O top 10 do carpete na Era Aberta
Por José Nilton Dalcim
13 de maio de 2020 às 12:24

Antes mesmo de avaliar a questão técnica, talvez seja válido dar um pequeno histórico do que foi a quadra de carpete (ou tapete) no circuito profissional. A ideia de usar piso emborrachado, que podia ser transportado e colocado em formato de placas, sobre uma superfície de cimento ou madeira, foi muito popular a partir da década de 1980, não apenas para substituir a grama como superfície veloz, mas também para montar quadras em qualquer tipo de ginásio, como acontecia no Madison Square Garden ou no Royal Albert Hall.

A partir da virada do século 21, no entanto, a crítica sobre o carpete aumentou. A quadra não apenas era veloz demais, sem permitir grande troca de golpes e afugentando o público, mas também causava muitas contusões. Ao ser montado sobre base de cimento, o liso tapete acelerava o quique e deixava a bola muito baixa, bem semelhante ao que acontecia na grama dos velhos tempos. Isso obviamente favorecia os grandes sacadores e quem gostava mais do jogo rápido, de voleios.

A ATP já havia determinado a troca do carpete para o sintético no seu Finals a partir de 1997, fez o Masters de Paris mudar em 2007 e eliminou de vez o piso em 2009. Na WTA, a superfície ainda sobreviveu até 2018, com o torneio de Québec e viu o WTA 125 de Taipé ainda ser disputado no carpete no ano passado. Curioso notar que, em nível challenger, ainda existem vários torneios no calendário que utilizam o material.

Dito isso, obviamente o top 10 do carpete terá obrigatoriamente apenas jogadores de um passado mais distante. Não existiram Grand Slam sobre a superfície, mas alguns Masters e vários WCT de peso. Para quem não lembra, o WCT era um circuito paralelo, muito concorrido pela alta premiação, e que por muitos anos não teve seus dados computados na ATP, até que enfim houve um acordo entre as entidades. O WCT tinha o seu Finals, que acontecia em Dallas.

Vamos a ele:

1. John McEnroe
Absoluto. O canhoto conquistou 43 títulos, dentre os quais 3 ATP Finals e 5 WCT Finals. Foram 349 vitórias no piso e apenas 65 derrotas, ou seja, aproveitamento de 84,3%.

2. Ivan Lendl
Fez notável adaptação de estilo para o carpete e não ficou longe de Big Mac. Faturou 32 troféus, sendo 5 ATP Finals (e mais 4 vices) e 2 WCT Finals. Ganhou 258 e perdeu 55 vezes, sucesso de 82,4%.

3. Boris Becker
Outro grande colecionador de títulos de peso: dos 26, ganhou 3 ATP Finals (mais 3 vices), um WCT Finals, uma Grand Slam Cup e cinco Masters. Saldo ficou em 257 vitórias e 63 derrotas (80,3%).

4. Pete Sampras
Não jogou tanto (142 vitórias e 45 derrotas, 75,9% de sucesso). Mas teve grandes títulos. Do total de 15, três foram no ATP Finals (outros dois vieram no piso duro), duas Grand Slam Cup e dois Masters Series.

5. Jimmy Connors
Numericamente, foi quem mais venceu títulos (45) e jogos (393, com 83 derrotas e percentual de 82,6%). A qualidade foi no entanto um pouco inferior: um ATP Finals, 2 WCT Finals e mais 15 WCT.

6. Bjorn Borg
Outro ‘baseliner’ a brilhar: 23 títulos, sendo dois ATP Finals (e um vice) e um WCT Finals (mais 12 WCTs). Totalizou 184 vitórias e apenas 41 derrotas, aproveitamento de 81,8%.

7. Stan Smith
Fez três decisões no ATP Finals (um título) e ganhou um WCT Finals e nove WCTs. Terminou com 18 títulos, 196 vitórias e 80 derrotas (71%).

8. Arthur Ashe
Ganhou um WCT FInals e mais 14 WCTs do seu total de 22 troféus no piso. Foram 276 vitórias em 356 jogos (77,5%).

9. Ilie Nastase
Campeão de um ATP Finals e oito WCTs, totalizou 18 títulos, com 221 vitórias e 104 derrotas (68%).

10. Goran Ivanisevic
Dos 14 troféus, um foi na Grand Slam Cup e dois em Masters. Marca de 182 vitórias e 73 derrotas (71,4%).

Menções honrosas
Ken Rosewall ergueu oito troféus, sendo dois WCT Finals. Stefan Edberg ganhou um ATP Finals entre seus 11 títulos. Rod Laver chegou a 17 conquistas, sendo 10 de nível WCT.


Comentários
  1. Vitor Hugo

    Tecnicamente, Kyrgios é superior a Novak. Incontestável! E apesar do desleixo com a saúde, é jovem, tem energia! Então é natural ele passar o carro em Novak.

    Sobre Roddick, apesar das limitações, foi um grande sacador e tinha um ótimo forehand. Sua direita, saque, slice e vôleio eram melhores do que do bagre sérvio. Dá pra discutir sim qual dos dois é melhor tecnicamente. O problema do americano é que era muito lento.

    Mas é bem curioso como o sérvio tem dificuldades contra grandes sacadores. Perde no h2h pra Roddick, Karlovic, Kyrgios… Melhor devolução? Sei não…. Estou questionado se é a melhor devolução na atualidade, pois da história é do Agassi, sem dúvidas!

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  2. Luiz Fernando

    Djoko deve estar fazendo um curso intensivo com os professores Donald e Jair para aprimorar o teor das suas declarações. Essa quarentena afeta a todos indistintamente…

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  3. Oswaldo E. Aranha

    Em tempos de reclusão domiciliar a gente começa a descobrir coisas que estavam esquecidas. Ouvi um disco sensacional: “Ella abraça Jobim”, com grandes músicos americanos e brasileiros.
    Também vi no netflix um ótimo filme: “O Vendedor de Sonhos”

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  4. Mauro

    Gostaria de fazer a seguinte indagação aos defensores intransigentes da quarentena, do lockdown, ou mesmo do isolamento social:
    Suponhamos que, assim como ocorre com o câncer, não seja encontrada nenhuma cura ou tratamento definitivo para o covid-19. Suponhamos também que, da mesma forma que acontece com o HIV, não seja descoberta nenhuma vacina para a doença. Neste cenário, como vocês – quarentenistas – planejam (ou ao menos imaginam) que devará ser a vida humana, no Planeta Terra, a partir de então?

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  5. José

    Prezado Dalcim,
    gostaria de fazer algumas observações à cerca de suas listas;
    A antiga revista ”tennis de france” usava uma metodologia bastante prudente, quando fazia comparações entre tenistas. De cinco em cinco anos, lançava rankings daqueles que tinham os melhores golpes, e rankings dos melhores jogadores. Assim, evitava mesclar jogadores de épocas tão distintas.

    Não acho coerente, por exemplo, ao fazer confrontos, colocar lado a lado conquistas na grama lenta dos dias de hoje (mais lenta que o saibro do velho CPT) com a grama ultra rápida dos anos 70 e 80. A avaliação torna-se muito injusta referente a jogadores como borg, connors, mcenroe, becker, edberg, por exemplo. O mesmo raciocínio vale para o velho deco turf, piso de cimento super rápido dos anos 80 até a metade dos 90.
    Assim, o resultado, quando considera como item primordial a estatística numérica em detrimento de variáveis incontestáveis, é sempre favorável àqueles que atuaram no período da padronização.
    Senti uma pequena desvalorização do grande connors, mas respeito, afinal, listas são subjetivas.
    abaixo, cito alguns jogadores que não apareceram em suas listas, e que foram grandes tenistas em seus respectivos pisos:

    saibro- jose luis clerc, andres gomez, raul ramirez, adriano panatta, jan kodes, karel novacek, andrei chesnokov, joakim nystrom, henri leconte, magnus gustafsson, alberto mancini, henrik sundstrom, andrei medvedev, jose higueras, jimmy arias, wayne ferreira, carlos costa, albert costa, alex corretja, marcelo rios; carlos moya, balazs taroczy, martin jaite;

    grama rápida (‘a verdadeira’)- ilie nastase, stan smith, raul ramirez, roscoe tanner, vitas gerulaitis, tony roche, goran ivanisevic, michael stich, pat cash, kevin curren, ken rosewall;

    cimento rápido ( ‘o verdadeiro’ – da temporada de verão da américa do norte)- michael chang (ele ganhou duas vezes em cincinnati, além de vencer o aberto do japao outdoor e indoor; ainda, ganhou três vezes no cimento de rapidez mediana de indian wells e duas em key biscayne…era um grande jogador no cimento), miloslav mecir, guy forget, jim courier, brad gilbert, patrick rafter, petr korda, todd martin, tim mayotte, eliot teltscher, johan kriek, mardy fish, tommy haas; andy roddick, y. kafelnikov, t. enqvist; m. safin, l. hewitt; bob lutz, arthur ashe, brian teacher;

    indoor – anders jarryd, yannick noah, michael stich, wojtek fibak, marc rosset, petr korda, richard krajicek, jakob hlasek, greg rusedski, gene mayer, wayne ferreira,

    a idéia foi válida, mas , a meu ver, essas listas são sempre muito subjetivas e seus critérios sempre bem questionáveis;

    para encerrar, como curiosidade, alguns australianos que jogavam bem no saibro: jason stoltenberg, mark woodforde, peter mcnamara.

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    1. José Nilton Dalcim

      Claro que toda lista tem controvérsias e a sua cita inúmeros jogadores que realmente foram muito bons. Para ser top 10, é preciso ser muito bom, porém colocar 90% dos nomes citados num top 10 de pisos é bem mais controverso ainda. Agora, até o Hewitt jogou melhor no saibro que o Stoltenberg… rsrs… Aliás, vários dos nomes que você citou não entrariam talvez nem num top 20. Abraço.

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  6. Oswaldo E. Aranha

    Já que muitos estão opinando, vou dar minha opinião: dentre os grandes tenistas que frequentaram e frequentam as quadras, destaco Borg e Djokovic

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  7. Gabi

    Filipe Fernandes,

    respondo aqui porque não tinha mais a opção responder lá embaixo.

    Vc descreveu muito bem, é muito assim mesmo!!
    Pelo visto vc tb adora Nba!! Torce para qual franquia?
    Adivinhe para quem eu torço…

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    1. Filipe Fernandes

      Cara Gabi, oi, bom dia!

      Eu torço para o New York Knicks, mas confesso que essa torcida “oficial” é bem, mas bem recente.

      Vale uma breve explicação. Ano passado, um querido amigo (torcedor inveterado do Houston Rockets e alucinado pelo James Harden) me fizera essa pergunta e eu lhe respondi que não tinha um time específico na NBA; mas ele me pôs contra a parede e me pediu (ou melhor, ordenou, obrigou — no bom sentido, rs) para escolher um. Então, depois de pensar por alguns dias, escolhi os Knicks, e a razão (razão aqui = ‘paixão’) principal foi, para além da esportiva, artística: por admirar alguns escritores, professores, músicos e cineastas que são da cidade/estado de NY, além da sua cultura multifacetada. E o fato de eu adorar aquela antiga série “Everybody Hates Chris” também contribuiu, pois o personagem-título é fã dos Knicks, rs.

      Mas, como todo mundo sabe, torcer (atualmente) para esse time na NBA é como torcer para o Arsenal na Premier League: puro sofrimento, rs.

      Gabi, eu acho que você torce para o mesmo time do meu amigo, o Houston Rockets. E o motivo é que o craque James Harden, com aquela balançadinha de ombros antes de fazer seus arremessos, vem angariando muitos fãs mundo afora nos últimos anos (é apenas um chute, rs).

      Um grande abraço, Gabi, e pessoal do Blog.

      Responder
      1. Gabi

        Rsrs.
        Pela balanceadinha ou pelo stepback até poderia ser, o que não dá é pela barba – já pensou suada? ui ui ui…

        Mas…vc errou. Vou te dar uma dica. É da conferência leste: go, celtics!!

        Acho muito válida a justificativa para torcer pelo Knicks (muito obrigada por desenvolver o tema). Vc é muito corajoso mesmo hehehe. O que eu e o mundo todo se pergunta é como o Knicks é ao mesmo tempo um dos piores e mais valioso time da NBA…

        Mesmo com quase duas décadas de crise, de mais derrotas que vitórias, de micos colossais sob a gestão do alucinado dono James Dolan, a franquia se mantém como a de maior valor de toda NBA (aliás, de acordo com a Forbes, que faz um levantamento anual, a turma da Big Apple é a segunda mais valiosa de todos os esportes americanos, perdendo apenas para o Dallas Cowboys, da NFL, cujo valor está estimado em US$ 5 bilhões – Knicks com US$ 4 bilhões).

        Alguns fatores explicam isso: o tamanho do mercado (Nova Iorque), o fato de mesmo em crise o Knicks vender invariavelmente muitos ingressos (até a suspensão dos jogos em razão da pandemia, a taxa de ocupação do Garden é de incríveis 97,7%), a marca ainda muito forte, o acordo com a TV local (a MSG Networks) recentemente fechado em US$ 100 milhões, o segundo maior da NBA atual (perde apenas pro Lakers), e o tíquete-médio (valor gasto dentro do ginásio) de quem vai ao Madison Square Garden para as partidas é disparado o maior de toda liga em relação a bares e a compra de itens nas lojas oficiais do time. Perder nunca é bom, mas pelo visto pro New York Knicks não há tanto impacto para o negócio.

        Vc tb, continue se cuidando muito!!

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Oi, Gabi, boa noite!

          Olha, o Celtics! Um time situado ali pertinho de Nova York. Se sair um novo documentário sobre Larry Bird ou mesmo sobre o time de Boston, você será uma telespectadora felizarda, rs.

          Sua explanação minuciosa a respeito do Knicks (a falta de sintonia dentro e fora da quadra) não poderia ter sido melhor, ela ilustra claramente o paradoxo que assola essa franquia (para desespero deste fã de primeira viagem e dos demais, rs). É realmente um caso curioso, por tudo que você destacou — e até saiu uma matéria muito interessante no UOL sobre isso no primeiro dia deste ano que vale a pena ler, até a reli nesta tarde.

          Bem, vamos ver se essa realidade muda um dia para os Knicks pelo menos avançarem com um pouquinho mais de frequência aos playoffs (espero que sim, rs).

          Que você também tenha todos os cuidados, Gabi, um grande abraço.

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  8. Miguel BsB

    Depois de ler diversas postagens e recomendações sobre o A Última Dança (principalmente da Gabi rs), resolvi assistí-lo e posso afirmar: realmente é SENSACIONAL!
    Vale a pena!

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  9. Rafael Azevedo

    Fui votar na pesquisa do “melhor forehand” e, quando tentei tirar a propaganda da frente, acabei votando no Verdasco sem querer…rsrs.
    Não tive como desfazer.
    Pela porcentagem consideravelmente alta do espanhol (é o 3º mais votado), acredito que isso pode ter acontecido com outros internautas, sem desmerecer o forehand dele que é fantástico.
    Eu, mesmo, iria votar no Nadal. Acho que o forehand do Delpo só é o melhor se ele tiver tempo de preparação e pegar a bola com meia altura. O Nadal e o Federer, por outro lado, conseguem ótimos forehand de tudo que é jeito (bate-pronto, bolas baixas, médias, altas, com spin, etc.).
    Porém, votaria no Nadal pelo forehand defensivo e pela forehand na paralela (com aquela curva que faz a bola sair e voltar para a quadra) que é lindo de se ver.

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  10. Rafael Azevedo

    As matérias do Tenis Brasil sobre a disputa do Goat estão ótimas.
    Imagina se o redator utilizasse as estatísticas do Danilo…Ele ia ter muito mais argumentos para cada um dos candidatos (principalmente para o Nadal que, nas matérias, foi o que ficou com menos argumentos)

    Responder
  11. Jonas

    https://youtu.be/nWkXdaUNSx0

    Nalbandian é outro que jogava demais e não venceu Slam.

    Esse torneio foi em 2007 e ele venceu em sequência Del Potro, Nadal, Djokovic e Federer. Só isso rs.

    Incrível como o Nadal tinha limitações no piso, o serviço então deixava bastante a desejar.

    Djoko já era muito bom, mas nem perto do que é hoje.

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      1. Nando

        Mas o sérvio em 2007 foi finalista do USO, ganhou 2 masters (Miami e Montreal), terminou a temporada como N3…já era um grande jogador. Ganhou o AO no ano seguinte, sobre Tsonga (q na ocasião era uma zebraça por ter chegado na final)

        Responder
  12. Heitor

    Os agricultores britânicos estão incentivando a população a consumir morangos sem moderação. Sem fãs de tênis em Wimbledon, britânicos receiam queda no consumo de morangos…

    Responder
  13. Carlos Reis

    Tratamento que OS GOVERNADORES estão negando aos pacientes dos SUS…

    TRATAMENTO recomendado por MÉDICOS INDEPENDENTES:

    Fase precoce: Hidroxicloroquina + Azitromicina + Zinco
    Fase 1: Anticoagulante
    Fase 2: Corticoide + Anticoagulante

    Evitar intubação COMO SEMPRE FOI com as outras doenças, preferir o cateter nasal.

    – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

    Estão matando PESSOAS para derrubar Trump e Bolsonaro.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Que bom , já que você “ entende “ algo parecido com isso , que tal “ Nossa, apenas o Roddick conseguiu a FAÇANHA de vencer ao menos CINCO jogos contra o DJOKOVIC… Pede a turma da Kombi pra traduzir tamanha ASNEIRA. Começando pelo P. Almeida rsrsrs.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Jonas : 15 de maio de 2020 as 22 horas e 09 Min. Continuando a “ pérola “ : “ E se não me engano , foram jogos antes de 2011” rsrsrs Abs!

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          1. Jonas

            Acho que entendi parcialmente agora rs.

            A questão é bem simples e óbvia. Roger, Novak e Nadal não surgiram no auge.

            Já que vc gosta muito do suíço, deve saber que ele também perdeu bastante no início de sua vitoriosa carreira. Mas em 2004 ele se tornou número 1 do mundo e o resto você sabe bem.

            Quem venceu Federer antes disso o fez com méritos. O jogador que o suíço viria se tornar, certamente é MUITO melhor que todos que o derrotaram. Guga, Rafter, Agassi etc.

            Aconteceu com Djokovic a mesma coisa. Entre 2005-2010 ainda faltava algo a mais no jogo dele ou talvez no mental. É só puxar o histórico do sérvio pra perceber isso.

            É por isso que Roddick deu aquela declaração. Ele admitiu isso, entendeu agora?

          2. Jonas

            Detalhe: o tenista vai fazendo ajustes no seu jogo com o passar dos anos. Federer no backhand, Nadal e Djoko no serviço são exemplos. Veja o jogador que Wawrinka se tornou após os 30, abs.

          3. Sérgio Ribeiro

            Não entendeu nada , amigo. O h2h tem que ser editado com a presença de TODOS os oponentes. Simples assim. Nada a ver ficar falando em imaturidade . Esse papo de quem não consegue entender o que posto , já deu. E o principal não postou como sempre. Como Novak possuiu uma diferença de SEIS anos em relação a Federer , este pendura a raquete e o Sérvio vai continuar a enfrentar vários da atual “ imatura” Next Gen. E’ óbvio que no h2h que vocês tanto adoram, alguns terão mais de 5 Vitórias sobre Novak. Ou não entendeu nada ? rsrsrs Abs!

    1. Miguel BsB

      Blz Dr! Seguiremos as prescrições…
      O mundo parado, atividades econômicas desabando, torneios esportivos e até as olimpíadas cancelados e suspensos. Para que? Pra derrubar Trump e BOLSONARO! Hahahhaha
      O próprio Bolsonaro se derruba…

      Responder
    2. Heitor

      Não to provocando, quero realmente saber a tua sugestão para o que devemos fazer daqui em diante não somente em relação à medicação, mas tb sobre nos isolarmos ou não, abrir ou não os serviços e comércio, eventos esportivos, academias, devemos ou não usar máscara, devemos ou não evitar aglomerações etc.
      obrigado

      Responder
      1. Carlos Reis

        GADO somos todos nós, mas vc não tem humildade para admitir. Mas temos uma diferença, eu não confio no sistema, já você aceita TUDO sem nem reclamar. Certamente vc apóia essa quarentena INSANA que quebrará a Economia Mundial, e só Deus sabe o que teremos pela frente… o Futuro é NEGRO!

        Responder
  14. periferia

    Olá

    Outro dia Barocos comentou com alguem que a única forma de aferir o melhor seria através dos numero s.
    Fiquei matutando….será?
    No automobilismo:

    Schumacher tem os melhores números (correu quase sempre com o melhor carro e com uma equipe voltada para ele)
    Mas Jim Clark é considerado por muitos dentro da f1 o melhor piloto que passou pela categoria…tinha uma pilotagem agressiva…buscava as zebras…revolucionou a pilotagem no final dos anos 60 (morreu cedo em um acidente)….um piloto raiz (corria de tudo..f1…f2…kart…qualquer coisa que
    tivesse roda…e vencia)

    No basquete :

    Will Chamberlain tem os maiores numeros ( em sua época era um gigante de mais 2.15m…com uma movimentação de alguém com 1m90….um gigante entre anões).
    Mas o maior jogador de basquete é Michael Jordan…..o jogador que revolucionou a NBA.

    Voleibol

    Giba é o jogador que tem os melhores números do volei (participou de maior geração de jogadores de vôlei surgida em um pais…Brasil) …é o jogador que teve mais conquistas no esporte.
    Porém o melhor jogador de voley foi o americano Kiraly….mesmo tempo menos conquistas que Giba foi outro que revolucionou o esporte mesmo não tendo altura suficiente para um ponteiro.
    Imagina o líbero Serginho que fez 4 finais olímpicas seguidas e nunca marcou um único ponto (afinal é libero).

    Golfe

    Jack Nicklaus é o jogador com mais conquistas no golfe (majors) …
    Mas para muitos o melhor jogador de todos os tempos se chama Tiger Woods que além de vencedor levou o esporte para outro patamar.

    Futebol

    Pelé tem todos os números do esporte (para muitos …alguns números estão turbinados…e muitos dizem que Pelé jogou em uma geração onde tinha Garrincha e outros monstros do futebol)
    Mas para muitos um canhoto argentino …com menos conquistas é considerado o maior.
    Leonel Messi.

    Don Budge aprimorou o top spin e mudou completamente a forma de jogar .
    Bill Tilder tinha aproveitamento de 90% jogando mais de 900 partidas (o mais dominante)
    Viv McGrath transformou o backhand com duas mãos …..que era tido quase como uma aberração até os anos 1960 virou um golpe plástico e vencedor.
    Rod Laver instituiu o estilo moderno do “all-court player”(cobrindo a quadra toda) no tênis…..usado com competência nos dias de hoje.
    Olhando para os exemplos dos outros esportes qual a revolução que Federer….Djokovic ou Nadal fizeram no jogo ?
    Por que são considerados os maiores se nem ao menos contribuíram para transformar o jogo?

    Será que os números dizem tudo ?
    Podemos confiar neles?

    Desculpe o texto longo Dalcim

    Abs

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Meu caro talvez vc não seja afeito aos assuntos da F1, algo q eu acompanho desde 1971 (naquela época era muito moleque e só podíamos acompanhar pela revista Placar), e vou me permitir fazer uma pequena/grande correção: Schumi foi um dos poucos q venceu o mundial de F1 com um carro nitidamente inferior (pelo q eu me lembre, além dele os outros foram Stewart em 1973 e Senna em 1991). Vejamos: a Williams tinha o melhor carro entre 1991 e 1997, com o motor Renault, disparado o melhor na época e o cara venceu os títulos de 1994 e 1995 (em 94 com o pífio motor Ford Cosworth; já em 95 com o motor Renault); depois de 1997, o carro dominante foi a Mclaren Mercedes, com o motor bem mais potente q os demais até 2000, e os pneus Bridgestone, q superavam os Goodyearpor larga margem, que equiparam a Ferrari do Schumi até 1999. Schumi foi pra Ferrari em 1996, e naquela época a equipe tinha um motor V12 ultrapassado, que só andava bem na Alemanha e em Monza, e foi aí q entrou na jogada um engenheiro italiano chamado Paolo Massai, q desenvolveu o V10 italiano. Em 2000, com um carro ainda inferior mas mais próximo ao da Mclaren, com um bom V10 Ferrari e aí já com os pneus Bridgestone o cara iniciou uma trajetória q dificilmente será igualada de 5 títulos seguidos; a bem da verdade, após 2000 3 destes títulos de fato foram com carros dominantes (2001, 2003 e 2004).

      Responder
      1. periferia

        Olá Luiz.

        Fazendo o contra ponto as boas informações colocadas… faço algumas observações.
        Como vc escreveu a Williams teve o melhor carro entre 1991 e 1997.
        Porém em 1994 e 1995 a Benetton tinha o melhor carro….como vc tem domínio do assunto sabe sobre o carro ilegal usado por Schumacher (feito pelo grande Rory Byrne)nesses dois campeonatos.
        O segundo ja com motor Renault o campeonato foi 102 pontos contra 69 do Hill….com 9 vitórias.
        Concordo que a McLaren dominou a partir de 1997.
        Mas a partir de 2000 a Ferrari já tinha o melhor carro (o melhor carro nao é apenas um motor…existe toda uma engenharia de aerodinâmica para chegar ao melhor carro).
        Apenas para justificar o apontamento do que escrevi
        Pontuações do campeonatos.
        2000…..108 a 89 (9vit do alemão)
        2001….123 a 65 (9vit do alemão)
        2002…..144 a 77 (11vit do alemão)
        2003….93 a 91 (6vit do alemao) .
        E destaco outro ponto muito usado por aqui….a entresafra.
        Schumacher correu contra Hill…Hakkinem…Coulthard e o nosso Barrichello (concorrência fraca).
        Como escrevi….”a maioria dos campeonatos ganho pelo alemão foi com o melhor carro ou o carro mais ilegal do grid).
        Gostaria de ver ele vencer com 4 equipes diferentes como imortal Fangio…ou ganhar 500 milhas e f1 como Clark.
        Ou inventar equipamentos para melhorar a performance como o Piquet.
        O alemão foi grande…..mas não tão grande.

        Fique bem companheiro

        Abs

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Claro opinião cada um tem a sua, dos q eu vi correr Considero Schumacher o melhor, quem mais com a Ferrari de 1997 disputaria o título c a Williams até a última prova? Mas em esporte nem Pele ou Ali foram unanimidades. E seu contraponto foi bom, vc deve gostar e acompanhar F1 também. Abs.

          Responder
          1. periferia

            Olá Luiz…

            O Prost em 1986 não poderia figurar na galeria tão bem colocada por vc de campeões com um carro inferior ?
            Ele venceu duas Williams (Piquet e Mansel) na Australia e levou o campeonato com um carro pior ?

            Abs.

      2. Leo Gavio

        Li de tudo nesse post aqui, disseram até que Schumacher “quase só ganhou títulos com carro superior”. Dei um tanto de risada que “quase não quis” ler o resto, mas li. O autor queria espancar os números pra tentar desacredita-los, como se, na grande maioria dos esportes os maiores vencedores não fossem “os maiores e melhores” não só pelos números mas, também, por eles.

        O maior e melhor tenista de todos os tempos é Novak Djokovic. Imagine se ele fosse inglês ou americano. Jogar com a bandeira da america e castigar, na forma, o (com toda justiça) “todo poderoso” Roger Federer 3 vezes no templo sagrado do tênis, com direito a duas vitorias em 5 sets e, a ultima, uma verdadeira odisseia no set decisivo.

        A questão não é só número (mais precisamente os absolutos), fosse assim o Federer seria o maior e melhor. É preciso considerar os principais pilares OBJETIVOS:

        1- Quantitativo: números absolutos e os ponderados
        2- Qualitativo: grau de dificuldade

        Se considerar esses dois CRITÉRIOS OBJETIVOS (números e o qualificador do número) e não forçar a barra com critérios totalmente patológicos como gosto pessoal, beleza, carisma, popularidade, habilidade, nacionalidade e toda a sorte de subjetividades estúpidas que os julgadores (torcedores e “especialistas”) utilizam, você vai chegar ao seguinte resultado:

        Observando os seguintes critérios na ordem de grandeza que os próprios tenistas e “especialistas” dizem, e que seria um paralelo com outros esportes:

        A) Quantitativos:
        1-Número de Slams
        2-Medalha de ouro simples olímpica
        3-Finals e Masters vencidos
        4-Semanas como número 1
        5-Temporadas terminadas como número 1
        6-Títulos totais
        7-H2H contra principais rivais em Slam
        8-H2H contra principais rivais no geral
        9-Vitorias vs Derrotas (percentual)
        obs: Do 1 ao 6 tem de ser avaliado a media ponderada de temporadas jogadas.

        B)Qualitativo
        1-Nível dos adversários, considerando o currículo na história do tênis de cada jogador enfrentado e o ranking de cada jogador no momento em que a partida foi disputada.
        2-Número de superfícies diferentes em que conquistou os títulos e as vitórias contra cada oponente observando o percentual de vitórias dele naquela superfície específica.

        Se seguir estes parâmetros OBJETIVOS o resultado sempre vai ser:
        1- Djokovic
        2- Nadal
        3- Federer
        4- Sampras

        Antes que os Federistas inconformados venham me acusar de utilizar critérios OBJETIVOS porque estes favorecem o meu tenista predileto — o que é hilário, pois os critérios subjetivos só servem pra suprir os nossos desejos por poesia e não para uma análise estritamente racional– seria o mesmo que julgar o sérvio mais habilidoso com a bolinha que o Federer.

        No tênis, esporte individual, o maior e melhor é decidido dentro de quadra, durante as temporadas jogadas, e não na perspectiva da arquibancada ou nas redes sociais com desafios circenses. Ser mais habilidoso com a raquete é só mais um fator tão importante como ser mais resistente, mais forte mentalmente, mais rápido, mais inteligente ou melhor estrategista. Ser mais carismático, mais amado, mais considerado, mais surpreendente, mais clássico, mais emotivo e etc, isso tudo é importante sob um outro aspecto: o da admiração.

        Novak Djokovic ser, até o momento, o maior e melhor tenista da história é uma constatação essencialmente lógica e não um escrutínio político. Pela vontade popular Lula acabou com a pobreza no Brasil, Dilma é honesta, Rede Globo não manipula e não desinforma, Ciro é democrata, Flávio Bolsonaro é vítima, PSOL é alternativa ao PT, Reinaldo Azevedo sempre foi contra a operação lava-jato e Sergio Moro não faz política.

        A paixão turva o discernimento.

        Responder
    2. R.P.

      Tênis é esporte individual; não se divide a responsabilidade com outros jogadores ou com uma equipe que constrói e acerta um carro. Melhor analogia se faz com outros esportes individuais: há outro melhor nadador que Phelps? Melhor velocista q Bolt? Melhor lutador q Karelin?

      Tênis não pode ser o único esporte em q quem perde mais é melhor do que quem vence mais. Isso parece uma desculpa adiantada.

      Responder
      1. periferia

        Olá R.P.

        Todos os exemplos que vc deu são de atletas.
        Apenas para contrapor um belo argumento.
        Kerelin é um lutador de luta grego romano….que é dividida por categorias….no mesmo esporte pode ter alguém melhor do que ele em outra categoria…poderia?

        Phelps outro exemplo…..a natação é dividida por várias provas….alguém que nada o 1500 M…ou os 3000 não pode ser melhor que ele?

        Bolt….vc pode dizer que foi o maior velocista….(Apesar que Jesse Owens tem mais relevância que ele)…mas como o atletismo olímpico e mundial é dividido por categoria…poderia ter um atleta melhor que ele em outra categoria??
        No tenis o esporte não é divido por peso…..por distância….ou por categoria.

        ABS….fique bem amigo

        Responder
    3. Barocos

      Periferia,

      Vou repetir aqui o argumento que usei:

      “De todos os critérios que os fãs utilizam para enaltecer os seus ídolos, no final das contas, apenas um permanece pouco contaminado com as arbitrariedades perpetradas pela idolatria: os números. Claro que, sozinhos, os números não contam toda a história, mas chegam bem perto disto.”

      Eu não disse que os números são a única forma, mas a menos contaminada pela idolatria. Ainda, acrescentei que “sozinhos, os números não contam toda a história”.

      Se você leu uma ponderação minha sobre esportes onde existam comparações objetivas, onde tempo, distância, “peso” ou precisão regem as comparações, com certeza deve ter notado que, mesmo nestes casos, devemos levar em consideração a evolução de equipamentos e métodos de treinamento.

      Muitos equívocos podem e devem ser evitados com uma atenção maior aos detalhes, algo, aliás, que tende a evitar a maior parte das polêmicas.

      Por fim, bem bacanas os textos que você anda postando. Como costumava vir na abertura de alguns filmes antigos de comédia: qualquer semelhança com a realidade NÃO É mera coincidência.

      Saúde e paz.

      Responder
    4. Rogerio R Silva

      Amigo, boa tarde.
      Nessas comparações sempre lembro do meu pai.
      Ele dizia que o Zizinho não era melhor que o Pelé,mas o Pelé não era melhor que o Zizinho.
      Quando viu o Tiger ele disse que tinha mais talento que o Nicklaus.
      Sempre foi fã do Fangio mas sorria ao falar do Clark,os dois acima dos demais.
      Sempre teremos esses pontos de vista.
      O que eu gosto não é da certeza absoluta,saber quem é o melhor.
      É poder conversar sobre,com pessoas que valem à pena.
      Faço isso com meu filho com um prazer todo especial.
      E ele acha que o Messi é melhor que o Pelé e o Nole o melhor dos três.
      Forte abraço

      Responder
        1. Gabi

          Para mim tb!! E olha que ela já era muito linda jovem rs.
          Aliás, muitas tenistas estão envelhecendo muito bem a despeito de todo sol e intempéries a que estão expostas ao treinar e jogar, que envelhece demais.

          Responder
          1. Gabi

            E vc viu um fã que desembolsou US$ 85 mil para ver a Bouchard? Nossa, eu não pagaria nem US$ 1 por ela.

          2. Luiz Fabriciano

            Respondendo sua pergunta abaixo Gabi, vi sim.
            Não sei se pagaria não, mas a Bouchard é muito bonita também, no meu gosto. Só acho que ela pecou um pouco no tocante a arrogância, quando sua carreira começou a decolar. Isso encobre boa parte de sua beleza. Talvez agora ela esteja ficando bonita novamente, rss.

  15. Vitor Hugo

    Não achei nenhum absurdo Meligeni colocar Agassi à frente de Djokovic na história, se analisarmos os critérios do fininho. Não dá pra comparar as conquistas de ambos, mas Agassi jogou antes da padronização. Devolvia em quadras lentas e muito rápidas. Ganhou Wimbledon com a grama “das antigas “.
    Além do mais, André tinha muito mais popularidade, carisma e relevância para o esporte do que o sérvio. Teve mais peso para o tênis que Novak.
    Só estou tentado entender as escolhas do brasileiro.
    Agassi, sem dúvidas o melhor devolvedor da história, na minha opinião, está atrás de Djokovic.

    Responder
    1. R.P.

      O Fininho coloca Djoko em quinto e Federer em primeiro utilizando como um dos critérios os adversários. Das duas uma: ou Federer ñ é o primeiro, já q é um adversário mais “fácil ” (junto com Nadal) para o Djoko; ou admite q elencou os jogadores de acordo com suas preferências pessoais, sem levar em conta números ou dificuldade dos oponenentes.

      Responder
  16. Gabi

    A Bundesliga colocou muitos jogos simultâneos. Deveria ter marcado cada um em horário diferente e transmitido umas 10 horas de futebol ao vivo.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Gostou hein Gabi, mas q esses jogos sem torcida são pra lá de estranhos não há como negar, mas antes assim, foi dado o primeiro passo…

      Responder
  17. José Felipe Pereira da Silva

    Dalcim bom dia
    Mais uma vez parabéns pelo seu trabalho
    Será que caberia uma análise de um top 10 dos melhores golpes dos jogadores de todos os tempos ?
    Considerando a atualidade e dos jogadores de outras épocas? Forehand
    Backhand
    Saque
    Devolução
    Movimentação
    Enfim não sei se de pra entender RS

    Responder
  18. Vitor Hugo

    Mike Tyson gosta de Novak, mas reconhece Federer como o GOAT. Sem clubismo. Sensato. Só uns tapados pelo sérvio pensam diferente.

    Realmente uma pena Roddick ter se aposentado. Se tivesse a mesma idade de Djokobagre, creio que teria uns 20 a 12 no h2h. Deve ter uma saudade danada do fiote.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Mike Tyson sabe que Djokovic é o GOAT, mas provavelmente quis agradar alguns tapados pelo suíço.

      Foi uma pena mesmo. Se o Lobo rei do tênis destruiu nosso saco de pancadas Fregueser com 21×10 no h2h de 2011 pra cá, imagine o que teria feito com o horrendo Andy Roddick. Chuto por baixo uns 15×1.

      Responder
  19. Rafael

    Sobre essa votação do melhor de TODOS os tempos, como n me interessa votar lá. digo por aqui:

    Federer.

    Minha torcida é outra história…

    Responder
    1. Luis

      Rafael voce e’ um dos bons torcedores do Djokovic,apesar de rivais da pra admirar o big 3,prefiro o Federer mas são grandes Nadal e Djokovic,na pergunta também votei no Federer rss

      Responder
  20. Rodrigo S. Cruz

    MIGUEL,

    A sua pergunta trouxe duas coisas interessantes.

    Bem, eu acompanho a divulgação dessas listas desde meados de 2000.

    E, acredite, – uma das poucas vezes que o Schumi terminou na frente de Senna foi justamente numa lista do ” The Sun”.

    (rs)

    E você, sem saber, atestou aí o problema da credibilidade.

    Porque veja:

    em 11 de novembro de 2009, quando a lista saiu, o jornal cometeu duas GAFES ao mencionar o brasileiro.

    Primeiro foi ter dito que quando o tricampeão deixou a Toleman, ele teria ido para a Renault.

    Não sei de onde o tabloide inglês tirou isso…

    Quem não lembra da LINDA Lotus preta, com o emblema em dourado, da marca de cigarros John Player Special?

    https://cdn-1.motorsport.com/images/amp/6OxVp550/s6/f1-belgian-gp-1985-ayrton-senn.jpg

    O segundo equívoco foi publicar que o brasileiro vencera o GP de Mônaco de 1984.

    Aquele GP histórico, disputado em meio a um “dilúvio”, não foi vencido pela Toleman-hart do brasileiro.

    Ele foi interrompido pelo diretor de prova Jack Ickx, na volta 32.

    Após o brasileiro ter superado Niki Lauda, e estando prestes a ultrapassar o líder Alain Prost.

    Portanto, a prova terminou com Prost em primeiro e Senna em segundo.

    Digno de nota foi também a grande atuação do jovem alemão Stefan Bellof, completando o grid.

    Sua Tyrrel de motor aspirado, ideal para aquelas condições chuvosas (aliada ao seu talento) fazia dele o piloto mais rápido.

    Mas agora vem o detalhe mais curioso:

    a prova foi interrompida antes de completarem 75% das voltas, e apenas metade da pontuação foi conferida aos pilotos.

    Prost garantiu apenas metade dos 9 pontos a que teria direito.

    E o austríaco Niki Lauda que já havia rodado na volta 23, não somou nada.

    O que vale dizer que se a corrida tivesse transcorrido um pouco mais, Senna teria vencido.

    Contudo, Prost somaria 6 pontos, e não 4,5.

    Como isso não ocorreu, o francês perdeu aquele título para o Lauda, por apenas MEIO ponto!

    Dureza, não? (rs)

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Se a prova tivesse continuado, Senna vencido e Prost em segundo, teria sido campeão com 1,5 ponto a mais que Lauda.
      Sempre fiz essa imaginação, rss.

      Responder
  21. Marcelo Seri

    Prezado Dalcim, peço licença pra fazer uma pergunta totalmente fora do assunto do post. Em tempos de quarentena, tenho assistido a muitos vídeos de jogos do Guga, então me veio a dúvida: você sabe se ele está melhor do quadril? Será que vai conseguir voltar a jogar exibições? Aquelas exibições contra Corretja, Agassi, Bruguera.. eram muito legais!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, infelizmente ele não melhorou o suficiente do quadril e acho bem pouco provável que consiga jogar em termos competitivos mesmo uma exibição simples. É uma pena, Marcelo.

      Responder
      1. lEvI sIlvA

        Dalcim, dos torneios que acompanhou do Guga, qual foi aquele que considerou o melhor nível do brasileiro? A Masters Cup ou o de Cincinnati que ele faturou poderiam ser?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, acho que foram os dois melhores, em que ele precisou de maiores adaptações para encarar duríssimos adversários.

          Responder
      2. Marcelo Seri

        Que pena, Dalcim.. após a aposentadoria, ele ainda conseguia fazer exibições tão legais. Uma vez eu li uma reportagem dele, dizendo que ele não conseguia brincar com os filhos, de tanta dor que sentia. Espero que, pelo menos para o dia a dia, ele já esteja melhor. Muito obrigado pela atenção, Dalcim! Abraço!

        Responder
          1. Marcelo Seri

            Entendi, Dalcim. Que pena. Eu queria muito ver o Guga no ATP Champions Tour. Mas, enfim.. nos resta assistir aos vídeos dos seus grandes momentos!
            Obrigado e abraço!

  22. Marcelo-Jacacity

    E a minha filha fez eu assistir um seriado adolescente. Vamos lá, quando eu ouço, opa já ouvi essa voz! Mas não faz sentido algum. Mas que raios é isso!? E não é que o McEnroe é o narrador da série “Eu nunca”. Hahahaha.

    Responder
  23. periferia

    Olá Dalcim.

    Muito boa as matérias colocadas pelo Marcos Bulcão sobre o Goat.
    Lendo sobre o Nadal vc diz….é o Nadal
    Lendo sobre o Djokovic….vc diz…é o Djoko
    Lendo sobre o Federer….vc diz…é o Federer
    Com dados…argumentos….muito boa mesmo.
    Não encontramos “coisas” assim por aí.
    Parabéns pelo nível elevadíssimo

    Todos tem motivos para revindicar a coroa.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a proposta dele foi exatamente essa, José Cláudio. Colocou bons argumentos para todos e fez boas comparações. Acho que isso é importante num debate: colocar os prós e contras.

      Responder
  24. periferia

    Cena 1

    Aguardo perdido em meus pensamentos..montado em meu cavalo…com meu exército enfileirado ….a espera de meu maior inimigo.
    Confesso….reinei com crueldade….persegui meus inimigos…torturei inocentes ..busquei incansavelmente o poder.
    Todos tremem quando o nome Jair III é pronunciado.
    Ó consciência covarde, tu me assustas.

    Cena 2

    Ele chegou….meu inimigo….com seus seguidores.
    Conde Richmoro não era piedoso.
    Aliás….por que seria…se não tenho piedade de mim próprio.

    Cena 3

    A batalha começa.
    Sangrenta….homens mutilados pelo corte da espada…..uma batalha feroz.
    Durante a batalha sou derrubado ….perco meu cavalo.
    Grito:
    – Um cavalo..um cavalo….meu reino por um cavalo.
    Vago pelo campo de batalha sem montaria.
    Avisto o Conde Richmoro.
    Obcecado pela destruinção do rival…levanto minha espada buscando o sangue do meu oponente.
    O Conde mais rápido contragolpeia.
    Sinto o frio metal cortar minha carne.
    A coroa teria novo rei.

    Adaptado do 5° ato de Ricardo III ….Shakespeare.

    Hoje……824…..quase 15 mil .

    Sigamos

    Responder
  25. Ivan

    Dalcim,
    muito legal a análise do Marcos Bulcao publicada no site de vocês. No caso do Nadal, em que medida o fato de termos apenas 1 GS disputado no saibro pesa a favor ou contra ele na corrida pelo goat?
    Obrigado.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que ‘apenas um’ seja um problema. É a realidade do circuito nos últimos 30 anos. Não teria sentido haver mais de um Slam no saibro. Mas respondendo a sua pergunta, obviamente que se houvesse mais de um Slam no saibro o Nadal teria pelo menos mais 5. Abs!

      Responder
  26. Rodrigo S. Cruz

    [Sérgio Ribeiro]

    “Pera aí , Rodrigo . Foi Tetra e 3 vezes Vice para Hamilton. Se não fosse o Inglês seria Hepta como Shumi rsrsrs”

    Então, Sérgio.

    O que eu quis dizer é que passaram pela Fórmula 1 vários pilotos melhores do que o Sebastian Vettel.

    E que nunca pilotaram por tantos anos carros excelentes, como o alemão pilotou…

    Sim, o Vettel é tetra.

    Mas um uma espécie de “tetra do Paraguai”.

    Não se compara, por exemplo, ao grande Alain Prost – este sim, um tetracampeão de verdade…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Sem dúvida, Rodrigo. O Professor levava Senna ao limite. Quando ele derrotou ao mesmo tempo Piquet e Mansell, ambos na Willians bem mais veloz , ganhou o respeito de todos . E Shumi teve a sorte de uma tacada só, se ver livre DELE , Senna , Piquet e Mansell . Já o outro Alemão ao menos tinha Hamilton e Alonso como oponentes. Mas sentiu a pressão numa grande equipe. Abs!

      Responder
    2. Luis

      Rodrigo não acompanho muito Formula1 acho ando meio chato sem ultrapassagenskk diferencial do Senna pra muitos o melhor piloto historia que e’ um ídolo do maior piloto atualidade Hamiltonrs,assim como no tênis Dalcim respondeu um blogueiro que Federer continua sendo o melhor da história pelo “conjunto da obra” acho mais justo que apenas numerosrs

      Responder
  27. periferia

    Olá
    Caminhamos para um endurecimento do regime atual.
    Poucos notam o momento.
    Nosso primeiro escalão administrativo.
    Capitão Bolsonaro
    General Braga Neto….General Pazzuelo…..General Mourão…..General Heleno…..General Ramos….Tenente Coronel Marcos Pontes….Capitão Wagner Rosário…..Almirante Bento Costa Lima…..Capitão Tarcísio Freitas.

    O Brasil é um estado militar…esperando o momento ideal para “oficializar”.

    Abs

    Responder
    1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

      Olá caro Periferia. Existe um filme de 1967 chamado “A noite dos Generais” , sobre um episódio envolvendo comandantes nazistas durante a segunda guerra. O enredo não é semelhante ao que você aborda aqui, entretanto o ambiente atual no Brasil e o enfocado no filme guardam algo em comum: o mau cheiro.

      Responder
      1. periferia

        Olá Marcilio.

        Comparo o atual momento com a Alemanha em 32.
        Um populista que tinha apenas um terço da preferência do povo alemão (……um povo já naquele tempo com grades índices de escolaridade….mesmo assim permitiu a chegada ao poder de um despreparado (Sim ele era um despreparado )….com um discurso populista…..preconceituoso….onde os bodes expiatórios eram sempre minorias que não tinham como se defender.
        Enquanto isso os “democratas” da época se esconderam….alguns pensavam que poderia controlar a “criatura” para obter alguma vantagem.
        Mas a “criatura” tinha vida própria…..e com isso …ao final de sua trajetória…..uma estrada de cadáveres….de todos os tipos.
        Max dizia que a história se repete primeiro como tragédia….depois como farsa (piada sem graça ).
        Não concordo.
        Concordo com o Verissimo.
        “Aqui, a história não se repete como farsa, as farsas se repetem como história”

        Ana…fique bem amigo.

        Abs

        Responder
  28. Miguel BsB

    Rafael
    Estou respondendo aqui pois o nosso diálogo abaixo não pode ser continuado.

    Caramba! Que quantidade de serviços e demandas…Muito interessante, parabéns!
    Rapaz, eu morei e estudei nos EUA, fui professor de inglês, sou cheguei a cogitar a profissão de tradutor juramentado, mas parece que era necessário um concurso que nunca saía… Como isso funciona? Pode me dar alguma orientação nesse sentido?

    Responder
    1. Rafael

      Olá Miguel,

      Alguém mencionou aqui o caso do acidente da TAM, em Congonhas, quando o avião passou da pista e tal… Eu fiz uma boa parte desse processo.

      Bom, o que acontecia c o teste p tradutor juramentado era o seguinte: havia uns 20 anos ou + n era realizado o concurso, q depende da junta comercial. Eu ouvia falar muito em interferência do SINTRA, que não tinha interesse em q entrasse + gente no mercado. Em 1999, d alguma forma, saiu. Prestei e passei. Foi em Guarulhos. Na época, trabalhava c + 1 sócio em 1 escritório nosso. Foi estabelecido q resultado sairia em 45 dias. Demorou 1 eternidade. Depois disso, p oficializar, havia algo chamado “cerimônia de juramentação”, à qual vc deveria comparecer, assinar uns lances e tals. Isso veio a ocorrer, sem nenhum aviso, cerca de NOVE meses depois. Lembre-se que era pra estar tudo concluído em 45 dias. A gente ficava sabendo buscando notícias na Internet, na junta ninguém falava nada com nada. Qdo finalmente marcaram a data de comparecimento, estava envolvido em 1 projeto de grande porte p a Microsiga, e n pude ir. Na 1a. oportunidade, fui. (cont)

      Responder
      1. Rafael

        (cont’d)

        Foi negada minha juramentação. Argumentei, falei q se fossem 45 dias ÚTEIS após a divulgação do resultado (o q n estava especificado), eu estava dentro do prazo, entrei c recurso p o diretor da junta comercial. Foi indeferido. Ngém me disse pq. Desisti.

        Uma colega minha, q tbém passou, foi juramentada. Meses depois, decepcionada c q quantidade de trabalho (carteiras de id., certidões de nascim., etc), c a responsabilidade d ter de assinar cada doc q traduzia/vertia, c a baixa procura (a junta tem 1 tabela de ALTOS preços, vc n pode cobrar nem – nem +), ela renunciou.

        A única vantagem d ser juramentado é qdo vc “tem acesso” (n posso explicar como) a docs d bom volume. Como td no Brasil é avacalhado, n raras vzs o juramentado nem mesmo faz o trabalho. 1 bom tradutor faz, o juramentado dá 1 passada de olhos, bota o carimbo, assina e ganha em cima (pq quem fez recebe bem -). De resto é só perturbação. É isso.

        Sobre o q falei no começo, o acidente, vou propor 1 reflexão: pensem em 1, qquer 1 avião desses q pousam em Congonhas. Procurem saber qtos metros de pista são necessários p 1 desses pousar em segurança (distância p frenagem total), bem como a medida do “grooving” (ranhuras) necessária p aderência adequada, especialmente em dias de chuva. É uma curiosidade natural, diria até que 1 DIREITO seu, no meu modo de ver. A ANAC deve disponibilizar esses dados online. Se não o faz, deveria. O resto da matemática vcs fazem. Só sei q eu nunca + tomei 1 avião q pousasse lá.

        Responder
        1. Rafael

          * Sobre o próximo concurso p tradutor juramentado? Talvez lá pelo 3/4 deste século, quem sabe? N há critério, só interesses (ou não).

          Grande abraço, Miguel, prazer trocar estas linhas c vc.

          Responder
          1. Rafael

            Escrevi muito e n pus a resposta: Info sob concurso de trad. juramentado é d responsabilidade da junta comercial. Procure o site da de seu estado ou ligue, antes de perder tempo indo lá – e se for, verifique os horários de atendimento, está sempre lotada (e nestes tempos, n deve nem estar aberta).

            É isso.

          2. Miguel BsB

            Falou Rafael, obrigado!
            Então realmente se confirma. Lembro que esse tal concurso não saia nunca e diziam ser por conta de interesses diversos…acabei deixando isso de lado e segui outro caminho profissional.
            Abs!

      2. Heitor

        Fui eu!!
        Mencionei no comentário que diariamente tem morrido 3-4x o número de pessoas que morreram aquele dia naquele acidente (199)… Pqp para os dois: o acidente da Tam e as mortes pela covid.

        Em 2017 completou dez anos sem que nenhuma pessoa condenada pelo acidente. O Ministério Público Federal chegou a acusar três pessoas, mas todas foram inocentadas.

        Responder
  29. DANILO AFONSO

    FEDERER, NADAL e DJOKOVIC possuem H2H Negativo contra alguns tenistas. Vejamos os privilegiados:

    FEDERER tem H2H (confronto direto) Negativo contra 26 tenistas

    Djokovic : 23 – 27
    Nadal: 16 – 24
    Thiem: 2 – 5
    Zverev: 3 – 4
    kafelnikov: 2 – 4
    Corretja: 2 – 3
    Rafter: 0 – 3
    Enqvist: 1 – 3
    Kuerten: 1 – 2
    Ferreira: 1 – 2
    Hrbaty: 1 – 2
    Squillari: 0 – 2
    Bruguera: 0 – 1
    Andrei Medvedev: 0 – 1
    Siemerink: 0 – 1
    Rublev: 0 – 1
    Clavet: 0 – 1
    Gaudenzi: 0 – 1
    Black: 0 – 1
    Carlsen: 0 – 1
    Donskoy: 0 – 1
    Kokkinakis: 0 – 1
    Hantschk: 0 – 1
    Arnold Ker: 0 – 1
    Sekulov: 0 – 1
    Van Garsse: 0 – 1

    DJOKOVIC tem H2H (confronto direto) Negativo contra 11 tenistas

    Roddick: 4 – 5
    Safin: 0 – 2
    Kyrgios: 0 – 2
    Gonzalez: 1 – 2
    Karlovic: 1 – 2
    Velely: 0 – 1
    Volandri: 0 – 1
    Krajinovic: 0 – 1
    Dupuis: 0 – 1
    Daniel: 0 – 1
    Van Scheppingen: 0 – 1

    NADAL tem H2H (confronto direto) Negativo contra 9 tenistas

    Djokovic: 26 – 29
    Davydenko: 5 – 6
    Hrbaty: 1 – 3
    Corretja: 0 – 2
    Brown: 0 – 2
    Johansson: 0 – 1
    Srichaphan: 0 – 1
    Guccione: 0 – 1
    Mutis: 0 – 1

    Responder
    1. Jonas

      Nossa, impressionante. Apenas o Roddick conseguiu a façanha de vencer ao menos cinco jogos contra o Djokovic. E, se nao me engano, foram jogos antes de 2011.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Errado : Federer e Nadal também rsrsrs Esta é a prova que a verdadeira “ entressafra “ é agora kkkkkkk Mas fique frio , quando ele atingir TRINTA e NOVE a maioria da Next Gen já terá comido o fígado dele. kkkkkkkkkk Abs!

        Responder
      2. Jonas

        Tô sendo injusto com o Davydenko…esse aí jogava muito tênis. Pena que não teve a consistência necessária pra incomodar ainda mais.

        Responder
        1. Jonas

          Pois então rs. É a mesma comparação que usei com o Federer “novato”.

          Djokovic em 2008-2010 tinha entre 20-23 anos.

          Roddick teve seus méritos, assim como Rafter teve os dele ao derrotar Federer. Agora, é fato que faltava ali certa “maturidade” .

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          Ou seja, o último entre eles.
          Daí o Roddick dizer: “para manter o h2h positivo, basta se aposentar e não enfrenta-lo mais”.

          Responder
        1. Jonas

          Isso vindo de quem “chora” dizendo que suíço está velho desde 2011.

          Dá uma olhada no H2H do Federer amigão. Ele tem 0-3 contra Rafter certo?

          Os três jogos ocorreram entre 1999-2001. Idade do suíço: entre 17-20 anos.

          Me responda você: Federer tinha maturidade para vencer Rafter nessa época ou não? Valendo.

          Responder
    2. Leo Gavio

      As derrotas do Djokovic são ridiculas.

      Roddick: 4 5, Djokovic tem esse retrospecto antes de 2011 o pós 2011 é muito superior, nao teria esse numero, jamais.
      algumas partidas ele perdeu por problemas com a temperatura.

      Kirgios: Djokovic lesionado TOTALMENTE fora de forma.

      Safin, Djokovic bebe adolescente em 2005 e uma derrota precoce em wimbledon 2009. muito longe do Djokovic 2011

      o restante ali são jogos do inicio de carreira.

      Djokovic inteiro e formado, top 10, nao tem, na pratica, h2h negativo contra ninguem.

      Responder
    3. periferia

      Olá Danilo.

      Como sempre ótimos numeros
      Mas seria ideal saber quantos tenistas diferentes cada um dos três enfrentou.
      Exemplo:
      O Federer tem confronto negativo com 26 tenistas.
      Qual o total de tenistas diferentes ele enfrentou até o momento?
      Quanto maior o universo de tenistas diferentes…..maior a possibilidade de ter numeros maiores.

      Abs

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Disse tudo , caro Periferia. Só que a turminha da Kombi insiste em falar de “ entressafra “ . Os números sempre os desmintem rsrsrs Abs!

        Responder
    4. Paulo Almeida

      O servebot desengonçado Roddick, ícone da entressafra, foi sábio quando resolveu se aposentar para manter o h2h positivo contra o Lobo.

      Responder
  30. Gabi

    O Uol propôs: quem foi o maior da história em esportes coletivos?

    A maioria dos colunistas ficou entre Pelé e Jordan (o Milton Neves colocou assim: primeiro Pelé, segundo Pelé, terceiro Pelé, quarto Pelé, quinto Pelé e em sexto, empatados, Michael Jordan (basquete), Garrincha (futebol), Maradona (futebol), Magic Johnson (basquete), Messi (futebol), Karch Kiraly (vôlei), Ronaldo (futebol), Larry Bird (basquete) e Vyacheslav Zaytsev (vôlei)
    Eu fico com o Jordan.

    E amplio: quem foi o melhor da história em esportes coletivos?
    Tb fico com o Jordan.

    Garanto que o Periferia tem um air jordan no armário rsrs.

    Responder
    1. periferia

      Olá Gabi

      Claro que sim Gabi….tenho o Air Jordan 11…ele é o modelo de 1996 (todos os anos a Nike lança um “novo” Air Jordan ) é
      conhecido como O Clássico.
      Uso apenas em ocasiões especiais.
      Uso sempre nos aniversários de casamento (ocasião especial)….naquele jantar á luz de velas.
      Atrapalhou um pouco a dança depois do jantar (são dois pra lá dois pra cá)….ele é número 43….calço 41.
      Explico….números maiores tem descontos maiores no momento da compra (dando aula de economia ).
      Tinha a camiseta 23 do Bulls também ….mas a esposa atenta….com medo ….se desfez dela.
      Já bastava o Air Jordan em um dia especial….rs

      Abs

      Responder
        1. Gabi

          Ah, e eu não tenho um porque, primeiro, o Jordan não é o meu jogador preferido da NBA. E, segundo, porque, né, mesmo que só em ocasiões especiais, ele e a feminilidade não andam juntos…
          Não que eu ande só de salto (no trabalho sim), pelo contrário (adoro um tênis ou sapatilha), mas, como aconteceu com vc e tua esposa com a regata, tudo tem limite né?! Hihihi.

          Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Mas Gabi , você somente viu AiR Jordan jogar. E o Craque não aparece em TODAS as maiores façanhas da NBA . Um jogador conquistar TRÊS Copas do Mundo, Dois Mundiais InterClubes , ultrapassar a marca de 1000 gols , e ser considerado o ATLETA do Século , acredito que não veremos . Com todo o respeito rs Abs!

      Responder
      1. Gabi

        Gente, meu perfil não é democrático. Não venha discordar do que eu posto. Meu perfil é uma monarquia e a rainha sou eu!! Rsrsrs.

        To brincando!!

        Teus argumentos tb são muito válidos e tb te respeito!!

        Responder
    3. Filipe Fernandes

      Oi, Gabi, bom dia!

      Noto, em alguns de seus comentários, que você revela um grande fascínio pelo basquete, e também pelo lendário Michael Jordan. Moça, umas semanas atrás citei aqui um livro do Carl Sagan, e ele (aparentemente também um grande apreciador do basquete) fez nele um comentário muito interessante em dado ensaio a respeito desse esporte, e achei que você iria gostar de ler:

      “O beisebol e o futebol têm antecedentes astecas. O futebol americano é uma reencenação pouco disfarçada da caça; já praticávamos esse jogo antes de sermos humanos. O ‘lacrosse’ é um antigo jogo dos americanos nativos, com o qual o hóquei guarda relações. Mas o basquete é novo. Já fazíamos filmes, e ainda não jogávamos basquete.

      “A princípio, não se pensou em fazer um buraco na cesta de pêssegos, para que a bola pudesse ser recuperada sem o auxílio de uma escada. Mas em curto espaço de tempo, desde então, o jogo evoluiu. Principalmente nas mãos de jogadores afro-americanos, o basquete se tornou — em seus melhores momentos — a síntese esportiva suprema de inteligência, precisão, coragem, audácia, intuição, astúcia, espírito de equipe, elegância e graça.

      “Muggsy Bogues, de um metro e sessenta, transpõe uma floresta de gigantes; Michael Jordan vem flutuando no ar de algum ponto além da linha de arremesso livre; Larry Bird consegue executar um passe preciso sem olhar; Kareem Abdul-Jabbar faz um gancho em pleno céu. O basquete não é fundamentalmente um esporte de contato, como o futebol. É um jogo de astúcia. A marcação por pressão em toda a quadra, os passes que furam a marcação de dois homens, o corta-luz, as interceptações de passes, a cesta feita com os dedos por um atacante em pleno voo que se eleva do nada, tudo isso constitui uma coordenação de intelecto e atletismo, uma harmonia da mente e do corpo. Não é surpreendente que o jogo tenha se tornado tão popular.”

      É fascinante assistir a um jogo de basquete e reconhecer esses atributos esportivos que Carl elenca e destaca. Ele elabora essa descrição acima para, logo em seguida, sugerir (com exemplos sensacionais) como o basquete poderia ser utilizado nas escolas e na TV para o ensino da ciência (especialmente física e matemática).

      Um grande abraço, Gabi e pessoal do Blog. Que vocês estejam bem.

      Responder
      1. Gabi

        Muito obrigada por transcrever o ensaio do Carl Segan a respeito do basquete!!

        Concordo com vc (e com ele)!!

        Mas, assim, tem o basquete e tem a nba ehehehe. Fico hipnotizada e sem fôlego com a nba e com o que os jogadores fazem em quadra!! O condicionamento físico, o raciocínio rápido, as tomadas de decisão, a pressão absurda, as habilidades físicas e emocionais, a técnica, a sintonia que eles têm entre si, as jogadas, as reviravoltas durante o jogo (as vezes com apenas 1 segundo), a frieza, a emoção… uiiii rsrs!!

        Inclusive, esta semana fez 1 ano daquele arremesso no último milésimo de segundo do jogo 7 entre o Toronto e o Philadelphia 76sixets do Kawhi!! Já na zona morta, e depois de segundos antes ter errado um lance-livre que teria dado vantagem de três pontos para o Toronto Raptors, ele, pressionado por Embiid, de 2m13 de altura, arremessa a bola que toca o aro quatro vezes antes de cair, fechar o triunfo por 92 a 90 e para o delírio dos fãs do mundo todo e dos que estavam lá na Air Canadá Centre, com capacidade para 19800 mil pessoas.

        Responder
          1. Filipe Fernandes

            Gabi,

            Muitíssimo bacanas as suas impressões acerca das performances na NBA (e, por tabela, no basquete em si), bem como a sua descrição desse ponto/jogada de tirar o fôlego (que foi tão emocionante quanto o segundo gol do Gabigol na final da última Libertadores), por meio das suas palavras é possível até “visualizar” esse incrível lance e mesmo “sentir” a tensão envolvida nele: a encruzilhada da qual Kawhi teve de se desvencilhar para, “fora do tempo”, realizar o grande e histórico feito — determinante para o caminho do merecido título inédito.

            Nesses momentos fantásticos e memoráveis da NBA o incrível Rômulo Mendonça enlouquece na narração: “facínora!!!”, “ridículo!!!”, “Kawhi, ladrão, roubou meu coração (2x)!!!”, “Nããããooooooooo!!!” rsrs. Ah, que saudade das narrações sempre irreverentes dele.

            Bom fim de semana, Gabi, e tenha uma boa semana que chega (a você e a todos).

  31. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Assisti hoje a final de WB 2012 no SPORT TV , com os comentário de Dácio Campos e Narck Rodrigues. Eu sei que muitos não gostam mas eu sinto falta do Dácio nas transmissões. Pelos menos umas quatro vezes ele soltou ou bordão “não faz assim Federer!” quando o maestro fazia suas mágicas. Acho que ele dava um tom mais descontraído às transmissões. O Narck e Eusébio são muito bons, mas são mais sisudos, se atem mais aos aspectos técnicos dos jogos. O Dácio era mais diversificado nas abordagens. Por exemplo ao focalizarem Lendl ele disse que, nos vestiários, o Tcheco era completamente diferente da postura séria que demonstrava dentro da quadra. Falou que ele e os brasileiros Cassio Mota e Kyrmair eram muito amigos e barbarizavam nos vestiários. Eu sei que o Dácio cometeu seus pecados, deve estar pagando por isso e não sou eu quem vai julgá-lo, mas eu gostaria de ve-lo novamente nas transmissões de tenis. Saudações.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Também gostava muito dele nos comentários…não vou julgar ninguém, se ele fez seus malfeitos, isso não sou eu que tenho condições pra julgar…

      Responder
    2. Jonas

      Eu não gostava muito do estilo de transmissão do Dacio. Só assistia quando não havia transmissão na ESPN. Os comentários do Paulo Cleto eram bem melhores, a meu ver. Ele tinha um blog legal também, não sei qual foi o motivo dele parar de escrever.

      Responder
      1. Jonas

        O Dácio era torcedor do Federer mas sempre foi respeitoso com os outros tenistas. Era seu modo de comentar que não parecia adequado. Por outro lado, gosto bastante dos comentários do Narck Rodrigues.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Simples . Previu que o Cara de estilo blasé, e que se preocupava demais com o “ Cabelinho “ não iria longe . O Cara está aí próximo dos 40 e ainda pra seu desespero , em altíssimo nível. E seu “ Animal “ sem sombra de dúvidas seria o “ Goat “ em questão de pouco tempo. A história foi bem diferente … Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Você poderia contar essa história pra gente rs, sou curioso. Não sei mesmo o motivo.

          Bom, eu não sei se o Paulo Cleto está tão preocupado assim do Federer jogar até os 40.

          Mas eu acho fantástico, méritos dele e aposto que ele está nessa ainda pois sente que ainda consegue levar mais um Slam.

          Responder
    3. Paulo Almeida

      Sim, ele deve pagar pelos seus crimes, mas faz muita falta como comentarista de fato. Foi muito bem na final de Wimbledon 2014, elogiando a rodo o GOAT Djokovic.

      Responder
      1. Rafael

        Segundo me contaram, Dacio mudou-se para Portugal há alguns anos e estava trabalhando como corretor. Mas não posso confirmar se é verdade ou não, apenas comentaram comigo.

        Responder
        1. Mauro

          E como ficou o processo criminal aqui, vc sabe?
          Digo… ele foi condenado em primeira instância e ainda tá em grau de recurso ou ele já cumpriu pena? Ou o processo ainda está rolando? Como foi morar em Portugal com a condenação criminal?

          Responder
          1. Rafael

            Então, tinha mais contato com ele na época em que ele trabalhava no SporTV. Agora não tenho nenhum.

            Dacio era um showman, quando ele ficava um tempinho sem falar, estava trocando whatsapp com os conhecidos, quando ficava de saco cheio saía da cabine pra tomar água que passarinho não bebe, também sofria de síndrome de pânico… quando voltava parecia q não tinha perdido nada do jogo. Uma vez, em uma entrevista, ele disse que o papel dele era “tornar o pior jogo em uma transmissão interessante”, daí os bordões, os elogios exagerados, daí mtos acharem q ele torcia para um dos três (ele é Federer)… Dacio era muito mais um entertainer do que propriamente um comentarista. Goste-se ou não, ele saía da mesmice.

            Sobre o andamento do processo, não sei d nada, nem perguntei. Nem sei se ele pode voltar ao Brasil. Mas ele n precisava ter feito o que fez. Ganhava mais que o dobro do que o Eusebio (que é enorme e intimidador, mas um doce de pessoa, super educado e cordial), dava suas clínicas por aí… enfim, cada um sabe (ou não) o que faz.

            A finada Maria Esther também sempre recebia as pessoas muito bem.

    4. Sérgio Ribeiro

      Olha , Marcílio. Vi todas as reprises até agora. Realmente tem esses lado de Dacio Campos que o difere dos demais . O problema é que ele sempre exagerou. O Leão da Montanha que sempre foi seu preferido, virou um gatinho em suas transmissões a partir de 2015 . Aí começou a era do Lobo Comedor de Fígado. Sempre naquela de agradar aos internautas. Pra seu azar depois da cirurgia, o velho Leão pois suas garras de novo e venceu mais três SLAM. Felizmente essa FINAL Épica de 2019 , tivemos Thomas Koch nos comentários. Sem puxar a brasa pra lado algum , o Ex -Tenista entrou em êxtase com os golpes de ambos os Tenistas. Jogo pra ser revisto varias vezes , a meu ver. Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Você gosta mesmo de ver o Federer perdendo pro Djoko, hein?

        Eu nem perdi tempo revendo a final de Wimbledon 2013!

        Não é verdade: o Koch torceu na cara dura pro suíço e quase chorou de tristeza na premiação.

        Responder
    5. Leo Gavio

      Tenis é um esporte que não precisa de narração e nem de comentarios.

      A sportv faz um trabalho pessimo, as TVs brasileiras são estupidas na narração de partidas de tenis.

      Eu assisti RG, ano passado, todo pelo site oficial, sem narração e comentarios, é uma outra experiencia.

      Torcedor do Federer gosta pq os caras ficam puxando o saco do suiço o jogo todo. é patetico.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Putz!

        Incrível como o Tião Gavião sempre volta do exílio postando alguma bobagem… (rs)

        Pra mim, seria uma bela bosta assistir a qualquer evento esportivo, sem narração e sem comentários.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Não sei pra quem o caríssimo Léo Gavião emprestou o Nick desta vez rsrsrs . Tênis não é futebol , mais sem som não existe , a meu ver. Comentaristas que conversam demais durante os pontos importantes, são os que agradam a turminha da Whats desde que elogie sem parar , seu tenista predileto. Existem grande profissionais atualmente na TV , e que tem o Time perfeito do jogo. E não precisa procurar muito longe. Eusébio Resende é um baita locutor , apenas como exemplo. Abs!

        Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Heitor,

      Pelas opiniões do Djokovic, o sérvio aparenta ser muito mais liberal do que conservador. Como diria a minha avó, não orna com esse desgoverno de ultradireita.

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Apesar de também não concordar muito com as teses filosóficas de Djokovic. A da água no mínimo é excêntrica.
        Sinceramente gostaria que Novak não continuasse na presidência do conselho dos jogadores para poder focar só no tênis.

        Responder
    2. Marcelo-Jacacity

      Heitor, realmente o que você disse faz sentido…rs
      Fui ver quem era essa Dr. Terra…
      Médico especializado em saúde perinatal e com mestrado em neurociência. Foi filiado ao PCdoB e chegou a morar em Buenos Aires, durante a ditadura militar brasileira. Ou seja, estranho, ele estar no atual governo.
      Pude ver em algumas declarações que o Terra possui umas ideias não convencionais mesmo.

      Responder
      1. periferia

        Será?????
        Dúvida Shakesperiana.
        Um ministro da saude que é general(Pazzuelo é general não médico)
        Ou um médico terraplanista.
        Nunca a medicina foi tão humilhada.

        Responder
      2. Miguel BsB

        Osmar Terra Plana…
        Incrível o naipe dessa turma que circunda o presidente, seus ministros, um pior que o outro.
        Preparem-se! Os “patriotas” vão jogar a nação numa mortalidade das maiores do mundo…
        Vão morrer pessoas por essa COVID aos milhares sem atendimento médico e por incapacidade respiratória, o que deve ser uma das mortes mais agonizantes e desesperadoras. Aliás, só de ter que ficar entubado por semanas já é um procedimento horrível.
        Vai ser feio de ver…

        Responder
  32. DANILO AFONSO

    *ERRATA (Correção) – A estatística que postei ontem à noite, espelhava apenas o retrospecto do H2H nos duelos com 3 ou mais jogos entre os tenistas, motivo pelo qual estou retificando a estatística considerando todos os duelos, independentemente do número de jogos entre os adversários, isto é, inclusive H2h com apenas um jogo.

    ESTATÍSTICA H2H

    Abaixo uma estatística com percentual de aproveitamento H2H contra todos tenistas (quantidade de adversários com H2H positivo dividido pela quantidade de adversários na carreira):

    Tenista – % H2H – Adversários na carreira (com h2h positivo / empate h2h / com h2h negativo )

    NADAL – 94,40% – 286 ( 270 / 7 / 9 )
    O espanhol é o tenista com melhor aproveitamento H2H. Ao longo da carreira enfrentou 286 tenistas diferentes, destes tem H2H positivo contra 270 adversários, empata com 7 e tem H2H negativo contra 9 tenistas.

    DJOKOVIC – 92,03% – 251 ( 231 / 9 /11 )
    LAVER – 91,25% – 160 ( 146 / 4 / 10 )
    FEDERER – 88,40% – 345 (305 / 14 / 26 )
    CONNORS – 88,35% – 455 ( 402 / 12 / 41
    O americano é o tenista que mais adversários diferentes enfrentou na carreira, ao todo 455 tenistas, destes possui h2h positivo contra 402 adversários, empata com 12 e tem h2h negativo contra 41 tenistas.

    MURRAY – 88,31% – 231( 204 / 10 / 17 )
    MCENROE- 88,04% – 343 ( 302 / 17 / 24 )
    LENDL – 87,56% – 402 ( 352 / 21 / 29 )
    BORG – 87% – 254 ( 221 / 12 / 21 )
    SAMPRAS – 83,16% – 297 ( 247 / 19 / 31 )
    AGASSI – 82,51% – 389 ( 321 / 34 / 34 )
    EDBERG – 83,03% – 330 ( 274 / 17 / 39 )
    BECKER – 81,37% -306 ( 249 / 28 / 29 )
    DEL POTRO – 79,71% – 212 ( 169 / 16 / 27 )
    HEWITT – 73,96% – 315 ( 233 /38 / 44 )
    WAWRINKA – 67,42% – 264 ( 178 / 33 / 53 )
    GUGA – 63,51% – 222 ( 141 / 26 / 55 )

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      FEDERER tem H2H (confronto direto) Negativo contra 26 tenistas:

      Djokovic : 23 – 27
      Nadal: 16 – 24
      Thiem: 2 – 5
      Zverev: 3 – 4
      kafelnikov: 2 – 4
      Corretja: 2 – 3
      Rafter: 0 – 3
      Enqvist: 1 – 3
      Kuerten: 1 – 2
      Ferreira: 1 – 2
      Hrbaty: 1 – 2
      Squillari: 0 – 2
      Bruguera: 0 – 1
      Andrei Medvedev: 0 – 1
      Siemerink: 0 – 1
      Rublev: 0 – 1
      Clavet: 0 – 1
      Gaudenzi: 0 – 1
      Black: 0 – 1
      Carlsen: 0 – 1
      Donskoy: 0 – 1
      Kokkinakis: 0 – 1
      Hantschk: 0 – 1
      Arnold Ker: 0 – 1
      Sekulov: 0 – 1
      Van Garsse: 0 – 1

      Responder
  33. Allan Fonseca

    Importante fazer a lista dos dez maiores da história no saibro azul.

    1. Federer
    2. Berdych
    3. Del Potro
    4. Tipsarevic
    5. Ferrer
    6. Djokovic
    7. Dolgopolov
    8. Verdasco
    9. Tsonga
    10. Almagro

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O torneio foi criado no momento de total divisão entre as entidades. Quando chegaram a um entendimento, ficou claro que ter dois torneios de final de temporada não tinha muito sentido.

      Responder
  34. Heitor

    Os top 5 de todos os tempos para o Meligeni numa live ontem:

    1 Federer
    2 Sampras
    3 Nadal
    4 Agassi
    5 Djokovic

    Critérios que ele usou: Títulos, vitórias, adversários, importância para o esporte, relevância.

    Responder
    1. Luis

      Boa lista talvez foi que Meligeni pode ver talvez falte uns passado Laver,Borg,acho que minha seria 1 Federer 2 Sampras 3 Nadal 4 Djokovic 5 Laver

      Responder
    2. Luiz Fernando

      Com respeito discordo ao FM, q considero ótimo comentarista. Agassi na frente do Djoko é uma verdadeira piada (e olha q sempre torci pelo americano) e Sampras não tem como ser considerado superior a Rafa, simples assim. Por enquanto, Federer é o número um inconteste…

      Responder
      1. Paulo F.

        Sampras merece todo o respeito, mas não dá mais para colocá-lo a frente de Nadal.
        São todos os Slams e cinco a mais a favor do espanhol.

        Responder
    3. Paulo Almeida

      Lista risível, ainda mais se ele usou adversários como critério. Ninguém teve mais dificuldade em suas conquistas do que o Djokovic. Eis a lista mais sensata:

      1 – Djokovic
      2 – Nadal
      3 – Federer
      4 – Borg
      5 – Sampras

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Risível, caro Piloto. Tenha bom gosto e copie Pepe “ Eu sou o maior artilheiro do Santos . Pois Pelé e ‘ de outro Planeta “ .Alguns ainda brigam pelo tal “ Goat “ na Terra rs . Pois o Craque Suíço é de outro Planeta !!! Abs!

        Responder
    4. Heitor

      E ele publicou ontem o feminino. Mas como o Dalcim ainda não publicou a sua (é o tema do próximo post), por respeito a ele não vou copiar aqui até para não antecipar os nossos comentários no próximo post.

      Responder
  35. DANILO AFONSO

    DJOKOVIC tem dois feitos incríveis que tiram qualquer dúvida acerca da sua versatilidade e principalmente ousadia em invadir o território inimigo.

    O invasor sérvio foi o único tenista até hoje que teve a audácia de vencer seus dois principais rivais tanto no território onde eles nasceram quanto no principal território onde estes escolheram para reinar.

    DJOKOVIC venceu NADAL:

    Em 2011 no Master 1000 Madrid
    Em 2015 no SLAM Francês

    DJOKOVIC venceu FEDERER:

    EM 2009 no ATP BASEL (Basileia/Suíça)
    EM 2014/2015 e 2019 no SLAM britânico.

    Esse sérvio é sinistro e indigesto.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não exagera , caro Danilo . As vezes o amigo está lembrando o piloto da Kombi. O ATP 250 de Belgrado , organizado pelo Papai Novak e CIA , somente durou 4 edições. E não é que o Sérvio faltou a duas rs. Deu chance de mesmo no Saibro , ter a incrível FINAL Sam Querrey batendo Isner kkkkkkk. Agora no AOPEN e em Wimbledon, o Suíço bateu o Sérvio. Faz tempo mas lembras ? Kkkkkkkk Abs!

      Responder
    2. FELIPE EDUARDO DE SOUZA ROSA

      Nadal venceu Djokovic e Federer, em finais, onde são os reis:

      Us Open 2010 e 2013
      Masters pré Us Open 2013

      Venceu Federer em WB 2008 – maior jogo da história

      Responder
  36. José Eduardo Pessanha

    Rapaz, essa pausa forçada no calendário representará o fim do Maratênis. Djokovic e Nadal serão atropelados pela molecada na volta, e o Craque ainda terá a glória de vencer mais um torneio de Wimbledon. Recorde de Slams assegurado para o maior e melhor de todos os tempos.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , caro Conterrâneo. Se fosse esse ano , teríamos jogo. Mas o Velhinho vencendo Wimbledon a um mês dos 40 ? Kkkkkkkkk. Pra você se ter uma ideia , amanhã Murray está fazendo 33 e semana que vem Novak . Que tal ? rsrs. Abs!

      Responder
      1. José Eduardo Pessanha

        Pois é, Sérgio. Acho que a molecada treme pro Rogério em Wimbledon. Assim sendo, bastaria torcer pro Cotonete não ir à final. O jogo físico de Djokovic e Nadal não terá mais lugar no futuro próximo. Isso é bem claro pra mim. Nadal, então, sem chances. rs
        Abs

        Responder
        1. Paulo Almeida

          O jogo “físico” do Djokovic foi abandonado em 2013 no máximo. De lá pra cá são técnica e talento puros, caro freguês.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Mas nem com REZA BRABA, meu fi.

            (rs)

            O Djokovic sem o super-físico que permite aquelas “defesas impossíveis”, não seria nem Top 30 do mundo, na minha opinião.

            E aqui estou falando sério – sem qualquer tipo de provocação.

            Dentre TODOS os tenistas do circuito, quem mais sofreria com a queda de rendimento físico seria o Djoko.

          2. Paulo Almeida

            Ainda bem que é só sua opinião, de quem mal vê os jogos do Djokovic. Nem top 30, kkkkkk.

            O mais completo de todos os tempos já vem encurtando os pontos há uns bons anos e mais ainda de 2018 pra cá. Saques, voleios e drops magníficos, pra dizer o mínimo. Claro que ainda precisa de trocas longas com adversários encardidos como Agut e Medvedev, mas o Djoko “só pancadaria de fundo de quadra” ficou lá em 2011/2012. Não que fosse ruim, pois já era um GÊNIO nas devoluções, angulações e trocas de direção com extrema facilidade. Talento sempre teve.

            O bom é que o SporTV e a ESPN estão reprisando quase todos os títulos do GOAT e não me deixam mentir. Acabei de assistir à final de Wimbledon 2011 e mesmo naquela partida voleou um absurdo contra o Nadal.

      1. R.P.

        Não adianta rezar. Federer não vence mais nenhum slam (e talvez nem masters); enquanto isso Nadal e Djoko disputarão o recorde de slams e masters e Djoko será o recordistas de semanas.

        Responder
  37. DANILO AFONSO

    ESTATÍSTICA H2H CONTRA TODOS TENISTAS

    Fala-se muito do H2H (confronto direto) do trio FEDERER/NADAL/DJOKOVIC entre si, comentando-se pouco sobre o retrospecto destes tenistas e de outros gigantes do esporte contra os demais adversários que já enfrentaram na carreira.

    Apresentarei abaixo uma estatística com percentual de aproveitamento liderança H2H (quantidade de adversários que lidera o confronto direto/quantidade de adversários na carreira).

    Exemplificando: CONNORS ao longo da carreira enfrentou 189 adversários diferentes, destes liderou h2h contra 170 tenistas, empatando em 3 e tendo desvantagem no H2H contra 16 adversários. Logo, o americano liderou H2H contra em 89,94% dos seus adversários.

    Tenista/Percentual H2H/Quant. Adversários na carreira/Quant. adversários h2h favorável/Quant. adversário empate h2h/Quant. desvantagem h2h
    NADAL – 96,18% – 131/126/2/3
    BORG – 95,45% – 86/84/2/2
    DJOKOVIC – 94,28% – 105/99/3/3
    FEDERER – 90,84% – 153/139/3/11
    CONNORS – 89,94% – 189/170/3/16
    LENDL – 89,87% – 158/142/5/11
    MURRAY – 89,69% – 97/87/4/6
    SAMPRAS – 88,29% – 111/98/3/10
    MCENROE- 87,90% – 124/109/6/9
    BECKER – 86,95% – 115/100/7/8
    LAVER – 86,66% – 60/52/3/5
    AGASSI – 82,85% – 140/116/12/12
    EDBERG – 82,25% – 124/102/2/20
    DEL POTRO – 80,82% – 73/59/3/11
    HEWITT – 71,29% – 108/77/14/17
    WAWRINKA – 67% – 100/67/15/18
    GUGA – 66,19% – 71/47/6/18

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      ERRATA

      Desconsiderar a estatística acima, pois os dados estatísticos estão considerando apenas duelos H2H com 3 ou mais confrontos. Não que no filtro do site estava marcado acima de 3 jogos.

      Irei postar os dados corretos com retrospecto contra todos tenistas independente do número de jogos (mesmo sendo apenas 1 jogo).

      Responder
    2. Barocos

      Danilo,

      De todos os critérios que os fãs utilizam para enaltecer os seus ídolos, no final das contas, apenas um permanece pouco contaminado com as arbitrariedades perpetradas pela idolatria: os números. Claro que, sozinhos, os números não contam toda a história, mas chegam bem perto disto.

      Excetuando-se o Dalcim, você é, sistematicamente, o que melhor substancia os seus argumentos. Não sei onde você trabalha, mas tenho certeza de que, seja onde for, seus colegas são muito afortunados por tê-lo como companhia.

      Saúde e paz (e muita diversão com os filhos, aproveite ao máximo).

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Obrigado Barocos pelas palavras !!

        Trabalho no Tribunal Regional Eleitoral . Qualquer dia desses vou me apresentar com mais detalhes.

        Tentando criar coragem para postar aquele texto polêmico sobre o clássico…kkk

        Até mais !!

        Responder
    3. R.P.

      Murray à frente de várias lendas e ainda Del Potro na lista com mais de 80%. Por isso Djokovic é o verdadeiro GOAT, maior campeão na década mais difícil do esporte.

      Responder
  38. periferia

    Jesus caminha pelas ruas de Brasília…..se mistura na multidão
    Causa certo alvoroço.
    Jair o inquisidor …nota a presença de Jesus entre nós…..e manda prende-lo.
    Durante a noite…o inquisidor vai visitar Jesus em sua cela.
    Jair explica para Jesus o motivo da prisão…diz :
    – Vc está atrapalhando ….seus princípios eram bonitos….mas somos nós que estamos colocando em prática…..inclusive tenho uma live com o Edir e o Waldomiro para tratar das coisas espirituais.
    Continua o Inquisidor :
    – Não adianta falar de paz quando o coração do homem vive em guerra.
    Jesus impassível observa .
    – Não adianta se sacrificar por eles …eles são todos inseguros…precisam de nossa disciplina… temos uma masmorra aqui…e muita madeira para fogueiras …não atrapalhe Jesus…vá embora.
    Continuou com argumentos parecidos.
    Finalmente se fez um silencio na cela.
    Jesus se aproximou de Jair e disse:
    – Vc pode ter razão….mas meu amor é mais forte.

    Baseado em O Grande Inquisitor….um capítulo do livro Os Irmãos Karamazov…de Dostoievski .

    Hoje 844 (conhecia 2 deles)

    Sigamos

    Responder
  39. Oswaldo E. Aranha

    No meu comentário anterior esqueci de mencionar:
    – os sérvios e croatas ficaram impactados pela guerra fraticida que ocorreu em suas terras.

    Responder
  40. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,

    Só fico decepcionado que mesmo após quatro listas, não vi uma citação ao fenomenal Michael Stich. Embora espetacular, estilo refinado e esquerda fora de série, campeão em Wimbledon-91, finalista de RG-96 (teve inúmeras chances com breaks acima nos três sets contra o Kafelnikov) a culpa é só do alemão, os motivos: mental um pouco aquém, físico cambaleante, conterrâneo Becker que o ofuscou em seu próprio país e principalmente falta de foco ao tênis.
    Muitos tenistas à época criticavam o Sampras que pensava só no tênis e o quão obcecado era o americano. Bom, o resultado a gente vê hoje em dia: Stich? Muita gente nem sabe quem foi.
    Obs. Em livro Sampras diz que Stich foi o adversário que ele mais temia e o americano relata ainda que ficou aliviado, de certa forma, com a aposentadoria precoce de Stich.
    Pioline foi carrasco do Guga e evitou a última glória de Stich no torneio derradeiro da carreira, derrotando o alemão na semi e frustrando a final que todos queriam ver em WB-97: Pete x Michael.

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        O movimento do saque era perfeito e apesar de ser muito alto, tinha uma técnica ímpar no jogo de rede, na base de toques desconcertantes.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Verdade. Seu momento de ápice foi pequeno. Lembro bem que ele também foi bastante prejudicado por ser acusado de neonazista.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Um cara que chega a N 2 do Mundo. Bate Becker e leva WIMBLEDON. E 3 x 3 com Sampras, com direito a FINALS encima do próprio. E OURO OLÍMPICO em duplas ao lado de Becker , foi ofuscado por quem Marcelo ? O problema é que o Cara adorava Baladas de montão rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Então Sérgio,

        Foi ofuscado, sim, pelo Becker. Isso os próprios alemães falam. Becker apareceu adolescente, explosivo, carismático, era difícil concorrer com o compatriota. Stich teve uma ótima carreira, é claro. Mas o que digo é que poderia ter alcançado muito, mas muito mais.
        É as baladas foram de montão como alguns já disseram…rs

        Stich tem 5 x 4 no h2h contra o Sampras
        https://www.atptour.com/en/players/atp-head-2-head/pete-sampras-vs-michael-stich/S402/S351

        Responder
  41. Rubens Leme

    Justamente na semana em que a Merkel autoriza a volta da Bundesliga, os casos voltam a aumentar. Ela vai arranjar sarna para se coçar.

    Se fosse uma guerra convencional entre países, com armas, aviões, drones, gente morta nas ruas, prédios incediados, enfim, todo mundo estaria em casa trancado, escondido, desesperado. Como o inimigo é um vírus, invisível, acham que é frescura e querem ir para às ruas.

    Coronavírus: aumento de casos na Alemanha e Coreia do Sul põe em dúvida volta à normalidade pós-isolamento

    https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52617965

    Responder
    1. Barocos

      Rubens,

      A Alemanha preparou o seu sistema de saúde, tem condições de realizar testes estatisticamente significativos por região e impor restrições onde houver necessidade e, agora, se sabe bem mais sobre a doença e sobre os cuidados que se deve tomar.

      Não temos ainda um tratamento de grande eficácia, muito menos uma vacina e pode ser que todas as tentativas em curso se mostrem infrutíferas. Pode ser que leve alguns anos até que uma vacina seja desenvolvida e, neste ínterim, é possível que as novas cepas do vírus se tornem menos fatais, tal qual aconteceu com a gripe espanhola.

      Não sou epidemiologista, mas a Alemanha e outros países estão seguindo orientações assentadas em bases científicas.

      Nosso caso, claro, é bem diferente. A taxa de ocupação por domicílio aqui é muito maior, as densidades populacionais nos nossos grandes centros também são maiores, nosso sistema de saúde ainda não está preparado e não estamos testando a população, apenas os suspeitos e doentes. Aqui seria um tiro no escuro levantar as restrições.

      Como no caso americano, temos uma pessoa despreparada que assina documentos importantes sem antes ter o cuidado de lê-los com atenção aos detalhes. Lá também o ocupante do cargo máximo menospreza a ciência e quer impor a sua vontade. Para isto, vai partir para a asfixia financeira dos opositores, tal qual aqui. Lá eles têm bem mais recursos financeiros, mas, infelizmente, o vírus não se importa com o dinheiro. Aliás, este é um dos motivos para tamanho desespero mundo afora: morrem pobres e ricos (ainda que muito mais pobres).

      Por fim, por estas bandas, tenho notado um aumento no número de pessoas que defendem a estratégia sueca. Se compararmos o que ocorre na Suécia com o que ocorre nos países vizinhos com características semelhantes, onde a taxa de ocupação por domicílio é próxima de 1 e a capacidade dos sistemas públicos de saúde são similares, notamos que a taxa de mortalidade lá é muito maior, então, por enquanto, não se pode classificar tal estratégia como vitoriosa. Aliás, do meu ponto de vista, a tal “imunidade de rebanho” por exposição à doença é de uma estupidez à toda prova, o modelo no qual se baseia foi desenvolvido para doenças onde existe vacinação. Claro que os imbecis de plantão não se prestam ao escrutínio dos dados e fatos, tal qual o ídolo deles, não “perdem” tempo na leitura dos detalhes envolvidos, por mais importantes que sejam.

      Saúde e paz.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Barocos, não estou e nem pretendo comparar a estratégia alemã com a nossa falta, com este genocida que vai moendo ministros de saúde, independente de serem bons ou ruins. Não temo modelo nenhum, apenas um chefe de estado que agora resolveu impôr o uso da cloriquina, sabendo que não há eficiência nenhuma, estudos vão mostrando.

        Minha crítica é que não deveria ter evento esportivo algum este ano, especialmente tão cedo. No desespero de não deixarem torneios nacionais e até continentais sem conhecer um campeão, estão arriscando a vida de muitos, desnecessariamente. O esporte é um grande negócio, gira muito dinheiro, mas qual a importância agora no meio de uma pandemia? Fora que acho voltar a jogar com estádios vazios, comercialmente falando, um péssimo negócio.

        A Inglaterra é hoje o país com mais casos na Europa e há gente pedindo a volta da Premier quando seria muito sensato proclamar o Lverpool campeão, já que o time tem 25 pontos de vantagem com 27 em disputa. Se fosse uma guerra convencional, ninguém estaria pensando em futebol agora.

        Responder
  42. Henrique leal Vianna

    Dalcim,

    Você como fã do grande Bonzo acha quais a duas melhor entradas de Bateria dele ( tirando When the Leeves breaks)?

    Gosato muito the “Good times bad times” e “The Rover”

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      The Rover é uma das minhas músicas prediletas do LZ, e geralmente não é colocada num plano mais importante (foi difícil até eu achar versões ao vivo dela, mas consegui…). A maioria das entradas do Led são pela guitarra, mas pensando no Bonham eu gosto muito de Out on the Tiles, do Led 3, e de THe Wanton Song, do Physical. E claro que Rock and Roll é um super clássico.

      Responder
  43. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Fernando]

    Segundo palavras de alguns experts aqui do blog, apenas um piloto comum kkkkkkkkkkkkkkkk…
    Acho que para o resto mundo, incluindo os especialistas, não foi bem assim…

    Hahahahaha

    Nossa! Me deu até dó agora!

    Bem se vê que você está bastante equivocado sobre esse assunto.

    Amigo, o Schumacher tem amargado a segunda colocação em 90% das eleições desse tipo, nos últimos 25 anos!

    Acorda!

    E isso contando todo tipo de mídias – jornais, internet ou revistas.

    Eu poderia postar um ZILHÃO de links aqui , mas assista somente este.

    (aliás recomendo a todos do blog esse excelente especial):

    https://www.youtube.com/watch?v=ewlRFdoRdvQ

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Não acho nenhuma vergonha perder pro Nishikori.

      Ele é um bom tenista.

      Acho o japonês melhor do que o Berdych, por exemplo.

      O único problema do Nishkori é o saque, e a fragilidade física…

      Responder
      1. Miguel BsB

        Tb não vejo demérito nenhum em perder pro japonês…joga muito e é encardido quando tá bem fisicamente.
        Sobre o GOAT da F1, tb todas as listas que eu já vi dão Senna em 1º e Schumacher em 2º…
        Somente uma, do ano passado, feita pelo The Sun (tabloide inglês de credibildade duvidosa), colocava o Hamilton em 1º, a frente do Senna e Schumacher?
        Será que já é possível afirmar isso Rodrigo? Vc que é especialista em F1…(tentando colocar nossa grande admiração ao Senna de lado…).

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          A pergunta não é pra mim , Miguel , mas nem o Hamilton acha rs. Agora verdade seja dita , nesses carros que mais parecem um computador , o Inglês é grande fera. Abs!

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Nem para mim, mas ainda estar para nascer alguém mais piloto que Ayrton Senna.
            Mais vencedor já tem vários, agora mais talentoso, não conheço.
            Apenas um casinho, de muitos: na fórmula 3, última estágio antes da fórmula 1, Senna pilotava um carro muito rápido, mas “esquentadinho”, ou seja, sofria de super aquecimento e pifava. Rendia muito bem nas voltas iniciais.
            Qual seria a solução para encontrar um caminho onde precisava abrir frente e não estourar antes de a corrida acabar?
            Senna sugeriu um tampão na entrada de ar frontal, onde lhe daria grande vantagem no primeiro terço da corrida.
            – E depois? perguntaram-lhe os mecânicos.
            – Depois eu o tiro. Disse Senna.
            – Como?
            – Com minhas mãos.
            E assim o fez. O brasileiro, na volta marcada, depois de uma grande vantagem para o segundo colocado, destravou os cintos de segurança, elevou-se do cockpit em plena velocidade, retirou o tampão que barrava a entrada de ar frontal do seu carro, liberando passagem. Voltou a sentar-se, afivelar seus cintos e vencer a corrida, com o segundo colocado quase que tirando toda a diferença que existia entre eles.

  44. Oswaldo E. Aranha

    Para se entender a reação de alguns tenistas é interessante conhecer-se alguns fatos e suas origens:
    – Murray disse: quando ganho sou britânico, quando perco sou escocês
    – descendentes de aborígenes na Austrália, têm ressentimentos antigos da exploração pelos ingleses
    – os franceses são muito ciosos de sua cultura, de sua língua e admiradores do humor
    – os suíços são muito rígidos, especialmente os da região de língua germânica
    – os portugueses são muito diretos, por exemplo se lá chamar um elevador e perguntar se está subindo ou descendo terá como resposta: não sinhore está parado
    – quando um navio resgatou dois náufragos ingleses no Pacifico, que tinham ficado perdidos numa ilha por 1 ano, o comandante observando-os perguntou a um deles se tinha havido uma desavença séria ente eles porque não se falavam, recebeu uma simples resposta: não senhor é porque nunca fomos apresentados.

    Responder
  45. periferia

    Olá

    Olha que manchete interessante:

    “Novo filme de Woody Allen se torna a maior bilheteria global”

    Explica-se …..apenas dois países estão com os cinemas abertos em época de pandemia (Coreia do Sul e Noruega) e o novo filme de Allen ( Um dia de chuva em Nova York) liderou as bilheterias na última semana.
    Esse é o primeiro dos 4 filmes que a Amazon havia encomendado (O contrato foi rescindido).
    Quem diria…Allen sentindo-se um Thanos.

    Abs

    Responder
      1. periferia

        Gabi.

        As salas de cinema como havia antes está arriscado acabar …
        Tem o cineautorama…..é muito legal ….é um cinema itinerante igual aos dos anos 40 e 50….vc estaciona o carro e assiste um bom filme no conforto de sua Romiseta…..rs

        Responder
    1. Rubens Leme

      Eu li essa notícia, até pensei em colocar aqui, mas, francamente, 300 mil dólares de bilheteria é fim de feira demais. Enfim, Woody teve seu dia de James Cameron. rs
      ~
      E o filme até que é razoável.

      Responder
  46. Rubens Leme

    Neste mágico ano de 1984, quando McEnroe bateu Lendl, foi lançado um dos maiores livros de suspense, O Quarto Protocolo, de Frederick Forsyth, meu autor favorito do gênero, superior a John Le Carré e Ken Folett, por exemplo. Três anos depois, o livro virou um belo filme estrelado por Michael Caine e o ainda desconhecido e futuro James Bond, Pierce Brosnan. O livro é excelente e fala de umas personalidades mais interessantes daqueles anos: Kim Philby, o famoso agente duplo que acabou indo para o lado soviético, em 1963, onde ficou até morrer em 1988, aos 76 anos.

    E só mais uma curiosidade: em 1979, Rory Gallagher lançou um belo disco, chamado Top Priority, onde uma das faixas era chamada “Philby” onde Rory executa uma excêntrica cítara elétrica Coral para dar um sabor oriental.

    Rory era tão apaixonado pelo romance policiais, que acabou sendo lançado postumamente um box chamado Kickback City, com 2 cds com músicas inspiradas sobre o tema (“Philby” não consta na lista), além de um CD narrado pelo o ator Aidan Quinn narrando uma história “The Lie Factory”, com 44 páginas, escrita por Ian Rankin e ilustrada por Timothy Truman, além de quatro cartões para colecionar.

    Os filmes da era da Guerra Fria eram os melhores e Forsyth teve a sorte de quatro dos seus clássicos serem muito bem adpatados pro cinema. Além deste, O Dossiê Odessa, O Dia do Chacal e Cães de Guerra.

    Gosta deste tipo de livros, Dalcim? Gastei noites e noites insones lendo estes livros, Agatha Christie e Georges Simenon.

    Uma bela maneira de passar esse período. Eis uma versão live de Philby, no Rockpalast, de 1982. https://www.youtube.com/watch?v=LyY5_8IcRao

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, gosto sim, li muitos na minha juventude, Leme. Depois mudei um pouco de gosto, mas recentemente acabei comprando o Hora Zero da Agatha Christie, um dos raros que não conhecia e aborda justamente um tenista.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Sim sim, até comentei contigo o filme meses atrás que é com o Greg Rusedski como o cara que vence Wimbledon, a única maneira de um inglês vencer lá.

        Confesso que sempre volto a estes livros e filmes, especialmente em dias de insônia.

        Responder
      2. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

        Rubens, não fui perguntado mas li “O Espião que saiu do frio” (Le Carré), um de Simenon (não me lembro do título) e muitos da “dama do crime”. De tanto ler Agatha, com o tempo comecei a entender os mecanismos dela e às vezes antecipava solução de alguns crimes. Fiquei interessado em seus livros após assistir “Assassinato no Expresso Oriente”, em que Albert Finney fez Hercule Poirot, co a presença da lindíssima Jacqueline Bisset, e das não menos belas Vanessa Redgrave, Lauren Bacall e Ingrid Bergman. Quanto a John Le Carré, se não me engano, o excelente “O Jardineiro Fiel” (Fernando Meirelles) é com base em seu livro homônimo.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Sim, Dalcim, nem o livro ou o filme são grandes coisas. Na verdade, essas adaptações dos romances e contos para as séries têm muitos defeitos. Alguns casos são completamente destruídos. O Caso do Hotel Bertram, Nêmesis e Um Crime Adormecido, com a Miss Marple são exemplos de adaptações que acabaram com os romances.

          No caso do Poirot é ainda pior. Em muitos filmes criaram uma equipe formado pelo quarteto “Poirot-Hasting-Japp-Miss Lemon” que jamais atuaram juntos em romance algum. Algumas adaptações como a de Os 4 Grandes (a tentativa dela de fazer um Poirot meio Sherlock Holmes) ou A Terceira Moça são de doer. Fora as mexidas em personagens que eram inocentes e viraram vilões e vice-versa.

          Mas isso é comum no universo dela. Agatha se aborrecia desde os anos 50, quando em um dos seus romances da Miss Marple (esqueci agora qual), colocaram o Poirot. Isso acontece nesta série em alguns casos com a Miss Marple, porque ela teve menos romance como protagonista do que o Poirot (que a Agatha detestava de coração, mas o manteve vivo pela pressão dos fãs).

          Como curiosidade vale ver atores famosos hoje, fazendo ponta e pequenos papeis tanto nos filmes do Poirot quando da Marple: para quem gosta dos filmes da Marvel hoje fica o desafio em encontrá-los. Eis um desafio interessante.

          Marcílio, John Le Carré é um dos autores mais adaptados, tanto quanto Stephen King, mas também sofre com algumas adpatações. Em 2011 fizeram uma fraca do O Espião Que Sabia Demais, com um elenco excelente, mas quase nada a ver com o romance.

          A melhor adaptação de Le Carré, para mim, segue sendo a original da década de 1960, de O Espião Que Saiu do Frio, com o ex-da Liz Taylor, Richard Burton. Tem no Prime Amazon (https://www.primevideo.com/detail/0TIWL12DTSGM99B4UMN1IYGVIG/ref=atv_sr_def_c_unkc__1_1_1?sr=1-1&pageTypeIdSource=ASIN&pageTypeId=B07ZTYWFVH&qid=1589535095).

          Simenon eu também amo e tive uma coleção gigante na minha infância e adolescência, perdida após o segundo divórcio do meu pai, quando a dita levou todos os meus livros (sem nunca ter me consultado), incluindo meus originais da Agatha Christie. Tive a sorte, há uns dois anos de achar em um sebo, uma coleção da época do Simenon, com as edições antigas em ótimo estado e preço e arrematei o lote. Já os da Agatha preciso caçar um por um. Já passei de 100 livros dela e ainda e ainda não encontrei alguns.

          Realmente ela tem umas fórmulas pros seus romances e você aprende a achá-los com o tempo. Ela não é uma escritora brilhante ou tão criativa como alguns contemporâneos, mas suas histórias são cativantes e tanto Poirot e Marple trazem um grande traço de humanidade, os que os tornam adoráveis.

          E para finalizar: foram editados no Brasil, filmes da Agatha dos anos 60 e 80. Alguns com o Peter Ustinov como o Poirot que irritou a filha da escritora por colocá-lo com um bigode branco imenso e glutão, além de outras adaptações medonhas americanas típicas dos anos 80, com aquele monte de laquê e sax meloso na abertura. Mas em uma delas (A Maldição do Espelho), o elenco é espetacular: Rock Hudson, Kim Novak, Elizabeth Taylor, Tony Curtis, Geraldine Chaplin e a grande Angela Lansbury, como Miss Marple. Infelizmente, sem a versão do cinema com o Albert Finney e grande elenco.

          Responder
      3. Rafael

        Pra mim, o livro mais surpreendente de Agatha Christie (em termos de “Whodunnit”) é “O assassinato de Roger Ackroyd”. De longe.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Eu já acho que o Caso dos Dez Negrinhos (tradução ruim do título original Ten Little Indians) é o de construção mais genial, mas gosto muito de Roger Ackroyd e do Oriente Express.

          Responder
  47. periferia

    Olá Dalcim.

    Vendo a lista do carpete noto que tem 6 americanos (contando Lendl que era naturalizado).
    O que foi que aconteceu com eles.
    Depois do Roddick acabou ?
    O que explica essa seca ?…
    O tio Sam tem circuitos universitários…..grande trabalho de base….torneios de todos os tipos…e dinheiro…muito dinheiro (na fórmula 1 estamos igual….mas sem pneu…combustivel…e dinheiro).

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É um assunto extenso, mas eu diria que o principal motivo é que o tênis norte-americano demorou para entender que o tênis ficou mais lento e foi para o fundo de quadra. Continuou a produzir grandes sacadores, geralmente com um belo forehand, mas que isso não basta no circuito de hoje.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Li um livro muito interessante chamado The Secret of Spanish Tennis, escrito por um técnico americano que dissecou o estilo do tênis espanhol, seus técnicos, seus métodos de trabalho…o principal ponto que ele identifica que diferencia o tênis americano do espanhol se chama Red Clay, o saibro, que possibilita os iberícos serem mais constantes do fundo de quadra, e não tão dependentes do saque e em resolver os pontos em 1, 2, 3 bolas.
        Inclusive, ele tenta, por ser um técnico top da USTA, levar a mentalidade de treino com diversas trocas de bola e altas repetições, o que ele identifica ser diferente dos treinos nos EUA normalmente.
        Ele tb é um dos principais responsáveis por aumentar em grande quantidade a disponibilidade de quadras de saibro nos EUA.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, já há alguns anos EUA, Inglaterra e Austrália têm investido na formação de base sobre o saibro – técnicos brasileiros foram contratados pela USTA para isso, como o Leo Azevedo, que hoje está na Escócia – e isso tem ajudado muito essa mudança de mentalidade e fortalecimento das novas gerações deles.

          Responder
  48. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Prezado Dalcim. Empolgado com as recentes reprises de grandes jogos na TV, cometi a temeridade de escrever essa alegoria que peço sua permissão para publicar, se for possível. Grato!

    O cavaleiro e as três lendas.

    Um observador solitário, do alto de uma montanha, traça um triangulo imaginário partindo de um lago no coração do Velho Continente, seguindo rumo sul até as Baleares, de onde faz uma guinada para o leste, atravessa a bota, o Adriático até deparar-se com os Balcãs. Uma breve parada antes de cumprir o trajeto final e completar o desenho no vértice de origem, ao norte.

    Diz a lenda que esse vasto território é o berço e objeto de disputa de três feras temíveis. Quando não mais encontraram ali o suficiente para sobreviver, partiram para terras distantes em busca de outras conquistas.

    O primeiro a se aventurar foi um Puma, também conhecido como leão da montanha. Animal nascido à beira de um lago, astuto, de porte elegante, movimentos ágeis e coordenados, que lembram um bailado quando em ação. Sua vontade é insaciável e seus ataques de uma precisão tal qual uma flecha lançada por Guilherme Tell. Ainda jovem atravessou as montanhas alpinas e em pouco tempo estabeleceu suas posses na terra do leão, lançou suas garras sobre o ninho das águias e foi botar ordem nas plagas dos cangurus.

    Estava prestes a instalar domínios do porte de um império napoleônico, não fosse pela ironia de ter seu intento barrado por um lobo guará da Terra Brasilis, justamente quando invadia sorrateiro o sítio de onde Bonaparte saíra para suas conquistas.

    Entretanto, paulatinamente, seu poder seria contestado e um primeiro sinal veio por meio de um urso siberiano que, certa vez, roubou-lhe uma presa em renhida luta no território australiano.

    Ainda por algum tempo esse felino reinou incólume sobre a vastidão do planeta, mas persistia a total impossibilidade de conquistar a terra do Galo. Um legítimo touro ibérico, saído de um paraíso encravado no mediterrâneo, passou a comandar todas as arenas barrentas da velha Europa, especialmente a da cidade Luz. Ali, o portentoso bovino instalou-se como se fora uma versão moderna do congênere mitológico de Creta. Até hoje aterroriza e destroça qualquer um que ousa desafiá-lo. Mugidos e chifradas são as armas mortais desse formidável animal.

    Ciente de sua força o confiante felino teimava em invadir o habitat do ruminante. Provocava neste os piores instintos ao agitar em suas fuças o pano vermelho do estandarte helvético. O touro enfurecido aplicava-lhe castigos terríveis e o escorraçava sem qualquer temor ou piedade. Foram anos de tentativas vãs até que certa feita o touro, por descuido, foi gravemente ferido por uma espada viking. Estando o seu guardião fora de combate, a sagrada arena parisiense foi invadida pelo leão montanhês, que depois desfilou em triunfo pelo arco dos Campos Elíseos.

    Enfurecido com tal ousadia o touro saiu do seu pequeno mundo e passou a fustigar o gato monumental em todos os outros ambientes que ele costumava passear tranquilo. Foram disputas renhidas que custaram dissabores e sofrimentos recíprocos.

    Entrementes, sorrateiramente germinava uma ameaça silenciosa para ambos os contendores. Tão absortos em sua disputa, não souberam que um lobo faminto deixara a península balcânica, assolada por desavenças fratricidas, e fora alojar-se por breve tempo no coração do Lácio.

    Refeito dos ferimentos que trouxera da terra natal o lobo achou-se no direito de reivindicar participação nos feudos dos outros dois bichos grandes. De cara foi rechaçado com vigor por ambos, mas sua astúcia, persistência e dedicação a rituais espartanos deram-lhe gradativamente uma confiança tão grande que logo se achou em condições de derrotar os concorrentes. O apetite dessa fera estava cada vez maior. Seu prato predileto era fígado à moda sérvia.

    O certo é que, passadas várias estações, o lupino tornou-se tão audacioso que consegui, com muita luta, tomar à força boa parte das posses dos demais. Os três passaram a dividir a área planetária em proporções iguais.

    O leão da montanha manteve o seu feudo extenso na grande ilha do norte, cedendo uma boa parte ao lobo e um pouco menos ao touro. Este por sua vez dominou a quase totalidade da terra dos três mosqueteiros. E o lobo apropriou-se de mais da metade da Austrália, que antes era totalmente do leão. Já nas terras do novo mundo a divisão está mais equilibrada, mas ainda não se encerraram as querelas.

    Ainda há muito para acontecer na disputa desses magníficos. Aprenderam a conviver em armistício, mas a paz definitiva somente virá quando retornarem para suas origens e deixarem o quinhão a cargo dos descendentes. Somam o numero que espelha o equilíbrio e é também a representação simbólica da santíssima trindade. Por ora, juntos, perseguem um pequeno ser da classe dos caprinos, conhecido como GOAT, que teima em aparecer e desaparecer para cada um deles sem se deixar capturar.

    Em um ponto distante, solitário e tranquilo no alto das terras escocesas, quem observa aquele triangulo imaginário é um Cavaleiro de Sua Majestade. Ele sabe que cumpriu o seu dever, pois foi o único dos mortais que se atreveu a contestar com sucesso o poder daquele trio. Portou-se com galhardia de um lorde e sobreviveu dignamente em batalhas desiguais, homem contra feras. Conquistou vitórias épicas em terras britânicas e nas disputas dos “5 anéis”. Por isso, é justo que rebaixemos o triunvirato do olimpo para as páginas de Alexandre Dumas e confiramos ao lorde escocês o legitimo título de D’Artagnan.

    Responder
    1. periferia

      Ola Marcilio.

      Muito bom….como aqueles alunos do filme A Sociedade dos Poetas Mortos …subo na mesa e digo:
      -Oh Capitão!!!meu capitão.

      Abs

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Parabéns MAF pelo belo texto !!

      Gostei dessa parte quando fez menção ao LOBOVIC:

      “Entrementes, sorrateiramente germinava uma ameaça silenciosa para ambos os contendores.”

      Gostei também dessa passagem que chegou ao ápice quando o touro venceu o puma no Austrália Open 2009:

      “Enfurecido com tal ousadia o touro saiu do seu pequeno mundo e passou a fustigar o gato monumental em todos os outros ambientes que ele costumava passear tranquilo.”

      Daqui a 3 anos o ser da classe dos caprinos será capturado pelo lobo. Vamos torcer!!!

      Responder
      1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

        Caro Danilo. Confesso que escrevi essas passagens com dor no coração, mas, por mais Federista que eu seja, não posso distorcer a verdade. Saúde!

        Responder
  49. Rafael

    Tinha escrito um post relativamente longo, mas ao ver que iria me comprometer, resolvi resumir muito. Não posso falar de muita coisa que já passou na minha frente, documentos oficiais, por força dos contratos de confidencialidade que assino com as firmas para quem presto serviços.

    Isto posto, pinçando certas partes dos comentários do Carlos Reis e da Sõnia – certas partes – eles estão cobertos de razão em muitas de suas desconfianças.

    Não dá pra confiar em ninguém, é dose. Muita gente está morrendo pela boca, como peixe, e nem sabe disso. Por isso minha curiosidade sobre medicina alternativa e alimentos orgânicos, sem pesticidas.

    Só vou deixar um exemplo, ou melhor, uma dica: antes de fazer sua próxima compra naquela GRANDE mutinacional do ramo de supermercados, procure saber se houve algum escândalo envolvendo a fiscalização, no tocante ao armazenamento de alimentos ao ar livre, sujeitos à infestação por ratos, baratas e outros tipos de nojeiras. Procure se informar.

    Responder
    1. Rafael

      *Sobre esse escândalo do armazenamento de alimentos em condições contrárias às mínimas normas de higiene, o caso foi no Brasil.

      Responder
        1. Rafael

          Tenho uma firma de prestação de serviços de traduções e versões técnicas, Miguel, de e para Português, Espanhol e Inglês, mas 99,5% dos meus trabalhos acabam sendo da área jurídica, especialmente versões para o inglês.

          Pessoalmente, faço a versão para o inglês de contratos, editais de licitação, convenções coletivas, todo tipo de peças processuais – petição inicial, contestação, defesas – recursos, embargos de todo tipo, efeito suspensivo, devolutivo e tds os outros, alegações finais, até o ponto do proferimento da decisão final e irrecorrível etc, caminhando pelas mais variadas cortes e turmas, dos mais variados estados, 1a. instância, TRF, TRT, TJs, STJ, STF. Trabalho, no Direito, nas áreas processual, cível, trabalhista, societário (fusões, aquisições, etc), criminal, de família. tributário, do consumidor… Mexo com muita doutrina e jurisprudência,

          Sobre licitações, fraudes, direito concorrencial, práticas antitruste, dumping, arrranjo de preços, analises pelo CADE. Sobre outros casos, pareceres dos órgãos regulatórios pertinentes, Anvisa, Anatel… Fiz muita coisa dos desastres de Mariana e Brumadinho…

          Claro, muitas vezes os processos não vão até o fim, pois as partes entram em acordo, judicial ou extrajudicial. Nesse caso, eu verto os acordos.

          Mais ou menos isso, sem pensar muito e fora de ordem.

          Responder
          1. Rafael

            *Há processos que correm em segredo de justiça, e há documentos em que informações como faturamento anual, % de vendas, etc, vem “redacted” (quando escurecem certas partes do texto de modo a ficar ilegível até pra mim.

          2. Rafael

            Ahh, ganhei uma boa grana na época da introdução da telefonia celular no Brasil. Milhares de páginas, e eu era apenas um de uma das muitas firmas que participaram dessa fase. Também trabalhei na implementação do SIVAM…

          3. Rafael

            * Por fim (mesmo), já fiz muita interpretação consecutiva (diferente da simultânea), onde a pessoa fala durante um tempo, vc faz anotações e traduz/verte em empresas, para jornalistas,etc, e também trabalhei, lá atrás, com legendagem de filmes.

    1. José Nilton Dalcim

      Djokovic tem excelente poder de adaptação e, se Lendl e Borg foram tão fortes, não tenho qualquer dúvida que ele também se daria bem, Luís.

      Responder
  50. GUILHERME MARTINS DE SOUZA

    Bom dia, Dalcim!

    Excelentes postagens. Bom explicar um pouco sobre o carpet. Eu mesmo, que acompanho tênis desde o final dos anos 80, não sabia ao certo no que consistia.

    Obs: Se pudesse fazer essa análise por piso dos nossos brasileiros na Era Aberta, ia ser legal. Bem como do tênis feminino tb.

    Responder
  51. Luiz Fernando

    Para quem gosta de esportes, como é o nosso caso q inclusive interagimos num blog de tenis, amanhã será um dia histórico, com o reinício do campeonato alemão, com o jogos dos Borussias kkk. Será o primeiro passo efetivo de volta a normalidade no esporte após as quarentenas mundo afora…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não quero polemizar, Luiz, mas voto de fã tem dois problemas graves: não representa jamais a verdade (não se sabe quantas vezes o fã pode votar, qual a abrangência da pesquisa etc e tal) e mais ainda a diferença de gerações, já que Senna morreu muito antes de o Schumacher chegar ao hepta, por exemplo.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Na boa, rapaz . Se lê-se mesmo os comentários com atenção, Shumi sempre foi considerado um grande Piloto. Mas JAMAIS o melhor . Abs!

      Responder
      1. Gabi

        Vc deve ter lido hoje sobre a dança das cadeiras na F1: Ferrari escolheu Sainz para ser companheiro do Leclerc…

        Estão dizendo até que a Ferrari vai para a Indy o ano que vem…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Diminuíram muito o Salário do Alemão. E Vettel aproveitou pra fugir de Leclerc , Gabi . Mas parece que vai fazer dupla com Hamilton na Mercedes . Se fez isso pensando em ganhar outro campeonato, não acredito rsrsrs Abs!

          Responder
    3. Paulo F.

      Acho pior constatar que um pilotinho sem carisma e fraco como Sebastian Vettel possuir mais títulos que mitos como Senna, Piquet, Mansell, Stewart, Lauda, Alonso, etc.

      Responder
      1. evaldo moreira

        Bom dia,
        Paulo F, concordo plenamente contigo, vi todas as corridas do Vettel, sempre o achei um piloto mediano, e aliás, ele só ganhou por causa do carro, e fora os babaovos por trás dele protegendo e beneficiando, o Weber que era quem acertava os carros, dava a direção do desenvolvimento, mas foi preterido, se fosse pau a pau, no minímo o australiano teria beliscado pelo menos um título, mas Weber não era um piloto fantástico, mas disputava duro com qualquer um.
        Realmente ter mais títulos que os citados por ti, é de uma ignorância esse sujeito ter esses 4 títulos a mais, e só para lembrar aos demais, Vettel apanhou feio para Ricciardo e Leclerc, precisa dizer mais?

        Responder
  52. Rubens Leme

    Era muito positivo você ver vários tenistas ganhando os grandes títulos naqueles anos basicamente os pisos criavam seus especialistas, porque acho frustrante ver que nos últimos 15 anos, poucos se atreveram a invadir o universo do outrora Big 4, hoje Big 3.

    Me lembro de uma matéria antiga na revista Tênis Brasil, se não me engano, dizendo quais jogadores – mesmo os tops – pulavam certos pisos, já que naquela época o ranking era feito através de médias de pontos por torneios, muito mais complexo do que hoje e, assim se o tenista odiasse a grama ou o saibro, simplesmente não jogava.

    Essa partida do McEnroe x Lendl é do grande ano da carreira do norte-americano, quando só teve duas derrotas e acho que ambas para o Ivan. Já é um Mac mais adulto, corte de cabelo curto, com a namorada (futura esposa) no box, longe daquele cabelo “porco espinho” com aquela bandana. Durante anos imitei a mecânica do saque, mas nunca deu certo. Já sem Borg, órfão, fui torcer pro seu maior rival. Quem aqui torcerá pro Nadal quando Federer se for ou vice-versa?

    Responder
  53. Vitor Hugo

    Aliás, se tivesse um quinto grand slam, por que não no carpete? Com certeza teríamos outro tipo de tenistas brigado pelas cabeças.

    Volta carpete!!!!

    Responder
  54. Sérgio Ribeiro

    E quem assiste ao Vídeo , vê um autêntico estilo Saque – Voleio x um autêntico baseliner . Onde está a lentidão insistentemente colocada por vários ( até meados de 80 ), sem jamais perceberem que o motivo eram as Raquetes de Madeira ? Piso rápido , jogo rápido , e Lendl tentando improvisar de todo o jeito. Jogou 11 neste piso contra o BigMac e venceu 4 ( sempre deu jogo ) . John perdeu 5 em 6 contra Becker e as 2 para Sampras. Ou seja , é o N 1 num piso em que teve mais CONQUISTAS que os demais. Mesmo com o famosíssimo h2h sendo negativo contra dois deles ( Becker e Sampras ) , e h2h negativo contra os TRÊS no geral. Justíssimo portanto o Ranking. Exceto pra turminha dos fanáticos rs. Cadê o papo de apenas Saque e Ace ? rs. Como diz o Dalcim , nada como superfícies diferentes , pra sairmos da mesmice. Jogadores como Vilas , Borg , Connors e Lendl venceram FINALS no Carpete, assim com Nadal , Novak e Andy certamente venceriam. Vimos um baseliner como Lendl como TOP 2 , na frente de exímios Sacadores como Sampras e Becker. Esse Post trouxe à tona a realidade , caro Dalcim. Abs!

    Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Bem observado, Sérgio. Já eram raquetes de fibra, a primeira evolução pós-madeira, mas ainda bem pesadas em relação às atuais. Lendl jogava com uma Adidas, que na verdade era uma Kneissl pintada porque a marca alemã não conseguiu desenvolver uma raquete decente para ele. McEnroe permanecia fiel à Dunlop.

        Responder
  55. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Dalcim, lembro-me de um jogo espetacular em que o Guga bateu Grosean pela Davis na cidade de Pau na França. Foi num ginásio coberto, só não tenho certeza se o piso era carpete, voce se lembra? O Guga terminou o jogo de mais de quatro horas com cãibras. Foi mais uma vitória épica do manezinho em um piso bem mais favorável ao frances, com a torcida enlouquecida usando a camisa campeã do mundo de 1998. Pena que dois dias depois ele foi presa fácil para Pioline. Saudações.

    Responder
  56. Rubens Leme

    A Casa Branca (sim, aquela do Trump), avisou que devem morrer quase 90 mil pessoas, no Brasil, até 4 de agosto, mas que o número pode mais do dobrar e passar dos 190 mil. E, se considerarmos que as subnotificações no Brasil pode corresponder a 1 caso a cada 15 ou 20, essa previsão chegaria para mais de 1,3 milhão até 2,9 milhões de pessoas verdadeiramente mortas de verdade pelo covid.

    Maldita Casa Branca, esse foco de esquerdistas financiada pela OMS, ONU, Globo e o PT. É só uma gripezinha, Pato Donald!

    https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/05/modelo-usado-pela-casa-branca-projeta-88-mil-mortes-por-covid-19-no-brasil-ate-agosto.shtml?fbclid=IwAR0JA7SvGV4yThN4M18ozSWN6ao31jjmFmmpmFNk0abqJvjdHT3vmMQt2HM

    Responder
  57. leonardo de castro faria

    Boa noite Dalcim

    Excelente post, inclusive para se perceber quão gigante foi o Lendl. Caso ele tivesse ganho alguns wimbledom e perdido menos finais de slam, estaria na briga pelo posto de Goat, já que possui um dos recordes de títulos, semanas na liderança, finals vencidos e versatilidade (títulos vencidos nos mais variados pisos). Tendo sido feito o ranking nos 4 pisos, chega-se a conclusão de que o percentual de vitórias do Nadal no saibro é algo absurdo para praticamente 16 anos de carreira. Não se encontrou um domínio similar em nenhum dos outros pisos.

    Um abraço

    Responder
  58. Mauro

    Desvalorização de moedas x dólar🇺🇸 em 2020:

    Yuan🇨🇳-1%
    Sol🇵🇪-3%
    Rupia🇮🇳-5%
    Won🇰🇷-6%
    Dólar🇨🇦-7%
    Dólar🇦🇺-8%
    Peso🇨🇱-11%
    Kwanza🇦🇴-13%
    Peso🇦🇷-13%
    Peso🇺🇾-16%
    Peso🇨🇴-18%
    Lira🇹🇷-17%
    Rublo🇷🇺-18%
    Peso🇲🇽-27%
    Rand🇿🇦-31%
    Real🇧🇷-44%

    Responder
  59. periferia

    Jair Kurtz é um comerciante de cana de açúcar ….comando um posto de troca de produtos em país distante.
    Os nativos da regiao o idólatra…e tratado como um deus.
    Todos temem seu poder.
    Kurtz se transforma em tirano…..mesmo assim continua venerado por alguns.
    Uma doença atinge os nativos….alguns morrem….Kurtz diz:
    – E daí….
    Mas logo aumenta o número de mortes.
    O próprio Kurtz fica doente.
    Pede para Sr.Teich… seu médico particular :
    -Quero cloroquina….cloroquina…diz assustado.
    Com febre alta…delirando …outro homem de confiança aparece…. Sr.Ramagem…ele sopra em seu ouvido :
    – Sr Kurtz….passou de 10mil mortos.
    Ele olhou Ramagem…e soltou suas últimas palavras…
    – O horror !! O horror !!
    (A cloroquina não deu certo).

    Inspirado em Coração das Trevas…Joseph Conrad.

    Hoje 749 (todos com CPF)

    Sigamos

    Responder
  60. Paulo F.

    Eu realmente concordo que faltam (ou faltarão) as seguintes finais entre o Big-3:
    – Djokovic x Federer em RG.
    – Federer x Nadal no USO.
    – Nadal x Djokovic? Fizeram finais em TODOS os Slams. Por isso considero a maior rivalidade do tênis de todos os tempos. Mas acho MELHOR o confronto Federer x Djokovic.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Te peguei legal, mane’ . O fato de caírem antes e não ter Fedal , não tira os méritos do USOPEN . Ou será que os Torneios não foram “ parrudinhos “ ? rs . Te lembrando , a FEDAL possui NOVE Títulos de USOPEN. O tal “ Goat “ , ainda precisa correr atrás mais um pouquinho rsrsrs Abs!

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Vou desenhar então, mane’ . Não houve Fedal no USOPEN pois sempre um dos dois caiu antes. O que nada desmerece o Campeão. Sem essa de SLAM “ parrudinho “ . Federer possui 5 Títulos e Nadal 4 . Os outros que corram atrás , certo Piloto ? rsrsrs Abs!

          2. Paulo Almeida

            Claro que não desmerece o campeão, pois Delpo teve que bater Nadal e Federer em 2009, Nadal Djoko em 2010, Djoko Federer e Nadal em 2011, Nadal Djoko em 2013 e Delpo em 2017 e Djoko Delpo em 2018. Todos foram Slams parrudos, principalmente 2009 e 2011, que foram extramegaparrudos!

            Entendeu o desenho ou ficou difícil, caríssimo Ribeiro?

      2. Vitor Hugo

        Se não fosse alienado, saberia que em 2013 Roger estava com problemas sérios nas costas e fez seu pior ano na carreira com apenas um título. Foi o ano que perdeu pro Robredo.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Eu lembro que estava com problemas nas costas, mas não apaga o fiasco (talvez proposital) e tampouco aquele contra o Stakhovsky em Wimbledon. Robredo só fez quatro games contra o Nadal e no Fedal de Cincy a derrota não havia sido tão feia (2×1 de virada).

          Sem choro.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            De propósito pra fugir do carrasco espanhol. Já levantei essa hipótese na outra publicação.

      3. Rodrigo S. Cruz

        Como se o Djokovic mesmo nunca tivesse dado lá seus vexames…

        Quer dizer que quem ganha 20 Slams e soma “trocentas” de vitórias neles, não pode perder de uma zebra, de vez em quando?

        Exemplos no tênis não faltam, mas só de cabeça posso citar:

        a derrota na estréia em Wimbledon do Nadal para Steve Darcis, e a queda do Djokovic para o Denis Istomin, na Austrália.

        Responder
        1. Thiago Silva

          Rafa tem vários fiascos em Wimbledon, já perdeu pro Rosol também na segunda rodada em 2012 e pro Brown em 2015, apesar de que naquele jogo o Brown tava endiabrado.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Que bom ver meia Kombi reunida . E como sempre nada aproveitável , caríssimo P F. Mas o Português realmente é melhor que o meu rsrsrs Abs!

        1. Paulo Almeida

          Com certeza.

          Escapou de mais uma derrota em Slam em sets diretos pra um arquirrival, mas talvez tivesse sido menos humilhante do que em RG 2008.

          Responder
  61. DANILO AFONSO

    ESTATÍSTICA DO BLOG

    Peço licença do Dalcim, para fazer um comparativo de mensagens postadas no Blog entre 01/03 a 10/05 nos últimos 3 anos, onde é possível constatar que nos últimos meses o blog obteve uma média maior de mensagens por títulos (textos) publicados mesmo em plena pandemia. Vejamos os números apurados:

    2020 – 01/03/20 a 10/05/20
    Títulos publicados: 14
    Comentários postados: 4471
    Média de comentários por título: 319,35
    Título com mais comentários: 534
    Título com menos comentários: 74

    2019 – 01/03/19 a 10/05/19
    Títulos publicados: 38
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    A média de postagens dos últimos meses (319,35) também é superior quando comparamos com os números obtidos em janeiro e fevereiro de 2020 (antes da pandemia):

    2020 – 01/01/2020 a 28/02/2020
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    Enfim, o blog é um sucesso independente de termos competições de tênis rolando. Espaço onde as pessoas se sentem à vontade para comentar sobre tênis, como também diversos assuntos alheios ao esporte, a exemplo de cinema, música, política e mundo, temas sempre sob condução e moderação do Dalcim.

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      1. Rubens Leme

        Próxima missão, Danilo. Quem mais comentou e quem teve mais replies, não apenas o autor, mas o comentário comentado, desde 2007 (deu para entender?, acho que ficou meio confuso). rs

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  62. Paulo Almeida

    Voltando ao tênis, essa semana está excepcional para nós nolistas em embates contra o Federer.

    O SporTV reprisou aquele jogaço do Finals 2012 e agora está reprisando as finais de Wimbledon 2014 e 2015. A ESPN Extra, por sua vez, reprisou aquele massacre do GOAT Djokovic nos dois primeiros sets do Aussie 2016. Porém, o restante da partida foi equilibrado e com vários pontos sensacionais de ambos os lados.

    Falaram do Sampras ainda como possível GOAT na publicação anterior. Tudo bem, alguns podem pensar assim, contudo o seu desempenho pífio no saibro e “míseros” 11 Masters 1000 o colocam em substancial desvantagem. Além, é claro, de ter menos Slams do que o Big Three.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Entendi , caríssimo Paulo Almeida. Como Sampras jogou em época diferente do Big 3 , aquela que tinha Big Mac , Connors , Lendl , Edberg , Becker , Wilander, Agassi … sua dominância não vale … Daí como Novak não está no Post o parceiro prefere falar de Federer. Depois de sua análise brilhante sobre os Reis do Carpete , me venceu pelo cansaço. O Tênis realmente começou em 2008 rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Não passe vergonha, caríssimo Ribeiro.

        Os rivais reais do Sampras foram Agassi e Becker por um tempo, sendo que os outros citados já eram bem mais veteranos. Ele está em considerável desvantagem na questão do GOAT, como expus acima. Não insista.

        Não fiz nenhuma análise do carpete, então ela não pode ter sido brilhante ou “não-brilhante”.

        O tênis não começou em 2008, mas a entressafra foi de 2003 a 2007. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          O que seriam “ Rivais Reais “ ? Pistol Pete Sampras venceu o USOPEN 1990 . Quem o sabichão acha dos citados que não o enfrentou em SLAM , caríssimo Almeida ? Já, sei . Você tem um Circuito particular desde 2008 kkkkkkkkk. Abs!

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          1. Sérgio Ribeiro

            Wilander nasceu em 64 , Becker em 67 , Edberg em 66 , Sampras em 71 , Agassi em 71 … Lendl em 60 , Big Mac 59 . Olha a Next Gen perto do Craque Suíço … Sabe nada , moleque rsrsrs Abs!

          2. Paulo Almeida

            Então, os rivais reais foram os citados, incluindo o Edberg no máximo.

            Sim, o feto Sampras ganhou do McEnroe de fraldão, mas isso não os torna rivais.

  63. Rubens Leme

    O grande problema dos carpetes era que em alguns tipos o pé prendia demais e quando alguém tinha que voltar em uma bola ou em corrida ás vezes tinham umas torções medonhas que vc berrava junto com o tenista. Acho que esse também foi um dos motivos da extinção, além o de encurtar muito os pontos.

    Responder
  64. Eduardo Vilar

    Olá,

    No final dos anos 90 teve todo um direcionamento para reduzir a velocidade do jogo, com mudanças na bola e pisos. Mas vieram os avanços técnicos e de materiais que fizeram em alguns momentos os jogos virarem verdadeiras batalhas físicas e com muitas trocas de bolas, mesmo nos pisos q deveriam ser velozes. Não acha que seria o momento de uma revisão disso ? Voltar a ter condições que façam o jogo mais veloz, não seria interessante para ter jogos mais dinâmicos e menos físicos (q tanto geram contusões nos jogadores)? E acha que isso poderia mudar muito o que temos hoje no circuito de favoritos ou ranking (pessoalmente acho q ñ no BIG3 que já mostrou ser top em todo tipo de piso e condição)?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, Eduardo, concordo. E temos visto desde 2019 o aumento de velocidade de algumas quadras e jogos muito interessantes. A lentidão do piso e principalmente da bola acabam consumindo mais o físico dos tenistas, disso não há dúvida.

      Responder
  65. Mauro

    Já tem prefeito impondo “rodízio de gente”, baseado nos números do CPF da vítima. Vítima de CPF com final par só tem ‘direito’ de ir e vir nos dias pares e vítima de CPF de final ímpar nos dias ímpares. A sanha autoritária não tem fim. E o pior: não podemos contar com a justiça.

    Responder
  66. Oswaldo E. Aranha

    Mudando de saco para mala.
    Para se entender o que disse a mãe do Djokovic é preciso saber a origem da expressão “mãe coruja”.
    A coruja e o gavião fizeram um acordo de não atacarem o ninho do outro, então cada um fez a descrição de seus filhotes. A coruja ao voltar para o ninho viu-o destroçado e os filhotes sumidos, então foi correndo – voando – atrás do gavião para se queixar; o gavião para se defender disse: mas coruja o único ninho que ataquei era de uns filhotes muito feios e você havia dito que seus filhotes eram umas gracinhas.

    Responder
  67. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,estava pensando…Você acha que um treinador de peso,um grande jogador do passado poderia ajudar e impulsionar essa nova geracao?Assim como o Lendl fez com o Murray por exemplo…Acho que tem muitos aspectos negativos do tsitsipas e do zverev serem treinados pelos pais…

    Responder
      1. Vitor Hugo

        Quando Becker era treinador de Novak, os slices e vôleios do sérvio deram um up jamais visto. Depois que o alemão foi embora, a qualidade dos dois golpes citados por mim, também.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não é correto, a meu ver, Vitor. Djokovic tem voleado muito bem e mostrou isso tanto na ATP Cup como no Australian Open, já que Goran Ivanisevic também é um adepto do golpe.

          Responder
          1. Vitor Hugo

            Na época do Becker, vi Novak fazendo slices rentes a rede a lá Federer. Mas nos últimos anos voltou a ser aquele golpe limitado de sempre.

    1. José Nilton Dalcim

      O único que aparece nas estatísticas sobre o carpete é o gigante Thomaz Koch, com 52 vitórias e 37 derrotas. Ele fez quatro finais em Nuremberg, Dallas, Richmond e Hampton. que equivaleriam a um 250, e três semis em São Paulo (em que perdeu para Laver e Borg). Em 1971, chegou a ganhar do Connors nos EUA e no ano anterior, do Ashe. Ou seja, um currículo digno no carpete.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não. Talvez você esteja se referindo a St. Peterburgo, em 2003, mas o torneio já era sintético coberto (foi carpete até 1999).

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Uai Dalcim, fiz essa mesma pergunta em outro post e você respondeu que sim, que Guga tinha sido campeão ainda no carpete.
            Fez uma final também em Lyon, certo?

          2. José Nilton Dalcim

            Pois é, na minha memória St. Petersburgo estava como carpete, mas me enganei. E sim, Lyon efetivamente era carpete.

  68. Vitor Hugo

    Danilo, eu já andei muuuuuuito de Kombi. Kkkkk Meu falecido pai tinha uma empresa de calhas e SEIS Kombis.
    Então acho que vou dispensar… rs Enjoa…

    Responder
  69. Vitor Hugo

    O vídeo de Big Mac contra Lendl tem até umas trocas de bolas bem interessantes, apesar de a maioria dos pontos ser decididos em duas ou três bolas.
    Apesar da velocidade da quadra de carpete ser o principal ponto, outro detalhe é que os jogadores não eram tão atléticos como hj, ou seja, não tinham tanta velocidade pra chegar nas bolas como os atletas de hj.
    Então uma quadra de carpete hj, com a evolução física dos atletas e equipamentos, com certeza o jogo teria uma dinâmica diferente com mais trocas de bolas.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não entendi , Vitor . A movimentação principalmente de Ivan Lendl , está espetacular para 1984 . O cara já fazia até balé rs Abs!

      Responder
  70. DANILO AFONSO

    Dalcim, parabéns pelas últimas 4 publicações referentes aos pisos com os tenistas que mais se destacaram em cada um deles.

    Já são mais de uma década sem o piso carpete.

    Eu acredito que com tecnologia de hoje, haja ou seja possível criar um piso, indoor ou outdoor, não tão veloz (ou veloz com a bola pulando mais) e menos danoso a integridade física dos tenistas. Tal piso traria mais uma opção interessante aos organizadores dos eventos oficiais e de exibição.

    Responder
  71. Rubens Leme

    Dalcim, essas listas só mostram o quanto Borg foi gigante e que parou cedo demais. Se ele tivesse tirado 1 ou 2 anos de folga do circuito e na volta tivesse feito algumas mudanças, como abandonar a raquete de madeira, se especializar mais na parte física (Lendl ja se estava virando referência e uma vez ele disse que o tcheco seria número 1 em futuro próximo) e algumas táticas diferentes para jogar na hard, teria ótimas chances de ter faturado mais Slams.

    Não vamos nos esquecer que até Jimmy Connors venceu Wimbledon, em 1982, e era mais velho do que o sueco e inferior a ele neste piso. Ou seja, Borg teria uma chance real em 1982 ou até mesmo contra Mac em 1983 ou 84. Só o que o “mas” não entra em campo ou serve de parâmetro e quis o destino dar adeus cedo e se tornar um enigma. Vai saber como ele estava emocionalmente. Como fã só posso lamentar, mas como ser humano, não tenho a ideia das dimensões do que ele sentia.

    Uma pena.

    Responder
      1. Klaus

        O primeiro título do Federer foi em Milão, se não me engano era carpete. E ele pegou já o final do carpete, Nadal e Djokovic “nasceram” depois do carpete. Por isso os três nem figuram na lista.

        Responder
  72. Hugo

    Dalcim,

    Corrija-me se eu estiver enganado. Mas vc é um entusiasta dos pisos mais heterogêneos em relação à velocidade, certo?
    Atualmente, vc seria a favor do retorno do carpete?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, totalmente favorável. Acho que a diferença de velocidades favorece o surgimento de tenistas mais versáteis. Claro que deve haver um equilíbrio e o carpete seria colocado no inverno europeu, outubro ou novembro, como geralmente foi, num percentual talvez próximo da grama. Ou seja, ainda teríamos o sintético dominante, seguido pelo saibro.

      Responder
      1. periferia

        Olá Dalcim
        Tsonga quando o carpete foi proibido.
        “Se querem que os jogadores desenvolvam todo o seu jogo é necessário que se jogue em quadras mais rápidas. Caso contrário, o jogo fica muito chato”

        Ele concorda com vc .
        Abs

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Mas veja que coisa curiosa, José Cláudio. Nos últimos cinco anos, houve novamente um movimento para a frente. Os tenistas viram que novamente é preciso chegar à rede para finalizar os pontos, encurtando o tempo de reação do adversário, que estão todos muito velozes e resistentes. Assim, vimos todo mundo treinando muito o jogo de rede, incluindo Nadal, Djokovic, Thiem, Delpo, Nishikori como exemplos.

          Responder
          1. periferia

            Não seria por causa do Federer ?..que nos últimos 5 anos se tornou mais ofensivo (sempre foi …mas nos últimos tempos encurtou a pegada na bola..sempre na subida)….mesmo em quadras lentas (vc mesmo diz que a padronização das quadras ..acabou deixando-as lenta)
            Começou a colher resultados (Wimbledon e AO)…a concorrência percebeu e também correu para frente (até Nadal….começou a volear bem).

          2. José Nilton Dalcim

            Nadal sempre voleou bem, a meu ver. Acho que não é exatamente o caso do Federer, mas de uma necessidade tática do momento.

  73. Marcelo-Jacacity

    Muito bom. Infelizmente, pude acompanhar o tênis mais a partir da década de 90.

    E vai duas sugestão se algum leitor já não o fez:
    a- 10 finais de Major que deveriam ter acontecido.
    b- 10 jogos entre tenistas que jogaram na mesma época (mesmo que em estágios diferentes na carreira) que deveriam ter acontecido. Já disse uma vez aqui no blog, faz muito tempo: Kuerten quase enfrentou o Nadal em uma final de Auckand, mas o eslovaco Hrbaty não permitiu. Não lembro ao certo agora, teria que pesquisar o ano, mas parece-me que o eslovaco venceu o espanhol na semi e depois o brasileiro na final.
    E teve mais uma ou duas oportunidades que os gênios do saibro quase se enfrentaram.
    Verifiquei isso, surfando no antigo site da ATP há muito tempo atrás…Mas acho que não anotei…

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Importante salientar sobre o item a, jogos que não aconteceram por pouco, ou seja, que o tenista tenha sido derrotado na semi.
      Sobre o item a, eu já me adianto,
      WB-98/99/01/02 Que Henman tivesse ao menos vencido 1 das 4 semis e tivesse chegado a final.
      RG-99 Agassi x Meligeni
      RG-11 Nadal x Djokovic
      USO 09 ou 10 Nadal x Federer
      AO-09 Federer x Verdasco
      RG-09 Soderling x Delpo
      Tem tantas…

      Responder
    2. Jonas

      Uma final que eu gostaria muito de ver é Nadal x Federer no US Open. É realmente incrível que eles nunca se bicaram por ali.

      Seria interessante ainda uma final de RG entre Djoko x Federer, pelo nível de tensão. Isso, obviamente, é complicado de acontecer pois existe o Nadal.

      Vamos lembrar aqui de uma final que poderia ter acontecido e, incrivelmente, não ocorreu. Foi o US Open 2014, torneio que a zebra tava solta. Cilic vencer Federer??Nishikori ganhando de Djoko, em Slam??

      Responder
    3. Fernando Ferreira

      No caso, em Auckland 2004 o Hrbaty venceu o Guga na semifinal (revanche da final do ano anterior, com título do brasileiro) e depois ganhou do Nadal na final.

      Em 2005 o Guga (já bem debilitado) tinha chance de enfrentar o Nadal (já #2 do mundo) na 2ª rodada de um Torneio no saibro europeu entre WBD e a US Open Series, porém foi derrotado pelo americano Hugo Armando (tenista mais de nível challenger que gostava do saibro).

      Responder
  74. Gabi

    Dalcim, mais um post muito interessante!! Muito obrigada por toda a dedicação!!

    ________

    Mesmo que o tênis volte, como é que a gente viaja com o dólar a 5.93?

    Responder
  75. Vitor Hugo

    Não basta dizer que a pandemia é fake, tem que embasar! Os argumentos de quem diz que é uma mentira são muito fracos, risíveis.
    Mas eu acredito sim que pode ser algo proposital. Tem gente que vai ganhar dinheiro com vendas de equipamentos para tratar do problema e no futuro quando inventarem a vacina….

    Responder
    1. Sônia

      Vitor, como lhe disse, não é fake, é apenas uma “cortina de fumaça”… proposital, cruel, planejada. Nesse momento, Obamagate pegando fogo, e as consequências serão devastadoras (elite global envolvida, como eu havia dito). Fica a dica, evite visualizar “mídia renomada”, canais altamente “profissionais” ou ler revistas científicas conceituadas… rsrs, pois elas são pagas e muito bem, para não dizerem a verdade. Por fim, se sobrar um tempinho, pesquise sobre a vacina que estão elaborando contra esse vírus chinês, mas pesquise em “meios” que “verdadeiramente” dizem o que é “verdade” (rsrs)… descobrirás os “ingredientes” dessa tal nova vacina. Se não tiver nenhum problema ético ou espiritual, aceite a vacina. Beijos.

      Obs: se tiver um tempinho, assista “The Dead Zone”, episode “Plague” (2003).

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Sonia, não me referi a você, mas sim ao que o Carlos R escreveu.

        Agora eu procurei as fontes que vc escreveu, e sinceramente, não acreditei em nada do que estava escrito, principalmente sobre os corpos no central Park.
        Por que a elite seria pedofilia? São links sem assinatura, sem autenticidade. Ninguém conseguiria esconder de ninguém se aquelas coisas fossem verdades.

        Responder
  76. Vitor Hugo

    Impossível eu comentar sobre algo que eu pouco vi. Mas na minha opinião, deveria ter alguns torneios e um masters no carpete, pra favorecer determinados estilos.
    Saque e vôleio as vezes é um porre, mas 50 trocas de bolas por porto também é! Característica do atual lider do ranking.

    Responder
  77. Rubens Leme

    McEnroe em primeiro, Lendl, em segundo e Borg, em sexto. Muito obrigado por isso e por ter aceitado o desafio. Já posso morrer em paz. Grande abraço, Dalcim.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Lobby é com o Murray… rs. Sabia que na hora de olhar as estatísticas históricas, iria deixar Sampras e Becker um pouco abaixo, sendo coerente como é.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que o Sampras jogou pouco no carpete, por seu estilo poderia ter investido mais. E é absolutamente espetacular a eficiência do Lendl num piso tão difícil para seu estilo. O cara era um gênio.

          Responder
          1. Willian Rodrigues

            Saudações Dlacim!
            Então, eu sempre comento que um dos requisitos mais imprescindíveis para se definir quem é melhor ou maior é justamente a “versatilidade”. Percebo em inúmeros de seus posts, e nos comentários de vários colegas aqui do blog, que há quase uma unanimidade nesse sentido, embora muitas vezes, não declarada. Lendl foi um desses tenistas, sem dúvidas.
            Ainda em tempo, adorei os últimos posts! Muito legais e sensatos.

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