não mostrou qualquer sequela do drama vivido com a desclassificação em Nova York. O italiano Salvatore Caruso até foi competitivo no começo, fixando-se quase em cima da linha, de onde pegou na subida e trocou direções com competência. Mas bastou Nole achar o ritmo mais ofensivo da devolução para dominar com ampla superioridade.

Seu desafio de quinta-feira talvez seja o mais perigoso antes da presumível reedição da final de 2019 contra Nadal. O amigo e parceiro de duplas e treino Filip Krajinovic é um adversário respeitável no saibro e tem diferentes armas. Fora ele, o dono da casa Matteo Berrettini não pode ser subestimado e ficou como forte candidato à semi com a queda incrível de David Goffin diante de Marin Cilic.

Djokovic sempre se sentiu à vontade em Roma, conquistando quatro troféus, mas desde 2016 não achou mais o caminho dos títulos. Nesse ano, chegou a derrotar Nadal antes de perder a final para Andy Murray e na edição seguinte foi surpreendido pelo então garoto Alexander Zverev na decisão. Nadal foi quem o tirou na semi de 2018 e o superou na final de altos e baixos de 2019.

E mais
– O pessoal que gosta das contagens regressivas anote aí: faltam apenas nove para Nadal se tornar o quarto profissional a atingir a incrível marca de 1.000 vitórias, lista que tem Connors (1.274), Federer (1.242) e Lendl (1.068).
– O tênis italiano colocou de forma inédita oito representantes na segunda rodada. Três já avançaram: Berrettini faz duelo direto com Travaglia e Sinner tirou Tsitsipas no terceiro set, embora tenha tido 6/1, 5/3 e saque antes disso.
– O adolescente Musetti mostrou qualidades diante de um Wawrinka em seus dias de preguiça e pega o também ex-top 5 Nishikori nesta quinta. Vale assistir.
– Fognini é outra atração do dia, mas seu histórico em Roma é muito pobre: uma quartas em 12 tentativas. Para piorar, perdeu do 303º do mundo semana passada em Kitzbuhel. Seu adversário é o elétrico canhoto Humbert.
– Dimitrov fez coro às críticas inconsoláveis de Tsitsipas sobre o piso da magnífica quadra Pietrangeli. Eles acusam de estar muito irregular.
– E não se esqueçam: a final de Roma será na segunda-feira.

Desafio US Open
Kauê Guedes foi o único participante do Desafio US Open a dizer que Zverev precisaria de cinco sets para ganhar de Carreño e que Thiem venceria Medvedev em sets diretos. Assim, ele leva o prêmio e os parabéns: a Editora Évora enviará o livro cheio de dicas importantes de Fernando Meligeni, o “Jogando Junto”.


Comentários
  1. lEvI sIlvA

    Devo confessar, nunca fui fã da Victoria Azarenka, mas também, nunca tive nada contra. Creio que, em meio a essa pandemia e tantas fatos tristes, além de muitas atitudes extremas que presenciamos ou tomamos conhecimento, a bielorussa nos brinda com um gesto tão nobre e generoso. Ela foi socorrer e mais que isso, confortar Daria Kasatkina após torcer o tornozelo. Creio que seja o Miguel BSB o grande fã e torcedor dela aqui no Blog. Foi a melhor coisa que vi nesse ano numa quadra de tênis… Não tenho qualquer dúvida!
    Desde já e sempre, a Victoria Azarenka, tem minha admiração. Mais do que uma grande tenista, se mostrou uma excelente pessoa!
    É ela não tinha qualquer obrigação, foi algo espontâneo e natural.

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  2. Luiz Fernando

    Rafa disse q jogou em alto nível, deve ter se referido as suas bolas com spin, não a qualidade do tenis apresentado. Mas é obvio q está sem ritmo de competição, readquirindo tempo de bola, adequando o fisico, creio melhores atuações só virão em RG, q deve ser o objetivo dele. Hj achei ele meio cansadão no final da partida, vamos ver amanha com o Dieguito, q sempre exige um pouco mais dele. Também não pode reclamar da organização, q só o põe pra jogar a noite, mesuras p o eneacampeão do torneio…

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    1. Lola

      Mas quando for a semi, aí eles põem o Djokovic de noite pra ele ter menos tempo de recuperação se for a final!
      É assim que age essas organizações dos torneios.

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  3. DANILO AFONSO

    Gostei demais desta frase do NADAL hoje:

    “Obviamente, eu adoraria terminar minha carreira com 25 títulos de Grand Slam, mas isso parece improvável. Eu foco em continuar a ter chances de ser competitivo.”

    Ele deseja se tornar o maior vencedor de SLAMs no tênis, superar inclusive a marca de 24 Slams da tenista australiana MARGARET COURT.

    Se DJOKOVIC não superar o recorde masculino, a minha torcida secundária vai para que o espanhol consiga se tornar o recordista.

    Antes de torcer para o sérvio, admiro demais o espanhol. Ele representa raça e superação como nenhum outro.

    Apesar de já ter assistido ao vivo o NADAL em outras finais, ano passado foi impagável vê-lo ser campeão em Roland Garros. Só lamento não ter realizado ainda um dos meus sonhos esportivos: ver uma final entre Djokovic x Nadal em RG, e se possível em uma batalha de 4h.

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  4. Helena

    Olá, Dalcim

    Você poderia me dizer qual o critério para classificação ao Finals deste ano? Os pontos do Finals do ano passado serão considerados?

    Obrigada

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    1. José Nilton Dalcim

      Teoricamente sim, porque será usado o ranking normal da ATP. Como se mudou o critério nesta pandemia, valem agora os 18 melhores resultados desde março de 2019.

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        1. José Nilton Dalcim

          Quem fizer campanha superior em 2020, já troca pelos pontos de 2019. Quem não fizer (ou quem não jogar), ficará com os pontos até o Finals de 2021.

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  5. Enoque

    Dá para frente, o Djoko vai ter que lidar com as adversidades com muita calma e não perder o foco com a perseguição. De novo foi escalado pra jogar (amanhã), no pior horário do dia, no inicio da tarde em Roma. Já Nadal vai jogar, de novo, no horário nobre, às 8:30 da noite.

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  6. Oswaldo E. Aranha

    Vassalagem.
    Acontece com os tenistas espanhóis quando enfrentam o Nadal, havendo, pelo que me lembro, só uma ocasião em um torneio importante o que isto não aconteceu.
    Na Suíça é a mesma coisa, pois Wawrinka nunca despenou-se melhor enfrentando o Federer.
    No caso da Sérvia houve uma ocasião no Finals que um tenista sérvio derrotou o Djokovic e agora quase que o Krajinovic complica.

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  7. Maurício Luís *

    Do jeito que a Bia Maia voltou com a corda toda, tenho esperança que ela entre pro Top 100 e consiga jogar o Australian Open. A melhor brasileira dos últimos tempos. Talentosa, bonita, graciosa, simpática, esforçada… uma musa.

    ******* ” – A louça é sua…” *********

    E não é que o Nadal voltou com tudo, de pilha nova? Vai ver que é o medão de voltar pra casa + cedo e ter que encarar a sogra. É que a mãe da esposa tá P da vida com ele. Acabado o almoço, ela virou-se pra ele e disse: ” – Agora a louça é sua.”
    Daí ele pegou a louça suja, jogou tudo no porta-malas do carro e saiu na maior cara de pau.

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  8. Marcílio Aguiar

    Dalcim, vi esse garoto Italiano se arrastando em quadra hoje, sentindo dores no braço e, mesmo sendo talentoso, perdeu fácil para o alemão. Ele tem 18 anos e já vinha do quali, daí a provável explicação para o esgotamento. Nos anos 1970 e 1980 o físico não parecia ser tão preponderante no tênis, o que pode explicar surgimento de jogadores entre 17 e 20 anos ganhando grandes títulos e chegando em finais de Slam. Por outro lado, aos 26 anos já eram veteranos. Nas últimas décadas isso mudou e os grandes passaram a se destacar entre 21 e 23 anos, provavelmente quando atingiram um condicionamento físico ideal. A exceção foi o Nadal que desde o surgimento, por volta dos 16 anos, já parecia ser muito desenvolvido e bem condicionado fisicamente, daí poder enfrentar qualquer um de igual para igual. Faltavam melhorias técnicas que ele foi adquirindo ao longo do tempo. Não sou especialista no assunto de preparação física, mas teria sido essa a grande diferença entre o Nadal e todos da sua geração e das posteriores? Sendo assim, penso que dificilmente teremos outro jovem em condições de ser numero 1 antes da maturidade física, por volta dos 22 anos, independentemente do talento.

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  9. Bruno Gama

    Não sei porque alguns torcedores têm uma pressa de aposentar jogadores, de trocar logo de geração.
    Tênis é esporte individual, cada atleta sabe das suas próprias ambições e até quando pretende jogar.
    “Ai, porque a next gen tem que assumir logo os slams, ninguém aguenta mais ver o Big3 levando tudo”.
    Não aguentam por que? Se o jogador é talentoso e tá saudável tem que ir até onde conseguir e a gente tem que aproveitar enquanto estão jogando.
    Ninguém quer que o Messi e o Cristiano se aposentem logo no futebol, todo mundo lamentou que o Ronaldinho não tivesse uma longevidade maior em alto nível, aí no tênis, que um dos esportes mais justos que só dependem do atleta pra ganhar, tem gente achando ruim alguém com 34, 35 anos vencendo slam.

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  10. Luiz Fernando

    Outro q já deu o q tinha q dar é o Cilic, esse rapaz já está no time do Nishikori e do atual Wawrinka há um bom tempo, é outro adversário ótimo para os tops, sua chance de perder é imensa, acho q nem ele mesmo sabe como venceu o USO 2014 (sacou muito naquele torneio). É outro leão das primeiras rodadas dos grandes eventos e um gatinho a partir do afunilamento…

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  11. Marcelo

    Cabe a todos os cidadaos (inclusive as ditas minorias), aceitar a opiniao de cada um.

    Lembrem-se que desrespeitar o idoso tem (no caso uma senhora de 78 anos), tem o mesmo peso que desrespeitar qualquer outra pessoa por qualquer razao, e que um desrespeio nao justifica outro.

    No meu caso, minha opcao sexual nao interessa a mais ninguem. Respeito a de cada um, mas guardo para mim mesmo.

    Chega!

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  12. Luiz Fernando

    Gabi gatinha, acho q a vaca do Celtics está com 3 patas no brejo e a quarta bem próxima, time q leva uma virada de 17 pontos em meio tempo infelizmente não pode vencer uma série equilibrada em um playoff da NBA. Temos q nos conscientizar disso. Ao menos resta a perspectiva excelente de curto/médio prazo, pelo fato do time ser muito jovem e promissor.

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    1. Gabi

      Ahahaha!!
      Sim, aquela passividade vista em tempos não muito distantes não pode acontecer.
      Mas, claro, fomos mais longe desta vez, o que não deixa de ser um alento.

      Eu queria dar um tapa bem dado em quem inventou aquela patifaria de “sorte no jogo, azar no amor”. Ahaha!!

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  13. Pieter

    Dalcim, o que está achando do Lorenzo Musetti?
    Assisti aos highlights do jogo dele com o Nishikori e foi impressionante. E que backhand lindo ele tem.

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    1. José Nilton Dalcim

      Ainda muito cedo para fazer grandes avaliações, Pieter. Claro que tem talento, muito bom ver suas variações com slices, deixadas… Melhor acompanhar e aguardar.

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  14. Luiz Fernando

    Nishikori, Wawrinka e similares já deram o q tinham q dar. Hoje esses caras vivem do passado, são aqueles adversários ideais p os caras do Big3, perdem a não ser q ocorra uma anormalidade ímpar. Por isso saúde esse menino Musetti, jovem, impetuoso, agressivo, muito mais perigoso do os q ele despachou…

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  15. Manuela

    Li aqui no site que Murray volta a reforçar a ideia de que a quadra Margaret Court seja renomeada.
    Nos comentários, alguém disse que ela tem 78 anos entao nao precisa cumprir agenda progressita.
    Eu sou gay, minha avo de 89 me aceita e convive numa boa, entao nao tem nada a ver com idade.

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    1. Maurício Luís *

      Não sei se entendi direito seu comentário, mas quer dizer que é certo tirar o nome da Margaret Court porque ela é heterosexual? E os 24 Slams que ela ganhou, não valem nada?

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  16. Leo Gavio

    A nova Next Gen dá de goleada na velha Next Gen.

    Sinner tá jogando muito tenis e agora apareceu um tal de Musetti que derrubou Wawrinka e agora o Nishikori, as jogadas do moleque são de outro planeta. Se ele continuar assim vai ser top 10 muito brevemente, esse é de tirar o chapeu, lembra um pouco o Federer, mas é muito mais rapido e muito mais vibrante.

    Esse é pra ficar de olho.

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  17. Oswaldo E. Aranha

    Murray precisa entender que a Austrália não é mais parte do Império Britânico, portanto dar palpites para a mudança do nove da quadra principal do Australian Open é uma furada.

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  18. Luiz Fernando

    Dalcim, não sei se sua visão é a mesma, mas a chance de uma final Nadal vs Djoko aumenta a cada dia, pois os principais adversários na teoria de ambos já ficaram pelo caminho. Claro q no esporte tudo pode acontecer, vide o episódio do jogo de Busta vs Djoko no USO, Rafa ainda carece de um melhor ritmo, mas vc vê alguém dos q ainda estão jogando realmente qualificado a derrotar um dos dois neste torneio?

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, nem Fognini eu achava em condições. Ele está completamente fora de ritmo. Claro que nunca se pode menosprezar um adversário, mas se jogarem 75% a final tem tudo para ser entre eles.

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  19. Helena

    Nadal-> Grande jogo do Rafa. Sinceramente, só fiquei surpresa com quem ficou surpreso com o nível apresentado pelo espanhol. Rafa costuma voltar bem após longos períodos de pausa, então não vi motivos para ser diferente dessa vez. Minha torcida é por Nole, mas vejo o espanhol como favorito, especialmente para RG.

    Djokovic-> Também esperava uma vitória sem muitos traumas para Nole e acredito que o caminho natural é o encontro entre ele e Rafa na final. A desclassificação foi um evento muito pesado, mas acredito que ele tomou o melhor caminho. Silenciou, sofreu, pediu desculpas e seguiu em frente.

    Demais jogadores-> Tem sido muito bom acompanhar os jogos de “Air Shapo”. O jogo dele é belíssimo e ele parece ter adquirido aquela confiança importante para dar um passo além. Espero que ele e o Rublev (apesar da derrota de hoje) alcancem o top 10. Estão merecendo. Por outro lado, o grego mostrou quão afetado ficou pela derrota no US Open e fez um jogo horroroso contra o Sinner. Ao contrário de Nole, parece ter escolhido o pior caminho para voltar aos trilhos. Ficou fazendo piadinhas e fingindo que não tinha ficado abalado com a derrota, o que só serviu para colocar ainda mais pressão em quem já se cobra muito naturalmente. E dessa vez o pai problema nem estava presente nas arquibancadas. Já o Sinner, vulgo mini Berdych, parece ser mais um desses jovens de cabeça boa. Na primeira rodada não se abalou após os ataques do Paire, e no segundo jogo também se manteve firme após a tentativa de volta ao jogo do grego, e atropelou o adversário no terceiro set. Ainda temos o Berrettini do jeito que gosta, avançando sem chamar atenção.

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  20. Marcelo

    Vejam a dificuldade em chegar onde voces acham (acham é a para mesmo, já que o argumento seria bem fora de propósito:
    – Nole tem 33 anos
    – faltam 4 GS para alcançar o recordde do Federer
    – So ha 3 GS disponiveis por ano (vamos contar que RG ja tem dono em 2020 e 2021 pelo menos
    Em 2021, ja vai estar beirando os 34, com os nextgen voando (e nao param de chegar mais pra festa).

    Sendo sincero, vcs acham que sobra espaço para ele bater o recorde de GS?

    Lembrem-se que o Nadal ainda pode “abocanhar” um WIM ou USOpen pelo caminho (nem conto mais com o Federer para ganhar torneios deste nível).

    Acho (apenas opiniao) que este USOpen que escapou ao Djoko vai fazer imensa falta.

    Daqui dois anos ele tera 35 e a partir daí seria uma loteria passar o recorde wue pertence ao Federer (mas que ainda pode musar de maos para o Nadal muito rapidamente).

    Torçam para bater o recorde de semanas na liderança mesmo…pois o de GS…

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    1. Paulo Almeida

      Se o Federer ganhou Slam com 36 anos, é óbvio que o Djokovic, um jogador superior, também tem bastante chance. Não utilizamos a desculpa patética de idade.

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      1. Daniel

        É o que veremos. Para vencer GS nesta idade, tem que ter muita técnica e jogar agressivamente. Coisas que não são muito a praia do sérvio, que gosta de jogar só distribuindo bola. Tá aguentando agora aos 33 anos por falta de concorrência e pela evolução da medicina esportiva, mas daqui 3 anos, pode ser que não mais, ainda mais se enfrentar a garotada mais jovem, com mais físico para esse tipo de jogo, e mais madura.

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        1. Paulo Almeida

          Você não cansa de viver nesse mar de mentiras em que o Djokovic não é extremamente técnico e joga agressivamente contra a maioria esmagadora de seus adversários?

          O sérvio já fez mais do que o Federer depois dos 30 porque é MAIS jogador mesmo, mesmo com a concorrência dura do Nadal, do suíço e de outros mais jovens que já o bateram em torneios importantes.

          Aceite que dói menos.

          Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Bom, para “alcançar” restam apenas 3.
      Dizer que a impossibilidade de conquistar o US Open-20 fará falta, é real.
      Mas o Dr. Roger Federer ultrapassou a barreira dos 34/35 facilmente. Portanto, concorrer com garotos na parte física, não será complicado.
      Nos outros dois aspectos, ainda sobra no sérvio.

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  21. Nattan Lobatto

    A luz da verdade é que o Nadal é sobre-humano no saibro. Não a toa, ele já aplicou um Pneu no Lobo e no Leão da Montanha…
    Nadal sobra, extravasa e carrega consigo, mesmo naquele ano que estava cambaleando (2015) a sina de favorito.
    Se há divergência entre quem é o rei da relva, no saibro, as vozes e opiniões são oníssonas no sentido de apontar que espanhol é, de fato, como bem disse o nobre blogueiro, um semideus, assim como o Djoko nas duras.

    Abs

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  22. DANILO AFONSO

    Como estamos na “temporada” de saibro, vejamos algumas estatísticas referente ao piso.

    TOTAL DE JOGOS NO SAIBRO

    1 – Guilhermo Vilas (Arg) – 839
    2 – Manuel Orantes (Esp) – 703
    3 – José Higueras (Esp) – 559
    4 – Thomas Muster (Aut) – 553
    5 – Eddie Dibbs (Usa) – 502
    6 – Ilie Nastase (Rou) – 491
    7 – Carlos Moya (Esp) – 479
    8 – David Ferrer (Esp) – 476
    9 – Rafael Nadal (Esp) – 475
    10 – Emílio Sanchez (Esp) – 469

    TOTAL DE VITÓRIA NO SAIBRO

    1 – Guilhermo Vilas (Arg) – 670
    2 – Manuel Orantes (Esp) – 538
    3 – Rafael Nadal (Esp) – 436
    4 – Thomas Muster (Aut) – 426
    5 – José Higueras (Esp) – 382
    6 – Ilie Nastase (Rou) – 380
    7 – Eddie Dibbs (Usa) – 372
    8 – Carlos Moya (Esp) – 336
    9 – David Ferrer (Esp) – 335
    10 – Ivan Lendl (Usa) – 329

    % JOGOS VENCIDOS NO SAIBRO

    1 – Rafael Nadal – 91,79%
    2 – Bjorn Borg – 85,94%
    3 – Ivan Lendl – 81,03%
    4 – Ken Rosewall – 80,92%
    5 – Guilhermo Villas – 79,86%
    6 – Novak Djokovic – 79,63%
    7 – Jimmy Connors – 77,82%
    8 – Ilie Nastase – 77,39%
    9 – Jose Luis Clerc – 77,30%
    10 – Thomas Muster – 77,03%

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    1. Willian Rodrigues

      Danilo, mais um levantamento muito interessante.
      Nadal é mesmo insuperável no saibro! E, ainda por cima, é um grande vencedor em outros pisos. Já derrotou Federer em WB, Djoko no US Open, etc. Parabéns aos seus torcedores!
      Desculpe-me, mas onde o “REI DOS REIS, DA RELVA E DE TODOS OS PISOS” aparece nessa estatística? Rrrsss…

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      1. Gildokson

        Perdeu muitas finais para o Nadal, só por isso não é. Mas também não ta muito atrás não, Federer tem grandes números no saibro, várias finais, e o que interessa… o mesmo número de RG que o sérvio.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Títulos de Masters 1000 “não interessam” porque o Federer nem com 39 anos conseguiu chegar sequer nos 30.

          E em Rolanga ganhamos do Murray, não do Soderling.

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  23. Kauê Guedes

    Esses caras são extraterrestres. O Nadal fica meses parado e volta como se ainda tivesse vinte e poucos anos, numa intensidade absurda e com a técnica apurada. Por sua vez, o Djokovic supera uma situação que quebra o psicológico de quase qualquer um e vence uma partida como se nada tivesse acontecido. Comentei aqui em casa que o que houve com ele faria mais bem do que mal, já que possui um “mental” superior à maioria das pessoas normais (ao menos dos que nasceram na Terra) e sairia fortalecido, mas não imaginava que seria tão logo e que jogaria bem tão rápido. É óbvio que pegar um adversário mais frágil ajuda, porém é impressionante de qualquer forma.

    Fiquei contente por vencer o Desafio US Open! Apostei num Zverev instável (mas sempre talentoso) e num Thiem imbatível. Pelo que venho acompanhando, o austríaco estava voando e tinha chances de bater qualquer um (até o Djokovic numa eventual final). Vou ler o livro assim que chegar e tentar colocar as dicas do Meligeni em prática. Parabéns pela cobertura do Slam e muito obrigado, Dalcim!

    Responder
  24. Rafael Azevedo

    “Thiem, Zverev e Medvedev anunciaram a desistência do M1000 de Roma, para descansar. Pablo Carreño Busta foi lá receber o seu pagamento e, agora, vai descansar…quem foi mais inteligente?”

    Obs.: Li esse comentário em um vídeo do Youtube…hehe

    Responder
  25. Rafael Azevedo

    E a dupla Bruno-Pavic segue voando baixo…passando o carro por cima de que entra em seus caminhos.
    Vamos, Bruno! Rumo a mais um GS e um FINALS.
    #EuAcredito

    Responder
  26. Rafael Azevedo

    Dalcim, no jogo de ontem, eu vi alguns poucos pontos em que o Busta fez um saque-e-voleio. Na maioria deles, ele conquistou o ponto.
    Essa me parece ser uma boa tática contra o Nadal, já que ele recebe muito atrás. Ele normalmente faz uma devolução de saque mais defensiva, para atrasar o próximo ponto e entrar mais na quadra. A partir de então, é que ele começa a buscar uma posição confortável no forhand para tentar o winner.
    Esse tipo de devolução é ótimo para o adversário volear, não?? Porque ninguém faz isso com ele?? Ou estou equivocado na minha análise??

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Não acho coincidência que o Brown tenha vencido os 2 jogos que disputou contra o Nadal.
      Pra mim, a razão é exatamente o fato do Brown subir à rede nas primeiras trocas de bola, quando o Nadal ainda está entrado nos pontos.
      É menos provável do espanhol conseguir uma passada nesses primeiros pontos…

      Responder
      1. Thiago Silva

        Também não é coincidência que os dois jogos tenham sido na grama. Também não é coincidência que o Federer tenha ganhado 3 e perdido só uma na grama. Também não é coincidência que o Sampras nunca ganhou nada no saibro.

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Pois, é Thiago. Só que o Nadal tem 2 títulos em Wimblendon, 5 finais e 7 semifinais, enquanto que o Brown nunca chegou numa oitavas-de-final. Logo, o H2H de 0x2 é fora do comum, sim. Então, deve haver uma razão sobre jogo/estratégia/tática.
          Já com relação ao Federer, o suiço tem 8 títulos de WB, logo é completamente normal que ele seja superior no H2H da grama, independente se ele faz saque-e-voleiou ou não contra o Nadal…

          Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Na teoria, você está certo, Rafael, no entanto há grande respeito pelas devoluções dele, carregadas de spin. Além disso, ele teria algum tempo para optar por uma bola no pé ou paralela. Veja que até voleadores consagrados não vão o tempo todo para a rede contra ele.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Eu não falo nem em “ir para a rede”, simplesmente, porque sei que o Nadal é o rei das passadas, mas em ir para rede logo após o saque. O famoso saque-e-voleio…

        Responder
  27. periferia

    O SBT está transmitindo a Libertadores.
    O que é muito bom para o mercado…..com isso muitos empregos serão abertos….acabando com o monopólio global sobre grandes eventos esportivos.
    O SBT não vai pagar praticamente nada pelo evento…..com ajuda de seu genro…Fábio Farias (Ministro das Comunicações) ..o dono do SBT pagará a Libertadores com dinheiro de propaganda governamental….ou seja ….essa mudança está sendo paga pela sociedade brasileira (sem aviso).
    Basicamente o Bolsonaro está dizendo:
    “Quem quer dinheiro???”
    (Silvio levanta a mão sem constrangimento).
    Lembrando que a Rede Globo foi ajudada por por governos militares e políticos corruptos (ACM…Helio Costa…Corsetti..) .
    No Brasil é assim…
    Se faz a coisa certa pelos motivos errados.

    Como diz o Verissimo:
    “Aqui, a história não se repete como farsa…as farsas se repetem como história ”

    Sigamos.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Tem nada de vergonhoso, cara.

      Coloque de uma vez por todas nesta CABEÇA DURA que não há quem possa com o Rafael Nadal, no saibro.

      Fora algumas raras exceções como o Fabio Fognini em dia inspirado, e olhe lá…

      Responder
      1. Paulo F.

        Vou resgatar algumas derrotas de Nadal no saibro:
        – Monte Carlos 2013 e 2015.
        – Roma em 2011, 2014 e 2016.
        – Madri em 2011.
        – Roland Garros em 2015.
        07 derrotas de Rafael Nadal no saibro, não é uma quantidade tão pequena assim para chamarmos de “exceção”, ainda mais que estas 07 partidas perdidas por Nadal no saibro foram para apenas UM jogador.
        Tu consegue imaginar quem é este jogador?

        Responder
          1. Paulo F.

            Desculpas mestre, mas é que quis citar apenas o Djokovic como exemplo de que derrotas de Nadal no saibro não são tão exceções assim.
            Até mesmo o seu pato, Federer, já o derrotou neste piso.
            Nadal também perdeu no saibro para o Thiem, Fognini, Murray.

  28. Daniel

    Muita coisa ainda vai rolar nessa temporada de saibro, mas o Nadal deixou a melhor impressão possível e hoje eu apostaria meu dinheiro que ele chega aos 20 GS em Paris. É impressionante a eficiência dele no saibro. O Federer poderia ter tido um domínio próximo (igual seria improvável) na grama, caso houvessem mais torneios disputados (alguns M1000) e se ele não desperdiçasse tantas oportunidades em WB (ex: 2011, 2013, 2014, 2019). Mas paciência, um dos defeitos do suíço sempre foi a afobação e a escolha errada de jogadas em pontos importantes.

    E falando do Djokovic, eu não poderia deixar passar rs: notei que no jogo dele ontem, os juízes de linha estavam sem proteção facial/ garganta e achei um absurdo. Os organizadores estão arriscando vidas e deveriam ser multados pela ATP rsrs.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Talvez Federer até tivesse um domínio aproximado na grama. Como mesmo disseste, igualmente seria impossível, haja vista que há um certo tenista sérvio na grama. 2014, 2015 e 2019 o tal promoveu que o outro tal desperdiçasse a oportunidade.
      Cada uma!

      Responder
      1. Daniel

        Luiz, vc pode até ter outra visão, mas em 2014 e 2019, pra mim o jogo esteve muito mais na raquete do Federer. Sorte do Djokovic e do Nadal que o suíço vacila demais em momentos decisivos contra seus rivais (talvez por ser tentar ser agressivo quando não deveria, sei lá). O fato é que ele “sente mais” ou “escolhe a estratégia errada” nesses momentos, eu reconheço sim. Não fosse por isso, seriam pelo menos uns 5 GS a mais pro Federer e alguns a menos para os rivais. Mas Deus não dá asas à cobra e o suíço tinha que ter uma desvantagem em relação aos rivais, pois com o tênis que joga, se fosse excepcional (e não muito bom) no mental, não haveria concorrência pra ele.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Sim Daniel, mas o tênis é isso – um conjunto de fatores.
          Se Federer teve a bola na mão para fechar e não o fez, o que interessa é o resultado e o outro fez, quando recuperou a bola na mão.
          Por isso não há empates nesse esporte maravilhoso.

          Poderíamos dizer que se a USTA não tivesse colocado juízes de linha no US Open, como fizeram no Masters de Cincinnati, Djokovic teria uma enorme oportunidade de faturar mais um GS esse ano, rsss.

          Responder
  29. periferia

    Como diria o palmeirense Avallone….
    “Jornalismo Futebol Clube ”

    The Post -guerra secreta…Steven Spielberg (publicar ou não?)

    A Montanha dos Sete Abutres….Billy Wilder(o jornalista criando a noticia)

    Todos Homens do Presidente….(o quarto poder)

    Spotilight….Tom McCarthy (pressão para algo não ser publicado)

    O Abutre….Dan Gilroy (jornalismo sensacionalista)

    O Custo da Coragem….Joel Schumacher (morrer pela notícia )

    Attacking The Devil….David e Jacqui Morris (queria ser Harold Evans quando crescer).

    Voyeur …Myles Kane e Josh Koury (quando o jornalista encontra matéria prima de qualidade)

    Responder
  30. Lucas Leite

    Dalcim, parabéns pelo texto. Achei que o Tsitsipas estava muito mal adaptado ao saibro, parecia não estar calibrado com o tempo de bola diferente da terra batido e por isso errando muito. Os erros não forçados minaram sua confiança e o fizeram encurtar o braço, prejudicando totalmente a potência dos seus golpes de fundo e até mesmo o seu saque. Eu creditaria a isso, os dias de turista do grego após a derrota em Nova Iorque, deixando menos tempo para fazer a transição para o Saibro. Acho também, que o grego, por ser muito novo, ainda tem uma certa dificuldade com essas transições, demora um pouco mais para se acostumar à mudança de superfície. Se olharmos no ano passado, ele teve atuações ruins em Monte Carlo e Barcelona, para só depois engrenar com título em Estoril, final em Madrid, semi em Roma e oitavas em Roland Garros. A mudança de calendário prejudica os jogadores que tem mais dificuldade nessa transição. Concorda com a minha análise?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, Lucas, mas sempre é mais fácil sair da quadra mais veloz para a mais lenta. E para esses tenistas, jogar 2 ou 3 dias já é o bastante para achar o ritmo. Acho que a derrota terrível no US Open pesou na cabeça do grego, que ainda por cima deu azar de pegar outro ‘nextegen’, e um ótimo jogador como o Sinner. Ele me parece claramente pressionado, o que nunca é bom. Abs!

      Responder
      1. Jairo Calaz

        Dalcim,
        Tranquilo?
        Vi só o final dessa vitória do NADAL e pensei sobre um sujeito que aqui mesmo nesse fórum perguntou se o NADAL seguia como favorito em RG.
        Como creio que comentei na ocasião: “Amigo, se um NADAL, com 60 anos, aposentado há tempos, acordar um dia e pensar “ah, acho que vou jogar em RG esse ano”, ele automaticamente é o favorito a ganhar! 😀 😀 😀

        Responder
  31. Vitor Hugo

    Só pra lembrar o que eu postei há alguns meses atrás:

    Jogadores de extrema habilidade e talento. Alta capacidade de dar espetáculo: Federer, Kyrgios, Fognini, Dimitrov, Monfis

    Jogadores com habilidade média. Lampejos de habilidade. Tenistas com grandes qualidades mas não necessariamente jogadas de efeito ou algo do gênero:
    Thien, Nadal, Tsipas, Wawrinka.

    Jogadores robotizados, físicos e mecânicos. Sem muita habilidade, salvo lances esporádicos. Os chamados derrubadores de ibope: Novak, Medvedev, Simon, Agut, Karlovic.

    Rafa subiu no meu conceito e agora está no grupo intermediário. Antes estava no grupo dos robôs.

    Boa Rafa!

    Responder
    1. Daniel

      Boa Victor, concordo com esses grupos! Eu adicionaria o Dustin Brown na categoria de jogadores habilidosos tb rs. Uma pena que o estilo ortodoxo dele não gera títulos, mas sem dúvida é um estilo que é muito legal de acompanhar!

      E sobre o Nadal, desde que ele passou a jogar de forma mais agressiva depois de “trintar”, tendo melhorado nos voleios, slices e toques, ele também subiu no meu conceito. Já fui um ferrenho crítico dele no passado, hoje eu tenho muito respeito.

      Já o Djokovic, infelizmente não me agrada. Eu acho muito chata a forma como jogo, e pra mim ele só tem colecionado comportamentos decepcionantes dentro e fora das quadras. Na minha opinião, precisa ser muito fanático pra passar o pano e idolatrar, mas respeito rs. E se alguém como ele vir a ser o detentor dos principais recordes, azar do tênis.

      Abs

      Responder
    2. Marcelo

      Nadal e Djokovic: ambos tem suas armas e seus talentos, mas o maior deles (na minha opiniao) é a ausencia de pontos fracos, aliada ao físico e um excelente senso tático (leitura de jogo).

      Já talento e pontos fortes,, todos os top 100 (e muitos fora) tem o seu em maior ou menor grau, na minha opinião.

      Responder
    3. Nattan Lobatto

      kkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Derrubadores de ibope huauahahuhauhuahua

      Para nossa sorte (torcida nolista) o sérvio é um cara muito aplicado e melhorou (o que já era excepcional) bastante seu arsenal. Se tornando não só super habilidoso como também eficiente, que é o que de fato importa.

      Abs, nobre Hugo!

      Responder
    4. Marcílio Aguiar

      Vitor, você não me perguntou mas vou dar a minha visão. Como essa questão de gosto é complexa! Eu sou torcedor do Federer, o jogador que mais gostei de ver em quadra até hoje. Gosto muito também do estilo de saque e voleio, gostava do Agassi e de muitos outros de estilos variados. Enter Nadal e Dojo eu acho muito mais interessante o jogo do sérvio. Não é o estilo mais bonito de se ver, mas não é um robô. É de muita eficiência e se adapta com facilidade aos mais variados adversários e tipos de quadra. O Nadal, para mim, é mais monótono. Principalmente no saibro, tem uma plano de jogo definido que executa à perfeição, mas sem nenhuma surpresa. Estou prestes a ser crucificado pelos Federistas, mas se eu pudesse escolher quem fosse bater o recorde de Slam do Suíço (que parece inevitável) eu escolheria o sérvio.

      Responder
    5. Luiz Fabriciano

      Veja como a eterna luta para desqualificar alguém tão qualificado é hercúlea.
      Também estou dando ibope (no quesito construtores de ibope você é hors-concours) para um comentário tão sem noção.
      Incrível como só tu não percebes que um jogador membro do grupo 3 dá de pau sem dó nem piedade em um membro do grupo 1.
      Juro que busco mas não consigo entender isso.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Não entende porque está se passando por analfabeto funcional. Eu não questionei eficiência e etc, mas sim beleza de jogo, habilidade e capacidade de dar espetáculo.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          E eu que sou analfabeto funcional.
          Nem rir consigo mais.
          Coloca o Djokovic (aliás, vives criando grupos para enquadrar o sérvio), em um grupo que sob sua alcunha não tem habilidades e vive de lances esporádicos.
          Prefiro continuar sendo esse negócio de analfabeto funcional mesmo. Que nem sei o que quer dizer, mas melhor assim mesmo.

          Responder
    6. Rafael Azevedo

      Essa questão de Técnica e Habilidade/Talento é confundida com Beleza em execução de golpes e Variação de jogo.
      Executar um golpe, esteticamente, de forma bonita ou variar o jogo (tentar várias jogadas diferentes como voleio, slice, curtinhas etc.) não significa maior técnica ou habilidade.

      Técnica é o método utilizado para executar um golpe. O saque (golpe), por exemplo, pode ser angulado, reto no meio, com spin para a bola subir etc. São técnicas diferentes para um mesmo golpe. A habilidade, por sua vez, tem relação com a perfeição nas tentativas de aplicar uma golpe/técnica. Se um jogador tenta técnicas diferentes, mas erra muitas das tentativas, falta-lhe habilidade, apesar de ter havido muitas técnicas…

      O Berdych e o Del Potro utilizam a técnica de bater “reto” no forhand, o Nadal e usa mais o forhand com spin, o Djoko mescla nos dois tipos (apesar de utilizar mais o spin). Ou seja, o Djoko utiliza mais técnicas de forhand do que os outros. Na habilidade, obviamente o Del Potro tem mais habilidade em bater “reto” e o Nadal tem mais habilidade para bater com spin. Quem é o mais técnico e o mais habilidoso entre os citados??? Tudo é relativo.

      O Brown, por exemplo, executa muuuuitos voleios e curtinhas (que são golpes). Utilizando-se de uma hipérbole, ele tenta umas 1000 curtinhas no jogo, naturalmente, umas 500 são bem feitas, mas é um aproveitamento em curtinhas de 50%. O Nadal, por sua vez tenta apenas 10, mas 8 são vem executadas. Quem é o mais habilidoso, nas “curtinhas” (não estou falando que é o Nadal, só sugerindo que temos que rever esses conceitos)?

      O baixo índice de erros do Nadal e do Djokovic revelam que elas são, sim, muito habilidosos. Habilidade é isso: Acertar o golpe. E não: Tentar executar um golpe…

      Sinceramente, não vejo o Fogini, por exemplo, mais técnico e habilidoso do que o Nadal e o Djokovic. O italiano dá shows apenas quando ele está em posições confortáveis de executar golpes. O Nadal e o Djokovic transformam um bola que está quase tocando no chão e na arquibancada em um winner. Sinceramente, é preciso ter muuuuita habilidade e técnica para fazer isso.

      O problema é que se confunde estratégia de jogo com talento. Nadal e Djokovic utilizam estratégias de jogo vencedoras. Se eles não sobem à rede, e não dão curtinhas o tempo todo, não significa que eles não sabem fazer (não possuem técnica ou habilidade), apenas significa que eles escolheram outra estratégia para vencer as partidas. No jogo contra o Tsitsipas, no Finals de 2019, o Nadal deu show de voleios, curtinhas, forhand e backhand (e até de saques angulados). É um jogador completo, com muitas técnicas e habilidade, sim.

      Pra finalizar, ao meu ver Federer, Nadal e Djokovic são os jogadores mais técnicos e habilidosos do circuito. Formam o meu grupo 1. Mas, dentre eles, o Federer é o mais técnico e habilidoso.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Se você falar em “Variação de Jogo”, aí eu concordo com você. O Djokov e, principalmente, o Nadal variam pouco a ESTRATÉGIA.
        Mas, quem tem que tentar coisas diferente é quem tá perdendo, como eles sempre estão vencendo…

        Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Está aí um comentário respeitável sobre o que técnica e habilidade.
        Apesar de ter nascido em função de mais um comentário completamente sem noção.
        Ops! Sou analfabeto funcional – vou ter que estudar mais um pouquinho sobre técnica e habilidade para entender seu comentário, prezado Rafael.

        Grande abraço.

        Responder
  32. Sérgio Ribeiro

    E me lembro no início da Pandemia, alguns videntes afirmando que não teríamos Temporada. Um deles que gosta de música sumiu do Blog. Pior aqueles que duvidavam que o Espanhol estava errado em dar um bico nas duras Norte-Americanas . Cravamos que voltaria com tudo e forte candidato ao Vigésimo SLAM. E sem pressão nenhuma pois o guloso Sérvio iria a tudo. Mesmo que tropece em Roma ( é possível pela presença de Novak ) , é franco favorito em busca da conquista em Paris . A conferir. Abs!

    Responder
      1. Marcelo Morais

        Também penso dessa forma. Imagina ano passado, se Nadal tivesse jogado na sexta e sábado com Thiem e enfrentasse Djoko no Domingo. Claro que Nadal seria favorito, mas o cansaço equilibraria o confronto.

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Com certeza, Roberto. É até uma pressão a mais nos dois tenistas que ficam na mesma chave. Claro que isso vai acontecer esse ano de novo, não por culpa de ninguém, mas pelo equilíbrio dos três no piso (mesmo o Nadal tendo vencido 12 vezes). Nadal deve estar rezando pro Thiem cair do outro lado. Djokovic também. Já o Thiem vai rezar pro possível adversário da semifinal ser eliminado antes. rs
          Abs

          Responder
        2. Rafael Azevedo

          Então, o Thiem não tem chances nenhuma, né?
          Ele só vai definir quem será o vencedor (aquele que ele não enfrentar na semi)
          Que azar do austríaco!!

          Responder
    1. Marcelo

      Prefiro a frase que ouvi do Marcelo Nova (ex camisa…): se eu cheirasse , fumasse (ou me dopasse) a metade do que vcs imaginam, eu já nao estaria mais aqui

      Em resumo, depois de 19 anos no circuito, se ele se dopasse, ja teriam pego, pois trara se também de um jogo de interesses…

      ;- )

      Responder
  33. Felipe

    Mestre,

    Sempre que disponível, acompanho o placar comentado no UOL mesmo vendo o jogo na TV.
    Ficou muito bacana com os vídeos de alguns dos pontos!!! Parabéns pelo sempre excelente trabalho!
    Abs

    Responder
  34. Roberto Rocha

    O monstro do saibro está de volta. Mas a atuação do Carreño…patética! Se por um lado Nadal está sem ritmo de competição oficial, por outro é a primeira vez em anos que ele chega super – descansado e treinado ao seu piso de dominância… periga passar o carro em todo mundo! A conferir.

    Responder
  35. Luiz Fernando

    Assisti ao primeiro set do jogo do Rafa gravado e um detalhe deve ser dito: muitas bolas continuam curtas, num jogo mais equilibrado, ou seja, o oposto do de hoje, isso vai atrapalhar a vida dele…

    Responder
  36. Paulo Almeida

    Nadal só perde esse título para um Fognini ou Djokovic muito inspirados. Aliás, o jogo de hoje do sérvio contra o esforçado Caruso não é parâmetro para nada. Vai ser testado de verdade somente contra seu compatriota na sexta, que inclusive deve ser o adversário mais complicado até uma possível final.

    Responder
  37. Paulo Almeida

    La Villa Strangiato e YYZ são indubitavelmente as principais faixas instrumentais e verdadeiros hinos do Rush, porém Leave That Thing Alone e The Main Monkey Business não ficam devendo nada em qualidade. A questão é que são relativamente recentes (principalmente a segunda, de 2007) e por isso não são tratadas com o devido reconhecimento, pelo menos por quem não conhece profundamente a discografia da banda.

    Além das quatro citadas, o trio canadense ainda produziu Where’s My Thing?, Limbo, Hope e Malignant Narcissism sem a presença de vocais. Aliás, esta última é um show de baixo do monstro Geddy Lee!

    Responder
  38. Paulo Almeida

    “Sérgio Ribeiro
    16 de setembro de 2020 às 18:49

    Errado como sempre . Ambos com 35 . Não minta que pega mal. Outra , ganhar 8 em mais de um MASTER é mais difícil que 2 em outros . Ou não caríssimo comédia ?kkkkkAbs !”

    E qual o critério de desempate? Justamente o Golden Masters, que é agora é duplo!

    Não, ganhar em 9 diferentes superfícies (incluindo saibro, hard lento, hard rápido e hard indoor) é mais difícil do que ter a maioria dos títulos concentrados em uma única. Caso o Nadal não termine com pelo menos 3 M1000 a mais, continuarei achando o recorde do Djoko mais relevante. Ou então o espanhol terá que fechar o Golden também para 1 ou 2 de diferença servirem. É a minha visão.

    P.S.: Só trouxe esse comentário do Ribeiro para a nova pasta porque julguei pertinente esse debate, mas não que devesse alguma satisfação a algum chato.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Caro Dalcim, com todo respeito.

      Mas toda vez que eu resgatei posts de outra pasta você acabou chamando minha atenção.

      Mas o imitão, “fake-maker” aí pode de boas?

      Como que é isso?

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Mais que ÓDIO que me dá!

          Eu me lembro muito bem que foi justamente esse Paulo F. que veio reclamar com o Dalcim por eu ter pegado uma postagem de OUTRO TÓPICO e postado num tópico novo.

          Agora já muda de ideia e vem com essa conversinha fiada!

          Muito cinismo, viu…

          Responder
        2. Nattan Lobatto

          Exato, Paulo F.!

          O nobre colega Rodrigo, que no meu ponto de vista soma muito com este espaço, com comentários em sua grande maioria (99% ninguém é perfeito) de qualidade e com maestria, fazia isso no mesmo post várias vezes, resgatando mensagens antigas. O Almeida só o fez, porque a mensagem do Ribeiro foi em outro post, creio eu.

          Abs

          Responder
    2. Jonas

      Pô Ribeiro, você acha mesmo que é tão difícil assim para o Nadal vencer masters no saibro?

      Evidente que é um feito absurdo, mas se tratando dele é algo até rotineiro, rs.

      Responder
          1. Jonas

            Explicando: acho um feito absurdo do Nadal, porém o Djokovic demonstra ser mais versátil. Acho que é um jogador com extrema capacidade de adaptação.

    3. Sérgio Ribeiro

      Você pode achar o que quiser , caro Almeida. Aliás o Tênis não começou apenas em 2008 ? kkkkkkkkkkkkkkk. Então se Nadal fizer 36 a 35 vencendo o MASTERS 1000 de Roma 2020 , passa a liderar o recorde. Se vencer ROLAND GARROS 2020 , empata com Federer e também abre TRES pra cima do Sérvio. Querendo o rapaz parrudinho , ou não rsrsrs Abs!

      Responder
  39. Gildokson

    Eu estava até afim de dar uma baita secada no Nadal durante essa caminhada no saibro 2020, mas pelo que vi hoje…. misericórdia!! O cara até me assustou, engoliu o Carreño que jogou bem aquele fatídico set contra o Djoko no US Open e quase foi finalista do Slam.
    Vai ser difícil para esse bendito espanhol.

    Responder
    1. Jonas

      Achei até curioso, pois ontem a comentarista do SporTV disse que o Nadal iria pegar uma pedreira em sua estreia.

      Com todo respeito discordo…Busta é um cara muito regular, porém não é o tipo de tenista com recurso pra machucar o Nadal nesse piso.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Nunca incomodou e estava mortinho. A turma que foi mais longe no USOPEN ( exceto o Sérvio) , não arruma nada emendando com Roma . Ao menos , a meu ver. Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Quem tem bola (esquece mental) para incomodar Nadal: Djokovic, Thiem, Zverev.

          Não coloco Medvedev pois não imagino que faça cócegas no espanhol. Venceu Djokovic em Monte Carlo eu acho, mas ainda assim é pouco.

          Responder
    1. Willian Rodrigues

      Concordo plenamente Danilo! Nadal é um atleta espetacular, dentro e fora das quadras!
      Não é porque sou torcedor do Djokovic que deixarei de aplaudir os feitos e recordes que o espanhol obtiver.
      Já o Federer… aí eu não aplaudo não!!! KKKKKKK Primeiro, ele precisaria calçar as “sandálias da humildade” …

      Responder
      1. Barocos

        Dalcim,

        O máximo que já vi o Nadal fazer foi “cara-feia” e isto ela cansa de repetir quando alguém ganha mesmo que um mísero ponto dele. 😉

        Saúde e paz, mestre.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Poxa , Dalcim . Os destemperos do Touro são rezas perto do que Novak e o Craque ( início de carreira ) , já aprontaram em quadra , ou não rs ? Abs!

        Responder
      3. Marcílio Aguiar

        O episódio com o Carlos Bernardes, considero pior que um destempero momentâneo. Pelo que se noticiou ele vetou um árbitro que estava cumprindo as regras.

        Responder
          1. lEvI sIlvA

            Dalcim, falando nisso, como ficou o caso do árbitro que puniu a Serena por cumprir as regras. Achei algo terrível o que ela aprontou com Ramos. E o pior, não foi a primeira mancada dela nesse sentido, mas considero a maior que fez. Caso ela tivesse ganho aquele US Open, teria sido ridículo, pois constrangeu a menina Naomi.

  40. EDVAL CARDOSO

    Na verdade o Djokovic engrossa o o jogo no saibro contra o Nadal por causa das devoluções,que não deixa na maioria das vezes o Nadal atacar com o FH já na segunda bola,a maioria dos que jogam contra ele no saibro pecam nesse quisito.,como foi contra o Busta hj.

    Responder
  41. EDVAL CARDOSO

    Boa noite,boa tarde ou bom dia Dalcin,
    Uma pergunta, ofensas verbais a harbitros, juízes de linha ou a qualquer pessoa envolvida em uma partida de tênis, não são passíveis de desqualificação como aconteceu com Novak?
    Pergunto porquê tava vendo vídeo da famosa final do usopen feminino de 2018, quando a Serena Willians deu aquele pit ,e entre várias outras coisas acusou o Carlos Ramos, juíz de cadeira, de ladrão.
    E a partida seguiu normalmente,com ela só levando as advertências habituais do jogo.
    Na minha opinião,oque ela fez foi bem mais grave, pois no caso do Djokovic,foi claramente sem querer,e no caso dela não,ela insistiu em suas argumentações de que estava sendo roubada,pelo simples fato do Ramos ter aplicado a regra, punindo ela por estar recebendo orientação de seu treinador.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele não usou o termo ‘ladrão’, pelo que me lembro, mas insistiu que ele havia tirado um ponto dela. Sim, certamente caberia punição disciplinar.

      Responder
      1. Cassio

        Ela disse algo como “You stolen me a point” por causa da primeira punição, depois da advertencia… Mas não o chamou diretamente de “Ladrão”. Mesmo assim, depois disso perdeu ainda 1 game como punição, pelo que eu me lembro.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E sentiu no bolso legal com multa pesada se não estiver equivocado. Mas é óbvio que sem atingir nada em ninguém. Se isso botasse pra fora , Fognini não terminaria nenhum jogo caro Cassio rs . Abs!

          Responder
          1. Miguel BsB

            Sim confere: ela o chamou de ladrão. “You stole a point from me. You’re a thief too!”.
            Foi pesada essa discussão da Serena com o Carlos Ramos.

  42. Vitor Hugo

    E Roger voltou a bater bola, apesar de só voltar a jogar no ano que vem.
    Mas veremos o REI das hards, REI da Austrália e REI da grama em breve nas quadras.

    Por favor, não existe qualquer possibilidade de cogitação do nome de Djokovic entre os maiores no piso verde e Wimbledon, que é o maior slam de todos.
    Sampras, Roger e Laver venceram na ‘grama das antigas ‘ que era muito mais rápida que hj.
    Roger venceu tanto na grama lenta como na rápida, é o que possui o maior número de títulos no slam londrino e o maior vencedor na superfície. O INQUESTIONÁVEL REI DO MAIOR SLAM DE TODOS! Adicionando o fato de ser CINCO anos seguidos vencedor de Wimbledon, o que aumenta ainda mais seu status.

    O mesmo raciocínio vale para as hards, onde Federer também é o rei. Venceu antes e depois dá padronização e venceu cinco anos seguidos o SEGUNDO SLAM MAIS IMPORTANTE, U.S Open!

    Responder
  43. Miguel BsB

    Sabemos que o Nadal costuma voltar voando quando tem que ficar um longo tempo parado (anteriormente por lesão, dessa vez por conta da pandemia).
    Se mantiver a escrita, difícil o Rei do Saibro não enfileirar Roma e RG…
    Pelo que mostrou contra o Busta, é grande a possibilidade, mais uma vez.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Geralmente o sorteio de Roland Garros já define o campeão. Se o Thiem cair pela milésima vez na chave do Djokovic, Nadal leva vantagem. Se Thiem cair na chave do Nadal, o vencedor da semi provavelmente será detonado pelo Cotonete na final, que entrará mais descansado física e mentalmente..
      Abs

      Responder
  44. Leo Gavio

    Djokovic (Melhor tenista da historia, segundo eleição feita na Eurosport) está em rota de colisão com Nadal mais uma vez.

    Eu acho que Djokovic é o favorito, tanto para Roma, quanto para Roland Garros, Nadal desempenha bem contra jogadores que não tem “camisa”, Djokovic tem “camisa” e isso impacta no desempenho dele, por isso o vejo derrotando Nadal em Roma e Roland Garros que este ano vem com uma quadra mais fechada, uma promessa das circunstancias de que teremos menos ventania, bolas mais limpas e menos necessidade de improvisos (quesito que o GOAT perde de lavada pro Rei da entressafra).

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Sério?

      Jura que você vê o Djoko ganhando do Nadal nesses dois palcos?

      Mas que legal, cara!

      Igual você “viu” o Busta ganhando o Us Open semana passada, né?

      kkkkk

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  45. Vitor Hugo

    Não vejo nenhum problema em criticar o estilo de jogo e a postura de um tenista no passado, mas com a evolução técnica e evolução do ser humano passar a elogia-lo.
    Nadal melhorou muito. Fato! Hj é um dos melhores voleadores do circuito, tem um bom slice e está bem mais agressivo. Seus pontos fracos continuam sendo a devolução e principalmente o saque. Dificilmente vai evoluir mais até o fim da carreira

    Também tem se mostrado um grande ser humano com sua solidariedade para com o próximo e suas posições e preocupações com a saúde e o bem estar dá população.
    Se ele tomou umas bombas no passado, não posso afirmar, mas não coloco a mão no fogo de jeito nenhum!

    Busta pareceu apenas uma formiguinha hoje. Bem diferente daquele jogador que equilibrou o jogo contra Novak e caminhava pra vence-lo no u.s open. Acho que vai passar o carro se pegar o pirulito na final!

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