Os melhores golpes do tênis profissional (parte 1)
Por José Nilton Dalcim
5 de junho de 2020 às 17:31

Entre os vários desafios propostos aqui neste Blog, certamente este é um dos mais complexos. O motivo é um tanto óbvio: quando se fala em tênis profissional de altíssimo nível, a diferença técnica em si se mostra muito apertada, por vezes inexistente.

Como diferenciar ‘forehands’ se ele é o golpe de definição de 90% dos tenistas desde que tênis é tênis? Será que apenas força justifica o voto no ‘melhor saque’? E como destacar um jogo de rede mais perfeito, ainda mais se pensarmos que volear era absurdamente muito mais comum até pelo menos o fim da década de 1980?

Então para direcionar esta primeira parte – sim, não há como colocar tudo numa leva só -, tomei por base o aspecto técnico, o poder de definição do golpe e qual o peso dele na carreira do tenista. Começo com quatro itens, e com certeza já teremos muita margem para debates. Vou justificar apenas o primeiro lugar de cada escolha.

Melhor forehand
A capacidade de disparar golpe preciso e potente de qualquer ponto da quadra e principalmente sob pressão me fizeram optar por González e Steffi.

Masculino
1. Fernando González
2. Juan Martin del Potro
3. Roger Federer
4. Rafael Nadal
5. Ivan Lendl
Menções honrosas: Bjorn Borg e Pete Sampras

Feminino
1. Steffi Graf
2. Serena Williams
3. Monica Seles
4. Ana Ivanovic
5. Petra Kvitova
Menções honrosas: Maria Sharapova e Venus Williams

Melhor primeiro serviço
O poder de marcar aces sobre qualquer piso aponta para Isner. Já Serena me parece sem discussão.

Masculino
1. John Isner
2. Ivo Karlovic
3. Roger Federer
4. Pete Sampras
5. Goran Ivanisevic
Menções honrosas: Boris Becker, Andy Roddick

Feminino
1. Serena Williams
2. Maria Sharapova
3. Steffi Graf
4. Venus Williams
5. Martina Navratilova
Menções honrosas: Lindsay Davenport, Sabine Lisicki

Melhor jogo de rede
Com bola e piso muito mais lentos, Federer precisa fazer mais para ganhar pontos nos voleios. Martina foi absoluta.

Masculino
1. Roger Federer
2. Pete Sampras
3. Boris Becker
4. Stefan Edberg
5. John McEnroe
Menção honrosa: Rod Laver, Patrick Rafter

Feminino
1. Martina Navratilova
2. Justine Henin
3. Margaret Court
4. Billie Jean King
5. Evonne Goolagong
Menção honrosa: Hana Mandlikova, Martina Hingis

Melhor backhand de uma mão
Stan e Guga elevaram o poder ofensivo do golpe. Henin tirou o máximo de variedade e precisão.

Masculino
1. Stan Wawrinka
2. Gustavo Kuerten
3. Stefan Edberg
4. Roger Federer
5. Ivan Lendl
Menções honrosas: Richard Gasquet, Guillermo Vilas

Feminino
1. Justine Henin
2. Steffi Graf
3. Martina Navratilova
4. Margaret Court
5. Billie Jean King
Menções honrosas: Evonne Goolang, Amélie Mauresmo


Comentários
  1. periferia

    Olá….aos Palmeirenses

    Hoje morreu o atacante Ronaldo……carrasco do Corinthians na decisão do Paulista de 19774…..mineiro…..tri campeão brasileiro (71 Atletico MG….73/74 Palmeiras ).
    O Corinthians estava a vinte anos sem ganhar o Paulista.
    Naquele dia no Morumbi diante de um público de 120 mil pessoas (100 mil eram corintianos )….Ronaldo aos 24 minutos do segundo tempo calou o Morumbi.
    Para muitos jogadores da segunda academia….o título de 1974 diante do Corinthians foi o maior de todos (o Palmeiras era bi campeão brasileiro ….72/73).
    No final da partida jogadores do Palmeiras tiveram que sair escoltados do Morumbi ….tamanha a fúria dos corintianos…….Rivelino….maior ídolo do Corinthians….teve que se mudar para o Rio de Janeiro (jogar na máquina do Fluminense).
    Oswaldo Brandão era o técnico do Palmeiras naquela tarde……três anos depois….seria campeão Paulista …..dirigindo o Corinthians…..quebrando o longo tempo sem títulos…diante da Ponte Preta de Dicá.
    Depois disso tivemos vários “ronaldos”….mas nenhum causou tanta comoção ….como aquele Ronaldo.

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    1. Rubens Leme

      E ao final do jogo, a torcida do Palmeiras cantava “zum zum zum é 21”, dizendo que o Corinthians completaria 21 anos na fila, no ano seguinte.

      Cruzamento do coringa Jair Gonçalves, jogando com a 2, Leivinha ganhou no alto e Ronaldo pegou de primeira. Depois era só dar pro Divino se infiltrar e apodrecer o adversário e levantar mais um caneco.

      Grande João Cabral de Mello Neto. Grande Ronaldo, que era primo de Tostão. Grande Academia.

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      1. periferia

        João Cabral…..

        Ademir impõe com seu jogo
        o ritmo do chumbo (e o peso),
        da lesma, da câmara lenta,
        do homem dentro do pesadelo.

        Ritmo líquido se infiltrando
        no adversário, grosso, de dentro,
        impondo-lhe o que ele deseja,
        mandando nele, apodrecendo-o

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  2. Luiz Fabriciano

    Prezado Dalcim, gostaria de respeitosamente fazer uma crítica aqui, no tocante ao site, porque lá nas matérias só é possível comentar através do Facebook, então não consigo.
    Quero me referir aos títulos das matérias. Tem uma que diz: “Após zebra, Thiem explica mudança de técnico”

    Puxa, parece que o austríaco mudou de técnico hoje, pois a zebra foi ontem, além de parecer que a mudança foi em função da zebra.
    Sem contar outras tantas com esse mesmo entendimento esquisito, ao menos para mim.

    Me desculpe se fui deselegante com você e o site, que aliás, muito me apraz a leitura diária.
    Grande abraço.

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    1. José Nilton Dalcim

      Entendo sua colocação, Luiz, e explico: existe um tamanho máximo de letras a se atingir com um título nas matérias publicadas. E é difícil por vezes colocar todas as informações nesse espaço. Daí por vezes aparecem pequenas distorções. Ainda assim, vou pedir à redação atenção redobrada. Quanto aos comentários, são realmente atrelados ao Facebook e não há muito o que fazer. Abs!

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  3. Rubens Leme

    E o disco do dia é um do Genesis da fase Phil Collins. Aliás, até Invisible Touch, o Genesis fez ótimos álbuns ainda que tenha descambado para o pop a partir de Duke (1980). Esse de 1983, chamado simplesmente Genesis talvez seja o auge da perfeição pop do trio, três anos do megacampeão de vendas, Invisible Touch.

    Genesis trazia três faixas iniciais que são clássicos dos anos 80 – “Mama”,”That’s All” e “Home by the Sea” – e a tour subsequente se tornou um grande hit parade, intercalando alguns clássicos da fase prog, os hits solos de Phil e os da banda, que se iniciaram com “Follow You Follow Me”, de 1978.

    Phil teve uma das promoções mais inusitadas que uma banda de rock já viu, quando aquele carinha quieto, meio careca, feioso, tímido e espetacular baterista assumiu a posição de front man.

    Sem Peter Gabriel e Steve Hackett, o trio remanescente – além de Collins, o baixista e guitarrista Mike Rutherford e o tecladista Tony Banks – herdaram uma banda de prestígio, mas de baixas vendagens com dívidas na casa das 500 mil libras esterlinas – um caminhão de dinheiro nos anos 70 – e foram, disco a disco, moldando o som para algo mais palatável e vendável, a ponto de 1982, fazerem shows para salvarem Peter Gabriel da falência, em um gesto de amizade e simpatia, com o ex-vocalista sarando todas as feridas da tumultuada saida durante a tour de The Lamb Lies Down on Broadway.

    Merece todo o respeito.

    https://www.youtube.com/watch?v=L6rfElORgCU

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  4. Paulo Almeida

    Falar de grandes álbuns das nossas bandas favoritas é fácil, mas que tal falarmos de verdadeiras “bombas” lançadas por elas?

    Eu começo com o Turbo do Judas Priest, lançado em 1986. Após os excepcionais Screaming for Vengeance (1982) e Defenders of the Faith (1984), verdadeiros clássicos do heavy metal oitentista, simplesmente os caras lançaram um álbum bisonho de hard rock farofa com sintetizadores e bateria eletrônica. Imagino a terrível decepção que os fãs sofreram na época. No ano de 1988 lançaram o Ram It Down (fraco também, mas não tão ruim) e finalmente compensaram com o Painkiller em 1990, que já nasceu como um clássico!

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  5. Vitor Hugo

    Dalcim, quando o Federer bate de forehand e quando a bola sai da raquete do suíço, ela chega mais rápido na quadra do adversário do que a do Nadal, não é?
    A bola do suíço é mais rapida e passa rente a rede. A do Espanhol passa mais alta, tem mais efeito e chega com mais peso no lado do oponente, é isso?
    Como bem disse o técnico de Novak, no saibro, a bola do Rafa quebra o ritmo.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, basicamente é isso, a bola do Federer é mais veloz, porém menos ‘pesada’, ou seja, tem menos giro de spin que a do Nadal. Embora o espanhol também tenha um forehand mais reto quando quer.

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  6. Luiz Fernando

    Já q em alguns comentários estamos falando acerca de “westerns” clássicos, agora as 22 hs no Telecine Cult passará “Sem lei e sem alma” (como os brasileiros distorcem os títulos dos filmes, incrível), com Burt Lancaster e Kirk Douglas, filme excepcional, da década de 50, sobre o legendário duelo de Ok Corral, será q o Periferia vai assistir????? Para aqueles q admiram o gênero, esse mesmo canal normalmente passa o já comentado Shane, a trilogia da cavalaria do mestre Ford, a trilogia “spaghetti” do Sérgio Leone, o icônico e fenomenal The Searchers com a dupla dinâmica dos Johns, Wayne e Ford, enfim cinema é algo sublime e que encanta geração atrás de geração… E aí Dalcim, vc curte um faroeste?

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    1. Marcílio Aguiar

      Para mim é um dos melhores no gênero, o duelo no Ok Corral. Burt Lancaster como Wyatt Earp e Kirk como o bêbado Doc Holliday. Há uma refilmagem da década de 90 (com o título de Wyatt Earp) dirigida por Lawrence Kasdan tendo Kevin Costner (Wyatt), Denis Quaid (Doc) e Gene Hackman, entre outros. Até o Bat Masterson aparece como amigo de Wyatt (não sei se de fato foram amigos ou é uma “licença poética”). São filmes que valem a pena rever.

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    2. periferia

      Olá Luiz

      Taí uma dupla que muitos filmaram
      Wyatt Earp e Doc Holliday.
      Já teve
      Kevin Costner e Dennis Quaid
      Kurt Russel e Val Kilmer
      Henry Fonda e Victor Mature
      James Garner e Jason Roberts
      Burt Lancaster e Kirk Douglas

      Wyatt Earp depois de pendurar as “armas” foi consultor para filmes de faroeste em Hollywood….foi amigo de John Wayne e Tom Mix…..viveu muitos anos…..diz a lenda que nunca levou um tiro.

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  7. Renato Toniol

    Dalcim, penso que para a próxima parte, a lista dos melhores backhands de duas mão deverá ser (não necessariamente nessa ordem): Djokovic, Agassi, Murray, Nalbandian, Safin.
    Certo???

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    1. Luiz Fernando

      Pais democrático é assim, medicina competente, população feliz, tão feliz e ciente dos benefícios oriundos da ditadura Castro que nem eleição eles necessitam pra não correrem o risco de fazerem opções equivocadas kkk…

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  8. Heitor

    Hoje a enquete do tenisbrasil era: quem pode se dar melhor na volta do tênis?
    Nas respostas, uma das opçoes era: Djoko por ter se adaptar mais facilmente.
    Mas não só isso. O Djoko nao deixou de treinar durante o isolamento.

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    1. Luiz Fabriciano

      Como não?
      Ele só pisou em uma quadra quando a Espanha liberou. Teve até mimimi, dizendo que ele havia descumprido a lei.
      Até o cabelo foi cortado em casa, durante o grande período de isolamento.

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      1. José Nilton Dalcim

        Ele tem uma bela mansão com quadra em Marbella (TenisBrasil mostrou até as fotos)… Mas a pergunta é: com quem ele treinou?

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        1. Luiz Fabriciano

          Quando respondi, me referi a treinador e preparador físico juntos. Nada parecido com bater bola em sua mansão.
          Treino de verdade, como o acontecido no clube espanhol.

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      2. Heitor

        Além do que o Dalcim observou, li isso no terra.com.br:

        Depois de passar todo o período de isolamento social no sul da Espanha, na cidade de Marbella, por causa da pandemia do novo coronavírus, o sérvio Novak Djokovic retornou à sua cidade natal. De volta a Belgrado, o número 1 do mundo revelou que tem treinado quase que diariamente desde a parada das competições, no início de março, e que agora se prepara para voltar às competições, ainda que seja em eventos locais, já que o circuito da ATP está suspenso até, no mínimo, o começo de agosto. “Tive a diferença com relações aos outros (tenistas) de ter a oportunidade de treinar quase todos os dias porque estive em uma casa que tem uma quadra. Mas não publiquei nas redes sociais para não causar a ira de alguns”, afirmou Djokovic em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira. “Treinei em quadra dura e ultimamente no saibro. Me sinto bem, me mantive ativo. Claro, a intensidade é menor porque não sei quando recomeçarão as competições”.(https://www.terra.com.br/esportes/tenis/djokovic-revela-que-treinou-em-uma-quadra-durante-a-quarentena-nao-publiquei-para-nao-causar-ira,ca5d8e26877dd31069928aa43230950brwlokiu3.html)

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    2. Cidadão Zé

      PAra quem diz ter treinado sozinho em locais abandonados (numa piscina?) durante a guerra, talvez já tenha experiÊncia no assunto e a volta não seja um problema.

      Responder
  9. Marcílio Aguiar

    Prezado Periferia, parece que tens um carinho especial por filmes muito antigos, o que achas de “Johnny Guitar” de 1954? Na época não foi bem aceito pela crítica e foi desprezado até pela protagonista, a controversa Joan Crawford. Segundo consta, mais tarde virou um clássico graças a Truffaut e Godard que eram admiradores do filme. Para mim foi audacioso, na época, ter duas mulheres como protagonistas em um filme do gênero Western. Saudações.

    Responder
    1. periferia

      Olá Marcílio.

      O filme tem algo de Shane….no sentido de ser mais que parece…..um faroeste (gênero para homens )….com um título com o nome de um homem (Johnny)….mas totalmente levado pelas mulheres.
      Existe uma tensão sexual entre as duas( Joan Crawford, Mercedes McCambridge )….algo implícito.
      Foi muito mal recebido na época do lançamento (era estranho ….a relação das duas….para o gênero) .
      Godard também idolatrada o filme…..Scorsese também.
      O filme tem muita história de bastidor….principalmente por ter a Joan Crawford…..que foi uma das atrizes mais difíceis de hollywood)

      Boa lembrança

      Abs

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      1. Rubens Leme

        A Joan Crawford pegou má fama por causa do livro da filha, que foi adaptado para às telas, “Mamãezinha Querida” onde mostra os atos de sadismo dela com os filhos. Ela foi interpretada pela Faye Dunaway, que também é do mesmo naipe da Crawford.

        Estes bastidores sempre rendem histórias superiores aos filmes. Os quebra paus da Joan com a Bette Davis em O que Terá Acontecido a Baby Jane?, eram frequentes. Em um deles, Bette exigiu uma máquina de coca-colas porque Crawford havia sido casada com um executivo da Pepsi. Era uma luta das duas maiores atrizes de Hollywood da época.

        Mas há um lado interessante: foi Joan Crawford que comprou os direitos da história para adaptar a história ao cinema e fez questão de convidar sua rival para estrelar junto com ela, deixando que Bette ainda escolhesse qual papel interpretaria. As duas já tinham mais de 50 anos e eram as grandes damas. Ainda assim, o armstício teve muitos momentos de fogo amigo durante as filmagens.

        Responder
        1. periferia

          Olá Leme.
          E Joan teve 5 filhos (todos adotivos).
          1 deles foi devolvido para mãe biológica.
          Outros 2 (entre eles Cristina que escreveu o livro Manhãzinha Querida ….onde relatava abusos) foram retirados do testamento dela.
          Os outros dois que ficaram receberam 75 mil dólares cada na testamento …..sendo que herança deixada por ela passava de 2 milhoes de dólares (a maior parte deixou para caridade).
          Morreu isolada em um apartamento…..não aceitava ser filmada ou fotografada idosa.

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  10. Sérgio Ribeiro

    Exatamente ontem , 07/ 06 , 14 anos foram completados , da maior rivalidade da história ( em número de confrontos ) , da Era Profissional. Em 07 / 06/ 2006 , já por umas Quartas de RG , o Feto e o Pirralho , jogaram 2 Sets em UMA hora ( 6 x 4 , 6 x 4 ) e Ret . E a história continuou em 2007 , com FINAL em I. W. ( 6 x 2 , 7x 5 ) , Quartas em Miami ( 3 x 6 , 4 x 6 ) ,Quartas em Roma (6×2 , 6 x 3 ), Semi em RG ( 7 x 5 , 6 x 4 , 6 x 2 ) , Semi em Wimbledon ( 3 x 6 , 4 x 1, Ret ) , Semi Canadá ( 7x 5 , 6 x 3 ) , RR FINALS ( 6×4 , 6 x 4) . Essa foi a ” Entressafra ” em 2007 , em que o Feto e o Pirralho, N 2 e N 3 do Mundo , não jogavam nada nas duras e o Craque fazia a festa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

    Responder
    1. Jonas

      Exagerou o que pode aí hein. Eles sempre foram diferenciados, só estavam longe do auge. O Nadal, no entanto, era muito mais jogador que o Djokovic nessa época.

      Responder
  11. Marcílio Aguiar

    Prezado Dalcim, falando de tênis mas fora do assunto atual, me lembrei que existia um tipo de piso emborrachado ‘Rebound Ace”, parece que na Austrália. Esse piso é considerado hard e não é mais utilizado. Pela cobertura de “borracha” não estaria mais para um tipo de carpete?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Esse sintético emborrachado foi uma inovação, mas ao mesmo tempo acabou sendo acusado de muitas contusões, já que o eventual forte calor o deixava mais maleável e isso chegou a contundir alguns tenistas. Mas não, era apenas sintético. O carpete é um tanto diferente. Ao invés de deixar o piso mais lento – que é o caso do Rebound Ace -, ele deixa muito mais rápido.

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  12. Vitor Hugo

    Ontem gastei uma hora do meu tempo descascando soja que tinha ficado de molho desde o dia anterior. Fiz leite de soja 100% natural. Fantástico! 😆 Já fiz minha vitamina hj com leite de soja, banana, mamão, aveia, semente de linhaça e ovo.😉
    Aliás, alguém sabe se Novak é vegano ou vegetariano? Apenas por curiosidade. Não pretendo ser pelo menos no momentos.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Vitor, pelo que já li/vi a respeito, nesse momento, o Djokovic é vegetariano pois ainda se alimenta de carne de peixe, pelo que eu saiba.
      Uma das exigências do Vajda para voltar a treiná-lo era que ele deveria voltar a comer alguma proteína de origem animal, algo que ele não vinha fazendo naquele período conturbado dele.
      Mas, se dependesse somente dele, imagino que Novak teria vontade de ser vegano msm, não consumir nada de origem animal…

      Responder
    2. Cidadão Zé

      Não faça o leite de soja com muita frequÊncia. A soja possui hormônio feminino demais. Tente fazer um ‘misto”: (aveia, nozes, avelã) e umas gotas de baunilha, a gosto. Coar (ou não) fica a teu critério.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Eu sei que tem hormônios femininos e já li que afeta o libido. Eu tomo bem pouco, três vezes por semana só para mesclar com o de origem animal.
        Mas existem controvérsias sobre os malefícios da soja.
        O negócio é moderar.
        Leite de aveia eu já fiz, é fácil. O de avelã vou tentar.

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        1. Cidadão Zé

          Para ser mais exato: Tente o “Mix” (de 40 a 50 gr entre avelã, castanha caju, castanha pará e aveia para cada litro de leite). Não há problema se faltar alguma, pois pouco interfere no resultado final em termos de paladar. Tenho alguma experiência pois já tem uns 3 anos que faço com boa frequência para a esposa que é vegana, embora eu não seja nem vegetariano nem vegano. Mas eu tenho evitado o consumo de leite animal, por ter problemas de saúde relacionados ao leite em si ;- D

          Responder
  13. Luiz Correia

    Dalcim, bom dia. Sobre os voleios, o que acha de Leander Paes, irmãos Bryan, Radek Stepanek e Dustin Brown? Algum deles merecia uma menção honrosa pelo menos?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não podemos comparar simples e duplas, Luiz. Mas obviamente Paes e Bryan são espetaculares. Eu pessoalmente acho Paes o melhor duplista que vi jogar. Já Stepanek e Brown em simples tiveram um jogo assombroso na rede, sem dúvida!

      Responder
  14. Rubens Leme

    Dalcim, vendo os sacadores me lembrei do Foguete Roscoe Tanner, que além de tudo era canhoto. Você não acha que ele merecia, ao menos, uma menção honrosa?

    Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Estou me lembrando que o Borg perdeu uma semi de US OPEN para Tanner e reclamou muito que foi prejudicado, não tenho certeza se foi por ser um jogo noturno ou outro fator qualquer. O certo é que, mesmo sacando muito, o sueco teve grande vantagem contra o americano.

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Esse é milagreiro mesmo . Além de também ter ajudado batendo o Espanhol em RG 2009 , ainda repetiu no FINALS do mesmo ano rs Isso e ‘ que Santo de verdade rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Hummm, acho q preciso encontrar uma desculpa convincente pra derrota do Nadal pro santo milagreiro Soderling… Putz, lembrei de uma q sempre cola: ele estava convalescendo de mononucleose contraída seis meses antes kkkk. Abs fraternais kkk…

        Responder
    2. Carlos Reis

      Eu assisti a partida inteira em 2009, Nadal correu e jogou muito bem, mas o Soderling foi maRvado com ele naquele dia, jogou ainda melhor e venceu O MELHOR DE TODOS no saibro por 3 sets a 1.

      Responder
  15. Sérgio Ribeiro

    E revendo Pete x Roger naquele jogão em Wimbledon 2001 , mas me complico em relação a quem tinha o melhor Serviço . Confesso que passo rs. Mas já nos jogos entre Serena e Graffi , confesso que no Tópico 1 , apesar da elegância da Craque Alemã , o forehand da Norte-Americana me parece mais devastador. Mas aceitando que a diferença é bem menor que pra Todas as outras oponentes. Então sigo o relator rs Abs!

    Responder
  16. Luiz Fernando

    Bolsonaristas radicais vs torcidas uniformizadas, equivale ao encontro do péssimo contra o pior ainda, a polícia tem q reprimir essas gangues com rigor, aí nenhum é inocente…

    Responder
  17. periferia

    Olá

    Carlos Wizard desistiu de compor o ministério da saúde .
    Depois de falar tanta bobagem….
    O milionário pediu desculpas as famílias …..vítimas da incompetência política (eles matam mais que o vírus).
    Alguém pode pensar que o bilionário teve um momento de reflexão …de amor ….de empatia com as vítimas….
    Acho que não……ele deve ter percebido….como administrador das franquias(através do fundo Sforza) KFC….Tacobell…Pizza Hunt….teria uma grande rejeição entre a população….pulou fora….
    Quem virá agora Silvio Santos ou Edir Macedo….
    Um pergunta “quem quer dinheiro? ”
    O outro responde ” eu quero ”

    Sigamos

    Responder
    1. Heitor

      O coronawizard.

      No dia 5, sexta-feira, Carlos ‘Wizard’ Martins declarou ao O Globo que o Ministério da Saúde iria recontar os mortos pelo coronavírus, pois as estatísticas que vinham sendo divulgadas eram ‘fantasiosas ou manipuladas’.

      Na noite de domingo, dia 7, Wizard entregou o que prometeu: das 1.382 novas mortes anunciadas nas últimas 24 horas, a recontagem resultou em 525. Missão dada, missão cumprida.

      Estranhamente, antes de soar a vinheta de encerramento do ‘Fantástico’, Wizard pediu o boné e divulgou uma nota em ‘agradecimento ao ministro Eduardo Pazuello pela confiança’.

      Como legado, deixa para o ex-chefe e para o pelotão de 25 militares da pasta uma nova e espinhosa missão: identificar médicos, hospitais, secretarias estaduais e municipais que, manipulando números e falsificando atestados de óbito, operaram um enxerto de 857 almas da lista.

      Responder
  18. Isaías

    Mestre Dalcim, os critérios que vc utilizou para escolher os melhores backhands de uma mão levou em consideração todos os golpes que o backhand de uma mão pode oferecer?? Tipo Slice, largadas e etc, pq na minha humilde opinião o backhand top spin do Gasquet tanto na cruzada como na paralela é superior ao do Federer, me parece mais pesado, potente e mais preciso, Gasquet parece errar menos do que Federer tbem, mais pode ser só impressão minha pois não vi estatísticas de erros ou algo parecido. Abraço Dalcim

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que é necessário observar o golpe como um todo, não apenas sua capacidade de fazer winners, Isaias. Quando você observa o backhand do Federer, percebe a enorme variação de velocidades que ele consegue, ora dando slices longos ou bem cruzados, mais velozes ou mais lentos, ora carregando de spin ou tentando uma bola mais veloz. É um tremendo backhand, a meu ver, ainda que obviamente seja seu ponto mais vulnerável.

      Responder
      1. Isaías

        Assim Dalcim, entendi e o seu critério foi perfeito, eu gostava muito do Backhand do Nicolas Almagro também, ele não tinha tanta variação e recursos mais usava bem o slice como recurso para se “defender” e tinha um backhand top spin bem bacana e era capaz de disparar bolas vencedoras para todos os lados, eu gostava tbem da plasticidade do movimento do Almagro fazendo a terminação com braço bem esticado para cima muitas vezes a raquete vindo atrás da cabeça, muito bonito de ver e eficiente.

        Responder
  19. Oswaldo E. Aranha

    O convite que fiz aos vascaínos do blog para uma transmissão na Band não aconteceu mas recebi uma mensagem dizendo que face ao número de pedidos a transmissão do “Jogo da Virada” vai acontecer no próximo domingo às 14 horas. Reitero a recomendação ao Dalcim que não assista.

    Responder
  20. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, muitos tenistas destacaram-se por serem portadores de golpes contundentes, como por exemplo saque, entretanto não conseguiram alçar vôs mais altos, então pergunto: qual o somatório de jogadas é necessário, junto com outras aptidões, para que um tenistas possa alcançar o top 10 ou até ser o nº 1?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se entendi sua pergunta, Aranha, mas no tênis de hoje o tenista precisa ter muita consistência nos dois golpes de base, um primeiro saque de peso e um físico privilegiado. Pouco a pouco vemos que slice e voleios voltaram a ter importância, ainda que não sejam decisivos, e nosso nobre Medvedev deixou isso bem claro em 2019.

      Responder
  21. periferia

    Uma trilogia.

    Na década de 50 o diretor George Stevens….fez um trilogia sobre a América (mesmo sem querer)….mostrando a transformação da América.

    Um lugar ao sol (1951) a industrialização da América e as diferenças sociais que o progresso carrega.

    Shane (1953) fim dos pistoleiros …novos tempos …
    ….aqui no Brasil ganhou o título
    “Os brutos também amam”….era o filme
    preferido do Paulo Perdigão.

    E Giants (1956)….sobre a descoberta do petróleo e com isso a transformação da sociedade …..aqui no Brasil ganhou o título “Assim caminha a humanidade”.

    Temos Alan Ladd….Shelley Winters…..Montgomery Cliff….Elizabeth Taylor….James Dean…..Rock Hudson….Jean Arthur…Van Hefflin.

    Todos clássicos (5 estrelas)

    Responder
    1. Rubens Leme

      Shane tem uma história sensacional. Em seu stand up 700 domingos, que Billy Crystal fez e que marca mais ou menos o número de domingos que viveu com o pai (que morreu quando ele tinha 14, 15 anos), ele conta uma história envolvendo o filme.

      O tio dele tinha fundado uma gravadora de jazz, a Commodore Records e Billie Holiday gravou nela “Strange Fruit”, talvez seu grande clássico e uma das grandes canções contra o racismo. Ainda garoto, Billie passou na loja e, segundo ele, o convidou para ir ao cinema com ele e foram ver Shane, ,que tinha com um dos astros, que depois ganhou um Oscar, na década de 90, justamente em um filme com o Billy.

      Bom, mas voltando. Lá pelas tantas, no final ,quando o garoto berra “Shane, come back!”, Billy conta que estava em prantos quando Billie Holiday virou para ele e disse “você sabe que ele nunca mais irá voltar, né?”

      Esse stand up dele é maravilhoso, passava na HBO, mas como cancelei a tv a cabo há anos nunca mais revi. Se puder, assista.

      Responder
    2. Luiz Fernando

      Shane foi simplesmente espetacular, fazendo do filme um ícone no mundo restrito do faroeste clássico. daqueles filmes q encantam gerações. Giants foi excepcional também, mas inferior em relevância, na minha visão pessoal de cinéfilo…

      Responder
      1. periferia

        Olá Luiz.

        É engraçado……Shane é um filme amado por quem gosta e entende de cinema…..olhando parece algo ingênuo….mas tem várias leituras (será que Shane está morto em seu cavalo no final?).
        Particularmente gosto muito de Um lugar ao sol…..o filme bebeu no livro……É engraçado……Shane é um filme amado por quem gosta e entende de cinema…..olhando parece algo ingênuo….mas tem várias leituras (será que Shane está morto em seu cavalo no final?).
        Particularmente gosto muito de Um lugar ao sol…..por ter sido baseado no livro do Dreiser…..que leva a outro filme ….Aurora do Murnau (Nosferatu )….que foi baseado no mesmo livro (sem crédito por parte do Murnau).
        É um filme muito importante para o cinema e pouco visto.

        Abs

        Responder
  22. Rodrigo S. Cruz

    kkkkk

    No seu canal no youtube, o Olavo de Carvalho xingou o Bolsonaro de tudo que foi nome!

    Lembrando que o bolsonarismo em boa parte surfou na onda do olavismo.

    As duas figuras são doentias e más, claro, mas o maluco da Virginia reforçou o que venho falando há um bom tempo:

    Bolsonaro é o pior tipo de pessoa que existe, porque acima de tudo é ingrato!

    Ele é como um vampiro que se utiliza e se vale da influência alheia, para em seguida descartar essa pessoa como lixo…

    A lista é INTERMINÁVEL:

    Gustavo Bebbiano, Felipe Brasil, Joice Hasselman, Sérgio Moro, Nando Moura, etc…

    E como se apenas descartar já não fosse canalhice, ele ainda assassina a reputação dessa gente.

    Responder
  23. Rubens Leme

    O disco do dia é o primeiro álbum do Soft Machine, nome tirado de um livro de William Burroughs e que dividia o palco de algumas casas londrinas entre 1966 e 1967, com o Pink Floyd, como a UFO e Rondhouse. Foi o começo da psicodeliia e da Swingin’ Londn. O Soft é originário da cena de Canterbury, onde onde saíram grandes expoentes do rock progressivo britânico como o Caravan, Hatfield & the North, Matching Mole e em suas fileiras passando rapidamente Daevid Allen (que depois formou o Gong, na França ao ser impedido de entrar na Inglaterra, já que era australiano) e um jovem Andy Summers, 10 anos antes de tocar no Police.

    Os dois grupos tiveram, aliás, os primeiros “malucos do rock”, Syd Barrett (que saiu da banda em 1968, teve uma carreira solo pra lá de acidentada e se recolheu até sua morte virando uma lenda e gerou inúmeras lendas) e Kevin Ayers, que só participou deste disco e que depois pensou em largar a música, mas foi incentivado por Jimi Hendrix, com quem excursionaram e deu a Ayers uma guitarra.

    Ayers acabou tendo uma longa carreira com discos espetaculares, experimentais e líricos e dono de uma bela voz. E apesar de parecer louco, morreu apenas em 2013, aos 68 anos. E assim como aconteceu com Peter Hammill e o Van der Graaf era muito comum o membros do Soft participarem dos discos de Kevin e ele dos trabalhos solos do ex-companheiros.

    O Soft Machine depois seguiu um caminho diferente, indo do rock progressivo ao free jazz e seu grande clássico é o terceiro LP, Third, quando o baterista Robert Wyatt (outro que seguiu carreira solo e ainda está ativo, mesmo estando paraplégico desde os anos 80) tomou as rédeas.

    Ainda que não tenha tido a décima parte do sucesso do Floyd, o Soft Machine foi tão ou mais criativo. Esse disco de estreia mostra bem isso.

    https://www.youtube.com/watch?v=7xlhGlaAH4Q&list=PL1bRxHeftZgaQcTznntsblBOe4x4S3TaR

    Responder
  24. Filipe Fernandes

    Caro Leme, bom dia!

    Comento aqui porque a opção “Responder” abaixo expirou.

    Legal saber que já conhecia a história relatada no livro. FC Start: era esse time (oriundo do Dínamo) o citado na passagem. Não sabia que esse fato guardava tantas controvérsias, como o texto no site Trivela explica.

    E a trajetória do Dínamo de Kiev contada no outro texto é bem interessante, foi um clube de grande destaque no século passado, tanto nacional quanto internacionalmente, talvez atingindo seu ápice em 1975, quando venceu o Bayern de Munique (que, por sua vez, viria a vencer o meu Cruzeiro no ano seguinte).

    Caro, ao que tudo indica, me parece que o Parque Antarctica foi muito importante em sua vida, nos âmbitos do futebol e da Arte (e, certamente, na de muitos outros palmeirenses que o frequentaram).

    Um grande abraço, Leme, e todo o cuidado aí com você e sua família, tenha uma boa semana.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Minha vida, como a do Dalcim e de todos aqueles que tiveram e ainda têm o privilégio de serem palmeirenses foram profundamente afeadas pelo antigo Jardim Suspenso. Foram enormes alegrias, algumas tristeza, mas, acima de tudo, muitas saudades.

      Em um destes dois links do trivela, há outros que vc pode clicar e ler mais sobre os times do Leste europeu. Aproveite e leia sobre o Honved, o time de Puskas. Aliás, a vida de Puskas é lindíssima. Puskas é dono de histórias maravilhosas, como essa, relatada pelo ponta-direita irlandês George Best, um dos maiores ídolos do Manchester United, quando Puskas já velho e obeso, assombrou quem ainda não o conhecia..

      Eis o relato…

      Talvez o episódio mais emblemático de Puskás tenha acontecido quando ele já pendurara as chuteiras. Ao lado de George Best, Denis Law e Bobby Charlton, o húngaro foi convidado para dar aulas em uma academia de jovens jogadores na Austrália. E era motivo de chacota entre os garotos, pela enorme pança. A resposta da lenda? Quem conta é Best, em depoimento dado há alguns anos:

      “Os adolescentes que treinavam não respeitavam Puskás. Zombavam de seu peso e de sua idade. Foi quando decidimos fazer um desafio. Os meninos escolheriam o técnico que acertaria a bola no travessão dez vezes seguidas. E, obviamente, eles apontaram para aquele velho gordo, que seria incapaz de cumprir a meta. A maioria disse que ele conseguiria menos de cinco. Eu, por minha vez, reiterei que seriam dez”, narra o norte-irlandês.

      “O treinador velho e gordo reforçou o que eu tinha dito. Carimbou o travessão nas nove primeiras tentativas. Na décima, ele levantou a bola, fez embaixadinhas com os ombros e a cabeça. Na sequência, ajeitou de calcanhar e emendou um voleio, fazendo o travessão tremer. Todos ficaram em silêncio. Até que uma criança ousou perguntar quem era ele. Eu respondi: ‘Para vocês, o nome dele é Senhor Puskás’”.

      https://trivela.com.br/o-dia-em-que-o-velho-puskas-provou-que-sua-barriga-era-infinitamente-menor-que-seu-talento/

      Responder
      1. Rubens Leme

        Filipe, presente pra vc e quem mais quiser. A primeira partida entre Dynamo Kiev Bayern Munique, na Alemanha (https://en.wikipedia.org/wiki/1975_European_Super_Cup). O Kiev venceu por 1×0, com um gol antológico de Blokhin, um dos maiores nomes da seleção soviética e grande astro do time na Copa de 1982. O gol foi aos 21 minutos do segundo tempo.

        Abaixo, o link dos dois tempos, na integra…

        https://www.youtube.com/watch?v=XTwnwIWaS9E

        https://www.youtube.com/watch?v=gjB0to724Ig

        Responder
        1. periferia

          Olá Leme
          E o Bayer apanhou nos dois jogos (no segundo em Kiev foi 2×0)
          E tinha :
          Sepp Mayer
          Gerd Muller
          Beckenbauer
          Rummenigge
          Schwarzenbeck

          Era uma seleção.
          O jogo foi no estádio olímpico de Munique (será que já foi demolido?)

          Responder
        2. Filipe Fernandes

          Caro Leme, boa tarde!

          Muito obrigado pela recomendação. De fato, o site Trivela é um oceano de ótimos textos, que esquadrinham a fundo os temas abordados. Um verdadeiro Museu virtual do futebol. Já o conhecia através do Mário Marra, jornalista da ESPN, que costuma indicá-lo às vezes pelo Twitter. Excelentes artigos, como este sobre a história do Dínamo de Kiev, em que o gol de Blokhin contra o Bayern é muito destacado.

          (Quando li essa fascinante história, me veio à mente a ideia de que talvez todo Clube de futebol deva possuir uma biografia que merece ser conhecida. Ele me fez lembrar também do belíssimo texto que Mauro Beting escreveu ano passado em homenagem à Portuguesa de SP, à gloriosa Lusa, quando do seu aniversário de 99 anos — ou 99 amos, como ele belamente escreveu — e dos rumores de que ela iria abrir falência. Mauro, com sua verve sempre carregada de lirismo, fez um texto que todo torcedor desejaria que fosse escrito para o seu time do coração.

          https://maurobeting.blogosfera.uol.com.br/uol_amp/2019/08/14/portuguesa-99/)

          Caro, obrigado também pela gentileza dos links para o texto e os vídeos.

          Semana passada, vi a série “The English Game”, da Netflix (recomendada com louvor aqui um dia pela estimada Gabi), e ela é primorosa, faz uma recriação de época de encher os olhos (as cenas nas estações de trem e nos humildes campos de futebol são lindas demais).

          Para quem gosta de futebol e tem curiosidade tanto pela origem e a evolução do jogo quanto pelas relações futebol-torcida-sociedade e clube-jogadores, essa série é um prato cheio, ainda mais por apresentar outros assuntos bem pertinentes em seu enredo, bem atuais.

          Um grande abraço, Leme e pessoal do Blog.

          Responder
      2. periferia

        Olá Leme.

        Esse foi craque ….ele sempre foi meio “gordinho”…..tem imagens dele jogando pela seleção da Espanha na copa de 62 (disputou 54 pela Hungria e 62 pela Espanha ).
        Tinha um companheiro dele ….Czibor….ao lado de Puskas e o uruguaio Ceo….foram os únicos a marcar gol em final de copa do mundo e olimpíadas.
        Lembrando que a final da copa de 54 foi épica….a Hungria havia vencido a Alemanha por 8×3…..atropelou (Puskas..kocsis…Czibor).
        Na final a Alemanha ganha de 3×2 ….uma seleção apenas mediana….a maior injustiça das copas.
        Tem um filme chamado O Milagre de Berna….e um filme alemão que conta a épica campanha da seleção naquela copa…..nunca tinha visto uma reconstituição tão bem feita (em relação ao futebol)…muito fiel ….o filme é maravilhoso….e não é documentário.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Eu tenho o dvd da final da Copa de 54, a Hungria deveria ter vencido por uns 15×7, incrível a quantidade de gols perdidos e bolas na trave e isso porque o Puskas jogou a final lesionado no tornozelo, aliás, ele foi poupado contra o Brasil porque já vinha baleado mesmo antes do Mundial começar. E na final ele tomou um pisão do Fritz Walter ainda no primeiro tempo e mal conseguia se mexer, mas nunca se pronunciou sobre isso.

          Aquela Copa teve um dos regulamentos mais estranhos. O Brasil não o entendia e após golear o México na estreia foi para uma guerra contra a Iugoslávia na segunda partida. Os brasileiros não entendiam porque os eslavos faziam um sinal com a mão como se pedissem calma, já que o empate classificava as duas equipes para a fase final. Ao final do jogo, alguns jogadores choraram em campo pensando que estavam eliminados e só foram saber no vestiário que tinham passado à próxima fase. O curioso é que havia ainda França no grupo e a quem o Brasil não enfrentou.

          O grupo da Alemanha e Hungria foi ainda mais louco, com jogo de desempate entre alemães e turcos, com goleada alemã pot 7×2. Teve media incrível de 5,38 gols por jogo – 140 gols em 26 partidas.

          E para você que gosta de cinema, aconselho ver o filme o Casamento de Maria Braun, de Rainer Werner Fassbinder, em que a cena final é feita tendo ao fundo a narração da final desta Copa.

          Nestes quatro links de 15 minutos cada, você pode ver bons trechos da final, intercaladas com fotos. A qualidade da imagem é muito boa com a bola rolando.

          https://www.youtube.com/watch?v=1euPU-0FSBE
          https://www.youtube.com/watch?v=10RzR-G1xiM
          https://www.youtube.com/watch?v=uIccNlbcik0
          https://www.youtube.com/watch?v=KTW8Y8iB6Cc

          Responder
          1. Rubens Leme

            E para encerrar, vale muito a pena ler a história de vida do goleiro alemão da final, Turek, que para muitos foi o grande herói da partida. Veja esse trecho…

            “Turek participou de algumas das batalhas mais sangrentas da Segunda Guerra Mundial, na França, na Itália e na União Soviética. Ainda em 1941, no front russo, um estilhaço rompeu seu capacete de aço e se alojou na parte de trás de sua cabeça. O goleiro permaneceria com a “recordação” pelo resto da vida, já que a remoção seria muito perigosa. Apesar do corpo estranho em seu crânio, continuou atuando em alto nível. Já em 1944, um projétil atingiu sua mão direita. Também não foi problema para a trajetória do arqueiro. Neste momento, ele havia retornado ao Eintracht Duisburg e seguiria jogando por lá até a queda de Hitler.”

            https://trivela.com.br/o-centenario-de-toni-turek-o-goleiro-que-tornou-possivel-o-milagre-de-berna-e-virou-deus-do-futebol-na-alemanha/

          2. periferia

            Olá Leme.

            Não lembrava….gosto muito de Fassbinder…..
            Lembro na década de 80 (acho)….na mostra de cinema de São Paulo…..ter assistido com amigos …Berlinalexanderplatz…..foi exibido integralmente na mostra (tem por volta de 12 horas….foi uma minissérie produzida para a TV alemã (depois passou na TV Cultura em série…..aesar de amargo….tinha talento (morreu cedo).
            E no jogo entre Brasil e Hungria…..asdim como em 74 contra a Holanda…..o Brasil desceu a bota nos húngaros…..e foi um jogo equilibrado .

            Abs

          1. periferia

            Uma joia.

            Ele capta a alma do alemão pos guerra.
            Personagens derrubados…..todos os filmes dele são melancólicos….mas não algo global….que serve para qualquer povo ….é algo localizado…..é o homem comum alemão (cheio de vergonha pela guerra).
            Ele foi um grande dramaturgo….criou muito…até por isso os filmes dele é quase um teatro (os personagens tem muito a dizer).
            Tem outro cineasta alemao que tem a mesma proposta (olhar pos guerra )Volker Schlöndorf…..ele fez um filme chamado O Tambor…..um estudo profundo do alemão (Como um povo dessa qualidade entrou em tanta fria?)…..tem o personagem Oskar….um garato que se recusa a crescer (e nada a ver com Peter Pan).
            Mais que cinema…..um estudo da alma alemã.

            Abs ( a serie está em minha memória afetiva)

          2. Rubens Leme

            Sim, eu tenho O Tambor, que para mim tem os personagens mais feios e grotescos de um filme. Acho que o diretor quis pegar pessoas assim de propósito, para retratar o nascimento do nazismo e mostrar pessoas meio selvagens e animalescas. Nunca consegui rever o filme, me causou uma forte impressão. É um dos poucos dvds meus que não reprisei,

            Fassbinder nasceu exatamente em 1945 (na verdade e ele tinha essa obsessão de falar da Alemanha logo após o fim da Guerra e a morte de Hitler. Já Berlin passa justamente na fase do nascimento do nazismo. o livro do Alfred Doblin e a minissérie é perfeita. A carreira dele é impressionante. Para quem morreu aos 37 anos fez 40 filmes e umas 17 peças de teatro. Eu tenho uns 10 filmes deles e é um dos meus diretores favoritos. Ele era mais do que um cineasta, escrevia poesias, era um intelectual, uma alma atormentada que se foi de overdose.

  25. Sérgio Ribeiro

    E como o Tópico 3 é Primeiro Serviço, não cabe discutir o que Pistol Pete Sampras era capaz de fazer com o seu segundo . E já ouvi de Nadal e Djokovic rasgados elogios a Isner e Karlovic . Não atoa são os primeiros colocados em Aces na ATP. Goran Ivasinevic parecia imbatível . Mas mesmo com o piso padronizado , ele foi suplantado pelos três primeiros colocados . Quanto a Federer há um bom tempo preferir Serviços mais bem colocados do que ir para Aces, isto se deve a meu ver , pra se preservar fisicamente. Todos vimos grandes sacadores se lesionarem muito nas Costas. Daí ser inacreditável Karlovic estar jogando aos 40 . Méritos todos para o Croata. Se tivesse que acontecer alguma inversão no Tópico , seria Pete com Roger . No feminino a superioridade de Serena parece inquestionável. Abs!

    Responder
  26. Sérgio Ribeiro

    A turma da Kombi, não aprende mesmo rs. O Post é sobre os melhores golpes , e não sobre OS MELHORES JOGADORES. É óbvio que desde o Piloto até o mecânico da Turbinada , qualquer tópico tem que ser sobre goat . Inacreditável rsrsrs Abs!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Nossa é mesmo, isso nunca aconteceu antes, como vc é perspicaz e acima de tudo coerente, sempre chama a atenção sobre isso kkkk. E parabéns pelo texto, este deu pra entender alguma coisa kkkkk. Como eu digo, aqui é diversão garantida. Abs.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Teus comentários como sempre muito abalisados . Argumentos fortes pra Sampras a frente de Federer. Finalmente o famoso ” diversão garantida ” não babou o ovo de ninguém . Só não tem o Português tão bom quanto pensas . Se passar de quatro linhas fica muito ” confuso ” kkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
  27. Vitor Hugo

    Federer é o melhor e mais completo tenista que pisou em uma quadra de tênis.
    Concordo com praticamente tudo na lista. Mas não acho que o backhand do suíço esteja entre os cinco melhores. Também acho o do Thiem melhor.

    Sobre a votação que deu o que falar, confesso que achei o resultado muito estranho…
    Se fizer qualquer enquete semelhante em todas os sites especializados do mundo, Federer ganha em 80% com no mínimo 60% dos votos.

    Saudações e saúde para todos!

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Nobre Vitor, apesar de ter gostado da votação favorável ao Djokovic, eu também achei estranho o resultado esmagador. Não acho que reflete a realidade, muito longe dos 98%. Porém, conforme me manifestei na página de notícias do tenisbrasil, mesmo que o Djokovic perdesse por pouco, o resultado já seria surpreendente, pois mesmo com menos torcida que o suíço e não tendo superado os dois principais recordes deste, fica evidente que o movimento PRO Djokovic cada vez mais está ficando mais encorpado. Djokovic recebeu votos de outros torcedores, talvez inclusive de torcedores do suíço não tão fanáticos.

      Acredito que se fizerem mais amostras desse tipo de votação, o suíço ainda levará vantagem. Mas uma coisa é certa, dificilmente há 5 anos ou mais veríamos Djokovic chegando na final desse tipo de duelo de votação. Se antigamente Djokovic venceria “chorando” de 1 a 5 de 100 votações, hoje não seria absurdo que ele vencesse 30 ou 40 de 100, e daqui alguns anos com aumento crescente de torcedores do sérvio e caso conquiste mais alguns títulos de expressão, será cada vez mais comum votações favoráveis ao Djokovic. Se ao invés do Djokovic, o Nadal continuar conquistando grandes títulos e aumentando a sua torcida, ele que levará vantagem nas votações.

      Vitor, a sua nova forma de argumentar no blog é muito mais interessante e convidativa.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        É melhor argumentar sem avacalhar tenistas ou ofender participantes, respeitando opiniões alheias. Espero que minhas opiniões sejam respeitadas e eu não ofendido tbm.
        Se um dia eu mudar de opinião sobre alguma coisa, não terei qualquer problema em escrever aqui.

        Abs

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Vitor, talvez você tenha ficado incrédulo com a votação porque não soube distinguir o público que participa deste tipo de votação com o público extremamente seletivo que frequenta os estádios de tênis na reta final dos grandes eventos (principalmente Slams). Você não pode julgar a quantidade de torcedores do sérvio e suíço com base na percepção que tem ao vivo ou assistindo na TV.

      Esses dois tipos de público são bem opostos, pertencem aos extremos.

      O público que frequenta os Slams na semifinal ou final é de adultos mais maduros e idosos, perfil de pessoas que normalmente tem mais condição financeira para pagar os preços altíssimos desses eventos. E é neste público que acredito que está a maior porcentagem de torcedores do FEDERER.

      Já o público mais assíduo na internet e que se submete com mais frequência as enquete de votação, é na sua grande maioria composto por jovens, pessoas que acompanharam o domínio do DJOKOVIC na última década.

      Meses atrás eu publiquei uma estatística que eu levantei da quantidade de seguidores dos principais tenistas nas redes sociais, comparando a quantidade no facebook, twitter e instagran. Na oportunidade eu demonstrei que o sérvio no instagram tinha números muito próximos do Federer e Nadal nesta rede social, que tem uma participação mais reduzida de adultos acima de 40 e idosos quando comparado com o facebook que tem uma distribuição mais equilibrada em todas faixas etárias. No facebook em que os jovens não são maioria, Djokovic tem a metade da quantidade de torcedores do suíço.

      Da mesma forma que vimos MARADONA vencer PELÉ em votação da FIFA na internet na eleição do melhor de todos os tempos, mesmo aquele tendo menos títulos mundiais e gols, será cada vez mais normal com a renovação de torcedores do tênis, que o Djokovic e Nadal comecem aparecer com mais frequência na frente do suíço na eleição do melhor de todos os tempos, principalmente se estes vierem a dominar a primeira metade desta década. Lembrando que diferentemente do Maradona que encerrou a carreira com números bem inferiores ao do Pelé, DJOKOVIC e NADAL podem terminar a carreira com dados estatísticos mais relevantes que o suíço, dando argumentos probatórios cada vez mais sólidos aos dois na busca pelo “trono”.

      Responder
  28. lEvI sIlvA

    Dalcim, boa noite!
    Espero que esteja tudo bem com você e família.
    Gostaria de agradecer a mudança feita na configuração e tamanhos das fontes do blog via celular. Está bem mais confortável ler o texto e seguir os comentários agora. Talvez, a única pequena alteração que falta, penso eu, seria por uma cor diferente após os comentários, ou quem sabe, fazer isso nas suas respostas. Facilitaria em muito, saber o que segue.
    Grato e cuidem-se por aí!

    Responder
      1. Luis

        Dalcim a letra do blog tá maior ? Achei era aqui kkkk,abraço,tomara que as coisas melhores no Brasil mas infelizmente parece ainda teremos muitas mortes previsão chegaremos há 50 mil mortes Brasil agora em Junho,Sp tá beirando as 10000,cena daqueles cemitérios e’ uma das coisas mais tristes que já vi,o que pensa Dalcim? fugindo do tênis rs momento difícil comparado a só uma guerra

        Responder
      2. lEvI sIlvA

        Dalcim, talvez não tenha ficado claro. Minha sugestão era com ralação ao primeiro comentário, entende?
        Em alguns posts seus, o participante faz um 1º comentário, que gera outras respostas e assim sucessivamente.
        A idéia seria que esse primeiro comentário fosse com fundo numa cor diferente. Talvez, suas respostas também pudessem ser com fundo numa cor diferenciada também. Mas claro, é algo pra avaliar se dará certo.
        No celular, facilitaria em muito!
        AbraçO!

        Responder
        1. Gabi

          Muito boa sugestão!!
          No celular, fica tudo no mesmo plano, muitas vezes não tem como saber se é um comentário novo ou se é uma resposta.

          Responder
  29. Sandra

    Oi Dalcim , graças s Deus estamos todos vivos e esperamos continuar , rsss, uma dúvida , os tops não teriam problemas de chegar no local do torneio , pois tem dinheiro suficiente para chegar ao local com segurança , mas é os outros ? Quem pagaria ? Eles teriam que voar na classe econômica como simples mortais e arriscar pegar o coronavírus?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Estou bem e você, Sandra? No caso do US Open, estão falando num voo fretado da Europa para Nova York. Mas nos torneios normais, sim, não há outra forma de voar para a maioria dos tenistas. Daí talvez o motivo de o circuito pensar num novo calendário bem regionalizado, para evitar tantas mudanças de rota.

      Responder
  30. Rubens Leme

    Dalcim, esse é um dos músicos mais interessantes que o rock já produziu: Peter Hammill. Ele é líder de um dos grupos mais longevos, o Van der Graaf Generator, um destes segredos escondidos do rock progressivo, banda pouco ouvida, de discografia grande e esparsa, com várias voltas ao longo dos 50 anos.

    Este disco abaixo é o segundo solo de Peter, logo após o Van der Graaf se separar, mas, curiosamente todos os membros do grupo participaram: Chameleon in the Shadow of the Night, de 1973.

    Hammill foi um dos raros nomes que a geração punk respeitava e amava, um fato raro entre os progs e os grupos de hard rock e heavy metal, que eram desprezados e ridicularizados, especialmente Yes, ELP e Led Zeppelin. Johnny Rotten, vocalista dos Sex Pistols, ama Hammill e chegou a tocar duas canções do álbum Nadir’s Big Chance (1975), em uma entrevista para uma rádio, em 1977, como prova de sua admiração.

    O estilo peculiar vocal de Peter, dramático, com falsetes e grave foi copiada e estudada por muitos cantores, especialmente David Bowie na sua fase Ziggy Stardust.

    Não sei se conhece, mas espero que aprecie.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PL94gOvpr5yt3ak-WOAInZjpAfgTeOVOoO

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Van der Graaf Generator não é tão desconhecida assim para quem é do meio.

      Penso que só fica atrás do Big Eight britânico (composto por Pink Floyd, Genesis, Yes, Jethro Tull, King Crimson, ELP, Camel e Gentle Giant) em termos de popularidade. Dá pra fazer um Big Ten Incluindo o Renaissance.

      Responder
  31. Thiago Silva

    Não sei exatamente a ordem, mas chuto que a lista de melhores devolvedores vai ter Nadal, Djokovic, Murray, Agassi e Nalbandian.

    Responder
  32. Heitor

    Artigo em que a jornalista descreve com alguma incredulidade que, em uma pesquisa feita no final de abril, apenas 59% dos entrevistados em Nova York aceitariam receber a vacina para Covid-19 apesar da gravidade da crise enfrentada. Ela relata ainda que a porcentagem dos que aceitariam a vacina diminuiu ao longo da pandemia em vez de aumentar, atribuindo isso ao movimento anti-vacinas.
    Como já disse, não se pode ser anti-vacinas como se todas fossem iguais, pois essa generalização não respeita a grande variedade de vacinas e de indicações clínicas para elas.
    Os novaiorquinos têm um nível de educação acima da média e são bem informados. Além disso, deve-se atentar para o fato de que a essa altura provavelmente mais de 1/4 da população (a porcentagem era de 21% em abril) já tenha contraído o vírus e não teria motivo para se vacinar agora. Talvez a pesquisa não tenha sido suficientemente clara para uma população que se mantém informada e deseja saber: 1) qual é a vacina exata referida na pesquisa; 2) quais são os dados de segurança mostrados em estudos; 3) quais são os dados de efetividade mostrados em estudos. Não podemos esquecer que as vacinas obedecem às mesmas regras de todos os medicamentos: têm efeitos benéficos e efeitos colaterais, os quais devem ser estudados e avaliados criteriosamente por cientistas isentos. Isso leva algum tempo. O mesmo grau de exigência que a comunidade científica está tendo em relação aos antivirais testados contra a Covid-19 deve ser aplicado em relação às vacinas, independentemente das pressões econômicas da indústria. Recentemente, a imprensa noticiou que a primeira vacina contra a Covid-19 já tinha demonstrado segurança e eficácia (O Globo em reportagem sobre a vacina da Moderna). Bastava ler a reportagem para descobrir que apenas 8 pacientes tinham sido testados. De 8 até 7 bilhões é um longo caminho. Talvez esse tipo de reportagem convencesse alguns incautos, mas dificilmente convencerá muita gente informada hoje em dia. Uma vacina efetiva, segura e acessível será muito bem-vinda, mas o ônus da prova é de quem a produz e comercializa.

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  33. periferia

    Olá Dalcim.
    Desculpe acabou lá….segue aqui.
    Interessante essa questão do beckhand com uma mão ou com duas.
    Existe uma estatística que diz que aqueles que utilizam o beckhand de uma mão ficam mais vulneráveis.
    A bola alta na esquerda incomoda….as devoluções de saque no lado esquerdo também .
    Existe uma pesquisa que diz…. que aqueles que jogam com uma mão….responde o primeiro serviço com slice 54%….e no segundo 32% (Wawrinka mesmo tem 60% e 40% ).
    Aqueles que usam duas mãos…o primeiro serviço 25% e o segundo 2,5% (com slice).
    É diferença muito grande.
    Principalmente para ter o controle do ponto.(o slice pode ….se a bolinha cair no lugar certo …..colocar vc em boas condições no ponto….mas não é um golpe agressivo).
    A algumas décadas dos 100….47 tinham o beckhand com uma mão…..hoje temos 14 (ou menos).
    E o cara que bate com uma mão precisa de toda confiança do mundo….é um golpe onde a confiança é fundamental….e se perder a confiança….não tem plano b.
    Daqui a 10 anos…..mesmo com Thien….Shapovalov…e o grego…..quantos teremos?
    No feminino praticamente não existe mais.

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é bem provável que tenhamos poucos, mas acho que a extinção não vai acontecer. Ao menos se alguns deles obtiveram sucesso o bastante para motivar as novas gerações.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Por isso que sou contra chamar o backhand de uma mão de backhand simples…de simples não tem nada. Simples é o de “apelativas” duas mãos…muito mais “fácil” e “simples”! O de uma mão é mais difícil, e o jogador tem que ter mais habilidade, além de normalmente desenvolver um slice melhor e um voleio de esquerda melhor…

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Mas saiba que, biomecanicamente falando, o backhand de uma mão é um golpe bem mais natural do que o próprio forehand e também é claro do que o backhand de duas mãos.

          Responder
          1. Miguel BsB

            Pois é Dalcim, já li artigos sobre isso e volta e meia alguém tb defende essa tese, mas não consigo concordar…eu msm, sou one hander (aprendi assim e me mantive com ele, pois qd comecei a jogar tenis já tinha força o suficiente pra não precisar das 2 mãos), levei uns 2 anos pra conseguir ter um bh no mínimo decente, e confesso que muitas vezes pensei em tentar jogar com as 02 mãos. Meu Forehand sempre foi e continua melhor, como aliás, da grande maioria de jogadores de tenis em todos os níveis…tanto é que uma das primeiras táticas que se aprende no jogo é: ache e agrida a esquerda do seu oponente…se bater com uma mão então, saca kick na esquerda dele e faz ele golpeá-la lá na altura dos ombros…naquela conversa do USopen, o Lendl (um dos maiores de tds) diz que odiava jogar contra o Edberg pois o kick na esquerda dele machucava demais…sem falar do FH do Nadal que já quebrou tantas x a esquerda do Federer e da maioria dos one handers do circuito. O Roger não tinha esse problema qd a bola era direcionada ao FH.
            Como um lado que costuma ser o ponto fraco da maioria dos jogadores pode ser biomecanicamente mais “simples” do que um FH?
            Até o Wawrinka, eleito por vc e que tb concordo como melhor bh a uma mão, quando tem a oportunidade, “foge” da esquerda e tenta bater de FH…alias, outra tática tão conhecida que demonstra uma maior facilidade em usar o FH ao invés do BH…

          2. José Nilton Dalcim

            O que os estudiosos dizem é que o movimento do braço num backhand de uma mão é natural para o corpo, enquanto o forehand, com a preparação para trás do seu lado dominante, é menos natural. Só isso. Mas quando falamos de tenistas profissionais, isso muda completamente, porque estamos falando de jogadores com técnica muito apurada e com muitos anos de prática. Ainda assim, posso listar dezenas de jogadores que têm backhand mais compacto e confiante do que o forehand, e talvez o maior exemplo seja o Edberg.

          3. Rafael Azevedo

            Eu em eu irmão, quando fizemos aula de tênis na adolescência, naturalmente, escolhemos utilizar o backhand de 1 mão. Com o passar do tempo, eu resolvi aprender o de 2 mãos.
            Hoje, eu jogo com as 2 mãos, mas meu irmão diz que é muito difícil e continuou com 1.
            Realmente, me parece ser biometricamente mais lógico para o corpo humano.

          4. Luiz Fabriciano

            Ia exatamente comentar isso. O de uma mão, para mim, sempre foi mais fácil e adaptável. Foi natural.
            Certa vez, tentei usar as duas. Parecia que uma mão brigava com a outra, rsss.
            A coordenação motora sempre ficava comprometida e o movimento, intercalado.
            Vê o que Djokovic produz com o dele é de cair o queixo.

  34. Rodrigo S. Cruz

    Dos que eu vi jogar, o Pete Sampras teve o melhor segundo saque.

    Melhor até do que o do Isner.

    E ele fazia MISÉRIA com aquilo.

    Muitas vezes fechava a porta na cara do devolvedor.

    E o Pete quase não se abalava quando tinha de enfrentar o break-point.

    Porque não raro, o americano saía de 0/40 ou 15/40, com um bom encaixe de segundo serviço.

    Responder
  35. Evaldo A Moreira

    Boa tarde Mestre,
    Lista espetacular, o Gonzáles realmente, por não ter ganho quase nada em termos de grandes títulos , mas tinha um forehand de matar, vi a Steffi Graff jogar, e como jogava essa moça, com precisão de muitos slice e e uma direita que de respeito , Roger na maioria das lista, o cara é fera , todo mundo questionando os voleios do suíço, na moral , o que vi esse cidadão fazer os voleios em condições dificílima são enormes , merece respeito.

    Responder
  36. Rubens Leme

    Dalcim, ainda faltam essas listas alternativas:

    1 – melhor saque de destros (se bem que a maioria da lista acima é)
    2 – melhor saque de canhotos

    3 – melhor forehand de destros (se bem que a maioria da lista acima é)
    4 – melhor forehand de canhotos

    5 – melhor backhand de destros com uma mão
    6 – melhor backhand de destros com duas mãos (se bem que a maioria da lista acima é)

    7 – melhor backhand de canhotos com uma mão
    8 – melhor backhand de canhotos com duas mãos

    Ao trabalho, homem!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Hahahaha… Vou pedir então para você listar os melhores filmes de cineastas americanos filmados fora dos EUA ou então das melhores bandas com baterias canhotos.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Cinco bateristas canhotos:

        01 – Ian Paice (Deep Purple)
        02 – Phil Collins
        03 – Ringo Starr
        04 – Mike Bordin (Faith No More)
        05 – Mike Gibbins (Badfinger).

        Cineastas americanos que fizeram filmes no exterior:

        01 – Stanley Kubrick
        02 – Orson Welles
        03 – Woody Allen
        04 – Sidney Lumet
        05 – Roger Corman, que fazia filmes e, menção honrosa para, Francis Ford Coppola, em Apocalypse Now.

        Responder
        1. Rubens Leme

          TIra o baterista do Badfinger e coloca o Buddy Miles, que tocou com o Hendrix e criou o Electric Flag,

          Ficaria

          01 – Ian Paice (Deep Purple)
          02 – Phil Collins
          03 – Ringo Starr
          04 – Buddy Miles (Jimi Hendrix)
          05 – Mike Bordin (Faith No More)

          Responder
      2. Rubens Leme

        Guitarristas

        01 – Jimi Hendrix
        02 – Tony Iommi
        03 – Dick Dale
        04 – Albert King
        05 – Ollie Halsall (Patto)

        Baixistas

        01 – Paul McCartney
        02 – Colin Hodgkinson (Whitesnake)
        03 – Lee Jackson (The Nice)
        04 – Gerald Casale (Devo)
        05 – Jimmy Haslip (Yellowjackets)

        Agora, vocalista fica difícil, porque não sei quem usa apenas as cordas vocais do lado esquerdo.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Aí, Dalcim, imagine um quarteto com Paul McCartney (baixo, teclado e voz), Jimi Hendrix e Tony Iommi (guitarras) e Ian Paice ou Phil Collins ou Ringo, na bateria. Dava para brincar né?

          Responder
  37. Rubens Leme

    Além do aniversário de Borg, hoje é aniversário de morte de Carl Jung (1961), Robert Kennedy (1968) e um dos maiores saxofonistas, Stan Getz (1991), que em 1963 lançou um dos grandes discos responsáveis pela popularização da bossa nova nos EUA, ao lado de João Gilberto, Getz/Gilberto, com as participações de Tom Jobim no piano e Astrud Gilberto nos vocais.

    https://www.youtube.com/watch?v=9KpIV57PSeo

    Responder
        1. Rafael Azevedo

          Mas, o Federer é um devolvedor ruim?
          Não estar no top 5 não significa ruindade.
          Se ele estiver no top 30, ainda será um ótimo devolvedor…

          Responder
          1. Miguel BsB

            Claro que não! Mas, com ctz, não é o seu melhor fundamento…
            O assunto do blog é o Top05 da história em determinados fundamentos, por isso mencionei um top 05.
            E sou capaz de apostar…nenhum “one hander” vai estar no top05 das devoluções…quem joga o esporte sabe que devolver saque com as duas mãos é mais fácil/menos difícil…

  38. Paulo F.

    E concordo com Federer com melhor jogo de rede do que o Sampras.
    Realmente, no atual momento do tênis, jogar à rede é bem mais difícil e Federer faz isso com maestria – enfrentando muitos dos maiores baseliners da história: Agassi, Guga, Safin, Hewitt, Nadal, Djokovic e Murray.

    Responder
    1. Jonas

      Talvez esteja em primeiro por conta da variação. O primeiro serviço do Sampras era uma pancada, mas não alternava tão bem como o suíço.

      Responder
        1. lEvI sIlvA

          Caros Jonas e Paulo, creio que não seja só a variação. Devemos pensar no que Sampras faria nos dias de hoje com a velocidade e peso de bola. E seus resultados no saibro devem pesar, já que naquela época já encontrou dificuldade pra ganhar no saibro. Federer, por outro lado, só não ganhou mais na superfície, por conta de Nadal. O que, convenhamos, não o desmerece de forma alguma!
          Cuidem-se todos por aí!

          Responder
      1. Miguel BsB

        Tb acho que foi a variação de saque que colocou Roger à frente de Sampras, mas o americano tinha um belo saque aberto de Slice no “iguais”.
        Nessa, confesso que fico em dúvida em qual era melhor sacador…daria empate.

        Responder
  39. Luiz Fernando

    Dalcim revi seu post com mais atenção nesta manhã e como vc sempre nos deixa a vontade para discordarmos de sua visão gostaria de expor uma segunda discordância. O BH de uma mão do Thiem, analisando o golpe de forma isolada, na minha visão só perde do Wawrinka. Entendi perfeitamente sua resposta abaixo em um questionamento similar, na qual me pareceu q vc considerou algo a mais alem do golpe propriamente dito, mas se avaliarmos apenas a eficiência, potencia e impacto do golpe, vc não concorda q melhor do q o do austríaco seria apenas o do Wawrinka? Pex o do Gasquet, plasticamente espetacular, me parece bem menos eficiente do q o do Thiem…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Adoro o backhand do Thiem, mas sinceramente jamais o colocaria à frente do Guga ou até mesmo do Federer. Acho que é natural que se pense num backhand batido e cheio de winners, mas é preciso pensar também na fundamental eficiência de um slice profundo ou um slice curto cruzado. Quem joga tênis, mesmo no nosso nível amador, sabe muito bem o quão complicado é um golpe desses para quem está do outro lado da quadra.

      Responder
  40. Robson Borges

    Olá Dalcim! Bom dia!

    Listas sempre geram discussões e talvez seja esse o ponto mesmo. No geral ficou bem interessante, de fato, apontando os melhores. Apenas no forehand, vejo o do Federer mais completo, pelo fato de ser mais variado e eficiente, isto é, ele é muito bom no top spin, mais plano, saltando, seja de defesa ou acelerando o golpe, o inside-out é perfeito. Por isso, como você mesmo disse disse, tantos especialista o consideram o melhor nesse quesito, assim como o Djoko na devolução.

    Parabéns pelo trabalho no site ao longo da pandemia, vários conteúdos muito bons, como sempre. Abs!

    Robson Borges

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Robson. Sim, você não imagina como mesmo os grandes tenistas ou analistas internacionais divergem sobre esse assunto. Foi difícil até formar um top 5, mas acho que cheguei ao menos perto de um consenso diante de tudo que li.

      Responder
  41. Rubens Leme

    Dalcim, hoje é aniversário do Reis dos Reis, Bjorn Rune Borg, que completa 64 anos. Quem viu, viu. Quem não viu, que procure no youtube.

    Responder
  42. Felipe Pires

    De fato é uma lista que gera muitas discussões e das boas. Sou fã do Federer, mas pelo poder de domínio do Nadal no saibro e até a maneira como ele revolucionou esse golpe, colocaria o FH dele na frente do suíço. Grande abraço Dalcim!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Sei não.

      Acho que o do suíço é ainda melhor mesmo. (rs)

      Porque fora do saibro, o Nadal nem sequer machuca o suíço com o forehand.

      Já o suíço machuca pra caramba…

      Responder
  43. Renato schachter

    Sinceramente Dalcim , vc não colocaria o Thiem como um dos melhores forehand ??? Ele não seria o sucessor do Gonzalez por ter um swing longo ?? E mesmo o kyrgios tem um forehand excepcional !!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, concordo, mas eu acho que os dois ainda precisam de mais na carreira, Renato. O Thiem também tem grande chance de marcar seu backhand, assim como o Kyrgios com o saque ou até mesmo o jogo de rede, onde é excepcional.

      Responder
  44. Gildokson

    Galera, o Dalcim ja explicou no texto o pq do Federer na frente do Sampras no jogo de rede. E concordo plenamente, o cara tem moh trabalho pra levar a definição do ponto pro quadradinho hoje em dia, com esse tênis de base e trocas intermináveis.

    Responder
  45. Gildokson

    O post que o Vitor Hugo tanto sonhou durante anos no blog kkkkkkkkkkkk

    E o que dizer do back de uma mão do gênio constar ali no top 5 do Dalcim? Contrariando a teoria de muitos kkkkkk
    Essa quarentena ta rendendo listas maravilhosas.

    Responder
  46. Rafael Azevedo

    Que orgulho ver um brasileiro nessa lista. Guga merece todos os reconhecimentos. Obrigado, segundo melhor backhand de uma mão da história!

    P.s.: o backhand do Guga é melhor do que o de Federer! Hehehe

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Concordo.

      O backhand do Guga era fantástico.

      Como esse catarinense, com sua simpatia e simplicidade nos orgulhava…

      Uma pena a aposentadoria forçada.

      Responder
  47. Rafael Azevedo

    Muito bom, Dalcim.
    Para a turma que está discordando, o Dalcim iniciou o texto dizendo o quão difícil é fazer essas listas, porque as diferenças são mínimas. Então, entendam como um top 5. A ordem fica em segundo plano.
    Achei a ideia de fazer um top 5 muito boa. Nos dá uma visão melhor, do que se fosse apenas um top 1.
    Federer provando que é o mais completo, no quesito “golpes”. É um monstro do tênis. Sabe tudo e mais um pouco.

    Responder
  48. Luis

    Dalcim texto pra bota polêmica rs, parece que Federer está na maioria,faltou o jogo bonito que alguém comentou disse Federer e Graff,dificilmente existiu um tenista tão legal de assistir e prende atenção das pessoas como faz Federer que deve ter feito milhões gostarem e acompanharem mais o tênis,Dalcim tava vendo Guga conversando com Federer e Djokovic e’ muito legal ver o quanto e’ querido Guga até hoje,Dalcim quem voce colocaria num top3 de carisma no tênis ? Meu palpite 1 Federer 2 Mcnroe 3 Gugars

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, esse seria um tema para muita discussão, Luís, mas não se pode tirar o Nadal de uma lista dessas. Então eu ficaria com Federer, Nadal e Guga.

      Responder
    2. Filipe Fernandes

      Caro Luis, oi, boa tarde!

      Que comentário interessante. No início do século, entrando na adolescência, eu fui um desses milhões que começou a acompanhar e a gostar de tênis por causa do Federer. Mesmo sem um entendimento claro da dinâmica do jogo e sem saber o motivo real, chamava atenção a diferença peculiar da perfomance dele em quadra (na percepção de um adolescente de 14, 15, 16 anos na época, era como se ele levitasse durante as partidas). Hoje a minha visão nesse esporte não é nem um pouco exclusivista, mas vê-lo jogar no início foi determinante para apreciar o tênis.

      Um grande abraço, Luis, esteja bem aí e bom fim de semana.

      Responder
      1. Rafael

        Li um comentário de um colunista do Eurosport que, para mim, melhor definiu o que Federer faz no tênis, e não tem nem como traduzir sem perder a mágica do original:

        “Federer doesn’t play tennis; he performs.”

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Caro Rafael, bom dia!

          Definição concisa esta do colunista, mas bastante pertinente, muito obrigado por compartilhá-la aqui. A beleza do jogo de Federer foi a “porta de entrada” para acompanhar o tênis numa era fantástica com um magnífico e antes inimaginável Big 3 (os três sublimes, cada um a sua maneira), com o Andy Murray (que, junto ao suíço, tem a minha torcida), o Monfils, a Halep — estes que também costumo acompanhar — e mais e mais tenistas.

          Caro, aproveitando a oportunidade: não comentei antes, mas aquele pequeno texto do Goethe que você traduziu e gentilmente partilhou com a gente nesta semana é inestimável, repleto de uma lucidez e de uma verdade fundamental sobre a vida. Neste ano, assisti ao filme “Questão de Tempo” (2013), uma ótima comédia inglesa que sugere, na figura do protagonista, a possibilidade de certos momentos da vida conterem uma segunda chance, mas também a condição inevitável de — por mais que se deseje o contrário — alguns fatos não poderem ser refeitos. O protagonista pode, por vezes, voltar a determinado ponto do seu próprio passado e reviver (refazer) sua história. E esse filme traz uma cena fantástica ao final que lembra muito a concepção de Goethe: a capacidade que podemos ter de viver do melhor modo o cotidiano presente, observando com mais consideração os rostos humanos e driblando o embrutecimento, a indiferença, o vazio de sentido e o esmaecimento que podem existir e ser impostos ao longo do dia vivido. A cena sugere essa possibilidade sem que, enfim, haja a necessidade de “viajar” no tempo.

          Como você bem disse ao fim daquela publicação, tudo em redor é muito mais complicado do que gostaríamos e, por isso mesmo, às vezes é árduo traçar esse anseio (vivemos em sociedade e os acontecimentos são muitas vezes imprevisíveis, assim como os sentimentos e o temperamento que eles despertam), mas só de podermos ter a consciência da relevância deste anseio já é bastante valoroso (ainda mais nesta época atual de profunda devastação humana e moral).

          Caro Rafael, acredito que você iria gostar de ver esse filme; não é uma obra-prima do Cinema, mas apresenta uma boa e reflexiva história. Um grande abraço, que você possa estar bem e tenha uma boa semana que chega.

          Responder
          1. Rafael

            Affe, assim que li pensei em Feitiço do Tempo, mas fui pesquisar, vi que não é, achei boas críticas e vi que tem a minha namorada – mas ela não sabe – Rachel McAdams (por quem me apaixonei no meloso porém ótimo The Notebook – Diário de uma Paixão, além de (provavelmente em um papel pequeno) a lindíssima Margot Robbie.

            Já tenho programa para hoje a noite, obrigado!

            *Como deixei passar esse filme? Obrigado pela dica de novo!

      2. Luis

        Abraçao Filipe Dalcim que e’ um lord mais que o Federer nos aguentar,mas eu gostava muito do Hewitt aqueles Vamos e até xingando o juiz kkkk,quando Federer apareceu e dominou tênis com jogo bonito talvez muitas pessoas pensavam queria jogar como esse cara rs,tênis na essência e perfeição,um tal de Laver disse também Federer flutua na quadra rs ” ver Federer e’ como comer chocolate “kkk frase do Lógico

        Responder
  49. Leo Gavio

    Discordo muito de tudo.

    Melhor saque > Andy Roddick, não dá pra contar cavalões como Karlovic, Isner e Raonic porque o saque deles sofre uma influencia absurda da altura e não exclusivamente da tecnica e talento.

    Karlovic tem 2,11 metros e conseguiu 251 km/h
    Roddick tem 1,88 metros e fez 249,9 km/h

    sem contar que o americano conseguiu um slam e chegar ao numero 1 e ficou muito tempo no 2 com esse saque. o jogo dele todo lastreado nesse canhão, varios vices em wb com esse saque.

    Forehand NUNCA elegeria o Fernando Gonzalez, GANHOU NADA com esse golpe. Bate pronto? nunca vi.
    Não tem discussão, o melhor forehand é o do Federer. È o mais bonito e que menos chances dá ao adversario. O do delpo é o mais potente e o do Nadal o mais chato de enfrentar, mas o Federer executa ele de forma linda e perfeita de qualquer local da quadra, sem contar bate pronto magico, a mecanica do golpe tambem é uma beleza. Outro forehand lindo e limpo é o do Berdych.

    E o The Last Samurai foi escolhido o GOAT, merecidamente, em votação online no Eurosport, Djokovic é, sem duvida, o GOAT, é aceitavel reivindicarem o Federer, mas DJoko é o jogador da decada mais dificil do tenis.

    Os jogos mais insanos da historia em finais de GS foram vencidos por Djokovic: Aopen 2012 e Wimbledon 2019, e justo sobre
    Federer e Nadal, faltou, mas ainda dá tempo, pegar uma vitoria sobre Nadal em RG numa final. Bom lembrar o porque do Djoko ser o GOAT, afora tudo o que ele ja conseguiu, é o unico tenista capaz de igualar a batalha em RG, esse talvez seja o principal motivo do porque Federer não é o melhor, ele não tem a menor chance no saibro, alem, é claro, de ser surrado no H2H, ser surrado em finais de Slam.

    Ranking justo do GOAT é:
    1 – Djokovic
    2 – Nadal
    3 – Federer
    4 – Sampras
    5 – Borg

    Mas no meu gosto pessoal, eu não consigo colocar entre os 2 primeiros quem não é, pelo menos, tetracampeão em Wimbledon.
    Nadal é Bi e apanha de gato e rato, bem japonês na relva, principal superficie do tenis. melhorou muito nos ultimos 2 anos, mas não o suficiente para levar o titulo. Então, corrigiria a lista assim:

    1 – Djokovic
    2 – Federer
    3 – Nadal
    4 – Sampras
    5 – Borg

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Incrível caríssimo ‘ sábio ” Léo Gavião. Não sei com quem está o Nick hoje , mas como seu comentário apuradissimo lembra um famoso integrante da Kombi turbinada rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Pois é.

        Só que pela primeira vez na VIDA dele, esse conseguiu escrever um texto bom. (rs)

        Explicou os motivos de considerar o Djokovic superior.

        Mas tudo isso com respeito e bons argumentos…

        Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Puxa, até quando o cara elogia, efusivamente seu maior adversário, você não alivia?
        De minha parte, sempre achei os comentários dele pertinentes.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Estou bem, e você, Mário? Eu sou um eterno otimista e vejo Roland Garros completamente determinado a acontecer. Vi ontem vídeos de Paris e a vida parece ter rapidamente voltado à normalidade por lá. Tomara que permaneça assim! Abração!

      Responder
  50. Paulo Almeida

    A última intervenção do Rafael foi importante, porém, como eu já esperava, não causou efeitos duradouros. As discussões e comparações serão infindáveis e cabe a cada um se policiar e não passar do ponto.

    A primeira parte da lista de golpes ficou muito boa. Nada a acrescentar ou modificar a princípio.

    Responder
  51. Marcelo-Jacacity

    E a direita do Sampras era fenomenal, ninguém tinha coragem de enfrentá-la. Pra mim, empate técnico entre Gonzalez, Delpo e Pistol Pete.

    Responder
  52. Marcelo-Jacacity

    Agora em relação a esquerda de uma mão Wawrinka ultrapassou o Kuerten mesmo. Esquerdaças fenomenais!!! Concordo totalmente.

    Responder
  53. Marcelo-Jacacity

    O mesmo em relação ao jogo de rede, Federer é excelente, tem muito toque. Mas na frente de Rafter, Cash, Edberg?
    Backhand de uma mão: Se estiver incluso o slice, concordo totalmente. Mas se for backhand batido, Graf e Federer nunca poderiam estar no top-5. Tem Gáudio e Gasquet muito acima.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Me estranha que vocês pensem que apenas um backhand com topspin e de winners tenha de ser avaliado. O slice é uma tremenda arma de variação. Seria ruim se o tenista só tivesse slice, mas nem de longe é o caso de Graf e Federer.

      Responder
      1. Gabriel aguiar

        O federer bate, apesar da batida ser bem abaixo do slice, mas a Graf?so slice, que eu me lembre….salvo rarissima vez, pra dar uma passada

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Exatamente.

        E também acho superestimado o backhand do Gaston Gaudio…

        Um bom backhand, mas longe de ser essa maravilha toda.

        Responder
      3. Marcelo-Jacacity

        Dalcim,
        É por isso que coloquei: se tiver incluso o slice concordo. É que tem muita gente do meio do tênis que separa o slice como “outro golpe”.
        E Graf raramente batia a esquerda, mas o slice da alemã era fenomenal.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Exato, acho que é preciso olhar o conjunto da obra. Pouca gente parece lembrar que o Stan jamais bate uma devolução de backhand, optando quase sempre por um slice.

          Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            Sei bem. Essa devolução fatiada sem peso do Wawrinka atrapalha o Djokovic.
            Eu só acho que o sérvio está errando na estratégia contra o Wawrinka. Ele tem que golpear de fundo com mais spin e altura a esquerda do Stan. Mas Novak é teimoso, quer bater mais reto do jeito que mais gosta. Essa bola chapada na linha da cintura o Wawrinka adora.
            Já a bola com spin alta do Nadal acaba com o Stan. Ou variar muito como o Federer faz, mas aí eu acho que tem o respeito demasiado que o Wawrinka tem pelo conterrâneo. Enfim.

  54. Marcelo-Jacacity

    É notório que Federer possui um ótimo saque, o melhor do Big-4 fácil. Entretanto, o primeiro saque do Sampras, Ivanisevic, Becker e A-Rod são muito superiores ao do suíço. Não tem comparação, realmente não entendi.

    Responder
  55. Daniel Pereira

    Dalcim! Me permita uma acréscimo a essa brincadeira!
    Melhor Segundo Saque!
    Masculino!
    1- Pete Sampras
    2- Roger Federer
    3- Stefan Edberg
    4- Novak Diocovic
    5- Gustavo Kuerten
    Feminino!
    1- Martina Navratilova
    2- Lindsay Davenport
    3- Billie Jean King
    4- Venus Willians
    5- Anjelique Kerber

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Claro, Daniel. Mas o segundo saque virá nas próximas listas. E me parece que o segundo saque do Isner e da Serena não podem ficar de fora. Abs!

      Responder
  56. Sérgio Ribeiro

    Muitos esquecem que no item “ jogo de rede “ está incluído os extraordinários bate-prontos junto a mesma. Daí que Federer e Pistol Pete , de longe superam os demais. Abs!

    Responder
  57. R.P.

    A Kombi tratorizou a popularidade capitalizada na entressafra. Isso que dá inchar número nas costas de quem tem 2 slams. Quem manda na década mais difícil do esporte é o melhor e ponto final. O resto é chororô. Abraços da Kombi mais impiedosa do mundo.

    Responder
      1. Rafael

        Essa pesquisa do Eurosport, para mim, teve um resultado melancólico (em relação a Federer e o mundo do tênis).

        Eu imaginava que o suíço continuaria a ser considerado o Goat por muito tempo depois que parasse, mesmo que fosse superado no no. de slams, etc. Por ter marcado uma época tão longa no tênis, por tudo que representou para o esporte, por todos os seus momentos memoráveis, por sua eficiência, pela sua maneira única de jogar…

        No entanto, bastou uma simples pesquisa para demonstrar que o povo pensa a curto prazo (relativamente). Djoko é o melhor jogador dos últimos 10 anos? Sim. Tem H2H positivo contra seus dois principais rivais? Sim. Poderia até vencer o Federer em uma pesquisa sobre o Goat? Talvez sim. Mas nunca com uma margem tão larga de diferença (foi feita uma comparação com o placar de um jogo de tênis, não me lembro se foi 6/0, 6/1 6/2 ou coisa parecida, tamanha a diferença na votação. Para mim, o que isso representa? O povo JÁ está esquecendo (talvez jovens?) ou deixando pra trás tudo que Federer fez e jamais poderia ser desvalorizado. Essa diferença na preferência é descabida. Se for um caso isolado, tudo bem. Mas se for ratificado por pesquisas supervenientes, eu acho lamentável. Por que, se torço para Djoko? Porque mostra que a turma quer a produção de ídolos em massa, descartando rapidamente da memória um após o outro. Porque bastará um Tsitsipas ou um Thiem da vida ganharem 5 ou 6 slams para, na próxima ocasião, já tentarem contestar a posição de Djoko como suposto Goat, por exemplo. Porque, MAIS OU MENOS na linha do que o José Cláudio diz, é marketing vencendo o desempenho. O marketing das caras novas. O marketing que diz que Messi é melhor do que Pelé. O marketing do novo sobre o velho, que faz lavagem cerebral nos fãs de modo a começarem a esquecer seus ídolos a partir do momento que pararem de jogar.

        Não, Federer nunca será esquecido. Mas agora temo que tenha uma presença marcante apenas na memória dos reais apreciadores de tênis e dos analistas. E dos saudosistas.

        O que, para mim, se confirmado, indica uma tendência triste. Espero ter interpretado tudo errado. Pra mim, Federer será o embaixador do tênis enquanto viver.

        *Nem vou falar da desconsideração com o Nadal… Que lixo de pesquisa. TenisBrasil fez bem em dedicar só umas poucas linhas a essa notícia.

        Responder
  58. Sérgio Ribeiro

    Esse Post é tão espetacular que merece ser dissecado aos poucos . De prima direto ao extraordinário Forehand de Fernando “ Mano de Piedra “ Gonzales. Não escapou ninguém no vídeo. TODOS os grandes TOPS fazendo cara de espanto tomando WINNERS de qualquer lugar da quadra. E põe de lado as bravatas de alguns integrantes da poderosa Kombi , e seus atuais seguidores baba ovos . Seria o Chileno Ex-TOP 5 do Mundo pertencente ao grupo de “ bagres da entressafra “ segundo essas sumidades ? rsrsrs As caras de Rafa Nadal tomando vários WINNERS no AOPEN 2007 , em que foi batido em Sets diretos nas Quartas são impagáveis. Fernando bateu em sequência Del Potro , Hewitt , Nadal e Haas , pra atingir a grande Final . E Federer , Roddick e Djokovic ( ambos em Sets diretos ) , pra chegar junto. Ou seja , nada como o tempo pra pôr ordem na casa. E vendo várias oponentes da Rainha Serena na lista , é um grande barato. Quantos postaram a sandice que ela também pegou “ entressafra “ ? kkkkkkkkkkkkkk Abs!

    Responder
      1. Rodrigo Carreiro

        Infelizmente a cabeça não tinha 20% da qualidade do forehand (o qual faltava estabilidade, razão pela qual na minha lista jamais ocuparia tal posição). Inadmissível que o dono do suposto melhor forehand da história do tênis nunca tenha ganho um Grand Slam.

        Responder
    1. Jonas

      Nadal era muito limitado em quadras rápidas nessa época. Apenas cumpria tabela no AO e no USO.

      Eu concordo com o Dalcim quando ele diz que o espanhol foi o que mais evoluiu do big3.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Limitado com DOIS MASTER 1000 nas Duras em 2005 ? Tendo batido Federer em Miami 2004 ? . O fanatismo distorce os fatos. Nesse ponto você e o Piloto da Kombi se completam kkkkkkkkkkkk Abs!

          Responder
          1. Jonas

            Me refiro ao Nadal. Sim, era MUITO limitado nas hards. Roddick falou sobre o “adolescente” Nadal, pesquise.

        1. Jonas

          Eu não preciso rever um fato. Você deve imaginar que Nadal não evoluiu nada nas hards, ou que era mais jogador mesmo sem saque.

          De uma forma ou de outra, é bem óbvio que o Nadal de 2010 pra frente é um tenista muito mais completo nesse piso.

          “Ah mas ganhou de Federer em 2004”

          Sim, normal, o “adolescente” Nadal já incomodava bastante o Federer. Não é novidade pra ninguém.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Eu não imagino nada , repetitivo Jonas. Eu assisto a maioria dos jogos que o fanático não vê. Pra você somente existe o tal goat. Acompanho a carreira do Big Four desde o início. E posso te afirmar que mesmo com toda a sua precocidade, bem diferente do ridículo “ Feto “ que combinaram na Kombi , Novak foi o que mais evoluiu . Embora todos tenham subido o nível. O problema de vocês é o mesmo a anos. Desconstruir o Suíço com as asneiras mais inacreditáveis. Pegue a idade de várias lendas , e vera’ a precocidade presente desde sempre. E outros que demoraram mais a amadurecer como Novak e Murray. Abs!

          2. Jonas

            Claro que o Nadal é precoce, ganhou Roland Garros em 2005, não tinha nem 20 anos.

            Eu sempre disse isso aqui. O que não muda o FATO de que ele não era metade do jogador que é hoje. Vc nega isso? Então o fanático é você, pelo Federer. Olha que eu nem critiquei o suíço.

          3. Rodrigo S. Cruz

            E para que serviria essa alegação de que Nadal não era metade do que é hoje?

            Para quase nada!

            Porque o cerne da questão é se perguntar se o Nadal de 2005/2006 era totalmente páreo para o Federer de 2005/2006.

            E para mim ele era…

            Imbatível em Roland Garros e nos torneios de saibro, e competitivo nas demais superfícies…

            Mas atualmente a coisa está assim:

            o Nadal detona o Federer no saibro, mas é detonado nas hards e na grama.

          4. Jonas

            Também não acho que sirva pra alguma coisa. Pra mim é bem óbvio, embora o Ribeiro diga que Novak foi o que mais evoluiu (o que não é absurdo).

            A única questão aqui, é o Ribeiro achar que o Nadal pouco evoluiu ou tentar negar isso, dizendo que o cara era precoce. Sim, ele é precoce, assim como Novak e isso não muda nada.

    2. DANILO AFONSO

      Nobre Sérgio, tu chegou a pesquisar os títulos “pesados” que o Chileno conquistou na carreira ??
      Foram 11 títulos, todos meros ATPs 250, destes 4 jogando em casa na Vinã del Mar…kkkk

      Ele é apenas bonzinho para você querer inclui-lo na defesa contra a tese da entressafra.

      O chileno é a prova de que o DNA de um campeão vai muito além de ter apenas um avassalador golpe.]

      Quando eu for em Cabo Frio, vou aí jogar contra você uma partida de tênis na quadra de saibro da praia do siqueira…kkkk

      Responder
    3. Thiago Silva

      Gonzalez agora tá no mesmo nível do Big4? Um cara que jogou só duas finais de Masters, não venceu nenhuma e levou duas surras pra Federer e Nadal nessas finais não tá nem no nível do Thiem.
      Só porque fez um jogo bonito na vida contra o Nadal, grande coisa, até o Brown já fez e em 2009, no mesmo AO, que o Nadal já tava mais amadurecido levou uma surra. Tinha um ótimo forehand, mas foi muito pouco pelo currículo minúsculo que teve, e é inferior tecnicamente em relação aos que vieram depois da entressafra.

      Responder
    4. Luiz Fabriciano

      Acho que só você atribui a um golpe isolado de um tenista, um valor capaz de coloca-lo como expoente no esporte.
      Falam até hoje que Federer fez mais de 90 winners na final de Wimbledon 2019. Mas de nada adiantou.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Se o Tênis como um todo é esse argumento pífio ” de nada adiantou ” , está em lugar errado parceiro. Essa devinitivamente não é a sua Praia. Atuações ÉPICAS de ambos os Tenistas. Abs!

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Impressionante como toda resposta sua a um comentário, vem nesse tom arrogante e distorcendo o que o comentarista realmente disse.
          Cansei…

          Responder
      2. Jonas

        Foi a melhor atuação do Federer em uma final de WB, a meu ver. Contra Novak, sem dúvidas foi a melhor e ainda assim o suíço saiu derrotado.

        Quanto ao Novak, jogou mais tênis na final de WB 15, embora isso não seja tão importante, já que ele venceu o suíço nas três finais sobre a grama.

        Responder
  59. periferia

    Olá Dalcim.
    Ótima matéria sobre o Bill Tilden .
    Essa era amadora tem grandes história.
    Uma legal seria sobre Gottfried von Cramm….que foi perseguido pelo nazismo por sua sexualidade(e não tinha simpatia pelo nazismo)….e acabou proibido de jogar Wimbledon (tinha uma condenação “moral” na Alemanha nazista…e o clube inglês proibiu sua participação ) e Roland Garros (não pode defender seu título do ano anterior por ter sido preso na alemanha)…foi quase executado.
    Teve solidariedade de gente como Don Budge(escreveu uma carta para Hitler)….e Fred Perry…o homem da camisa polo (outros dois que mereciam uma matéria).
    No começo dos anos 50 voltou a defender a Alemanha na Davis mesmo com certa idade….dizem que foi um grande ser humano….muito respeitado ….em uma época difícil.
    Os personagens (jogadores ) da era amadora eram muito mais interessantes que os jogadores que atuam hoje em dia.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Tudo e todos eram mais interessantes, em parte, por serem figuras humanas maiores e mais complexas e, em parte, porque as notícias e a exposição eram menores. Uma figura como Bill Tilden, no mundo de hoje, logo seria estigmatizado, rotulado, viraria uma tag e jogado no rolo compressor das mídias sociais, e julgado e condenado rapidamente ou viraria um símbolo de algo que ninguém esperava ou desejaria ser.

      Antes, o silêncio era maior, a discrição, a vida pessoal muito mais contida. Hoje, qualquer atleta de ponta precisa ter um staff, assessores, facebook, twitter, instagram, movimenta uma roda infinita de seguidores.

      Saudades dos tempos calmos, principalmente não tínhamos ideia do que seria uma fake news.

      A história do Von Cramm também é muito interessante.

      Responder
      1. periferia

        Olá Leme

        Lembra um pouco nosso futebol…..tinha personagens ricos.
        Conhoteiro…..morreu cedo…. servindo cafezinho no Bradesco.
        Heleno……um doente da bola
        Almir Pernambuquinho….um louco que substituiu Pelé… morreu assassinado em um bar.
        Friedenreich….mestiço em um clube de elite como o paulistano.
        Barbosa…..o eterno “frangueiro”
        Garrincha…..o bêbado
        São tantos…..todos interessantes….

        Responder
        1. Rubens Leme

          Entao, periferia, rótulos como esses na maioria são negativos. Eu gosto da histórias pessoais, são sempre mais enriquecedoras. Pegue por exemplo, o grande craque chileno, Carlos Caszely, uma voz contra a ditadura de Pinochet e que teve a mãe torturada pelo governo. Ele é um exemplo de uma figura pública que transcendeu o esporte. (https://www.ludopedio.com.br/arquibancada/caszely-o-craque-chileno-que-desafiou-pinochet/)

          Outro caso foi o Homem de Papel, o austriaco Sindelar. que muitos viam como o maior jogador do mundo e se matou (ou foi morto, ninguém sabe) quando Hitler anexou a Áustria. (https://trivela.com.br/craque-imortal-matthias-sindelar-lenda-wunderteam-da-austria-nos-anos-30/)

          Para min, histórias como as dele suplantam os craques que foram.

          Responder
          1. periferia

            Olá Leme
            Tem razão….de certa forma estigmatizei eles…..mas são histórias humanas muito interessantes.
            O Caszely, conhecia a história….ele se negou a estender a mão para Pinochet……chegou a jogar com Cruyff na seleção da Catalunha(quando esteve jogando na Espanha) …..a mãe foi torturada pela ditadura chilena……engraçado (ou triste) que seus grandes jogos foram no estádio Nacional…..onde muitos chilenos foram mortos ou torturados pelo regime.
            A história do Sindeler não conhecia ….muito boa.

            Abs

          2. Filipe Fernandes

            Caro Leme, boa tarde!

            Outro dia você fez um comentário bem detalhado sobre o disco “Dois” do Peter Gabriel (outro cantor cuja obra aprecio muito), e hoje faz um novo comentário sobre um jogador chileno que enfrentou a ditadura chilena.

            Caro, “Wallflower” é a música que, quando escuto, mais me emociona do Peter Gabriel, e já li algumas vezes que ela foi composta por ele em homenagem aos chilenos que viveram durante o regime de Pinochet. De fato, a letra profundamente tocante dela sugere essa leitura. É uma música linda.

            Não conhecia a história do jogador Carlos Caszely, muito relevante, uma grande demonstração de dignidade.

            Deixo um link da música, em que ele canta belamente na companhia de uma orquestra (https://youtu.be/_bG5qnx-ABU).

            Caro, há um livro, que está na minha lista de leitura há um bom tempo, chamado “HHhH” (‘Himmlers Hirn heißt Heydrich’), do escritor francês Laurent Binet, obra que ganhou o importante prêmio Goncourt. Recentemente, uma crítica literária brasileira publicou um trecho dele de que gostou muito: era uma passagem que relatava a história verídica de um time de futebol ucraniano que, na época da ocupação nazista, teve que jogar contra um time alemão (que excursionava pelos países ocupados) patrocinado por Hitler e, simuladamente, ser obrigado a perder para agradar ao regime hitlerista. Só que, longe do que se esperava, o time ucraniano não fez corpo mole, venceu de lavada o time nazista nas duas vezes em que se enfrentaram (acho que a primeira partida ficou em 3 x 2, e a segunda, que foi uma revanche forçada, em 5 x 1) e levou a torcida ucraniana presente no estádio ao delírio. Mas, tão logo o segundo jogo acabou, os jogadores ucranianos foram fuzilados pela SS.

            Você conhece essa história, Leme?

            Se a minha memória estiver boa, creio se tratar do Dínamo de Kiev. Esse fato é contado de passagem no livro acima porque o enredo se passa durante a Segunda Guerra Mundial.

            Um grande abraço, Leme, que tudo esteja bem.

          1. Rubens Leme

            Filipe, sim é o Dynamo Kiev. essa historia virou até filme e você pode saber mais sobre ela aqui.

            https://trivela.com.br/os-75-anos-do-jogo-da-morte-uma-das-historias-mais-miticas-e-mais-mitificadas-do-futebol/

            E a historia do time aqui – https://trivela.com.br/dynamo-kiev-o-orgulho-regional-que-dominou-maior-nacao-mundo/

            Sobre o Peter, eu o vi aqui em 1988 no show da Anistia, no Parque Antarctica, que teve a Human Rights Now, o show da Anistia Internacional, que teve Sting, Bruce Springsteen (entrou no palco era uma 6hs da manhã), e o Peter Gabriel. Foi uma maratona louca, exaustiva e ele estava no auge, com o disco So e o hit “Sledgehammer”. Ele sempre foi um grande ativista e um grande performer.

    2. Cidadão Zé

      Interessante teu comentário: eu acredito que ainda temos grandes personalidades no tênis, mas no futebol, por exemplo, elas estão acabando. Há um movimento em apenas trazer pessoas de baixo carisma (jogadores não abrem mais a boca ou se fecham em si mesmos sob um contrato ou imagem como aquele brasileiro famoso, que joga na França e o esporte vive apenas de meia dúzia de ex-jogadores falando e da lavagem de dinheiro). Já no tÊnis, Federer, Nadal e Djokovic ainda tem voz ativa e bastante carisma.

      Responder
      1. periferia

        Olá Sé.

        Hoje em dia tem a tal de assessoria de imprensa que não ajuda muito na imagem real (o que o cidadão pensa realmente) do atleta.
        Recorrem a media training para falar o óbvio..tipo:
        “Vamos entrar em campo com muito respeito ao adversário buscando os 3 pontos “.
        Mesmo no tênis onde existem três monstros jogando….se vc reparar ….eles não entram em divididas….mesmo o Djoko (quando abraça uma árvore) muda o discurso para amenizar….politicamente até por ser sérvio e de uma região conflituosa historicamente ele se segura.
        Federer e Nadal quase sempre não dizem nada (politicamente)…..outro dia na Austrália Federer mandou parabéns para um jornalista não muito “respeitavel”…foi uma de grande polêmica…em seguida apagou a mensagem e vida que segue.
        Nas entrevista dele….praticamente leva o entrevistador para o assunto que deseja…..sao caras que estão em uma bolha….difícil sair dela .
        Vivemos uma época de pouco conteúdo em nossos ídolos (não todos….mas muitos)…

        Responder
    3. Rafael

      Ao ler essa matéria sobre o Tilden lembrei-me de Alan Turing, que construiu uma geringonça fantástica que leu os indecifráveis códigos dos nazistas na 2a. guerra mundial e foi condecorado como herói de guerra, encolhendo a guerra em 2 anos e salvando mais de 14 milhões de pessoas, segundo as estimativas, BRILHANTEMENTE interpretado pelo maior ator dessa geração, Benedict Cumberbatch em “The Imitation Game”. O cidadão era gay e, pego com jovens, foi condenado à CASTRAÇÃO química e acabou sozinho, deprimido e se matando de tristeza aos 42 anos incompletos. Lembrando que ele era gay e não pedófilo, como já ouvi falar. Recebeu até perdão póstumo da Rainha Highlander Elizabeth pelo modo como foi tratado.

      Bom, e daí? Daí que ser gay antigamente era bem difícil e triste, e destruía vidas e carreiras se viesse a público. Bem fez o Rock Hudson em nunca ter saído do armário.

      Responder
  60. Gustavo

    Não entendo a razão de insistir no FH do Gonzalez e do Delpo. São golpes monstruosos, devastadores, mas o chileno nunca ganhou nada e o argentino tem 1 caneco de peso. Os 2 maiores FH da história do tênis são os 2 mais vencedores, na minha opinião: Federer e Nadal.
    Abraços

    Responder
    1. Rodrigo Carreiro

      Perfeito. Eram capazes de winners incríveis mas para vencer no tênis é preciso consistência, o que nenhum dos dois teve. São o equivalente ao atacante que faz cinco golaços em um torneio de 40 jogos. Ele ganha alguns, mas perde no longo prazo.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Porque o Cara chegou ao TOP 5 ? Porque fez FINAL de SLAM ? Porque TRÊS vezes medalhista Olímpico ? Estamos falando DOS MELHORES GOLPES . E não de quem é o goat Paraguaio, mane’ rsrsrs Abs!

          Responder
  61. Rafael

    Caro Dalcim, 3 perguntas:

    – Se o Murray tivesse feito tudo que ele já fez, com um backhand de uma mão, ele estaria nessa lista?

    – A quantos Km de distância estão Tsitsipas e Thiem nesta lista dos backhand? Mantendo esse nível e ganhando uns slams, o austríaco poderia estar facilmente no top 5 ai não?

    – Não vi a Steffi Graf jogar, por isso a pergunta: qual é a vantagem do forehand da alemã pra Serena? É de ficar curioso entender a escolha pois o que Serena faz com seu forehand é notável!

    Abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O Murray provavelmente estará na lista de backhand de duas mãos, Rafael, que considero excepcional. O backhand do Thiem e do Tsitsipas são excelentes, mas ainda falta currículo a eles perante os demais. Thiem sem dúvida é fortíssimo candidato. Acho que a distância entre os forehands de Steffi e Serena é realmente pequena, mas vamos considerar os equipamentos e aí eu acho que a alemã fazia mais com o que tinha à época.

      Responder
    1. Cidadão Zé

      O backhand de uma mão do suiço “flui” melhor, ele joga mais fácil (tudo que ele faz, parece fácil, na verdade). Mas são bolas que agente julga impossível e ele chega de forma perfeita, como se fosse fácil (enquanto faz a barba ou arruma o cabelo com a outra mão). Lembrando que hoje (na minha opinião, que também vi o Sampras jogar), o Federer dá voleios em bolas que chegam mais difíceis: seja pela evolução de equipamentos ou preparação física. Além disso, continou voleando muito mesmo após uma troc de raquete após os 30 anos de idade, além de continuar evoluindo e hoje ter um voleio muitíssimo consistente que há 10 anos atrás. Na minha opinião, ele merece este posto. Não que o Sampras também não seja sensacional, mas além de parecer muitas vezes não ter o tempo adequado na bola, compensando com aquele final de movimentos estranho da perna, seu backhand foi decaindo com o passar do tempo e como 31 anos, já não sei que golpe dele poderia considerar fora de série. Então, pelo menos nesse quesito, fica bem representado o top 2 como está (na minha opinião).

      Responder
  62. Rodrigo S. Cruz

    Gostei muito das listas.

    Em especial do que trás sobre o backhand simples.

    Porque é um BALDE GELADO nos que chamam o backhand do Federer de “backhand de moça”.

    Kkkkk, engulam essa!

    Esse golpe do suíço está entre os melhores, não só do circuito atual, como de todos os tempos…

    Uma pequena amostra disso é a quantidade de winners que ele encaixa contra o Djokovic, usando o backhand.

    Mas fica atrás, por obvio, dos bakchands do Stan e do Guga…

    Responder
    1. Jonas

      Hoje ele tem uma das melhores esquerdas de uma mão do circuito, especialmente em quadras rápidas onde ela faz um estrago enorme.

      No início de sua carreira sim, havia uma diferença enorme para o forehand e o Nadal se aproveitou bem disso.

      Não é uma esquerda pesada como a do Thiem ou do Wawrinka. Por outro lado, esses dois não tem a genialidade de um bate-pronto de back como tem o suíço.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Sempre a mesma ladainha , caríssimo Jonaser. Quem se aproveitou pra ganhar as 8 primeiras e as 3 últimas no Saibro do tal “ goat “ ? Rafa Nadal não se aproveitou , fora do Saibro , de nada em relação ao Suíço. Pau a pau o tempo Todo. E agora 14 x 10 para o Craque Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Puxa, sempre tenho que desenhar pra você.

          Nadal de 2004-2007 não chega na unha do que ele é hoje. Ele evoluiu absurdos, se você discorda, paciência.

          Sim, o Federer teve enorme dificuldade por anos contra o Nadal. A esquerda dele não lidava tão bem com o excelente forehand do espanhol. Essa deficiência do suíço ele corrigiu com o tempo. Mas Nadal fez estragos ali, se “aproveitou” dessa deficiência do suíço.

          Eu nem critiquei o Federer. Mas, como sempre, você tem dificuldades de interpretação.

          Responder
    2. Cidadão Zé

      O backhand do Wawrinka tem uma potencial fora da curva (não é possível não soltar um “uau” ao ver algum dos backhands e a coisa deve ficar pior para o adversário quando eventualmente ele entra em seu “GOD MODE” (imagino o adversário sem ação do outro lado da quadra olhando alguém disparar winners de backhand de uma mão de qualquer lugar da quadra…rs). Além disso, o Wawrinka tem outra característica importante: quando entra em momentos decisivos, ele cresce muito na quadra. Parece pouco, mas vimos tenistas fantásticos que passaram pela aTP e não conseguiam (começavam a amarelar assim que o placar mostrava 4×4). Já o backhand do Guga, na melhor fase , não precisava da melhor potencia. Ele parecia ter uma capacidade incrivel de controlar o ponto e colocar o backhand onde queria na quadra, além de esconder o golpe até o último segundo, fazendo o adversário ficar paralisado no centro da quadra olhando a bola altíssima e cheia de efeito cair e tocar simultaneamente as linhas laterias ou do fundo da quadra (e mesmo não tendo tanta potência assim, deixava o adversário desconcertado e sem ação). Já o Gasquet, acho supervalorizado (overrated), pois só parece plasticamente bonito e embora seja um backhand excelente, não mereceria o top 5 (na minha opinião)

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  63. Heitor

    Mirka anunciou que em breve será dentista.
    Tá certa ela. Qdo o marido se aposentar, além de continuar administrando tudo o que administra, terá com o quê ocupar seus dias.

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  64. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,estava revendo um jogo de Steffi Graf…Como ela tinha um jogo bonito,um slice maravilhoso de esquerda e uma direita potente…Podemos dizer que Federer e Graf sao o rei e rainha do tenis em relacao ao jogo bonito,jogo classico?Ou voce incluiria mais alguem?

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  65. Rubens Leme

    É muito subjetivo… por exemplo, eu acho que o forehand do Robin Soderling poderia estar aí, era tao forte quanto do Delpo e acima do Lendl, pelo que me lembro. Mas acho que você está priorizando entre os grandes, ou no caso, do chileno, por ser uma quase unanimidade.

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  66. DANILO AFONSO

    Daqui a 5 anos o Dalcim vai atualizar a lista dele colocando o forehand do brasileiro WILD entre os 5 melhores…kkkkk

    Vamos torcer !!

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  67. Marcílio Aguiar

    Prezado Dalcim é de fato um desafio bem complexo e as polêmicas serão inevitáveis, porque, na maioria das vezes, a diferença de um tenista para outro é minima, como por exemplo Gonzalez e Del Potro no BH. Em situação de equilíbrio cada um vai puxar a sardinha para seu tenista favorito.
    O Federer pontuou nos 4 fatores e, fato surpreendente, primeiro no jogo de rede à frente dos outros monstros do Saque e voleio.
    No feminino as minhas tenistas favoritas sempre bem colocadas: Martina e Steffi em 3 fatores e Justine em 2. Para mim foi surpresa Ana Ivanovic entre os 4 melhores BH. Não me lembrava muito desse potencial. Vou ver alguns videos dela.
    No jogo de rede estão os 7 melhores mas Pat Cash e Tim Hem estariam entre os 10?
    No BH de uma mão acho que o do Alex Corretja e do Gaston Gaudio também eram muito bons mas não se comparavam ao do Guga.

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  68. periferia

    Olá Dalcim.
    Por que o backhand de uma mão está se tornando uma raridade no circuito (acho o golpe mais bonito do tenis)?
    Alguns anos atrás …..dos cem primeiros do ranking….quase a metade usava o beckhand de uma mão…….hoje se tiver 15 …..seria muito.
    Influência do Nadal e do Djoko que bate com as duas mãos…com grande sucesso?
    Gosto do Thien (Wawrinka não conta)

    Abs

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    1. José Nilton Dalcim

      De forma alguma. O backhand de duas mãos começou muito antes de Nadal e Djokovic. Connors e Borg já mostravam a eficiência do golpe. O backhand de uma mão foi ficando de lado quando o tênis deixou de ser jogado mais na rede e se mudou para a linha de base, José Cláudio.

      Responder
      1. periferia

        Olá Dalcim
        Sim….sim ….Borg e Connors popularizaram ….outro dia lendo uma reportagem sobre o golpe…..dizem que o golpe de duas mãos é antigo….até porque crianças…por causa do peso da raquete ….sempre batem com as duas mãos (muitas mulheres tambem).
        A colocação foi por causa que antes era mais dividido….de uns tempos para cá….o golpe com uma mão está ficando raro (entre os 100 poucos usam).
        No feminino mesmo…..tirando a Henin….as outras batem com as duas.
        O golpe está rareando….muito quem sabe pelo sucesso deles é delas que batem com duas mãos.

        Abs

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, o sucesso do backhand é devido à potência que gera, sendo até chamado de ‘segundo forehand’. Isso ajudou muito o feminino, sem dúvida.

          Responder
        2. Sérgio Ribeiro

          E outra , caro Periferia. Do longínquo 2000 de GUGA até 2020, somente Federer com Back Simples , atingiu o N 1 . Ninguém ao menos uma semaninha. Isso já demonstra que sem o Saque – Voleio , todo mundo quer mais uma mão pra ajudar no golpe. Acho que após o Big 3 , se Thiem e Tsitsipas não derem conta , corre o risco de acabar. E essa longevidade de Federer com esse estilo, acho que não veremos mais. Abs!

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          1. periferia

            Olá Sérgio.

            Contei 14 ….(entre os 100) que batem com uma mao.
            Realmente……vai acabar.
            Tem um especialista em biomecânica que diz:
            “observando que enquanto o backhand de duas mãos exige a coordenação de 4 partes do corpo humano (quadril, pernas, tronco e braços), o backhand de uma mão exige a coordenação de 6 (quadril, pernas, tronco, braço, antebraço e mão). Ou seja, a versão em que se utiliza as duas mãos é significativamente mais simples de ser utilizada .”
            O caminho mais fácil é com duas mãos .

            Abs

          2. José Nilton Dalcim

            Não, não vai acabar. Veja que Tsitsipas e Shapovalov, tão jovens e já lá em cima do ranking, têm backhand simples. E isso vai durar alguns bons anos ainda. E nem vou falar do Thiem, outro que pode em breve conquistar Slam.

  69. João Carlos

    Dalcin.. Como voce bem disse esse é o tema de bastante complexidade. E como é um tema de opinião vou me permitir discordar da sua quanto a colocação que vc deu ao Sampras em relaçao ao Federer no saque, voleio e forhand. Coincidentemente esta semana estava assistindo alguns jogos do norte americano. Não acredito que o Federer tenha esses fundamentos melhor que o Sampras. Acredito que se Federer tivesse esses findamentos superior a Sampras não perderia 2 cham’schp points em Wimbledon ano passado. Dificil imaginar o norte americano cometer tal falha.
    Um abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, mais saiba que vários analistas importantes – e muitos profissionais – consideram o forehand do Federer o melhor da história.

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  70. Marcelo F

    Concordo com grande parte. Todos os números 1 me parecem certos, exceção ao Federer nos voleios (os quatro seguintes, e Rafter, foram melhores nisso que ele). Acho, talvez, a direita do del Potro melhor que a do González. Algumas opiniões estranhas: Henin em segundo nos voleios, Steffi em segundo na esquerda, Federer sacar melhor que Sampras, Ivanisevic e Becker, Sharapova em segundo no saque. Mas cada um com suas opiniões, né?

    Responder
    1. Cidadão Zé

      Meu caro: AGassi uma vez deu uma opinião bem precisa sobre o tema: o saque do Federer era o saque de mais difícil leitura. Não era potência, não era onde ele colocava a bola. Era leitura de onde esta bola viria. Saque é conjunto da obra. E Sampras claro, sacador e tanto.

      Responder
  71. Jonas Normando

    Dalcim, sou fã incondicional do Roger, mas não seria o Sampras o jogador com o melhor jogo de rede? Poderia me explicar por que acha o do Roger melhor? Fiquei curioso mesmo.

    Além disso, o que você acha da votação online do Eurosport que apontou que Djokovic é o melhor de todos, e não o Federer?

    Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu expliquei no texto, Jonas. Acho que o tênis hoje é muito mais lento – bola e piso – e para se ter um jogo de rede vencedor nessas condições é mais difícil. Vamos entender também que ‘jogo de rede’ inclui a forma com que você constrói o avanço à rede. Mas de forma alguma quero diminuir Sampras, Edberg, Becker e tantos outros voleadores espetaculares.

      Responder
  72. Carlos Serrano

    Concordo com quase todas as escolhas.
    Mas na minha opinião, reputo o voleio do Sampras superior ao do Federer.
    No feminino,no q concerne ao 1°saque, acho q faltou mencionar o da Brenda Chultz Mcarthy.
    Abs

    Responder
    1. Nando

      Cara, sobre os voleios, a questão está dita aí no post para a escolha do Federer…ele teve q “adaptar” seus voleios conforme a velocidade das quadras foi diminuindo. Sampras voleava mto, claro…mas nas rápidas. Nas quadras mais lentas, um pouco menos.

      Responder
  73. Marcelo Seri Fernandez

    Dalcim, análise muito interessante.
    Permita-me discordar apenas nas listas de backhand de uma mão! Na minha opinião, o Gaston Gaudio entraria tranquilamente nessa lista. E, no feminino, você citou a Steff em segundo lugar, mas eram raras as vezes que ela batia a esquerda, sendo que na maioria das vezes, dava slice, não é? Penso que o da Mauresmo entraria entre as 5!

    Forte abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Steffi usava o backhand batido para passar ou definir pontos, Marcelo. Mas sim, a maior parte do tempo preferia trocar bolas com slice. Abs!

      Responder

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