Os Slam mais inusitados da Era Profissional
Por José Nilton Dalcim
13 de julho de 2020 às 20:23

Enquanto a quarentena prossegue para o circuito internacional, atendi a mais uma sugestão dos internautas e escolhi os cinco Grand Slam que me parecem ter tido os resultados gerais mais inusitados da Era Profissional. Não foi apenas uma questão do vencedor ou mesmo da final, mas da sucessão de surpresas que permeou as duas semanas. É uma lista interessante.

Wimbledon 1996
A queda de quatro dos oito principais cabeças de chave na primeira rodada, entre eles Agassi, já seria o suficiente para atestar a loucura que foram estas duas semanas. Grandes sacadores como Edberg, Becker, Rosset nem chegaram nas oitavas, rodada que viu as quedas de Stich e Pioline.

Todo mundo esperava o duelo de Sampras e Ivanisevic na semi, mas o primeiro caiu para Richard Krajicek – que havia acabado de tirar Stich – e o outro parou em Jason Stoltenberg. Parecia ser a grande chance de Henman, mas ele tropeçou nas quartas diante de Todd Martin.

Se Krajicek entrou como cabeça 16 e possuía um saque espetacular, MaliVai Washington era um considerável desconhecido, que escapou por pouco nas quartas diante de Radulescu e virou jogo incrível diante de Martin. A final foi um tanto sem graça, mas será muito tempo lembrada pela moça totalmente nua que invadiu a quadra quando os tenistas postavam para fotos antes de se aquecer.

Roland Garros 1997
Apenas dois dos 16 cabeças chegaram nas quartas, numa edição que viu incríveis derrotas de boa parte da fortíssima armada espanhola antes mesmo da terceira rodada (Moyá, Mantilla, Costa, Berasategui). Dos oito principais cabeças, Sampras e Muster pararam na terceira fase; Chang, Ríos e Corretja, nas oitavas.

O cabeludo garoto de 20 anos com seu poderoso backhand de uma mão desbancou nada menos que Muster e Kafelnikov, cravando três vitórias seguidas no quinto set. Deveria ter feito o primeiro grande duelo contra Norman, mas o sueco parou num também surpreendente Dewulf, que quase foi parado por Meligeni na segunda rodada e depois tirou Portas e Corretja.

O bicampeão Bruguera venceu Chang e deveria ter feito um duelo interessantíssimo contra Ríos não fosse o habilidoso Arazi tirar o cabeça 7. O espanhol tinha é claro favoritismo diante do tal Kuerten. Que nada. Guga, 66º do ranking, varreu o espanhol com apenas nove games perdidos na final, iniciando sua imortalização em Paris.

Roland Garros 1976
Quando Borg, Vilas e Orantes atingiram as quartas de Paris, era difícil imaginar que o título não ficaria entre um deles. Mas o que Roland Garros viu foram dois norte-americanos – Solomon e Dibbs – e um mexicano, Ramirez, avançarem à penúltima rodada ao lado do italiano Adriano Panatta, que acabava de se tornar o único homem em oito anos a derrotar Borg.

Curiosamente, o mais cotado dos americanos era Ashe, então 4º do mundo, que fez 2 a 0 antes de cair para Taroczy nas oitavas. Panatta quase parou logo na estreia, mas se safou do desconhecido Hutka com 12/10 no quinto set, e muita de sua inesperada vitória sobre Borg se deveu à duríssima partida de oitavas do sueco contra Jauffret.

Panatta venceu na final Solomon, um jogador mediano que só faria uma outra semi de Slam na carreira. O italiano foi ainda pior, com uma quartas em Wimbledon.

Wimbledon 1985
Como alguém que eliminou seguidamente Edberg, McEnroe e Connors, sem ceder um único set, poderia perder o título em Wimbledon? Certamente Kevin Curren também não sabe.

Talvez tenham sido os nervos, talvez o saque bombástico e voleio acrobático do garoto Boris Becker, então 17 anos. Vindo do título em Queen’s, o alemão tinha predicados porém contou com uma dose de sorte para escapar das derrotas para Nystrom (terceira rodada) e Mayotte (oitavas).

Becker tirou Leconte e Jarryd para ir à final e aí derrotou Curren num jogo bem equilibrado e um tiebreak decisivo de terceira série, quando o jogo estava empatado em sets. O alemão provaria nos anos seguintes que era mesmo um mestre sobre a grama.

Roland Garros 2004
Numa fase em que os Grand Slam já elegiam 32 cabeças de chave, Gaston Gaudio faturou um dos títulos mais inesperados da Era Profissional. Nomes fortes como Ferrero, Agassi e Gonzalez tiveram quedas muito precoces, Federer foi barrado por Guga na terceira fase, Robredo e Safin pararam nas oitavas.

Guga parecia caminhar para o tetra, mas caiu diante de um consistente Nalbandian, que na rodada anterior já havia tirado Safin. Na outra semi, o embaladíssimo Henman fez o que pôde diante de Coria. Tínhamos então três argentinos concorrendo ao título e Gaudio era, de longe, o menos gabaritado deles.

A final foi um capítulo à parte. Coria deu uma surra nos dois primeiros sets e aí se perdeu nos nervos. Sentiu cãibras, se arrastou pela quadra, sacou fraquíssimo e permitiu um quinto set improvável. Recuperou-se e chegou a dois match-points no 6/5. Gaudio, então 44º do mundo, mostrou cabeça fria e ganhou os três games finais.

Menções honrosas:

Australian Open de 1976 – Num torneio em que apenas 3 dos 16 cabeças não eram da casa, Mark Edmondson entrou como 212 do mundo e venceu seguidamente Rosewall e Newcombe nas rodadas finais. Roche parou nas quartas para um conterrâneo que era mais duplista.

Roland Garros de 1989 – É bem verdade que Chang não precisou cruzar com Wilander, Agassi ou Courier, mas sacar por baixo e ganhar de Lendl o colocou num patamar especial. O torneio viu ainda uma semi inesperada de sacadores entre Edberg e Becker. Chang tinha quebra atrás no quarto set antes de se transformar no mais jovem campeão de Slam da história, aos 17 anos e 3 meses.

Australian Open de 1998 – Sampras ficou ainda mais favorito quando viu Rafter perder para Berasategui,  Chang parar em Raoux, Moyá cair para Fromberg e Philippoussis, para Arazi nas duas primeiras rodadas. Ele não contava com Kucera, que o tirou nas quartas e abriu caminho para o título de Korda diante de Ríos.


Comentários
      1. Luiz Fernando

        Vc esta devendo o reconhecimento explicito das barbaridades postadas pelas federastes hein, mas eu compreendo sua situação kkk…

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Você vai viver do passado até quando, Luiz?

      Aponte aí UMA SÓ figura que acuse recentemente o Nadal disso.

      Até o Lógico que gostava de fazer isso, posta aqui de vez em NUNCA…

      Pelo amor de Deus, já passou da hora de você evoluir e tentar olhar para frente!

      Essa cantilena de doping já encheu o saco…

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      1. Vitor Hugo

        Olha, Rodrigo, não lembro a última vez que chamei Rafa de baloeiro…. Eu tbm acho a insistência do rapaz ridícula e até doentia. É um misto de ressentimento e sei lá mais o que. Mas eu acho que a cura é possível.

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      2. Luiz Fernando

        E a sua cantilena de chamar os caras do Djoko de fakes não encheu? Rodrigo, eu posto o q eu quiser, só o Dalcim p me admoestar, me perdoe mas vc não…

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        1. Rodrigo S. Cruz

          Beleza.

          Deixei a dica. Você só segue se quiser.

          Eu só queria entender como que algo que nem ocorre mais aqui te incomoda tanto…

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  1. Luiz Fernando

    Dalcim a cada dia vejo como mais provável Nadal não ir ao USO; se ele fosse, sem dúvida seria um concorrente forte, em NYC ele sempre joga bem. Na ausência dele quem vc julga q seria o segundo favorito, após Djoko? Depois do AO eu acho o Thiem forte em qualquer piso…

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    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, o Thiem. O Medvedev é somente na teoria, porque não jogou nada até agora. Acho que Tsitsipas precisa também ser seriamente considerado, desde que a cabeça esteja forte. E quem sabe Zverev aprende alguma coisa relevante com o Ferrer.

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  2. Luiz Fernando

    Thiem venceu o quarto torneio em 6 disputados. Temos duas considerações a fazer: 1) o lado bom é q deve estar com excelente ritmo e excelente forma; 2) o lado ruim é q pra variar esse rapaz sempre teve o hábito de disputar o q vinha pela frente, o q muitas vezes lhe cobrou um alto preço na famosa hora do vamos ver dos grandes torneios. Agosto e Setembro se avizinham para nos dar a resposta sobre qual lado prevalecerá…

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  3. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]

    “Eu nem to pegando no teu pé. Acontece que você não lê mesmo e depois vem chorar aqui.
    Se vc acompanhar o debate, vai perceber que o Vitor não acha que o Federer é um “amarelão”. Ele diz que “alguns dizem isso” e é verdade, alguns defendem isso mesmo.
    Logo depois você vem e afirma que ele disse que Federer amarela, ou seja, você não leu o comentário dele. Nem faria sentido, já que ele é um dos Federistas que mais defende que o Federer perde pelo fator idade”.

    Cara, você parece aqueles fiapos que grudam no dente, de tão aborrecido.

    Por isso que o apelido “Gleisi” lhe cai bem, pois está para nascer sujeito tão cri-cri. (rs)

    Você faz caso até de vírgula que se fala contra o Covidão…

    E aí depois faz uma salada danada!

    Diz que cicrano não falou, que fui eu que não li, que sou que eu não leio, que eu choro, que a Terra plana, etc…

    Na boa, vá cuidar da presidência do PT e me ERRA um pouco! (rs)

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    1. Jonas

      Imaginei que você iria fazer um post só pra me responder. Você é carente por atenção, deve ser o único no blog que faz isso. O mais comum de sua parte é xingar o outro colega, baixar o nível quando não tem argumentos e depois ainda jogar a culpa nos fãs do Djokovic.

      Petista? Mais uma viajada da sua parte, porque eu nunca votei no PT, inclusive sou militar e me arrependo de ter votado no bolsonaro, que a meu ver faz um péssimo governo.

      Quanto a chamar sua atenção nos comentários, eu nem deveria fazer isso mesmo já que não gosto de falar com você. Mas seria bom você tentar ao menos ler um comentário antes de respondê-lo. Você cai de paraquedas no debate com o intuito de poluir, somente. Já que não existe debate saudável entre nós é melhor nem te responder mais; continue passando vergonha com o Paulo Almeida que é melhor, abs.

      Responder
        1. Jonas

          Me arrependo sim Miguel, mas a maioria dos militares ainda apoia o Presidente. Posso, inclusive, me queimar se eu falar isso lá dentro. Eu deveria ter anulado…

          Responder
      1. Paulo Almeida

        Pô, Jonas, jogando a bomba pra cima de mim? Kkkkkkk.

        Pior que o Vitor Hugo não é mais o principal troll da torcida do Federer. Ele mudou substancialmente, embora ainda continue clubista, enquanto outros não mudam um milímetro sequer.

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Vitor,

            Sei que a pergunta não foi para mim, mas eu dou um pitaco.

            Esse daí é a mistura de tudo aquilo que você citou e mais um “pouquito”:

            troll, clubista, fanático, “fake maker”, enfim.

            You name it…

          2. Paulo Almeida

            E não é que o principal troll atual da torcida federista se reconheceu na hora?

            Fanático e clubista eu nem falo mais, de tão óbvio.

            P.S.: não tinha mais como responder diretamente para a figura que tem alucinações com fakes, então foi pro VH.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Outro abraço pra você.

        Apesar de que “argumento” é um vocábulo que inexiste no teu dicionário.

        A tua praia mesmo é a boa e velha falácia lógica e a distorção de tudo aquilo que os outros falam.

        Só procure melhorar um pouquinho esse cinismo teu, pois você sabe muito bem que eu fiz uma ironia.

        (a não ser que você tenha esquecido do nome da tua xará que preside a agremiação do Lula)

        kkkk

        E você postou um mito e um sonho.

        MITO: ” não gosto de conversar com você”.

        Você mente muito mal, amigo.

        Porque se o teu embate comigo contiver umas 100 respostas, lá estará você dando a centésima.

        Ou então você não dorme de noite, né…

        É como se fosse uma doença essa necessidade tua de me responder por último.

        Portanto, será que sou eu que desejo atenção?

        No mínimo, podemos dizer que é o sujo falando do mal-lavado. (rs)

        (e lembrando que isso você faz com todos, né? Em toda e qualquer pasta ou assunto).

        Impressionante.

        O que nos leva então ao sonho.

        SONHO: o teu maior sonho, e do Paulo Almeida, e dos fakes que vocês ambos criam é me ver apelando por vocês me compararem com ele.

        Porque a “grande” referência tua aqui no blog só dá para ser esse elemento mesmo.

        Ou você pensa que vai pode beliscar algo melhorzinho que isso?

        Nã nã não…

        É daí para baixo. (rs)

        O que em certa medida traduz o reducionismo moral que o segmento de vocês atingiu.

        Mas vamos ver se você cumpre a promessa de não me responder.

        A começar por este post seria o primeiro respiro de alívio que eu teria em meses…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Você deve ser um dos sujeitos mais frustrados que eu já vi. Não há outra explicação para gostar tanto de procurar atenção e encrenca com os outros.

          Curioso que “esse elemento” te coloca no bolso quase sempre. A diferença é gritante, se lembra? Abs.

          Responder
        2. Jonas

          É meio doentio ficar criando fakes. Essa, definitivamente, não é a minha praia. Mas não tenho necessidade de provar nada a você, abs.

          Responder
    2. joão

      de novo fica rotulando os outros.
      quem fica na narrativa “nós” contra “eles” não é bem o Jonas nao…, é vc, entao quem tem de voltar para o PT é vc

      Responder
  4. Sandra

    Dalcim, como vai ? O us open caso tenha , terá algum descanso para Roland Garros ? Ou será na semana seguinte ? Dimitrovv , Djokovic e etc que tiveram COVID não estariam mais tranquilos para irem a Nova York? E será que a maioria dos jogadores sabendo que na França não vão ter chances por causa do Nadal ,, não vão correr para Nova York ? Lá vai ser a grande chance dessa nova geração ganhará!! Embora não ache completamente impossível Thiem ou Djokovic gabar do Nadal na França ; o que vc acha ?

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    1. José Nilton Dalcim

      O calendário foi estabelecido faz tempo, Sandra. Depois do US Open, acontecem Madri e Roma antes de Roland Garros. Ao menos esperamos que seja assim. Sim, na teoria quem pegou o vírus teria mais tranquilidade, mas ainda não se sabe se acontece imunização completa e por quanto tempo. Ainda assim, acredito que Djokovic vá sim a Nova York.

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  5. Sérgio Ribeiro

    E chegando em RG 2004 , acredito que a culpa daquela FINAL ter acontecido foi do manezinho da Ilha rs . Ao bater Federer em Sets diretos e sacando muito , avisou que a lesão não iria atrapalha-lo. Nalbandian em 4 no Saibro contra Roger somente tinha vencido uma. Todo mundo sacaneia Gáudio e Coria. Mas Gaston 3 x 3 com GUGA e 2 x 2 com Coria até aquela louca partida. Incrivelmente o manezinho jamais tinha enfrentado Nalbandian e foi surpreendido pelas suas devoluções. Dava pra levar o Tetra. Mas já que todas as Feras resolveram cair , a meu ver , tudo poderia acontecer daí pra frente . Até porque Nalbandian não chegou a vencer nenhum dos dois finalistas no barro. O ataque de nervos de Coria foi incompreensível. Ele sabia que não era tão favorito como diziam as Casas de Apostas . Dito isso , acredito que Gáudio com seu lindo Back de uma mão, soube usar sua experiência na hora certa. Abs!

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  6. Vitor Hugo

    Dalcim, apesar de ser um torneio amistoso, não te chamou a atenção o aposentado, 42 anos, T Haas ter vencido o J L Struff e ter endurecido o jogo com o Thiem?
    Dá a impressão que o alemão poderia ser top-100 e quiçá top-50 se estivesse disposto a jogar.

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    1. Emílio Dias

      Top 50 acho impossível, provavelmente não deve conseguir jogar 15 torneios ao longo da temporada, e muito provável em metade, ou mais, perderia na primeira rodada. Top 100 acho difícil também, no máximo conseguiria chegar a uma semi de um 250 e olhe lá.

      Responder
  7. Luiz Fernando

    Temos comentado sobre alguns casuísmos no tênis, mas a F1 foi sem dúvida a campeã nesse quesito. Ano passado a Ferrari tinha o motor a ser batido, as demais equipes reclamaram, a FIA, cujo presidente foi diretor esportivo da equipe italiana, investigou, chegou a um acordo “sigiloso” com a Ferrari, e hj o motor da equipe de Maranello não rende nas retas. Precisa falar mais????

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  8. Paulo F.

    Minha menção honrosa vai para ao AO de2002: onde o estupendo Marat Safin perdeu para o água-de-salsicha do Thomas Johansson.
    Uma derrota quase tão tosca quanto a do Coria na minha opinião.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Eu assisti aquela partida…

      Faz 18 anos, e ainda lembro que me deu um sono danado ficar acordado naquela madrugada…

      Porém, eu vi até o final, e achei incrível a pisada de tomate do Marat Safin.

      O próprio Thomas Johansson reconheceu que NUNCA MAIS ganharia outro Grand Slam.

      Enquanto que na opinião dele, o Marat ainda ganharia vários outros…

      Bom, ele se enganou, né.

      Talento e jogo para ganhar muitos, o russo tinha de sobra.

      Mas assim como ocorre hoje com o Kyrgios, faltou a disciplina e o trabalho…

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Safin anda te irritando colocando o Suíço sempre num patamar acima dos demais , não é mesmo vingativo Paulo F . ? rsrsrs . O então N 7 do Mundo , Thomas Johansson , Semifinalista em Wimbledon e duas vezes Quadrifinalista do USOPEN , bateu em jogo duríssimo Marat Safin então N 3 do Mundo e Ex- N1. O mesmo que bateu Sampras na Final do USOPEN 2000 em Sets diretos. Nunca primou pela consistência mas teve tempo de 3 x 3 com Agassi e 4 x 3 pra cima de Sampras . Não esquecendo do 3 x 4 com GUGA . Abs!

      Responder
        1. Paulo F.

          Obrigado pela defesa, meu nobre.
          Mas este cidadão, ante sua infinita empáfia tenística, sequer vai entender sua postagem, ainda mais com a notória dificuldade na interpretação de textos que possui!
          Hahahahahaha

          Responder
  9. DANILO AFONSO

    VOCÊ SABIA ?

    Você sabia que além de Djokovic, outros tenistas possuem H2H positivo tanto contra Nadal quanto contra Federer ??

    Ao rever uma estatística que postei há dois meses com a relação aos tenistas que tem H2H favorável contra os membros do BIG3, constatei que dois ex-tenistas tinham H2H positivo contra a dupla FEDAL, o espanhol ALEX CORREJTA, ex-número 2 do mundo e o eslovaco DOMINIK HRBATY, ex-número 12.

    Vejamos os retrospectos:

    CORREJTA 2 X 0 NADAL
    CORREJTA 3 x 2 FEDERER

    HRBATY 3 x 1 NADAL
    HRBATY 2 x 1 FEDERER

    Diferentemente do Djokovic que pode vir ainda a perder esta estatística favorável, os dois tenistas aposentandos tem garantido este grande feito.

    Responder
      1. Jonas

        Pois é. No caso do Roddick ele mesmo admitiu, mas nem precisava.

        Veja que o Corretja tb venceu Federer quando o suíço era mais vulnerável, entre 2000-2002.

        Essas duas vitórias do Corretja sobre o Nadal foram em 2003. O espanhol tinha 16-17 anos!

        Quando falamos isso do Nadal e do Djokovic, o pessoal surta, mas é algo natural.

        Responder
          1. Jonas

            Sim, foram 9. É um H2H bem equilibrado. A questão é outra, essas vitórias ocorreram bem antes do auge do Djoko. O próprio Roddick admitiu isso.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Ou talvez pelo fato do Rodick ser um dos melhore sacadores da história.

            Já pensou nisso, petista?

            É bem sabido que grandes sacadores costumam incomodar o “amorzão” da tua vida…

          3. Jonas

            Gênio, eu não vou criar um post só pra te responder, fique tranquilo.

            Sim, Roddick foi um ótimo sacador, está entre os melhores. Nos outros fundamentos do jogo acho ele limitado, seu backhand é muito abaixo. A última vitória dele sobre o Djokovic foi em 2010.

            Perguntado sobre como fez para liderar o H2H sobre Djoko por 5-4 ele respondeu “Claro, se aposente antes que você precise enfrentá-lo novamente”. Pronto, te respondi sem precisar te ofender, de nada.

          4. Rodrigo S. Cruz

            Dá exatamente na mesma, amigão.

            Porque eu crio um novo post sim.

            Enquanto que você responde eternamente onde nem espaço tem, até ser finalmente o último a falar. (rs)

            Que é o que você ACABA de fazer agora, e historicamente faz sempre.

            Ta aí…

            Também te respondi sem ofender.

            Feliz? (rs)

      2. Rodrigo S. Cruz

        O Hrbaty era conhecido por não respeitar ninguém, nem o Agassi.

        Mesmo assim, só 3 confrontos que terminaram em 2 x 1 é o mesmo que nada.

        Se ainda tivesse sido um 3 x 0, até que daria um ” caldo” à discussão.

        O Roddick, entretanto, jogou com o Djokovic 9 vezes!

        Ok. Ninguém é doido de dizer que ele tenha sido tão bom quanto o Covidão.

        O problema é que tem nolista aqui que afirma que o Roddick é BAGRE.

        E se cabe esse tipo de adjetivação ao Roddick, também cabe ao que perdeu para o “bagre”.

        Pau que bate em Chico, bate em Francisco…

        Simples.

        Responder
      3. Vitor Hugo

        Assim como muitos insistem em denegrir a imaginem do suíço ao usar o h2h do sérvio favorável ao suíço, caro Luiz. Pode ter muito valor pra muitos, mas nem tanto assim para outros.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Ai não né meu nobre Vitor. 50 jogos, finais de tudo que é tipo etc.
          Tem nem comparação. Roddick está aposentado há anos…

          Responder
  10. Carlos Andrade

    Boa noite!

    Sou nadalista, e tive o privilégio de assistir ao vivo três jogos Nadal x Djokovic, dois em masters e um em slam. Nos três jogos pelo menos 80% dos presentes torciam por Rafa. Educados, porém incentivaram o espanhol do começo ao fim. Postura exemplar.
    Já os torcedores de Novak não passavam de paraquedistas, sem educação, arruaceiros bêbados em sua maioria. Uma lástima.
    Infelizmente me parece que a coisa não é muito diferente por aqui.

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Você vai virar passador de pano agora, Vitor?

        “Proporções iguais” é foda, né.

        Tem muito mais nolista arruaceiro aqui, do que federista. E você sabe muito bem disso.

        Inclusive criadores de fakes.

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Não estou passando pano, Rodrigo. Insisto que a proporção de bons e maus torcedores são iguais para qualquer tenista do big 3.
          A diferença é que, pelo fato de Novak ser o tenista do momento e estar em evidência, seus torcedores(fakes, torcedores e fanáticos) estão mais presentes e atuantes que os demais, inclusive pra tumultuar o espaço.

          Responder
          1. joão

            é verdade, como o Djoko tem ganhado mais, acaba acontecendo isso que vc falou.
            mas qdo o federer ganha(va), os posts aqui tinham muitos mais comentários (chegou a beirar os 1000), tanto de comentario bom como de pessoas só provocando e xingando…

          1. Paulo Almeida

            O número de “arruaceiros” é proporcional ao tamanho de cada torcida. Como a do Federer é a maior…

  11. Sérgio Ribeiro

    Prosseguindo chegamos a Wimbledon 1985 . E novamente aparece um novo “ Feto “ aos 17 como a grande Zebra. E como explicado no Post , grandes feras na superfície ficaram pelo caminho. O que o jovem Alemão tinha a ver com isso ? Era o seu Auge ? Claro que não . Mas o garoto atingiu o TOP 6 na mesma temporada . E pra surpresa de todos passou a ser um terrível oponente confirmando o Título em Wimbledon 1886 aos 18. Portanto o que Rafa Nadal fez aos 19 , atingindo o N 2 já havia acontecido. Tanto é que o Espanhol também confirmou o Título em 2006 e manteve o N 2 até 2008 . Graças a “ entressafra “ ? kkkkkkkkkkk Abs!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Correção: Manteve o N 2 até 2007 , pois em 2008 o Ranking já aparece com o Espanhol como N 1 , seguido por Federer , Novak e Murray. Mas o Craque retomou em 2009 , seguido por Rafa , Novak e Andy. Tudo graças a entressafra rsrsrs Abs!

      Responder
  12. joao

    Li no tenisbrasil que um árbitro de tenis ficará afastado do tênis por três temporadas e terá que pagar uma multa de US$ 10 mil. Segundo da TIU, ele recebeu uma tentativa de suborno em novembro de 2019, durante um ITF feminino de US$ 25 mil em Minsk e não reportou o caso às autoridades. Além disso, teria convidado outros árbitros a participarem do esquema.

    Quanto um arbitro ganha em media?

    obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Depende muito do campeonato que ele trabalha e qual posição de arbitragem ele ocupa. Acho que nenhum árbitro de pequenos torneios ganha mais do que 200 dólares por semana. Já os grandes árbitros têm contratos anuais com as entidades (ATP, WTA e ITF) e aí pode ganhar 15 mil dólares.

      Responder
      1. joao

        obrigado.
        nossa, é muito pouco. Isso justifica eles tentarem formas ilícitas de ganhar mais.
        ‘Ain, eles que tentem ganhar mais de forma licita’.
        200 dólares?! Não paga nem a comida mensal

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          São 1.300 reaus livres por semana, o que dá 5.200 mensais, muito acima da média brasileira. E isso jamais justificaria modis ilícitos. Ou teremos de aceitar que 40 milhões de brasileiros possam ser desonestos porque não ganham um salário?

          Responder
          1. joao

            1300 sim está muito acima da média mas onde eu trabalho tem reu que aceita o risco de ser pego com máquina caça-níquel no seu bar para incrementar a renda, por exemplo.

  13. Anderson Nues

    Dalcim, segue uma dica, você poderia fazer com que os comentários desses posts fossem com contas vinculadas ao Facebook, ficaria muito mais fácil.

    Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Como alternativa poderia ser, mas como ordem, por favor não Dalcim.
        Nos comentários das matérias no site, não podemos postar se não for pelo Facebook.
        Eu, por exemplo, não consigo, porque não possuo tal mídia.

        Responder
  14. Marcelo

    Para aqueles que não são fã do Suíço (e mesmo não sendo fãs do NAdal, também o respeitam o Espanhol) e ainda não entenderam quem este Sérvio é, talvez a reportagem abaixo exemplifique bem, onde ex-tenista o classifica como “mal ejemplo”. Não compreendi bem o que pode significar esta expressão em Espanhol (rs), mas os mais versados talvez possam traduzir para o português. Segue o link da reportagem:
    http://www.puntodebreak.com/2020/07/17/increible-critica-ex-top10-novak-djokovic

    Portanto, creio talvez por isso que por mais que ele possa bater recordes e liderar estatísticas (e o Sérvio deve batê-los, se nada vier a ocorrer), ele não consegue ter a minha simpatia e creio a de muitos.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Sempre tem alguém na imprensa tentando colocar o cara abaixo. Não importa suas várias ações altruístas, importa um fato isolado, onde, em comunhão com colegas, público, TV, autoridades etc, o evento teve um final com ponto negativo, para marcar definitivamente sua carreira.
      Talvez doar 1 milhão de dólares seja obrigação, não caridade. Por isso, não ficará registrado em sua vida profissional.
      Hoje em Tenisbrasil foi noticiado que o sérvio voltou à Espanha para treinar, mas não podia deixar de lembrar que lá ocorreu a primeira polêmica que o envolveu, mesmo que não tivesse nenhuma culpa nisso.

      Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Basta listar as muitas, que realmente tenha causado problemas à alguém.
          Quem é Timea Bacsinszky? Seria ela realmente relevante diante dos vários que acham o contrário?

          Responder
          1. MArcelo

            Trata-se sim de um troublemaker. Ouve-se isso ou aquilo o tempo todo. Quanto a causar problema a alguém: basta citar o torneio com tenistas contaminados pelo COVID este ano., sem precisar ir muito longe. Espero que todos os contaminados no torneio estejam bem. Não adianta dizer que ele não estava. Estamos num momento em que a responsabilidade social conta. PEssoa pública tem uma imagem a zelar. Se eu cavasse, com certeza encontraria várias!!! E não adianta ficarem irritados.

  15. Jonas

    O canal de WB no youtube postou os melhores momentos da SF entre Nadal e Djoko, que ocorreu em 2018.

    Apesar de achar a rivalidade Djoko x Federer mais interessante, esse jogo em especial eu achei ainda melhor que a final do ano passado, porque nessa SF os dois jogaram demais. Nadal vinha de título em RG (normal) e Novak de resultados ridículos, tentando encontrar o caminho das vitórias.

    https://youtu.be/dYf7ZCX3qfI

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Estás de brincadeira , né esquecidíssimo Jonas ? Há propósito . Já assististes a FiNAL de Wimbledon 2019 INTEIRA ou somente a partir do Quinto Set como relatastes ? rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Jonas

        Eu assisti a final de WB 2019 por várias vezes em julho do ano passado. De vez em quando eu assisto novamente (não tudo). Mês passado o canal de WB postou a partida inteira.

        No dia mesmo da final eu não assisti tudo. Foi um jogo muito estressante e eu acabo xingando demais, minha esposa fica p…da vida.

        Se você assistiu tudo no mesmo dia parabéns. Deve ter chorado muito.

        Reafirmo que Federer fez uma partida espetacular e Djoko foi cirúrgico nos big points.

        Responder
    2. Rafael Azevedo

      Cara, foi um jogaço, mesmo. Uma mistura de “maratenis” com muitos lances técnicos. Para todos os gostos!
      Sem falar nos fatores “tensão” e “emoção”, que estavam no nível máximo.
      Não ficará entre os melhores jogos da história (apesar de que a própria organização de Winblendom elegeu esta partida como a melhor da década, à frente da final de 2019) por ter sido uma partida de semifinal.

      Responder
  16. Paulo Almeida

    Gosto muito das duas maiores rivalidades do tênis: Djokovic X Nadal com 55 confrontos e Djokovic X Federer com 50. É muito difícil apontar a minha preferida.

    Responder
  17. Luiz Fernando

    Quem vence 10 jogos seguidos tem todos os méritos e merece toda e qualquer conquista, não ha como dizer o contrario. O campeonato vencido pelo Real, entretanto, pode ser questionado sob um único prisma: se não houvesse a paralisação esse titulo provavelmente não viria, pois o time vinha mal. Destaques: Zidane (craque como jogador e como técnico), Sergio Ramos (monstro sagrado com 15 anos de clube), Courtois (que goleiro espetacular) e… o artilheiro… VAR (decisivo em algumas destas 10 vitorias), que marcou novamente hoje. Destaques negativos para James e Bale: por favor sumam…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Se tivesses acompanhado toda a temporada , saberias que Benzema foi também o maior em número de assistências . E o Real conseguiu um Recorde que define sua Temporada. De seus 22 jogadores 21 conseguiram marcar. Zidane usou o conjunto como arma. Mesmo Messi marcando 23 , com incríveis 20 assistências ( igualou o Recorde de la liga ) , o Barcelona deu toda a pinta que entregaria. Zizu descartou a saída de Bale . O Barça quer Neymar e o Real Mbappe’. Benzema , ao contrário do que disse o comentarista , goza de grande prestígio no Grupo. Até Pênalti Sérgio Ramos deixou o Francês bater pra que alcançasse a Artilharia. Abs!

      Responder
  18. Manuela

    A tenista Andjela Djokovic, que nao tem parentesco com o Novak, se apresenta no LinkedIn como Doutora em Medicina e Cirurgia pela Universidade Nacional da Austrália.
    Mas ela tem apenas 23 anos.
    Bom, quem nunca mentiu no curriculo, ne? kkkkkkk

    Responder
  19. Luiz Fernando

    Esse rapaz sempre foi um jogador bem acima da média, ninguém vence um RG em cima de um Djoko em plena forma do nada; o mesmo se pode dizer da semi do AO 2014: //tenisbrasil.uol.com.br/noticias/78019/Stan-e-um-vencedor-subestimado-afirma-Norman/. Seus problemas sempre forma dois: a inconsistência e a barriguinha de chopp…

    Responder
      1. Luiz Fernando

        Será q vc sabe ler? Será que vc tem noção do significado das palavras? INCONSISTENCIA exagerada, será q isso não está escrito? Nesses momentos, aliás muito comuns na carreira do cara, ele mereceu o termo “magistral”, ou será q precisa desenhar????

        Responder
    1. Marcelo

      Na verdade, me parece um dos melhores físicos do circuito (inclusive no quesito “barriga tanquinho”). Talvez esse comentário careça de uma base mais sólida para ser levado a sério. Me parece apenas que o tênis que ele pratica está um pouco abaixo do Big3 e do BIG4. Nada além disso, o que não tira o mérito dele. Excelente jogador, viveu uma excelente fase!!

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Só que apareceu uma foto dele essa semana, numa reportagem aqui, sobre a suspeita dele estar em romance com Garbine Muguruza, com uma barriga que te chopp não tem nada, rsss.

      Responder
  20. Vitor Hugo

    Quando alguns dizem que Federer amarela pra Djokovic, é apenas um reconhecimento que o suíço é melhor e teria a obrigação de ganhar. Simples assim.

    Responder
    1. Jonas

      Bom, isso não é reconhecimento nenhum.

      Pra fazer sentido, o suíço tem que ser um jogador muito melhor que o sérvio, além de provar isso em quadra.

      Dizer que ele amarelou em WB 2019 eu acho um exagero enorme, mas pode ser que tenha ocorrido. E se ocorreu, estamos falando de apenas um jogo de dois tenistas que se enfrentaram 50 vezes. Será que Federer tremeu nos três tiebreaks? Um jogador desse calibre…seria uma vergonha.

      Nos últimos nove anos e meio Djokovic venceu Federer 22 vezes enquanto o suíço apenas 10.

      Federer amarelou 22 vezes? Improvável pra não dizer impossível. Estava velho? Um cara que joga até 38 anos, ganha Slam em cima de Nadal no 5° set, tendo vencido Wawrinka no 5° set também nas semis do mesmo torneio não é velho, a meu ver. Antigamente, o tenista velho se aposentava pq não tinha mais condições de competir em alto nível.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Na minha opinião, faz todo sentido os que chamam Federer de amarelão reconhecer que ele é melhor. Se pensa diferente, não precisa dizer que amarela, é apenas dizer que Novak é melhor e ponto, o que não ocorre, pois sabem que o suíço é melhor.

        Sobre a idade, é um assunto inacabavel e cansativo. Cite quantos jogadores conseguiram manter o mesmo nível após os 30 que tinham antes?! Sampras, Borg, Big Mac…!?
        Além da questão ‘idade’ tem também a questão ‘distância da idade do auge ‘
        O que aconteceu em 2017 foi o último canto do cisne, meio fora da curva. Roger ganhou porque achou um jeito de ganhar do Nadal e é o melhor e mais talentoso tenista da história.

        Responder
      2. Emílio Dias

        Faz o seguinte, saca a final do US Open 2015. Mas não só a final, saca roda a campanha de Federer.
        Federer ganha de Djokovic pq joga mais que Djokovic, porém perde nos jogos importantes pq treme.
        O normal se Federer tivesse um mental de um Wawrinka seria tá 35×15 pra Federer, e Djoko ganharia 15 pq é um grande jogador, e vez ou outra iria vencer, mas a maioria das vitórias seria de Federer.

        Responder
        1. Jonas

          Os números discordam bastante de você.

          Djokovic tem sido melhor que Federer na última década, isso é um fato. Faça um levantamento rápido. Em WB 2015 o Federer chegou com sobras na final e foi dominado pelo Djokovic. Foi dominado na final do ATP Finals 2015 e na SF do AO 2016. Não é a minha opinião, isso aconteceu mesmo e em outros torneios também.

          Eu continuarei achando meio sem sentido um tenista como Federer amarelar em quase 25 jogos pro mesmo tenista. Tá no mesmo nível da desculpa de idade.

          Responder
          1. Vitor Hugo

            No mesmo nível ou acima das suas argumentações. Se quiser manter o nível de um debate agradável, ok. Respeite as minhas opiniões ou caso contrário não terá o meu respeito, se é que faz alguma diferença pra vc.
            Abs

        2. R.P.

          “Federer ganha do Djokovic porque joga melhor, porém perde os jogos mais importantes…”

          Ué!? Ué!?

          Kkkkkkkkkk

          Federer ganha MENOS, s-o-b-r-e-t-u-d-o os jogos mais importantes. Deve ser o único caso na história em q um jogador perde mais porque joga melhor… KKKKKKKK

          Responder
          1. Emílio Dias

            Cara, é só tu fazer uma análise, o cara tem 3 GS já em que ele tem match point e perde, sendo dois com o saque, e um em uma final. O cara fez a melhor campanha dele no US Open 2015 até chega a final, quando chegou na final só no primeiro set Djokovic quebrou mais do que ele tinha sido quebrado o torneio todo, e o pior, com erros não forçados ridículos, no outro ano bastou um cara que não amarele pra Djokovic pra ganhar dele na final.
            E em relação a ser melhor, falo tecnicamente, por exemplo, Almagro tecnicamente é melhor que Ferrer, mas vê o H2H entre os 2, vai ver uma diferença absurda.
            Eu queri a muito que Federer não amarelasse pra o sérvio, pois sou fã dele, mas os fatos estão ai, saca só o 5×4 de Wimbledon 2014, vê como Federer jogou os pontos, da pra vê claramente um cara com medo.
            Tecnicamente Federer joga muito mais que o sérvio, porém basta o sérvio afunilar o jogo, que ai Federer entrega, e isso é um fato, basta ver o histórico. Os momentos em que Federer não entrega são em ATP 500 ou rodada de grupos de Finals, pois chegar numa final já era, ele vai perder em algum momento.
            Como digo, se tiver tempo vejo os melhores momentos dos jogos mais importantes entre os 2, você vai ver sempre o suíço abrindo na hora H, e acho que nada simboliza melhor isso do que a final de Wimbledon 2019 – 1 set, 5×3 no tie break, perde, 3 set, set point, perde, 5 set, dois match points e saque, perde, ou seja, ele sempre tem chances pois tem tênis pra isso, é muito superior tecnicamente, mas não tem a coragem de meter a mão que Wawrinka tem.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Acho que ele não soube foi se expressar.

            O Federer tem muito mais tênis mesmo, mas perde do Covidão-17, no físico e no mental.

            Basicamente é isso…

          3. R.P.

            Emílio,

            Um atleta é um conjunto de atributos. Se só habilidade ou técnica contassem, Djalminha seria melhor q o Pelé, mas Djalminha não se compara nem com o Rivaldo, que dirá com o Pelé. Nolão é o pacote completo: técnica, mental, físico e estratégia rodando em harmonia numa máquina de vencer, e jogando contra um estádio inteiro, para desespero das federetes. Quem faz o derradeiro ponto é o senhor do jogo, não quem “perdeu mais chances ou jogou mais bonito”; isso é conversa de quem está a se consolar… e ILUDIR.

          4. R.P.

            Emílio,

            Wawrinka fez o slam da vida em 2015. Jogou demais em RG, tanto q mesmo sendo vassalo de Federer enfiou 3×0 no compatriota. Campanha irretocável. Contudo, nas duas oportunidades q eliminou Djoko em USO, o fez contra um jogador visivelmente lesionado; não fez mais q a obrigação de vencer. Talvez estes últimos retrospectos deixem uma impressão q Wawrinka seja maior do q de fato é (e até acho q o próprio pense assim).

        3. Sérgio Ribeiro

          Não sei desde quando você acompanha, caro Emílio. Mas na boa , seus argumentos são pífios. O “corajoso” STAN é um freguês de carteirinha de Federer 3 x 23 ( somente venceu no Saibro ) e e’ ele que não “ amarela “ para Novak com 6 x 21 ? Isso é freguesia , compadre rs . Federer até os 31 , bateu o Sérvio em TODOS os SLAM que existem . E também em FINALS e em vários MASTERS 1000 . Chegou a liderar por 13 x 6 . Novak não tem culpa de ser 6 anos mais jovem , e possuir um jogo de pernas bem superior de alguns anos pra cá. Somado a isso o fato de elevar ao máximo seu nível contra o jogador em quem se espelha : “ provavelmente o jogador que melhor empunhou uma raquete “ . Méritos seus. Sua fixação em Amarelar , meu caro , não bate nem com o que pensa o Sérvio depois de tomar 94 Winners de um cara de 38 , e mesmo assim vencer . “Talvez essa FINAL de WIMBLEDON 2019 esteja entre as minhas duas melhores exibições. Não errei nada nos pontos importantes.” Todos sabemos que o Sérvio demorou a amadurecer. Mas vocês, cá pra nós rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Jonas

            Um tenista amarelão não figura nem entre o top 100 da ATP. Federer ficou mais de uma década no top 5, sem mais.

          2. Emílio Dias

            Sabe pq o H2H de Wawrinka é esse tanto contra Nole quanto contra Federer, pq Wawrinka é pior que eles, simples, eles são muito melhores que Wawrinka, porém saca a postura de Wawrinka nos jogos mais importantes contra DJokovic, essa postura é a que falta pra Federer, ou melhor dizer, faltou, pois Federer não mais ganhará nada em cima de DJokovic.

      3. Rodrigo S. Cruz

        Meu Pai do céu!

        Nem quando o Vitor diz que o Federer AMARELOU pro Djokovic, fica bom pro cara!

        Acho que nem o Srdjan Djokovic baba tanto ovo pro “encosto” como esse Jonas…

        kkkkk

        Responder
        1. Jonas

          Ele não disse que o Federer amarela pro Djokovic. Nem o comentário do cara você leu e já veio sangrar aqui.

          Novamente você vem chorar no comentário alheio sem apresentar nenhum argumento, muito bom.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Teve uma época que o pessoal zoava o Sérgio pelo hábito dele dizer que era o único que assistia as partidas… (rs)

            Agora esse Jonas inovou, e toda hora vem com esse papo de que não li o comentário, ou não li a notícia, etc.

            Ou seja, a interpretação divergente do fanatismo nolista virou falta de leitura agora!

            kkkkk

          2. Jonas

            Eu nem to pegando no teu pé. Acontece que você não lê mesmo e depois vem chorar aqui.

            Se vc acompanhar o debate, vai perceber que o Vitor não acha que o Federer é um “amarelão”. Ele diz que “alguns dizem isso” e é verdade, alguns defendem isso mesmo.

            Logo depois você vem e afirma que ele disse que Federer amarela, ou seja, você não leu o comentário dele. Nem faria sentido, já que ele é um dos Federistas que mais defende que o Federer perde pelo fator idade.

          3. Sérgio Ribeiro

            Zoava , não. Continuo afirmando que assisto TODAS na íntegra , Rodrigo. Não boto a minha mão no fogo nem por você rs . A maioria não assiste uma partida inteira mesmo. E vai muito pelo que diz o grupinho da Whats. E tenho dito ! rs Abs!

  21. Vitor Hugo

    Pode ser que Federer x Novak seja o MELHOR clássico do tênis, mas se falarmos em GRANDEZA, o FEDAL é imbatível! Não vejo qualquer outro duelo no mínimo próximo.

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É porque o fanatismo não te deixa ver.

        Pode o Federer ganhar mais 10 seguidas dele, que você vai continuar com a mesma ladainha.

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Só você defende isso.

            Não é possível que o MUNDO inteiro esteja errado, e só você certo.

            Não há porcaria de paternidade nenhuma…

      2. Vitor Hugo

        Desparelho no saibro, assim como é desparelho na grama, pois Roger venceu 1/4 dos jogos entre eles no piso verde. Nas hards Federer também tem vantagem.
        Faltaram mais confrontos na grama mesmo.

        Responder
  22. Miguel BsB

    O Luís Fernando tem um bonequinho Vudu do Federer em casa todo espetado…
    Tb deve ter um poster do suíço pintado com bigodinho e chifrinhos do capeta…hahahaha
    Eu odeio o Federer! Buá, buá…

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Acho que o problema dele não é o Federer, mas sim os torcedores do suíço. Eu acredito que ele diga algumas coisas sobre Roger com a única intenção de provocar alguns de seus torcedores.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Vc acho q nunca fez isso, mas talvez seus amigos Marquinhos, Johnny, Renato etc (esqueci os outros nomes, eram tantos kkk) tenham feito algo parecido, é divertido, pergunta p eles…

        Responder
    2. Luiz Fernando

      Quanta maldade hein Miguel, putz, acho q não vou dormir depois de ler sua provocação, argumentos, sólidos, humor inteligente, talvez vc precise de um curso intensivo com o lógico, indignação seletiva, típica dos esquerdistas q julgam a ditadura Castro um bem p o povo e a ditadura militar militar brasileira uma “ditadura”, eu não digo sempre q aqui é uma diversão infindável kkk…

      Responder
      1. Miguel BsB

        Típico de esquerdistas que julgam a ditadura Castro blá blá blá…
        O que tem a ver uma coisa com a outra??? Que tipo de “arjumento” é esse quando o assunto tá longe disso?
        Falou então “direitista”…não consegue tirar o Lula, Cuba, Venezuela da boca nem pra discutir tênis…hahahaha

        Responder
  23. DANILO AFONSO

    O argentino CORIA nunca mais foi o mesmo após perder a final do Roland Garros 2004. Se aposentou precocemente aos 27 anos alegando que não tinha mais ânimo em competir.

    Para quem não sabe, o argentino é o detentor de um RECORDE que acredito que alguns acham que pertence a Djokovic, Agassi ou Nadal.

    Na história do tênis, CORIA percentualmente é o recordista de PONTOS VENCIDOS DE DEVOLUÇÃO – 43,52%.

    Nadal detem 42,38%, Djokovic 42,12% e Agassi 41,68%.

    Além do recorde citado, CORIA percentualmente é o 2º tenista com melhor aproveitamento de BREAK POINTS VENCIDOS – 45,77%.

    Dalcim, na sua lista dos melhores devolvedores da história, faltou pouco para o argentino figurar entre os 5 primeiros ?? O pouco tempo de carreira foi fundamental para ficar fora da lista ??

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que devolver no saibro e devolver numa quadra veloz são coisas bem diferentes, Danilo. Números e estatísticas são interessantes, porém sempre é necessário relativizá-los.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Dalcim concordo com você. Eu tenho ciência que algumas vezes os números devem ser relativizados, no esporte e também em outros segmentos. Eu só citei o CORIA após ver alguns vídeos dele no youtube e pesquisar que ele também tinha bons números de devolução no piso hard (duro). O que pesa contra ele é o fato de não ter título no piso duro, chegando apenas na final do Master 1000 de Miami, Beijing e Costa do Sauípe.

        Vejamos abaixo os tenistas com melhor percentual de pontos vencidos de devolução no saibro e piso hard:

        SAIBRO

        1 – Nadal – 46,86%
        2 – Coria – 45,42% (ex n. 3 do ranking)
        3 – Chesnokov – 44,73% (ex n. 9 do ranking)
        4 – Wuyts – 44,68% (ex n. 69 do ranking)
        5 – Muster – 44,44% (ex n. 1 do ranking)

        14 – Djokovic – 44,38%
        15 – Agassi – 44,25%

        HARD

        1 – Chang – 42,63% (ex n. 2 do ranking)
        2 – Murray – 42,29%
        3 – Djokovic – 42,24%
        4 – Agassi – 42,04%
        5 – Coria – 41,94%

        17 – Nadal – 40,39%

        Responder
          1. Marcelo

            Até mesmo o reoerde dito como “geral’ mencionado acima precisa ser relativizado. Se Djokovic não tem a melhor devolução comparado com o Blá-blá-blá, é preciso lembrar que ele está em alto nível há 14/15 anos, torneio após torneio, jogando e devolvendo contra os melhores. Agora, se comparar isso a recorde de jogadores que “beliscaram o TOP10/TOP5” ou mesmo que passaram 1/2 anos entre os TOP10 em uma passagem…rs, é no mínimo ser injusto com o históric do carao, ou até mesmo ter uma baixa capacidade analítica. Devemos comparar “laranja com laranja” e “caminhao com caminhao”, e não “laranja com caminhao”… para não ter uma conclusão equivocada ;- D

        1. José Nilton Dalcim

          Eu gosto muito de estatísticas, mas isso é algo que precisa ser mais bem avaliado no tênis. Devolver o saque de um Ferrer, um Gaudio no saibro é uma coisa, devolver o saque de um Sampras ou de um Ivanisevic na grama ou na dura rápida é outra. Mas as estatísticas raramente explicam isso, especialmente contra quem e em que condições. É a mesma coisa quando você vê uma final de Slam e tenta comparar estatisticamente a campanha dos dois candidatos ao título. Oras, eles não enfrentaram os mesmos jogadores, e muito provavelmente jogaram em dias diferentes, então essa comparação é bem relativa.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Tem uma frase em seu texto que é a chave para minha tese em muitas discussões aqui, sobre que é melhor ou pior: “Oras, eles não enfrentaram os mesmos jogadores, e muito provavelmente jogaram em dias diferentes, então essa comparação é bem relativa.”
            Grande abraço.

    2. Gildokson

      Danilo, você disse que torce para os Lakers neh? Eu to assistindo pela segunda vez o maravilhoso documentário da ESPN, não sei se você ja assistiu, Celtics/Lakers Best Of Enimies. Cara aquilo ali deve ter sido tão dolorido quanto a saga Djokovic x Federer, ainda bem que você não viveu aquela época hein kkkk

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Gildokson, esse filme (documentário) do clássico Boston/Lakers nos anos 80 é fantástico. Além do inigualável playoff da final de 1984 (sétima derrota do Lakers), eles retrataram a temporada de 1985 a 1988. Invejo quem pode assistir esses jogos ao vivo.

        Responder
  24. Eduardo Milioli Magagnin

    Nao sei se ja mencionaram aqui, mas aquela final do US OPEN de 2014 entre Cilic x Nishikori foi estranha d+ mestre Dalcim!!

    Responder
  25. Vitor Hugo

    Federer x Novak – Wimbledon:

    2012: Federer atropelou o sérvio.
    2014: Federer jogou bem, mas Novak foi fantástico. É um absurdo afirmar que um jogo que teve 5 sets foi fácil e sem problemas.
    2015: Foi o pior jogo do suíço contra o sérvio em Londres. Djokovic jogou o seu melhor jogo entre eles no piso verde.
    2019: Já falei sobre.

    Detalhe: Todas as vitórias do sérvio aconteceram com o suíço com 33, 34 e 38 anos. Na minha opinião, não mais no auge físico. Muito longe.
    Para alguns não significa nada e para outros significa muito.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Desde quando 6-3 3-6 6-4 6-3 é atropelo? Vitória com relativa sobra, assim como a de 2015 de DjokoGOAT, mas não mais do que isso.

      Federer nunca atropelou o sérvio em Slam, nem mesmo naquelas oitavas do Australian Open 2007 em cima de sua versão feto.

      O fator idade é muito importante de fato e por isso devemos anular os últimos 3 Grand Slams do suíço e também suas últimas 6 vitórias sobre o Nadal, encerrando o h2h em 23×10 a favor do espanhol. Afinal, ele era velho e pobre coitado.

      Responder
      1. Bruno

        Versão feto pode ,né ?
        Agora chamar um senhor de quase 40 anos ,não vale ,ele ainda está no auge da carreira .
        Aqui é diversão garantida,não é verdade ,Luís Fernando?

        Responder
        1. Jonas

          Eu não vi ninguém afirmando que Federer está no auge. Sim, ele estava em condições plenas de competir em alto nível, caso contrário, obviamente não existiria AO 17, 18 ou final de WB 19 para o suíço.

          “FETO” não é uma desculpa. É uma simples constatação de que o tenista estava no início de carreira.

          Não serve apenas para o Djokovic, isso explica pq Federer tem H2H negativo contra outros tenistas bem inferiores a ele como Rafter, Kafelnikov, Corretja etc.

          É uma coisa normal. Federer até 2010 tinha 13 x 6 contra Novak. Motivo? Federer no auge e Djokovic um jogador muito bom em início de carreira (tinha seus 19-22 anos nessa época).

          Mas e se tivessem a mesma idade? Não sei, exercício difícil. Temos apenas os fatos comprovando que o Djokovic após atingir seu ápice dominou a dupla, quebrou a hegemonia.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Engraçado é que as ” simples contatações” só são constatações quando o argumento favorece o Covidão.

            Impressionante… (rs)

          2. Jonas

            Não favorecem. O Djokovic tem H2H negativo contra o Roddick pelo mesmo motivo.

            Se tem alguma dúvida, pesquise oq Federer ganhou entre 1998 e 2002. Vai ver que ele perdeu para uns bagres. Não estou inventando nada.

        2. Luiz Fernando

          Claro q é Bruno, principalmente quando falta coragem p alguns admitirem as mazelas dos segmentos aos quais pertencem kkkk. Diversão é o q não falta aqui kkk…

          Responder
      2. Vitor Hugo

        Contraditório vc falar sobre o h2h entre Federer e Nadal, já que para vc o head to head entre Roger e Novak só vale à partir de 2011.
        Abs

        Responder
      3. Jonas

        Se der margem pra isso o suíço sai bastante prejudicado. Não seria recordista de Slam e carregaria uma freguesia vexatória pro Nadal.

        Detalhe que em WB 2012 o Federer tinha 30 anos, quase 31.

        Responder
      4. Rodrigo S. Cruz

        Pra mim, 3 sets a 1, com pleo menos uma quebra de saque em cada um desses três sets é praticamente um atropelo sim.

        Se ainda fosse um placar como: 7/6, 7/6 e 4/6 e 6/4, até que daria para se falar em equilíbrio.

        Responder
        1. Jonas

          Nossa, então Federer está lascado. Foi atropelado umas 50 vezes.

          Atropelo é o 6/3 6/0 do Federer pra cima do Nadal no finals ou a final de RG 08. A final de Cincinnati 2012 tb é um atropelo.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Tenho dúvidas quanto às finais de Cincy 2012 e de Roma 2019.

            Na primeira o Djoko levou um pneu no primeiro set, mas depois reagiu e perdeu de 9-7 no tie-break do segundo. Será que isso é surra?

            Já em Roma, levou 6-0, reagiu e empatou com um 6-4, mas depois tomou um 6-1. Foi atropelado vencendo um set e não teria sido se tivesse perdido por um duplo 6-4 por exemplo?

            Ficam essas questões.

        2. Paulo Almeida

          Não considero atropelo e tampouco equilíbrio. Foi uma vitória com relativa sobra ou boa margem, como disse.

          Atropelo pra mim é vencer em sets diretos com pelo menos cinco quebras de vantagem, como aconteceu nas finais de Roland Garros 2008 e do Australian Open 2019. Nem a semifinal de 2016 do Slam australiano eu classifico assim, porque o Federer reagiu, venceu um set e engrossou no quarto.

          Responder
      5. Rodrigo S. Cruz

        Sem esquecer que essa parada de “feto” é uma das maiores apelações do teu segmento…

        Mas te dou um desconto:

        pelo menos essa daí foi você que inventou, sem precisar ter de imitar os outros, né. (rs)

        Responder
    2. Emílio Dias

      Aquele 5×4 do quinto set de 2014 foi amarelada pura de Federer. Tem um ponto de Djokovic que a pessoa pode até considerar erro forçado, mas pra mim foram 4 erros não forçados de alguém quem não aguentou a pressão, e se fosse um Verdasco ou um Almagro diriam que amarelou, mas como é Federer não dizem isso, dois pontos em que a quadra tava totalmente aberta mas ele manda no meio, se fosse Wawrinka metia a porrada e ganhava o ponto do suíço.
      A comparação de idade acho que é assim: Com 32 anos Federer perdeu uma final de Wimbledon amarelando, já Djokovic com 32 ganhou uma final de Wimbleodn com alguém amarelando pra ele.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Quando tinha 32, Roger teve que enfrentar um rival com 26/27 anos, no auge técnico e físico.
        Já Novak com 32, enfrentou um rival quase quarentão próximo da aposentadoria. Percebeu a diferença? Abs

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Mas, Vitor, você realmente acha que a idade do Federer foi o fator determinante da derrota de WB2019?
          A diferença de idade entre eles, de fato, poderia ser uma das causas das derrotas do Federer nos últimos anos, para o Djokovic, mas, eu não tive a impressão de que isso pesou na final de Winblendom. Federer até correu mais do que o Djoko.

          Responder
          1. Gildokson

            Posso me intrometer um pouquinho Rafael? Pq você disse algo que realmente tem sentido. Mas eu tenho uma teoria sobre isso e ela dá razão ao Vitor.
            Eu concordo com você que em WB19 o gênio suíço correu muito e não perdeu no físico. Mas quantas nos últimos 10 anos não tiverem influência do mesmo? Quantas derrotas por 2×1 em finais para o sérvio onde no último set o suíço ia baixando a intensidade? O que essas derrotas causam na cabeça de quem às sofre?
            É um peso que se carrega e em certos momentos acaba virando mais um trunfo para o sérvio, e é por isso que eu concordo e muito com a teoria de um Federer mais velho nesses tênis tão físico de hoje ter desvantagem SIM!

          2. Rodrigo S. Cruz

            Pois é, Rafael.

            De fato, a idade não foi a causa.

            Como eu já postei e repostei aqui algumas vezes:

            Wimbledon 2019 constitui uma grata exceção.

            Neste dia, o Federer não ficou devendo NADA pro “encosto”, no desempenho físico.

            Abs.

    3. MArcelo

      Eu prefiro o jogo do Suíço. No entanto, admito que mesmo se tivessem exatamente a mesma idade, possivelmente Djokovic teria o recorde nas estatísticas (pelo menos nas principais). Mas ao cabo, esta é uma discussão inócua: não seria mais fácil se todos admitissem que preferem os seus ídolos simplesmente “porque preferem”? Eu sou Corinthians porque sou Corinthians, sem tentar convencer ninguém sobre isso ou aquilo.

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Prezado Marcelo, muito bem !É exatamente o que penso! As minhas preferências bastam para mim, por motivos que talvez não seja perceptíveis para outros, e dai? Prefiro compartilhar com aqueles que são “do mesmo time’ do que me desgastar em debates inúteis que não vão “converter” ninguém e também não me “converterão”. Até que enfim apareceu mais Corintiano declarado no Blog (pensei que fosse somente eu, caso voce não tenha falado como hipótese kkk) e também Federista. Mostra que no bando de loucos existe um pouco de lucidez, também rsrsrs.
        Saudações!

        Responder
    4. R.P.

      Mantra mais repetido q figurinha da Copa: “Federer velho”.

      Fatos: quando Djoko atingiu seu auge técnico, próximo dos 24 anos, Federer nem tinha 30. A partir de então, 15 finais e 80% dos canecos na casa do sérvio, perdendo apenas 2x em Cincinnati e 1 em Dubai. (12 a 3 … Freguesia “suave”… kkkkkkk).

      Responder
      1. Emílio Dias

        O que fudeu Federer contra DJokovic foi justamente essas derrotas em finais, pois ele se “vingava” de Djokovic em finais de ATP 500 ou rodadas de grupo de Finals, deprimente.

        Responder
      2. Gildokson

        Ou seja, você está dizendo que esse atropelamento é praticamente dos 30 em diante (o que nós federistas ja sabemos) e acaba sem querer confirmando a tese que você quer derrubar.
        Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
        1. R.P.

          Vc realmente acredita q Federer aos 29 anos já estava fisicamente decadente? Kkkkkkkk

          Não entende q a idade de Federer é de importância secundária: o q interessa é quando Djokovic atingiu seu auge técnico, aos 24, tal qual aconteceu com Federer aos 23 e com Nadal aos 22.

          O argumento falacioso q alguns insistem é fazer crer q Djoko só teve sucesso contra o suíço devido à idade deste, o q é uma grande bobagem. Qualquer um q acompanha tênis há uns 10 anos sabe q, pelo menos até 2015, Federer estava voando.

          Responder
          1. Gildokson

            Sim, eu acredito que o suíço dos 29 em diante vinha perdendo a intensidade suficiente para esse tênis de trocas intermináveis jogado por Djokovic e Nadal. Aliás o que é mais do que normal, pois desde que me entendo por gente, só aqui vejo tratarem um atleta de profissional como garoto depois dos 30 anos. Mas isso é culpa do próprio Federer que insiste em chegar num momento bo qual era pra ele estar no máximo disputando quartas dos grandes torneios.

          2. MArcelo

            Não necessariamento “voando” antes dos 30: Ele passou por um diagnóstico de mononuclose. A mesma mononuclose que encerrou prematuramente as carreiras de Mario Ancic e Robin Soderling, mas sobreviveu e retornou.

    5. Luiz Fabriciano

      Prezado Vitor, ninguém vence um set de Djokovic por 6×1, com físico em desvantagem, mesmo com 38 anos.
      Se o sérvio tem físico melhor que Federer, é um fator que determina uma diferença fisiológica entre ambos. Seria apenas prudente separar as duas coisas em seus comentários, porque assim, calculamos que qualquer jogador abaixo dos 30 teria obrigação de ganhar de Federer e a realidade é exatamente oposta. Federer perdeu três finais, porque o sérvio foi melhor nas três (o próprio Federer admitiu isso em 2015). Se fosse outro, certamente estaria com 23 GS agora. Ademais, o físico só “apita” na final?
      Saudações.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Luis, eu mantenho a minha posição sobre o fator idade? Por que vc acha que Tsipas e Thiem tem h2h favorável contra Roger? Por que são melhores?
        Novak tem sim o físico melhor que Federer, e a diferença fica maior ainda com a diferença de idade.
        E quando eu digo melhor físico, é potência, resistência e etc.

        Abs

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Djokovic já perdeu para os dois também. Do grego inclusive no primeiro jogo que fizeram.
          Não concordo com seu argumento.
          Quando Djokovic, menino, venceu Federer no M1000 de Montreal 2007 não foi por causa de sua juventude.

          Responder
  26. Oswaldo E. Aranha

    O dia nacional do choro é 23 de abril, aniversário do Pixinguinha, isto para quem aprecia a música; no esporte o dia do choro é continuo, vide no futebol que muitos ainda continuam a chorar pela seleção brasileira de 82 e a do mundial da Argentina (vencedores morais)(jogou melhor e não ganhou); nos demais esportes, como no tênis, prefiro nem falar para não causar traumas.

    Responder
  27. André Eduardo

    Caro Dalcim,

    Outro excelente post! Obrigado por nos trazer tantas informações e lembranças!
    Provavelmente já te perguntaram isso: numa hipotética final de RG, entre Guga e Nadal, ambos no auge, qual seria o seu prognóstico?

    Abraços.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Nadal ganharia na proporção de 6 em 10, André, porque hoje o tênis ficou muito mais físico do que no tempo do Guga.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Pois é, Dalcim.

        Também acho que o espanhol venceria mais, afinal jamais existiu ninguém como ele no saibro.

        Quem viu, viu. (rs)

        E as gerações futuras se perguntarão – qual terá sido o SEGREDO desse Rafael Nadal?

        Mas certamente o Guga daria mais trabalho do que o Federer.

        Porque pelo menos no saibro, o catarinense realmente foi mais forte do que ele.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Guga tinha uma qualidade especial que era a capacidade de gerar força no backhand mesmo golpeando muito acima da cintura. Isso é bem difícil, Rodrigo.

          Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Uma pergunta aos universitários: O tênis exigiu dos tenistas maior aprimoramento físico ou a condição física exuberante foi trazida ao esporte por seus atletas?
        Pergunto porque discordo de sua resposta, onde dá à Nadal a vantagem de vencer mais Guga por causa do físico no tênis da atualidade. Além de ser um exercício de imaginação, como você sempre frisa e diz sobre a dificuldade de comparar gerações, quando questionado sobre esses assuntos.
        Acho que todos o esportes evoluem, e cada vez mais rápido. O tênis não é diferente e é extremamente físico.
        Recorda-se das olimpíadas de 1984, em Los Angeles (para citar um exemplo), dos jogos de vôlei?
        Havia um tipo só de saque – o colocado. Dois brasileiros criaram dois diferentes: o Renan criou o “viagem ao fundo do mar” e o Bernard criou o “jornada nas estrelas”, que tinha limitação de acordo com o teto do ginásio. O segundo morreu com a aposentadoria do seu inventor, mas também não fazia muito efeito. O primeiro se tornou jogada fundamental no vôlei hoje. Vendo um jogo atual, como eles fazem aquilo o jogo todo, com tamanha eficiência? O que era uma jogada inusitada, passou a ser trivial.
        Grande abraço Mestre Dalcim.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          O tênis ficou muito mais lento e isso forçou os tenistas a terem maior vigor físico para aguentar os ralis mais longos e exigentes, além de conseguir colocar mais força numa bola e numa quadra mais lenta. Não sei o que tanto te incomodou na minha resposta, embora seja evidente que se trata de uma questão teórica. Guga foi um excepcional jogador sobre o saibro, mas Nadal não tem comparação aqui ou em 1920. Abs!

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Nada me incomodou Meste.
            Tu respondeste minha pergunta sobre evolução física, de pronto.
            Apenas fui com você onde sempre foste acerca de comparar épocas diferentes. E acredito que Guga, com a qualidade tenística que possuía, teria elevado sua condição física à mesma condição da geração posterior à sua. Em minha imaginação, tornando o duelo com Nadal, bem parelho, apesar de achar que o saibro foi criado para o espanhol.
            Abraço.

  28. Sérgio Ribeiro

    Seguindo a ordem , Dalcim . Em relação a Roland Garros 1976 vou discordar um pouquinho. O Italiano Adriano Panatta bateu Borg nas TRÊS primeiras em 1973 , sendo uma em RG do mesmo ano . Deu trabalho sempre ao Sueco com 6 x 10 no Geral . Para se ter uma ideia com Solomon, Borg 12 x 0 . Mas o Norte-americano tirou Guillermo Vilas com facilidade. Claro que foi uma grande Zebra. Alguém com Back de uma mão bater Borg em RG , seria quase como bater o Touro. Bem , já que tivemos Panatta, porque não Thiem ? rsrsrs. Abs!

    Responder
  29. Luiz Fernando

    O retorno do tenis será uma verdadeira incógnita quanto aos resultados. Há um favorito? Claro, Djoko. Mas não nos esqueçamos do campeonato espanhol antes da paralisação: Barça líder e Real caindo pelas tanto no espanhol quanto na Champions. Depois de 9 rodadas pós paralisação: nove vitórias seguidas do Real, com alguma ajuda do artilheiro VAR a bem da verdade, e amanhã pode sagrar-se campeão. Esporte é momento, o momento era todo do Djoko, de quem será agora??? E não sabemos ainda sequer se haverá torneios no EUA…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E contínuas comparando o Coletivo com o esporte individual de alta precisão. Chamou Benzema o Vice – Artilheiro de La liga de ” Ex jogador em atividade ” ….. Na parada , Zidane recuou Hazard para o meio -campo, Bale aberto na direita , com Benzema e Vinícius Junior na esquerda. Esse foi o momento no Coletivo. Muito diferente do Tênis. Já sei , está muito confuso kkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
        1. Emílio Dias

          Pior que fiquei pensando se Benzema batesse penalti como estaria a artilharia. Acho que a moral de Ramos fez ele virar batedor, mas confesso que não da pra questionar, acho que ele não errou nenhum penalti até agora, ou seja, se tá fazendo então deixa ficar batendo mesmo.

          Responder
      1. Luiz Fernando

        Acho q o Sergio Ramos fez mais gols q o magistral Benzema nesse retorno, no mínimo houve equilíbrio entre gols marcados por um zagueiro e um atacante, mas o q importa é o título hj, q ele venha, mesmo c gol do VAR. Quanto a textos confusos, vc citando alguém é uma piada kkk. Eu não digo sempre q aqui é diversão garantida kkk. Abs.

        Responder
  30. Vitor Hugo

    Dalcim, vc conseguiria citar três partidas em que Federer jogou seu melhor tênis!? Se lembra?
    Dá pra incluir aquele 6/3 e 6/0 contra Nadal no Finals, ou a final de Cincinnatti 2015 que Roger atropelou Novak?

    Responder
      1. André Barbosa

        Dalcim,

        Acho que isso pode ser até assunto para um post (se é que você já não fez, honestamente não me lembro). Os melhores jogos do BIG 3, não necessariamente entre eles.

        Abs,
        André

        Responder
      1. Luiz Fernando

        Reconheço o meu erro, digamos então “quase sempre”, ok? Agora será q vc tem a coragem de reconhecer quem sempre atribuiu as vitórias dos adversários a doping, esquemas etc? E quem será q atribuiu a derrota do Federer no maior jg da história do tenis a mononucleose? Será q vc tem coragem de responder de forma clara e sem rodeios? Tomara…

        Responder
    1. Vitor Hugo

      Tá certo. Antes de 2011 o motivo para as derrotas era a intolerância ao glúten. O tel problema, caro Luiz Fernando, é o seu problema com alguns federalistas. Fanáticos tem em todas as torcidas, em proporções iguais como disse o Dalcim certo dia.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        E a famosa ‘dor de cotovelo ‘ do sérvio, que durou mais de um ano, entre 2017 e 2018? Um desculpa muito utilizada por aqui. Nunca vi alguém ficar tanto tempo sofrendo por dor de cotovelo e não se curar, principalmente um atleta de ponta e milionário.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      E tome de babar ovo. Quantas vezes já falaram em “ dor de cotovelo “ pra justificar derrotas ? Ou problemas de dietas ? Toda vez que o Sérvio se mostrou sem confiança ( coisa mais que normal numa longa carreira ) , desculpas em profusão… já sei , os comentários dos caras eram muito confusos kkkkkkkkk O expert não consegue nem disfarçar. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Deixa eu traduzir p vc, pois vc em geral é confuso: 1) qual torcida atribuiu as vitórias dos adversários a doping? 2) qual torcida atribuiu as vitórias dos adversários a mononucleose? Captou? Se vc responde a torcida do… Federer vc acertou kkk. Será q mesmo um sabichão como vc se julga, e q por sinal não é, entende???? Grande abraço.

        Responder
      2. Gildokson

        A verdade é que ele é obcecado pelo Federer e faz de tudo para em qualquer post voltar nos mesmos assuntos para cutucar os federistas mesmo que nas entrelinhas como no comentário acima.
        Triste demais isso… e digo mais, chega até a ser injusto.

        Responder
      3. Rodrigo S. Cruz

        Pô, nunca me meto em briga tua com o LF, mas dessa vez eu vou.

        Muita parcialidade dele vir afirmar que os nolistas não dão desculpas para derrotas…

        Já estavam com a desculpa pronta e engatilhada para o caso do Federer ter vencido em Wimbledon.

        Iriam dizer que o Covidão-17 não jogou nada, que o nível dele estava muito baixo, etc.

        Coisa que alguns deles já sustentam aqui…

        Responder
      4. Marcelo

        Sou mais Federer, mas sensibilidade ao Gluten foi e ainda é um dos problemas mais subnotificados e subestimados como causa de doença. Não estou falando da doença celíaca, mas dos danos que o consumo do glúten causa. De qualquer forma, atualmente, o conhecimento está mais difundido e atletas de ponta sabem da necessidade de abolir o glúten da alimentação. Alguns não abolem por falta de cuidado mesmo. Aliás, mesmo para nós (eu) pessoas comuns, o gluten precisa ser abolido da alimentação pelos danos físicos e mentais que decorrem do seu consumo, e este já deveria estar sendo tratado como uma questão de saúde pública tem tempo. Dito isso, acredito possa sim, ter sido a causa do problema de desempenho que ele enfrentou.

        Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Já ouvi falar bastante disso também. Quem tem problemas com glúten, perde um percentual grande da capacidade de gerar energia e força.
            É como se tentássemos subir uma ladeira íngreme, com um carro carregado e ar condicionado ligado.

          2. MArcelo

            Sugestão: Entre no google acadêmico e pesquise como: “hypersensitivity gluten”, principalmente no que diz respeito a “immunology”. Tem muito artigo bom. De preferência as fontes primárias (aquelas que geraram as pesquisas, e não as que fazem menção a pesquisas de terceiros). Se não fizer questão de fontes, procure por reportagens sobre gluten e imunidade, ou gluten duodeno. Vais encontrar boas reportagens feitas a partir de artigos científicos, que são mais resumidas, mas são de mais fáceis leitura e absorção.

  31. Barocos

    Dalcim,

    Caramba, que seleção sensacional! Se tem uma coisa que estes casos deixam evidente, é o quão regular o Big4 foi/é. O que deve ter de jogador lamentando competir nesta época …

    Saúde, paz e, com sorte, alguns bons torneios para torcermos.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Wimbledon sempre escolheu seus favoritos considerando o histórico dos tenistas no torneio. Em 2001, houve um acordo com ATP e foi criado esse ranking. Wimbledon então teria de determinar os 32 cabeças pelo ranking internacional, mas alterar a ordem conforme o ranking da grama.

      Responder
  32. DANILO AFONSO

    Hoje faz exatamente um ano da final de Wimbledon 2019, conforme o TenisBrasil relembrou -https://www.facebook.com/sitetenisbrasil/posts/3238214166198574) .

    Que jogo foi aquele ??

    Eu e meu filho então com 5 anos, vibramos e sofremos muito durante 5 horas. O jogo estava tão tenso que pedi para minha esposa tirar o guri da sala de TV para que eu pudesse torcer “à vontade”, mas sem sucesso. Infelizmente aquele dia ele ouviu pela primeira vez alguns palavrões da minha boca. É incrível imaginar que nos últimos anos o tênis me deixa mais ansioso e tenso do que assistir uma partida de futebol pela tv ou ao vivo. É difícil para os meus amigos do futebol entenderem tamanha descarga de emoções em um jogo de tênis, principalmente nos clássicos.

    Já relatei aqui em outra oportunidade, que após o ponto do título, peguei meu filho no colo e saímos gritando pela casa até pularmos na piscina. Lá comemoramos com gritos por cerca de 2 minutos. Que momento fantástico…

    Passado cerca de 45 minutos do jogo, eu estava acabado, tamanho foi o desgaste físico e principalmente mental assistindo o jogo. Não tinha cabeça para ler ou assistir qualquer coisa na TV. Eu me concentro tanto nos jogos que parece que estou dentro da quadra jogando junto o Djokovic. Involuntariamente contraio os músculos durante os pontos, fico suando muito apesar do ar condicionado no talo e sentindo demasiadamente a pressão nos pontos importantes . Sei que pode parecer loucura, mas é a realidade nos jogos importantes…kkkk

    O título do Djokovic no ano passado me proporcionou a mesma felicidade que tive quando do título do meu Fluminense no Carioca de 1995, em pleno centenário do Flamengo, com o Marana com pouco mais de 120 mil presentes, ou então no gol do Washington no último minuto contra o São Paulo pelas quartas de finais da Libertadores de 2008. Momentos inesquecíveis…

    Responder
    1. Jonas

      Rapaz, Federer tava com sangue nos olhos nesse dia. Disciplinado taticamente, sacando demais, torcida totalmente a favor kkkk. Certamente estava mordido depois de ter perdido as duas finais para o sérvio em WB.

      Se não fosse esse mental absurdo do Djokovic…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        O parceiro nem assiste o jogo inteiro , e fica emitindo opiniões incrivelmente abalizadas. Somente rindo. Quer dizer que o Suíço estava com sangue nos olhos porque perdeu as outras duas para Novak ? Como ele estava quando venceu as outras OITOS FINAIS na Grama Sagrada ( duas contra Nadal ) ? Como estava quando venceu numa partida primorosa , o segundo maior vencedor nesta superfície , Pistol Pete Sampras ? O fanatismo de vocês não tem limite . Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Ah me poupe, o Federer perdeu DUAS finais seguidas pro Djokovic em Wimbledon. Não foi em qualquer lugar, mas sim no melhor piso do Federer, onde ele tem oito títulos. É claro que ele ficou mordido. Outra coisa, ele não perdeu pra um mané qualquer, o Djokovic é um cara que tem vencido o suíço com frequência há praticamente uma década, nos maiores palcos do tênis.

          É claro que isso incomoda Federer, assim como incomodaria qualquer outro grande tenista. Esses dois aí brigam lá em cima, no patamar dos melhores da história.

          Responder
    2. Jonas

      Eu parei de assistir naquele segundo set bizarro…quando voltei tava na 5° set. Assisti até o Djoko sofrer a quebra no 4-2…falei PQP homem, só faz m*** kkkkk. Depois não aguentei mais assistir não, deixei o placar rolando no celular mesmo…

      Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      Valeu , Danilo. O Gol de Barriga de Renato Gaúcho IMPEDIDO , ( Ailton não chutou da linha de fundo , ele meteu a barriga atrás da linha do goleiro apenas com Fabinho a sua frente ) rs , mas finalmente um legítimo integrante da “ turbinada “ confessou. Novak suou sangue , mas mereceu a vitória pelos Tie-breaks e por ser letal nos pontos importantes, sem impedimento rs . Na véspera Roger pra fechar contra Nadal também não contou com Aces . E tem um membro da Kombi que disse ser a primeira vez que não viu Federer ser passivo contra o Espanhol. Ninguém agride mais o Espanhol e o Sérvio do que o Suíço. Dito isto , lembro que Becker já era bem grandinho na Final de 2008 . E ele afirmou ao Eurosport que esta foi a melhor Final de Wimbledon de todos os tempos. Confesso que sofri como o amigo nas duas rs ABS!

      Responder
    4. Barocos

      Grande Danilo !!

      Pois é, depois vêm falar que a maior rivalidade é entre o Federer e o Nadal. Bem, pode até ser sob o ponto de vista do número de torcedores, mas se a mensuração for de adrenalina/tensão, não tem para ninguém, é Djoko x Fedex na cabeça!!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Estamos com 24 x 16 , sendo 6 x 1 nas últimas 7 para o Suíço . 14 x 10 fora do Saibro . Claro que isso é rivalidade informadissimo , Jonas. 17 x 7 para o Touro no Saibro , sendo as 7 primeiras e as 3 últimas kkkkkkkkkk . Isto contra o goat da Kombi. Abs!

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          1. Jonas

            E onde eu disse que não é rivalidade? Perde para Federer x Novak, a meu ver.

            Agora, mais alguém percebeu que isso joga por terra a desculpa de idade?

            Veja bem, Federer era freguês de Nadal até 2015 (11 x 23).

            “Old Federer” tem 5 x 1 contra Nadal (não acho justo contar W.O). Repare que o suíço reduziu a freguesia entre 35-38 anos.

            É claro que houve ajustes no jogo dele, melhorou o backhand e a postura tática. Mas NINGUÉM vence Rafael Nadal tantas vezes estando velho ou de bengala. Detalhe que a final do AO 2017 foi definida no 5° set, assim como a final de WB 2019.

          2. Rodrigo S. Cruz

            O 23 a 10 se deve ao fato do suíço ter caído na besteira de enfrentar o espanhol 15 vezes no saibro.

            Principal motivo.

            Outro motivo claro é que eles sempre se enfrentam pouco na grama…

            Ou seja, o Federer nunca foi freguês dele por razão de menos ou de mais idade.

            Porque nunca se tratou disso.

            Agora, não levar em conta a idade do Federer, quando ele é comparado com o sérvio, também não dá…

            Pra mim, o Djokovic só domina o tênis no lugar do Federer, hoje, por este motivo…

          3. Jonas

            Besteira? Ele tinha que enfrentar, caso contrário não somaria pontos e nunca seria número 1 do mundo.

            Nadal enfrentou Federer no Australian Open 2009, 12 e 14 e venceu.

            Enfrentou em final de Wimbledon e também venceu.

          4. Rodrigo S. Cruz

            Que mané somar pontos, o que. (rs)

            Não delira!

            Ele quis foi tentar desbancar o Nadal em RG. O que é quase impossível…

          5. Jonas

            Federer tinha que jogar no saibro, caso contrário não seria número 1 do mundo. São três masters 1000 e um Grand Slam.

            Hoje tudo bem, ele pode e deve pular, ranking não é mais tão importante pra ele quanto vencer um Major.

            Ele estava no auge. Você esperava que ele corresse do Nadal? Óbvio que ele foi massacrado no piso, mas precisava jogar e fatalmente pegou o Nadal na final quase sempre.

          6. Rodrigo S. Cruz

            Sim.

            Mas não precisava ter ido a todas as finais e encarado o “monstro” Nadal.

            Um ou outro jogo, tudo bem.

            Mas a chave era evitar o espanhol ali, e “economizado” cabeça, para os duelos fora do saibro.

      1. DANILO AFONSO

        Eu também penso que o FEDAL já foi superado pelo clássico Federer x Novak e o clássico Nadal x Djokovic nos próximos 5 anos pode roubar esse posto se os dois continuarem em alto nível.

        Responder
    5. Marcílio Aguiar

      Prezado Danilo, eu também tenho sensações semelhantes quando assisto um evento esportivo torcendo para uma equipe ou atleta específico, principalmente nos jogos importantes de Roger Federer. Há muito isso não acontece com jogos da Seleção Brasileira de Futebol e, aos pucos, sinto que também vou perdendo essa empolgação com meu time de futebol favorito.

      Há alguns anos escrevi uma cronica sobre “O torcedor de futebol”. Não vou reproduzi-la aqui por inteiro, porque não vem ao caso, mas tem um trecho que exprime o meu pensamento sobre uma certa irracionalidade em “torcer” e acho que também pode se aplicar ao jogo de tênis. Peço permissão ao Dalcim para reproduzir essa parte.

      “…Já fui torcedor de arquibancada, mas hoje por muitas razões, principalmente pela comodidade e idade, sou mais torcedor e sofá. Isso não me torna menos amante do meu time, porque sofro, fico mal-humorado com as derrotas, assim como vibro com as vitórias. Aliás, torcedor verdadeiro, aquele que encarna a paixão irracional, inexplicável e ilógica por um time de futebol, passa a maior parte do tempo sofrendo, exceto os torcedores dos times hegemônicos (durante o seu reinado). Na maioria das vezes o nosso time perde mais campeonatos do que os ganha , então o sofrimento e a angústia pela não vitória estão mais presentes que a alegria e o alívio pela não derrota. Isso mesmo, muitas vezes ver o time ganhar é mais um alívio por não suportar perder do que uma alegria genuína.
      Pode parecer loucura, mas é assim que eu me sinto quando acaba um jogo difícil vencido pelo meu time: mais aliviado que feliz…”

      Saudações!

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Perfeito seu texto !! Se formos assistir um evento esportivo pela TV ou ao vivo com a cabeça muito racional, o jogo fica sem graça e sem sentindo. Curioso que só atingimos a plenitude do ato de torcer quando afastamos a racionalidade e lógica ao assistirmos um evento esportivo. Quando estamos nesta “vibe”, o jogo fica muito mais emocionante, gera um misto de felicidade, ansiedade, angústia e frustração. Como você bem disse: “o ganhar é mais um alívio por não suportar perder do que uma alegria genuína.”

        Responder
      2. Barocos

        Marcílio,

        Para suscitar grandes paixões em qualquer esporte, e os coletivos não fogem à regra, é mister que atletas demonstrem aquele algo a mais que é tão raro de se encontrar, não é só uma questão de habilidade, ou de ganhar mais, claro, grandes desportistas vencem bem mais do que a média, mas só isto não basta.

        Este “algo a mais” (ou bem mais) pode ser visto no futebol do Zico (meu ídolo máximo nesta modalidade), Sócrates, Falcão e Pelé (para ficar só nos brasileiros), quem dos atuais jogadores se aproxima dos mesmos? No nosso basquete, tivemos o grande Oscar, e agora? No automobilismo, Fittipaldi, Senna Piquet e um grande vazio desde que o último deles encerrou a sua carreira (de forma muito trágica).

        Nos esportes coletivos a gente se ajeita com “o nosso time tem tradição, é bom, os jogadores atuais é que não honram a camisa” e vamos empurrando com a barriga até que algum craque desperte novamente a paixão adormecida. Nos individuais, migramos para algum atleta que possua as qualidades que mais admiramos.

        Ou seja, a nossa paixão por determinado desporto varia em função da qualidade que os atletas demonstrem nos diversos palcos esportivos e, ao menos no meu caso, também quase fora deles, por gestos de lealdade, integridade, respeito e profissionalismo.

        Ainda que eu concorde com o Sérgio quando ele diz que o tênis não começou em 2008 (ou mesmo em 2011), não tenho a menor dúvida que presenciamos a era de ouro deste esporte (com uns 14-15 anos até aqui) e, incrivelmente, os capítulos finais estão fazendo jus a tudo o que ela foi, repleta de dramas e superações.

        Infelizmente, temos entre nós indivíduos que insistem em depreciar alguns dos atores deste período fantástico, mas não importa, as bobagens ditas por uns e outros em nada ofuscam o brilhantismo que estamos tendo o prazer de presenciar.

        Responder
    6. Rafael

      Danilo,

      Dia: 14/07/2021

      Roger, sem seu Rolex, pergunta as horas para Mirka. (eram 15:40h)

      Mirka responde: It’s Nole time!
      ___________________________________________________________________________
      legeND! leNDa!

      Feliz 1o. aniversário do 15:40 para toda a Nação Nolista!

      Responder
    7. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      E quase me espanta que você tenha conseguido sofrer tanto por um tenista tão sem-graça.

      Mas é aquela estória, né… gosto não se discute, porém se lamenta.

      (rs)

      Responder
    8. Luiz Fabriciano

      Danilo, te entendo perfeitamente, pois sinto exatamente a mesma coisa, exceto pelo Fluminense, rssss.
      Minha esposa que é federista, foi muito caridosa comigo, pois as 3 da tarde, levou-me um prato de comida no sofá, tamanha era a minha aflição. Foi difícil engolir, mas no final…

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Comigo aconteceu a mesma coisa. O jogo foi tão tenso que esqueci de ir almoçar. Minha esposa também levou o prato de comida na sala, mas demorei mais de uma hora para finalizar o prato por causa do jogo.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          O meu ficou ao meu lado, caladinho, esfriando bem devagarinho, como se entendesse todo a minha aflição.
          Somente no final também, é que fui degustá-lo. Frio, mas com um sabor incrível.

          Responder
  33. MArcelo

    Muito legal o post. Eu penso que houveram BOAS SURPRESAS, como Guga e Becker. E outras MEDÍOCRES, como o Gaudio, que apesar de grande jogador, caiu de para quedas no pódio no primeiro lugar de um GS. Não consideraria o Guga como favorito em 2004, pois meu pai tem uma prótese igual a dele sei muito bem do que se trata. Fiquei até surpreso em ele ter chegado tão longe (Se não me engano Dalcim, foi vc mesmo que escreveu naquela derrota que ele perdeu apra um jogador com apenas uma jogada (curtinhas). Peço perdão por antecipação se me enganei. Das finais mais antigas, não posso dizer. Mas pelos comentários que vi, um assunto que daria bastante “pano pra manga” seria quais os jogadores que poderiam ter sido núumero 1 e ganhado GS se não houvesse o BIG4, com certeza os ânimos seriam acirrados. Abç e +1 belo post!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado pela sugestão, Marcelo. Mas não entendi o lance das deixadinhas… Guga perdeu do Nalbandian, que tinha muito mais recursos.

      Responder
      1. MArcelo

        Também concordo que o Nabandian é jogador de muito mais recursos que apenas deixadinhas. Como disse, não me recordo quem fez a matéria, e desde já <>, pois agora tenho certeza que não lembro quem escreveu a reportagem à época.

        Responder
  34. Paulo Almeida

    Assim como o tênis começou em 2008, o rock começou em 1967 com o début do Pink Floyd. Captou, caríssimo Ribeiro? Kkkkkkkkkk

    Quanto aos Beatles, respeito que tenham sido pioneiros no rock psicodélico a partir do Revolver. No entanto, a fase “Backstreet Boys” dos caras eu só conseguia ouvir na infância. Abs!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Antes você sabe que Pink Floyd , como boa parte das bandas Inglesas, começou fazendo covers de artistas Norte-Americanos de blues e R&B . Influenciados por jazz , pelos BEATLES e pelo LSD . Daí o Rock psicodélico. Então o Tênis não começou em 2008 e nem o Rock em 1967 . Já tinha gente boa por trás nos dois rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Marcelo

      Mas não adianta. Se após a pandemia surgirem novos grandes ídolos, veremos a mesmo blá-blá-blá e mimimi novamente. Temos a galera do: “o rock não existia antes e nasceu com eles”, mas também temos o contraditório, para balancear: “vc diz que depois deles, não apareceu mais ninguém” (sic). Faz parte do show:

      Responder
  35. Paulo Almeida

    Assim como criaram o Tolima Day e o Mazembe Day, o dia 14 de julho será conhecido como o 40-15 Day, para o desespero do gado bolsofederista, que provavelmente já chorou um Rio Danúbio inteiro até hoje!

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Inacreditável…

      O cara copiou as minhas falas na maior desfaçatez!

      Era a ÚLTIMA coisa que faltava esse cara fazer, além dos fakes que ele cria para dar uma “forcinha” pro time dele…

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Acusou o golpe pela milésima vez, rs.

        Nunca criei nenhum fake e inclusive morro de preguiça toda vez que você vem com essa paranoia bizarra. Deixei de prosseguir em algumas discussões por conta disso inclusive. Vários membros aqui devem ter a mesma sensação, mas se você é feliz assim…

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois eu não acredito.

          E voltando ao assunto de origem:

          existem mil e uma maneiras de fazer Neston, ou de você atacar a torcida do Federer. Invente uma!

          “Bolsonolista” é um termo meu.

          Era só o que me faltava, né?

          Ter você como “fã”.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Legal. Continue com sua noia por aí que eu continuo balançando a cabeça negativamente por aqui. Aliás, esqueci de avisar ao Heitor que ele é meu fake.

            Eu já tinha falado gado federista antes do seu “bolsonolista”. Ainda assim “bolsofederista” é melhor do que fedtard, não? Rs.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Hahahaha

            Mas que mentira, mano!

            E o meu post sobre o gado Nelore?

            Você fez foi me copiar duas vezes, então!

            Mas é um fã de caderneta mesmo, viu… (rs)

  36. Maurício Luís *

    Eu penso que ‘zebra’ igual à do Mark Edmonson é quase impossível de se repetir.
    Gostaria de sugerir listar as ‘viradas’ mais improváveis. Um que era mestre nisso era o Jimmy Connors. Ontem vi no Youtube o jogo dele pela quarta rodada de Wimbledon-1987 contra o sueco Mikael Pernfors, vice-campeão de Roland Garros no ano anterior.
    Pernfors venceu os 2 primeiros sets por 6/1 com um festival de erros não forçados do Connors. Terceiro set, 3 a zero e 4 a 1 pro sueco. Ninguém dava uma pataca furada pra um aparentemente desanimado Connors, ainda por cima parecendo já cansado. Quando conseguiu finalmente uma quebra de serviço, sentiu o apoio da torcida e aos trancos e barrancos, empatou e fechou em 7/5. Daí pra frente começou a duríssima virada.
    Não sei de onde ele tirou forças. Outra dele foi no US Open 91 contra o AAron Kricstein. Exaurido e perdendo de 5 a 2 no quinto set, foi buscar e fechou dramaticamente em 7/6. Surreal.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Bem , Maurício . Com a não participação de Connors , Borg , Nastase, McEnroe , Laver , o cara jogou somente contra compatriotas ( a maioria esmagadora ) . E a Zebra foi tão grande que nunca mais um Australiano venceu rs . Mas ao chegar a Final , da’ de cara com John Newcombe que tinha batido Connors em 75 . Vale a pena conferir no YouTube o incrível Vendaval no jogo inteiro. Tá justificada essa Zebra sem tamanho rsrsrs Abs!

      Responder
  37. Sérgio Ribeiro

    E Roland Garros 1997 acaba com todas as teorias lunáticas daqueles que tentam em vão, desconstruir a história. O ” Adolescente ” , segundo a turma da Kombi , que além de não possuir um ÚNICO ATP , teria que bater grandes Saibristas , e no caso TRÊS Ex – Campeões. Os jogadores de Saque-Voleio , ficaram pelo caminho , exceto Mark ” Scud “Phillipoussis e Patrick Rafter. O primeiro atingiu as Quartas e o segundo a Semi. GUGA aos 20 , bateu em sequência a tudo e a todos , mesmo de ” fraldas” , com um Backhand Simples na Paralela avassalador e curtinhas espetaculares , introduzindo uma agressividade espantosa sobre o Saibro. Uma deliciosa Zebra monumental ,jamais esquecida . E era apenas um TOP 66 . Abs!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Então, Sérgio.

      A verdade é que qualquer pessoa com bom senso sabe que os “bolsonolistas” só repetem essas coisas por despeito.

      Eles precisavam bolar alguma narrativa que compensasse o fato do ídolo deles ganhar tanto, e continuar sendo o patinho feio “in action”.

      Djokovic é o Serginho Chulapa do tênis.

      Hahahahaha

      Responder
    2. Jonas

      Não é muito difícil encontrar tenistas que venceram Slams de forma precoce.

      Nadal venceu Slam com 19 anos, Djoko com 20, Federer 21 e Guga 20. Nenhum dos citados estava no auge quando venceu. Guga viveu seu auge em 2000 (24 anos), Nadal em 2010 (24 anos) e Federer em 2006 (25 anos), sendo que no ano anterior já estava dominando.

      Não adianta chorar ou tentar mudar os fatos. Pela sua lógica, Federer não deveria ser freguês de Rafter ou Bruguera. Aposto que você não acha isso pq deve olhar para esse jogos e concluir que o suíço ainda era muito novo (o que é óbvio).

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        1. Sérgio Ribeiro

          Deixa de ser repetitivo , Cara. Quem foi que disse que Hewitt foi N 1 aos 19 em seu Auge ? E Rafa Nadal N 2 em seu Auge ? Mas eram terríveis oponentes, assim como Borg era na mesma idade. Sem essa babaquice de “ Feto “ , “ Fraldas “ e Adolescentes. Já deu , mane’ . Abs!

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    3. Marcílio Aguiar

      Prezado Sérgio. Essa agressividade do Guga permitiu que ele fizesse gato e sapato dos espanhóis da época, que tinham um jogo baseado em consistência com muitos trocas, mas pouco agressivo. Parece que só o Felix Mantilla (não sei se é assim que escreve) e depois o Ferrero que complicavam um pouco para o brasileiro, mas Moya, Corretja, Albert Costa, Galo Blanco etc, sofriam na mão do Guga. O primeiro a provar do veneno foi o Bruguera na final. Contra o Nadal a coisa teria sido diferente não só pela capacidade do touro, como pela diferença etária.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Concordo , caro Marcílio. Mas aos 28 em 2005 , 2006 , sem lesões, acredito que GUGA daria mais trabalho ao Touro que Federer , Novak , Murray , Stan e CIA , no Saibro. Abs!

        Responder
    4. Paulo F.

      Guga não teve que enfrentar nenhum incriticável melhor de todos os tempos.
      Já o Nadal, ainda adolescente, já surrava sem dó em nem piedade o incriticável Cabra e até no piso duro.

      Responder
  38. Vitor Hugo

    Nadal parece ser o único do big 3 que está levando 100% a sério as medidas de segurança e etc. Parabéns! Está subindo no conceito de muitos.

    Responder
    1. joao

      sim, Nadal leva a serio sua carreira, sua imagem, sua vida pessoal.
      vao vir dizer que nao é bem assim, que ele dá carteirada para conseguir certos privilegios ou para fugir de situações, mas ninguem é santo. No geral, o Nadal é um atleta, um profissioal e uma pessoa muito íntegra..

      Responder
  39. Bartolomeu

    Dalcim

    Acho que o Australian Open de 99 também merece um destaque

    Dos 10 cabeças de chave, somente dois chegaram até às quartas.

    Entre os semifinalistas: Kafelnikov, Enqvist, um jovem Tommy Haas e o equatoriano Lapentti.

    Eu me lembro muito desse torneio porque foi o primeiro slam que acompanhei para valer. Era adolescente, estava de férias, e lembro de ficar até de madrugada acompanhado os jogos. O Meligeni e o Guga tiveram eliminações muito doídas, ambas no quinto set e de virada. Meligeni chegou a abrir 2 a 0 contra o Todd Martim e o Guga teve 2 a 1 contra o Safin.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, foi um torneio também estranho, ainda que Kafelnikov já fosse um campeão de Slam três anos antes. Mas houve abandonos (Ríos e Ivanisevic), várias quedas prematuras dos favoritos e sem dúvida semis pouco esperadas.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então, caro Dalcim . Você lembra Kafelnikov tirando sarro pra cima de Sampras , ao microfone ? “ Não posso deixar de agradecer a Pete pela sua ausência “ kkkkkk Abs!

        Responder
  40. Luiz Fernando

    Durante um tempo adorei rock na juventude, com o Alice Cooper, Black Sabath e principalmente o Deep Purple, em especial quando o Dave Coverdale foi o vocalista. O álbum Burn achei espetacular. Mas confesso q depois o sorriso da Agnetha Faltskog me conquistou para o Abba…

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  41. Henrique Max

    Esse Roland Garros de 2004 me marcou… Eu tinha somente 10 anos e lembro como se fosse ontem do Guga aplicando aquele triplo 6×4 contra o Federer e da final do Coria x Gaudio… Saí de casa para almoçar na minha vó e estava 2 sets a 0 para o Coria, pensei que ja estaría acabado fazia horas, mas quando cheguei em casa de volta estava no final do 5° set… Inesquecível

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Para mim, ficou marcado pelo Galvão Bueno.
      Enquanto assistia um treino da F1, com Galvão Bueno, Guga e Federer lutavam em RG. Não assistia porque não tinha ESPN em casa, mas o Galvão, a cada passo do Guga, repassava aos seus torcedores, também da fórmula 1.

      Responder
  42. Rafael Azevedo

    Quando você citou a idade do Guga em 97, bateu-me uma tristeza…
    O nosso pupilo tinha apenas 20 anos, quando conquistou seu primeiro Slam. Com 24, se tornou n°1 do mundo. Com 25, tinha já 3 Slams no currículo. E, com 25-26 começou a luta contra os problemas físicos que culminou na sua aposentadoria aos 31.
    O que seria Kuerten se não enfrentasse a lesão que teve.?

    Responder
  43. Rodrigo S. Cruz

    Eu nunca vou me esquecer da sucessão de zebras que foi aquele Roland Garros 2004.

    Pareceu a CORRIDA MALUCA do Dick Vigarista e da Penélope Charmosa. (rs)

    A primeira bizarrice foi o vexame do Agassi na estréia para um pangaré que depois eu nunca mais ouvi falar – um tal de Jerôme Haehnel.

    Juan Carlos Ferrero foi atropelado em sets diretos, na segunda rodada, pelo inexpressivo Igor Andreev.

    A queda do cabeça 1 Federer era pra ter sido mais suada, já que o Guga não era mais o mesmo. Porém, ele fez uma apresentação de gala naquele dia, e não deu qualquer chance para o suíço.

    O Safin merece um estudo à parte:

    flertou com um abismo de 11 a 9, no quinto set, diante do Mantilla – que tinha um bom currículo no saibro; jogou outro quinto set apertado com Potito Starace, e depois perdeu em 4 sets duros para o Nalbandian.

    Nas quartas-de-final, três surpresas:

    em partida equilibrada, Nalbandian tirou Guga, Hewitt foi amassado por Gaudio, e Henman que nunca fora afeito ao saibro eliminou Chela, um especialista, e alcançou a única semifinal da carreira em Roland Garros.

    E como cereja do bolo – o Coria teve tudo para ganhar facilmente do Gaudio na final, e jogou a chance no ralo….

    Responder
  44. Marcílio Aguiar

    Prezado Dalcim, você analisou considerando todas as rodadas dos torneios e de fato foram campeões totalmente improváveis. Parece que o USOPEN é pouco propício a essas surpresas, mas se considerarmos as finais mais recentes, Sampras perder duas seguidas de 3×0 para garotos de 20 anos foi surpreendente, ainda que Safin e Hewitt já mostrassem que eram ótimos jogadores. Outra inesperada foi o Federer perder para Del Potro tendo um retrospecto de 7 x 0 no H2H.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Então caro , Marcílio. ” Eles não me respeitam mais ” , foi a frase de Pistol Pete após derrotas para Roddick , Hewitt e Safin. Essas derrotas citadas pelo parceiro demonstram que ” entressafra ” jamais existiu. E o próprio foi indelicado ao dizer que Federer não teve oponentes a altura. Duvidaram que Sampras pudesse ganhar mais alguma coisa. Se aposentou vencendo o USOPEN 2002 pra cima de Agassi. Na boa, h2h já foi N vezes provado que somente existe pra ser quebrado. Nenhuma surpresa , a meu ver , na vitória de Del Potro que havia levado Federer também ao Quinto Set em RG do mesmo ano. Abs!

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Prezado Sérgio. Se não me engano, após aquela final, o Sampras falando sobre o Hewitt disse algo parecido com … eu gostaria de ter as pernas desse garoto!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Exato. Tanto Hewitt quanto Safin , chegavam em todas . Imagina perder dois SLAM dentro de casa. Ficou ano e meio sem vencer nada. Na Coletiva antes do USOPEN 2002 desafiou a Imprensa “ Vocês tem certeza que não posso vencer aqui ? “ Se preparou e jogou uma barbaridade . Agassi pouco pode fazer na FINAL. Pra desespero das Casas de Apostas que não o colocaram nem entre os cinco favoritos rsrsrs . Abs!

          Responder
      2. Emílio Dias

        A surpresa na verdade foi que o jogo tava ganho pra Federer, vencendo de forma tranquila e de repente ele perde aquela final.
        Ela foi meio ignorada pois achavam que Federer tava na época de Sampras, onde ganhar 15 GS era algo impossível, mas viu-se que os cabeças levam no mínimo isso atualmente.
        E também perceberam que Nadal não é jogador que entrega slam pra os outros, se ele perde é pq o adversário foi melhor, ai Nadal foi alongando a carreira, alongando, alongando, até começarem a lembrar desse GS que Federer perdeu.
        Se Del Potro tivesse ganho 100% na bola, eu diria que não seria surpresa alguma, mas não foi, ganhou pq Federer entregou, do nível Indian Wells 2018.
        E só pra lembra, Del Potro já tinha jogado o Finals em 2008, com 20 anos de idade, ou seja, já era um jogador de alto nível, e tinha feito final de Masters 1000 na US Open Series em 2009.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Não entendi , caro Emílio : 3 x 6 , 7 x 6 , 4 x 6 , 7 x 6 , 6 x 2 , não tem nada de jogo fácil. E o milongueiro ainda contou com uma Torcida hermana ” organizada ” $ no quinto Set que deixou o Craque P**o rsrsrs Abs!

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  45. Vitor Hugo

    Bruno Gama,

    Foi feio mesmo a maneira que eu escrevi o nome das três bandas..😏😏😏😏 Mas creio que a galera entendeu. Foi na pressa… Mas sou fã das bandas sim!
    Mas as preferidas mesmo são Rage, System, Pantera e Slayer…

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  46. Oswaldo E. Aranha

    Vi que aqui no blog estão comemorando o dia do rock, eu como brasileiro vou trazer oportunamente o dia nacional do samba, em homenagem ao Ary Barroso, e o dia nacional do choro, em homenagem a Pixinguinha.

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  47. Luiz Fernando

    Dalcim não me lembro bem de Rafa no início da carreira, mas me lembro claramente da final entre Coria, favorito, e Gaudio, zebra, em RG 2004. Parecia q ambos não queriam vencer, e ao final me parece q o físico do Coria não resistiu. Se Nadal não estivesse contundido, creio q não disputou esse torneio em razão de uma lesão, vc julga q o Nadal de 2004 teria chances naquele torneio?

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    1. José Nilton Dalcim

      Coria teve um ataque nervoso e essa derrota lhe custou o restante da carreira, Luiz. Difícil prever, porque teríamos de imaginar em qual chave Nadal cairia, mas não duvido que ele tivesse ao menos avançando algumas rodadas caso fugisse dos mais experientes. Quem sabe não teríamos tido o Guga x Nadal? rsrs

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      1. Caio Cesar

        Dalcim,

        Eu não vi essa final e tenho uma dúvida: esse ataque nervoso ocorreu desde o início do 3º set ou quando ele esteve mto perto de vencer, como, por exemplo, sacando para o jogo?
        Dei uma pesquisada sobre o Coria e vi que ele tem um currículo respeitável no saibro. Uma pena a carreira dele ter acabado dessa forma.
        Excelente post, como sempre!

        Abraço!

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  48. Jonas

    Bizarro esse RG de 2004…mais estranha ainda a final.

    Esse Gaudio se jogasse contra Nadal seria varrido de quadra. É aquilo, o cara levou quando dava…

    O Thiem, que é um jogador MUITO superior ao Gaudio, não viu a cor da bolinha contra o espanhol até hoje em RG.

    Thiem é um azarado, já era pra ter uns 2 ou 3 Slams não fosse o big3…

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    1. Emílio Dias

      Creio que se não fosse a palhaçada da organização ano passado Thiem teria levado. O que fizeram foi um absurdo, i torneio tranquilamente podendo ir pra segundo, e os fdp’s simplesmente não adiaram, colocaram no domingo com Thiem tendo jogado 3 horas no sábado, tudo porque a porra do torneio não tem quadra coberta.
      Ao menos eu acho que se tivesse tido o descanso o Thiem venceria.

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      1. Thiago Silva

        Thiem nunca fez cócegas no Nadal em Roland Garros, venceu um set ano passado na marra e depois morreu. Mesmo que ele tivesse um dia a mais de descanso, não ia ter pernas pra correr contra o Nadal depois da maratona da semi.

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        1. Jonas

          Concordo, o Thiem é um jogador fantástico, devo torcer pra ele depois que o Djoko largar, mas a verdade é que até hoje não machucou o Nadal em Roland Garros…

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    2. Vitor Hugo

      Mas convenhamos, Nadal teve um certo favorecimento das forças da natureza no ano passado, pois o jogo do Thiem contra Novak, na semi, foi interrompido e fez com que o austríaco jogasse dois dias seguidos.
      Creio que ele teria boas chances de vitoria ou pelo menos uma derrota em 5 sets.

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  49. Emílio Dias

    Por isso não da pra comparar número dos anos 90 com a época atual, olha como tinha zebra nos anos 90. Hoje em dia se tem alguma zebra é um Checcinato da vida chegando numa semi, e só isso, os outros 3 finalistas são jogadores tradicionais.
    Por essas e outras que a comparação de GOAT tem que ser pela dominância, nem pelos números, por isso Sampras leva.

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  50. Sérgio Ribeiro

    Desta vez eu vou um por um , caro Dalcim. Pistol Pete no auge perder em Sets diretos para o Holandês na Grama Sagrada ? E não parou aí . Perdeu todas as 3 em 1996 para o Espetacular Sacador Richard Krajicek . E no total 4 x 6 no head to head . Na Grama veloz a Zebra sempre passeou. Até mulher pelada rsrsrs . MaliVai não sabia o que estava fazendo ali rs. Abs!

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  51. Vitor Hugo

    Dalcim, a partir de qual ano os slam passaram a ter 128 jogadores nas chaves de simples, ou sempre foi assim?

    Mais surpreedente foi o britânico Henman ter feito semifinal de Roland Garros.

    Tem o título do sueco Thomas J que também foi surpreendente.

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    1. José Nilton Dalcim

      Apenas Austrália demorou para adotar chave de 128 jogadores, o que só foi possível em 1988 com a inauguração do Flinders Park. Na década de 60 e 70, a chave chegou a ser de apenas 64.

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