Tops do tênis brasileiro: surpresa e memórias
Por José Nilton Dalcim
24 de maio de 2020 às 20:22

Para finalizar a série de artigos sobre os melhores do tênis da Era Profissional, é primordial um capítulo para o tênis brasileiro. A análise dos dados oficiais da ATP e WTA é bem valiosa e serve não apenas para enaltecer Gustavo Kuerten e Maria Esther Bueno, mas também para relembrar alguns jogadores que tiveram carreiras expressivas.

Os dados listados abaixo referem-se exclusivamente a ‘grandes torneios’, ou seja, Grand Slam, Masters 1000 e ATPs ou WTAs. Obviamente Guga lidera praticamente tudo no masculino. Talvez por isso seja interessante – e em certos casos surpreendente – olharmos quem vem atrás do imbatível catarinense.

Vamos aos tópicos que considero mais relevantes no tênis masculino:

VITÓRIAS GERAIS NA CARREIRA
Gustavo Kuerten – 358v-195d (64,7%)
Fernando Meligeni – 202v-217d (48,2%)
Thomaz Bellucci – 200v-216d (48,1%)
Luiz Mattar – 191v-178d (51,8%)
Thomaz Koch – 181v-151d (54,5%)
Observe-se que neste item a ATP considera os jogos de Grand Slam também da era amadora. Com isso, Koch tem a segunda melhor marca de eficiência.

VITÓRIAS EM GRAND SLAM
Gustavo Kuerten – 65v-30d (68,4%)
Thomaz Koch – 41v-33d (55,4%)
Fernando Meligeni – 25v-33d (43,1%)
Thomaz Bellucci – 23v-35d (39,7%)
Edison Mandarino – 21v-33d (38,9%)
São válidos os Slam amadores. Apenas Guga e Koch têm saldo positivo. O terceiro posto percentual é de Marcos Hocevar (43,5%. com 10v-13d)

VITÓRIAS EM MASTERS 1000
Gustavo Kuerten – 109v-52d (63,7%)
Thomaz Bellucci – 33v-53d (38,4%)
Fernando Meligeni – 12v-21d (36,4%)
Flávio Saretta – 8v-8d (50%)
Luiz Mattar – 8v-18d (30,8%)
É uma série de torneios mais recente, com dados computados desde 1990. Apenas mais quatro brasileiros têm vitórias nesse nível: Mello, Oncins, Motta e Sá.

VITÓRIAS POR PISO
Guga lidera tudo, não? Não! Vejamos:

Sintético
Gustavo Kuerten – 147v-89d (62,3%)
Luiz Mattar – 85v-71d (54,5%)
Thomaz Bellucci – 66v-102d (39,3%)

Saibro
Gustavo Kuerten – 181v-78d (69,9%)
Fernando Meligeni – 161v-131d (51,1%)
Thomaz Bellucci – 128v-101d (55,9%)

Grama
Thomaz Koch – 29v-28d (50,9%)
Marcos Hocevar – 12v-11d (52,2%)
Edison Mandarino – 12v-22d (35,3%)

Koch tem 52,5% de sucesso no sintético e 51% no saibro. Guga tem apenas 7 vitórias na grama, menos que Sá (10), Kirmayr (9) e Motta (8).

SOB PRESSÃO
Alguns itens dão uma ideia importante sobre como os tenistas reagem em momentos de pressão.

Tiebreak
Gustavo Kuerten – 132v-131d (52,2%)
Thomaz Bellucci – 103v-100d (51%)
Fernando Meligeni – 59v-65d (47,6%)

Viradas (após perder 1º set)
Gustavo Kuerten – 68v-155d (30,5%)
Fernando Meligeni – 46v-171d (21,2%)
Thomaz Bellucci – 45v-164d (21,5%)

Vitória no set decisivo (3º ou 5º)
Gustavo Kuerten – 106v-68d (60,9%)
Thomaz Bellucci – 76v-86d (46,9%)
Luiz Mattar – 67v-54d (55.4%)

Rogerinho tem 56,7% em tiebreaks (17 em 30), Mattar chegou a 22,2% em viradas (42-147) e Hocevar atingiu 54,5% em set decisivo (39-30).

FAÇANHAS
Claro que Guga sempre está a anos-luz dos demais, mas vale destacar a façanha dos demais.

Vitórias sobre top 10
Apenas 12 brasileiros conseguiram: Guga (38), Meligeni (9), Bellucci (6), Koch, Kirmayr e Mattar (3); Hocevar (2); Monteiro, Mandarino, Oncins, Saretta e Motta (1).

Títulos de ATP
Nove brasileiros ganharam até hoje em nível ATP ou superior: Guga (20), Mattar (7), Bellucci e Koch (4); Meligeni (3), Oncins (2); Kirmayr, Mello e Wild (1). Outros cinco chegaram a finais: Hocevar (2), Roese, Goes, Jábali e Motta (1).

Vitórias após ganhar o 1º set
Quatro jogadores têm mais de 80% nesse campo: Guga com 87,8%, seguido por Hocevar (84,5%); Mattar (82,8%) e Koch (80,6%).

TÊNIS FEMININO
Ainda mais distante que Guga em relação aos demais brasileiros é a performance de Maria Esther Bueno. Então, além de vermos os números imbatíveis de Estherzinha, vale recordar quem vem atrás.

VITÒRIAS EM GRAND SLAM
Maria Esther Bueno – 162
Patrícia Medrado e Cláudia Monteiro – 14
Niege Dias – 5
Bia Haddad – 4
Teliana Pereira – 3
Andrea Vieira – 2
Gisele Miró e Luciana Corsato – 1

Maria Esther ganhou mais nos EUA (57) do que em Wimbledon (55) e venceu 42 na França. Medrado vem atrás em Roland Garros (10) e Cláudia é a única com vitórias em todos os Slam além de Estherzinha.

VITÓRIAS GERAIS
Patrícia Medrado – 106v-164d
Maria Esther Bueno – 66v-20d
Teliana Pereira – 49v-54d
Cláudia Monteiro – 41v-82d
Bia Haddad Maia – 40v-45d

Apenas três brasileiras ganharam WTA e incrivelmente Estherzinha, que jogou muito pouco depois de 1968, lidera com 3, enquanto Niege e Teliana têm 2.


Comentários
  1. Vitor Hugo

    Preciso ser coerente com minha maneira de pensar e meus argumentos, estão eu vou rever o que disse sobre Novak, Thiem, Nadal e saibro.
    O austríaco não enfrentou o espanhol quando Rafa estava no auge. Novak, sim. A maioria das vitórias de Dominic sobre Nadal, foram quando o espanhol já estava com mais de 30. Thiem não e enfrentou Nadal entre 2005 e 2010, além de 2013, ano em que Rafa jogou muito.
    O sérvio também pouco venceu Rafa quando o espanhol jogava seu melhor tênis no saibro, entre 2005 e 2010, mas foi o jogador que melhor encarou o espanhol quando o mesmo estava, se não no auge, próximo dele, então tem mais créditos.
    Mas é óbvio que, nos últimos anos, Thiem foi o maior rival do t miura na terra batida. Conquistou algumas vitórias sobre o espanhol e fez com ele as duas últimas finais em RG.
    E por que hoje Thiem é mais jogador que Novak no saibro? Porque além de ser um exímio saibrista, é 7 anos mais jovem que o sérvio, provavelmente está próximo do auge,ou já está e tem melhores resultados que Nole nos últimos anos no piso.

    Agora acho que ficou melhor minha explicação.

    Toma um suco de Maracujá, Paulo F, prezado. ✌✌✌

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  2. Oswaldo E. Aranha

    Durante a pandemia e quarentena aproveitei para por meus ouvidos em dia; além da música clássica lavei os lps e tenho escutados: Chico Buarque, Elis Regina, o grande pianista de jazz Oscar Peterson e um cd: “Ella abraça Jobim”.

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  3. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,tecnicamente e em termos de resultados,o big three está muito próximo entre si…Então,por qual motivo o federer em termos de popularidade,ou imagem em si,é muito maior que os outros dois??Apenas pelo estilo de jogo?
    Obs:Falo isso baseado no fato de que ele ganh praticamente todo ano o prêmio dos fãs,prêmio de esportividade e teve de lucro publicitário mais que o dobro de Nadal e Djokovic…

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  4. Gabi

    Filipe Fernandes,

    hoje às 20h na ESPN vc poderá ver o teu New York Knicks ser campeão da NBA!! Hehehe. Será exibido o jogo 7 de Knicks e Lakers nas finais de 70 em mais um episódio dos Clássicos da NBA!

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    1. Filipe Fernandes

      Gabi, oi, boa tarde!

      Muito obrigado! Agradeço a você pelo aviso, senão essa reprise iria passar batida sem eu saber, rs. Olha, vai ser muito legal acompanhar essa partida decisiva, a primeira dos dois títulos dos Knicks.

      Uns meses atrás li no UOL uma matéria muito interessante (até mesmo emocionante), que contava como o cineasta Spike Lee, torcedor apaixonado pelos Knicks, participou de um leilão “apenas” para adquirir artigos raros que os jogadores (se me recordo bem) utilizaram nas finais da campanha de 73 — a qual ele prestigiou como um jovem fã no ginásio.

      A matéria me impressionou muito por evidenciar o fascínio e o carinho imensos que Lee sente pelos Knicks, como aquela história de toda criança que cresce admirando um atleta ou uma equipe, seja de qual esporte for. Fiquei encantado com a conexão entre ele e o time.

      Muito obrigado mesmo, Gabi. Um grande abraço e se cuide aí (vocês e seus queridos em redor).

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      1. Filipe Fernandes

        Me enganei, Gabi — e três vezes, rs.

        Na verdade, a matéria que havia lido saiu no site do Globo Esporte, e contada pelo jornalista Marcelo Monteiro.

        E os artigos raros eram do treinador dos Knicks, que levantou os dois troféus com o time.

        E Lee também prestigiou em 70, aos treze anos, esse histórico jogo 7, direto do ginásio.

        Reli a matéria de novo, após escrever o comentário acima, para relembrar as impressões do cineasta.

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        1. Filipe Fernandes

          Puxa.

          Fiquei mais alguns minutos na página do caro jornalista global e acabei lendo também a comovente e linda matéria que ele fez em homenagem ao gigante, ao ‘imortal’ Aldir Blanc, este que, em outra demonstração de amor profundo ao clube do coração, proferiu certa vez as seguintes palavras:

          “Se for para a Segunda Divisão, sou Vasco. Se for para a Terceira, sou Vasco. Se o Vasco acabar, ainda sou Vasco.”

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      2. Gabi

        Eu é que te agradeço muito por me fazer ir lá ler a matéria no globo esporte (muito obrigada tb pela delicadeza de todas as correções).
        Assim como vc, tb me emocionei com a história, com o Spike Lee com a parte do Aldir Blanc e com a tua observação sobre a importância da criança crescer admirando um atleta ou uma equipe.

        Como diz o bordão, não é só esporte rs.

        Além do que a gente já falou sobre a Nba, fico muito impressionada como os americanos sabem fazer as coisas. Quem acompanha jogos de beisebol, futebol americano e basquete sabe que o esporte é apenas o protagonista da programação.

        Há uma série de atrações coadjuvantes que fazem o americano ou turista curtir cada minuto e transformam uma ida ao estádio numa diversão enorme até para quem não está interessado no jogo.

        Os mascotes dos times roubam a cena nos intervalos. Distribuem simpatia, fazem piruetas, participam de brincadeiras com o público.

        Não é só. Quem está nas arquibancadas brinca com a Kiss Cam, quando casais são focalizados pela câmera do estádio e trocam beijos. Rolam muitas brincadeiras interativas, muito bem feitas, como a em que os torcedores, quando focados, têm que batucar em instrumentos virtuais, ou cantar, ou dançar, ou sei lá mais eu o quê que a produção inventa e que diverte e engaja quem vai ao estádio. O “canhão” que dispara camisetas do time tb é sempre muito legal, a gente fica lá estendendo a mão para ganhar uma.

        As crianças deliram. Crianças de todos os tamanhos e idades.

        Muito obrigada, vc tb, continue se cuidando muito muito bom final de semana e já to aqui na frente da tv com um chá e petiscos (são 19h55) – não sou muito de beber.

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        1. Filipe Fernandes

          Gabi, bom dia!

          Que bacana que tenha gostado da matéria também, ela foi um belo achado, uma leitura que vale pena.

          Você levantou uma reflexão muito pertinente: os americanos sabem mesmo criar um universo de atrações ao longo dos seus eventos esportivos e fazer o público interagir com eles, além do esporte em si.

          Lendo suas palavras, me lembrei até daquele bom filme de comédia, “Como Perder um Homem em Dez Dias” (2003), em que, numa cena muito engraçada, o casal principal vai a uma partida decisiva (veja só! rs) dos Knicks e, pausa aqui, pausa ali, ocorrem durante ela algumas situações desse tipo que você elencou (como o beijo no telão, aquelas mãos de borracha grandes que os torcedores usam).

          Assisti ao jogo 7 entre Knicks x Lakers e foi muito bom, uma grande partida, de ótimo nível técnico, que no fim teve até uma invasão de felizes torcedores na quadra para a comemoração do título inédito. E foi uma oportunidade incrível de conhecer alguns dos personagens daquela conquista, que também estariam na de 73. (Ao longo do jogo, fiquei imaginando: em qual canto do ginásio devia estar aquele garoto, que será um futuro e grande cineasta? rs.)

          Mais uma vez, é maravilhoso ouvir o Rômulo Mendonça narrar uma partida de basquete, ele sabe como nos ambientar ao jogo com o seu jeito extrovertido e sua memória enciclopédica. A reprise era de 2011, e, por isso, a voz dele e dos comentaristas, um pouco “envelhecidas” pela transmissão, combinou perfeitamente com as imagens meio foscas da partida, como se saíssem de um disco de vinil.

          Ontem você me avisou, hoje é a minha vez, rs: nesta noite, o Clássicos da NBA reprisará o jogo 6 de 76 entre Boston Celtics x Phoenix Suns, no mesmo horário. Vai perder? A dica está dada (e que o bom chá e os bons petiscos te façam a devida companhia, rs).

          Um grande abraço, Gabi, que esteja bem e tenha um bom fim de semana.

          Responder
      1. Gabi

        Muito bem lembrado.
        Eu ainda não era nascida (acho que vc tb não), mas já li que como jogador ele não teve tanto destaque qto como treinador. Como treinador, Phil Jackson descobriu sua real vocação. Arrasou no Bulls e depois no Lakers.

        Responder
    1. Vitor Hugo

      Entre essas e outras que fazem Roger ser o maior de todos. Maior número de títulos, recordes, fãs, marca e etc. Novak e Nadal, provavelmente, mão ganham nem metade do que o suíço.

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      E tem torcedor que acha que o suíço joga por amor ao tênis. Joga por causa das cifras milionárias e principalmente para se manter como o maior do esporte, o que eu acho fantástico pela gana de se importar em querer aumentar mais ainda o seu legado. Porém, o preço é caro, pois as privações pessoais que deixa de ter em razão dos treinamentos e viagens longas durante todo ano, o tira do convívio presencial diário com a esposa e filhos, tempo que nunca volta e não tem como compensar.

      Djokovic e Nadal ao que tudo indica, seguirão o mesmo caminho, o que é bom para os torcedores e ATP.

      Responder
      1. André Barbosa

        Danilo,

        Permita-me discordar, mas acho muito rasa a afirmação de que ele joga só por causa do dinheiro; desse valor que ele ganhou “apenas” 6 milhões correspondem a premiação de torneios, o restante é de patrocínio/exibições. Os três já ganharam dinheiro para várias gerações.

        Quanto a jogar para ser manter como recordista em Slams, por exemplo, concordo contigo. Aliás, espero que isso sirva de combustível para manter o BIG 3 jogando o máximo possível.

        Abs

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      2. Vitor Hugo

        Não pode ser pelas duas coisas, por amor ao esporte e por dinheiro? Duvido que ele jogue apenas por amor ou apenas por dinheiro.

        Responder
      3. periferia

        Olá Danilo.

        Acho que o Federer ainda joga tênis por amor ao esporte.

        “Um artista não continuaria pintando se não tivesse amor por sua arte”.

        Abs

        Responder
      4. DANILO AFONSO

        * deixa eu corrigir a primeira frase que ficou meio distorcida e deselegante:

        Invés de “E tem torcedor que acha que o suíço joga por amor ao tênis.”, é mais apropriado e preciso:

        E tem torcedor que acha que o suíço AINDA JOGA SOMENTE por amor ao tênis.

        Responder
      5. Gildokson

        Ta aí uma coisa bem pessoal, ninguém sabe o que se passa na cabeça e no coração do cara Danilo, e se for por causa dos recordes e do dinheiro eu ainda acharia certo ele continuar, se ele pode viajar com a família a tira colo, é um esforço que vale milhões. Quem não quer um esforço desse kkkk

        Responder
  5. Sérgio Ribeiro

    Essa Live de Nelson Piquet com Mariana Becker , explica porque o cara faz tanta questão de dizer que tem uma Kombi turbinada pra “ causar” em Brasília. Se eu fosse a turma da Kombi do Blog , ia visita-lo urgente. Chamar o “ Leão “ Nigel Mansel de um “ Idiota Veloz “ , bate com o estilo do Nelsão. Afinal Mansel venceu 6 , Piquet 3 em 1986 , e o Campeão foi o Brasileiro. Naquele estilo Prost é narigudo , o Inglês só tem mulher feia rsrsrs . Mas reafirmar que Senna não sabia acertar um carro e que ficou perdidinho ao perder as duas primeiras com a Williams de outro planeta , não dá. O coroa esquece que ele dizia que era o Professor que acertava a McLaren . Pois sai Prost e entra Berger. Ayrton levou o Tri exatamente pra cima de Prost e sua Ferrari no ano seguinte. Aquele carro de 94 , levou o segundo piloto da Williams a última prova do mesmo ano , com apenas 1 ponto entre ele e Dick , digo Shumi . Pelo jeito esse negócio de Kombi não dá certo rsrsrs Abs!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ps. Franqueado que era da Benneton Roupas em 91, estive in loco em Búzios , com Luciano Benneton. Me garantiu que Nelson era o melhor acertador de carro que já tinha visto , e Senna o melhor Piloto. Piquet era o seu primeiro piloto desde 90 … Abs!

      Responder
    2. Marcílio Aguiar

      Nós brasileiros somos afortunados por termos tido a oportunidade de acompanhar 3 grandes campões de F1, além de outros excelentes pilotos como Pace, Rubinho, Massa, etc. As polêmicas criadas entre Pique e Sena, com o Galvão no meio, servem para divertir, apimentar as discussões e fazer o delírio da galera. Eu também assisti a entrevista e o velho campeão não perdeu a irreverência e a língua ferina, já de cara provocando a bela Marina por estar usando óculos. Não dá para levar a sério tudo o que ele fala, mas é muito divertido e era de extraordinário como piloto. Duas coisas eu destaco da entrevista: 1) eu já sabia que ele quando jovem teria inciado carreira de Tenista por vontade do pai (hoje não pode mais jogar por causa do acidente em Indianapolis que destruiu seus pés); 2) eu não sabia que após o acidente em 1986 ele perdeu a profundidade da visão para o resto do campeonato e, segundo ele, ali acabou sua carreira de piloto pois nunca mais foi o mesmo, apesar de ter ganho o campeonato. Não tenho porque duvidar dele e lamento por isso, porque poderia ter ganho mais campeonatos até o final da carreira. Saudações.

      Responder
    3. periferia

      Olá Sérgio

      Dando um pitaco no assunto …..Senna realmente não era um grande acertador de carro.
      Mas Piquet está sendo injusto com ele…..aquele carro da Williams era ruim…..foi concebido sem a suspensão ativa que tanto Mansel como Prost utilizaram.
      Inclusive o carro do Prost em 93 (Fw15c) seja um dos melhores carros que a f1 criou.
      O carro do Senna na temporada 94 (Fw16) era um carro ruim.. .tinha como seu forte a aerodinâmica (criado por Adrian Newey)…porem o carro andava bem em circuitos onde o asfalto era perfeito.
      Com a falta da suspensão ativa o assoalho batia muito no solo ou evitava o fluxo de ar na parte inferior do carro.
      Senna depois de treinar com o novo carro antes do início do mundial….percebeu os problemas e tentou usar o carro do Prost (ano anterior) Sem a suspensão ativa.
      Foi convencido pelo Head que não seria bom….o novo modelo apesar de ruim em seu nascimento….poderia ser desenvolvido durante a temporada (Hill quase chegou lá).
      Mas o carro era ruim …..mesmo tendo um piloto excepcional.

      Abs

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Valeu , caro da periferia. Mas Senna assombrou fazendo a Pole em todas nesta Willians . E botava 1 s por volta em Hill. Brigaria com Shumi pelo título. Mas o Nel são não alivia nunca rsrsrs ABS !

        Responder
  6. Vitor Hugo

    Thiem venceu Nadal em Roma, Barcelona e Madri, e fez as duas últimas finais em RG contra o espanhol, inclusive deixando Novak para trás nas semi-fimais no ano passado. O austríaco tem apenas 26 anos… Quando Novak tinha 26, ele tinha um currículo tão bom contra Nadal no saibro?
    Além do mais, Dominic tem 2×1 contra Novak em RG, incluindo um 3 x 0 com direito a pneu.
    Sim, nos dois ou três últimos anos o austríaco foi o maior rival de Rafa na terra batida.

    Responder
    1. Jonas

      Djoko, aos 23, venceu Nadal nas finais de Madrid e Roma.

      Em 2013, ele derrotou Nadal na final de Monte Carlo. Djokovic tinha 25 anos.

      Em 2014, ele derrotou Nadal na final de Roma. Djokovic tinha então 26 anos.

      Vamos ficar nessa idade aí, como você quer. Nem vou citar 2015.

      Eu não tenho dúvida nenhuma de que, no saibro, o Djokovic é mais perigoso para o Nadal do que o Thiem.

      No entanto, HOJE, é possível que o Thiem seja mais jogador nesse piso do que o Djokovic, embora não seja aquele abismo que o Nadal coloca para o resto do circuito.

      Podemos até colocar nessa discussão as grandes batalhas em Roland Garros. O Djokovic perdeu todas as finais/semifinais entre 2012-2014, mas foram jogos memoráveis. Foi um dos poucos que levou o Nadal ao limite nesse Grand Slam.

      O Thiem ainda não fez isso e eu não vejo ele fazendo, em condições normais.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Eu fiz uma pergunta, não uma afirmação. Então agora eu concordo com vc que, quando tinha 26, Novak tinha um currículo melhor contra Nadal, mas não muito melhor que Thiem tem hj.
        E eu disse no meu post, nos últimos 2 ou 3 anos, Dominic foi sim o maior rival de Nadal no saibro.
        Hoje, Thiem é o segundo melhor tenista na terra batida e o segundo favorito pra vencer RG.
        É que agora vcs estão com mania de achar que tudo que envolve Djokovic tem que ser maior que os outros. Maior adversário de Nadal no saibro, maior rival de Federer e Nadal, maior clássico do tênis e etc… Mas a realidade é diferente em vários aspectos.

        Responder
          1. Jonas

            Cara, em relação a Nadal no saibro, obviamente o Djokovic, em geral, foi o maior rival do Nadal sim, de longe.

            O Thiem tem potencial para vencer vários Slams no saibro, mas ainda não fez metade que o Novak nesse piso.

            Recentemente sim, tem tido resultados melhores que o Djoko.

        1. DANILO AFONSO

          Nobre Vitor Hugo, deixa de papo furado…kkkk
          Tu estás subestimando a inteligência e sagacidade dos leitores.

          Todos entenderam que a pergunta foi para complementar afirmação da frase anterior, tanto é que você achava que o Thiem tinha melhor currículo que iniciou a frase seguinte com os dizeres “Além do mais…”. No contexto fica cristalino que você fez a pergunta achando erroneamente que o Thiem tinha um retrospecto melhor que o sérvio contra o espanhol.

          Pesquisa bem nobre, que a nação Nolista não perdoa dados equivocados ou distorcidos.

          Até mais excelência !!

          Responder
      2. Vitor Hugo

        Thiem foi o maior rival pois estava lá nas finais de RG, torneio mais importante no saibro, vencendo Novak nas semis.
        Nadal atropelou Novak no ano passado em Roma.

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Nobre Vitor, recomendo averiguar bem as estatísticas e a ordem cronológica dos fatos antes de provocar a nação Nolista (torcida que mais cresce no tênis). Como não fez, será novamente vítima do fatality da MORTAL ” KOMBI “.

      Respondendo a sua pergunta que comparou o sérvio com o Thiem: “Quando Novak tinha 26, ele tinha um currículo tão bom contra Nadal no saibro?”

      Tinha ! E era muito superior nobre. Djokovic aos 26 anos já tinha derrotado o espanhol em três FINAIS de Master 1000 no saibro: Madrid 2011, Roma 2011 e Monte Carlos 2013 (26 anos). Fechou a trinca dos 3 Master que são disputados no saibro em uma época que o Nadal estava voando no piso.

      Já THIEM aos 26 anos foi apenas campeão passando por Nadal em duas semifinais: ATP 250 de Buenos Aires 2016 e ATP 500 de Barcelona 2019.
      Detalhe que em 2016 Nadal estava em um nível muito aquém de outros anos e em 2019 todos sabemos que o espanhol só foi engrenar na temporada de saibro em Roma.

      Tem como comparar o CURRÍCULO dos dois contra o espanhol ? É óbvio que não nobre Hugo. Os dois no geral perdem para o espanhol, mas o sérvio aos 26 anos estava muito à frente do austríaco.

      Thiem há 3 anos é o adversário mais assíduo do espanhol no saibro. Fato !! Porém sem o mesmo que peso que o sérvio representava anos atrás. Até hoje o austríaco não tem nenhum título de Master no saibro…kkk

      FINISH HIM !!
      Djoko-Zero Wins
      Fatality

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Eu fiz um comparativo dos dois tenistas com 26 anos e oito meses, pois essa é a idade do austríaco. Mas utilizando o critério que o Jonas usou (26 anos fechado), pode incluir também o título de Roma 2014 contra o espanhol na final, pois faltavam 4 dias para o sérvio completar 27 anos. Os 3 títulos que citei já eram suficientes, mas inclui mais um na conta para ficar mais chocante…kkkk

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Eu não sei que vergonha é essa…

          O Vitor Hugo tão somente expôs com argumentos a divergência dele.

          E realmente não tem como a gente ignorar que o Thiem superou de forma convincente o Djokovic em RG 2019.

          E que se trata de um tenista muito perigoso no saibro…

          Responder
    3. Paulo F.

      Quando Thiem tiver pelo menos UM RG e TODOS os M1000 do saibro, poderá ser pertinente essa opinião.
      Por enquanto, ela encontra-se enviesada por todo esse ódio acumulado contra Novak Djokovic.

      Responder
      1. Jonas

        É bem possível que o Thiem vença uns três Roland Garros, quem sabe até mais.

        Enquanto o Nadal estiver aí, e em boa forma…acho bem difícil. A menos que o Thiem não tenha que enfrentar o espanhol.

        Responder
      2. Paulo F.

        Para concluir: Djoko foi, é e sempre será o ÚNICO rival decente que Nadal teve, tem e terá no saibro.
        Todos os outros, incluindo Roger Federer, foram e são mamões com açúcar.

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        1. Gildokson

          No final das contas ele conseguiu (ainda que muito mais vezes) o mesmo que os outros conseguiram. Ou seja, ganhar do Nadal em finais de Masters. Finais de RG só derrota assim como todo mundo. Simples assim.

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      3. Vitor Hugo

        Não é ódio, são fatos. Thiem tem 2 x 1 contra Novak em RG e chegou nas duas últimas finais do torneio, GANHANDO de Novak na semi do ano passado.
        Não falei que o austríaco tem mais currículo que o sérvio no saibro. Mas nos dois ou três últimos anos, teve melhores resultados que Novak sim! Fez finais no maior torneio sobre terra batida de todos.
        Currículo mesmo, tanto Novak quanto Federer AINDA estão bem a frente do austríaco no barro.

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        1. Luiz Fabriciano

          Vitor Hugo, seria bom que deixasse de ser convenientemente seletivo em suas análises. Você escolhe um período e o sentido é apenas diminuir o sérvio. Quando se fala de Wawrinka, na sua conta só entra as três vitórias em GS.
          Agora o Thiem. Só entra as duas vitórias em RG. Mas já tomou pneu em Roma e sua análise só contabiliza os três últimos anos.
          Caracas, aumente o período pelo menos para uma década.

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        2. DANILO AFONSO

          Nobre Vitor, final é importante, mas mesmo o sérvio não tendo a mesma performance no saibro nos últimos anos, ele é o atual campeão de Madrid, passando inclusive pelo Thiem na semifinal. O problema do Thiem é que quando ele vence Nadal ou Djkokovic, ele não consegue confirmar o título na rodada seguinte. No fim das contas, que tem um big título no saibro nos últimos 3 anos é o sérvio e o Thiem nenhum.

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  7. Paulo R

    De acordo com a lei da Geórgia, se o Basilashivili for considerado culpado, o tenista pode encarar uma pena de 200 a 400 horas de serviço comunitário ou entre 1 e 3 anos de prisão.
    Claro, vamos aguardar o julgamento para poder opinar com mais propriedade; ate aqui so temos a versao da mulher – ele alega inocência.
    Nao sei com é aqui no brasil, mas essa pena ta muito leva para um crime tao pesado.

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  8. Luiz Fernando

    Um pouco abaixo o Miguel voltou ao assunto “mononucleose do Federer” dizendo q meus comentários foram ridículos acerca disso. Respeitando a visão dele mas não concordando, vamos discutir os fatos em detalhes:

    1) gravidade de mononucleose: como toda doença, vide covid19, a gravidade varia de pessoa para pessoa, de caso para caso. Soderling teve um caso grave q levou a interrupção de sua carreira, já Federer teve um caso leve, tanto que um mes depois do diagnóstico, feito em Dezembro de 2007, chegou a semifinal do AO, perdendo do Djoko. Havendo dúvidas, basta ler o ítem “prognóstico” desse link sobre a doença, algo bem sumarizado, e veremos q o prognóstico, ou seja a tendencia de evolução da doença, é favoravel e benigna. https://www.msdmanuals.com/pt-pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/herpes-v%C3%ADrus/mononucleose-infecciosa. A propósito, a final de W2008 foi sete meses após o diagnóstico…

    2) condição do Federer em W2008: ao invés de dizer q “acho q ele estava debilitado pela doença” vamos as declarações do próprio Federer em Março de 2008 (W foi 4 meses após), em IW: a mononucleose é coisa do passado https://www.uol.com.br/esporte/tenis/ultimas/2008/03/10/ult4364u1784.jhtm
    Não bastasse a afirmação do próprio, vamos a alguns resultados antes da final de W2008: semifinal no AO2008; vice-campeão em Hamburgo2008, perdendo em 3 sets (75 67 63) para o maior jogador de saibro de todos os tempos, que estava no auge da forma; RG2008: vice de novo, perdendo para o maior saibrista de todos os tempos, no auge da forma (este jg foi um massacre); Halle2008, campeão; W2008, vice, perdendo em 5 sets, sendo os placares dos 3 últimos sets 67 67 e 108. Será q esses resultados são de um jogador debilitado? Além disso, Nadal abriu 20 e Federer reagiu vencendo dois tiebreks seguidos, jogo muito longo, será q essa é uma performance de um jogador debilitado por alguma doença?

    3) condição de Nadal em W2008: o espanhol era uma estrela em ascensão. Nem vou citar o saibro, piso em q ele sempre dominou, mas vamos para a grama, em W: vice em 2006, dominado por Federer; vice em 2007, perdendo em 4 sets num jogo duríssimo, campeão em 2008 em 5 sets em outro jogo duríssimo. Em resumo: em W2008 foi Nadal q venceu, não foi Federer q perdeu…

    Assim, estamos falando de fatos, não de suposições infantis tipo “eu acho” ou “eu gostaria q fosse assim”. Ridículo é não querer ver a realidade, é não ter capacidade de dizer q o adversário venceu pq foi melhor, e isso vale p o Sérgio Ribeiro também, q assinou embaixo do seu comentário equivocado.

    Responder
    1. Mauro

      por favor, responder dentro do comentário do colega.
      se eu faço isso e a maioria aqui tb tá tentando fazer, nao vejo porquê alguns devam se achar especiais e continuam nao fazendo…
      prefiro acreditar que é porque estao meio desligados e ansiosos para comentar que acabam comentando “em qualquer lugar”

      Responder
        1. Mauro

          Estou sendo coerente, se pego no teu pé e de outros que não cumprem as regras, tenho de pegar no pé de todos. E não é uma regra difícil de cumprir.
          Qto a ser chato, posso ate ser, mas pelo menos nao passo vergonha nas trocas de ideias com o Paulo Almeida.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Ah, agora estou entendendo…

            Havia me esquecido que o Paulo Almeida era você. Obrigado por me lembrar.

            E é você (ele) que passa vergonha, seu fake ridículo.

    2. Vitor Hugo

      Se a mononucleose afetou ou não, talvez nunca saberemos. Mas uma coisa é fato, Nadal merecia vencer Wimbledon e venceu duas vezes!

      Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      Eu continuo assinando embaixo. Houve mononucleose em 2008 . O próprio Federer , que o rapaz já postou que odeia e e’ Anti ( este não gosta mesmo do Esporte rs ) , se encarregou de dirimir as dúvidas o quanto prejudicou ou não seu rendimento. Do mesmo jeito que abriu o jogo em relação a sua terrível lesão nas Costas em 2013. Ano das suas famosas piadinhas de Cansadao , Aposentado e outras costumeiras. As citou novamente na sua última “ pérola “, tentando provar que o Suíço caiu de rendimento antes de Nadal … Relembrando, o Craque Suíço aos 38 / 39 , já fez 2 Cirurgias no joelho. O Espanhol CINCO anos mais jovem , e o Sérvio SEIS , continuam com os glutens em dia rsrsrs Abs!

      Responder
    4. Miguel BsB

      Seguinte Luíz, eu tb fui “rememorar” na internet sobre esse caso antes de postar, e o Federer admite sim que a mononucleose o prejudicou em partes do 1 semestre daquele ano, principalmente no AUSOPE, que, pasme, o cara ainda conseguiu fazer semifinal…
      Sobre Wimbledon, ele diz que não, mas, é fato que tenistas profissionais muitas vezes não abrem o jogo sobre doenças e lesões, é corriqueiro…
      Como eu disse lá embaixo, pode ser que a mononucleose não estivesse mais debilitando-o durante o torneio, não sabemos, mas que sim pode tê-lo atrapalhado de uma maneira ou outra para Wimbledon. Isto posto, nunca sequer mencionei que a MAGNÍFICA vitória do Rafa em Win 2008 possa ser creditada a isso, pois foi um jogaço e o espanhol fez por merecer demais, inclusive já li a biografia dele que é muito centrada nesse jogo. O problema de fanatismo de torcidas é que muitas vezes entendem opiniões divergentes como um ataque a A ou B.
      A mononucleose, como vc mencionou, realmente pode atingir as pessoas em variados graus, como a própria COVID, ao que parece. Não sabemos em que grau ela atingiu o suíço, o que sabemos é que ele teve a doença. Como já foi mencionado, ela prejudicou temporadas da Henin, Roddick tb sofreu com isso, entre outros. E o caso mais notório foi o do Soderling, obrigado a abandonar a carreira no auge por conta dela.
      Portanto, acho sim que o helvético possa sim ter sido prejudicado em Wimbledon 2008, em maior ou menor grau, mas, como gênio que é, conseguiu resultados expressivos mesmo assim. Como também consegue resultados fantásticos sendo um atleta de quase 40 anos! Apesar de diversas pessoas questionarem esse fato, é claro que pesa, queiram ou não queiram. Isto é incrível, isso é Roger Federer, mais um feito INÉDITO na história do tênis pra conta do suíço. E, ao contrário de muitos torcedores do suíço, torço tb para que Rafa e Djoko consigam repetir esse feito e tenham carreiras mais longevas ainda e acumulem mais vitórias ainda e mais troféus.

      Responder
      1. Miguel BsB

        E, só pra finalizar, como disse abaixo, um confronto entre os 3 gigantes é de tão altíssimo nível na maioria das vezes, que qualquer pequeno problema, seja de preparação deficiente, lesão ou doença, pode fazer a diferença…
        Essa é a minha opinião, e com ela permaneço.

        Responder
  9. Oswaldo E. Aranha

    Em termos de música sinto-me um estranho no ninho no blog, pois só vejo comentários sobre rock e eu aprecio música clássica, mpb e jazz.

    Responder
    1. lEvI sIlvA

      Aranha, meu caro, tudo bem por aí?
      Algumas dicas de álbuns que, caso não conheça, pode gostar…! Seio da Bahia (Vânia Abreu – irmã de Daniela Mercury, mas outra praia e voz MARAVILHOSA; Música Ligeira (do extinto selo Tinitus – dois integrantes do Premeditado Breque e um outro que não lembro. Gravado ao vivo no teatro do Crowne Plaza na década de 90 e exibido na Cultura. Foi lá que os conheci quando vi, tive de correr atrás do CD) Espero que goste!
      Grande abraço e cuide-se, ok?

      Responder
    2. Marcílio Aguiar

      Prezado Oswaldo. Eu não me considero um profundo conhecedor de música, mas ela faz parte do meu cotidiano desde a infância, como se fosse um alimento. Iniciei meu repertório nos anos 1960 ouvindo principalmente o que se tocava no rádio e ai já se pode imaginar a salada (bolero, samba, caipira, ieieiê, brega, Beatles e música de festivais etc), na adolescência dos anos 1970 vieram o rock progressivo, o pop, mpb etc. e já na maturidade dos anos 1980 incorporei a chamada “new age”, o Jazz e a musica clássica. Aprecio e gosto de ouvir todos esses gêneros até hoje. O bom das artes é que não trazem em si a competição, a necessidade de ter um vencedor como fator principal, logo, permitem que apreciemos e desfrutemos de gêneros, conceitos e estilos variados sem ter que abrir mão de nossas preferências, diferentemente do tênis e futebol (para ficar nos esportes mais comentados aqui). Quando temos preferência exagerada por um time ou tenista limitamos nossa capacidade de apreciar e ver com os olhos generosos os demais que não são “dos meus”. Caso você não conheça e queira uma boa leitura sobre musica e ou músicos recomendo “Musica nas Veias” de Zuza Homem de Mello, “Como toca esse rapaz” de Fernando Lichti Barros (sobre o saxofonista Casé) e por fim, não me lembro do título, mas é um livro sobre a história da musica clássica ocidental que li há muito tempo. O autor é Otto Maria Carpeaux.
      Saudações.

      Responder
    3. Miguel BsB

      Também gosto muito de MPB e Jazz, além do Rock, e sim, vários participantes comentam muito sobre jazz por aqui, como o Rubens Leme e o Marcílio…
      Eu tb comento de vez em quando, mas admito que não tenho tanto conhecimento quanto os acima citados…

      Responder
  10. Lucas Pires

    Prezado Dalcim, boa tarde!

    Me permita fazer uma pergunta fora do tema por favor. Já houve na história do tênis de alto rendimento algum/alguma tenista que batia na bola dos dois lados (esquerda e direita) segurando a raquete com as 02 mãos? É possível jogar bem assim?

    Abraço,

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, tanto homens (Santoro) como mulheres (Seles, Bartoli). Santoro não ganhou Slam mas era um tenista de excepcionais recursos. Seles foi multicampeã e Bartoli venceu Wimbledon.

      Responder
      1. periferia

        Olá Dalcim.

        Vi um asiático que é ambidestro…..ele bate tanto com a direita como com a esquerda .
        Existe na história do tênis um jogador assim? .. (jogador que foi bem ranqueado).

        Abs

        Responder
  11. Bruno Gama

    Ontem eu tava com uma insônia terrível, não conseguia dormir de jeito nenhum, aí resolvi ligar a TV e colocar uma partida do Djoko no Youtube, não deu 5 minutos eu já tinha pegado no sono, recomendo a todos.

    Responder
    1. Heitor

      ja ver um do federer para tentar dormir provoca o efeito inverso: é tao rapido e tao intenso que a gente nao consegue dormir depois hehehe

      Responder
  12. Orestes Pimentel

    Guga e Maria Esther são tão soberanos no Brasil que me pergunto qual a posição deles na América do Sul, seriam os maiores também?

    Na onda dos melhores que o blog está fazendo acho que seria um assunto interessante.

    Responder
  13. Luiz Fernando

    Em um dos comentários abaixo, um dos comentaristas citou algo como “Nadal foi o primeiro do Big 3 a dar sinais de decadência”. Absurdo extremo ou desinformação extrema, para fazer um comentário educado. Será q foi Nadal q ficou de 2012 a 2017 sem vencer um GS? Acho q foi outro. Será q foi Nadal q teve a temporada mais pífia e medíocre em matéria de resultados da história do Big 3, ao vencer um um único ATPzinho 250 em 2013 (Halle, naquela época ATP 250)? Acho q foi outro. Uma das mazelas do blog é aqui as pessoas ao invés de se prenderem aos fatos que efetivamente ocorreram postam aquilo q elas gostariam q tivesse acontecido…

    Responder
    1. Vitor Hugo

      A pesssoa em questão afirmou ser Nadalista, Luiz Fernando. Também não concordo que Nadal foi o primeiro a sentir o peso da idade. Vamos ver qual dos três vai ser o mais velho a vencer slam e ser número 1 do mundo quando encerrarem a carreira, daí poderemos ter a certeza de quem sentiu o peso da idade primeiro.

      Responder
    2. Jonas

      Usando exemplos mais recentes. O que Nadal jogou em RG 17, 18 e no US Open 17 foi absurdo. Não tem como alguém “decadente” jogar assim.

      Nadal poderia vencer WB 18. Foi uma derrota apertada pro Djoko.

      Ano passado venceu o US Open em cima da nextgen. Há algo de anormal nisso? Federer fez o mesmo em 2007 em cima do Djokovic.

      Eu concordo que dos três, Nadal tem a tendência de sentir o físico mais rápido, pois ele faz mais força pra jogar; suas diversas lesões confirmam isso. Vamos ver como ele retorna depois de tanto tempo parado, mas imagino que vai vir babando em cima do recorde de Slams.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Elogios a dar com o pau como de costume , não é mesmo espertíssimo Jonas ? . Faltou apenas dizer que além de voltar babando ,o Touro vai bater o Sérvio em todos os Slam rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Não. Faltou dizer que os dois voltam babando em cima do recorde do Federer.

          Mas, realmente, é possível que Nadal termine com mais Slams que Djoko e Federer.

          Responder
    3. Rafael Azevedo

      Quem fez esse comentário fui eu!

      Só queria esclarecer que eu não estava falando de queda de nível técnico, nem de decadência. É claro que ele melhorou tecnicamente e continua conquistando de tudo um pouco.

      Meu comentário foi em relação à parte física, mais especificamente a movimentação de pernas. E não foi baseado em números. Porque as conquistas não ocorrem apenas com o físico. Ele é um baita tenista tecnicamente, taticamente e mentalmente. Ele também é grande fisicamente. Não estou dizendo que não é. Apenas que sua grandeza física diminui.

      Quando eu comparo os vídeos atuais com os de antes de 2013, eu via um Nadal muito mais explosivo e veloz naquela época. Quando eu faço o mesmo com o Djokovic e com o Federe, eles me parecem os mesmos. Por isso eu disse que acho que o Nadal foi o primeiro a sentir o físico.

      E eu realmente acredito que essa é a principal razão dele estar com dificuldades de vencer o Federe e o Djokovic fora do saibro. Veja os vídeos das vitórias sobre esses adversários no USOpen, em Miami, em Cincinatti, em Winblendo, etc. Eles (Djokov e Federer) estão com a mesma condição física de hoje, mas o Nadal está diferente.

      É claro que ele compensa isso com evolução técnica, tática e experiência. E, claro, que ele ainda é um dos maiores fisicamente. É só uma questão de comparação, com ele mesmo e com os outros do big 3.

      Mas, enfim, é só a minha percepção. Claro que pode estar errada. Não foi uma tentativa de diminuir ninguém (nem uma vontade pessoal, como você falou). Inclusive, torço por ele, constantemente.

      Responder
      1. Jonas

        Um outro colega comentou abaixo algo como “hoje em dia Djoko e Nadal estão mais ganhaveis”.

        Eu concordo. O Nadal de 2013 é sim melhor que o atual, assim como o Djoko de 2015, a meu ver. No entanto, não podemos contabilizar apenas o que se passa no auge pois é um período muito curto.

        O Djokovic de 2012-2014 jogou menos que o de 2011 com certeza e mesmo assim não há desculpas para nenhuma derrota, salvo lesões. O problema é que o pessoal usa a mesma desculpa para todo tipo de derrota, afirmando que um ou outro não estava no auge.

        Nadal com certeza já jogou mais tênis que hoje. Qualquer um pode acessar vídeos no YouTube mostrando a forma física/técnica que ele estava em 2010. Reparem no serviço dele e no backhand.

        Mas ele, assim como Djoko e Federer, optou por seguir jogando porque ama e também deve almejar alguns recordes. E claro, tem plenas condições de seguir vencendo Slams e ser número 1.

        Responder
    4. Paulo Almeida

      As eliminações vexatórias do Nadal em Wimbledon de 2012 a 2014 são curiosas, pois ele estava voando tanto no saibro quanto no hard. Em 2015 nem tanto, pois de fato estava abaixo em todos os pisos. Porém, compensou em 2018 e 2019 e perdeu com erro de arbitragem pro Müller em 2017.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bonito e difícil, José, embora hoje em dia virou quase lugar coumum… rsrs… Quem trouxe o golpe para o tênis moderno foi o Agassi e hoje quase todo o circuito feminino usa com grande precisão.

      Responder
  14. periferia

    Olá

    Enquanto o vírus estava instalado no Hospital Albert Einstein…no Sírio Libanês…nos hospitais particulares.
    Distanciamento social….shoppings fechados….todos dentro de casa.

    Agora que o vírus chegou no Hospital do Campo Limpo….do M’Boi Mirim … da Pedreira… do Grajau.
    Comércio liberado…..shopping liberado…..concessionária liberada….e o povo nos ruas.
    E tudo isso baseado na ciência.

    Abs

    Responder
  15. DANILO AFONSO

    Em 2011, dias depois do DJOKOVIC conquistar o US Open 2011, DALCIM publicou o título abaixo, na qual transcrevo parte do texto colocando em caixa alta algumas palavras. No texto, o tenista sueco Wilander fala algo próximo do que pensa Sampras sobre a geração da década retrasada. E o DALCIM durante o texto, dá uma opinião surpreendente que gerou muito debate na época.

    ESTE É O MELHOR TÊNIS DE TODOS OS TEMPOS. PALAVRA DE WILANDER.
    14/09/2011 às 20h15 – por José Nilton Dalcim

    “(…)
    A conclusão acima pertence ao sueco Mats Wilander, profundo conhecer do tênis, dentro e fora das quadras, em entrevista à agência Reuters após o US Open. No seu currículo estão sete Grand Slam, entre 1982 e 1988.
    “Não tenho dúvida: Federer nunca jogou tão bem. Ele apenas não está vencendo”, afirmou ele, acrescentando: “Hoje, Federer tem dois rivais muito superiores aos que tinha quando dominava o circuito”.

    Alguém discorda? Então o sueco dá exemplos. “Compare o Djokovic de agora com o ANDY RODDICK de seus melhores tempos. Não está nem perto. E LLEYTON HEWITT no auge? Muito longe. Esses foram dois grandes rivais do Federer, em semifinais ou finais”.

    Na sua opinião, o nível subiu muito. “Djokovic é melhor hoje do que Nadal era no ano passado e Nadal, no ano passado, jogou muito mais do que qualquer outro. Esses dois simplesmente evoluíram muito”.

    De minha parte (Dalcim), concordo completamente com essas duas últimas observações: nunca se jogou um tênis de nível como este.
    (…)”

    Essa última frase do Dalcim comprova o que sempre achei: o tênis praticado no início da década passada era mais elevado que da década retrasada (2000 a 2009). Os adversários do sérvio tiveram que evoluir para igualar o novo nível de tênis que veríamos ao longo da década passada. Não foi a padronização ou idade que dificultou a vida de alguns tenista, e sim o sarrafo que ficou muito alto.

    Responder
    1. Jonas

      O nível subiu demais mesmo. Em partes a culpa é do Federer, que acabou obrigando o Djokovic a subir o nível, se tornando esse monstro desde 2011. O próprio sérvio admite isso.

      A afirmação do Wilander, além de ser congruente com o que Sampra fala, vai de encontro ao que muita gente afirma aqui.

      Federer seguiu jogando muito bem, mas agora tinha Djokovic e Nadal jogando demais após terem atingido o ápice.

      Responder
    2. Vitor Hugo

      Na minha opinião, Federer foi o tenista que jogou o melhor nível de tênis até hj, tanto plastico quanto eficiente.
      Vc cita Willander? Eu cito Laver, Agassi, Sampras, Big Mac(ele disse que Federer foi o melhor tenista que vimos nos últimos anos. Ele disse isso em 2017 mais ou menos. Saiu no tênis Brasil), Stan, Meligeni, Sinner, Thiem e muitos outros.
      Sim, Hewwitt e Roddick não estavam à altura de Roger. Nadal e Novak, sim. Mas eles são mais novos e pegaram Federer com a carreira em andamento.
      Como eu disse abaixo, Federer com 33 teve que enfrentar Novak e Nadal com 26, 27, no auge.
      Hj, o espanhol e o sérvio tem 33, 34 anos, mas não tem rivais jovens no mesmo nível que o suíço tinha quando estava com a mesma idade que os dois hj.
      Bom, parece que é uma discussão que não vai ter fim. Cada um fica com sua opinião.
      O próprio Dalcim disse no post anterior que Federer é o melhor que ele viu jogar.

      Responder
    3. Vitor Hugo

      É mais do que óbvio que, Federer prefere quadras mais rápidas que são melhores para seu jogo, e Novak e Nadal preferem quadras mais lentas.
      Novak apanhou feio várias vezes de Roger em Cinccinati, quadra super rápida. Tomou pneu em final e etc.
      Óbvio que a padronização ajudou tenistas mais físicos e com jogo baseado na base. O que não quer dizer que um tenista ofensivo não possa ganhar em uma quadra lenta e um defensivo em uma quadra rápida.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Outro colega perguntou ao Dalcim, qual quadra mais rápida da atualidade. O mestre respondeu: Xangai, até mais que Wimblendon.
        Pois bem, Djokovic é tetra lá e o rei das rápidas é bi.
        Cincinnati sempre foi uma pedra no sapato, aliás, no tênis do sérvio, mas a atirou longe, tornando o único dos homens a vencer todos os Masters 1.000, depois de vencer lá.
        Só não me lembro quem era o adversário na final.

        Responder
          1. Vitor Hugo

            Achei interessante, mas não quer dizer que eu concorde. Na minha opinião, de jeito nenhum Cinccinati é mais lento que Wimbledon. O slam britânico está mais pra IW.

    4. Sérgio Ribeiro

      Bem Danilo , se possível consulte o Site Bola Amarela que volta e meia coloca a declaração de Sampras após WIMBLEDON 2017 : ” Roger é aquele tipo de jogador que nasce a cada CINQUENTA anos ” . Essa colocação de que Federer não tinha oponentes em sua época, somente o próprio pra explicar tamanha contradição. Até porque o mesmo enfrentou e perdeu dentro de casa FINAIS para Hewitt e Marat Safin . E contradições é a praia mais adorada pela turma da Kombi . Mats Wilander tem direito de apreciar o Sérvio . Mas já falou muito mais de Nadal… Abs!

      Responder
    5. Paulo Almeida

      Mais um da série “na cara não, pra não estragar o velório”. Um verdadeiro fatality ou brutality, pra quem joga Mortal Kombat. Grande Danilo.

      Sim, é claro que tanto Federer quanto Nadal dos anos 2000 eram jogadores inferiores às suas versões dos anos 2010. O espanhol até conseguiu se reinventar melhor e bater Novak de 2012 a 2014 quatro vezes em Slam. Já o suíço, só aquelas duas vitórias em 2011 e 2012.

      O nível de tênis da década de 2010 é disparado o mais alto da história, incluindo as melhores versões do Big Four, além de Wawrinka e Delpo. E quem foi o melhor de todos? Novak Djokovic.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Nadal terminou 2010 , com DESESSEIS a SETE pra cima do Sérvio. É óbvio que pra turma da Kombi o Espanhol deu um UP Mentalmente e no seu ARSENAL a partir de 2011 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Também é óbvio que até 2010 Nadal era melhor que Novak.

          Também é óbvio que o Nadal foi superado a partir de 2011 (exceção feita ao saibro).

          Responder
    6. Vítor Barsotti

      Bom, acho que tem mais coisas aí que vc simplesmente desconsidera na tentativa de promover o sérvio.

      O auge do Federer foi entre 2004-2009. Claro que após esse período ele aprimorou-se tecnicamente, assim como todo grande tenista o faz. No entanto, esse aprimoramento técnico não compensa toda a perda que o tenista tem nos atributos físicos após passar o auge (exemplos bem claros disso são Nadal e Djokovic, que mesmo evoluindo muito na parte técnica nos últimos anos são muito mais ganháveis hoje em dia).

      Já o auge do Djokovic começou em 2011! O que vc queria? Que o Federer dividisse com ele os slams entre 2011-2019? Por ser a lenda que é, Federer continuou incomodando muito nesse período, defendendo inclusive seu reinado em Cincinnati até pouco tempo atrás.

      Quando falamos em idade não estamos comparando a idade do suíço ao resto do circuito. Ele bate em 99% assim como o fazem Nadal e Djokovic. O que pesa pro Federer é ter dois rivais à altura 5-6 mais jovens, e, ainda, esses dois não terem os seus próprios rivais, mesmo já tendo passado dos 30. Some-se isso ao fato da padronização, que, ao retirar os especialistas de piso, diminuiu em muito as “zebras”, tem-se o cenário perfeito para que Djokovic dominasse absurdamente o circuito.

      Mas não foi exatamente o que ocorreu. Nadal continuou, apesar de perder para o sérvio em palcos importantes, soberano no saibro e aumentou sua versatilidade nas hards, abocanhando finais e títulos importantes de slam. “Só isso”, particularmente ( e em consonância com a última lista do Dalcim), mantém o espanhol acima do sérvio na lista dos maiores.

      Enfim, a prosa é boa e a conversa é longa. Federer, Nadal e Djokovic aumentaram sim, e muito, o sarrafo (tanto que um cara como Murray foi muito menos vencedor do que poderia). Mas os fatores padronização e idade tem muito peso nessa história aí sim!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Parabéns , Vitor . Esse comentário não somente eu , acho que o Dalcim e a torcida do Flamengo ( Tenistas ) assinariam embaixo ! ABS !!!

        Responder
  16. Rubens Leme

    Dalcim, não sei se curte Frank Zappa, mas entre os mais de 100 discos dele (oficiais e póstumos), Hot Rats (1969) é um dos mais importantes. É apenas o segundo solo dele, embora já fosse o oitavo em três anos de carreira, desde a estreia, com Freak Out!, ao lado do Mothers of Invention.

    Nesse, Zappa se concentra na guitarra, instrumento onde é um dos mais subestimados de todos os tempos. O time de músicos é sensacional começando pela sua “alma gêmea”, Captain Beefheart.

    Além de grande músico, foi um grande crítico do conservadorismo e da estupidez americana e chegou a ir ao Senado quando o governo colocava um selo de aviso quando um disco trazia letras “perigosas”. Zappa tinha uma frase maravilhosa: “o governo sequer consegue controlar o orçamento e agora quer censurar os discos?”

    Pena que foi cedo, por causa do câncer de próstrata, resultado dos 3 maços diários de cigarros Winstons que fumava. E apesar da fama de “maluco” detestava drogas e obrigava os músicos a um rigoroso regime de trabalho e ensaios. Antes das turnês chegava a ensaiar de seis horas por dia.

    Uma vida breve – 52 anos – e um legado – mais de 100 discos – enorme. Faz muita falta o velho Frank.

    https://www.youtube.com/playlist?list=PLzEG2f9QAl8Mf58rIdXoNUe4jWwGcxEBg

    Responder
  17. Gume

    Caro Dalcim:
    Tive a curiosidade de verificar a idade dos tenistas ranqueados entre os 100 melhores da ATP. Pude observar um envelhecimento do ranking.
    Durante o início da era aberta o domínio dentro do top100 era de tenistas na faixa entre 21 e 25 anos sendo que, durante a década de 1990, estes eram mais da metade que figurava nesta faixa do ranking da ATP. Isto perdurou até 2010. Neste ano houve uma inversão de domínio, e a faixa entre 26 a 30 anos passou a ser a dominante no top100.
    Outro fato interessante é tenistas acima de 35 anos. Tirando o início da era aberta, onde haviam alguns remanescentes da época amadora, praticamente não existiam estes jogadores. No último ranking publicado, 5 deles figuram entre os top100.
    Jogadores abaixo de 20 anos eram em grande número no top100 entre 1985 e 2005. Hoje existem bem menos.
    Seria este fenômeno atrelado a longevidade ou ao amadurecimento tardio do atleta ou ambos? Qual sua opinião.
    Desculpe se o assunto não condiz com o assunto.
    Abraços e parabéns pelos seus textos. Acompanho sempre.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Muito bom seu levantamento, Gume, e isso reflete exatamente isso: graças aos recursos de condicionamento físico cada vez mais apurados, as carreiras dos tenistas estão se esticando e, em boa forma, eles certamente são jogadores de grande qualidade. Isso explica muito a dificuldade de renovação que vemos no circuito atual, diferente de duas décadas atrás, quando um tenista já começava a planejar aposentadoria ou se dedicar às duplas quando chegava nos 32, 33 anos. Abs!

      Responder
  18. Enoque

    Os espanhóis estão querendo a realização do torneio de Madrid, porque lá o Djoko teria que descartar 1.000 pontos e Nadal só 360, então seria a chance de Nadal retomar a liderança do ranking. Porque não realizar Roma que teria a situação invertida.

    Responder
  19. Miguel BsB

    Rapaziada, vou opinar sobre um assunto que tá rolando na briga de torcidas aqui do blog, a qual eu tento manter eqüidistância…
    Todos estão errados e “passando vergonha” (pelo menos para os participantes que não entram nessa guerra) ao dizer que a mononucleose não é uma doença grave e não afetaria o desempenho de um atleta, ou pior (vide Soderling), ou que a intolerância ao glúten tb não afetaria (e muito) o rendimento de um atleta…é claro que ambas afetaram sobremaneira o ano de Federer e o desempenho de Djoko até 2010! Vcs, querendo atacar e desqualificar o tenista preferido dos outros, às vezes não percebem o quão ridículo os argumentos e ataques soam para observadores “de fora”.
    Tenho certeza que o próprio Dalcim, ao ler uns absurdos desses, deve balançar a cabeça e dizer: onde é que eu fui me meter mantendo e moderando comentários como esses?

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Mas você acha que a mononucleose afetou o desempenho do suíço em Wimbledon?

      Eu achei que não.

      Ele jogou de igual para igual e perdeu nos detalhes.

      Ou seja, teve boas chances de vencer o Nadal naquele dia…

      Responder
      1. Miguel BsB

        Olha, no nível desses caras, ainda mais entre o Big 3, qualquer episódio que abaixe o desempenho deles, pode ser decisivo num confronto, ainda mais entre eles…
        Talvez o Federer estivesse curado da doença em Wimbledon, não sabemos, mas, com ctz afetou boa parte do 1 semestre dele, e, de uma maneira ou outra, afetou a preparação para Wimbledon, no mínimo…

        Responder
        1. Miguel BsB

          Djokovic, msm com a intolerância ao glúten, o que é de fato debilitador de desempenho atlético e até de vida, conseguiu ser nº 3 do mundo e campeão de Slam, fora outros grandes desempenhos em torneios importantes. Federer, msm debilitado pela mononucleose, poderia ter desempenhado um grande torneio em Wimbledon, como o fez. Afinal, estamos falando de Federer e Djokovic.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Ok, Miguel.

            Entendo o teu ponto de vista.

            O que eu acho patético é o que os nolistas da ala mais fanática querem:

            ANULAR qualquer vitória do Federer sobre o sérvio no período…

            (rs)

  20. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    considerando Cinci, Indian Wells, Wimbledon, Halle e Xangai.

    Como você ordenaria esses 5 torneios do mais lento para o mais rápido?

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Bem Dalcim . Chamou atenção até de Thomaz Koch o número de ralis , na segunda semana na Grama de Wimbledon 2019. Ele disse : “ na que eu jogo e’ bem diferente devido ao corte e as bolinhas “ . Vendo o que Medvedev aprontou pra cima de Novak na Semi e de Goffin na Final de Cincy 2009 ( bem menos trocas ) , é difícil acreditar que Cincinatti possa ser mais lenta. Mas fico com o especialista. Abs!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Como eu disse, Sérgio, é a classificação que dão para os pisos. Não concordo necessariamente. Mas a grama, ainda que não seja mais tão veloz, ainda faz a bola escorregar mais do que uma quadra dura.

          Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Lucas, sem nem sabermos o que ainda acontecerá em 2020 seria muita pretensão de minha parte. Acho mais prudente aguardar um pouco mais.

      Responder
  21. Rafael

    Sobre a Bia:

    Nunca acreditei que ela tivesse feito uso deliberado de substâncias ilícitas. Depois de ouvir seu depoimento em um podcast, minha convicção ficou ainda mais forte. Agora que ela está pronta e liberada para voltar, torço, mesmo com os pontos zerados e tals, para que ela pouco a pouco volte ao nível que estava antes da parada e se desenvolva ainda mais. Acredito que ela possa nos trazer grandes alegrias.

    Qual a sua opinião a esse respeito, Dalcim? Se ela vai conseguir ou não é uma outra história, mas até onde você acredita que a Bia pode chegar? Nem digo em termos de ranking, que é uma consequência, mas tecnicamente falando? Acho que ela ainda é bastante jovem. Ela tem um estilo semelhante ao de alguma tenista que vc já viu e poderia citar? Onde ela precisa melhorar, tomando por base o nível em que estava antes da punição?

    Agradeço uma possível resposta.

    Responder
    1. Rafael

      Já sobre o Thomaz, infelizmente acho que ele n vai sair + dessa maré onde se encontra até encerrar a carreira. No entanto, tenho profundo respeito pelo q ele fez no tênis, ainda + considerando os fatores com os quais ele teve de lidar. Pelo menos buscou ajuda e está cuidando da cabeça pra levar uma vida + saudável como cidadão, fico feliz por ele.

      Acho q torcemos no tênis como no futebol, mas no Brasil n temos uma grade de tenistas nível Champions League. Não digo q surgiria outro Guga, mas nossos tenistas poderiam apresentar + se tivessem + do nosso apoio, n somente nas vitórias. Aí quando eles se perdem pelos challengers da vida, esquecemos de acompanhá-los e apoiá-los. Aliás, no futebol somos + fiéis. No tênis, abandonamos facilmente um/a tenista quando ele passa 1 tempo sem entregar resultados. Temo q isso aconteça c/ o Thiago Wild. É + ou – lógico q ele vá ter várias derrotas no percurso, vamos ver como trataremos de alguém com seu potencial.

      Concluindo, é difícil se destacar em esportes onde tivemos 1 Pelé, 1 Ayrton Senna, 1 Guga. Por exemplo, acho o Barrichello um piloto muito acima da média, nível top, mas sempre fui até mesmo ridicularizado por minha opinião.

      É isso.

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      O potencial da Bia é muito bom, Rafael. Ela vinha muito confiante na quadra dura, que para mim era o fator essencial e continuará sendo na retomada. Claro que vai começar praticamente do zero outra vez e terá de ter paciência. Mas acho que figurar no top 50 é o mínimo que podemos esperar dela em condições normais e obviamente um pouco de sorte na retomada.

      Responder
  22. Gabi

    E a Latam entrou com pedido de recuperação judicial.
    É verdade que ela ja estava em crise pre pandemia, mas, apesar de a medicina ser uma grande coisa, é apenas uma parte do enfrentamento da crise, sendo fundamental considerar os aspectos políticos, sociais, econômicos e espirituais…

    Responder
    1. periferia

      Olá Gabi.

      E quebrará…..a Latam é um empresa estrangeira…tanto que o pedido foi feito nos EUA.
      A empresa deve ter muitas dificuldades…..como todas as aéreas no mundo…..algumas ficarão pelo caminho até por serem deficitárias (antes da pandemia).
      Nosso governo está oferecendo 6 bilhões para as 3 grandes do setor aqui no Brasil (dinheiro BNDS).
      Não deveria oferecer nada a Latam nesse momento (por ser uma empresa de capital estrangeiro e não ter ações na bolsa brasileira).
      Deveria se concentrar na Gol ….que é uma empresa com liquidez e com poucos voos internacionais (Quanto mais longe vai um avião….mas dívidas faz).
      Temos que fazer igual ao Trump…..proteger o que é nosso (momento nacionalista)

      Abs

      Responder
      1. Gabi

        Pois é!!

        Li uma entrevista com o presidente da Ryanair dizendo que se suas aeronaves tiverem de decolar com a poltrona do meio vaga – o que segundo ele significa ocupação de 66% e, portanto, muito prejuízo-, ele prefere que elas fiquem em solo. Ou, sugeriu que o governo pague essas poltronas do meio…

        Li relatos de quem precisou viajar aqui no Brasil e que foi o caos que desde a entrada no aeroporto. Nenhuma das recomendações de segurança sao seguidas pela maioria dos passageiros e pelos funcionários da companhia aérea, seja ela qual for. As marcações no chão para a fila de embarque sao ignoradas, todos amontoados, muitos com máscaras que só serviam de enfeite. Dentro do avião, pede-se que as pessoas mantenham distância. Segue-se uma fila com um passageiro fungando no cangote do outro, muitos se atropelando. Ao longo do voo, mais lembretes sobre distanciamento. Diz-se que ri de raiva. A companhia faz de conta que se preocupa com os passageiros, que por sua vez se fingem de surdos e devem se achar imortais. Assim que o avião estaciona, sao avisados de que o desembarque será feito em grupos. Primeiro, os acomodados até a fileira 10, os outros devem permanecer sentados. O que acontece? Levantam-se todos ao mesmo tempo e ficam bem aglomeradinhos em pé durante 15 minutos.

        Esses covidiotas… bradam contra o governo da vez isso e aquilo mas no seu mundinho fazem o quê?

        Responder
        1. periferia

          Olá Gabi

          Assim como 2008 o estado socorreu bancos privados (em um momento de pânico econômico mundial)….e a cada balanço anual esses bancos berram seus lucros absurdos e imorai
          O vírus será desculpa para socorrer grandes empresas .
          No Brasil quase 80% são micro e pequenas empresas…..elas é que sustentam esse país economicamente (tenho uma dessas a mais de 30 anos).
          Não existe linhas de créditos para elas …ou melhor …existem …mas não tem utilidade (os bancos exigem garantias ….oras …se tenho garantias …por que vou fazer dívida com juros abusivos? ).
          Pra issso existe o BNDS…..para socorrer grandes empresas deficitárias ? (O governo passado fez do BNDS uma instituição “internacional” levando nosso dinheiro para o mundo inteiro).
          A Latam tem 21 mil funcionários no Brasil….o governo através do BNDS está oferecendo 100mil para cada posto de trabalho (posto caro!!!!).
          Eu não compreendo esse país…..por mais que tente.

          Abs

          Responder
          1. Gabi

            Pois é, eu tb não entendo. Nem o Brasil e muito menos ainda os brasileiros – eu inclusa.
            Bom, o que esperar de um país cujo governo recolhe FGTS de seus funcionários tb porque acha que eles não tem competência para poupar? Claro, eu sei que o governo usa esse $ para os mais diversos fins (alguns nada republicanos), mas, pô, não dá…

  23. Vitor Hugo

    Nadal era muito mais jogador, na grama, entre 2006 e 2008, do que nos últimos anos, em que fez campanhas pífias em Wimbledon, com exceção do ano passado e retrasado. Aliás é bem curioso. Quando era um “feto”, chegou em três finais seguidas na grama sagrada, algo que nunca mais se repetiu. Depois de 2011, jogador formado e maduro, só vergonhosas campanhas.
    Também acho que o espanhol era muito mais jogador no saibro antes de 2010 do que depois. Não tinha o backhand que tem hoje, mas corria muito mais e chegava em todas as bolas. Era muito mais difícil ganhar um ponto dele em quadras lentas do que hj.
    Por outro lado, o espanhol se tornou um grande jogador nas hards à partir de 2010, não era até então.

    Conclusão: Nadal era mais jogador na grama e saibro quando era um ‘feto’, mas depois de adulto se tornou melhor nas hards. Era mais perigoso quando garoto porque era melhor em dois dos três pisos do esporte.

    Sobre Novak ter feito semi em Wimbledon em 2007, normal. Prenunciu de que seria o campeão que é hj.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Eu concordo um pouco com você. Acho que o Nadal é o jogador que sentiu a “velhice” primeiro, entre o Big 3.
      De fato, houve uma queda de rendimento no saibro e na grama, a partir de 2011. Talvez, tenha sido pela ascensão do Djoko, mas ele realmente perdeu a movimentação e vigor físico. De 2010 até 2013, houve uma bela apresentação nas hards, mas de 2014 para cá, também está em decadência.

      Ele continua vencendo torneios no saibro porque ele é muito superior lá. Não vence mais na grama. As vitórias nas hards têm sido com ausencia ou lesão de Federe e Djoko.

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Nobre Vitor, tirando os anos de 2015 e 2016 que Nadal estava lesionado ou recuperando o físico e confiança, acredito que ele evoluiu muito. É bem mais completo que na década retrasada. Ele aprimorou o saque, voleio, leitura de jogo e mentalmente. Enfim, a experiência aliada ao excepcional físico, fizeram ele um melhor tenista. Nos últimos anos que o físico desceu um degrau comparado com o auge, mas compensou com outras melhores significativas.

      Na última década, vimos na GRAMA o Cartel imposto por Djokovic/Murray/Federer, este trio não deu brecha para nenhum outro tenista. Nas duas últimas edições de Wimbledon, Nadal não foi finalista porque teve nas semifinais que enfrentar os dois melhores jogadores deste piso na década.

      No SAIBRO, Nadal continuou dominando, mas encontrou o seu maior adversário no piso, Djokovic, que conseguiu algo que nenhum outro tenista chegou perto, vencer o espanhol em todos principais torneios do saibro, Master e Roland Garros. O espanhol não piorou, pelo contrário, aumentou o sarrafo quando se viu ameaçado pelo sérvio.

      Na HARD acredito que o espanhol obteve melhores resultados porque evoluiu pelos motivos citados acima. Simples !!

      Enfim, quando combinamos todos atributos do tênis, isto é, técnica, físico, mental e tático, NADAL apresentou um tênis superior na última década quando comparado com o tênis que vimos na segunda metade da década retrasada.

      Responder
        1. DANILO AFONSO

          THIEM nunca foi de fato um adversário de peso do NADAL como o sérvio foi.

          Detalhe importante: Djokovic venceu o espanhol em FINAIS de Masters, Madrid, Roma e Monte Carlos, os dois primeiros quando o espanhol tinha 25 anos e o último quando tinha 27 anos. Ademais, o sérvio venceu o espanhol em mais outra final de Roma 2014, e na semifinal venceu o espanhol e foi campeão.

          Já THIEM nas duas única vezes que venceu o espanhol em um torneio importante (big título) no saibro, o austríaco perdeu na sequencia para outro tenista e não confirmou a façanha com título. Em Roma 2017 venceu o espanhol na quartas de final e na rodada seguinte perdeu do Novak por 6-1 e 6-0. Na quartas de finais de Madrid 2018, venceu o espanhol e depois perdeu a final para o Zverev.

          Percebeu a diferença ???? Não tem comparação. Nunca foi uma ameaça real no piso. E olha que você insiste em dizer que o espanhol foi piorando ano a ano por causa da idade.

          Em Roland Garros, o THIEM nunca deu trabalho ao espanhol como o sérvio dava quando também perdia . Vejamos as parciais de Nadal x Thiem no Slam francês:

          2017 – 6-3 6-4 6-0
          2018 – 6-4 6-3 6-2
          2019 – 6-3 5-7 6-1 6-1

          Voltando ao assunto que gerou estes comentários, NADAL na última década (2010 a 2019) foi um tenista mais completo quando comparado com o Nadal do segundo semestre da década retrasada (2005 a 2009). Basta ver alguns vídeos no youtube para chegar nesta conclusão. Não precisa ser especialista para notar a diferença de nível.

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            * Ademais, o sérvio venceu o espanhol em mais outra final de Roma 2014, e na semifinal de Monte Carlos 2015 venceu o espanhol e foi campeão.

      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa, Danilo . Discordo outra vez. Não acredito que li que o Espanhol melhorou MENTALMENTE . Posso te garantir que Novak e Roger também não concordam . Por eles , o Touro nunca mais pode voltar a ser o que era antes de 2015 rs Abs!

        Responder
  24. Sérgio Ribeiro

    Não sei se essa informação procede , Dalcim . Mas alguns que defendem que a Next Gen vai começar a mandar pós retorno , afirmam categoricamente que desde a década de 40 , TRÊS SLAM em sequência não iam ao Quinto Set. Como o foram WIMBLEDON 2019 , USOPEN 2019 , e AOPEN 2020. Realmente nos dois últimos Medvedev e Thiem , fizeram dois do Big 3 , suar sangue . Isso está correto ? Desde já agradeço. Abs!

    Responder
  25. Oswaldo E. Aranha

    Mauro, quem coloca a ordem das intervenções é o Dalcim e não eu ou outro participante.
    Nando, quando atacam injustamente o Djokovic eu, como seu torcedor, defendo-o; quem tiver preferência por outro tenista e julgar que está sendo prejudicado que tenha a capacidade de fazer, de minha parte tenho a capacidade de fazer e o faço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, Oswaldo, eu não consigo deslocar um comentário de um lugar para outro. Apenas posso editar o que foi escrito, mas não ONDE foi escrito. Então realmente a melhor coisa é tentar responder sempre dentro do comentário a que se refere, para não ficar perdido no meio de tantos comentários. Abraço!

      Responder
  26. Luiz Fernando

    Já q estamos falando de vários temas aqui, parece q o coronavirus também tira o bom senso das pessoas, o Mike Tyson quer voltar ao boxe com 53 anos…

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Qual é o problema? Ele não vai voltar a lutar profissionalmente, apenas pra exibição. É uma prazer ver uma lenda como ele lutar, mesmo longe do que foi um dia. E é por caridade, e pra ganhar algum dinheiro, claro.
      Ele não tem o dinheiro de colocar um dinheiro no bolso? É um dos maiores nomes da história de todos os esportes!
      Se Nadal quiser fazer um exibição contra outro jogador quando tiver 53 anos, vc não vai querer assistir?
      Se Tyson estiver bem e em forma, não vejo qualquer problema! Desaprovo varias coisas que ele fez dentro e fora do ringue, mas era um espetáculo ver o cara lutar!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Cada um tem sua visão acerca dos fatos, mas digamos q boxe p um cara de 53 anos não seja um esporte adequado. Tyson sempre foi um lutador brutamontes, sem técnica apurada, dono de um golpe espetacular e matador, pra mim que vi Ali, Eder Jofre, Sugar Ray Leonard, Carlos Monzon vai chamar pouco a atenção, pessoalmente não irei ver. Mas concordo q do ponto de vista da mídia será interessante p muitos e para o bolso, talvez um pouco combalido dele.

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Forman foi campeão mundial com 45 anos e lutou quase até os 50. Anos atrás. Com a evolução da preparação física, nutrição e etc, acho que ele pode lutar sim. Depende da disciplina e motivação de cada um. E vc viu como ele está? Em forma, forte.

          Responder
        2. Lobovic

          Esse papo que o Tyson não tinha técnica é uma tremenda mentira. Os adversários que ele enfrentava eram sempre bem maiores que ele. Experimenta brigar sem técnica com alguém bem maior do que vc pra ver o que te acontece.

          Responder
          1. Vitor Hugo

            Sim. Tyson tinha apenas 1,78 e pouca envergadura. Muito pouco para um peso pesado. Era um fenômeno!

    2. Miguel BsB

      Parece que o Tyson vai encarar outro veterano, Wanderley Silva…
      O brasileiro vai ganhar mais de 50 milhões de bolsonaros por essa luta.
      Por essa quantia, até eu encarava o Iron Mike. Rs

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Eu também, Miguel. Faria ele correr atrás de mim até cansar. Rs. Ficaria a uma distância mínima de 2 metros. A hora que ele estiver ofegante, quem sabe um direto no queixo pra derruba-lo. Rs tenho 1,87 e 85 kg. Tyson tem 1,78.. Tenho mais envergadura.

        Responder
        1. Miguel BsB

          kkkkkkkkkk
          Ele ia cansar de tanto correr atrás né? Mas, contra ele, vc toma um soco, nocaute, apaga por um tempo, e dps tá com 50 milhões na conta hahaha

          Responder
          1. Vitor Hugo

            Então é bom cansar ele…. Porque depois, o soco pra me nocautear pode sair mais fraco e quem sabe eu ficar com metade dos meus dentes na boca… rs

  27. Heitor

    Luiz Fernando: concordo qdo vc sempre coloca aqui que o Rubens torce a favor do terror do vírus e ontem o Pondé escreveu: “Sigmund Freud (1856–1939) publicou seu “Além do Princípio do Prazer” em 1920. O conceito de pulsão de morte ali descrito é uma grande chave de leitura para a nossa época. A morte está na ordem do dia como objeto de gozo. Fosse o vírus um exército de ocupação, o colaboracionismo seria total. Você duvida?”.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Se alguém dúvida da torcida do coronavírus basta ver o comentário do chefe da quadrilha de Curitiba, teve até q se desculpar depois…

      Responder
    2. Paulo F.

      Esta torcida já se encontra inclusive em revistas médicas que deveriam ser científicas como o The Lancet. Todo o cuidado é pouco com relação às informações desta pandemia.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Cara, pra defender um incompetente no governo, vcs tentam desqualificar a Lancet (maior revista médica do mundo), The Economist, New York Times, El País, The Guardian, Der Spiegel, Financial Times, Clarin, La Reppublica etc etc etc…
        É, realmente tá muito difícil a vida de partidário do Bolsovírus…

        Responder
  28. Luiz Fernando

    Dalcim vc vê realmente chance do USO ser realizado fora de NYC? Se for o caso, vejo IW como o local lógico, pois esse centro da Flórida não deve ter quadras com boa capacidade de público e só teria chance na eventualidade de jogos sem público, algo creio q meio inimaginável para os americanos, sempre apegados ao business. Enfim, indefinição total, pois nem sabemos se o torneio ocorrerá de fato…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acredito que o empenho máximo é que sim, que o US Open aconteça. Indian Wells tem tudo a favor, exceto a idade mais elevada da população local. A Flórida me parece uma alternativa para um torneio mais econômico (pode-se usar muito mais quadras diariamente) e com pequeno público.

      Responder
  29. Rafael

    Resolvi interromper minha estadia no sítio para a seguinte postagem:

    Entrevista coletiva de Federer no US Open (não sei qual, mas parece atual):

    Voz de criança: Na Suíça faz muito frio, certo?

    Federer: Nem sempre, mas na maior parte do tempo faz sim.

    Voz de criança: Lá a atividade pecuária não é muito desenvolvida, certo? Então por que eles chamam você de “GOAT” (bode)?

    (Gargalhadas ao fundo)

    Federer (rindo): Não sei (risos)… Alguns fãs me chamam assim. Eu não me considero dessa forma. Mas temos muitos animais lá na Suíça também. Bodes são parte dos animais que temos em nossa pecuária.

    Voz de criança: Tenho uma pergunta séria agora.

    Federer: OK.

    Voz de criança: Você é o jogador mais consistente de todos os tempos. Você poderia por favor jogar por mais uns 8, 9 anos, aí eu poderei jogar contra você quando me tornar profissional?

    (Gargalhadas ao fundo)

    Federer: Sim, claro (risos). Se você entrar para o circuito, eu vou tentar de tudo para voltar e jogar com você.

    Voz de criança: Você promete?

    (Gargalhadas ao fundo)

    Federer: (rindo); Sim, é quase, quase uma promessa. A thank you promise. (promessa de agradecimento).

    * Via instagram de @rogerfederer.thegoat (em inglês)

    ___________________________________________________

    Miguel: para colocar foto no seu perfil, visite http://www.gravatar.com. Grátis, simples e rápido, fácil de trocar de fotos tb. O único detalhe é que a mesma foto aparecerá em todo lugar, por exemplo, se vc comentar no uol, em outros fóruns, etc, se não for por meio do FB ou do Google, vai aparecer a foto do gravatar. Grande abraço.

    Responder
    1. Rafael

      Tirando as (pouquíssimas) restrições que tenho em relação a Federer, só o fato de interagir carinhosamente com uma criança, incentivar seus sonhos, etc, já ganha minha admiração. Quem não gosta de crianças bom sujeito não é.

      Responder
  30. Mauro

    Ótima entrevista com o sempre sensato filósofo francês André Comte-Sponville. Entre outras coisas ele conclui que:
    – o que difere esta pandemia é o fato de sermos massivamente informados em tempo real, já que outras pandemias, como a de 57-58, mataram milhões de pessoas e nem percebemos;
    – o número de mortos pela pandemia (14.000 na França em abril) deveria ser analisado considerando o número de mortes totais por outras causas (600.000) e que ocorrem todos os anos e continuarão ocorrendo, e nem por isso nos preocupamos com essas outras mortes;
    – a medicina é uma grande coisa, mas é apenas uma parte do enfrentamento da crise, sendo fundamental considerar os aspectos políticos, sociais, econômicos e espirituais;
    – preocupado com a escalada global do autoritarismo, ele admite que prefere contrair o coronavírus e arriscar morrer em um país livre do que escapar dele em um estado autoritário;
    – sempre é hora de filosofar, e o confinamento compulsório pode ser um bom momento para se informar e refletir sobre o que realmente está acontecendo e que não se resume a uma doença;
    – como ensinamento a partir da crise, deveríamos perceber a importância da solidariedade, da liberdade e da própria vida.
    Em resumo, eu complementaria dizendo que (1) é fundamental refletir sobre todos os aspectos de nossa vida que estão sendo afetados pela pandemia, e não apenas ficar acompanhando o “número de mortos”; (2) as decisões tomadas agora terão impacto por muito tempo depois que o vírus tiver desaparecido; (3) e, fundamentalmente, viver intensamente é muito mais do que apenas evitar a morte!!

    Responder
    1. periferia

      Olá Mauro

      Por que…..nas crises….nos sentimos tão estimulados a voltar à normalidade de uma vida sacrificada e vazia ?
      Onde não somos tratados de uma forma justa.
      Lembro de quando jovem ter lido Domenico di Masi (O Ócio Criativo)….achava as ideias do italiano um espetáculo ….queria colocar aquelas ideias em prática.
      Mas não conseguia….aquelas ideias foram escrita e desenvolvidas para uma realidade diferente da minha.
      Até gosto do Comte…..apesar de ateu ….simpatiza com a espiritualidade…..mas a realidade dele é diferente.
      Como diria Nietzsche…..”conhecer é ter controle sobre o que se sabe “.
      E o que se sabe ….
      Hoje 1039.

      ABS
      Fique bem

      Responder
  31. Barocos

    Dalcim,

    Tudo bem que a análise é para, basicamente, partidas de simples, mas bem que podia sobrar um espaço para comentar sobre os ótimos resultados do Bruno Soares e do Marcelo Melo nas duplas.

    Lembro que uma vez você discorreu sobre os benefícios de jogar duplas, que é uma boa forma de melhorar o jogo de simples. Se não me engano, a sua argumentação girava em torno da melhoria dos reflexos e pensamento rápido, aumento da precisão e aprimoramento do jogo próximo à rede.

    Ainda, as partidas de duplas são bem legais de assistir, com toda a velocidade dos pontos e “improvisos” nos golpes devido ao pouco tempo que os atletas têm para a preparação dos mesmos.

    Acho que seria um bom tema para um próximo artigo.

    Dos jogadores brasileiros, meus favoritos são o Guga (acho que não tem ninguém que não goste do “manezinho”) e o Koch (muito em função das suas campanhas na Davis).

    Por fim, obrigado por mais um belo artigo.

    Reforço os meus votos de muita saúde e paz. O “clima” político atual e esta maldita pandemia exigem.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, duplas têm sido muito importantes para o tênis brasileiro, mas no fundo Melo e Soares estão tão á frente dos demais e têm sido tão bem divulgados nos últimos anos que não sei se uma análise mais profunda teria repercussão, André. Na verdade, eu pensei num outro formato, que quem sabe consiga explorar em futuros posts. E obrigado pela sugestão!

      Responder
  32. Paulo Almeida

    Voltando a falar um pouco de música, citarei meus 10 álbuns conceituais (aqueles que contam uma história ou tratam de um tema único) preferidos:

    Queensrÿche – Operation: Mindcrime
    Jethro Tull – Thick As A Brick
    Genesis – The Lamb Lies Down On Broadway
    Dream Theater – Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory
    Pink Floyd – Animals
    Pink Floyd – The Wall
    Camel – The Snow Goose
    Iron Maiden – Seventh Son Of A Seventh Son
    Symphony X – V: The New Mythology Suite
    Savatage – Streets: A Rock Opera

    Só discaço!

    Responder
    1. Marcílio Aguiar

      Paulo eu não sou expert em rock e não tenho a profundidade do seu conhecimento e de alguns aqui, mas dos citados eu tenho familiaridade com Genesis, Jethro Tull e Pink Floyd.

      Não estou certo se encaixam na descrição de conceitual, que você deixou bem clara, mas também gosto de

      “The Final Cut” e “Atom Heart Mother” – Pink Floyd.

      Brain, Salad, Surgery – Emerson, Lake & Palmer.

      Viagem ao centro da terra – Rick Wakeman.

      Tubular Bells – Mike Oldfield.

      Saudações.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Saudações, Marcílio!

        The Final Cut e Journey To The Centre Of The Earth são álbuns conceituais sim, enquanto o Atom Heart Mother e o Brain Salad Surgery penso que não. O outro eu não conheço.

        Responder
          1. Paulo Almeida

            Disponha.

            Pesquisei sobre o Tubular Bells e é conceitual também, tendo inclusive a mesma estrutura do Thick As A Brick e do A Passion Play do Jethro Tull.

  33. Nando

    Mestre, falando sobre o Wild, o qnt essa parada foi prejudicial a ele? E outra coisa, acha q João é o técnico ideal pra ele no momento ou assim como eu, acha q Wild precisa de um cara (melhor) q o faça evoluir mais ainda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, não foi nada boa. Minha expectativa era para um convite para Miami e acho que hoje ele estaria entre os 100, com algumas oportunidades. Acho que no momento o João é o melhor, porque o Wild ainda precisa de um apoio emocional grande e não pode descolar totalmente da sua terra, família e amigos.

      Responder
  34. ALEXANDRE LUIS ARAUJO ZEITLIN

    Dalcim para você qual foi o n 2 do tênis Masculino Brasileiro Koch , Bellucci ou Meligeni. Pra mim o fininho teve resultados mais expressivos com as olimpíadas de 96, a semi de Rioland Garros e o Pan Americano.O que você acha do n 2 Brasileiro?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, para ser sincero não acho o Pan um resultado tão importante assim, porque é um torneio de amadores ou veteranos. Aliás, a final reunia dois praticamente aposentados. Acho que Fininho teve outros resultados bem mais relevantes. Se formos pensar em Era Profissional, eu ficaria com o Bellucci pela regularidade de sua carreira. Mas se colocamos tudo na balança, Koch sobra demais. Obteve títulos de grande qualidade como amador e quartas de final em três Slam diferentes, além de suas grandes marcas na Davis.

      Responder
  35. Paulo Almeida

    Estou começando a achar a desculpa de piso padronizado mais patética do que a de idade.

    O GOAT Djokovic foi tetracampeão tanto na lentíssima Roma quanto na rapidíssima Xangai. E obviamente não preciso repetir que ele é pentacampeão na grama de Wimbledon, que querendo ou não, continua sendo super rápida. Sem essas bobajadas de saibro verde.

    Mesmo depois da padronização, quem continuou reclamando ou tendo dificuldade em piso lento foi o Federer e em piso rápido o Nadal. O sérvio nunca deu um pio a respeito.

    Portanto, mais um “argumento” federete foi devidamente aniquilado.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Pior que a desculpa da idade é o argumento ridículo da mononucleose, veja se algum atleta “doente” chegaria a uma final de GS perdendo num quinto set longo. Se fosse com Rafa ou Djoko diriam q era uma gripezinha…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Então, vamos la.

        Mononucleose é uma desculpa que também não cola para mim.

        Primeiro porque como dito por você, o Federer jogou até o quinto set.

        E segundo porque Wimbledon é jogado em junho – dando ao suíço suficiente teve tempo hábil para sua repuperação.

        Porém, em tratando de debate raso, os djokovistas dão um jeito de BAIXAR O NÍVEL um pouco mais. (rs)

        E contando sempre com o costumeiro apoio da CLAQUE (que aliás, você também integra).

        Ao escreverem, por exemplo, que o Djokovic perdia do suíço porque era um “feto”.

        Ou devido à batida desculpa da intolerância ao glúten.

        Aliás, choramingar por glúten ao mesmo tempo em que se ridiculiza mononucleose, não convenceria um macaco…

        Não passa de dois pesos e duas medidas de um fanatismo explícito.

        Fora que esse termo ” feto”, ninguém merece isso, né?

        Esse blog já foi melhor do que isso.

        “Feto” parece conversa de frequentador de botequim…

        Responder
        1. Vitor Hugo

          Rodrigo, a ignorância é gritante. Pergunte ao Soderling o quanto é ridículo e insignificante ter pergo uma mononucleose. Acabou com a carreira do sueco.
          Federer teve a preparação para 2008 prejudicada. Atrapalhou bastante para o Austrália Open. Roger foi entrando no ritmo e se recuperando com o passar do ano, mas não creio que ele estava 100%
          Bom lembrar também que, 2008 é o primeiro ano de padronização dos pisos. A velocidade em Wimbledon já não era a mesma de 2006 e 2007.
          Claro, Nadal não tinha nada a ver com isso.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Assim como é ignorância fazer pouco caso da intolerância ao glúten, condição que o Djoko desconhecia até meados de 2010. Porém, é claro e evidente que a manifestação da mononucleose no Federer foi muito mais branda do que no Soderling. Não dá para utilizar como bengala para boa parte do ano de 2008 como você quer fazer.

            Se o Hewitt ganhou Wimbledon em 2002, o Nadal foi finalista em 2006 e 2007 e o Djokovic semifinalista em 2007 (todos eles com saque pífio), então há aqui mais um motivo para eu crer que a padronização (supostamente implementada a partir de 2008) é só mais uma desculpa patética para justificar fracassos do suíço e para supor erroneamente que Djoko e Nadal não se dariam bem por lá com a grama ainda mais rápida.

        2. Paulo Almeida

          A intolerância ao glúten era um problema crônico do sérvio, que obviamente não justificava todas as suas derrotas até 2010, mas explicava porque às vezes ele tinha quedas físicas tremendas e até abandonava partidas. Está escrito em sua bibliografia, qualquer um pode ler.

          A mononucleose do Federer, pelo que sei, não era crônica. Ocorreu e foi resolvida rapidamente ainda em 2007.

          Feto é zoeira, apenas pra contrabalancear com o Federer velho e pobre coitado depois dos 30.

          Responder
          1. Jonas

            Claro que “feto” tem um certo fundo de zueira.

            Mas oq estamos falando é bem claro. Nenhum tenista, por mais precoce que seja, começa a competir no auge.

            Roger Federer se profissionalizou em 98. É claro que ele perdeu diversos jogos por falta de experiência, mental fraco, ou seja, era um tenista ainda longe do ápice. E olha que estamos falando de um dos melhores da história.

            Com o Djokovic não é diferente. O ápice dele se deu aos 23/24 anos. É uma idade próxima a de Federer em 2006 e Nadal em 2010. Não é novidade que uma maioria considera as datas citadas como auge.

            Deixo com os senhores um vídeo interessante. O praticamente estreante Federer contra Agassi em 1998. Claro que com o passar dos anos o suíço virou outro jogador, é só um exemplo. Djoko tomou um pau do Safin no AO 05 tbm.

            https://youtu.be/-u1gAqo3ESs

        3. Paulo F.

          Da minha parte, era o Federer que perdia para um feto. Um feto espanhol.
          Perdia não, era espancado, destroçado, avacalhado, humilhado.
          Um abraço.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Você tem idéia da sua absurda desinformação. Em 2008 o Dono de SLAM Novak Djokovic , já tinha perdido as primeiras 5 consecutivas para o Feto , de um total de 8 no Saibro. Somente venceu a primeira em 2011 aos 24 anos. Neste ano que vocês dizem que o Tênis começou Federer vencia por 5 x 3 , nas outra superfícies. Onde está a surra , caríssimo mane’ rsrsrs ??? Abs!

        4. Gildokson

          E o mais engraçado é que sempre vem alguém atrás concordando com as “almeidices” kkkkkkkk
          O mesmo cara que acha ridícula a desculpa da mononucleose nunca vi criticar a desculpinha da intolerância a glúten.
          Você ta coberto de razão Rodrigo, mas se eu fosse você descansava um pouco dessa batalha pq aí ja virou 2 torcidas contra 1 e não importa o tema. Federer ta errado, quem torce para Federer ta errado e por aí vai…

          Responder
        5. Luiz Fernando

          Sabe Rodrigo, tinha dito antes que não dialogaria mais com vc mas em razão de sua hombridade e honestidade falando de forma clara q a história da mononucleose foi uma balela vou rever minha posição. Parabéns pela lucidez. algo raro quando se comenta aqui sobre o nosso jogador preferido.

          Igual balela na minha visão é a história do glúten do Djoko, é óbvio que uma simples eliminação ou troca de um alimento específico não o transformaria no monstro q é hj, e garanto q vc nunca leu um comentário meu chancelando essa bobagem.

          Não leio todas as postagens, talvez vc leia. Não me lembro de ler nada acerca de “feto”, mas trata-se de outra balela se alguém postou isso, pois Federer já venceu qualquer versão do Djoko, inclusive no último Finals. Agora igual balela é a desculpa da idade do Federer, pois creio q se ele ainda joga é pq se sente apto e na medida q joga está exposto a perder. Acho q ele não joga obrigado. Não se esqueça de quando ele vence o fator idade é tido por muitos aqui como mérito, e assim não pode servir como desculpa nas derrotas, a não ser pelos inconformados de sempre.

          Quanto as claques, nós todos que temos assiduidade e combatividade aqui no blog estamos inseridos em alguma. Eu tenho mais afinidade com os torcedores do Djoko do q a torcida do Federer, aliás com esta última não tenho nenhuma e nem quero ter. Então é claro q minha tendência é me alinhar com eles, desde q não se poste uma besteira como a do glúten. Veja q vc também tem ou teve as suas claques, como quando vc atribuía vitórias do Nadal a doping lembra? E as “kkkk” que vc sempre posta nos comentários imbecis do Lógico. Claro q tudo isso também tem o aspecto da provocação, e, claro, sua tendência também é de alinhar com quem tem uma visão semelhante a sua. Segue o barco, tomara q o tênis volte logo

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            LF,

            que bom que você reconhece que a desculpa do glúten também não cola.

            Também te parabenizo por isso.

            Mas até hoje eu não sei de onde você tirou que eu acusei o Nadal de doping.

            Pelo contrário, até defendi o espanhol dessa acusação algumas vezes aqui…

            Já em relação ás piadas do Lógico sim.

            Sempre acho engraçadas.

            Gosto muito da participação dele, assim como muitos aqui do blog gostam.

            E não tenho NADA pessoal com o teu ídolo.

            O que eu acho cômico é o jeito criativo como o Lógico posta…

          2. Sérgio Ribeiro

            Se não leu essa babaquice de Feto , repetida a exaustão , é porque não lê POST algum. És uma diversão garantida rsrsrs Abs!

        1. Luiz Fernando

          Só faltava com sua humildade imensurável vc se autoproclamar isento kkk. Eu não fui e nunca serei, pois sou e sempre serei Nadal e anti-Federer. Abs.

          Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Incrível que o seu fanatismo não lhe permite distinguir nem a diferença entre superfícies. Halle ( principalmente esta ) e Quenn’s são bem mais rápidas que WIMBLEDON. Na transmissão da FINAL , Koch abordou o corte e a bola que a faz ser mais lenta. O Sérvio pula as rapidas e os Manés , se contradizem , com a babaquice de que ” não gosta de ATP 500 ” . Pra variar uma bobagem sem tamanho rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Jonas

        Verdade, Djokovic e Nadal nunca jogam Halle/Queen’s porque é muito, muito difícil de ganhar.

        Eles preferem Wimbledon, não porque é um Slam, nada disso…mas por ser muito mais fácil kkkkkkkkkkk.

        “Aqui é diversão garantida”

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Dois ” diversão garantida ” ?? Kkkkkkkkk. Novak pula os dois ATPs 500 rápidos , pra chegar invicto ao ALL England Club . Mas não pula os ATPs 500 da Ásia . Seria porque são mais fáceis, engraçadíssimo comentarista ??? Vocês ficam puxando o saco do L F e vice – versa , até o Craque parar. Depois mostrarão as verdadeiras ” diversões garantidas ” . Veremos que são os autênticos ” FETOS ” . Abs!

          Responder
  36. Rafael

    Ótimos números Dalcim, sobre os tenistas brasileiros.
    Me perdoe por fazer uma pergunta que não seja desse post: a respeito das quadras duras rápidas do circuito. Quais são as mais rápidas hoje? faço essa pergunta pois observo que a cada ano existe diferenças em algumas quadras duras.

    Grande abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      No ano passado, Cincinnati e Xangai continuaram a ser rápidas, mas houve algum ganho até mesmo em Indian Wells e Paris. Abração!

      Responder
      1. Rubens Leme

        Já assistiu a versão extendida do Iluminado? A cena do garoto conversando com o dedo no banheiro, antes da viagem, sem ser editada é assustadora. E tem outras. O legal do Kubrick é que fez poucos filmes, mas quase todos foram referências em suas áreas, como 2001, A Laranja Mecânica, Nacido Para Matar e, O Iluminado, claro.

        Nicholson é um dos atores mais versáteis da geração dele. Queria apenas ser diretor e nem sonhava em atuar e, ainda assim, venceu 3 Oscars e teve 12 indicações (recorde entre os homens). O meu favorito dele é como o matador Charley Partana, em A Honra do Poderoso Prizzi.

        Responder
        1. Rafael

          Tirando os clássicos óbvios, tenho “As Good as It Gets” (Melhor Impossível), com Helen Hunt, como uma das melhores atuações de Nicholson em toda a sua carreira.

          Responder
          1. lEvI sIlvA

            Rafael, meu caro, tudo bem por aí? Questão de Honra é um filme que sempre e impressionou. Conta com um belíssimo elenco, (Tom Cruise, Demi Moore, Jack Nicholson, Kevin Pollack, Kevin Bacon e Kiefer Sutherland) pra completar, direção precisa de Rob Reiner! A última cena onde Cruiser confronta o Gal. interpretado por Nicholson é algo fantástica. E a grata surpresa, é ver o novato ator forçando a barra pra que o militar de alta patente se entregue de bandeja…
            “Você não é capaz de encarar a verdade, meu rapaz…!”
            Abraço!

          2. Rafael

            Oi Levi, tudo bem? Espero que veja minha resposta aqui, não deu pra por debaixo da sua.

            A cena no final de Questão de Honra é tão boa, mas tão boa que assisti umas 10 vezes, só para rever Nicholson bradando contra um esforçado Tom Cruise:

            “You want the truth?? You CAN´T HANDLE the truth!!”

            Abração

          1. Rafael

            Oi Luiz,

            Pra falar a verdade, nem lembro direito desse filme. Só lembro que ele e a Nicole se separaram pouco tempo depois, A impressão que me ficou é que foi chato, quem sabe se eu assistisse de novo hj em dia, não sei.

            De qualquer forma, para mim, o melhor filme de Tom Cruise como ator na vida foi Vanilla Sky. Depois, como caiu em desgraça em Hollywood por conta de seu apego à cientologia, restou-lhe continuar com a franquia Missão Impossível.

  37. Vitor Hugo

    Se jogasse hoje, Guga teria chances de vencer todos os slam. Com as quadras padronizadas, lentas, com pouca diferença de velocidade ou quique da bola….. Faria frente a Federer, Nadal e qualquer outro tenista… Mas obviamente não seria favorito contra o top-3 do ranking.

    Responder
  38. periferia

    Olá Dalcim.

    Achei muito bacana a lista dos brasileiros….acaba abrindo algumas observações.
    Por que tantos jogadores ficam pelo caminho ?…..alguns com muito talento …
    Bruno Rosa…Franco Ferreiro….Tiago Fernandes…Romboli….o Wild (que está na luta).
    Por que não se treina na base em quadra dura?….onde o improviso e a técnica aflora.
    Por que não se tem um centro de excelência para o esporte?
    Por que os técnicos não uma entidade onde possam ajudar outros técnicos?
    Por que não temos nas universidades um circuito amador para o tenis ?
    E finalmente…..o tenis que é considerado um esporte de elite é um dos mais baratos para se praticar (raquetes e bolas não são caros ) e a quadra… o poder público poderia disponibilizar Com as quadras poliesportivas espalhadas por toda cidade (essas quadras tem marcação de basquete…voley…futsal….mas não tem de tenis) .
    Criticando (desculpe)…..será que a elite que domina o esporte é quem não deixa ele crescer?

    Abs

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Sei que a pergunta foi ao Mestre Dalcim, mas uma pouca noção que tenho, para participar dessa questão, é que somos um país de mau-educados. Veja: tudo o que acontece conosco, tem participação política e nesse ínterim, falta vontade em se disseminar a promoção da educação através do esporte. Dizem que falta recurso financeiro – não acredito. A melhor forma de se dominar um povo, é controlando sua cultura, administrando sua educação, baseada em conveniência. Nossos políticos, generalizando é claro, não querem nada além de benefício próprio. E o povo não se atém à isso, quando participam das campanhas eleitorais, dando seu suor e sangue em favor de alguns, mesmo sabendo que aquele jamais o representará da forma como deveria.
      Teve uma campanha aqui em minha cidade, pouco tempo atrás, onde andando em pleno mercadão (feira livre – gosto muito), um certo candidato em sua campanha, me parou e disse: “como vai meu amigo?” Eu perguntei: “amigo, qual o meu nome?”
      Encerramos ali nossa amizade, rsss.

      Responder
  39. Oswaldo E. Aranha

    Nando podes chamar-me de chorão, mas não fico me repetindo em tentar diminuir a importância de outros tenistas, numa demonstração de frustração.

    Responder
    1. Nando

      Mas qnd diminuem outro tenista q não seja o djokovic, aí pra vc é válido? Poderia me responder essa ou não tem capacidade para tal?

      Responder
  40. Vitor Hugo

    Dalcim, o André Sá tinha características para jogar na grama? Vi que ele fez quartas em Wimbledon em 2002, vencendo inclusive o habilidoso Feliciano Lopez nas oitavas. Confesso que acompanhei pouco a carreira do mineiro.
    Curioso também o fato de Saretta ter chegado por dois anos seguidos na terceira rodada do torneio londrino.

    Responder
  41. Paulo R

    Neste post o Dalcim escreveu mais de uma vez Estherzinha para se referir à Maria Esther!!
    Nos comentários em outros posts, ja vi colega aqui se referindo às tenistas com o “inha” no final do nome.
    Duvido que fariam o mesmo com os tenistas. Thomazinho para falar do Beluccim, Rogerinho para falar do Federer, Novaquinho para falar do Djoko, Rafaelzinho, do Nadal etc

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, é a forma carinhosa com que ele ficou conhecida no Brasil, Paulo. Os sul-americanos têm essa mania de reduções, como Julinhos, Rogerinhos, Joãozinhos, Claudinhas… É cultural.

      Responder
  42. Fernando Galisteu

    Olá, Dalcim!

    Creio que os percentuais de Guga e Bellucci no item “Vitória no set decisivo (3º ou 5º)” estejam equivocados…

    No mais, parabéns pelo excelente trabalho! Não perco uma postagem sua no Blog.

    Responder
  43. Márcio

    Mestre Dalcim!!

    Que espetáculo de postagem, simplesmente brilhante analisar os números de nossos atletas brasileiros.

    Ah se o Guga jogasse hj em dia, arriscaria dizer que teria chances também em outros slams.

    Abraço

    Responder
  44. Paulo F.

    Sempre estarei na torcida para que este maravilhoso esporte tenha mais destaque neste país e que Gugas não sejam honrosas exceções bem pontuais.

    Responder
  45. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Dalcim, ótimas informações, como de costume. O Bellucci é muitas vezes chamado de “mental fraco”, motivado por sua postura aparentemente melancólica, mas um dado interessante é que nos quesitos “pressão”, em percentuais, ele se saiu melhor que o Meligeni em todos. Ficou 2 atrás do Guga e em 1 atrás do Guga e Mattar. Considerando que o Meligeni é reconhecido como um lutador que não se rendia nunca, isso significa que Bello não era de mental tão fraco ou que sua superioridade técnica sobre o Meligeni era bem maior que no final compensava “menos cabeça”?
    Quanto ao Saretta eu tinha a sensação de que seus números eram melhores. Talvez por lembar de dois feitos: campanha em RG batendo Kafelnikov e vitória sobre o Guga no Brasil Open, se não me engano, no fatídico 11 de setembro. Ele teria potencial para ter feito mais ou chegou no limite?
    Outro que eu gostava muito era Kyrmair, de quem tive o prazer de assistir um jogo exibição contra Borg no Ibirapuera.
    Por fim, nos anos 80 ou 90 tinha-se muita esperança sobre um jovem C.A. Chabolgoiti (não se é a grafia correta). O que aconteceu com ele?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, Meligeni tinha um mental espetacular, mas tecnicamente acho que Bellucci foi superior no seu auge. Saretta com certeza poderia ter ido mais longe, mas teve problemas físicos e problemas com treinamento. Chabalgoity (ou Chapecó) teve grandes resultados como juvenil, mas não vingou como profissional muito por seu estilo.

      Responder
  46. Rubens Leme

    Dalcim, citei o Kirmayr e vi que também treinou a Arantxa Sanchéz, que tem uma das histórias mais tristes do circuito. Se não me engano, ela está na miséria tendo sua fortuna de mais de 50 milhões de euros dilapidada pelo ex-marido, os pais e os irmãos, o ex-tenistas Javier e Emilio Sanchéz.

    Ao que parece, o pai tinha total controle do dinheiro, dando a ela apenas uma mesada e ficando com o controle de tudo e quando a fortuna se foi, ela ainda ficou com dívidas com a receita federal espanhola.

    Parece que também acusa os irmãos e o ex-marido. O que você sabe desta história?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pelo que lembro, toda a questão está em cima do ex-marido (enfim ela obteve divórcio no final do ano passado), que teria ficado com todos seus rendimentos e até mesmo seus troféus (que ela acabou por recuperar). Também a deixou com grande dívida no banco de Luxemburgo. Já os irmãos e mãe, que eu saiba, acolheram e deram todo o suporte.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Pelo que li, no livro que ela lançou ela acausa o pai de ter aruinado e a mãe depois de uma entrevista protestando, tanto que ela foi expulsa do velório do pai pelos parentes, incousive os irmãos (https://tenisnews.com.br/73862/arantxa-sanchez-e-expulsa-de-velorio-do-pai-na-espanha).

        Neste link, abaixo ela fala que o pai controlava tudo dela e tb tem um outro em que ela acusa o ex-marido de ter tomado tudo até os troféus (http://usatoday30.usatoday.com/sports/tennis/story/2012-02-08/arantxa-sanchez-vicario-blames-parents-for-lost-money/53007004/1) e (https://esportefera.com.br/noticias/tenis,ex-numero-1-do-mundo-tenista-arantxa-sanchez-pode-perder-trofeus-em-divorcio,70002194164).

        Eis uns trechos:

        In the book, Sanchez Vicario says her parents, her father in particular, exercised tight control over who would train her and other aspects of her career, and her winnings. She got a monthly payment from her father and trusted him to invest the rest.

        “I never doubted that my father would manage my assets in the most efficient and beneficial way,” she wrote.

        Responder
      2. Miguel BsB

        Seria esse Emilio Sanchez dono da renomada academia Sanchez/Casal?
        Se for, pela estória, ao que parece, é um salafrário e ainda possuiu uma grande academia na Espanha…

        Responder
    2. Marcílio Aguiar

      Não sabia sobre essa situação da tenista espanhola. A se lamentar.
      Sobre o Kirmayr , se não me engano, também foi o técnico de Sabatini quando ela ganhou o US OPEN.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que era uma questão de estilo mesmo, Rafael, já que Guga viveu o período de uma grama muito veloz. Ele nunca foi grande voleador e jogar na base era difícil, sem tempo de preparação dos golpes. Bellucci é mais ou menos a mesma coisa.

      Responder
  47. Luiz Fernando

    Quanto ao nosso combalido tênis, Guga está anos luz à frente de Koch que por sua vez está anos luz à frente dos demais. Não dá pra mencionar outros…

    Responder
  48. periferia

    Olá Dalcim.

    Uma dúvida…..o ATP do Guarujá que teve início em 81 foi no carpete…..a partir de 82 ele passou a ser disputado no saibro?
    Existe dados discordantes sobre o piso.

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O verdadeiro ATP do Guarujá sempre foi na quadra dura descoberta, José Cláudio. A confusão que por vezes aparece nos dados da ATP é que, quando se vende a data ou se troca de lugar, por vezes se absorve o histórico do evento anterior. Vale lembrar que o Guarujá chegou a ter dois edições de nível ATP numa mesma temporada.

      Responder
  49. Nando

    Mestre, acha q se não tivessem acontecido os problemas no quadril, Guga teria ganho mais títulos nas duras? Ele vinha numa crescente evolução nesse piso né? E em RG, acha q poderia ter ganho ao menos + 2 troféus lá?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acredito que ele teria muitas chances em Roland Garros e boas nas quadras duras. Era um tenista sempre em progressão.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Com toda certeza, Júlio César. Veja que até o Murray tentou a cirurgia mais convencional antes de tentar a mais moderna, recomendada pelo Bob Bryan.

          Responder
  50. FABIO ZACHARIAS FILHO

    Bom dia ,Guga com certeza ícone do nosso tenis ,mas o Thomas Koch encarava qualquer jogador da época, era muito acima de qualquer brasileiro ,número 2 do Brasil de todos os tempos ,Saque e Rede ,lindo de ver ,o assisti várias vezes ,ídolo

    Responder
  51. Rafael Azevedo

    Dalcim, estive analisando as pontuações do ranking masculino, com esse congelamento, e constatei uma coisa interessante (por favor, me corrija se eu tiver feito algum cálculo errado):

    – Djokovic, em 2020, já somou 3165 pontos, enquanto que Nadal somou 1.110.
    – Considerando que o circuito profissional de tênis retorne com os torneios pós Wimbledon (na verdade, após aqueles torneios de saibro que ocorrem depois de Wimbledon), que é o esperado no momento, Djokovic terá 2.240 pontos para defender e o Nadal terá 3.760.
    – Porém, se Roland Garros for, de fato, adiado, e seja realizado em 2020, Djoko terá então 2.960 pontos para defender, enquanto que o Nadal terá 5.760.
    – Supondo que eles apenas defendam seus pontos, quanto o tênis retornar, então o Djoko conquistará 6.125 pontos, em 2020, e o Nadal 6.870.
    – Porém, devido aos pontos congelados no período de quarentena, Djokovic e Nadal terminarão o ano com os mesmos pontos que têm neste exato momento (já que apenas defenderão seu pontos). Ou seja, 10.220 para o Djokovic e 9.850 para o Nadal.
    – Conclusão, Djoko seria o nº1 ao fim do ano, mesmo tendo conquistado menos pontos em 2020, comparado ao Nadal.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Ou seja, se o Nadal quiser terminar o ano em primeiro, além de conquistar 2 GS e o Master 1000 de Montreal, ele tem que beliscar mais um big title (ou o Master de Paris ou o ATP Finals) e torcer para o sérvio repetir os desempenhos fracos no US Open e no ATP Finals.

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      São muitos cálculos, ainda por cima sem sabermos exatamente quais torneios terão chance de acontecer. Mas se você quiser calcular um possível número 1 ao final do ano, o negócio é ver o ranking atual – https://www.atptour.com/en/rankings/singles-race-to-london – e aí apenas somar. Nesse caso, Djoko tem mais do dobro do que Thiem e quase o triplo do Nadal. Ou seja, ambos terão de somar muito mais que Djoko nessa possível reta final da temporada. Abs!

      Responder
    3. Enoque

      Realmente, com o critério adotado, a pontuação vai ficar confusa. Decidiram manter os pontos dos torneios cancelados, mas, na pontuação da temporada os torneios cancelados não são incorporados (o que é correto). Normalmente, no final do ano as 2 pontuações se igualam, mas este ano será diferente. Acho que manutenção dos pontos dos torneios cancelados vai causar esta confusão. O fato do Federer ter somado 1.600 pontos nos dois master 1000 Americanos, pesaram na decisão, porque se achava que a temporada voltaria logo, na gira Europeia no saibro.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        É muito simples, Enoque: os pontos vão cair quando os torneios forem efetivamente realizados. Ou seja, se Roland Garros ocorrer, irão cair os pontos. Mas os de Wimbledon só em 2021, por exemplo.

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          De fato, não há confusão para entender como ficará a pontuação. É simples, se o torneio for realizado, serão descontadoa os pontos de 2019 e somada a nova pontuação, se não for, será mantida a pontuação de 2019.
          Mas, a confusão que falamos se refere ao fato de que o ranking de 2020 (pontos conquistados em 2020) não coincidirá com o ranking geral, no fim do ano. Assim, há a possibilidade de um tenista ser primeiro no ranking do ano, mas não ser o primeiro no ranking geral. Ou um tenista ficar entre os 8 melhores no ranking do ano, mas não se classificar para o finais.
          Na verdade, não é uma confusão, é só uma constatação que eu percebi. Talvez, isso já tenha sido falado aqui no post da explicação da pontuação com a quarentena e eu não tenha percebido.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Ah. sim, você tem toda a razão. Teremos um misto de 2019 com 2020, ou seja, além do ranking da temporada ainda teríamos de entender o que cada um fez em 2019 entre os torneios cancelados. Será mesmo bem mais confuso, mas quem sabe bem mais interessante também.

          2. Enoque

            O Dalcim definiu bem, teremos uma fusão de 2019 e 2020. Quem tiver feito mais pontos em 2019 (nos torneios cancelados) leva vantagem e poderá terminar na liderança sem precisar fazer mais pontos em 2020. Se US open for realizado, mesmo que em Indian Wells, vai ficar bem complicado para o Nadal. Daí a confusão que vem da palavra fusão.

          3. José Nilton Dalcim

            Roland Garros e US Open, os dois em que Nadal defende títulos, querem acontecer em 2020.

    1. Carlos Reis

      O Dalcim é um grande jornalista especializado em tênis, concordo inteiramente. MAS é muito ingênuo por acreditar no SISTEMA.

      Responder
  52. Marcelo

    Dalcim,

    De todos os tenistas brasileiros que vi jogar (leia-se de Cassio Motta em diante), tenho sempre a impressão que o Thomaz Belluci foi o tenista que mais tinha potencial após o Guga e que poderia ter feito muito mais do que fez. Sem desmerecê-lo de maneira nenhuma, pois fez muito. O Bellucci jogou durante mais de 10 anos um tênis vistoso, de tenista TOP. Mas voces compartilham com esta opinião, realmente ele chegou ao limite do potencial e não havia mais o que evoluir e este achismo fica restrito a pessoas leigas como nós. E se tem, voces tem alguma “opinião” sobre o que ocorreu? Digo opinião porque só ele sabe o que passou. E último, parabéns ao Bellucci: uma carreira coroada, e os números acima confirmam isto. Ele lidera quase todas as estatísticas (Guga não conta pois não é deste planeta. E.. algum destes outros tenistas brasileiros também despertou este sensação de “poderia ter sido muito mais”?. Obrigado!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Concordo com você, Marcelo, ele foi o tenista de maior potencial pós-Guga e talvez seja isso que nos incomode, ou seja, o fato de sabermos que ele poderia ter feito ainda mais.

      Responder
  53. Oswaldo E. Aranha

    Se o Dalcim fizer um top sobre o papa ainda assim vai aparecer alguém para tentar diminuir a importância do Djokovic; frustração é uma doença difícil de curar.

    Responder
    1. Nando

      Mas qnd aparece alguém pra diminuir a importância do Federer, aí na sua opinião é válida né? Vc é um chorão q faz vista grossa nesse caso aí.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Pois é, Nando.

        Ele reclama de barriga cheia.

        Porque há mais nolistas depreciando o Federer, do que federistas depreciando o Novak.

        E mesmo assim alguns se fazem de vítimas.

        Não dá, né…

        (rs)

        Responder
  54. R.P.

    Ah se não fosse do Guga…

    Incrível como em um país que se ama praticar esportes o tênis é um pária; e a culpa é desses governos que inflacionam tudo a preço de ouro; tênis é esporte de rico. Polo (equestre) é esporte de rico. Tênis era para se aprender nas escolas.

    E se não fosse o Guga, o desacerto que o Brasil levaria em relação à Argentina, Chile e Uruguai seria um abismo.

    Responder
    1. Jonas

      Concordo. O Guga realmente era muito diferenciado. Ainda não me conformo com a derrota sofrida em RG 2004 para o Nalbandian. Pior que o argentino nem levou o título depois.

      É uma pena um cara como o Bellucci, com tanto potencial, não chegar nem perto do Guga.

      Responder
      1. Levi Silva

        Caro Jonas, veja só, a derrota pra Nalbandian não foi apenas acaso. Outro dia fui ver os highlights do jogo com o argentino. Note por favor, ao assistir os vídeos do jogo com o Federer. Guga vinha sentindo o quadril e as coisas só ficaram mais complicadas nesse jogo que perdeu. O manezinho, não era nem sombra do mesmo jogador! Dificuldade na movimentação, pouca potência nos golpes e até pouca consistência nas trocas foi o que se via. Aliás, o maravilhoso backhand na paralela e cruzada sumiram… infelizmente! Veja só, não que David fosse pouco jogador, mas Guga estava muito aquém do habitual e imagino, não perdesse ali, seria na próxima rodada.
        Cuide-se por aí…!

        Responder
        1. Jonas

          Então Levi, eu concordo, ele não era nem sombra do Guga que conhecemos.

          Eu fiquei iludido pela maravilhosa exibição contra o Federer, embora já houvesse essa limitação. É uma pena mesmo, esse torneio teve um vencedor bem “diferente” rs, mas fazer o que.

          Responder
  55. Rubens Leme

    Pena que o KIrmayr não aparece em nada, ele foi o melhor brasileiro, nos anos 80, até o surgimento do Mattar, superior ao Hocevar, por exemplo.

    Dalcim, quem você considera o melhor brasileiro daquela época? Hocevar, Motta, Kirmayr ou o Mattar mesmo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Kirmayr teve uma carreira excelente, principalmente se pensarmos que foi um ótimo duplista também. Hocevar teve um grande momento de auge, mas que durou pouco. Mattar surgiu em 1986 e rapidamente se tornou o número 1 do país, aliás com muita ajuda do Kirmayr. Sim, acho que se pensarmos em anos 1980, Kirmayr foi o maior talento.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Fora que é o único tenista brasileiro a treinar um top no seu auge no caso a Gabriela Sabatini, que sob o comando dele venceu seu único Slam, o US Open de 1990.

        Responder
  56. Luiz Fernando

    Um pouco abaixo nosso querido colega de blog q troca de nick a cada mes postou q a opinião dos grandes tenistas tem mais peso q o dos outros participantes, algo q eu concordo plenamente. Mas então kkkk, então kkk… ele acaba de referendar q de fato Federer foi ajudado pela entressafra como comentou o Sampras kkkk. Ipon kkkk, nocaute kkkk. Eu não digo sempre q aqui é diversão garantida kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Nunca disse aqui que Roddick, Hewwitt e Safin são melhores que Novak ou Nadal… Sampras falou? Põe o link aí! Mas mesmo que ele tenha falado algo sobre, tem uma lista enorme de tenistas que eu postei acima. Uma andorinha não faz verão. Então teu comentário foi patético! Winner!!!!

      Responder
  57. DANILO AFONSO

    Esse texto com o balanço do tênis brasileiro veio para fechar com chave de ouro a série de textos neste formato: Estatística e observações. Os números demonstram a relevância dos dois ícones brasileiros neste esporte, Guga e Maria Esther, bem como ressalta também a importância dos demais tenistas que vem logo depois deles, muitos que não vi jogar.

    Dalcim, a Maria Esther Bueno não teria mais vitórias na última estatística, “Vitórias Gerais” ? Nesta última estatística não computa vitórias em Slam ?

    Responder
  58. Sérgio Ribeiro

    E nesse primeiro pitaco , Dalcim , não é somente pelo coração. Não tem como não colocar o grande Thomaz Koch, a frente de Thomaz Bellucci no Posto de N 2 brasileiro. O melhor juvenil do Mundo em sua Época, chegou ao menos as Quartas , nos SLAM que disputou. O Ranking da ATP surgiu próximo a sua Cirurgia na coluna. E mesmo assim TOP 24 e 74 Vitórias na Copa Davis entre Simples e Duplas. Reconhecido mundialmente , um nome de peso no Tênis Brasileiro. Ao menos , a meu ver. Abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não tenho dúvida quanto a isso, Sérgio, embora realmente a maior parte de sua carreira tenha sido como amador. Mas seus feitos são gigantescos.

      Responder
  59. Vitor Hugo

    Comparações e notas para os quesitos técnicos de Federer, Dimitrov, Nadal, Novak e Kyrgios.
    O tenista com maior pontuação ganha o troféu GOAT e o com menor pontuação o troféu CHIMPANZÉ COM RAQUETE:

    Forehand: Federer: 10 Nadal: 10 Djokovic: 7,5 Dimitrov: 9 Kyrgios: 9
    Backhand: Federer: 8 Nadal: 8 Djokovic: 9 Dimitrov: 7 Kyrgios: 7
    Saque: Federer: 10 Nadal: 8 Djokovic: 8.5 Dimitrov: 8,5 Kyrgios: 10
    Devolução: Federer: 8 Nadal: 8 Djokovic: 9 Dimitrov: 7 Kyrgios: 7
    Voleio: Federer: 10 Nadal: 8.5 Djokovic: 6 Dimitrov: 9 Kyrgios: 9
    Slice: Federer: 10 Nadal: 8 Djokovic: 4 Dimitrov: 9 Kyrgios: 9
    Smash: Federer: 9.5 Nadal: 10 Djokovic: 1 Dimitrov: 8 Kyrgios: 9
    Drop: Federer: 10 Nadal: 7 Djokovic: 4 Dimitrov: 8 Kyrgios: 9

    Pontuação final: Federer: 75.5 Nadal: 67.5 Djokovic: 49 Dimitrov: 65.5 Kyrgios: 69

    Mais técnicos, por ordem: Federer Kyrgios Nadal Dimitrov Djokovic

    Federer ganhou o troféu GOAT
    Djokovic ganhou o troféu CHIMPANZÉ COM RAQUETE

    Agora uma competição entre Novak e o tiozão do clube com barriga de chopp:

    Forehand: Novak: 7.5 Tiozão: 2
    Backhand: Novak: 9 Tiozão: 3
    Saque: Novak: 8.5 Tiozão: 2
    Devolução: Novak: 9 Tiozão: 2
    Voleio: Novak: 6 Tiozão: 3
    Slice: Novak: 4 Tiozão: 4
    Smash: Novak 1 Tiozão: 3
    Drop: Novak: 4 Tiozão: 4

    Total de pontos: Novak: 49 Tiozão: 23

    Parabéns Novak!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Vitor, o tema do post é tênis brasileiro!!!! Será que não conseguimos fugir um único dia do duelo entre os Big 3?

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Pois é, caro Dalcim. O mesmo se aplica a alguns torcedores de Novak, né? Mas sinta-se a vontade pra não publicar o comentário. Entenderei seus motivos.

        Responder
  60. Guilherme E.S. Ribeiro

    Dalcim, você normalmente é impecável. Mas faltaram alguns nomes. Marcos Hocevar tem 2 vitórias contra top 10,sendo a maior delas contra Vitas Gerulaitis, então número 9 e Kirmayr tem 3 vitórias contra top 10, a maior delas contra John McEnroe, então número 2. E o Roberto Jábali fez final de ATP, na Cidade do México em 1994

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Guilherme, por sua preciosa contribuição. O Jábali foi um esquecimento imperdoável. As vitórias sobre top 10 estavam uma lista antiga que eu controlo, mas por algum motivo se perdeu.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então , caro Dalcim . Na lista do grande Thomaz Koch que eu me lembre, Bjorn Borg , Arthur Ashe , Manolo Santana e Manoel Orantes caíram pra ele , ou estou equivocado ? Abs!

        Responder
  61. Vitor Hugo

    Para encerrar temporariamente dá minha parte a discussão, Federer com 33, 34 anos, já longe do auge, teve que enfrentar Novak e Nadal, com 27, 28 anos, no auge ou próximo dele.
    Quais grandes rivais o espanhol e o sérvio tem hj com idade entre 27 e 28 anos, com qualidade minimamente parecida com a que Roger teve que enfrentar quando estava com a idade por mim citada acima? That’s good point! Ipon!!!
    Sorte de Novak não ter enfrentado o suíço entre 2003 e 2009 em final de slam. Sorte de Djokovic ter enfrentado Roger com mais de 31, longe do auge, em final de slam.
    Fez muita diferença!
    Federer é muuuuito melhor que Novak na grama e hards. Fato! E muuuuito melhor no geral.

    Na boa, as opiniões de Leo Gg, Jonas, PA e etc, que já não tem relevância alguma, são nada perto dá de Sampras, Becker, Big Mac, Guga, Agassi, Meligeni, Wawrinka, Kyrgios, Sinner, Thiem, Serena, Tsipas, Zverev e etc… Entenderam? A opinião de vcs não é nada se comparada aos tenistas citados acima, que consideram Federer o melhor e maior da história. Há, Tony Nadal, Dalcim..

    Na boa, só um bozo mesmo pra comparar Hewwit, número 1 com 17 anos, vencedor de slam e masters, com Augut, que nem sequer tem um título minimamente expressivo, zero vitórias sobre Federer, mas que deu umas boas entubadas no fake number 1!

    Responder
    1. Jonas

      Coitadinho, pobre Roger.

      Eu acho que ele deve agradecer muito. Entre 2003-2010 o único adversário à altura era o Nadal.

      Sampras disse o óbvio “Por alguns anos, Roger não teve rivais que pudessem lhe fazer frente e, por isso, vencia tão fácil. Não quero desrespeitar Mark Philippoussis e Andy Roddick, mas eles não eram Rafael Nadal”.

      Quando foi que o Federer dominou de fato os rivais? É só ver em cima de quem ele venceu Slam.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Como eu disse, a opinião dos citados por mim são relevantes. A sua é totalmente irrelevante, pois tênis não é sua praia. A minha também, apesar de meus argumentos serem bem mais relevantes que os seus.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Sempre bobagem , Jonas. Consulte antes de postar . Esses caras venceram o próprio Pete Sampras. Sendo que Mark ” Scude” Philipoussis foi em Sets diretos no AOPEN. Pagas mico e passa recibo a dar com pau kkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Jonas

          E daí que venceram?

          Rapaz, Federer e Novak já perderam para bagres várias vezes. O Federer no auge perdeu pro Guillermo Cañas duas vezes seguidas.

          Isso muda o fato do Federer ganhar vários títulos sem Djoko e Nadal sequer perto do auge? Não.

          Responder
          1. Jonas

            Eu sei Renato. Foi só um exemplo. Perder para um “bagre” não torna a opinião do Sampras menos relevante, obviamente.

          2. Luiz Fabriciano

            E numa das duas vezes, Cañas foi à final de Miami, onde Djokovic definiu seu primeiro título de Masters 1000.
            Mesmo enfrentando o argentino dopado, como disse o Vitor Hugo.

      3. Paulo F.

        E esse ÚNICO “adversário à altura”, Rafael Nadal, ainda por cima triturava sem dó e nem piedade o pobre Roger Federer na maioria dos confrontos.

        Responder
        1. Jonas

          Na época eu até curtia chamar o Nadal de SAIBRAL.

          Mas aí ele calou minha boca em 2008 entubando o Federer até na casa do suíço.

          Aliás, o Djokovic fez o mesmo em 3 finais.

          Responder
          1. Paulo F.

            Vamos fazer um exercício de bipolarização e jogo de tabuleiro entre Federer e Nadal:
            Digamos que Federer é a URSS e Nadal é os EUA:
            – Em 2008, os EUA entraram de sola na URSS e pilharam Moscou, enquanto a URSS NUNCA sequer fez cócegas num Alasca.

    2. Paulo Almeida

      Sei, encerrou temporariamente até amanhã.

      Claro que o Agut não ganhou nada. Ele não é da entressafra, mas é claramente uma evolução do Hewitt, que não tinha nenhum golpe contundente.

      O resto do comentário é a mesma ladainha de sempre. Se não é desculpa esfarrapada de idade, então é de piso padronizado ou de mononucleose, kkkkkkk.

      O feto Djokovic passou o trator no Federer no Australian Open 2008 em sets diretos. Imagine o que um jogador mais maduro faria depois?

      Ops, nem precisa imaginar. Do US Open 2010 até o Australian Open 2020 já são 10×2 em Grand Slam. Que surra é essa, meu pai!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E tome de bobagem. Rafa Nadal já disse que se espelhou no grande contragolpeador Lleyton Hewitt, e no estilo de chegar em TODAS. Seu forte estava justamente em saber se aproveitar da potência do golpe do oponente. Já sei , o rapaz não era nascido rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          E quem disse que o Nadal não se espelhou no Hewitt? A questão é que ele é uma BAITA evolução e o Bautista-Agut uma PEQUENA evolução do australiano. Percebe a diferença?

          Sim, eu vi muitos jogos do sacador nível WTA (assim como do servebot Roddick), inclusive perdendo quase todas pra DjokoGOAT, rs.

          7×1 no h2h.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Desculpe a intromissão, mas não existe praticamente nada em comum entre o estilo do Nadal e do Hewitt, a não ser o fato de os dois preferirem jogar no fundo de quadra. Se houvesse uma possível relação, Djokovic estaria muito mais para o Hewitt do que o Nadal.

    3. Rodrigo S. Cruz

      Nessa, impossível discordar de você, Vitor.

      Até o Chetnik, um dos nolistas que mais ODEIA o Federer, já escreveu que acha o Bautista-agut um pangaré.

      Comparar um pangaré desses com Lleyton Hewitt é uma paspalhice sem tamanho… (rs)

      Responder
      1. Vitor Hugo

        O australiano ganhou Wimbledon, só aí já não teria qualquer tipo de conversa. Mas foi número 1 com 17 anos e muito mais. Comparação descabida e patética!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          E ele ganhou Wimbledon com a grama na velocidade da luz ou já na lentidão pura?

          Imagino que era impossível um cara com saque de tênis feminino ganhar em Londres se não fosse um saibro verde.

          Responder
  62. Marcos

    Engraçado como o Meligeni e o Bellucci têm números parecidos. Mas alguns feitos do Fino, como vencer o Sampras, vencer o Rafter, ouro no pan, semi de RG e semi de olimpíadas, sem falar no espírito de luta, parecem colocar o Meligeni bem acima do Bellucci. E olha que o Thomaz venceu pelo menos 1 set de cada um do big3 (fez pneu no Nole inclusive).

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Vou dizer a verdade:

      Eu sempre vi o Fininho fazer a MAIOR propaganda da vitoria sobre o Pete Sampras.

      Mas, sinceramente, o Sampras tinha um tênis horroroso no saibro.

      Nunca mostrava confiança alguma, e vivia sendo dominado por tenistas de currículos medíocres.

      Até a expressão corporal quando ele pisava no saibro era negativa – cabisbaixo, tímido…

      Em nada lembrava aquele grande campeão de outras superfícies.

      Por isso, nunca achei grande coisa aquela vitória isolada do Fininho.

      Já a campanha dele em Roland Garros 99 é outra história.

      Daquilo, ele realmente tem motivo para se orgulhar…

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      1. Luiz Fabriciano

        Também concordo.
        O Sampras chegou a perder em Roma para um italiano chamado Santopadre. E olha que já era o grande Sampras.
        Acho que ele só ia aos torneios para não desagradar à ninguém, escolhendo autodesagradar-se.

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  63. Vitor Hugo

    Gabi e colegas,

    Assistiram “desejo de matar”, 2017, com Bruce Willis? Bom filme. Mas os que foram gravados com Charlies Bronson são muuuuito melhores! Destaco o desejo de matar 2.

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que cada um deles tem seus méritos. Eu daria pequena vantagem ao Bellucci por sua consistência. Ele ficou três anos no top 30 em plena geração do Big 4. Mas Fininho fez grandes coisas, como a semi em Roland Garros.

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  64. Vitor Hugo

    Apesar de ter mais títulos e mais resultados, coloco Meligeni acima de Bellucci na história do tênis brasileiro. Fernando tem semi em slam… Thomas não chegou nem perto.

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  65. periferia

    Olá Dalcim.
    Os números são sempre discutíveis.
    Vc pega o Luís Mattar ….ganhou 7 títulos….6 deles foram no Brasil (só no Guarujá foram 3).
    Apesar de jogar com o “menino” Agassi…e ter sido um bom jogador.
    Os números são muito cruéis com alguns deles….reconheço que estar no ranking é um grande feito….mas poucos conseguiram ultrapassar o sarrafo .

    Abs

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    1. Luiz Fabriciano

      Exato. Se olharmos apenas o percentual, ficará mais difícil ainda de se ver a realidade.
      Por exemplo: em Masters 1000, Saretta tem 50% de aproveitamento, ficando atrás só de Guga – um grande feito.
      Mas, para chegarmos à esse percentual, teremos que olhar antes o número de jogos disputados, aí Guga pegue seu foguete e some na frente:
      161 jogos versus apenas 16 do Saretta.
      Grande abraço.

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  66. Kauê Guedes

    Excelente levantamento, Dalcim!
    Isso aí mostra que Maria Esther e Guga são ícones de um esporte tão difícil e vindos de um país onde é tão complicado ser vencedor. São dois heróis!

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    1. Kauê Guedes

      Os outros citados são grandes guerreiros também. Alguns números são bastante relevantes e comprovam boas carreiras, mas também revelam como os dois gigantes se tornaram (infelizmente??) insuperáveis.

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  67. Bruno Gama

    O Guga ter tão poucas vitórias na grama prova que a grama dos anos 90 realmente era muito mais rápida que a de hoje. O Djokovic provavelmente não teria nenhuma final de Wimbledon se jogasse nos anos 90, aquele joguinho mequetrefe de devolvedor de bolas e correria seria um fiasco.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O Guga ter poucas vitórias na grama não prova exatamente nada.

      É claro que o Djokovic, jogador que se adapta mais facilmente a qualquer piso, encontraria uma forma de ganhar Wimbledon várias vezes. Com seu grande saque e melhor devolução da história, é até um absurdo pensar o contrário. Já o Fregueser teria mais dificuldades na tal grama com “velocidade da luz” dos anos 90.

      Joguinho mequetrefe de passar bolinhas que lhe conferiu 57 Big Titles e domínio absoluto sobre os rivais. Imagine se fosse um pouco mais do que mequetrefe, caro sparring 40-15.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Nessa eu vou concordar com o Paulo, tirando os excessos…rs
        Agassi foi campeão de Wimbledon contra um Supersacador (Ivanisevic), em uma grama rápida.
        Era um grande devolvedor como o é o Sérvio, um jogo de base mais ou menos equivalente, de rede tb, mas sacava menos que Djokovic.
        Portanto, acho plausível que o Djoko ganhasse um ou dois Wimbledon numa grama mais rápida sim.

        Responder
          1. Paulo Almeida

            Errado: o saque e a devolução são superiores.

            Você consegue ser um troll mais fraco do que o camaleão Vitor Hugo. Incrível!

      2. Luiz Fabriciano

        Se eu tiver a oportunidade de falar com Djokovic, vou pedir à ele que melhore apenas 5% do seu joguinho mequetrefe, porque, mais que isso vai ficar sem graça, certo Paulo?

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  68. Bruno Gama

    Caramba, o Bello tá grudado no Fininho, pena que dificilmente vai conseguir essas três vitórias em nível ATP pra passar, pelo que vem demonstrando nas últimas temporadas.

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  69. Bruno Gama

    Que maravilha, agora os EUA que os minions tanto amam vão proibir a entrada de brasileiros e também de qualquer um de outra nacionalidade que tenha passado pelo Brasil.
    A Europa vai começar a romper acordos comerciais pela destruição da Amazônia e a China pelas ofensas dos idiotas que tão ocupando ministérios.
    Quem poderia imaginar que depois da Dilma apareceria um governo cem vezes pior? Brasil rumo a venezuelização.

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    1. Miguel BsB

      Realmente, eles estão destruindo o país…e vão nos jogar em condição análoga a da Venezuela, só que de extrema direita. Com essas ameaças de uns milicos cooptados, principalmente o tal de Heleno, o chefe da inteligência que divulga seus dados pessoais na internet Kkk Kkk Esse é o nível dessa turma.
      Que os democratas desse país acordem para a situação…hoje, devemos tds se unir, independente do viés ideológico, pra defender a democracia desse projeto de ditador idiotizado. Uma ditadura dele e daqueles bandidinhos dos filhos dele.

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    2. Gildokson

      Mas o importante é cada um ter sua arma, nenhum homossexual na família e não assistir a rede Globo.
      Com essas três coisas seremos o povo mais bem governado do mundo kkkkkkkkk
      To rindo, pra não chorar…

      Como teve gente que não enxergo isso?!

      Responder
      1. Jonas

        Muita gente enxergou. Mas oq fazer? Era Haddad ou Bolsonaro.

        Sim, houve candidatos melhores, mas não tinham chances reais de ganhar.

        No Brasil é assim mesmo. O que esperar para 2022? Mais do mesmo.

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    3. Heitor

      Ah, e não é só minion que gosta dos EUA. Tá cheio de esquerdista que vai para lá, alguns até moram lá alem dos que berram mil teorias dos seus iPhones

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    4. Carlos Reis

      Defendendo a Ch2na!? Sério isso!?

      Vão ESTUDAR!!!

      Um operário ch2nês trabalha 12~14 horas por dia E 28 dias por mês. Sua população é vigiada como GADO… lá existem os ‘créditos sociais’. Falou mal do “presidente” ou do ParTidão!? chá de sumiço nele(a)!!!

      Infelizmente o mundo já foi pras pika mesmo, o povo acredita nas piores pessoas e desconfia daqueles que lutam contra esse sistema maligno.

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      1. José Nilton Dalcim

        Carlos, mais uma vez eu peço: evite xingar as pessoas. Esse tipo de coisa não vai deixar seu argumento mais forte ou aceitável. Vamos manter o bom nível neste blog. Obrigado.

        Responder

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