O histórico maio de 1968 em Paris
Por José Nilton Dalcim
29 de maio de 2020 às 19:05

Aconteceu há dois dias, mas ainda é tempo de resgatar um dos momentos mais importantes, e tensos, do tênis moderno. No dia 27 de maio de 1968, Roland Garros se tornou o primeiro Grand Slam a permitir a inscrição de tenistas profissionais e duas semanas depois coroou Ken Rosewall e Nancy Richey.

Existem muitas histórias por trás desse momento histórico, e a primeira delas não é exatamente sobre o tênis.

Maio de 1968 marcou o ardente movimento estudantil pelas ruas de Paris, que começou como reivindicação e culminou com o pedido de renúncia do presidente Charles de Gaulle e novas eleições. Nove dias antes de Roland Garros começar, no auge de forte repressão policial, o país viveu uma greve geral, com 9 milhões de trabalhadores de braços cruzados e estudantes no apoio. O aeroporto fechou e os tenistas tiveram de chegar por estradas. O telefone não funcionava e havia toque de recolher nas ruas.

No campo esportivo, a abertura do circuito para todos era um desejo antigo dos britânicos. Em 1959, Wimbledon quis liberar para os profissionais, mas a Federação Internacional desautorizou por apenas cinco votos contrários. O torneio fez outra tentativa frustrada em 1964 e por fim, em 1967, a BBC patrocinou uma exibição de oito profissionais na Quadra Central, o que aliás marcou a primeira transmissão colorida feita no All England Club.

Wimbledon sentiu o risco de se esvaziar quando surgiu o milionário circuito WCT em 1967, e aí o Club cansou. Informou à ITF que iria acabar com a proibição e chamar todos os inscritos apenas de “jogadores”. Os dirigentes ameaçaram expulsar os britânicos da entidade mas, diante do maciço apoio dos tenistas, retrocedeu.

Para não ficar em segundo plano, a ITF marcou reunião para março de 1968 em Paris e aprovou um calendário experimental de 12 torneios. O primeiro deles, inaugurando a era profissional, aconteceu na grama de Bournemouth, em abril, e foi vencido por Ken Rosewall.

Como parecia inevitável segurar a mudança, a Federação Francesa se antecipou a Wimbledon e permitiu a inscrição inédita de profissionais para aquela edição de Roland Garros. Rosewall derrotou Rod Laver, enfim reautorizado a voltar aos Grand Slam, e embolsou o equivalente a US$ 3 mil. Somou seu segundo troféu no saibro de Paris, repetindo 1953. Richey foi obrigada a abrir mão de qualquer prêmio, pressionada pela USTA, que ainda não concordava com o profissionalismo.

O Brasil também na história
Esse Roland Garros de 1968 também se tornou marcante para o tênis brasileiro, com dois representantes nas quartas de final de simples: Maria Esther Bueno e Thomaz Koch.

Já com muitos problemas físicos, Estherzinha aproveitou pouco a Era Aberta. Era cabeça 8 e foi eliminada pela favorita Billie Jean King por duplo 6/4. King perdeu em seguida para Richey. Koch por sua vez foi barrado exatamente por Rosewall em quatro sets, parciais de 8/6, 6/2, 3/6 e 6/3.

Mais cinco brasileiros jogaram o primeiro Slam profissional da história. Edison Mandarino foi à terceira rodada, Fernando Gentil chegou na segunda e Carlos Lelé Fernandes caiu na estreia da chave masculina. Maria Cristina Dias e Suzana Peterson pararam na primeira rodada (Dias encarou Richey e ganhou dois games).

Em duplas, Maria Esther atuou ao lado da mesma Richey e chegou na semi, caindo diante das eventuais campeãs Fraçoise Durr/Ann Jones. A excepcional parceria entre Koch e Mandarino entrou de cabeça 7 e parou nas quartas para Rosewall e Fred Stolle.

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Comentários
  1. R.P.

    Melhor do mundo em votação popular com 98%. Foi o massacre da kombi elétrica que triturou o entressafreiro mais bem pago so universo.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Não fica nervoso não guri rsrsrs. Votação no Site paraguaio do EuroSport ? Ainda vão sair várias totalmente diferentes. E nessa Pornô , o entressafreiro ficou em segundo. Falando nisso de uma olhadinha na direita fantástica do “ bagre” Fernando “ Mano de Piedra “ Gonzales no outro post. Seria o mesmo Fernando que o especialista diz pertencer a entressafra kkkkkkkkkkkk ? Abs!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Se intrometeu mal, amigo. O Post é sobre os MELHORES GOLPES . E não quem é o melhor jogador como um todo. Volta e meia , como grande colaborador da Kombi turbinada , acabas se entregando e dando recaídas rs Abs!

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          1. Sérgio Ribeiro

            Sem essa , parceiro . Que curso de interpretação precisa para “ Karlovic está entre os melhores sacadores. E daí ? “ . Você erroneamente está rebaixando um jogador Ex- N 5 do Mundo , Finalista de SLAM , 3 vezes Medalhista Olímpico a nada , como o Croata. O melhor Forehand eleito no Post do Dalcim , não é tudo que ele possui. Vocês com essa babaquice de “ entressafra “ , não respeitam vários Tops que não sejam da geração do tal “ goat “ . Abs!

  2. Marcelo Seri Fernandez

    Prezado Dalcim, boa tarde. Nem durante a pausa no circuito seu blog perde conteúdo e atratividade para os amantes do tênis! Parabéns!

    Desculpe-me, mais uma vez, “atravessar” o assunto, para falar sobre o Guga. Há pouco tempo, te perguntei a respeito da recuperação do quadril dele. Hoje, encontrei esse vídeo no Youtube. Parece-me atual. Será que ele voltou a bater bola? https://www.youtube.com/watch?v=1XUGuwaYL_A

    Abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      È bem verdade que ele está se mexendo bem pouco no bate bola, mas sem dúvida é maravilhoso vê-lo em ação novamente, Marcelo!

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  3. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,a decisão do circuito voltar ou não,tem muito mais relação em como está o país que receberá o torneio(nesse caso NY está numa situação muito pior que Paris),ou tem mais relação com a logística de reunir jogadores de 40,50 países diferentes num mesmo lugar?Resumindo…A situação do coronavírus no país sede é o maior determinante?

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  4. Luiz Fernando

    Os bobos de sempre do blog gostam de comparar títulos de GS vencidos por Rafa em cima do Puerta e do Ferrer com os títulos do Federer na entressafra. Pra variar, pura ignorância e falta de senso crítico, pois respectivamente ele venceu nas semis o próprio Federer e o Djoko, ambos em grandes momentos. Para comprovar, basta ver quem Federer venceu nas semis antes de encarar Baghdatis, Phillipoussis, Gonzales e outros manés, ou, claro, lembrar da declaração do blogueiro Pete Sampras. O próprio site do Tenisbrasil diz q em 2005 a semi foi a final antecipada, é obvio que a semi de 2013 em RG também foi…

    Basta ver a matéria de hj no site acerca de RG 2005 p os desmemoriados…

    Claro q virão as replicações infantis igualmente de sempre, mas como eu expus no caso da balela da mononucleose, contra fatos não existem argumentos, existe apenas o “eu acho”!!!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Sempre se superando nas bobagens né “ especialista “ L F ? E comentário nada arrogante … De tão humilde, mereces ser convidado a dar sua abalizada opinião no Post seguinte . Poderás se surpreender como sempre kkkkkkkkkkkkkk Abs!

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  5. Rubens Leme

    Dalcim, estava lendo ontem a entrevista do Meligeni e fiquei pensando uma coisa maluca e que queria compartilhar e talvez renda comentários irados de lado a lado, mas paciência.

    Meligeni tocou num assunto que considero muito importante e pouca gente fala que é a total falta de ritmo e, principalmente, apuro físico caso o circuito volte em setembro ou outubro, sei lá. Ele disse que já são quatro meses parados e nenhum tenista está minimamente preparado e demandaria um tempo muito longo de pré-temporada, ainda mais para jogarem Slams, especialmente se o US e RG se encavalarem como pode acontecer.

    Aí fiquei pensando que caso o circuito volte e caso os tenistas realmente optem por jogar os dois, se fosse o Federer optaria pelo francês. E dou meus motivos.

    1 – Ele só venceu uma vez em Paris e caso conseguisse a proeza de um segundo, seria o primeiro tenista, depois de Rod Laver, a ter dois titulos em cada Slam.

    2 – Como Nadal deve jogar o americano, pois defende o título, pode chegar esgotado em Paris e essa seria a grande chance dele realizar, o que considero seu sonho “impossível”: vencer o seu maior rival no seu palco favorito, especialmente se se cruzassem em uma final. Seria o coroamento máximo da carreira dele.

    E aí, tomei muita tubaína com cloroquina ou acha isso possível?

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    1. José Nilton Dalcim

      Bom, antes de tudo o circuito não vai começar diretamente num Grand Slam. Certamente vai haver um ou mais provavelmente dois torneios preparatórios anteriores, sem falar que cada vez mais estão jogando exibições. Quanto a sua tese, tem lógica. Na verdade, Federer não teria nada a perder ao jogar os dois, mas eu particularmente duvido muito que ele tentará o saibro depois da artroscopia (vamos lembrar que o saibro lhe causa instabilidade no joelho). Já Nadal corre o risco mesmo de jogar os dois se a proximidade for mesmo essa e a opção lógica seria por Paris (ele se mostra claramente contra o US Open). Porém, o histórico de Nadal em tentar tudo me diz que sim, ele jogará os dois, já que ainda por cima defende os dois títulos.

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      1. Rubens Leme

        Bom, sendo assim minha tese em nada está certo se ele acha que não jogará por causa do joelho. E torneios menores não darão o ritmo ou a competitividade ideal para jogar um Slam, todo mundo estará muito aquém.

        Enfim, é apenas uma teoria para sair dessa coisa de quem é o melhor. Mas, ainda acho que se ele conseguisse vencer o Nadal em RG, pararia ao final do ano, porque seria o maior feito da carreira dele.

        Responder
  6. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    considerando que nessa época de pandemia você tem permitido que se aborde outros tópicos, posso perguntar qual o seu TOP 5 da Fórmula 1, em todos os tempos?

    Meu Top 5:

    1. Senna
    2. Clark
    3. Fangio
    4. Prost
    5. Schumacher

    PS: o pessoal que quiser opinar também, fique a vontade…

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      1. Sérgio Ribeiro

        Não acredito , caro Periferia. Bruce McLaren ( 4 vitórias ) e Giles Villeneuve ( 6 ) a bordo de sua Ferrari , a frente do fantástico Ayrton Senna ? Incrível rs Abs!

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        1. periferia

          Olá Sérgio.

          Clark……McLaren…..e Villeneuve…..os 3 morreram com 32 anos (coincidentemente) …..pilotando um carro de corrida.
          São tops (homenagem)…..rs

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    1. Sérgio Ribeiro

      Bem , Rodrigo. Como não tem como tirar os lendários Jim Clark e Fangio , e o Professor teve uma concorrência bem superior a Shumi , assino embaixo com louvor !!! Abs!

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  7. periferia

    Billy Wilder….o maior cineasta da década de 50.

    Crepúsculo dos deuses (1950)

    A montanha dos sete abutres (1951)

    Inferno n° 17 (1953)

    Sabrina (1954)

    O pecado mora ao lado (1955)

    Testemunha de acusação (1957)

    Quanto mais quente melhor (1959).

    Tudo clássicos 5 estrelas

    Abs

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      1. Rubens Leme

        Poderia citar também Se Meu Apartamento Falasse, Pacto de Sangue e Farrapo Humano, Testemunha de Acusação é um dos meus favoritos, uma das raras adaptações da Agatha Christie superior à história original, com um elenco sensacional, incluindo Marlene Dietrich, Tyrone Power (foi seu último filme, pois morreu no ano seguinte) e os embates hilários entre Charles Laughton (Sir Wilfrid Roberts), com a enfermeira Miss Plimsoll, interpretada Elsa Lanchester.

        Grande clássico desse diretor alemão recordista de Oscar, com 6 estatuetas.

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        1. periferia

          Olá Leme.
          Lembro quando assisti a primeira vez Testemunha de acusação foi um choque o final.
          Charles Laughton impecável como o advogado….se não me engano a enfermeira(Elsa Lanchester) era esposa dele.
          Coloquei apenas da década de 50 (dentro de 10 anos …quanta qualidade)
          Farrapo humano é um dos meus favoritos .
          Pensei que vc diria A montanha dos sete abutres (jornalista sempre jornalista..rs).

          Abs

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          1. Rubens Leme

            A Montanha dos Sete Abutres é excelente mesmo, mas faz décadas que não revejo, Os que citei são os que tenho em casa. A enfermeira não era esposa, o advogado era um solteirão. Ela o acompanhou porque ele foi expulso do hospital. Uma das melhores partes é quando ela rouba os charutos que ele escondia na bengala.

            É, de fato, ele era austríaco. Um dos grandes diretores de Hollywood.

        2. periferia

          Olá Leme
          Acho que ele era austríaco….ele nasceu em uma região onde hoje esta a Polônia (naquele tempo existia o Império Austro-húngaro)

          Abs

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          1. Rubens Leme

            Ah, você fala que ela era a esposa na vida real… sim, sim, é verdade, por mais de 3 décadas. As brigas deles deviam ser hilárias.

    1. Marcílio Aguiar

      Prezado Periferia, são ótimos os filmes citados e gosto de todos (só não assisti “Amontanha dos sete abutres”), mas registro que o mestre do suspense também realizou grandes filmes na década de 50 que são páreo duro, em outro gênero:
      Pacto Sinistro 1951
      Janela Indiscreta 1954
      O Homem que sabia demais 1956
      Um corpo que cai 1958
      Psicose – 1960 (considerando ainda como ultimo ano da década de 50 rsrs, sem polêmicas).

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      1. Rubens Leme

        Além dos clássicos, há filmes pouco lembrados dele como A Tortura do Silêncio, com Montgomery Clift vivvendo um padre atormentado por um segredo; A Sombra de uma Dúvida, um dos mais tensos filmes já feitos e um dos clássicos feito pelo casal Cary Grant e Ingrid Bergman, para Hitchcock, Interlúdio, que se passa no Rio de Janeiro. E gosto muito do penúltimo filme de sua carreira, Frenesi, filmado no mesmo mercado de frutas onde o pai dele trabalhava, em Londres e o último, Trama Macabra.

        Trama Macabra (1976)
        Frenesi (1972)
        Topázio (1969)
        Cortina Rasgada (1966)
        Intriga Internacional (1959)
        Um Corpo Que Cai (1958)
        O Terceiro Tiro (1955)
        Ladrão de Casaca (1955)
        Disque M para Matar (1954)
        A Tortura do Silêncio (1953)
        Pacto Sinistro (1951)
        Interlúdio (1946)
        A Sombra de uma Dúvida (1943)
        Sabotador (1942)

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  8. Samuel

    Boa tarde, Dalcim

    Me corrija se eu estiver errado. Em 1977, Guillermo Vilas conquistou, de forma incrível, 16 títulos, sendo 2 Grand Slams, não conseguindo se tornar número um do ranking. Muitas pessoas perguntam como isso pode acontecer? Foi injusto. Acontece que naquela época o critério para apurar o ranking era diferente do usado atualmente. Certamente ele teria sido número um pelo critério adotado hoje.
    Por exemplo: Fulano somou 9.000 pontos em 18 torneios e Beltrano somou 6.000 pontos em 10 torneios.
    Em 2020, Fulano (9.000 pontos) seria o primeiro e Beltrano (6.000 pontos) o segundo;
    Em 1977, Beltrano (média de 600 pontos) seria o primeiro e Fulano (média de 500 pontos) seria o segundo.
    A explicação é que naquela época valia a média dos pontos conquistados, ou seja, a soma dos pontos dividida pela quantidade de torneios disputados (semelhante ao usado no golfe, atualmente).

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O sistema de computação do ranking mudou várias vezes, Samuel, e por muito tempo valeu a média. Na verdade, a regra era um pouco mais complexa, porque tinha o divisor mínimo (12) para justamente evitar maiores distorções. Mais tarde se criou outra regra, em que o divisor diminuía conforme o tenista jogasse mais torneios. Mas por fim a ATP percebeu que o fator divisório permitia ‘manobrar’ o ranking e, por vezes, não jogar e diminuir o divisor era benéfico. Também era muito mais difícil para se calcular qualquer coisa. Mas a resposta final sobre a pergunta: sim, foi um absurdo o Vilas não ter figurado como 1. Ele tentou duas vezes pedir revisão disso (já depois de aposentado) e nunca foi considerado.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      (rs)

      Exatamente isso.

      Agora quando se trata de RG, obviamente ele faz o maior lobby para o torneio acontecer.

      De qualquer maneira, ele não precisa se preocupar – acho que torneio nenhum terá lugar em 2020…

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  9. Gabi

    Maior buraco financeiro de todos os tempos, demissão de funcionários e dispensa de atletas, corte de salários, futebol parado e o que o Corinthians faz? Vai contratar mais um atacante por R$ 700 mil por mês. Ser brasileiro tá difícil, mas ser corinthiano, nossa senhora…

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  10. Heitor

    Depois de toda a confusão, a OMS agora percebeu que as doenças crônicas estão deixando de ser atendidas e isso pode matar muito mais gente que a Covid-19. O número anual de mortes por doenças crônicas não transmissíveis é de 41.000.000. Sim, 41 milhões.
    A OMS percebeu que os países estão deixando de prestar o atendimento adequado a essas doenças (cardiopatias, câncer, diabetes, etc.) em parte pela pandemia e, em muitos lugares, devido ao confinamento imposto e ao sensacionalismo midiático que assusta as pessoas e impede que procurem atendimento para outros problemas de saúde.
    Isso reforça a importância de ajustar as medidas restritivas ao tamanho do impacto local pela Covid-19. A dose certa do remédio é o que determina se ele vai curar ou matar o paciente.

    Responder
    1. periferia

      Olá Heitor.

      Essa questão do sensacionalismo mediático que não concordo muito.
      De câncer no Brasil temos 613 óbitos por dia.
      De doenças circulatórias no Brasil (enfarto… avc…) Temos 987 óbitos por dia)
      Ontem …dia 3/6….de covid 1349 óbitos (temos o problema da subnotificacão )
      Como esperar que o cidadão vá até um hospital para cuidar da saúde preventivamente?
      Doenças crônicas não são transmissíveis…..o covid 19 sim.
      Nenhuma doença hoje no Brasil mata tanto como o vírus (por dia).
      A OMS falhou com o mundo….demorou um mês para aceitar que o vírus chinês era mortal ….com grandes chances de virar uma pandemia (virou).
      A maioria dos paises estao combatendo o vírus de forma adequada….aqui (Brasil) pode acontecer de prolongar tanto o combate ao vírus que muitos continuarão a morrer.
      Nosso ministério da saúde é ocupado por um general que não é médico (Pazuello foi colocado lá pelo General Braga Neto…por ter cuidado da logística das olimpíadas)….agora convidaram o bilionário Wizard para ajudar a “segurar” a pandemia ….dos 37 ocupantes de cargos de liderança no ministério da saúde….existe apenas uma médica (militar).
      Acho que o problema não é o sensacionalismo da midia…é falta de competência de nossos governantes .

      Desculpe o texto longo.

      Abs

      Responder
      1. Heitor

        Oi, periferia.
        Concordo que a “culpa” não é da mídia, ela é só a mensageira, digamos assim.

        Me causa espanto o volume de aglomerações na Europa que tem ocorrido nesse início de verão, pouquíssimo tempo após a liberação dos confinamentos.
        O vírus ainda está por lá. Os países europeus estão muito longe da dita imunidade de rebanho. Se não houver segunda onda depois disso, muitas das teorias pré pandemia vão por água abaixo. A verdade é que todo mundo dá pitaco e ninguém tem certeza de nada.

        Entao…vao mascaras dados. Vc vira dizer: mas óbito eh obito, não tem como esconder, podem até dizer que foi razão a, b ou c….
        Logo, não vai circular a notícia de mais contaminados ou mortos . Se chegar , vai ser bem velada . Não é de interesse da sociedade progressista europeia que as festinhas de abertura das cidades ( viu a festinha em Paris ?) tenha sido um erro…

        Responder
  11. Luiz Fernando

    A impressão de Roddick externada hj no site é a mesma da muitos de nós. Eu sinceramente não esperava uma carreira tão longeva para um jogador com o passado de contusões q ele apresenta. O Rafa de hoje continua dominante no saibro e melhorou muito nas rápidas; pelos problemas no joelho creio q seu nível caiu na grama, embora nos últimos 2 anos tenha perdido apenas para campeões no piso. Simplesmente um fenômeno, um ícone do esporte…

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    1. Jonas

      “Há uma diferença notável entre os golpes do adolescente Nadal que eu enfrentei lá no início e o atual Nadal”

      Não poderia concordar mais.

      Responder
        1. Jonas

          Com certeza, não poderia ser diferente depois de tantas lesões. O Roddick também diz que imaginou Nadal destruído fisicamente aos 25, 26 anos.

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não poderia discordar mais. Em 2004 em plena Copa Davis Nadal já o bateu . Assim como das últimas NOVE a partir daí , o Espanhol levou SETE. Assim como a todas as outras feras. Seu Forehand já era devastador como mostrou em Miami 2004 contra Federer. Tem que pesquisar primeiro caríssimo Jonas … Abs!

        Responder
  12. Oswaldo E. Aranha

    Recomendo aos vascaínos do blog, não sei se lotam uma Kombi ou um Karman Ghia, que no próximo domingo às 14 horas assistam na Band a reprodução de um jogo histórica denominado “Virada do Século”, que inclusive está no Guiness Book. Em tempo, recomendo ao Dalcim que não assista.

    Responder
  13. Vitor Hugo

    Gostaria de ver Nadal x Big Mac em qualquer quadra.

    Alguém tem dúvidas que John não chutaria as garrafas de água alinhadas que o espanhol deixa perto da cadeira? Rs

    Responder
    1. Luis

      Seria muito legal Guga X Nadal em Paris até chovendo teria jogokkkk Fuga pegaria um rodo pra seca quadrarss,colocando Dalcim no papo acho já perguntaram quem venceria mais em 5 jogos,talvez 3×2 pro Nadal? A gente fica curioso se Gaga faria estrago com grande golpe que tinha contra paredes que são Nadal e Djokovic,um tenista falou big 3 são super homenskk,legal Federer atleta mais bem pago mais 100 milhões, sempre esteve entre primeiros e’ merecido talvezona esportista com melhor imagem no mundo impressionante e merecido cutuca Bartoli rs,sugestão Dalcim fazer top 10 seus jogos preferidos,acho Federer X Djokovic W19 teria top3,tá sumido Lógico guru rs

      Responder
  14. Oswaldo E. Aranha

    Ode à Servia em se tratando de esporte.
    No volley tanto no masculino como no feminino a Sérvia nos apresenta duas seleções extraordinárias; no tênis nos ofereceu Ana Ivanovic, Monica Seles e Djokovic. Um pequeno país e grandes esportistas!

    Responder
  15. Sérgio Ribeiro

    E exatamente hoje , 03 / 06 , NOVE anos se passaram da melhor partida do Craque Suíço na terra batida. Novak Djokovic vinha de incríveis 43 partidas de invencibilidade, e acabado de bater o Touro em Madrid e Roma 2011. E quem acessar o YouTube, vai entender como se pode atingir o máximo, se as pernas acompanharem o Mental. Outro jogo que tivemos de tudo um pouco. O Sérvio não parecia acreditar que explorando o Back Simples do Suíço a exaustão, este teria sempre uma bolinha pra tirar da Cartola. Com direito a vários pontos vencidos junto à rede. Faria de novo aos 39 ? Não acredito. Mas como está 4 x 4 nesta superfície, que tal se encontrarem novamente em RG 2020 ? O Torneio parece certo de acontecer !!! Abs!

    Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Mas goste você ou não, ele ainda é o GOAT, meu caro.

            E para muita gente de peso, incluindo o Dalcim….

            Não sei então como você não desistiu de emplacar justamente essa tática de desconstrução.

            Uma vez que é consenso que perder do Nadal em RG não constitui vergonha para ninguém.

            Logo, ou você não se conforma, ou não entende que ninguém dá a MÍNIMA para uma noção tosca como a tua…

  16. Rubens Leme

    PETER GABRIEL – II (1978)

    Há exatos 42 anos, neste mesmo dia, era lançado um dos meus discos favoritos, o segundo LP de Peter Gabriel, conhecido como “Scratch”, graças à bela imagem da capa. Na verdade, os quatro primeiros discos de Peter levavam apenas o nome do cantor, sendo diferenciados pelos fãs pelas capas tão peculiares.

    Lançado em 1978, é o começo do distanciamento do som mais prog em busca de algo mais moderno, se associando com os novos nomes do punk e pós-punk inglês. Por isso mesmo, convidou a novata banda escocesa Simple Minds para abrir seus shows.

    Musicalmente, Peter homenageia a nova geração com a faixa “DIY” (“Do It Yourself”, o faça você mesmo, a expressão que todo jovem usou para montar sua banda. “Se não gosta do que está ouvindo, faça você mesmo a sua banda”).

    Uma das grandes virtudes de Peter foi sempre se cercar de grandes músicos e aqui a receita continua. Além do guitarrista e produtor Robert Fripp, chamou o baixista Tony Levin, o pianista da E-Street Band de Bruce Springsteen, Roy Bittan (que havia gravado com David Bowie, em Station to Station), o baterista Jerry Marotta e o tecladista Larry Fast.

    O resultado é um disco inovador, embora de difícil digestão no começo. Peter começava a mergulhar em trabalhos cada vez mais pessoais, se envolveria com a world music, criando o festival Womad, que o levou a ruína financeira, sendo salvo pelos colegas do Genesis em um show, em 1982, com a renda toda revertida para pagar os prejuízos, até a explosão mundial com o LP So e o hit “Sledgehammer”, quando, ironia das ironias, disputou o topo das paradas americanas com o álbum Invisible Touch do Genesis.

    https://www.youtube.com/watch?v=jQ-M1UOECDI&list=PLnA2ygZ8JyTtKNJr9d9-3govi1myE3NKX

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  17. Luiz Fernando

    Num momento de lucidez, talvez sem vodca no café da manhã, Safin expôs em poucas palavras o problema “Kyrgios”. Nas entrelinhas, subentende-se com clareza a possibilidade de problemas tais como conflitos familiares, racismo etc como a gênese do comportamento inadequado e antiprofissional do rapaz…

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  18. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim vc poderia indicar os melhores jogos femininos disponíveis no YouTube e os melhores do masculino que não envolva o big 4 que vc acha por favor?eu não acompanho tanto o feminino, e queria ver mais mas não quero ver qualquer partida, quero ver as melhores, principalmente as do passado e sobre o masculino eu vi quase todas do masculino que envolve o big 4, se vc tiver indicações de jogos do passado ou jogos entre bons jogadores que foram jogos espetaculares eu aceitaria tbm. Tive a ideia porque todos os canais de grand slam estão colocando partidas históricas e canal da wta tbm, e queria saber sua lista para começar. Pois outros canais colocam tbm.

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    1. José Nilton Dalcim

      É uma resposta complexa, Vinicius. Do masculino, acesse minha lista de dois anos atrás, acho que há várias dicas: https://tenisbrasil.uol.com.br/blogs/blogdotenis/index.php/2018/10/18/especial-20-anos-os-maiores-jogos-do-tenis-masculino/. No feminino, acho que você pode ver Evert-Navratilova na final de Roland Garros de 1985; Seles-Graf na final de Paris de 1992; Navratilova-Evert na final US Open de 1984; Graf-Seles na final do US Open de 1985.

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  19. periferia

    Hoje

    “Meu filho ficou dois anos na África, e sabe o que ele fazia toda semana? Ele tomava a tal da cloroquina. Era sagrado. Você acha que meu filho está retardado, com taquicardia, algum dano cerebral? Pelo contrário, é uma mente brilhante”, afirma. “Se eu soubesse que o mesmo efeito positivo que teve nele teria em outras criancinhas, eu daria para toda criancinha do Brasil [ri].”

    Frase de Carlos Wizard Martins (bilionário fundador da Wizard)……convidado por Eduardo Pazuello (ministro da saude) para compor a equipe de combate ao Covid19.
    Detalhe……ele não é médico.

    Hoje 1262……recorde.

    Sigamos

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Se verídica esta afirmação, trata-se de algo simplesmente insano no conteúdo e um escarnio inaceitável com a situação do momento…

      Responder
  20. Rubens Leme

    Dalcim, lembra-se que uma vez citei um filme do Sherlock Holmes em que é enviado para Viena para se tratar do seu vício com Sigmund Freud e o psiquiatra participa de uma participa de tênis real?

    Pois é, estava fuçando e achei um canal do campeonato norte-americano de 2020 da modalidade, com todos os jogos do dia, é muito divertido. Vou deixar aqui o link para quem quiser ver e o link do youtube para ler mais sobre. Eles até citam, no final o filme do Holmes…

    https://www.youtube.com/channel/UC4WDwBaWNefcrJNwpFUdAFg?app=desktop

    https://en.wikipedia.org/wiki/Real_tennis

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  21. Rafael

    Deixo aqui uns dizeres de (Johann Wolfgang von) Goethe, pobre e rapidamente traduzidos por mim, os quais revisito sempre que me sinto oprimido e sem saber como lidar com certos assuntos. Como estou digitando de um laptop feito no estrangeiro, faltam crases, acento agudo, etc. Desculpem.

    “Cheguei a assustadora conclusao que SOU O ELEMENTO DECISIVO. A maneira como encaro os assuntos estabelece o clima. Eh meu humor diahrio que determina como serah o tempo (*ou seja, pode estar caindo uma tempestade, mas dependendo do humor, vc ve o dia positivamente). Possuo o impressionante poder de tornar a vida um sofrimento ou um prazer. Posso ser uma ferramenta de tortura ou um instrumento de inspiracao, posso causar humilhacao ou passar leveza, posso ferir ou curar. Em todas as situacoes, a forma como eu reajo eh o que determina se uma crise vai ser aumentada ou abrandada, e se uma pessoa vai ser humanizada ou desconstruida.

    Se tratarmos as pessoas como elas sao, tornamo-las piores. Se as tratarmos como elas deveriam ser, ajudamo-las a tornarem-se o que sao capazes de se tornar.”

    Confesso que eh dificil seguir isso, mas procuro pelo menos nao esquecer de que eh assim que deveria ser. Somos responsaveis pela maioria das coisas que acontecem ao nosso redor.

    Abs a todos.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Ótima reflexão, Rafael…

      Realmente.

      Encontro muita sabedoria nesses dizeres:

      ” se tratamos uma pessoa como ela merece, apenas contribuímos para deixá-la pior. Porém, se a tratamos como gostaríamos que ela fosse, ajudamos a torná-la melhor”.

      Perfeito!

      Responder
  22. Luiz Fernando

    Quem lê o comentário da Bartoli acerca dos vencimentos do Federer só pode ter um pensamento: que culpa ele tem da sua capacidade e do apelo do seu nome gera? Será q ele deve se sentir culpado de ser o atleta mais bem remunerado do mundo? Não vejo pq. Tanto Federer, como Rafa e como Djoko são ícones do esporte mundial, são caras q geram polêmica e despertam paixão nos torcedores, acima de tudo são profissionais espetaculares, que vendem ingressos e geram grandes audiências. Se são muito bem remunerados enquanto outros não o são, a culpa não é deles, ou será q o binômio competência/carisma agora virou um problema ao invés de uma solução? Se alguém tem algum tipo de culpa de um nicho q engloba a maioria dos tenistas não ser bem remunerado são as associações, no caso do tenis masculino a ATP, nunca os grandes campeões, q são os responsáveis pela audiência da TV, pelas matérias dos principais jornais, revistas e sites. Queiramos ou não, esses caras são a cara do tenis na atualidade, ponto final. Se existem exageros, eles não tem culpa nenhuma, eles recebem o q os patrocinadores julgam q eles merecem e abocanham os premios dos torneios q vencem devido ao fato de serem grandes atletas e excelentes profissionais. Basta q imaginemos supostas semis do próximo USO que envolvam o grego, Zverev e cia limitada e veremos um verdadeiro desastre em matéria de marketing, e eu pessoalmente comprovei isso ao assistir in loco a final do USO de 2014 entre Cilic e o japa, com a torcida praticamente inerte em muitos momentos, um verdadeiro sentimento de frustração…

    Responder
    1. periferia

      Olá Luis.

      Apenas uma opinião diferente.
      Não acho que exista esportista que mereça ganhar 100 milhões de dólares por ano.
      Entendo que exista toda uma indústria ….produtos….ingressos.
      Mas o valor é obsceno em um mundo tão desigual.
      Poderíamos dizer…..”o que Federer tem com Isso?”.
      Tem muito…..o atleta hoje é um produto….e o que vai dizer se o produto é bom ou não é o valor pago para ve-lo…..fica confortável para os grandes nomes….inclusive ele….não precisa nem ganhar torneios (juntando Nadal e o Djokovic não chega aos 100 milhoes do Federer….e eles ganharam mais partidas ….mais torneios e hoje são melhores).
      Esses atletas fazem parte de círculo que nunca acaba…se coloca dinheiro neles para ganhar mais dinheiro….mas tudo contido no alto de uma pirâmide de privilegiados (a italiana diz isso) ….o dinheiro não circula abaixo .
      Fico pensando… quando deixamos de ser pessoas para virar um produto ( outro dia vi um rapaz na loja comprando uma grande TV….o vendedor ofereceu várias marcas….mas ele dizia “eu sou sumsung”).
      E não é apenas no esporte…….vc pega um quadro como o Salvador Mundo….que muitos dizem ser pintado por da Vinci…..foi comprado por 400 milhões de euros (o comprador não tem nem certeza que foi da Vinci que pintou).
      Hoje vou dormir pensando quanto o Periferia vale…..o Federer vale mais de 100 milhões por ano…….e eu?

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E outra opinião, caro periferia. Enquanto a francesa Bartoli fala em acabar com as duplas , e se preocupa com os N patrocinadores do Suíço ( ganhou esse ano “ apenas” 6 milhões em quadra ) , Pennetta a Italiana mulher de Fognini , pensa ao contrário. “ já há Tenistas incrivelmente sólidos por trás do Big Tree , no feminino é necessário que apareça alguem que venda BILHETES como Serena e Sharapova “ . Parece que a Francesa não sabe da tradição das duplas , cuja a FINAL acontece na Central de todos os SLAM. E que estão discutindo a fusão da ATP com a WTA. Muitos Tenistas prefeririam que não houvesse jogos sem público. Principalmente a ala feminina. Mas a ATP vai comunicar a TODOS os Tenistas dia 10 , o que foi decidido para boa parte da temporada. A Nike teve que aturar o Craque Suíço quebrar o recorde de público pagante da história numa exibição com Nadal. E estar presente na imensa audiência da FINAL épica de WIMBLEDON 2019. Tudo isso com a marca Japonesa . Vida que segue rs. Abs!

        Responder
        1. periferia

          Olá Sérgio.

          A Bartoli na entrevista diz que os jogos de duplas nos Slam é algo normal e desejável …..ela apenas acha que o circuito de duplas causa um grande gasto.
          Seria como os jogadores de simples sustentaram o circuito de duplas….é o que acontece.
          O que ela diz não é muito simpático….mas é uma realidade.
          Temos uma certa simpatia pelas duplas (quem não gosta de uma “duplinha” no clube no fim de semana?)
          Mas profissionalmente é chato…..ainda mais hoje em dia que os caras batem na bola com uma força incrível….(3 jogadas e ponto)….eu mesmo nem a bola vejo.
          É igual aquela obrigação dos times profissionais terem um time feminino…..mesmo ninguém assistindo ou patrocinando o futebol feminino.

          Abs Sergio (Jim Clark foi o maior piloto de todos os tempos …rs)

          Responder
      2. Luiz Fernando

        Acho q o q vc pensa é absolutamente defensável, mas reitero quem paga os caras julga q a “marca” deles vale o q ganham, e disso eu não tenho duvidas. Nas academias de tenis q frequentamos como amadores de FDS toda vez vejo ou pessoas usando roupas/calçados com o RF ou a marca do Touro; mais comumente ambas. Isso vale muito e isso é incontrolável por parte dos organismos, quem controla isso é o mercado, ele paga as quantias exageradas pelo retorno obtido. E veja como as coisas são complexas: Djoko, que é um tenista hj melhor do q Rafa e Federer, não tem uma marca tipo o “touro” ou o “RF”. Por isso citei q se existe alguém q poderia intervir seria a ATP. Como? Boa pergunta, e sem resposta no momento, mas no mínimo ela poderia atuar junto aos organizadores para propiciar uma melhor distribuição dos premios, tentando canalizar mais recursos para os tenistas mais necessitados, o q não corrigiria as distorções mas minimizaria as carencias…

        Responder
        1. periferia

          Olá Luis

          O que de certo modo coloco …..é justamente o que vc escreveu em uma frase.
          “Quem controla é o mercado ” (a palavra mercado….apesar de gostar do Adam Smith…e não conhecer Chicago….incomoda).
          A concentração de dinheiro no esporte está restrito a alguns atletas.
          Tiger Woods….Federer…..Bolt…..C. Ronaldo…etc.
          Claro que esses caras merecem um pagamento diferenciado….são ícones do esporte ….problema é o valor…quantias absurdas…a pirâmide não poderia ser tão desigual.
          Lembro de um narrador da TV Cultura….ele tinha um bordão…..ele dizia….”esporte é cultura” (seu xará…Luiz Noriega)…..hoje nem tanto.
          A concentração de dinheiro em poucos jogadores a longo prazo destruirá o esporte .

          Abs Luiz.

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          Esse tema é longo e da mesma forma infinito.
          Quem paga esses caras? Nós. Simplesmente nós, o público.
          Tudo que é revertido ao atleta/profissional/estrela saiu do bolso do torcedor comum, aliás, nem todos são comuns. Seja através de ingresso no estádio, na compra de um tênis ou uma camisa, na assinatura da TV e N formas a mais. A bola de neve tem seu ponto de partida no bolso do torcedor/fã.
          Wimbledon vende ingressos para todas as rodadas um ano antes. O torcedor é tão fanático que o compra sem nem saber se seu ídolo estará lá. Já pensaram nisso?
          E como controlar? Não sei.
          Na decisão do mundial interclubes que teve o Corinthians como finalista, um torcedor vendeu a casa para ir ao Japão assistir o jogo.
          E aí, como controlar? O valor empregado por ele nessa empreitada, juntando aos outros milhares, foi repartido entre os atletas que estavam dentro do jogo, mais os organizadores do mesmo.
          Por que Garrinha não ficou milionário, apesar de ter sido o craque que foi? Porque ninguém pagava.
          Grande abraço à todos.

          Responder
    2. DANILO AFONSO

      Luiz Fernando, concordo contigo que as celebridades deste esporte não tem culpa de receberem fortunas. Mas chega a ser temerário e de certo ponto egoísta a declaração do Federer dias atrás se manifestando contrário a realização dos principais torneios sem público, mesmo tendo ciência que a grande maioria dos tenistas não recebem 1/100 do seu faturamento anual.

      Os grandes tenistas são merecedores das receitas milionárias com publicidade, e por causa desta condição privilegiada devem enxergar com mais sensibilidade os anseios dos seus pares menos afortunados.

      Responder
  23. Miguel BsB

    Sobre o “talento” de Nick Kyrgios, acho que o Mac quis dizer, e eu tendo a concordar, é que o Aussie não deve nada em “talento” (critério meio subjetivo, que dá margem a interpretações) ao Big 4, é tão talentoso quanto os melhores. Acho a esquerda de duas mãos dele um ponto débil, mas poucos sabem dar Slices e Drops de esquerda tão bem no circuito.
    Mas, em termos mentais, físicos e táticos, Nick fica muito abaixo dos cachorrões, e abaixo de muitos outros no circuito.
    Não consigo enxergá-lo com capacidade física pra fazer 7 jogos de melhor de 5 sets pra ser campeão de Slam…
    Com muita. mas muita boa vontade, dps de uma preparação exemplar, talvez em Wimbledon ou com muita força de vontade e apoio da torcida na Austrália.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, Miguel.

      Ainda torço bastante por isso – ver o Kyrgios aprimorar a parte física e a parte mental…

      Mas tenho ficado cada dia mais cético a esse respeito.

      (rs)

      Responder
  24. Oswaldo E. Aranha

    Em Curitiba, onde moro, havia uma programação “Encontros Impossíveis”, em que reuniam duas celebridades de atuação diversa para diálogos, na presença de pessoas, no Teatro Paiol.
    Entrando no clima do blog, colocarei meus sonhos de encontros impossíveis no tênis,
    Borg x Djokovic
    Villas x Guga

    Responder
  25. Luiz Fabriciano

    Vendo o vídeo do Kyrgios hoje, numa entrevista com uma criança, cheguei a conclusão de que o real sentimento que o australiano nutre pelo sérvio é a inveja.
    E antes que perguntem por que, um tem tanto a mais que o outro que até podemos fazer uma força para entender, mas de forma alguma se justifica. E olha que esse um praticamente nem fala nada sobre o outro.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Mas se for isso, por que ele não inveja outros tenistas como Federer ou mesmo o Murray?

      Pois desses dois ele só fala bem…

      Sei lá, acho que o Kyrgios tem uma cabeça muito complicada, pra dizer o mínimo…

      Impossível saber o que se passa por ali. (rs)

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Rodrigo, é muito bom manter um diálogo com você, quando há parcimônia.
        Reitero minha teoria da inveja e a vejo pelo seguinte motivo. Os dois citados por você, Federer e Murray, por várias vezes, já elogiaram o australiano. Djokovic, pelo menos até onde vi, não costuma tecer comentários sobre o mesmo, exceto um elogioso feito recentemente em uma live, mesmo tendo perdido duas vezes do referido tenista. Talvez o Kyrgios, inconscientemente quisesse referências e o sérvio não as faz por ter um opinião muito similar a que muitos de nós temos aqui acerca do australiano, preferindo não torna-las públicas. Coisa que Kyrgios faz questão de fazer sempre que tem oportunidade.
        Isso é o EU acho.

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Vai saber o que passa na cabeça do australiano. Deve dar uma inveja grande saber que o sérvio é o rei do Slam do país onde ele nasceu e que este tem dominado o seu maior ídolo na maioria das vezes na última década.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        kkkk

        Como é que é?

        Primeiro que 27 a 23 não dá para chamar de domínio.

        E antes que você diga, deveras o Djokovic tem superado o suíço nos Majors…

        Porém, em melhor de 3 sets, o placar é dividido.

        Mas o ponto é: que sentido teria o Kyrgios invejar o sérvio por isso?

        É uma teoria que simplesmente não para de pé!

        Mas é admirável esse esforço dos nolistas em “implantar” o Federer dentro de toda e qualquer discussão.

        Mesmo naquelas em que o suíço nada tem a ver.

        Isso sim, meu caro, lembra bem o que entendemos por inveja…

        Responder
  26. Rafael

    Jogos que gostaria de ver, mas nunca vão acontecer (chupinhado da ideia da série What if? da Marvel, que apresentava situações não condizentes com a realidade temporal do universo (de quadrinhos) marvel, mas que todos tinham interesse em saber como seria):

    Steffi Graf x Bia Maia

    Monica Seles x Bianca Andreescu

    Martina Navratilova x Serena Williams

    Jimmy Connors (ou Ivan Lendl) x Novak Djokovic

    Gustavo Kuerten x Rafael Nadal

    Rod Laver x Roger Federer

    Stefan Edberg x Stefanos Tsitsipas

    Todos na sua melhor forma, é claro.

    Responder
      1. periferia

        Olá Marcilio

        Kirgios e McEnroe….mas os dois tinham que acordar com todo mau humor do mundo no dia do jogo….seria épico…rs

        Abs

        Responder
        1. Marcílio Aguiar

          Caro periferi, você gosta de um circo pegando fogo rsrsrs né? Mas seria muito interessante.

          Já teve muito barraco no circuito, me lembro de um episódio em que a mulher do americano Jeff Tarango bateu em um juiz depois de umas advertências que ele tomou e abandonou um jogo. Por outro lado me lembro de uma declaração que o Tarango deu à respeito do Guga, elogiando o brasileiro como o numero 1 mais bacana que houve, simpático, acessível e humilde. Isso pareceu uma alfinetada principalmente nos seus compatriotas Sampras e Agassi.
          Dalcim você se lembra disso ou eu estou confundindo as coisas? O Tarango era de pavio curto ou foi só naquele episódio?

          Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Essa é a demonstração da sua enorme “ humildade” em seus comentários. BJORN BORG com um Equipamento versão 2020 seria humilhado pelo seu “ Feto “ em Rolanga ? Ao contrário, mane’ . Ele e GUGA dariam mais trabalho que Thiem . Sabe nada rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Paulo F.

            É apenas a minha opinião.
            Nadal tem todos os Slams, o dobro de títulos em RG, nunca ficou de mimimi para ir na Austrália e é tetracampeão ao invés de ser tetravice nos EUA.

      1. Rafael

        Pelo contrario, Miguel, gosto muito dela! Acho que se ela segurasse os nervos e partisse pra pancadaria, levaria um set ao menos pro tie-break, ou quem sabe perderia por 2×1. Claro, muito disso eh torcida, rs.

        Responder
    1. Rafael

      Bjorn Borg x Gustavo Kuerten em RG

      Guillermo Villas x Gustavo Kuerten em RG

      John McEnroe x Roger Federer em WB

      Goran Ivanisevic x Nick Kyrgios em WB

      Yevgueni Kafelnikov x Dominic Thiem em RG

      Maria Esther Bueno x Martina Hingis em qualquer lugar

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Gostei de suas sugestões Navratilova x Serena, Federer x Laver, Nadal x Borg e Connors x Djokovic. Seriam todos interessantes. Acho que um Henin x Maria Esther seria bem divertido e obviamente o tão falado Guga x Nadal.

          Responder
  27. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,boa noite!Estava ouvindo um podcast e foi citado um tema que acho bem importante…Que seria o futuro do tênis em termos de conquista de grand slam…Se me permite,gostaria de saber sua opinião sobre duas perguntas…
    1)Você acha que os títulos de grand slam seram repartidos no futuro(muitos jogadores com 3-5 slams) ou enxerga algum da nova geracao(tsitsipas,zverev,aliassime,sinner,Alcaraz)podendo ganhar mais de 10 slams?
    2)O que você acha melhor para o esporte…Amplo domínio de 2,3 jogadores ou um equilíbrio muito grande?como era na “”entressafra” entre o fim do Sampras e o começo do Federer…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acredito num amplo domínio de um só jogador entre esses da nova geração e acho que isso será muito bom. Sempre que existe competitividade grande, o esporte se fortalece.

      Responder
  28. Paulo F.

    O Luiz Fernando não entende nada de tênis?
    kkkkkkkkkk
    Só rindo mesmo para tolerar mais uma grotesca demonstração de arrogância sem limites!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Você frequenta o Blog a quanto tempo , Paulo F. ? E acredito que também não lembre a metade das abobrinhas que já Postou. O rapaz que você se refere , conseguiu afirmar N vezes que o Suíço somente venceria Quinhentinhos no máximo, pois estava acabado. Sabe tanto quanto o parceiro . Você sabia que em 2010 , Rafa Nadal tinha 16 x 7 pra cima de Novak ? E OITO surras consecutivas no Saibro ? Já sei . Não eras nascido kkkkkk Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        PS. Grotesca demonstração de arrogância é participar de um fórum de debates , com o único intuito de desconstruir um atleta do nível de Roger Federer. Abs!

        Responder
      2. Jonas

        “com o único intuito de desconstruir um atleta do nível de Roger Federer”

        kkkkkkkkkkkkk

        “Você sabia que em 2010 , Rafa Nadal tinha 16 x 7 pra cima de Novak ? E OITO surras consecutivas no Saibro”

        kkkkkkkkk Quem será que escreveu isso aí?? kkkk. Amigo, o Deus suíço tem DUAS, DUAS vitórias em cima de Nadal no saibro, durma bem!

        Mas eu não acho isso fora do comum, pelo contrário. Mas será que veremos você “descontruindo” o suíço tbm? Duvido muito.

        Responder
        1. Paulo F.

          Duas, DUAS miseráveis vitórias.
          Muito, mas muito pouco, para aquele que tanto incensam como o maior de todos os tempos.
          E acham que apontar isso é “desconstrução”….

          Responder
          1. Jonas

            Novak conseguiu fazer o que ninguém fez. Derrotar o espanhol em TODAS as finais de masters 1000 no saibro, e ainda em Roland Garros (sets diretos).

            A freguesia geral existe, Nadal é um E.T nesse piso. Ele é sim dominante sobre Federer e Djokovic no saibro.

            Agora, convenhamos que o suíço poderia ter feito mais. Em especial naquela final de RG 2011.

        2. Sérgio Ribeiro

          Pra variar se meteu equivocadamente, caro Jonas. O seu parceiro em questão, é o rei de repetir a asneira junto com seus iguais, que não entende tamanha freguesia de Federer perante o FETO Nadal. Novak foi pior até 2011 , quando venceu aos 24 anos, sua primeira partida contra o Touro no Saibro ( depois de 8 surras consecutivas ) . Federer em 2007 já tinha vencido MASTERS 1000 na superfície , contra o Espanhol , com direito a Pneu. Não estou desconstruindo o Sérvio. Apenas mostrando que Novak também era freguês de carteirinha do tal do FETO , que jamais existiu . Portanto menos rsrsrs… Abs!

          Responder
          1. Jonas

            “FETO” = jogador sequer próximo do auge. Você não acha o Federer de 2000-2003 incrivelmente pior que o de 2005-2007?

      3. Paulo F.

        Você sabia que Novak Djokovic foi o único campeão de RG da Era Nadal a ter derrotado o próprio em alguma das edições desta era (2015)?
        Você sabia que Novak Djokovic é o único a ter todos os Masters 1000 do saibro derrotando o Rafael Nadal em pelo menos uma final? Spoiler: Em Roma foram duas vezes.
        Agora, por favor, me mostre as vitórias do incriticável Roger Federer contra Rafael Nadal em RG?
        Agora, por favor, me mostre os troféus do incriticável Roger Federer em Monte Carlo e Roma?

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Quem não sabe disso , especialista Paulo F . ? E que em Roland Garros, o Suíço possui 5 FINAIS a 4 do Sérvio. E enquanto empatam em 4 x 4 no Saibro , possuem 2 x 14 e 7 x 17 respectivamente nesta superfície com seu “ Feto” . Ou seja , ambos são dois fregueses de carteira do Touro. Mas até o dia de hoje , o Craque é o segundo maior vencedor de partidas no templo do Saibro. A frente de BORG , GUGA , VILAS e do teu “ Goat “ . Você sabia incriticável comentarista ? rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Paulo F.

            O senhor é uma pessoa que carece tanto de interpretação de texto, que sequer sabes que o Paulo que chama Novak Djokovic de GOAT é outro.
            Assim mesmo, Novak Djokovic foi o único que ofereceu alguma dificuldade ao Rafael Nadal no saibro.
            Diferente de Roger Federer, onde o espanhol apenas cumpria tabela.

          2. Sérgio Ribeiro

            Eu acho que o Senhor que além de não saber interpretar , também não lê. Como Rafa Nadal somente cumpria tabela se tomou Pneu do Suíço em FINAL de MASTERS 1000 ? Sabes nada…rsrsrs Abs!

    2. Rodrigo S. Cruz

      Apesar da rixa entre eles, sempre considerei os dois bons participantes – tanto o Luiz como o Sérgio.

      E os dois entendem de tênis…

      Abs.

      Responder
          1. Mauro

            Claro que agora vc vai abraçar ainda mais os torcedores do federer
            Para se fortalecer diante das últimas críticas que recebeu, sobretudo dos torcedores do Djoko.

  29. Rodrigo S. Cruz

    [Rafael]

    “Rodrigo,

    Vejamos novamente o que ele disse: Contando SÓ COM TALENTO, eu o colocaria LOGO ATRÁS dos quatro…” – Ou seja, em 5o.

    Pra mim ficou bem clara e indiscutível a opinião de John”.

    Então, Rafael.

    Apenas essa frase que você postou isolada, sim. Indiscutivelmente…

    Se ele tivesse dito só isso e mais nada, eu assinaria contigo e com o Luiz Fernando.

    Entretanto, a CONTINUAÇÃO da frase muda totalmente o CONTEXTO e te leva a uma diferente conclusão.

    Eu tô com preguiça aqui de postar a fala na íntegra, mas basta você ler a minha resposta ao Luiz Fernando abaixo…

    Abs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Rodrigo, mais uma vez solicito: responda dentro do comentário. Caso contrário serei obrigado a não publicar mais os comentários feitos fora de ordem. Obrigado.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Dalcim,

        Só uma pergunta:

        Quando o espaço de um determinado assunto já estiver repleto de respostas, aí nesse caso eu estou autorizado a responder acima?

        (porque como você sabe, existe um limite de vezes que dá para fazer, mas depois fica uma coisa improvisada)

        Responder
        1. Mauro

          Mesmo qdo nao tem mais a opção “responder”, eu e muitos aqui estão respondendo no último “responder” e com isso o comentário segue a lógica da conversa ficando abaixo daquele que queremos responder.

          Responder
    2. Vitor Hugo

      Eu também entendi que apenas o talento de Nick o coloca atrás do big-4, sem contar mental e físico.
      Se tivesse o conjunto das três qualidades no mesmo nível, mental e físico no mesmo nível do talento, talvez pudesse estar no grupo dos quatro brigando por tudo.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Vixe… Pior que não!

        Clareza, definitivamente eu não vejo mais…

        Pois acabei de ler agora pouco a matéria em INGLÊS, e já não sei o que pensar!

        A interpretação ficou dúbia, porque parece que a tradução veiculada aqui foi imprecisa…

        kkkk

        Que confusão!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Na boa, Rodrigo. No Bola Amarela está como no Tênis Brasil. Nick está como TOP Five , na opinião do Big Mac . Mas somente o Talento não basta. Ele ainda não demonstrou um mental e um físico compatíveis , para grandes conquistas. Aceitaria até treina-lo para tentar fazê-lo entender o óbvio. Abs!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Pois é, Sérgio.

            Depois de ler a matéria em inglês, não irei desmentir mais ninguém.

            Cada um interprete como desejar.

            Só acho que ficou um pouco dúbio sim – ele primeiro começa falando em talento.

            Em seguida, ele insere o Murray sem deixar claro se acha o Murray mais talentoso que o Nick.

            E depois, ele passa o resto do tempo enfatizando que o talento sozinho do Nick é insuficiente para ele bater o Big 3….

            Enfim… melhor esperar que no futuro o Big Mac volte a comentar esse tópico novamente.

            Abs.

          2. Paulo F.

            Kyrgios ao lado do ser humano mais arrogante que já vi na minha vida iria parecer um monge tibetano com voto rigoroso de pobreza.

    3. DANILO AFONSO

      RODRIGO, acredito que os Luiz Fernando e Rafael que interpretaram corretamente as declarações do Mcenroe.

      O contexto da fala do americano não muda a primeira afirmação quando diz que “Contando só com talento, eu o colocaria logo atrás dos quatro.”

      Nas frases seguintes do Mcenroe não abrem margem para interpretar que a primeira afirmação tem algum “porém” ou exceção.

      Após expor a primeira afirmação, o americano declara que o australiano já poderia ter um Slam e o que é necessário para se GANHAR UM SLAM. O Mcenroe cita que outros fatores (mental e físico), além do talento, são necessários para se GANHAR UM SLAM. Ele não diz que eventual melhora do mental e físico poderia mudar a posição do Kyrgios no ranking dos mais talentosos, isto é, que deixaria de ser o 5º mais talentoso, até porque sabemos que o mental e físico não são variáveis ou subfatores dentro do fator talento. O termo “fator” é introduzido na fala do Mcenroe.

      Vamos reprisar os dizeres do americano:

      “Ele (Kyrgios) já deveria ter ganho algum Grand Slam se tivesse conseguido manter a cabeça no trabalho.”
      “Mas como todos sabemos, não se trata apenas de quanto talento você tem e sim de vários OUTROS FATORES juntos.”
      “Tem o lado de força mental, o condicionamento físico e a capacidade de unir os dois em uma coisa só. Também há um ponto mais que fundamental: até onde você disposto a ir para obter a vitória? Ele não foi capaz de fazer isso ainda e não sei se será capaz de fazê-lo. Espero que sim””

      Pergunto: O contexto da fala do americano possibilitou interpretar que o Kyrgios poderia melhorar a posição (sair da 5º lugar) entre os mais talentosos ? Ou se limitou a declarar que os fatores em conjunto, talento, mental e físico são fundamentais para se GANHAR um Slam ?

      Eu entendo que as 3 sentenças (frases) acima não dão margem para interpretar que o Kyrgios deixaria de ser o 5º mais talentoso para ultrapassar um ou mais membros do BIG4 neste quesito. A declaração do americano é bem clara em afirmar que só o talento não é suficiente para se ganhar um Slam, sendo necessário que 3 fatores distintos, mas empregados em conjunto, são relevantes para se GANHAR SLAM. Ele não diz que o aprimoramento do mental e/ou físico do australiano poderia alterar a posição do tenista entre os mais talentosos.

      Contextualizada ou isoladamente, a primeira afirmação do americano “Contando só com talento, eu o colocaria logo atrás dos quatro.” não tem como relativizar a interpretação

      Assim, eu entendo nobre RODRIGO que a sua conclusão (que replico logo abaixo) está destoando da real declaração do Mcenroe :

      “Portanto, a fala dele foi clara como a água, e basicamente o que ele disse foi : que o Kyrgios não deve NADA em matéria de talento para os outros quatro, e pode até mesmo ser SUPERIOR a alguns deles contando somente o talento.”

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Prezado Danilo, normalmente utilizamos a palavra talento como algo nato, uma habilidade excepcional para realizar algo que já vem de berço. Por curiosidade fui aos dicionários e o Houaiss e Aurélio trazem em linhas gerais o seguinte:

        “substantivo masculino
        1. Peso da antiga Grécia e de outros povos orientais.

        2. [Economia] Moeda da antiga Grécia, representando o valor de uma quantia em ouro ou prata do peso de um talento.

        3. Aptidão natural ou adquirida.

        4. Engenho, disposição, habilidade.

        5. Pessoa de talento.”

        Prece que a concepção do Mcenroe para a palavra talento está clara (“Mas como todos sabemos, não se trata apenas de quanto talento você tem e sim de vários OUTROS FATORES juntos.”). Pra trazer outro ângulo à discussão, podemos considerar talento numa visão mais abrangente, não somente a habilidade natural (que se traz do útero), mas também capacidades adquiridas por treinos, práticas, etc. ?

        É consenso que Federer é um dos tenistas mais habilidosos que ja existiu, com “talento” natural para o jogo enquanto o Nadal e Djoko estão entre os mais fortes mentalmente e mais capacitados fisicamente. Os aspectos físicos e mental não seriam também “talentos” (naturais ou adquiridos) ? Veja que um dos sentidos originais da palavra é uma unidade de peso e moeda, logo, a cesta de moedas (talentos) pode abranger habilidade, físico e mental?

        Coloquei em forma de interrogação, porque cada um pode ter a sua resposta. A minha é que “sim”, talento é a soma de várias capacidades, sejam naturais ou adquiridas.

        O Kyrgios, reconhecidamente, tem muita habilidade natural e se tivesse evoluído nas outras, provavelmente poderia estar em patamar semelhante as TOP. Sua habilidade natural seria potencializada se quisesse e conseguisse ter o físico e mental melhores a serviço dela.

        Não sei se consegui passar com clareza minhas idéias, mas queria dar um pitaco nessa discussão que está muito boa.

        Saudações.

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Marcílio, muito boa argumentação e concordo contigo na visão mais ampla do conceito de talento, que pode ser natural ou adquirida.

          Creio que o americano empregou a palavra talento como sinônimo de habilidade ou técnica, e concordo que tal qualidade pode ser nata ou aperfeiçoada.

          Igualmente ao físico e mental, de fato o talento do Kyrgios pode ser aprimorado com treinos e que pode futuramente superar o BIG 4 neste quesito. Porém, se formos nos ater a fala do americano, eu entendo que a declaração dele não mencionou que o talento do australiano pode ou necessita ser melhorado, até porque ao colocá-lo em 5º, quis ressaltar que australiano está entre os top neste aspecto.

          O Mcenroe simplesmente disse que para se GANHAR UM SLAM, o australiano além do seu talento nato (em 5º), ele teria que somar (unir) a outros fatores (mental e físico) fundamentais para se conquistar um Slam. A declaração do americano não cita que se o australiano melhorar o seu mental e físico, este iria melhorar o seu talento, e sim que o capacitaria a vencer um Slam.

          É obvio que sabemos que a melhora dos fatores físico e mental podem potencializar o talento, mas se formos nos restringir a fala do americano, ele não adentrou neste ponto (possibilidade). No contexto ele não quis dizer que o australiano poderia ou necessitaria melhorar o talento (habilidade), e sim que outros fatores paralelos (mental e físico) necessitavam estar aprimorados e em harmônia (em conjunto) para que o talento TOP 5 resulte em título de Slam.

          Marcílio, independente de divergimos em alguns pontos da declaração do americano, o seu ponto de vista me ajudou a enxergar outros detalhes que não tinha pensado.

          Responder
          1. Marcílio Aguiar

            Beleza Danilo, obrigado pela resposta. Eu não estava pensando na necessidade do Kyrgios melhorar sua habilidade natural, mas que se ele melhorar o físico e o mental essa habilidade será potencializada, ou seja, vai ganhar mais consistência e não será desperdiçada como tem sido. Ai sim, no sentido amplo, ele aumenta o seu “talento”: a soma dos fatores habilidade, mental, físico e tático.

  30. Oswaldo E. Aranha

    Dalcim, nas cidades onde morei vi a predominância do saibro nas quadras de tênis; agora pergunto se o mesmo ocorre nas outras partes do mundo? Penso que não nos Estados Unidos e Inglaterra. Aguardo tua informação. Abraços.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não entendi se você mora no Brasil, mas em caso afirmativo, eu diria que clubes ainda têm maciça maioria de saibro, enquanto academias e (poucas) quadras públicas, optam pelo sintético devido à manutenção mais barata. O mesmo ocorre lá fora, embora até existam quadras públicas de grama na Inglaterra. Mas a maioria nos clubes e academias são sintéticas, com muito pouco saibro (o Leste dos EUA têm mais, devido ao clima e um programa da USTA que tenta motivar o saibro).

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Já joguei sim e não é nada fácil. É preciso usar muito o joelho porque o quique é bem baixo. Sim, existem algumas poucas quadras.

          Responder
  31. Rubens Leme

    Já que você falou da primeavera de 1968. peguei estes dois textos que tinha lido há um tempo, de como a música “Plastic People”, do segundo disco do Frank Zappa & The Mothers of Invention, Absolutely Free, influenciou toda a antiga Tchecoslováquia daquela época, com um grupo de mesmo nome, e o presidente Vaclav Havel que depois homenageou o próprio Zappa.

    O mais curioso é que Havel era fã de Zappa e Velvet, que possuem uma história em comum tensas. Ambos os grupos – Mothers e Velvet – eram do cast da MGM e o selo só queria investir em um dos grupos, por serem radicais demais e, diferentes entre si. Como o Velvet era apadrinhado por Andy Warhol, eles foram chutados e o selo ficou com o grupo do Zappa.

    Lou Reed e o Velvet nunca perdoaram o selo e Zappa, para apimentar, chamou o Velvet de “banda de merda”, em uma faixa do disco We’re Only In It For the Money. A inimizade durou até a morte de Frank, mas, curiosamente, quando, postumamente, adentrou pro Rock and Roll of Fame, o discurso de aceitação foi feito por… LOu Reed!

    https://www.rollingstone.com/politics/politics-news/how-a-revolutionary-czech-rock-band-inspired-vaclav-havel-105139/

    https://www.radio.cz/en/section/curraffrs/frank-zappas-connections-to-prague

    Responder
  32. Samuel

    Boa tarde, Dalcim

    TenisBrasil publicou, hoje, uma belíssima matéria sobre os 80 principais recordes de Roger Federer. Na realidade ele tem, segundo um site especializado em estatísticas do tênis masculino, a incrível marca de 347 recordes, sendo 331 recordes positivos e 16 recordes negativos, contabilizados em 16/03/20.
    Se me permite. relaciono abaixo a quantidade de recordes dos jogadores em atividade e alguns outros que já encerraram suas carreiras, a saber:
    Jogador Recorde positivo Recorde negativo
    Federer 331 16
    Connors 164 11
    Nadal 164 19
    Djokovic 152 2
    McEnroe 97 2
    Lendl 77 9
    Rosewall 67 4
    Agassi 62 9
    Borg 60 5
    Becker 54 9
    Laver 53 10
    Vilas 38 4
    Sampras 29 2
    Murray 29 6
    Pancho Gonzales 25 0
    Nastase 21 8
    Krickstein 20 0
    Chang 20 7
    Hewitt 16 11
    Edberg 15 13
    Newcombe 10 0
    Muster 10 4
    del Potro 9 0
    Wawrinka 7 0
    Lopez 6 13
    Ferrer 5 17
    Kafelnikov 4 3
    Roddick 4 7
    Zverev 3 0
    Moya 3 2
    Isner 3 4
    Courier 3 4
    de Minaur 2 0
    Tsonga 2 0
    Edmund 2 0
    Wilander 2 0
    Berrettini 2 0
    Raonic 2 0
    Kohlschreiber 2 0
    Monfils 2 3
    Nishikori 2 3
    Ruud 1 0
    Medvedev 1 0
    Saretta 1 0
    Kyrgios 1 0
    Troicki 1 0
    Rios 1 0
    Karlovic 1 2
    Cilic 1 2
    Hsun Lu 1 3
    Safin 0 0
    Seppi 0 2
    Schwartzman 0 2
    Mandarino 0 2
    Tsiparevic 0 2
    Sousa 0 2
    Ferrero 0 2
    Copil 0 2
    Andujar 0 2
    Verdasco 0 3
    Kuerten 0 4

    Samuel

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Conheço o site, mas existe algum exagero ali em várias marcas mencionadas. Além de algumas ser menos relevantes, outras se baseiam em critérios próprios.

      Responder
      1. Samuel

        Boa noite, Dalcim

        Agradeço por ter publicado a minha lista. Serve apenas para descontrair. O referido site, lista 1.774 recordes (1.401 positivos e 373 negativos), mas a quantidade de recordes pode ser aumentada consideravelmente, dependendo apenas da vontade do estatístico inventá-los.
        Destes recordes, acredito que somente um ou dois por cento tenha relevância.

        Samuel

        Responder
  33. Vitor Hugo

    Talento no tênis, na minha opinião, é a facilidade com que o jogador tem para jogar. Joga naturalmente, sem muito esforço.
    Pra mim, é evidente que, tanto Nadal quanto Djokovic se esforçam e fazem muito mais força pra jogar que o suíço. Fato! Isto é talento!
    Posso citar Fognini e Kyrgios como mais talentosos que o sérvio e o espanhol também. Jogam muito fácil. O italiano então… Bate com uma naturalidade na bolinha.. Não quer dizer que são melhores. É outra cvs. Deixam muito a desejar no aspecto físico e mental.

    Escrevi algum absurdo? Se alguem pensa algo diferente sobre talento, sinta-se a vontade pra discordar.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Concordo em parte com o conceito (acho que é mais abrangente), mas não que Fognini, Kyrgios e nem mesmo o Federer são mais talentosos do que o Djokovic em vários aspectos.

      Algum deles tem mais facilidade para colocar a bolinha no fundo da quadra (afundar) e assim dificultar o próximo golpe do oponente? Não.

      Algum deles muda a direção tanto de fore quanto de back ou acha ângulos improváveis para executar winners com mais facilidade? Também penso não, apesar do Fognini ser o mais próximo na primeira questão abordada.

      Nem vou falar da devolução de saque.

      Kyrgios e Federer sacam e dropam melhor? Sim, mas isso não significa que o sérvio não seja muito bom nesses dois fundamentos, ou seja, tenha também o seu grau de talento neles.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        No caso do suíço, e eu já expus aqui, Federer faz vôleios praticamente impossíveis, então, além de dropar e sacar melhor que Novak, ele também voleia bem melhor que o sérvio.
        Devolução de Novak é melhor e não tem discussão. Mas Roger tem mais variação pra devolver. Devolve batido, com slice e inclusive usou várias vezes, incluindo contra o sérvio, o SABR.

        Sim, Novak é o que melhor troca as bolas de direção. Fognini vem depois. Mas o italiano faz menos força que o sérvio pra bater na bola.

        No geral, na soma de habilidades de cada um, fico com os citados por mim.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Concordo, Vitor.

          E só para complementar:

          o Fognini é um tenista que admiro demais pelo atributo de gerar potência, sem esforço.

          Uma das coisas que mais faria bem ao tênis era se esse cara ganhasse um Grand Slam.

          De preferência no saibro.

          E já vimos que além dos muitos recursos técnicos, ele não tem medo de ir para cima do Nadal…

          Portanto, torço para um dia ele pegar uma chave favorável, e enfrentar o Touro numa final.

          Responder
  34. Vitor Hugo

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/77086/Especial-os-80-maiores-recordes-de-Roger-Federer/

    Recordes impressionantes do goat.

    Destaco alguns:

    – Maior número de títulos nas hards e grama
    – Maior número de pneus aplicados sobre top-10
    – Maior sequência de vitórias seguidas sobre top-10
    – Maior número de finais e semis em slam.
    – Maior sequência de vitórias seguidas no finals
    – 67 vitórias seguidas na grama.
    Além do recorde de semanas na liderança, semanas seguidas na liderança, slam, Wimbledon, finals….

    É impressionante!

    Claro, muitos dos seus números, uma hora ou outra, vão ser quebrados. Muitos vão permanecer.
    Mas o cara fez, está fazendo e vai fazer história.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      São recordes impressionantes mesmo Vitor !!

      Destes 80 recordes muitos foram melhorados após os 30 anos, o que é mais incrível por ser um esporte individual.

      Responder
    2. Luiz Fernando

      Marquinhos ou Renato ou Johnny ou… desculpe se eu me confundo com nomes, mas deixa pra lá, são números espetaculares e são fruto de méritos do Federer, mais precisamente de sua habilidade inconteste e de seu físico privilegiado e pouco propenso a contusões. Números como esses falam por si, mesmo q algum idiota desorientado venha aqui atribuí-los a expedientes como doping isso cairá no vazio, é algo sem nexo, algo q só uma pessoa desprovida de senso crítico e cega pelo fanatismo faria. Mas felizmente não me lembro de alguém aqui no blog agir assim…

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Tem razão. Não é certo, idiota e muito irresponsável chamar alguém de dopado sem apresentar provas. Vivendo e aprendendo. Assim como só um imbecil pra se referir a Federer como aposentado e depois o suíço ganha mais três slam.
        Mas o pior é a sociopatia de alguém dizer que odeia o suíço.

        Responder
          1. Vitor Hugo

            Não odeio ninguém. Nunca afirmei isso. Só discordo de algumas atitudes dele dentro de quadra e algumas coisas que diz.
            Muito do que eu escrevo aqui é pra acertar alguns haters. Mas estou mudando algumas coisas.

  35. Vitor Hugo

    Não sei qual é a real motivação das torcidas organizadas nos protestos. Até acredito que alguns das torcidas tenham uma ideologia política. Mas alguns vão no embalo, são baderneiros.
    Apesar da aglomeração na cidade que é o epicentro da pandemia no momento, acho que foi um movimento bom para contrapor os anti-democráticos e facistas que estão do outro lado.
    Mas temo pelo pior. Alguns bolsonaristas tendem a andar armados incentivados pelo presidente. E a gente sabe que nas organizadas tem sempre alguns marginais infiltrados…. Pode acontecer uma tragédia algum dia.

    Responder
  36. Marcílio Aguiar

    Prezado Dalcim, muito legal a sua publicação de hoje no Tenis Brasil sobre “os 80 maiores recordes de Roger Federer”. Vou escrever o obvio, mas só atinge tais números que tem uma longa carreira, porém não é o bastante. Muitos tiveram uma carreira longa, entretanto poucos com a consistência e alto nível por 17 anos consecutivos. Mais impressionante ainda é que se formos ver os números de Nadal e Djoko estarão bem próximos, com possibilidades de ultrapassagem em muitos dos quesitos. Provavelmente Lendl e Connors também têm números a destacar. Não tenho ideia de quantos recordes desse nível o Borg detém. Voce tem dados dessa natureza sobre o sueco que mereçam destaque? Saudações.

    Responder
  37. Filipe Fernandes

    Caros Leme, Marcílio, Almeida, lEvI e pessoal do Blog, boa noite!

    Leme e Marcílio, é muito legal saber que já tiveram a chance de ir a um show do James Taylor (gostaria de um dia ter essa oportunidade). De fato, acredito que vocês viveram experiências únicas: Leme presenciando o show na antiga casa em que o seu Clube do coração conquistou tantas e tantas glórias; e Marcílio prestigiando o Rock in Rio de 85 justamente no dia de James Taylor, mas também de outras grandes e diversificadas estrelas da música — dois acontecimentos certamente marcantes e nostálgicos. Parafraseando um escritor: pequenos e belos emblemas da eternidade em suas vidas.

    Aliás, Leme, o maravilhoso programa Rock Legends é a sua cara, os jornalistas participantes promovem uma agradável mistura entre abrangente análise musical e pinceladas biográficas sobre os músicos e as bandas de cada novo (e primoroso) episódio. Se você ainda não o conhece, recomendo que um dia o veja, estou certo de que vai adorar. Confesso que, quando assisto a esse programa, costumo me lembrar dos sempre interessantes comentários musicais que você tece aqui no Blog, tamanho o conhecimento dos jornalistas dele sobre o mundo da música.

    Caro Marcílio, ano passado dei ao meu pai um CD do George Benson e outro do Barry Wright, cantores os quais ele ama ouvir, além do Steve Wonder, mesmo ele não sabendo uma palavra em inglês. Mas, como é ouvinte cativo da Antena 1 há vários anos e já os apreciava desta rádio, ficou encantado com os CDs, e desde então sempre os escuta. Aprendi a gostar de música e desses cantores com ele, crescendo e vendo-o escutá-los.

    Caro Paulo Almeida, ainda que eu não conheça a fundo todas as bandas que você citou, creio que são gigantes e de imensa qualidade (já ouvi, claro, falar muito delas e já escutei muitas músicas de seus repertórios, mas sem um conhecimento mais geral). Nessa semana escutei maravilhosos CDs do Charlie Parker (“Bluebird”, vol. 2), do Louis Armstrong (“What a Wonderful World”) e do Miles Davis (“Free Jazz Colection”), muito pelos comentários do Leme aqui no Blog, sempre enaltecendo artistas do Jazz e de vários outros estilos; e, nesta semana que chega, escutarei o “Aqualung”, da banda Jethro Tull, muito devido aos seus comentários, Paulo, bem como aos do mestre Dalcim. (Tracy Chapman também fez parte da minha trilha sonora por esses dias, com o ótimo CD “New Beginning”.)

    Caro lEvI, eu só venho anotando em meu caderninho as suas citações e sugestões musicais, como as mais recentes, sempre novas e enriquecedoras para mim (assim como as referências dos caros acima e de outros participantes do Blog).

    Um grande abraço, amantes do tênis, da música e de outras dignas realizações humanas que complementam a nossa vida, desejo que a semana que se inicia seja muito boa para todos nós.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Adorava aquele estádio antigo com o gramado suspenso, tanto que era chamado de Jardim Suspenso. Chegava uma hora antes, comia uma pizza na frente e comprava um ingresso por 10, 15 reais na maior paz.

      Nunca fui na nova casa, mas a considero fria, cheia de novos ricos e todos com a camisa do clube, parece um exército. Curtia sentar na arquibancada de cimento e ficar ali, na paz. Vi vários jogos memoráveis, mas em jogos modorrentos colocava o casaco na cabeça e puxava um ronco.

      Esse show do JT foi mais ou menos assim. Vi o David Bowie também lá, em 1990.

      Eram bons tempos.

      Responder
    2. Miguel BsB

      Excelentes artistas! Parker e Miles são 2 gênios do jazz. Aqualung um clássico do rock! A faixa título do disco, clássico absoluto! Cross eyed Mary tb.
      Se está aceitando sugestões e começando a “navegar” por essas bandas, Filipe, fica minha sugestão de 02 outros grandes do jazz…Thelonious Monk (pianista) e Dizzie Gillespie (trompetista). Tb gosto muito do Herbie Hancock (pianista), que tem uma música muito famosa e regravada que talvez vc já tenha ouvido: Cantaloope Island.

      Responder
      1. Filipe Fernandes

        Miguel, bom dia!

        Caro, também vou anotar suas sugestões e buscar ouvir os álbuns desses três músicos. Passar alguns momentos do dia ouvindo canções novas de artistas do Jazz e de outros estilos outrora da vida pouco escutados tem sido uma alegria imensa. Muito obrigado pela gentileza. Além do brilho dos textos sobre o tênis do mestre Dalcim e dos bons apontamentos de vários comentaristas, o Blog tem permitido garimpar preciosas descobertas musicais (e estou certo de que com as suas dicas não é diferente).

        Um grande abraço, Miguel, e se cuide bem aí (você e sua família).

        Responder
    3. Paulo Almeida

      Recomendo que você escute toda a discografia do Jethro Tull. Não vai se arrepender.

      Eu tive a oportunidade de ir a dois shows da banda no Credicard Hall em 2004 e 2007. Pena que já estão muito velhinhos, rs.

      Responder
  38. periferia

    Ola

    57 milhões de brasileiros votaram em Bolsonaro.
    Entregaram o país a um fascista.
    Para ter o país de volta será necessário sair as ruas….mesmo com um vírus entre nós.
    Até o momento apenas a Suprema Corte do país está encarando o desafio de confrontar o fascista (e pensar que um dia alguém chamou a Suprema Corte de acovardados).
    Onde estão nossas lideranças políticas?
    Onde está nosso congresso?
    Onde está as entidades da sociedade civil?
    Onde está o povo brasileiro?

    Democracia não é dada….é conquistada.
    Nota de repúdio serve para embalar peixe no mercado.

    Sigamos

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Vc tem toda a razão sobre a população, caro periferia. Muito do que o país é hj é por causa da passividade da população.
      Na verdade, em um mundo ideal, a população não deveria sair as ruas, pois os políticos fariam seu trabalho direito e não meteriam a mão no dinheiro público. Mas aí é utopia….
      Se o povo não for para as ruas entrega o país aos porcos.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Acredito que muitos já eram bem crescidinhos nas DIRETAS JÁ , Vitor . Depois os Cara Pintadas pedindo a cabeça de Collor. Idem para os Panelaços e passeatas pedindo a saída da “ Minha Querida “ ( quantos milhões de votos ela teve ? ) . E as passeatas pra derrubar esse outro maluco , mal começaram. As mesmas fake News que o elegeram vão tira -lo do poder . E ainda vamos ter cara de pau que vai chamar de golpe !!! Assim como a lava jato acabou com o presidiário , a quebra de sigilo dos que financiaram esses milicianos , já foi o suficiente. Daí todo o desespero. A conferir . Abs!

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Prezado Sérgio,

          Não vi ninguém ir pras ruas quando foi divulgado um vídeo do Aécio pedindo propina pro Joesley Batista ou depois do famoso vídeo do Temer: ” Tem que manter isso, viu!?
          Ou pra pedir prisão em segunda instância e etc.

          Olha, como vc mesmo exemplificou, os brasileiros foram sim para a rua em determinados momentos. Funcionou. Acho que o brasileiro deveria se engajar mais na política e ir mais para as ruas.

          Abs

          Responder
        2. Rafael

          Espero que seja assim mesmo como vc expôs, Sérgio. Eu participei de várias passeatas relacionadas a alguns dos movimentos que vc citou, todas em SP. Na minha visão, o problema das passeatas é que:

          – tem uma molecada que vai como se fosse um “programa legal”, e chega a não ter muita ideia do que realmente está fazendo ali;

          – ainda sobre jovens, muitos apresentam-se bêbados e acham que a passeata é um point pra pegar mulher – e vice-versa, já vi muita garota dando vexame;

          – há grupos cuja clara intenção é de causar baderna, pegando o que estiver na frente e tocando fogo, gritando palavras de ódio e não de ordem, algumas vezes tocando fogo no que falei próximo a carros estacionados em ruas laterais, etc, com a clara intenção de causar danos à propriedade pública e privada;

          – na última que fui, meses atrás, na Consolação (estava na altura do Baixo Augusta), contra o Bolsonaro, vi muito(a)s bem vestidos e muitas bem maquiadas, filmando a si mesmos em iPhones para postar na rede social depois (ou na mesma hora), e sem nenhuma outra função;

          – ainda na Consolação, não havia nenhum carro passando (afinal, a via estava bloqueada). No entanto, um grupo com máscaras de assaltar banco (aquelas com buracos só para os olhos) queria muito arrumar confronto com a polícia – que estava pacificamente observando em algumas viaturas a uns 10 metros de distância) de qualquer forma; um, que parecia ser o líder, veio trazendo sacos de lixo, pneus, pegou cones, etc e cobriu a via da Consolação que desce para o Centro; ele tinha uma espécie de lata de spray na mão, provavelmente algo inflamável, com o que pretendia tocar fogo em tudo (com que propósito?).

          No calor do momento e sem pensar muito, não tive dúvidas: fui até onde ele tinha colocado as tralhas em que ele pretendia tacar fogo e tirei todas para uma calçada lateral, uma a uma (claro que havia pelo menos 4 viaturas e dúzias de policiais a 10 metros de mim, não sou tão valente assim). Em seguida, plantei-me no meio da via e comecei a berrar para que tirassem as máscaras se fossem homens, que se eles estavam ali só pra bagunçar que vazassem, etc. Ninguém tirou e ninguém foi embora, óbvio. Mas ninguém tocou um dedo em mim. Depois de 5 minutos mais ali, fui embora, sozinho, cansado e emocionalmente abatido.

          Conclusão: Aqueles que vão realmente para protestar, pacífica e unificadamente, são apenas uma parte. Há diversos tipos de infiltrações, de várias espécies, que prejudicam até mesmo a credibilidade dos protestos e seu propósito inicial.

          Nossa democracia é frágil, ainda muito recente e desorganizada.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Aconteceu o mesmo no USA , Rafael . E não acredito que eles tenham uma democracia frágil. O problema maior são mesmo as redes sociais . Ao menos , a meu ver. Abs!

      2. periferia

        Olá Vitor.

        Outra coisa que não compreendo é por que existe as forças armadas?
        Alguém poderia dizer que é para proteger nossa soberania.
        Mas do que adianta uma forças armadas que está pior equipada do que a Venezuela (isso mesmo ….a Venezuela tem mais e melhores armas que o Brasil).
        Do que adianta as forças armadas se um míssil terra ar norte coreano (Não precisa nem ser algo muito moderno) pode acabar com uma das nossas grandes cidades.
        Do que adianta uma forças armadas para proteger as fronteiras se entra qualquer um no Brasil z (a pé…de carro…aviao….barco….skate)
        De que adianta as forças armadas para proteger nosso litoral se nem um navio vazando oleo nossos marujos conseguem localizar.
        As forças armadas servem apenas para oprimir o cidadão em momentos tortuosos de nossa política.
        Antigamente era algo normal….hoje não tem sentido.
        E nem vou entrar na questão da Polícia Militar…..(entrando)…..não poderia ser apenas Polícia ?

        Abs

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Recentemente, a Venezuela comprou caças e fuzis AK-47 russos, além de bateria anti-aerea e etc. O problema é que, com a crise por lá, não está conseguindo pagar. Foi financiado. Inclusive alguns armamentos estão inoperantes por falta de dinheiro pra manutenção.

          O Brasil comprou no governo Lula submarinos nucleares franceses e caças suecos, que estão sendo entregues e logo vão aumentar a capacidade das forças armadas. Os fuzis são de produção nacional. A marinha brasileira é a única que tem porta-aviões na América Latina. Não é tão ruim assim, mas também não precisa tanto, né? A região não é muito instável e o Brasil não tem muitos inimigos.

          Se eu não me engano, o orçamento militar brasileiro está entre os 10 maiores do mundo. Precisa? Creio que não! Precisa manter um contingente inoperante?

          Responder
      1. Miguel BsB

        Perfeito, meu caro Periferia!
        Sérgio, em nenhum desses últimos impedimentos houve ameaça de ditadura e golpe de força…o momento agora é diferente…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Então Miguel. Ameaça existe de uma minoria. A maioria , inclusive as Forças Armadas, não compram a briga por um louco como este. Já foi o tempo . Em breve saberemos. Abs!

          Responder
  39. Paulo Almeida

    Talvez me atirem pedras, mas vou confessar a minha faixa predileta do Yes: The Gates of Delirium, do álbum Relayer.

    Sim, mesmo sem Rick Wakeman e Bill Bruford na banda.

    Aproveitei o domingo para ouvir a versão remasterizada, degustando uma Baden Baden American IPA enquanto preparava o almoço.

    Responder
  40. Luiz Fernando

    Segundo o rapaz dos múltiplos nicks, opiniões dos grandes jogadores, ex-campeões etc valem muito mais do q as opiniões dos participantes do blog. Será q esse John McEnroe é participante do blog????? KKKKKKKKKK!!!! Então, então… Nadal e Djoko tem mais habilidade do q Kyrgios kkkkkkkkkkk, conforme exposto pelo ex grande campeão kkkkkkkk Big Mac. Como sempre digo, aqui é diversão garantida kkkkkkkkkkk…

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Paulo F,

        você tem tanta pressa em atacar esse participante que nem analisa se o que ele escreve está certo ou não…

        Leia a minha resposta ao Luiz Fernando:

        O Big Mac não acha o Kyrgios menos talentoso do que o big 4, ele apenas acha que só talento não é o bastante para vencê-los.

        Responder
        1. Rafael

          Rodrigo,

          Vejamos novamente o que ele disse: Contando SÓ COM TALENTO, eu o colocaria LOGO ATRÁS dos quatro…” – Ou seja, em 5o.

          Pra mim ficou bem clara e indiscutível a opinião de John.

          Responder
          1. Rafael

            Em quinto na questão de talento, e muito atrás nos outros quesitos que ele elencou.

            Claro como água.

          2. Jonas

            Essa foi bem clara mesmo.

            Talento é diferente de habilidade. No último, realmente Kyrgios só perde para o Federer.

        2. Vitor Hugo

          Percebe, caro Rodrigo, que algumas pessoas aqui criaram o hábito de me atacar e não conseguem simplesmente me ignorar. E olha que, estou tentando ser mais ponderado nos últimos dias. Qual será a motivação delas? Fato é que, estou tentando relevar ou não esquentar a cabeça com os cidadãos, e nem responder a ofensa. Aceitei que, com o anonimato, não dá pra fazer nada à respeito… O tempo vai mostrar quem são as pessoas e aquelas que tem a sensibilidade e o caráter de reconhecer os erros e mudar.

          Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Luiz Fernando,

      Desculpe-me, mas percebo um grande equívoco aí.

      Porque o Big Mac disse exatamente o CONTRÁRIO do que você pensou…

      Analise todo o contexto da frase dita por ele:

      “Contando só com talento, eu o colocaria logo atrás dos quatro. Novak, Rafa e Roger são lendas e ainda temos Murray, que jogou de igual para igual com eles”.Ele (Kyrgios) já deveria ter ganho algum Grand Slam se tivesse conseguido manter a cabeça no trabalho”, mas como todos sabemos, NÃO SE TRATA APENAS DE TALENTO, você tem e sim de vários outros fatores juntos. Tem o lado de força mental, o condicionamento físico e a capacidade de unir os dois em uma coisa só. Também há um ponto mais que fundamental: até onde você disposto a ir para obter a vitória? Ele não foi capaz de fazer isso ainda e não sei se será capaz de fazê-lo. Espero que sim”.

      Portanto, a fala dele foi clara como a água, e basicamente o que ele disse foi :

      que o Kyrgios não deve NADA em matéria de talento para os outros quatro, e pode até mesmo ser superior a alguns deles contando somente o talento.

      No entanto, para vencer grandes Slams não basta só ter um grande talento, e sim aliar esse talento a outros fatores como: trabalho duro, preparo físico, resiliência mental, etc.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        É não é que o rapaz é mesmo garantia de diversão garantida kkkkkkkkk já sei , Rodrigo. Vai dizer que você com sua incrível “arrogância” , foi muito “confuso” na interpretação kkkkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Sua credibilidade é pior do q a do Lula kkkkk. Agora em matéria de texto ou raciocínio confuso vc é simplesmente insuperável kkkkk. Abs, se cuida hein…

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Meu caro. Qualquer coisa vindo de você , na boa , é um grande elogio. Errou tudo de 2013 pra cá em TODOS os esportes . De Tênis então ( pulo futebol e Fórmula 1 ) , não entendes nada. Continue babando ovo da turma da Kombi . Ah , e não esqueça de chamar a Gabi kkkkkkkkk Abs!

        2. Heitor

          quanta provocação barata. para quê? mais de uma pessoa aqui leu a mesma frase e texto e interpretou diferente do Rodrigo. O LF vem falar e vc agride assim?

          Responder
      2. Luiz Fernando

        Rodrigo, mas minha postagem foi apenas relacionada ao talento, que como vc mesmo postou “Contando só com talento, eu o colocaria logo atrás dos quatro”. A criatura em questão, o blogueiro claro, sempre denigre o talento inegável de Nadal e Djoko, por mera picuinha de torcida, e recentemente usou as opiniões de ex-campeões para isso. Agora vamos aos fatos q de fato interessam: pessoalmente acho Kyrgios mais habilidoso que Nadal, Djoko e Murray, mas neste espaço muitas pessoas postam apenas aquilo q é conveniente, ou seja, quando a postagem é favorável a Federer um expressivo contingente apóia, quando é contrária, esse mesmo contingente desmerece. O objetivo da minha postagem foi apenas expor essa incoerência sem nexo. E acho q consegui e sempre q necessário voltarei a faze-lo…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Não conseguiu coisa alguma. Jamais neste fórum de debates ( entendeu ? ) o mane’ fez algum dia elogios ao talento ou habilidade de Nick Kyrgios. Só tentou rebaixar o cara sempre . Assim como tentou com Federer , milhares de vezes . Só que o buraco é mais embaixo … kkkkkkkkkkkkk Abs!

          Responder
    2. Vitor Hugo

      Bom dia.

      Em partes vc tem razão. Mas eu não sei e nunca vou saber o que o Big Mac entende por “talento “. Na minha opinião, Kyrgios tem mais recursos técnicos e habilidade que Novak e Nadal. Tecnicamente dá até pra discutir se o australiano é melhor que os dois mesmo. Mas habilidade creio que não dá.

      Percebo que vc tenta me atacar e partir para o lado pessoal e continua a fazer post após post.
      É o melhor que vc pode fazer? Não tem capacidade de escrever alguma coisa direcionada para mim sem partir para o lado pessoal?
      Creio que vc é melhor que isso.
      Abs

      Responder
  41. PIETER

    Muito interessante o post. Adoro saber a história por trás dos acontecimentos, e no tênis não poderia ser diferente.
    A se lamentar – e muito! – que Maria Esther e Koch não tenham podido se beneficiar da era profissional como mereceriam.

    Responder
  42. Rodrigo S. Cruz

    [Periferia}

    “Olá Sérgio
    Dando um pitaco no assunto …..Senna realmente não era um grande acertador de carro.
    Mas Piquet está sendo injusto com ele…..aquele carro da Williams era ruim…..foi concebido sem a suspensão ativa que tanto Mansel como Prost utilizaram.
    Inclusive o carro do Prost em 93 (Fw15c) seja um dos melhores carros que a f1 criou”.

    Periferia,

    Quanto ao problema da Williams, como você comentou – o carro era mal nascido.

    O semieixo de tração funcionava como elemento da suspensão e do conjunto aerodinâmico.

    Ou seja, era considerado um modelo revolucionário na época, e não funcionaria de cara.

    Precisava de tempo para ser desenvolvido, e acabou sendo ao longo da temporada…

    E o novo regulamento de 1994 proibia qualquer ajuda ao piloto:

    suspensão ativa, controle de tração, câmbio automático, freio ABS,etc, foram banidos.

    Mas não diminuíram a velocidade dos carros, ou seja, o perigo aumentou consideravelmente.

    Como a Williams dependia mais, em especial da suspensão ativa, foi a equipe mais prejudicada.

    O FW-16 era bem rápido, mas péssimo de ser conduzido em pistas com ondulações.

    E essa era justamente a função da suspensão ativa – “filtrar” as imperfeições do asfalto.

    Se o asfalto fosse plano e permitisse que o assoalho se deslocasse paralelo ao solo, sem haver muita variação de altura, o carro alcançava velocidades extraordinárias nas curvas, por gerar elevada pressão aerodinâmica.

    Agora, se a pista fosse ondulada, o carro mal fazia a curva. O ar variava de densidade abaixo do assoalho, por conta dos pulos e essa falta de uniformidade dos fluxos de ar coibiam a pressão aerodinâmica…

    Ah, apenas diferente do que você falou o Senna sempre foi um bom acertador sim.

    O que ele não era é desenvolvedor tal qual o Piquet…

    Abs.

    Responder
    1. periferia

      Olá Rodrigo…

      Olá

      Aquela temporada foi estranha….a Benetton B194….carro do Schumacher….tinha controle de tração…como dito tão bem por vc …algo banido naquele ano.
      O sistema era tão revolucionário e ao mesmo tempo usava de uma trapaça genial.
      O sistema não funcionava diretamente com a suspensão….ele funcionava com o aumento dos giros do motor (o piloto controlava os giros ).
      Benetton B194 tinha também um controle de largada irregular.
      Ela também retirou filtros da mangueira de reabastecimento…com isso o carro fazia o reabastecimento mais rápido .
      Enquanto isso Senna estava perdido dentro de uma Williams que “trepidava” sem saber o que fazer.
      A temporada em que Senna mostrou sua grande capacidade foi a temporada anterior….onde diante de uma Williams fabulosa do Prost venceu 5 corridas com uma McLaren de motor ford/cosworth (se não me engano).
      Quando digo que Senna não era um bom acertado de carro é justamente por ele não ter defendido um carro que nasceu ruim……onde ele poderia desenvolver e acertar aquele carro….brigou na Williams para usar o carro antigo do Prost sem a suspensão ativa….a equipe não aceitou.
      A Williams conseguiu deixar aquele carro competitivo mesmo com o Hill (apesar de não ser um piloto extraordinário como Senna….sempre foi um bom piloto de testes….e ajudou muito naquela temporada a equipe).
      Piquet e Prost foram grandes acertadores de carro.
      Mansel e Senna grandes aceleradores de carro.
      Todos geniais.
      Isso não coloca o carimbo de vigarista no Schumacher….qualquer outra equipe faria a mesma coisa…..o segredo da velocidade está na forma como vc encontra furos no regulamento…geralmente a equipe campeã é aquela que mais trapaça faz.

      Abs

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então , caro Periferia. Shumi não satisfeito em jogar o carro pra cima de Hill , tentou a mesma manobra pra cima de Villeneuve. Se deu mal , perdeu o Título e TODOS os pontos do Campeonato. Algo inédito que o fez receber a alcunha de Dick V. rs . E postei errado o ano do Campeonato de Piquet , 1987 é o correto. E seu incrível acidente foi também no dia 1 de Maio e na mesma Curva em Imola. Daí que tratou de dizer que não havia chances de ter sido erro de pilotagem de Senna. ABS !

        Responder
        1. periferia

          Olá Sérgio

          Olhando bem…..muitos fizeram o mesmo.
          Senna….Prost…..Schumacher…..Jones….Scheketer….Nelsinho…….como diria Michael Jordan no documentário A Ultima Dança……”…a competição te leva ao limite…”

          Abs

          Responder
      2. Daniel

        Desculpe cair de paraquedas na conversa, mas é importante levar em consideração:

        Senna (excepcional) já tinha 34 anos e estava lutando contra o futuro maior piloto da história da F1 (até o momento).
        Se não tivesse ocorrido o fatídico acidente a temporada seria, sim, muito disputada, com boa chance de o Senna vencer.
        O Schumacher estava andando no mesmo nível do Senna, porém, as temporadas seguintes veriam um declínio do brasileiro em relação ao alemão.
        Aconteceu com o Piquet em relação ao Senna e ao próprio Schumacher.
        De certa forma aconteceu com o Prost em relação ao Senna (o carro de 93 era fabuloso, Prost tinha vantagem clara)
        Aconteceu com Schumacher em relação a Alonso.
        Enfim… é o ciclo da vida.

        Sempre torci pelo Piquet e depois pelo Senna, porém vejo um Piquet mais completo e um Senna mais habilidoso e veloz.
        Não acredito que o Senna fosse campeão numa Brabham assim como não acredito em tantas poles do Piquet numa Mclarem.

        Responder
        1. periferia

          Olá Daniel.

          Também gostava muito do Piquet.
          Com Schumacher foram apenas 5 corridas (Schumacher entrou no lugar do Moreno)
          Piquet já sabia que não continuaria na Benetton (encheu os bolsos….tinha feito um contrato por pontos conquistados….e nas temporadas pela equipe italiana aproveitou).
          Considero um marco importante essa mudança….estava saindo a figura do piloto “mecanico” definitivamente da f1.
          Abs

          Responder
        2. Sérgio Ribeiro

          Pois é, Daniel. Os títulos que Damon Hill e Villeneuve , levaram de Sumi , dificilmente não iriam pra Senna. Daí que o Heptacampeonato do Alemão, provavelmente não aconteceria. Agora o que Ayrton Senna fez na Tolemam e na Lotus, o credenciaria a vencer sim, com um carro inferior. Mas não sei se o amigo já acompanhava na época. Daí que afirmações ao vento não levam a nada. Abs!

          Responder
  43. Oswaldo E. Aranha

    Marcilio Aguiar, obrigado pela dica; Paulo Moura já conheço e aprecio como também Rafael Rabello, que aliás tem um disco com Elizeth Cardoso de uma beleza estonteante. Abraços.

    Responder
  44. Rubens Leme

    Dalcim, vou deixar aqui dois links legais de rock setentista. O primeiro é um disco solo do Chris Squire, baixista do Yes. Rigorosamente há outro, de 2007, com temas natalinos, um negócio estranho, mesmo tendo vários músicos famosos. Mas esse, de 1975, é sensacional e foi feito quando a banda deu um tempo de quase três anos após a tour do Relayer.

    Esse disco traz um time sensacional de músicos, incluindo meu baterista favorito, Bill Bruford, ex-Yes e King Crimson. Para mim, ele e Carl Palmer são os mais ecléticos e técnicos que o rock já conheceram.

    https://www.youtube.com/watch?v=1_fbAfYPUWo

    O segundo é um dos melhores e mais famosos shows do Genesis, que virou bootleg – tenho o meu – de 1973, no Rainbow, promovendo o LP Selling England by the Pound, talvez o melhor da formação clássica. É só o som, não tem imagem, mas a qualidade de som é estupenda. Junto com Foxtrot são os meus dois favoritos do grupo, à frente de The Lamb Lies Down on Broadway e Nursery Cryme.

    Vale ressaltar o talento dos músicos e notar a técnica de Phil Collins, que é um baterista excepcional, mas que pouca gente se lembra por ter virado um astro pop.

    https://www.youtube.com/watch?v=VqTEake2qhw&t=149s

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      CHris Squire talvez seja o meu baixista predileto, ainda que seja difícil escolher entre ele, Jack Bruce e John Paul Jones.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Eu sempre achei o Yes, em termos técnicos, a banda mais talentosa daquela época. Um grupo que teve Steve Howe, Rick Wakeman, Alan White, Tony Kaye, além dos próprios Chris Squire e Bill Bruford em suas fileiras é para poucos.

        O problema deles eram os discos serem pastorais demais, bulcólicos. Rick Wakeman disse que as gravações de Tales from Topographic Oceans foram uma tortura porque Jon Anderson queria levar o grupo para o meio do mato, viver em cabanas com lampiões, gravar de noite, com geradores e a banda quase o espancou com a sugestão.

        Outra história legal é de um roadie americano, que conta que ficou chocado com o grupo quando teve que acompanhá-lo em uma tour. Acostumado com aqueles roqueiros que cheiravam todas, enchiam os quartos e hoteis de mulheres, quebravam o quarto, se deparou com uma banda que o aborrecia para saber que horas seria servido o chá e ficavam trancados no quarto, emburrados, enquanto Jon Anderson se perdia em seus esoterismos. O mais selvagem era o próprio Rick Wakeman, ainda assim bem soft pros padrões da época.

        Ainda assim, The Yes Album, Fragile e Close to the Edge são brilhantes. Até Tales from Topographic Oceans é muito bom se gosta de um bom disco para ouvir com fone de ouvidos. E esse solo do Chris Squire é muito bonito, extremamente musical, que sempre foi a marca do Yes.

        Responder
          1. Rubens Leme

            O Free é uyma banda muito legal e que fica no meio termo entre o r&b branco dos Stones e Faces com o hard-blues de Led e Purple. Paul Rodgers é um destes vocalistas que melhoraram com o tempo, embora fosse dispensável no Queen. E Andy eraum belo baixista nesta linha, sim, Dalcim.

          2. Rubens Leme

            E, para constar, para mim não tem nada de atrevimento. Música, cinema e livros são inteiramente pessoais, cada um que curta o que preferir. Eu acho o Free uma bela banda, assim como o começo do Bad Company, como o Faces e o Small Faces etc e tal. Adoro o começo da carreira do Rod Stewart, por exemplo, seus seis primeiros discos são obras-primas do rock. Como solista ele fazia mais sucesso do que com os Faces e muitas vezes o grupo participava dos disco solos dele.

            An Old Raincoat Won’t Ever Let You Down (ou The Rod Stewart Album), Gasoline Alley, Every Picture Tells a Story, Never a Dull Moment, Smiler, Atlantic Crossing e A Night on the Town são álbuns para se ouvir no talo, com um sorriso na cara e que levanta o moral ao fazer tarefas domésticas.

  45. Vitor Hugo

    Jean-Paul Satre e Simone de Beauviur devem estar se revirando em seus túmulos com a banalização do intelecto por pseudos-intelectuais…..

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Mais um ciumento.

      Cada um colhe o que planta, meu caro, mas veja que até fiz um comentário positivo a seu respeito mais abaixo.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      kkkkk

      Aquela ali foi “prakabá”, né Vitor? (rs)

      Mas vou repetir o que eu te disse abaixo:

      se você realmente postava antes como: Marquinhos, Renato, etc, qual o teu nome de verdade?

      Passe a postar com ele daqui para frente, ok?

      Abs.

      Responder
  46. Filipe Fernandes

    Periferia,

    Essa pequena frase (“O amor por um cão escandaliza as pessoas”) foi uma das inúmeras que marquei aqui no meu exemplar, tão marcante e verdadeira ela é. É quase impossível passar por ela sem notá-la, diante da beleza do vínculo entre Tereza e Karenin (e Tomas).

    Caro, gostei profundamente da sua percepção sobre a perda e o amor que este romance, ao fim, possibilita reconhecer.

    Um grande abraço, Periferia, e também o desejo de que você (e seus próximos) fique bem.

    Responder
  47. Gabi

    Jorge Pontual pergunta a LeilaSterenberg se ela iria ao espaço quando for uma opção de turismo. Gente, eu só quero ver meu marido, ir à praia, que fica aqui ao lado, abraçar meu amigos e família. Já tá ótimo.

    Responder
  48. Filipe Fernandes

    Caros Dalcim e pessoal do Blog, grandes apreciadores do tênis e da música, boa noite!

    No post passado, alguns ilustres participantes do Blog (os caros Oswaldo, Marcílio, Miguel, Rubens Leme, lEvI, Bruno Gama, Paulo Almeida) fizeram comentários muito interessantes sobre músicos e músicas de vários estilos, e, se me for permitido, gostaria de fazer um aqui sobre um grande cantor, de quem gosto muito.

    Também em 68 houve um outro acontecimento muito importante: o lançamento do disco de estreia de James Taylor, gravado pela Apple Records em Londres (sob a supervisão de ninguém menos que Paul McCartney, que apreciou as composições do então jovem músico de 20 anos).

    Ontem, o ótimo programa inglês Rock Legends, do Canal Bis, passou um episódio contando essa história e a trajetória de James até os dias atuais, pontuando toda sua obra e os altos e baixos da sua vida.

    Em certo momento, os jornalistas musicais do programa disseram que James Taylor, em meados dos anos 80, estava no pior momento da vida, numa fossa profunda devido a problemas pessoais, emocionais e atribulações na carreira.

    Mas, ao participar do Rock in Rio de 1985, ele veio a se deparar com um público de mais de trezentas mil pessoas a sua frente inteiramente entusiasmadas com sua música, e então percebeu o quanto ainda era admirado, o quanto ainda sua obra fazia bastante sentido para muitas pessoas. Foi uma guinada fundamental na carreira e, principalmente, na vida dele. E assim nasceu a belíssima canção “Only a Dream in Rio”, fazendo parte da constelação de outras belas canções suas. No mesmo ano em que, enfim, houve o fim da ditadura militar no Brasil (ainda que seus resquícios permaneçam claramente entre nós), ele iniciou uma nova etapa da sua história pessoal e artística a partir dessa experiência vivida aqui no país. Achei muito bacana o programa britânico dar grande destaque a esse fato ao contar a trajetória de vida desse grande artista.

    Alguém aqui do Blog esteve naquela apresentação, lá em 85? Se sim, certamente deve ter sido uma experiência igualmente inesquecível.

    Entre várias, tem uma versão muito bonita dessa canção de James em parceria com — novamente — ninguém menos que Milton Nascimento e Naná Vasconcelos no YouTube. Vale a pena ouvir. Como certa vez um amigo disse: às vezes, só a música salva. (Nesta tarde mesmo, estive, e estou ainda, na companhia de Peter Gabriel e Charlie Parker.)

    Um grande abraço a todos do Blog, que vocês estejam e possam ficar bem.

    Responder
    1. Rubens Leme

      Eu vi James Taylor, no antigo e saudoso Parque Antarctica em 1986, na turnê do LP That’s Why I’m Here, que tinha o mini hit brega “Only a Dream in Rio”. JT foi um dos maiores nomes do folk rock americano e fazia um som bittersweet (nome aliás de um hit dele), “agridoce” ou seja aquelas canções amargas e melancólicas cantadas de maneira suave e doce. Mal comparado poderíamos dizer que é uma prima distante da música caipira nossa, pois esta música dele tinha um lado country.

      Ele fez um par romântico dos mais famosos com Carly Simon, com quem foi casado de 1972 até 1983. Ótima lembrança.

      Responder
    2. Marcílio Aguiar

      Prezado Filipe. Eu tive a sorte de estar naquela noite do Rock In Rio (a única que fui até hoje). Apesar do no do evento, a variedade de gêneros naquele dia foi muto além do rock. Se não me engano, no mesmo dia também se apresentaram George Benson, Al Jarreau e Gilberto Gil, mas o Show de James Taylor foi inesquecível, uma verdadeira comunhão!

      Responder
    3. Paulo Almeida

      Filipe, o Rock in Rio de 1985 deve ter sido um dos melhores eventos já organizados no Brasil.

      Bom, não sou fã de James Taylor, mas sem dúvidas teria gostado de assistir a Iron Maiden no auge (turnê do Powerslave), Ozzy, Scorpions, Yes, Whitesnake, AC/DC e Queen.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pois é , P. Almeida. Sei que não foi de propósito o esquecimento da Banda de maior cachê do Festival ( U$ 600.000,00 ) . Eu tive a sorte e o prazer de ver duas noites mágicas . O QUEEN chegou a fazer chover. Disparado as melhores apresentações. Levou a galera ao êxtase na Cidade do ROCK !!! . Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Qual foi a banda?

          Desculpe, só citei as que me interessariam mais, apesar de nem ser muito fâ de Queen e AC/DC. E mesmo aquele Yes era meia-boca, bem longe do auge.

          Responder
  49. Marcílio Aguiar

    Oswaldo E. Aranha, na publicação anterior voce comentou sobre excelentes discos que ouviu recentemente. Caso não conheça e tenha interesse em ouvir, recomendo dois discos de 3 grandes músicos brasileiros que se foram, porém deixaram um legado extraordinário.

    1) Disco/CD Pedrinho de Vitor Assis Brasil – tem interpretações lindas com improvisos muito criativos de – “Nada será como antes”, “O cantador”, “It’s all right with me”, “Night and day”, ‘S wonderfull” e ” Penedo” ;

    2) CD Dois Irmãos com Paulo Moura e Rafael Rabello – são chorinhos e sambas, interpretados com maestria.

    Saudações.

    Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Rubens. obrigado pela dica. Estou ouvindo, mas confesso que não é fácil à primeira audição. Fazendo um comparativo, guardando-se as devidas proporções, é como se eu, que gosto de Beethoven, estivesse ouvindo agora John Cage kkkk.

        Responder
        1. Marcílio Aguiar

          Depois desse grupo o Mauro Senise foi integrar o “Cama de Gato” e Roberto Sion foi para o “Pau Brasil”, ambos excelentes.

          Responder
          1. Marcílio Aguiar

            Tens razão, me lembrou um pouco de um CD que tenho da Atlantic Jazz intitulado “The Avant-Garde” que traz Charles Mingus, John Coltrane e Ornette Coleman, entre outros.

    1. lEvI sIlvA

      Caros, Filipe e Marcílio, tudo bem por aí?
      Filipe, gostaria de agradecer a lembrança. Quando falei de Vânia Abreu, foi por conta de ter visto um pocket show dela no hoje inexistente Fnac Pinheiros (saudades!!!!). Sai dali com a certeza de ter descoberto uma excepcional cantora e de quebra, uma pessoa maravilhosa. Foi muitíssimo amistosa e agradável, durante toda a apresentação. Apesar da pequena estatura, (1,60m creio eu), de uma presença imensa, carismática e vibrante! Não tive dúvidas, comprei Seio da Bahia, seu melhor álbum até hoje e outros que vieram.
      Sobre James Taylor, gosto muito de várias canções.
      Essa que cita, ” Only Dream a Rio”, é de uma alegria fantástica. Expressa toda a satisfação que James sentiu ao participar do Rock in Rio. Não duvido, talvez estivesse se sentindo meio perdido antes de entrar no palco. Mas depois de fazer, sua vida tomou outro rumo. Sempre bom saber de detalhes e histórias tão positivas! Melhor ainda, saber que nossa alegria e entusiasmo, tiveram saldo tão edificante na vida de alguém.

      **********”

      Marcílio, gosto de muita coisa que fala sobre música, apesar de eu mesmo não ser tão eclético assim.
      Faltou um nome pra indicar. Claro, talvez já conheça e de longa data.
      Rosa Passos é uma cantora de muita alegria e voz inconfundível. Tenho alguns cds dela e vale cada centavo que paguei. Vale conferir, e dar atenção as poesias em forma de letra, assim como as belíssimas melodias que cria.
      Falou que gosta de New Age e citou Mike Oldfield, do qual também gosto e sou fã. Saiba que, alguns álbuns dele foram remasterizados e relançados em formato duplo com faixas extras.
      (Crises, Islands, QE2… entre outros) Vale conferir e baixar se for o caso.
      Falam muito de Enya também, mas sou mais Loreena McKennitt (The Visita, Book Of Dreams etc)

      Grande abraço e cuidem-se!

      Responder
      1. Marcílio Aguiar

        Levi obrigado pelas dicas.As cantoras que voce citou são ótimas, aliás, não só na MPB como na música em geral, eu tenho uma predileção pelas cantoras. Acho que eu tenho esse esse CD “The Visit” da Loreena kkk. Não ouço há muito tempo, mas tenho algumas faixa em um ipod que levo no carro.

        Responder
        1. Marcílio Aguiar

          Levi, nos anos 1980 também andei envolvido com o minimalismo de Philip Glass, depois de assistir ao filme Koyaanisqatsi, de cuja trilha sonora eu tenho um bolachão. Também tenho outro que gosto muito chamado Glassworks. Saudações.

          Responder
  50. Gabi

    Filipe Fernandes,

    muito bom saber que se divertiu ontem viajando no tempo, torcendo de novo e vibrando com o muito espetacular Romulo Mendonça, o mensageiro do caos.

    Confesso que não vi o jogo até o final (perdi justamente o último quarto)… Mas agora que vc me falou o que acontece, vou atrás.

    Muito obrigada pela indicação do clássico para o sabadão. Imperdível mesmo!! Já vou reservar meu lugar no sofá rsrs.

    Vc já viu o especial “Celtics x Lakers: Best of Enemies” da ESPN? É uma maratona de cinco horas sobre a rivalidade de dois dos maiores times da NBA.
    O documentário dirigido por Jim Podhoretz, que teve a grande sacada de colocar como narradores dois torcedores famosos dos times. O ator Donnie Wahlberg representando o Celtics e o rapper Ice Cube defendendo os Lakers. Uma curiosidade, o fã mais popular e onipresente nas imagens de arquivo é Jack Nicholson, seguidor dos Lakers. Mas seria pedir demais que ele narrasse essa história tão emocionante.

    O filme fala de estratégia, disciplina, sensibilidade, garra. Do amor pelo basquete, da fidelidade por um time, da evolução do jogo, da relação entre o esporte e a sociedade americana. Mostra como a NBA se transformou num negócio sólido, atraindo o interesse milionário da publicidade, tornando seus atletas astros mesmo fora da quadra, como aconteceu com Larry Bird, Magic Johnson e tantos outros.

    Há também uma discussão sobre racismo no esporte. Naquela época, 75% dos jogadores eram negros, mas a mesma porcentagem dos Celtics era branca, incluindo a sua maior estrela. Houve quem contestasse que os dirigentes formavam o time para agradar a maioria branca de fãs. Mas quem não gostaria de ter Larry, McHale, Walton em seu time?

    Para terminar este comentário rs, verdade, o filme que vc mencionou têm cenas muito engraçadas mesmo. Faz muito tempo que vi, então não lembro direito, mas a da kiss cam é de rir muito, assim como a dela cantando “you’re so Ben”. Gosto mais da Kate do que do Mathew mas até que os dois juntos ficou legal.

    Muito bom final de semana para vc e tua família. É sempre muito bom conversar com vc!!

    Responder
    1. Filipe Fernandes

      Gabi,

      Mais uma vez agradeço pela gentileza da sugestão, vou me atentar à programação da ESPN na esperança de eles passarem novamente este documentário desde o início, de maneira integral. A sua descrição minuciosa aguçou outra vez a minha curiosidade, pois, para além do basquete, das bem-vindas virtudes que esse esporte estimula e propicia e da rivalidade entre essas duas grandes equipes, o caso dos Celtics que você pontuou talvez nos leve a refletir a fundo sobre o impacto dos Direitos Civis daquela época na sociedade americana.

      Esse filme é um dos meus preferidos na comédia, e ela cantando “You’re so Ben” é muito engraçado mesmo. Os dois fizeram uma parceria muito cômica, rs.

      Também gosto muito de conversar com você aqui, Gabi, sempre aprendo e reflito com seus comentários. Um grande abraço e aproveite bem o fim de semana.

      Responder
    2. periferia

      Olá Gabi.

      Lembrei do filme do Spike Lee….Homens Brancos Não Sabem Enterrar.
      Não conhecia esse lado irlandês seu no basquete.

      Abs

      Responder
      1. Gabi

        Acredita que hj mesmo esse filme passou no watchespn? Só que como era dublado, me recusei a rever (vc tem razão, nós que gostamos de esporte temos de assistir a esse filme). Aliás, não entendo como tem quem goste de ver filme dublado. Claro, respeito e admiro muito o trabalho dos dubladores, mas, pô, não dá…

        Responder
        1. periferia

          Olá… Gabi.

          Também não gosto da dublagem (com o som original e as legendas em português acabo aprendendo um “last go”…”ok babe”….(periferia poliglota).

          Sobre as pranchas peço desculpa…..esqueci de mencionar…..uso uma de cada vez…..rs ( o momento pede….sem tumultos…rs)

          Fique bem

          Responder
          1. lEvI sIlvA

            Gabi e periferia, tudo bem?
            Olha, devo confessar, sou avesso as novas dublagens. Elas realmente, deixam a desejar, e como deixam… Basta pensar por exemplo, num The Big Bang Theory, Friends, Fringe ou alguma série do tipo. Mas deve-se dar crédito a quem faz por merecer, as animações Disney em especial, e algumas outras tem se notabilizado por excelentes dublagens. Se quiser, pode fazer um teste. Pegar um filme novo da Pixar, um aos quais nunca tenhamos assistido, daí por pra escutar apenas o áudio em português… Feito isso, ouvir do começo ao fim. Depois, ver o filme na íntegra, imagem e som. Estou certo, a gente vai achar que tudo deveria ser exatamente daquele jeito que foi concebido!
            Há ainda, boas comédias antigas, que gosto de ver com dublagem clássica em português. Meu Primo Vinny, é uma delas. Está impagável o trabalho realizado nesse filme! Outras séries antigas como Agente 86, Guerra, Sombra e Água Fresca, A Feiticeira, Jeanie é Um Gênio e por aí vai.
            No mais, concordo sem qualquer ressalva com ambos.
            Saudações!

          2. Gabi

            Nem preciso fazer teste, vc falou tá falado rs.
            Não obstante o excelente trabalho dos dubladores, a quem admiro e respeito, honestamente, qdo o filme é dublado, eu passo reto…
            Aliás, canal só dublado, tipo HBO2, tb…

            Chata-mor, eu sei.

          3. Rafael

            Nem quero imaginar o Darth Vader falando com outra voz que não a do brilhante James-Earl Jones.

            Um boa porcentagem do divertimento em ver filmes não-brasileiros é justamente ouvir a voz do original dos artistas.

            Por exemplo, esses dias descobri a animação League of Justice – Dark e metade da minha diversão foi identificar de quem eram as vozes. A voz do Cyborg era do divertido Shemar Moore, de Criminal Minds e Swat!

            Isto posto, meu profundo respeito a Orlando Drummond, excelente profissional, dublador de Scooby-Doo e Vingador, entre outros tantos. Dava gosto ouvir a voz desse senhor.

    3. Marcílio Aguiar

      Não acompanho muito a NBA hoje, mas acompanhei bastante nos anos 80 e 90. O Celtics era meu time favorito e eu destaco a figura de Robert Parish (The Chief). São memoráveis as finais contra o Lakers nos anos 80 e depois veio a era do maior de todos, Jordan.

      Responder
  51. Gabi

    Muito bom saber que se divertiu ontem viajando no tempo, torcendo de novo e vibrando com o muito espetacular Romulo Mendonça, o mensageiro do caos.

    Confesso que não vi o jogo até o final (perdi justamente o último quarto)… Mas agora que vc me falou o que acontece, vou atrás.

    Muito obrigada pela indicação do clássico para o sabadão. Imperdível mesmo!! Já vou reservar meu lugar no sofá rsrs.

    Vc já viu o especial “Celtics x Lakers: Best of Enemies” da ESPN? É uma maratona de cinco horas sobre a rivalidade de dois dos maiores times da NBA.
    O documentário dirigido por Jim Podhoretz, que teve a grande sacada de colocar como narradores dois torcedores famosos dos times. O ator Donnie Wahlberg representando o Celtics e o rapper Ice Cube defendendo os Lakers. Uma curiosidade, o fã mais popular e onipresente nas imagens de arquivo é Jack Nicholson, seguidor dos Lakers. Mas seria pedir demais que ele narrasse essa história tão emocionante.

    O filme fala de estratégia, disciplina, sensibilidade, garra. Do amor pelo basquete, da fidelidade por um time, da evolução do jogo, da relação entre o esporte e a sociedade americana. Mostra como a NBA se transformou num negócio sólido, atraindo o interesse milionário da publicidade, tornando seus atletas astros mesmo fora da quadra, como aconteceu com Larry Bird, Magic Johnson e tantos outros.

    Há também uma discussão sobre racismo no esporte. Naquela época, 75% dos jogadores eram negros, mas a mesma porcentagem dos Celtics era branca, incluindo a sua maior estrela. Houve quem contestasse que os dirigentes formavam o time para agradar a maioria branca de fãs. Mas quem não gostaria de ter Larry, McHale, Walton em seu time?

    Para terminar este comentário rs, verdade, o filme que vc mencionou têm cenas muito engraçadas mesmo. Faz muito tempo que vi, então não lembro direito, mas a da kiss cam é de rir muito, assim como a dela cantando “you’re so Ben”. Gosto mais da Kate do que do Mathew mas até que os dois juntos ficou legal.

    Muito bom final de semana para vc e tua família. É sempre muito bom conversar com vc!!

    Responder
  52. DANILO AFONSO

    Nobres, em qual site ou provedor de streaming que eu posso assistir o filme BORG x MCENROE ?

    Eu estou “estudando” mais o tenis dos anos 70 e 80 e aumentou mais ainda a vontade de assistir o filme. Uma pena que nestas décadas não encontramos dados estatísticos consistentes e detalhados como nas últimas décadas.

    Responder
      1. DANILO AFONSO

        Opa !! Obrigado Rubens !!

        Sem problema. Eu tento assistir em inglês com a legenda apenas auxiliando quando não entendo.

        Aproveito a oportunidade para responder uma missão que você me passou dias atrás com a seguinte pergunta: “Quem mais comentou e quem teve mais replies, não apenas o autor, mas o comentário comentado, desde 2007 ?”

        Pesquisando por acaso alguns textos antigos que tenho do blog e os que ainda estão disponíveis neste site, a resposta a sua pergunta não poderia ser outra pessoa que não VOCÊ. Muitos postam comentários, mas a quantidade de comentários comentado das postagens ninguém chega perto dos seus números. Isso sem contar que você participante assíduo há anos. O leitor GOAT dos comentários…kkkk

        Responder
        1. Rubens Leme

          Eu? Refaça a matemática aí, Danilo, que deve ter erro! E pelo jeito que sou xingando hoje em dia, por causa da minhas opiniões políticas, só sou goat pra aqueles que querem cortar minha garganta como fazem com o pobre animal. Desconfio até que ganhei um stalkers virtuais e que adoram me xingar até quando nem posto…coisas da vida.

          As legendas de Borg e McEnroe são horríveis… parte português brasileiro, parte lusitana e uma maior parte via google translator, é de chorar o nível. Quando assisti, vi com legendas em inglês, aliás, me lembrou da trilogia Millenium, a original em sueco, que abaixei pela primeira vez apenas com legendas em inglês, porque as de português eram google translator de bêbado e a Lisbeth Salander virou Lili Salame. Aí não dava, simpatia!

          Mas gostei tanto dos fiimes que comprei os dvds e livros. Aliás, a viúva do escritor se ferrou quando ele morreu, porque não eram oficialmente casados e toda a fortuna foi pra a família do Stieg Larsson, com quem ele tinha brigado e detestava.

          Mas Goat eu não sou, não e passo “meu título” (não que ele precise, aliás) para o Rei dos Reis, o Bjorn Rune Borg.

          Esse sim foi goat. E ainda é.

          PS: e aí, Dalcim, cadê meu aumento? Tô merecendo, pelo jeito.

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            Não seja modesto nobre. Você é a “cabra” porque demonstra conhecimento em vários temas (música, livros, esporte, política e mundo). Até nas poucas vezes que você expôs assuntos polêmicos gerou picos de audiência aqui no blog…kkk

          2. Rubens Leme

            Foram tantos picos Danilo, que alguns pensam em usar um picador em mim como a Sharon Stone fez em Instinto Selvagem… rs

            Entro para me divertir e rir um pouco, porque a vida real está bem dura, com poucos motivos para tal. Aliás, em alguns dias é bem difícil sair da cama.

            Mas, problemas cada um tem os seus né?

          3. Heitor

            Danilo, o Rubens tem muito conhecimento e faz análises muito interessante sobre muitos assuntos, mas se tem uma coisa que o Rubens não é é modesto.

  53. Bruno Gama

    Quem sabe se o Federer andasse com um guru charlatão a tiracolo, compartilhasse teorias de conspiração e fizesse campanha contra vacinas, não teria nem metade do patrocínio que tem, ninguém quer associar a sua marca a um atleta que não tem os parafusos no lugar.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Mesmo eu não concordando com algumas posições do DJOKOVIC, a exemplo da vacina e água milagrosa, eu o admiro mais ainda por expor suas convicções sem se preocupar com o que a maioria pensa. É um atleta de personalidade forte, dentro e fora das quadras.

      Qual atleta teria coragem de se manifestar torcedor de um país que guerreou contra seu país natal por vários anos, resultando o conflito armado cerca de 20 mil mortos ???

      O sérvio foi taxado de traidor da pátria por alguns sérvios quando se manifestou torcedor da Croácia na Copa do Mundo.
      Ele diferentemente de outros atletas, não fica em cima do muro se esquivando de adentrar em assuntos polêmicos como alguns tenistas consagrados, mesmo que isso resulte menor verba publicitária.

      Tais declarações polêmicas provam que ele não é obstinado em ser apaixonado pelo público como o australiano Kyrgios falou. Ele já tem sua torcida fiel que cresce a todo ano, crescimento nitidamente refletido inclusive neste blog.

      Quando leio esse tipo de declaração amargurada do Bruno Gama, mais certeza eu tenho da grandeza do DJOKOVIC, pois demonstra que seus feitos tenísticos estão cada vez mais incomodando e assustando os “opositores”. Enquanto ele era um garotão, terceiro no ranking e imitando outras atletas, o sérvio era considerado por muitos um cara legal.

      Na temporada 2011 lembro de ler aqui inúmeras vezes alguns torcedores do Federer “gozando com o p. dos outros” quando o sérvio incrivelmente dominou o espanhol em todos os pisos. Tal curiosidade ocorria porque naquela altura o suíço era doutrinado pelo espanhol e o sérvio era a esperança de frear o principal rival na busca pelos principais recordes.

      Mas aí veios os anos seguintes, e aos poucos foram percebendo que aquela esperança divertida era na verdade a maior ameaça ao reinado do suíço, pois diferentemente do carrasco que fechava a porta principalmente na terra batida, o intruso tinha a ousadia e competência de aniquilar o suíço em seu habitat favorito, hard e grama.

      Desde 2014 que a hostilidade para com o sérvio vem aumentando consideravelmente. Em 2015 se intensificou por motivos óbvios, e o ápice veio após o aperto de mãos dos tenistas na final de Wimbledon 2019. O ódio e ressentimento de alguns com o sérvio atingiu níveis impressionantes para um esporte de “elite” como o tênis. Aqui no blog a coisa foi mais sutil porque sabem que não passariam pela moderação, mas nas redes sociais, youtube e sites, a coisa desandou.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Espero que nos próximos 5 anos o Bruno Gama apareça aqui no blog com o mesmo discurso, pois refletirá que o sérvio continua colecionando títulos relevantes e batendo recordes.

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Danilão, concordo com quase tudo que você escreveu e ainda acrescento que sempre admirei as entrevistas do sérvio, sempre muito sóbrio e inteligente. Seu carisma e jeito brincalhão também me cativam bastante.

        No entanto, não consigo tirar nada de positivo das posições do sérvio acerca de vacinas e de água poluída “curadora”. SInto uma baita de uma vergonha alheia, isso sim. Não sou gado do Djoko a ponto de cuspir na cara da ciência, que tanto respeito desde criança.

        Responder
      3. Bruno Gama

        “Qual atleta teria coragem de se manifestar torcedor de um país que guerreou contra seu país natal por vários anos, resultando o conflito armado cerca de 20 mil mortos ???”

        Alguém maluco.

        Responder
      4. Luiz Fabriciano

        Excelente Danilo. Só discordo de você no caso da água, kkk (por motivos que já expliquei no post que fez esse assunto nascer).
        Quando você mencionou o preocupação dos torcedores quando começaram a perceber no que havia se transformado o tenista sérvio, talvez não percebam ainda que há 10 anos ele se tornou o mais dominante nesse esporte.

        Responder
  54. Samuel

    Boa tarde, Dalcim

    Estão comemorando o fato de um tenista milionário ter ganho mais dinheiro que outros tenistas milionários.
    Imagine o alvoroço que os fãs deste tenista milionário farão se ele repetir o feito de Tiger Woods, que foi o atleta mais bem pago durante onze anos, dos quais dez anos em sequência (de 2002 a 2011 e 2013).
    Acredito que seria um feito infinitamente mais difícil de que alguém superar os feitos de Rafael Nadal em Roland Garros, para não dizer que seja impossível nesta altura da carreira deste tenista milionário.

    Samuel

    Responder
  55. Enoque

    Aproveitando que o esporte está sendo retomado no leste europeu além de Áustria, Alemanha (futebol), e outros países, acho que o circuito poderia começar a fazer o aquecimento inicial em Munique, transformando-o em ATP 500. E os organizadores ainda tem como se entender e montar uma programação lógica, com temporada de saibro (encurtada), pular a temporada de grama, temporada norte americana (encurtada), pular a gira asiática (evitar longas viagens) e terminar com Paris e Finals. Sugestão:
    Munique (saibro 500) 19/07
    Madri (saibro 1.000) 09/08
    Roma (saibro 1.000) 23/08
    RG (saibro Slam) 06/09
    Washington (dura 500) 27/09 (aquecimento)
    Canadá (dura 1.000) 11/10
    Cincinati (dura 1.000) 25/10
    US Open (dura Slam) 08/11 (em Indian Wells que é mais quente que NY)
    Paris (dura 1.000) 29/11 (quadra fechada)
    Finals (dura 1.500) 13/12 (quadra fechada)

    Responder
  56. Miguel BsB

    1968 foi um ano emblemático para a história do mundo, e um ano triste e fatídico para a história nacional, com a edição do Ato Institucional n 5 (AI 5), que “mandou às favas todos os escrúpulos de consciencia” e implantou a tirania no país. Era uma sexta feira 13.
    Enquanto grande parte do mundo ocidental bradava por mais liberdades, mais direitos, no embalo da contracultura hippie e do Rock n Roll, nós éramos definitivamente tolhidos das nossas liberdades…
    50 anos depois, quando pensávamos que havíamos por muito superado isso, a história teima em se repetir, como farsa, por declarações e atos do presidente da República saudoso de tempos ditatoriais e um filho dele, um moleque, que sempre viveu às custas do Estado, e,que, como disse o General Mourão, jamais serviu ao Exército e age como as antigas “vivandeiras de quartel, a bolinar com os granadeiros”…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      O presidente é o chefe da orcrim.

      Mas a prole também compõe uma turminha “da pesada”:

      Flávio 01, “Carlixo”, Bananinha e boneco Sinforoso…

      Responder
  57. Fabio

    Dalcim, vc é CEO de uma grande empresa e tem uma verba para investir no patrocínio de um tenista profissional.
    Entre Thiago Monteiro, Thiago Wild, Bia Haddad e Luisa Stefani, em qual ordem vc investiria e porque?

    Parabéns pelo seu blog

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Preciso saber qual é o ramo da minha empresa e portanto qual a finalidade do patrocínio. Patrocinar um atleta não é doação, é negócio, Fábio. Mas suponho que você esteja se referindo ao potencial dos quatro jogadores mencionados, então eu optaria sucessivamente por Wild, Bia, Monteiro e Stefani.

      Responder
      1. Fabio

        Sim sim, eu sei que não é uma doação.

        Os benefícios (ou isenções de impostos acredito) variam de acordo com o ramo da empresa, certo? Saberia explicar resumidamente como funciona?

        Abraços, Fabio

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          A Lei de Incentivo não permite abatimento no patrocínio de atletas, apenas de competições esportivas. E o solicitante não pode ser uma empresa, mas uma ONG. Essas ONGs entram com pedido de incentivo e, se aprovados, vão atrás das empresas patrocinadoras, que poderão abater o valor do patrocínio de seu imposto devido.

          Responder
  58. Vitor Hugo

    Dalcim,

    Vi que vc não liberou meu comentário das 20:38. Apesar de não ter nada a ver com o post, achei algo curioso e bem interessante. Não é nada provocativo ou ofensivo a qualquer tenista ou participante.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Exatamente por isso, Vitor. Não tinha nada a ver co o post. Então dei preferência aos que tinham antes de voltar ao interminável debate do Big 3.

      Responder
  59. Marcelo-Jacacity

    Excelente texto. Puxa, por apenas cinco votos! “Em 1959, Wimbledon quis liberar para os profissionais, mas a Federação Internacional desautorizou por apenas cinco votos contrários.”
    Interessantes detalhes históricos.

    Responder
  60. Vitor Hugo

    Apesar de ser o tenista com maior número de títulos importantes nos últimos anos, Novak recebe em patrocínios um pouco menos que Nadal e muito menos que Federer.
    Aliás Roger recebe 8 ou 9 vezes mais em patrocínio que Nole e 7 vezes mais que Nadal. Diferença abismal! Por que será?

    Responder
    1. Jonas

      Mais uma vez tentando diminuir o sérvio, novidade.

      Bom, é fato que Federer veio muito antes de Djokovic. Salvo engano, em 2003 (primeiro Slam de Federer) , Djoko se tornou profissional.

      Fora que o sérvio foi coadjuvante da dupla Fedal entre 2003-2010. É muito tempo. Lembro que, quando ele quebrou essa hegemonia lá atrás, não foi bem aceito pelas torcidas rivais.

      É totalmente normal que Nadal e Federer tenham uma relevância maior que Novak neste quesito que você citou.

      Alguns vão citar estilo de jogo. A meu ver, isso pode ser um diferencial. No entanto, reparem que Federer e Nadal tem estilos completamente opostos. Ainda sim, Nadal tem enorme relevância, sem falar em torcida, não é mesmo?

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Não quis diminuir o sérvio. Mas acho estranho ele e Nadal receberem muito menos que Roger de patrocínio.
        São os três maiores vencedores de slam de todos os tempos e contemporâneos. Não sabia que era tanta diferença assim, principalmente se levarmos em conta que o Novak e Rafa tem vencido mais que o suíço nos últimos anos.

        Responder
          1. Vitor Hugo

            Mas o que vc escreveu não justifica o sérvio receber 9 vezes menos que Roger, ou Justifica? Novak é número um quase todos os anos desde 2011. Não é a torcida que mais cresce no mundo? Rs

          2. Jonas

            Putz, agora que vi sua resposta rs.

            Cara, acho que Roger tem uma enorme torcida consolidada há muito mais tempo que o Djokovic.

            É óbvio que a torcida do sérvio cresceu absurdamente de 2011 pra cá. Mas ainda sim, eu não espero que a torcida de Federer ou Nadal mude sua forma de pensar ou simplesmente migre para a do Djoko.

            O Djokovic é como um “intruso”. Até 2010 ele era visto igual o Murray. Na minha opinião, no quesito torcida, é praticamente impossível o Djoko superar Nadal ou Federer, e isso influencia diretamente na imagem e patrocínios.

      2. Rodrigo S. Cruz

        Ô hipocrisia, viu.

        Justo você que passa a vida tentando diminuir o Federer aqui… (rs)

        O Vitor não pode escrever nem um dado oficial que você e a “tropa de choque” tenta tolher a liberdade de expressão dele.

        Que coisa doentia…

        Responder
        1. Jonas

          Quanto ao Fed, não acho ele um bagre, ou limitado tecnicamente como vc já se referiu ao Djokovic. Apenas aponto os fatos aqui, enquanto vcs vêm com as desculpas.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Bagre?

            Eu nem uso essa palavra aqui, ô Pinocchio.

            Disse sim e sustento que o jogo dele é feio – mais físico do que técnico.

            Se eu já fico puto quando chamam o Roddick de bagre, como vou dizer isso do sérvio?

            Claro que a depender do contexto, escrevo sim coisas desairosas sobre o Novak.

            Mas sempre em resposta ao que vocês previamente fazem.

          2. Jonas

            Pois então, ninguém aqui precisa agir igual um santo. Você também já atribuiu apelidos então não tem moral pra cobrar.

      1. Vitor Hugo

        Sou multi-homem mesmo! Lavo, passo, cozinho, trabalho, pago minhas contas…… Toco violão, faço exercícios, aprendendo a surfar…. As mulheres adoram! 😉

        Responder
          1. Vitor Hugo

            Não posso responder todas as questões, mas tenho certeza que as mulheres gostam de um cara que saiba cozinhar ao invés de toda hora recorrer ao ifood, e que as vezes faça algo romântico, lave a louça, toque violão e saiba cantar, abra a porta do carro, pegue no colo, além de ser trabalhador, responsável, cuide da saúde . Claro, se possível, gostar de tênis também! Algumas coisas ficam em segredo… rs

          2. Gabi

            Pode ter parecido sarcasmo mas foi sério qdo eu disse que vc respondeu o que as mulheres querem.
            Claro, umas mais, outras menos, mas, no geral, é isso mesmo…
            Eu ainda acrescentaria ser uma pessoa com caráter, íntegra, decente, bem humorada, bem resolvida, que cultive afinidades intelectuais, emocionais, esportivas, gastronômicas e, tb, mas não menos importante, com quem tenhamos química sexual…

  61. Paulo Almeida

    Nadal melhorou muito tecnicamente a partir de 2008, se tornando um jogador superior à sua versão “feto” e limitada do saibro até 2007. Viveu seu auge em 2010 e só não repetiu o feito em 2011 porque apareceu um tal de Djokovic para batê-lo em 7 finais seguidas. Entre 2012 e 2014 aí sim ele conseguiu fazer frente ao GOAT reinventando seu jogo, como já disse. Um dos jogos mais esperados da história que nunca aconteceu foi justamente a final de RG 2011, estragada pelo Federer, que pra variar foi apenas cumprir tabela. Uma pena, o sérvio tinha tudo para levantar sua primeira Taça dos Mosqueteiros naquela oportunidade.

    O Thiem de hoje (26) joga o mesmo nível de tênis do Djokovic atual (33) no saibro. No ano passado venceu o sérvio no detalhe em RG, lembrando que aquele furacão em Paris prejudicou demais o confronto. Já em Madrid, o sérvio venceu em sets diretos num jogaço. Nadal ainda é superior aos dois, óbvio, mas ainda está pra nascer um rival mais duro para o espanhol na terra batida do que seu maior rival DjokoGOAT.

    Responder
    1. Rafael

      Mais uma interrupção do meu auto exílio:

      P. Almeida, percebo que vc conhece muito sobre tênis, Pelo menos sobre as épocas em que vc costuma comentar. Também tem opiniões bem embasadas sobre política, um belo gosto musical, etc. e deve ter conhecimentos em várias outras áreas que não tem oportunidade de expor por aqui. Quando leio seus comentários, até as respostas às provocações, lembro do Chetnik, que sumiu sem nunca revelar a origem de seu conhecimento do leste europeu – eu estava curioso.

      O que quero dizer é que na minha opinião vc é uma pessoa de nível intelectual diferenciado. Assim, surpreende-me o fato de vc gastar seu tempo e neurônios para alimentar discussões com o troll do blog, na medida em que, ao fazê-lo, apesar de jantá-lo seguidamente (a diferença na capacidade de argumentação é gritante) , vc dá margem para a repetição de tópicos ad eternum, com inúmeras trocas de comentários em cada post, em TODOS os tópicos que o Dalcim propõe. Para quem se fartou de participar ou ler ou já tem opinião formada, isso fica chato e cansativo.

      Vc pode dizer que não me perguntou nada e que está c** e and*** pra minha opinião, que vc escreve o que quiser e q se eu não quiser ler que não leia, mas acredite: sempre acompanho seus comentários na esperança de ler algo diferenciado, porque sei qual laranja dá suco. Por isso vim aqui me arriscar a tomar uma invertida.

      Como diz minha espanhola mãe, sobre o que se pode (ou não) esperar das pessoas: “Donde no hay cu no se puede cagar”.

      Obviamente, não é o seu caso. Vc tem como ser muito mais interessante do que está sendo.

      Abraços, espero que não leve a mal minha crítica. A intenção, pelo menos, é completamente construtiva.

      Responder
      1. Heitor

        Eu tb vejo a capacidade de argumentação do Paulo Almeida infinitamente maior do que a do Rodrigo, por ex.
        Mas, Rafael, cada um escolhe as brigas em que entrar.
        Eu aqui agradeço porque aprendo a cada intervenção dele.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois fico muito contente, 01

          (Mauro é o fake 02)

          E quero que continuem postando sempre que o citado está ANOS-LUZ de mim.

          Pois só desse modo saberei que tenho motivos para me orgulhar.

          Tão somente não me compare ao citado, ok?

          Porque aí sim vou considerar um insulto…

          Abs.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Cara, não fique com ciúmes.

            Eu não demandei nenhuma espécie de elogio ou reconhecimento. Tanto o Rafael quanto o Heitor postaram o que pensam por livre e espontânea vontade.

        2. Jonas

          Puxa, dessa vez não vi provocação no comentário do Paulo.

          Ele tem razão em relação ao Nadal. Quanto ao Thiem, eu vejo de forma um pouco diferente. O austríaco parece ter um jogo, hoje, mais adequado ao saibro de Rg do que Novak. Porém, o sérvio já jogou mais tênis ali, com certeza.

          Responder
          1. Rafael

            Olá, Jonas.

            Eu apenas escolhi um post do Paulo para escrever abaixo, não foi pq necessariamente nesse post ele tivesse feito uma provocação.

            Abs

      2. Paulo Almeida

        Você assumiu um risco certo, Rafael.

        De fato eu acabo gastando meu tempo em discussões infrutíferas, mais guiado pelo lado emocional do que pelo racional. Vai entender a mente humana, ainda mais de torcedor, né? Rs.

        Entretanto, mesmo o Vitor Hugo deu uma melhorada nos últimos dias. Vou tentar fazer a minha parte também, na medida do possível.

        Abraços!

        Responder
      3. Rafael Azevedo

        Eu entendo que essa discussão repetitiva, as vezes, cansa. Mas, se você olhar mais descontraído, é divertido.
        Eu acredito que o Paulo Almeida faz isso mais como um entretenimento, mesmo, do que como uma tentativa desesperada de convencer alguém.
        É como se fosse um jogo de argumentações.
        Eu acho legal.

        Responder
        1. Rafael

          Olá, Rafael A.

          “…antes de voltar ao interminável debate do Big 3.” – Dalcim

          É isso que quero dizer, e penso da mesma forma. Mas se sou voto vencido, aceito numa boa.

          Abs

          Responder
      4. Gildokson

        Agora eu fiquei curioso pra saber pq o Vitor Hugo é um troll e o Paulo Almeida é um poço de intelectualidade?
        Vejamos, ambos são fãs incondicionais de seus respectivos tenistas prediletos, ambos tiram onda (eu particularmente sempre levo pro lado bem humorado da coisa) dos seus rivais comparando dados como h2h, golpes, títulos e que mais der pra citar, ambos só falam sobre isso em todos os post (assim como grande parte de nós) Então pq será que o admirador do Federer é um troll e o do Djokovic não é?
        Obs. Deixando bem claro que adoro ler os comentários de todos no blog, inclusive os cruéis e impiedosos sarros que o Paulo Almeida tira de nós federistas, mas acho injusto esse julgamento apenas para o lado do Vitor.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois é.

          Opiniões variam…

          Mas vamos colocar os pingos nos i’s.

          Acho que ambos contribuem sim quando estão dispostos a isso.

          Claro que não acho o Almeida mais intelectual do que o Vitor coisa nenhuma! (rs)

          Ele também não entende mais de tênis, isso também está longe de ser verdade…

          E nesse ponto, realmente houve exagero por parte do Rafael.

          Agora, quanto a você Vitor, não me leve a mal, mas:

          pombas, cara!

          Já passou da hora de você vir á público, se desculpar por usar nicks diferentes antes, e passar a postar com teu nome real.

          Acho que muitos vão te enxergar diferente depois que você fizer isso.

          Se até pro Almeida houve redenção aqui, quanto mais para você que nunca vi ofendendo ninguém…

          Abs.

          Responder
          1. Rafael

            Rodrigo, meu caro

            Parece-me que vc também se apressou na leitura de meu comentário, Mas não foi só você.

            1 – Em nenhum momento disse que o Almeida é um intelectual, nem muito menos que é mais intelectual que esse ou aquele (até pq essa diferenciação não existe) . Intelectual é Noam Chomsky, por exemplo (pelo menos assim dizem sobre ele). O que disse foi que o Almeida, na minha opinião, tem uma capacidade intelectual diferenciada, ou seja, é mais inteligente do que a média. E reitero.

            2 – Em nenhum momento disse que um entende mais de tênis do que o outro, O que eu disse é que o Paulo entende muito de tênis dentro do que expõe, e reitero. Não fiz nenhuma análise nesse sentido sobre o outro rapaz. Até acredito que o outro rapaz pudesse contribuir mais para o blog e expor seus conhecimentos, se saísse da sua restrita bolha de comentários: 1 – depreciativos sobre o jogo de um jogador\desabonadores sobre a honestidade do mesmo, 2 – sobre o quanto seu tenista é vencedor de títulos de Miss Simpatia, 3 – sobre comparações de golpes, 4 – desfazendo dos comentários dos participantes do blog em favor de comentários favoráveis ao seu tenista de ex-jogadores, etc, como se fôssemos um bando de leigos (eu sou, mas tem muita gente que entende e muito por aqui) e se dispusesse realmente a comentar sobre tênis.

            3 – O que eu efetivamente disse é que, na minha opinião, nos embates entre os dois, o Paulo leva vantagem com grande folga, porque tem grande capacidade argumentativa e uma variedade invejável de recursos de escrita.

            Você tem todo o direito de continuar discordando, mas peço que discorde apenas daquilo que eu efetivamente disse,

            Grande abraço.

        2. Rafael

          Gildokson,

          É uma questão de opinião. Por exemplo, eu demorei um tempo pra aceitar a maneira como o Sérgio Ribeiro escreve. Até me estranhei com ele em nossas primeiras interações. Depois entendi que ele é uma verdadeira enciclopédia sobre tênis, e passei a tê-lo como um professor. Como todos sabem, o Ribeiro é admirador de Federer. Mas é um Roberto Avallone do tênis, é impressionante.

          Um troll pode ser alguém de qualquer torcida. Quais são as características de um troll?

          – clamar por atenção;
          – ser aquele que sempre inicia a discussão, para atrair respostas, não importando que sejam críticas ou elogios;
          – utilizar “argumentos” rasos e infantis, extrapolar para fora da quadra e fazer alusão a itens subjetivos, como “a cor do sapato que meu tenista veste é mais bonita do que a do seu”, “tiraram o chapéu pro meu tenista no programa do Raul Gil”, “meu tenista ganha mais dinheiro do que o seu”, “iniciar tópicos repetidos ad nauseam como os de comparações de golpes… Quem aqui não sabe que o smash do Djoko é ruim, se ATÉ ELE faz piada disso nas entrevistas?

          O Paulo não clama por atenção. Ele responde às provocações. Logicamente, também faz as suas, Concorde-se ou não, o Paulo quer provar que o Djoko é o melhor tenista da década que ele chama de a mais difícil da história do tênis e, com isso, é o tal do Goat. Pinça anos-chave para elaborar seu argumento, fala sobre vitórias, derrotas, torneios, não costuma atribuir uma derrota do Djoko à intolerância ao glúten como o outro faz com a mononucleose, idade, etc. Claro, tem o lado folclórico de dar “peso” aos slams, dizer que um é mais parrudo do que outro, etc.

          Na pasta em que houve a tal catarse coletiva, onde se falou de tudo um pouco, todo mundo assustado com o vírus, a quarentena, a política, a economia, vi um lado diferente do outro rapaz. Infelizmente, durou pouco,

          Concluindo, do que vi, e reiterando que é minha opinião, independente de torcida, o Almeida expressa melhor suas ideias de modo a defender as teses em que acredita. É mais claro, lida melhor com a construção de frases, leva a narrativa para onde quer, dialoga bem com a fina ironia e sarcasmo – o que é muito difícil sem parecer agressivo… Acredito que meu erro foi esquecer que a audiência do blog tem uma porção rotativa, e que essas discussões que para mim são repetitivas vão sempre ser novas para alguém. Nesse caso, meu papel é me recolher e aceitar. Até pq leio o blog há muito mais tempo do que comento, e não tenho muito o que dizer além do que o pessoal já coloca por aqui. Novamente, se sou voto vencido, vou pegar meu banquinho e sair de mansinho.

          É isso.

          Responder
          1. Rafael

            PS: faltou uma coisa, caro Gildokson: afirmar, sem provas, que o Djoko está envolvido com apostas ilegais e que faz uso de doping, tecnológico ou não, pra mim nem é um argumento fraco, É sujeira mesmo. Ética é um assunto muito caro a mim. Se e quando eu descobrir que Djoko esteve realmente envolvido em qualquer uma dessas práticas, deixarei imediatamente de torcer para ele e sentirei vergonha de ter passado tantos anos sendo feito de trouxa.

          2. Paulo F.

            O problema do Sérgio Ribeiro é a tentativa de diminuir a opinião de qualquer um que conteste Roger Federer ou quem não o bajule.
            Como se o suíço não pudesse ser contestado ou a obrigação que ele tenta impor de que Federer deva ser bajulado.
            Que ele sabe muito de tênis, isso é ponto pacífico.

  62. Marcílio Aguiar

    É sempre bom conhecer a história e o fatos marcantes de uma época. 1968 foi um ano histórico para o tênis e para o mundo, como bem lembrou o Danilo Afonso.

    Responder
  63. Vitor Hugo

    Como o assunto do post é política também, gostaria de dizer uma coisa. Peço licença, Dalcim.

    Eu não sou simpatizante do presidente e acho ele péssimo em quase todos os sentidos. Mas também não tenho simpatia por boa parte dos ministro do STF, entre eles Ricardo L, Gilmar Mendes, Rosa Weber, MC Mello e Dias Toffoli, todos quase sempre contra a vontade da população.
    Mas sabe o que é curioso? O ministro Gilmar Mendes está sempre mandando soltar um bandido do colarinho branco ou algum empresário poderoso envolvido em corrupção. No Supremo é sempre por sorteio, mas quando é político ou empresário do ‘esquema’, sempre cai no colo dele. Quando prendem, ele manda soltar imediatamente. Deve ser o ministro recordista mundial em solturas de bandidos ou em velocidade que os coloca na rua. E depois vinha com aquela arrogância dizendo que estava cumprindo as leis e se lixando pra opinião pública.
    Pois bem, agora ele está bem escondidinho, quietinho, longe dos holofotes. Quando é pra ser relator de fake news, interferência na polícia Federal e etc, o sorteio não é GENEROSO com ele. Sempre cai no colo de outros. Com o governo recheado de militares, deve dar até dor de barriga no ministro ser protagonista de alguma coisa que vá contra os interesses do governo…
    Desculpem minha ignorância juridica ou se escrevi alguma coisa errada sobre relatoria ou sorteio.
    Mas é curioso, não?

    Responder
    1. Marcílio Aguiar

      Não tenho conhecimento jurídico para discutir processos ou decisões judiciais, mas entendo que nenhum juiz deve pautar suas decisões “ouvindo a opinião pública”, até porque sabemos que esta é totalmente manipulável e muda ao sabor dos ventos. Jesus foi condenado pela opinião pública, porque o juiz lavou mãos. O juiz deve decidir conforme a Lei. Caso não o faça, ai sim, deve ser criticado e se a lei não serve mais à sociedade, então que seja mudada. Um profissional de qualquer área (médico, engenheiro, contador etc.) estuda para trabalhar seguindo as boas práticas da sua profissão ou para dar ouvidos a palpiteiros que na maioria das vezes não entendem do assunto e estão defendendo seus interesses?

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Sim, um juiz é profissional, precisa agir de arcodo com a lei. Mas a lei é dúbia, dá margem pra várias interpretações.
        No caso do juiz citado por mim, ele manda soltar todo mundo mesmo! Incluindo um empresário do qual ele foi padrinho de casamento da filha e que estava cheio de euros fugindo para o exterior. Foi pego com em flagrante dando no pé e mesmo assim solto logo logo.
        Não sou só eu que estou falando que ele manda soltar todo mundo, mas tbm seus próprios colegas do ministério e judiciário, então faz todo sentido o que eu escrevi.
        Quando a coisa é tão óbvia só sendo muito ingênuo mesmo!

        Responder
        1. Marcílio Aguiar

          Meu caro, eu não sou ingênuo. O que eu não concordo é com essa de que juiz tem que seguir a vontade da população/opinião pública. Sei que as decisões do citado Ministro do Supremo são causadoras de polemicas no meio dos que conhecem o métier e não estou negando isso . Como voce bem disse, algumas leis permitem interpretações dúbias, então qualquer decisão que se enquadre nessa dubiedade é válida e não necessariamente tem que seguir a opinião popular. Pelo pouco que sei das leis, a unica situação em que o Juiz tem que acatar a vontade do “povo” é no Tribunal do Juri, porque assim a Lei determina. Saudações.

          Responder
          1. Vitor Hugo

            Me desculpe, Marcelo. Não quis te ofender. Mas existem várias pessoas ingênuas por aí que não conseguem enxergar mais que um metro quadrado.

            Abs

          2. Marcílio Aguiar

            Prezado Vitor, não foi possível responder abaixo, respondo aqui. Desculpas aceitas, até porque chamar alguém de ingênuo não deve ser considerado como ofensa, diante de tanta barbaridade que as pessoas dizem às outras hoje em dia, não é mesmo? O importante é que trocamos idéias em bom nível, cada um usando seus argumentos. Saudações.

          3. Rogerio R Silva

            Ninguém disse que vc é ingênuo.
            Todos sabemos como tem que agir um profissional.
            Não entendo é sua defesa do Gilmar Mendes.
            Um par dele foi o mais sincero possível,você lembra?

          4. Marcílio Aguiar

            Prezado Rogério R Silva, por mim daria por encerrado esse assunto, até porque não é o foco do Blog e eu já escrevi demais sobre. Quando Vitor Hugo, cavalheirescamente, pediu desculpas por algo que nem considero uma ofensa, apenas um julgamento talvez equivocado, resolvi retribuir-lhe a gentileza e encerrar. Peço licença ao Dalcim para a última intervenção no tema.

            Como você disse que ninguém me chamou de ingênuo e, de fato, posso ter interpretado erroneamente, também pode estar acontecendo o mesmo quando você afirma que “não entende a minha defesa de Gilmar Mendes”. Eu lhe digo que também não entendo, simplesmente porque não estou defendendo ele e nem um outro juiz de qualquer instância. Já estou muito vivido para me apegar a defesas ou ligações incondicionais a figuras públicas. Mais cedo ou mais tarde elas terão atitudes que causarão decepções. O ponto central que enfoquei e reafirmo é que me incomoda profundamente a máxima que tem sido propagada de uns tempos para cá: “a justiça tem que ouvir as ruas”. Isso não é justiça, porque a opinião pública é altamente manipulável e volúvel. Só para citar um exemplo que me recordo vagamente: O ministro Joaquim Barbosa fez um trabalho irrepreensível na condução dos julgamentos do mensalão, por isso foi justamente aclamado pela maioria dos brasileiros, ou seja, a opinião pública. Passado algum tempo ele, quando não era mais ministro do supremo, emitiu uma opinião sobre um determinado assunto que não estava de acordo com o pensamento da maioria. Imediatamente passou a ser execrado nas redes sociais por muitos daqueles que o aclamavam anteriormente. Espero que tenha ficado claro, mas se não ficou não tenho mais argumentos para apresentar e ficarei tranquilo porque me esforcei ao máximo. Saudações.

        2. Luiz Fabriciano

          Vitor, a lei não é dúbia. É clara.
          A interpretação é que gera dúvidas, especialmente quando feita por quem não tem familiaridade com as mesmas.
          Nenhum juiz deveria se deixar influenciar por pressões populares. O símbolo da justiça é um ser de olhos vendados.
          Bom domingo.

          Responder
          1. Rafael

            Marcílio,

            Ótimo exemplo. O que se observou com o Joaquim Barbosa, que passou de amado para odiado da noite para o dia, me deixou perplexo.

    2. periferia

      Olá Vitor

      O grande problema é a exposição……nos EUA….vc não tem a figura do juiz “celebridade”.
      Aqui no Brasil em nome da transparência passamos do limite …..se coloca 11 juízes ao vivo …..com isso a vaidade aflora.
      Aqui chamamos o Gilmar Mendes de João Plenário (ele parece com o personagem).
      Mas todas as suas decisões é baseada na lei (dura Lex …sed lex…..a lei é dura …mas é a lei).
      Podemos não gostar…..acharmos injusta….mas precisamos de Gilmares ….como precisamos de Barrosos (O contraditório é o que equilibra a balança da lei) .

      Abs

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Periferia,

        Um dos problemas para a escolha de um juiz para a vaga no supremo é a sabatina. O juiz indicado é sabatinado pelos senadores, mas geralmente é algo leve, sem pressão, o juiz não precisa mostrar tanto seu conhecimento jurídico.
        Nos E.U.A, por exemplo, tem muitos candidatos a uma vaga no supremo que desistem durante o processo. Não aguentam a pressão. Quando o juiz é sabatinado por lá tem que mostrar toda sua imparcialidade e conhecimento jurídico. Os senadores sugam até a alma do magistrado. O processo é bem mais longo e arduo…
        Outros problemas que eu vejo para uma vaga no supremo aqui é a indicação política, pois acho que deveria ser uma escolha dos juízes federais ou outros, não do presidente.
        O ministro do supremo também deveria ter um mandato limitado. Tipo 5 anos sem reeleição. Tem juiz aqui que está a mais de 20 anos no cargo. Um absurdo!

        Abs

        Responder
        1. periferia

          Olá Vitor

          Nos EUA o juiz também é uma indicação política.
          Hoje na corte de lá temos :
          2 do Clinton
          2 do Bush filho
          2 do Obama
          2 do Trump
          1 do Bush pai
          E lá o mandato não tem duração….enquanto o juiz se sentir apto ….ele continua….temos uma juíza que nasceu em 1933.
          E as indicações lá como cá tem que passar no crivo dos políticos(senado).
          E lá como cá a indicação é política…..geralmente uma luta entre conservadores ou liberais.
          Supremo de lá é mais discreto….e fazem aquilo que toda suprema corte tem obrigação de fazer…proteger a Constituição .

          ABS Vitão (A mulherada gosta de surfista?……vou comprar 3 pranchas….rs)

          Responder
          1. Vitor Hugo

            Mulher gosta de carinho, atenção e uma certa dose de romantismo. Surfar e tocar violão é extra bônus! Kkkkkk

          2. Gabi

            Rsrs.
            Eu não to no “mercado” mas eu não gosto de surfista rsrs. Mas saber ficar em pé numa prancha tem o seu valor…
            3 pranchas? Quero saber como vai dar conta de 3 mulheres rs. Eu acho que vc tem de conhecer uma que valha por 3… rsrs

            Lá nos EUA não só no supremo a indicação do juiz é política. No “primeiro grau” tb.

          3. Vitor Hugo

            Mas pelo o que eu sei, a sabatina por lá é muito diferente do que é por aqui. Como te disse, muitos indicados não desistem durante a entrevista.
            Sobre indicação política, nós sabemos que tem juízes que usam o vermelho ou azul por baixo da toga. Não é a maneira correta de escolher um juiz, mas creio que dificilmente alguma coisa vai mudar.

            Abs

      1. periferia

        Peguei no baú A insustentável leveza do ser …..do Kundera…….por causa do post.
        2001 do Kubrick…..por causa do post ……rs

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Caro Periferia, boa tarde!

          “A insustentável leveza do ser” é um dos livros mais marcantes da minha vida, que fez tanto sentido para mim numa determinada época. Este romance narra com veemência a invasão soviética na então Tchecoslováquia após a Primavera de Praga.

          E o narrador descrevendo, ao fim, o fenecimento da cadela Karenin é uma das passagens que mais vivem em minha memória sobre livros. Até reli essa obra ano passado.

          Milan Kundera se tornou um dos meus autores queridos.

          Um grande abraço, Periferia, e que tudo esteja bem com você e sua família.

          Responder
          1. periferia

            Olá Filipe.

            Lindo….fecha o livro ……com toda melancolia que a perda oferece….ao mesmo tempo uma declaração de amor sem esperar nada…..é apenas amor.
            Tem uma parte do livro que Tereza caminha com Karenin(com câncer) …..e chora….uma vizinha condena o choro:
            -Vai chorar por causa de um cachorro…vai?
            Tereza percebeu e com um sorriso melancólico…soube….que deveria esconder seu amor por Karenin mais secretamente que uma infidelidade.
            O amor escandaliza as pessoas.
            A infidelidade não.

            Muito legal mesmo

            fique bem Filipe.

            Abs

  64. Vitor Hugo

    Nadal teve mais sucesso em Wimbledon do que Federer em Roland Garros. 2 x 1. Fato!
    Mas o curioso é que, no geral, Roger teve melhores campanhas em Paris que Nadal em Londres, com exceção dos anos dos títulos.
    O suíço não perdeu em primeiras rodadas para tenistas inexpressivos. Perdeu em quartas para Tsonga e Stan, e mais a frente pra Nadal ou Novak. Quer dizer, perdeu pra Gulbis, o mais inexpressivo, mas sabemos do potencial do letão. Fez semi naquele ano.
    Já Rafa pedeu em Wimbledon pra Brown(um bom gramista, mas também não ganhou nada na carreira. Nível challenger), Darcis, Rosol, Muller( Duas vezes. Mas na primeira era um menino) e o menino na época, Kyrgios.

    Nada demais. Apenas uma curiosidade.

    Responder
  65. DANILO AFONSO

    Sempre tive vontade de conhecer um pouco sobre a migração do tênis para a era profissional, o belo texto acima matou a vontade.

    O ano de 1968 fui um ano turbulento em vários locais do mundo, além do movimento estudantil citado no texto, tivemos outros grandes acontecimentos que não tiveram reflexo no tênis: a “Primavera de Praga”, quando os tanques russos invadiram a Tchecoslováquia; as revoltas após a morte do líder negro Martin Luther King nos Estados Unidos; as manifestações em torno da Guerra do Vietnã; assinatura do AI-5, decreto mais duro do regime militar brasileiro.

    Voltando ao tênis, eu nunca consegui entender direito a resistência da ITF em liberar a participação dos profissionais, sendo que em outros esportes já não havia essa restrição e tínhamos um “circuito” de tênis paralelo pagando os tenistas.

    Dalcim ou outro leitor saberia explicar o porquê ? Era apenas resistência em não aumentar os custos da organização ? Ou era apenas interesse de manter o espírito esportivo sem a interferência do dinheiro ??

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que foi resistência purista dos dirigentes mesmo. Até porque todo mundo sabia que havia um pagamento ‘por baixo dos panos’ para os tenistas. O tênis oficial demorou demais a tomar essa medida. Jack Kramer já tinha um circuito profissional muito bem sucedido nos EUA na década de 1950 e a chegada do WCT, em 1967, deixou claro que o tênis oficial perderia muita gente para o profissional devido à cabeça dura da ITF e ficaria cada vez mais fraco.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Ia fazer essa pergunta, mas o colega Danilo a fez primeiro, então, obrigado à vocês dois.

        Vou fazer então a segunda que tinha: Interessante que o presidente francês à época foi forçado a deixar seu cargo, por pressão popular e ainda assim é homenageado com seu nome no principal aeroporto do país. Ele, apesar desse fato, foi marcante para a França, para receber tal homenagem?

        Responder

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