Thiem ou Medvedev? Façam suas apostas.
Por José Nilton Dalcim
8 de setembro de 2020 às 00:03

Novak Djokovic não está mais em Nova York e o favoritismo natural ao título é herdado por Dominic Thiem e Daniil Medvedev. O primeiro problema deles, no entanto, é que estão do mesmo lado da chave. Se vencerem na quarta-feira dois nomes perigosos da novíssima geração, terão de duelar entre si por mais uma final de Grand Slam e se candidatar para o troféu que já lhes escapou.

Os jogos-teste desta segunda-feira, um dia depois de se surpreenderem com o buraco deixado pela desclassificação do número 1, foram muito bem administrados por ambos e, a rigor, tiveram um único set. Thiem, que já havia progredido na vitória sobre Marin Cilic, se mostrou muito à vontade depois de ganhar o tiebreak contra Felix Auger-Aliassime. O canadense decepcionou, é verdade, porém é preciso colocar na conta a forma com que o austríaco o sufocou e deu pouco tempo para ele respirar.

O russo por sua vez atropelou um desanimado Frances Tiafoe, que só engordou seus games no primeiro set porque Medvedev deixou escapar o 5/2 com saque. Ainda assim, ganhou só cinco games no total e levou um ‘pneu’. O finalista do ano passado fez ótimas cruzadas, variou com deixadinhas de backhand, sacou quase sempre muito bem e outra vez economizou valiosa energia.

O adversário de Thiem será o australiano Alex de Minaur, de 21 anos, que alcança seu maior resultado em Slam ao tirar o agressivo Vasek Pospisil. O detalhe do jogo foi o tiebreak do primeiro set, em que o canadense abriu 6-2 e perdeu três serviços e seis pontos seguidos. Pouco fez depois disso. O pupilo de Lleyton Hewitt enfrentou Thiem duas vezes em melhor de cinco sets e não aguentou o ritmo dos golpes pesados do adversário. Mas isso foi há dois anos e há evidentes evoluções no jogo do australiano, ainda que seu forte ainda sejam o espírito de luta e o baixo número de erros não forçados. Apostaria que ele irá tirar no máximo um set de Thiem.

Andrey Rublev, de 22 anos, tem mais bagagem. Já esteve nas quartas do US Open em 2017, bem antes de explodir de vez. Seu problema diante de Medvedev está no fato de os padrões serem muito parecidos – saque forte, base pesada e poucas variações – e acima de tudo um certo respeito que nutre pelo compatriota, a quem enfrenta e se diverte desde os tempos de juvenil. Nunca venceu em três confrontos na ATP. Para avançar nesta segunda-feira, Rublev superou um início de muitos erros e aí apostou tudo no ainda frágil backhand de Matteo Berrettini. Meu palpite é que Medvedev passará sem sustos.

Serena se supera, Kenin diz adeus
Na sua melhor apresentação desde a volta do circuito e de seus três torneios jogados, Serena Williams controlou não apenas os nervos mas também os golpes para uma dura vitória em cima da boa Maria Sakkari. Mesmo deslocada para os ângulos pela grega, a multicampeã soube esperar a hora do contragolpe. Sakkari fez mais winners (35 a 30), porém também liderou os erros (43 a 38).

Fará agora um curioso duelo de mães contra Tsvetana Pironkova, que não se repete desde 2015. Serena ganhou todos os quatro. A búlgara sem dúvida parece uma adversária bem mais confortável para a norte-americana porque também gosta de arriscar, faz pontos mais curtos e comete falhas naturais desse estilo. A performance contra o forte poder defensivo de Alizé Cornet foi ótima.

Nos jogos da noite, Sofia Kenin se perdeu em seus erros mas também no apuro tático de Elise Mertens. A belga cometeu apenas sete erros não forçados na partida, três no set inicial, e manteve pressão constante sobre a cabeça 2 e vencedora do Australian Open em janeiro.

O jogo contra Victoria Azarenka promete muito. A bielorrussa não teve vida fácil diante de Karolina Muchova, que reaiizou um primeiro set muito consistente mas depois passou a sentir a coxa esquerda e perdeu mobilidade. Mudou a tática, arriscou cada vez mais e nem assim saiu de jogo, obrigando Vika a manter um alto padrão até o último game. Belo jogo. O duelo entre Mertens e Azarenka será inédito e, para mim, sem prognósticos.

Grande dia de Soares e Pavic
Depois de um início de torneio travado, em que quase pararam na estreia, Bruno Soares e o canhoto croata Mate Pavic cresceram jogo a jogo e obtiveram uma grande vitória em cima dos britânicos Jamie Murray e Neal Skupski. Devoluções primorosas foram o ponto alto.

Este é o melhor resultado da parceria, formada no ano passado. Para o mineiro, é a terceira tentativa de chegar à final masculina do US Open, onde foi campeão em 2016 com o mesmo Murray e finalista em 2012 com Alex Peya. Ele tem ainda dois títulos de mistas.

Os adversários são respeitáveis: Julian Rojer e Horia Tecau, que conquistaram o torneio em 2017, além de terem vencido Wimbledon e o Finals dois anos antes.

Luísa Stefani, por sua vez, caiu nas quartas. Desta vez, ela e Hayley Carter mostraram clara inferioridade diante de Nicole Melichar e Yifan Xu. A paulista de 23 anos segue agora para o saibro europeu, onde a adaptação da dupla é um pouco mais difícil.


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Incrível como Shapovalov saca melhor, tem mais potencia e tem melhores golpes do q C Busta e ainda vai perdendo por 21. Claramente a ansiedade vai derrotando o jovem canadense. Zverev deve ser C Busta desde criancinha…

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        1. José Nilton Dalcim

          Sim, a regra diz que o recebedor precisa estar pronto, ele não pode ditar o ritmo. Claro que por vezes o sacador exagera – Kyrgios é o rei disso, tentando sacar até menos de 15 segundos depois do ponto – e isso precisa ser coibido pelo árbitro também.

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  2. Paulo Almeida

    Marcílio Aguiar, só li agora seu comentário dirigido a mim na publicação anterior e mesmo não querendo ser agradável (segundo você mesmo), pelo menos passou longe de ser hostil, rs.

    AdmIro também o fato de não comemorado a eliminação do sérvio de forma espalhafatosa e até cruel, como vi muitos, principalmente os de sempre, fazendo por aqui.

    Sim, você não precisa gostar das minhas teorias, as quais trago à tona mais nos momentos turbulentos por que passamos nesse ambiente.

    Para finalizar, não obstante termos trocado poucas ideias até hoje, sinto uma boa “vibe” vinda de sua pessoa. Também tenho simpatia pelo Sérgio Ribeiro, Gildokson, Rafael Azevedo e pelo sumido Chileno da ala federista, apesar de este último ter me dado trabalho no “duelo” de argumentos no passado.

    Abraços.

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      1. Paulo Almeida

        De fato e não depreciava o Djokovic, até o elogiava bastante. Uma vez até reconheceu que suas conquistas foram mais difíceis do que a do Federer, mas que isso não tornava as do suíço piores. Acho que foram mais ou menos essas palavras.

        No entanto, às vezes se perdia com a famigerada desculpa de idade e dizia que o Federer não tinha esquerda antes de 2017, o que é uma grande inverdade. Na final do USO 2015, por exemplo, esse golpe do suíço entrou foi e muito! Na época eu até deixei de refutá-lo, mas agora já era.

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        1. Sérgio Ribeiro

          Me poupe , caro Piloto. Desde quando o nosso amigo Chileno iria reconhecer uma asneira sem tamanho como essa. “ As conquistas de Novak foram mais difíceis que as de Federer “ . Acredito que o amigo , Jonas , Paulo F , Chatonik e CIA já ultrapassaram todos os limites do fanatismo. O Suíço acabou com o reinado de Pete Sampras em Wimbledon, para se tornar Octacampeão na Grama Sagrada. E todos os Ex- N1 da época que ficaram em vantagem no retrospecto com Pete , foram massacrados pelo Craque. O mais Velho N 1 da Era Profissional se deu ao luxo de ainda pegar uma geração 5 , 6 anos mais jovem , composta por Nadal , Djokovic e Murray , e levar SLAM em todas as superfícies a partir de 2008 . Sem contar o FINALS . Na boa , esse papinho não cola. E ‘ pagar recibo todo santo dia kkkkkkkkkkkkk. . Abs!

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          1. Paulo Almeida

            Ribeiro, parece que você não conseguiu entender o que eu disse.

            O Chileno concordou sim que o Djokovic teve mais dificuldade para conquistar boa parte dos seus títulos, mas que isso não diminuía os do Federer. Se você tiver paciência, pode procurar esse comentário em alguma das publicações do ano passado.

            Então, apesar das nossas discussões e de você também flertar com o fanatismo como eu, simpatizo contigo.

            Abs!

    1. Paulo Almeida

      Ah, Marcílio, esqueci de falar a respeito da mudança da regra: se os juízes de linha fossem abolidos, não haveria bolada forte nem fraca e, portanto, nenhuma subjetividade. Seria bola fora ou dentro e ponto final, como foi no Masters de Cincy.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Pergunta aos jogadores ( que são quem importa ) , se querem seguir essa deslumbrante ideia da turma da Kombi , e acabar com os juízes de linha ? Se o Big Mac foi expulso do AOPEN 90 , Serena tripla penalizacao em sua própria casa no USOPEN , e TODOS sem acertar a bolinha em juiz algum , ninguém contando todas as outras , foi pior que Novak. E não dá nem pra dimensionar o que a Norte-americana importa para o USOPEN comparada com o Sérvio. Sem choro . Cartão Vermelho pro Sérvio ficou de bom tamanho rsrsrs Abs!

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  3. Evaldo Medeiros

    Com relação ao Djokovic, vejo a tragédia da bolada como uma vingança (de Roger, da vida, sei lá….) daquela derrota que o Federer sofreu para ele naquela épica final de Wimbledon. Como é que Nole faz algo tão difícil e espetacular, e no ano seguinte faz uma bobagem tão primária, típica de um amador ou de um principiante. Não consigo entender…

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    1. Jonas

      Não tem nada a ver.

      Essa “vingança” talvez sirva para algum hater do Djoko. Se for levar isso em conta, qualquer merda que o sérvio faz serve como vingança, como ocorreu no Adria Tour.

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  4. Luiz Fernando

    Saindo do tenis, uma péssima noticia: a Pfizer suspendeu momentaneamente seu programa da vacina da Covid 19 por suspeita de uma reação adversa grave em um paciente vacinado na Inglaterra. Torçamos para q os demais programas sigam em frente sem percalços, mas infelizmente isso foi uma ducha de agua fria nas esperanças humanidade por uma vacina eficaz a curto prazo…

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  5. Luiz Fernando

    Quando vi Coric fazer 61 e estar 42 a frente no set 2 imaginei q venceria. Mas Zverev não desistiu e foi la e virou. Assisti o set final e ele estava claramente melhor técnica e mentalmente q o Coric, vencendo essa parcial com méritos. Sempre devemos lembrar q o alemão é absolutamente irregular, mas talento não lhe falta, ninguém vence Federer e Djoko em sequencia em um Finals sem grande capacidade. E creio q entra como favorito contra qualquer um dos adversários q jogarão a noite. No entanto, não o vejo favorito diante de Thiem ou Medvedev, maiores candidatos a finalistas do outro lado da chave…

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  6. Jmsa

    Dalcim,muitos usam o argumento que o Federer só conquistou o que conquistou por causa da tal entre safra de jogadores,esse argumento procede ou é só dor de cotovelo de torcedor ?
    Como sempre ótimo texto.

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    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Jorge, desmerecer Federer é não entender nada de tênis. Ou por inveja ou por incompetência. E antes que algum torcedor fanático se exalte, o mesmo vale para Djokovic, Nadal e Murray.

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      1. Barocos

        Dalcim,

        As suas lucidez e coerência são fantásticas, mas não me surpreendem, já li o suficiente dos seus belos e ponderados artigos e respostas aqui no blog para saber que nada diferente deve ser esperado de você.

        Onde houver escuridão, que você traga a luz.

        Saúde e paz dobrados a todos os homens que usam a razão.

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  7. Rodrigo S. Cruz

    Na minha opinião, ninguém tira esse Grand Slam do austríaco Dominic Thiem.

    A minha torcida é para o Denis Shapovalov.

    But it’s a very long shot… (rs)

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  8. Maurício Luís *

    “Pra não dizer que não falei de flores…”
    Um pouco atrasado, mas deixo aqui minhas congratulações ao Rodrigo S. Cruz pela maneira sensata e elegante com que se retratou diante da discordância do Dalcim.
    Raro encontrar pessoas assim, porque é difícil admitir eventuais deslizes.
    Bom, embora ninguém tenha me perguntado, mas acho que mais do que nunca a Serena precisa da minha torcida. Bem diferente de anos atrás, em que ela “passava o rodo” nas adversárias. Agora a torcida é com o coração na mão!
    Pros homens, não tô torcendo pra ninguém. Que vença o melhor e faça bom proveito do prêmio. E não acho que vai ficar “asterisco” nenhum no troféu, porque campeão e campeã são aqueles que vencem dentro das regras e dentro das CIRCUNSTÂNCIAS.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        E eu pensei que era comigo mesmo.

        Porque achei que você se referia àquele momento em que o Dalcim me disse para não generalizar…

        Abs.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Então, Maurício. A Mamãe está longe do seu melhor fisicamente. Mas sua devolução e seu Serviço continuam a fazer estragos compensando um pouco o jogo de pernas . Daí que dá pra torcer legal. Mas longe de ser a favorita , a meu ver. . Quanto a alguns recém chegados ao Esporte não saberem a sua história, e querer desvalorizar qualquer SLAM pela ausência de quem quer que seja , só o tempo. Novak Djokovic estava presente e reduziu o tempo de jogo , pontos no ranking e $$$$$$$$$ numa jogada só. E digna de cartão vermelho rsrsrs … Abs!

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Olha, Maurício…

      Obrigado.

      Mas eu sou assim mesmo – bem pragmático.

      Pra mim, o que é certo é certo, e o que é errado é errado.

      Não fico tentando dar desculpas ou nó em pingo d’água (rs)

      Abs.

      Responder
  9. Rosa Maria Bernardi

    Djokovic se posiciona (como sempre o faz), sobre a participação de alguns de seus fãs nas redes. Agradece o apoio e pede que não se cometam agressões com a juíza que, como diz, nada fez de errado. (In: bolamarela.com) Sobre o triste episódio da bolada, reconheceu o erro, pediu desculpas e disse que tomará o acontecido como mais um aprendizado. Determinação nlhe falta. Que assim seja.

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  10. Fernando Peixoto

    Creio que Medvedev leva esse US Open, que não contará tanto para a história do esporte, já que os três melhores estão fora. Federer e Nadal não foram; Djokovic saiu sem perder o jogo.

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    1. Jonas

      Isso que é foda. Eu realmente acho q o Djokovic teria muito trabalho contra o Russo.

      Eles fizeram um jogo bem interessante no Australian Open 2019 e o Djokovic venceu nos detalhes.

      Se ele vence o torneio, fica aquele gosto de “poderia ter enfrentado o n1”.

      Não vale só para o Medveved e sim para qualquer um que vencer. De qualquer forma, ele vem jogando muito e espero que pelo menos enfrente o Thiem.

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    2. Bruno

      Sou torcedor do Federer ,já fui do Lendell ,do Guga e acredite do Luís Mattar .
      O tênis sempre existiu antes desses 3 e sempre foi maravilhoso.
      Então ,repense antes de digitar uma asneira dessa.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Exato Bruno. Se o velhinho Rod Laver escuta algo parecido em relação aos seus SLAM ganhos quando não ia ninguém no AOPEN , ia chamar o autor pro pau … kkkkkkkkk. Abs!

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  11. CAIO CESAR

    Dalcim,
    Tô sentindo que a temporada de saibro vai ser a melhor dos últimos tempos, são tantas incógnitas e coisas em jogo … Não vejo a hora que se inicie!
    E imagina como deve estar a cabeça do grego depois da queda do Djoko … que oportunidade desperdiçada, que cagada!!!!
    Cobertura do torneio primorosa, como sempre.
    Abraço!

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  12. Vitor Hugo

    Novak tem capacidade de quebrar o recorde de slam? Sim! Vai ser fácil? Não! Agora está sentindo a pressão de alcançar os números do espanhol e suíço. Pressão que ele mesmo colocou sobre si, pois sempre disse qual é sua meta.

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  13. Miguel BsB

    Dalcim, rapidamente retornando àquela conversa sobre nacionalidade do post anterior, o que eu acho deplorável é que esses tenistas descendentes de imigrantes, como o caso dos canadenses, usufruem de saúde pública, educação pública e, principalmente, todo o incentivo público de preparação e treinamento para torná-los atletas profissionais de ponta.
    Então, quando eles começam a fazer sucesso e a ganhar dinheiro, estabelecem residência em países com Bahamas e Monte Carlo, casos de Shapovalov e Aliassime, para não pagarem impostos pro governo do Canadá, que usou os impostos de outrem para poder financiar a formação tenístista e cidadã deles, além de que, em certo sentido, eles mesmos estão dificultando o acesso de outros garotos aos benefícios públicos a que eles tiveram direito no passado…

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    1. José Nilton Dalcim

      Esse é um tema de extensa discussão, Miguel. Djokovic também mora em Monte Carlo, assim como Senna foi para lá. Os Beatles e os Stones fugiram dos impostos britânicos e por aí vai. Qual é a certeza de que o imposto tomado do seu suado salário não irá para as mazelas de um governo mal-intencionado em vez de ser investido na federação ou no esporte?

      Responder
      1. Miguel BsB

        Se todos pensassem assim, não haveria programas públicos custeados pelo Estado…
        Eles conseguiram usufruir disso no Canadá, e não estão devolvendo como deveriam. Lá, aparentemente, funciona, assim como em outros países. Posso entender esse pensamento em países que dão pouco em troca, como infelizmente é o caso do Brasil.
        O que Bahamas e Monte Carlo fez por eles? Qual a ligação anterior deles com esses paises? Simplesmente, fugir de impostos…

        Responder
    2. Bruno Gama

      Indo pra países que eles não pagam impostos significa que terão total controle sobre o dinheiro que ganham, inclusive podendo abrir escolas de tênis ou financiar jovens promessas como eles foram.
      Ninguém deveria defender impostos, o estado não dá a menor garantia de que vai aplicar bem os recursos que são tomados a força da população.

      Responder
  14. Daniel

    Uma coisa é certa, essa eliminação do Djokovic veio em um momento em que a comunidade fã do sérvio andava arrogante, já declarando ele como melhor da história sendo que ele ainda não é o detentor dos principais recordes, mesmo que esteja em uma posição favorável para atingi-los. Fazendo isso, menosprezam nao somente todos os demais jogadores do circuito que estão surgindo, dando como favas contadas a quebra dos recordes, como também menosprezam um tenista do quilate de Rafael Nadal, que tem tudo para ele ser o detentor do recorde de GS, por exemplo.

    Como disseram por aqui, é muita soberba de querer dizer como será o futuro, não levando em conta todos os imponderáveis que podem ocorrer, como por exemplo, o suíço voltar muito bem e abocanhar mais 1 ou 2 GS, o Nadal ganhar mais alguns e voltar ao no1 ou simplesmente uma subida de nível de jogadores como Thiem, Medvedev, Tsitsipas, que já são realidade (embora ainda decepcionem quando se espera muito deles)

    E a ironia de tudo isso a forma como o Djokovic foi eliminado tb serve como lição para sua torcida, que vem passando pano ou fingindo que não vê os diversos comportamentos inadequados dentro e fora das quadras de tênis, o que afetam sua popularidade, mas esse pessoal insiste que é coisa de hater…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Perfeito, Daniel.

      Irretocável o teu post!

      Como já dizia o provérbio bíblico:

      ” a soberba precede a ruína; e a altivez de espírito a queda”.

      Responder
    2. Bruno Gama

      Pobre menino Novak, ele não pode arrancar a toalha da mão de boleirinho, não pode rasgar camisa, não pode gritar na cara do 126º colocado vencendo o set por 5-0 40-0, não pode acertar a traqueia de uma juíza de idade avançada, que já saem falando que ele é mau caráter. Ele é só um menino, ainda tá aprendendo a se comportar igual gente.

      Responder
    3. Paulo Almeida

      Bom, há muitas variáveis a serem colocadas na mesa para se definir o GOAT e não apenas recorde de Slams e semanas como número 1. E mesmo assim, você acha que 20, 19 e 17 já definem alguma coisa? Não, isso é um empate técnico!

      A tal arrogância a que você se refere foi pelo fato do clima do Blog estar tenso e cheio de provocações desde a volta do circuito, sendo que eu e você fazemos parte do processo.

      P.S.: por que fugiu das respostas no seu comentário mais abaixo? Será que foi porque todo mundo te jantou em relação ao Murray? Rsrsrs.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Então, imitão…

        Ninguém “jantou” ninguém, né?

        O cara só deu a opinião dele que diverge da tua.

        Você tem esse mau hábito de querer se promover tentando diminuir o outro.

        Além de ser uma coisa manjadíssima, só fomenta tumultos e inimizades no espaço.

        Ninguém curte pessoas arrogantes…

        Por que você não tenta se comportar um pouco como “gente”, só para variar?

        É pedir demais?

        As provocações entre nolistas e federistas são inevitáveis, mas até certo ponto sadias.

        Desde que não descambem para esse lado.

        PS> Ah, e já aviso que se as tuas “sombras” vierem aqui me me encher o saco (Heitor, joão, Paulo F e congêneres), tô pouco me “fu”… (rs)

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Dalcim, por favor, não bloqueie o meu comentário para o Rodrigo. Vou tentar escrever com toda a lucidez e sobriedade possíveis.

          Sabe por que p Daniel foi “jantado” ou, de uma forma mais eufêmica, não conseguiu sustentar sua argumentação? Porque ele falou uma inverdade sobre o Murray só para denegrir Djokovic e Nadal. Ninguém concordou com ele. Forçou a barra e se deu mal, simples.

          Cara, eu dei umas boas risadas das coisas que você acabou de me dizer, porque isso é justamente o que você faz. Já ouviu falar em projeção de Freud? Então, foi o que acabou de acontecer por aqui.

          Eu vi que houve uma discussão entre você, Heitor e Paulo F., mas o joão não estava presente.

          Bom, eu não deveria, mas vou tentar mais uma vez debater sobre essa questão de fakes que não abandona a sua mente.

          Você se diz advogado e acha que está sendo difamado, mas a minha percepção é totalmente oposta! Eu, Heitor, joão e o tal de Mauro (que nem sei quem é) é que estamos sendo caluniados e difamados por supostamente sermos fakes uns dos outros. Como nenhum de nós parece levar as coisas tão a sério quanto você (somos pessoas mais “easy going”) e porque a causa seria tão RIDÍCULA (acusar membros de criarem fakes em um blog esportivo), acho que nenhum de nós teria coragem de procurar um advogado para te processar por isso. Sério, iriam dar muita risada da nossa cara, rsrsrs.

          Provavelmente vai continuar empacado com a mesma ideia fixa, mas o fato de ter dito que não está nem aí mais para mim e meus supostos fakes já é alguma coisa.

          Passar bem.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Essa coisa de fake já deu, minha gente. Ninguém mais do que eu sabe quem usa outros nomes, mas isso não é proibido. O único risco que o fake corre é não ter seu comentário publicado (como já aconteceu inúmeras vezes). Vamos deixar esse assunto de lado e comentar sobre tênis. Abraço a todos.

          2. José Nilton Dalcim

            Não me sinto no direito, até porque o Blog não exige que os internautas se identifiquem. Os fakes no entanto sempre ficarão sujeitos a bloqueio.

          3. Rodrigo S. Cruz

            É muito cômodo você dizer que a tua percepção seja ” totalmente oposta”.

            Já que mentir para você é tão simples como respirar.

            Mas, como o Dalcim mandou abandonar essa questão, vou deixar de lado.

            Dito isto, eu encerro…

    4. Marcelo

      Talvez vc se recorde, mas os torcesores do Federer contavam 400 semanas na liderança do ranking e 30 GS para o suisso na época de ouro dele. Ainda estamos aguardando as “favas contadss” dos fanáticos atè hoje.

      Me parece o mesmo problema de então.

      Mesmo assim, o mais provável (no momento), é que bata tais recordes. Mas caso não os alcance, vai lembrar desta bolada na juíza de linha pelo resto da vida.

      Faz parte do jogo!

      Responder
  15. Luiz Fernando

    Creio nesse momento de agruras, e principalmente depois de ler o pensamento da criatura, creio q seria essencial q o Pepe Imaz assessorasse o Djoko em RG, seria reconfortante p o sérvio…

    Responder
  16. Luiz Fernando

    Pedindo perdão antecipado pela heresia de comentar durante o trabalho, imaginava Coric com mais pegada do q Zverev, mas 61 foi uma surpresa…

    Responder
  17. Paulo Almeida

    Thiem e Medvedev varreram sem dó seus oponentes de ontem e têm tudo para fazerem o melhor jogo desse US Open. Minha torcida é pelo austríaco, com quem simpatizo mais, embora isso talvez ameace a quebra do recorde de semanas por parte do Djokovic.

    Responder
  18. Marcílio Aguiar

    Acho que uma provável semi Thiem x Medvedev seja 50 a 50%. Vou torcer para o austríaco, pois aprecio mais o seu estilo. Quanto ao outro lado da chave entendo que o Coric pode surpreender para chegar à final.

    Responder
  19. Luiz Fabriciano

    Mestre Dalcim, não achas que a derrota do Aliassime foi mais decepção mesmo? Mais que a sufocante imposição do jogo do Thiem?
    Digo isso que vi o canadense errar demais. Haviam bolas, que na gíria, estavam na marca do penalty e ele errava.
    Talvez a pressão imposta em apresentar um outro jogo digno do cara que arrasou o Murray tenha aparecido…
    Haja vista que o Monteiro ofereceu resistência bem maior que o escocês.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, eu escrevi exatamente isso. Decepcionante. Acho que o problema ali é um estilo que não encaixa, porque o Thiem joga lá atrás da linha e fica bem difícil impor os golpes pesados que o Felix prefere. O canadense ainda não tem confiança de vir à rede e vai precisar dessa variante contra esse tipo de jogador muito consistente.

      Responder
  20. Vitor Hugo

    A tecnologia tem ajudado muito o tênis. Porém no futebol a coisa não é bem assim, tanto é que VARmengo e VARsco precisaram de uma ajudinha da tecnologia pra ganhar do gigante Santos.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Choro de perdedor. Os gols do Santos contra o Flamengo foram irregulares e fim de papo. E a situação vai ficar pior, pois o Flamengo já, já vai passar o Santos em torcida no estado de São Paulo. Isso se já não passou. Mengão vai inaugurar uma loja dentro do Aeroporto de Cumbica, coisa que nem o Corinthians fez. Clube mais rico e estruturado das Américas, vai ganhar títulos até dizer chega. rs
      Abs

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Até tu , Miguel rs . Pesquise o maior público da história do Brasileiro . E os dez maiores contra Paulistas em Sampa. O Galinho somente jogou uma vez na Vila . TODOS os Times de São Paulo transferiam os jogos para o Morumbi , para alegria de Zico e CIA . Era simplesmente casa cheia sempre , sem choro …. kkkkkkkkkk. Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Opa ! Essa eu assino , Pessanha. Os adversários do Santos sempre foram tão roubados na Vila mais famosa do Mundo , que Pelé se dava ao direito de não bater os milhares de pênaltis marcados . Teve um Paulista que o batedor oficial Carlos Alberto , o Capita do Tri, quase venceu o Rei na artilharia do Campeonato. Até a Academia sofria por lá kkkkkkkkkkkk Abs!

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  21. Emerson

    Dalcim, curioso que muitos aqui destacam o jogo do Medvedev como feio igual ao Nadal e Djokovic, mas o Murray é citado como jogo bonito. Mas o britânico não tem estilo igual ao dos outros dois? Pq i dele seria bonito e o dos outtos nao?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Murray está mais para o Djokovic, nada a ver com os demais. Medvedev bate na bola de forma pouco usual, mas funciona. E isso é que importa.

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  22. Rafael

    Tsitsipas vai perder muito tempo (e oportunidades) na carreira se não conseguir se separar do pai esportivamente. Já na partida contra Raonic em Cincinnati, ele parecia, no 2o. set, apático, sem motivação. Discordo de quem diz que ele não quis forçar para se poupar para o US Open.

    Shapovalov vai sempre apresentar jogos divertidos e ganhar algumas coisas, e vai se tornar um estorvo no caminho de qualquer um que cruzar com ele.

    Aliassime é muito talentoso, ainda merece o benefício do tempo, mas julgar o que ele pode fazer pelo que apresentou contra Murray é um exagero e desproporcional.

    Zverev tem potencial para crescer bem mais e atingir resultados espetaculares.

    Medvedev, que não me traz nenhuma simpatia pessoal, tem um jogo super eficiente e chega em bolas inacreditáveis. Vai ser sempre candidato aos maiores títulos.

    Rublev é uma incógnita, mas não acredito que chegará a grandes alturas.

    Thiem é, na minha opinião, o mais preparado de todos para exercer o domínio do tênis na nova geração. E seu tênis ainda pode crescer mais, isso me anima.

    Da geração anterior, o que mais lamento são as contusões seguidas de Nishikori que, se não tinha golpes superpotentes, variava o jogo como Djokovic, mudava de direção com facilidade e conseguia, tanto cruzadas como paralelas, de altíssimo nível.

    Ou seja, quando os 3 maiores mais Wawrinka e alguns outros poucos pararem, teremos tênis, sim. De boa qualidade e com duelos bem interessantes.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Muito bom o teu post, Rafael.

      Acho que concordo com quase tudo…

      Claro que a saída do Big 3 vai deixar um vazio e uma saudade muito grande no coração de muitos…

      Nada será mais como antes, porque nos acostumamos demais em ver esses caras dividindo os títulos de Major.

      O “hype” fala muito forte.

      Da mesma sorte que a morte do Ayrton Senna deixou um vácuo de mais de uma década na Fórmula 1…

      Todavia, tênis de qualidade nós teremos sim, sem dúvida!

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    2. Barocos

      Rafael,

      Eu tiraria o Thiem da “nextgen”, já tem 27 anos.

      Todos os outros que você citou já são tenistas muito bons, e a diferença entre tenistas muito bons e excepcionais é bem pequena no quesito habilidades, mas é gigante quando se fala de regularidade. Especificamente sobre o Alilassime, comentei num artigo anterior que os primeiros jogos não foram testes reais para avaliar a capacidade esportiva do mesmo, muito em função do menor apuro dos tenistas que enfrentou, mas não devemos nos esquecer que ele acabou de completar 20 anos, ou seja, ele é 2 anos mais novo do que o mais novo dos outros bons jogadores da “nextgen”.

      Insistindo no assunto, convém ainda lembrar que a aparente excepcionalidade demonstrada com pouca idade em atletas e estudantes não necessariamente são reproduzidas no ápice das suas carreiras, seja este qual for. São muitos os motivos e o mais comum, eu suponho, deriva de uma maior dedicação nos anos formadores quando comparados aos outros jovens sendo avaliados, o que pode introduzir uma falsa impressão de superioridade. Também ocorre o contrário: alguns que não se dedicavam e eram tidos como não promissores passam a se empenhar e então revelam todo o seu potencial. Com a palavra, o Sr. de tudo e de todos, o tempo.

      É um prazer ler o que você escreve.

      Vida longa e próspera.

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  23. José

    Que politicagem chata tá o tênis agora. O pessoal começou a tratar o tênis com um disputa de PT x PSDB, ou Bolsonaro x Lula. Por favor, peguem essas chatices e levem pra outro lugar. Esporte é saúde, entretenimento, alegria, etc. Algo que temos para tirar o stress.

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    1. Marcelo

      Muito bem colocado, muito sensato. Aliás, por favor nos diga de que lado você está (Federer/Nadal ou Djokovic) antes de iniciarmos um diálogo mais (ou menos racional com você.

      Estamos no aguardo…

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    1. José Nilton Dalcim

      A partir do momento que o tenista tira a bola do bolso e a joga com força para o alto na direção do alambrado, ele está colocando em risco alguém. Está na regra. Ponto final, na minha modesta opinião.

      Responder
  24. Marcão

    Não custa torcer, por isso vou de Thiem, que tem um jogo mais agradável e já bateu na trave algumas vezes. Dobrar Medvedev, entretanto, será muito difícil. A consistência do russo tem frustrado a concorrência. No fundo do caneco, vejo mais vodka do que cerveja.

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  25. EDVAL CARDOSO

    Dalcin,vc acha que o jogo do Djokovic realmente se baseia nas devoluções e defesas, como muitos torcedores do Federer insistem em colocar aqui no site?Eu acho que não pois na maioria dos jogos dele,vejo ele sim atacando, até mesmo contra o próprio Federer.

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      1. Rafael Azevedo

        Concordo em gênero, número e grau.
        A maioria dos jogos, o Djoko termina com mais winners e aces que o seu adversário.
        Um jogador desse não pode ser apenas defensivo, muito embora ela seja um dos melhores (se não, o melhor).

        Responder
  26. Rodrigo S. Cruz

    Incrível como o Pospisil jogou mal depois de 3 vitórias tão expressivas.

    Aliás, só de ter um tenista tão ridículo como esse “di menor” nas quartas, mostra como esse Grand Slam ficou esvaziado…

    Sem Nadal, Federer, Djokovic, Wawrinka, Kyrgios, Fognini e outros.

    Responder
  27. Vitor Hugo

    Bom, tanto Medvedev ou Thiem seriam vencedores do torneio, independente do sérvio estar na chave ou não. É um feeling. O russo e o austríaco estão/estavam jogando em um nível acima que cliliqueVICE.

    Palpites

    Medvedev 40% Thiem 30% Zverev 15% Coric 10% e Shapo 4% o restante divide 1%….

    Responder
  28. Luiz Fernando

    Concordo plenamente com um comentário do Sergio Ribeiro no post anterior, o De Minaur tem grande mobilidade na quadra, mas falta a ele potencia. Já o Thiem, pelo demonstrado contra o Aliassime, tem ambas e vive grande momento. Austríaco favorito, mas com ele nada é garantido…

    Responder
  29. Luiz Fernando

    E o Boston hein Gabi, as vezes detona como ontem, as vezes faz jus ao nome da cidade de origem do time kkk. Parece q o Hayward já está em condições de jogo, talvez possa jogar a próxima partida. Seguimos na disputa…

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  30. Roberto Rocha

    Medvedev leva essa partida contra o Thiem. E depois, é favorito destacado para o título. Mas como sonhar não custa nada, vou torcer discretamente pelo Shapovalov…rsrsrsrs

    Responder
  31. Sônia

    Serena controlou os nervos? Atrapalhou pra caramba a grega com gritos histéricos argh argh. Não consegue vencer sem dar chilique argh argh. Infelizmente… “favorita”, mas… vai que…

    Torcendo para o Thiem (total fair play), mas esse russo… muuuuito consistente. Na minha opinião, o russo sempre foi o favorito para vencer esse torneio, está jogando muito. Ele chegou no torneio disposto a pegar o troféu que deixou escapar no ano passado.

    Beijos.

    Responder
  32. Leo Gavio

    Nem um, nem o outro, o campeão vai ser o Rublev.

    Curto esse estilo Ferrer. O de Minaur e o Busta tambem são candidatos bons, devolver tudo na quadra é uma coisa que afeta os jogadores de tenis atuais, o unico que aguenta esse cozimento é o Medvedev, mas os outros tres aguentam bem mais.

    Responder
  33. Bruno Macedo

    Por mim, tanto faz. Nenhum dos dois é um fenômeno. Estão na fila pra ganhar um Grand Slam, uma hora deve acontecer. Ou não, né? Pode ser q venha um geração mais jovem e atropele eles dois, como aconteceu com Goffin, dimitrov, nishikori e cia, q ja foram atropelados sem ganhar nada.

    Responder
    1. Barocos

      Sandra,

      Se os comentários das minhas amigas forem representativos, suponho que a maioria das mulheres está torcendo para o croata.

      Neste torneio, a minha torcida no masculino segue a ordem: Thiem, Medvedev, Coric.

      No feminino: Vika, Serena, Osaka.

      Por fim, claro, que vou torcer muito pelo Bruno.

      Saúde e paz.

      Responder
    1. Marcelo

      Pelo menos se o Thiem ganhar, ficaria mais próximo de destronar o atual lider do ranking. Quem sabe as 25/26 semanas que faltam não virem um pesadelo? Ainda temos 2 GS, vários MS e de repente… o lobo vira um pintcher

      Responder
  34. Oswaldo E. Aranha

    Acredito que o Thim vença, pois, depois que o Melvedev perdeu dois jogos em que estava com larga vantagem, sendo uma vez para o Nadal, deu uma demonstração de falta de consistência e de garra.

    Responder
  35. VITOR FERREIRA BOICO

    Dalcim a Luisa ainda tem alguns buracos em seu jogo, porém creio que podem ser dupla forte p nivel wta, qual a sua opinião sobre a dupla e onde elas podem melhorar? Obs a Xu joga muito em!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, Vitor. Ela se sai muito bem na rede – um movimento muito bonito – e é ágil, tem um saque eficiente. Acho que precisa muito melhorar a devolução, especialmente de backhand. A parceria é consistente, talvez um pouco lenta em lances que exigem maior agilidade. Acho que o importante no momento é a Luísa ganhar experiência nesses torneios grandes.

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      1. vitor ferreira boico

        Legal, é isso aí mesmo, agora ela ganha uma graninha e já pode treinar mais tranquila!!! acredito em bons resultados , realmente contra a XU que é #8 e a Melichar que é top 20 é um outro nível, mas acredito que elas podem repetir esta campanha em premiers e outros torneios fortes e quem sabe daqui alguns anos lutar nas cabeças.
        Boa sorte Luisa.

        Responder
  36. Daniel

    Estava assistindo o jogo do Matteo Berrettini e fiquei impressionado com a falta de movimentação dele.
    Em algumas situações, se tivesse que dar 2 passos pro lado, mandava a bola pra fora ou na rede.
    Acredito que ele seja um bom jogador, mas nesse nível, com essa movimentação, não vai longe.

    Lamentável a atitude dos (supostos) fãs de Djokovic para com a senhora que foi atingida pela bolinha.
    O mundo está tomado por um ódio assustador, as pessoas perderam qualquer noção de coerência.

    Responder
    1. Marcelo

      Se ser 6o. do ranking da ATP é “não ir longe”, eu fico imaginando o que seria “ir longe”.., ou talvez meu nível de exigência seja MUITO abaixo da média

      Responder
  37. Rafael Azevedo

    É muita pancadaria!
    Como essa nova geração bate forte na bola!
    Fica difícil acompanhar a bolinha. Hehe.

    Uma provável semi entre Thiem e Medvedev tem tudo para ser Épica. Os 2 estão voando…

    Estou crendo no título do Bruno. Achava que o mineiro já estava em decadência, até a aposentadoria, mas subiu o nível nesse USOpen. Estou torcendo muito. E, ao contrário de um comentário da pasta anterior, tenho preferido assistir aos jogos dos brasileiros na dupla, do que os jogos das estrelas de simples. Acho que esse momento de crise tá me deixando mais patriota.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Ah! E o melhor de tudo foi ver o Bruno vencer o seu ex-parceiro Murray, com umas devoluções de saque desconcertantes pra cima do britânico.

      Responder
  38. Miguel BsB

    Minha aposta eu fiz no post anterior:
    40% Thiem 60% Medvedev.
    Mas minha torcida vai pro austríaco, gosto muiitoo mais do jogo dele.
    O Thiem atropelou sem dó um Aliassime que errou muito durante o jogo inteiro…
    Mesmo no 1 Set, que, pra quem não viu a partida, dá a impressão de ter sido mais parelho por ter sido decidido no tie break, o Thiem chegou a sacar pro set com quebra acima e desperdiçou a oportunidade. Depois, impôs seu tradicional jogo pesado e muito físico, poucos erros, e uma esquerda fulminante que deixou o canadense atordoado…

    Responder
    1. Miguel BsB

      Destaque para os 2 últimos pontos da partida que exemplificam bem isso…primeiro, ele devolveu um saque aberto nos iguais que o jogou lá perto do alambrado, e, na sequência, o Aliassime mandou um backhand cruzado e o Thiem incrivelmente conseguiu não só chegar, mas contornar a bola e mandar um winner de forehand inside out! Haja perna, velocidade e resistência física!
      O match point foi decidido numa esquerda paralela.

      Responder
  39. Daniel

    A minha torcida é para o Thiem, mas o Medvedev parece muito pronto para ganhar seu primeiro GS. Mas olha, que jogo feio o do russo, ele bate na bola de uma forma muito esquisita e é mais um adepto daquele tênis sólido arroz com feijão. Eu já estou saturado desse tipo de jogo que vem sendo praticado por Nadal e Djokovic.

    Precisamos que o tênis volte a ser agradável de ver como era até 2008, por isso é importante que os jovens que terão sucesso até agora se aproximem mais de um jogo de um Federer, Delpo, Wawrinka, Murray, Nalbandian, Safin ao invés do estilo de um Djokovic da vida. Quem sabe isso não influenciará as futuras gerações a jogar um tênis agressivo, arrojado e intuitivo e não somente um tênis de resultados. Amém!

    Responder
    1. Lobovic

      Qualquer um que conhece tênis de verdade sabe que o Murray é mais defensivo que o Djokovic e Nadal. O único motivo de vcs gostarem tanto dele é que ele nunca foi uma real ameaça ao Federer.
      Me fale um jogo que o Djokovic fez menos Winners que o adversário em ciny ou nesse usopen?
      Ah, veja as vitórias do Djoko sobre o tsitsipas, que vcs tanto gostam, e veja como ele fez mais Winners.

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Na verdade você está saturado é de ver Nadal e Djokovic dominando o circuito desde 2008, que foi quanto este começou a ficar mais forte. E a década de 2010 foi a mais difícil e competitiva da história do tênis, sem muita discussão. Federer foi um bom coadjuvante de luxo nos últimos treze anos, se orgulhe disso!

      Murray é mais “maratenista” do que o sérvio e o espanhol e você o coloca no seu pacote de supostos jogadores mais interessantes? Bela coerência, rsrsrs.

      Responder
    3. Mike

      Amigo, você pode gostar do estilo e do jogador que quiser, só não caia em contradições, murray não está neste grupo que você mencionou acima, tinha momentos em que ele chegava a ser mais passivo que o próprio nadal e djokovic que você citou como jogadores chatos de se ver kkk.

      Responder
  40. Michel Zonenschein Lafer

    Difícil hein, muito difícil.
    Vai ser um jogaço!
    Será mais fácil escolher um favorito depois das quartas de final, a depender do desempenho dos dois. A princípio eu apostaria no Medvedev, pela frieza, precisão, força, economia de energia. Thiem gasta mais energia nos golpes e no emocional.

    Responder
  41. Sérgio Ribeiro

    Pois é , Dalcim . Pra acontecer o que gostaríamos desde Cincy ( ao menos um Next Gen na Final ) , teríamos que torcer contra Dominic e Medvedev . Tá feia a coisa rs . De Minaur e Rublev não parecem em condições de parar a nenhum dos dois Ex – Next . E vejo o Russo com braço suficiente para encarar Thiem. O que fazemos então rs Abs!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Valeu pela resposta. Parando um pouquinho pra pensar , basta somente secar Carreño Busta rs Ele tá louquinho pra dar uma de Agut e estragar a festa . Deve ser coisa encomendada por Nadal rsrs …

      Responder
  42. Emílio Dias

    Torcerei pra o Thiem ganhar esse US Open, para ter reais chances de terminar o ano como n1 e não deixar o sérvio igualar Sampras e passar Federer.
    Falando em Federer, só agora noite, esse será o primeiro ano depois de 2012 em que ele terminar uma temporada sem perder um jogo em que teve match point. Histórico.

    Responder
  43. José Eduardo Pessanha

    Essa é moleza. 3 a 0 pro Medvedev (que pratica um tênis tão feio quanto o de Nadal e Djokovic). Acho que rola até um pneuzinho. rsrs
    Abs

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Quem levou Pneu em Barcelona 2019 foi o Russo , caro conterrâneo rs Na boa , o amigo está vendo os caras já pegando no pé do jovem Canadense , assim como você fazia com Dominic . TOP 3 e com TRÊS Finais de SLAM , já dá pra aceitar que ele te surpreendeu. Deixa quieto e não seca nem agora , é muito menos em Rolanga kkkkkkk Abs!

      Responder
    2. Thiago Silva

      Ora ora, se não é o cara mais pé frio do blog, aquele que erra 100% dos palpites, ainda bem que apostou no Medvedev, assim fico mais tranquilo torcendo pelo Thiem.

      Responder

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