Novo ranking congela perdas, mas projeta brigas
Por José Nilton Dalcim
7 de julho de 2020 às 11:47

A ATP ‘congelou’ o ranking para 2020, ao menos no que tange à perda de pontos. A regra excepcional, anunciada nesta segunda-feira, basicamente diz que os tenistas só poderão somar pontos quando o circuito retornar, em agosto. Mas isso não impedirá de acontecer muita briga pelas principais posições.

Até finalizar esta conturbada temporada 2020, o tenista terá considerado os 18 torneios que lhe renderam mais entre março de 2019 e dezembro de 2020, ou seja num período de 22 meses, 10 a mais do que o tradicional. A diferença é enorme. Na prática, dificilmente alguém perderá pontos em relação à lista atual, já que o regulamento diz claramente que ele não pode ter duas vezes o mesmo torneio na sua contagem de pontos válidos, valendo a pontuação maior.

O reflexo imediato disso é que qualquer tenista poderá simplesmente deixar de disputar torneios neste recomeço – não haverá eventos obrigatórios -, garantindo a pontuação obtida em 2019. Ao mesmo tempo, permite que um jogador dispute livremente todos os torneios sem a preocupação de defender pontos. Ou seja, atende a todos os interesses. Ficou sem dúvida bem democrático.

É evidente que a regra ajuda acima de todos Rafael Nadal, porque o espanhol teria a dificílima missão de defender US Open, Roma e Roland Garros, portanto 5.000 pontos, no curtíssimo espaço de sete semanas. Agora, ele está seguro para não ter que ir a Nova York e poderá jogar Roland Garros pensando unicamente no 20º troféu de Grand Slam.

Novak Djokovic também não pode reclamar, já que sua liderança dificilmente será ameaçada até o final do Slam francês. Enquanto Nadal só poderá somar pontos em Cincinnati (onde dificilmente vai jogar) e Madri (já anunciou que vai), o sérvio não terá de se preocupar em defender Madri ou Paris-Bercy, terá Wimbledon mantido e ainda pode somar em Cincinnati, Roma e principalmente US Open e Roland Garros (fez oitavas em Flushing Meadows e semi em Paris). O líder por enquanto não anunciou qualquer calendário, mas há sérias dúvidas se ele vai se arriscar nos EUA.

Até mesmo Roger Federer sorri com a regra excepcional para o ranking. Ele só voltará em janeiro de 2021, então com 39 anos, e só perderá 440 pontos do ATP Finals. Assim, o top 10 é certo, com pequena chance até de permanecer no top 5.

Não é só. Daniil Medvedev, que fez uma campanha espetacular a partir das quadras duras do verão norte-americano, com cinco finais seguidas, manterá todos esses 4.050 pontos mesmo que não entre em quadra. Ele já anunciou que jogará Washington, a partir de 14 de agosto, e poderá somar muito mais do que qualquer outro, uma vez que foi eliminado na estreia de Madri, Roma e Roland Garros.

Quase 3 mil pontos atrás de Nadal no momento, Dominic Thiem terá oportunidade de brigar pelo número 2 ou ao menos diminuir sensivelmente a distância, principalmente se Rafa não for aos EUA. O austríaco nem jogou Cincinnati e caiu na estreia do US Open e de Roma. Fez  semi em Madri e final em Roland Garros, ou seja, mais espaço para somar.

Também vale dar uma olhada nas boas perspectivas para Stefanos Tsitsipas. O grego e Thiem têm sido os tenistas com maior atividade e melhor nível demonstrado nas exibições até agora. Tsitsipas perdeu na estreia de Cincinnati e do US Open no ano passado, portanto ótima chance de arrancar na pontuação, e fez oitavas em Roland Garros. Tem semi em Roma e final em Madri. Está 2.300 pontos atrás de Thiem no ranking deste momento.

E mais
– O ranking masculino voltará à atividade no dia 24 de agosto, ou seja, após Washington. Só então recomeçará a contagem das semanas na liderança para Djokovic.
– Esse ranking do dia 24 também será a base dos cabeças para o US Open, mas dificilmente haverá mudanças significativas em relação à lista de hoje.
– Os pontos obtidos na temporada de 2020 permanecerão por 52 semanas ou até que o mesmo evento seja disputado novamente, o que vier primeiro. Exemplo: Madri, que geralmente acontece no começo de maio, irá descontar bem antes se acontecer normalmente em 2021.
– As oito vagas para o ATP Finals de simples terão regras diferentes. Não haverá ‘ranking da temporada’ e entram os mais bem pontuados no ranking tradicional de 9 de novembro. Para duplas, no entanto, valerá o ‘ranking de parcerias’ de 2020.
– A ATP manteve portanto a realização do Finals entre 15 e 22 de novembro, porque não há datas disponíveis na arena O2 para outro período.
– A entidade anunciou que o ranking final de 2020 sairá no dia 7 de dezembro.
– Obviamente, a regra dos 22 meses vale também para os jogadores que disputam challengers e futures.
– A WTA ainda não se pronunciou.


Comentários
  1. Mário Cesar Rodrigues

    Boa noite já cansei de dizer na semifinal do AO 2017 Rafa com uma quebra a semi desgastou muito caso contrário poderia ganhar.mas Federer é craque mas com Nadal ele está abaixo foi fisicamente a meu ver mas mereceu pq é craque inté.

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  2. Paulo Almeida

    E no dia de comemorar o melhor estilo musical já criado pelo homem, minha contribuição é o All The World’s A Stage, o primeiro álbum ao vivo do Rush. Fazia parte da turnê da obra-prima 2112 e, na minha opinião, as suas melhores faixas são a própria 2112 (tocada quase integralmente) e By-Tor And The Snowdog, um típico hard/heavy psicodélico da década de 1970.

    São várias bandas e vários hinos que podem ser lembrados e ouvidos não só no Dia Mundial do Rock, mas em qualquer dia do ano.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Dia Mundial do Rock ? E que somente e’ comemorado no Brasil ? kkkkkkkkkkkk Phill Collins inventou a data , mas ninguém aderiu . Apesar do seu gosto excelente, nunca citar a melhor Banda de Rock que já pisou no Planeta ? Será que assim como no Tênis o Rock somente começou em 2008 , digo 1968 ? kkkkkkkkkk Abs!

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  3. Paulo Almeida

    Federer jogou razoavelmente melhor a final do que a semifinal, pois manteve a concentração em todos os sets, enquanto teve uma queda mental contra o Nadal e tomou 6-1 na segunda parcial daquela partida. Já o Djokovic fez uma partida bem abaixo do que pode: saiu de jogo no segundo e no quarto set e teve dificuldades na leitura de saque no geral (ele mesmo admitiu em entrevista). No quinto set até jogou melhor e teve mais chances de quebrar o suíço e fechar a batalha até antes do eterno 40-15.

    Aquela foi tranquilamente uma das melhores partidas que nosso freguesão fez na vida, senão a melhor, mas insuficiente para derrubar o GOAT Novak. Finais contra adversários muito inferiores, como aqueles da entressafra, nem devem ser cogitadas, mas apenas aquelas contra os arquirrivais exigindo o seu máximo. Não achei a final do AO 2017 tão boa tecnicamente: foi mais no coração, assim como a de 2012.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Razoavelmente melhor ? Jura ? Conta a verdade míope P Almeida . Se borrou todo a partida INTEIRA . Quando Novak levou 94 WINNERS de alguém ? E ainda precisou na mesma surra salvar dois Match -Points ? Até seu Ex-Treinador e a torcida do Flamengo viram ? Na boa, compra um óculos kkkkkkkkkk Abs!

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      1. Jonas

        Essa final foi bem equilibrada Sérgio, partidaça de Federer que ainda perdeu…

        Mas as finais de WB 14 e 15 foram bem mais tranquilas..a de 2015 o Djoko levou sem problemas.

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  4. Miguel BsB

    As duas maiores partidas do Rei de Wimbledon por lá foram 2 derrotas…Essas duas partidas, e a final de 80, são as maiores da história do torneio…
    Porque, para derrotá-lo, seus rivais, outros dois GIGANTES, tiveram que jogar um tênis beirando a perfeição. E venceram nos mínimos detalhes, numa delas, para mim não há dúvidas que Federer jogou melhor (a de 2019), mas todos os méritos para o Djokovic que conseguiu se segurar nos momentos críticos e ganhar os pontos decisivos…

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  5. Heitor

    Informação da ESPN americana: Bruno Caboclo furou a quarentena dentro da bolha e terá que ficar 8 dias isolado em seu quarto do hotel, afastado das atividades do Houston Rockets.
    Pohhha, qual o problema de respeitar o isolamento e a quarentena?!!? Se for por ideologia, ok, mas entao nem vá para Orlando jogar. Ao ir, tem de respeitar as regras porque elas servem para proteger outro de vc mais do que vc mesmo.

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  6. Vitor Hugo

    Dia mundial do rock. Minhas bandas internacionais favoritas:

    Rage against the machine
    AC/DC
    Pantera
    Slayer
    Ozzy
    Metálica
    Pearl Jean
    Cold Play
    U2
    Corn
    System of a down

    Nacionais:

    Raimundos(mais na época do Rodolfo)
    CPM22
    IRA
    Capital Inicial
    Sepultura

    Menções honrosas para Radiohead? Off Springs e Green Day

    Talvez tenha esquecido uma ou outra, mas basicamente é isso.

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  7. Luiz Fernando

    Rafa treinou hj no saibro mas antes já tinha treinado no piso duro. Não vejo isso como indício de pular a temporada americana, mas como esta está a cada dia mais improvável creio q ele já está se adiantando. Outro detalhe, também creio q se os organizadores confirmarem o USO mas limitarem os “times” a um membro por jogador, muitos não irão participar, com Rafa entre eles…

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  8. Rodrigo S. Cruz

    Sérgio Ribeiro,

    Aí vai um fato que parece ter passado batido para vocês e para outros:

    algum dos senhores por acaso repararam na repentina infestação de FAKES nolistas nos últimos tempos? (rs)

    Só aqui nessa pasta eu aponto sem medo de ser feliz três nicks absolutamente suspeitos:

    Paulo, João e Manuela!

    O “trabalho” desses bots ao meu ver é o de dar suporte aos comentários fanáticos da ala sunita extrema. kkkkk

    Pode notar que nunca escrevem nada de útil, e cada post deles dificilmente passa de uma linha.

    Os três são aquilo que eu chamo de “bolso-nolistas”, pois apostam na ingenuidade alheia…

    Possuem o mesmo estilo de escrita, e que aliás eu acho bastante similar ao estilo de outro fakezinho “sumido”, o tal de Mauro.

    Que VERGONHA vocês, hein bolso-nolistas?

    Apelando até para a tática suja de inflar torcida para encherem a KOMBI.

    kkkkkkk

    Responder
    1. Jonas

      Um dos comentários mais fanáticos foi o seu.

      Nem leu o que o cara disse e fez questão de postar besteiras. Vamos parar de hipocrisia, existem fanáticos dos dois lados.

      Quando Novak fez m** na questão do Covid surgiram vários fakes aqui se alimentando disso.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Conversa fiada!

        Não vi nenhum fake federista reclamar do Covidão-17.

        O que vi foram os federistas de sempre criticando, e com razão.

        Você é o Rolando Lero do blog…

        (rs)

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    2. Manuela

      so porque nao te aplaudi vc ficou ofendidinho?!
      veja que curti muitos comentarios do Vitor Hugo que, ate onde eu sei, não é nolista.
      escreva coisa interessante sem ser gado como um outro colega aqui pontuou ou xingando outros colegas que talvez vc tb receba likes kkkkkk

      Responder
        1. Manuela

          Se não quisesse não teria postado textão reclamando de gente que não te aplaude e que só curte os torcedores do Djoko (o que já mostrei ser equivocado).

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    3. Sérgio Ribeiro

      Pera aí, Rodrigo . Bolso – Nolistas é sacanagem kkkkkkkkk. Claro que dá pra perceber os caras . Mas pior é aquele chamado de sábio pelo Piloto da Kombi , que empresta o Nick toda hora . E sempre pra sacanear o “ Boca Murcha “ segundo ele rsrsrs Abs!

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    1. Miguel BsB

      Boa! O Thiem está certo!
      Acho que deveríamos seguir o exemplo do austríaco e parar de polemizar contigo, o fanfarrão do blog! kkkkk
      Mas aí, o problema é perder a “diversão garantida”…

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      1. Luiz Fernando

        Que legal q eu divirto vcs, já vi q temos coisas em comum, pois caras como vc sempre são divertidos. Petista (aqueles q nunca sabem de nada kkkk), monucleosista (com tese destruída pelo post do Dalcim sobre a maior final de W em todos os tempos kkkkkk), iludido (com o mundial fake do palmeiras em 51 kkkkkkk), precisa falar mais kkkkk??? Aqui é diversão garantida kkkk…

        Responder
  9. Vitor Hugo

    Jonas tem pelo memos umas 10 finais de slam ou mais que Roger jogou melhor que em 2019.
    Contra Murray em Wimbledon, na Austrália e no u.s open.
    Contra Nadal em Wimbledon 2006 e 2007.
    Contra Gonçalves na Austrália.
    Contra Agassi no u.s open.
    Contra Roddick em Wimbledon.

    Federer fez uma ótima partida contra Novak, mas não foi nada excepcional. Jogou muito mais na semi contra Nadal que na final.

    Prezado Danilo, só estamos falando sobre o assunto novamente devido a declaração do Becker.

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      1. Jonas

        Essa final do AO 2017 eu não achei tecnicamente tão boa. Mas a melhor parte do jogo foi o 5° set. Ali o Federer mostrou que realmente não aceitava mais perder pro Nadal. Jogou demais mesmo naquela final quando teve que sair do buraco.

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    1. DANILO AFONSO

      Vitor, eu não acho que Federer jogou melhor a semifinal contra o Nadal.

      Eu acredito que o posicionamento diferente dos dois tenistas ao receber o saque do Federer faz toda diferença. Mais do que em outros anos, tem sido muito confortável para o suíço sacar com o Nadal a 3 metros atrás da linha, o que facilita dominar os pontos nos dois primeiros golpes após o espanhol devolver o saque. O backhand tem vida mais fácil também. Aí a ilusão de que Federer jogou melhor.

      Apesar do Djokovic receber próximo da linha e muitas vezes dentro da quadra (2º serviço), Federer conseguiu muitos winners na final de Wimbledon 2019, quase 100.

      Você também citou que o Federer jogou melhor na final do Australian Open 2017. A justificativa é a mesma que passei acima. Alguém acredita que Federer teria o mesmo sucesso na final 2017 se o seu adversário fosse o Djokovic em forma ?? Quando eu lembro da semifinal do Australian Open 2016 entre Djokovic e Federer e a final do mesmo torneio em 2019 contra o Nadal, não tenho dúvida que o resultado seria outro.

      O novo Federer dos últimos 5 anos tem muito mais desconforto quando enfrenta o Djokovic.

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      1. Jonas

        Fizeram uma análise cirúrgica dessa postura do Federer em algum canal no youtube. A comparação foi entre a SF do AO 2012 e a final de 2017.

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      2. Vitor Hugo

        O que não pode e eu acho absurdo, é algum de vcs dizerem que Federer fez a partida da vida e Novak jogou 80% do que pode. Como se o suíço nunca tivesse vencido a melhor versão do sérvio ou quando ele jogou seu melhor ou próximo.

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  10. Miguel BsB

    Hoje em dia, os bambis do Morumbi não passam de um timeco mediano que não assusta mais ninguém…
    São espancados pelo Verdão sem dó há muito tempo…kkkkk
    Mais 5 anos nessa draga, já vão poder disputar um triangular contra a Portuguesa e o Juventus da Mooca…
    Hahahhaha

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    1. Luiz Fernando

      Com especialistas eu não ouso discutir, vc deve estar certo, disputaram triangulares com estes times no bi da série b kkkkkk. No “mundial” de 51, parecido c o título moral do Federer em w2019, teve triangular também kkkkkkk?????

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  11. Paulo

    Quanta hipocrisia da galera quanto à declaração do Becker.
    Sou torcedor do sérvio porém, acho o Federer o melhor jogador de todos os tempos. Agora, o que basta jogar melhor e não vencer? Vide a comparação entre as seleções brasileiras de 82 e 94. A seleção de 82 foi melhor mas não venceu! Quanta insanidade….

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        1. Sérgio Ribeiro

          A Seleção saiu invicta da Copa , desinformado L F . E a armação da Argentina com o Peru foi pra lá de provada. Os Peruanos receberam moedas no retorno ao seu País. Cláudio Coutinho foi que armou o timaço do Flamengo . Se foi infeliz numa frase , você é infeliz em TODAS kkkkkk Abs!

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      1. Sérgio Ribeiro

        Tinha sido derrotada na Copa anterior com Seis Craques em campo e com Paulo Rossi e tudo. O gol de Nelinho em 78 foi de almanaque. Venceu aquele timaço de 82 , com méritos. O que demonstra a enorme diferença entre Esporte Coletivo e Individual. Somente na cabeça de fanáticos é que se faz comparações entre ambos . Abs!

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    1. Rafael Azevedo

      Verdade. Também não concordo com essa história de “vencedor moral”.
      Quem venceu, venceu! Mas, o título, por si só, não indica quem é o melhor.
      Porque, se te perguntarem sobre os melhores jogadores de futebol da história da seleção brasileira, com certeza, “Falcão”, “Zico”, “Júnior”, “Sócrates”, “Toninho Cerezo”, etc., vão estar à frente de “Mazinho”, “Zinho”, “Mauro Silva”, “Branco”, “Leonardo”, “Bebeto”, “Dunga”, etc.
      A exceção seria “Romário”!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Exato , caro Rafael. Mas na cabeça destes mane’s a de 82 perdeu e a de 94 venceu. Ou seja, não sabem nada. Nem de Futebol rsrsrs Abs!

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  12. Filipe Fernandes

    “O clube de tênis: quem poderia imaginar que tudo começou lá?”

    “O jogo de tênis de Susan me volta à cabeça. O meu, como talvez tenha dito, era em grande parte resultado de autoaprendizagem, baseado em movimentos de pulso, posição incorreta de corpo e mudanças deliberadas, súbitas, de devolução de bola que às vezes me deixavam tão desnorteado quanto ao meu oponente. Quando eu jogava com ela, essa preguiça estrutural geralmente comprometia o meu intenso desejo de vitória. O jogo dela tinha um aprendizado por trás: ela se posicionava corretamente, batia com firmeza na bola, só ia para a rede quando as circunstâncias eram propícias, corria feito louca e no entanto ria da mesma forma caso ganhasse ou perdesse. Esta tinha sido a minha primeira impressão dela, e pelo tênis que ela jogava, eu naturalmente deduzi qual era a sua personalidade. Eu supus que também na vida ela seria calma, organizada e confiável, batendo com firmeza na bola — o melhor apoio de fundo de quadra para o seu parceiro ansioso e impulsivo na rede.”

    “Ele tentou fazer sua mente agarrá-la em pleno voo. Recordar sua alegria, sua risada, sua subversão e seu amor por ele, antes que tudo fosse bloqueado. Sua elegância, e sua tentativa destemida de proporcionar felicidade quando as chances eram todas contra ela, contra eles. Sim, era isto que ele estava buscando: Susan feliz, Susan otimista, apesar de não saber o que o futuro reservava.”

    Esses são alguns trechos do notável livro “A Única História” (2018), do escritor Julian Barnes, centrado nas reminiscências de um homem que se recorda do romance que, iniciado na juventude, durante um torneio amador de tênis numa Inglaterra dos anos sessenta, marcou a sua vida. É uma história que nos permite refletir sobre assuntos bastante relevantes, como escolhas, alcoolismo, fases emocionais, companheirismo, persistência, perdas, desamparo, esfacelamento da consciência, finitude. Recomendo a leitura.

    *****

    Caro Dalcim, excelentes, como sempre, os textos recentes publicados no Blog. E também muito bacana a matéria feita lá no site nessa semana sobre a história de vida do tenista Thiago Monteiro, é sempre legal conhecer o percurso pessoal e profissional de um atleta, de uma pessoa.

    Um grande abraço a você, mestre, e ao pessoal do Blog, desejo uma boa semana que se inicia e que estejam e fiquem bem.

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  13. Rodrigo S. Cruz

    Boris Becker afirma que Federer foi MELHOR do que Djokovic na final de Wimbledon 2019!!!

    O alemão que inclusive treinou e é amigo do sérvio, ainda lembrou que a semifinal dele foi bem menos desgastante.

    Agora eu sei que o GADO NELORE da ala fanática nolista vai mugir neste pasto até dizer chega!

    kkkkk

    Eu avisei, gado. Eu avisei…

    Disse e repeti zilhões de vezes nesse espaço que o sérvio venceu mas não convenceu naquele dia.

    Responder
          1. Jonas

            João, isso ocorre quando o cara não tem argumentos, então parte para ataques pessoais.

            Eu não faço e nunca farei isso aqui. Vou desenhar pra ele, pq duvido que ele vai clicar na notícia.

            “Mas depois Federer mostrou um nível absurdo durante todo o confronto e foi mesmo melhor jogador durante boa parte do duelo. Conseguiu fazer jogadas impossíveis e ainda assim perdeu”

            Tá aí Rodrigo, concordo com oq o Becker disse, cirúrgico nos comentários. Novamente “conseguiu fazer jogadas impossíveis e ainda assim perdeu” , perfeito Becker. Pronto Rodrigo, não precisa clicar na notícia.

          2. joao

            isso mesmo, Jonas.
            e ainda vem fazer textão dizendo que sou fake e que nao escrevo nada de útil. Mas será que se eu elogiasse o Federer ele diria a mesma coisa? Não sei nao…

          3. Rodrigo S. Cruz

            E quanto a parte que você suprimiu na cara dura, ô Rolando Lero?

            Peraí que eu refresco a tua memória:

            (…) “achei que ele era o favorito. Mas depois Federer mostrou um nível absurdo durante todo o confronto e E FOI MESMO O MELHOR JOGADOR durante boa parte do duelo”.

          4. Jonas

            Com certeza não João. O chilique é seletivo relaxa…

            Rodrigo, vc não leu o comentário direito (novidade). Postei essa parte citada pelo Becker e sim, concordo que durante boa parte do jogo Federer foi melhor. Leia novamente.

      1. Rodrigo S. Cruz

        Título da notícia> Becker: “Federer foi melhor que Djokovic na final”

        Gleisi> “você provavelmente não leu a matéria”.

        Buá, bua…

        kkkkkkk

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Li não, Rolando Lero…

            Vai ver que isso que está escrito abaixo, eu tirei totalmente da minha cachola:

            “(…) achei que ele (Novak) era o favorito. Mas depois Federer mostrou um nível absurdo durante todo o confronto e FOI MESMO O MELHOR JOGADOR durante boa parte do duelo”.

    1. Sérgio Ribeiro

      Então , Rodrigo. Papai Novak discorda totalmente do Ex- Treinador de seu filho. E ameaça mandar uma Kombi Servia ( lá continua firme rs ) para o Brasil. Boris Becker , ao contrário de Wilander , foi especialista na Grama Sagrada . ” Fez jogadas impossíveis ” . Como sempre afirmamos . Foi uma FINAL Épica em que todos os golpes do Esporte estiveram presentes. Fora os MAGICOS do Craque. Daí o Coroa querer a urgente aposentadoria do Suíço . ” Manda ele ir andar de Esqui ” kkkkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
    2. Paulo F.

      Blá-blá-blá, mesmo jogando pior e com as piores estatísticas, ainda assim o sérvio foi campeão em cima do gigante Roger Federer.
      Que jogador fantástico e excepcional esse Novak Djokovic!

      Responder
      1. Paulo F.

        E ganhando TODOS os tie-breaks contra o melhor jogador de tie-breaks que já vi na minha vida, que é o Federer.
        Que jogador fantástico e excepcional esse Novak Djokovic!

        Responder
    3. Thiago Silva

      Adianta o que ser o melhor e perder? Rafa também jogou melhor que o Djokovic em 2018 e perdeu, nem faço questão de lembrar daquela partida, não entendo porque vocês ficam alimentando isso, não serve de consolo.

      Responder
      1. Jonas

        Cara, se eles lembram tanto é pq doeu bastante…

        O próprio Federer nem deve ter se recuperado. Deu tudo de si, fez tudo que poderia e não derrotou Novak Djokovic.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Isso é raciocínio de torcedor de Futebol , caro Jonas. Jogou muito mas não ganhou , igual a seleção … Coisa de quem não sabe diferenciar os esportes. Becker ficou em êxtase , assim como Koch , por assistir um tênis de altíssimo nível. Tanto que foi selecionada entre as três melhores da história pelo Dalcim. E surprendeu a quem já esteve ali dentro, a performance do Craque aos 38 anos. Pra turma da Kombi que repete sempre os mesmos comentários , doeu muito e outras babaquices. Que se dane o altíssimo nível . As duas melhores partidas do Rei da Grama , foram em duas derrotas . E daí ? Somente manés não entendem . Abs!

          Responder
          1. Luiz Fernando

            Vc não é torcedor do Fluminense??? Então é torcedor de futebol kkkk. Aqui é diversão garantida kkkkk. Abs!!!

          2. Sérgio Ribeiro

            Incrível que somente posta bobagens . Sou torcedor do Flamengo e Zico o meu maior ídolo no Esporte. Daí a um Esporte coletivo ter alguma semelhança com um individual de altíssima precisão , somente na cabeça do mane’ ” diversão garantida ” do Blog há anos kkkkkkkkk Abs!

          3. Jonas

            Quem fica postando todo santo dia sobre essa final é o Rodrigo, caro Sérgio. É claro que ele não aceitou o resultado.

            Achei um excelente jogo, mas tecnicamente abaixo da final de 2008.

            Federer muito bem, Novak abaixo, inclusive mal na devolução. Mas é aquela coisa, Federer é um gênio mas precisa jogar melhor em pontos importantes. Contra jogadores de menor nível ele geralmente não precisa…só que a coisa aperta quando do outro lado tem Djoko ou Nadal.

            Veja que a galera nem fala tanto de físico ou idade quando se referem a essa rivalidade. Falam muito que Federer amarela pro Djokovic, o que eu acho exagero nesse nível.

          1. Jonas

            Você pode ter certeza de que nesse nível de competição aí…perder um título da maneira que foi…o cara fica com isso na cabeça por semanas…

          2. joao

            certeza. eu que sou domingueiro fico matutando a semana toda os erros e acertos dos meus joguinhos (no diminutivo mesmo), imagine esses gigantes.
            ok, se por um lado esses caras não podem ficar remoendo os pontos perdidos sob o risco de (se) perder e ser derrotado, duvido que esqueçam tao rápido uma derrota. Podem ate dar festas, sair para baladas, empurrar a tristeza para debaixo do tapete,mas esquecer? Nao analisar os erros e os acertos? Nao trabalhar em cima? Duvido.

        2. Sérgio Ribeiro

          O Suíço remoeu tanto a derrota , que Novak não viu a cor da bolinha no FINALS , na seguinte. E lutava pelo N 1 com Nadal. O Cara foi aplaudido o jogo inteiro em Wimbledon 2019. Becker já afirma que foi a melhor da história. E olha que o Alemão venceu 3 por lá. Abs!

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Nem de longe , caro Vitor . Somente porque venceu ? Ninguém mete 94 WINNERS no maior defensor , se não tiver jogado muito ou fazendo até coisas impossíveis. Acuar o Sérvio daquele jeito , em que o cara não conseguia nem ir a rede é pra poucos. Mas este foi melhor nos tiebreaks e letal. O Espanhol jogou muito também , mas um pouco menos que o Sérvio , a meu ver. Abs!

        Responder
    4. R.P.

      Jogou melhor e …

      PERDEU! KKKKKKKKKKKKK

      O mais hilário da situação é os federistas achar que isso é vantagem… KKKKKKKKKKKKKKK

      “Venceu, mas não convenceu”… Continue repetindo o mantra até a taça se desmaterializar da estante do Nolão e aparecer na Basiléia. Quem sabe, né? Kkkkkkkkk

      Responder
      1. Jonas

        Seria até melhor “inventar” que o suíço jogou mal…poderia colar.

        Mas não, os caras admitem que ele fez a partida da vida e perdeu.

        Responder
    5. DANILO AFONSO

      Nobres, tem algum psicólogo aqui no blog para ajudar o Rodrigo ??? Ele até hoje não conseguiu digerir a derrota do suprassumo Federer, continua até hoje pastando neste assunto. Estou começando achar que ele sofre mais com a derrota do que o próprio suíço.

      Se no futebol que é um esporte em que o volume de jogo é irrelevante, não importando quantos chutes a gol ou posse de bola que cada adversário teve, e sim a quantidade de bola na rede, qualquer pessoa sensata que acompanha o tênis há anos, não vai ficar se remoendo com a derrota do suíço sabendo que a regra com mais de 100 anos é bem clara, vence quem conquistar mais sets, e não pontos ou winers.

      Invés de querer desmerecer a vitória do Djokovic, procure saber se há registro na história do esporte de alguém, além do Djokovic, que tenha conseguido vencer 3 tiebreaks no mesmo jogo sem perder nenhum ponto por erro não forçado.

      Qualquer outro jogador tinha perdido aquela final para suíço, exceto o mais completo tenista que já segurou uma raquete de tênis, aquele que reuni como ninguém, equilibrado nível técnico, físico, mental e tático.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Bem,

        Psicólogo não cura mau gosto, né.

        E é só por isso que eu não vou recomendar um para você, Danilo. (rs)

        Novak ganhou sim, mas de forma medíocre e canastrona!

        Jogou exclusivamente para não perder, só isso.

        E foi melhor somente nos tie-breks, pois no resto da partida foi inferior em tudo.

        E tenho dito…

        Responder
      2. Gildokson

        É incrível como ele vira praticamente imbatível nos tiebreaks, e isso ja vem de um tempo, principalmente contra o Federer.
        Eu arrisco a dizer que se fosse contra o Murray ou Wawrinka ele teria perdido essa final.

        Em relação a dor da derrota… não sei o Federer, mas eu ainda choro toda vez que vejo algum video sobre WB kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
    1. Luiz Fernando

      Que pena, foi melhor, fez mais winners, fez mais aces, ganhou mais mais pontos, mas será q venceu o titulo? Acho q foi o outro, q venceu mais sets…

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Federer também correu mais do que Novak…

        É…Parece que, dessa vez, não foi o físico que fez o sérvio vencer. Mas, a precisão (habilidade técnica e emocional) nos pontos chaves.

        Responder
    2. Jonas

      Becker: “Mas depois Federer mostrou um nível absurdo durante todo o confronto e foi mesmo melhor jogador durante boa parte do duelo. Conseguiu fazer jogadas impossíveis e ainda assim perdeu”

      Sempre concordei com isso, 100%. Foi um jogo definido nos BIG points, o Djokovic venceu os três tiebreaks.

      Agora, as estatísticas mostram que Federer venceu mais pontos, fez mais winners, fato. Só que essa é uma visão geral, ele precisava ser decisivo nos big points e não foi. Fez uma partidaça e não levou.

      Nunca vou concordar com “vencedor moral” , porque isso não existe. A maioria neste blog assiste tênis há muito tempo pra saber disso.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Jonas, fui eu que falei pela primeira vez em ‘vencedor moral ‘ e hoje, com uma nova visão sobre as coisas, retiro o que disse.
        Federer foi melhor na maior parte do jogo e Novak foi melhor nos momento decisivos. Ganhou e fim de papo!

        Responder
          1. Gildokson

            Aí também não neh Jonas kkkkkkkkk
            Só pelo simples fato de (na minha opinião) ele ter sido medonho nos tiebreaks, terminando o jogo com aquela madeirada, ja não foi a melhor final jogada pelo suíço. E ao contrário de muitos aqui eu preferia o Federer la dos anos 2000, esse com certeza fechava esse jogo.

    1. Rafael

      Eu li. É uma pena que tenha de ser assim e não haja perspectiva de mudança, a não ser pra pior. Aliás, no meu modo de entender, o ser humano não muda, a não ser pra pior, em mais de 95% dos casos. Mas isso é apenas o que eu penso.

      Responder
      1. Manuela

        Tb acho que não mudam.
        Até o Miguel Bsb, que pelo que leio aqui é um cara esclarecido e inteligente, hj escreveu meninas do Morumbi ao se referir ao time do SP para provocar o LF…

        Responder
        1. Rafael

          Sim, sim,”meninas”, “bambis”, “pó de arroz”, etc. A mim, São Paulino, não incomoda, e imagino que o Miguel nem fez por mal, mas as “brincadeiras” são calcadas em adjetivos associando os jogadores e seus torcedores a homossexuais, com o objetivo de “diminuir” o ser humano, afinal o futebol é repleto de “machos”. Como se ser homossexual fosse algo ruim, algo como uma falha de caráter/personalidade, ao invés do que é, uma orientação sexual. E, por experiência pessoal, se vc levanta essa bola em uma roda de “amigos”, é mimimi, estraga-prazer, mal-humorado, etc. É um comportamento repulsivo enraizado há gerações, que as pessoas ou não percebem ou não dão bola, como se não fosse algo sério, que já custou e ainda custa muito sofrimento e vidas de pessoas. Às vezes desejo que essas pessoas tenham filhos nessa situação. O ser humano só aprende sentindo na pele.

          Não é que eu seja a favor do politicamente correto, não sou, mas homossexualismo, tom de pele e origem étnica são assuntos que não comportam mais “brincadeiras”, não nos tempos em que estamos vivendo. Tempos de conscientização sobre problemas seculares.

          Enfim, eu faço a minha parte no meu círculo pessoal e nas minhas redes sociais. E aqui. Cada um que bote a mão na consciência.

          Responder
  14. Luiz Fernando

    Esportes no FDS: 1) mais uma vez o grande artilheiro VAR contribuiu p a vitória do meu Real, q segue rumo ao titulo, talvez já nessa semana pode se sagrar campeão; 2) como Schumi e Senna, no molhado é onde a grande categoria de um piloto é exposta de forma escandalosa, Hamilton é um fora de série, não há como negar, embora eu não torça por ele; 3) nesse momento no Sportv passa o grande jogo final de W2019, aquele em q Federer fez mais winners, mais aces e Djoko fez mais… sets…

    Responder
  15. Vitor Hugo

    Acho justo o fim do ranking da grama. Se não tem ranking das hards ou saibro, não faz sentido ter no piso verde.

    Me desculpe, Sérgio! Es tricolor e estarei torcendo pro seu time contra o flamidia. Abs

    Responder
      1. Vitor Hugo

        Nunca dei tanta importância, achava uma bobagem. Mas já que o ranking da grama acabou, creio que é o mais justo
        Nunca comemorei aqui o fato de Federer ter sido beneficiado ou Nadal prejudicado, por exemplo.

        Responder
    1. DANILO AFONSO

      Isso Vítor !!

      Venha fazer parte da torcida tricolor (cores que traduzem tradição).

      Eu também não gosto de tenistas/times badalados e blindados pela grande midia, com exceção do Los Angeles Lakers na NBA que acompanho desde 1987 (reprises na Band).

      Responder
    1. Marcílio Aguiar

      Certamente! Uma das previsões mais conhecidas da Mãe Diná é que nasceria um menino na Basileia em 1981, que esse menino seria tenista e que chegaria a 12 finais no toneiro de Wimbledon. Entretanto, para que essa profecia se realizasse era imprescindível que o tradicional All england lawn tennis and croquet club criasse uma proteção toda especial para esse tenista, nas forma de um ranking da grama, porque do contrário ele não teria a mínima capacidade de realizar tal feito.

      Responder
        1. Marcílio Aguiar

          Se objetivo é provocar reações com teorias estapafúrdias que não mereceriam sequer um comentário eu cai como um patinho. De agora em diante eu vou aprender e responder somente comentários que tenha algum argumento minimamente válido. Muito obrigado por abrir meus olhos!

          Responder
      1. Marcelo

        E não param de chegar mais que caíram de para quedas. Bom para o tênis e Impressionante, mas os mais velhos as vezes se cansam dos mesmos “memes e mimis” de cada um que chega!

        Responder
  16. Luiz Fernando

    Esse autódromo da F1 deste e do último FDS era chamado de Zeltweg antigamente, pista q era de altíssima velocidade mas q foi “cortada” ao meio e agora é uma pista bem mais travada, com retas curtas, embora os melhores carros ainda consigam ultrapassar c a ajuda da asa móvel. Incrível essa história de 2 provas seguidas no mesmo circuito, é como se tivéssemos RG há uma semana e agora GR, pessoalmente acho um absurdo, mas nesse mundo ilógico marcado pela pandemia vale tudo…

    Responder
    1. Enoque

      Gostei desta segunda corrida na Áustria, vamos aguardar a Hungria, semana que vem e depois as duas em Silverston. Se o cara não gosta de F1, deixa pra quem gosta.

      Responder
      1. Rafael

        Pelo menos a pandemia foi erradicada na Su’ica, gra’cas as a Deus, afinal o maestro estava todo serelepe confraternizando com fans, cercado por eles, assinando bolinhas e almo’cando em restaurantes, alem de gravar comerciais para a Mercedes om equipe de 60 pessoas, tudo sem m’ascara ou qualquer distanciamento…

        Mesmo com o milagre su’i’co, o maestro deveria ter pensado nos pa[ises que ainda estao sendo duramente castigados e sofrendo com milhares de mortos, afinal ele eh um simbolo do esporte e exemplo para tanta gente….

        Perai, pq a OMS n soltou nenhuma nota sobre a erradicacao do covid na Suica?

        Responder
  17. Sandra

    Dalcim, uma dúvida , já que ninguém vai defender pontos até o final do ano , Djokovic pode chegar a quantas semanas como número 1?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não vai defender, mas pode acrescentar. Acho difícil Nadal ou Thiem chegarem nele, mas não é impossível. Se mantiver o posto, Djokovic deve alcançar a marca de Federer em fevereiro.

      Responder
  18. Thiago Silva

    As semanas na liderança só deveriam contar a partir do ano que vem, já que mesmo que o Djokovic nem jogue mais esse ano ainda pode manter a ponta até o final com pontos conquistados ano passado. Se ele bater o recorde do Federer com esse ranking esquisito vai ficar uma discussão eterna se foi ou não merecido. E o ranking do final do ano devia considerar apenas a pontuação dos torneios que serão realizados esse ano.

    Responder
    1. Jonas

      Não seria merecido se continuasse contando semanas com nenhum evento acontecendo.

      Qual a motivação do tenista jogar se não vale nada? Esses caras não jogam por dinheiro.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Como afirmamos há dois dias , caríssimo Thiago. A WTA acabou copiando a ATP. Como o Dalcim já explicou , não tem nada de esquisito. E outra , em 2005 Nadal já havia vencido 2 MASTERS 1000 nas duras . Muito longe de ser um Shapovalov . É só não ter preguiça e pesquisar quantos Títulos fora do Saibro o Touro já tinha ao Final de 2006 . Há muito já era o oponente mais perigoso de Federer . Podes crer. Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Caro Ribeiro, pare de insistir nessa lorota.

        O cara é nadalista e admitiu que aquela vitória isolada em 2004 foi ZEBRA. O espanhol de fato ganhou dois Masters no hard em 2005, mas foi mais um acaso, pois não conseguiu manter a consistência nos anos seguintes. Passou 2006 em branco no piso (Big Titles) e em 2007 faturou “apenas” Indian Wells fora da terra batida. Somente em 2008 fez semifinais no AO e no USO, tendo a primeira final e título tido que esperar mais uma temporada. O número 2 do mundo era assegurado basicamente porque ele ganhava TUDO no saibro até pegar a liderança.

        Entressafra 2003-2007 eterna, abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Repetindo PAlmeida. Jura que alguém que vence DOIS MASTERS 1000 em 2005 , e faz FINAL de WIMBLEDON em 2006 , foi por acaso ? Jura mesmo ? Você acha que cola ? kkkkkkkkkkkkkkk ? Depois o Dalcim pede moderar com um cara que desconhece a grandeza destes feitos e o Esporte como um todo. Faz que nem o outro. Fale de música rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Foi mais um acaso é diferente de por acaso. Claro que ele mereceu ganhar aqueles torneios, mas ficou provado depois que o buraco era mais profundo fora do saibro ainda. O Thiago Silva lhe mandou uma bela lista, então nem vou me alongar, kkkkk.

            Depois eu falo mais de música, abs!

          2. Jonas

            Mesmo sendo um “moleque” ele venceu masters 1000 e foi n2 do mundo. Pra vc ver como Federer tinha adversários à altura Ribeiro. É disso que o Sampras fala…

      2. Jonas

        Nossa cara, todo mundo sabe que o Nadal NÃO estava pronto no piso duro. No saibro sempre foi um monstro, mas ele é o GOAT com folgas nesse piso.

        O Nadal “adolescente” deu muita dor de cabeça ao Federer. Pra você ter uma ideia, se Federer se retirasse em 2014 (33 anos), ele carregaria um histórico geral de 10 x 23 contra Nadal. Em grand slam estaria 9 x 2 pro espanhol.

        Esse histórico se amenizou apenas a partir de 2017. Sim, o suíço com 35-36 anos…mas temos que ler que ele estava de bengala e sem condições nessa idade. Mas isso só vale quando ele perde mesmo.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          O ” Adolescente ” Hewitt foi N 1 do Mundo na mesma idade . Federer venceu Sampras em WIMBLEDON também aos 19. Becker venceu na Grama Sagrada aos 17 . E Nadal foi um N 2 muito próximo do Suíço em 2005. Esse papo de vocês já deu há muito. É melhor falar do ” cabelinho ” do Craque como fazia o senhor PCleto na época. Em vez de tentar diminuir o Touro rsrsrs . Abs!

          Responder
          1. Jonas

            Estamos falando do Nadal. Aquele rapaz q chegou ao ápice em 2010, mas sempre foi papai do Federer, mesmo com o suíço no auge.

          2. Jonas

            Pergunta pra você Ribeiro: o que Federer ganhou entre 2000-2002? Lembro q nessa época aí ele ganhou do Sampras…mas e os títulos?

        2. Paulo F.

          O Nadal adolescente fez coisas no piso duro contra o incensado e incriticável Federer que o mesmo NUNCA fez nem de perto no saibro contra o espanhol. Mal e mal uma coceguinha, como naquele isolado M1000 de Madri.

          Responder
          1. Jonas

            Federer tem apenas duas vitórias por ali…

            Já o Nadal tem vitórias em eventos muito maiores e em pisos favoráveis ao Federer, como WB, AO (por três vezes)…

      3. Thiago Silva

        Lista de finais do Federer na quadra dura/carpete de 2004 a 2007:
        2004
        Australian Open – Safin
        Dubai – Lopez
        Indian Wells – Henman
        Canadá – Roddick
        US Open – Hewitt
        Bangkok – Roddick
        Finals – Hewitt

        2005
        Doha – Ljubicic
        Roterdã – Ljubicic
        Dubai – Ljubicic
        Indian Wells – Hewitt
        Miami – Nadal
        Cincinnatti – Roddick
        US Open – Agassi
        Bangkok – Murray
        Finals – Nalbandian

        2006
        Doha – Monfils
        Australian Open – Baghdatis, isso mesmo, Baghdatis!!!!
        Dubai – Nadal
        Indian Wells – Blake
        Miami – Ljubicic
        Canadá – Gasquet
        US Open – Roddick
        Toquio – Henman
        Madrid – Gonzalez
        Basiléia – Gonzalez
        Finals – Blake

        2007
        Australian Open – Gonzalez
        Dubai – Youzhny
        Canadá – Djokovic
        Cincinnatti – Blake
        Us Open – Djokovic
        Madrid – Nalbandian
        Basiléia – Nieminem
        Finals – Ferrer

        De todo esse monte de finais que o Federer disputou nesses 4 anos, apenas duas foram contra o Nadal, muito pouco pra dizer que o espanhol incomodava na quadra dura.
        E nos slams de quadra dura o máximo que o Nadal conseguiu de 2004 a 2007 foi quartas de final duas vezes em sete chances.

        Responder
    3. José

      Poucos vão questionar o recorde dessa forma. Caso o façam, também seria honesto considerar que a ausência de Wimbledon e talvez do Us Open ajudaram o Federer a manter seu recorde de slams, porque Djokovic seria favorito nos dois. Então o recorde do Federer também ficará em discussão.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        A diferença é que as semanas de Roger foram garantidas, e Novak não é o único jogador no circuito. Não joga contra o vento. E por qual motivo ele seria favorito nos Estados Unidos sendo que Nadal tem mais títulos que ele e é o atual campeão? Menos, bem menos.

        Responder
        1. José

          “Menos, bem menos” vocês, federistas, que querem que nunca mais tenha tênis para que o Federer mantenha seus recordes. hahahaha

          Até aí o Federer tem mais WB também e Djokovic seria o favorito no torneio mesmo assim. Quem é o favorito para o Us Open, pra você? O Nadal? Nadal tem mais US Open mas todos sabem que DJokovic é favorito ali.

          E a questão é que a pandemia se deu justamente quando Djokovic estava em ótima fase. Seria como se tivesse tido uma pandemia em 2004, por exemplo. A pausa no tênis de agora ajudou o Federer a manter seus recordes. O Nadal, por exemplo, já teria 20 Slams hoje. E quanto mais o tempo passa, menos chance o Djokovic e o Nadal tem de ganhar Slams por conta da idade. Federer, quando tinha 33, 34 anos, não teve empecilho da pandemia, etc.

          Enfim, podem colocar parênteses no possível recorde do Djokovic. Mas é mais fácil ainda colocar nos de Federer, viu? Entressafra, pandemia, H2H pior contra seus maiores rivais.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Bahhh.

            Você só olha o lado do sérvio. Impressionante…

            Deixar de disputar 2 Grand Slams ajuda o suíço em que?

            Serão eventos em que o Nadal tem chances de igualar o recorde dele, e até passar.

            E o Djokovic, caso vença ambos, colar no suíço.

            Ou seja, para alguém que pretende proteger um recorde, passar 2020 em branco é péssimo.

            Pelo menos os outros dois não estão machucados e poderão jogar…

    4. Gildokson

      Essa vai ser a hora de nós torcedores do Federer não agirmos como eles e reconhecermos que com ranking normal ou não estava mais do que na cara que o sérvio ia somar essas semanas.
      Apesar de saber que se fosse o contrário… iam vim os “aliados” com diversas teorias tentando por o mesmo asterisco que eles tentam incansavelmente colocar nas conquistas do gênio suíço.

      Responder
    5. Paulo Almeida

      Torcedores do Federer não podem reclamar de absolutamente nada. Ele estaria fora de toda uma temporada sem pandemia e teria visto seus rivais ganhando vários títulos.

      Se o Djoko bater o recorde de semanas mesmo, ainda assim eu trocaria pelo hexa de Wimbledon em 2020 tranquilamente.

      Responder
    1. Luiz Fernando

      Gabi, os times brasileiros além de elencos modestos tem infraestrutura medíocre, esses dois torneios serão um desastre, tomara q eu me engane. Meu São paulo será um mero figurante, a não ser q eu esteja redondamente enganado. O Flamengo, time de melhor elenco é o grande favorito p tudo, se um determinado time sem mundial não vencer pra mim já estrá de bom tamanho…

      Responder
      1. Miguel BsB

        Não se esqueça que um “determinado time sem mundial” é o maior campeão de títulos nacionais disparado do país, ou seja, torça contra mesmo, porque esse time costuma faturar títulos domésticos…

        Responder
          1. Miguel BsB

            Série B, Série A, Copa do Brasil, já faturamos de tudo!
            Já as moças do Morumbi, não ganham nada há 12 anos, são virgens de copa do Brasil…
            TImeco que não após ano vai se apequenando…

  19. Luiz Fernando

    “Largar umas poucas partidas por aí”, essa frase já diz tudo acerca de quem a pronunciou, como esse cara de pau se mete a criticar os demais.

    Responder
  20. Maurício SP

    Dalcim, sobre essa mudança no cálculo do ranking, ela é proposta pela ATP (presidente e staff), mas só vale se o Conselho dos Jogadores aprovar, é isso?

    Responder
      1. Samuel

        Boa tarde, Dalcim

        Faço minhas as suas palavras.
        Considerando o potencial das equipes atualmente, de cada mil jogos o Flamengo venceria 999 vezes e o Fluminense venceria apenas uma partida. Única e exatamente o confronto de ontem;

        Samuel

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não acredito , caro Vitor . O Fla x Flu é “ o jogo que começou 40 minutos antes do nada “ , segundo Nelson Rodrigues. Possui o recorde MUNDIAL de público com incríveis 194.613 presentes na decisão de 1963 . E o Fluminense é o único time com mais vitórias sobre o Rubro-negro em decisões, com 8 x 4 em Cariocas . E várias de 1 x 0 e chamado de “ Timinho “ . A nosso favor somente o fato de Zico não ter participado de nenhuma delas rsrsrs. Abs!

      Responder
      1. Barocos

        Sérgio,

        Zico é um caso à parte no futebol brasileiro. Craque de bola, leal, craque na educação, craque no comprometimento. Nunca jogou no meu time, mas que dava gosto de assistir aos jogos do Flamengo na década de 80, isto lá dava. Timaço, na minha opinião, o melhor time brasileiro que vi em campo. Infelizmente, o seu comportamento e profissionalismo, parece, não influenciou a geração atual, talvez por terem sido excessivamente adulados ainda muito novos.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Pois é, Barocos . Mas numa enquete com internautas , este Time de 2019 , supera aquele timaço de : Andrade , Adílio e ZICO . Tita , Nunes e Lico . Eu somente fico rindo , amigo. ABS !

          Responder
      2. Vitor Hugo

        Mas tu me respondeu de madrugada, então já sabia do resultado. Rs. Veremos a final como vai ser. Torce para qual time? Vou torcer pro Flu.

        O Flamengo tem um time muito melhor e estava treinando a mais tempo que o fluminense, então pensei que iria golear.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Cara , na boa . Você não lê mesmo os Posts rsrsrs . Depois de todo esse tempo me perguntar pra quem eu torço ? O texto foi pra mostrar que o Fluminense sempre em seus piores momentos apronta contra o Flamengo. E quis o destino que um impiedoso artilheiro pra cima do Flu ( em dois 4 x 1 , marcou SETE ) , não fez FINAL contra o próprio . Mesmo assim contra a “ Máquina Tricolor “ em 76 , 4 x 1 no primeiro turno com 4 do Galinho. O Flu levou o título encima do Vasco pra alegria de Rivellino e CIA. A chance do Fla não levar o Caneco em mais dois jogos é pequena desatento Vitor rsrsrs . ABS !

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            PS. Zico é o maior Artilheiro da História dos Fla – Flu com 19 gols. Cinco a mais que o tricolor Hércules. Abs!

  21. Maurício Luís *

    Vendo o vídeo do primeiro título de Wimbledon da Martina Navratilova, e depois o jogo dela contra a Billie Jean King, ela não me pareceu musculosa. O que eu estranho é que a partir de um dado momento ela passou a exibir braços muito fortes, veias saltadas, assim, meio que num curto espaço de tempo. Nunca foi pega no antidoping, mas na época os testes não eram tão abrangentes quanto hoje.
    Não sei se realmente uma mulher pode ficar tão forte assim só praticando exercícios. O que eu acho que pesa a favor dela é que hoje em dia ela parece bem de saúde, inclusive continua jogando como veterana. Geralmente quem faz uso de substâncias proibidas costuma ter a saúde prejudicada no futuro.
    **** GRIPEZINHA QUALQUER?****
    Assim que o Bolsonaro começou a passar mal, uma das primeiras providências dos médicos foi tirar uma chapa do pulmão dele.
    Ué… mas precisa disso quando a pessoa pega uma gripezinha qualquer?

    Responder
    1. Gabi

      Muito bem observado.
      Não sei a resposta sobre a Navratilova.
      Sobre nós mulheres falo por mim: barriga, braços, quadríceps etc “tanquinhos” são construídos muito mais na cozinha do que na academia…

      Responder
      1. Marcelo

        Tive amigas que nasceram com o físico avantajado (do ponto de vista muscular) e são assim desde muito cedo. Formação, conhecimento, exercícios e alimentação só melhoraram a performance delas nos esportes (ambas se engajaram e <<> tem projeção internacional nas respectivas modalidades, mesmo tendo alcançado os 50 anos de idade. Também concordo com você que saúde (e o físico) se constroem na cozinha (Dr. Lair R. e seus ensinamentos que o digam). Mas nos anos 70, me parece que o mundo está meio que “tomado” pela novidade dos esteroides-anabolizantes para melhora da performance, e eu não estria surpreso se ela fizesse uso para melhorar a performance. Outra possibilidade é que naturalmente, o nível de testosterona dela seja mais alto que o normal, devido a própria fisiologia. Mas são só palpites!

        Responder
        1. Gabi

          Muito obrigada pelo complemento.

          Só duas observações:
          1. antes que pensem errado, eu mesma nao sou nada tanquinho rs. Estou em forma e magra. Alimentação equilibrada é a chave da saúde física e mental.
          2. não à toa mulheres e atletas mulheres têm muito mais transtornos alimentares que homens.

          Responder
  22. Caio Cesar

    Boa tarde, Dalcim.
    Será que essa será a grande chance do Nadal de finalmente ganhar o Finals, pois provavelmente não chegará com problemas físicos??
    E a minha impressão é que, se tivesse ganho WB19, talvez Federer teria se aposentado com essa nova cirurgia. O que acha?
    Grande abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, é uma temporada econômica em desgaste e isso poderá ajudar muito Nadal. Quanto ao Federer, acho que ele estará em atividade enquanto se sentir competitivo. Assim, se a nova cirurgia não lhe der a confiança ou se o retorno for muito difícil em 2021, aí sim acredito no adeus.

      Responder
  23. Luiz Fernando

    Djoko cometeu erros em relação a pandemia, não há como negar. Claro q alguns oportunistas exageraram, inclusive aqui no blog. Ponto final, assunto encerrado. É outro q talvez não vá ao USO como ele declarou, e olhe q como teve a doença teoricamente está protegido, mas hj o q reina é a incerteza, mesmo os torneios europeus não estão garantidos…

    Responder
  24. Gabi

    Times da NBA começaram a chegar em Orlando. Deverão fazer quarentena de 36 a 48hs nos seus quartos e testar negativo 2x p/ o coronavirus, antes de iniciarem os treinamentos. Definitivamente o clima não é de festa na Disney.

    Responder
    1. Manuela

      Definitivamente não é de festa, ainda mais que Kevin Durant, Kyrie Irving e DeAndre Jordan do meu Brooklyn Nets não estarão la…

      Responder
          1. Gabi

            Agora que me separei, seria uma ideia muito boa mesmo…Mas, né, nem pensar em sair de casa e muito menos viajar…

  25. Marcelo

    Talvez a lógica que alguns tenistas (inclusive o NAdal) possam usar para “pular” os torneios em US seja: “Se eu for, os riscos de contrair a COVID seja alto. e SE eu contrair, por mais leve que seja, ficarei fora de combate por 2 a 3 semanas. Neste contexto, podem até avaliar pular mais torneios. Como o Sérvio já contraiu, talvez ele tenha preocupações diferentes para fazer a escolha dos torneios. Em resumo: tenistas que já contraíram o COVID levam uma vantagem na escolha dos torneios. Grande chance par alguns. LEmbro de: Djoko, Dimitrov e o Wild. Alguém tem mais nomes?

    Responder
  26. Sérgio Ribeiro

    E a opinião do N 1 ( com justiça ) aos Sites Europeus , é pra mim definitivo . Totalmente favorável ao critério da ATP. De bizarro , não tem nada. Já afirmávamos quando da interrupção, que uma Temporada inédita e totalmente atipica , teria que ser tratada como tal. Não vi ninguém reclamar , a não ser os “ torcedores “ de arquiba. Rafa Nadal , como prevíamos , deve fazer o caminho mais propício para cravar o vigésimo SLAM . Via Saibro e nada de quadras duras . Além do desgaste aos 34 , temos lá a pior situação do Vírus. Novak pode surpreender , e optar pelo mesmo caminho. Não está nada animado com as aparentes condições desfavoráveis do USOPEN. E cabe realmente a Thiem , Medvedev , e CIA disputarem tudo que puderem. Podem entrar 2021 brigando pelo N 1 , coisa que tem a obrigação de botar na alça de mira ou como maior meta. O prejuízo pra turma de baixo com menos ATPs menores , será recompensado por um fundo. Duvido que a WTA não copie tudo. A conferir ! Abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nada muda, Wagner. O ranking continua sendo a porta de entrada para os tenistas, conforme os torneios que quiserem disputar. Claro que no momento se imagina uma diminuição grande nos torneios de nível ATP 250 e challengers, e isso criará dificuldades para quem está mais abaixo do ranking. Isso aliás é objeto de muita discussão no circuito e foi o motivo que levou o US Open a determinar verba de US$ 6 milhões, que será repassada a ATP e a WTA, para compensar esses jogadores. Essa ‘estagnação’ do ranking também visa não prejudicar muito esses jogadores.

      Responder
  27. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,só uma dúvida em relação a isso…
    Berretini por exemplo foi semi do us open ano passado
    -Se ele não jogar ele permanece com a pontuação
    -Se ele jogar e perder antes da semi ele continua com sua pontuação
    -Se ele perder na semi ele continua com sua pontuação
    -Se ele fizer final por exemplo,ele ganha 480 pontos(1200-720)
    Tá certo essas contas?

    Responder
  28. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,você não acha “perigoso” Nadal e Djokovic “entregarem” o Us Open para a nova geracao,correndo o risco de algum jovem,com grand slam no currículo despontar no circuito?
    Ou um título de slam sem o sérvio e o espanhol não dá a confiança necessária a next gen?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que não é essa necessariamente a preocupação deles, Lucas, mas sim o risco para a própria saúde. E se alguém ganhar um Slam fora do Big 3 ou Big 4, o que mudará na carreira deles? Nada. O ponto que pode pesar é a chance de somar mais um troféu de Slam na briga particular que têm com Federer pelo recorde.

      Responder
  29. Carlos Andrade

    Federer está indicando que vai se aposentar. Esperto, vai sair fora pra não apanhar mais de Djokoking.
    Já o baloeiro…. Se apanhar mais umas duas ou três pede pra sair tbm! Freguês!

    Responder
    1. Marcelo

      Se ele indicou que se aposente “agora”, de repente, talvez possa ter relação com a cirurgia que ele fez, da qual pouso se sabe sobre o resultado. Não acredito que nenhum dos jogadores do “Big 3” entregue nada de graça, nem a aposentadoria.

      Responder
      1. Barocos

        Heitor,

        Nem você e nem ninguém que goste realmente e principalmente de tênis. Claro, alguns torcedores fanáticos podem querer vislumbrar um cenário melhor para os seus favoritos a partir deste ponto, ainda, hipotético, o que acho lamentável.

        Ainda sonho com uma final olímpica entre Djokovic e Federer (vou torcer para o sérvio) e mais uma final de Wimbledon (não precisam ocorrer no mesmo ano) entre ambos (vou torcer para o suíço). Seria um belíssimo canto do cisne para o helvético e um mais do que merecido coroamento da carreira brilhante (que cá para nós, nem precisa disto para ser tão espetacular quanto já o é).

        Sinceramente, do meu ponto de vista, deveríamos elogiar e adorar os grandes rivais dos nossos tenistas favoritos, pois que a grandeza destes impulsiona a de quem admiramos para níveis ainda maiores e vice-versa.

        Muitos esportes experimentaram épocas de ouro, estamos assistindo aos capítulos finais da do tênis.

        Responder
  30. Rodrigo Azevedo

    O Wilander nunca apreciou de fato o tenis do sérvio, na verdade tenta diminuir o suíço. Essa posição de ícone maior do esporte incomoda alguns ex-tenistas.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Não vejo sentido no que você escreveu, Azevedo…

      Se o próprio Wilander não poder ser esse suposto ícone do esporte, então que diferença faria o Federer ser?

      Então, de acordo com você, se o ícone não for o Federer, mas for o Djokovic, fica tudo bem pro sueco?

      No mínimo curiosa essa colocação…

      Agora, se você me disser que o sueco acha o jogo do suíço mais bonito. Ok, posso concordar.

      Afinal de contas tirando os djokovistas mais devotos, quem não acha?

      Responder
  31. Rafael

    Dalcim, indo direto ao ponto: Pra vc qual será os torneios de Djokovic e Nadal neste recomeço?

    Minha opinião:
    Djokovic: Cincinnati, US Open, Roma e RG
    Nadal: Pula os 2 dos EUA e vai pro saibro todo (Madri, Roma e RG). Mas não descarto a hipótese dele jogar Madri, como anunciou, descansar Roma, pois é o campeão pra ir 100% para RG.
    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Também acho que Nadal não vai ao piso duro, tentará se preservar para o saibro e jogará sim os três eventos, porque ele gosta de muito ritmo no saibro. Djokovic deveria apostar mais nos EUA, com Cincinnati e US Open, e se ele fizer isso certamente vai pular Madri e talvez até Roma, preservando-se para Roland Garros.

      Responder
      1. Gabi

        Faz muito sentido.

        Lendo essa ordem dos torneios de repente me deu um nó na cabeça… já que estava acostumada com o calendário até ano passado ehehehe

        Responder
  32. Marcelo

    Acredito que na volta, ou me engano, ou Federer pode ser considerado carta fora do baralho para o TOP 5, na minha humilde opinião. Sem diminuí-lo, ele está as portas dos 40 anos, voltando de contusão. Mas e os outros? Essa parada deve enterrar a carreira de alguns e trazer a tona a carreira de outros. Eu ainda não apostaria em ninguém. Dalcin, vc ‘arriscaria’ algum prognóstico? (no momento, poderíamos chamar de palpite, dentre os que mais caem e mais sobem). Acredito que Delpo, Wawrinka, Federer devem ser os mais prejudicados, e ouviremos mais de Aliassime, Thiem e Tsitsipas. Djoko manterá o topo e Nadal uma incógnita, devido a idade. São apenas palpites

    Responder
  33. Luiz Fernando

    Começo a considerar a possibilidade de Rafa não ir aos torneios americanos e se dedicar ao saibro, embora julgue q se houver boa condição sanitária ele dificilmente desistirá do USO. Como cabeça 2 terá, em teoria, uns 2 jogos tranquilos em NY p pegar ritmo e nesse ano tudo pode acontecer pois a lógica está abalada em qualquer torneio, inclusive RG.

    Responder
  34. Paulo Almeida

    O rei do tênis DjokoGOAT, campeão moral de Indian Wells, Miami e Wimbledon, recebeu um pequeno prêmio de consolação para seguir firme em busca do recorde de semanas como número 1. É o mínimo para esse gênio das quadras, o maior prejudicado com a pandemia.

    Entre a opinião birrenta do “Panaka” (who?) e a do grande Wilander, é óbvio que fico com a segunda.

    Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Então, caro Dalcim ? Sabemos que Sampras não falou nada de “ entressafra “ . Muitos anos depois da “ suposta“ , ele disse apenas que Federer não teve oponentes a altura ( cansou de perder pros caras ) . Não entendo picotar comentários dirigidos ao glorioso “ diversão garantida “ . Este não faz a menor questão de não sê-la rs Abs!

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Reforço o que disse centenas de vezes, Sérgio: não é preciso (nem conveniente) depreciar alguém para mostrar um ponto de vista. Minha batalha para isso continuará.

          2. Luiz Fernando

            Sergio p evitar melindres, vamos utilizar o termo do Sampras p a situação em questão: Federer não tinha adversários a altura em determinado momento…

          3. Sérgio Ribeiro

            Então, tá bom. Rafael Nadal não venceu Roger Federer no MASTERS 1000 de Miami 2004 . O Suíço não era o N 1 do Mundo ao FINAL desta Temporada. O Espanhol não era o N 2 do Mundo já em 2005 . E do N 3 ao N 8 , não eram Roddick, Hewitt , Davydenko, Nalbandian, Agassi e Coria . Com Safin já TOP 11. Quem desses caras não venceu Federer ? Ou seja , o L F e a Turma da Kombi estão certos e Sampras não foi no mínimo desrespeitoso com o Cara que o bateu em Wimbledon com apenas 19 anos. Abs!

          4. Thiago Silva

            Pegar uma vitória isolada do Nadal em 2004 não prova que ele já tava pronto no piso duro. O Coric com 18 anos venceu o Nadal duas vezes e até hoje não engrenou, o Shapovalov também venceu o Nadal em Montreal em 2017 e tá até hoje sem ganhar nada. Aquela Vitória do Nadal em 2004 foi só mais uma zebra de um garoto corajoso jogando sem nada a perder. Ele só foi começar a incomodar de verdade a partir de 2008.

          1. Luiz Fernando

            Sabe q eu sinceramente entendi vcs, Rafa provocou muito sofrimento só bater Federer de forma sistemática kkk…

  35. Enoque

    Estou colocando o texto aqui, agora que é o tema, e complementando.
    Quase não acredito no critério maluco adotado pela ATP, pontuação será com base nos 22 meses de março de 2019 até dezembro de 2020, pegando apenas 1 resultado para cada torneio. Isto vai determinar a escolha do calendário de cada jogador, como um jogo de xadrez. O Nadal já tem garantido os 2.000 pontos no USO e RG, então não vai se desgastar, participando do USO, que não trará nenhuma possibilidade de aumento nos pontos, só iria se fosse franco favorito para amealhar mais 1 Slam no currículo, um vice ou menos não traria nenhuma vantagem, só desgaste. Nos torneios de saibro já tem garantido toda a pontuação de 2019, então vai jogar apenas os torneios que não ganhou, mais, evidentemente RG, já que é favorito, e se poupar naqueles que já tem a pontuação máxima. Já Djoko deverá participar do USO, onde não foi bem e nos torneios de saibro que não ganhou e evidentemente RG. Basicamente, os torneios que interessam ao Djoko, não interessa pro Nadal e vice versa. Assim, deverão se encontrar muito pouco até o final do ano, RG e mais 1 ou outro. O mesmo critério deverá ser seguido pelos outros integrantes do Top 5. Ninguém vai querer participar de um ATP 500, que já ganhou em 2019, só pelo dinheiro. Claro que o Nadal já confirmou Madrid, onde não ganhou, mas não deve ir a Roma, onde ganhou. Fica a dúvida do Nadal em Cincinati, onde não pontuou, mas ficaria estranho jogar Cincinati e não jogar USO. Pro Djoko, Madri não interessa, em Roma foi vice e talvez não vale o desgaste pra somar mais 400 pontos, só se servir de preparação pra RG. Ou seja jogo de xadrez.

    Responder
    1. Marcelo F

      Discordo de você Enoque, com todo o respeito. Nadal não está nem aí para ranking, a essa altura da carreira. Não quer “defender” pontos. Ele quer é o recorde de Grand Slams. Por isso acho que ele vai tentar até o ultimo momento ir para o US Open. Quem liga pra ranking (e com razão) nesse momento é o Djokovic, que está às portas de bater o recorde do Federer. Depois não vai ligar também. Pra esses três, não faz muita diferença o ranking. O que eles querem é jogar os grandes torneios.

      Responder
      1. Enoque

        Fazendo analogia com o futebol, claro que um time grande quer ganhar o clássico com seu grande rival, mas, a vitória do torneio ao final do ano é mais importante. Clássicos, terão outros mais a frente, mas, o título do ano fica na história. Eu poderia apostar que o Nadal não vai participar do USO, se tiver errado, vou fazer questão de me redimir e dar total razão aos suas colocações, pode anotar.

        Responder
  36. ABEL AFONSO

    Desde o começo eu achava que os torneios deveriam ter sido zerados conforme fossem sendo ultrapassadas as datas.
    Agora estão fazendo uma grande colcha de retalhos e favorecendo desigualmente os os top ranqueados.
    Dalcim, vendo esta bagunça completa agora não acha que o congelamento foi ruim?
    poderemos ver um ranking que não representará o esporte no presente e sim o passado. O que na minha visão desmoraliza o esporte.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a regra está igual para todo mundo, então não vejo necessariamente um favorecimento. A solução, me parece, foi buscada para deixar todo mundo feliz, tanto os que não querem jogar como os que pretendem fazer o máximo de torneios.

      Responder
      1. Valdir'

        O problema pra mim é que esse tipo de solução dificulta pra quem está tentando subir no ranking.
        É a mesma crítica de quando o Nadal vinha com aquelas ideias de “ranking de 2 anos” bla bla bla. Favorece muito quem já está no topo x quem vai subir.
        Federer vai ficar quase 1 ano sem jogar e não vai sair do top10, imagina quem jogar.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          O tênis – e todos nós – vivemos uma momento excepcional, então eu tenho de concordar que a ATP tome medidas excepcionais. Se mantivesse a queda de pontos, iria obrigar os jogadores a disputar determinados eventos e puni-los se eles tivessem restrição por questão de saúde, então acho que a solução encontrada não foi tão ruim assim. Só vai subir no ranking quem fizer um resultado acima – eu até diria muito acima – do que fez em 2019, então terá mérito nisso. Abs!

          Responder
  37. Gildokson

    Mais um post interessante Dalcim, agora é só aguardamos os comentários sobre a mononucleose do Federer la em 2008. Ou sobre o ranking da grama, ou sobre como Federer ganhou seus primeiros títulos em cima de jogadores de basquete… ou sei la mais oq kkkkkkkkk

    Responder
  38. HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

    Dalcim,
    “”Não haverá ranking da temporada”” para efeito de seleção dos 8 tenistas que disputarão o ATP Finals.
    O site da ATP Tour não apresenta os líderes da temporada.
    Fica a dúvida se haverá ao final de 2020, o nº 1 da temporada.
    Saberia informar ??

    Responder
      1. João Carlos

        Entao o big 3 permanecerá cada um com suas 5 temporadas como n.1? Nadal /Djoko n somarão a 6a temporada como n 1? Essa é a 1a interpretaçao do divulgado? . abc

        Responder
      2. HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

        Não havendo ranking da temporada 2020, Nole e Nadal são prejudicados,pois um dos 2 poderia alcançar o recorde de Pete Sampras.
        Parece-me equivocado, pois haverá ( caso a pandemia não recrudesça ) 3 Slams, diversos master-1000, Finals, etc….

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Mas não ter ‘ranking da temporada’ não mudará nada, Hilario. Porque o ranking da temporada sempre se iguala ao ranking tradicional ao final do ano. Como nesta temporada está tudo atípico, o ranking da temporada será desconsiderado e só valerá o ranking tradicional. Quem terminar 1, será 1 ao final do ano como sempre foi.

          Responder
  39. André M.

    Dalcim, gostaria de entender o que você quis dizer com Djokovic “se arriscar” a ir pro US Open. Imagino que nada tenha a ver com a pandemia, uma vez que Djoko já tem anticorpos para a Covid-19, o que o torna imune pelo menos até o final do ano. Seria uma referência a algum desgaste físico? Se realmente Nadal não for ao US Open, o que parece cada vez mais provável, o sérvio seria o favorito absoluto ao título. Aí ele poderia ver o que faria com os Masters do saibro, mas idealmente pularia Madri e iria direto pra Roma, como preparação pra RG.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não há garantia dessa imunização, André, ao menos é o que dizem os estudos até aqui. E sim, me refiro justamente à viagem e ao risco dele e de sua equipe.

      Responder
      1. Barocos

        Carlos,

        Existem muitas coisas que não se sabe sobre este vírus. Por exemplo, não se sabe se uma primeira exposição, seja por vacina ou pelo contato com o vírus, garante imunidade por um longo período ou não. Os dados estão ainda sendo avaliados pelos cientistas. Existem diversos casos documentados de pessoas que adquiriram a doença (covid-19), pareciam estar curadas e, após um tempo, desenvolveram um quadro complicado, inclusive com algumas sucumbindo.

        Ainda, o vírus é de RNA, assim como o vírus da gripe, o que significa que alguma cepa que vier a se tornar dominante pode exigir mudanças na vacina, como acontece com as vacinas disponibilizadas anualmente contra a gripe, que é uma espécie de coletânea de várias cepas presentes no ano anterior. Os objetivos são dois, prevenir uma ressurgência das cepas do ano passado e, ao mesmo tempo, estimular o sistema imunológico das pessoas. Como as mudanças de um ano para o outro não costumam ser muito grandes, espera-se que as vacinas atinjam um elevado grau de proteção. O maior receio, é que, em uma parte das pessoas, uma segunda exposição gere consequências graves, como aconteceu com as tentativas de produzir uma vacina contra a dengue.

        Sendo mais direto, ainda não se sabe se a tal primeira exposição imuniza ou não, mas, mesmo que a imunização não seja total, existe uma grande possibilidade que a vacina forneça justamente a estimulação necessária ao sistema imunológico para que o número de casos mais graves e óbitos sejam grandemente reduzidos.

        Caso você queira, posso fornecer um modelo teórico simples para exposição a agentes patogênicos que considerem a carga viral x primeira resposta, muito similar à modelos de combate em batalhas. Serve bem para entender o quadro de evolução em um indivíduo (mas não em uma população).

        Medicina não é física e muito menos matemática, seus principais métodos investigativos, ainda que baseados no método científico, são muito dependentes de dados estatísticos sobre modelos incompletos, ou seja, são grandemente observacionais.

        Recordo-me que você contou que resolveu ignorar os conselhos médicos num quadro grave de saúde que enfrentou e que se curou. Isto é maravilhoso, mas, usando dados estatísticos, se todas as pessoas resolvessem fazer o mesmo, o número de complicações graves seria muito maior do que o são seguindo os conselhos médicos.

        Responder
      2. Miguel BsB

        Ninguém falou que a vacina para a COVID imuniza, nem que vai funcionar…
        A esperança é essa, mas não há nada garantido…
        Nem que contrair o vírus garante imunidade para novas infecções.

        Responder
          1. Miguel BsB

            Você que está afirmando que a infecção pela COVID não imuniza, e que, portanto, a vacina tb não imunizaria.
            O que eu e o Dalcim escrevemos é que ainda não há COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA de que uma vez infectado, o indivíduo estaria imunizado, o que é bem diferente…

          2. Paulo R

            eu não afirmei nada, perguntei. Ninguém sabe se contrair a doença imuniza e tampouco se a vacina imuniza.
            Vá descontar tua raiva em outro

      3. Groff

        Ainda estamos aprendendo sobre o comportamento do vírus. Se não fôssemos uma sociedade que só pensa no lucro e tivéssemos continuado a trabalhar com o coronavírus da SARS, hoje saberíamos mais e teríamos provavelmente condições de ter tido vacinas rapidamente, porque há indícios de que o vírus veio para ficar, como o da gripe. O que posso dizer é que as vacinas (no mínimo as iniciais) não vão ser feitas para você não se infectar, e sim para que seu sistema imune tenha uma resposta melhor e você não desenvolva um caso grave (para que o quadro fique mais próximo de uma “gripezinha”, parafraseando o que um certo ser imbecil disse uma vez). Espero ter ajudado. 🙂

        Responder
  40. Rafael Azevedo

    Dalcim, estão dizendo que essa nova regra de pontuação favorece os melhores rankeados. Acredito que se deve ao fato de que não precisam defender os seus pontos. Porém, por outro lado, como você falou, os tops poderão “se dar ao luxo” de não disputar alguns torneios. Isso não dará chances para os tenistas de ranking mais baixo somar mais pontos?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, mas veja que os tops podem nem jogar e ainda assim vão manter os pontos de títulos ou finais. Ou seja, os que vêm atrás terão de ganhar torneios grandes se quiserem se aproximar.

      Responder
  41. Rafael Azevedo

    Eu acho que, na verdade, o Djokovic foi o principal beneficiado. Claro que já estava difícil para o Nadal tomar o nº1, mas havia a (pequena) possibilidade de o sérvio perder pontos (indo mal nos torneios, ou não jogar, por contrair Covid-19, por exemplo) e o Nadal conseguir defender os seus pontos. Mas, agora, é impossível que o Novak seja ultrapassado.

    Considerando o calendário já confirmado, Djokovic pode somar (muitos) pontos no USOpen, RG, Cinccinati e Roma (este último, só se for campeão). Já o Nadal, só poderá somar em Cinccinati e Madri (neste último, para somar uma quantidade significativa de pontos, teria que ser campeão).

    Ou seja, mesmo que o Novak vá mal ou não jogue alguns torneios, baste ele vencer algum desses torneios citados acima (o que é bem possível).

    Claro, se for considerado a defesa dos pontos, o Nadal é o grande beneficiado e está com o nº2 garantido, mas, considerando a busca pelo topo do ranking, Nole está sorrindo à toa.

    Responder
  42. R.P.

    Nadal somará pontos em Madri (certamente) e Cincinnati (talvez). Djoko poderá somar em Cincinnati (tem q chegar à final, pelo menos, mas compensa chegar “cansado” ao US Open?); somará no US Open (certamente, SE tiver torneio) e em RG se chegar à final (acredito que jogará Madri só se não for finalista do US Open e não joga Roma. Djoko só perde a liderança se fizer campanha desastrosa nos EUA e Nadal jogar Cincinnati e melhorar Madri, porém, a diferença de pontos, para um lado ou para o outro, será bem menor com este critério bizarro.

    Responder

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