A incansável luta do tênis profissional feminino
Por José Nilton Dalcim
26 de julho de 2020 às 23:27

Embora Suzanne Lenglen tenha sido a precursora do próprio tênis profissional, as mulheres sempre tiveram maior dificuldade em ganhar dinheiro com a raquete na mão. Basta ver que depois das exibições da Divina, entre 1926 e 27, somente em 1941 houve uma nova tentativa de duelos femininos contratados, na ocasião entre Alice Marble e Mary Hardwick.

O pós-Guerra viu uma curta série entre Pauline Betz e Sarah Palfrey Cooke, duas campeãs de Forest Hills, em 1947, e outra um pouco mais extensa, entre 1950 e 51 com Betz e Gussie Moran. A fenomenal Althea Gibson se tornou profissional em 1958, imediatamente após ganhar Wimbledon, e duelou com Karol Fageros em aberturas para os Harlem Globetrotters. Um longo hiato de quase 10 anos se sucedeu até o promotor George McCall contratar Billie Jean King, Ann Jones, Françoise Dürr e Rosie Casals em 1967, em que atuavam junto a oito homens.

Mas desde sempre o tênis feminino ficou à sombra do masculino e tal realidade não mudou quando a Era Aberta chegou, em 1968. Wimbledon daquele ano pagou duas vezes e meia a mais para a chave masculina.

Embora contratadas pela NTL, Billie Jean e as três parceiras também realizavam torneios por sua conta e isso não agradou a Federação Internacional, que as penalizou. A Associação Norte-americana chegou a excluir King e Casals do ranking anual da entidade, em 1968 e 69.

O descontentamento aumentava. Em 1970, Margaret Court embolsou apenas US$ 15 mil mesmo vencendo os quatro Grand Slam, já que a proporção de premiação entre os dois sexos, que beirava 5 para 1 em 1969, chegou a absurdos 12 para 1 em 1970. “Todo mundo está ganhando dinheiro com o tênis, menos as mulheres”, esbravejou Billie Jean.

Pouco antes do US Open de 1970, as tenistas se revoltaram contra o Pacific Championship de Jack Kramer, que dava bolsa de US$ 50 mil para o masculino e apenas US$ 7.500 ao feminino. Um grupo de nove tenistas decidiu boicotar o evento e disputar um torneio em Houston. Foi o embrião do Virginia Slims, que contava com apoio promocional de Gladys Heldman, editora da revista World Tennis. Disputado pela primeira vez em setembro, acabou tendo 19 etapas e premiação total de US$ 310 mil. Do Virginia Slims, surgiu a Liga Feminina e em seguida a WTA.

O grande ano de 1973
Muita coisa mudou para o tênis feminino num único ano: 1973. Pouco antes de Wimbledon, em junho, surgiu oficialmente a Women’s Tennis Associaton. Mais importante ainda, uma vitória na Justiça americana enfim obrigou o US Open a pagar premiação idêntica a homens e mulheres, que se estenderia mais tarde para todo e qualquer evento disputado no país que abrigasse ao mesmo tempo os dois sexos.

Dias depois do US Open, Billie Jean aceitou o desafio do já veterano Bobby Riggs, um campeão de Wimbledon, no que ficou conhecido como “Batalha dos Sexos” e virou até filme. King venceu por 3 sets a 0 no Astrodome de Houston, diante da maior plateia até então para uma partida de tênis, com 30.492 assistentes e enorme repercussão internacional.

Animadas, as mulheres trariam outras evoluções fundamentais: um sistema de ranking semelhante ao da ATP e contrato de televisão com a CBS, em 1975. O circuito feminino, aliás, criou alguns itens revolucionários, adotados muito depois pelos homens, como a pontuação para o qualificatório e o “ranking protegido”. Outras ideias, como a final do Masters em melhor de cinco sets, não vingaram.

Ao longo de sua história, a grande batalha da WTA foi manter um circuito ativo, com uma série mínima de 60 torneios anuais. Muitas vezes, esbarrou no problema dos patrocinadores, que geralmente compravam o calendário inteiro e tinham sua marca exibida no mundo todo. Depois do Virginia Slims, vieram Avon, JP Morgan, Sanex e Sony.

Já a longa briga pela igualdade de premiação nos Grand Slam levou décadas  e só era respaldada no US Open por uma lei federal. Até que o Aberto da Austrália aderiu, em 2005, seguido por Roland Garros, em 2006. O sisudo torneio de Wimbledon resistiu até onde pôde, mas enfim anunciou a equiparação em 2008.

Foram recompensas fundamentais e deram às tenistas privilégios incríveis, como o feito de Justine Henin, que em 2007 se tornou a primeira atleta a ganhar US$ 5 milhões numa temporada, ou o de Serena Williams, que é a esportista mais bem paga do mundo.

Olimpíadas. E o tênis é de novo amador.
Ao atingir a metade da década de 1980, o tênis já era o esporte mais internacionalizado de todos, disputado simultaneamente e semanalmente em dezenas de países, onde competiam por sua vez centenas de diferentes nacionalidades, não apenas entre jogadores, mas até mesmo de árbitros. Ao mesmo tempo, havia criado padrões para o profissionalismo que acabaram por ser copiados ou adaptados por várias grandes modalidades, como o sistema de ranking, a disputa em forma de circuito, o masters, a premiação por rodada, as chaves eliminatórias.

Por ironia, o tênis que tanto demorou para enterrar o amadorismo acabaria por se tornar a primeira modalidade a oficialmente colocar atletas profissionais nas Olimpíadas, a partir de Seul em 1988, e abriria as portas para que outros esportes, como o basquete da NBA, também fossem admitidos com suas principais estrelas. A exigência sine qua non era que os tenistas não fossem pagos, ficassem hospedados na Vila e não ostentassem patrocinadores individuais.

Banido após os Jogos de 1924, a primeira tentativa de o Comitê Olímpico Internacional recolocar o tênis no quadro foi ainda no México, em 1968, onde aconteceu um torneio de exibição. Los Angeles de 1984 veria a tentativa real de reinclusão, após dezenas de negociações com a Federação Internacional, entre elas a de promover com assiduidade o controle antidoping – que se tornou rigoroso em 1986. Sem valer medalhas e disputado por tenistas até 21 anos, Los Angeles viu Steffi Graf e Stefan Edberg saírem campeões.

Embora tenha encontrado resistência de alguns jogadores importantes, o retorno em 1988 fez história ao consagrar o único Golden Slam em favor de Graf. Em Barcelona, o tênis foi sucesso de público e subiu outro degrau em Atlanta quatro anos depois, quando viu o ídolo local Andre Agassi chegar à medalha de ouro. Realizada em outro país de forte tradição tenística, a disputa em Sydney de 2000 também agradou. Nessas edições, caíram as barreiras da Vila e dos patrocinadores individuais.

Disposta a todos os esforços para romper a resistência dos líderes, ATP e WTA concordaram que o torneio olímpico passasse até a contar pontos para o ranking em Atenas-2004, e o torneio olímpico chegou ao ápice durante os Jogos de Pequim de 2008, ao colocar em suas chaves todos os melhores do mundo, em simples e duplas.

O que todos julgavam improvável aconteceu: o espírito amador voltou ao multimilionário tênis internacional e Pierre de Coubertin enfim descansou em paz.


Comentários
  1. Enoque

    Se o master de Madrid for mesmo cancelado, a coisa complica, ainda mais, pro Nadal. Um dos poucos torneios onde ele poderia somar uns bons pontos.

    Responder
  2. Evaldo Medeiros

    Boa noite Dalcim. Diante desse US Open 2020 tão especial (Primeiro Grand Slam após o advento da pandemia) e cercado de tantas incógnitas, as duas perguntas que lhe faço são: Primeiro, na sua opinião, o Nadal vai ou não vai para o torneio novaiorquino? Me parece que ele está escrito em Cincinnati e portanto as possibilidades de sua participação no grand slam americano triplicam. Você, ao contrário, havia dito em um comentário anterior que seria muito pouco provável a ida dele aos Estados Unidos. Segunda pergunta: você já conheceu algum tenista mais misterioso do que o espanhol ?? Confesso que isso me incomoda…. Por quê tanto mistério e tanto blefe??? Falo blefe porque ele estava treinando no saibro…. A maioria dos jogadores já deixaram claro ou deram pistas se vão ou não. Thiem, por exemplo, disse que vai com certeza. Nole pediu as bolas do torneio para treinar, dando a indicar que irá sim, além de também estar inscrito para Cincinnati.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Minha impressão é que ele não vai, ainda mais agora que o ranking congelou. Acho que ele vai se preparar ao máximo para ganhar o 20º Slam em Roland Garros.

      Responder
      1. Enoque

        Não sei se posso repetir este comentário, já colocado anteriormente. Mas, muito estranho esta inscrição do Nadal em Cincinnati. Estranho jogar Cincinnati e não jogar USOPEN. Mais ainda se ele jogar os 2 torneios e comprometer sua preparação e fôlego para Madrid e RG. Estranho treinar no saibro pra jogar em quadra dura. Acho que é tática para mexer com a cabeça do Djoko. Ou desistir depois da chave formada, como já fez diversas vezes. Sem sua inscrição, Djoko e Thiem ficariam obrigatoriamente em lados opostos, mas com sua participação, existe forte chance de Djoko e Thiem ficarem do mesmo lado (como acontece quase sempre), depois é desistir e ver os 2 se pegarem na semi.

        Responder
  3. Luiz Fernando

    Que atitude incrível, maravilhosa do Djoko e do outro cara q proporcionaram o transporte da menina pros EUA. Parabéns Djoko, mostrou q é um campeão dentro e fora da quadra, que o tratamento da pequena Sofia seja um sucesso, que ela se restabeleça bem…

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Um terraplanista, negacionista, que vive colocando a saúde dos companheiros e população em riscos, aprontando mais uma.
      Será que isso vai deixar uma mancha em sua história?

      De minha parte, esse ato humanitário só reforçou o que sempre achei dele.
      Grande abraço.

      Responder
  4. Miguel BsB

    Como disse anteriormente, o São Paulo FC caminha a passos largos para a mediocridade…
    eliminado pelo Mirassol hahahahaha, mais um vexame, mais uma eliminação para times pequenos…
    ano que vem, o jeito é jogar um triangular contra Juventus da Mooca e Portuguesa, e com grandes chances de mais uma eliminação.

    Responder
  5. Rubens Leme

    “Expresso da Meia-Noite”, “Coração Satânico”, “The Wall” (que ele detestou fazer por causa de Roger Waters), “Mississippi em Chamas”, “Birdy” e, um dos meus favoritos, “The Commitments”, entre outros.

    Esses foram os legados de mais um dos bons que nos deixou hoje, o grande diretor Alan Parker. É sempre assim, sempre eles vão cedo demais, embora Parker estivesse aposentado há cinco anos, exausto de brigar com estúdios e produtores em cada filme.

    Que descanse em paz. Seu legado é inesquecível.

    https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2020/07/31/morre-alan-parker-diretor-de-evita-e-fama-aos-76-anos.htm

    Responder
  6. José Eduardo Pessanha

    Periferia, vi seu post sobre o Zico e assino embaixo. O maior mérito do Zico talvez tenha sido seu incansável espírito de equipe. Tocava a bola de primeira, sempre buscando um companheiro bem colocado. Não tenho a menor dúvida de que ele foi o jogador brasileiro mais completo depois do Pelé. Tinha todos os fundamentos. Passe por cima, por baixo e chutes de fora da área, utilizando qualquer uma das pernas. Cabeceio mortal, excelente domínio de bola, dribles curtos. Sempre objetivo.
    Abs

    Responder
  7. Luiz Fernando

    Sempre admirei a pujança dos EUA (alguns preferem Cuba, da família de democratas Castro kkk, ou a Venezuela, outro berço da democracia) mas quando o assunto é grana os americanos ficam cegos, perdem a noção das coisas. Ainda vejo a realização destes torneios lá com muitas reservas, mas parece q serão realizados. Será q Rafa irá? Penso q não…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Fala-se que o anúncio pode ser entre hoje e segunda-feira, Marcos. Já surgiram notícias na Europa de que serão confirmados os dois torneios. Aguardemos ansiosamente.

      Responder
  8. Emerson Nogueira

    Lamento mas noticia esperada e com juizo Usopem não ia acontecer ,RG ia ainda faltar 20 por cento de aprovaçao.enfim a vida é mais importante.Descisão bem tomada,e um internauta ai cantou a bola antes ele sabe das coisas .

    Responder
  9. Filipe Fernandes

    “De fato, foi o sono, em sua sabedoria, que me ofereceu com grande gentileza essa visão infantilmente simples mas tão prenhe de verdade, cristalizando a minha própria dor de forma tão apta na figura do pequeno órfão que seria evacuado do cais de Newark, tão estupefato e enlutado quanto a nação inteira ficara no passado com a morte de um presidente heroico. (…)

    “Pela manhã me dei conta de que [meu pai] aludira a este livro, que, confirmando a falta de decoro de minha profissão, eu vinha escrevendo enquanto ele estava doente e morria. O sonho me dizia que, se não nos meus livros ou na minha vida, ao menos em minhas fantasias eu viveria eternamente como seu filho pequeno, com a consciência de um filho pequeno, tal como nelas ele continuaria vivo não apenas como meu pai, mas como O pai, proferindo sentenças sobre tudo que eu faço.

    “Você nunca deve esquecer nada.”

    Caro Leme, este é o final do livro “Patrimônio”, do escritor Philip Roth, dedicado ao pai dele, que falecera pouco antes da publicação. Me lembrei desta obra pungente. Ainda não passei por essa experiência (por mais que eu saiba que ela é natural e inevitável em nossa vida), e por isso não teria palavras. Então, se me permite, lhe transcrevo este pequeno fragmento.

    Um grande abraço a você, Leme, e a sua família. Um grande abraço ao pessoal do Blog. Que fiquem bem.

    Responder
    1. periferia

      Olá Filipe

      “O que os cemitérios provam, ao menos para gente como eu, não é que os mortos estão presentes, mas que se foram de vez. Eles se foram, enquanto nós, por enquanto, não fomos. Isso é fundamental e, embora inaceitável, bem fácil de compreender.”

      Seu xará tem razão.

      Abs

      Responder
      1. Filipe Fernandes

        Caro Periferia, oi, boa noite!

        Eu amo esse livro, absolutamente. Meus olhos ficam marejados quando passam por várias passagens dele. É muito bom saber que o leu, mesmo.

        Um grande abraço, caro, e fique bem.

        Responder
        1. periferia

          Olá Filipe

          Palavra pungente que vc usou tão bem….. diz muito sobre o livro….ele faz parte de um momento da minha vida (Um momento triste….mas necessário).

          Abs ….fique bem.

          Responder
  10. Rubens Leme

    Agradeço a todos pelas palavras gentis, de coração. E, em homenagem a ele, não torcerei contra o Corinthians, logo mais. Vai ser difícil, mas o velho merece.

    Responder
  11. Oswaldo E. Aranha

    Rubens Leme, também já perdi meu pai e sei o quanto dói, mas temos de continuar a vida com o carinho dos familiares e amigos, abraços.

    Responder
  12. periferia

    Olá Gabi….como está o amor????

    (Alguém a convidou para dançar um tango? (Como Al “Oswaldo” Pacino em Perfume de Mulher).

    Arriscou a vida levando flores?( Como Richard “Miguel” Gere em Uma Linda Mulher).

    Ajudou a fazer um vaso de barro? ( Como Patrick “Filipe” Swayze em Ghost).

    Lutou por vc?(Como Clark “Fernando” Gable em E O Vento Levou).

    Um beijo apaixonado na praia? (Como Burt “Vitor” Lancaster em A Um Passo da Eternidade).

    Aceitou dividir uma receita culinária? (Como Aaron “IEvi” Eckhart em Sem Reservas).

    Alguém lembrou vc que sempre haverá Paris?( Como Humphrey “Rodrigo” Bogart em Casablanca).

    Ou mesmo fez uma proposta? (Como Robert “Barocos” Redford em Proposta Indecente).

    Obs: se tudo isso ainda não aconteceu….não se preocupe….vai acontecer…..tudo acontece depois dos 40.

    Tudo isso observado de longe… (Como James “Dalcim” Stewart em Janela Indiscreta ).

    Responder
    1. lEvI sIlvA

      Hahaha. Muito legal, periferia, muito legal mesmo!
      Tudo isso pra lembrar a Gabi que há opções, muitas outras e quiçá, bem melhor do que a anterior, não é mesmo…?

      *******
      De minha parte, só posso dizer…
      A anterior “cara metade”, só fez um favor a Gabi. Ela vai se re(encontrar) e vai ser melhor do que achava ser possível. Fica tranquila, Gabi. Vai dar tudo certo!!!!

      Responder
    2. Gabi

      Ahahhahahahahahahahhahahahha!!
      Adorei!!
      Só mesmo alguém muito genial, muito sensível e muito observador como vc para escrever isso, com o plus de enaltecer pessoas que hj são ainda muito mais especiais e interessantes para mim!!
      Muito obrigada pela força tb!!

      Responder
  13. Rubens Leme

    E lá se foi Peter Green, um dos grandes guitarristas britânicos, no último dia 25 de julho, aos 73 anos. Sua passagem pela primeira fase do Fleetwood Mac (que virou um campeão de vendas nos anos 70, em uma fase mais pop) é um dos grandes momentos do blues inglês. Com eles, gravou três discos – Fleetwood Mac (1967), Mr. Wonderful (1968) e Then Play On (1969).

    Embora o primeiro seja o mais lembrado – famoso pela lata de lixo na capa – o meu favorito é o último, onde a banda mistura blues, com baladas, ritmos latinos e Peter se desdobra entre a guitarra, violões, cello e até baixo de seis cordas.

    Para quem quiser ouvir, eis o link:

    https://www.youtube.com/watch?v=JCEqKVDsa0E&list=PL8a8cutYP7frrnTfq6CBSs4hSqLGqSPKg&index=2&t=0s&fbclid=IwAR0p_QDIBhb4jtDVBfIGI1Ojc9u2jXCk0HBUuSsACIxcDcV9icuBedb9Wog

    Responder
  14. periferia

    Olá

    Era uma quarta feira…..durante um almoço no bar do português (A comida era boa e barata) 3 jovens discutiam futebol.
    Naquela quarta feira teria Guarani x Flamengo pela semi final do brasileiro de 1982.
    O jogo seria no Brinco de Ouro da Princesa (Não existe estádio com um nome tão bonito ).
    A discussão no almoço era se o Zico conseguiria jogar longe do Rio….paulista que era paulista dizia que o galinho de Quintino era um jogador de um único estádio….o Maracanã (O bairrismo era grande na periferia).
    Decidimos durante a tarde pegar a Rodovia Bandeirantes para assistir a partida ( o ímpeto é tudo).
    Conseguimos ingressos….nunca tinha visto Zico jogar ao vivo….em um estádio….seria a primeira vez.
    O Guarani tinha um belo time….ainda tinha remanescentes do título brasileiro de 78 (Careca entre eles) e Jorge Mendonça…um craque.
    O Flamengo tinha um belo time (Andrade…Adilio e Zico…meio campo icônico).
    Naquele dia descobri que Zico não era um jogador de Maracanã .
    O jogo foi 3×2 para o Flamengo….Zico fez os 3 gols ….dominou o jogo com sua liderança…sua técnica…batia na bola com uma intimidade quase pecaminosa.
    Levou o Flamengo para a final do brasileiro .
    Naquele dia…..3 jovens da periferia aplaudiram (de pé) um craque de nome Zico.

    Ao Flamenguista adorador de Zico….RR.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Eu assisti mais de 20 jogos no brinco da princesa. Ótimas recordações! Incluindo um golaço do Messias Giovanni! 😀 80% dos jogos do santastico, claro!

      Responder
    2. Marcão

      Brinco de Ouro da Princesa! Realmente, não há estádio com nome tão lindo como o do bugre campineiro. Aliás, o primeiro evento esportivo que me recordo foi um Guarani x Botafogo disputado na celestial Vila Capanema. Era um simples amistoso e eu devia ter uns 4 ou 5 anos de idade, mas nem preciso fechar os olhos para sentir ainda agora todos os sons, cores e sabores daquele jogo.

      Dentre os inúmeros pecados que carrego, um deles, não o maior nem o menor, foi ter sido flamenguista. Culpa do Zico, hoje tenho certeza, pois quando vejo de relance camisas rubro-negras correndo na telinha imediatamente me alinho ao adversário.

      Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      O RR tinha apenas 7 anos neste jogo caro Periferia. Mas já sabia que o Camisa 10 da Gávea tinha sido o Artilheiro do Brasileirão no Título de 80 com 21 gols. Até ele gostava desse papo da imprensa de ” jogador de Maracanã ” , afinal o templo sagrado do Esporte . Marcou apenas 334 no Maraca. O encardido Bugre deu um trabalhão neste jogaco. Como curiosidade , 3 do Craque e 2 de Jorge Mendonça. Para tristeza da Princesa rsrsrs Abs!

      Responder
  15. Heitor

    Só os Estados Unidos mesmo para ter a coragem de liderar e bancar as consequências financeiras e ideológicas na equiparação do feminino com o masculino.

    Alguém disse aqui que mudou de ideia sobre a equiparação depois que o Dalcim ponderou que premiar igual não tira ou “desconta” da premiação do masculino.
    Penso igual!!

    Responder
  16. Luiz Fernando

    “Um dia, Rafa jogou uma partida com uma raquete quebrada porque aprendeu a não reclamar de nada. Toni o fazia recolher todas as bolas depois do treino. Se ele esquecesse a garrafa de água em quadra, o tio depois não compraria outra, assim ele aprenderia a não esquecer”, contou o jornalista, que ainda relatou o medo de Nadal no escuro e seu gosto zero por presunto ou queijo. Tio Toni, vc é um gênio, além de um grande ser humano, cinte da realidade, quem passa a mão na cabeça de filho, sobrinho, neto etc apenas colabora p q ele se torne um perdedor, não no esporte, mas na vida, pois os demais que conviverão c a pessoa não agirão nunca dessa forma…

    Responder
  17. Oswaldo E. Aranha

    No nosso blog há comentários tentando depreciar algum tenista e seus seguidores, entretanto há uma participante que congrega todos os comentários carinhosos; então tomando a liberdade, mesmo sem consultar o Dalcim e as outras participantes, quero eleger a Gabi nossa irmãzinha que sempre traz paz e carinho.

    Responder
  18. Luiz Fernando

    Dois comentários de manchetes do site: 1) acho q o biografista do Rafa tem um senso de brevidade distinto do meu, se ele ainda jogar 4 anos em bom nível será um privilégio pra quem torce por ele, com mais uns 3 RG; 2) perfeito comentário do Coric, Kyrgios criticar condutas alheias é como Lula pregar honestidade e decência no trato da coisa pública…

    Responder
    1. Miguel BsB

      Kyrgios criticar os outros é igual políticos tucanos falando da corrupção alheia… kkkkkk (acredita que alguém aqui neste blog disse que sempre acreditou na “onestidadi” do PSDB?) Hauhauhauhau
      E olha que eu acho que tal pessoa deve ser maior de idade…. (às vezes tenho dúvidas dado seus comentários rasos sobre política e outros assuntos, além de um chororô eterno contra o Federer) kkkkkkk
      Eu odeio o Federer! Buá Buá
      Aqui a diversão é garantidíssima!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Quero q os tucanos vão todos p a cadeia, roubou tem q se ferrar. Ao contrário de certos segmentos, q acreditam em contos da carochinha tipo “não sei de nada”, “minha mulher (falecida) é q sabia de tudo”, “no Brasil tem ditadura, em Cuba não”, “Boulos se preocupa com os mais pobre” kkkkk. Alienação plena. Como vc disse, aqui é diversão garantida…

        Responder
  19. Marcílio Aguiar

    Prezado Dalcim e demais participantes do blog. Em primeiro lugar meu desejo que todos estejam bem, com saúde e esperança que melhores dias estão por vir. Faço menção especial a dois que andaram ausentes, retornaram recentemente e comentaram sobre momentos difíceis que estão vivendo. A Gabi foi mais específica, o Rubens Leme não, mas deixo a ambos o meu apoio e solidariedade. Não tenho palavras próprias para expressar tão bem sobre um momento de recomeço, de virada na vida como essa canção do final dos anos 1970 do mestre Ivan e seu parceiro Vitor https://www.youtube.com/watch?v=uqSg0EVQD4s .

    Falando sobre o extraordinário painel que você traçou sobre a evolução do profissionalismo no tênis ao longo de quase um século, não tenho o que acrescentar aos brilhantes comentários feitos pelos participantes por ocasião dos quatro capítulos, a não ser o meu aplauso e minha gratidão.
    Gostaria apenas de fazer uma reflexão, talvez simplória, sobre a relação entre trabalho e capital. Vimos o quanto pelejou uma categoria profissional, composta em sua maioria por pessoas que acredito não pertencerem às classes menos favorecidas da sociedade, para terem um lugar ao sol, terem reconhecidos os direitos de melhor remuneração pelo seu esforço. Por isso, não consigo entender muito quando leio nas redes sociais as “pessoas comuns” no Brasil pregarem, com veemência, a extinção de direitos trabalhistas e a demonização de associações de classes de trabalhadores, com argumento de que as relações seriam reguladas pelo mercado. Por mais que as leis trabalhistas contenham distorções e os julgadores cometam excessos, por mais que alguns dirigentes de associações ou sindicatos errem ou façam desatinos, é melhor tê-los, punir e aperfeiçoar os erros do que abrir mão dessas proteções. O mercado totalmente livre vai regular com desequilíbrio brutal: vai tirar o máximo que você tiver e dar o mínimo que ele puder.
    Ficou parecendo um discurso panfletário, anticapitalista e deslocado. Em minha defesa digo que não sou anti capitalista, até porque só tenho a vivência desse regime sob o qual trabalhei e ganhei a vida ao longo dos últimos 45 anos e acho que é o menos ruim. Somente não consigo conceber um poder absoluto do “mercado” sem controle, moderação e indução do Estado.

    Desculpem-me pelo textão. Tive insônia, fiquei rolando na cama, então resolvi ler o blog e escrever um pouco para relaxar.

    Saudações.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Minha tristeza se dá pela morte do meu pai. Aos 80 anos, foi internado no hospital para fazer um exame de bexiga e acabou contraindo covid de um enfermeiro ou de um médico e não sobreviveu. Morreu numa sexta-feira e no sábado já foi enterrado em uma cerimônia onde minhas irmãs e alguns parentes precisaram ficar longe do caixão e ninguém pôde se abraçar e apenas por alguns minutos.

      Não via meu velho desde 2011 e tinha passagem comprada e marcada para final de abril, para visitá-lo, quando a pandemia cancelou tudo. Morreu e nem pude dar adeus, embora não estivesse reconhecendo mais ninguém depois dos AVCs. Ainda assim, ligou no meu aniversário em janeiro e disse que me amava e que estava com saudades.

      A vida tem me dado umas rasteiras, mas a gente se ergue, embora na última tenha torcido joelho e ele nunca mais ficou bom.

      Enfim, paciência.

      Responder
        1. Rubens Leme

          Agradeço, Dalcim. O que mais me aborreceu é que essa doença tira a dignidade na hora mais triste, pois nem pudemos nos despedir de maneira digna dele. Um triste fim para quem foi cirurgião ortopedita por 50 anos como o meu pai. E, ironicamente, machuquei meu joelho na semana da morte dele.

          Responder
          1. Filipe Fernandes

            Caro Leme,

            Que você, suas irmãs e os outros parentes possam ficar bem, eu desejo isso, que seus corações sejam reconfortados.

      1. Marcílio Aguiar

        Rubens meus sinceros sentimentos. Também perdi o meu velho ha 26 anos, quando ele tinha 63. No início sentimos muito a falta, com o tempo ficam as boas lembranças da convivência e o carinho nunca se extingue. Força!

        Responder
      2. Barocos

        Rubens,

        Infelizmente, compartilho contigo a dor, a dor de ter visto o homem que mais amei neste mundo, meu pai, ausentar-se da presença física em 2012. Muitas vezes ia visitá-lo nos fins de semana. Costumeira e diligentemente partíamos, eu, minha ex e minhas crianças, à tarde, aos sábados e chegávamos ao destino com o Sol já abaixo do horizonte. O domingo era de conversas e brincadeiras com as crianças, apenas as brincadeiras eram interrompidas pelas refeições do dia. Já no finalzinho do domingo, despedidas e promessas de retorno em breve.

        Muitos Sóis poentes maravilhosamente belos nos foram presenteados nestes passeios familiares. Como no seu caso, meu pai permanece comigo e as recordações se tornam incrivelmente claras e vivas em lindos crepúsculos vespertinos.

        Os meus sentimentos pela sua perda, grande como a minha.

        Responder
    2. Gabi

      Muito horrível ter insônia…
      Dia desses alguém disse: passo o dia morrendo de sono e quando chega à noite tenho vontade de fazer um churrasco e sambar até amanhecer…

      Responder
  20. Vitor Hugo

    Diferente do que alguns pensam, sempre fui favorável a volta do esporte este ano, mesmo com o tenista pelo qual torço estando fora.
    Pelo visto Nadal e Novak vão jogar o U.S Open. Torcerei por algum jogador da next gen, ou para Thiem e Stan. Mas se tiver que escolher entre o sérvio ou o espanhol para vencer, fico com Rafa, pra igualar o numero de títulos em New York e o record de slam de Federer.

    Responder
  21. Marcão

    Cada vez que leio um post do querido Dalcin sobre o tênis feminino, uma lágrima teimosa escorrega no teclado poeirento. Não que o tênis feminino esteja uma lástima. Pelo contrário, o circuito feminino me parece bem mais competitivo e oxigenado que o masculino, onde os meninos, sabemos todos, não têm vez. O que me dói fundo no peito é a insuperável ausência da minha sílfide renascentista, a ninfa de Botero: Marion Bartoli. Eu sei, amigos, a fúria ainda responde a chamada com as Serenas, Sakkaris, e Ostapenkos; a graça também diz presente com as Svitolinas, Pliskovas e Anisimovas. E também o jogo com as Bartys, Haleps e Osakas. Mas e a poesia, amigos, onde está a poesia? Onde o colo de alabastro ornando o Q. I. de 170? Onde a fúria de mil exércitos na doçura da menina triste? Onde a tradução mais que perfeita do voar fora da asa? Sim, eu sei que Wimbledon lhe exauriu os cacifes, sei também que ela espera feliz no deserto o nascimento da primeira filha. Mas e eu, amigos, ai de mim, onde encontro Diana e Minerva jogando tênis de mãos dadas?

    Responder
    1. Barocos

      Marcão,

      Bem, não sou venerador das belezas renascentistas, prefiro, e muito, as helênicas. Ainda que não sejam gregas, tenho para mim que tanto a Dementieva quanto a Kournikova representam melhor o padrão de beldade que mais admiro.

      Se você não for casado, tenho umas amigas que satisfazem completamente o seu ideal de ninfas e poderia apresentá-las, claro, se as suas intenções forem puras.

      Grande abraço. 😉

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Barocos acrescentaria, das veteranas, Ivanovic, Sabatini e a Vanessa Menga também enchia os olhos. Das autuais eu acho que a francesa Mladenovic tem as pernas mais lindas do circuito.

        Responder
      2. Marcão

        Amável Barocos, conheço uma legião de órfãos da beleza elegante de Dementieva. Grande tenista também, diga-se, diferentemente da Kournikova. Mas, que fazer, se tenho fascinação pela estranheza?

        Sobre a lista, embora eu não duvide que suas intenções sejam tão puras quanto as minhas, prefiro que vc me adiante no privado o padrão referido, pois receio demasiada ênfase no molde estético de Rubens ou Botero.

        Responder
  22. Gildokson

    Dalcim, eu assisti o filme sobre o jogo entre a Billie Jean e o coroa fanfarrão (vinha sendo retratado assim até onde assisti) mas ja não me recordo se a disputa foi as veras kkkkk
    Na vida real, a disputa foi legítima? Ela realmente ganhou do coroa na bola? Eu me recordo que você ja reforço aqui diversas vezes que um top 100 masculino bateria a Serena por exemplo. No tênis jogado naquela época dava pra uma mulher realmente bater um homem?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Riggs foi campeão de Wimbledon e dos EUA, mas em 1939. Portanto, já era veterano de 55 anos em 1973. E Billie Jean estava no melhor de sua forma.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Não acredito , Gildokson . Nunca ouviu falar na Batalha dos Campeões ? Jimmy Connors x Martina Navratilova em 1992 . O Norte-Americano afirmou em sua Biografia que apostou US$ 1000000,00 em si mesmo , mesmo sabendo que Martina tinha direito a se utilizar da quadra de duplas para atacá-lo , e Jimbo somente tinha direito ao primeiro Serviço. Ele com 40 anos , ela com 36. Connors venceu em Sets diretos . Coube a Multi-Campea ficar somente com as flores . Vale uma conferida no YouTube. Abs!

      Responder
      1. Gildokson

        Poxa eu lembro de ter lido por aqui alguém falando sobre esse jogo Sérgio, talvez tenha sido você mesmo, vou dar uma olhada no YouTube.
        Nessa época eu era só um garoto de 11 anos que achava que existia futebol no mundo kkkkkk

        Responder
  23. Enoque

    Muito estranho esta inscrição do Nadal em Cincinnati. Estranho jogar Cincinnati e não jogar USOPEN. Mais ainda se ele jogar os 2 torneios e comprometer sua preparação e fôlego para Madrid e RG. Estranho treinar no saibro pra jogar em quadra dura. Acho que é tática para mexer com a cabeça do Djoko. Ou desistir depois da chave formada, como já fez diversas vezes. Sem sua inscrição, Djoko e Thiem ficariam obrigatoriamente em lados opostos, mas com sua participação, existe forte chance de Djoko e Thiem ficarem do mesmo lado (como acontece quase sempre), depois é desistir e ver os 2 se pegarem na semi.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Então, caro Enoque . Uma grande leva de Tenistas resolveram se inscrever em TODOS ou quase todos os torneios, para decidirem na hora pra onde vão. Com isso não ficam dependendo de convites . A maioria da Next Gen fez a mesma coisa . Nada a ver mexer com a cabeça de quem quer que seja . Quem manda mais e’ o COVID . Abs!

      Responder
  24. Paulo Almeida

    Agora que eu vi que o argentino Lucas Arnold
    pegou pesado com o Federer: backhand atrofiado foi sacanagem, kkkkkkkkkkkkk.

    No entanto, foi mais um que expôs o salão de festas que era o golpe do suíço.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Somente bobagens , não é mesmo caríssimo Almeida ? Primeiro jogo na ATP e com apenas 16 anos. Pelo visto o Suíço já era mais maduro que o parceiro. De tanto treinar e melhorar , aquele garoto então Campeão Juvenil de Wimbledon, venceu 102 ATPs .Enquanto isso o hermano parou no tempo , assim como o glorioso e engraçado comentarista rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Sim, do mesmo nível do slice, drop e smash do sérvio de muitos anos atrás.

        Atualmente nem o smash pode ser considerado “atrofiado”, kkkkk.

        Responder
    2. Carlos Reis

      Assista o VT da final do AO/17, o melhor back ofensivo já visto apareceu naquela partida, do contrário Nadal teria levado. Apesar que o back do Stan na final de RG/15 destruiu o Djoko, até fiquei na dúvida agora, rsrs.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Na verdade a final do AO 2017 foi uma das raras vezes em que o back do Federer se destacou, enquanto os de Djokovic, Wawrinka e Thiem funcionam bem de forma corriqueira.

        Embora o smash não seja um golpe que apareça com frequência em uma partida (e por isso mesmo não é tão importante), posso dizer que o sérvio esteve magnífico nesse fundamento naquela final de Doha 2017 contra o Murray. Se não me engano, acertou uns 7 ou 8 com grau de dificuldade considerável.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          “uma das raras vezes que o backhand dele funcionou”.

          Meu Pai eterno!

          Se até o Dalcim afirma que o backhand do Federer entra na lista dos melhores backhands simples.

          Como é que um backhand que está entre os melhores, só pode ter funcionado um único dia? (rs)

          E como que ele termina a maioria das partidas com mais winners de backhand do que os rivais, incluindo o Djokovic?

          Esse “entende” de tênis, viu! (rs)

          Responder
  25. Filipe Fernandes

    Caros Dalcim e pessoal do Blog, boa noite!

    Primeiro de tudo: mais um belo texto, fechou com chave de ouro a série. Notando o grande público em torno da quadra na partida de exibição entre King e Riggs no vídeo, me veio à mente a também esplendorosa exibição neste ano entre Federer e Nadal na África do Sul. Talvez seja a saudade.

    Muito interessante o apanhado historiográfico que você promoveu a respeito da transição da era amadora para a profissional no tênis. A série “The English Game”, da Netflix, também faz uma discussão bem relevante sobre essa transformação apresentando algumas circunstâncias similares (o ideal de honra, o amor genuíno ao esporte, pagamentos feitos furtivamente a jogadores, mudanças de regras, abertura participativa), mas no contexto do futebol.

    Mestre, uma opinião: textos como os quatro últimos cairiam bem em um livro (seja de crônicas ou de ensaios). Diversos artigos que você já publicou aqui no Blog resultariam em uma ótima coletânea se fossem reunidos, pois muitos não ficam datados (como estes quatro últimos; aquele sobre a aposentadoria/carreira da Sharapova; o sobre o 1o título ATP de Wild; o sobre Maio de 68 e início da Era Aberta) e outros apresentam uma visão momentânea bastante pertinente para a possibilidade de comparações e análises futuras (como aqueles em que foram ranqueados os e as Top 10 em cada piso e em cada golpe/fundamento; os Top brasileiros; os grandes tenistas que não venceram Slams; os vencedores inusitados destes; os jogos inesquecíveis em Wimbledon). Na primeira vez em que comentei no Blog, quando o conheci lá em fevereiro, após o término do AO, se me lembro bem, o caro Danilo Afonso, além de você, me deu as boas vindas e, em seguida, pontuou com certo lamento que os textos mais antigos publicados aqui e que não podem mais ser acessados faziam muita falta para uma eventual releitura. Não sei se você já pensou nessa possibilidade, se ela seria viável, caro Dalcim, mas é só uma humilde opinião da minha parte, porque sei que muitas pessoas (eu incluso) prestigiam seus textos, seu profundo conhecimento sobre o tênis e, especialmente, a sua pessoa, e também por eu desconhecer, no país, um livro sobre tênis nesses moldes.

    *****

    Eu também estava sentindo falta dos comentários da Gabi, que, graças à preocupação inicial do Barocos (sempre notável em sua grande urbanidade), reapareceu (ainda que atravessando um momento delicado na vida) e com o seu intrínseco bom humor. Assim como muitos participantes que lhe desejaram muitas coisas positivas, desejo que, ao correr dos dias, você fique bem e siga de cabeça erguida, Gabi.

    Há alguns outros participantes do Blog cujos comentários eu também aprecio bastante, mas que não comentam há um longo tempo: o Rubens Leme, que dispensa apresentações, sempre admirável reconhecer a sua verve enciclopédica — das artes aos esportes (mas que, felizmente, voltou a comentar assim que entrei no Blog, às 6h e pouquinho, para tecer essa mensagem); o Marcão, torcedor ilustre do Murray e autor de textos inspiradores e com toques líricos (como a anedota sobre o xadrez publicada uma vez); um certo luis, que, se me lembro bem, tem a inicial do nome grafada em minúsculo mesmo, parecia ser de São Paulo e é um torcedor afetuoso do Federer, por vezes fazendo comentários com extrema ternura; o lEvI sIlvA, um declarado fã do Guilherme Arantes (e do Djokovic também?) e dono de comentários os quais fazem falta, mas que felizmente reapareceu nessa semana para enaltecer a Gabi; o Periferia, cuja percepção rara de vida é, para mim, encantadora, muitas vezes evidente em seus apontamentos sempre interessantes de se ler (e que é outro que voltou a comentar recentemente).

    Em relação a essa observação no parágrafo anterior, confesso que eu mesmo comento raramente, até por ter mais apreço pela leitura; mas a fiz também muito em função de, além de gostar dos comentários, estarmos atravessando uma pandemia séria e sem precedentes. Logo, dentro das realidades pessoais de cada um, que possam estar bem e incólumes, assim como os seus familiares.

    De certa forma, o Blog do estimado Dalcim permite que criemos e partilhemos afinidade, admiração e compaixão — como ocorreu nas manifestações recentes de apoio ao Sérgio Ribeiro naquele momento de tristeza em sua família e, agora, à Gabi. Um grande abraço a todos!

    (Ps.: me perdoe pelo comentário longo, mestre.)

    Responder
      1. Gabi

        Filipe, muito obrigada!!
        Verdade, o Barocos, o lEvi, o Oswaldo, o Luiz Fabriciano, o Vitor Hugo, o Luiz Fernando, o Rodrigo, a Manuela, o Evaldo e vc não só estão me ajudando neste processo como incentivam meu humor (saibam que estão criando um monstro hihihi), entao agradeço muito o carinho!!

        Responder
    1. Gabi

      Filipe, muito obrigada!!
      Verdade, o Barocos, o lEvi, o Oswaldo, o Luiz Fabriciano, o Vitor Hugo, o Luiz Fernando, o Rodrigo, a Manuela, o Evaldo não só estão me ajudando neste processo como incentivam meu humor (saibam que estão criando um monstro hihihi), entao agradeço muito o carinho!!

      Responder
  26. Rafael

    Dalcim, pude ler os 4 textos sobre a origem do profissionalismo no tênis. Parabéns! Como sou historiador e tenho interesse em pesquisar a história do futebol (como também compreender a relação histórica dos esportes na sociedade) ler um texto sobre tênis e história me agrada muito!
    Aproveito para perguntar sobre as referências que vc utilizou para escrever os textos. Admito que tenho curiosidade em ler também, afinal, conhecimento é importante difundir. Livros, artigos (jornalísticos ou acadêmicos), enfim…pode contar quais foram?
    Abraço!

    Responder
    1. Heitor

      Todos aqui sugerem educadamente que o Dalcim elabore listas. “Voce poderia…?”, “Como sugestão, seria muito interessante ver uma lista…” etc. O Rubens vem com o seu arrogante “Faça”.

      Responder
  27. Rubens Leme

    Oi Dalcim, andei lendo e apreciando muito estes textos maravilhosos. Como o período tem sido de nuvens pesadas pelo meu lado, resolvi mais ler do que postar. Nestes dias, aproveitei para ouvir alguns lives que estavam enterrados no armário. Um dos melhores é o segundo e último disco do trio Beck, Bogert & Appice, Live (também conhecido como Live in Japan).

    Em 1972, Jeff Beck se juntou à ex-cozinha do Vanilla Fudge e Cactus, o baixista e vocalista Tim Fogerty e o baterista Carmine Appice (de longuíssima ficha corrida e considerado o John Bonham americano, pelo peso e violência) e lançaram um disco de estúdio e um LP duplo gravado ao vivo no Japão, até que Beck, subitamente encerrou o projeto.

    Este disco ao vivo é marcante pela forma orgânica, pelo entrosamento e pela forma técnica invejável do trio. Jeff foi um dos pioneiros no uso do efeito de Talkbox e o disco abre com uma versão inacreditável de “Superstition”, de Stevie Wonder.

    Espero que esteja vivendo um período menos difícil do que o meu e que ainda possa nos brindar com mais textos. O disco – quase 90 minutos – está abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=Is_UwhTJm7o&fbclid=IwAR3a9Kix7D-2owd-OQ86J6w1fmYaO8URA3U_h1HGBwDD-9Y7wCXw3KQVHxs

    PS: não bastasse tudo, ainda tivemos a morte de outro grande nome, o guitarrista inglês Peter Green, que fez história na primeira fase do Fleetwood Mac. “Strange days indeed”, como diria John Lennon.

    Responder
  28. Vitor Hugo

    Gabi,

    Tem uma prima minha, quarentona, que sempre diz: ” A vida é muito mais interessante e intensa após os 40, pois não existe amanhã, É HOJE!!!
    Provavelmente vc já deve ter lido algo igual ou parecido.
    Ainda não cheguei aos 40, mas já estou começando a pensar como minha prima. Rs
    Por isso penso que Federer e outros tenistas deveriam tentar prosseguir na carreira mesmo após os 40..
    O desafio, a longevidade, o EXEMPLO!
    É mais difícil? Sem dúvidas! Mas se tiver disciplina alimentar, mental e física, tenho CERTEZA ABSOLUTA que é possível.

    Responder
    1. Gabi

      Seja muito bem-vindo!! rsrs!!

      Os 40 são muito sensacionais!! Aquela história de que a partir deles é só ladeira abaixo não é mais assim rs.

      Uma vez lembro ate de ter escrito aqui sobre os benefícios de se relacionar (sexualmente) com uma mulher de 40. E lembro que vc concordou dizendo que ainda nao tinha chegado nessa idade mas que a tua então namorada estava nessa faixa. E que era a glória. rsrs.
      Mulheres de 40 são bem resolvidas com suas escolhas, muitas delas continuam solteiras ou estão novamente solteiras por opção (oi!!), continuam bonitas, gostosas e com a vida sexual tinindo – justamente porque estão mais maduras. E vice-versa. Maturidade sexual resolve metade das neuras que a gente tem. E o reflexo dessa independência emocional é perceptível em todos os aspectos da relação. E isso é algo que sabemos e conseguimos aos 40 e não aos 20.

      Ahhh, mas mulher de 40 tá desesperada para casar. Não sei porquê ainda é consenso que as mulheres são loucas para casar – ainda que muitas sejam, mas não todas. Hoje só casa quem quer. Ao menos a maioria. Talvez por isso a gente espere tanto, faça test-drive, porque queremos fazer direito. Não sei. Talvez mais do que serem loucas pra casar, o que as mulheres queiram é encontrar um amor para, então, fazerem o seu quiprocó particular.

      Mas, um aviso, já que vc está começando a pensar como a tua prima: tudo o que disserem que acontecerá com o seu corpo depois dos 40, acredite, vai acontecer. Talvez de uma forma mais devastadora do que você possa imaginar. A tua visão vai falhar. Pode ser aos 40, aos 41, 42, mas não passa dos 45 o dia em que você vai começar a afastar o celular, o jornal, o panfleto da farmácia (lugar que se tornará tão familiar quanto o seu boteco preferido, um dia, muito frequentado), para conseguir focar a visão. O teu metabolismo vai ficar mais lento. Falei da lombar? Vai doer. Inclusive quando estiver sentado. E deitado. De ladinho. Com o travesseiro no meio das pernas. De barriga para baixo. Ou para cima. Tanto faz. Vai doer. E reze para que seu amor não queira transar bem no momento em que finalmente você se ajeitou numa posição que não incomoda.

      Mas uma coisa é certa, não há creme de beleza mais eficiente do que uma mulher que paga suas contas, tem orgasmos e que se sente amada. Mesmo que seja apenas por ela mesma.

      Muitos beijos e muito obrigada pelos papos!!

      Responder
  29. Luiz Fernando

    Cada um sabe de si e de suas necessidades mas essa greve dos metroviários aqui em Sampa nesse momento é algo lamentável e oportunista. As fotos das aglomerações de pessoas nas estações são simplesmente um escarnio com a população, algo absurdo, depois aumentam os casos da coronavirus e a culpa é deste ou daquele. Pra variar a grande imprensa não tem interesse de dar destaque a isso…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , você está parecendo a turma do Bolsa. Não sei o que vocês chamam de “ grande imprensa “ , mas a cobertura foi Total na GloboNews . Aliás não sei o que deixou de passar nestes 23 anos de existência. Até Collor que caiu antes ( 28 anos ) , já deu as caras várias vezes. Cobertura completa da greve que se normalizou as 7 h e 30 min desta terça 28 . Abs!

      Responder
  30. Wagner froes

    Boa noite Dalcim
    Você acha que Bia tem condições de entrar no top 30 ou é cedo nessa volta dela ? E a Stefani pode beliscar um top 20 nas duplas?

    Responder
  31. Barocos

    Dalcim,

    Um encerramento a altura dos outros artigos da tetralogia, excelente.

    Vi muitos jogos da Evert Lloyd, Navratilova, Sabatina, Graff e Seles, mas após aquele estúpido ataque à Monica, fiquei um bom tempo sem ver um jogo sequer dos torneios femininos. Além do mais, a cobertura aqui no Brasil dos mesmos sempre foi muito deficiente. A Internet, principalmente nestes últimos anos, tornou as coisas bem mais palatáveis.

    O Vitor Hugo, em um dos artigos da série, indagou sobre quem, dos atuais jogadores mais novos, recairia a torcida dos frequentadores do blog após a aposentadoria dos membros do Big3, se não me engano esta enquete já foi realizada aqui no tenisbrasil, não? Caso não tenha sido, acho que seria um bom tema a ser explorado.

    Uma última sugestão (vá lá, chateação para você), seguindo os moldes das previsões sobre os resultados das finais dos torneios, mas com um tempo bem mais longo para ser apurado (e bota longo nisto), seria receber os prognósticos sobre qual será o “placar” final dos grandes “títulos” do Big3: Grand Slams, Master 1000, Finals, Olimpíadas e semanas como nº 1 à 3. Algo para ter o resultado divulgado após o último deles parar (daqui a uns 4 ou 5 anos, possivelmente) e com a coleta dos palpites ainda este ano, antes que o Federer anuncie, infelizmente, a sua aposentadoria. Espero que todos os colegas estejam bem e vivos até lá, claro, e muito tempo após também. Pense com carinho.

    Responder
  32. Sérgio Ribeiro

    O homem da COVID17 está impossível. Além de confirmar presença no USOPEN 2020 ( está treinando pra isso ) , botou como certa sua presença nas Olimpíadas 2021 ( se vier também a acontecer ) . Segundo o TenisBrasil , Novak coloca o Ouro Olímpico no patamar que sempre colocamos. É óbvio que a NexGen não vai deixar que ele vença nenhum nem outro rs , mas ele não está nem aí pra coisa alguma kkkkkkkkkkk. Abs!

    Responder
  33. Maurício Luís *

    A ASHLEIGH Barty tem um jogo variado e interessante, porém em matéria de carisma é um ZERO à esquerda. Sharapova deu visibilidade ao tênis, uma estrela dentro e fora das quadras, mas depois da suspensão, entrou em parafuso. Serena é a melhor de todas disparada, mas já beira os 40 e a idade está lhe pesando. Mas mantém o comportamento polêmico. Ao menos tem carisma.
    E entrando um pouco no Túnel do Tempo, no meu entender, a Gabriela Sabatini é a tenista Top + bonita que já pisou numa quadra de tênis. Poderia ter seguido carreira de modelo tranquilamente.
    Sou a favor de equiparação dos prêmios, porque o esforço e a dedicação são os mesmos pros 2 sexos. As mulheres são mais lentas por haver uma diferença biológica, mas não quer dizer que se sacrifiquem menos. E no plano mental, aí a coisa é rigorosamente igual. Ser campeão ou campeã requer uma força de vontade, sangue frio e equilíbrio bem acima da média.
    Não sei por que tem gente contra a igualdade de premiação. Os tenistas homens não estão suficientemente milionários?

    Responder
      1. Maurício Luís *

        De fato… mas sou a favor de repartir o produto vendido igualmente. Ainda se os tenistas homens estivessem passando por necessidade… mas não é o caso. Esforço, dedicação, força de vontade e garra não tem sexo.

        Responder
  34. Paulo Almeida

    Hoje eu recomendo o álbum In Concert With The London Symphony Orchestra do Deep Purple, gravado no Royal Albert Hall de Londres em 1999. Acredito que seja uma das raras apresentações em que se pode encontrar música clássica, jazz, rock e heavy metal reunidos. A parte ruim de ouvi-lo é saber que Jon Lord (um dos melhores tecladistas da história) e Ronnie James Dio (sim, o GOAT dos vocais foi um dos convidados) não estão mais entre nós.

    Outras bandas como Metallica e Dream Theater também já tocaram com orquestra, mas, na minha opinião, não lançaram obras tão boas.

    Como o Rubens Leme anda desaparecido, vou tentar contribuir mais do que de costume para os amantes do rock e para quem tenha interesse em ingressar no meio.

    Responder
  35. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]
    27 de julho de 2020 às 10:41

    “Por mim tanto faz, cara. Eu não dou a mínima pra você, mas vai que tem algum participante maluco a ponto de te perseguir. Tem doido pra tudo”.

    Então, vamos se eu entendi…

    Há um minuto atrás os Fakes eram mera paranoia minha.

    Agora já viraram tão reais que vão até me perseguir? kkkkkk

    Ai que “meda”

    E você se sente intimidado com ameacinha de internet?

    Alguém que se diz militar com uma atitude tão fraca?

    Mas quem é da área do Direito, já viu demais isso.

    Garotos “ixpertinhus” se sentindo 100% seguros no anonimato da internet.

    Só que bastou a delegacia de cibercrimes ser acionada, que o suposto ” Freddy Kruegger” virou Bilú-bilú

    kkkkkk

    Fora que esse ambiente é muito bem moderado.

    Não tem o menor espaço para alguém lograr êxito em cometer crimes aqui.

    Responder
    1. Barocos

      Rodrigo,

      Do meu ponto de vista, não vale a pena reagir de forma exasperada às provocações. O que importa se o perfil é fake ou não? Se o sujeito frequenta este espaço há muito tempo ou não? Se algumas argumentações são risíveis, ou mesmo irritantes, não lhe parece muito mais apropriado apenas apontar as suas deficiências e ignorar as possíveis características do autor? Se traz uma informação pertinente, deixa de ter valor por ter sido publicada por um fake?

      Ainda, ocorreram muitas inserções neste espaço com o claro intuito de divertir de uma maneira provocativa e, sob esta perspectiva, acredito eu que mereçam uma apreciação adequada. Sempre me diverti com as provocações do Lógico, porque eram tão somente especialmente construídas para divertir, creio que o “Fawkes” deste blog era/é criação do mesmo brincalhão travesso. Não lhe parece mais razoável apenas ignorar tais diatribes se elas te desagradam?

      Bem, talvez eu apenas esteja ficando velho e menos inclinado a alimentar debates insípidos.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Então empatamos!

          Pois pena é o que eu sinto, e já tinha te dito isso (rs)

          Mas me dou bem sim com muitos nolistas aqui que discordam de mim.

          O Barocos é um bom exemplo!

          Responder
    2. Jonas

      Não dou a mínima para essa paranoia lunática sua. Afinal, você tem certeza de que eu e mais uns dez são fakes, me acusa disso não? Pergunte ao Dalcim, posto sempre com o e-mail jonasjgn13@gmail.com e o nome “Jonas”. É mais um post totalmente inútil seu, com o intuito de brigar, poluir.

      E eu realmente tb não dou a mínima se existe algum “fake” aqui te respondendo toda hora. Pelo que vi é noia sua. O Heitor e a Manuela parecem ser bons participantes, mas você tb chamou eles de fake. Acha correto? Ninguém aqui no blog perde tanto tempo assim com você não Rodrigo, acorda. Sou militar sim (sargento) e também faço Direito. Trabalho daqui a pouco, de 8h às 16h. Fico com vergonha alheia de entrar no blog para ler algo e ter sempre o mesmo participante me citando. Isso é coisa de criança mimada. Quando digo “perseguir” é uma possibilidade de algum doido ficar te enchendo o saco nesse ambiente (bem moderado concordo). Mas, sinceramente, duvido que alguém aqui (fake ou não) perca tanto tempo assim contigo. Peço desculpas ao Dalcim por ter q ficar perdendo tempo moderando essas discussões ridículas.

      Responder
      1. Jonas

        Digo novamente, nesse espaço não dou a mínima para você, como membro. Acho você 100% irrelevante, só quer brigar, ofender, eu passo.

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        é ÓBVIO que eu me exponho mais, né.

        Você queria o que, lindão?

        Eu não tenho panelinha como você tem.

        Tenho então duas opções – responder a todos, ou não responder ninguém…

        Enquanto você se reveza com o segmento, e se expõe menos.

        Ah, e outra coisa -procure definir melhor o teu critério do que é xingar ou poluir, né?

        Pois só este teu post acima transbordou de agressões!

        Responder
        1. Jonas

          Cara, eu não tenho panelinha nenhuma. Não é culpa minha se os outros membros costumam discordar de você e ganhar o debate. No mais, pretendo falar sobre tênis. Continue com a sua teoria sobre “fakes” que vai longe, abs. Desculpe, Dalcim, não voltarei a entrar em conflito particular com esse membro do blog.

          Responder
  36. Jmsa

    Dalcim,sou se fã incondicional,pra mim o maior especialista do esporte,porém discordo completamente de pagar a mesma premiação para homens e mulheres,não porque sou machista ,mas não estão levando fatores técnicos em consideração.
    O tênis feminino tá horrível de se ver , unidimensional,só pancadaria,sem variação ,a excessão é a barty .
    Outra,pras jogadoras de segundo escalão ,não melhora nada ,a WTA trabalha muito mal o marketing do esporte e os pequenos eventos não tem nem transmissão direito .
    Vai acontecer de ter um grupo de jogadoras milionárias ,mas que não fazem nada para melhorar o esporte.

    Responder
  37. Miguel BsB

    Gabi,
    Não sabia que estava passando por problemas, mas tinha notado sua ausência do blog…
    Bom, pelo que entendi vc está em processo de separação…te desejo força, maturidade e tranquilidade nesse momento. Uns sofrem mais, outros menos, uns são mais calejados (como eu rs), outros demoram mais pra absorver e tocar a vida. Espero que consiga se recuperar rapidamente e bola pra frente!
    Vi mensagens de apoio de muitos companheiros do blog, e isso só demonstra o quanto vc é querida por aqui e sua ausência é notada!
    Beijos e que vc consiga rapidamente superar isso!

    Responder
    1. Gabi

      Assim vc(s) me deixa(m) com lágrimas nos olhos.
      Já ando sensível agora com todo o apoio e sensibilidade de vcs não vou parar de chorar hihihi – só que de alegria pela amizade e respeito e consideração e afeto que mesmo sem nunca termos nos visto conseguimos construir.

      Miguel, muito obrigada pela força.

      Algumas relações têm prazo de validade, duram o tempo exato que conseguem manter fôlego, amor, tesão, parceria. Isso ajuda a sofrer menos por um amor que já tinha dado o último suspiro. A gente, por muitos motivos, acaba mantendo relações respirando por aparelhos, queremos salvar na base do boca a boca…e sabemos que não adianta…

      Triste realidade é que quando se trata de relacionamento, todo mundo capricha na entrada e a maioria faz uma lambança na saída (exceto relação que já começa errada e acaba terminando pior ainda. A gente cisma que era amor, mas era só um equívoco. A gente insiste em histórias que têm enredo fraco e depois lamenta porqueC na verdade, não são amores, são só arapucas). Sobra apenas sofrimento, tristeza e raiva para contar a história.

      E, com isso, nao interessa o quanto você seja bem resolvida. Uma rasteira dessa é uma regressão à estaca zero de anos de terapia. Tudo volta a ficar mal resolvido, inclusive o que não era mal resolvido. Quase impossível não pensar o que fiz de errado, o que poderia ter feito diferente. A gente se culpa. Mas a verdade é que ninguém tem culpa de nada.

      Enfim, o novo post é sobre tênis feminino então este textão de uma mulher nem tá tão fora do contexto ehehehe.

      Sim, relacionamentos acabam. Mas tb recomeçam para todo mundo também.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Relacionamento é um tema sensível para muitos.

        A boa notícia, Gabi, é que não demora muito para você virar a página.

        Sei que se conselho resolvesse, não se dava, se vendia (rs)

        Mas invista em quem se provar mais digno dos teus sentimentos…

        Responder
        1. Gabi

          Muito obrigada por vir de novo me dar apoio e confortar.

          Verdade, relacionamentos são um assunto muito sensível e muito bom que estamos falando sobre eles. Alguém poderia dizer: não tem mais nada interessante para escrever do que relacionamento? E eu respondo: olha, não. Se tem um assunto relevante para todo mundo é relacionamentos rs.

          Claro, vai passar. Como muito bem disse o Evaldo, é um processo.

          E bora ir ao supermercado, que é a nova balada hihihih.
          Inclusive tem a parte que a pessoa fala com vc de máscara e vc fica “ahn?”, a pessoa repete mais alto… igual na balada!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            kkkkk

            Pois é!

            Pior é que tem vez que a gente acaba passando constrangimento, né…

            As vezes tô lá todo “distraidão” na fila, sem notar que estou muito perto de outra pessoa.

            E teve umas duas vezes que me pediram para dar um passo pra trás…

            kkkk

      2. Barocos

        Grande Gabi !

        Menina, não tenho a presunção de ser grande conhecedor de relacionamentos ou da alma humana, muito, muito longe disto, então, só me resta lhe desejar sorte. Não que você não possa se virar muito bem sem ela, imagino que possa prescindir da mesma, apenas que esta torna as coisas bem mais fáceis.

        Guarde os bons momentos e use as lágrimas para regar um jardim, mesmo que estas sejam poucas.

        Muita paz, saúde e amor para você, sei que merece.

        Responder
        1. Gabi

          Barocos, eu te considero um profundo conhecedor da relacionamentos e da alma humana.
          Uma das provas disso é que vc foi o primeiro a me estender a tua mão aqui neste momento da minha vida.
          Receba meu abraço virtual com muito carinho te agradecendo.

          Sobre pensar apenas nas coisas boas…te digo o seguinte: todo ex tem seu valor.
          Sabe aquele trecho em que Vinícius de Moraes diz, no Para Uma Menina Com Uma Flor, “Eu sei que o meu amor por você é feito de todos os amores que eu já tive…”? É tão óbvio, mas tão difícil de entender quando ainda não se viveu tantos amores que acumulem lembranças, alegrias, tristezas, gozos e decepções. Então é isso, cada um dos amores que vivi ate agora me deixaram prontinha, redondinha, afinada, bem posicionada, com ginga e desenvoltura para dar de cara e finalmente reconhecer o amor que será aquele amor “feito de todos os amores que já tive”, que será a soma e subtração de todas as pessoas que passam e passaram na minha, na tua, na vida de todos nós, deixando marcas, lembranças, lições e, na maioria das vezes, muito carinho.

          Garanto que a tua atual companheira está com a tua melhor versão!!
          Muitos beijos.

          Responder
      3. Evaldo Moreira

        BOM DIA,
        Gabi, lhe desejo toda a força, paz e sabedoria neste momento, não é fácil esse processo de separação, mas como Miguel ressaltou muito bem, há aqueles que absorvem fácil, há aqueles que não tem o tirar, mas creia , QUE VOCÊ VAI SE SUPERAR, E SERÁ FELIZ EM SUA NOVA ETAPA DE VIDA……….
        Não some, apareça, comente, olha esse post, fala sobre o tenis feminino, muito bom de se abordar, discutir, enfim, boa semana, fica com Deus, bjos

        Responder
        1. Gabi

          Evaldo, muito querido vc!!
          Muito obrigada não somente por dispor do teu tempo para vir me escrever como expressar o teu carinho no que vc disse.

          As pessoas parecem seguir um protocolo pós-término. Consigo ouvir a comissária de bordo. Aperte o botão ejetar e veja seu ex desaparecer para sempre. Coloque todos os pertences do fulano numa caixa, mande pelo correio ou deixe na portaria. Delete e bloqueie de todas as redes sociais. Faça de conta que ele nunca existiu. Não esqueça de passar álcool gel nas mãos e pronto. Uma vida perfeitinha, asséptica, sem passado e sem declarações de amor a terceiros. Next. Como se pudéssemos riscar alguém do currículo, da mesma forma que ocultamos um estágio ruim ou um curso obsoleto. PowerPoint não precisa colocar, datilografia não dá (hoje mesmo vi num post do face alguem que colocou o seu processo de divórcio no currículo rsrs. Imagine rsrs)

          Mas, não é bem assim. Como vc muito bem colocou, é um processo e vc tem toda razão, não vou sumir não, só estava um pouco mais quietinha, mas, como vc muito bem disse, temos muitos assuntos sobre os quais conversar, há muito a ser vivido e na cia de pessoas muito queridas e muito sensíveis como vc, o Barocos, o Oswaldo, o Miguel, o Luiz Fabriciano, a Manuela, o Vitor Hugo, o Rodrigo e o Luiz Fernando. A gente nem se conhece mas estamos construindo uma amizade que aquece o coração!!

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            E vamos que vamos!
            Estou curtindo pacas tuas tiradas, como estivesses se desembaraçando de teias impertinentes, com muito bom humor e sabedoria.
            Só estou pressentindo também que no próximo encontro entre Federer e Djokovic, torceremos nossos narizes um pouquinho, rssss.

          2. Evaldo Moreira

            Bom dia,
            Obrigado pelo retorno meu anjo, fico muito feliz em saber que você esteja bem, saudável, e sabendo lidar com o processo de reconstrução de sua via no pós- separação, conheço e também acompanhei relatos de mulheres que se separaram e foram ao fundo do poço, mas com muita luta e determinação, descobriram que há vida após a separação.
            Que o seu coração se encha de alegria, paz, e somente de pensamentos positivos, primeiro a reconstrução, depois as realizações que virão passo a passo pra você, Flor.
            Um grande abraço, e espero , e não só eu, mas todos aqueles que deixaram mensagens de apoio e carinho, pelo se retorno, bjos.

          3. Gabi

            Luiz Fabriciano,

            uau, “se desembaraçando de teias impertinentes, com muito bom humor e sabedoria”. Gostei muito!!
            Que nada, vamos continuar na paz, torço para o Nadal hihihi.

  38. H Romeu Pinto

    Boa matéria, Dalcim! Confesso que não gosto de vários esportes femininos, como futebol, basquete e lutas em geral. Mas o tênis feminino é tão bom de assistir quanto o masculino! Quem vc considera a melhor tenista brasileira depois de Maria E. Bueno?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a Patrícia Medrado, pela longevidade e consistência, e Niege Dias, por ter feito em poucos anos de carreira, viriam atrás da Maria Esther. Mas no plano técnico, eu colocaria a Bia Haddad.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Quado juvenil, a grande rival da Niege Dias era minha conterrânea e futura esposa do Sócrates, a Silvana Campos. Era treinada pelo irmão Paulo Campos e os embates entre as duas agitavam a cidade. O pai dela era dono de um açougue que minha frequentava e as paredes eram recheadas de recortes de jornais dos feitos da filha caçula.

        Responder
          1. Rubens Leme

            Nao me lembro muito do estilo dela, só de ver a quadra coberta da Recreativa lotada quando ela treinava ou jogava. Aquela quadra era gozada, com um telhado redondo de amianto, quase escuro o local. Paulo Campos tinha sua sala particular naquele recinto, umas arquibancadas de madeira e o barulhão que fazia quando a chuva batia naquele telhado. Isso são lembranças de quase 40 anos, por volta de 1981, 82, 83….

            Deixei de frequentar a Recreativa em 1988 depois que sai de Ribeirão. Nesta época, acho que a Silvana nem jogava mais. Naquela época, Ribeirão teve uma boa leva de juvenis… Também teve o Roberto Jábali , que era meu amigo, cheguei a jogar com ele com 12, 13 anos e em SP morava no mesmo prédio da minha prima. Jogar era força de expressão, não conseguia arrancar game dele.

          2. José Nilton Dalcim

            Betão era de outro nível… kkk… Ribeirão teve também o Adriano Ferreira, que hoje se mantém aí na região e fez um ótimo trabalho.

          3. Rubens Leme

            Aliáa, acho que fizemos maternal ou jardim juntos, me lembro de uma foto minha e dele com 5 ou 6 anos na escola, comendo chocolate, algo assim. Em Ribeirão a gente se esbarrava porque nossos pais se conheciam e o dele foi prefeito, então vira e mexia a gente se encontrava nos mesmos locais.

            Fiquei uns 10 anos sem vê-lo e quando o encontrei no elevador no prédio da minha prima tomei um susto, com a altura e o tamanho das costas e dos ombros dele. Eu parecia um anão de circo. Ele jogava muito, tinha um circuito até 15, 16 anos em Ribeirão que era muito forte naqueles tempos, eu não tinha chance alguma.

  39. Sandra

    Dalcim, tirando a Serena , quem você acha a melhor jogadora atual , ou mesma da época da Serena, claro que sei que ela não se aposentou !

    Responder
      1. Evaldo Moreira

        Mas Dalcim,
        E a Daria Kasatkina ?, tenista russa, bonita e jovem, estava em crescimento no circuito………
        Acho o jogo dela, muito interessante e em termos técnicos, e com variações a todo curso, sabe variar e quebrar o ritmo, vi ela no seu melhor momento, mas depois caiu absurdamente de rendimento, o que você pode falar sobre ela Dalcim ?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Bom, acho que você disse tudo. Bons recursos técnicos, alguns ótimos momentos mas ainda não mostrou consistência. No entanto, acredito que tenha chance de evoluir.

          Responder
  40. Bruno Gama

    Sobre a premiação do tênis feminino, eu era contra a equiparação até ler um excelente argumento do Dalcim respondendo a alguém aqui do blog, em que dizia que se o prêmio das mulheres nos slams era menor e elas conseguiram chegar ao mesmo patamar, foi uma conquista pra elas e não reduziu um centavo na premiação dos homens, então não há o que reclamar, a não ser por birra.

    Responder
  41. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,nos ultimos 10,15 anos o circuito feminino e masculino tiveram perfis diferentes…Enquanto no feminino tivemos uma competitividade e equilibrio gigantesco,com diversas campeas e ate finalistas de slams,no masculino vimos um dominio absurdo do big three,ou ate uns 3 anos antes do big four.
    Porem,tenho a impressao que o fato do masculino ter 3 lendas(federer,nadal,djokovic) acaba atraindo muito mais audiencia,repercussao e valorizacao doq no feminino,em que atualmente apenas serena tem mais de 3 slams no curriculo.Baseado nisso,voce acredita numa queda grande da wta sem a serena,e que esse equilibrio tao grande,que deveria ser bom para o esporte,acaba diminuindo a audiencia e repercussao?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Vamos ver como consigo resumir minha ideia, Lucas. No caso do Big 3, é uma mistura de competência, carisma, alta exposição e grande competitividade, com estilos e personalidades diferentes. É o caminho, digamos, ideal para o sucesso no esporte. Ao feminino falta o fator carisma, um certo grau de exposição e uma variação maior de estilos, ainda que exista competitividade e competência.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Ah tá, claro.

        Eu tenho alguma garantia de que você seja FEIO, sem eu ter visto a tua cara? (rs)

        E-mail qualquer um cria,amigo, e com o nome que bem quiser…

        Responder
  42. Guip

    No atual modelo de distribuição acontece o seguinte: O prêmio feminino não é calculado entre oferta, procura, patrocinadores, qualidade e visibilidade. Uma parte é isso e a outra deficitária é retirado do lucro do evento masculino. Dessa forma, pode ter esporte feminino em qualquer modalidade. Obriga o outro genero a repassar lucro, mistura as competições pra obrigar as pessoas, em tese, a assistir. Sendo assim, fica a ilusão que está tudo bem e que era apenas má vontade.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Puxa… eu nunca me senti “obrigado” a assistir o tênis feminino. Pelo contrário, acho que o tênis masculino em alguns aspectos é menos interessante. Um jogo entre John Isner e Ivo Karlovic, por ex, eu não gostaria de assistir. Um festival de ‘aces’ e devoluções sofríveis…
      Em resumo: cada caso é um caso, cada jogo é um jogo. Entram estilo, carisma, etc.

      Responder
  43. Evaldo Moreira

    Bom dia,
    Que matéria, parabéns Dalcim.
    Otenis feminino, sempre gostei de acompanhar, vi alguns jogos da Navratilova, GRaf, SAbatini, SAnches, como jogavam essas mulheres, Cris Evert também, show a parte, com toques de habilidade ao extremo, algumas rivalidades que marcaram épocas.

    Teve uma reportagem que vi no tenisbrasil, em que mencionava que Big 03 fez com que tenis feminino ficasse em segundo plano, o que discordo totalmente, e você Dalcim, acha que o Big 03 realmente teve essa influência, ou mesmo, relegou o feminino ao distanciamento em todos os sentidos?

    Responder
  44. fã de Navratilova

    A realidade é: o tênis feminino, por diversos fatores razoáveis, atrai muito menos o público – quer feminino, quer masculino. Por consequência, menos interesse de patrocinadores. O próximo passo desse mundo decadente será impor cotas, para que as pessoas sejam obrigadas a assistir aos jogos entre as mulheres.

    Responder
  45. Rodrigo S. Cruz

    Fiquei surpreso que o relacionamento entre Andre Agassi e Steff Graff tenha dado tão certo.

    Depois do fracasso que foi o primeiro casamento do americano com a beldade Brooke Shields…

    O que fez com que Agassi amargasse um período de declínio na carreira, antes de assumir o namoro com Steffi.

    O curioso é que filho deles, Jaden Gil, acabou optando pelo baseball, em lugar do tênis.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Se vc ler o livro do Agassi, algo q vc já deve ter feito pois gosta de tênis, verá q ele julgava estar com a esposa perfeita (Brooke) e a equipe perfeita após vencer W. Mas depois tudo mudou, p muito pior, e a carreira dele entrou em parafuso. E a Steffi ainda se fez de dificil, aliás, como é o normal entre as moças, mas quando eles se juntaram ela deu estabilidade a ele…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Não verdade eu não li o livro, Luiz.

        Mas acompanhei bem essa história do Agassi, na mídia, na época em que ele jogava.

        E nos jogos dele contra o Sampras, eu torcia pro Agassi que era mais carismático…

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Pois leia, é muito interessante, pois conseguimos associar o q acompanhamos ao vivo com o q ocorria “atras do palco”. Eu também torcia muito pelo Agassi, mas o Sampras era um monstro, ganhou aquela ultima final do USO entre ambos no saque e na malandragem, no quarto set parecia entregue e ainda buscou o resultado…

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Obrigado pela dica.

            Vou ver se acho o livro para comprar.

            Mas só pra deixar claro – apesar de eu torcer para o Agassi, eu nunca neguei o seguinte:

            o Pete Sampras era melhor, e às vezes me dava até raiva disso!

            kkkkk

    2. Sérgio Ribeiro

      É mas Steffi além de mãe super dedicada , acompanha o Carequinha na maioria dos eventos, Rodrigo. E ainda por cima da uma surra nele quando resolvem jogar. Agassi diz que somente vence quando a Craque Alemã permite rsrsrs Abs!

      Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *