O top 10 da quadra dura na Era Profissional
Por José Nilton Dalcim
8 de maio de 2020 às 20:23

A avaliação dos melhores tenistas que já pisaram a quadra sintética ou dura também necessita de uma série de observações. A mais importante delas é que o primeiro Grand Slam sobre o piso só aconteceu em 1978, na terceira troca de superfície do US Open, e portanto qualquer tenista que tenha vivido um auge técnico anterior a isso, como Rod Laver ou Ken Rosewall, perderam a oportunidade.

Por outro lado, a partir de 1988 o circuito passou a ter dois Slam sobre a quadra dura, quando houve a substituição da grama no Australian Open. O piso sintético passou então a dominar o calendário e hoje corresponde a 70%. Vale por fim ressaltar que o ATP Finals só deixou de ser disputado sobre o carpete em 1990 e assim seus campeões ficaram de fora desta análise, ainda que o ‘tapete’ seja em última análise um piso sintético.

Vamos ver então como fica o top 10:

1. Novak Djokovic
Ainda que tenha menos títulos que Roger Federer (59 a 71) e ambos empatem em quantidade de Slam (11), o sérvio leva pequena vantagem por sua performance nos Masters (25 títulos e 9 vices contra 22 e 11). O sérvio é oito vezes campeão na Austrália e tri no US Open, onde fez outras cinco finais. Ele ainda ganhou o ATP Finals por cinco vezes e tem dois vices. No momento, soma 592 vitórias e 110 derrotas (84,3% de eficiência).

2. Roger Federer
Soma seis troféus em sete finais na Austrália e cinco de sete decisões nos EUA. Possui ainda o recorde de títulos e vices no ATP Finals (seis em 10) e de vitórias na quadra dura (782), com percentual de sucesso de 83,5%, inferior apenas à Djokovic entre jogadores com pelo menos 200 partidas disputadas.

3. Pete Sampras
De seus 36 títulos no piso duro, 12 são de grande qualidade: 2 na Austrália, 5 no US Open e 5 no ATP Finals. Tem ainda mais quatro vices, sendo três em Nova York. Marca é de 429-103, ou seja 80,6% de eficiência.

4. Andre Agassi
Tem sete troféus de peso na superfície, com 4 na Austrália e 2 no US Open, onde foi a outras quatro finais. Entre seus 46 troféus, consta também o do Finals, onde fez três vices. Chegou às mesmas 592 vitórias de Djokovic, porém com 158 derrotas (78,9%).

5. Ivan Lendl
Teria talvez uma colocação superior, mas suas oito decisões feitas no ATP Finals, com 5 títulos, vieram sobre o carpete. Ainda assim, ganhou 32 títulos na quadra dura e fez incríveis oito finais seguidas no US Open, vencendo três. Bi na Austrália, participou de três finais sucessivas (um quarto vice veio na grama). Índice de 82,8% de vitórias (400-83).

6. Rafael Nadal
Tenista de base que também se adaptou com maestria à quadra dura, totaliza no momento 10 finais de Slam: um título na Austrália (quatro vices) e quatro nos EUA (um vice). Alcançou ainda a medalha olímpica em Pequim e hoje sua performance é 481 vitórias e 135 derrotas (78,1%).

7. John McEnroe
Outro jogador que se portou melhor no carpete e assim tem números menores na dura. Venceu três de quatro finais no US Open, mas os três Finals vieram no tapete. Com 22 títulos, terminou com 289-65 (81,6%).

8. Andy Murray
De 34 títulos, três são especiais: US Open, o Finals e as Olimpíadas. Tem ainda mais seis vices de Slam, sendo cinco na Austrália, e 18 finais de Masters, com 12 troféus. Índice de sucesso: 78,2% (451-126).

9. Jimmy Connors
Aproveitou muito bem a explosão da quadra dura nos EUA. Chegou a 43 títulos (de seus 109), sendo três em Flushing Meadows. Seu único título de Finals foi sobre o carpete. Somou 488 vitórias e 99 derrotas, com 83,1% de sucesso.

10. Boris Becker
Não venceu tanto no piso – somou 16 títulos -, mas ganhou duas vezes na Austrália e outra no US Open, uma campanha excelente para o baixo índice de jogos no piso (220 vitórias em 285 jogos, com 77,2% de eficiência). Seus 2 títulos e 3 vices no Finals aconteceram no carpete.

Menções honrosas
Stefan Edberg ganhou 22 títulos e dois US Open, com três vices em Melbourne (seus títulos lá foram na grama). Mats Wilander ergueu os troféus dos dois Slam do sintético em 1988. Stan Wawrinka e Marat Safin foram uma vez campeão em cada torneio.


Comentários
  1. ANTONIO GABRIEL

    Rapaz, que serie maravilhosa heim, com o faz tempo que não vinha por aqui ate demorei um pouco pra ler tudo, espero que tenhamos jogos de tenis já neste segundo semestre. Sobre os pisos, vale destacar que o único do big 3 que aparece nos 3 pisos mais usados na era moderna é o Djoko, talvez valha um um pouco pra apimentar quem é o tenista mais completo dos 3, sem entrar no mérito de quem é o maior (que pra min ainda é o RF pois possui mais torneios de peso até o momento). Parabéns pelos posts mais uma vez Dalcim.

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  2. Vitor Hugo

    Cortar o cabelo, com medidas de segurança, não vejo tanto perigo.
    Academia acho perogoso no momento. Mas não estou sentindo tanta falta, pois transformei o quintal da minha casa em uma verdadeira academia. 😄😄💪

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      1. Gabi

        Antes que venham falar isso ou aquilo, óbvio que tô brincando. Há dois meses não saio de casa e não será o supino do Vitor Hugo que me fará sair rsrs

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  3. Luiz Fernando

    Interessantes essas matérias acerca do GOAT, li a do Sampras ontem, a do Djoko hj e claro q lerei a do Rafa amanhã. No momento, não vejo como alguém possa cogitar hoje um nome diferente do Federer, MAS, como bem citou Lendl, a “disputa” ainda está em aberto…

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  4. Rubens Leme

    Essas polêmicas com listas são sempre divertidas porque, ao menos, em esporte, se tenta usar um critério mais técnico, embora o coração fale mais alto na hora de definir, o chamado “voto de minerva”. Mas em outros campos? Como definir quem é o maior? Vendagens? Bilheterias? Oscars? O que vale mais? O trabalho ou o legado ou prêmios da indústria e vendagens impulsionadas por marketing, em boa parte das vezes? Será Michael Jackson maior (ou melhor) do que o The Who ou os Stones, por exemplo? Steven Spielberg superior a Akira Kurosawa? Spielberg admirava tanto o trabalho do diretor japonês que chegou a ajudou a financiar seus últimos projetos? Será Woody Allen mais relevante do que Ingmar Bergman, seu grande ídolo? Ou Paulo Coelho em relação a Clarice Lispector ou Graciliano Ramos? Minha resposta: vai do gosto de quem consome.

    Se nem em lista de esportes encontro unanimidade – as suas Tops 10 se fossem espalhadas ao redor do globo renderiam discussões eternas e aposto que seria xingado no Reino Unido pela ausência do Andy Murray, por exemplo, na grama. rs

    Eu desisti de fazer as minhas de qualquer assunto, porque o que gosto hoje mudo amanhã. A própria lista do Woody Allen que postei dos meus 10 mudou depois que a postei. Enfim…

    Hoje peguei um cds do meu cantor favorito durante muitos, Van Morrison, para preencher os dias. Gostava tanto dele que, nos bons tempos do walkman, fiz três fitas de 90 minutos chamadas VanBowie, onde eu intercalava uma música dele com uma do Bowie. E sempre gostei daquelas canções menores, que ninguém se lembra ou eram enterradas no meio do lado B dos LPs.

    Um exemplo é a versão soul de “The Street Only Knew Your Name”, que se tornou a minha favorita. Se você ouve a versão original do LP Inarticulate Speech of the Heart, de 1983, algo muito próximo da new wage, rotulado como “celtic”, não consegue acreditar nesta versão original descartada de 1975 e enterrada no segundo CD da coletânea de sobras The Philosopher Stone, de 1997. Como pôde descartar tal música que a maioria dos mortais teria dado um braço para ter escrito?

    Outro músico irlandês e tão talentoso, Rory Gallagher, fez pior. No dia do lançamento de um novo LP, com entrevistas agendadas, simplesmente mandou recolher o disco, para desespero da gravadora Chrysalis, porque achou que o som dele errado. Pior, infeliz com o resultado, demitiu o baterista e o pianista (os companheiros de longa data Rod de’Ath e Lou Martin, respectivamente), voou para Colônia, voltou ao formato power trio, com a aquisição do excepcional baterista Ted McKenna e refez tudo, enterrando algumas canções absolutamente delicadas, como “Wheels within Wheels” (que seria relançada em um disco póstumo com este nome, em 2003) e editou o também maravilhoso e pesado Photo-Finish.

    Enfim, quase ninguém os colocaria estes dois entre seus 10 músicos favoritos, mas não consigo pensar em uma lista sem eles. E te garanto que por mais que a refaça, permanecerão.

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  5. Luiz Fernando

    Cenário agora cedo ao passar pela Av Sumaré: bem menos carros na via e os mesmos caras e mulheres correndo no canteiro central SEM máscara, esse país não tem jeito mesmo…

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  6. Rafael

    Essa entrevista de Thomaz Bellucci para o A Voz do Tênis me fez vê-lo de uma forma q nunca tinha visto na vida. Muito corajoso o Thomaz em se abrir dessa forma. Falou coisas valiosas. Mais um que levanta consciência sobre a importância de cuidar da saúde mental, a influência da criação familiar, etc. Um grande campeão o Thomaz.

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  7. José Eduardo Pessanha

    LF, nessa eu vou ter que me posicionar. Messi jogou MUUUUUUUUUUUUUUITO mais do que o Maradona. Dieguito foi um fracasso no Barcelona, no Sevilla e em todos os times argentinos em que jogou. Ganhou a Copa com os excelentes Burruchaga, Valdano. Pumpido, Brown, Ruggeri e Enrique. Na época do Maradona, a preparação pra Copa demorava 3 meses. Messi nunca teve mais do que 30 dias pra se preparar pra Copa, chegando ao torneio sempre extenuado por jogar as fases finais da Champions League.
    Outro jogador falastrão é o Romário. Tomou uma lapada do Milan de 4 a 0 na final da Champions 93/94 e perdeu o Mundial Interclubes pro Nacional em 88, jogando pelo super poderoso PSV.

    OBS: E o Napoli do Maradona estava longe de ser um time fraco. Era um ótimo time, bancado pela Máfia Napolitana, que estava em seu auge à época.

    Abs

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  8. Sérgio Ribeiro

    Pois bem, caro Dalcim . Aquele Pistol Pete Sampras já não tinha nesta última Final de SLAM , a mais que excepcional direita na corrida. Somente gostaria de saber , Dalcim , se mantém que Patrick Rafter , voleava mais que essa fera ! Abs!

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    1. José Nilton Dalcim

      O maior voleador para mim foi Becker, Sérgio, mas é uma categoria extremamente difícil de apontar uma supremacia. A diferença entre o Sampras e o Rafter é que o norte-americano sacava mais, principalmente flat, e isso facilitava sua vida, enquanto o australiano usava muito mais slice e isso exigia muito junto à rede.

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  9. Nando

    Quem aki leu a notícia (uma espécie de “especial”) q fala da possibilidade do Sampras poder ser considerado o GOAT? A reportagem é boa…o q é patético (como sempre…) são os comentários na notícia, pessoal desdenhando do Sampras.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Fica difícil , caro Nando , pra turminha modinha e admiradora profunda do h2h , entender um jogador tão dominante. Cansamos de Postar o que significa terminar a temporada como N 1 , seis vezes consecutivas. Enquanto a maioria se pega no h2h de Novak em relação aos rivais. Esse feito de Pistol Pete é imbatível ? Somente teve Agassi como oponente ? Pergunte a Lendl , Edberg , Becker , Wilander … Mas aí seria pedir demais . Abs!

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  10. periferia

    Jair era uma pessoa calada…taciturno…aparentava um profundo ódio contra vida.
    Sempre calado….era um militar de carreira ….sem nenhuna empolgação.
    Vinha de uma família disfuncional…com muitos irmaos …sofreu abusos físicos pelo pai quando criança.
    Talvez era por isso….Jair vivia uma vida de trevas…sem um traço de esperança.
    Morava solitariamente em um pensão…gostava de ficar no escuro dentro quarto.
    Durante uma noite..deitado em sua cama no escuro….viu uma luz invadir seu quarto.
    Era de uma casa em frente….uma família…vizinhos (admirou-se).
    Como um mendigo…passou furtivamente a saborear a intimidade daquela família pela janela.
    Jair observou e não compreendia …seus vizinhos eram felizes…se abraçavam …..sorriam………era algo estranho.
    Dias depois …apareceu dois soldados e um cabo na porta da família.
    Levaram todos presos…até as criancas.
    Jair queria saber porque eles eram felizes.
    E torturou todos até obter a resposta.

    Baseado em A Luz da Outra Casa de Pirandello.

    Hoje (12/05) morreram 881 pessoas (todas eram o amor de alguém ).

    Abs

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    1. Marcão

      Caro Periferia, seus textos freiam meu page down. Clareza, concisão e acidez ao ritmo de reticências, seu avatar. E há mesmo muito nesse conto do Pirandello que o Jair não entenderia…se é que passasse do título…a alma humana…o abraço cúmplice.

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  11. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,estava refletindo…De quase todos os esportes,e com certeza dos principais(futebol,basquete,tênis,vôlei,natação,atletismo,etc…),o tênis é o único que muda bastante de torneio a torneio no aspecto técnico(considero condições climáticas ou torcida aspectos externos ao jogo),porque há uma alteração imensa entre uma quadra de saibro,para uma da grama e para uma quadra dura…Então,ao analisar e comparar jogadores,não deveríamos comparar em relação a cada piso?

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  12. Heitor

    Dalcim:
    li no tenisbrail que, sem público, RG perderia metade de sua renda total. Para o torneio, é melhor fazer com a receita pela metade ou nao fazer e ter o “prejuízo total”?
    Obrigado.

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    1. José Nilton Dalcim

      Me parece lógico ter um prejuízo mediano do que ter um prejuízo total. Eu faria o torneio só com torcedores locais, sem turistas, e ainda assim limitado à metade da capacidade diária nos estádios.

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  13. Oswaldo E. Aranha

    Nando, a lenga lenga está dentro do espírito de “agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, continuarei assim na esperança que o bom senso e falta de agressividade prevaleça. Como sou apreciador do Djokovic, mas jamais agredi outro tenista, quando acho necessário, defendo-o das agressões; cabendo aos torcedores de outro tenista que o faça quando achar necessário.

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  14. Vitor Hugo

    Não se discute que Rod Laver está entre os maiores tenistas da história. Mas eu acredito que com o físico que ele tinha e a altura, não conseguiria ter tanto sucesso nos hj em dia.
    Dalcim, vc acha que o australiano competiria com Federer, Novak e Nadal por títulos de slam?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É muito difícil dizer, mas se David Ferrer deu muito trabalho e beliscou uma final de Slam, não imagino motivo para o Laver não fazer muito mais com o equipamento atual.

      Responder
  15. Vitor Hugo

    O problema entre Federer e os pais de Novak vem desde quando o suíço mandou eles calarem a boca. Obviamente, era um jogo entre Roger x Nole, no saibro, Roma eu acho.
    De qualquer forma, eu me peguei usando tudo que é notícia contra Novak para ataca-lo, o que eu não acho correto.
    Não gosto de muitas atitudes tomadas pelo jogador, mas ninguém é perfeito, né? Bom, mas independente de tudo ele não sabe da minha existência e acho que não está nem aí pra o que falam dele.

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    1. DANILO AFONSO

      Eita !! Roubaram o celular do Vitor Hugo. Tempos atrás ele não escreveria isso. Vou dar um print aqui…kkkk

      Nobre Hugo, neste ritmo quando terminar a quarentena você será um dos membros da Kombi.

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  16. Sandra

    Dalcim , uma dúvida , qual o problema do tênis voltar , claro voltar sem público , ? Existe algum problema cada tenista pegar a sua toalha , ?? E quanto aos boleiros ? Eles jogam as bolas , estão distantes , ! Ou não ! E outra dúvida as bolas podem estar contaminadas ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O problema maior são as viagens, o deslocame3nto de um país para o outro, Sandra. Especula-se se não seria necessário um isolamento de 14 dias para turistas de fora (a Inglaterra me parece já considera isso) e isso envolveria os atletas.

      Responder
  17. Rafael Azevedo

    Dalcim, vez ou outra você declara que ainda considera o Federer o maior de todos.

    Você tem a visão de que “não importa qtos slams Nadal e Djokovic vençam, Federer continuará sendo o melhor”, ou você acredita que há a possibilidade de um dos dois ultrapassarem o suíço?

    A minha pergunta é exclusivamente à respeito de Nadal e Djokovic. Pois, você pode achar que há a possibilidade de surgir um tenista melhor, mas que nenhum dos 2 citados poderiam ser ele, devido à estilo de jogo, estética, sei lá…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mais uma vez, digo: Federer para mim é o “melhor”, e aí se inclui toda uma série de questões técnicas e de estilo, além obviamente do sucesso na carreira. “Maior” envolve principalmente questão numérica (embora deveria também avaliar qualidade e peso histórico), e hoje talvez ele ainda mereça isso por estar à frente dos números mais relevantes do tênis e de ter um peso histórico um pouco maior. No entanto, é bem provável que seja superado por um ou até pelo dois pelo menos na questão numérica, Rafael.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Obrigado, pelo resposta, Dalcim.
        Sempre ouvi as pessoas diferenciar “maior” e “melhor”, mas não entendia a diferença. Agora, está mais claro.

        Responder
  18. Caio Cesar

    Boa tarde, Dalcim.
    Eu vi um comentário seu sobre a final de RG/2011 e fiquei relembrando do jogo e, principalmente, como o Federer teve chances reais de vencer. Recordo perfeitamente de eu, no final do jogo, virando uma cerveja e pensando: ele poderia ter ganho, desperdiçou a chance da vida de vencer o Nadal lá!
    Se vc fosse o Federer, qual título de Slam perdido vc mais desejaria ter vencido?
    Apesar da tragédia de 2019, ficaria em dúvida entre WB/2008 e RG/2011, pendendo mais para o último, pq na minha opinião o que faltou no currículo foi vencer o Rafa numa final de Rolanga.
    Grande Abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Concordo com você. Se eu fosse o Federer, também lamentaria RG de 2011. Mas acredito que hoje W-2019 pese mais para ele. Abs!

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Dalcim,

        Você acha que se o Djokovic tivesse vencido o Federer na semi de RG-11, o sérvio teria derrotado o Nadal na decisão?
        Suposição apenas…
        Como eu queria que tivesse acontecido esse embate.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Teria sido muito interessante, sem dúvida, porque Djokovic estava voando naquele momento. Mas veja como a parte mental pesa e ele foi parado por Federer, algo um tanto inesperado. Então talvez o mental na final também pesasse muito.

          Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            Concordo.
            De fato, o mental teria um papel muito importante. Mas eu acho que o sérvio sentiria menos pressão diante do favoritíssimo Nadal em 2011 do que sentiu contra o Wawrinka em 2015, na qual o Djoko era muito favorito.

          2. José Nilton Dalcim

            É possível, mas seria sua primeira final em Paris e isso sempre mexe com os nervos, como de certa forma ocorreu em 2012.

  19. periferia

    Olá Dalcim.

    Certa vez te perguntei quem tinha sido o tenista mais dominante de todos os tempos.
    Vc disse Sampras…..fiquei meio ressabiado….pensei que diria Rod Laver (62 é 69).
    Mas vendo o artigo do Goat foi como um desenho para mim……realmente é verdade.
    Muito bem feito o artigo ….indiscutível.

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nem de longe se deve diminuir os feitos e a importância do Laver, José Cláudio, mas ele deu certo azar pelo tênis profissional ter começado tão tarde em sua notável carreira (ou seja, a partir de maio de 1968) e assim vários de seus grandes números acabaram inferiores.

      Responder
  20. Heitor

    Posso fazer uma enquete aqui?

    Se os prefeitos acatarem o decreto do Bolsonaro e liberarem academias e cabeleireiro/barbeiro, vocês sairão de suas casas pra malhar e cortar o cabelo?

    1. sim
    2. nao

    Responder
    1. Barocos

      Heitor,

      Depende:
      – se em minha cidade estão fazendo testes estatisticamente significativos para que se tenha uma boa estimativa do número de infectados/100,000 e da taxa de evolução da propagação do vírus;
      – se existem leitos hospitalares apropriadamente instalados para atender a parcela (em torno de 1 à 2 %) que desenvolvem um quadro grave;
      – se nestes lugares existem testes rápidos para o controle das pessoas que queiram ingressar ou frequentem o local;
      – se todos estão dispostos a usar máscaras, adequadamente e com o mínimo de qualidade.

      Se os indicativos forem positivos para todos os itens acima e dentro dos limites considerados seguros, sim.

      Responder
    2. Gabi

      Não vejo a hora de ir para a academia, mas, por enquanto, a resposta é não.

      Cortar o cabelo sim, desde que respeitadas todas as condições de higiene e limitação do número de pessoas.

      Mas… o duro é que não basta a gente se cuidar. O outro tb tem de se cuidar. E, infelizmente, as pessoas no geral são, desculpe o termo, porcas; se nem lavar a mão após sair do banheiro lavam, não consigo confiar que sigam regras um pouquinho mais rígidas de higiene…

      Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      Não pras duas , Heitor . E ele faz decretos para não serem cumpridos rs. Já foi decidido que cabe a Prefeitos e Governadores , essa decisão. Agora, eu tenho cortado em casa com uma Gata mascarada , que tal ? E com direito a , digamos, outras mordomias rs Abs!

      Responder
    4. Carlos Reis

      SIM para as DUAS!

      Esse vírus é FRACO, ainda bem! Mas a propaganda NUNCA foi tão forte… Há vários tratamentos simples, baratos e eficientes que não são sequer mencionados na mídia.

      Vergonha alheia o povo acreditar nessa mídia maldita, essa gente não é confiável, quantas vezes já mostraram isso pra nós!?

      BUSQUEM A VERDADE!

      Responder
      1. Groff

        Vírus é fraco? Eu já perdi uma pessoa querida para ele, seu sacripanta! No Brasil estamos prestes a ter 1.000 mortes (só das reportadas) por dia! Sua sorte é que a internet mantém as pessoas anônimas (seu nome provavelmente não é verdadeiro e/ou você é um dos robôs usados pelos loucos de plantão). Caso contrário, juro que você ia se arrepender de falar o que falou.

        Responder
  21. Rafael

    Atenção: o texto abaixo é uma colagem de diversas fontes externas, estudos próprios e conversas pessoais; portanto, NÃO contém nenhuma chancela científica, sendo inclusive ridicularizado e não recomendado pela área e tampouco por médicos. Segue apenas como curiosidade:

    – Água do Mar Morto (entre Israel e Jordânia): possui alto grau de salinidade (33%), não comporta nenhuma forma de vida, daí o nome: contém 21 minerais (12 deles só encontrados em suas águas) – devido à impossibilidade da criação ou manutenção da vida, não há peixes ou bactérias: ACREDITA-SE que suas águas apresentem propriedades cicatrizantes, antissépticas e anti-inflamatórias, além de serem indicadas para doenças reumáticas e psoríase. Turistas do mundo inteiro viajam para lá, para banhar-se em suas águas;

    – Lama: rica em enxofre, estimula a renovação celular. Largamente utilizada na preparação de cosméticos. ACREDITA-SE que tem ação esfoliante e hidratante, ajudando na renovação celular e também ACREDITA-SE que ajude na eliminação de radicais livres, retardando o processo de envelhecimento e prevenindo doenças, até mesmo alguns tipos de câncer; todo mundo já ouviu falar no chamado banho de lama medicinal;

    – Água magnetizada: ACREDITA-SE que ajude a reduzir a acidez do sangue e o excesso de radicais livres no organismo, e que aumente a oxigenação nas células e no sangue.

    Por último, o mais chocante:

    – Urinoterapia: Prática utilizada há milênios por egípcios, chineses e indianos. Consiste em beber ou passar no corpo a própria urina. Na milenar medicina chinesa, aconselha-se utilizar a primeira urina depois de acordar. ACREDITA-SE que possua poder cicatrizante e anti-inflamatório. Os gregos e romanos utilizavam essa prática para tratar de “qualquer coisa”. ACREDITA-SE que seja mais eficaz do que cremes para tratar de manchas no rosto, como melasmas. Um usuário famoso dessa prática é Lyoto Machida, lutador de MMA, que começou a fazer uso incentivado pelo pai. Todos sabem que Machida tem ascendência oriental.

    Não faço uso de nenhuma dessas práticas e, mesmo que fizesse, não sou especialista em nada para recomendar nenhuma. Apenas quis mostrar que práticas consideradas “esdrúxulas” existem e são largamente utilizadas desde muito antes de eu ou você termos nascido.

    Refletindo sobre isso, fico pensando em quão esdrúxula deve ter soado a ideia, quando apresentada pela primeira vez, de se injetar um vírus modificado no organismo para prevenir doenças. Depois, veio-se a provar de valor inestimável para a saúde humana, pelo que sou totalmente a favor.

    Recomendo, isso sim, o filme sobre a vida do entertainer Americano Andy Kaufman, interpretado pelo brilhante Jim Carrey, onde, a certa altura, é mostrado quantas viagens o personagem faz e a quais métodos se submete para tentar curar um câncer de pulmão, que o vitimou na tenra idade de 35 anos. Também recomendo ler a entrevista do jornalista Gilberto Dimenstein à Folha sobre o câncer gravíssimo que enfrenta, no mesmo sentido.

    E por que isso tudo? Talvez a busca pelo aumento da imunidade naturalmente, enquanto você ainda está saudável, seja uma alternativa interessante em oposição a recorrer a métodos desesperados quando se é acometido por uma doença grave ou terminal. Tudo com a devida responsabilidade e sem abdicar de práticas reconhecidamente eficazes da medicina tradicional.

    Responder
    1. Antonio Carlos

      Olá caro colega. Me permita discordar, mas o fato de uma determinada ação ser antiga ou muito antiga não valida ela a estar correta. Ela pode ser simplesmente uma ideia antiga esdrúxula! Assim como acreditar em Saci Pererê.

      Responder
  22. Heitor

    Dalcim:
    O novo teste do tenisbrasil é sobre roupa dos tenistas. Uma das perguntas é sobre o quem revolucionou a moda no tenis.
    O que houve para Ivan Lendl ter revolucionado a moda no tenis?
    Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A Adidas foi a primeira a usar cores mais destacadas nas camisetas e a criar uma linha para um tenista, como o caso do Lendl, Heitor.

      Responder
  23. DANILO AFONSO

    Eu sinceramente não entendo os pais do DJOKOVIC. Só falam besteira.

    Ficam se remoendo até hoje de um jogo que já ocorreu há muito tempo. Isso porque o filho foi campeão, imagina se tivesse perdido a final de WB19. Djokovic que passou pela pressão nunca falou nada, no máximo comeu um bocadinho de grama fazendo cara de debochado para a torcida.

    Se eu fosse o Djokovic imploraria para os pais não darem mais declarações para a mídia. Ficam criando uma situação constrangedora entre o filho e o suíço.

    Por que criar intriga com os outros se meu filho está bem de saúde, famoso, milionário e com uma bela família ??

    Responder
  24. Diego Rodrigues Silva

    Dalcim Boa noite.

    Apenas uma comparação você acha que Djokovic passando o Federer e o Nadal e ambos parando com ele na frente ele se tornaria uma espécie de Roy Emerson, que ficou muitos anos como o maior vencedor de slans mas quem era aplaudido é reverenciado como o melhor era seu conterrâneo Rod Laver? E caso aconteça de o Nadal terminar na frente ele seria uma espécie de Court que só ganhou a maioria em um lugar os seus títulos.
    Em tempo acho que o Federer terá seus recordes quebrados. Slans, semanas e finals. Hoje eles são frágeis.
    Se não for pedir faça uma lista das mulheres.

    Abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, teremos a lista das mulheres, Diego. Olha, o caso do Laver é diferente, porque ele na verdade saiu de cena quando se profissionalizou até a chegada da Era Aberta, quando recuperou totalmente o prestígio. Não acho que Nadal seja minimizado por seu domínio no saibro. É fato que ele tem 12 troféus lá, mas Federer e Djoko têm 8 em seus domínios. Então penso que quase se equivalem. Abs!

      Responder
  25. periferia

    Quem somos.

    Em uma noite…..
    Nixon anda solitariamente pela Casa Branca .
    Estava um pouco embriagado….os dias eram de muita pressão……queriam a saída dele da presidência (O caso Watergate estava a todo vapor).
    Na Casa Branca…espalhados por seus cômodos…. existem quadros retratando os ex presidentes americanos.
    Nixon para diante do quadro de Kennedy .
    Kennedy foi seu grande adversário político….Nixon o invejava….toda aquela sofisticação….uma esposa “classuda”(Jackye…..como ela ficava bem naquelas roupas).
    O quadro valorizava toda “realeza ” de Kennedy…parecia pintado por Rembrandt (aquele fundo escuro…).
    Muitos americanos achavam Nixon um homem baixo e sem caráter.
    Nixon observou o quadro demoradamente e melancolicamente disse:
    – Quando eles (povo americano) olham para vc ….sonham em ser vc.
    Quando eles olham para mim….descobrem quem são.

    Inspirado em um trecho escrito por Oliver Stone.

    Diz muito sobre nós brasileiros.

    Sigamos.

    Responder
  26. Rodrigo S. Cruz

    [Heitor]

    “nossa, por que isso? fui educado com vc e reconheci uma atitude tua e vc vem provocar?”

    Ué, você queria que eu pensasse o que?

    Se eu já perdi a conta das vezes que você reclamou quando eu quotei a mensagem de alguém.

    Essa eu não entendi…

    Responder
    1. Heitor

      Vc deve estar se confundindo. Eu não reclamei. Justamente reclamei o contrário tempos atrás, que vc respondia e a gente não sabia a quem era a resposta. Tanto é que ontem ou hj vc citou o destinatário e eu vim reconhecer a tua atitude.

      Responder
        1. lEvI sIlvA

          Rodrigo, meu caro , tudo bem por aí?
          Veja só, o Heitor não reclamou do quote em si, como ele mesmo falou. Releia por favor, a resposta a você. Ele está pedindo pra indicar a quem é a resposta, e se possível, manter a mesma abaixo pra ele acompanhar o andamento da conversa.
          Abraço e cuide-se!

          Responder
  27. Luiz Fernando

    Aos cinéfilos do blog, neste momento estou assistindo “Rio Grande”, da dupla imortal dos faroestes, os dois “John”, Wayne e Ford, o primeiro da trilogia da cavalaria do mestre Ford com o fenomenal Wayne. Simplesmente espetacular…

    Responder
    1. periferia

      Olá Luiz

      Clássico…..ao lado de Sangue de Heróis e Legião Invencível faz parte da trilogia .
      Inclusive Rio bravo tem é um parábola de acontecimentos da guerra da Coreia…que Wayne….um macarthista de carteirinha defendia (Wayne ajudou a perseguir colegas por sua ideologia politica).
      Ford só tem clássicos no gênero.
      No Tempo das Diligências……Rastros de Ódio (onde nada parece que é….o personagem busca a vingança por amar a esposa do irmão…mas nada é explicitado) …e principalmente O Homem que Matou o Facínora (aquele da frase “Quando a lenda é maior que o fato…publica-se a lenda”).
      O gênero tem obras primas.
      Matar ou Morrer (O do relógio)…..A Face Oculta (Marlon Brando na direção)….. Gatilho Relâmpago (com Glenn Ford)….sao tantos…..quase todos grandes diretores da época de ouro de Hollywood passaram pelo gênero.
      Eu mesmo quando menino fui apresentado ao cinema vendo filmes do Audie Murphy (o soldado mais condecorado da segunda guerra que virou ator)…faroeste B…..mas muito legais ( lembranças boas).
      O gênero foi um dos pilares da indústria americana de cinema.
      E ainda sobrevive……em nós.

      Abs

      Responder
  28. Oswaldo E. Aranha

    Pirandello escreveu algumas das mais importantes obras para o teatro, dentre as quais “Assim é se lhe Parece”, que, felizmente tive oportunidade de assistir com Claide Yacones e Walmor Chagas.
    Lembrei-me desta peça ao ver alguns comentário no blog.
    Uma pessoa que se destaca e ganha notoriedade, seja na política, cultura ou no esporte, precisa se preocupar com o que diz, porque muitos seguem à risca o que seu ídolo fala. A preocupação também deve levar em conta que as interpretações são muito subjetivas e nunca esquecer dos detratores de plantão que estão sempre alertas, que nem escoteiros, para deturpar os fatos.
    Quando Djokovic afirmou que não se via obrigado a tomar vacina, quis dar sua posição individual; quando afirmou que o pensamento tem poderes te tornar água poluída em água limpa, quis dar opinião de sua crença pessoal; claro que não foi feliz.
    Quanto ao que disse a mãe do sérvio, lembremo-nos da história da mãe que disse que o filho era o único que estava marchando certo do pelotão.
    Assim é se lhe parece!

    Responder
    1. Nando

      Tu é chato hein…td vez o mesmo lenga-lenga. Mas criticar os torcedores do sérvio qnd estes falam asneiras, vc não faz né? Aí faz vista grossa.

      Responder
    2. periferia

      Olá Oswaldo.

      Interessante ..escrevi para o Luíz sobre um faroeste…O Homem que Matou o Facínora…..quando me deparo com suas letras sobre Pirandello….e de sua peça… Assim é (se lhe parece).
      Os dois falam sobre a mesma coisa….e são obras tão distintas.
      Um faroeste é uma peça teatral universal.
      Para Pirandello não existe uma verdade só….para Ford também.
      Existe toda uma impossibilidade de chegar a uma verdade única.
      Por isso usamos a ” fofoca” de Pirandello para chegar a uma verdade “particular”.
      É uma peça de muitas leituras.
      E atual…sem dúvida.

      Abs

      Responder
  29. Rodrigo S. Cruz

    Fora das quadras, eu não tenho nenhuma crítica ao Novak Djokovic.

    Ele parece ser um cara bacana, um homem bom.

    Mas esses pais dele, pelo amor…

    Que duplinha de retardados , viu.

    Toda vez que aparecem na mídia eles soltam uma merda.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      A mamãe mandou o famoso “ Rei Morto , Rei Posto “ para o Suíço no USOPEN 2011. Em 2012 Novak pediu desculpas ao Suíço e ao Espanhol pelos excessos de Papai Novak , Rodrigo. Abs!

      Responder
    2. evaldo moreira

      Bom Dia,
      Pois é Rodrigo, tenho visto algumas lives do Novak, achei interessante a fluidez e me pareceu ser um cara bacana, e claro que, com algumas colocações fora da órbita, o resto vai bem, e notório como que de vez em quando aparece umas pessoas para falar merda e sem noção, só em olhar para a cara do pai do Djokovic dá nojo, cara arrogante, e agora aparece essa mulher falando asneiras, deveria ela compreender que nesses tempos dificeis, deveria procurar algo pra fazer e pelo visto não tem.

      Responder
  30. Rubens Leme

    Dalcim, vendo alguns momentos de da vitória do Meligeni sobre o Sampras, a gente percebe como quase tudo é relativo. Explico: o norte-americano erq chamado de “mão cortada no saibro”, como dizia a gíria da época e ele mesmo admitiu que deveria ter se empenhado mais para jogar neste piso e que se arrepende em ter sido tão preguiçoso neste ponto.

    Mesmo assim, o “preguiçoso” somou 3 títulos no piso, sendo um dele o Masters de Roma em cima de Boris Becker. Ou seja, era “ruim pero no mucho”, porque Becker chegou a três semifinais em RG e a seis finais em saibro – todas terminaram com derrotas – caiu frente a especialistas, casos de Thomas Muster, Alberto Mancini, Sergi Bruguera e Alex Corretja, ou seja, para a elite do saibro na época.

    Já Meligeni, o “especialista do saibro” também soma os mesmos 3 títulos em saibro, mas nenhum deles com a expressão de um Masters. Ok, ele foi semi, em 1999, em RG, mesmo resultado de Sampras, em 1996, que ainda tem outras três quartas-de-final em Paris no currículo.

    Resumo da ópera: mesmo no saibro, o “mão cortada” supera o “especialista”.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ao ver a raquete de GUGA , o Norte-Americano diz em sua Biografia que deveria ter trocado a sua pensando em RG. Mesmo assim deu o troco em Kafelnikov, que o derrotou na Semi de RG . A Rússia escolheu um Saibro coberto no mesmo ano contra o USA na Final da Copa Davis . Pete marcou os 3 pontos na vitória Norte -Americana. Abs!

      Responder
  31. Filipe Fernandes

    Caro Dalcim, boa noite.

    Mestre, eu só posso te aplaudir e te parabenizar por uma resposta que você deixou abaixo (sobre a redução das vidas perdidas a números, como se elas não tivessem sentimentos e famílias). A gente precisa tomar o imenso e necessário cuidado diário, constante, de não nos depararmos com as coisas (a vida, aqui no caso) e reduzi-las a meras estatísticas, a meros números frios e impessoais e, assim, minimizá-las. Precisamos tomar o cuidado primordial de não nos tornarmos máquinas (e, novamente, penso naquele conceito de “banalidade do mal” proposto pela filósofa Hannah Arendt).

    Se me permite, caro Dalcim, deixo abaixo um trecho de um artigo que o biólogo e divulgador científico Atila Iamarino publicou a um mês na Folha de S. Paulo. Ele vai ao encontro das suas palavras na resposta escrita.

    “QUANTO VALORIZAMOS CADA VIDA?”, Atila Iamarino, 09/04/20.

    “Como alguém que acredita no poder transformador da ciência, eu prefiro dar o tempo necessário para que ela possa salvar vidas. Prefiro respeitar quem já fez a sua escolha, garantindo a saúde física e mental de quem garante a minha saúde nos hospitais. Cuidar do próximo é uma capacidade humana que agora podemos exercer para milhões de pessoas. Assim como podemos deixar a pandemia correr seu curso natural, saturar o atendimento e reverter as chances de sobreviver a uma pandemia ao estado de cada um por si que tivemos por toda nossa história.

    “Trata-se de escolher incluir ou não a maioria dos doentes, independentemente da idade ou pré-condições de saúde que não eram uma sentença de morte até 2019, dentro do sistema de cuidado que criamos e do qual desfrutávamos até ontem. Quem faz a economia são pessoas, não o contrário. Quem salva vidas são pessoas. Priorizemos pessoas.”

    https://www1.folha.uol.com.br/colunas/atila-iamarino/2020/04/quanto-valorizamos-cada-vida.shtml

    Novamente, parabéns pela resposta, mestre Dalcim, um grande abraço a você e ao pessoal do Blog. Desejo que todos estejam e fiquem bem.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Filipe. Não gosto de polemizar, mas banalizar a tragédia é uma coisa que não devemos fazer. Isso no torna bem menos humanos.

      Responder
  32. JAN DIAS

    NADAL e DJOKOVIC desesperados pra voltar a treinar, FEDERER parou de postar sobre isso. STAN segue publicando fotos e vídeos de seus treinos (academia) no Instagram, segundo ele pra poder seguir tomando sua tacinha de vinho 🍷 ..
    Difícil ter motivação e disciplina pra treinar sem ter competições à vista… o próprio NADAL confessou isso..

    Responder
  33. Sandra

    E de chorar qdo vejo todos esportistas do mundo ajudando seus países e os daqui não abrem a mão para dizer bom dia !! Aliás Dalcim , vc conhece algum que doou alguma coisa ?

    Responder
    1. JAN DIAS

      É lamentável mesmo Sandra, fico revoltada.. Tanto jogador de futebol milionário e eles não dão nem as caras… no começo da pandemia, eu li na Net que o Neymar ia doar 300 cestas básicas pra famílias carentes, mas nem sei se ele doou mesmo…

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          O US Open está no momento mantido para o final de agosto, Jan. Mas todas essas datas são no momento mais desejos do que realidade.

          Responder
  34. Gabi

    Acho curioso quem responde cada post se despedindo: “eu acho isso, aquilo e aquilo outro. Bjs”
    “Respeito sua opinião, mas bla, bla, bla, bla, bla. Abçs”
    E aí o interlocutor continua e a pessoa continua se despedindo a cada resposta.
    Já pensou isso ao telefone?
    – Alô? Dona Luiza?
    – Sou eu sim, abraços.
    – Oi?
    – O senhor que ligou, não foi? Abraços.
    – É que eu queria falar com a senhora a respeito do carro…
    – Pode falar, meu senhor. Abraços

    Responder
  35. Vitor Hugo

    Dalcim, vc não acha curioso Agassi ter mais títulos na Austrália que Sampras, já que lá a quadra é mais rápida e pelo estilo dos dois? E o inverso no U.s Open? Ou antigamente era diferente?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Há uma teoria interessante para as grandes campanhas do Agassi na Austrália. Ele geralmente encerrava a temporada após o US Open (no máximo jogava o Finals) e antecipava sua pré-temporada, chegando em melhores condições em Melbourne. Vamos lembrar que naquela época o calendário ia até dezembro e o tempo até o AusOpen era bem mais apertado.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Mesmo assim Dalcim , somente não ficou 3 x 3 , devido a Agassi ter vencido a única entre ambos . Empataram em Semis . Duas pra cada. Abs!

        Responder
  36. Thomaz Cardoso Leite

    Dalcim,boa tarde!
    Agora foi a mãe do Sérvio que falou mal sobre o RF.
    Qnd não é o pai,é a mãe….o que vc acha que acontece ali?
    Pq essa raiva do suiço?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Isso não sei te explicar, Thomaz, mas se os torcedores de Djoko se irritam com a torcida contra (no caso do Federer principalmente), imagine então o pai e a mãe. Acho uma reação compreensível.

      Responder
      1. Sandra

        Eu evitei comentar , mas já que a mãe dele falou eu também posso falar , acho que o Federer vendo aquela torcida a favor dele , ele se achou , achou que não perderia de jeito nenhum , mas perdeu, isso não é porque torço por ele não , até porque em maneira de falar bobagem está páreo duro com Bolsonaro rsss, so que Bolsonaro não me pega mais !!

        Responder
        1. Sandra

          Eu quis dizer , que Djokovic ultimamente só abre a boca para falar besteira , com exceção qdo quis defender os tenistas de ranking mais baixo

          Responder
  37. Luiz Fernando

    Acho q a quarentena não está fazendo bem ao Tio Toni, desde quando Messi pode ser considerado o maior esportista de todos os tempos? Claro q aí entra a visão pessoal dele, que deve ser respeitada, mas se alguém me pedisse uma lista agora, anos luz a frente do argentino já entrariam, dos q eu vi atuar: Ali, Jordan, Schumi, Pelé, Senna, Maradona, Brady, Manning (Peyton, claro) e se eu continuar haverá uma série de outros. Longe de negar os méritos do cara, é um craque e um jogador fenomenal, mas não nos esqueçamos q na seleção argentina, sem aquela constelação de craques do Barça, Messi é um jogador ineficaz e sem resultados, me parece faltar currículo p ser considerado como tal.

    Responder
    1. Gildokson

      Tudo uma questão de opinião…
      Levar um time que tem Rojo, Demichelis, Zabaleta, Garay, Bligia, Perez, Lavezzi e Higuaín até uma final de Copa Do Mundo e perder para aquele timaço da Alemanha por 1×0, pode ser considerado um trabalho de gênio. Esse time da Argentina sem o Messi (maior artilheiro da história da seleção) não ganha nem do Ibis, tanto é que com o tão aclamado Jorge Sampaoli quase não chega na outra Copa, se não fosse o Messi…

      Responder
      1. Miguel BsB

        Mas ele já jogou na seleção com Tevez, Aguero, Mascherano…acho o Messi um supercraque, mas na seleção, pro nível dele, muitas vezes apontado como o melhor de tds os tempos, ele deixou a desejar…nem 1 título com a selecao principal. Perdeu várias finais.
        Maradona foi campeão em 86 com companheiros bem discutíveis…por isso ele é mais idolatrado pelos Hermanos.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Procure saber , caro Miguel . Quais títulos os companheiros de ataque Jorge Burruchaga e Jorge Valdano ( este pelo Real Madrid ) , venceram sem Dom Diego em suas carreiras. A Seleção Argentina em nada ficava a dever a Alemã. Marcaram impiedosamente Maradona, e esqueceram dos demais . Levaram TRÊS gols na Final de 86. Abs!

          Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        E que jogou uma barbaridade no 3 x 4 contra a campeã França nesta Copa de 2018. Gol antológico contra a mesma , caro Gildokson. Abs!

        Responder
        1. Gildokson

          Poos é Sérgio, para o Messi é um injustiçado nessa questão da seleção, por que na hora de avaliar todo mundo só pensa no ataque. Veja o nosso amigo Miguel por exemplo, citou Tevez e Aguero, (aliás Aguero sim deve ser criticado por suas atuações humildes mesmo sem metade da pressão) e esquece que num esporte coletivo o setor de defesa é importantíssimo, e a Argentina não tem isso à uns 15 anos.

          Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Incrível como o maior artilheiro disparado da história da Seleção Argentina, não tenha “ currículo “ . Campeão Olímpico , marcou em três Copas distintas , sua Equipe fez uma partida de altíssimo nível contra a Alemanha que tinha aplicado um sonoro 7 x 1 nos donos da casa na FINAL da Copa 2014. Maradona jogou duas Finais contra a Alemanha e venceu uma . Nada de Libertadores , nem Champions , nem Mundial Interclubes . E foi mandado embora do Barcelona a preço de banana. Um Craque sem dúvidas. Mas pra muitos , jamais jogou tanto tempo em altíssimo nível como Lionel Messi. Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Melhor jogador da Copa de 2014 , Temporada em que marcou 58 gols em 57 jogos. Marcou 65 gols contra 36 de Dom Diego atuando pela Seleção Argentina. Na FINAL da Copa de 86 contra a Alemanha, Dieguito não marcou , e o ótimo Time da Argentina bateu a ótima Seleção Alemã por 3 x 2 . Abs!

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Maradona foi mandado embora por uma briga generalizada em que protagonizou na FINAL da Copa do Rei contra o Atlético Bilbao 83 . Suspenso por 3 meses pela diretoria acabou vendido ao Napoli. Brilhou no Italiano sendo Bi-Campeão ao lado de Careca e Alemão . Abs!

        Responder
      3. Luiz Fernando

        Que copa do mundo ele venceu pela Argentina? Que copa das confederações ele venceu pela Argentina? Que copa América ele venceu pela Argentina? Salvo engano, NENHUMA. A copa de 86 que o Dieguito venceu virtualmente “carregando” 10 outros jogadores vale por toda a carreira do Messi em seleções. Repetindo o q um internauta comentou na matéria do site, é um jogador de clube, excepcional, mas de clube. Mas vc é sempre do contra e confunde o craque Messi, algo inquestionável, com o campeão, o jogador que faz a diferença pela seleção argentina, algo q não existe. Além disso, o comentário do site diz “maior atleta de todos os tempos, vc concorda com isso? Essa é razão para a a expressão “falta de currículo” meu caro. Grande e fraternal abraço kkk…

        Responder
        1. Barocos

          Luiz,

          Futebol é esporte de equipe, não tem como ser campeão se o restante dos jogadores não atinge, em média, um certo nível. Messi é um super craque, Maradona também. Messi não deu sorte com os companheiros (a maior parte), Dieguito deu.

          Responder
        2. Sérgio Ribeiro

          Sem dar chilique por favor , caríssimo Guri. Desde quando o maior artilheiro de sua seleção e FINALISTA de Copa do Mundo ( e Ouro Olímpico) é jogador de Clube ? Se entendesses um pouco de algum Esporte vai ver que eu não sou do contra . O MUNDO admira vários jogadores que não venceram esse Torneio de 7 jogos . A sua imaturidade não lhe permite nem saber quem é John Cruyff. Paro por aqui pois não tenho mais saco com o pseudo adolescente. Já ia esquecendo. Leonel Messi é um excepcional ATLETA e SEIS vezes bola de ouro. Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Para esse rapaz , o divino Ademir da Ghia seria jogador de Clube . Assim como Zico kkkkkkkk Abs!

    3. Robson

      Só discordo completamente do final, referente ao Barcelona,pq Messi desde quando assumiu a titularidade absoluta do time principal,sempre foi campeão pelo clube fazendo barba,cabelo e bigode,o melhor do time,o artilheiro do time,o maior número de assistências do time.E outra,já passaram nesses anos todos vários craques pelo Barcelona,dezenas de jogadores, Messi se sobressaiu e muito sobre todos eles,todos e com muita,muita sobra,portanto essa história de que “jogar bem no Barcelona cheio de craques até eu jogo”, é a maior furada,se o Barcelona não tivesse o Messi,eles não teriam erguido várias taças que ergueram durante esses 14 anos de Messi titular,mas não mesmo.

      Responder
  38. Vitor Hugo

    Dalcim, entre os melhores jogos de todos os tempos talvez caberia Federer x Safin, Austrália Open, não acha?

    As finais entre Federer x Nadal, Wimbledon/08, Austrália Open/09 e Austrália Open/17, também.

    Tem também a emocionante final Federer x Roddick em Wimbledon/09

    Responder
  39. Vitor Hugo

    Barrocos,

    Também acho o Phelps o atleta mais dominante de todos os tempos! Impressionantes como ele não tinha praticamente nenhum rival à altura. Só fico na dúvida se aquilo ali tinha testosterona sintética ou não.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E e’ mais um dos seus inúmeros comentários infantis. Compara um ATLETA de modalidade Individual, com um de modalidade coletiva . Não acerta uma kkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
  40. José

    Todo dia o Bolamarela e a Tenisbrasil colocam notícias novas pra falar mal de Djokovic. Enquanto pro Federer é aquela mesma ladainha de sempre: Federer com sua longevidade é exemplo, blá blá blá blá.
    Querem fazer de tudo pra que não gostem do sérvio.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não estamos inventando notícia, José. Se a mãe do Djokovic dá uma entrevista e fala que o Federer é arrogante, é curioso de ser noticiado. Ou se um tenista importante contesta a ‘vaquinha’… Mas lembre-se que destacamos também a entrevista em que Pospisil revela que Nadal e Federer foram contra e faz acusações ao dois, assim como a do Kyrgios que foi favorável à ATP e até criticou a postura do Thiem. Estamos fazendo (como sempre) o papel de noticiar. Se os tenistas não querem polêmica, eles podem conter o que dizem ou fazem. Parece que virou mania neste país achar que a imprensa é culpada de fazer sua função de informar. Abs!

      Responder
      1. José

        Ora, assim como criticamos qualquer produto ou serviço, a imprensa também pode ser criticada. O jornalista não está isento do pecado ou de críticas. Se podemos contestar o presidente, o papa, o rei e o Pelé, por que não os jornalistas? O jornalismo sempre foi criticado e em todo o lugar do mundo, não é verdade que só no Brasil acontece isso. Inclusive, um fato interessante, que Goethe em suas próprias obras, criticava jornalistas e críticos.
        Bem, existe forma de não mentir (ou não inventar), mas enaltecer ou omitir fatos. Quando se fala que o italiano Berrettini “criticou” a vaquinha – quando na verdade ele disse, resumidamente, que o projeto era positivo, porém preferia apoiar outras causas – não se mente, mas com retórica se enaltece e omite fatos.
        No mais, o site tenisbrasil é excelente. Abraço!

        Responder
      2. Nando

        Mestre, e são só os torcedores do djokovic q fazem essas reclamações…incrível isso. Uma ou outra vez, aparece torcedor de outro tenista reclamando desse e de outro site.
        Pessoal acha q o “ídolo supremo, o macho-alfa deles” é perseguido pela imprensa mundial.

        No mais, os posts seguem excelentes como sempre.

        Responder
  41. Vitor Hugo

    Gabi, estou adiando, mas hora ou outra vou assistir a série sobre o Jordan. Qual a sua nota para a série de 1 a 10? Rs. Se terminou de assistir, claro.

    Responder
    1. Gabi

      Entendo a tua demora porque ou têm outras séries e outras coisas prioritárias ou porque dá preguiça mesmo…
      Não sei qual é o estilo de série que vc prefere e tampouco os critérios que vc usa para classifica-las, então que tal me dizer uma nota 10 e uma nota 0 para eu ter uma ideia?

      Para mim, e para citar uma recente, a melhor de todas é a “How to get away with murder”. Tem um pouco de tudo: tribunal, drama, romance, sexo, humor, policial, suspense e tudo num ritmo hipnotizante e muito bem filmada. E com a arrasa quarteirão Viola Davis. Rsrs. Tá, têm alguns furos e pontas que não fecham, mas, mesmo assim, é uma das minhas nota 10.

      No extremo oposto, e tb para citar uma recente, fico com a muito falada “A casa de papel”. Não aguentei 10 minutos. Talvez eu devesse persistir, mas ela não me pegou, sabe como?

      Dentro dos meus parâmetros, daria 7 para o “Arremesso final”, com a ressalva de que é uma série documental, então muito diferente das que citei acima.

      Responder
    2. Gabi

      Tá, um 9… The Last Dance é um dos melhores documentários que vi. Roteiro muito bom, muito detalhada, narrativa muito envolvente e muito bem construída e os personagens que fizeram e fazem a história do basquete!!

      Responder
  42. Vitor Hugo

    Realmente o problema do sérvio é hereditário. Antes eu achava que o problema era o pai, depois o próprio jogador, agora é a mãe que abre a boca pra falar m..
    Os três são bem parecidos no comportamento e falta de educação.
    Aliás a mãe de Novak disse: “em Wimbledon eramos apenas nós e uns poucos torcendo por Novak “. Realmente, cada dia fica mais claro que aquele papinho ” torcida que mais cresce no mundo” é papo furado! Kkkkk

    Responder
  43. Anderson Nues

    Dalcim, mudando um pouco de assunto, quais ou 5 highlights que você mais gosta de assistir????
    Geral pode mandar os de vcs.
    Lá vai os meus (como fã de Federer e ainda mais hater de Nadal e Djokovic)

    1 – Wawrinka vs Djokovic (RG 2015)
    2 – Federer vs Nadal (AO 2017)
    3 – Federer vs Djokovic (Dubai 2015) *a velha regra, em ATP 500 ele não amarela
    4 – Nadal vs Djokovic (RG 2013)
    5 – Soderling vs Nadal (RG 2009)

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Para ser sincero, vejo muito pouco highlights, a menos que não tenha tido tempo de ver o jogo e precise de um lance específico. Porque os highlights só mostram o melhor, nunca o pior. Então é difícil se ter noção tática ou o que realmente fez diferença no jogo. Mas vale pelo registro histórico, com certeza!

      Responder
    2. Jonas

      1 – Djokovic vs Federer (AO 2016)
      2 – Djokovic vs Wawrinka (AO 2013)
      3 – Djokovic vs Federer (US Open 2015)
      4 – Nadal vs Djokovic (US Open 2010)
      5 – Federer vs Nadal (WB 2008)

      Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      Não sabia que o parceiro gostava tanto de assistir o “Amarelão “ de 102 ATPs . Cadê o jogos do maior e melhor , Pete Sampras ? rsrsrs Abs!

      Responder
  44. periferia

    Olá Leme

    Apenas para concluir (de minha parte) sobre os diretores.
    Reparou que os seus favoritos tem peculiaridades que se liga a vc.
    Woody Allen…….escreve como poucos.
    Scorsese….fez filmes com grandes nomes da música (Bob Dylan…George Harrison …Rolling Stones…e o meu documentário favorito ….O Último Concerto de Rock com a The Band….que tocou com um monte de gente….tem uma história legal….) .
    Allen….literatura
    Scorsese …musica
    Será que a literatura e a música são paixões maiores que o cinema ?

    Abs

    Responder
    1. Rubens Leme

      Por isso são chamados de favoritos, porque nos identificamos mais. Mas embora adore o Scorsese não tenho uma lista que venha depois do Woody, digamos que tem uns 10 nomes em segundo lugar…rs

      Eu gosto muito dos três – música, cinema e literatura, embora música eu tenha mais afinidade, pois escrevi mais. Mas o que eu gosto mesmo é de ler um livro, enquanto ouço música no fone de ouvido, e deixo DVD rolando na tv para, de vez em quando, espiar e com os controles remotos na mão para voltar, acelerar ou mesmo trocar o DVD. Como estou agora, por exemplo.

      Só falta mesmo alguém trazer um lanchinho…rs

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que os três desperdiçaram chances, Lucas. Do Federer e do Djoko respondi ontem mesmo. O Nadal poderia ter mais dois Australian Open, já que as derrotas de 2012 e 2017 foram no detalhe.

      Responder
  45. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,parabéns pelo excelente trabalho nessa quarentena!Essas listas e análises são muito boas,principalmente por resgatar números e feitos dos tenistas do passado!Ja deu para ampliar bastante o conhecimento da história do tênis nesse período!

    Responder
  46. Álvaro Luiz

    Nadal x Djokovic jogaram 3 finais de US OPEN (todas elas quando ainda existia o Super Saturday, Semifinais no sábado e a Final apenas 1 dia depois).
    Em todas as 3 finais, o Djokovic teve a infelicidade de jogar Semifinais em 5 sets apenas 1 dia antes da finalíssima.
    Isso explica as 2 finais que Nadal ganhou contra o Djoko no US OPEN.
    Na normalidade , provavelmente Djoko teria ganho as 3 finais de US OPEN contra Nadal.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Será q ele perderia algum jogo na carreira, em qualquer situação? Por favor, me envie os números da próxima mega-sena kkk…

      Responder
  47. Felipe Rabello

    Creio que o Federer ainda está um pouco à frente do Djokovic na quadra dura por ter a mesma quantidade de Slams, mas um Finals a mais e 12 títulos a mais no geral.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Felipe, pelo que entendi, observando as três relações TOP 10 que o Dalcim publicou, ele utilizou 4 critérios:

      1) quantidade de títulos de Slams;
      2) quantidade de Finais Slams;
      3) outros títulos;
      4) percentual de vitórias;

      Djokovic venceu no critério 2 e 4.

      O critério 1, apesar do empate, talvez o Dalcim tenha levando em consideração que o Djokovic tem a mesma quantidade de Slam mesmo disputando 10 Slams a menos que o Federer, ou seja, o sérvio foi mais eficiente. Se você acompanha o blog há anos como eu, você chegará a conclusão que o Dalcim está sendo coerente com tudo que ele fala do mito Bjorn Borg, este que teve vários Slams mesmo se aposentando aos 26 anos. Imagine quantos Slams a mais o sueco teria se tivesse pelos menos disputado mais 10 slams pelo menos.

      No critério 3 (outros títulos), acredito que o Dalcim tenha divididos os títulos em dois ou três níveis de relevância (peso), onde no nível mais alto estaria os Big Títulos (Masters e Finals), no nível intermediário os ATP 500 e no último nível os ATP 250. Lendo algumas resposta do Dalcim na lista da grama, entendi que ele “descartou” ou quase ignorou os títulos ATP 250, e os ATP 500 considerou mais relevante na grama, pois neste piso não há Master 1000 igual há no saibro e hard. Não tem como comparar a competitividade das chaves dos Masters com um ATP 500, estes quase não são obrigatórios (3 no ano).

      Federer ganhou no quantitativo de títulos, mas perdeu do sérvio no número de Big Títulos (master/final), títulos esses que a ATP faz questão de dar um peso muito grande.
      Outro detalhe, o sérvio além de possuir dois big títulos a mais que o suíço, lidera essa marca mesmo tendo disputado 19 torneios a menos, e isso faz muita diferença.

      E por último, apesar do Dalcim não ter mencionado nos 3 rankings TOP 10, vi em uma resposta dele, que a diferença de vitórias do sérvio nos confrontos direto no geral e principalmente slams, também tiveram uma pequena relevância na ordem na lista.

      Enfim, o REI de Belgrado mereceu o trono.

      Responder
  48. evaldo moreira

    Bom dia,
    Saudações Dalcim, tudo bem!?.
    Saudações a todos do blog.
    De todas as listas que foram postadas, esta da quadra foi a que mais me chamou atenção, não desmerecendo os feitos do Djokovic, mas pela carreira do Federer em que ele praticamente jogou em todos os pisos, deveria estar na frente, e sejamos sensatos, o sérvio é um baita atleta neste piso, me impressiona como ele se adapta nos pisos, e o Nadal também, feitos descomunal realmente, para um jogador como ele ser do saibro por completo, e de se impressionar realmente.
    Dalcim, ser Rafa tem 2 wimbledon, Roger deveria ter por obrigação 2 Roland Garros, kkkkkkkkkkk, brincadeiras a parte, 5 finais em RG, já é um feito grande para suiço, mesmo que tenha perdido todas para o Nadal, concordas mestre !?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Perdeu 4 finais, Evaldo, e ao menos em uma delas teve uma chance real de vencer. Mas contra Nadal, é realmente uma façanha das maiores.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Putz Dalcim não me lembro disso, será q alguma vez ele venceu 2 sets do Nadal em RG? Claro q posso estar errado, não me lembro de todos os placares, mas creio q sem vencer ao menos 2 sets e ficar dependendo de vencer apenas mais um não há chance real de vitoria em um GS.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Nem me referi a placar, Luiz, mas em 2011 Federer fez uma semi espetacular e entrou embalado para a final. Se não me falha a memória, teve uma bola praa fechar o primeiro por 6/2, dominando totalmente até então, e perdeu o segundo num tie apertado. Em 2006, o suíço fez 6/1 no primeiro set, lembra-se?

          Responder
          1. Luiz Fernando

            Me lembro mas acho q vencer um set p sair com 1×0 num GS é pouco p se dizer q esteve perto de vencer…

          2. José Nilton Dalcim

            Não falei que ele esteve “perto de vencer”, mas que teve “chances reais” de ganhar.

  49. periferia

    Olá…

    Olhando o blog….vejo muitos fãs…..pessoas que torcem para determinado tenista.
    Torcem com vontade….é um eterno Fla x Flu (acho que o Fla Flu já viu dias melhores….vamos mudar para um GreNal).
    Vendo as ultimas noticias sobre tênis….live de tenistas.
    Encontro o Djokovic….participando de várias….dando opiniões no mínimo discutíveis.
    Mas não gostaria de discutir as opiniões do Djokovic (que um tremendo jogador).
    Gostaria de discutir como admirar alguém que não tem nenhum traço de identificação com seu torcedor.

    Vc pode torcer….vibrar….até chorar pela vitória de um ídolo que não representa vc como pessoa?

    Ou vc faz uma separação entre o jogador e o homem?

    Caso seu ídolo mandasse vc comprar um tênis da Nike …vc compraria?

    Caso seu ídolo mandasse vc entrar em um lago cheio de esgoto….vc entraria?

    Caso pedisse para vc não se vacinar….vc atenderia seu ídolo?

    Não compreendo bem essa relação……quando admiro alguém no esporte vou buscar pontos em seu caráter que possam alimentar minha admiração ao esportista.

    Ou apenas gostamos e pronto ?

    Abs

    Responder
    1. Gabi

      Muito interessante a tua proposta de análise.

      Então, a vida pessoal de um artista ou pensador afeta sua obra? Será que o comportamento pessoal de um artista, e mesmo o comportamento alegadamente criminal dele, diminui ou altera a qualidade da sua obra?

      O antissemitismo de Richard Wagner não deve ser um impedimento para apreciar a sua música?

      Um dia perguntaram a Gore Vidal se ele gostaria de mudar alguma coisa na sua biografia. O escritor respondeu: “A minha mãe”. Vidal teria vivido anos de terror com a possibilidade de William Buckley, seu fiel inimigo, o denunciar como pedófilo. Buckley teria provas de vários crimes sobre menores. Infelizmente, os descendentes de Buckley confessam que o “dossiê Vidal” foi jogado fora depois da morte do patrono. Então, em tese, não há provas. Mas há a mancha em sua reputação.

      O crime de Roman Polanski, que abusou de uma menor nos Estados Unidos e, por causa disso, nunca mais lá regressou, desqualifica os filmes que ele fez? (quero muito ver o último, “J´acuse”).

      E Heidegger, entusiasta do nazismo, merece ser lido e bem lido? O filósofo alemão engrossou as fileiras do NSDAP, o partido nazista, ocupou uma reitoria de universidade sob Hitler e jamais fez um “mea culpa” disso mesmo tendo morrido apenas em 1976. Devemos desprezar ou diminuir o valor da sua produção filosófica?

      No plano psicológico individual talvez seja impossível deixar de fazê-lo. O sobrevivente de Auschwitz tem todos os motivos para nem querer ler Heidegger.

      Mas, ao menos idealmente, é preciso separar o autor da obra, porque, como diz Caetano Veloso, de perto ninguém é normal. Se só aceitarmos obras e teorias de quem exiba uma biografia exemplar, nos veremos em sérias dificuldades. No limite, até a teoria da relatividade deveria ser rejeitada, já que Albert Einstein, embora tenha se tornado o emblema mesmo do sábio ético, foi um péssimo marido e um pai não muito bom.

      Ou seja, existe uma autonomia na criação estética que não se confunde com a biografia ética. Pretender julgar qualquer obra com as falhas de conduta do criador seria inaugurar uma “caça às bruxas” que deixaria os nossos museus e as nossas bibliotecas irremediavelmente mais pobres.

      Mas confesso algumas dificuldades em colocar tudo isso em prática, em levar a sério o humanismo moralista de um autor quando sei que esse humanismo não era praticado pelo próprio em relação à sua vida particular.

      Repito: não espero que um artista seja um santo. Mas também não tolero que ele se faça passar por santo. E, sobretudo, que faça sermões aos outros exigindo essa santidade.

      A separação entre a conduta ética e a autonomia estética funciona para ambos os lados. A violação de Polanski não retira qualidade aos seus filmes. Mas a qualidade dos filmes não o absolve da violação (e da fuga), mesmo sabendo que a vítima já o perdoou publicamente.

      Acreditar que a vida estética está cima da lei é apenas repetir o mesmo tipo de “diletantismo ético” que produziu horrores mil na história moderna. Se Polanski regressar aos Estados Unidos, a Justiça que trate do que é da Justiça.

      Então, sem prejuízo de punições por eventuais crimes, precisamos reaprender a separar autores maus de suas obras, que podem ser boas.

      Mas, eu mesma ainda nao consigo fazer isso…

      Responder
      1. Barocos

        Gabi,

        Além de espirituosa e bonita (palavras suas, em outro contexto) ainda por cima desfila sabedoria? Reforço e amplio minha convicção de que seu companheiro é um sujeito de muita sorte.

        Sobre crime e castigo, sem querer defender ninguém, longe disto, devemos sempre ter em mente que nossas convicções sobre o que é ético, moral e justo mudam com o tempo. Em uma análise posterior, costumam ser evidentes os erros de outrora. Assim é em ciência e, em menor escala, também o é sobre comportamentos socialmente aceitáveis em determinados períodos. Recriminar interpretações e comportamentos passados é completamente lícito, condenar pessoas por tais atos, merece um certo cuidado (não do caso de estupro, claro).

        No mais, suas ponderações sobre a necessidade de separação entre obra e criador são irretocáveis.

        Responder
        1. Gabi

          Elogios vindos de ti têm muito mais valor porque a gente sabe que vc é o master blaster da sabedoria!!

          Então…, nem sei se sou tudo isso que vc acha que eu sou (exceto pela beleza, que tem de acreditar no que te digo), mas tenho meus momentos hihihi.
          E escrever um texto irretocável por ti fez e faz eu me sentir no caminho certo…

          Tenho certeza de que vc tb está muito bem acompanhado e que a tua atual namorada (já que vc mencionou não querer, por enquanto, casar novamente) tb deva ser um espetáculo, como vc.

          Responder
      2. periferia

        Olá Gabi

        Difícil até argumentar diante de tantos exemplos oferecidos…com tanta informação.
        Apenas para fazer o papel do advogado do diabo.
        Todos os exemplos oferecidos está relacionado a arte.
        Literatura (Heidegger…Vidal)
        Cinema (Polanski)
        Musica (Wagner)
        Nas artes (apesar de considerar o tênis bem jogado um arte) o autor consegue um distanciamento ….até ofereço uma opinião ousada….geralmente nas artes….a obra tem vida própria….aquele que consome a obra a vê distante de seu autor….é algo orgânico….vivo mesmo.
        Muitas vezes vc pode gostar de determinado autor porque o livro…a música….o filme diz algo que está entrelaçado com suas experiências.
        Vc desassocia a obra de seu autor inconscientemente….os personagens são a barragem que protege o autor.
        No esporte não….ainda mais hoje em dia….onde vc “consome” o esportista….vc não é apenas um admirador…..vc é um “consumidor ” do modo vida do atleta.
        Nas artes vc observa que dizemos:
        “Eu queria ter escrito aquele livro”
        “Eu queria ter feito aquela musica”
        “Eu queria ter feito aquele filme”
        Somos mesquinhos….temos inveja do artista….nao do dia dia dele….mas de sua obra.
        No esporte não:
        Queremos a camisa dez do PSG para ser o Neymar.
        Queremos a camisa do Lakers para ser Lebron.
        Queremos a camisa verde da Lacoste para ser o Djokovic.
        No esporte ..deixamos de ser um admirador distante para participar da vida do esportista (o dono da obra).
        Imitamos o atleta….procuramos consumir aquilo que ele consome para ser um vencedor.
        Quero ver um dia que um grande esportista falar que jiló é bom ( não gosto de jiló).
        Sendo leviano…..queremos sair na foto com vencedores….não interessa o caminho escolhido…a fita de chegada é o que conta.
        Reconheço os argumentos bem colocados Gabi.
        É um assunto estranho….ser fã não é como antigamente.

        Abs

        Responder
        1. Gabi

          Vc (e o Barocos tb), muito atento e muito observador que é, percebeu que não citei nenhum esportista.
          E foi de propósito justamente pelos muito bons motivos que vc expôs…
          Falando do Djoko especificamente, se eu fosse torcedora dele, estaria como muitos deles estão aqui: questionando o absurdo das declarações dele. Não sei se chega ao limite de deixar de torcer por ele (ou por qualquer outro atleta), mas que decepciona e frustra e nos coloca para pensar, isso sim…

          Responder
    2. Rafael

      Caro Claudio,

      Sua pergunta já foi respondida por todos que aqui se manifestaram sobre o trabalho de Woody Allen. Um diretor que carrega nas costas as seguintes acusações;

      – manter relações sexuais com a enteada adotada enquanto ainda era casado com Mia Farrow;
      – manter fotos íntimas da filha adotiva na mesma época – embora eles “jurem” q esperaram ela completar 21 anos p começarem a aprontar;
      – agredir o filho que teve com Farrow;
      – abusar sexualmente da irmã do menino, etc.

      Allen já respondeu na justiça por boa parte dessas acusações, perdeu boa parte de seu prestígio junto à indústria de Hollywood (que era bem maior do que o de um jogador de tênis) começou a enfrentar resistência de atrizez (femininas) que antes dariam qualquer coisa pra participar de seus filmes, foi execrado pelo movimento #metoo, enfim… perdeu acordo de distribuição de seus filmes com a Amazon, que cancelou o mesmo por conta de tudo que paira sobre Allen, processou a mesma, etc. Mas apesar de tudo isso, quem pode negar q Allen produziu obras geniais?

      O mesmo pode ser dito de Michael Jackson. Quem pode negar a influência que ele teve no mundo musical? Mas morreu sob suspeitas de pedofilia, inclusive pagando fortunas em acordos para encerrar processos.

      Gosto de tentar separar o artista da pessoa, mas confesso que tenho dificuldades em fazê-lo. Sobre Djokovic, no início defendi pq vi como curiosidade, e toda curiosidade é válida. Agora já penso q ele está passando dos limites, apesar de saber que nenhum fã de tênis é tão simplório q n tenha discernimento para enxergar além de sua torcida. Pessoalmente, espero q Djokovic passe a falar menos e jogar mais, pq já estou um tanto decepcionado com ele.

      O que não dá é exaltar Allen e criticar Djoko, como vi por aqui. Isso é falta de coerência.

      Responder
      1. periferia

        Olá Rafael….espero que esteja bem.

        Sobre Woody Allen existe um certa vingança da indústria cinematográfica contra ele.
        Até mesmo as acusações que pesaram contra ele…. não deu em nada….chegou a ser investigado….mas as autoridades nunca o indiciaro …..ele recentemente lançou um livro de memórias (vi trechos do livro)…..falou sobre a infância….a família.
        Claro…. que quem sou eu para julgar Allen…..mas existe um componente importante…..uma esposa mais velha (com um filho pequeno)…trocada por uma garota mais nova (ela tinha 21 anos senão me engano quando Allen assumiu o relacionamento)…..uma indústria que sempre foi tratada com desprezo diante da genialidade de um cineasta autoral (coisa rara no EUA)….a tempestade perfeita para a destruição.
        Comparo com a época da caça aos comunistas na década de 50 em Hollywood…..vivemos um tempo muito parecido….onde reputações são destruídas em instantes.
        Perseguições são feitas ……vc precisa ser “politicamente correro”…..outro dia estava tentando lembrar…se algum tempo atrás ouvia as palavras “empatia” e o verbo “alinhar”…..repare que qualquer palestra que vc vai….o palestrante diz essas duas palavras com frequência….sendo que na sociedade que vivemos….são meras perfumarias.
        E quando vc bate nesse muro do “politicamente correto”….vc pode encostar no muro….descansar
        e esperar o tempo passar (Proustiano)….. ou pode pegar uma marreta e derrubar o muro.
        Para aqueles que tentam derrubar o muro…..o preço é alto.

        ABS Rafael

        Responder
    3. Barocos

      Periferia,

      Muitos dos meus maiores “ídolos” são grandes cientistas. Em alguns deles, há um certo desprezo por aqueles que os mesmos consideram simplórios ou deficientes. Não sei se você teve o privilégio de frequentar alguma das boas instituições de ensino brasileiras, se teve, certamente que já ouviu comentários depreciativos sobre outras pessoas ditas em tom jocoso.

      Não é incomum que pessoas com habilidades fabulosas imaginem que foram particularmente “escolhidas”: o grande Isaac Newton, Romário (“esse é o cara”), Djokovic e muitos outros se deixaram seduzir por este tipo de presunção. Deve ser extremamente reconfortante acreditar que “o criador do universo” olha especialmente para ti e, sendo especial, não há como não sentir um certo orgulho, gratidão e vontade de, de alguma forma, retribuir a gentileza, mesmo que seja por simples gestos, com apontar para o céu.

      Sendo agnóstico, refuto este tipo de pretensão e, da mesma forma, não compactuo com a convicção, partilhada por muitos, de que a sociedade seja, em grande monta, construída sobre os pilares da meritocracia, tese que agrada em muito as elites (não só a brasileira), sendo esta de grande utilidade para tentar justificar as imensas diferenças sociais e apaziguar a consciência dos membros destas. As relações e o desenvolvimento de cada pessoa é algo muito complexo. Tenho para mim que alguns nascem com habilidades especiais e desses, um número menor tem a sorte de serem criados em ambientes especialmente estimulantes que potencializam estas habilidades.

      Seja nas ciências, nos esportes ou nas artes, é bom tentar separar a criação da criatura e o todo das partes. Acho que todos nós deveríamos fazê-lo, haja vista que não há ser humano que tenha sido extraordinário em todas as facetas que formam o conjunto. Isto me permite apreciar o tênis do Djoko, a música de Wagner, as esculturas de Michelangelo e as pinturas de Debret sem que eu tenha que relativizar a valor de suas conquistas e criações.

      Em especial, guardo grande respeito por aqueles que se esforçam na busca do aprimoramento contínuo do todo. Nestes casos, onde níveis diferentes de “iluminação” se fundem em um único indivíduo, arrisco-me a falar em admiração por alguém.

      Como cidadão, gostaria muito que o foco da sociedade se deslocasse de “ser o melhor” para “o melhor que eu posso ser”, o que passa, necessariamente, por uma revisão do sistema de “recompensas” vigente. Dito já de mil maneiras diferentes, nenhum de nós é uma ilha e, por mais que tentemos conquistar satisfação através do sucesso pessoal, com todo o sacrifício que tal feito impõe, só podemos experimentar uma felicidade mais duradoura quando compartilhamos com muitos.

      Por favor, continue a compartilhar as suas indagações, inquietações e ponderações. Pelo menos para a maioria dos frequentadores, são muito bem vindas.

      Responder
      1. periferia

        Olá Barocos

        Com certeza não frequentei as melhores instituições de ensino …rs
        Concordo quando vc cita o olhar de desprezo de nossa elite.
        Sou muito crítico da “meritocracia”….é algo criado por um elite (muitos ficam incomodados com a palavra elite…onde está?….quem são??…ela existe …e controla)…funciona como um portão de curral….a elite olha os animais e escolhem aqueles que agradam mais ….quando alguém perguna por que aquele e não esse ?
        O representante do alto do pedestal diz.
        Elementar meu caro Watson….é a meritocracia.
        Sou da opinião que o pilar de uma sociedade é o pensamento livre…..o criativo é o cara que muda o mundo….muda o país….muda tudo…e o Brasil deveria regar esse jardim.

        Um abraço Barocos

        Responder
  50. Rubens Leme

    Parece que ser famoso e se transformar em alguém bizarro está intimamente ligado, em boa parte das vezes. Achei uma reportagem e parte do vídeo do tal amigo do Djokovic que confirma que você pode mudar a estrutura da água com o poder da oração.

    Todo mundo sabe que ricos não são loucos, são “excêntricos”, mas algumas destas excentricidades deveriam ficar confinadas em casa, trancadas no quarto escuro e sem uma câmera por perto. O que leva um atleta de elite a divulgar tamanha estupidez? E pela cara do tal “guru” confirmando que um cientista japonês comprovou a tese do Djokovic e pela cara de anuência do sérvio, percebe-se que ele leva esse nonsense muito a sério.

    https://ftw.usatoday.com/2020/05/novak-djokovic-psuedoscience-babble

    Responder
    1. periferia

      Olá Leme.

      O cara deve ter lido Tales de Mileto (624 a.C).
      Ele que dizia qua a água sofria transformações…na terra …ar.. é fogo.
      Acho que pela data que viveu o tal Mileto…..o amigo do Djokovic não é muito moderno ( Osmar Terra iria gostar dele).

      Abs

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Bom, não sei se você já ouviu falar do magnetismo e seu poder de cura, mas a água magnetizada e/ou fluidificada por pessoas magnetizadoras, têm sim, sua forma química alterada e comprovada através de análises em laboratórios. Inclusive, nos tratamentos através do magnetismo, os pacientes a levam para casa para ser bebida, em doses de acordo com recomendações.
      Mas daí a você acreditar ou não, é com você mesmo. De minha parte, falo por experiência própria.
      Sobre o que o DJokovic disse, ao menos o que está escrito em Tenisbrasil, e não fui buscar em outra fonte, não há nada de absurdo e está inserida no contexto acima. Ele não afirmou que água poluída, literalmente, cura, mas que talvez uma água mais poluída ou menos limpa possa fazer esse efeito, pois ela reage. E reage mesmo.
      Ainda enfatizou que isso não está vinculado à nenhuma forma oficial de nutrição.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não posso divulgar números de audiência por questões contratuais, Levi, mas a queda de audiência foi bem menor do que eu imaginava. Abs!

      Responder
      1. lEvI sIlvA

        Obrigado pela resposta. Embora não a tenha dado precisa, por questões óbvias, vi que é alto o número de acessos. A queda menor se deve, sobretudo a sua disposição em interagir conosco e capacidade de adaptação. Não sei se há um jornalista completo, mas creio que se encaixa na descrição, caro José Nilton Dalcim. O Blog, neste período de crise mundial e que, afetou todos os campos da sociedade (o tênis em especial, por sua dinâmica) cresceu em conteúdo.
        Muitas vezes foram solicitadas as listas Top 10 do saibro, grama e hards. Por motivos diversos, elas não podiam ser publicadas.
        No entanto, agora surgiu a oportunidade. E o verdadeiro jornalista acha o tempo, o momento perfeito, mesmo em tempos inusitados como o que vivemos agora. Meus sinceros Parabéns!
        Mais ainda, por tudo que se passa aqui e no resto do planeta, permitiu e participou de temas muito além do tênis, a real proposta do Blog.
        Ou seja, atraiu talvez, pessoas que antes nem comentavam. Mas acharam um motivo, uma opção.
        Particularmente, eu gostei mais ainda do Blog assim. Prova incondicional de que, o tênis importa, mas ainda é menor que a vida!
        Grande abraço, Dalcim!
        Cuidem-se, você e a família!

        PS. Mais uns vez, obrigado pelo espaço. E mais ainda, por permitir e participar ativamente das conversas.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Obrigado sincero pelas palavras, Levi. Minha meta aqui sempre foi elevar o nível e fazer discussões legais, sejam mais cômicas, apaixonadas ou analíticas. Afinal, somos todos seres humanos e é magnífico extravasar sentimentos. Sempre é claro de forma respeitosa com o lado discordante. Abração!

          Responder
  51. Rafael

    Inspirado pela crônica da Gabi,mas sem a mesma habilidade narrativa, um episódio da minha vida.

    Quando me separei de minha esposa, ela voltou para a casa da mãe e eu fiquei no apartamento (alugado) em que vivíamos, na Aclimação, com nossos 2 cocker spaniel, o Lippi e a Laila, assim nomeados em homenagem a um técnico de futebol italiano e a Laila, em homegem a nada, só queria que começasse com L também. Sempre adorei cachorros, só menos do que crianças. Em um momento de reflexão, decidi, após 14 anos e meio dedicados à mais profunda fidelidade conjugal, propus a mim mesmo uma tarefa Hérculea: relacionar-me com 12 garotas em um período de 12 meses.

    Vivi várias situações pitorescas, para dizer o mínimo, mas uma em especial merece ser compartilhada.

    Conheci uma menina de Moema. Uma semana depois, combinamos de passar um TÓRRIDO fim de semana em minha humilde morada. A mãe dela preparou tudo, uns pratos de salgadinhos, lanches,etc, um amor. Na sexta feira à tarde, fui pegá-la a bordo de meu velho e querido Omegão, que sempre havia sido muito mais potente do que eu.

    Chegamos e, alguns minutos depois dela ter se instalado e feito amizade com meus cães, fomos para o ninho dos prazeres. Não por meus méritos, o nariz da menina começa a ficar terrivelmente vermelho, e ela passa a fungar descontroladamente. Preocupado, perguntei do que se tratava, se ela queria que eu a levasse a algum lugar, essas coisas. Ela disse que não era nada, e continuamos. Lembro-me de já ter tido mais emoções contemplando um singelo pé de alface.

    Passado algum tempo, ela se vira para mim e diz: “Tenho rinite. E ela se agrava quando fico perto de cachorros. Você se importaria de se livrar deles enquanto estamos juntos? (Eles já haviam ficado na sala).

    Lutando para não deixar transparecer minha indignação, e refletindo sobre os prazeres não devidamente apreciados da alface (vivendo e aprendendo), ponderei por alguns segundos e decidi, sentindo-me um verdadeiro Salomão:

    “Olha, Ísis (digamos que ela tinha esse nome), a coisa aqui funciona assim: Tempo de casa. O Lippi e a Laila vivem aqui há anos, você chegou há pouco mais de uma HORA.

    Na noite da mesma sexta-feira, eu e meu Omegão levamos a Ísis de volta para a casa dela, mas continuamos amigos (via Internet).

    Ah, não cumpri os 12 trabalhos de Hércules. Acabei ficando com 8 meninas em 12 meses, porque uma, uma nipo-carioca linda, acabou ficando em casa por TRÊS meses. Mas isso é uma outra história…

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Que tarefa é essa Rafael ?? kkkk

      Lembrei de meus amigos que antes de viajarem para o carnaval de Salvador, definiam metas diárias.

      “…meu velho e querido Omegão, que sempre havia sido muito mais potente do que eu.” kkkkk

      Responder
  52. Luiz Fabriciano

    Prezado Dalcim, uma questão sobre ponto de vista: um copo com água pela metade, é meio cheio ou meio vazio?
    Entrando agora no tênis, um jogador ser 5 vezes vice-campeão de um determinado e importante torneio é um feito positivo ou negativo? De que ângulo vez melhor?
    Nisso vale também menção honrosa ao sérvio e ao espanhol por nunca terem perdido uma final na Austrália e em Paris, respectivamente.
    Grande abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu acho que chegar à final, ainda mais num Slam, é um tremendo feito (veja que nas minhas análises eu sempre destaco a quantidade de finais). Temos essa terrível cultura esportiva de que vice não vale grande coisa. É um absurdo, do meu ponto de vista.

      Responder
  53. Rodrigo S. Cruz

    11.000 mortos, 160 mil casos confirmados, desconsiderando a sub-notificação.

    E esse presidente psicopata, o que faz?

    Vai passear de JET-SKI.

    É i-na-cre-di-tá-vel…

    E o ministro da saúde Nelson Teich, mesmo com as críticas que recebe, vem a público e presta solidariedade às famílias.

    Ou seja, faz aquilo que Bolsonaro não faz.

    Responder
    1. Flávio

      E sobre o texto em questão? O que acho?rs
      Sugiro falar sobre política nos fóruns apropriados, você não terá dificuldade em achar.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Parece que tem gente que acha que fazer patrulha é “charmoso”… (rs)

        Eu sugiro é que você LEIA pelo menos 50% das postagens dessa pasta.

        Então você vai perceber que já postaram sobre diversos assuntos off-topic aqui : música, cotidiano, cinema, etc.

        Por que eu não posso falar um pouco sobre a pandemia?

        Responder
    2. Carlos Reis

      Antes da FAKE Pandemia já morriam no país em média 110.000 pessoas por mês, faça as contas, não seja mais um trouxa enganado pelo sistema. Quebrar a economia mundial “por isso” será O MAIOR TIRO NO PÉ DA HUMANIDADE em todos os tempos… Economia É VIDA!

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Por favor, Carlos, você não pode estar falando sério quando morrem 10 mil pessoas devido a um vírus no espaço absurdo de dois meses. E certamente está subnotificado. Já um absurdo a gente se conformar com uma ou dez mortes. Agora vamos minimizar os milhares também?

        Responder
        1. Carlos Reis

          Acredito nas subnotificações de casos – baixaria a taxa de letalidade – E nas SUPERnotificações de óbitos, ou seja, pessoas morrendo de outras causas colocadas na conta do Coronga. Exemplo: uma pessoa com câncer avançado morre COM o vírus, morte na conta da Covid-19! Propaganda diária na grande mídia, obrigação de usar máscara(inútil), histórias tristes, isso alimenta essa histeria, esse pânico!

          Outra coisa, o diagnóstico errado levou muitas pessoas a óbito, o problema não é uma trombose pulmonar, é uma trombose venosa, o tratamento é administrar corticóides e antiinflamatórios, respiradores são praticamente INÚTEIS, quem precisa deles vai a óbito em 75~80% dos casos.

          Respeito muito você Dalcim, espero que respeite minha opinião também.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Não.

            Não dá pra respeitar isso…

            Isso nem pode ser classificado como opinião, e sim como demência, insanidade.

            O teu caso pra mim é de interdição.

            Porque se você acredita realmente no que acaba de escrever, você virou uma espécie de Luis XIV de HOSPÍCIO.

            Desculpe, mas é o que eu acho.

            E dizer que ele é um presidente anti-sistema é outro engano absurdo.

            Ele mesmo se amoldou ao sistema – distribuindo cargos ao Centrão, e sancionando diversas leis que blindam corruptos.

        2. Leonardo Faria

          Prezado Dalcim

          Apesar de discordar da maneira com que o senhor Carlos expôs seu argumento, deixe-me tentar traduzi-lo com números. O senhor citou 10 mil mortes num espaço absurdo de 2 meses. Mas isso já aconteceu no Brasil devido a uma única doença, somente não era noticiado. Veja só: entre 2015 e 2017 morreram no Brasil 200 mil pessoas de pneumonia. Isso da uma média bimestral (vou usar 2 meses porque foi a base temporal que o senhor usou) de 11 mil mortos, ou seja, morreram 11 mil pessoas por bimestre durante 3 anos seguidos (fonte: https://noticias.r7.com/saude/mais-de-80-das-mortes-por-pneumonia-no-pais-sao-de-idosos-11062019).

          Além disso, muitos tem alegado que a preocupação está no binômio vidas x economia, mas a crise econômica também resulta em mortes, e não são poucas. Antes da chegada do covid no Brasil, já haviam estudos relacionando o tema recessão a mortes (fonte: https://oglobo.globo.com/economia/estudo-inedito-aponta-31-mil-mortes-causadas-pela-recessao-economica-no-brasil-24017902). O meu temor é que a profunda crise que se avizinha seja ainda pior e cause mais mortes do que o próprio covid.

          Um efeito da crise já se está percebendo na Itália:( https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/05/10/pobreza-cresce-na-italia-e-700-mil-menores-estao-com-a-alimentacao-comprometida-diz-organizacao-agricola.ghtml). Então como que isso se dará no Brasil?

          Outro efeito do temor pelo covid já tem sido sentido: o avanço do sarampo, doença que é 8 vezes mais contagiosa e que afeta principalmente crianças, além de levar a óbito de 5% a 20% dos infectados por conta das complicações. (fonte: https://br.noticias.yahoo.com/sarampo-avan%C3%A7a-no-brasil-e-100500295.html e https://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/sarampo?utm_source=adwords_msf&utm_medium=&utm_campaign=sarampo_comunicacao&utm_content=_exclusao-saude_brasil_39923&gclid=EAIaIQobChMI1qyVirWu6QIVBeXICh1V3wEAEAAYASAAEgIL6fD_BwE)

          O Covid é muito sério e os números estão aí para provar. Mas as autoridades. ao invés de politizarem a questão, teriam que achar um ponto de equilíbrio que garanta um tratamento minimamente adequado, mas também que não leve a uma recessão catastrófica, pois como demonstrado, ela também traz mortes, e não são poucas. Não estou propondo com isso que se abra indiscriminadamente todo o comércio ou industria como se nada estivesse acontecendo, não é isso. Estou apenas propondo uma reflexão das possíveis consequências que as decisões podem acarretar. Mas creio que um grande problema é justamente o brasileiro: caso houvesse uma maior adesão a uso de máscaras e distanciamento, além de questões de higiene, poder-se-ia transpor essa situação com menos mortes e um menor estrago na economia. Da minha parte, não tenho como ficar em trabalho remoto, então tento me cuidar da melhor maneira possível. Com esse comentário não tenho intenção de politizar nem dizer que A ou B estão certos, e sim apenas fazer um contraponto ao que foi dito.

          Um abraço

          Responder
          1. Carlos Reis

            Ótimas fontes… rsrs

            Acreditar na grande mídia, em governos, na ONU e na BigPharma é ingenuidade, para não dizer burrice.

            Saiam da Matrix, esse mundo não é o que vocês pensam, É MUITO PIOR!

  54. MARCELO NEVES MURER

    Olá Dalcim!

    Parabéns pelo texto.

    Vi que o Murray está na lista.

    Achei legal porque acho ele o mais azarado deste esporte

    Ele é muito acima dos outros e abaixo do BIG 3

    Nasceu na época errada rsrsrs

    Na sua opinião existe outro tenista que era muito bom e teve esse tipo de “azar” também? De ser muito bom porém conviver com outros super tenistas?

    Vou além lembra de algo semelhante em outros esportes?

    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Para citar casos rápidos, aconteceu com Vilas, por exemplo. Em outros esportes, qualquer grande piloto na Era Schumacher.

      Responder
      1. Barocos

        Dalcim,

        Me intrometendo, em basquete, os nascidos na época do Michael Jordan que, aliás, contava com outros excepcionais jogadores. Na minha opinião, foi a melhor fase, pelo menos até agora.

        Apenas em esportes individuais:
        – em provas de longa distância, qualquer um que tem o azar de competir na época atual contra Eliud Kipchoge e Kenenisa Bekele;
        – em curta distância, muito choro entre os que tiveram que competir contra Usain Bolt;
        – finalmente, o maior ceifador de aspirações/sonhos de todos os tempos Michael Phelps, na natação.

        Responder
      2. Rogerio R Silva

        Boa Dalcim
        O Shumacher era tão excepcional que fazia os outros parecerem comuns.
        Até mudaram pontuação para ter mais graça.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Lembrando que Shumi em seu primeiro título ( já sem Senna e Prost ) , venceu na última prova jogando o carro pra cima de Hill. Depois levou o troco de Hill que levava 1 s por volta de Senna. E tentou a mesma manobra pra cima de Villeneuve , mas perdeu também o Título e TODOS os pontos do campeonato ( inédito) . Montou um timaço na Ferrari e sem Senna , Prost , Mansel e Piquet , com uma geração de Pilotos medianos, , deitou e rolou com méritos ( seus segundos pilotos eram meros coadjuvantes) . Na tentativa de volta na Mercedes ( dado como fisicamente em ótimas condições) foi totalmente amassado por Nico Rosberg rs . Um grande piloto ? Sem dúvidas. Mas o melhor de todos ? a nosso ver não. Abs!

          Responder
  55. periferia

    Um conto russo/brasileiro

    Jair era um ambicioso ….vivia pensando.
    “Se tivesse muita terra… não temeria nem o diabo”
    Jair descobriu uma aldeia em terras distantes.
    O local tinha muita terra e quem cuidava era um povo ingênuo…como carneirinhos.
    Jair chegou ao local….o chefe da aldeia gostou de Jair.
    Era custume do lugar…quando gostasse do visitante…oferecer algo que a pessoa desejasse.
    Jair pediu terras.
    O chefe disse que Jair poderia ficar com toda terra que conseguisse percorrer a pé durante um dia inteiro em linha reta…desde que voltasse para o local inicial antes do por do sol.
    E lá foi Jair…era muita terra….levaria dias para percorrer a pé todas.
    Por isso ele apertou o passo e correu pelas terras…..o tempo passava….mas Jair queria sempre mais…comemorava cada centímetro conquistado.
    Mas o sol já estava indo embora…ele precisava voltar….percebeu que foi longe demais…..precisava correr …senão perderia tudo.
    O sol….estava descendo.
    Jair correu….com todas as suas forças….o coração acelerou .
    Faltando muito ainda para voltar….Jair parou….olhou triste para o sol que se acomodava no fim do horizonte e sem nenhum sopro de vida tombou morto.
    Jair foi encontrado pelo chefe da tribo.
    Pediu para dois de seus melhores homens abrir uma cova….nela enterrou Jair.
    Enfim Jair Pakhon conquistou seu pedaço de terra.
    O tamanho não foi o esperado …era pequeno.
    A medida da cova era 2 metros por 1 metros.

    Tirado de “De Quanta Terra Precisa o Homem”
    O leão Tolstoi.

    Hoje tivemos 496 (subnotificado)

    Sigamos

    Responder
  56. Paulo Almeida

    Ah, meu, chega de fingir que não estou vendo nada.

    Djokovic é meu ídolo, é o melhor tenista de todos os tempos, mas está me saindo um evanjegue da pior espécie.

    Fique quieto e respeite a ciência, porr*!!!

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      É Paulo,

      Tá fioda, hehehe. Mas de uma coisa ninguém pode duvidar: ele nunca fez tipo jogando coração para o público, tem autenticidade, até demais, Novak realmente acredita em tudo isso que ele fala.
      Quem não acredita sou eu.
      Para piorar só falta o guru e aí já esqueça… Seria a alegria de muitos fãs do Nadal e do Federer.
      Volta tênis logo.

      Responder
    2. Miguel BsB

      kkkkkkkkkk
      Pior que é verdade Paulo!
      O cara realmente é adepto de teorias da conspiração e maluquices várias…
      Só falta o Guru no Box de novo quando o circuito voltar…
      Admiro e gosto muito do Djokovic, mas tá na hora dele voltar a treinar e ter menos tempo de ficar fazendo lives malucas…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        kkkk

        Até quando é o Djokovic que fala a merda, o medíocre dá um jeito de colocar a torcida do Federer na roda.

        Meu Deus, isso é uma doença!

        Responder
    3. Luiz Fabriciano

      Calma caro Paulo.
      Não é nenhuma teoria maluca não – água reage à fatores que ele expôs sim. E ele não está indo na contramão da ciência não. Ao menos lendo em Tenisbrasil sobre essa declaração, não vi isso.

      Responder
  57. Daniel

    Não entendi a posição do Jimmy Connors.
    Certamente se o Murray não fosse da atual geração, pelo menos 1 posição ele beliscava.

    Responder
  58. Heitor

    A saída para o retorno do futebol para o Cuca Ghagra sabe qual é? Somente disputa por pênaltis.

    Ele poderia ampliar:

    – Basquete só lance livre
    – Vôlei só saque
    – Ciclismo virtual, no Zoom,, cada ciclista com sua bike no tripé em casa
    – Judô com manequim
    – Natação na hidromassagem
    – Ping Pong na parede
    -tênis na parede ou só saque

    Prêmio Avestruz pra ele.

    Responder
  59. Leonardo Faria

    Boa tarde Dalcim

    Novamente, parabéns pelo blog. Sou leitor assíduo, embora raramente comente. Permita-me apenas discordar, dessa lista em particular. Não das posições em si, mas do critério. Creio, na minha humilde opinião, que os tenistas atuais (Nadal, Djoko e em menor escala, Federer), apesar de geniais, foram duplamente privilegiados. Primeiro pela padronização das quadras que permitiu que Nadal e Djokovic se sobressaíssem e segundo , ao não contabilizar o carpete como critério do ranking. Assim, creio que, que seria mais justo, principalmente com os tenistas da década de 80 e 90 , que se levasse em conta os títulos no carpete, já que, como o senhor mesmo afirmou, são – em última instância – uma quadra dura.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Tudo legal, Leonardo? Sim, eu particularmente incluiria o carpete (daí eu ter observado isso na abertura e também mencionado nos tenistas que seriam ‘prejudicados’), mas me obriguei a seguir o padrão imposto pela ATP, que separa o carpete do piso duro. Acredito que isso se deva a dois fatos: o de o carpete ser necessariamente coberto e de que na verdade de trata de um piso emborrachado. Por isso, também farei uma lista específica do carpete, ainda que extinto, onde pouquíssimos jogadores de hoje se aventuraram. Abs!

      Responder
  60. DANILO AFONSO

    DALCIM E A PROFECIA

    Em 12 de agosto de 2007, o DALCIM postou neste blog o seguinte título profético:

    “DJOKOVIC É O REI DO PISO SINTÉTICO EM 2007”

    Infelizmente, dos vários textos que tenho salvo deste blog, este em um dos que salvei apenas o título e link. O texto completo da matéria que sempre esteve disponível no site do Tênis Brasil por meio link http://tenisjn.zip.net/arch2007-08-01_01_2007-08-15.html, está inacessível há quase um ano.

    No dia da publicação do Dalcim, Djokovic sagrou-se campeão do Master 1000 de Montreal, era seu 4º título naquela temporada, 3º no piso duro. O título teve um ingrediente especial, pois pela 1ª vez o sérvio vencia FEDERER, por 2 sets a 1, com parciais 7-6(2), 2-6, 7-6(2), vindo de 4 revés no duelo.
    A vitória do sérvio contra o já consagrado FEDERER, então com 11 Slams, 6 no piso HARD, que caminhava a passos largos para se tornar o maior tenista da superfície e do tênis, acredito que lhe deu confiança para sonhar com conquistas maiores na superfície que melhor adaptava ao seu jogo.

    Em 25 de janeiro de 2008, logo após a vitória do DJOKOVIC sobre o FEDERER na semifinal do Aberto da Austrália, o DALCIM publicou no blog o seguinte título:
    “UMA NOVA VIDA PARA O TÊNIS MASCULINO”
    Segue abaixo parte do texto, na qual coloco em caixa alta algumas passagens:

    “Se alguém ainda duvidava que Roger Federer veria maiores dificuldades para manter sua hegemonia em 2008, a semifinal deste sábado em Melbourne serviu para comprovar que ACABOU MESMO SUA VIDA FÁCIL. Se no saibro a barreira é Rafael Nadal, no piso sintético surge agora o fantasma de Novak Djokovic. Ruim para os torcedores do suíço, excelente para o tênis.
    Federer não jogou obviamente 100% do que pode neste sábado e isso não é uma desculpa, porém uma constatação: OU ELE CHEGA PERTO DA PERFEIÇÃO, OU NÃO CONSEGUIRÁ MAIS LEVAR VANTAGEM CONTRA DJOKOVIC NO PISO DURO. O sérvio está com armas definitivamente poderosas e sabe o que fazer com elas para incomodar o número 1.”

    Em 30 de janeiro de 2008, dias depois do Dalcim ter publicado um texto sobre o 1º título do sérvio no Australian Open, ele publicou outro texto aqui neste blog, com o seguinte título:

    “CONSIDERAÇÕES SOBRE O DURO 2008 DE FEDERER “

    Vejamos a passagem de algumas partes do texto:

    “Talvez falte dizer que Federer encontrou realmente dois obstáculos pelo caminho e que Rafael Nadal, no saibro, e Novak Djokovic, no piso sintético, podem ser justamente a inspiração que um atleta com tantos recordes e feitos necessite para ainda ter vontade de treinar e jogar.
    “Sinceramente, penso que Djokovic seja um osso mais duro de roer, porque o sérvio oferece menores “buracos” do que Nadal e é bem mais versátil. Além disso, ganha confiança e maturidade a cada dia. Tem um saque potencialmente eficiente, muita solidez nos dois lados do fundo, perigosos contra-ataques e sabe subir à rede. Para neutralizá-lo, o suíço precisa JOGAR O SEU MELHOR TÊNIS OU CONTAR COM A SORTE. ”

    Nos primeiros anos de alto nível do sérvio, o nobre Dalcim, por meio de seu imperdível blog, já vislumbrava que era questão de tempo para que o rei suíço fosse desposto do trono pelo príncipe de Belgrado.

    A última postagem do Dalcim, na qual ele relaciona os TOP 10 TENISTAS DO PISO HARD, veio para “consumar a profecia”. Do primeiro texto citado até a presente data, são quase 13 anos, interregno em que o sérvio DJOKOVIC se consolidou no piso batendo recordes e atingindo marcas incríveis mesmo que com quase 6 temporadas a menos que o seu maior rival na superfície.

    Agora é só esperar para que a mais ousada profecia do Dalcim se concretize nos próximos dois ou três anos.

    Responder
    1. Jonas

      Realmente se concretizou Danilo, lembro muito bem dessa postagem. Só que imaginávamos que seria mais cedo, esquecemos que o Djoko ainda era um jovem jogador sem experiência, mas com muito talento. Em 2010 ele ainda foi coadjuvante da dupla.

      Faz todo o sentido que Novak tenha se destacado em 2011, com 23/24 anos.

      Responder
  61. periferia

    Ola Leme

    Respondo porque acabou lá.

    Verdade….Bird é o filme da passagem dele para algo mais sofisticado…..até por ele ser um admirador e músico de jazz (Veja vc…Dirty Harry é um jazzista).
    Muitos filmes tem na trilha sonora…um toque de piano dele.

    Abs

    Responder
  62. Vitor Hugo

    Há, Gabi, Federer x Novak foi um grande jogo. Os dois sets que o suíço venceu foi um atropelo! Os três que Novak ganhou foram equilibrados e poderiam ter ido pra qualquer lado. Assisti os sets que Roger venceu(não tive coragem de ver os matchs desperdiçados kkkkk).
    Mas não foi o melhor jogo do suíço no torneio. Contra Nadal, na semi-final, Roger jogou melhor do que contra Djokovic, na final.

    Responder
    1. Gabi

      Pois é… e desta vez deve ter percebido detalhes que escaparam na(s) outra(s).

      Acho que hj vc poderia ver a série “Arremesso Final”, sobre o Michael Jordan.

      Eu tô gostando muito!!

      Responder
          1. periferia

            Olá Gabi.

            Eu quase peguei minhas economias e ofereci para o Pippen (tudo bem que era outros tempos….mas pediria para Pippen passar no Sr. Alfredo (alfaiate da periferia) para fazer um terno estiloso …que figurino é aquele (pensando bem de todos).

            Abs

      1. FELIPE EDUARDO DE SOUZA ROSA

        Caro Dalcim, pq não os 10 maiores jogos de slam (masculino e feminino)?

        Não tem como deixar de fora Rafa x Djoko (RG-13 E WB-18).
        Outros jogos emocionantes:
        Djoko x Murray (Semi AUS-12)
        Nadal e Delpo (quartas WB-18)
        Djoko x Thiem (semi RG-19)
        Stan x Djoko (acho que quartas AUS-13)
        Federer x Djoko (RG-11)

        Responder
        1. Marcelo-Jacacity

          Felipe e Dalcim,

          O jogo mais espetacular entre Wawrinka x Djokovic foi a primeira partida da trilogia (13/14/15) pelas oitavas do Australian Open.
          Pra mim, não foi só melhor partida entre eles, mas sim, a melhor partida que assisti antes de Final e Semi de Slam.
          O tempo do highlights assusta, mas quando começa assistir passa voando de tão incrível que foi esse jogo.
          http://www.youtube.com/watch?v=Lh9fxuxGABQ&t=

          Responder
        2. Marcelo-Jacacity

          Felipe,

          A semi do AusOpen-12 foi espetacular também! O forehand do Murray estava fora de série, a gente esquece como o Murray jogava demais.

          Roland Garros em 2011 e 2013 derrotas duras. Mas a de 2013 foi muito pior. Jogo que nunca revi.

          Responder
        3. Paulo F.

          Verdade, Felipe, tua sugestão é melhor do que a minha.
          Por exemplo, houveram muitas semi-finais que foram melhores do que a final.

          Responder
  63. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Prezado periferia. Mais abaixo voce mencionou a grande obra de Clint Eastwood. Gosto muito de trabalhos dele como diretor. Não vi todos os filmes que voce mencionou mas acrescentaria três não citados: Bird, Um mundo perfeito e Gran Torino. Nesses e em alguns outros ele mostrou uma sensibilidade que não poderia imaginar ao lembrar de seus personagens mais antigos: durões e solitários, como em Magnun 44, etc. Somente vou discordar sobre ser o maior americano vivo, não porque tenha conhecimento técnico suficiente para contra-argumentar, mas por ter preferência especial pela obra de dois novaiorquinos: Scorcese e Woody Allen. Saudações.

    Responder
    1. periferia

      Olá Marcilio…olá Leme..espero que estejam bem.

      O Leme lembrou bem….Bird é dos grandes filmes dele.
      Gosto muito de Os imperdoaveis…até porque é um filme de faroeste….mas ele tem várias camadas (fala da natureza humana com muita sensibilidade) .
      Estamos em um blog de tênis…..então coloco da seguinte forma….Clint Eastwood é o Nadal do cinema …ele passou a carreira à sombra de outros diretores (como Nadal que nunca foi considerado o melhor…o primeiro).
      Porém….corremos o risco que no final dessa estrada….Nadal deter o maior número de Slam do esporte……passou a carreira toda como um “esforçado “….e no final pode ser reconhecido como o maior de sua geração (pelo menos em número de slam).
      A carreira de Eastwood foi assim tambem…..subestimado.
      Acho Scorsese um tremendo cineasta….mas muito ligado ao um único gênero….as tentativas em outros gêneros (até filme de época fez) não foi o esperado (O esperado é no sentido da capacidade dele…esperamos mais).
      Allen não compreendo….acho que o Leme compreende melhor por ser um cidadão do mundo…..até tento….quem sabe se compreendesse inglês (apesar de nem o português dominar) gostasse.
      Aquela coisa novaiorquina não consigo me identificar .
      Mas assim com Eastwood….Allen também tem alma de músico.

      ABS
      .

      Responder
      1. Rubens Leme

        Essa comparação do Clint com o Nadal é estranha. Além de dois universos muito distantes, as história são distintas. Clint sempre um foi dos (senão o principal) atores mais famosos dos EUA, os filmes com Dirty Harry o fizeram um ícone, uma lenda. Bird foi uma tentativa de sair daquela redoma de durão burro e violento, afinal Diry Harry foi acusado de ser um personagem fascista. Assim, em Bird, ele começa a mostrar uma faceta mais humana, a partir de filmes em que ele dirigia.

        O que gosto dele é que assim como Woody, seus roteiros são secos e precisos e com isso ele deixa o filme num ritmo ótimo, com muita ação e sem perder a mão na parte escrita. Neste ponto, Cowboys do Espaço é admirável. Mas ele nunca foi subestimado, nem como diretor, porque na verdade tinha dirigido muito pouco antes e quando o fazia eram filmes mais comerciais, inclusive para promover a carreira de sua segunda esposa, Sondra Locke.

        Scorsese é um diretor técnico, talvez o mais técnico de Hollywood que já conheceu. Possui um conhecimento inacreditável sobre cinema, é capaz de discorrer sobre qualquer diretor ou filme por horas. Não o considero unidimensional, o público é que gosta mais dos filmes “italianos” dele, mas ele fez notáveis exercícios em outros gêneros.

        Sobre Woody.. todo mundo reclama que os textos deles são cifrados demais, usa referências muito intelectualizadas ou restritas, para uma minoria, como se falasse apenas para os seus amigos nova-iorquinos. É uma maneira de ver, mas ele aborda todos os temas possíveis – morte, sexo, religião, política, traição – com muita felicidade. Fosse apenas escritor já seria reconhecido como um dos maiores.

        Zelig, por exemplo, foi fundamental para existir Forest Gump, afinal foi o primeiro filme a introduzir um personagem dentro de contextos históricos, como no caso quando Zelig aparece em um discurso de Hitler. Anos depois, colocaram Forest sendo cumprimentado por John Kennedy. Allen é um diretor muito mais sofisticado do que ele próprio admite, já que ele se considera preguiçoso. É um “preguiçoso” que escreve e dirige um filme por ano desde 1973. Ninguém chegou perto desse ritmo.

        Enfim, é um tema muito legal de se abordar e como Dalcim é fã dele, estou abusando da boa vontade do nosso anfitrião.

        Responder
        1. periferia

          Olá Leme.

          Sempre um show de informação…..mas discordo totalmente…..Eastwood como ator foi bastante subestimado….fazia séries para TV…..foi resgatado por Sérgio Leone que apostou em protagonistas americanos em seus faroeste italianos.
          Quando voltou para América depois de grandes sucessos western/ spaguetti…..fez uma bela parceria com Don Siegel …esse sim um especialista em filme B.
          Tanto que seu primeiro filme como diretor (Perversa Paixão) é um Don Siegel melhorado (filme subestimado).
          Como ator realmente foi um sucesso …sem dúvida Firth Harry é um personagem fascista.
          E esticando o assunto…quando vx pega para assistir O Estranho Sem Nome (1973)…e o Cavaleiro Solitario.(1985)…percebe a genialidade do diretor (Os dois filmes são o mesmo…um direcionado a Deus e outro ao diabo).
          Mas ninguém percebeu….ou mesmo o glorificou como diretor…..pelo contrário continuou a ser visto como o protagonista calado e canastrao dos seus sucessos como ator.
          Precisou de Bird (1988) para um reconhecimento pálido de sua capacidade.
          Sempre foi um diretor subestimado.
          Conquistou seu espaço na direção….como um verdadeiro artesão com muito esforço.
          Não podemos confundir o ator de sucesso (carismatico) com o diretor (sofisticado).

          Desculpa Dalcim (pelo textão )

          Abs

          Responder
          1. periferia

            Olá Leme

            Quanto ao Allen….entendo a identificação…até vendo seus comentários….vc é um homem de letras (claro que deve ter mais qualidades).
            Não considero Allen um diretor (aquele cara que não dorme pensando onde vai colocar a câmera).
            É um homem de texto…..seus filmes dizem isso (diálogos bem feitos ….personagens profundos….mesmo eu não compreendendo toda a complexidade colocado por ele)…..alguns filmes dele tem uma fotografia muito peculiar…..mas não é um trabalho dele (não acredito)….sempre tem um grande fotógrafo assinando o filme.
            E para finalizar (ufa)….
            Scorsese é perfeito ….sabe onde colocar a câmera (em O Irlandês tem uma cena boba que mostra todo cuidado dele…..antes do personagem do Pacino morrer ….ele é levado até um casa…em um daqueles carros maravilhosos do filme….o carro estaciona na frente do local ….a câmera pega o carro de frente….olhe com cuidado….todas as medidas em volta do carro estão iguais….um cuidado que poucos percebem).
            Scorsese é meu Federer ( magia)….Eastwood meu Nadal (esforço).

            Mas é isso aí…….falar sobre cinema nunca é demais.
            Abs

          2. Rubens Leme

            Woody tem algo brilhante. Ele sabe trabalhar com pouco dinheiro, atrai os melhores e os deixa fazer o que sabem. O diretor de fotografia Gordon Willis queria matar Coppola em O Poderoso Chefão porque ele viva mexendo nas cenas ensaiadas e deixava os atores mudarem a marcação e como o filme teria um visual escuro e pesado, era um inferno. Gordon era perfeccionista, trabalhava lentamente. Quando voltaram a se encontrar em Chefão 2, foi mais por uma imposição do estúdio, que queria o mesmo clima e houve um armistício, com um belo cheque por trás.

            Quando ele foi fazer Annie Hall, Diane Keaton achou que seria um pesadelo pro Woody porque tinha vivido aquela tensão em O Poderoso Chefão, mas conta que a primeira cena filmada – a das lagostas na cozinha – foi facílima. Woody disse o que queria e não se meteu mais. Willis foi o diretor de fotografia mais constante dos filmes do diretor, oito, se não me engano.

            Woody não tem tanta técnica, porque quando foi ser diretor do seu primeiro longa – Um Assaltante Bem Trapalhão – passou os dias anteriores lendo sobre como dirigir um filme, então, foi inteligente suficiente para se afastar de onde não é sua área e evitou fazer inimizades. Além disso, seus filmes estranhos sempre foram muito bem recebidos pelo Oscar, mesmo desprezando a premiação; só foi comparecer em uma quando pediram que falassem de Nova York após o ato de 2001. Aliás, só foi nesta porque o Oscar mudou de dia, ao invés das segundas passou pro domingo ou terça naquela data e a piada é que a Academia fez isso pro Woody Allen não ter mais a desculpa de que as segundas ele sempre toca seu clarinete com sua banda em um clube (o que é verdade).

            Sobre Clint, a partir dos anos 1970, especialmente com os Dirty Harry e Josey Wales ele se tornou um astro, mas não era levado a sério como grande artista. O Play Misty For Me (Perversa Paixão) foi uma belo trabalho e ele se tornou um atores mais bem pagos dos anos 70 e a prova disso é a grana que desembolsava a cada divórcio. Fazer Bird mostrou uma faceta incomum, de muita sensibilidade e ele se mostra um dos diretores mais amistosos e fáceis de trabalhar. Conta-se que nunca levanta a voz, sempre mantém a postura serena e calma e sabe exatamente o que quer.

            Já Scorsese sofre do mesmo mal de Coppola: dois gênios, profundos conhecedores de todos os aspectos do cinema, tecnicamente perfeitos (um dos seus professores foi Jerry Lewis, que foi inventor do monitor de vídeo para os diretores e professor não só dele, mas de Spielberg também. Era outro que dominava tudo dentro do set), mas que destruíram suas reputações nos anos 80 pela dificuldade em lidar com duas figuras tão problemáticas. Coppola acabou praticamente desistindo do cinema – fez poucos filmes como diretor -, enquanto Martin teve um trabalho enorme para readquirir a credibilidade e confiança da indústria.

    2. Gildokson

      Eita coisa boa hein!!! Clint, Allen e Scorcese. Eu vou de Scorcese com suas parcerias geniais com Di Caprio e De Niro, aliás ta chegando por aí um filme q unirá os 3, promessa de coisa boa

      Responder
  64. Oswaldo E. Aranha

    Pois é, precipitei-me em dizer que a paz tinha chegado ao blog pois os detratores de plantão voltaram a se manifestar com o veneno de sempre; sobrou até para o Dalcim.

    Responder
      1. Rubens Leme

        O que mancha a Graf é a facada da Monica Seles, quando a iugoslava estava no auge e com certeza levantaria uma meia dúzia de Slams no período em que ficou afastada. Mas eu prefiro a alemã a Serena, porque suas adversárias eram bem mais difíceis na carreira toda.

        Mas concordo com a Martina ser a maior de todas.

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Incrível como todos jogam a culpa do atentado na grande Steffi , caro Dalcim. Todos fazem questão de ignorar o retorno de Seles vencendo SLAM , e seus problemas de peso e lesões nos pés. Depois que a Alemã parou , jogou por mais 4 temporadas. E o que você acha deste argumento de Serena em sua incrível longevidade , não ter tidos oponentes a altura , Dalcim ?

          2. José Nilton Dalcim

            São duas coisas distintas: Graf não teve nada a ver com o atentado e, claro, perdeu uma concorrente fortíssima que tinha tudo a crescer ainda mais e lhe tirar muitos outros títulos. Seles voltou, é verdade, mas perdeu duas temporadas e meia basicamente no auge de sua forma. Quanto à Serena, gosto mais da teoria que mostra que suas duas longas paradas, ambos por sérios problemas físicos, acabaram esticando sua carreira ao máximo. O seu primeiro retorno foi absolutamente espetacular.

  65. Vitor Hugo

    A resposta que o Dalcim deu para o Paulo F abaixo deve ter deixado o mesmo, Jonas e Paulo A com úlcera das bravas! Kkk
    Sem dúvidas Roger é o melhor, mais versátil e mais completo tenista da história!

    Responder
    1. Jonas

      Ah, eu acho que a maioria aqui sabe que Dalcim considera o Federer melhor.

      Questão de opinião, eu tb considerava Federer o melhor até 2010, porém achava inacreditável ele perder seguidas vezes para o Nadal.

      Mas falando de “currículo”, ele ainda é o MAIOR. E acredito que perderá o posto em alguns anos.

      Responder
    2. Paulo F.

      Está muito enganado, eu mesmo já citei diversas vezes por aqui que o próprio Novak Djokovic considera Roger Federer o maior tenista de todos os tempos.
      Eu próprio sou um admirador do suíço, critico ferozmente que ele, já um tenista consolidado, deveria ter tido bem mais resultados positivos quando Nadal ainda era um iniciante.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Se o parceiro acompanhou mesmo o Esporte, saberia que de Borg passando por Sampras e chegando a Nadal , existia uma precocidade que a Next Gen ainda não mostrou. Mas Nadal jovem batia no Suíço e no Servio a dar com o pau no Saibro. Totalmente normal , repetitivo Paulo F. rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Jonas

          É claro que Nadal é precoce, ninguém discute isso. Sempre foi um monstro no saibro. Nas HARDS demorou um pouco a encorpar o seu jogo.

          O Paulo F. apenas diz que Nadal, mesmo longe de seu auge (2010) já oferecia enormes problemas ao suíço que, por outro lado, era um tenista veterano, número 1 na época, com sobras. O único adversário a altura de Federer era sim o jovem Nadal. Esse cenário só começou a mudar em 2008, com um Djokovic se mostrando um possível candidato a quebrar essa hegemonia.

          Responder
          1. Paulo F.

            Muito antes disso, prezado Jonas.
            Em 2010, Rafael Nadal já era imbatível no saibro.
            Me refiro a 2005 e 2006: ali Nadal ainda era um iniciante e Federer, tão incensado gênio que é, já era um atleta no seu ápice e deveria sim, ter tirado uns títulos no saibro do Nadal.

  66. Vitor Hugo

    Pra quem mora em São Paulo, capital, a solução para a cura do covid19 está aí! É só pegar um copo e ir até o rio Tietê e saborear uma mistura de água com m!!! Kkkkk
    Segundo o douto Djokovic, a cura está na água suja. Kkkk
    Calado é um poeta!

    Responder
  67. Valmir da Silva Batista

    Todo santo dia tem postagens sobre os meandros da ATP, mas praticamente nada a respeito das coisas da WTA. Ao fazer publicações sobre os números do tênis masculino, o Sr. Nilton Dalcim poderia, por exemplo, fazer o mesmo quanto a estatísticas do tênis feminino, mas não! O que fica é essa coisinha tendenciosa e preferencial, configurando um machismo velado, mas ainda assim, desrespeitoso ao tênis feminino. Será que gente como Margareth Court, Maria Esther Bueno, Chris Evert, Steff Graf, Martina Hings, Monica Selles, Serena Williams e tantas outras nunca jogaram nada, nunca fizeram bem ao tênis? No momento em que, por questão de direito, o universo feminino ocupa mais e mais espaço na sociedade, o Sr. Nilton Dalcim, por meio do seu blog, simplesmente não acompanha tal evolução, quando o assunto é o jogo de tênis. Dito isto, deixo aqui meu desagravo e solicito que haja mais postagens sobre tênis feminino, principalmente no que concerne aos aspectos histórico e de suas estatísticas, mas claro, que não sejam esquecidas suas atualizações.

    Responder
      1. Valmir da Silva Batista

        Caro Danilo, é claro que não estou sendo injusto. O fato de o Dalcim avisar( apenas ) de forma mais ostensiva( três dias seguidos ) que irá publicar conteúdo com rankings do tênis feminino, como você afirmou, só faz reiterar o quanto ele está em débito a respeito, e além do mais, só avisar não basta, a ideia tem que se configurar no dia a dia, sobretudo no aspecto de igualdade com tênis masculino, e mais: a questão não deve se resumir somente aos rankings, mas sim contemplar o tênis feminino em todas as suas vertentes. De qualquer forma, vou ficar no aguardo, e espero que o que foi dito pelo Dalcim acerca do tênis feminino, segundo você, seja cumprido.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Se você acompanhar o Blog, verá que o tênis feminino sempre teve destaque. Aliás, recomendo que você veja a série “20 anos”, de 2018, quando fiz várias listas com “20 melhores” no aniversário de TenisBrasil. É só olhar o arquivo, talvez você se surpreenda com a quantidade de artigos que falam do tênis feminino. Quanto ao fato de destacar mais o masculino, é apenas uma questão óbvia, já que no momento existe muita discussão sobre a ‘briga’ do Big 3.

          Responder
          1. Valmir da Silva Batista

            Dalcim, pelo jeito você se atém ao tênis feminino apenas em momentos pontuais e, para argumentar sobre a minha postagem, remete a minguados tópicos, tais como os fatores arquivo, os 20 anos de aniversário da revista e o ano de 2018( distante, não? ), para afirmar que há um acompanhamento justo em relação ao tênis feminino. Eu como leitor, não quero viver apenas de arquivo, pois se você prestou bem atenção na minha postagem, eu disse que o blog tem sido falho quanto a atualização do tênis feminino, e acho ruim você afirmar que é por uma questão óbvia. Que decepção.

          2. José Nilton Dalcim

            O tênis feminino tem destaque no Blog e muito mais ainda no TenisBrasil – duvido que exista um site informativo que dê mais notícias do tênis feminino do que nós. Com meus 40 anos de vivência no tênis, sei muito bem a proporção de interesse do leitor sobre o tênis feminino e assim tento retratar isso em minhas postagens, sem JAMAIS esquecer de mencionar e analisar as meninas. Acredito que a proporção dada por mim é bem próximo do correto.

    1. Gildokson

      Não seja bobo, qualquer um que não seja hipócrita sabe que o tênis masculino ocupa mais espaço não só por ser mais popular como também mil vezes mais competitivo que o feminino. Mesmo tendo uma variedade de campeãs maior, o tênis feminino é repleto de jogos mornos sem emoção e com um monte de 6×0, não à como comparar com o masculino infelizmente. Por isso normal que se fale mais deles.

      Responder
      1. Valmir da Silva Batista

        Gildokson, é por conta de pareceres tacanhos e machistas como o seu, que se mantém determinado tipo de situações nas quais se tenta inferiorizar a atuação da mulher nos mais variados segmentos, incluindo-se aí o tênis como esporte e como profissão. E mesmo que houvesse mesmo essa besteirada de que jogos femininos são habitualmente mais mornos, era só o que me faltava o Dalcim se ater a isto, para se ocupar mais do tênis masculino, preterindo assim o feminino, seria o cúmulo da falta de profissionalismo, e, desse mal, tenho certeza que ele não sofre. Apesar da barbeiragem de não reproduzir tanto sobre o tênis feminino quanto o masculino, ainda o tenho como um jornalista sério…

        Responder
  68. lEvI sIlvA

    Dalcim, meu caro, gostaria de elogiar os excelentes 3 Posts onde elenca o Top 10 na grama, hard e saibro. Com justiça e argumentos Nadal, Federer e Djokovic se provam realmente, os maiorais de cada piso, sem contudo, deixar a desejar nas outras superfícies.
    Abraço e cuide-se!

    ##########

    É com grata satisfação que sou obrigado a elogiar Marcílio Aguiar (demonstra grande percepção humana em suas observações) , Felipe Fernandes ( claramente, um amante de livros e leitura em geral), Periferia ( outro amante de arte em geral e que usa da palavra escrita com esmero, poderia ser um poeta), Gabi ( seu retorno foi muito feliz! anda leve e descontraída)
    Enfim, em especial os que citei, tem dado um toque especial ao blog e atraído novos olhares por aqui!
    A todos, meu desejo de que fiquem bem e se cuidem, SEMPRE!

    Responder
    1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

      IEvI, muito obrigado pela referência. Essa situação que vivemos permitiu que eu frequentasse com mais assiduidade esse Blog, do qual sou leitor desde os primórdios. Em adição às costumeiras excelentes análises sobre tênis, o Dalcim permitiu a inclusão de assuntos variados que tem sido debatidos com brilhantismo por muitos outros, alem dos que voce citou. Se com o passar dos anos eu consegui aprender pouca coisa sore muita coisa , uma delas foi tentar olhar para o outro como eu gostaria que o outro olhasse para mim. Acho que na maioria das vezes resisto à tentação de julgar e condenar, sem antes tentar compreender. Grande abraço e saúde para todos.

      Responder
    2. Gabi

      Muito obrigada por me incluir nos elogios… Se me acha leve e descontraída é porque vc tb é assim!!
      Eu tb gosto muito dos teus comentários.
      Espero que esteja se sentindo muito melhor e menos cansado…

      Responder
    3. Filipe Fernandes

      Caro lEvI sIlvA, boa tarde!

      Puxa, muito obrigado pela menção, fiquei até meio sem graça quando li, mas profundamente lisonjeado. Caro, também gosto bastante do que você escreve aqui, seja relacionado ao tênis, a músicas ou a filmes, pois você sempre ressalta coisas bem interessantes (como num dia desses, fazendo um comentário bacana sobre a obra do Guilherme Arantes e sobre o filme “Contato”).

      Se me permite fazer um comentário também, ter conhecido o Blog do Dalcim em fevereiro deste ano permitiu boas proezas: ler seus artigos primorosos semanalmente e perceber sua atenciosidade, solicitude e seu respeito ao responder aos comentaristas; entender mais e melhor a história do tênis a partir de vários ângulos e opiniões (e o livro “Entenda o tênis” do mestre está na minha lista de leituras); acompanhar os muitos comentários que os demais participantes tecem a cada post e aprender com eles, em todos os sentidos.

      Também admiro todos os outros participantes citados por você: as palavras sempre reflexivas e pertinentes dos caros Periferia e Marcílio Aguiar (bem como o belo conhecimento cultural e a experiência de vida dos dois) e o senso de humor profundamente divertido da cara Gabi (até hoje me lembro do relato cômico dela em outro post sobre um fato num estacionamento, em que ela diz “sou ótima”).

      E muitos outros participantes aqui também têm me enriquecido em conhecimento e reflexão: a bibliofilia, o amor pela música, a cinefilia e o vasto conhecimento esportivo do caro Rubens Leme (e também do Marcílio, do Dalcim, do Rafael, do Paulo Almeida e do Periferia) me impressionam, a ponto de sempre anotar as referências que não conheço mencionadas por ele em um caderninho, que já fica de prontidão aqui do lado; gosto dos relatos de vida do caro Rafael e de depreender seus diversos interesses e suas opiniões; outro dia, fiquei maravilhado com as palavras transbordadas de orgulho do caro Barocos a respeito das filhas e com os conselhos paternos preciosos que ele passou em seguida ao caro Danilo Afonso (os quais me remeteram à leitura que iniciei no fim do ano passado da obra “Em Busca do Tempo Perdido”, por ele ter enfatizado nesses conselhos a dádiva de se poder lembrar dos inúmeros momentos na vida de convivência amorosa para a memória); em outro dia, fiquei maravilhado com um relato que o caro Rodrigo S. Cruz fez — descrevendo a noite em que viu com o irmão um jogo memorável do Guga até o início da madrugada; gosto das fundamentadas estatísticas do caro Danilo Afonso; e também de ler os textos e anedotas sempre reflexivos, ponderados e poéticos do caro Marcão, com o qual compartilho a torcida e a admiração pelo tenista Andy Murray (apesar de, no início, ter aprendido a gostar deste esporte por causa do gênio Roger Federer, que, além de ser o meu favorito do Big 3, é, para mim, o “Messi das quadras”). E tem os comentários do Miguel BsB, do Sérgio Ribeiro, as piadas “nadalistas” do Maurício, e tantos outros.

      Assim como é muito interessante acompanhar as defesas apaixonadas que muitos fazem do Big 3 (desses três fantásticos tenistas), sempre engraçadas, pertinentes e polêmicas.

      Não é fazendo média, isso não é nem um pouco necessário, mas esse Blog é precioso tanto pelos artigos do caro Dalcim quanto pela participação diversificada das pessoas nos comentários. E escrevo isso mesmo conhecendo o Blog há apenas três meses, porque é raro encontrar um espaço assim na Internet.

      Um grande abraço também, lEvI e pessoal, e tenham uma boa semana.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Felipe Fernandes, os membros do blog são fantásticos mesmo, aqui tem de tudo, e você há alguns meses faz parte desse “bando de loucos por tênis”. É um grupo muito heterogêneo, onde aprendemos, além do tênis, muito com a visão dos demais membros.

        Não vejo hora dos torneios voltarem para que possamos deliberar muito, com ou sem exageros, sobre esse esporte maravilhoso.

        Responder
    4. periferia

      IEvI …..

      Agradeço a referência….como diz o Felipi com muita propriedade….é um blog diferente….aprendemos muito aqui com pessoas extraordinárias .

      Abs

      Responder
      1. Anderson Nues

        Acho que não podemos confundir tensão excessiva com o adversário jogar melhor. No caso dos jogos de Djoko contra Wawrinka, em ambos o suíço foi melhor desde o primeiro ponto, o sérvio na marra conseguia ganhar o primeiro set, mas em ambos foi inferior ao suíço.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Contra Nadal em Roland Garros ele também ganhou o primeiro set. E foi um tanto inesperada a derrota para Murray num quinto set no US Open.

          Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            Dalcim,

            Concordo totalmente. Todos do Big-3 perderam grandes chances. O sérvio reverteu a estatística ruim nas últimas 5 finais com 100% de aproveitamento. Até então, tinha 12 títulos de Majors e 9 vices.

        2. Jonas

          Em relação ao Wawrinka, tem nem oq justificar. Poucas vezes vi Djokovic ser tão dominado em Grand Slam, estando em ótima fase técnica.

          Responder
        3. Marcelo-Jacacity

          À final do USOpen-16, o Djokovic nem chegado deveria. Sem condições físicas, sentindo o ombro e o cotovelo, chegou devido ao W.O do Vesely e desistência do Youzhny e depois do Tsonga.
          E mesmo assim na final contra o Wawrinka deu trabalho ao suíço, se tivesse convertido mais chances de quebra: converteu apenas 3 chances em 17 oportunidades.
          Os break-points desperdiçados repetiram a final do USOpen-15, invertendo-se os lados e com outro suíço.

          Responder
  69. Rubens Leme

    Escrito em 1870. Tão asusstadoramente atual no Brasil de 2020

    “Chigalióv é um homem genial! Sabe, é um gênio como Fourier; Porém mais ousado que Fourier, mais forte que Fourier; vou cuidar dele. Ele inventou a “igualdade”! No esquema dele cada membro da sociedade vigia o outro e é obrigado a delatar. Cada um pertence a todos, e todos a cada um. Todos são escravos e iguais na escravidão. Nos casos extremos recorre-se a calúnia e ao assassinato, mas o principal é a igualdade. A primeira coisa que fazem é rebaixar o nível da educação, das ciências e dos talentos. O nível elevado das ciências e aptidões só é acessível aos talentos superiores, e os talentos superiores são dispensáveis! Os talentos superiores sempre tomaram o poder e foram déspotas, sempre trouxeram mais depravação do que utilidade; eles serão expulsos ou executados. A um Cícero corta-se a língua, a um Copérnico furam-se os olhos, um Shakespeare mata-se a pedradas — eis o chagaliovismo. Ah, ah, ah, está achando estranho? Sou a favor do chigaliovismo!”

    (do personagem Piotr Stiepánovitch, no romance Os Demônios, de Dostóievski, de 1870).

    Responder
  70. JAN DIAS

    Na moral, essa discussão sobre o GOAT 🐐 só existe até hoje porque o idiota do FEDERER ficou 5 anos sem ganhar nada (dando 5 anos de lambuja pros rivais). Tivesse ele jogado normalmente, sem apagão mental, a diferença para seus 2 rivais seria bem maior..

    Mas quando penso nisso, acho que Deus tava querendo ser justo com os outros jogadores e com a competitividade do esporte. Se FEDERER fosse genial 🎨 e, ainda por cima, uma fortaleza mental e física, não existiria competição nem emoção…
    (não sobraria nada pra ninguém..)

    Sei que vai ser difícil, mas ainda torço pra ele terminar com mais SLAMs. E, ainda que ele não termine, vai ser sempre meu favorito…

    Responder
      1. JAN DIAS

        Exatamente Vitor!
        Ele é humano, mas joga um tênis SOBRENATURAL.. 👽

        O suíço não tem a consistência física e mental do NADAL e do DJOKOVIC, mas como eu disse abaixo pro Jonas, isso foi Deus repartindo as virtudes tenisticas entre os 3 pra haver equilíbrio e emoção..

        Responder
    1. Jonas

      Isso não faz o menor sentido. Nenhum dos três é perfeito. O Federer tem vários recursos que o fazem ser um tenista espetacular.

      Só que a questão mental não vem de hoje. VÁRIOS jogos que ele perdeu para o Nadal foi por ser mais fraco mentalmente. Dou dois exemplos aqui, Australian Open 2009 e 2012. Nem é como se ele fosse horrível nesse aspecto, mas o Nadal, obviamente, é bastante diferenciado de cabeça e nunca foi de respeitar o suíço em quadra.

      Responder
      1. JAN DIAS

        Eu não quis dizer que algum dos 3 é perfeito, o que eu quis dizer foi que “se o FEDERER tivesse, além do talento, a consistência física e mental do espanhol e do sérvio, não ia existir competição”, porque ia ser difícil demais para os outros derrota-lo.

        Por isso acho que Deus distribuiu as virtudes tenisticas entre os 3 pra haver + igualdade… foi só isso

        Responder
    2. Gildokson

      Jan, não sei se você ta falando em tom de brincadeira… mas nesse período que o Federer não ganhou nada foi pq Nadal e Djokovic eram melhores que ele no que circuito exigia naquele momento, infelizmente essa é a verdade. Mas ainda assim podemos lamentar um Slam “desperdiçado” nesse período, o Us Open 2014, entrando em quadra ja sabendo que Nishikori havia eliminado Djokovic, o Federer tomou aquele sonoro 3×0 do Cilic kkkkkkkkkk

      Responder
      1. JAN DIAS

        Desculpa Gildokson, mas não concordo com você. Sei que o espanhol e o sérvio estavam no auge nessa época, mas o FEDERER perdeu majoritariamente porque abaixou DEMAIS o nível técnico e mental dele nesse período..

        Jogando o normal dele poderia ter ganho, pelo menos, 1 ou 2 SLAMs.

        Deu um apagão nele, assim como o DJOKOVIC também teve em 2016/2017 (guru fashion, brigas com a esposa, etc).

        Responder
  71. Rubens Leme

    Dalcim, li alguns trechos em inglês da bio do Woody Allen e acho interessante um contexto. Muitos falam que ele é um diretor difícil e que dá mais prejuízo do que lucro nas bilheterias. Bom, fiz um levantamento e descobri que não é verdade: a maioria esmagadora dos seus filmes deu muito dinheiro, alguns até demais como Meia Noite em Paris. E o mais curioso: mesmo estando em sua pior fase – o Século XXI é muito fraco se comparado aos clássicos dos anos 70 a 90 -, a platéia de Woody se renovou, em termos de idade, há mais jovens hoje querendo ver seus filmes.

    O que está dificultando a vida dele é a tal acusação de estupro que ninguém consegue provar, mas que parece tê-lo condenado virtualmente e muitos atores que ganharam Oscar com ele já disseram que não trabalham mais com ele (curiosamente só fizeram o filme que levaram a estatueta), casos de Michael Caine (Hannah e Suas Irmãs) ou Mira Sorvino (Poderosa Afrodite). Os atores mais antigos e regulares ainda estão com ele.

    Bem, não é tênis, mas uma lista particular minha dos 10 mais dele. Como não tem Manhattan (que adoro a fotografia e a trilha sonora, tanto que tenho dois CDs, mas os personagens eu acho chatos) na lista, soará estranha.

    1 – Broadway Danny Rose (Danny Rose é um dos personagens trágicos mais simpáticos já feito)

    2 – Tiros na Broadway (só dirige, mas brilha intensamente graças aos atores Chazz Palmintieri e Diane Wiest))

    3 – Crimes e Pecados (a cena eem que o personagem de Landau volta ao passado e fala de crime e religião com a família no almoço de domingo é antológica)

    4 -A Era do Rádio (uma ode de amor ao rádio e um dos filmes favoritos do meu saudoso amigo Kid Vinil, que sempre amou este veículo de comunicação)

    5 – Descontruindo Harry (um dos mais ácidos filmes, especialmente em mostrar um Woody alcóolatra e drogado. Ele usou várias cenas de seus contos. A do inferno é hilária).

    6 – Hannah e Suas Irmãs (Relacionamentos conjugais com um final inesperado e uma belíssima reflexão sobre Deus)

    7 – Simplesmente Alice (um dos mais delicados filmes dele falando sobre adultério, mágica, filosofia, escolhas e reviravoltas. O personagem do senhor Yang é o guru que todos adoraríamos ter)

    8 – Sonhos de um Sedutor (apesar de escrito e interpretado, foi o único filme de sua carreira que não dirigiu, coube o cargo a Herbert Ross. Baseada na peça homônima que virou sucesso na Broadway. O uso de Casablanca e Bogart são primorosos).

    9 – O Dorminhoco (Foi o primeiro filme a falar de clonagem humana e teve o roteiro lido e aprovado por ninguém menos do que o escritor russo Isaac Asimov que hoje dá nome à escola onde Woody estudou).

    10 – Poderosa Afrodite (O filme que deu o Oscar a Miro Sorvino tem um dos roteiros mais inteligentes e um coro de vozes no Central Park que canta Cole Porter. Precisa pedir mais?)

    Em um top 15, ainda entrariam A Última Noite de Boris Gruschenko, Annie Hall, Manhattan, Neblinas e Sombras e Zelig.

    Se quiser montar a sua – acho que está cheio de fazer listas top 10 – fique à vontade.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Eu esqueci de colocar – minhas listas não são perfeitas como a sua, A Rosa Púrpura do Cair, se não entre as 10 mais, mas entre os 15. Que seja então no lugar de Neblinas e Sombras. E deveria ter entrado, mas por ser um média metragem no projeto New York Stories (três filmes de 30 a 40 minutos, feitos por Coppola, Scorsese e o próprio Woody ), o Édipo em Ruínas, o filme freudiano definitivo. Mas como não era só dele, tirei, assim como Cenas de um Shopping, ao lado de Bete Midler e dirigido e escrito por Paul Mazursky. Impagável ver Woody como um californiano que odeia NY.

        Lista de livros, discos, filmes é sempre muito pessoal não? Annie Hall e Manhattan foram os primeiros VHS que comprei e os recebi no sábado de noite, tinha importado da Amazon mas, diferente de DVD, não tinha legendas nem em inglês e eu mal entendi o filme. Aí importei o livro “Four Films of Woody Allen”, com o roteiro completo de 4 filmes dele. Eu via o filme e lia o roteiro no livro, para entender. Eu fiquei apaixonado pela fotografia do Gordon Willis, o mesmo de O Poderoso Chefão I e II, em preto e branco e a música do Gershwin, o cd me acompanhava em todo canto. Mas, como história, Manhattan foi superado por outros filmes ao longo dos anos.

        Mesmo os filmes suecos dele – Setembro, A Outra e Interiores, eu gosto. Até o 2000 o único filme realmente descartável é Celebridades, com Leonard di Caprio e Kenneth Brannagh encarnando um decente Woody Allen. Enfim…

        Responder
        1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

          Lembrando que, pode não estar na lista dos melhores, mas ele fez um curiosamente chamado “Match Point”. Aquela bolinha que bate na fita e cai do lado que deveria cair. Saudações.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Match Point e O Sonho de Cassandra requentam o tema de Crime e Castigo, que é a culpa após a morte de algue inocente a sangue frio. Em Crimes e Pecados, Martin Landau não mata, mas é o mandante e tem depois uma crise existencial, religiosa e filosófica e quase confessa o crime, mas espera a crise passar e se orgulha disso, no final, ao contar para o personagem do Woody Allen. Woody Allen resolve mudar o final de Crimes e Castigo, de Dostoievski, lançando ao mesmo um tempo um olhar opressivo e conflitante entre o bem e do mal.

            Já Match Point e Cassandra possuem finais diferentes e não há a questão existencial, apenas o medo e a culpa pelo ato. São filmes mais direto, sem as questões norteadoras que ocuparam boa parte de sua obra – Deus, culpa e castigo. O grande mérito de Woody neles foi trabalhar os 3 filmes, mexendo em alguns pontos e com finais diferentes, mas sem aprofundar o tema.

            Por isso, apesar de serem dois bons filmes, não os coloco entre os melhores. Além de que, filmes do Woody rodados fora de Nova York, ainda são estranhos para mim.

  72. Rodrigo S. Cruz

    [Barocos]

    “Jonas,

    Reveja jogos do Federer nas temporadas de 2005 e 2006, o tal “Fedex” era rapidíssimo. Talvez ele tenha melhorado a técnica com o passar dos anos e, ainda, a troca de raquetes tenha ajudado, mas do ponto de vista atlético, não, Federer de 2017 não é melhor que a versão de 2006.

    Como todos já sabem, torço pelo DJoko”.

    Querer comparar o físico do Federer em 2006, com o físico dele em 2017 é uma piada…

    Mostra desconhecimento – coisa de quem realmente não acompanhou o período.

    Mas vamos dar um desconto – afinal o Jonas é o Jonas, né… (rs)

    Aliás, falando de 2004, 2005, 2006, eu me lembrei disto:

    um comentário feito no extinto grupo de discussões do UOL pelo Rui Viotti Filho, em um desses anos.

    Na ocasião, ele comparou a exuberância física do suíço com outros dois grandes.

    Um deles no seu auge foi um típico “maratenista” – o australiano Lleyton Hewitt.

    Mas pontuando que o Hewitt não enfrentou o Federer em 2006.

    E o outro, salvo engano, era o Guga que gostava de jogar sempre no ataque, mas tinha uma movimentação frágil.

    Também frisando que o Guga só conseguiu jogar em nível razoável até 2004.

    E o Rui escreveu o seguinte:

    ” o Federer de hoje é quase uma SOMA dos dois”.

    Em outra palavras – atacava bem como o Guga, mas cobria a quadra melhor do que o Hewitt.

    De 2004 a 2010, o Federer derrotou o australiano 15 vezes seguidas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não há buracos claros no jogo de Djokovic. Na verdade, algumas táticas funcionam bem contra ele: o saque aberto no forehand, a troca de bolas bem centralizadas e sem tanto peso e troca com slices. Nesses dois últimos casos, a bola sem tanto peso obriga o tenista a fazer mais força para jogar, sem trabalhar com o peso da bola adversária.

      Responder
          1. William

            É justo, mas quando falamos em finais o aspecto psicológico se torna mais importante do que já é eu acho, não acompanhei nda a carreira dele, mas olhando o número de títulos e finais dele em slam sempre tive a impressão de que ele deve ter falhado mentalmente em algumas pelo menos, vc que sabe bem da carreira dele, o que diz?

          2. José Nilton Dalcim

            Com certeza, falhou. Como todos falham. Lendl viveu uma era em que a adaptação aos pisos era muito mais difícil e era preciso um esforço tremendo para mudar estilo e achar um jeito de vencer, William.

  73. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Prezado Dalcim. As comparações entre esportistas de épocas diferentes são sempre polemicas e, mais ainda, quando o assunto é tênis, devido a todas as transformações que o esporte sofreu desde o inicio do profissionalismo, como mudança nos pisos e velocidades das quadras, das raquetes, bolas, preparação física e etc. Os 3 rankings que você divulgou deixaram pouca margem para contestações, a não ser uma ou outra observação de um leitor mais atento ou choro de torcedores inconformados. Dito isso eu me atrevo a lançar um tipo de comparação, não em termos de quem é maior ou melhor, mas sim de semelhanças entre jogadores de ambos os sexos. Não é nenhuma defesa de tese, apenas uma provocação. Eu não tenho a pretensão de conhecer os recursos técnicos de todos os que vou citar, mas pelo que me lembro dos jogos que assisti e dos hilights que estão na internet, vou me atrever a listar tenistas que vejo semelhanças em estilos, características de jogo ou algum fato marcante das carreiras das moças com os dos rapazes. Não tem peso a quantidade de conquistas da dupla(ou trio). Caso faça sentido, gostaria da sua opinião e dos leitores que se interessarem pelo tema:

    Tenista feminino Masculino correspondente
    1) Martina Navratilova – Mac Enroe e Pete Sampras: estilo marcante de saque e voleio com extraordinário jogo de rede.
    2) Steffi Graf e Justine Henin – Federer: estilo mais clássico. Ótimo slice, BH de uma mão e FH definidor.
    3) Monica Seles – Nadal: canhotos (embora Monica tivesse FH com duas mãos), muita consistência no fundo, intensidade e mental muito forte.
    4) Arantxa Sanches – Ferrer: muita correria e luta.
    5) Chris Evert, Kim Clijster – Djokovic: consistência no fundo de quadra e precisão.
    6) Jeniffer Capriati – Agassi: me apoio mais na historias de ambos que interromperam a carreira por problemas pessoais e depois voltaram para finalizar de forma vitoriosa.
    7) Matina Hings – Borg: não consigo estabelecer muita semelhança no jogo mas tem em comum que venceram muito jovens e parece que ficaram saturados, embora Martina tenha retornado.
    8) Lindasy Davenport, Venus e Serena – Rocdick e Isner – com jogo baseado na força, especialmente do saque.

    Se alguém tiver algo a comentar ou acrescentar, fique à vontade.

    Saudações.

    Responder
    1. Paulo F.

      Justine Henin continua sendo a única mulher que eu olhava com o apreço com que eu acompanho(ava) um Agassi, um Safin, um Federer, um Djokovic.
      Como era lindo de vê-la atuando!
      Como lamento que faltou Wimbledon à uma tenista tão virtuosa de se assistir!

      Responder
  74. periferia

    Hoje (9/5)

    Little Richard morre (ele dizia que era o pai e a mãe do Rock…e foi)

    Cena 1 :
    O rei sol é filmado andando de jet ski….abordando uma lancha que estava fazendo um churrasco no Lago Paranoá ..volta a relativizar a pandemia.

    Cena 2 :
    Uma familia de 5 pessoas que moram num único cômodo….um deles tem os sintomas do vírus…..decidem ficar em casa e lutar contra a doença em familia (medo dos hospitais)…torcemos.

    Hoje…..730 (subnotificado)

    Sigamos

    Responder
  75. Marcelo-Jacacity

    Agora cá entre nós:
    O Nadal ter ganhado 4 títulos de USOpen, Djokovic 3 e o Murray 1 não fazem sentido algum.
    E quem disse que tudo na vida tem nexo?

    Responder
    1. Jonas

      Por ser uma quadra dura parece que não faz mesmo. Mas é um torneio com condições diferentes, que já afetaram Djoko e Federer. Novak, inclusive, se lesionou ali em 2016 e 2019.

      O Nadal se adapta muito bem ao US Open. Quem não lembra daquele Nadal de 2010? Aquela final contra o Djokovic, jogo incrível aquele, Nadal estava uma máquina. Em 2013 ele tb esteve em grande forma.Eu mudaria o resultado se pudesse por ser torcedor do Djoko…mas realmente o Nadal surpreende bastante jogando esse torneio.

      Interessante que até 2009 o espanhol sofria ali…teve um jogo contra o Delpo, salvo engano semifinal, que o Argentino atropelou.

      No ano seguinte, Nadal era outro jogador.

      Responder
      1. Paulo F.

        Três vezes em cima do teu indiscutível, aquele mesmo que, quando já era um jogador afirmado, era presa fácil de um bebê da Espanha.

        Responder
  76. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,

    Se você tivesse que ir a uma entrevista importantíssima e não soubesse da predileção do selecionador e pudesse escolher apenas um currículo, qual você escolheria?
    A- 1 AO; 12 RG; 2 Wimb; 4 USO; 0 Finals.
    B- 8 AO; 1 RG; 5 Wimb; 3 UsOpen; 5 Finals.

    Responder
      1. Renan Vinicius

        Já que está valendo o Finals como grande título, então vamos ao cardápio completo: Nadal tem recorde de M1000, ouro olímpico, 5 Copa Davis.
        E aí Dalcim, ainda escolhe o sérvio?

        Responder
  77. DANILO AFONSO

    Periferia, concordo com você quando diz que o FEDERER exigiu o melhor do sérvio. Fez com que este evoluísse. Djkokovic por diversas vezes já disse que a dupla Fedal fez o jogo dele aprimorar. Mas a recíproca também é verdadeira. O sérvio também exigiu a evolução da dupla, principalmente a contar da temporada 2011.

    O BIG 3 sempre está em evolução, aprimorando algum detalhe técnico ou tático.

    Responder
  78. DANILO AFONSO

    Tem uma estatística do NADAL que poucas vezes vejo as pessoas citarem. O retrospecto do espanhol nos SLAMs contra os dois melhores jogadores de todos os tempos no piso HARD. Ele leva vantagem contra o suíço e perde pouco do sérvio, e olha que perdeu deste em 2012 no detalhe.

    H2H (Slams no piso Hard)

    NADAL 3 x 1 FEDERER
    2009 Australian Open Final Nadal 7–5, 3–6, 7–6(7–3), 3–6, 6–2
    2012 Australian Open Semifinals Nadal 6–7(5–7), 6–2, 7–6(7–5), 6–4
    2014 Australian Open Semifinals Nadal 7–6(7–4), 6–3, 6–3
    2017 Australian Open Final Federer 6–4, 3–6, 6–1, 3–6, 6–3

    DJOKOVIC 3 x 2 NADAL
    2012 Australian Open Final Djokovic 5–7, 6–4, 6–2, 6–7(5–7), 7–5
    2019 Australian Open Final Djokovic 6–3, 6–2, 6–3
    2010 US Open Final Nadal 6–4, 5–7, 6–4, 6–2 3:43
    2011 US Open Final Djokovic 6–2, 6–4, 6–7(3–7), 6–1
    2013 US Open Final Nadal 6–2, 3–6, 6–4, 6–1 3:21

    O espanhol está longe de ser unidimensional. Não duvido que ele possa ganhar mais dois Slams no US OPEN e se tornar o recordista lá com 6 títulos e de lambuja ficaria atrás apenas de DJOKOVIC e FEDERER no quantitativo de títulos de Slams no piso Hard.

    Já pensou nisso ??

    Responder
    1. Jonas

      Nadal deve ser um dos tenistas mais chatos de se enfrentar em Grand Slam. O cara “ARRANCA” algumas vitorias que parecem impossíveis. Por isso, no mental, acredito que ele e Novak são bem próximos.

      Responder
  79. Gabi

    Nunca fui muito de horóscopo. Ariana que sou, prefiro as artes e as ciências ao misticismo. Mas existem tempos, admito, em que uma confluência dos astros parece influenciar nossa sorte.

    Aqui em casa há uma regra: quem cozinha não lava a louça. Essa regra é complementada por um princípio: na medida do possível, cada um cozinha em dias alternados.

    Qualquer aprendiz de jurista de meia pataca sabe que a aplicação simultânea de regras e princípios é problemática. E aconteceu de o princípio prevalecer sobre a regra. Nos últimos tempos, as normas desparearam: há dias em que cozinho e lavo; e há dias em que não faço nada.

    Geralmente, no meu dia de labuta, meu conje rsrs inventa de fazer bolo, gnocchi, pizza, bolacha, escultura em argila, obra, escavação e todo tipo de atividade lambuzo-poeirenta na cozinha. Nos dias dele, a gente come o que sobrou da véspera.

    Mas esta semana o segundo sol parece ter chegado para realinhar as órbitas dos planetas. E para enviar cupons de delivery nos exatos dias em que o almoço e a louça seriam responsabilidade minha. Há seis dias não lavo a louça. E sem violar o ordenamento jurídico conjugal!

    Nunca ganhei sorteio de coisa nenhuma. Mas, se eu continuar ganhando cupons nos dias certos, nem reclamo! A loteria que fique com quem tem menos sorte que eu.

    Responder
          1. Gabi

            Sim, sim, eu entendi, tanto é que falei que vc é um sobrevivente… hihihih

            Não entendo muito de signos, mas ja namorei um libriano e foi ótimo rsrs. Então vcs devem formar um baita de um casal!!

            Sobre as dificuldades relacionadas ao convívio com uma ariana, pode vir aqui conversar comigo rsrsrs

    1. Rafael

      Essa crônica entraria facilmente na obra de Veríssimo “Comédias da Vida Privada”, muito divertida, rs.

      Que os coupons continuem chegando! rsrsrsrs

      Responder
    2. Barocos

      Gabi,

      Na minha humilde opinião, seu marido deveria contratar um investigador, sua sorte está muito parecida com a que alguns políticos alegam ter. Você, por um acaso, não é filiada ao PT, MDB, PTB ou qualquer outra sigla, não é mesmo?

      Transmita os meus parabéns ao “conje” por acertar na loteria, todo bom homem merece uma mulher espirituosa (e vice-versa).

      Responder
      1. Gabi

        É tudo culpa dos algoritmos… hihihi

        Entro no elevador e ouço o porteiro, que não se dá conta de que ainda estou ali, falar para alguém: “é, o Danny demorou pra casar, mas esta menina pegou ele de jeito”.

        Update: mal sabe ele que foi o contrário!!

        Responder
    3. periferia

      Olá Gabi…

      Tempos diferentes.

      Aqui descobri um dom….algo que estava escondido ….uma qualidade rara.
      Lavo louça como poucos….foi algo surpreendente .
      Existe uma arte no ofício.
      Antes de tudo…..pego o detergente…..prefiro o da marca Limpol (neutro…nao irrita a pele e faz mais espuma) e uma esponja Scotch Brite (o equipamento é tudo …não devemos economizar ).
      Começo sempre pelos talheres (é mais fácil….com isso sua auto confiança aumenta).
      Os copos requerem um olhar de águia e cuidados redobrados.
      Com os pratos….precisamos de uma certa noção de química…..devemos lava-los rapidamente (aqui sentimos toda adrenalina do ofício) existem resíduos que endurecem ….é a cristalização …..causa certa dificuldade para limpa-los.
      Como Airton Senna fazendo a curva da vitória ….estamos perto.
      Olho para as panelas…é um desafio hercúleo (mesmo com todo teflon do mundo ).
      A técnica mais indicada é jogar uma água quente no interior delas…dissolve o grosso dos resíduos .
      E com movimentos do mestre Miagi (aquele do Karatê Kid) ultrapassamos o último obstáculo.
      Agora é olhar para o escorredor de louça….com aquele sentimento de dever cumprido….orgulho mesmo.
      Pego uma taça de vinho …abro meu “licoroso” (tem que ser docinho e é de preferência de pizzaria)..faco aquele movimento dos someliers franceses (movimentos circulares com o nariz dentro da taça) e bebo .
      Olho para taça vazia….uma certa melancolia me domina….terei que lavar a taça.

      Abs

      Responder
      1. Miguel BsB

        Rapaz, aqui em cs eu tô fazendo muita live nessa quarentena:
        “Live” a louça, “live” o banheiro, “live” a cozinha…kkkkk

        Piadinha estilo Maurício! A Xisca deve tá botando o Nadal pra fazer muita “live em cs tb Maurício….

        Responder
    4. Luiz Fabriciano

      Oi Gabi, acho que nunca trocamos mensagens diretas antes.
      Achei-a bastante espirituosa nesse relato. Ri bastante.
      Aqui em casa sempre gostei de cozinhar, minha mulher ao contrário, apesar de saber fazer muito bem.
      Ela é do tipo rápida, mas que deixa a cozinha, digamos, pós-vendaval. E eu, do tipo lento, que pega uma coisa na geladeira, usa um pouco e volta para guardar antes mesmo de mexer o que colocou na panela.
      Não criamos nenhum regulamento ainda, mas está tudo indo muito bem.
      Grande abraço.

      Responder
      1. Gabi

        Rsrs.
        Muito obrigada. Se vc gostou e riu é porque se identificou de alguma forma.
        Muito legal vc vir conversar e relatar como é a dinâmica na tua casa.
        Com todo o respeito à tua esposa, tb sou mais como vc e prefiro assim. A bancada da cozinha toda bagunçada me irrita muito.
        Nada como o “usou, guardou”.

        Responder
  80. Barocos

    Dalcim,

    Grande lista para as quadras duras, não dava para esperar nada muito diferente vindo de você, impossível ser mais justo e imparcial nas ponderações.

    Agora só falta você liberar a lista com os 10 melhores tenistas da história !!!

    Saudações Nolistas e votos de muita paz e saúde, para ti e para todos do seu círculo.

    Responder
  81. Miguel BsB

    A verdade é a seguinte:
    Há discussão e argumentos para se questionar tanto o melhor nas hards como na grama…
    O único n1 indiscutível é o Nadal no saibro…nao tem nem conversa.

    Responder
  82. Robson Couto

    As listas estão muito coerentes: quanto mais lento o piso maior o predomínio de Nadal, quanto mais rápido Federer é mas letal e Djokovic o mais equilibrado entre eles.
    Dalcim, gostaria de propor um tema, quando possível: Recentemente li uma declaração de Djokovic dizendo que as finais de Wimbledon 2019 e AO 2012 foram as suas partidas de maior destaque. Acho que foi ano passado que Federer falou de suas 10 maiores partidas e me lembro que ele destacou algumas principalmente de seu início de carreira (até estranhei ele não ter incluído a final de AO 2017 entre as 10 mais, porém cada um com seu critério). Por isso, gostaria de saber se você poderia destacar as 10 maiores partidas de cada um do BIG 3 em sua ótica. Obrigado.

    Responder
    1. Ivan

      Luiz,
      muito sensata a opinião dele. E mesmo que não seja o único fator, o total de GS será sim o principal determinante na corrida pelo goat. Outro detalhe que sempre escapa é que a popularidade de um tenista se faz pelo seus resultados e não pelo seu ”talento intrínseco”. Eu duvido muito que o Federer seria o tenista mais popular se mesmo com todo seu talento não fosse um vencedor (e.g., Fognini). Gostemos ou não, o resultado conta mais que tudo e não só em esporte.
      Abraço.

      Responder
  83. Rafael

    Caro Dalcim, com essas listas no saibro, grama e quadra dura, será que não é possível de haver uma lista do melhor no carpete, melhor jogador e o maior jogador?

    Responder
      1. Miguel BsB

        Dalcim, já vou deixar aqui as n1 nos 3 pisos, e ver se dps bate com a sua lista…
        Saibro: Evert
        Grama: Navratilova
        Dura: Serena
        Fico só na dúvida em encaixar a Graff aí em alguma primeira colocação…poderia nas 3, mas acho que não seria a 1…

        Responder
          1. Miguel BsB

            Pode ser…
            Eu sou muito fã da alemã (rimou) rs, tenho ctz que ela vai estar nas “cabeças” das 3 listas.
            Talvez n1 nas hards e/ou grama…

  84. Oswaldo E. Aranha

    Acho que um espírito civilizado bendito baixou no blog. Não sei pelo coronavirus e consequente reclusão ou se pela justo e criteriosa lista do Dalcim, chamou-me a atenção que não tem havido, nem pelos detratores de plantão, acusações a tenistas e seus torcedores do blog. Esperemos que esse espírito pacifista prossiga.

    Responder
  85. Luiz Fernando

    Dalcim embora ainda haja um campo vasto pela frente, vou sugerir um tópico p vc: maiores treinadores da história do tênis. Hj os vejo conhecidos e reconhecidos, mas pela própria dificuldade da disseminação da informação nos anos 70 e 80, com gerações espetaculares de tenistas, os treinadores eram desconhecidos do público em geral. Pex como eu era torcedor do Connors, me lembro de ler o nome “Pancho Segura”, que posteriormente vi q era um ícone. O q vc acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não é má ideia, Luiz, embora treinadores estivessem geralmente em plano bem mais inferior do que agora. Bergelin foi essencial para o Borg, por exemplo.

      Responder
  86. Vitor Hugo

    E eu assisti a reprise hoje da final entre Federer x Novak, Wimbledon/2019, com a esperança que Federer poderia ganhar… kkkkk Não creio ainda que ele perdeu…

    Responder
    1. Gabi

      Rsrsrs.
      Muito corajoso vc.
      Eu tb vi, mas, para mim, não tem tanto impacto assim…
      E agora? E nem sair de casa para espairecer vc pode… O que vai assistir? Teu copo ainda deve estar cheio…

      Responder
  87. DANILO AFONSO

    Bom fim de semana nobres !!

    Esse final de semana começou muito bem. Estava eu trabalhando desde o início da noite de ontem, quando de madrugada (2h30) resolvi dar mais uma pausa para esticar as pernas. Eu que estava várias horas me controlando para não olhar o celular, resolvi ceder a tentação. Cliquei direto neste blog, curioso para ver se o Dalcim tinha liberado a minha última postagem no início da noite de ontem com cara de “BOCA DE URNA” ( fiz uma “Alegação Final” com uma compilação estatística mais objetiva).
    Quando eu clico no atalho da página do blog, abre, para a minha surpresa, uma nova postagem do Dalcim com o texto acerca da relação TOP 10 da HARD. Após respirar fundo e criar coragem, desço lentamente o texto para ver quem estava em 1º na lista. BINGO !!! Inacredivável !! O piso Hard, o mais competitivo e preferido do circuito, tinha um novo REI, o sérvio NOVAK DKOJOVIC.

    Mesmo feliz e doido para escrever aqui no blog, voltei para o computador para finalizar o trabalho e dormir.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Cara, tô precisando de um aumento salarial no meu trabalho.
      Vou pedir pra vc enviar um e-mail pro meu chefe pra ver se consegue convence-lo, beleza? Kkkk

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Vítor, eu te aconselho neste período de instabilidade a não tocar no assunto “aumento”. Seria um tiro no pé. Galera está perdendo o emprego ou tendo redução salarial. Sei que você está zoando…kkkk

        Você está certo no que você escreveu em outra postagem. Sou fanfarrão no tênis e futebol e acho que sou do bem…kkk

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Beleza , Danilo. Aproveite para dar uma olhadinha nas pequenas divergências, poucas por sinal , entre as estatísticas do Post , e as do parceiro. Eu não tenho como checar as suas , pois realmente não é a minha praia. Então fico com as do Dalcim. E na boa , estas nem um pouco tendenciosas. Federer ainda possui mais Vitórias , o FINALS é mais importante que MASTERS 1000 , também para a ATP. E aos 38 apresentar com 190 partidas disputadas a mais , apenas ( – ) 0,8 % a menos de aproveitamento, convenhamos que é incrível. Abs!

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Sérgio, a minha estatística inclui os jogos da ITF, ou seja, está incluso os jogos de simples da Copa Davis e Olimpíadas. Não sei se o Dalcim utilizou a mesma base. Mas independente disso, não ficou muito diferente.

        Se tiver algum equívoco, não foi de má fé. A estatística comparando DJOKOVIC e FEDERER com 32 anos deu muito trabalho, pois tive olhar minuciosamente os dados com data limite até o dia anterior ao dia do aniversário de 33 anos do suíço. Os sites estatísticos não separam a filtragem por data, no máximo por ano. Deu um trabalhão.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Raramente uso a Davis em comparativos porque é um universo totalmente diferente do circuito tradicional, mas Olimpíadas costumo considerar a partir de Sydney-2000, quando finalmente os principais jogadores aderiram ao torneio.

          Responder
          1. DANILO AFONSO

            Dalcim, eu crente que você considerava jogos da Davis. É outra realidade, mas temos jogos fantásticos. Claro que a diferença de ranking dos oponentes as vezes é gritante.

            E os jogos de simples da recente ATP CUP que tem o formato semelhante a Davis, você computa ??

            Djokovic venceu vários adversários TOP 20 que venderam caro a derrota.

          2. José Nilton Dalcim

            São competições atípicas, Danilo. A ATP Cup está um pouco mais perto da realidade, mas você até manobrar o time para escolher adversário. E a pressão obviamente não é a mesma do circuito normal. Então precisa ser vista com cautela.

  88. Gildokson

    Belíssima lista!! Não tinha jeito, os últimos 5 anos colocariam esse chato do Djokovic no primeiro lugar, e que moral do Nadal hein, o cara conseguiu entrar ali bem colocado com os pesadíssimos Us Open. Merecido.

    Responder
  89. Paulo F.

    E, se fizermos uma média dos três pisos, qual o jogador que se sobressai?
    Ele, Novak Djokovic, o maior jogador all-courts de todos os tempos!

    Responder
  90. Vitor Hugo

    Só pra deixar claro que, apesar de eu discordar de Novak à frente de Federer, creio que há argumentos para os dois tenistas. E eu também penso que, apesar de na minha opinião o sérvio estar atrás do suíço, provavelmente vai supera-lo mais cedo ou mais tarde nas hards.

    Responder
  91. Paulo F.

    Parabéns pela lista Dalcim.
    Não se deixou influenciar pela virtuose e a tudo o que representa o gênio e o mito Federer na tua avaliação.
    Espero que diante de tanta coragem tu não sejas ofendido ou abandonado pelos federistas mais radicais.

    Responder
  92. Rafael Azevedo

    Dalcim, estou muito curioso para saber qual foi o critério que mais pesou para você, ao colocar o Djoko à frente do Federer.
    Eu concordo 100% com a sua lista, mas eu também concordaria se as primeiras posições estivessem trocadas, pois vejo um empate entre eles. É uma questão de peso de critério. Quem pesar mais os critérios favoráveis as suíço vai colocá-lo à frente, é quem pesar mais os que Nole é superior vai colocar o sérvio em primeiro.
    Quais foram os seus? O fato de Djokovic ter as mesmas conquistas em menos tempo (a probabilidade de que ele vai se distanciar nos próximos anos)? Os masters 1000? O maior n° de finais em slams? O H2H?
    Eu queria muito saber…rsrs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que você de olhar o conjunto, e o fato de ele ter vencido Federer mais vezes nos maiores torneios da dura (empate no USO, mas vantagem na Austrália e no Finals) pende para o lado do Djoko. Claro que temos de observar que alguns desses pisos ficaram muito lentos nos últimos anos e isso potencializou as maiores qualidades do sérvio. Daí eu já iniciar a análise com o fato de há realmente pequena distância entre os dois no piso.

      Responder
  93. Rafael Azevedo

    – Os 3 foram mencionados nas 3 listas (são os melhores e os mais completos, mesmo);
    – Os 3 possuem um top 1;
    – Djoko é o único top 7, nas 3 listas, e, pra mim, é o que tem mais chance de subir posições até o fim da carreira (talvez, seja ainda um pouco mais completo do que os outros 2)
    – Federer tem um top 1 e um top 2 (ele é o melhor, sem o saibro)
    – Nadal ficou consideravelmente abaixo dos rivais em 2 listas, mas, em compensação, sua superioridade no saibro é extraterrestre. Os seus recordes, no saibro, são quase impraticáveis (pra mim, o top 1 dele vale mais do que o top 1 dos rivais, nos outros pisos).

    Conclusão: Esses são, mesmo, os melhores da história.

    Responder
  94. Heitor

    A Fifa anunciou que as equipes de futebol poderão fazer até cinco substituições por partida. A medida é temporária e, inicialmente, vale até o fim de 2020, considerando os desafios de retomar o futebol durante as incertezas da pandemia.
    ————
    Nas transmissões de tênis, acho que a união da ESPN com a Fox não fará alguma diferença pois a Fox não transmitia nenhum torneio e a espn continuará com o AO e USopen.

    Responder
  95. Rubens Leme

    Dalcim, naquela matéria sobre a brasileira Luisa Stefani, ela falou algo muito interessante sobre as bolinhas e que talvez vire uma tendência, ao menos, nesta volta: “Com distanciamento, as bolinhas estiveram com as iniciais do meu nome. Eu só sacava com elas. As minhas adversárias também traziam as delas.”

    E, no final, ela disse algo que uma vez discutimos, sobre o cumprimento na rede: “No final, sem cumprimentar, só tchauzinho ou um jóia com as mãos, de longe”.

    Talvez sejam duas mudanças a serem implementadas daqui para frente.

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/76652/Volta-de-Stefani-Bolas-marcadas-e-sem-cumprimentos/

    Responder
    1. Heitor

      Se não me engano a USTA publicou (e o tenisbrasil tb) as orientações para quem for voltar a jogar. E dentre elas está a de cada tenista jogar com as suas bolas.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Precisava ser muito corajoso para, nos anos 50, ser um negro que cantava “música do diabo” e ainda cheio de maquiagem na cara, no sul dos EUA! Isso que era rebeldia.

        Paul McCartney é um dos maiores fãs de Little e uma vez comprou um terno original dele em um leilão, para caridade. Disse que quando o vestiu tomou um susto, porque caberia dois Pauls, já que as costas do Rchard eram enormes.

        Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Incrível , caro Heitor. O Craque abriu a caixa de ferramentas. Ambos fizeram todos os tipos de jogadas possíveis. Deixando o comentarista Thomaz Koch em êxtase. Qualquer outro Tenista , teria se entregue. Novak Djokovic parece que incorporou o grande Borg e construiu uma Vitória histórica. E mais uma vez repito , méritos do Sérvio na tal “ Amarelada “ do Suíço. Estávamos apenas no 7 x 7 . Roger não se abalou e jogou até o 12 x 12 em altíssimo nível. Uma partida Épica na acepção da palavra. Abs!

      Responder
  96. Heitor

    E a queda de braço entre Djoko e as pessoas que tem trazido para fazer live contra o ben rothenberg (freelancer para o NYT) ganhou um novo capítulo quando o “irmão de outra mãe” dele, pseudo-alquimista, diz que eles estão sofrendo “ataques” de um jornalista, o Ben, por expor tudo.

    Responder
  97. periferia

    Ola Dalcim

    O Marcilio outro dia lembrou do filme Campo dos Sonhos com o Kevin Costner.
    Basicamente o enredo do filme fala sobre um fazendeiro nos anos 70 que tem uma plantação de milho e ouve uma voz dizendo :
    ” construo um campo que ele virá ”
    O personagem tem alguns problemas (financeiros e afetivos) …mesmo assim constrói um campo beisebol (esporte que o personagem ama) no meio da plantação de milho.
    Um campo perfeito…demarcado….com iluminação….com tudo que precisa ….em volta do campo apenas a plantação de
    milho.
    E eles aparecem(jogadores)…fantasmas de um timaço de 1919..o Chicago Black Sox.. ..um time de lendas do beisebol do passado…só craques.
    Se vc tivesse uma plantação de milho e ouvisse uma voz dizendo ” construa uma quadra que eles virão ”
    Quais os dois jogadores do passado vc pediria para voltar ?
    Para vc ver de perto o jogo entre eles.

    Eu pedira Borg X Laver.

    E Vc?

    Abs

    Responder
      1. Rubens Leme

        Pois eu inverto a pergunta. Escolha dois jogadores de hoje que vc transportaria para os anos 70/80.

        Te joguei na fogueira, Dalcim!

        Responder
          1. Rubens Leme

            Eu levaria Rafael Nadal (para ver como iria se virar em Roland Garros contra Borg, Lendl, Wilander, Vilas etc) e o Andy Murray, para ver se é verdade que ganharia mais Slams não tivesse sido contemporâneo do Big 3. Acho que passaria zerado, especialmente na grama veloz de Wimbledon. Vale ressaltar que os dois seriam obrigados a jogar com o equipamento da época.

          2. José Nilton Dalcim

            Acho que Nadal se sairia melhor que o Murray, mas o britânico sabe jogar na grama, bastar deixar de ser preguiçoso e ir mais à rede.

          3. Sérgio Ribeiro

            De novo me entrometendo , caro Dalcim rs Ainda bem que o próprio Borg já afirmou varias vezes que Rafa Nadal é o maior Saibrista que já existiu. E não dá pra questionar Murray na Grama , a meu ver . Bateu Federer e Novak com propriedade em Wimbledon. E e’ Tetra na rápida Queen’s. Abs!

      1. Marcelo F

        Uma vez perguntaram a Federer quem, de qualquer época, ele gostaria de enfrentar em Wimbledon. E a resposta foi………Bjorn Borg.

        Responder
  98. Rubens Leme

    Dalcim, aproveitando esta manhã de sol e calor no sábado e preguiça, coloquei um DVD que recebi anteontem de um filme que assisti ainda nos anos 80 na casa do meu falecido e saudoso avô, quando tinha uns 14 anos, de noite, Disque Butterfield 8 (https://www.imdb.com/title/tt0053622/), que deu um Oscar a Elizabeth Taylor, absolutamente estonteamente como uma garota de programa.

    Apesar de mignon (1,55 m e não 1,63 m como fala o imdb), Liz Taylor era o uma mulher que meu avô descreveria como “voluptuosa, de curvas generosas” e ela brilha mais do que nunca em filme de ótimo roteiro e grande final.

    Podem me chamar de velho chato, naftalina, o que quiserem, mas se há uma arte que foi totalmente descaracterizada neste século foi o cinema e é uma pena que as plataformas de streaming pouco se importam em exibi-los. Se você entrar no netflix e ver os 10 filmes mais assistidos da semana não verá um filme realmente bom ou antigo.

    Uma pena que todos esses clássicos estejam sendo esquecidos. Sem falar no cinema europeu, que é ainda mais ignorando: Truffaut, Godard, Tony Richardson, Fassbinder, Antonioni, Visconti, passando por Eisenstein, Kurosawa (incluindo sua produção soviética, Dersi Uzala, todo falado em russo).

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A Liz em Quem Tem Medo de Virginia Woolf? é um espetáculo em todos os sentidos. Para mim, foi sua maior interpretação num filme denso, complexo e de fazer pensar na vida.

      Responder
      1. Rubens Leme

        E foram justamente estes dois fllmes que deram o Oscar a ela, Dalcim!

        Virginia Wolf marca a estreia de Mike Nichols como diretor de cinema, pois só trabalhava em teatro. É o ápice da parceira dela com seu marido RIchard Burton, com quem foi casada duas vezes. Nichols disse que algumas cenas ficaram excepcionais porque não sabia quando atuavam ou estavam realmente brigando. Nichols acabaria ganhando o Oscar de direção no seu filme posterior, A Primeira Noite de Um Homem, um ícone dos anos 60, mas muito inferior a este.

        Aliás, algo que pouca gente sabe. Taylor era inglesa e não americana, embora tenha se tornado um ícone de Hollywood.

        Responder
          1. Rubens Leme

            Sabia que Burton foi o segundo ator com mais nomeações ao Oscar, mas sem levar nenhuma estatueta? Foram 7! Ele estava empatado com Peter O’Toole, até 2006, quando este recebeu sua oitava (e continuou zerado).

            Viu como existem dois britânicos mais azarados do que o Andy Murray?

    2. periferia

      Olá…Leme
      Ela (Elizabeth Taylor) está ótima também em Gata de Teto (telhado) de Zinco Quente….e ainda tem o Paul Newman de brinde no filme.
      Dizem que T. Williams (Um Bonde Chamado Desejo)não gostou da versão com um final feliz.
      Concordo contigo… sou adapto de Billy Wilder….de Kazan (o homem da lista negra)….Zinnemann…..Huston (foi até sem querer….um austríaco…..um turco…..um polonês e é um irlandês.. … pluralidade em hollywood)

      Abs

      Responder
      1. Rubens Leme

        Zinneman dirigiu uma das melhores adaptações de um livro, O Dia do Chacal. Essa semana mesmo eu o revi, adoro este filme.

        John Huston é uma das figuras mais icônicas, a ponto de Clint Eastwood o homenageá-lo em White Hunter, Black Heart (Coração de Caçador), que conta uma história real, da obsessão de Huston em Matar um Elefante quando foi para a África filmar Uma Aventura na África, com Humphrey Bogart e Katherine Hepburn e não rodou uma cena enquanto não foi atrás do animal.

        Seu último filme como diretor. já bem doente, foi a adaptação de um conto de James Joyce – Os Vivos e os Mortos – só com atores irlandeses (exceção feita à sua filha Anjelica Huston). Um belo adeus.

        Responder
        1. periferia

          Olá…

          Vc lembrou outro grande.
          Considero Clint Eastwood o maior cineasta vivo americano….acima até de Scorsese.
          Depois de um começo tímido..sempre subestimado… .fez coisa relevantes….tendo sido um cineasta eclético.
          Olha a variedades de gêneros:
          As pontes de Madison (romance)
          Iwo Jima (guerra)
          Os imperdoaveis (faroeste)
          J Edgar (biograficos)
          Menina de ouro (drama)
          Dirty Harry (policial)
          Cowboys do Espaço (ficção cientifica)
          Doido para Brigar Louco para a
          Amar (comedia)
          A Troca (mistério )
          Perversa Paixão (suspense psicológico)
          Além da Vida (espiritual)
          Sobre Meninos e Lobos (família mafiosa)
          Fuga de Alcatraz (filme de prisão) * assinado por Don Siegel.

          Ainda está por aí….a qualquer momento chega algo novo.

          Como nos final dos creditos de Os Imperdoaveis:
          Don e Sérgio ficariam orgulhosos .

          Responder
          1. Rubens Leme

            Voocê se esqueceu do melhor filme dele como diretor, o que mostrou que era mais do que um homem de filmes B de ação? Bird. A biogradia de Charlie Parker é meu filme favorito dele, onde apenas dirige. Forest Whitaker está perfeito no papel do homem que mudou o jazz e morreu as 34 anos.

            Tenho uma caixa com 5 filmes dele e Bird e Coração de Caçador são os mais assistidos. Clint é fissurado em jazz, sempre que pode mostra sua paixão. Já fez filmes como músico – é um pianista razoável – e ama música country também.

            Sô não o acho superior a Scorsese e nem o maior ainda vivo, este posto é de Woody Allen.

          2. Filipe Fernandes

            Periferia (e pessoal), bom dia!

            Se me permite um comentário, Clint Eastwood é o cineasta cuja obra mais aprecio, muito por ele tratar em seus filmes dos dramas e dilemas do homem comum, os quais precisam tomar decisões grandes, e nesses últimos anos há pelo menos mais cinco obras bastante relevantes que ele produziu nesse sentido (e estou certo de que você já as conhece):

            “Gran Torino” (2008) – sobre um veterano de guerra ranzinza, racista e xenófobo que começa a se relacionar com uma família descendente de asiáticos e protegê-la de gangsters.

            “Invictus” (2010) – sobre como Nelson Mandela, quando presidia a África do Sul, utilizou o esporte rugby para amenizar o apartheid institucionalizado naquele país.

            “Sniper Americano” (2014) – um dos maiores filmes da obra de Clint, que reflete sobre os efeitos psicológicos e sociais da guerra na vida do indivíduo.

            “Sully – o Herói do Rio Hudson” (2016) – uma verdadeira joia (que, talvez, passará batida em sua obra), reconta a história do piloto que precisou amerrissar um avião com 155 vidas a bordo no rio Hudson, em NY, em 2009. Após esse incrível feito, um homem que trabalha no resgate das pessoas diz belamente: “Hoje ninguém vai morrer”. Uma pequena obra-prima esse filme, e com o sempre excelente Tom Hanks.

            “A Mula” (2018) – penúltima obra de Clint e com ele voltando a atuar depois de dez anos, é um filme que acompanha um florista idoso que se envolve com o narcotráfico mexicano. Um filme que nos faz refletir sobre as diferenças entre gerações, sobre o valor da família, sobre paternidade, honra, risco, cumplicidade, finitude da vida. Enfim, uma ótima obra.

            Um grande abraço, Periferia e pessoal, que todos estejam bem e tenham uma ótima semana.

  99. Mauro

    Hoje fui parado por policiais numa blitz em Campinas; por estar dirigindo sem máscara dentro do meu próprio carro… Éh mole … Já, já vão estar invadindo, nossa sala, nossos quartos, banheiros… Eu mereço…tanta ignorância!! Aff

    Responder
  100. Ernesto

    Erro feio no descritIvo de Djokovic. Ele possui 7 títulos de Australian Open, e não 8 como foi informado.
    Seria sensato corrigir, pois é um erro grande para um blog que possui como especialidade o tênis. Já pensou um médico especialista comete um erro na cirurgia? Mais ou menos essa comparação.

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        hahaha. Já está tão difícil o Djoker chegar nos 19 do Nadal e nos 20 do Federer… Se começar a tirar, ficará impossível…rs

        Responder
  101. Luís Fernando Morales Fernandes

    Dalcin, Djovokic tem 10 slam no piso duro. 7 no AO e 3 no US. Roger tem 11, 6 no AO e 5 no US. Essa conta errada, no seu ranking, pra mim, inverte o primeiro e o segundo lugar. Abraços.

    Responder
  102. Luiz Fernando

    Bom ontem eu estava meio sobrecarregado mas vou responder responder um questionamento da Gabi e fazer um comentário sobre filmes:
    1) pessoalmente não serei afetado pelo rodízio do Covas (que nome de prefeito p Sampa nesse momento hein, pqp!!!), mas julgo equivocado, pois quem precisar se deslocar terá q se aglomerar no transporte coletivo seja ele qual for, predispondo a um aumento da contaminação. Não nos esqueçamos que a maioria dos q saem não o faz pra caminhar na rua, o faz pra trabalhar e sustentar a família, esse me parece um decreto sem bom senso e de curto prazo de vigência;
    2) eu adora cinema, se não me engano o Marcílio discutiu o tema grandes filmes e grandes atores e eu não dei meu pitaco kkk. Vou me restringir ao ator: Al Pacino. Em nenhuma das listas q circulam na net acerca dos “maiores atores de todos os tempos” ele é o primeiro, está em terceiro ou quarto em algumas, mas o q esse cara atuou no “Scent of a woman”, o papel de cego com aquele olhar fixo próprio destas pessoas, a cena do tango e a da ferrari e em especial a evolução do personagem, que passa de um depressivo com tendências suicidas para assumir a “paternidade” do Charlie Simms no julgamento final foram marcantes, espetaculares, únicos. O discurso final na defesa do Charlie é simplesmente inigualável… Marlon Brando como Vito Corleone poderia perfeitamente fazer companhia a ele no alto do MEU pódio pessoal…

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Foi exatamente meu comentário sobre Pacino, em Perfume de Mulher. As duas cenas: o tango e o julgamento na escola.
      E mais, para o papel, ele abdicou de usar lentes que atores geralmente usam para interpretarem cegos. Facilita a ação de quem enxerga bem.

      Responder
  103. Gustavo

    Bom dia mestre Dalcim, eu acho difícil e até injusto comparar épocas. Eu vi o Sampras jogar e acho que ele no auge passariao trator no big 4 em uma quadra dura e rápida de verdade. Por que penso isso? Basicamente com exceção do big 4 ele jogou contra todos esses caras do top 10 dessa lista com exceção do lendl sem contar outros caras da pesada em quadra rápida como Rafter, Hewitt, Henman, Ivanisevic, Guga, Kafelnikov, Medvedev, Davydenko ate o Nabaldian e a lista vai embora…. Não que seja culpa do big four, mas com exceção do Wawrinka os outros jogadores são um monte de bananas, e amarelam na hora H.

    Responder
    1. R.P.

      Federer, com 19 anos, entubou o Sampras, então com 29, no piso favorito do americano, e isso com aquela esquerda bem questionável. O q Sampras fez, Federer faz melhor.

      Responder
  104. Luiz Fernando

    Fui surpreendido pelo Dalcim, pois pessoalmente julgava q Federer ainda seria o número um (com o Djoko no vácuo), mas qualquer pódio com o sérvio no topo sempre será defensável. Na minha visão Rafa seria o quinto, pois o vejo acima do outro magistral baseliner Agassi, mas como exposto ontem cada um tem suas expectativas e critérios e o Dalcim expôs a lista dele com os critérios valorizados por ele. E para nosso amigo Danilo veio o presente inesperado. E engraçado q alguns que a vida toda nesse blog postaram q Nadal era um saibrista baloeiro sem habilidade, que vencia por doping, vem aqui agora dizer q a lista na quadra dura é “justa” com ele em sexto, não dá vontade de mandar plantar cacau?????????

    Responder
  105. Anderson Nues

    Puts…ver Djokovic na frente de Federer só me lembra aquele US Open de 2015, trágico um jogar com tanto tempo de circuito ter se portado daquele jeito diante de um adversário.

    Responder
  106. Tercio battista

    Ola Dalcim!!! Entre os títulos de destaque do Agassi vale lembrar também das olimpíadas de 96 totalizando 8 títulos relevantes (somando com seus 4 AO, 2 Us e finals). Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Térsio, claro que um título olímpico é importante, mas as Olimpíadas ainda não haviam cativado o circuito. Veja que o torneio de Atlanta não contou com nomes fundamentais da época, como Sampras, Becker, Muster, Kafelnikov, Chang, Courier, Ríos, Krajicek ou Stich. Dos top 10 de então, jogaram apenas 3. Abs!

      Responder
    1. R.P.

      USOpen é o major com pior nível técnico, fim de temporada, muito jogador no limite físico, várias ausências por lesão. Australian Open é justo o oposto.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Austrália Open os tenistas estão sem ritmo, começando o ano, calibrando os golpes… Baixo nível técnico. A final de 2012 é o maior exemplo.

        Responder
        1. R.P.

          Pelo contrário. AO todo mundo voando; já fizeram os torneios preparatórios, clima melhor, organização top… tudo tinindo. E não falo isso para denegrir ninguém, pois o próprio Federer tem mais sucesso na Austrália.

          Responder
      2. Jonas

        Talvez seja mesmo. É um torneio diferente e até o Federer tem jogado mal ali há um bom tempo. Perdeu para o Robredo, Milllman e Dimitrov, jogadores que em condições normais atropelaria. Eu nem me refiro a condições físicas, mas o clima parece o incomodar.

        O Nadal parece se sentir bem ali e até venceu o Djoko em duas finais.

        Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      De fato, o Djoko tem um estilo que se adapta a todos os pisos.
      E sobre o futuro, vamos aguardar o que virá pela frente, atualmente está tudo muito nebuloso. Não sabemos como os tenistas vão voltar e principalmente quando o circuito voltará.

      Responder
  107. Wladner

    Dalcim, pra mim o Finals a mais que Federer tem compensaria os 3 Masters 1000 a menos. Por isso eu colocaria Federer na primeira posição. Mas realmente é uma decisão difícil pois os dois são muito além de espetaculares nesse piso.

    Responder
  108. Paulo Almeida

    Deu a lógica: o GOAT Djokovic é o melhor no piso mais importante do circuito. Ele detém o maior número de Big Titles e também domina o confronto direto contra seus arquirrivais. Em títulos PARRUDOS ganha é de lavada do segundo colocado.

    O choro é livre.

    Responder
  109. Sérgio Ribeiro

    E não é que o Dalcim conseguiu sair da encrenca rs . A performance do Sérvio e do Craque Suíço são tão próximas , que não tenho dúvidas que Novak Djokovic merece o TOPO. Até porque daqui pra frente , ele tende a superar o Craque nesta superfície. Embora já esteja num jejum de 4 anos sem o Quinto SLAM. E Roger Federer venceu o FINALS em três cidades diferentes. E ainda é o mais velho a conseguir este feito. Agora a posição do Rei do Saibro nesta superfície , e’ um feito Espetacular ( 4 USOPEN) . Daí estar vivo na briga pelo tal “ Goat “ ( apesar da turma da Kombi rs ) . Da Turma do Big Mac , talvez faria pequenas inversões. Mas Andy Murray fez por merecer sua presença na Elite. Enfim não atoa que as grandes feras da história , admiram tanto o Big 3 . A começar pelo grande ROD LAVER. ABS !

    Responder
  110. Roberto

    Uai, uai… top 7? Hehhee eu disse top 10 invertido Hehehhe 01!
    Não desmerecer Rafa e, outros. Acho é acredito que vai ficar entre Roger x Novak. Vai sair faísca… apostas?!?
    Nole quebra 90% dos recordes.
    Aposto meus dez real.

    Responder
  111. Eduardo

    Dalcim, na sua opinião você prefere pisos mais velozes como o carpete ou mais lentos como os atuais para ter mais ralis? Acredito que essa lista deverá ser atualizada muito em breve. Djoko leva pelo menos mais uns 4 na dura e Federer acho que mais um no US Open. Grande abraço.

    Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Dalcim, aproveitando a pergunta do colega acima, você não acha que a atleticidade atual dos tenistas, mais tecnologia em raquetes, bolas, calçados, provocando consequentemente um jogo mais rápido, comparando o jogo antigo mais lento, porém de quadras mais rápidas, atualmente não há mais intensidade e lances “absurdos” nos jogos, tornando-os mais interessantes?
        Um abraço.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          São tempos muito diferentes, como você mesmo observou. Ainda assim, a final entre Borg e McEnroe na velocíssima grama ainda está entre os 3 maiores jogos da história. Sim, acho que temos jogos espetaculares hoje em dia porque os tenistas atingiram um nível atlético e profissional muito maior e estão muito ajudados pelo equipamento. Era impensável se bater com tanta força e constância na bola com raquete de madeira. Algo que pouco se fala, o avanço tecnológico estratosférico das cordas fazem outra diferença terrível nesse aspecto.

          Responder
  112. Kauê Guedes

    Boa lista, Dalcim!
    Obviamente, sempre há discordâncias porque as pessoas costumam analisar com outra parte do corpo em vez da cabeça.
    A ordem em si é passível de discussão, mas não vejo outro jogador, além dos citados (incluo os que receberam menção honrosa), que deveria estar aí.

    Numa hipótese improvável em que o Federer conquista mais um Grand Slam no sintético e o Djokovic encerra sem conquistar o 12º caneco, o suíço ultrapassa o sérvio nessa lista?

    Responder
  113. Vitor Hugo

    Mas analisando as três listas do Dalcim, e tentando pensar como ele, existe um empate técnico entre Federer e Novak nas hards e saibro, pois a diferença é mínima. Já na grama, piso mais importante e tradicional, Roger ganha com grande folga. Tirem suas conclusões.
    O próprio Youzn afirmou hj que Federer é bem mais versátil que Novak e Nadal.

    Responder
    1. Paulo F.

      Empate entre Djokovic e Federer no saibro?
      Beleza, onde estão as conquistas de Roma e Monte Carlo do gênio suíço?
      Apenas nestes torneios, Djokovic possui SEIS troféus, METADE destes troféus em cima de um tal de Rafael Nadal.

      Responder
  114. Oswaldo E. Aranha

    Segundo o critério do Dalcim, que não discuto, segue abaixo a classificação;

    TENISTA GRAMA SAIBRO HARD PONTOS
    Federer 10 1 9 20
    Sampras 9 8 17
    Borg 8 9 17
    Newcomb 7 7
    Djokovic 6 4 10 20
    Mc. Enroe 5 4 9
    Connors 4 2 6
    Rod Laver 3 3
    Edberg 2 2
    Nadal 10 5 15
    Ivan Lendl 8 6 14
    Guga 6 6
    Vilas 5 5
    Tomas Muster 3 3
    Ilie Nastase 2 2
    Becker 1 1 2
    Agassi 7 7
    Murray 3 3
    Mats Wilander 7 7

    Responder
    1. Thiago Silva

      Que classificação tosca, 2 títulos em Wimbledon valem 0 pontos pro Nadal?
      Os números corretos são:
      Federer 20
      Nadal 19
      Djokovic 17
      Sampras 14
      E assim sucessivamente…

      Responder
  115. Luis

    Dalcim e’ quase um empate entre Federer e Djokovic na dura rs,piso preferido da maioria tenistas atualmente,Nadal vai bem na dura e e’ difícil jogar contra espanhol,Sampras também marcou na dura não seria absurdo dizer foi melhor Dalcim?

    Responder
  116. Rafael

    Lista sem surpresas nas primeiras colocações, e bastante justa. Poderia até recomendar “Três Reis” (1999), com George Clooney, Mark Wahlberg e Ice Cube em honra às listas, mas o filme é chato a beça.

    Prevejo uma onda de internações em UTIs já lotadas devido a úlceras perfuradas dos haters desgostosos.

    Responder
    1. lEvI sIlvA

      Rafael, meu caro, eu tive a infelicidade de ver esse filme. Ainda bem que, só lembro de ter assistido e achar horrível. Nada além disso. A memória seletiva deletou tudo do cérebro, graças a Deus!!!
      🤣🤣🤣

      Responder
    1. Paulo F.

      Quem nunca viu Rafael Nadal, ao assistir essa final, poderia pensar que se trata de um “jogadorzinho” tamanha a superioridade do Djokão nesse torneio.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Para fechar o segundo set, no primeiro ponto fez um saque incrível, forçando Nadal ao erro, provocando o locutor da ESPN à perguntar: “Por que a pressa?”. Não sabia ele que os três pontos seguintes seriam 3 aces.

        Responder
  117. periferia

    Olá Danilo e Marcilio.

    Respondo aqui porque me atrapalho com as respostas (sou atrapalhado).
    Quando comparo o trio da renascença com o trio fantástico do tênis é mais para colocar um componente que falta nessas listas do Dalcim (Que são maravilhosas) ….é a subjetividade que existe na arte (Apenas para aqueles que consideram o tênis bem jogado uma arte).

    Aprendi a gostar de tênis depois de velho…mas já havia visto antes de me apaixonar pelo jogo.
    Mas nunca despertou o desejo de acompanhar dois barbados batendo na bolinha durante horas.
    O que fez um cara pouco sofisticado a gostar do esporte …foi um jogador chamado Federer….ele era diferente….fazia coisas que outros não fazia….e tinha (tem) uma banca para poucos….o cara parece um lord.
    Acho Nadal e Djokovic deuses….os caras são fantatiscos .
    Agora dando uma opinião polêmica (posso ser atropelado por uma kombi) acredito que tanto Nadal e principalmente o Djokovic …existem no atual nível do tênis graças a Federer.
    Eles não seriam desse tamanho se não fosse o Suíço….enquanto Federer sempre seria Federer…independente dos dois.
    Isso nenhuma estátistica conseguirá alcançar .
    Mas reconheço a subjetividade .
    Mas nem tudo está nos números.
    A meritocracia não tem alma.

    Gosto muito dos números Danilo (Dalcim foi influenciado…rs)

    Marcílio um abraço (fico pensando um roteiro de Campos dos Sonhos com Kevin Costner …retirando o basebol e colocando o futebol no lugar….e aquela voz dizendo “faça o campo que eles virão “)
    Desculpe pelas letras (escrevo como penso…caótica e miseravelmente ..rs)

    Abs

    Responder
    1. Rafael

      Claudio

      Penso como vc sobre o nível que Djoko e Nadal alcançaram impulsionados pelo sucesso de Federer.

      Federer é uma lenda viva e em atividade. Para mim, ele quebrou todos os conceitos que regiam o tênis até aparecer. Subiu muito a barra até um patamar que parece inalcançável, mesmo que seja suplantado em números.

      Nadal e Djokovic tem o mérito de terem desafiado, com bastante sucesso, o MAESTRO. E de terem a gana e a capacidade de alcançar nos. similares.

      Mas daí a jogar o que Federer joga são outros quinhentos. Federer pratica arte, faz o difícil parecer fácil, é sublime.

      Djoko e Nadal são dois MONSTROS do tênis, e devem ser respeitados como tal. Conseguem coisas impossíveis. Já Federer, bom… Federer é magia. Vai ficar na memória dos amantes desse esporte para sempre.

      abs

      Responder
      1. periferia

        Olá Rafael.

        Eles se completam….a elegância do jogo do Federer…..a força de vontade do Nadal…..e a regularidade do Djokovic.
        Qualidades que gostaríamos de ter no dia dia.

        Abs

        Responder
  118. Jonas

    Djokovic realmente é o mais versátil. Pior colocação do cara foi ser o 7° na lista do saibro.

    O choro já começou e tá bem engraçado. Os caras esquecem o ano de 2017 do suíço, que a meu ver reuniu tudo que ele tem de melhor. Ele venceu mais 2 vezes o Australian Open, além de ter diminuído a freguesia, antes ainda mais vexatória, pro Nadal. Fisicamente esteve bem, afinal tb é diferenciado nesse aspecto e se cuida bastante.

    Infelizmente para o suíço Nadal surgiu muito cedo no saibro, enquanto um tal de Djokovic é uma pedreira em qualquer piso.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      É óbvio que a seu ver 2017 foi o melhor do Craque . Até porque o Tênis pra você e o Piloto ( o parceiro é o Copiloto) , somente começou em 2008 rs … Daí que se isso fosse verdade o Craque seria imbatível. Apresentar o seu melhor , aos TRINTA e SEIS anos de idade. Algo convenhamos somente para Deuses . Nem tanto , rapaz rsrsrs Abs!

      Responder
        1. Barocos

          Jonas,

          Reveja jogos do Federer nas temporadas de 2005 e 2006, o tal “Fedex” era rapidíssimo. Talvez ele tenha melhorado a técnica com o passar dos anos e, ainda, a troca de raquetes tenha ajudado, mas do ponto de vista atlético, não, Federer de 2017 não é melhor que a versão de 2006.

          Como todos já sabem, torço pelo DJoko.

          Responder
          1. Jonas

            Oi Barocos, já acompanhei muitos jogos do suíço. Ele fez uma temporada absurda em 2006. Nível de confiança altíssimo.

            Provocações a parte, admiro o big 3. Você pode ter razão, embora eu ache que o backhand do suíço evoluiu demais. Ele buscou essa evolução junto ao novo técnico, Ljubicic. Também acredito que Federer se tornou um jogador mais disciplinado com o passar dos anos.

            O big3 sempre busca algo para melhorar. Sou torcedor do Djoko e, para mim, ele não ficou “velho” . Mas é diferente do Djokovic de 2015. Hoje, ele parece mais preocupado com o físico e, não é atoa que está trabalhando com o Ivanisevic, buscando melhorar o serviço e encurtar pontos. Ele tb é mais experiente, depois de tantos erros como a famosa “viajada” em 2017.

            Pelo que vi do Federer em 2017, após a final do AO ele adquiriu novamente MUITA confiança e estava jogando evidementemente solto. Pra mim foi algo como um salto a mais, ou seja, tudo que ele tem de melhor.

  119. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Novamente fiz uma lista previa buscando pela memória, sem pesquisas aprofundadas, e só difere em um. Colocaria Edberg em vez de Becker, mas ai é questão de preferência. Quanto a Novak em primeiro, acho justo pelo , mesmo sendo eu federista de carteirinha.

    Responder
  120. Vitor Hugo

    Também discordo quando o Dalcim diz que Nadal teve que fazer grandes adaptações para ter sucesso no piso. Com as quadras mais lentas e padronizadas do que nunca, quais grandes adaptações o espanhol teve que fazer? Talvez tenha feito adaptações, mas não GRANDES adaptações, sem tirar os méritos do espanhol.
    Assim como penso que Novak não fez nada se extraordinário para se adaptar a grama, mais lenta do que nunca.
    Borg SIM fez adaptações pra vencer no saibro lento e depois na grama rapidissima! Aplausos pro sueco.

    Responder
  121. periferia

    Olá Dalcim.

    Dando um pitaco daqui…
    Acho que tem jogadores na lista melhores que o Nadal na quadra dura…..McEnroe e Connors seriam candidatos…. o Murray é melhor que ele na dura (arriscando)
    Também acho o Lendl (andei vendo jogos do Lendl com um chapeu de legionario na Australia …o cara era firme ) melhor que o Agassi na quadra dura..vendo ele …cruzava muito a bola (muitos altos e baixos na carreira).
    Mas todos estão aí (É o que importa ) bela lista.

    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Talvez você esteja se referindo ao estilo mais bem adaptado de McEnroe e Connors para a quadra dura. Mas aí seria mais importante ainda você dar um ponto a favor do Nadal, que precisou de grande adaptação a seu estilo para vencer o US Open. E foram quatro até agora, um número muito expressivo. Abs!

      Responder
  122. Vitor Hugo

    Outro detalhe é que, pelos títulos que tem, tanto Becker quanto Connors deveriam estar à frente de Murray. Minha opinião. Nadal ficou bem onde está.

    A pressão do “Danilo das estatísticas parciais” fez efeito.

    Responder
      1. Rafael

        Novamente vc pinça pedaços descontextualizados dos textos que lê para embasar suas “críticas”. O NOBRE DANILO Afonso NUNCA usou esse adjetivo para falar dele mesmo.

        O que o DANILO faz é referir-se às PESSOAS COM QUEM ele interage como “NOBRE”, uma forma carinhosa e respeitosa de tratamento.

        Vejamos que desculpa você dá agora para mais essa vergonha.

        E vida que segue.

        Responder
        1. Heitor

          Tá com tanta raivinha de mim que não entende nem um sarcasmo?
          Coloquei nobreza justamente porque ele usa o adjetivo “nobre” ao citar o interlocutor, mesmo qdo não concorda com ele
          Vida que segue

          Responder
      2. Miguel BsB

        Td mundo se acha pra vc né? Kkkk
        Heitor, aproveita a cultura e conhecimentos de caras como o Rubens Leme e os dados estatiscos pacientemente trazidos pelo Danilo…tem muita coisa boa lá pra te enriquecer em vários sentidos. Baixa a guarda homem…

        Responder
        1. Heitor

          Todo mundo não. Apenas o Rubens.

          O Danilo só acho nada a ver falar “nobre” qdo tá discordando do interlocutor, como congressista e ministro com o “vossa excelência”.

          Vc colocou então vou desenvolver: só para comparar: o Dalcim, por ex., é muito mas muito muito muito mais inteligente, sensível, bem humorado, etc etc e não se acha o dono do mundo como o Rubens o faz. Muito pelo contrário, sempre muito humilde e modesto. O Rubens faz algumas análises e mostra conhecimento em muitos ramos. Mas, para mim, fica forçando a barra, tentando se provar, fica se achando o máximo. Guardadas as devidas proporções, é o que muitos não gostam no Djoko.

          Responder
    1. Heitor

      O Dalcim não cede a esse tipo pressão.
      Mas essa “nobreza” do Danilo não tem nada a ver mesmo.
      Parece sessão no congresso ou no supremo com os caras se xingando mas falando vossa excelência.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        É claro que o Dalcim não se deixaria levar por pressão. Foi apenas um choro meu. Rs.

        Sobre o Danilo, é um fanfarrão! Fanático também. Mas tem educação, não ofende ninguém e parece ser uma pessoa boa.

        Responder
  123. Vitor Hugo

    Federer tem mais títulos na quadra dura, tem um título de finals a mais e foi cinco vezes seguidas no u.s open, que é maior que o Austrália Open. Então, não vejo como Novak ser maior. Acho que o Dalcim fez para agradar a todos, fazer o que..

    Minha opinião é Federer, Sampras e em terceiro Novak.

    Por que Pete à frente de Novak? Porque jogou na época em que os pisos não eram padronizados, assim como Federer que jogou antes e depois.

    Bom, Federer tem mais títulos que Novak em Wimbledon e u.s open, que são os dois maiores e mais importante slam, e é cinco vezes seguida campeão nos dois, o MAIOR feito do tênis com relação a slam. Depois vem os títulos de Nadal em RG.

    Bom, Roger é bem melhor, maior e tem feitos mais importantes que Bolsovice, sem dúvidas!

    Responder
    1. JAN DIAS

      No conjunto da obra, como você bem exemplificou, também acho que o FEDERER deveria ter ficado em 1°, mas o desespero dos nolistas 😭 e o consequente empenho do Dalcim pra evitar uma pandemia de infartos prevaleceu..kkk

      Responder
  124. Lucas

    Usando as 3 listas do Dalcim , contando o décimo lugar valendo 1 ponto até chegar o primeiro com 10 , temos entre o big 3 de acordo com a colocação de cada :
    Roger Federer : 1 ponto no saibro , 10 na grama , 9 no piso duro .
    Total : 20 pontos
    Novak Djokovic : 4 pontos no saibro, 6 na grama , 10 no piso duro .
    Total : 20 pontos
    Rafael Nadal : 10 no saibro , 0 na grama , 5 no piso duro .
    Total : 15 pontos

    Responder
  125. Jonas

    Realmente achei que Federer ficaria na frente, quando o Dalcim comentou sobre as estatísticas levantadas pelo Danilo.

    Foi no detalhe, mas ainda espero que o Djoko retorne bem às quadras e amplie essa diferença, pois no momento estão bem próximos. Marquinhos vai dar um show de novo, vamos rir um pouco.

    Responder

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