Os melhores golpes do tênis profissional (parte 2)
Por José Nilton Dalcim
9 de junho de 2020 às 15:11

Não foi nada fácil incluir mais estes quatro tópicos na minha lista dos melhores golpes do tênis profissional e contei com a ajuda imprescindível de Felipe Priante e Mário Sérgio Cruz. Como da outra vez, comentarei principalmente os primeiros colocados ou as dúvidas de cada item.

BACKHAND DE DUAS MÃOS
Não houve dúvida quanto aos primeiros colocados, mas foi um tanto doloroso tirar Borg e Connors, porque eles tiveram sucesso em quadras muito velozes. Como o feminino praticamente todo joga assim, ficou mais difícil e confesso quase não ver diferença entre elas todas.

Masculino
1. Novak Djokovic
2. Andre Agassi
3. David Nalbandian
4. Marat Safin
5. Andy Murray
Menções honrosas: Bjorn Borg e Jimmy Connors

Feminino
1. Serena Williams
2. Kim Clijsters
3. Monica Seles
4. Na Li
5. Victoria Azarenka
Menções honrosas: Garbiñe Muguruza e Maria Sharapova

SEGUNDO SERVIÇO
É preciso avaliar eficiência, variação, coragem nesse item. Provavelmente Nick Kyrgios teria lugar aqui. O feminino privilegiou as mais agressivas.

Masculino
1. Pete Sampras
2. Roger Federer
3. Novak Djokovic
4. John Isner
5. Andy Roddick
Menções honrosas:  Mark Philippoussis e Rafael Nadal

Feminino
1. Serena Williams
2. Venus Williams
3. Pam Shriver
4. Hana Mandlikova
5. Lindsay Davenport
Menções honrosas: Petra Kvitova e Sabine Lisicki

TOQUE
Certamente o tópico mais controverso, e acabei deixando de fora Dustin Brown e Fabrice Santoro. Provavelmente irão contestar a presença de Nadal, mas acho muito justo. O feminino foi um pouco mais fácil, mas quase esqueci da Billie Jean.

Masculino
1. Roger Federer
2. Nick Kyrgios
3. Rafael Nadal
4. Benoit Paire
5. Marcelo Ríos
Menções honrosas: Fabio Fognini e Gael Monfils

Feminino
1. Justine Henin
2. Martina Navratilova
3. Martina Hingis
4. Agnieszka Radwanska
5. Amélie Mauresmo
Menções honrosas: Bethanie Mattek-Sands e Billie Jean King

PASSADA
Todos muito próximos, mas o espanhol ainda me parece o melhor. Muita gente da velha guarda, já que se jogava muito mais na rede então. Idem para o feminino, onde os dois primeiros postos me parecem indicutíveis.

Masculino
1. Rafael Nadal
2. Novak Djokovic
3. Bjorn Borg
4. Jimmy Connors
5. Andre Agassi
Menções honrosas: Ivan Lendl e Andy Murray

Feminino
1. Steffi Graf
2. Chris Evert
3. Arantxa Sanchez
4. Conchita Martinez
5. Simona Halep
Menções honrosas: Angelique Kerber e Serena Williams

DEVOLUÇÃO
Outro item que me pareceu óbvio e talvez a ordem aqui ou ali possa ser mexida. Ou quem sabe acrescentar Tracy Austin nas meninas.

Masculino
1. Novak Djokovic
2. Andre Agassi
3. Jimmy Connors
4. Andy Murray
5. David Nalbandian
Menções honrosas: Bjorn Borg e Lleyton Hewitt

Feminino
1. Serena Williams
2. Monica Seles
3. Steffi Graf
4. Victoria Azarenka
5. Kim Clijsters
Menções honrosas: Chris Evert e Martina Navratilova

Na última série, vamos falar dos outros elementos que não são golpes: movimentação, resistência e mental.


Comentários
  1. Evaldo Medeiros

    Dalcim, em um comentário recente seu, você mencionou que o Thiem, ao contrário do Nadal, tem umas quedas bruscas de intensidade. Verdadeiros apagões. Mas independentemente disso, a pergunta que não quer calar é: ele já está pronto para bater o Nadal em Roland Garros? obs.: levando-se em consideração que os dois entrem para jogar em semelhantes condições físicas, e não o que aconteceu ano passado.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que ele sabe o que fazer – ele treina muito com o Nadal -, mas se conseguirá fazê-lo, ainda mais sob pressão, é outra história.

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  2. Paulo F.

    Segue a dureza dos fatos: enquanto POSTULAM que Thiem é o segundo maior jogador do saibro, o FATO é que seu ÚNICO grande título conquistado até aqui é o M1000 de IW de 2019, torneio de PISO DURO e, ainda por cima, contra o Incriticável.

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  3. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,com a iminente confirmacao da realizacao do us open,voce acha que continua viavel esses torneios exibicoes realizados no saibro ou grama?Voce nao acha “pouco inteligente” os tops como djokovic,thiem e zverev jogando no saibro enquanto outros como tsitsipas jogam no piso duro,parecido com o us open…

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  4. Oswaldo E. Aranha

    Os torneios de tênis estão começando, não só na Sérvia como na República Tcheca; não é questão de concordar ou não e sim de constatar, antes de criticar a ou b.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Vá ao SITE OFICIAL de WIMBLEDON 2017 , após a conquista do Torneio. ” Roger e’ aquele tipo de jogador que nasce a cada 50 anos ” . Isso é muito mais que não respeitar os oponentes que o Suíço tinha a sua Época . Até porque perdeu de dois em FINAIS de SLAM , mane’ . Ou não, caríssimo ” diversão garantida ” . Abs!

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        1. Sérgio Ribeiro

          PS. Pra piorar esquece que Nadal era N 2 apenas um ano após Federer atingir o N 1 em 2004 . Será que Sampras está GAGÁ ? rsrsrs Abs!

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  5. Luiz Fernando

    Vivemos um momento triste em nosso país, infelizmente. Não bastasse a pandemia e suas consequências nefastas, assistimos a um triste espetáculo: de um lado essa turba de desordeiros violentos, externada na foto dessa dessa moça que acompanha a reportagem – https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2020/06/15/ativista-sara-winter-e-presa-pela-policia-federal-em-brasilia.ghtml; de outro, um conluio das torcidas uniformizadas, mst e mtst. Péssimo vs pior, só tenho dúvidas de quem seja o pior…

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  6. DANILO AFONSO

    Dalcim, gostaria de tirar algumas dúvidas contigo sobre tênis sem que seja no momento abertas ao público deste blog.

    O e-mail joni1@uol.com.br disponibilizado no canto direito superior do blog é você mesmo que responde ?? Se não for, qual seria o seu e-mai ou outro canal de comunicação fechadol ?

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  7. Isaías

    Santiago Giraldo tem uma devolução bem bacana, eu gosto da agressividade dele nesse golpe as vezes ele consegue montar no serviço dos adversários coisa linda de se ver, gostava da consistência do Berdych na devolução, não era nada extraordinário ou espetacular mais o tcheco tinha boa consistência, procurava devolver com profundidade e sempre muito firme e revendo alguns jogos antigos me diverti demais com as passadas fulminantes de Pete Sampras kkkkkk, claro que ele não era tão eficiente igual aos 5 citados e as 2 menções honrosas. Esse americano parecia ser obcecado por winners, os adversários quem ousasse abrir a quadra deslocando Sampras para a direita em seu forehand para subir a rede tinha que ter coragem pois tinha que estar preparado para receber um tiro kkkkkkk, muito divertido ainda mais quando ele saia comemorando kkkkkkkkkk

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  8. Evaldo Medeiros

    Bom dia Dalcim. Falando de backhand, todos sabemos que esse era o ponto fraco do Federer durante boa parte de sua carreira e o Nadal sempre soube disso, tanto é que sua tática durante os jogos com os suiço era martelar o tempo todo na sua esquerda. E isso deu grandes resultados ao espanhol. A pergunta é: e a esquerda do Thiem? Também podemos considerar seu ponto fraco? Ou não? Em que ela difere da esquerda do Federer?

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    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza ainda é o ponto mais vulnerável do Thiem, mas a diferença enorme é a preparação do golpe, Evaldo. Enquanto o Federer joga plantado na linha de base e assim precisa sempre de uma preparação mais curta e uma leitura perfeita, o Thiem dá 2 ou 3 passos para trás e faz uma preparação mais longa, cheia de spin. Aliás, é exatamente isso que dificulta para o Thiem nas quadras mais velozes.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Caro , Evaldo. Nadal nada mais fazia o que TODOS os tenistas fazem quando enfrentam um Back de uma mão . O exploram a exaustão. No Saibro com o Espanhol tendo tempo de preparar o seu golpe muito amplo , uma covardia . Os ganchos saiam muito acima da cintura de Federer , Wawrinka , Gasquet e CIA. Com menos tempo nas rápidas, o papo e’ outro. Nada a ver , como disse o Dalcim, em relação a Thiem. Este tem também o Back amplo , e joga lá atrás . No Saibro , tem tempo para preparar seus mísseis. Não sei como STANIMAL nunca tentou . Abs!

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  9. Enoque

    O Haas, diretor de Indian Wells, concorda que em agosto é muito quente na Califórnia, e que se o US Open fosse realizado lá, o ideal seria em novembro. O que possibilitaria a realização de RG antes e ainda daria tempo suficiente para USO. Só não farão se não entrarem num acordo lógico e inteligente.

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  10. Rubens Leme

    Imagino que fará um texto da volta do tênis antes de fechar os melhores da história, Dalcim, afinal tivemos muito assunto esta semana e estou curioso sobre o que escreverá essa barbaridade que foi o torneio promovido pelo Djokovic, com lotação quase esgootada, o público sem usar máscaras e o número 1 se achando o máximo. Parecia um certo presidente que conhecemos.

    Enquanto isso, o evento que contou com o Tsitsipas e outros, na França, deu uma amostra de bom exemplo, respeito com os envolvidos e engajado. Um torneio que preza pela volta do tênis sem desrespeitar os protocolos de segurança e saúde.

    Não ligo para quem deterá os recordes do tênis, porque sempre deixei minha admiração pelo Bjorn Borg, mas espero que não seja o sérvio, tenista que nunca me agradou tecnicamente e ainda menos, como pessoa. Que seja o Federer mesmo ou o Nadal, meu preferido dos três.

    E fez muito bem Montenegro barrar a etapa final lá. Continuo sendo contra qualquer evento esportivo em 2020, mas está bem claro que as pressão econômica comanda tudo e as pessoas estão loucas para alguma diversão. Vale dizer que a China voltou a registrar casos e Pequim já isolou 11 bairros. Infelizmente, o planeta parece se importar pouco com o inimigo invisível.

    Responder
    1. Hugo

      Ola Rubens , tudo bem ?
      Sempre leio blog mas raramente posto alguma coisa .
      Mas diante da sua indignação como torneio na Servia resolvi fazer umas colocações .
      Nao nego a gravidade desta pandemia nem sou fã do Bolsonaro .
      Aqui em Curitiba fizemos nossa parte , o que o poder publico pediu , de alguma forma ou de outra nós fizemos , ficamos em casa por 90 dias , escolas fechadas , ruas vazias , para que ….., para o poder publico , esse ente incompetente em todas as esferas , se preparar , comprar respiradores , ampliar leitos , construir hospitais de campanha , fizeram isso ???????? Obvio que não , e agora nos pedem novamente para ficar em casa , não senhor , é hora de arriscar .
      Alias acho esse “fique em casa ” um tremendo egoísmo .
      De quem tem renda para fazer compras on line , trabalhar em home office , ver filmes na netflix etc .
      O dinheiro não esta circulando e quem se arrebenta nessa situação é o elo mais fraco , a base da piramide .
      A grana do mundo tem que circular seja para comprar um cacho de banana ou trocar de jatinho .
      Nao tem solução fácil para um tremendo problemas desses .
      Abs ,
      Hugo .

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  11. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,nao estou falando pelo Adria Tour,mas me parece que o Dimitrov sempre sera a mesma coisa:jogo bonito,versatil,bons golpes,mas nada alem de um top 15,20..com um ou outro grande resultado…Realmente ele nao tem tanto tenis assim para ser top 5 e ganhar slams,ou o problema seria mental?
    Lmebrando que quando ele “surgiu” la em 2012 +-,falavam que seria um fenomeno,”novo federer”…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Lucas . Mesmo numa época de BigFour + Wawrinka , Dimitrivov atingiu o N 3 em 2017 . Venceu o FINALS e somente não fez Semi em Roland Garros. É pouco ? Muita gente boa não conseguiu tal façanha e se aposentou rs Abs!

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  12. Rodrigo S. Cruz

    Atualmente, o Dominic Thiem é o segundo melhor tenista no saibro.

    Melhor do que o Djokovic, e fica atrás apenas do Nadal.

    O título de hoje ajuda a sedimentar isso…

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        1. Vitor Hugo

          Chegou as duas últimas finais em RG, uma delas passando por Djokovic. Foi o tenista com o segundo melhor resultado no slam francês nos últimos anos.
          Na minha opinião o segundo melhor saibrista nos últimos dois anos.

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        2. Rodrigo S. Cruz

          Não levei em conta os títulos, e sim o quanto ele pode se mostrar perigoso no saibro, no momento.

          Por isso fiz questão de destacar o termo “no momento”.

          Não tem como negar as campanhas do Thiem em Roland Garros – nas duas últimas edições, ele fez final.

          Ele também empata em 3 a 3 com o Djoko nos confrontos totais no saibro.

          Só que com a diferença de ter vencido os dois últimos confrontos entre eles em Roland Garros.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Pois é, Pessanha.

        Mas vale lembrar que o Thiem foi muito prejudicado pela organização do torneio em 2019.

        Portanto, eu gostaria muito de vê-lo ganhar do Touro numa final bem apertada (rs)

        Seria o sonho e a consagração MÁXIMA para qualquer tenista de qualquer época!

        Sonho este que nem os grandes Novak Djokovic e Roger Federer realizaram…

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Pego no pé dele, mas ele teve essa desvantagem de pegar o Djokovic em duas semifinais seguidas, sem contar o azar com a chuva. rs

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    1. Luiz Fernando

      Thiem vive o auge da carreira e exceto pela grama é um jogador em condição de encarar qualquer um. No saibro especificamente é sem dúvida o grande adversário de Nadal, ao menos na teoria. Se fizermos uma analogia com o desempenho do espanhol em 3 finais seguidas na grama de W (2006 dominado p Federer, 2007 jogo duríssimo e 2008 campeão) veremos q Thiem envereda pela mesma trajetória em RG: 2018 dominado, 2019 apertou Rafa mesmo muito desgastado fisicamente e 2020 pode perfeitamente vencer, embora eu espere q não o faça…

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      1. Miguel BsB

        Fraca a sua análise e sem sentido a sua analogia…
        Você quer comparar a performance de Nadal em Wimbledon, de longe a superfície menos favorável ao seu jogo, com o saibro de RG, de longe a superfície preferida do Thiem? Não há comparação entre essas hipotéticas 3 finais de RG do austríaco e as 3 finais do espanhol em Wimbledon. Mesmo que a sua intenção tenha sido fazer um comparativo, por Rafa ter enfrentado o provável maior jogador de grama da história, e o Thiem ter enfrentado o maior do Saibro.
        A diferença de domínio do Nadal no saibro e principalmente em RG é consideravelmente maior do que o domínio de Roger em Wimbledon…

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Opinião cada um tem uma, eu apenas externei a minha, sem a pretensão de estar mais ou menos certo. Pessoalmente não tenho o hábito de adjetivar comentários alheios, e esta postura decorre de uma simples constatação: quem age assim ou é um uma autoridade inconteste na matéria ou é um arrogante que não se enxerga. Creio q vc não é um expert na matéria…

          Responder
    2. Paulo F.

      Blá-blá-blá Thiem segundo melhor jogador de saibro.
      Uma taça de RG em Belgrado.
      Mimimi Thiem é o único adversário de Nadal no saibro.
      Quatro taças de Roma em Belgrado.
      Blá-blá-blá Thiem é o único que pode fazer frente ao Rafa em RG em 2020.
      Três taças de Madri em Belgrado.
      Fru fru fru Thiem vive o auge da carreira.
      Duas taças de Monte Carlo em Belgrado.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É lógico que não se compara o peso e a quantidade dos títulos do sérvio no saibro, com os do Thiem.

        Mas também não precisa bancar o palhaço… (rs)

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  13. periferia

    Olá Dalcim.

    Vendo o jogo do Djokovic….ele bate na bola sempre confortavelmente…..principalmente na cruzada (Ele chega bem nas bolas….e bate com muita categoria).
    Noto uma única bola onde ele não bate confortavelmente….a bola funda no meio..até a leitura corporal dele é diferente…..ele se incomoda.
    Por que os adversários não batem a maioria das bolas no meio e funda contra o Djokovic ?…a capacidade de contra atacar dele fica muito limitada….e não digo uma ou outra…..digo a maioria mesmo.
    Sei que o joga necessita de variação…..mas se tem uma brecha deve -se capitalizar.
    Nadal fazia isso com a esquerda do Federer (balão na esquerda)….e capitalizava.
    Taticamente alguém já tentou fazer algo parecido contra ele?

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Todo mundo sabe que essa é a melhor tática contra o Djoko, José Cláudio, mas não é tão simples assim de fazer. Para ter sucesso, é preciso tirar o sérvio do centro antes de mandar novamente ali, e o ideal é segue uma bola o mais sem peso possível. Gilles Simon é um dos que faz isso muito bem.

      Responder
      1. periferia

        E eu pensando que tinha descoberto o segredo para derrotar o sérvio…..rs.
        Mas não digo um golpe dentre outros…..sou 150 mundo….jogo contra o sérvio…..como não tenho nada a perder vou bater 500 bolas no meio e funda (com efeito…sem efeito…pingando alto….pingando baixo….com peso….sem peso)….todas possíveis….sem medo de ser feliz.

        Abs

        Responder
          1. periferia

            Olá Thiago.
            Sim…..foi um massacre….com slice no meio contra o Djokovic o rapaz não vai muito longe mesmo (até porque a esquerda do Jaziri é estranha quando ele faz slice )
            Estava pensando em algo mais contundente (golpe).

            Abs

  14. Vitor Hugo

    São mais de 12.000 casos e 256 mortes por covid19 na servia. Tá certo que os números de casos por lá estão caindo, mas ainda não chegaram ao zero.
    Penso que, no momento, não seria 100% recomendável um torneio aberto ao público em qualquer lugar do mundo. Mas se os jogadores, governo e etc toparam….
    Não ficou uma imagem muito boa.
    O que vc acha, Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Na verdade, fiquei mais surpreso em ver juízes e boleiros, algo que eu particularmente não acho recomendável. O público teve a liberdade de usar ou não máscara, de ir ou não ao estádio, de se aglomerar ou ficar mais distante. Eu sinceramente não sei qual é o percentual de testagem no país, um elemento essencial.

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Eu achei desnecessário fazer o torneio naqueles moldes. Por menor que seja o número de infectados e mortos. A postura tem que ser preventiva, até porque não creio que a Sérvia realizou testagem satisfatória.

      O DJOKOVIC com a liderança que ele possui, tinha que ter exigido dos organizadores que o púbilco usasse máscara e que a quantidade de torcedores no estádio fosse no máximo 1/3 do que vimos.

      Mas pelo o que pude interpretar, ficou claro que ele é contra tais restrições.

      Também achei desnecessário o jogo de futebol entre os tenistas, as fotos de várias pessoas juntas no centro da quadra e os abraços na rede. Fica parecendo uma cutucada nos organizadores do US OPEN.

      O torneio tinha que passar uma imagem de que é possível realizar um evento desde que seguindo um protocolo de segurança, e não o descasso e negativimos com a gravidade da doença.

      Uma coisa é não concordar em tomar vacina, que é uma decisão pessoal em não querer introduzir microorganismo em seu corpo, outra coisa é não usar da sua influência e liderança para proteger as demais pessoas que acompanharam o evento na Sérvia.

      Responder
  15. Oswaldo E. Aranha

    Bom que tenha havido o Adria Tour para matar nossas saudades dos jogos de tênis; pena que não tenha havido a participação de croatas e do “canadense” nascido em Montenegro, para prestigiar os Balcãs.

    Responder
  16. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,não necessariamente em termos de resultados ou dominância,mas você enxerga o thiem como o “Nadal da nova geração” em termos de intensidade?Ou você enxerga essa qualidade tão evidente em algum outro jogador?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho o Thiem bem intenso, mas ele tem umas terríveis quedas, então não sei se a comparação com o Nadal é muito justa, Lucas.

      Responder
  17. Bruno Gama

    Achei interessante esse formato sem vantagem, se o tenista enfrenta um 0-40 a pressão é muito maior porque o devolvedor já tá com 4 break-points.

    Responder
  18. Heitor

    Thiem e zverev e djoko não iriam ao US open mas estão lá no adria tour com aglomeração de pessoas, sem máscara, como se a covid já fosse passado

    Responder
  19. Miguel BsB

    Dalcim, acho que tá havendo uma grande incoerência desses torneios…enquanto o mundo do tenis discute uma melhor distribuição do dinheiro com os atletas pior ranqueados, ajuda financeira, etc, tanto o USopen quanto RG pensam em não fazer e/ou diminuir os qualis…
    Olha o prejuízo pro pessoal dos cento e poucos pra lá

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Está uma equação muito difícil, Miguel. Existe o aperto do calendário, a ideia de diminuir volume de pessoas, a questão financeira… Eu continuo achando que US Open está errando ao insistir em fazer o torneio no final de agosto… Tinha de jogar para setembro (invertendo com Roland Garros) ou até mesmo em outubro.

      Responder
  20. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,revendo jogos de grandes jogadores nessa quarentena,relembrei do grande russo Davidenko…jogava muito!
    Duas perguntas sobre ele…Porque pelo tanto tenis que jogava nunca fez final de gs em piso duro ou teve uma consistencia maior nos resultados?
    Nessa lista de melhores golpes…Ele tem tambem um dos melhores backhands de duas maos,ne?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, tinha um backhand espetacular! Acho que Davydenko errou em algumas coisas, como fazer calendários muito extensos. E ainda houve aquele envolvimento mal explicado com apostas, o que parece ter mexido com sua cabeça também.

      Responder
    2. Marcelo-Jacacity

      O maior título do Davydenko foi o Finals contra o Del Potro. Um baita título. E de fato nos Majors ele geralmente parava nas quartas e semis. Não lembro a quantas semis ele chegou.

      Responder
  21. Luiz Fernando

    Excelente partida entre Djoko e Krajinovic, como é bom ver q as coisas estão, aos poucos, voltando ao normal, é a vida q segue. Parece q na Europa haverá torneios, RG me parece com grande chance de ser realizado…

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  22. Marcos

    Poxa, o Dimitrov não entra no quesito “Toque”? Um dia a Andreescu entra neste quesito tb. Assim como o Zverev caçula no backhand de 2 mãos. De 2 anos pra cá, o backhand do Nadal tb melhorou muito. O Thiem merecia uma menção honrosa no backhand de 1 mão. Em breve quem sabe. Terá forehand de 2 mãos pra Seles e Bartoli? kkkkkkk
    Parabéns pelas listas.

    Responder
  23. Luiz Fernando

    Esse Adria Tou está muito estranho: grande publico, pessoas sem mascara, tudo diferente do q se imaginava. Mais marcante do q o tênis foi a… Lola Astanova, que mulher é essa? Quem tiver qualquer duvida acerca do “talento” da moça dê uma bisbilhotada no Instagram dela…

    Responder
    1. André Barcellos

      Puxa, não cheguei a ver o vídeo. Gosto muito dessa pianista! (Há quem não goste? Rs) Pior (ou melhor) é que ela toca pra caramba mesmo…

      Responder
    2. Rafael Azevedo

      Eu também fiquei impressionado com a quantidade de gente. Parece que o ginásio está lotado com sua capacidade máxima. O povo tudo junto…

      Responder
  24. Rubens Leme

    A verdade é que a maioria dos tenistas quer a volta do circuito por questões financeiras, os promotores idem e o público quer de volta a vida antiga. O certo seria esperar até 2021 e como a própria Halep disse esse retorno pode ter um número excessivo de lesões. E parece que isso acontecerá. É cedo demais, especialmente numa cidade com mais casos de morte no mundo (NY), ou mesmo em Paris, que não está totalmente livre. Mas o futebol está voltando, então fica difícil convencer as pessoas do contrário.

    Eu ainda continuo trancado em casa com o medo do covid, mas pareço ser a cada dia uma minoria. A taxa de isolamento está batendo só os 35%. Eventos esportivos deveriam ser a última coisa a retornar, mas se até as aulas já estão voltando no Brasil e os shoppings tinham filas de 200 metros antes da abertura, em SP…

    Essa pandemia me mostrou que ações coletivas entre os seres humanos é algo cada vez mais impossível ou utópico. Você pode até conseguir por um curtíssimo período de tempo, mas não muito mais do que isso. A frase “fique em casa” já conta com menos aprovação do que o Bolsonaro.

    Responder
  25. Sérgio Ribeiro

    Roger Federer foi presidente do Conselho de Jogadores da ATP por SEIS anos consecutivos. De 2008 a 2014. E em março do ano passado , o próprio e Rafa Nadal não gostaram como o Sérvio conduziu a saída do então CEO da entidade. Quase romperam , mas num almoço em I.W., resolveram voltar a atuar mais de perto. Federer se pronunciou que não gostaria que voltassem sem público. E Nadal disse que da maneira que o USOPEN está querendo , ele não vai. Idem para Novak . As criticas de Kyrgios tem fundamento. Parece que o Suíço e o Espanhol estão querendo mostrar ao atual presidente , que se equivocou na saída do tal CEO. A meu ver , um jogo de vaidades multimilionárias. Uma pena. Abs!

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Vitor, como o Djokovic se referiu ao torcedor como “homem”, acredito que tratava-se de uma pessoa com mais de 40 anos. Logo, possivelmente é um torcedor que começou a torcer para o Federer antes do surgimento do Djokovic no circuito profissional. Acredito que possa ter outros torcedores nesta situação.

      Depois que enraizamos a nossa idolatria a determinado esportista, fica complicado quebrar essa ligação forte. Por mais que esse senhor tenha presenciado nos últimos anos algumas derrotas dolorosas do Federer frente ao Djokovic, no fundo ele deve ter muito orgulho do seu compatriota que é sem dúvida o maior “embaixador” do seu país desde o fim da antiga Iugoslávia.

      Quem sabe daqui a dois anos ele venha a torcer para Djokovic quando o Federer se aposentar.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Tem muitos jovens que torcem por Federer, pelo estilo único de jogar, pelo carisma e etc. Aliás, acho da maneira que vc escreve parece até que ninguém passou a torcer para o suíço após 2011.
        Na minha opinião, Novak não tem vantagem em número torcedores em comparação ao suíço que passaram a acompanhar tênis à partir de 2011. Federer deve superar o sérvio em todas as faixas etárias.
        Tiro como exemplo a maioria dos jovens tenistas que tem Federer como ídolo. Posso citar Sinner, Aliassime, Tsipas e etc..

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Claro que há inúmeros torcedores do suíço após 2011, mas na sérvia após a ascensão do Djokovic acho que seria muito muito raro tal fato, exceto se o povo sérvio tiver a mesma capacidade de alguns brasileiros de torcerem contra o seu país como por exemplo vimos nas últimas duas Copas do Mundo ou se o Djokovic tivesse comportamento semelhante ao Neymar e outros atletas brasileiros com exposição contestável.

          Responder
        1. DANILO AFONSO

          É óbvio que uma pessoa de 18 anos é considerado “homem”, inclusive a lei o trata assim, mas convenhamos que não é comum na comunicação verbal, pelo menos aqui no Brasil, empregar a palavra “homem” para alguém aparentemente mais jovem do que a gente, principalmente quando uma pessoa do sexo masculino se refere a outro do mesmo gênero mais jovem. Eu quando era criança chamava um jovem de 17 a 25 anos de homem. Já um adulto de 33 anos (idade do sérvio) é mais incomum chamar um jovem de 18 a 25 anos de “homem”, quando o mais comum seria reportar a determinada pessoa desconhecida pela palavra jovem, rapaz ou cara. Em um idioma que as pessoas se expressam com mais formalismo, como o inglês britânico, seria mais comum interpretar como você pensa Vitor. Como não somos sérvios para saber como é a comunicação lá e não sabemos se a tradução foi fiel, vamos ficar apenas especulando a idade da pessoa citado pelo Djokovic. O meu primeiro comentário não foi querendo polemizar nobre Vitor.

          Responder
  26. periferia

    Olá Dalcim

    Assunto lá no podcast…..as informações que saem sobre a realização do torneio…..vc sente uma certa necessidade de realizar o torneio….não algo esportivo …mas sim comercial.
    Federer já esta fora….caso os outros dois (Djoko e Rafa) desistam do torneio …..comercialmente o torneio seria viável?
    O prejuízo poderia ser maior realizando o torneio ?
    Afinal vc praticamente manterá uma estrutura de rei para uma competição esvaziada……ou o torneio pode mudar a premiação percebendo o esvaziamento (se faz o torneio….mas os 50 milhões….viram 30 nilhoes) ?

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O US Open tem a meu ver uma margem de até US$ 50 milhões, então dá para tocar o torneio sem público e com receitas menores. O faturamento anual é de US$ 400 milhões, dos quais US$ 57 mi foram de premiação no ano passado. Então acho que comercialmente vale a pena, mas esportivamente ficará muito enfraquecido, sem dúvida.

      Responder
      1. periferia

        Ola Dalcim.

        Lendo a reportagem de hoje no site (sobre o orçamento do torneio ).
        A margem está muito apertada…garantido mesmo 35% das mídias…..caso os patrocinadores exijam uma diminuição das cotas ….fica parecendo (olhando de longe)…que o torneio mais rico do circuito é uma grande bolha preste a estourar.
        Lembrando que os números do USOpen são muito contestados em Nova York…..ano passado chegaram a fornecer balanços fraudulentos para não pagar impostos para a cidade.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Olha, US$ 50 milhões são uma margem bem boa, a meu ver. Mesmo que percam ainda mais, empatar já me parece lucro nesta altura do campeonato. A questão maior me parece realmente convencer os grandes jogadores a ir.

          Responder
  27. Rogerio R Silva

    Dalcim,bom dia.
    Muito se fala sobre os jogadores que não tiveram Slam por jogarem no período do Big three.
    A pergunta que faço é se eles teriam chance na década de 1980.
    Outra coisa é se o Sr pode analisar o saque do Courier.
    Forte abraço e parabéns pelo bom trabalho neste período sem tênis.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Resposta sem dúvida difícil, porque a década de 1980 também tinha grandes jogadores. Mas como a diferença dos pisos era maior, talvez um verdadeiro especialista em quadras bem velozes ou saibro bem lento teria chance, como um Ferrer no saibro ou um Tsonga em Wimbledon. Quanto ao saque de Courier, não vejo nada muito especial nele. Pelo que me lembro, ele sacava com empunhadura mais para Eastern, o que tirava um pouco da velocidade mas garantia mais giro na bola. Acho que ele sacava bem dentro do seu plano de jogo, que era atacar na segunda bola.

      Responder
  28. Luiz Fernando

    USO ainda é uma total incógnita, não apenas se será ou não realizado mas também onde será realizado no caso de confirmação. É por isso q há quase 3 meses da suposta data do evento não tem cabimento o lunático Kyrgios vir cobrar posições do Big3, sendo q dois dos 3 já inclusive opinaram: Djoko expondo q não concorda com as eventuais restrições da organização e Rafa dizendo q não sabe se irá pelo estado da pandemia, embora ressaltando a precocidade do momento p opinar c certeza. Creio q no momento o foco de Federer é sua recuperação, não um evento q ele com certeza não irá. Acho q o australiano pensa q ele é muito mais do q realmente é…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Discordo, Luiz. Acho que Kyrgios está coberto de razão. Os três são os nomes de maior peso e integram o Conselho dos Jogadores. Eles têm de assumir uma postura de liderança.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Mas vc não acha q ao menos no momento atual de incerteza Nadal e Djoko já externaram sua opinião? Como opinar sobre uma incógnita, uma situação não definida? Ninguém sabe se o torneio será realizado.

        Responder
      2. Rafael

        Concordo com Kyrgios em partes.Um comunicado oficial do big 3 n foi feito mesmo. Soh n sei pq Federer e Nadal reclamavam tanto de n serem consultados quando o conselho tomava decisoes, ficaram naquela de soh volto se vc for comigo, desliga vc, nao, desliga vc primeiro, voltaram e agora que suas posi;oes nas discussoes do conselho seriam super importantes, eles nao aparecem na reuniao (mesmo q por video conferencia no zoom, emitindo apenas opinioes individuais.

        A ciumeira eh grande, affee. Voltaram para que?

        De quer forma, mesmo antes da cirurgia Federer jah n se mostrava favoravel, Nadal jah falou q se fosse hj n ia, e Djoko jah falou q n vai.

        _________________________________________

        Dalcim, pq vc n disponibiliza o podcast no google podcasts? No youtube chupa muita bateria e se vc apagar a tela do celular (pelo menos do meu), interrompe a transmissao.

        abs

        Responder
    2. Heitor

      como alguem escreveu la na pagina do tenisbrasil: federer e nadal queriam ser sempre ouvidos e consultados e serem membros do conselho.
      mas numa situação como essa se abstêm de comentar…

      Responder
  29. periferia

    Um mestre do cinema.
    Fez tanta coisa boa.

    Rashomon (1950)
    Viver (1952) *
    Os sete samurais (1954)
    Trono manchado de sangue (1957)
    A Fortaleza escondida (1958)
    Yojimbo o guarda costas (1962)
    Derzu Uzala(1975)
    Ran (1985)

    *Viver é uma recomendação….um filme para ser descoberto…..muito humano….diz muito sobre o sentido da vida.
    Aprendemos muito com o “burocratico” Sr. Watanabe.
    Kurosawa vive.

    Responder
      1. periferia

        Olá Leme

        Tem Scorsese como ator…..em Corvos(o filme é dividido em partes) ele faz o papel de Van Gogh (Kurosawa gostava de pintura).
        Os americanos foram socorrer o mestre (dureza grande).

        Abs

        Responder
        1. Rubens Leme

          O curioso é que Sonhos foi criticado no mundo inteiro, mas Spielberg conseguiu que a Academia desse a ele um Oscar honorário por sua obra. É um belo filme, com histórias divertidas e um visual deslumbrante, marca principal de sua obra, afinal era pintor e seus storyboards eram verdadeiras maravilhas. Os de Ran são impressionantes.

          Akira Kurosawa é um dos poucos a merecer a denominação de gênio, tão desgastada nos dias de hoje e conseguiu uma proeza nunca igualada, o único estrangeiro a ser convidad a realizar filmes em russo e inglês.

          Responder
          1. periferia

            Olá Leme.

            Bem lembrado….Kurosawa tem 3 filmes adaptados de livros russos…..
            O idiota (Dostoiévski)……..Rale (Górki)…..Derzu Uzala (Arseniev)…..o único filme dele feito em outra lingua foi Derzu Uzala (russo).
            Ele tem uma passagem curiosa……sobre a influência para o cinema quando jovem.
            Kurosawa tinha um irmão mais velho que na década de 20 trabalhava como banshi ….banshi eram narradores de filmes japoneses na época do cinema mudo.
            Ele influenciou muito o jovem Kurosawa…..com a chegada do cinema falado…..o irmão perdeu o emprego que tanto gostava….aquilo foi devastador….o irmão entrou em uma depressão forte…..acabou cometendo suicídio.
            Foi muito marcante para Kurosawa….ele era muito ligado ao irmão …..anos e filmes depois (década de 70) o próprio Kurosawa….em momento de grande depressão (problemas pessoais e falta de financiamento para seus filmes) tentou o suicídio.
            Ran é o rei Lear (muita cultura no seus filmes)……além de visualmente muito bonito.

          2. Rubens Leme

            A tentativa de suicídio aconteceu devido ao fracasso de um filme e Dersu Uzala lhe foi oferecido, no ano seguinte, 1972. Ele acabou aceitando e o filmou em 1975. Peguei Dersu Uzala esses dias para assistir novamente. É grandioso e venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 1976, um feito e tanto pra uma produção soviética, ainda mais naqueles anos de Guerra Fria.

  30. Vitor Hugo

    Dalcim, gostaria de te parabenizar pelos últimos posts escritos por vc. Tanto “os melhores piso por piso” quanto “os melhores golpes ” , são muito bons! Parabéns! Acho que não tem nenhum jornalista aqui no Brasil que tenha escrito algo sobre ou com textos tão bons quanto vc.
    Parabéns!

    Responder
  31. Marcelo-Jacacity

    Sempre é bom ouvir o Podcast do site. Pena que sempre acaba rápido.
    Dalcim, e você acha que o USOpen-20 vai ser realizado? E se sim, na data original?
    Eu acho que com a ausência do Federer, mais Nadal, Djoko e Wawrinka dizendo hoje que não irão, sem contar outros descontentes, fica difícil a organização não ceder, não?
    O melhor era trazer o torneio pra Flórida/Indian Wells ou ser realizado em NY depois de RG.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Como eu disse lá no podcast, acho que o US Open deveria atrasar para o final de setembro e acontecer depois do saibro, ou seja, inverter a ordem. Isso daria tempo para as coisas se ajeitarem.

      Responder
      1. Enoque

        Repetindo o comentário que coloquei em maio:
        Aproveitando que o esporte está sendo retomado no leste europeu além de Áustria, Alemanha (futebol), e outros países, acho que o circuito poderia começar a fazer o aquecimento inicial em Munique, transformando-o em ATP 500. E os organizadores ainda tem como se entender e montar uma programação lógica, com temporada de saibro (encurtada), pular a temporada de grama, temporada norte americana (encurtada), pular a gira asiática (evitar longas viagens) e terminar com Paris e Finals. Sugestão:
        Munique (saibro 500) 19/07
        Madri (saibro 1.000) 09/08
        Roma (saibro 1.000) 23/08
        RG (saibro Slam) 06/09
        Washington (dura 500) 27/09 (aquecimento)
        Canadá (dura 1.000) 11/10
        Cincinati (dura 1.000) 25/10
        US Open (dura Slam) 08/11 (em Indian Wells que é mais quente que NY)
        Paris (dura 1.000) 29/11 (quadra fechada)
        Finals (dura 1.500) 13/12 (quadra fechada)

        Responder
  32. Jmsa

    Como sempre ótimo texto.
    Dalcim,você que acompanha o tênis a tanto tempo ,qual foi o tenista que voce viu jogar com mais potencial que não se tornou tudo o que poderia ser dentro do esporte ?
    Qual foi o tenista que mais te surpreendeu na parte de dedicação ao jogo ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Resposta difícil, mas de cabeça eu citaria logo de cara o Nalbandian, o Tsonga e o Ríos. E espero que Kyrgios não entre nessa turma também. Quanto a dedicação, acho que a maioria é, porque o tênis exige muito. Mas o Big 3 chegou onde está justamente pela dedicação absurda à carreira.

      Responder
    1. Carlos Reis

      kkkk Não fale do que vc não sabe… Cannabis é uma erva fantástica, MAS a maioria nunca nem usou para saber como é… Se o povo descobre como esse troço é bom, a indústria do álcool e das drogas de farmácia teria bem menos público… Mas uma coisa é certa, é um produto para adultos, apenas maiores de 21 anos poderiam utilizá-la, assim como deveria ser com o álcool.

      Responder
  33. DANILO AFONSO

    FEDERER x SODERLING – ROLAND GARROS 2010

    Há um pouco mais de 10 anos, acredito que presenciamos um dos mais interessantes Roland Garros da década passada. Foi nesta edição que BELLUCCI fez sua melhor participação neste Slam, perdendo nas oitavas de finais justamente para o campeão NADAL por 3 x 0 (6-2 7-5 6-4). Também foi nesse ano que DJOKOVIC sofreu uma das piores derrotas na sua carreira, perdendo nas quartas de finais para o austríaco MELZER de virada após estar vencendo o jogo por dois sets de vantagem.

    Porém, o evento francês ficou marcado por duas grandes revanches de duelos que tinham ocorrido no ano anterior: FEDERER x SORDERLING e NADAL X SORDELING. Destas duas revanches gostaria de destacar a primeira.

    Igualmente o que ocorrera na edição 2009, o sueco SORDELING apimentou o torneio mais uma vez ao impedir novamente que o tão aguardado clássico FEDAL finalizasse o evento. Se no ano anterior ele surpreendeu o mundo do tênis ao vencer o favorito e então tetracampeão NADAL, em 2010 o sueco conquistou uma vitória que também pouquíssimos torcedores e especialistas acreditavam que pudesse acontecer: se “vingar” da derrota para o FEDERER na final do ano anterior (3 x 0).

    É obvio que vencer Nadal em 2009 foi uma missão mais impactante, mas derrotar o multicampeão e 2º melhor jogador do saibro na década retrasada, tornou o feito muito especial.
    Vale destacar, que durante o torneio Federer era o número 1 do ranking, condição que perdeu após o término do torneio, e até antes do duelo contra o sueco fazia um excelente torneio sem perder nenhum set. Outro detalhe importante: faziam 6 anos que Federer somente era batido no Slam francês pelo algoz espanhol. A última derrota para outro oponente tinha ocorrido em 2004 para o brasileiro Guga.

    Outra forma de demonstrar a relevância da vitória do sueco e dificuldade de se vencer o suíço em jogos de 5 sets no saibro, é quando lembramos que um ano depois, FEDERER em uma atuação incrível, pôs fim a série invicta do Djokovic na semifinal de Roland Garros.

    O sueco apesar de ter amargado dois vices-campeonatos seguidos, pode se orgulhar de ser o único tenista na história que fez final em Roland Garros contra Nadal e Federer, eliminando um dos dois antes de disputar o título.

    Abaixo o Highlights da vitória do sueco.

    https://www.youtube.com/watch?v=zu1iAJHRHI4

    Responder
    1. Nando

      Soderling fez falta pro circuito…pena o q aconteceu com ele. A monucleose veio qnd ele estava no auge.
      Foi top4 e provavelmente ficaria no top10 por mais uns 3 anos ao menos.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Então Danilo. Esta é a prova que h2h somente existe para ser quebrado . Soderling se aposentou com 1 x 16 . Ou seja , somente esta vitória. Inacreditável rs Abs!

      Responder
      1. Carlos Reis

        hahaha Eu assisti a partida em 2009, Nadal jogou E CORREU muito naquela partida de OITAVAS, mas o sueco foi ainda melhor, ele – Nadal – havia vencido o AO meses antes vencendo a semi e a final em 5 sets. Vocês fazem TUDO para desmerecer as conquistas do craque suiço, e isso é lamentável!

        Responder
  34. Caio Cesar

    Boa tarde, Dalcim.
    É incrível como não cai a qualidade do conteúdo do blog e do site Tenisbrasil mesmo com a parada do circuito. Que trabalho maravilhoso faz a equipe, parabéns!!!
    Tenho visto o Djoko se posicionando sobre diversas temas e, apesar de não concordar com diversas pontos de vista dele, acho muito boa a iniciativa dele de opinar sobre os mais variados fatos. Sinto falta disso nos atletas brasileiro, sobretudo nos mais famosos … parecem que vivem numa bolha (ou vivem!).
    E, quanto ao Federer, na torcida para que seja feito o documentário “the last dance 2”, contando a história da última temporada dele, 2021, com inúmeros títulos, incluindo WB.
    Não custa sonhar kkkkkkk
    Abraço!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado pelas palavras de incentivo, Caio! Com certeza, todos torcem para Federer esticar a carreira um pouco mais. Até o Toni Nadal disse isso.

      Responder
  35. Pedro Paulo

    Será que depois de meses veremos alguns tenistas em quadra? O Facebook duo Bandsports diz que a emissora vai transmitir o Adria Tour.

    Responder
  36. Babidi

    Dalcim, antes de Nadal e Djokovic se consolidarem no circuito, você acha que o Nalbandian era o adversário que mais incomodava o Federer?

    Responder
      1. Renato Toniol

        Dalcim, permita eu discordar de você, pois não concordo que o Safin era um dos que mais dava trabalho para o Federer.
        O retrospecto entre ambos foi 10×2 para o suíço,e vendo o H2H entre eles, a grande maioria dessas 10 vitórias foram em sets diretos.
        Acredito que outro além do Nalbandian, que dava muito trabalho ao Federer no início da carreira, foi o Hewitt, que até o final de 2003, tinha 7×2 no H2H. Claro que em 2004, quando começou a dinastia do maestro Roger, esse retrospecto virou absurdamente, tendo finalizado em 18×9 para o suíço.

        Responder
  37. Oswaldo E. Aranha

    Rubens Leme, ainda bem que alguém do blog fala sobre jazz, pois até então só tinha visto comentários sobre rock, algo que não me interessa. Temos excelentes músicos no jazz, como Oscar Peterson, Ella Fitzerald e Sarah Vougen e gostaria de ver mais comentários sobre esses e outros.

    Responder
    1. Osorio

      Oswaldo, se me permite o trocadilho, Jazz Rocks! Musicos de jazz tendem a ser virtuosos nos seus instrumentos. Eu sou rockeiro, mas isso nao diminui em nada minha apreciacao ao Jazz. Varios musicos de rock tem raizes no jazz (Vernon Reid do Living Colour p.ex.), ou ainda fizeram o caminho inverso do rock para o jazz (Sting do The Police, p.ex). Geddy Lee (Rush) comentou em uma entrevista que se inspira nos vocais de Ella Fitsgerald na hora de compor suas linhas de contrabaixo.
      Tenho ouvido muito Jaco Pastorius recentemente (sou um baixista frustrado), e recomendo sem receios. Marcus Miller e Victor Wooten tb estao no meu playlist.

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      1. José Nilton Dalcim

        O primeiro trabalho do Ten Years After é totalmente jazz e inúmeros bateristas eram ouvintes e admiradores de jazz devido à cadência exigente, como o Charles Watts.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Grande Dalcin, lembrando do Ten Years, do extraordinário Alvin Lee. Outro grande nome do blues e jazz britânico dos anos 60 é John Mayall. Alguns discos dele – Jazz Blues Fusion é um destes – são altamente recomendáveis.

          E sobre o baterista dos Stones, vale lembrar que Charlie Watts teve dois discos seus lançados aqui, o com sua big band – The Charlie Watts Orchestra Live at Fulham Town Hall, de 1986 e o tributo ao disco “From One Charlie”, (em homenagem a Charlie Bird Parker), o fez dar shows no Brasil, como se pode ver aqui – https://rollingstonesbrasil.wixsite.com/rsbr/single-post/2019/06/02/H%C3%A1-79-anos-nascia-Charlie-Watts.

          Em 23 de março de 1986 era gravado o show da Charlie Watts Orchestra no Fulham Town Hall, o disco com o registro da apresentação foi feito com o estúdio móvel dos Stones e seria lançado no mesmo ano, em 1º de dezembro. Já na década de 90, os tempos difíceis nos Rolling Stones e os problemas de Watts com drogas haviam passado, agora o baterista poderia aproveitar seus projetos paralelos com muito mais tranquilidade, e em 1991 era iniciada a discografia do Charlie Watts Quintet, com o álbum “From One Charlie”, lançado em um box no dia 8 de abril. No ano de 1992, Charlie se tornaria o primeiro Stone a fazer shows no Brasil, já que o Charlie Watts Quintet fez apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

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      2. Rubens Leme

        Jaco Pastorius teve uma morte trágica após uma briga de bar. Baixista extraordinário (tocou no Weather Report) sofria de problemas psiquiátricos sérios – alguns falam em esquizofrenia, agravados pelo uso de drogas e bebida. Dos baixistas elétricos, ainda recomendo a discografia de Stanley Clarke – tanto solo como com o Return to Forever e de Marcus Miller, grande parceiro da fase final da carreira de Miles Davis.

        Links para School Days de Clarke – https://www.youtube.com/watch?v=Xk_gzDQd4zw&list=PL94gOvpr5yt2U6i3HQ86oWKqtGrjJ6mUY
        e a parceria entre Marcus e Miles Davis – Music from Siesta – https://www.youtube.com/watch?v=WdqKs7dTn9U&list=PLlW6NEknXQP9ulnwLpFEWSIUwegxS12mN

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  38. Rubens Leme

    Se há um disco que merece os rótulos de “obra-prima” e “polêmico” é o nono álbum do XTC, Skylarking, de 1986. A história da banda por si só é repletas de momentos brilhantes e tensos. Um dos mais promissores grupos da new wave britânica, o XTC estava atravessando um momento de crescimento quando, em 1982, o líder, vocalista e letrista Andy Partridge teve um surto de “stage fright” durante a tour promocional do quinto LP, English Settlement.

    Andy, que era viciado desde os 12 anos em valium, viu sua esposa jogar todo seu estoque na privada durante os shows nos EUA, abrindo para o Police, já que ele reclamava de lapsos de memória.

    A abstinência forçada começou a ficar cada vez pior e Andy começou a ter problemas de relacionamento com o grupo, produtores, até surtar durante uma apresentação em Paris e sair correndo do palco. Voltou então para a Inglaterra, tentou a hipnoterapia e quando se sentiu melhor, a banda voltou para a América na condição de headliner (atração principal), mas antes de um show de Los Angeles, o pânico o atacou, não conseguia mexer as pernas, saiu da cama com muita dificuldade e a tour acabou sendo cancelada.

    Isto obrigou a banda a ser um combo apenas de estúdio, onde começaram a desenvolver álbuns cada vez mais complexos e instrumentalmente desafiadores, ainda que perdessem muito dinheiro pela ausência de shows.

    Assim, o XTC resolveu então se divertir em estúdio, o que foi fácil tendo uma dupla de compositores tão talentosa – Andy Partridge e Colin Moulding – e montou um projeto paralelo inspirado nos Beatles – The Dukes of Stratosphear -, que rendeu dois discos maravilhosos (25 O’Clock, de 1985 e Psonic Psunspot, de 1987) e, entre eles, em Skylarking.

    Produzido por Todd Rundgren, foi um álbum de difícil gestação, porque Todd detestou Andy e vice-versa, mas os dois foram inteligentes o suficiente para perceberem os méritos dos dois lados e o resultado foi um disco extremamente musical. Skylarking teve várias polêmicas. Uma das brigas aconteceu por causa da capa – abortada – que traria uma foto frontal região do púbis feminina, com os pêlos decorados por flores e a contra-capa faria o mesmo com a região mascullina, ideia proibida pela gravadora.

    A segunda aconteceu por puro acidente: ao distribuírem o compacto “Grass” para divulgação, foram surpreendidos quando o lado B (“Dear God”) se tornou um hit nas famosas “college radios” norte-americanas da época e gerou protesto de grupos religiosos, por se tratar um ataque virulento à igreja e desafiando a existência de Deus.

    O mais curioso é que a canção não fazia parte do LP, apenas do compacto. Emissoras de rádio foram ameaçadas de serem destruídas e bombardeadas caso a tocassem novamente, o que apenas aumentou o impacto da mesma, que virou single até ganhou um vídeo promocional.

    Em 2016, trinta anos depois do disco original ser lançado, Andy Partridge relançou-o pelo seu selo Ape Records, com a capa original e com “Dear God” incluída, após perceber que o disco original tinha sido lançado com um erro de “polaridade”, descoberto, apenas em 2010, pelo mesmo engenheiro que havia o remasterizado em 2001.

    Por uma destas desgraças de direitos autorais, Skylarking, de 2016. foi retirado do youtube, assim deixo o vídeo de “Dear God”, com as legendas traduzidas e a versão de 1986, com a polaridade errada.

    DEAR GOD – https://www.youtube.com/watch?v=sCVZ8ucbH-o

    SKYLARKING – https://www.youtube.com/watch?v=0Ff7mJ_AjNQ&list=PLSPeXU6BtFC-Epb-YR2JIid_DbnKS0QRD

    Responder
  39. Evaldo Medeiros

    Boa tarde Dalcim. O que acha desses regras anunciadas pelo Us Open? Por exemplo, levar só 1 membro da equipe e ficar de quarentena por 4 semanas em um hotel, entre outras… Além disso parece que querem excluir a pontuação. Dessa forma, Nole disse que não irá. Além dele, outros tops podem desistir de ir, não? Será que o Nadal irá??? Afinal ele tem boas chances de erguer o troféu, com a ausência de grandes nomes….

    Responder
  40. Luiz Fernando

    Li q cogitem fazer um USO sem valer pontos p o ranking, talvez fosse melhor um torneio sem jogadores… Seria um cenário ideal para testar a vacina cubana citada pelo Guilherme Boulos contra o covid19 kkk…

    Responder
  41. Marcílio Aguiar

    Muito preocupante essa noticia do Federer. Espero que ele consiga voltar bem em 2021, para se despedir em quadra. Seria lamentável se retirar definitivamente por contusão.

    Se o ano de 2020 tivesse que receber o título de um filme já realizado, eu escolheria “The Year of Living Dangerously” (O ano em que vivemos em perigo – título no Brasil). Filme de 1982 com Mel Gibson, Sigourney Weaver e Linda Hunt. O tema não é sobre pandemia, mas é ambientado na Indonésia em um momento de conturbação política (queda do ditador Sukarno). No Brasil, além da ameaça do vírus, vivemos também a ameaça de conturbação social pelos atos irresponsáveis e retrógrados do habitante do Planalto.

    Responder
  42. Rubens Leme

    Dalcim, há cinco anos morria um dos músicos mais interessantes e originais que o jazz conhecia, Ornette Coleman, grande expoente do free jazz e que morreu com 85 anos.

    Ornette teve uma vida longa e começou a carreira com um grupo em que já se destacava Don Cherry e por ter um baixista branco como membro fixo (Charlie Haden), algo raro em 1958. Em menos de dois anos, Coleman começou a deixar o jazz mais tradicional, até chocar crítica e público com Free Jazz: A Collective Improvisation (1961), um álbum com uma longa e única faixa – dividida nos dois lados do LP – em que dois quartetos distintos tocavam ao mesmo tempo, um em cada canal.

    Assim, do lado direito você ouviria Eric Dolphy – bass clarinet; Freddie Hubbard – trumpet; Charlie Haden – bass e Ed Blackwell – drums; enquanto do lado esquerdo o quarteto era formado por Ornette Coleman – alto saxophone, Don Cherry – pocket trumpet, Scott LaFaro – bass e Billy Higgins – drums.

    O que saía dos sulcos era, de início, uma cacofonia, algo muito parecido com que John Coltrane poduziu em alguns discos como Ascension e exige muita atenção e concentração dos ouvintes nas primeiras audições. Coleman exigiu que a gravação fosse feita ao vivo, em um único take, sem edição ou overdubs.

    Contribuiu muito para a experiência a presença de músicos excepcionais, entre eles Eric Dolphy (um dos grandes amigos de Coltrane), Don Cherry e o baixista de Bill Evans, Scott LaFaro.

    O resultado é uma longa suíte de quase 40 minutos e na capa do álbum há uma pequena pintura – The White Light -, de Jackson Pollock.

    https://www.youtube.com/watch?v=WB8f7bxioro

    Responder
  43. Gabi

    Vi o primeiro episódio de “El Presidente”, da Amazon. Série tragicômica, semi-ficcional sobre o Fifagate, em 2015. É uma produção chilena e argentina. Por enquanto muito novelesca para o meu gosto, mas como o assunto é muito interessante, vou insistir um pouco mais.

    Responder
  44. Vitor Hugo

    A nova cirurgia nem me preocupa tanto, já que esse ano praticamente não vai ter tênis. O que me preocupa é que, com tanto tempo parado e próximo aos 40 anos, pode ser que as idéias de Federer tenham mudado um pouco…..

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Exato.

      Porque vontade de jogar ele tem bastante. O que o suíço não tem mais é tempo…

      Diferente do Delpo que é mais novo, apesar de enfrentar tantos problemas.

      O Federer no alto do seus 39 anos tem um complicador a mais…

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Acho que não mudou não , Vitor . Ele não larga o osso antes de Tóquio. A não ser que seu nível caia muito. Pra você ter uma ideia o de Connors caiu e mesmo assim passou dos 40. E com um estilo de jogo bem mais desgastante. Abs!

      Responder
      1. Vitor Hugo

        E eu não duvido que ele quer jogar as olimpíadas. Tenho certeza que sim! Mas talvez seja apenas alguns torneios no ano que vem. Eu tinha expectativa de ele jogar mais uns dois anos pelo menos. Já não tenho mais.

        Responder
  45. Paulo Almeida

    Que o GOAT Djokovic apareceria como a melhor devolução e backhand de duas mãos da história todos já esperavam. Só não esperavam que também fosse ser bem citado no segundo serviço e na passada.

    É, parece que as batalhas contra Millman e Sandgren e até o fato de ter entrado em quadra contra o Djoko estão cobrando o preço do Federer agora…

    Responder
  46. Miguel BsB

    Acho que ausência do Big Mac, no quesito toque, ao menos como menção honrosa que fosse, é uma das minhas poucas discordâncias da lista, Dalcim…
    Mcenroe tinha a precisão de mãos de um “brain surgeon”, escreveu Brad Gilbert em winning ugly…

    Responder
  47. Nando

    Esse novo procedimento cirúrgico do Federer foi um tremendo balde de água fria…já não teremos WB nesse ano (os outros Slams tbm não estão garantidos), e agora o Maior Tenista de Tds. Um novo afastamento nessa altura (final) da carreira é complicado.
    Fará 40 anos em 2021…ao menos esses problemas só apareceram depois de mais velho né, pôde aproveitar bem a maior parte da carreira.
    Q volte bem em 2021, e quem sabe não jogue até 2022? Vamos ver.

    Responder
    1. Renato Toniol

      Bom dia, Nando.
      Como torcedor de Federer, tenho a esperança de que ele possa atuar em 2021 e 2022, porém, sendo lógico e racional, algo me diz que até o final do ano, o suíço deve anunciar que 2021 será a sua última temporada, e que escolherá à dedo os seus torneios favoritos para fazer a sua turnê de despedida, que imagino, deve ter seus últimos capítulos em Wimbledon.
      Vamos aguardar…

      Responder
      1. Nando

        Fala Renato, blz? Como estão as lives?
        Olha, sobre a temporada 2021 do Federer, provavelmente será igual a de 2017…não jogará nada no saibro, então acredito q ele se despediu de RG no ano passado mesmo. Torço para q estique a carreira até o fim de 2022, tomara né?
        Mas o principal de td, q faça uma boa preparação pós-cirurgia, para voltar bem competitivo no ano q vem. Abs.

        Responder
  48. Rubens Leme

    Dalcim, acho que a parada do Federer neste momento só é ruim por causa do avançado da idade, porque, de resto, é positiva. Em primeiro lugar, ninguém sabe se o circuito voltará este ano, embora a pressão seja grande. Depois, ninguém sabe quais serão os protocolos de segurança e saúde. Os torneios farão exames diários em tenistas, juízes, etc?

    Há também a sensível falta de ritmo e fisico mesmo que joguem alguns torneios preparatórios de 4 games como está acontecendo, afinal uma coisa é jogo de três sets sem um grande caráter competitivo, outra é um Slam de cinco sets e poderemos ter dois sequenciais.

    Depois há a questão da paranoia, do medo, do stress que irão ocorrer agora em aeroportos, hoteis, entrevistas coletivas, quando a vida começar a voltar nos eixos. Isto dará uns seis, oito meses para que o suíço observe com calma, enquanto se recupera para fazer, quem sabe, 2021, o seu derradeiro ano vencendo um último Slam.

    Como disse há uns meses atrás, se eu fosse tenista não voltaria a jogar este ano, só em 2021.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Mas há um lado interessante, Dalcim. Todo mundo dava como líquido e certo que ele perderia o recorde de Slams – ou que pelo menos Nadal empatasse com ele -, antes do covid, e agora tudo isso ficou nebuloso, não apenas porque Djokovic e Nadal perderam ritmo e embalo, mas porque esse tempo de paralisação deu um importante respiro para que os mais jovens pudessem repensar suas carreiras, estratégias e, pela grande diferença de idade, que possam sentir menos a falta de ritmo e o cansaço quando o circuito voltar.

        Esse tempo “perdido” pode ter sido o momento que Thiem, Zverev, Tsitsipas e até o Kyrgios necessitavam para dar o bote, vencer um Slam e dar uma vida útil extra pro recorde do Federer e deixar o suíço sonhar com mais um, antes de ir.

        Responder
        1. Bruno Gama

          Ficar tanto tempo parado não é novidade pra nenhum dos 3, Nadal ficou várias temporadas parado por meses e sempre que voltou ganhou pelo menos 2 slams no ano da volta, Djokovic também venceu 2 slams em 2018 depois de voltar de cirurgia, Federer também em 2017, acho até que essa pausa vai fazer mais bem aos 3 do que aos jovens que nunca experimentaram ficar tanto tempo parado.

          Responder
  49. diego adrian

    Ao meu ver Agassi deveria estar na frente de Nole no quesito devolução. Os dois tenistas são maravilhosos na devolução, mas para fazer o desempate entre os 2, acho que Agassi levaria vantagem por causa que ele jogou numa época em que não tinha essa padronização de pisos como atualmente, muitas das quadras eram mais rápidas, então eram necessários mais reflexos, e Agassi era sensacional. O cara ganhou Wimbledon numa época em que os sacadores predominavam e a maioria dos sul americanos simplesmente escorregavam na grama. Não estou desmerecendo Nole, só justificando o meu criterio para colocar Agassi por cima dele.

    Responder
  50. Rodrigo S. Cruz

    Bastante preocupante essa nova cirurgia do Maestro…

    Será esse o fim da sua brilhante carreira?

    Joelho é uma situação delicada, e eu já temia que a recuperação pudesse ser difícil.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Espero que não! Vms torcer para que ele nos surpreenda de novo em 2021, como fez em 17.
      Mas, tá com cara que deve ser o último ano dele, de despedida msm, infelizmente…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Grande Miguel.

        Sim, vamos ficar na torcida…

        E tudo vai depender de como ele se sentir.

        Caso se recupere como em 2017 (ou próximo disso) pode até estender um pouco mais.

        Quem sabe até 2022?

        Abraço.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Vira essa boca pra lá Rodrigo rs . Você queria o Velhinho viajando pra tudo quanto é lado , nessa temporada Pornô ? rs Novak está dizendo que vai pular o USOPEN . Essa micro artroscopia não vai tirá-lo do TOP 10 aos 39 . Outro Recorde . E volta pro AOPEN 2021 na ponta dos cascos. Fica frio que já pedi a Papai Soderling nova mandinga pra dupla Nadal – Djokovic. Vão apanhar que nem mulher de malandro pra Next Gen até o Final da temporada. A conferir rsrsrs Abs!

      Responder
  51. Luiz Fernando

    Dalcim, li agora esse post acerca da vontade do Borg encarar o Rafa em RG, creio q se ocorresse seria uma partida incrível, mas com tendência de vitória do espanhol. Numa hipotética partida, qual vc acha q seria a tática do sueco: encararia o Nadal no fundo da quadra ou tentaria ser mais agressivo indo mais a rede? Pelas conquistas em W ele deveria ter um bom jg de rede…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, são gerações extremamente distintas, Luiz. E para pensarmos numa equilíbrio, teríamos de pensar no que Borg poderia (ou não) ter feito com os equipamentos modernos (corda, raquete, preparação física) ou o que Nadal conseguiria fazer com uma raquete de madeira de cabeça 85. Se jogassem no tênis de hoje, acredito que Borg seria sim mais agressivo e não vejo muita ação do tospin do Nadal no seu backhand. Se jogassem em 1980, acho que Borg seria bem mais conservador e os jogos talvez durassem uns dois dias… rsrs… Acho que no conjunto o espanhol tem mais, então acredito que venceria 6 de 10 duelos ou quem sabe até 7.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Perfeito , caro Dalcim. Mas Borg não apanharia tanto quanto Federer , Stanimal e CIA. Com Back de uma mão somente GUGA ou o garoto Thiem pra beliscar alguma do Touro em RG rs. Abs!

        Responder
  52. Thomaz Cardoso Leite

    Dalcim,sei que foge um pouco do assunto mas….
    O suíço teve que fazer uma nova operação no joelho,só em 2021.
    Podemos esperar 2021 como a última dele em quadra,ou temos chance de acontecer o que aconteceu em 2017 (melhor versão do RF que eu vi jogar)?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É muito difícil dizer alguma coisa, Thomaz, mas me parece cada vez mais claro que a aposentadoria está muito próxima e pode sim acontecer em 2021.

      Responder
  53. Marcílio Aguiar

    O interessante nos hiligts do Agassi é que a maioria das devoluções demolidoras mostradas foram contra sacadores “meia boca” rsrsrs (Federer, Sampas, Becker). Dalcim, uma curiosidade: num dos últimos lances do vídeo mostra o Andrés Gomes sacando e indo para o voleio em RG, provavelmente na final de 1990. Não me lembro se o Equatoriano tinha essa característica, acho que não. Apesar de ser apenas um lance, retrata bem o espírito da época em que os jogadores procuravam mais a rede para definir jogadas mesmo no saibro.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele era fruto da geração 1980, portanto gostava muito de subir à rede. mas realmente não fazia isso com tanta frequência no saibro. Ele aliás foi número 1 do mundo em duplas.

      Responder
    1. Daniel Pereira

      A Minha lista seria! 1- Cedric Pioline, 2- Alex Corretja, 3- Marcelo Rios, 4- David Nalbandian, 5- Félix Mantilla
      Feminino: 1- Elena Dementieva, 2- Agnieska Radwanska, 3- Dinara Safina, 4- Yelena Yancovic, 5- Vera Zvonareva

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        A maioria dos tenistas que jogaram na era do Big 3…
        Só eles ganham os Slams. Rsrsrs
        Um salve para Murray, Wawrinka, Delpo e Cilic.

        Responder
  54. Luis

    Dalcim eu tô vendo demais foi no Youtube acho da atp mas tava em inglês ( sou ruim de inglês gosto das musicaskkk) que Federer poderia voltar só em 2021? Luthy disse que Federer estava se recuperando mais lento do que imaginavam mesmo com parada com pandemia,abraço saúde a todos blog que parece pouco mas e’ muito e não tem preço ou dinheiro no mundo,abraçao,frio em Sp cara do estado

    Responder
  55. Heitor

    viram que foi aprovado ontem, em regime de urgência, no Congresso Nacional, um Projeto de Lei que permite aos agentes públicos municipais, estaduais e/ou quaisquer outros, de adentrarem sem ordem ou mandado judicial dentro de qualquer residência, para averiguar se você, sua família, ou eventuais visitas, estão ou não usando máscaras?
    pqp

    Responder
    1. Heitor

      Na prática isso significa o fim do direito de propriedade privada no Brasil.
      É o comunismo no sentido mais puro do termo, com todos os seus flagelos, sendo implementado.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Rapaz, não vi nada disso, mas que tá com cara de mais uma das milhões de Fake News bolsonaristas, isso tá…
        Agora, o que é verdade, é a edição de uma MP que permite o abjeto Ministro da “Educassaum” nomear reitores ao seu bel prazer…
        Isso sim é atitude claramente Inconstitucional e Ditatorial!

        Responder
    2. periferia

      Olá Heitor.

      É falso essa informação …ela corre no Whatt…..mas não é verdade.
      O substitutivo do Senado para o projeto de lei 1562/2020, aprovado na Câmara Federal na terça-feira (09), diz que é obrigatório o uso de máscaras de proteção em locais públicos……residências não entram no substitutivo .

      Abs

      Responder
    3. Carlos Henrique

      Não que seja o assunto do tópico, mas isso é fakenews Heitor. o PL aprovado não dá margem para derrubar a inviolabilidade da residência.

      Responder
  56. Marcílio Aguiar

    Prezado Dalcim, não tenho o que contestar na sua lista, mas gostaria de sua opinião sobre o BH de Kafelnikov, o toque de Richam Arazi e o segundo serviço do Guga. Podem não ser top 5, mas estariam entre os top 10?

    Responder
  57. Sérgio Ribeiro

    Uma mexidinha aqui e ali , não mudaria a essência deste Post pra lá de esclarecedor . Acredito que as melhorias em vários fundamentos de Novak Djokovic , estão presentes com destaque . E também a presença de vários jogadores da tal “ entressafra “, faz calar de uma vez por todas alguns comentários pra lá de pejorativos de comentaristas sem noção. O Craque com seu toque e Serviço magistrais , também se fez presente nos melhores golpes do Tênis da história parte 2 . Nenhuma surpresa. Idem para o Espanhol e suas passadas espetaculares. Depois pretendo retornar com as meninas. Abs!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Entre os comentaristas sem noção está um tal de Pete Sampras, enquanto vc é um dos q tem noção kkkkkkkk, nada melhor para julgar quem tem noção. Será q vc também esta no grupo dos comentaristas humildes kkkkkk? Grande abraço kkkk. Aqui é diversão garantida kkkkk…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Esse teu papo de sem noção e outras babaquices costumeiras , já deu caríssimo L F . O baba ovo mor não engana mais ninguém no Blog . E arrogante como o mane’ , não existe. Daí a ser o ” diversão garantida ” . Abs!

        Responder
  58. Heitor

    Tá todo mundo tão anestesiado com notícias ruins que a decisão do Federer de só voltar em 2021 nem soa como desastre.
    Considerando que o circuito tá parado e sem previsão concreta de retomada, tá certo ele de cuidar da saúde para voltar em condições de jogo ano que vem.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Estava lendo um pouco daquela discussão do Jimmy Page com o cantor pop Robbie Williams que queria construit uma piscina no subsolo de sua casa e Page impediu alegando que as construções abalaram as estruturas da mansão dele, que é ao lado, e que são antigas. Page ganhou em uma instância, mas continuaram brigando e teve um dia em que, para irritar Jimmy, Robbie tocou em alto e bom som todos os discos do Sabbath.

        Aí fiquei pensando que se quisesse punir mesmo deveria ter tocado todos os discos solos dele. Quem sabe, Jimmy até venderia a propriedade para ele só pra fugir deste flagelo.

        Responder
  59. Luiz Fernando

    Lamentável essa nova cirurgia do Federer, dessa vez a possibilidade de término da carreira está bom cristalizada. Tomara q se recupere bem. E de pensar q aqui já tivemos babacas q comemoraram doenças de jogadores adversários…

    Responder
  60. Rubens Leme

    Imagino que fará depois uma lista destas com os jogadores anteriores à Era Moderna. Não faz sentido deixá-los de fora, Dalcim. rs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, não farei, Leme. A era amadora não tem dados confiáveis, além do que os melhores tenistas dessa época não jogavam os Slam e sim os circuitos profissionais. Então vejo com ressalvas essa fase do tênis. Abs!

      Responder
  61. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,qual feito e considerado maior no tenis?Ganhar um grand slam ou ser numero 1?
    Digo isso porque estava pensando qual maior feito…Chile ter tido um jogador numero 1(Marcelo Rios) ou o Grand Slam de Andres Gomez(Roland Garros) para o Equador.

    Responder
  62. DANILO AFONSO

    Das duas relaçóes do Dalcim, eu não sei qual dos 3 golpes que eu fiquei mais surpreendido com os nomes listados:

    Djokovic entre os melhores no 2° serviço;
    Nadak entre os melhotes no toque;
    Federer entre os melhores no Balckhand de uma mão.

    Eu sempre achei o 2° serviço do sérvio lento apesar de tático para um n. 1. Não chega nem perto do serviço do Sampras.

    Nadal eu sempre li aqui no blog e em outros sites os torcedores chamando ele de baloeiro, maratonista ou algo do tipo. O Lógico nunca foi tão contrariado como agora…kkk

    O backhand do Federer sempre ficou gravado na minha cabeça como seu ponto fraco quando comparado com a excelência de outros golpes, principalmente quando sofria com os spins do espanhol. É bom mas nunca imaginei entre os melhores. Além disso as madeiradas do suíço meio que me cegaram de ter uma melhor avaliação do golpe.

    Vou rever videos antigos e começar a observar melhor os golpes executados pelas 3 lendas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Saiba que boa parte dos analistas técnicos dizem que o progresso de Djokovic nos últimos anos é diretamente proporcional à evolução do segundo saque, Danilo. Algo que eu concordo plenamente.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Pois é, caro Danilo. De tanto o P. Almeida repetir a exaustão Back de menina e madeirada , que todo mundo esquece do principal . Nenhum jogador com Back Simples fez cócegas em Nadal durante década e meia em seu habitat . STANIMAL está com 1 x 6 . Em RG somente ganhou seis games na única. Ninguém vence 102 ATPs com um Back a meia boca. Com todo tipo de Slice venenoso e na paralela , levou o Espanhol a h2h duríssimo em TODAS as outra superfícies. Uma olhadinha nesta FINAL de Wimbledon 2019 da’ uma bela amostragem de um Backand de uma mão completo. Abs!

      Responder
  63. Vitor Hugo

    Podem dizer que estou louco, mas, na minha opinião, Gilles Simon é o melhor contragolpe do circuito.
    Nenhum tenista usa melhor o peso da bola do rival do que ele.
    O problema é que, além do contra-ataque, o francês não tem nada demais em seu jogo. Não tem saque, não tem golpe contundente e etc… Seu jogo é baseado em correria e usar a força do oponente.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Sem dúvidas , grande contragolpeador Vitor. Mas temos outros ainda melhores . Hewitt é um exemplo. Atingir o N 1 e se manter no ano seguinte , tendo essa como sua maior arma , é uma fato que não deixa dúvidas. Vencer seus dois SLAM em Sets diretos pra cima de Sampras e Nalbandian , usando e abusando deste recurso , é algo notável. Abs!

      Responder
    2. Luis

      Lembro que Simon deu muito trabalho pro Djokovic não sei foi na Austrália ,Bautista tem tênis parecido,e o Simon tem cabeça legal tranquilo um top 20

      Responder
  64. Carlos Henrique

    Curioso que não há mais ninguém na ativa da sua lista de toque no feminino. Infelizmente o tênis moderno das mulheres é unidimensional.

    Responder
  65. Enoque

    Insisto na ideia de que os torneios deveriam começar na Europa , onde encontram-se a grande maioria dos jogadores e que já estão realizando torneios de exibição. O US Open deveria ser realizado mais tarde e sem tantas restrições (Djoko tem razão) e pela condição climática deveria optar por Indian Wells, onde não faz tanto frio em outubro. Só falta um bom entendimento entre os organizadores deixando de olhar pro próprio umbigo.

    Responder
  66. R.P.

    Colocaria Federer no top 5 de devolução fácil fácil. Apesar de não ser tão agressivo, ele faz, e muito bem, um bloqueio fundo e cheio de efeito que dificulta deverás o ataque do sacador.

    Responder
  67. Bartolomeu

    Sabe o que chamou atenção nessa lista, Dalcim?

    O grande número de jogadores que estiveram na ativa na primeira década dos anos 2000, os anos que viram o surgimento e o domínio de Federer.

    Sampras e Agassi citados em diversos campos
    Kuerten e o seu back de uma mão.
    Nalbandian citado duas vezes (devolução e back de uma mão), Safin, Roddick, menções honrosas ao Hewitt
    Fernando González como a melhor direita de todos os tempos, seguido por Del Potro

    Para quem vê esse período como um grande deserto povoado por pangarés e jogadores medíocres, deve ser uma surpresa.

    Interessante também que praticamente não há referências a jogadores surgidos após 2010. Há uma menção a Kyrgios,e só. Estavam na ativa na década anterior todos os demais tenistas citados e que jogaram nos últimos 10 anos.

    Responder
  68. DANILO AFONSO

    Dalcim, você entende que há diferença entre passada e contragolpe ???

    Contragolpe você entende que tem um conceito mais amplo e abrange a passada ??

    Pergunto isso porque em fevereiro de 2019 você criou um texto com o título Tenista Perfeito, onde você colocou Djokovic em 1° no quesito contragolpe. Vendo a lista acima, você colocou o Nadal em 1° no quesito Passada.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, são duas coisas claramente diferentes, Danilo. A passada é quando você supera um adversário que fez uma subida à rede, e ele pode ser cruzada, paralela ou por cima. O contragolpe certamente inclui a passada, mas é possível se realizar quando o adversário está no fundo de quadra – aliás acontece hoje em dia com bastante frequência. A devolução winner nada mais é que um contragolpe bem aplicado, ou uma paralela perfeita quando o tenista é deslocado para um lado a outro e obtém um último recurso. Nesse quesito contragolpe, eu acredito que Djoko seja sim o melhor que já vi.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        E muitas vezes, a passada nem é um contragolpe.
        O tenista pode trazer o adversário à rede, com uma deixadinha e, depois, aplicar a passada a uma bola “devolvida” pelo adversário.

        Responder
  69. Rubens Leme

    Dalcim, na matéria sobre Monica Seles, fala-se em 9 títulos de Slams dela, mas só mostram oito, porque está dito que ela venceu apenas um US Open, quando, na verdade, venceu duas vezes em NY.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Ah, sem querer chato. No texto diz “Seles também seria campeã em Paris nos anos de 1991 e 1992”.

        Faltou também o de 1996.

        Esse comentário nem precisa publicar aqui, arrume apenas lá mesmo.

        Responder
  70. Miguel BsB

    Olha só, tanto neste post como no anterior, diversos tenistas da chamada “entressafra” (Safin, Nalbandian, Gonzáles) aliás, inclusive o Guga, pq os mencionados são mais ou menos da mesma geração, nas primeiras colocações dos melhores golpes de todos os tempos…
    Esses tenistas jamais serão “entressafra”.

    Responder
    1. R.P.

      Guga ñ é da mesma geração da entressafra nem aqui nem na lua. Entressafreiros de sucesso têm no maximo 2 slams; bons jogadores, mas deverás irregulares.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O fato é que essa bizarrice dos nolistas nunca vai ter fim.

        Como se o Federer tivesse de ficar alguns anos longe do circuito, até surgirem o Nadal e o Djokovic.

        É uma estupidez sem tamanho…

        Responder
      1. Miguel BsB

        A opinião do Sampras, é isso, a opinião do Sampras…vale tanto quanto a opinião de diversas lendas do tenis. O Pelé tb tinha muitas opiniões, como a que a Colômbia era a favorita na Copa de 94…
        Mas como não posso perguntar a opiniao do Sampras, pergunto a você: qual a sua opinião sobre um comentarista de tenis que há anos vinha falando que o Federer era um aposentado e cansadão?
        A minha é: a pessoa que falava isso não entende porcaria nenhuma de tenis e não tem vergonha de ficar dando seus pitacos risíveis até hj.
        Mas é claro, essa é só a MINHA opinião…rs

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Onde assino , Miguel ? A opinião de Sampras pós Wimbledon 2017 : “ Roger é o tipo de Tenista que surge a cada Cinquenta anos “ o “ diversão garantida “ fingiu que esqueceu rs . E mais . Uma vez o Norte-Americano mandou que o Big Mac e Lendl jogaram anos somente entre eles . Outra babaquice. Havia Becker, Edberg , Wilander e CIA . Quem perdeu FiNAL de SLAM pra Safin e Hewitt no USOPEN foi o próprio. O “ diversão “ sabe que o Craque venceu todas . Inclusive de Agassi . Abs!

          Responder
  71. periferia

    Olá Dalcim.

    A devolução não deveria levar em conta os pisos?
    Djokovic pegou uma época onde os pisos são mais lentos….facilita a devolução.
    Agassi pegou pisos mais rápidos…a velocidade da quadra não deveria ser um fator fundamental para a devolução?
    Nadal está bem colocado na passada e no toque ( ou um ou outro…rs)….é estranho….Nadal aparece na frente apenas na boa (depois de trabalhar bem o ponto lá no fundo….o bom toque é aquele onde o cara vai na podre e improvisa).
    Acho o Dustin Brown e o irmão do Zverev dois caras que são superiores no quesito toque (até porque vivem dele…bola sim… bola não estão na rede).
    Na passada também o piso deveria ser levado em conta.
    O tenis está muito lento…..vi no site o jogo do McEnroe e Lendl no saibro….mesmo com a quadra lenta o jogo parecia em uma quadra rápida de hoje (McEnroe subia constantemente…muito voleio…a bolinha andava..)
    O beckhand de duas mãos também não compreendo bem…..o beckhand do Djoko é espetacular….mas é um golpe de suporte ao jogo dele…..muita consistência…mas o golpe puro e simples …..basta olhar o argentino no vídeo (cruzado ou na paralela…ângulos incriveis).
    O Parreira dizia que o gol é um detalhe.
    Não posso aceitar (na minha ignorância ) que um ponto vencedor seja apenas parte de um todo.

    Muito interessante….como o esporte tem tantas sutilezas.

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que você simplificou demais o quesito ‘toque’ como se fosse apenas habilidade para volear uma bola difícil. o que aliás Nadal faz muito bem. Mas tem muitas outras situações em que é preciso ter ‘mão’, o que geralmente também é sinônimo de improviso. Nadal faz excelentes deixadas, é excepcional no chamado quadradinho’, surpreende diversas vezes o adversário com um lob, uma bola por fora da rede, uma bola sem peso no pé, coisas que precisam de ‘mão’.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Eu estava na dúvida sobre o que você estava considerando como “toque”. Seria a “deixadinha” ou o “contragolpe da deixadinha”? Eu pensava..
        Mas, agora, percebo que são os 2. E não só isso, mas tudo que é executado com mais “jeito” do que força.
        De fato, o Nadal é muito bom nisso. Executa menos do que alguns “especialistas” em toques, mas, quando o faz, é excelente.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não é só, Rafael. O seu xará tem uma grande habilidade em chegar em bolas difíceis e, com um ‘tapa’, trocar a direção da bola. Isso é exatamente o que chamamos de ter ‘mão’.

          Responder
    2. Rafael Azevedo

      Prezado, Periferia.
      De fato, houve uma padronização dos pisos, com o intuito de deixá-los mais lentos.
      Porém, há de se considerar que a necessidade de redução da velocidade deve-se ao fato de que muitas partidas (sobretudo na grama), estavam sem ralis.
      Ou seja, o tênis ficou rápido demais, por conta do preparo físico e evolução dos equipamentos.
      Eu mesmo, quando vejo os jogos do Borg, Lendl e etc. não acho mais veloz do que os jogos de hoje. As quadras eram mais velozes, sim. Mas, o físico e os equipamentos eram inferiores. Na balança, os jogos de hoje são, na minha visão, bem mais rápidos.
      A única exceção dos nomes que você citou, talvez, seja o Agassi. Ele me parece que pegou um tênis mais veloz, mesmo. Mas, ainda assim, tenho minhas dúvidas.

      Responder
      1. periferia

        Olá Rafael.

        Eu discordo um pouco….tenho visto muitos jogos antigos….não é apenas uma questão da quadra ser rápida…..isso força um jogo mais agressivo.
        A velocidade da quadra está ligada a agressividade do jogo.
        Como o jogo ficou lento…..os jogadores ficaram defensivos…..trocando bolas na base …buscando uma oportunidade para atacar (a popular consistência).
        O Dalcim tem aquela visão global do jogo…..como um bom professor ele enxerga o jogo com várias possibilidades…..vejo o jogo muito “localizado “.
        Golpe é golpe (diria Periferia)……estou aprendendo com o Dalcim …que golpe não é apenas um golpe…..existem intenções em cada golpe.
        Mas acho que a velocidade da quadra está ligada a agressividade do jogo (o Borg de Roland Garros é o mesmo de Wimbledon….a diferença é a agressividade…..mesmo mais lentas hoje…..serve para o Nadal também).

        Abs

        Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Periferia, o fato de Djokovic ter vivido a era das quadras mais lentas e Agassi as mais rápidas em sua maioria, sob meu ponto de vista, não faz diferença na análise do Dalcim, deixando o sérvio a frente do americano. Esse fato pode ser relativo, se pensarmos em aptidões naturais, por exemplo, Sampras adorava quadras rápidas e sabemos seu retrospecto pobre no saibro. O que quero dizer é que se a devolução é, em tese, mais difícil em um piso mais rápido, ficaria mais fácil para um adepto desse piso que para outro que prefere pisos mais lentos.
      Entrando no mundinho dos normais, como eu, prefiro mil vezes uma quadra de piso de cimento ou sintético (Lisonda, por exemplo) a uma quadra de saibro, da melhor qualidade que seja. O pó me incomoda, o deslize que não consigo fazer etc. Então, meus golpes, surtem efeitos em um ambiente no qual me sinto mais confortável.
      Abraço.

      Responder
      1. periferia

        Olá Luis.

        Concordo contigo sobre essa questão da aptidão.
        É igual a questão do backhand de uma mão….Dalcim mesmo explicou que o mais natural para uma pessoa é bater com uma mão….seria natural e confortável….porém caso seja um Richard Williams ou um Yuri Sharapov….vou querer que minha filha aprenda tênis batendo o back com as duas mãos….mesmo ela tendo mais aptidão para bater com uma.
        Estatisticamente vc fica com menos buracos no jogo (o backhand de uma mão é poesia pura…terminação lá em cima ….é muito bonito).
        Uma quadra mais lenta teoricamente oferece mais tempo para uma boa devolução até porque o jogo fica menos agressivo (e nem é uma censura ao jogo Djokovic…que é um monstro).
        Interessante a visão de quem joga (minha alma existe um Federer….mas fora…rs).

        Abs

        .

        Responder
  72. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,muito se fala da longevidade do big 3…Voce acha que Nadal e Djokovic podem ter a mesma longevidade do Federer,tendo final de slam com quase 38 anos e sendo top 4 com 39?
    Por um lado o Federer tem concorrentes mais fortes com essa idade(Nadal e Djokovic),enquanto o servio e o espanhol teram como concorrentes essa next gen(que no entanto deve estar no auge fisico e tecnico daqui uns 3,4 anos)…Por outro lado o jogo do Federer demanda menos exigencia e esforco fisico,enquanto os outros dois jogam mais de fundo…
    Qual seria sua previsao/aposta Dalcim?
    Mais uma vez,parabens pelos excelentes posts,enriquecendo nossa quarentena com muito tenis!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É bem provável que Nadal e Djoko ainda tenham duas temporadas de alta qualidade, apesar dos problemas físicos que já apresentaram. Tudo vai depender de como conseguirão economizar no físico e no esforço.

      Responder
      1. Carlos Henrique

        De acordo. Quando o Nadal devolve lá da arquibancada e não consegue colocar a força suficiente na devolução, a bolinha vem sempre no T.

        Responder
  73. Luiz Fernando

    Vivemos momentos tempestuosos interna e externamente. O caso Floyd foi um dos mais lamentáveis, mas como estamos num momento também de cinema no blog tudo isso foi claramente demonstrado no filme Mississipi em Chamas; me lembro de uma frase do Gene Hackman, agente do FBI no filme, que disse algo como, se referindo a uma frase do pai, sulista: Se vc não puder ser melhor do q um negro, então vc não é nada. Simplesmente absurdo. Infelizmente algumas pessoas se utilizam destes momentos com ouros propósitos, coisas torpes, mesquinhas e acima de tudo injustas. Uma destas foi a vandalização da estatua do Churchill, em Londres, o cara q praticamente encarnou a luta contra o nazismo, a humanidade é devedora do cara. Simplesmente lamentável…

    Responder
    1. periferia

      Olá Luiz.

      Churchill acreditava na supremacia branca……inclusive tinha grande preconceito pelos indianos.
      Muitos dizem que era produto de seu tempo(o homem)…..Griffith fez um dos filmes mais icônicos de todos os tempos (1915) mas era um filme racista (O nascimento de uma nação)…..assim como Churchill ….a história ameniza a biografia dos dois.
      Alan Parker foi diretor de Mississipi em Chamas ….fez grandes filme ….fez The Wall do Pink Floyd…..mas o melhor foi Coração Satânico….com De Niro e Rourke (sem plástica).

      Abs

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Vamos a uma frase do próprio Churchill: se muitos foram culpados nenhum foi inocente. Eu, pessoalmente, acho algo abominável numa manifestação feita no contexto de situações tipo racismo/nazismo/fascismo envolver de forma negativa o maior responsável pelo fato de hj não fazermos a saudação nazista. Mas cada um pensa de uma forma. Abs.

        Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Esse Coração Satânico (apesar de tratar do tema terror) é um dos melhores filmes para mim. A cena em que De Niro saboreia o ovo, demonstrando claramente como seria a cobrança aos seus devedores, é de arrepiar (de medo).
        Mickey Rourke desandou como ator. Uma pena.

        Responder
      3. Marcílio Aguiar

        Parker outro cineasta de quem eu gosto pelos excelentes filmes citados. Gosto também de “Fame”, um musical sobre jovens de NYC e “Birdy” (asas da liberdade). Dirigiu ainda “Midnight Express”, polêmico por ter uma carga de preconceito contra os turcos.

        Responder
  74. Luiz Fernando

    Dalcim gostaria de sua visão sobre o smash. Na minha Rafa e Federer são os melhores, com Nadal na frente, o cara utiliza esse golpe de uma forma incrível de qualquer lugar da quadra, muitas vezes até caindo para trás…

    Responder
      1. Rafael Azevedo

        Gosto do smash do Monfils, também. O que você acha, Dalcim?

        Ps. Porém ninguém superou aquele smahs com curva do Kyrgios. O cara fez um deixadinha com o Smash. Sensacional.

        Responder
          1. Carlos

            Dalcim, vejo os tenistas errando tantos smashes… O Djoko mesmo erra mais que os outros do Big 3. Aliás, o Federer erra muito pouco, ou um por cento dos smashes.

          2. José Nilton Dalcim

            Um erro ou outro é bem normal, Carlos. Depende não só da pressão do momento, mas da posição do sol, do vento, da altura da bola.

  75. Daniel

    Comentando sobre o próximo post eu diria que no quesito mental podíamos colocar 02 vezes Rafael Nadal e Leytonn Hewytt.
    A 05ª colocação deixem para outro tenista, kkkk.

    Responder
  76. Rubens Leme

    Que jogador mais espetacular não teria sido Nalba se tivesse condicionamento físico. Ele e Tsonga foram os grandes desperdícios desta geração. Era mais jogador que o Delpo.

    Responder
    1. Carlos Henrique

      Nalba se tivesse físico era homem pra ao menos 1 Slam. Era muito bom em todos os pisos (ao menos 1 semi em todos os Slams), o que na época não era tão comum (all court player). Sua grande chance foi RG 2004, após passar pelo Guga. Perdeu pra um limitado Gaudio.

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Se não me engano, ele teve uma derrota muito contestada na semi do USO 2003 contra Rodick, que depois venceu o Ferrero na final.

        Responder
  77. Luiz Fernando

    “Nadal não tem habilidade”, “Nadal é um maratenista”, eu não falo q aqui é diversão garantida kkkkkk. Ou será q o Dalcim vai se juntar ao grupo dos q não entendem de tênis?????? Vamos aguardar as opiniões abalizadas kkkkkk!!!

    Responder
    1. Jonas

      kkkkkkkk verdade. O “toque” do Nadal é muito bom mesmo. Só não esperava ele pegar um top 3, superando VÁRIOS tenistas habilidosos.

      Isso não é tão absurdo quando olhamos para o ótimo voleio e smash do espanhol.

      Responder
    2. Nando

      Pela forma q vc falou aí, deve ter tido um orgasmo qnd o mestre colocou o espanhol no top3 de tal categoria né? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, por esse seu comentário dá pra concordar com vc qnd diz q a diversão é garantida no blog.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Sem dúvida e o mais divertido é quando a ficha cai p alguns bobos, os bobos de sempre como eu digo, para q vejam q a realidade é bem distinta daquela q eles gostariam q fosse, enquanto alguns tem orgasmo c essa realidade outros sofrem, e muito kkk…

        Responder
  78. Isaías

    Mestre Dalcim, nos critérios de segundo saque uma coisa me chamou a atenção, vc disse “É preciso avaliar eficiência, variação, coragem nesse item”, como que se avalia a eficiência do segundo saque sem levar em consideração a categoria e os recursos que o jogador possui para trabalhar com a segunda bola??? já a questão do backhand de duas mãos creio que do terceiro ao quinto a disputa tenha sido acirrada e a escolha tenha sido feita por pequenos detalhes pq eu não vejo muita diferença entre Nalbandian, Safin e Murray, acho até que não seria absurdo inventer ordens e posições entre esses 3, mais eu “acho” que a escolha passou pelo nível de agressividade é isso mesmo Dalcim??? já que dos 3 o Murray era um pouco mais passivo, já Safin e Nalbandian gostavam mais de ir para o Winner, mais em questões técnicas acho que há quase um empate entre os 3 pq quando Murray queria ele era capaz de fazer as mesmas coisas que Safin e Nalbandian faziam com backhand, sem contar que o melhor Lob de backhand que já vi na vida foi o do Murray.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não entendi sua dúvida sobre segundo serviço. A análise foi feita em cima do golpe, ou seja, o quanto ele consegue ser variado e ofensivo, sem considerar a questão de segunda bola ou do ponto a ser jogado. Quanto ao backhand, o componente ofensivo sem dúvida é um fator primordial e daí a meu ver o Murray perde um pouco. Abs!

      Responder
      1. Marcelo Serrão dos Santos de Araujo

        Dalcim, boa noite!

        O colega deu uma boa ideia, não sei se você acha válido, mas poderiam ser avaliados, também, o lob e o smash.

        Considerando isso, já deixo minha opinião: melhor lob (Murray) e smash (Federer/Sampras).

        Abraço!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          São golpes bem pouco utilizados ao longo de uma partida, mas eu também votaria no lob do Murray e no smash do Sampras (com louvor para Federer e…. Nadal!)

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            O Sampras parecia sentir um prazer ainda em “enfeitar” o golpe, com aquele salto tipo jogador de voley.
            Lembro-me bem de uma final do Finals, em Hannover, acho que em 1998, entre ele e Agassi, dos incontáveis smashs assim que Sampras fez.

          2. Marcelo-Jacacity

            O Sampras era tão incrível no smash que a Nike fez um calçado em homenagem ao americano em alusão a esse golpe: Jumpsmash.

          3. Sérgio Ribeiro

            Então Dalcim. Eu nunca tive a sensação que Pete enfeitava em seus incríveis Smash. Ele tinha tanta noção de profundidade que em vários lobs milimetricos , ele deixava passar e ia fora mesmo. Agora quando saltava tinha a certeza de bola dentro . Um autêntico Show. Concordas ? Abs!

          4. José Nilton Dalcim

            Sem dúvida! Esse smash saltado exige um timing perfeito, ainda mais se o tenista vem correndo para a bola. Vamos lembrar sempre que uma das dificuldades do tênis é a distância entre a mão e a bola, ou seja, a raquete. É um cálculo que exige sensibilidade e muito treino.

  79. Raphael Tel

    Dalcim,

    BACKHAND DE DUAS MÃOS eu colocaria a Azarenka na frente da Li Na. Mas, aceitável o inverso. Não vejo diferença grande.

    Confesso que não recorde tanto assim das passadas da halep.

    abraços,

    Responder
  80. Vitor Hugo

    Federer e Novak são os melhores em dois quesitos. Nenhum outro tenista encabeça dois quesitos além do sérvio e do suíço. Mas Roger está à frente de Novak na maioria das habilidades citadas pelo Dalcim.
    Pelo menos na minha opinião, Roger é tecnicamente o melhor tenista da história. Mas tanto Djokovic quanto Nadal, são melhores que o suíço tanto no físico quanto mental e tático, apesar de alguns desdenharem do Federer na capacidade mental, o que eu acho um absurdo. Ele apenas não é melhor que os dois citados por mim. Simples assim. Se fosse mentalmente fraco não teria vencido 20 slam e dominado o ranking por tanto tempo.

    Sobre os golpes, não colocaria de jeito nenhum Nadal à frente de Fognini, Monfis, Lodra, Santoro e alguns outros no quesito “toque”, mas o jornalista deve ter seus argumentos.
    Também não acho o segundo serviço do espanhol entre os melhores, e é notório pois muitos tenistas aproveitam para atacar o segundo saque do espanhol. Acho o seu maior ponto fraco.

    Por fim, na minha opinião, Agassi é a melhor devolução da história. É um grande campeão e devolvia muito nas quadras super rápidas de antigamente, antes da padronização. Teve sucesso na época mais difícil para devolver o saque, tanto na velocidade das quadras quanto na qualidade dos equipamentos.

    Bom, não é nada definitivo. É a opinião de um blogueiro que entende muito do assunto e é respeitado por todos nós.

    Responder
  81. Rodrigo S. Cruz

    Ô loko!

    Muito legal e nostálgico esse vídeo…

    Que belo e eficiente que era esse backhand duplo do Nalbandian!

    Até o grande Rafael Nadal tomou algumas no contrapé… kkkkk

    Quando o argentino botava aquela perninha esquerda á frente transferindo bem o peso, como a bola andava! (rs)

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pouco apreciado?

      E de onde você tirou isso?

      kkkkk

      Pra mim é um dos golpes mais bonitos e importantes desse esporte, se bem executado.

      Aliás, pra mim, o tênis não seria mais tênis, com a exclusão do SLICE…

      Responder
  82. Jonas

    Surpreendente o Djokovic estar em terceiro na lista de segundo serviço, por essa eu realmente não esperava e isso mostra o quanto ele melhorou nesse ponto.

    Nadal em terceiro no toque? Bem curioso mesmo, não imaginava. Já Federer merece estar em primeiro. Se houvesse um item chamado “reflexo” o suíço certamente também estaria entre os primeiros.

    Agora, falando em passada o espanhol sobra e muito até em relação ao Djoko.

    Responder
    1. Carlos Henrique

      Uma evolução espantosa. A quantidade de duplas faltas caiu vertigiosamente e a capacidade de defender breaks subiu. Consegue ver alguma participação do Becker nisso, Dalcim?
      Quanto a passada acho que o Nole é pior até que o Murray.
      O aspecto tático não vale um quesito? Quais são os grandes “enxadristas” do tênis?

      Responder
        1. Carlos Henrique

          Obrigado pela resposta, Dalcim. Penso que o Goran mais lapidou enquanto o Becker roeu o osso kkkk
          Nole dificilmente venceria Federer em WB sem a ajuda do alemão. Aquele monstro ofensivo de 2011 não seria páreo pra o helvético com um serviço vulnerável. Me baseio no indice de pontos ganhos com o segundo serviço em 14 e 15 e quantidade de breaks salvos no confronto de 2015:
          https://en.wikipedia.org/wiki/2014_Wimbledon_Championships_%E2%80%93_Men%27s_singles_final
          https://en.wikipedia.org/wiki/2015_Wimbledon_Championships_%E2%80%93_Men%27s_singles_final

          Responder
  83. Rubens Leme

    Michael Stich não teria lugar em segundo saque? Como o pessoal vai reclamar só dos Big 3. Quanto a deixar Borg e Connors de fora do back, paciência. Rei David foi um baita jogador.

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Rubens Leme,

      Também acho que o Stich teria lugar no 2. saque e na lista do backhand de uma mão. Bom, mas são listas, e listas sempre são difíceis de serem feitas e sempre cabem discussão e a graça está aí.
      Imagina o trabalho que o Dalcim teve para fazer essas listas.

      Responder

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