O top 10 da grama na Era Profissional
Por José Nilton Dalcim
4 de maio de 2020 às 19:14

Além da dura tarefa de comparar gerações, o calendário sobre a grama na Era Profissional tem diferentes fases. O piso ainda estava em seu auge em 1968 e por isso nada menos que três dos quatro Grand Slam eram disputados na superfície natural do tênis, o que se seguiu até 1974.

Com o US Open adotando o har-tru em 1975,  dessa temporada até 1987 ainda havia dois Slam sobre a grama. Por fim, o Australian Open migrou para o sintético em 1988. Mas o peso do torneio australiano ao longo de sua trajetória sobre a grama também precisa ser um tanto relativizado, já que raramente atraia os melhores do mundo devido à distância.

Outra dificuldade óbvia é o fato de a grama jamais ter tido um Masters 1000. Dessa forma, o torneio de maior importância fora dos Slam sempre foi o do Queen’s Club, preparatório para Wimbledon, apenas muito recentemente elevado à condição de 500. E ainda há de se considerar que a grama dos últimos 15 anos é bem menos veloz do que foi até a década de 1990.

Por fim, observem que, ao contrário de muitos analistas, conquistas de duplas em Slam recebem atenção e podem provocar pequenas polêmicas. Vamos ao meu top 10 da grama:

1. Roger Federer
Sem discussão. Fez 12 finais em Wimbledon, conquistando oito delas, cinco consecutivas, período em que ficou 40 jogos invicto. Outros 10 troféus em Halle lhe dão mais dois recordes: 19 títulos no piso e 187 vitórias. Eficiência é de 87,4% (27 derrotas).

2. Pete Sampras
Outro gênio da grama ao mais puro estilo saque-voleio, norte-americano fez sete finais em Wimbledon e ganhou todas. Soma mais três troféus na grama, onde tem 101 vitórias e apenas 20 derrotas (83,5% de sucesso).

3. Bjorn Borg
Mudando radicalmente seu estilo mais afeito à base, atingiu incríveis seis finais consecutivas em Wimbledon e ganhou cinco delas, mantendo ainda o recorde de 41 jogos invictos. Tem mais dois troféus na grama, com 83,8% de vitórias (67-13).

4. John Newcombe
Mesmo ao retirar seus feitos como amador, ainda foi gigante, com cinco Slam na grama, sendo dois em Wimbledon, dois na Austrália e um nos EUA, num total de 7 finais. Ainda ganhou 9 troféus de duplas, 4 em Wimbledon. Tem quarta maior marca de vitórias (150).

5. Novak Djokovic
Fenômeno sobre a grama, sérvio foi outro que mostrou notável adaptação. Fez seis finais em Wimbledon e ergueu cinco troféus, além de ter dois vices em Queen’s e outro em Halle. Com isso, já soma 95 vitórias e apenas 18 derrotas no piso (84,1%).

6. John McEnroe
Talvez o maior canhoto da Era Profissional no piso, fez cinco finais seguidas em Wimbledon e levou três, com mais sete em Queen´s, onde foi tetra. Recorde de 121 vitórias e 20 derrotas (85,8%). Além disso, ganhou cinco troféus de duplas em Wimbledon.

7. Jimmy Connors
Canhoto de backhand de duas mãos e raquete de metal, ganhou os três Slam da grama em 1974 e venceu mais um Wimbledon oito anos depois. Tem mais cinco vices, sendo quatro em Wimbledon, onde ganhou uma dupla. Chegou a 185 vitórias e 38 derrotas (83%).

8. Rod Laver
Mais um canhoto, australiano de 1,73m teve pouco tempo no tênis profissional. Em 1969, foi o primeiro a ganhar os três Slam da grama (e Roland Garros no meio deles). Tem mais um título de simples e outro de duplas em Wimbledon. Somou 87 vitórias em 103 jogos (84,5%).

9. Stefan Edberg
Outro grande representante do autêntico saque-voleio, sueco fez três finais seguidas em Wimbledon, venceu duas, e ganhou duas vezes na Austrália, onde também venceu dupla. Bi em Queen´s, terminou com 99 vitórias e 27 derrotas (78,6%).

10. Boris Becker
Surpreendeu ao ganhar o primeiro de três Wimbledon aos 17 anos, é considerado o pai do tênis-força. Chegou a quatro finais seguidas de Wimbledon de um total de sete e ganhou Queen’s quatro vezes, totalizando 7 troféus no piso. Venceu 116 de 141 jogos (82,3%).

Menções honrosas
Andy Murray é bi de Wimbledon e campeão olímpico na grama, além de faturar Queen’s por cinco vezes. Rafael Nadal foi outro ‘baseliner’ autêntico a brilhar na grama, com cinco finais em Wimbledon e dois troféus. Arthur Ashe, primeiro homem negro a ganhar um Slam, venceu uma vez em WImbledon, EUA e Austrália num total de cinco finais. Ken Rosewall ganhou duas vezes em Melbourne e outra em Nova York e tem quarta marca de vitórias na grama (151).


Comentários
  1. Bartolomeu

    Dalcim

    Com base nas suas listas, tentei fazer um ranking unificado, e criei os seguintes critérios:

    1) Dividi os tenistas em três categorias: aqueles com menção nos três pisos, aqueles com menção em dois pisos, e aqueles com uma única menção;

    2) Como Federer e Djokovic foram os únicos citados nas três listas, são deles as duas primeiras posições. Para distingui-los, somei as posições em que eles aparecem nas listas. O que tivesse uma pontuação menor, ficaria em primeiro. Para meu espanto, ambos fizeram 13 pontos. Tentei eleger critérios de desempate. O primeiro seria as melhores colocações em listas. Novo empate: se Federer é o melhor da grama, Djokovic é o melhor da quadra dura. Critério derradeiro: comparei as segundas melhores colocações de cada um nas listas. Federer prevalece. Ele tem uma segunda colocação, na quadra dura, o que não acontece com o sérvio.

    3) Para chegar às posições seguintes, fui ao grupo dos tenistas com duas menções, e somei as posições. Aqueles que tivessem menos pontos, seriam os melhores colocados. Houve um empate entre Borg e Sampras, pois ambos aparecem uma vez como segundo (Sampras da grama, Borg do saibro) e outra vez como terceiro (Sampras da quadra dura, Borg da grama). Como não pensei em mais nenhum critério objetivo, mantive o empate. Não houve novos empates entre os demais jogadores. Agora tinha um grupo de 9 tenistas.

    4) Para calcular a décima posição, fui ao grupo de jogadores com apenas uma menção, e vi quem tinha melhor colocação. Novo empate, agora entre Agassi, Newcomb e Willander.

    Ficou assim a lista, Dalcim. Concorda?

    1) Federer
    2) Djokovic
    3) Borg/Sampras
    4) Nadal
    5) Lendl
    6) McEnroe
    7) Connors
    8) Becker
    9) Agassi/Wilander

    Menção honrosa: Laver, que foi grande numa época em que todos os grandes torneios eram na grama

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  2. Gabi

    E sobre a decisão do rodízio par-impar do teu prefeito…
    A resposta para o problema deveria ser medidas para diminuir a circulação de pessoas, não a de veículos…
    É o que acontece com o lockdown, no qual o controle se daria, como faz muito mais sentido, sobre o objetivo da saída e não sobre o meio de transporte utilizado.

    Responder
  3. DANILO AFONSO

    Agora falando sério !!

    751 mortes em 24h é assustador. E creio que os números diários irão ultrapassar a marca de 1000.

    Responder
  4. DANILO AFONSO

    Apesar de ser servidor da Justiça Eleitoral, vou fazer a última BOCA DE URNA antes da publicação do TOP 10 da HARD, compilando as duas postagens que retratei sobre o assunto, com foco em estatística atuais e ambos com 32 ANOS.

    ALEGAÇÕES FINAIS MEMORIAIS

    1) FINAIS SLAMs

    Atualmente
    Djokovic – 16
    Federer – 14

    Ambos ao término de 32 anos
    Djokovic – 16
    Federer – 11

    2) TÍTULOS SLAM

    Atualmente
    Djokovic – 11 (em 30 slams disputados)
    Federer – 11 (em 40 slams disputados)

    Ambos ao término de 32 anos)
    Djokovic – 11
    Federer – 9

    3) Outros BIG TÍTULOS (Masters/Finals)

    Atualmente
    Djokovic – 30 (25/5) – em 89 torneios disputados
    Federer – 28 (22/6) – em 108 torneios disputados

    Ambos ao término de 32 anos
    Djokovic – 30 (25/5) –
    Federer – 21 (15/6) –

    4) % Vitórias (todos torneios)

    Atualmente
    Djokovic – 84,45%;
    Federer – 83,33%

    Ambos ao término de 32 anos
    Djokovic – 84,45% (592/701)
    Federer – 82,74% (590/713)

    6) H2H (CONFRONTO DIRETO)
    a) Geral
    Djokovic – 20 vitórias
    Federer: 18 vitórias
    b) Outdoor
    Djokovic – 14
    Federer -13
    c) Indoor –
    Djokovic – 6
    Federer – 5
    d) SLAMs
    Djokovic – 7
    Federer – 4
    e) Finais
    Djokovic – 9 (6 Slams)
    Federer – 6 (3 Slams)

    7) TÍTULOS ATP 500
    Atualmente
    Federer – 21 (em 41 torneios disputados). Aproveitamento 51,21%
    Djokovic – 14 (em 27 torneios disputados). Aproveitamento 51,85%

    Ao término de 32 anos
    Djokovic – 14
    Federer – 13

    Lembrando que o ATP 500 tem mais relevância na grama, já que naquele piso não tem Masters.

    BOM FINAL DE SEMANA GALERA !!

    Responder
  5. Ivan

    Prezado Dalcim, peço a sua permissão para reclamar das coisas mais estranhas que se lê por aqui. Talvez seja efeito quarentena…
    1) Críticas aos tenistas contrários (e.g., Nadal, Federer, Thiem, etc) à redistribuição de dinheiro para tenistas de baixo ranking. Gostaria de saber se aqueles que defendem o “socialismo financeiro” apoiariam um “socialismo nos títulos”, especialmente nos GS.
    2) Um sujeito reclama que os troféus de GS do Djoko são mais “parrudos” que os do Federer. Outro sujeito, que reclama do primeiro, alega que os GS na Austrália têm menos “peso” que os demais… uai?
    3) Tudo bem que não tem torneio, mas a discussão política neste espaço enche a paciência. Deve haver algum “Blog da Política” no Uol… Este ficaria restrito ao tênis.

    No aguardo do top 10 das hard.
    Abraço!

    Responder
  6. Samuel

    Boa tarde Dalcim

    Para descontrair, essa é para o Rubens Leme, que parece ser alguém muito antenado:
    Faça um ranking, em ordem de talento no geral, dessas três que fizeram/faz parte da vida de André Agassi: Brokke Shields, Barbra Streisand e Steffi Graf.

    Samuel

    Responder
  7. Vitor Hugo

    Parabéns para Murray e Federer, que fizeram doações para seus países ou países africanos.

    Diferente do sérvio, que quebrou a quarentena e se recusa a tomar vacina, o que poderá por em risco a vida dos seus adversários e seus familiares.

    Infelizmente alguns ignorantes torcedores do sérvio aplaudem.

    Bolsonaro e Novak, tudo a ver!!!

    Responder
  8. Luiz Fernando

    Dalcim, vc deve ter visto o comentário do Tio Toni, julga possível q Rafa ainda terá 3-4 competitivos pela frente? Pessoalmente eu creio q uns 2 seria bem provável…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Luiz, o Nadal vem nos surpreendendo há anos, sempre recuperando seu melhor físico diante de lesões e momentos de grande baixa. Então não acho totalmente improvável.

      Responder
  9. Gabi

    Há 75 anos, o fim da II Guerra levou à queda do nazifascismo.

    Hoje muitos já se esqueceram das tragédias. Líderes vêm aprovando perseguições e flertando com a banalização do mal.

    O totalitarismo não surge do nada. Não ignoremos os sinais, ou arriscamos ver a história se repetir.

    Responder
  10. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

    Tenho lido muitos comentários excelentes sobre filmes e atores. Sou amante da sétima arte desde a infância, então gostaria de listar alguns filmes que são marcantes para mim. A preferência não está relacionada a um desempenho excepcional ou ao valor intrínseco do filme, mas por questões sentimentais. Não tenho conseguido me manter atualizado com a profusão de series e filmes lançados quase diariamente, então a minha lista se concentra mais no que assisti entre 1970 a 1990:
    1) O poderoso chefão (Coppola) – já citado aqui
    2) Amarcord (Fellini) – simplesmente lírico
    3) Taxi Driver (Scorcese) – tema musical de abertura maravilhoso e ótimo enredo
    4) 1900 ( Bertolucci) – uma saga italiana
    5) Blade Runner ( Ridley Scott) – trilha sonora, atmosfera e cena final antológica
    6) Midnight Cowboy (John Richard Schlesinger) – trilha sonora excelente e temática excelente
    7) Manhattan (Woody Allen) – tudo extraordinário (trilha sonora, fotografia, atores, diálogos etc)
    8) The Right Stuff – Os Eleitos (Philip Kaufman) – sou apaixonado pela aviação e também acho o Sam Shepard extraordinário.
    9) Black Rain (Ridley Scott) – uma bela contraposição entre os valores ocidentais e orientais
    10) Hair (Millos Formam) – canções extraordinárias , no imaginário para sempre.
    11) Os Intocáveis (Brian de Palma) – De Niro como Caponne, Sean Connery como Mallone e a cena antológica na estação ferroviária.
    12) Casablanca (Michael Curtiz) – Cenas antológicas e Ingrid Bergman de uma beleza impar.
    13) Janela indiscreta ( Ritchcock) – poderiam ser qualquer um outro do mestre mas escolhi esse por Grace Kelly.

    Teria muitos outros, mas estes são os que me lembro agora. Acho que obras de arte são para diversão e reflexão. Esses me trouxeram as duas vertentes. Já assisti muitos Bergman e Antonioni que são ótimos para reflexão, mas muito pouco de diversão. Talvez hoje não tenha mais saco para eles. Se alguém se identificar… Saudações.

    Responder
      1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

        Mais tres que não poderia ter esquecido:

        14) Laranja Mecância (Kubrick) , 15) Campos dos Sonhos (Phil Robinson) e Rumble Fish (Coppola).

        Responder
        1. periferia

          Olá Marcilio.

          Só filmaço…..alguns filmes com detalhes quase esquecidos…..como a cena da escadaria de Os Intocáveis (Que vc muito bem lembrou)…..homenagem a Eisenstein (Encouraçado de Potemkin)….linda cena (O Diretor De Palma gostava de colocar referências de classicos em seus filmes).
          Os Eleitos….pouco visto nas tvs ….gosto do “dramaturgo” Shepard (escreveu bastante para o teatro) como o maior piloto de sua geração mas não tinha formação academica para ir a lua.
          Gosto de Fellini …..tambem pouco visto por aí….mudamos os canais da TV em casa e não se depara com Fellini….Fassbinder….Kurosawa…Truffaut….mas As Branquelas passa todo dia ….rs.

          Trouxe boas lembranças

          Abs

          Responder
  11. José

    Djokovic mandou bem ao propor que se ajude os tenistas menos ranqueados. O fato de alguns tenistas não quererem entrar no esquema, não desmerece nem a proposta e nem estes que não querem (por inúmeros motivos).

    Cada um doa (ou não doa) conforme pode e quer. Não se pode nem obrigar as pessoas a doarem e nem criticarem que veio com a idéia, o chamando de populista. Populista como? Djokovic precisa de votos?

    Como o pessoal gosta de criticar e tentar adivinhar se as pessoas tem boa intenção ou não, sem nem conhecer elas. Existe má vontade das pessoas, para atacarem os tenistas que não gostam e elogiarem os que gostam. Simples assim. Um politicagem idiota.

    Responder
  12. Gabi

    Adorei muito a Suzana Silva e os videos que ela têm feito!! Além de ir atrás de maneiras de adaptar os treinos em casa, ela é muito didática, se expressa com clareza!!
    No último, aprendi a dar efeito no meu saque.
    Com palmar, fiz muitos aces por cima da cadeira e acertei no balde. E não era um baldão, não!! Rsrs.
    Vamos ver o que vai acontecer qdo eu for para a quadra…

    Responder
  13. Vitor Hugo

    Novak nunca foi, não é e nunca será melhor que Federer. Levou vantagem física nos últimos anos sobre o suíço. Simples assim. Chega de papo furado por aqui!

    Responder
    1. Rubens Leme

      Mas, quero deixar bem claro que compreendo. Afinal, errar numa proporção de 1 para 10 mil é perfeitamente normal, é quase ali, um pequeno desvio padrão, digamos.

      Assim, se alguém quiser fazer uma troca e me dar 1 milhão de reais e eu ficarei contente em devolver uma notinha novinha e linda de 100.

      Responder
  14. periferia

    Olá.

    O Brasil

    Regina Duarte surta ao vivo no palco do Teatro de Brasília.

    Bolsonaro invade o Supremo…sem farda e com um exército de empresarios carregando seus CNPJ.

    O ministério da saúde sofre uma intervenção do exército….saem os técnicos em saúde e entra soldados especialista em “combate”.

    Vaza a gravação da reunião onde Bolsonaro ameaça Moro para “mudanças ” na polícia federal:
    Nela o ministro da educação chama os 11 juizes do supremo de filhos da…
    Outro ministro diz que a China é país de m…
    Tudo regado a muitos palavrões .
    O Planalto admite enviar apenas os melhores momentos da fita para investigação (Sem a narração do Leo Batista)

    O dólar bate o recorde de alta na quinta.

    Enquanto isso chegamos no sexto lugar em óbitos.. ..passamos a Bélgica….buscando incansavelmente o primeiro lugar (somos competitivos).

    Abs

    Responder
    1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

      Prezado periferia. Aplausos pelo brilhantismo desse comentário (e de outros, também). Não tenho certeza se você tem preferência por algum dos 3 gigantes, mas peço licença para me apropriar dessa imagem e utiliza-la como justificativa da minha preferência por RF, sem que com isso desmereça a grandeza incontestável dos outros 2. A minha torcida pelo suiço não é somente porque ele é vencedor, mas principalmente pela forma como ele vence. Não há jogo, quer ele ganhe ou perca, sem que execute jogadas mágicas, imprevisíveis, que não são frutos de um físico ou mental privilegiado, mas sim de um conjunto de habilidades que nenhum outro jogador até hoje reuniu. Respeito que outros vejam o jogo por outro angulo, mas para mim é assim. Saudações

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Ridículo o papel a Regina Duarte…

      E quanto ao resto do que você lembrou, eu só posso dizer:

      triste Brasil.

      Responder
  15. Luiz Fernando

    Parece q não é apenas aqui no blog q existem desentendimentos, entre os próprios tenistas a situação não está nada confortável. E lá vamos de quarentena, indiscutivelmente necessária, até 01 de Junho…

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Do jeito que a coisa está indo, a quarentena vai até Dezembro ou até inventarem a vacina.
      Na cidade onde moro, com mais de 80 casos confirmados e 10 óbitos, parece que está tudo bom, td bem.
      As pessoas estão nas ruas como se nada estivesse acontecendo.

      Responder
    2. Gabi

      E sobre a decisão do rodízio par-impar do teu prefeito…
      A resposta para o problema deveria ser medidas para diminuir a circulação de pessoas, não a de veículos…
      É o que acontece com o lockdown, no qual o controle se daria, como faz muito mais sentido, sobre o objetivo da saída e não sobre o meio de transporte utilizado.

      Responder
  16. periferia

    Olá
    Vi o Danilo mostrando as estatísticas dos 3 grandes do tênis…muito bem feita e um show de informação.
    Mas falta algo ali.
    Na renascença viveram no mesmo período 3 gênios…Leonardo…..Michelangelo e Rafael .
    Leonardo era o mais velho que Rafael e Michelangelo.
    Mesmo assim….no final da vida de todos…Leonardo era o que tinha produzido menos quadros….menos esculturas.
    Os números era contra Leonardo….estatisticamente Michelangelo e Rafael eram mais produtivos….tinham numeros melhores.
    E ganhavam mais com os mecenas da época.
    Apesar do talento dos 3…..deixando suas obras para humanidade.
    O pintor menos produtivo (estatisticamente)…foi aquele que fez a obra mais famosa.
    A obra reconhecida em qualquer lugar.
    E quando se fala em gênio….as pessoas lembram de Leonardo em primeiro lugar.
    Muitas vezes as estatísticas não dizem tudo.
    Não diz sobre o talento de fazer algo diferente de que simplesmente colocar a bola do outro lado da rede.
    O jogo precisa de magia.

    Abs

    Responder
    1. periferia

      Apesar do Danilo colocar apenas os dois especialista da quadra rápida em seus números….sempre coloco os 3 em qualquer tipo de quadra….fizeram por merecer…rs

      Responder
    2. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

      Meu caro, fiz um comentário sobre este post mas saiu no lugar errado ( no posta acima sobre Regina Duarte, o qual também endosso, com sua permissão).

      Responder
    3. Gabi

      Periferia,

      muitos parabéns!! Vc consegue analisar com profundidade e tb sensibilidade sobre todos os assuntos!!
      E sempre com muita educação, sem rodeios e floreios e sem desrespeitar o interlocutor.

      Responder
    4. DANILO AFONSO

      Obrigado periferia pela atenção !!

      Periferia, a minha linha de argumentação se limitou aos dados estatísticos simplesmente para manter simetria com as informações (estatísticas) que o nobre Dalcim apresentou nas listas TOP 10 do saibro e grama.
      No ranking TOP 10 do saibro e grama, o critério baseou-se em números, em dados objetivos (n. finais, slams, títulos e percetual). Dalcim não adentrou na seara da subjetividade: plasticidade do jogo, magia, elegância ou carisma. Também não mencionou aspectos técnicos, tático, físico e mental, bem como quem tem o melhor saque, devolução ou smash. Por que agora com margem favorável ao sérvio na hard acrescentaríamos critérios subjetivos ???
      Se formos incluir aspectos subjetivos favoráveis ao suíço, o sérvio pode ganhar mais 5 Slams no piso que as pessoas vão resistir ao óbvio.
      As pessoas não se atentam que estamos comparando atletas que coexiste esportivamente há 14 anos (2006 a 2020). É um período grande que não da margem para conclusões equivocadas. Infelizmente para alguns, quando comparamos a efetividade dos tenistas, o sérvio leva vantagem em quase tudo, mesmo tendo disputado quase 6 temporadas a menos que o suíço. E quando comparamos os dois com 32 anos, o sérvio leva vantagem com mais folga.

      O romantismo do esporte é importante e instigante, mas não pode sobrepor a eficiência dos campeões. Os dois são multicampeõs, mas o sérvio merecidamente tem legitimidade para reivindicar o trono da HARD.

      Responder
    5. maurício

      já li muita bobagem, mas essa comparação aí é tão idiota que fica difícil saber se a pessoa tá falando sério ou só gozando

      Responder
  17. R.P.

    É aqui q estão se apegando à polêmica das vacinas a fim de desconversar sobre a dupla mais egoísta do tênis?

    O avestruz enfia a cabeça no buraco porque se recusa a enxergar.

    Enquanto o Sem Carisma é empático, pensa no futuro do tênis, foi responsável por desconcentrar parte da premiação dos majors no campeão (a duplinha foi contra), Boca Murcha e Oxiurus só têm olhos para o próprio umbigo; mas não duvido que tarda aparecerão defensores dessa nojeira.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Por outro lado foi noticiado que o Federer acaba de doar 1 milhão de dólares para nutrição de crianças na Àfrica.

      Por que você não comenta sobre isso?

      Pera, já sei…

      O avestruz sempre esconde a sua cabeça na terra, né?

      Responder
  18. Rafael

    Podem criticar Djoko à vontade, eu sei que doi, mas fake news não. (subindo o tópico)

    Djoko não quebrou quarentena nenhuma. Ele saiu para treinar com AUTORIZAÇÃO e, depois da quizumba, a academia onde ele treinou se desculpou publicamente, dizendo que havia “interpretado mal” as diretrizes sobre relaxamento do confinamento.

    Qquer coisa além disso é descontrole mental dos haters q não conseguem + raciocinar devido às dores terríveis das úlceras causadas pelo sucesso sérvio.

    Responder
  19. Jonas

    Danilo, acredito que neste momento tanto Novak como Federer podem estar no topo da lista nas hards. O sérvio nos mostra há quase uma década que é superior ao suíço, isso é verdade. Mas há um todo a ser visto..o Federer dominou entre 2004-2007 quando Novak ainda não era tão competitivo como é hoje. Mesmo com o sérvio chegando na final do US Open 2007, ficou claro naquele momento que o suíço era melhor. Lembro que o Djoko deu umas viajadas nesse jogo, que eu considero normal pela idade e falta de experiência.

    Eu vejo o seguinte, os dois ainda estão em alto nível. Federer joga pra vencer mais um Slam e tem condições físicas pra isso, enquanto o Djoko joga para quebrar recordes e mais recordes. Acredito que o sérvio aguente mais 4 ou 5 anos em altíssimo nível. Hoje há discussão sobre o melhor nas hards, em alguns anos não haverá.

    Responder
  20. Rubens Leme

    A insanidade com que os clubes de futebol e outras atividades menores começam a retornar às atividades, só reforça a ideia do grande filósofo, o falecido Umberto Ecco, quando disse que a internet deu voz aos idiotas que antigamente sequer seriam ouvidos.

    De repente, milhões de “especialistas” pedem um afrouxamento do isolamento, que já é capenga para “retomar a economia e os empregos”. Quando isso começou, você escreveu, com razão, que vivenciaríamos uma guerra. Mas as pessoas só aparecem entender a palavra “guerra”, no modo convencional, com soldados, tanques, corpos jogados no meio das ruas, prédios incediados e destruídos. Para estes, um vírus não é um inimigo mortal.

    E assim caminha a humanidade. Esta geração que poderia ser uma das mais úteis para a humanidade, pois contamos com diversos recursos tecnológicos e conhecimentos científicos para avançar, mas as usam para pregar desinformação, mentiras e gastar seu tempo com futilidades, enquanto obriga uma parte da população a se sacrificar, enquantos os mais abastados se protegem em casa. Ou idiotas, como mostrei um link ontem, onde jovem norte-americanos fazem a “festa do covid” para pegarem a doença e ficarem logo imunizados.

    “Santa ignorância”!, diria Robin para Batman.

    Santa ignorância, Robin.

    Responder
    1. Rafael

      Se é verdade q a Internet deu voz aos idiotas, paciência. Ela também trouxe incontáveis outras vantagens que n vou enumerar p n alongar o post. Sou a favor de qualquer tipo de iniciativa que incentive a inclusão, seja ela digital, social, econômica ou outra, Calar os idiotas não vai fazer com que eles não existam.

      Lembrei de O Outono do Patriarca agora.

      Responder
  21. Vitor Hugo

    Danilo,

    Vc falou que estava 3 x 1 a favor de Novak contra Roger no u.s open, mas na verdade está 3 x 3. Só que as vitórias de Roger foram bem fáceis, enquanto as de Novak foram muito suadas, algumas de virada e duas delas no 5 set.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Não nobre Vitor !!

      Eu citei a seguinte frase há 3 dias:

      “Uma pena VITOR que você esqueceu propositalmente de citar as 3 incríveis vitórias do sérvio sobre o seu ídolo.”

      Eu não mencionei 3 x 1. Se fiz faz muito tempo que nem lembro.

      Responder
  22. Roberto

    Grande Mr. Dalcim, Te cuida!
    Sei não, sei não, Sei não! Nole será Top 10 em todas, hein. Estou curioso para A.O. Hahhahahahah La ele é Rei. 2012… La ele comeu o figado do touro.
    Grande abs

    Responder
  23. Vitor Hugo

    Bom deixar claro que, big titltes são finals e slam, e Roger supera Novak com folga.
    E os maiores slam são Wimbledon e u.s open, e Roger é cinco anos seguidos campeão nos dois, além de ter muito mais títulos nos slam mais importantes que Novak.

    Voltando as quadras duras, Federer tem 1 finals a mais que Novak, venceu 5 vezes seguidas o slam mais importante nas quadras duras e venceu slam antes e depois da padronização. Então, não resta qualquer dúvida que Roger é o melhor/maior nas hards!

    Espero que o mestre não se deixa levar pela pressão das Fuscaletes. Kkkkkkk

    Responder
  24. Vitor Hugo

    Federer venceu 5 anos seguidos o U.S. open, tem um finals a mais que Djokovic e venceu nas hards antes e depois da padronização, o que prova sua grande adaptação.

    Consegui em menos de quatro linhas provar que Federer é o maior mas hards, diferente do colega quem em vários parágrafos não comseguiu provar nada! Kkkk

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      1. Luiz Fabriciano

        Peso tenho certeza, afinal nem imagino quantas mil toneladas há no Artur Ashe Stadium.
        Tu sabias Vitor Hugo que aquele estádio tem esse nome?

        Responder
  25. Rodrigo S. Cruz

    Com diria aquela bruxinha do desenho Pica-pau – ” e lá vamos nós” (link abaixo)

    Tudo como dantes no quartel de Abrantes! (rs)

    O participante Paulo F. (aquele não muito dado ao hábito da leitura) voltou entrando de SOLA!

    E chegou dando coice e mirando qualquer pessoa que seja fã do suíço, impressionante!

    O Paulo Almeida que por uns tempos havia controlado o seu “delirium tremens”, teve crise de abstinência!

    E quando isso ocorre é catastrófico.

    Não há ninguém neste planeta capaz de conviver com a sua patologia.

    “Backhand feminino” e “Nadal feto” acho que merecem o prêmio Nobel da esculhambação…

    O Jonas também descambou para sua desonestidade intelectual corriqueira, e chegou a escrever isso – ” o Federer sempre foi um tenista pior do que ele “.

    “Ele” no caso, o Djokovic.

    A construção é de um teor desprezível, já que se tratam de dois grandes campeões.

    Fora que é bem pouco inteligente reduzir um tenista com a técnica do Federer de ” pior”, seja lá no que for…

    Afinal, talvez não tenha sido grande ideia uma pasta para ranquear tenistas…

    DEEM UMAS BOAS RISADAS COM O PICA-PAU:

    https://www.youtube.com/watch?v=Kwrfc4HghBA

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    1. Jonas

      Sempre? Eu não disse isso. Desonestidade intelectual sua novamente.

      Federer foi melhor que Djokovic por alguns anos. Mas pouco antes do sérvio completar 24 anos, ele já havia se tornado mais jogador que o suíço, que ainda tinha seus 29 anos.

      Responder
    2. Paulo F.

      Já que dizem, ad hominem, que eu não tenho o hábito da leitura, pergunto ao bobo da corte federista como então eu uso uma figura de linguagem chamada hipérbole para chamar Rafael Nadal de feto para referir à precocidade com que ele já doutrinava Roger Federer?

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Tá.

        Então analisemos o papel que você acaba de prestar:

        Desde quando invenção de “apelidinho” para provocação barata em meio virtual denota paixão por leitura?

        Pfffff

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        E você vem falar do meu Português e pontuação ? Eu ao menos aceito que é ruim . E bota hipérbole nisso. “ Feto “ para querer falar no “precoce” que doutrinava . O N1 desde 2005 era o outro mane’ rs . O que ‘“doutrinava” ficou até 2008 como N 2 . Ou seja , sabe nada rsrsrs Abs!

        Responder
  26. periferia

    Ola

    Outro dia vi um comentário sobre o livro do Mario Puzzo (The Godfather).
    Um comentário ruim sobre o livro….gosto tanto do livro…acho um complemento indispensável da obra prima do Coppola.
    Assisti o filme primeiro…depois de anos li o livro.
    O livro detalha todos os personagens….com tempo….nada é dispensável….o cantor famoso (baseado em Frank Sinatra) mostrafo em todos os seus detalhes (principalmente as fraquezas).
    A amante do Sonny Corleone também.
    O médico( que reparou o nariz do Michael) é um personagem interessante.
    Os novos homens de confiança de Michael (daria um filme solo).
    Cinema precisa de ritmo…livros não.
    O livro e o filme se confundem….considero O Poderoso Chefão uma obra prima atemporal (Vc pode assisti-lo em qualquer época…ele não envelhece).
    O filme tem várias histórias de bastidores (desde a participação de mafiosos de verdade….até um Marlon Brando humilde).
    O mesmo Coppola mostra como uma adaptação de um livro para o cinema pode ter dois caminhos.
    Em O Poderoso Chefão a narrativa é fiel ao livro.
    Em Apocalipse Now ele adapta um livro do Conrad num rio africano…..uma busca por marfim…..transforma em uma narrativa caótica (literalmente…tem um documentário sobre o inferno das filmagens) em um retrato americano no Vietnã (com Martin Sheen fantástico….e Marlon Branco em uma performance no mínimo diferente)….onde a loucura é personagem.
    Como estava comentando com Rafael sobre cinema…

    Abs

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    1. Rubens Leme

      Apocalyse Now levou 3 anos para ser feito. Coppola teve a ideia insana de ir fllmar nas Filipinas e ligou para Roger Corman (lendário diretor de cinema que foi professor e deu chances a todos cineastas jovens – o próprio Francis, Scorsese, Ron Howard, etc – de seus primeiros trabalhos na indústria) para saber como era filmar nas FIlipinas, pois Roger fazia cerca de 2 filmes B por ano naqueles lados.

      Roger mandou que ele não fosse, porque logo começaria a época das monções e as chuvarias durariam meses e seriam um pesadelo. Coppola disse que iria assim mesmo, pois estava tudo engatilhado e deu no que deu: os primeiros seis meses foram imprestáveis, o dinheiro escorria feito água, logo acabou, os empregados reclamavam da falta de comida, remédios, cigarros, bebidas, drogas, enquanto Francis mandou um chefe de cozinha vir de Tóquio, de helicóptero e com toneladas de comida, para cozinhar apenas para a “diretoria”.

      Sobre Marlon, quando ele chegou, além de não saber nada sobre o roteiro e nem conhecer o livro, estava imenso de gordo, mas como ele só ficaria por alguns dias – estava em contrato -, Francis decidiu não filmá-lo de corpo inteiro. Brando odiava Dennis Hopper e quando ele o xinga de “vira-lata” no filme, era real. Martin Sheen teve um ataque cardiaco e logo se espalhou que ele tinha morrido e Francis ficou desesperado que chegasse aos ouvidos do pessoal de Hollywood, mas por causa disso a narração em off do filme que era de Martin foi feita pelo seu irmão, o também ator Joe Estevez.

      Na pós-produção, para se proteger do estúdio que queria tomar à força de Coppola, os negativos, ele contratou os Hell Angels, que não permitia que ninguém entrasse e saisse do set de montagens sem autorização. O filme virou uma lenda no meio e era chamado de Apocalypse Never, porque ninguém apostava que seria finalizado. No desespero, ele pegava qualquer aluno do curso de cinema e levava para ajudar nos milhares de quilômetros de filme. Parece que o copião bruto tinha mais de 60 horas de filme. Apocalypse foi a ruína financeira e de prestígio em Hollywood e mesmo sendo uma obra-prima, não permitiram que ele fosse premiado com o Oscar, porque o consideravam repugnante, sob todos os aspectos. E, de fato, foi o canto do cisne dele em filmes financiados pelos grandes estúdios.

      Nos anos 80 fez vários e bons filmes independentes, que culminou com a falência da Zoetrope, sua empresa, e só foi salvo ao virar produtor de vinhos.

      Responder
        1. periferia

          Leme
          Apenas na não perder o embalo cinematográfico…..Stephen King escreveu o livro que deu origem ao filme Um Sonho de Liberdade (no original em inglês usa-se o nome do presídio em ingles)….o fime é muito bom…..acho que o melhor baseado em seus livros….já que o filme do Kubrick não pode ser considerado uma adaptação.

          Desculpe apenas pegando comentários abaixo.

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          1. Rubens Leme

            Esssas histórias do Apocalypse eu peguei de um ivro que tenho – já citei aqui no blog – que retrata os diretores da Nova Hollywood, em especial, Coppola, Spielberg, Scorsese, George Lucas. O mais impressionante não é o filme ter sido feito, mas sequer ter sido concluído com o tanto de absurdos. Coppola, por exemplo, mesmo tendo a esposa durante quase todo o tempo na filmagem, andava com duas adolescentes embaixo do braço o tempo todo no set, parando para transar com elas em qualquer lugar.

            Ele já havia aprontado horrores com a esposa durante O Poderoso Chefão II e uma vez os microfones do estúdio captaram os pais dele dando um esporro por transar com mulheres dentro do set com sua mulher presente. “Ela está acostumada, não se importa”, era replicado por todos os cantos. Fora as sessões de drogas, ele cheirou tanto que chegou a perder mais de 20 kg. O enfarte do Sheen foi por causa da droga e, da loucura. Numa entrevista, Martin disse que aquele começo, em que ele começar a surtar no quarto enquanto espera ser chamado foi vivenciado dezenas de vezes enquanto a chuva não cessava.

            Há também a história dos helicópteros que foi pedir emprestado pro Ferdinand Marcos e levou uma comitiva para conhecer o ditador e sua esposa Imelda. Ao chegar foram recebidos com uma mesa cheia de chocolates, paixão dela.

            Enfim, como ele foi feito é muito mais interessante do que o filme.

    2. Rafael

      Claudio.

      Em 1 interessante documentário q assisti sobre as filmagens de Apocalypse Now, Martin Sheen (pai d Charlie, de 2 and a 1/2 men, p/ os + recentes) relata o infarto que teve durante as filmagens c/ riqueza d detalhes sobre o q sentiu, viu, etc. É impressionante.
      _______________________
      Gostei muito de Máfia no Divã (o primeiro). É óbvio q é 1 filme q n se compara às obras-primas de De Niro, mas só sua presença, junto c Billy Crystal, é garantia de qualidade, fora as referências implícitas a clássicos sobre máfia. Sobre Sea of Love, com Pacino, q Rubens citou, as cenas com a sensualíssima Ellen Barkin estão até hj em minha memória, affe. // 1 encontro q esperei muito tempo, Niro x Pacino, aconteceu em Fogo Contra Fogo, e foi 1 TREMENDA decepção. Simplesmente n deu certo. // De Niro é tão bom q eleva o nível até d comédias fracas, como Um Senhor Estagiário, c Anne Hathaway.
      ______________________
      O melhor filme sobre máfia depois da trilogia The Godfather chama-se Os Bons Companheiros (Goodfellas), com De Niro, Joe Pesci e Ray Liotta, dirigido por Scorsese (1990). Realmente, aqueles anos nos brindaram com boas obras em profusão.
      ______________________
      Sobre a pressão ou sofrimento antecipado pela publicação dos melhores nas hards, não estou vendo nenhum dos 2. Entendo que estamos apenas nos divertindo, achei bem divertida a petição do nobre DANILO e, inclusive, requeiro minha inclusão no processo como AMICUS CURIAE.

      Minha opinião é a mesma que a de Andy Murray, c Nadal no saibro, Federer na grama e Djoko nas hards. Além dos Nos., é a teoria q + faz sentido, pois é bastante justo q cada 1 seja considerado o melhor em 1 das 3 superfícies disponíveis. Afinal, falamos dos 3 melhores d tds os tempos. Aguardo a opinião do Dalcim c curiosidade, pelo especialista q é, mas apenas isso. Já tenho minha convicção formada, e respeito a opinião daqueles q fazem por merecer meu respeito.

      PS: Qdo falo em “A Grande Nação Nolista, O Tsunami Nolista” etc, é 1 brincadeira tbém. No sentido d coletivizar. À parte disso, tudo q escrevo reflete minha opinião e visões pessoais, e sou sempre o único responsável pelas mesmas. É 1/2 óbvio, mas só p deixar claro.

      No mais, Djokovic, o incontestável rei supremo das quadras duras, aka Thanos, Aníbal, Senhor dos Anéis, Lancelot, Soberano Sérvio, filho d Zeus e irmão d Hércules, manda lembranças. junto comigo e com a horda de KOMBIS 3.0 turbinadas q vem varrendo o planeta como pragas numa plantação.

      Grande abraço a todos.

      Responder
      1. periferia

        Olá Rafael

        Lá embaixo …em uma reposta a vc …..citei Os Bons Companheiros como obra prima do Scorsese.
        Muito bom….ele sabe fazer um plano sequência como poucos .
        Apenas Leone em Era Uma Vez no Oeste chegava perto (no começo de Era uma vez…..na estação de trem…a câmera acompanha a chega de Claudia Cardinale na cidade….sem cortes…..aquilo é lindo).
        Dizia a vc….na reposta abaixo…como De Niro foi grande.
        E como vc havia citado o C. Walker….que também é um tremendo ator….recomendo O Franco Atirador (para continuarmos perto da loucura Vietnã )

        Abs

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      2. Luiz Fabriciano

        Rafael, no filme Fogo contra Fogo, que é um tiroteio só, dizem que Pacino e De Niro, por não se bicarem, exigiram sets separados.
        Tanto é que não se encontram em nenhum cena do filme, exceto no final, onde há um confronto direto, apesar de ainda assim não vermos os dois na mesma tomada.

        Responder
  27. Rubens Leme

    Dalcim, faça uma coluna (ou várias, por capítulos) contando as histórias do Slams Profissionais, antes da era moderna. Há coisas muito curiosas e não comentadas, como os 7 títulos de Ken Rosewall, no Aberto da França, cinco deles no piso de madeira, pois foram jogados no Stade Pierre de Coubertin, entre 1962 e 1966 e o Wembley Championships, onde Ken Rosewall novamente é o recordista, junto de Rod Laver, com seis títulos, onde se disputou na grama e também no carpete. Laver, por exemplo, não poder jogar Slams, entre 1963 e 1968, porque tinha aderido aos profissionais, enquanto o tênis tinha seu caráter amador.

    Essa é uma fase muito obscura do tênis, porque só se fala a partir de 1968 e essa era está cheia de grandes histórias e tenistas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, Leme, tenho mil histórias da era amadora guardadas, mas acho que o pessoal em geral não curte tanto assim histórias mais antigas. Por isso, eu costumo usar como “lembretes” no pé de alguns textos durante certos Slam.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Eduque-os então, abra seus horizontes. Por exemplo, tem um nome que ninguém toca, que é Roy Emerson, que tem 12 Slams de simples e 16 de duplas e é o único até hoje a fazer o carrer slam nos dois estilos. Além disso, teve 110 títulos e mais 204 em duplas, contando amadorismo e profissionalismo. Era uma máquina de jogar, da mesma geração do Laver, mas quase nunca mencionado mesmo tendo um Slam a mais do que Rod.

        Essa separação de Slams na era amadora e profissional é muito maldosa para a história do tênis e como não há quase imagens deles jogando, então vira mais ou menos papo de memórias afetivas, como o futebol antes da Copa de 1970. Seria legal sair um pouco desta paranoia do Big 3. Ninguém mais fala dessas eras e existem histórias fantásticas.

        Responder
  28. Gabi

    – Filha: minhas amigas colocaram um joguinho no grupo do Pilates e eu estou perdendo de lavada. Você me ajuda?
    – Deixa eu ver… anagramas que devem formar cidades ou países
    – Para a Luiza faltam 3 e pra Antonia só 1
    – Só 1??? Você conseguiu quantas?
    – 8 de 23
    – Está muito atrasada!
    – Você me ajuda?
    – Eu sou péssima em geografia, mãe
    – Mas vão achar que eu não consigo. Todas elas estão indo bem.
    – Vamos roubar, mãe! Único jeito.
    – (Gargalhada)
    – Pega uma caneta aí…e também vamos fazer pressão no grupo. Escreve lá: “quanto falta pra vocês? Estou quase conseguindo!”
    – Ok
    – Estou pesquisando no Google: esse 7 é a Noruega. O 5 é o Nepal.
    – Ótimo! Você é boa nesse jogo, filha…
    – Não delira, mãe! Estou roubando. Não vamos nos desconcentrar. 15 é Belize.
    – Estamos indo bem…
    – Mãe! Estamos roubando. Não estamos indo bem em nada.
    – Mas estamos resolvendo tudo.
    – Não estamos resolvendo nada.
    – Quantos tem ao todo?
    – 23
    – Vai lá no grupo e diz que você resolveu 22 e meio pra deixar o grupo nervoso hahahhaha
    – Vou falar que você é boa em geografia.
    – Não me inclua no seu jogo sujo, mãe!
    – Amanhã eu conto a verdade. Elas não deviam colocar um joguinho tão difícil
    – Não! Vai ser uma lição pra elas. Amanhã você conta.
    – Hoje não! (Rindo muito)
    – Hoje não! (Gargalhando)

    Responder
  29. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,essa mudança em relação aos pisos(grama e quadra dura ficaram mais lentas) seria por qual motivo?Reclamacao dos jogadores,uma imposição da atp?A grama por exemplo pode voltar a ser mais rápida,caso a organização decida assim?

    Responder
  30. Miguel BsB

    Modéstia à parte senhores, fui eu quem indicou o vídeo da mesa redonda entre Becker/Wilander/Mcenroe e Lendl ano passado, durante o USOpen. Achei fantástica a reunião entre esses gigantes e rivais num papo bem descontraído e instrutivo.
    Para quem gostou, procurem no Youtube porque tem a segunda parte desse programa, quase 1h novamente com eles conversando sobre os velhos tempo, tênis etc…

    Responder
      1. Rubens Leme

        Muito bom, Miguel. É muito divertido essas mesas redondas. Isto me lembrou uma vez que tive que entrevistar o Nilton Santos, por telefone, para um especial do Brasil antes da Copa de 1998 e fiquei 3 horas de interurbano com ele, que estava morando em Brasília. Peguei todas as histórias e lendas que tinha lido e conhecia sobre ele e o entupi de perguntas. Ele falou de maneira gentil, mas no final estava já exausto e me perguntava se o jornal não iria reclamar do custo da ligação. E depois ainda fiz isso com o Djalma Santos, Gilmar dos Santos Neves, Zito e tantos outros. Eles simplesmente falavam numa boa e contavam coisas inacreditáveis.

        Esse povo adorava essas entrevistas porque sentiam falta da fama e como eu adorava falar com eles, era uma festa.

        Responder
        1. Miguel BsB

          Leme, Nilton Santos foi um dos maiores ídolos do meu falecido pai, ele e o Divino, Ademir da Guia.
          Sou de Brasília e o Nilton Santos tinha uma escolinha de futebol aqui…eu tinha uns 10 anos e meu pai me levou um dia pra treinar lá. Quando meu pai o conheceu e foi conversar com ele, não se conteve e chegou a chorar…me emociono até hj lembrando dessa cena.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Eu quase chorei quando fui na casa do Julinho Botelho, na Penha, para uma matéria especial em uma das primeiras matérias do Lance!, em 1997.Fui com o PVC, ele falaria com o Julinho dos tempos de Fiorentina e eu do famoso jogo dele do Maracanã, logo após a Copa de 1958, quando entrou no lugar de Garrincha, que estava lesionado (mais ou menos isso) e tomou uma tremenda vaia ao ter seu nome anunciado. No final, o Brasil venceu a Inglaterra, por 2×0, com um gol dele e outro do centroavante Henrique, do Flamengo.

            Após o jogo, Nelson Rodrigues escreveu: “no meu time, jogaria o Garrincha..mas na ponta-esquerda”.

            Julinho tinha várias matérias sobre esse jogo e o PVC quase o fez chorar quando escalou a Fiorentina campeã italiana e vice europeia, Dias depois teve o primeiro ataque cardíaco que o levaria em pouco tempo.

            A simplicidade dele e a timidez foram impressionantes, impensável em qualquer boleiro de hoje.

    1. Sérgio Ribeiro

      Miguel , não acredito. Em pleno USOPEN e eu deixar passar batido ? E me deixa sozinho repetindo a mesma ladainha que houve vida antes do Big 3 ? Esse vídeo é uma relíquia , parceiro. Mostrei pro meu filho , e ele achou o melhor que já viu de uma geração do Tênis. E poucos perceberam que das 4 Feras , somente um utilizou Backhand de duas mãos. Nem eu percebi rsrsrs . Valeu pela dica também do outro. Grande Abraço !!!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Depois de GUGA , somente Federer conseguiu o N 1 com Back Simples . Como o Craque conseguiu aguentar 800 bolinhas ( todo jogo ) esses anos todos , de Novak , Rafa , Andy e CIA em seu Back de uma mão e não pirou ? rsrsrs Abs!

        Responder
      2. Miguel BsB

        Claro que houve! Eu mesmo não tinha idade pra acompanhar essa época…mas tenho a impressão que foi a época mais competitiva do esporte! Pelo menos, na era profissional.

        Responder
  31. DANILO AFONSO

    AO ILUSTRÍSSIMO SENHOR DIRETOR EDITORIAL DO TÊNIS BRASIL

    Sr. DALCIM, considerando a iminência da publicação da relação dos TOP 10 do piso HARD, peço licença para pleitear, como um dos membros das milhões de kombis Nolistas espalhadas pelo mundo, REQUERIMENTO objetivando convencê-lo, que a superfície dura possuí, desde o término da final do Austrália Open 2020, um novo REI, o sérvio NOVAK DJOKOVIC.

    Tendo em vista que o FEDERER há anos é considerado por muitos o top 1 do piso hard, irei concentrar a “defesa”, comparando, por meio de estatísticas, os números apurados na carreira das duas lendas.

    1) FINAIS EM SLAMS
    Djokovic – 16
    Federer – 14

    2) TÍTULOS SLAMS
    Djokovic – 11
    Federer – 11
    Em razão do empate, é razoável desempatarmos a disputa levando em conta o aproveitamento (títulos/por participação) dos dois tenistas. E neste critério DJOKOVIC leva uma vantagem acentuada, senão vejamos:
    Djokovic – 36,66% (11 títulos em 30 participações);
    Federer – 27,50% (11 títulos em 40 participações);
    Com 10 participações a menos, Djokovic tem os mesmo número de Slams que o suíço, tendo o sérvio, em tese, 5 temporadas (2 Slams por ano) de margem para desempatar.

    3) OUTROS BIG TÍTULOS (Masters/Finals)
    Djokovic – 30 (25/5)
    Federer – 28 (22/6)
    Além do sérvio levar vantagem no quantitativo de títulos, também lidera no aproveitamento:
    Djokovic – 33,70% (30 títulos em 89 participações)
    Federer – 25,92% (28 títulos em 108 participações)

    4) TÍTULOS ATP 500
    Federer – 21
    Djokovic – 14
    Quando levarmos em consideração o aproveitamento dos títulos ATP 500, temos praticamente um empate:
    Djokovic – 51,85% (14 títulos em 27 participações)
    Federer – 51,21% (21 títulos em 41 participações)

    5) % VITÓRIAS
    a) % Vitórias (todos torneios)
    Djokovic – 84,45%;
    Federer – 83,33%
    b) % Vitórias (Big títulos)
    Djokovic – 83,63%;
    Federer – 81,83%
    c) % Vitórias (vs top 10)
    Djokovic – 73,49% (158/215)
    Federer – 67,36% (161/239)

    6) H2H (CONFRONTO DIRETO)
    a) Geral
    Djokovic – 20 vitórias
    Federer: 18 vitórias
    b) Outdoor
    Djokovic – 14
    Federer -13
    c) Indoor –
    Djokovic – 6
    Federer – 5
    d) SLAMs
    Djokovic – 7
    Federer – 4
    e) Finais
    Djokovic – 9 (6 Slams)
    Federer – 6 (3 Slams)

    7) OLIMPÍADAS
    Federer – Ouro Duplas e Prata Simples
    Djokovic – Bronze Simples

    8) COPA DAVIS/ ATP CUP
    Djokovic – 2 Títulos (1 Davis e 1 Atp Cup)
    Federer – 1 Título (1 Davis)

    9) ELO RATING
    Djokovic: 2670
    FEDERER: 2637

    Elo ranting é um método matemática originário do xadrez, mas que há décadas é utilizado em outros esportes como método de medir força relativa dos oponentes. Essencialmente o método Elo distribuí pontuação para cada jogador/time, levando em consideração o peso (pontuação ranting) dos confrontos contra todos oponentes durante a carreira ou intervalo dinâmico, conforme o esporte.
    Dalcim, se você fizer uma pesquisa nos principais sites estatísticos, Djokovic além de possuir a melhor média Elo rating entre todos tenistas no piso duro, em janeiro de 2016, após vencer o Australian Open 2016, passou a ser o detentor do recorde de pontuação máxima no piso duro, 2670, superando a pontuação antes pertencente ao suíço.

    10) OBSERVAÇÕES – REGULARIDADE DE TÍTULOS EM SLAMS
    Os dois tenistas possuem 11 títulos no piso duro, porém quando analisamos a distribuição dos títulos no intervalo entre o primeiro e último Slam conquistados por cada tenista, fica óbvio que Djokovic mantem uma regularidade maior (menor desvio padrão) entre um título e outro. Enquanto FEDERER concentrou 9 dos 11 títulos em um intervalo de 6 anos (2003 a 2010), ficando posteriormente 7 anos sem ganhar um Slam no piso, Djokovic, com exceção do intervalo entre o primeiro e segundo título (2008 a 2011), jamais ficou mais de 2 anos sem conquistar um título no piso, demonstrando maior consistência e homogeneidade dos 20 aos 32 anos, qualquer que fosse a geração de tenistas que o sérvio veio a confrontar, seja duelando contra tenistas anteriores a sua geração (geração Federer) seja contra tenistas posteriores a sua geração.
    Certamente alguns vão alegar o fator idade do suíço, porém acredito que a principal justificativa decorre do nível dos tenistas da geração do Djokovic/Nadal. Coincidência ou não, o suíço não vence o US OPEN há 10 anos (desde 29 anos), e voltou a vencer o Australian Open (2017 e 2018), justamente quando o melhor tenista daquele palco, Djokovic, apresentava um nível de tênis medíocre, perdendo para Istomin e Chung nas primeiras rodadas. Bastou o sérvio elevar o nível nos dois últimos anos para voltar a dominar o torneio. Tal realidade e os números estatísticos acima, enfraquecem a manutenção do suíço no topo do ranking.

    Assim, considerando que DJOKOVIC lidera as principais estatísticas da superfície dura, 7 das 9 variáveis apresentadas acima, na qual destacamos maior quantidade de finais e big títulos, melhor percentual de vitórias e títulos por participação em Slam e demais big títulos, confrontos direto, e que até o presente momento demonstrou maior consistência no piso durante a carreira, é legítimo e justo que DJOKOVIC seja declarado, por Vossa Excelência (kkkkkk), o novo REI do piso HARD.

    Diante do exposto, como medida de justiça e meritocracia, a NAÇÃO NOLISTA requer:
    1) recebimento do presente requerimento, nos moldes dos critérios de moderação das postagens deste prestigiado blog;
    2) notificação dos torcedores do FEDERER para, querendo, apresentar defesa no prazo de 48 horas;
    3) a produção, antes da publicação da lista Top 10, de outros meios de provas, links de vídeos e textos, sem prejuízo do levantamento de outros meios de provas;
    4) seja oportunizado que outros NOLISTAS, bem como torcedores ilustres do NADAL (pró -sérvio) possam apresentar outras provas e/ou argumentos que ratifiquem o pedido do presente requerimento;
    5) que eventual manifestação acintosa dos nobres Rodrigo Cruz, Sérgio Ribeiro, Vitor Hugo, Ronildo e Gildokson, passe por rigorosa moderação (kkkkk) antes de ser liberada;
    6) seja DEFERIDO o requerimento, a fim de que o sérvio DJOKOVIC conste, quando da publicação da relação TOP 10 de tenistas do piso HARD, como n. 1.

    DANILO AFONSO
    MEMBRO DA KOMBI

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que vou desistir de publicar o top 10 do sintético porque vocês estão conseguindo se descabelar ANTES do tempo. Como bem aconselha o velhíssimo ditado chinês, estão sofrendo por antecipação! A única observação que faço por enquanto: percentual é algo extremamente complexo, porque ele pode na verdade favorecer aquele que jogou mais e ainda assim manteve um percentual tão alto quanto aquele que jogou menos (e que tem a tendência de queda de rendimento com os seis anos que teria pela frente para igualar numericamente o outro comparado). Pense nisso.

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      1. Rubens Leme

        E você tinha esperança de que eles iam se comportar? Mete um Sampras na ponta e saia correndo (ou bloqueie os comentários).

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        1. Rubens Leme

          E já que é pra fazer pressão: não se esqueça do top 10 em carpetes. Sem Slams ou jogadores modernos, este vai ser o mais divertido. A molecada que acha que o tênis nasceu em 2010, vai ficar sem saber como opinar, o que vai ser ótimo.

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      2. DANILO AFONSO

        Nobre Dalcim, o “requerimento” foi apenas em tom de brincadeira. Em tempo de pandemia e instabilidade política, quis apenas descontrair com um tema relacionado ao tênis, objeto (foco) do blog.
        Já com relação a observação acerca do “percentual”, eu tenho ciência que é um tema complexo. Eu apenas fiz questão de apontar o percentual de vitória porque foi um critério que você tinha postado na relação do saibro e grama. Eu acrescentei no meu texto o percentual de títulos por participação.
        Se o DJOKOVIC não ficar no topo na próxima relação, espero que ele consiga outros títulos relevantes para não pairar qualquer dúvida.
        Eu iria acrescentar no texto anterior do “requerimento”, um comparativo que reforçaria mais ainda a carreira surpreendente do DJOKOVIC, mas eu preferi excluir em razão do texto já estar demasiado longo.
        Vou resumir a estatística que deixei de fora, colocando os principais pontos.
        Vejamos abaixo um comparativo da performance do DJOKOVIC e FEDERER, ambos com 32 anos:

        Percentual de vitórias (ao término de 32 anos)
        Djokovic – 84,45% (592/701)
        Federer – 82,74% (590/713)
        O suíço também perderia esse comparativo. O mais interesse que o percentual do suíço aos 32 anos é inferior ao aproveitamento de toda carreira que é de 83,33%.
        Possivelmente Djokovic irá reduzir seu percentual com o avançar da idade em razão do seu estilo de jogo. Porém, não seria um absurdo dizer que ele poderia manter ou quem sabe melhorar seu percentual igualmente o Federer.
        O certo que atualmente Djokovic tem um melhor aproveitamento e quando comparamos os dois tenistas com os mesmos 32 anos, o sérvio também liderava.

        Outras Estatísticas

        Títulos Slams – ao término de 32 anos
        Djokovic – 11
        Federer – 9

        Outros Big Títulos (Master/Finals) – ao término de 32 anos
        Djokovic – 30 (25/5)
        Federer – 21 (15/6)

        Títulos ATP 500 – ao término de 32 anos
        Djokovic – 14
        Federer – 13
        Dalcim, sei que algumas vezes aqui figuro um pouco mais passional, igualmente outros membros do blog. Você como especialista da área sabe que o esporte sobrevivi dessa paixão dos torcedores, uns mais ou outros menos. Sem essa emoção eu nem vou para o estádio ou ligo a televisão. A racionalidade eu deixo no trabalho e no trato com outras pessoas. Quando o assunto é tênis, futebol, f1 e basquete, a razão passa longe…kkkkk

        Reforço que o requerimento foi apenas em tom de descontração, sem ofensa aos demais membros e sem o intuito de esvaziar a próxima pauta, pelo contrário, quis apimentar e gerar pré debates sobre o tema da próxima relação.

        Forte Abraço !!!

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        1. José Nilton Dalcim

          Claro, Danilo! Sei que foi em tom de descontração. Levei na boa, mas eu não poderia perder a chance de cutucar… rsrs… Você contribui muito aqui com suas análises numéricas sempre muito bem fundamentadas. Vou considerar seriamente deixar o Djoko em primeiro para ver a alegria da ‘kombi”. Estou num momento muito humanitário! Além disso, os adoradores de Federer estão mal acostumados com esses quase 20 anos de tênis sublime.

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        2. Gildokson

          Danilo, você tem que levar em consideração que Djokovic aos 32 não vai ter 2 adversários do nível dele 6 anos mais jovens. Isso a análise de % não conta neh? As vezes é perigoso se basear só nos números.

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    2. Sérgio Ribeiro

      E agora , Danilo ? Estou fora dessa. Se o Dalcim conseguir sair desta encrenca ( ainda mais que o h2h está no lugar certo ) , eu me candidato a fazer os PitStops da Kombi rsrsrs . ABS !

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      1. Rubens Leme

        De jeito nenhum, Dalcim. Tem que ser McEnroe, com 43 dos seus 77 títulos neste piso e vários WCT. Fique á vontade em escolher os seus, desde que ele esteja na ponta. E Ivan Lendl também tem números superiores aos dois (Sampras e Becker).

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          1. Rubens Leme

            Sou absolutamente democrático, você tem toda liberdade, desde que o primeiro tenha o nome que comece com John e acabe com McEnroe. rs

            Quem mandou ser competente e começar uma maluquice destas, numa época em que todo mundo está preso em casa? Procurou sarna para se coçar e achou.

    3. JAN DIAS

      Quanto desespero meu Deus do céu!! 🤣 kkkk

      Lembrem da Bíblia caros nolistas: Não se toma o reino dos céus à força! Matheus 12:11

      E lembrem também que ROGER está jogando há 3 (três) gerações e DJOKO não..

      E, essa não adianta falar que vocês não entendem: embora a escolha tenha que ser guiada também por parâmetros numéricos, o tênis não é só estatística, é técnica, beleza e aptidão! 🎨🖼

      Beijinhos,

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    4. Anderson Nues

      É de ver uma estatística dessa, lembrar que Federer é 10x maior que Djokovic, mas depois lembrar da atuação do suíço naquela final do US Open de 2015, e que um ano depois Wawrinka pegou o mesmo jogador e amassou.
      Mas o número fala por se só em relação a Federer e Djokovic, não em relação a quem seja o melhor numa quadra dura. Seguramente o sérvio estará a frente do suíço, mas não necessariamente será o n1 num top 10. E isso se torna complexo pelo fato de até 87 só ter um GS na hard, o que acaba fazendo toda a diferença numa comparação.
      E como alguns já sabem, tendo cada vez mais a achar Sampras maior de todos os tempos, e creio que ele seria n1 na grama na minha lista e talvez n1 na hard tbm.
      Infelizmente não vi Connors nem McEnroe, mas creio que teria números tão bom ou melhores que o de Djokovic na hard se jogasse na época de hoje.
      Num eventual top 10 a única certeza que teríamos é que Nome estaria a frente de Federer, mas não sabemos em que posição.

      Responder
    5. Luiz Fernando

      Danilo parabéns pela pesquisa, vc foi atrás de muitas evidencias p sustentar sua impressão, se vc fosse advogado sua tese poderia perfeitamente “colar” frente ao júri, mas como o próprio Dalcim postou abaixo não sofra por antecedência. E não se esqueça q o Dalcim irá divulgar alista DELE, que ELE fará seguindo os critérios q ELE julga mais corretos, q podem ser diferentes dos seus, concorda? Li seu post acima, observei grande equilíbrio nas comparações entre esses dois monstros mas tem um ponto q vc não abordou: a habilidade numa quadra rápida e mesmo eu sendo um cara q não topa o Federer não há como comparar este detalhe entre o suíço e o sérvio, que também é um craque por sinal. Outro detalhe: quadras sintéticas são sinônimo de agressividade e agressividade é quase sinônimo de jogo de rede, e neste detalhe Federer também é superior, e muito (nem vou citar os smashes). Assim, fique tranquilo, relaxe e aguarde o post do Dalcim, e não se esqueça q é apenas uma questão de tempo do Djoko se tornar o detentor da maioria das principais estatísticas do tenis…

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Obrigado Fernando !

        Eu não busquei adentrar no tema relacionado aos atributos técnico de cada tenista, como habilidade e agressividade, pois teríamos que incluir variáveis técnicas e esmiuçar cada uma dela.

        Ademais, vale ressaltar, que o DALCIM na relação do saibro e grama não citou atributos técnicos, tático, físico e mental, ou então se este tem melhor saque, smash e devolução, pois são aspectos de grande subjetividade, o que geraria debates polêmicos e intermináveis.

        Ele acertadamente se limitou a expor os dados estatísticos, facilitando aos leitores compararem os números (ex.: Slams, final e percentual) e opinarem se concordam ou não com os nomes e/ou ordem da relação publicada. No máximo houve subjetividade quando mencionou o comparativo da velocidade dos pisos ao longo das décadas ou então quando utilizou os feitos de duplas no ranking da relação, o que acho que apesar de ter menor peso, deve sim ser levado em consideração.
        Eu nem vou argumentar sobre agressividade e habilidade porque é bem complicado expor isso em poucas linhas…kkk

        Responder
    6. Rafael Azevedo

      Kkkk.
      Botou pressão.
      Mas foi uma bela análise.
      Eu considero um empate técnico, então, vou achar justo quem quer que seja que esteja em primeiro…

      Responder
  32. heitor

    Dia 15 a Budesliga voltará e com os portoes fechados.

    Legal a ideia do Borussia Monchegladbach para fzer de conta que o estadio estará cheio: cada torcedor comprou seu “assento” por 18€ e teve sua foto impressa. O valor arrecado será revestido em investimento para tratamento da COVID-19 na cidade.

    Responder
  33. heitor

    Rafael: “então vc não é mal informado, cita apenas a parte que lhe interessa.
    Normal, segue a vida.”.

    Isso cabe para vc tb.

    Abro um novo topico pq nao tinha mais “responder”.

    Responder
  34. Paulo Almeida

    Dácio Campos é federete, é o criador do apelido Leão da Montanha de que vocês tanto gostam, mas felizmente não é um fã típico. Ele teve a hombridade e humildade de reconhecer que o Djokovic é o mais completo de todos os tempos, sem buracos no seu jogo.

    Como ele iria eleger um cara fraco tática e mentalmente e com um backhand de tênis feminino como o mais completo? O cidadão no suposto auge já sofria horrores contra o forehand do feto Nadal.

    Apenas aceitem.

    Responder
    1. Jonas

      Sim, ele é mais completo mesmo. Muita gente confunde isso, porque não significa que golpe por golpe ele seja superior a todos os tenistas.

      Federer é um ótimo exemplo. Nalbandian até “elogiou” bastante o backhand do suíço esses dias,rs.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Pois é, Jonas.

        Essa análise pobre e tosca de golpe por golpe, a qual o rapaz de múltiplas personalidades adora, não define o mais completo. Somente um análise mais ampla e rica de todos os aspectos que constroem um campeão pode dar o melhor veredito.

        Djokovic é o mais completo que já existiu, mas isso não significa que ele é nota 10/10 em tudo: quer dizer que no conjunto da obra é o que tem menos imperfeições.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Imagine se fosse masculino, né? (rs)

      Se com um backhand feminino o suíço vive humilhando o sérvio com winners paralelos…

      E concordo contigo que o Dacio tenha sido humilde.

      Humildade essa que só perde para do próprio Djokovic, claro…

      Responder
  35. periferia

    Olá….uma homenhomenagem tardia a Aldir Blanc.

    Em jovem, mergulhou na obra de poetas como Pound, Lorca e Maiakóvski.
    Mas sempre dizia quando confrontado com sua formação (Medicina….era psiquiatra).
    “Mas a influência da sinuca foi maior”.

    Era um homem com alma da periferia.

    Responder
  36. Rubens Leme

    Dalcim, vendo a rabeira do Top10 não concordo com Becker atrás de Edberg. Seria porque nas 3 finais entre eles, o sueco venceu duas?

    Becker fez final em 1985, 86, 88, 89, 90 e 91, seis em sete anos seguidos. Naquela época era praticamente impossível pensar em Wimbledon sem ele na final.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não se pode ignorar os dois títulos de Edberg na grama da Austrália, Leme. Ainda que Wimbledon teve peso maior, são 4 contra 3. E Edberg ainda ganhou um em duplas. Mas sem dúvida a distância entre os dois é muito pequena quando se pensa na grama.

      Responder
  37. Gildokson

    Esse tempo de sobra parado ta fazendo o Djokovic entrar naquelas “viagens” dele novamente kkkkkkk É pai sol pra la, é teiria conta vacinação pra cá…
    Prevejo uma volta no modo apagão quando o circuito retornar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. alessandro sartori

      Nao sei se o Djokovic volta no modo apagao não…mas pensando cmg naquele que jogador que eu acho que vai voltar mais preparado, esse pra mim é o Nadal…sei la, passa a impressao que até quando ele ta pegando a Xisca ele ta pensando em tenis…

      Responder
  38. Rubens Leme

    Dalcim, peguei um dos filmes medianos de Al Pacino dos anos 80 – Vítimas de Uma Paixão, – que ficou famoso pelos assassinatos ao som de “Sea of Love”. Robert Plant, aliás, fez uma versão dela com seu projeto Honeydrippers, logo após deixar o Led. Cara, adoro esses filmes policiais desta época.

    Apesar de baixinho e mirrado – como Bogart, aliás – Pacino fez vários filmes do gênero, incluindo o icônico Serpico e o filme vai bem, ainda que tenha um roteiro capenga típico da época. Outro destaque é um dos meus atores favoritos, John Goodman. Com seu biotipo de lutador de telecatch – uns 150 kg socados em 1,90 m de altura – e sorriso fácil, Goodman sempre é um dos coadjuvantes que rouba a cena. Quem viu e se lembra dele no O Grande Lebowski, na pele do imortal e demente e absolutamente cômico Walter Sobchak sabe do que estou falando.

    Pena que este povo está envelhecendo, assim como nós. Pacino fez 80 anos dias atrás e seu último papel, a série The Hunters pelo Prime Amazon é uma bomba. E O Irlandês ele ainda está bem, mas já já este povo para ou é parado. Eu mesmo, me assusto em pensar que já passei dos 50. Já já também é minha vez, para alegria de muitos e tristeza de poucos.

    Responder
      1. periferia

        Olá Dalcim.

        Então vc gosta de The Godfather?

        Fico imaginando vc olhando para seus alunos da academia e dizendo sobre os inadimplentes.
        “Vou fazer uma proposta ….que vcs não poderão recusar”…rs

        Responder
          1. lEvI sIlvA

            Rsrsrs Não seria diabolicamente perfeito, Dalcim?!?! Dia desses, fiz um grande negócio. Adquiri Advogado do 😈 e Assédio Sexual em blu-ray por módicos R$70,00 ambos. (São raros caros.)

          2. Miguel BsB

            O Poderoso Chefão I e II, os melhores filmes de todos os tempos, na minha opinião.
            Al Pacino em Advogado do Diabo, uma das melhores atuações que já vi…não sei porque ele não ganhou o Oscar naquele ano…na verdade, nem sei quem ganhou o Oscar de Melhor Ator nesse ano, mas deve ter sido uma atuação monumental, pra ganhar do Pacino…
            Aliás Dalcim, vou bagunçar um pouco seu Blog depois, se me permitir…já que estamos conversando sobre tudo ultimamente…
            Vou fazer a lista dos melhores atores, na minha humilde opinião hehe

  39. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,vejo alguns tenistas e pessoas falando que o top 3 dessa geracao(federer,Nadal,Djokovic) é obviamente superior aos do passado,mas o resto do top 10,top 20 do passado,anos 80,90 era bem superior…Em resumo,temos 3 tenistas geniais,mas na média as gerações anteriores eram melhores,mais disputadas…Você concorda com isso?Tem como avaliar uma melhor geracao em termos gerais?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que essa geração Lendl-McEnroe-Connors-Becker-Edberg=Wilander, que algum tempo depois recebeu Agassi-Sampras é de uma qualidade incrível, talvez a melhor de todas.

      Responder
  40. Rubens

    Dalcim, ainda falando em Ivan Lendl, entre 1983 e 1990 ele fez duas finais, cinco semifinais e uma oitavas, em Wimbledon. Azar o dele ter cruzado neste período com John McEnroe, Jimmy Connors, Boris Becker, Pat Cash e Stefan Edberg, não?

    Como consolo, pode dizer que perdeu para os melhores daquela época, pós-Borg.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Isso serve bem para o pessoal de hoje entender como a grama era realmente diferente naquela época, Rubens. Jogar contra autênticos voleadores ou tenistas muito mais bem adaptados à grama era uma tortura. Você lembra como o Connors jogava tão agachado, quase curvado na grama? Lendl tentou de tudo, treinou demais o saque-voleio (era meio durão, mas se esforçou), e ainda conseguiu duas finais.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Sim, eu estava revendo a semi de 1989, contra o Becker e ele foi pra rede várias vezes, até tomando passadas que ele é quem as faria. E, em vários momentos, o Becker teve uma postura até mais defensiva do que ele.

        É curioso ver aquela reclamação, quando ele sacava em 40-30 em 4/5, no quarto set e o juiz de cadeira conserta a marcação do juiz de linha em que diz “por que você dificulta as coisas para mim, quando já é tão difícil”, com uma voz chorosa.

        Resumia bem o espírito dele. E o pior é que ele foi quebrado no game, perdeu o quarto set e tomou a virada depois.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Como ele batia muito flat, ele já se curvava um pouco mais do que o normal, mas na grama era uma coisa incrível. E isso fazia muita diferença, porque então a bola quicava realmente muito baixo.

          Responder
          1. Rubens Leme

            H2H é algo curioso. Veja Ivan Lendl: venceu McEnroe (21×15), Connors (22×13), Wilander (15×7) e Becker (11×10), mas, perdeu para Edberg (13×14), o mesmo Edberg que foi atropelado por Becker (25×10) e perdeu para o compatriota Wilander (9×11).

            Aliás, só três números 1 tiveram vantagem sobre Lendl. O próprio Edberg, Bjorn Borg (2×5) e Pete Sampras (3×5).

  41. Heitor

    Um aviso: para o bem do blog, vou parar de falar de política.
    Mas já sei que mesmo qdo eu comentar sobre outros assuntos alguém vai vir responder com o reducionismos do tipo: claro que vc pensa assim, é gado, é isso ou aquilo.

    Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Aqui sempre um espaço democrático, Heitor. Mas acho realmente que o tema político no momento não é ideal. Acirra demais os ânimos. E já temos a briga do Big 3 aqui para controlar… rsrs…

        Responder
  42. Marcelo-Jacacity

    Rubens Leme e Sérgio Ribeiro,

    Como já havia muitos comentários (réplicas e tréplicas) não foi possível comentar originalmente abaixo, de qualquer forma nessa conversa fantástica com Wilander, Becker, McEnroe e Lendl, o tcheco revela o grande erro da carreira do Big Mac.

    https://www.youtube.com/watch?v=7lK-EgNMqoA

    Quem puder assistir na íntegra, vale a pena. Imperdível. Falam do Big-3, da Next-gen que nunca vinga, da geração deles.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Valeu , Marcelo . Eu nem sabia que Ivan “ o Terrível “ Lendl falava tanto rsrsrs . E o Big Mac deixando e ….concordando kkkkkkk Cada um que tire suas conclusões. Esses foram os caras ( só faltou Edberg) que azucrinaram o coitado do McEnroe . Para alegria de Borg kkkkkk. Excelente, parceiro. Abs!

        Responder
      2. Rubens

        Marcelo, esse video mostra o que gosto tanto desta geração. Esses quatro se odiavam em quadra, basta ver a cara de Lendl quando perdeu o título de 1986 para Boris Becker, na final de Wimbledon (parecia que iria agredir o alemão e o juiz de cadeira), mas hoje sentam civiizadamente e falam o que pensam. Desde o início com WIlander para ele (nao sei porque foi convidado, pois tem vantagens contra nós três, no H2H e com Ivan replicando “eu sei e adoro isso”), até essa parte do ano sabático, onde ele aponta para Boris e diz que sem isso, ele não seria tão dominanante em Wimbledon.

        Quatro dos maiores jogadores sentados como se estivessem na beirada da piscina, de maneira descontraída.

        PS: curioso ver Ivan Lendl como o mais rechonchudo dos quatro, afinal, era o mais obcecado pela forma física. E a entonação da voz dele, lembra a de Arnold Schwarzenegger, meio metálica e pausada de maneira meio dura.

        Valeu pelo vídeo.

        Responder
        1. Rubens

          Esse bate papo é legal porque você os observa e vê que tipo de técnico são (ou foram ou podem ser):

          1 – Lendl é o cara com maior visão geral, com mais paciência para o trabalho e um faro mais agudo. Quando pedem para falar do trabalho dele com o Zverev, esperando uma crítica, ele diz que é preciso dar tempo até os 25 ou 26 anos para uma melhor análise, que os tempos mudaram e hoje “33 anos é o 27 da nossa era”. No geral, foca em vários aspectos do jogo e é muito técnico, como quando aborda as diferenças de gerações, indo lá atrás, nos australianos da era amadora e falando do encordoamento de hoje e porque introduziu a ideia de mudar de raquete a cada sete ou nove games.

          2 – Boris tem mais preocupação com detahes específicos. Acha que a nova geração não treina saque suficiente, por exemplo, porque o fundo de quadra hoje é tão bom que os tenistas relaxaram neste golpe. Isto explica porque Djokovic melhorou tanto como sacador. Além disso, é muito crítico sobre a força mental, acha que os meninos de hoje não sao capazes de derrotar o Big 3 porque falta concentração e estrutura de jogo, embora Lendl explique, com toda razão, que não há como um garoto de 21 anos entender de tática deste nível, é cedo demais.

          3 – John é mais um meio termo, um ótimo conselheiro, esperto, ponderado, de grande sensibilidade e talvez, dentre eles, o que hoje mais sinta falta do circuito, o vejo muito mais ainda como tenista do que técnico, tanto que é assíduo em torneio de veteranos. Acho que se arrepende muito de não ter sido tão profissional e se sentiu mal por ter sido superado tão facilmente.

          4 – Mats é o típico entrevistador. Fala excelente inglês, é ágil com o raciocínio, em deixar os outros falarem e em pontuar aqui e ali um tema e dar opinião, mas não que funcionara como técnico, por isso. Prefere generalidades do que ficar dia após dia treinando alguém.

          Muito divertido quando pedem para falar quem os lembraria hoje. Lendl cita, de maneira correta, Djokovic, embora ressalte que o sérvio é muito melhor, mas ninguém parece concordar quando Becker fala que Kyrgios é o que mais se parece com ele (e concordo com a maioria, nisso).

          E, entre risos e tapinhas nas costas, sobra uma farpinha aqui e ali, entre os rivais. Muito divertido.

          Responder
          1. Rubens

            E apenas para finalizar, quando o ácido Becker pergunta sobre os técnicos de hoje em dia, se são realmente bons, ele pondera que não adianta ser treinado por alguém que não sabe o que é uma pressão de vestiário em uma segunda semana de Slam, quando o local fica mais vazio e toda pressão cai em seus ombros: “nenhum livro pode te explicar o que é isso”.

            Lendl parece concordar e cita algo vital: “se eu jogasse hoje, contrataria qualquer um de vocês três, mesmo que fossem inexperientes como treinadores, porque não preciso que me digam como devo jogar, eu sei jogar tênis, mas os contrataria para que me guiassem nos momentos de grande pressão”, e cita o conselho que Tony Roche deu a ele antes das semifinais de Wimbledon, de 1986, contra Stefan Edberg: “você vai vencer, fique calmo, mas se estiver em dúvida, seja mais agressivo”. Segundo Lendl, essa simples frase fez toda a diferença.

            E todos os quatro concordam que hoje há muita interferência dos pais, especialmente daqueles que eram treinadores de seus filhos, no início, basicamente pelo montante de dinheiro envolvido.

            No final, Mats pede para que John e Ivan explicassem sua rivalidade e os jogos entre eles, quando um conseguia uma sequência grande de vitórias sobre o outro e vice-versa. Neste ponto, os dois mostram como estudaram um ao outro.

            Dalcim, um vídeo destes, absolutamente descontraído com estes quatro campeões, ensina mais sobre tênis do que muitos livros.

          2. José Nilton Dalcim

            Sim, eu vi essa longa mesa redonda no ano passado e achei realmente muito divertida e instrutiva. Acho que foi alguém aqui do Blog quem gentilmente me indicou o link.

          3. Rubens Leme

            Sim, realmente é. E agradeço pot ter corrigido a caligrafia do Tony Roche, que, por dislexia, escrevi Roach. rs

            Com o tempo Ivan ficou mais divertido. Parece até mesmo com o Arnold fazendo comédia, com aquelas frases mordazes e sorriso que quase não sai.

          4. José Nilton Dalcim

            Mesmo na sua época, o pessoal comentava que o Lendl era bem amistoso no vestiário, sempre bem humorado. Completamente diferente da imagem que ele mostrava em quadra.

          5. JAN DIAS

            O comentário do LENDL sobre a idade dos jogadores é perfeito (“os 33 de hoje são os nossos 27”) e mostra o quanto a medicina esportiva e a preparação física se tornaram essenciais e preponderantes na geração BIG 3.
            Eu me lembro de quando o SAMPRAS encerrou a carreira: com 32 anos ele mal conseguia correr em quadra, enquanto o “velhinho” hoje ainda voa com 38 anos (!).. É realmente impressionante.. 🏋️‍♀️
            Com isso, o nível de competitividade aumentou muito, tendo o BIG 3 também “subido muito a barra” dos níveis tático, técnico e mental, o que os fez dominar o circuito até hoje.
            Sobre a comparação, a correlação LENDL – DJOKOVIC é perfeita, faz todo sentido pra mim. Não peguei o BORG jogando, mas imagino, pelo que vocês falam, que ele se assemelharia ao FEDERER (?).. Quem sobraria pra ser o NADAL?
            Abs caro Rubens, e parabéns pelo comentário.

          6. Rubens Leme

            Exato, Dalcim. Quem falou bem dele foi o Cássio Motta, que contou uma aventura com ele, Ivan e McEnroe dividindo uma viagem de carro em um Orange Bowl da vida. Disse que o tcheco era cômico.

          7. Rubens Leme

            Eu não acho que Federer se assemelhe com o Botg, acho até que o Nadal lembra um pouco mais ele, mas ambos foram tão particulares em seus estilos, em épocas distintas que fica dificil encontrar alguém semelhante. Não sei se o Dalcim concordaria comigo. Mas pela consistência no fundo de quadra, solidez mental e movimentação, diria que Nadal é mais próximo dele do que o suíço.

    1. heitor

      o ingles do wilander é o mais fácil de entender. articulado, abre bem a boca para falar, fala devagar mas nao de fora tediosa, bom vocabulario.
      muito legal o video.

      Responder
  43. Paulo Almeida

    O rei do tênis Djokovic pode até ser heptavice no USO algum dia, mas JAMAIS colecionará eliminações vexatórias para Berdych, Robredo, Cilic, Millman e Dimitrov e tampouco será brinquedinho tanto do sérvio quando do Delpo no torneio.

    Responder
    1. Heitor

      O engraçado é que até pouco tempo atrás, a grama era a referência. Mas como os resultados do Djoko nesse piso estão cada vez melhores, alguns torcedores do RF falam do piso sintético como referência…E depois vêm falar que vc é o mal intencionado.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Ainda que o Federer tivesse perdido em condições normais para eles, não acho que seria vexame algum.

      Dimitrov é um tenista com boas armas, enquanto o Millman tem aquele jogo bem chatinho.

      Só que pro mal dos teu pecados, o suíço perdeu ambos os jogos por problemas físicos…

      Quanto ao Berdych – ele uma vez eliminou o Djoko em sets diretos em Wimbledon.

      Vexame?

      Não diria… O cara simplesmente estava no dia dele.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        O Jagua perdeu pro Millman porque fez uma das partidas mais medíocres de sua carreira com quase 100 ENF. Deu até desculpa da umidade, mas não tinha nenhum problema físico!

        Quanto ao Dimitrov, só veio a sentir uma suposta lesão depois de ter perdido o quarto set. Até lá não tinha nada.

        E por que não comentou sobre a maior humilhação de todas, a derrota em sets diretos pro Robredo? Muitos insinuam que ele quis fugir do Nadal naquela oportunidade e entregou a partida, mas não interessa: o VEXAME está registrado na história!

        Djokovic perdeu pro Berdych em 2010 bem longe do auge e sofrendo com a intolerância ao glúten e depois em 2017 porque abandonou a partida em virtude da lesão no cotovelo. Ok, perder pro tcheco não é o pior dos mundos.

        Ah, em 2010 ele tinha varrido nosso sparring nas quartas também.

        Responder
          1. Paulo Almeida

            Sim, lembro que ele reclamou da umidade excessiva na entrevista pós-jogo.

            Bom, até aí o Djokovic sofreu demais também (principalmente contra o Fucsovics e o próprio Millman) e nem por isso deixou de ganhar seus jogos.

        1. Rodrigo S. Cruz

          Deixa de ser mau, cara. E tenha autocontrole!

          1. Se o suíço perdeu pro inexpressivo Robredo, paciência. Cite um só campeão que não tenha perdido jogos assim. O Djokovic mesmo perdeu (na Austrália) pro ridículo Denis Istomin, 117 do mundo na época… Acontece, pombas!

          2. O Federer sentiu SIM a dura umidade naquele dia contra o Millman – o Dalcim até comentou isso na época.

          3. NÃO INTERESSA se a lesão diante do búlgaro tenha se dado no quarto, quinto ou centésimo set (rs) – ela ocorreu e ninguém contesta isso. A menos que você queira agora que o Federer vença qualquer jogo, lesionado. Como se a idade avançada do cara já não fosse uma carga!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Kkkkkkkkkkkkk, você me pedindo autocontrole chega a ser cômico, mas beleza.

            Mas e aí, ele entregou pro Robredo pra fugir do Nadal na rodada seguinte ou não? Lembrando que o coitado do Tommy foi varrido por 6-0, 6-2 e 6-2 pelo compatriota e o Federer já tinha perdido os 3 jogos pro arquirrival na temporada. Depois veio a perder no Finals também. Fica aí a dúvida.

            Sentiu mesmo, assim como o Djokovic ao longo do torneio, mas eu acho pouco para justificar uma partida tão bisonha com 100 ENF.

            Eu particularmente não contesto, já outros o fazem. Não contestaram tanto a lesão do Djoko contra o Stan (você inclusive) achando que era migué?
            Pois bem, a diferença é que a notícia já era pública no mínimo desde a partida contra o Londero (2R), sendo que ele também já tinha sentido alguma coisa contra o Pouille em Cincinnati. O sérvio estava bichado há um bom tempo na minha opinião.

      2. Jonas

        Pra ser justo, em 2010 Berdych era mais jogador que Djoko na grama, então não é algo como um vexame.

        É chover no molhado dizer que o Djoko de 2005-2010 se tornou um jogador completamente diferente em 2011. A derrota de WB 2017 é só mais uma daquelas comuns que ocorreram naquele ano, afinal foi um ano tão pífio, que até pro Istomin o Djoko perdeu.

        Mas não se pode excluir essas derrotas da conta, a não ser que o tenista esteja lesionado, sem totais condições de jogo, coisa que não ocorreu com o Nadal em RG 2015, mesmo ele estando abaixo.

        Responder
  44. periferia

    Olá..

    Vejo muita coisa escrita pelo Heitor….concordo com muito com o que ele escreve (Não tudo).
    Principalmente com as intromissões de outros poderes no executivo.
    Como o presidente eleito é alguém deplorável como ser humano….achamos que devemos pegar alguns atalhos para combater um erro eleitoral e democrático.
    Lembrei de um livro do Stephen King ….Zona Morta.
    Fazendo um resumo rápido do livro…. fala sobre um homem bom …com bons valores.
    Em um acidente….o homem adquire poder de prever o futuro tocando nas pessoas…..com isso sabe o que vai acontecer na vida das pessoas….os fatos que futuramente irão acontecer.
    Um dia…vendo um comício de um candidato obscuro para um cargo governamental na frente de sua casa….ele resolve ir no comício.
    No final o candidato desce do palanque e cumprimenta seus apoiadores….estica a mão para nosso amigo que está na multidão.
    Quando ele toca a mão do candidato descobre que ele será futuramente presidente dos Estados Unidos…que tem um caráter lamentável….e será responsável por iniciar uma guerra nuclear onde milhões morrerão.
    Apesar de ser alguém com bons valores….sabe que ninguém irá acreditar na sua visão.
    Decide matar o candidato para salvar milhões de pessoas.
    Como diria Maquiavel ..os fins justificam os meios ?
    Se vc pudesse usar medidas que iria contra sua formação….contra seu caráter….contra tudo que vc acredita….para evitar um mal maior….vc usaria?
    Marina Silva disse hoje:
    “O impeachment do Bolsonaro é ato de legítima defesa”

    Será?

    Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Salvo engano, o protagonista foi Christopher Walken.
        Realmente é uma tarefa um tanto quanto difícil transformar um livro em filme. Tem que se resumir bastante, sem tirar detalhes.

        Responder
      2. Rubens Leme

        Eu tenho esse filme, é realmente bem abaixo do livro, mas isso sempre ocorre né? A culpa é, em parte, do diretor David Cronnenberg, especialista em pegar livros difíceis e de temática “polêmica”, digamos e transformá-los em algo ainda mais indigesto. Suas versões para os romances Naked Lunch (William Burroughs) e Crash (JG Ballard) beiram ao mau gosto e são difíceis de assistir, embora fiéis ao livro. O que já era pesado no livro, torna-se uma experiência indigesta na tela, em parte porque não são livros pensados para o cinema, em termos visuais, digo, As cenas de acidentes de carro em Crash embrulham.

        Outros filmes dele, como Scanners, Sua Mente Pode Destruir, Videodrome – A Síndrome do Vídeo, Gêmeos, Mórbida Semelhança, A Mosca, também foram feitos mais para chocar visualmente do que contar uma história e, por isso, acabam ganhando o ridículo rótulo de filmes de arte ou cult. Besta que sou tenho todos em DVD, mas raramente o assisto, alguns nunca vi uma segunda vez.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Pior ainda foi a adaptação do Jogo Perigoso. O livro é um espetáculo, ainda que longo demais. A adaptação do Netflix perdeu totalmente a essência.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Outra bo adptação do King pro cinema que eu vi na época é O Aprendiz, com Ian McKellen e o jovem e já falecido Brad Renfro, um adolescente que descobre que velhinho McKellen era um nazista foragido e ao invés de denunciá-lo, começa a pedir que conte histórias da época e desagua num embate psicológico infernal.

            O filme tem em DVD, mas nunca vi em plataforma alguma.
            https://www.imdb.com/title/tt0118636/

  45. Vitor Hugo

    Atualmente há um slam no saibro e outro na grama, mas antigamente eram três no piso verde e um no barro, então é natural que tenham jogadores com maior currículo na grama do que jogadores com currículo no saibro.
    É o motivo pelo qual alguns jogadores com dois títulos em Wimbledon(Nadal e Murray) tenham ficado de fora do top-10 do piso verde.
    Por outro lado, jogadores que venceram pelo menos duas vezes Roland Garros dificilmente ficaram de fora da lista do Dalcim, com exceção de Sergui Bruguera.
    Não há nenhum top-10 na lista da grama que tenha vencido apenas um slam no piso.
    Por outro lado, há alguns jogadores no top-10 do saibro que venceram apenas um slam no piso, entre eles Federer, Novak, Villas e Muster.

    Responder
  46. Vitor Hugo

    Agora o Dacio Campos se tornou o ‘homem que mais entende de tênis no mundo’. Kkkkk Opinião de um ex tenista medíocre e um simples jornalista. Peso zero, peso morto!
    Um jogador com smash, vôleio, drop e slices pra lá de medíocres nunca poderá ser considerado completo!
    É bem provável vc encontrar em clubes de tênis por aí alguns tiozoes que façam melhor que o sérvio bagrão.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Na verdade, Vitor, o sérvio ainda mantém um nível muito alto por causa daquele físico.

      Isso permite que ele consiga defesas incríveis.

      Porque tirando o teu exagero acima, de fato eu acho o resto do joguinho dele bem BASICÃO.

      Abs.

      Responder
      1. Vitor Hugo

        Sim, não dá para negar que ele é muito sólido na base, somado ao extraordinário físico… o resto pode ser uma b… mesmo.

        Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        O rapaz parece contaminado pelo motorista da Kombi. Jura que o Suíço Voleia pior que o Sérvio ? Smasha pior ? Saca pior ? Dropshop pior ? Bate-Prontos geniais piores ? Forehand pior ? Jura ? kkkkkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Eu nem me referi a fundamentos específicos seu Sérgio. Até pq isso é muito evidente. Embora o serviço, voleio e forehand do suíço sejam melhores, o Djoko tem outras armas que o incomodam. A devolução é só uma delas, mas vemos a grande diferença que faz.

          Responder
          1. Vitor Hugo

            Drop, smash, slice do suíço também são melhores. Quer dizer, muito melhores… Por isso Federer é bem melhor que Novak.

          2. Sérgio Ribeiro

            Os fundamentos já falam por si , caríssimo Jonas. Essa sua afirmação de alguém ser “ pior “ deixando a essência de lado, demonstra o que todos sabemos. O fanatismo faz com que o parceiro e o Paulo percam toda a credibilidade nos comentários. Deixaram o Espanhol de lado , pois este não incomoda mais em relação ao tal “ Goat “ ( na visão da Kombi ) .. Mas fanatismo demais atrapalha rs Abs!

          3. Jonas

            Marquinhos, o Federer perde para o Djoko há quase uma década não apenas por amarelar, ou ter o backhand inferior. Tênis não se resume a isso. No conjunto da obra, o Novak é mais completo que o suíço. Você não precisa chorar aqui, é FATO que o suíço é freguês em Slams, finais etc.

  47. Heitor

    E não é que o Lula pede suspensão de julgamento de sítio com base em briga de Moro e Bolsonaro? Alega que Bolsonaro admite claramente que ofereceu vaga no STF ao ex-juiz para que ele entrasse no governo.
    que cara de pau.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      E o Moro deu 12 pro Presidiário, e aumentaram pra 17 aninhos , caro Heitor. E por unanimidade em segunda instância . Ele não sabia de nada , coitado. E o desgoverno não quer entregar o Vídeo que confirma a versão de Moro . Enquanto isso , mexe com toda a Federal como queriam os 01, 02 e 03 da vida. E tome de dar cargos para o Centrão. Tudo de acordo com as “ promessas” de campanha … Vai cair estilo Collor . Sem o exército botar os tanques na rua . A conferir! Abs!

      Responder
    1. Heitor

      e mais: se ele estava em outro país antes de chegar em marbella, ao desembarcar na espanha deveria ter ido para a quarentena, como todos, inclusive outros atletas (CR7, por ex), estao fazendo…

      Responder
      1. Rafael

        CR7 deixou a Itália (onde joga) alegando que tinha que ficar com a mãe, que havia sofrido um AVC (se não me engano). Depois, foi fotografado em festa, recendo duras críticas dos dirigentes de seu time.

        É melhor se informar antes de criticar quem quer que seja.

        Responder
        1. Heitor

          Se tem uma coisa que eu não sou é mal informado,
          O cr7 sequer fez questão de esconder as festas que deu e a quebra do isolamento. Postou nas suas redes sociais inclusive.
          Então quem tem de se informar é vc

          Responder
  48. Luiz Fernando

    Rafa sempre me pareceu um ser humano decente, mas não sei pq ele nega q pensa no recorde de GS. Como bem citou um dos comentaristas no tópico do site, talvez ele não lembre quando está dormindo, mas tenho lá minhas dúvidas se não sonha toda noite com isso…

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Não entendo porque todo mundo pega no pé das declarações do Nadal. A declaração dele está correta. Ele não pode ter obsessão por Slams, se não, ele corre o risco de se tornar uma pessoa frustrada. Ele está correto!
      Ele disse que gostaria muito de terminar a carreira como o mair vencedor de Slams (sim, ele disse). Mas, que não vai basear sua carreira nisso.
      Ele já um dos maiores da história, ficou riquíssimo com o tênis e é um exemplo para atletas de todos os desportos.
      Imagina que, com tudo isso, ele sinta, ainda, frustração, decepção e tristeza com a sua carreira, simplesmente porque não foi o maior vencedor de Slams.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Pode até ser que ele só continua a jogar tênis para tentar alcançar esse feito.
        Mas, isso pode ser apenas pelo desafio, em si. É uma forma de se manter motivado, já que o tênis, segundo ele, é a sua maior paixão.
        Custa creditar no cara?

        Responder
      2. Luiz Fernando

        Meu caro, respondendo a essa e a sua outra resposta, não é q não “custa acreditar”, eu diria q é impossível acreditar q um competidor com todas as letras maiúsculas como Rafa, q já permaneceu em quadra contundido brigando até o ultimo segundo pela vitória, e q está a um titulo de se tornar o maior vencedor de todos os tempos não pense, e queira, e deseje, e persiga, MUITO isso…

        Responder
  49. Gustavo

    O jornal italiano la Repubblica diz que o jogo Atalanta x Valencia pela Champions, em 19/02, pode ter sido o detonador do contágio, quando 45 mil torcedores se deslocaram de Bergamo para Milão (e voltaram)

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Imagine então o carnaval aqui, se os donos do poder (presidente, governadores e prefeitos) tivessem barrado o evento a situação com certeza estaria bem menos problemática…

      Responder
      1. Rafael

        Sendo que em JANEIRO todos já sabiam, alertados pela OMS. Não tiveram culhões para barrar o carnaval (Doria esteve em SP, Rio, Bahia…). Doria, Witzel e outros são farinha do mesmo saco. Elegeram-se na bacia das almas parasitando a popularidade do aprendiz de Hitler e depois se mostraram tão irresponsáveis quanto. Agora querem descolar suas imagens da do Presidente Xarope, pq já não lhes interessa mais. Doria chegou inclusive a dizer que “não havia motivo para pânico” e que “o estado de SP estava devidamente preparado para enfrentar a pandemia”.

        Doria é um que nunca terá meu voto nem pra cuidador de canil.

        Responder
  50. Heitor

    É impossível viver em uma sociedade sem um mínimo de hipocrisia. A sociedade a necessita como uma máquina qualquer requer um mínimo de graxa para que sua engrenagem funcione adequadamente sem muito atrito entre as partes. Se não fosse essa graxa da hipocrisia estaríamos em constante conflito com vizinhos, amigos ou políticos imbecis. Minimizamos um pouco as diferenças em troca de um convívio mais amistoso. Mas é preciso ter cuidado, pois a graxa também tem uma conotação um pouco mais suja.

    Vivemos atualmente em um verdadeiro festival de hipocrisia. Os mesmos políticos que conseguiram convencer a população a ficar trancada em casa, aparecem aglomerados em eventos, sem máscaras e cheios de abraços e apertos de mão. Podemos fazer filas nos mais variados locais de compras, mas não podemos encontrar amigos e familiares. Pessoas que ousarem deixar o confinamento e fazer um piquenique ao ar livre podem ser ameaçadas de prisão pelo mesmo governo que manda soltar os presos por falta de estrutura nas cadeias. A mesma pessoa que acha normal alguém sair à rua para passear com o cachorro duas ou três vezes ao dia pode ficar histérica quando uma avó implora para ver um neto de quem está literalmente morrendo de saudade.

    Vivemos uma época realmente bizarra na qual podemos ficar aglomerados com pessoas estranhas na fila do caixa do supermercado, mas não podemos reunir familiares e amigos (com todos os cuidados necessários!) para celebrar a despedida de uma pessoa querida que tenha morrido. Não que em ambos os casos não exista um risco teórico mínimo de contaminação. A hipocrisia aqui é evidenciada pela opção que fazemos. Preferimos nos aglomerar no caixa do supermercado a nos reunir em volta do caixão de um amigo morto. Ou pelo menos aceitamos que tenham feito essa opção por nós, o que acaba dando no mesmo. Mas é preciso ter cuidado com tanta hipocrisia. Como toda graxa que vai se acumulando, chega um ponto em que ela acaba aparecendo.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Ninguém “prefere” ficar se aglomerando em fila de supermercado não…vamos ao supermercado porque é necessário! Necessitamos ainda de nos alimentar, comprar produtos de higiene e básicos para a sobrevivência…
      Os políticos que estão se aglomerando sem proteção são justamente o Presidente e seu entorno, políticos esses que você tanto defende…se não bastasse os políticos, parte de seus apoiadores resolveram fazer “CoronaFest” todo santo domingo se aglomerando, atacando manisfestação de enfermeiras, buzinaço em frente a hospitais, daqui a pouco tão aí sobrecarregando o sistema de sáude por irresponsáveis que são!

      Responder
  51. Heitor

    Há quase 13 anos o avião da Tam passou direto pela pista de Congonhas e foi parar num prédio do outro lado da Av. onde fica o aeroporto. Morreram 199. Nas últimas 24h, o coronavírus produziu no país o equivalente a 3 acidentes desse

    Responder
  52. Heitor

    Olá petezóides! Tudo bem?

    Vcs viram que em 15 meses de conversa com Moro não tinha nada demais contra o Presidente, né? Viram, né?

    Torceram contra, eu sei…

    Agora, imagina se sua mulher pega os ultimos 15 minutos de conversa no teu celular? E os ultimos 15 dias? Imaginou????

    Legal! Fiquem bem.

    Beijos de luz 😉

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Heitor entre Moro e Bolsonaro vejo o primeiro com muito mais credibilidade. Será q não seria mais fácil ceder p o presidente e garantir a vaga no STF em Novembro? Moro teve acima de tudo coerência, hombridade e muita coragem, pois me parece q claramente aceitou o cargo de ministro p catapultar sua ida ao STF, algo q mais cedo ou mais tarde irá acontecer. O cara, a despeito de certamente não ser unanimidade e de ter tido conduta reprováveis como aquele vazamento famoso de conversas da Dilma com o Lula, foi o primeiro a por os abastados influentes na cadeia, a punir os donos do poder q corrompem tudo com dinheiro, prática q assola e domina nosso país desde Pedro Alvares Cabral…

      Responder
    2. Thiago Silva

      O gado tá bem adestrado, o presidente praticamente assinou um atestado se culpa pedindo a superintendência do Rio de Janeiro que investiga os crimes do filho dele e o gado diz que “não é nada demais”.

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      kkkk

      Acorda, cidadão!

      Por óbvio que o ex-ministro Moro não pode dizer abertamente se tratar de crime…

      Dessa maneira, ele se protege de possível acusação de calúnia, ao mesmo tempo em que reafirma o seu papal de apresentar fatos, não opiniões.

      Mas que houve sim, tentativa explícita de interferência indevida, isso resta claro. Veja:

      1. O presidente fica na cola para trocar o diretor-geral da PF durante meses.

      2. Não apresenta motivos, quando indagado.

      3. Demite o homem à revelia do seu ministro de justiça, fazendo publicar o ato no diário oficial, pela madrugada.

      4. Falsifica a demissão do ministro da justiça, e mente dizendo que foi ” a pedido”.

      5. Após a coletiva do ex-ministro faz um pronunciamento patético, desconexo, maluco, no qual trata e assuntos imbecis e no fim se limita apenas a chamar o ex-ministro de mentiroso.

      6. O ex-ministro divulga conversas privadas, cujo contexto confirmam fala literal do presidente.

      7. O presidente tenta emplacar Ramagem, quando falha, coloca um POSTE dele…

      8. O PRIMEIRO ato do novo diretor-geral é interferir na superintendência do Rio. O que corrobora a palavra de Moro.

      9. O antigo superintendente é PROMOVIDO. Numa clara tentativa de CORTINA DE FUMAÇA.

      10. O presidente é seguidamente pego na mentira. Como naquela ocasião ridícula do print…

      11. O presidente, numa tentativa desesperada, tenta tirar do contexto a expressão “isso é fofoca”, escrita por Moro. No entanto, a íntegra da frase mostra de forma inequívoca que ele se referia a outra coisa…

      Enfim, daria para ESCREVER UM LIVRO com as seguidas trapalhadas do presidente… (rs)

      Também não podemos esquecer que ainda faltam os áudios e os e-mails que ainda não vieram à público.

      Responder
    4. Alessandro Siqueira

      E isso mesmo?! O blog irá se tornar um antro de gente grossa e que “coisifica” o outro de forma gratuita, falando de assuntos que não têm NADA A VER com o tema?

      Responder
  53. Heitor

    Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) acaba de aprovar fusão entre ESPN e Fox Sports.

    Por regra, o Fox Sports terá que ficar mais 3 anos no ar antes de deixar de existir. Porém, a ESPN também poderá transmitir os jogos da Libertadores.

    Responder
      1. Vitor Hugo

        Convenhamos, Dalcim, na Fox tem mais palhaço de circo do que jornalista. O tal Benja, por exemplo, é um sujeito arrogante, egocêntrico e um palhaço. Péssimo profissional. Nível de grande parte do ‘jornalismo ‘ esportivo.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Discordo completamente e nem acho que esse tipo de adjeetivos devam ser ditos a um profissional de qualquer categoria. Julgamento é uma coisa muito fácil e ao mesmo tempo geralmente leviano.

          Responder
      2. periferia

        Olá Dalcim.

        Não seria por que a imprensa ficou ultrapassada …os novos modelos digitais necessitam de um “jornalista ” diferente (Não melhor…apenas diferente) ?
        Hoje com a fusão de grandes grupos se perde a concorrência…com isso vagas.
        E essa polarização política também gera um grande problema….um grupo …que apoia um modelo político não vai querer jornalista com uma visão diferente…com isso…fica sem emprego.
        Jornalista (esportivo)é uma profissão em extinção ?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Eu acho que existe passo para jornalistas modernos e ‘antiquados’ e é fácil notar que várias redes usam jornalistas ‘à moda antiga’ sem perder tanta qualidade. Mas o meu lamento é justamente porque o espaço no mercado fica cada vez menor, e esporte é algo que deveria crescer sempre porque é excepcional meio de educação, disciplina, concentração, amizade, esforço coletivo e saúde.

          Responder
          1. periferia

            Sem duvida Dalcim….aqui perto tem uma comunidade….vizinha….tem um projeto de uma igreja….um projeto de judô com as crianças da comunidade…..criancas que estariam exposta aos perigos vícios da cidade .
            O projeto transforma a vida da molecada de uma forma linda …tem garotos que são campeões paulista de judô em suas categorias….e mesmo aqueles que nao atingem um nivel competitivo…..aprendem muito com a disciplina e a auto estima…..quando um guri vê que seu amigo e vizinho consegue conquistar algo…ele descobre que tudo é possível….apenas a educação e o esporte tem esse poder em um ambiente hostil.

          2. Filipe Fernandes

            Caros Dalcim e Periferia,

            Apenas uma linha para dizer que é muito gratificante ler as palavras de ambos a respeito daquilo que é benéfico e importante tanto no contexto jornalístico quando no contexto comunitário — a transformação que a educação, o esporte e o respeito promovem em ambos.

            Um grande abraço a vocês e a todos do Blog, que possam estar bem.

      1. Rubens Leme

        A quantidade de músicos é assustadora, um menos famoso foi o tecladista dos Stranglers, anteontem, eu acho. E teve o Aldir Blanc.. mas repare que só do nosso lado… acho que a gente tem que fazer uma espécie de pacto, tipo Darth Vader, pra ficar imune.

        Responder
      1. Miguel BsB

        Federer e Djokovic com certeza!
        Nadal tem concorrência…(alguns jogadores de futebol, talvez o Alonzo, Pau Gasol, meu xará ciclista Miguel Indurain), mas, nas pesquisas espanholas que já vi, normalmente é o tenista que está no nº1 do pódio.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A geração do Borg era muito forte, Lucas, e ele perdeu quatro finais no US Open. A Austrália de sua época era na grama e no final da temporada, então ele não se sentia motivado a ir para lá.

      Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            É mais pro José, caro Heitor. Está brincando amigo. O Rei da Grama iria até a nado pra Austrália. Aquela turma não era tão fominha quanto o Craque Suíço. Podes crer. Abs!

  54. JAN DIAS

    KYRGIOS tomou um TOCO:

    NADAL recusou a live com o KYRGIOS dizendo que seria melhor o australiano fazê-la com alguém de sua geração… climão..😶

    O espanhol tinha respondido anteriormente que não haveria problema em fazê-la, mas mudou de ideia depois. Eu tinha certeza que ele não ia fazer..

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Acho q fez muito bem, o cara vive fazendo críticas a ele e agora quer bancar o “o não disse o q disse”, mais fácil acreditar na famosa frase daquele político: não sei de nada. Daqui a pouco Kyrgios vai convidar o Wawrinka e o Kokkinakis (nem sei se é assim q se escreve, me desculpem se estiver errado) para discutir temas sobre namoro e traições…

      Responder
    2. Miguel BsB

      kkkkkkkk
      Se for verdade, Rafa chegou dando um pedala no Kyrgios e dizendo: “Vaza moleque, vai conversar com alguém da sua idade!” kkkkk
      “E de preferência que não tenha ganhado nada de relevante, assim como vc!” rsrs

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  55. Rafael

    Bom, disse que falaria de De Niro, não vou falar sobre os clássicos e sensacionais filmes que todos os amantes sabem que devem assistir ou já assistiram.

    Só quero deixar uma dica, apesar de achar que a maioria dos nobres colegas já deve ter visto: “Analyze This” (“A Máfia no Divã”), onde De Niro interpreta um mafioso que começa a ter ataques de pânico e vai se consultar com um especialista, interpretado por Billy Crystal. O primeiro é MUITO divertido. De Niro e Crystal interagem de forma dinâmica e dão um ritmo bacana demais ao filme,
    _______________________________________________________________________________________________

    Sobre a melhor série de todos os tempos (na minha opinião), em todas as modalidades, Seinfeld (“A melhor série sobre o Nada”), recomendo o DVD Jerry Seinfeld “I´m telling you for the last time” Live On Broadway de 1999, onde o mais brilhante comediante, (*junto com o memorável e falecido George Carlin), interpreta o meterial (routine) que o consagrou pela última vez. Na época, comprei pela Amazon e demorei quase um mês para receber. Para os fãs, é sensacional.

    Depois de um hiato na carreira, Seinfeld voltou através do Youtube, com os episódios curtos de “Comedians in Cars Getting Coffee”, que logo teve seus direitos adquiridos pela Netflix, que de trouxa não tem nada.

    Atualmente, Seinfeld pode ser visto em “23 Hours To Kill”, outro especial disponível desde ontem por lá na Netflix. Aqui não sei se já disponibilizou. Não tenho Netflix.

    O Trump até me ligou dizendo para eu dar uma maneirada na pirataria, mas nesses tempos de pandemia e orçamento baixo, não está dando pra cooperar muito.

    Responder
  56. Rafael

    A carta de despedida do ator Flavio Migliaccio, que tirou a própria vida há alguns dias, dizendo que o país se tornou um caos para os velhos, bem como o depoimento emocionado de Lima Duarte, divulgado ontem, falando sobre o bafo putrefato de 64 e 68, que voltamos a sentir agora, bem como dizendo ao amigo que “logo voltarão a se encontrar” foram um soco no estômago e um duro mas necessário choque de realidade. Flavio questionou a razão de sua própria existência e o que seus 85 anos de vida fizeram de diferença. Duarte, de 90, está claramente deprimido e emotivo. Tudo contra o quê eles lutaram ameaça reaparecer, agora no final de suas vidas.

    Além de: “Quem optar por lavar suas mãos, estará fazendo isso numa bacia cheia de sangue.

    Some-se a isso as agressões a jornalistas, o “Cala a boca, não te perguntei nada” dessa excrescência eleita pelo povo, as declarações de pessoas públicas do governo dizendo que “fica claro quem escolher no caso de ter de ser feita uma escolha entre a vida de um jovem ou de um velho”, as ameaças de não renovar a concessão de uma rede de TV que ataca sistematicamente suas medidas e falas revanchistas, etc…o “E daí?”. São tantas bizarrices, diárias, contínuas… Mal temos tempo de assimilar e reagir a uma e ele já apronta outra…

    Some-se a isso a opressão emocional da pandemia, do revés econômico…

    E a única solução democrática para tirar esse pária do poder, o voto, ainda demora…Ele ainda tem muito tempo para causar mais e mais estragos, dessensibilizar a sociedade quanto aos seus atos e declarações insanos, dividir o Brasil….

    E daí? E daí que só consigo pensar em medidas extremas, é isso.

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    1. Maurício Luís *

      Medidas extremas como aquela do Adelio? Lembro que só estamos com esse “Capitão Cloroquina” no poder por causa daquele atentado. Ele é louco? Sim, é. Mas serve pra pessoas como você verem quais as consequências das tais “medidas extremas”. Conforme eu escrevi anteriormente, a esquerda, com esse atentado, está colhendo o que plantou

      Responder
      1. Rafael

        Oi Mauricio,

        Não citei atentado, assassinato ou qualquer coisa do tipo. Paciência se vc entendeu assim.

        Pensei em impeachment, algo com que não concordava algum tempo atrás, não por que ele não mereça, mas pq o período de transição pro Mourão causaria ainda mais baderna no país. Impeachment é sempre algo tenso.

        Porém, com as últimas atitudes do presidente e com o mal que ele ainda pode causar, na minha opinião, o impeachment passa a ser uma alternativa viável e menos problemática do que deixar ele no poder, já que ele nunca renunciará. Bolsonaro é um câncer. Por mais que doa, tem que tirar de uma vez antes da metástase para outros órgãos.

        Um impeachment legalmente justificado, é claro.

        Abs

        Responder
  57. Rubens Leme

    Olá, Dalcim, ontem resolvi voltar às origens e coloquei um dos meus filmes favoritos, The Commitments. Ele faz parte de uma trilogia escrita e que virou um livro chamado The Barrytown Trilogy (hoje aumentado para cinco volumes, portanto não mais uma trilogia), ao lado de The Snapper e The Van.

    The Van (A Van, em português) é um dos melhores filmes tendo o futebol como pano de fundo, uma comédia que usa a campanha da Irlanda, na Copa de 1990, quando passaram pelo grupo da morte, com Holanda e Inglaterra e só caíram para a Itália, nas quartas (com quatro empates e zero vitória). The Snapper (que recebeu o ridiculo título de A Grande Família) conta a história de uma adolescente que engravida, mas se recusa a dizer o nome do pai e cria uma série de cenas hilárias.

    Os três filmes tiveram como ator principal, o cômico Colm Meaney, que está para o universo de Roddy assim como o também brilhante Stephen Rea para os filmes de Neil Jordan.

    O autor, Roddy Doyle, é uma destas joias literárias desconhecidas por aqui e tragicamente, essa trilogia nunca foi editada aqui (apenas A Van), além de outros livros menos conhecidos, mas igualmente maravilhosos como “Paddy Clarke Ha Ha Ha!” (o quarto livro da expandida trilogia) e Uma Estrela Chamada Henry”.

    The Commitments rendeu dois cds de trilha sonora, embora só o primeiro seja conhecido. Alguns o consideram frio, apesar de ser bem executado. Para mim, foi um querido companheiro em anos duros.

    Aliás, Roddy completa 62 anos nesta sexta. Outra grande figura literária deste país minúsculo, mas comparável à Rússia em termos de autores. Parece que ser batizado com Guinness tem suas vantagens.

    Responder
  58. Rubens Leme

    Dalcim, tava fuçando na internet e achei isso: “John McEnroe teaches courses in classical art, Renaissance art, medieval art and critical theory. His most recent book is Architecture of Minoan Crete (University of Texas Press, 2010). McEnroe combines academic research in Athens with archaeological fieldwork in Crete. Before coming to Hamilton, McEnroe worked as a field archaeologist in Greece and taught art history at Indiana University and the University of Virginia.”

    Aí pensei, mas que catzo é isso, é alguma piada? Entrei na página e vi que é um xará, com praticamente a mesma idade do Big Mac e pensei o quanto o infeliz não deve ter sido sacaneado pelos alunos e colegas nos últimos 40 anos.

    Será que ele teve algum aluno ou colega sueco de nome Bjorn ou sobrenome Borg?

    https://www.hamilton.edu/academics/our-faculty/directory/faculty-detail/john-mcenroe

    Responder
  59. Rodrigo S. Cruz

    Essa pasta foi uma reedição de como era antes da pandemia.

    Os idólatras de sempre não conseguem deixar de “ovular” pelos seus “bezerros de ouro”.

    Isso é impossível…

    (rs)

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Oi CASCÃO, tudo bem?

        Pelo visto, o exílio não te ajudou muito, né?

        Já que continua o “limítrofe” de sempre:

        1. Emporcalha as pastas com teu fanatismo anti-federer.

        2. Escreve frases paupérrimas de uma linha só.

        (rs)

        Responder
        1. Heitor

          Nem todo mundo precisa de textão para se expressar. Aliás, o Paulo F resumiu muito bem o que vc postou. Mas então vem vc atacá-lo “pessoalmente”.
          Já sei, agora vai vir me atacar pelas minhas posições políticas…

          Responder
          1. Paulo F.

            Sim, para pessoas como esse Rodrigo tu tem que ser enfadonho igual aos textos dele dizer monóxido de di-hidrogênio ao invés de “água”, por exemplo.

          2. Rodrigo S. Cruz

            Paulinho da Força,

            “Pessoas como esse Rodrigo” têm em comum com ele o fato de saberem escrever.

            Aqui mesmo no fórum posso citar algumas…

            Por que não tenta aprender isso um dia desses?

            Se bem com esse vocabulário limitado aí, vai ser difícil…

            Abs.

  60. Robson Couto

    As duas listas para mim foram perfeitas, mas o que mais me impressionou na verdade é o quanto Bjorn Borg era um monstro. Ele está em segundo no piso mais lento e terceiro no piso mais veloz. Se analisarmos que o primeiro do saibro não ficou entre os 10 da grama e o primeiro da grama ficou em décimo no saibro, temos a noção de como Borg era espetacular, que pena ter parado sua carreira tão cedo!!!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      E sempre vale lembrar, Robson, a diferença muito maior entre o saibro e a grama da época de Borg, o que o obrigava a praticar saque-voleio a maior parte do tempo em Wimbledon em contraste absoluto ao estilo sólido e físico que empenha em Roland Garros.

      Responder
      1. Robson Couto

        É realmente muito talento! E ainda temos que considerar a diferença nos equipamentos como raquete e tênis que foram evoluindo para melhorar a performance dos atletas e a própria medicina e educação física que melhoraram o preparo e a longevidade. Imagine tudo isso nas mão dele?

        Responder
          1. Luiz Fernando

            70? Com 58 tive tendinite umas duas ou 3 vezes, tive q reduzir para 52-53, se eu jogasse com 70 acho q estaria sem braço kkk. Claro q minha habilidade é um pouco inferior a do Borg kkk!!!

          2. Rubens Leme

            Lembro do técnico do Borg falando qe era era tanta tensão nas cordas que, de noite elas rompiam, e faziam um barulho de explosão. Disse que incomodava tanto oa dois – porque o dinheiro era curto, se comparado a hoje e eles dividiam um quarto pra economizar – que, decidiram que ele dormiria no quarto com as raquetes “explosivas”, enquanto Borg iria para outro afim de repousar.

      2. Rogerio R Silva

        Bom dia Dalcim.
        Conversando com meu filho eu falei sobre isso.
        Chegamos a conclusão que outro como Borg,levando em consideração também a velocidade da grama, é muito mais difícil de aparecer do que um soberano no saibro como o Nadal.
        Se a grama tivesse a mesma velocidade daquela época a diferença do Federer para os demais iria sobressair e,opinião minha,o Nadal não teria título em Wimbledon.

        Responder
        1. José Eduardo Pessanha

          Se a velocidade dos pisos tivesse sido mantida, Federer estaria com uns 32 Grand Slams fácil. A diminuição das velocidades dos pisos permitiu o surgimento dos maratenistas e impediu que tenistas talentosos como Safin, Nalbandian e Haas tivessem mais minutos de fama.
          Abs

          Responder
          1. Rafael

            Pessanha,

            Estava sentindo falta dessas previsões realistas e modestas. 32 é pouco, teria uns 50. E sem perder sets! 😉

          2. Luiz Fernando

            Não seja modesto Pessanha, acho q ganharia todos, em especial frente ao Gonzales, Baghdatis, Phillipoussis e entressafra limitada kkkkkkkk…

  61. Rubens Leme

    Dalcim, revendo o post da maior vitória da carreira do Bellucci, reparei duas coisas: a solidez do brasileiro, especialmente nos backhands e o visual a la Anderson Varejão do Andy Murray, bem magrinho e esquálido, muito longe do escocês parrudo de 2012 para cá. Murray deu uma enorme massificada, deve ter ganho uns 15 kg de músculos, mas neste jogo está cabeludão e fino, ele sobra dentro da roupa. De igual, só a cara de maluco e de quem fica falando com os fantasminhas de sempre.

    Responder
    1. Jonas

      Puxa amigo, são apenas dez nomes. Pare de sangrar e procure entender. O post deixa claro o motivo de cada posição, com bons argumentos.

      Responder
  62. Daniel

    Totalmente sem critério Roger Federer no top 10 do saibro e Rafael Nadal com resultados muito mais expressivos ficar de fora do top 10 da grama. Dalcin como sempre, muito parcial.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Daniel, perceba que, no saibro, tem Nadal com 12 Slams, Borg com 6, uns três caras com 3.
      A partir daí, só tem tenista com 1 título de RG e uns poucos com 2.
      Ou seja, tirando o TOP 5, no saibro, as conquistas estão muito espalhadas entre diversos tenistas, entre eles, Federer.
      Como o suíço teve disputou várias finais em RG e só não venceu porque tinha um tal de Nadal, e como ele ganhou uns masters importantes, é muito coerente que ele esteja na lista.

      Na grama, foi um pouco diferente. Se você notar, o nono da lista tem 4 slams e o décimo, salvo engano, tem 3. Além dos títulos nos ATPs 500.
      Então, mesmo com o Nadal tendo 2 títulos lá, e várias finais e semifinais, ele não pode estar no top 10.

      Mas, não se entristeça, pelas menções honrosas, podemos dizer que ele é um top 12. Isso é um feito fantástico para um jogador considerado “unidimensional” (o que, obviamente, não é). São apenas 2 posições abaixo de Federer no saibro. Praticamente, um empate técnico.

      Responder
  63. Vitor Hugo

    Acho que Novak tem grandes possibilidades de ser HEPTADERROTADO em finais no u.s open antes da seleção ser Heptacampea mundial de futebol.

    E Roger teve um desempenho inigualável e fantástico no u.s open. Venceu cinco vezes seguidas antes da padronização dos pisos! Fantástico! Só perdeu uma final por lá com 33 anos, muito longe do auge e com as quadras bem mais lentas.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Então Vitor. Se Novak vai ser Heptaderrotado , não sei. Mas dá uma olhadinha mais abaixo . Há um equívoco em relação as OITO primeiras FEDAL. Abs!

      Responder
  64. periferia

    Olá.

    Pela manhã o rei sol manda a imprensa calar boca.

    Ainda pela manhã Mantovani é reconduzido a Funarte.

    A tarde Mantovani é demitido novamente…dizem que é terraplanista…e defende que o rock leva ao satanismo (Ozzy iria gostar dele)….ao sexo …ao aborto.

    A tarde …em frente ao Palácio…o rei sol diz que a pandemia está diminuindo….”3 dias seguidos que os números caem”

    O ministro da saúde está sumido….”onde está Nelson Teich????”

    Seguindo os mapas sobre o covid19….ele chegou nas camadas mais pobres da população (descontroladamente )

    E hoje (5/5 )…foram computados 600 mortos de covid19 (recorde de registro no brasil).

    Sigamos

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Periferia, esses caras que você citou não mandam absolutamente nada. Nem Bolsonaro. Nosso destino é definido em instâncias muito superiores a essas “autoridades” em questão. Isso aí é apenas pra dividir o gado. E como tem gado, em ambos os lados.

      Responder
      1. periferia

        Olá amigo Pessanha.

        Acontece .. que daqui debaixo… não conseguimos enxergar as instâncias superiores…rs

        (A mão do estado não alcança determinados locais)

        Abs

        Responder
  65. Heitor

    Celso de Mello aprovou os depoimentos de pessoas citadas por Moro. Disse q se as pessoas não comparecerem, cabe condução coercetiva! Mas não foi o próprio STF que proibiu conduções coercitivas?
    STF se deslegitima sozinho!!

    Responder
    1. Heitor

      E li agora que o Alexandre de Moraes suspendeu investigação da receita federal contra ministros do STF.

      Isso tb é interferência indevida mas investigações

      Responder
    2. Alessandro Siqueira

      A condução coercitiva tem regramento e esse está previsto no Código de Processo Penal. O que não cabe é condução coercitiva sem intimação prévia, tal qual ocorreu com Lula a mando de Moro. Aliás, nesse caso concreto, a intimação prévia foi apenas da imprensa, com direito a transmissão ao vivo com tomada de helicóptero.

      Enfim, o direito penal trabalha com fato. Com isso, não se pode presumir a recalcitrância. Intima-se. Compareceu?! Ok, vida que segue. Não compareceu?! Aí surge a figura da condução.

      O que cabe discussão diz respeito à condução coercitiva do indiciado/acusado. Há quem diga que o implicado, em razão da garantia ao silêncio, pode não comparecer, já que, comparecendo, poderia se calar. Nesse contexto, a ausência seria interpretada como silêncio.

      Responder
      1. Heitor

        certo, mas nao foi o STF quem proibiu condução coercitiva nos casos nao previstos em lei como vc muito bem colocou após o que houve com o Lula? STF se desligitimandk sozinho de acordo com a conveniencia politica

        Responder
  66. Rubens Leme

    Dalcim, vai ter a versão feminina depois? Ou a mix, misturando homens e mulheres? Seria interessante. Eu só acho que Big Mac merece mais do que o Djoko por ter conquistado Wimbledon, em simples e duplas, em 1981,1983 e 1984. Veja bem, os 7 Slams de simples vieram até os 25 anos de idade, um feito e tanto, em uma era extremamente competitiva.

    Aliás, acho que ele meio que largou a carreira depois disto, pois a partir de 1985 só fez mais 4 semifinais em Slams, até 1992. Meio parecido com o Borg, não,, embora ele tinha tinha tido mais anos de carreira, porém, os dois parecem ter desisitido de competir cedo demais.

    Ele era, talvez, o último dos não-super atletas, tenista que nunca se preocupou demais com a parte física e por isso deixou de brilhar.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      McEnroe ganhou cinco vezes Wimbledon em duplas, Leme. Está no texto. Sim, penso em fazer uma versão feminina, mas jamais misturar os dois.

      Responder
          1. Rubens Leme

            Mas o que eu quis dizer é que ele também abandonou cedo a briga pelos Slams, assim como o Borg, como se sentisse velho demais, com um momento ou outro de brilho ainda. Foi uma pena porque McEnroe era brilhante.

            Eu não o odiava quando derrotou o sueco em 1981 e mesmo sendo pintado na época de bad boy e genioso, eu adorava vê-lo jogar, especialmente contra o Connors.

          2. Sérgio Ribeiro

            Se me permite , Dalcim . McEnroe a partir de 85 , não viu mais a cor da bolinha contra Lendl , Becker e Edberg . Não chegava a FINAL nem de SLAM , nem de FINALS , devido a esses três. Com Lendl das últimas doze só levou uma . E o Theco era apenas UM ano mais novo 1959 / 1960. Ambos pararam juntos em 94 . O domínio de Sampras e Agassi já era total. Lendl ainda venceu Agassi em dois USOPEN. Com Sampras somente derrotas em SLAM , para ambos . E em 90 , Pete venceu seu primeiro USOPEN pra cima do Theco. Mas em duplas , o Big Mac ainda venceu SLAM em 89 e 92. Abs!

    2. JAN DIAS

      Concordo com você Rubens, me parece também que o JOHNY MAC disputou o final de sua carreira sem muito entusiasmo.. percebo isso tb quando ele faz as entrevistas pós-jogo do Australian Open com o BIG 3. Você nota na expressão dele uns pensamentos do tipo:

      – “Porque eu não me esforcei mais como esses caras?” ou – “Porque eu perdi tanto tempo brigando e esbravejando com árbitros?”
      Pra mim isso é muito nítido, principalmente quando ele entrevista o FEDERER…

      Acho que o menor status e menor cobertura da mídia ao tênis na época talvez tenham influenciado o desinteresse de BORG e MAC pela carreira. Assim tb como as premiações, que eram bem menores…

      Responder
      1. Rubens Leme

        McEnroe tirou quase um ano sabático em 1986 quando se casou com a Tatum O’Neal. Virou pai, foi ter aulas de guitarra com Eddie Van Halen, montou uma banda, uma galeria de arte, participou de seriados na tv, enfim, foi viver um pouco. Essa parada, aliada, à explosão da geração Becker-Wilander-Edberg e o amadurecimento de Ivan Lendl dizimaram toda e qualquer chance em Slams. Ainda assim disputou 19 finais até 1991, venceu 10, em simples e 13 titulos de duplas (com 2 Slams) e teve jogos lendários pela Copa Davis.

        Sem falar no carisma, quesito que engole fácil não apenas os quatro citados acima, mas bem como Sampras, Agassi e cia limitada. Aliás, a geração dele, de Borg e Connors resplandecia em jogadores carismáticos e isso sem terem um milésimo do marketing pessoal disponivel hoje em dia. Aliás, marketing engatinhava naqueles anos.

        Tempo bom.

        Responder
        1. JAN DIAS

          Concordo contigo quanto ao carisma: a geração de 70 tinha muito mais personalidade e glamour, principalmente o BORG que era bonitão..
          Não desgosto do MAC, mas acho que ele exagerava demais nas reclamações.. Hoje em dia, me divirto muito com ele no canal do Eurosport no YouTube. Ele comenta o tênis de forma cômica, bem-humorada e lúcida..
          Abs!

          Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        A outra visão, cara JAN , é que ele resolveu encarar todos que Borg não enfrentou. O Sueco largou , e ele começou a frequentar até o AOPEN em 5 edições. No Saibro de Roland Garros , ele foi a 7 . O problema é como Ivan Lendl se preparava . Até balé o Cara fez . No AOPEN 1983 , Mats Wilander o bateu na Semi e nas Quartas de RG . E esse conterrâneo de Borg era 5 anos mais jovem. O que Federer fez com várias gerações é mais difícil do que muitos dizem . Pra não dizer , improvável. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          PS. A cobertura da mídia era no limite máximo. BJORN BORG era um POP STAR . Seus CINCO Títulos em Wimbledon passaram em Canal aberto. Quatro deles para o Brasil. Ele teve uma série de problemas extra quadra. Ao ponto de Connors jogar até os 44 , e o Big Mac até os 34 . Em 92 participou do Dream Time do USA na Copa Davis : Sampras , Agassi , McEnroe e Courier. Em duplas ele e Sampras saíram de um 0 x 2 , e marcaram o ponto do título contra a Suíça. Terminou a carreira num honroso TOP 20. Abs!

          Responder
        2. JAN DIAS

          Eu peguei o finalzinho da carreira do MAC, mas não lembro de uma cobertura ampla da mídia, nem na TV nem nos jornais impressos.. deve ser falta de memória minha..
          Agora LENDL era um baita jogador, muito focado e agressivo..
          E concordo com você em relação ao FEDERER: muito difícil aparecer outro jogador que vai desafiar e ganhar de 3 gerações diferentes… essa acho que só o rei suíço mesmo 👑
          Abs!

          Responder
  67. Paulo Almeida

    “Luiz Fabriciano
    5 de maio de 2020 às 08:48

    Dácio Campos falava todas as vezes, a partir de 2011 que foi realmente quando Novak Djokovic se completou como tenista, que esse era o tenista mais completo que ele – Dácio Campos – conhecia. Repetiu isso até sua última participação no Sportv.
    Quer você goste ou não. Ademais, o tenista pode não ser completo, como Federer, e vencer 20 GS, como Federer.”

    Será que aí você não está exagerando? Eu revi a final do US 2011 semana passada com comentários do Dácio e não me lembro de nada disso.

    Novak já era um monstro nas devoluções, na troca de direções e nas angulações tanto de esquerda quanto de direita, porém seu saque ainda era meia-boca, assim como slice, drop, voleio e smash. Se bem que ele deu dois drops magníficos no segundo set daquela final, se não me engano. Creio que ele veio a se tornar completo (incluindo técnica, tática, mental e físico) em 2014 ou no mais tardar em 2015.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Prezado Paulo, é lógico que se Dácio Campos não falou em 100% das transmissões que fez, sobre a qualidade de Djokovic, não faz da minha opinião exagerada, porque o comentarista frisava isso sempre.
      E ele fazia questão de dizer, nas entrelinhas, o quanto era fã de Roger Federer, apesar de achar o sérvio mais completo.
      Grande abraço.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então, Luiz . O comentarista tem que exaltar a todos na hora certa. Se não, a turma das redes acabam com o cara. No momento que Novak estava melhor , sem dúvidas não exagerou. Mas muito longe de achar o Sérvio mais completo. Na dúvida pergunte ao Dalcim rs Abs!

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Nobres Nolistas, peço licença para expor a minha opinião. Posso estar enganado, mas a 1ª vez que o DÁCIO CAMPO expor que achava NOVAK mais completo dos jogadores que ele tinha visto jogar, ocorreu logo após a vitória do sérvio contra o FEDERER na final do ATP FINAL 2015. Lembro que na época eu fiquei surpreso com tal afirmação e de imediato repliquei a frase do comentarista no grupo de whatsaap de amigos que torcem e/ou praticam tênis.

      Acho pouco provável que tal comentário polêmico tenha ocorrido antes de 2015, pois mesmo em 2011, ano que NOVAK fez uma temporada magnífica, faltavam Slams na bagagem do sérvio para dar sustentabilidade ao comentário, e entre 2012 e 2014, Novak não fez temporadas brilhantes, tanto é que levou apenas 1 Slam por temporada

      Se a frase foi dita antes do ATP FINAL 2015, possivelmente ocorreu durante o segundo semestre daquele ano, mais precisamente após uma das grandes vitórias contra o Federer nos SLAMs.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pra quem praticou Saque-Voleio em toda a carreira , Danilo , muito difícil Dacio Campos afirmar diferente do que disse nesta FINAL reprisada anteontem. “ É o melhor do momento. Incrível sua mobilidade em quadra e com todos os golpes “ . E Novak jogou uma barbaridade mesmo. Quem não reconhece que é o melhor competidor desde aquele ano e com o melhor físico ? E Federer não demonstrava em 2015 , ter alguma chance de voltar a incomodar o Espanhol e o Sérvio novamente. Daí a ser o mais completo tem grande diferença. Ontem reprisou o FINALS 2012 , e ambos jogaram no mesmo nível. E Dacio comentava com Maria Esther os voleios geniais do Suíço na partida. Hoje é FEDAL no FINALS 2010. Vale conferir como se comportaram Campos e Bueno rs Abs!

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Sim, Danilo.

        Eu e você estamos corretíssimos dessa vez e o Luiz equivocado, enquanto o Ribeiro é um negacionista costumeiro dos fatos, sem surpresas. Fez a mesma coisa com o Domingos Venâncio, que repetiu que DjokoGOAT era o mais completo de todos os tempos pelo menos umas 3 vezes.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Não apela, caríssimo Paulo. Vou repetir , perguntei ao Domingos pessoalmente. Ele disse que realmente elogiou o que o Sérvio fez por merecer. O resto é mais uma das suas bravatas … Abs!

          Responder
  68. Rodolfo

    Dalcim mais uma detalhe
    Vc poderia proibir assuntos políticos aqui também
    O blog e de tênis quando falam de futebol vc proíbe tbm
    E outra se não consegue dialogar cordialmente sobre os 3 melhores da história atualmente imagine
    Sobre política
    Até Rubens leme q fala tão bem se tênis
    Vir tecer opiniões parciais
    Vamos nos ater ao tênis pessoal
    Muito chato isso
    Obrigado

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que nestes tempos diferentes vale sim falar de outros temas, Rodolfo, desde que se mantenha dentro do debate saudável.

      Responder
  69. Rodolfo

    Olá Dalcim
    Eu ainda acho q Sampras foi melhor na grama
    Pelo simples fato que ele ganhou as 7 finais q disputou
    Ele não sei ao certo deve ter participado de umas 14 ou menos edições então a proporção de vitória dele e maior(bem maior)
    Além dele ter enfrentado jogadores muito mais especialistas de grama do que Federer
    Então acho q Sampras e 1º
    Vc acha muito absurdo minha opinião ?
    Do resto segue a sua lista

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É difícil você desconsiderar quatro finais, ou seja, além de um título a mais Federer tem outras quatro finais. Chegar à final é muito mais relevante do que perder nas quartas ou semis, Rodolfo. Então Federer não pode ficar atrás. Claro que Sampras jogou o tênis mais indicado à grama de sua época, o saque-voleio, e nele foi espetacular. Federer precisou se adaptar pouco a pouco às condições cada vez mais lentas do torneio.

      Responder
    2. Paulo F.

      Eu discordo.
      Sampras nunca foi vice em Wimbledon e Federer foi várias vezes, mas ainda assim Federer possui uma conquista a mais do que Sampras.
      Então, não há o que discutir, até na grama Roger Federer é superior a Pete Sampras.

      Responder
  70. Oswaldo E. Aranha

    A lista do Dalcim é irretocável mas sempre haverá os discordantes, especialmente os que tentam repetidamente tentar diminuir os méritos de outro tenista que não seja o seu preferido, especialmente do Djokovic e do Nadal. Lembram-me a fábula de La Fontaine “A Raposa e as Uvas”.

    Responder
    1. Rafael

      Apenas corrigindo a informação: Djoko n quebrou quarentena nenhuma, ele foi autorizado a treinar naquela academia, que depois se desculpou, dizendo (a academia) que “havia interpretado mal as diretrizes de liberação da quarentena”.

      Affe, fake news até aqui?

      Responder
  71. Rafael Azevedo

    “Qualquer comentário ou mensagem que você dá acaba sendo politizado e aqueles que se sentem atacados o levam a mal. Sou mais um cidadão que paga seus impostos e por isso tenho o direito de comentar. Parece que há um momento em que você não pode falar que tudo se torna político” (Nadal)

    Pensava que isso só acontecia aqui, no Brasil, mas pelo visto, o mundo inteiro está inflamado em política!

    Responder
  72. Vitor Hugo

    Só para lembrar as noletes que, os últimos três jogos entre Federer x Novak, Roger dominou em Wimbledon, passou o carro no finals e jogou com uma perna só na Austrália, caso contrário….

    Responder
  73. Vitor Hugo

    Novak, 32, não está no auge. Mas Roger com 32,33, 34 estava. Tosco demais!
    Fosse assim Sampras, Borg, Lendl e etc teriam jogado mais e ganhado mais.

    Responder
  74. Rafael Azevedo

    Dalcim, quem é melhor na grama, para você: Murray ou Nadal?
    Ambos venceram 2 Slams.
    Murray venceu as Olimpíadas (vale ressaltar que Nadal não participou), porém Nadal tem 5 finais e algumas semifinais no currículo.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Resultado por resultado, Murray é mais jogador de grama, mas eu sempre ressalto a grande adaptação que Nadal tem de fazer em seu estilo para triunfar lá. E isso é digno de aplausos.

      Responder
  75. Vitor Hugo

    A questão contra Nadal era simplesmente encaixe de jogo. Não encaixava. Com o técnico atual, Federer corrigiu o problema e passou a dominar Rafa fora do saibro.
    Nadal também tinha problemas com Davydenko, assim como Novak com Roddick. E não dá pra comparar Rafa com Andy e Nikolay, né?
    Outro detalhe é que, Rafa era mais jogador no saibro entre 2005 e 2009. Não porque era mais técnico, mas sim porque se defendia melhor e corria muito mais.

    A situação de Federer contra Rafa era tão ruim que o suíço chegou perder sete das oito primeiras partidas. Sim, era um vexame.
    Mas hj em dia, Roger tem vantagem contra Nadal nas hards e grama, sendo que no piso verde é 3 x 1 e seria muito maior a vantagem se tivessem ocorrido mais confrontos na grama.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      De onde você tirou isso , Vitor ? Nas primeiras 8 partidas , 6 x 2 pro Espanhol. 4 x 0 no Saibro e 2 x 2 nas outras . Podes crer . Abs!

      Responder
    1. DANILO AFONSO

      Vergonha alheia deste vídeo Alessandro…kkkk

      Como um sujeito se presta a esse papelão ??

      Mudando de assunto. Tu viu a postagem que eu publiquei há dois dias (no texto do saibro) te respondendo uma estatística que você solicitou no dia 18/04 sobre os melhores sacadores ???

      Responder
      1. Alessandro sartori

        Vi sim Danilo…e olhando pelos números Roddick ficou bem abaixo, o que da pra concluir então é que o Djokoo só fez uma média com o norte americano quando esse se aposentou ao dizer que Roddick foi o melhor sacador…valeu aí…

        Responder
  76. Vitor Hugo

    Mark Philippousis? Foi número 3 do ranking e um dos maiores sacadores da história. Imagine como era perigoso na grama rápida de 2003? Se fosse Novak o adversário dele em 2003, apostaria TODAS minhas fichas no australiano.
    Andy Roddick? Um dos maiores sacadores da história, liderou o ranking, venceu slam e foi PAPAI do bagre sérvio. Alguém tem dúvidas que venceria Novak na grama rápida de antes? Eu apostaria todas as minhas fichas em Andy! Aliás, onde estava Novak em 2009, por que não chegou a final em Wimbledon???? Já era campeão de slam. Fracassou!
    Roger venceu Cilic na final de 2017, onde estava Novak???? Fracassou!!!

    Sobre o fato de Sampras ter vencido adversários que não estavam no top-10 em finais de Wimbledon, ue, onde estavam os top-10?!?!

    Kkkkkkk

    Próximo

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Marquinhos/Renato/Johnny/Vitor Hugo, eu aposto TODAS AS MINHAS FICHAS que o Djokovic de 2011-2016 ou até mesmo esse de 2018-2020 teria vencido pelo menos 4 das 5 finais de Wimbledon contra o fragilíssimo Frauderer 2003-2007. Aquele de 2012 foi o único que conseguiu dar trabalho e vencer DjokoGOAT e até mesmo os perdedores de 2014, 2015 e 2019 eram melhores.

      Títulos em cima dos bagres servebots Philippoussis, Roddick e Cilic, além do Nadal feto/adolescente valem menos. Aceite a dura realidade.

      E também não venha com desculpas esfarrapadas de piso padronizado, pois o jogo de tênis nos últimos 10/15 anos se tornou muito mais rápido. Já chegam as de idade.

      Responder
    2. lEvI sIlvA

      Caro Vitor, tudo bem por aí?

      Tenho na memória, Masters de Paris 2004.
      Na chave, estava nosso saudoso Guga. Segue abaixo seus confrontos até perder

      #####

      1R. Mardy Fish – perdeu pra Guga em Sets diretos.

      2R. Mark Phillipoussis – o jogo foi a 3 Sets, todos no TB e Kuerten derrotou o australiano. Me recordo com convicção, que o Aussie conseguiu seguidos aces de 2° serviço pra se safar das quebras que corria risco de sofrer.

      3R. Tim Henman – Guga, não conseguiu fazer frente ao jogo de saque e voleio do britânico. Mas, paciência…! Henman estava “infernal” nesse dia. Jogou demais e mereceu a vitória.

      **********”

      Talvez, venha a pergunta, ” e daí?!?”

      Veja só, nosso maior jogador, saibrista nato e que nunca teve maiores resultados na grama, foi páreo pro australiano Phillipoussis. Também não foi tão grande devolvedor como, Agassi, por exemplo. Por que então, Djokovic não ganharia sequer um jogo dele em Wimbledon?!?!?

      Abraço!

      Responder
  77. Rafael

    Li um colega comentando sobre leis, interpretação, etc, e a resposta do Barocos. Aqui vai meu pitaco não solicitado, pq é um dos 1.345.784 assuntos sobre os quais gosto de estudar – e pq trabalho com ele:

    A lei, imutável, não pode ser aplicada em diferentes momentos históricos e pretender manter seu compromisso com uma prestação jurisdicional satisfatória.

    O Direito não cabe na estreiteza da lei. O Direito é conteúdo, a lei é apenas 1 de suas formas. Assim, se o regime jurídico começa a extrapolar as variáveis/alcance da lei, o Direito deve se valer de outras formas (interpretação – do juiz, que é o operador do Direito) aptas a mantê-lo sempre pareado à evolução social, buscando seu fim precípuo: a justiça.

    Ou seja, a lei não acompanha a evolução social, econômica e humanística da sociedade. Assim, cabe ao magistrado conferir sua interpretação à lei conforme as peculiaridades do caso sub judice. Para evitar, no entanto, múltiplas interpretações sobre casos com objetos similares ou idênticos, há recursos legais como a reunião de vários processos em um único (por conexão, etc), o instituto do bis in idem, que veda a persecução de um mesmo objetivo julgado final e inapelável por mais de uma vez, etc…

    Como dizia Getúlio Vargas: “Lei! Ora, a Lei!”

    Abs

    Responder
  78. Vitor Hugo

    Federer é maior e melhor que Novak nas hards. Ponto!
    Roger venceu por cinco anos consecutivos o segundo maior e mais importante slam de todos, U.S OPEN. Algo que Novak nunca vai conseguir. Quer dizer, Novak é PENTADERROTADO em finais em New York, né? Kkkkkkkk Perdeu pra Murray, Nadal, Stan…uma variedade de tenistas.

    Como a Jan disse, melhor vcs pararem com papinho de retardado.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Uma pena VITOR que você esqueceu propositalmente de citar as 3 incríveis vitórias do sérvio sobre o seu ídolo.

      USA OPEN 2010
      USA OPEN 2011
      USA OPEN 2015

      As duas primeiras com requintes de crueldade ao ganhar as semifinais batendo FEDERER após ter match points contra.

      Amnésia ou falta de verniz nobre Vitor ??

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Só a surra de 7×4 em Grand Slam já coloca Novak em ampla vantagem. E ainda por cima tem mais títulos grandes e confrontos diretos no geral.

      Fregueser é fraco no US Open, não tem sequer um título pesado por lá e não vence o torneio há 12 anos. Aliás, nunca mais vencerá.

      Responder
  79. Marcilio Aguiar

    Prezado Dalcim. Antes da sua publicação eu anotei o meu top 10 da grama para comparar. Não tinha incluído Newcombe e Laver porque, embora soubesse de suas trajetórias vitoriosa, não acompanhei suas carreiras. Os oito restantes eram os mesmos da sua lista, com mudanças de posiçsão a partir do 4º. Entre os dez inclui Nadal e Hewitt (cometi um esquecimento imperdoável com Murray que é mais jogador), também tinha considerado Djoko abaixo de Big Mac e Connors. Fiz minhas escolhas foi apenas no “feeling”, sem qualquer pesquisa de dados, entretanto me rendo completamente ao seu ranking sem contestações. O top 3 é inquestionável por qualquer critério de análise que se adote. Saudações.

    Responder
      1. MARCÍLIO AGUIAR FILHO

        Sim, mas ja me penitenciei. Poderia ter dito que o considerei, mas seria mentira. Fiquei mais concentrado nos jogadores do passado. Minha lista até que não foi tão mal, pois de 10 inclui 8 e só não inclui Laver porque ele já praticamente não jogava quando eu comecei a acompanhar tênis, embora tivesse tomado conhecimento de sua gloriosa carreira. Quanto a Rosewall, não me lembrei.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É uma análise bem difícil, ainda mais se considerarmos todos os problemas físicos que limitaram a carreira do Delpo. Se falarmos em termos técnicos, eu ficaria com o Delpo, principalmente porque ele adicionou elementos no seu retorno, com slices e jogo de rede de boa qualidade. Nalba tinha muito talento também e por isso os dois se viraram bem em todos os pisos. Faltou a ambos empenho maior na parte física.

      Responder
  80. Luiz Fabriciano

    É Mestre Dalcim, não basta o trabalho hercúleo de levantamento, compilação e ponderação nas análises, escrever e divulgar, ainda tens que ficar enxugando lágrimas de torcedores inconformados, que apenas torcem e não analisam.
    Excelente trabalho, mais uma vez.

    Responder
  81. Rubens Leme

    É constrangedor ver o eleitores do bozo agora posarem de democratas e dizer que qualquer coisa, até ele, era melhor que o PT. Jura? Que bom, não, porque estamos às portas de um golpe e vocês, os mais de 57 milhões que votaram 17 estão sendo os fiadores dele e essa mancha da nossa história repousará nos ombros de quem o elegeu, não dos meus. Não ajudei a chocar este ovo de serpente.

    E entendam que ele não precisa de apoio nenhum da população para um golpe, embora tenha, porque os índices de isolamento no final de semana ficaram abaixo de 50% no país de todo. Mas o único apoio de que precisa realmente é dos militares, porque se estes dizerem “ok, vamos em frente!”, acabou. Ninguém aqui irá contestar tanques e soldados nas ruas.

    O congresso é uma vergonha. Maia tem 30 pedidos de impeachment e não coloca nenhum em cena, porque acredita que poderá ficar marcado e ter a carreira destruída como os dois presidentes da Câmara da era Collor e Dilma. Ou seja, se esperar algo dele, estamos lascados. O supremo é outro que fala e posta nas redes sociais protestos contra ataques à liberdade disto e daquilo, mas enfia o rabo entre as pernas na hora de uma medida efetiva.

    Então, fiquemos assim, todos trancados em casa, impotentes, com medo de uma morte por causa de “gripezinha” sem cura e nem leitos nos hospitais e apenas reclamando e discutindo via chats e internet, enquanto o dito faz o que quer, como quer e na hora que quer, os cemitérios ficam lotados, subnotificações acontecem a rodo e caminhamos para outro período de trevas das nossas liberdades e direitos.

    Mas e dai, não é mesmo? E daí?

    Responder
    1. Rogerio R Silva

      Os eleitores do Bolsonaro são democratas.
      Ele era melhor que o PT.
      Quem votou no governo anterior chocou sim este ovo.
      Constrangedor é não assumir isso.
      Não vejo ninguém assumindo os erros do PT,a corrupção desenfreada e os desmandos do congresso e do STF.
      Diz um político que faria melhor.
      Não basta ver opiniões toscas e briguinhas infantis sobre o tenista predileto agora neste blog o papo vira política.
      E sempre tem um que sabe tudo.
      Que é isentao.
      Faz um favor para nos,os ingênuos :
      qual é o candidato ideal para acabar com isso,para resolver este país?
      Acho que não temos,não é?
      Todos nos decepcionam.
      Temos direito de errar e continuar tentando.
      Eles que não tem este direito.
      Cinquenta e sete milhões votaram pra mudar a merda que estava.
      O Congresso e o STF não deixa o governo mudar.
      E o cara se mostra sem molejo político.
      Gostei dos ministros técnicos.
      Mas o governo fez um ano e não consegue andar pois o Congresso engessa as pernas do Governo.
      E o STF desautoriza quaisquer nomeações.
      Mas
      Bom mesmo era no governo anterior.
      Forte abraço e saúde!

      Responder
      1. Vitor Hugo

        O governo atual é uma m… e corrupto assim como era o anterior.
        A velha política já está sendo praticada, além do presidente querer tomar conta da polícia federal para que os filhos criminosos não sejam presos.
        E o bônus extra do atual presidente é que está c… e andando para a pandemia. Se ele quer por a vida dos seus fanáticos seguidores e a própria que se f… Um lixo a menos no planeta e leva alguns juntos.
        Mas, apesar dos pesares, ele tem o poder de influenciar os ignorantes, não é a toa que muitos vão para as ruas sem necessidade alguma e põe em risco a vida de vários…. Daí não tem leitos, respiradores, caixões e lugar para enterrarem todos…. Quem faz a quarentena direito paga pelos idiotas e ignorantes que não fazem direito, daí os governos estaduais são obrigados a prorrogar decretos.

        Responder
      2. Rubens Leme

        “Os eleitores do Bolsonaro são democratas.”

        É verdade, basta ver os que vão às ruas protestar contra a “gripinha” na frente de hospitais, que pedem a volta do AI-5 ou da ditadura, ou batem em jornalistas e dão socos em mulheres fotógrafas e querem que os pobres trabalhem enquanto protestam aos domingos nos seus carros importados.

        Fico imaginando o nível de quem escreveu isto…

        “Faz um favor para nos,os ingênuos :
        qual é o candidato ideal para acabar com isso,para resolver este país?”

        Ué, deve ser o seu, afinal é melhor do que o meu é “mais democrata”. Agora que a m~~~~ bateu no ventilador quer que outro limpe? Não, não, a sujeira é “

        Responder
        1. Rogerio R Silva

          Rubens,
          vc realmente acha que os 57 milhões pensam da mesma maneira?
          Vc acha que todos eles fazem manifestação?
          Vc acha que só é democrático votar no seu candidato e no outro não é,quando o instrumento democrático é o mesmo,o voto?
          Não se esconda em ironias,diga o político ideal.
          Você querer saber o meu nível é querer desqualificar o interlocutor e não as ideias,o que demonstra o seu nível.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Pois é.

            Que pensamento genial e lógico!

            Segundo o gênio acima, as pessoas tinham obrigação de PREVER o que Bolsonaro faria ou deixaria de fazer.

            kkkk

        2. Rodrigo S. Cruz

          Você reproduz a mesma fala de um certo bobalhão da esquerda chamado Henry Bugalho:

          ” não dá para dizer que se vota no Bolsonaro sem saber que ele faria isso”.

          Claro que dá, pô.

          E tanto dá, que ele ganhou a eleição. (rs)

          Só que agora 70% ou mais dos eleitores dele se arrependem de tê-lo elegido…

          O que significa que se essa previsão doente fosse possível, ele não teria vencido o pleito.

          Simples…

          Responder
      1. Miguel BsB

        Tamo junto Rafael, porque EU vou Tb!
        Mas não vai ser tão fácil dar um golpe de força assim não…o presidente é tão PSICÓTICO que ele conseguiu comprar briga com praticamente TODOS os governadores, inclusive ex aliados seus como os do Rio de Janeiro e São Paulo, os 02 mais populosos estados do país…O Nordeste INTEIRO é contra ele.
        Lembrem-se que quem manda nas PMs são os Governadores…
        Mas acho que as FFAA não vão entrar nessa furada não, muito menos por um ex tenente bunda suja expulso do exército, que demonstra total incapacidade e problemas de ordem mental…já disse antes, é muito mais conveniente seguir o rito “democrático”, mandar ele lá pro Turcomenistão, cujo ditador tb acha que é uma gripezinha, e deixar o poder com o Mourão, General de Exército como eles.
        O Bozo no máximo vai mobilizar umas milícias aí que ele tenta de todas as formas armar com esse papo de armamento pra população etc…

        Responder
    2. periferia

      Olá Leme

      Não podemos esquecer que o rei sol ganhou mais de 57 milhões de votos no segundo turno….o candidato do Lula pouca mais de 47 milhões…..porem cerca 42 milhões de pessoas (ausentes …brancos e nulos)deixaram de votar.
      Uma parcela da população não se posicionou….a culpa não é de quem votou….e de quem não votou.

      Abs

      Responder
      1. Rafael

        Olá, Claudio

        Atribuir “culpa” é um tanto simplista. Eu não votei quando só sobraram 1 incapaz e corrupto e 1 que poderia ser capaz, mas também corrupto. Basta perguntar aos taxistas de SP o que eles pensam sobre o culto Haddad, que colocou um laranja na administração de 1 companhia de aplicativo para gerenciar interesses próprios (obviamente esse é apenas um dos múltiplos exemplos).

        Não há quem me diga que tenho que escolher 1 entre 2 que irão me roubar. Ou prejudicar alguém da minha família, ou alguém caro a mim. Fiz de tudo que estava ao meu alcance para o Ciro ir para o 2o. turno, embora não fosse meu candidato preferido. Uma vez que o prestígio em queda de Lula ainda foi suficiente para, de dentro da CADEIA, levar seu poste para o 2o. turno e, do outro lado, milhões preferiram apostar na “nova” política de Bolsonaro (está se vendo como é nova) e como já dito aqui, votariam até no capeta para não votar no PT, deu no que deu. A sábia população brasileira preferiu apostar em uma polarização do que eleger um administrador capaz para nosso país.

        Agora choram…

        Responder
        1. periferia

          Olá Rafael.

          Entendo o que vc escreve…..entendo a escolha de Sofia dos brasileiros…..mas é necessário se posicionar….mesmo tendo que usar a tecla do menos ruim ……não é aceitável mais de 40 milhões de pessoas não votarem …..um pouco menos no primeiro turno onde tínhamos 9 candidatos …..e se poderia modular melhor nossa ” escolha de Sofia”.
          A omissão é muito perigosa para a coletividade….é confortável para o indivíduo .
          Outro dia um rapaz escreveu aqui no blog para o Dalcim que não se sentia confortável lendo comentários políticos…afinal o blog é de tênis (de certa forma pareceu o comentarista Caio )……somos seres excencialmente políticos……essa é nossa maior qualidade.

          Obs:

          Robert de Niro é o maior ator da década de 70 …..mas por aquele filmeco com Ed Norton…..mas sim por Touro Indomável (Preto e Branco lindo)….Taxi Drive (atual)…Bons Companheiros (A abra prima de Scorsese)…e o Franco Atirador (com C. Walker novinho outro genio)….depois dessa fase estupenda….foi ladeira abaixo….Máfia no Diva….Entrando numa fria ….são franquias que não estão a altura do pupilo de Coppola e Scorsese.

          ABS Rafael…desculpe o comentário cinematografico

          Responder
    3. Luiz Fernando

      Em matéria de corrupção, mentira, roubalheira, cinismo e correlatos o PT de fato é incomparável kkkk…

      Uma similaridade entre o PT e o Bolsonaro, foi na menção lamentável ao emprego do exército, o do sumido Stedile (será q era outro nick do Marquinhos/Renato/Johnny etc kkk) no caso do PT e o brasileiro no caso do JB…

      Responder
    4. Maurício Luís *

      Rubens Leme, gostaria de “refrescar” a sua memória. O então candidato Bolsonaro estava com um alto índice de rejeição, justamente por não esconder desde o começo que era homofóbico, destemperado, pouco se lixando pras questões ambientais, etc, etc.
      Por causa da rejeição, ele NÃO seria eleito nem a porretada. Acontece que apareceu o Sr. ADELIO, louco “catequizado” pelo PSOL, e fez aquele atentado. Foi o maior cabo eleitoral do Brasil, fazendo cair o índice de rejeição. Milhões de eleitores indecisos fizeram a sua opção naquele momento fatídico.
      Só que a esquerda insiste em ignorar este fato, DELIBERADAMENTE, colocando toda a culpa exclusivamente nos eleitores. Interessante que vivem acusando, e com razão, os simpatizantes do Capitão Cloroquina de serem milicianos, violentos. Só que a esquerda “Paz e Amor” foi quem influenciou esse louco a ir lá cometer um atentado que mudou o rumo das eleições. Ninguém da direita dita violenta tentou matar o Haddad não.
      Não sou de direita, porém a esquerda está recebendo o castigo merecido: colhe-se o que se planta.

      Responder
      1. Miguel BsB

        E quem matou a Marielle então? Foi a esquerda?
        Pelo menos pegaram rapidamente o Adélio…
        Não me venha dizer que a esquerda é violenta e a direita, principalmente a extrema, são anjos da paz…

        Responder
        1. Miguel BsB

          Aliás, vou citar outro caso, recente…nao vou muito longe não…
          Aqueles psicopatas que entraram matando geral numa escola em SP ano passado, eram todos frequentadores de um forum da DeepWeb chamado Dagolachan…site de extrema direita que influenciou a cabeça oca desses assassinos. Inclusive, foram incentivados a levar adiante o extermínio.

          Responder
          1. Maurício Luís *

            Miguel, eu não disse que a esquerda é violenta e a direita é “boazinha”. Há radicais dos 2 lados. Acontece que os casos lamentáveis que você cita não serviram pra mudar o curso de uma campanha presidencial. A facada fez com que o então candidato Bolsonaro, que tinha um espaço mínimo no horário eleitoral, saísse em destaque em tudo que é veículo de comunicação. Virou vítima. Daí muitos indecisos nesta hora se decidiram.
            Repito: a esquerda está colhendo o fruto amargo que plantou. Quem planta vento, colhe tempestade.
            Outra coisa: no segundo turno, as 2 opções eram: votar num louco ou votar no Haddad, um cara que eu considero culto e inteligente, porém aceitou ser pau mandado de um presidiário condenado em segunda instância. No meu entender, era optar por cair no fogo ou na frigideira.

      2. Rubens Leme

        Essa história de que foi o PSOL que mandou o Adélio (saído de algum manicômio) para dar facada no capitão minto e desminto é tão fantástica que fico pensando o que não diriam José Luís Borges, Gabriel García Marquez, Julio Cortázar e outros nomes do realismo mágico ao lerem essa tese ridícula. Na certa, pensariam “como não escrevi isso antes?”, embora o mais provável seja, “que bom que morri sem precisar ter lido (e escrito) isso. Acabaria com minha reputação.”

        Sem falar da tese “direita paz e amor” e só a esquerda se do truculenta.

        Pena que eu não tive a mesma sorte. Bem feito, quem mandou não ter nascido uns 30 anos antes?

        Responder
        1. Maurício Luís *

          O PSOL não “mandou” o Adelio cometer o atentado. Mas o louco foi filiado até 2014, e lá foi influenciado. Atacou porque é louco mesmo, ao mesmo tempo que as diretrizes de extrema esquerda do PSOL não contribuíram em nada pra tirar essa ideia de atentado da cabeça dele.

          Responder
  82. Luiz Fernando

    O Dalcim é um especialista e é isento, assim não há o q reclamar desta ou daquela posição. Além disso, são as impressões dele, nada impede q outros tenham outras, algo fundamental de ser postado, pois aqui alguns alguns supostos defensores da liberdade de expressão a condicionam ao “pequeno” detalhe dela ser concordante com a deles mesmos. Os 3 primeiros são indiscutíveis. E é claro que deve ser feita uma ressalva, da mesma forma q sempre faço ao abordar o tema “GOAT”: tudo se refere ao momento atual, pois 2 dos principais nomes da lista ainda estão na ativa.

    Responder
  83. Marcelo-Jacacity

    O pessoal estava impossível no outro post. rs
    Primal Fear do excepcional Ralf Scheppers ex- Gamma-Ray do precursor e espetacular Kai Hansen.
    Black Mirror
    Star Wars e outras ramificações…
    Discussões filosóficas e políticas.
    E tênis com muito saibro, obviamente.

    Responder
  84. Marcelo-Jacacity

    Danilo,
    Não consegui responder no outro post, e reconheço que as derrotas assim como de forma análoga a maior delas, a morte, traz, de fato, a verdadeira alegria em se comemorar as vitórias.
    De qualquer forma, nunca mais vi a final do USOpen-13, e tampouco pretendo.

    Responder
  85. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,
    Ótima lista! Mas eu colocaria o Becker mais acima, principalmente por tudo o que ele representou e pelos feitos em Wimbledon antes do surgimento do Pistol Pete.

    Responder
  86. Gildokson

    Mais uma vez uma lista top Dalcim!
    Fica no ar a curiosidade de como ficariam divididos os títulos agora se ainda tivéssemos mais um Slam jogado sobre a grama, ou até mesmo os Master 1000 (hein seu Paulo Almeida! rsrs) acho que Federer teria alguns mais.

    Responder
  87. Sérgio Ribeiro

    E assim como no TOP 10 do Saibro , o da Grama também irretocável, caro Dalcim. Novak não poderia ficar atrás de outros especialistas de Saque- Voleio , se possui mais conquistas. Que ao contrário do que postam os fanáticos de sempre, é o que acaba prevalecendo. Insisto que o tradicionalíssimo Queen’s, deveria ser MASTERS 1000 , assim como Roma o e’ , tão próximo a RG . Até mesmo Pete Sampras que jamais pulou os preparatórios, não tem tantas conquistas nos mesmos , devido a superfície ter se provado a mais traiçoeira ao longo do tempo. Alguns Tenistas optam em pulá-los depois de alguns Vices , pra chegarem “ invictos “ a grama mais lenta de Wimbledon. Dito isto, a estratégia não cola pra diminuir as conquistas dos que encaram . Exceto Borg , todas as feras sempre os disputaram. E como era de se esperar , os menções honrosas , num nível bem mais alto que os do Saibro. Abs!

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  88. Rafael Azevedo

    Djokovic está em 5°, mas tem o mesmo número de Slams do 3° e do 4°, porém tem um aproveitamento ainda melhor, e venceu o maior de todos 3 vezes, na grama sagrada.
    Ainda, pesa o fato de que Newcombe disputou Austrália e US na grama. Ou seja, Djokovic teve menos chances, mas tem o mesmo número de Slam e um melhor aproveitamento.

    Não discordo da lista (também não discordaria se o Djoko fosse 4°), mas lembro que o sérvio ainda está em atividade e é o favorito para os próximos torneios de Wimbledon. Ou seja, acredito que essa lista vai mudar ao fim da carreira do Djokovic. Arrisco um 3° ou, quiçá, um 2° lugar.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A minha consideração no caso, caro Rafael, é o fato de a grama de hoje ser bem mais lenta, o que facilita a transição que outrora era bem mais difícil e em período mais curto – apenas 2 semanas separavam o saibro lento da grama veloz.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Perfeito, Dalcim. Eu não estava discordando da sua análise. Apenas quis destacar que a distância entre Djokovic e o 3° da lista, aparentemente, é pequena. E, considerando as chances de ele ainda vencer uns Slams por lá, há uma grande possibilidade do sérvio arrancar esse terceiro posto da lista.

        Responder
  89. Roger

    Dalcim
    Talvez você já escreveu sobre isso, mas aqui vai:
    Se houvesse mais torneios sobre grama (por exemplo Masters 1000 não há nenhum…), você não acha que o RF simplesmente dispararia na liderança de títulos e ranking em qualquer tipo de contagem? Imagine por exemplo se houvesse pelo menos 2 Masters 1000 em grama, o suíço no seu auge de 4-5 anos iria faturar mais uns 15 -20 Masters ?
    Por outro lado não raro já o vimos simplesmente saltar vários torneios sobre saibro. Não acho que ele joga mal em saibro, simplesmente não é a dele. O cara que chega na final de RolandGarros por umas 3-4 vezes e ganha 1 não pode ser um qualquer neste piso.
    Abs
    Roger

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que no máximo existiria um Masters na grama, então ele poderia realmente ter colecionado uns 8 a 10 Masters a mais.

      Responder
  90. Jonas

    É uma lista justa, Federer chegou a várias finais em WB e venceu OITO.

    Sim, podemos ver que ele é freguês do Djoko na grama, tendo perdido TRÊS finais para o sérvio. Essa freguesia, como expus dias atrás, se estende em conflitos nos Slam em geral..com o sérvio liderando por 11 x 6.

    Justo mencionar que, em 2008, o jovem Nadal tb venceu Federer de forma convincente na final de WB demonstrando evolução na grama (muitos não apostavam no espanhol neste piso).

    Freguesias a parte bem conhecidas pela maioria, Djokovic tem 5 WB contra 8 de Roger, então faz todo o sentido o suíço em primeiro.

    Acho até surpreendente o sérvio ter 5 títulos ali e não no US Open. A questão é que o domínio do sérvio sobre os rivais é tão grande, que ele conseguiu doutrinar o suíço até na grama, onde o suíço se sente mais confortável.

    Lista irretocável Dalcim.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Jovem Nadal em 2008 ? E jovem Federer na FINAL ? No ano seguinte Roddick . Onde estava Novak ? Caia sempre cedo , apenas um ano mais jovem que Nadal ? O jovem Federer em 2012 além de bater Novak em Wimbledon , já aos 31 , ainda voltou ao N 1. E e’ o Rei da Grama pois possui 19 Títulos na mesma contra 10 de Pistol Pete Sampras. A opção de Novak de somente jogar ATP 500 na Ásia rs faz com que esteja com apenas 6 conquistas . E vimos o caríssimo Jonas e seu fiel escudeiro Piloto da Kombi , tentar apelar pra h2h pra tentar colocar o jovem Sérvio como “ Rei “ kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Não tentei colocar Djokovic como maior da grama em nenhum momento.

          Defendo os números. A lista é sobre os maiores da grama e é justa.

          Agora, cara, pare de viajar. Deixa eu te contar uma coisa, Federer tinha 21 anos quando venceu seu primeiro Slam (Wimbledon). Djoko tinha 20 anos quando venceu seu primeiro (Australian Open).

          Mesmo assim, os dois vieram a jogar ainda mais tênis 2 ou 3 anos depois. Federer (2005-2007) e Djoko (2011).

          Você esperava o que? Djoko finalista de WB entre 2005-2009? kkkk.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Se o amigo não sabe , Federer nasceu em 08 / 08 / 81 . A conta de vocês nunca fecha . Porque será ? rsrsrs Abs!

          2. Jonas

            Ela fecha sim. Federer tinha 21 anos em seu primeiro Slam, Wimbledon. O torneio acabou 6 de julho, salvo engano, e Federer fez 22 anos em agosto.

            Djoko venceu o AO 2008 ainda com 20 anos e completou 21 anos em maio de 2008.

            Agora, faça as contas e pare de sangrar. São vocês Federetes que cansam de dizer que Federer estava nos cascos entre 2005-2007, não em 2003.

          3. Sérgio Ribeiro

            E’ que não tinha espaço mais abaixo. Sangrar de que parceiro ? Ele amadureceu em 2004 , quando deixou pra trás SEIS Ex – N 1 e assumiu o Posto. Portanto aos 23 anos. O primeiro SLAM realmente foi com 22 incompletos ( um mês) . E o auge foi a partir de janeiro do ano seguinte , ou seja , 2005 / 2007 . Quem está sangrando são os que vem o melhor de Todos em Quinto na Grama e em Sétimo no Saibro rsrsrs Abs!

    1. Gildokson

      Não curti teu comentário, numa lista onde o Federer é incontestavelmente o líder, você fez de tudo pra deixar nas entrelinhas algo ruim do gênio suíço tentando mais uma vez dar ênfase ao papo de freguesia. Tudo isso por um ponto que se é cravado deixaria o confronto la em 2×2, aliás do jeito que vocês falam parece que o Federer nunca ganhou do Djokovic na grama.
      Ahhh não vou nem partir pra tese da velocidade da grama atual hein! Deixaram Wimbledon propício para jogadores como o sérvio.

      Saí do nosso pé Jonas! kkkkkkk
      Abs!

      Responder
    2. JAN DIAS

      Pára de surtar Jonas!
      Falar que DJOKOVIC DOUTRINOU FEDERER NA GRAMA SÓ POR CAUSA DE 1 DERROTA (W 2019) é muita sandice, delírio inepto de adolescente…

      FEDERER É O REI 👑 DA GRAMA 🌱! ACEITA QUE DÓI MENOS…

      Responder
      1. Jonas

        Eu concordei com a lista.

        Federer acima de Sampras sim, perfeito.

        Não é só a vitoria em WB 19. Em 14 e 15 Federer tb estava competitivo lembra?

        Bom, o Djokovic estar em 5° em uma lista na grama é realmente surpreendente.

        Responder
    1. Filipe Fernandes

      Caro Rafael, bom dia!

      Li agora de manhã o texto sobre o Sartre que você deixou no link, gostei muito dele e compreendi melhor a frase que você havia escrito antes, muito pertinente o que ela significa. Muito obrigado pela gentileza do link, fiquei feliz em lê-lo.

      Caro, o texto que escrevi ontem foi muito motivado pelas coisas que eu tenho visto no meu cotidiano (e que talvez muitos de nós venham percebendo também). Semana passada aquele “E daí?” foi profundamente triste, as palavras de um presidente pesam muito no imaginário da população. E foi igualmente horrível ver um conhecido próximo, eleitor do Bolsonaro, com o qual eu convivia pacificamente todo dia na academia, reagir com um “kkkk” em relação a essa fala do presidente, sem nenhum pingo de reflexão, sensibilidade e autocrítica. E na minha própria família algumas pessoas fazem pouco caso da urgência da pandemia. Essas situações têm me deixado pasmo e preocupado.

      E, como se não bastasse, no domingo, o presidente dá o seu show para uma plateia, levanta os braços para o alto, fala frases autoritárias e é todo sorrisos, como se nada estivesse acontecendo no país.

      Mas, como tentei dizer, Rafael, esse tipo de devoção política exagerada não é exclusividade do governo atual e de um lado político, sabemos bem disso, e isso é muito nocivo. E meu receio maior é que essa pandemia seja usada politicamente nos dias atuais e nos próximos anos com fins prioritariamente eleitoreiros por todas as esferas políticas, ao invés de ser tratada coletivamente neste momento como um grande problema sanitário nacional (e mundial) que está findando muitas vidas e que necessita de decisões técnicas honestas e responsáveis que independam de posições políticas para ser levada a sério — como João Dória, Alexandre Kalil e outros governantes estão mostrando, a meu ver, de forma exemplar.

      Caro, eu entrei na universidade num momento em que a esquerda estava no poder. Entrei nela numa época da minha vida em que eu era profundamente ingênuo politicamente (e é bem possível que ainda o seja muito, sem nenhum receio de dizer isso), sabendo pouco ou nada a respeito dos primeiros governos e muitas vezes acreditando que a narrativa predominante de determinada esquerda era correta e incorruptível. Mal sabia o quanto estava errado e sendo ludibriado. Tive que buscar entender mais o nosso passado histórico e político com leituras, com estudos, com ponderações e reflexões, por uma questão ética e de autonomia de pensamento. E — virtual e, sobretudo, pessoalmente — constatei que muitos dos extremismos que estamos presenciando agora já existiam, com uma arrogância semelhante que se colocava como sendo o “lado certo da história” e que não se dispunha muitas vezes a estar aberta ao diálogo — ainda que o grau de violência e de rispidez não fosse como o de agora, pois ele se elevou drasticamente nas últimas eleições.

      E por causa disso hoje (pessoalmente falando) não nutro uma necessidade de me colocar em nenhuma posição política (ainda que, pela minha personalidade, algumas pessoas me veem erroneamente como sendo de esquerda ou, em alguns casos inteiramente equivocados, de direita — por mais que eu tente deixar claro que a vida, para mim, sempre diz mais que a política e que precisamos ter o cuidado de não batizar todas as coisas com vieses políticos), pois percebi que é perfeitamente possível ser cidadão, consciente, crítico, querer o melhor para a sociedade e respeitar o próximo e o espaço alheio socialmente sem, no entanto, precisar abraçar algum lado — embora eu saiba que, para esses ideais acima, abraçar algum lado é também uma possibilidade válida, legítima e importante.

      Caro Rafael, agradeço novamente pelo belo texto sobre o Sartre. Saiba que admiro seus comentários aqui, tanto aqueles sobre o Djokovic, cultura, política, quanto principalmente aqueles sobre suas experiências de vida, sempre muito interessantes e que nos levam a refletir.

      ***

      Caro Barocos, bom dia!

      Li sua resposta no post anterior e agradeço a você por ela. Tal como o caro Marcilio havia escrito, era também no sentido das suas palavras que eu estava tentando refletir em meu relato, sobre a necessidade de haver formas possíveis de dialogar e os danos enormes quando não há essa possibilidade (e temo que as coisas continuem assim em alguns contextos do nosso país). Gostei muito do poema, muito obrigado por reproduzi-lo.

      Um grande abraço, Rafael, Barocos e o pessoal do Blog.

      Responder
      1. Filipe Fernandes

        Caro dalcim, boa tarde!

        Mestre, prometo que não escreverei aqui mais sobre alguma coisa relacionada à política. Ontem, escrevi, mas sinceramente movido por uma baita indignação pessoal por uma frase que li de um conhecido próximo (mas que não precisava ser exposta aqui). Me desculpe, Dalcim e pessoal do Blog. Não vai se repetir. Darei atenção exclusiva para o tênis e para outras coisas bacanas (demais esportes, livros, filmes, música, rankings, Big 3) que são abordadas aqui.

        Um grande abraço, caro Dalcim e pessoal, e que todos fiquem bem.

        Responder
  91. Barocos

    INJUSTIÇA! INIQUIDADE … só que não!

    Dúvidas só quanto as posições do Laver e do Newcombe, já que naquela época o tênis era bem menos competitivo.

    Federer e Sampras são, indiscutivelmente, os maiores na grama … até agora. Que soem as trombetas e rufem os tambores, pois que o guerreiro de Belgrado reivindicará a posição de maior relevância, para a qual foi predestinado, nos próximos anos!!

    Brincadeiras e partidarismo à parte, de resto, nenhuma divergência, judicioso como sempre.

    Por fim, uma advertência: prevejo grande perturbação do equilíbrio cósmico quando, se é que terás a audácia, vieres a público conclamar o rol ordenado dos meritórios máximos do panteão do tênis. Alea iacta est!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não entendi , caro Barocos. Já na Era Profissional em 1969, o grande Rod Laver precisou bater : Nicola Pietrangelli , Arthur Ashe , Stan Smith e Newcombe em sequência pra vencer Wimbledon. O número de Títulos desta galera já atesta uma alta competitividade . Não esquecendo que mais tarde Ashe bateu Jimmy Connors em Wimbledon , e Newcombe no AOPEN, títulos que eram dados como certos para Jimbo. Abs!

      Responder
      1. Barocos

        Sérgio,

        Repare que Iniciei a frase com “Dúvidas …”, complementando com o questionamento sobre a competitividade da época.

        Acho que é ponto pacífico, pelo menos entre nós, que é realmente difícil comparar épocas diferentes, ainda mais no tênis, já que os equipamentos, pisos e técnicas de treinamento mudaram muito. Além disto, a competição é do tipo humano contra humano e não contra medidas objetivas (tempo, distância ou precisão). Mas também é inegável que existem, já a partir do final dos anos 80, não só uma estrutura de formação muito mais desenvolvida em vários países, vide os casos americano, francês e, mais recentemente, também o australiano, como também um número muito maior de praticantes tendo à sua disposição técnicas avançadas de aperfeiçoamento de suas habilidades esportivas. Estatisticamente, a probabilidade de se gerar atletas de mais alto nível e em maior número torna-se, então, extremamente relevante.

        Quer dizer que os atletas de outrora não teriam sucesso nas condições atuais? Claro que não! Costumo invocar o fantasma de Jesse Owens como testemunha para isto, suas marcas foram expressivas e seu recorde para o salto em distância resistiu por 25 anos! Seria ele competitivo contra Carl Lewis se tivessem vivido na mesma época? Difícil dizer, já que, como no tênis, houve avanços significativos nos equipamentos, métodos de treinamento e tecnologia das pistas (da largada então …). Isto sem falar que os anos 80 e início dos 90 foram extremamente relaxados quanto ao emprego de “melhoradores de desempenho” e que é sabido que os efeitos “benéficos” dos mesmos permanecem por muitos anos após a interrupção do uso. Não creio que quaisquer dos dois fosse páreo para o extraordinário Usain Bolt.

        Apenas para lembrar, em outro artigo, defendi que Roger Federer foi, muito provavelmente, prejudicado em alguns aspectos no longo histórico de seus confrontos contra Nadal e Djokovic na disputa pelo estabelecimento de recordes: métodos de treinamento e desafios no início da carreira, o que influencia o empenho do atleta nos seus anos formativos; adaptação aos novos equipamentos; enfrentamento, já na fase descendente de seu ápice esportivo, não de um, mas 3 adversários formidáveis (o Murray tem que, obrigatoriamente, ser incluído), o quê, a meu ver, desequilibra a análise das estatísticas como um todo. Repare que costumo defender que Roger, em sua disputa individual contra o Djokovic, tanto foi beneficiado na fase inicial quanto é, faz uns anos, prejudicado nesta fase final. O incrível equilíbrio entre os dois em todos os pisos, quando analisados conjuntatmente com a evolução do histórico dos confrontos, parece-me, demonstra isto.

        Como já disse, acho difícil apontar qualquer deles como o GOAT e no final, creio que nem mesmo os números poderão ser utilizados para tal, se analisados com a devida isenção.

        Para quem gosta de história, não deixem de ler o excelente artigo sobre o Jesse Owens, desde minha infância, um dos meus heróis verdadeiros favoritos, na wikipedia.
        https://en.wikipedia.org/wiki/Jesse_Owens (não sei se existe uma versão em português e muitos artigos traduzidos não guardam a mesma qualidade)

        Responder
  92. Luis

    Dalcim legal a lista da grama ficou parecida com que imaginávamos rs só acho que Murray poderia tá top 10 com uma coisa que pesa muito de ganhar pra um britânico Wimbledon que nao acontecia muito tempo,lembro que pareceu feriado em Londres na primeira conquista Murray,sobre 1 lugar justo ser Federer (ainda falta o 9 título pro suíço rss) Dalcim Borg tem aproveitamento maior que Sampras poderia tá em 2?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que você confundiu, Luís. Murray nunca ganhou Wimbledon em cima do Federer, mas os Jogos Olímpicos. Borg está dois títulos atrás do Sampras em Wimbledon, então seria bem difícil ele chegar ao número 2.

      Responder
      1. Luis

        Dalcim não foi contra o Federer primeira conquista do Murray em Wimbledon,se me lembro foi o 3sets0 contra Djokovic?talvez o maior jogo do Britanico contra sérvio sempre difícil de jogar,mas aquela final 2012 que Federer venceu Murray foi bem legalrs

        Responder
  93. Paulo F.

    Antes que o Dalcim publique sobre o piso duro já dou o meu palpite de como ele irá listar: é claro que o Federer ficará à frente do sérvio – além 2 Slams a mais neste piso na comparação entre eles, o excesso de vices que Djokovic tem no US Open fala muito contra.

    Responder
    1. Rafael

      Se for realmente isso, eu coloco novamente: POR ENQUANTO.

      Sobre esse ranking da grama, pra mim ficou perfeito. Federer e Sampras são os melhores, sem dúvidas. Djoko em 5o. está bom, pena que 2020 está sendo o ano que não existiu, pois Djoko vinha nadando de braçadas largas, um tubarão sedento por sangue.

      Sobre as hards, como já disse, pra mim Djoko já é o maior. Podem dizer que é questão de torcida ou que estou me contradizendo pq nos. dizem o contrário e eu falei que com nos, não se discutem, mas meu feeling é que Djoko conquistou com mais intensidade do que Federer suas vitórias nas hards. Marcou território, Mostrou quem manda.

      É um rei sádico, cruel, impiedoso, impulsivo, que lidera seu exército tomando a frente no campo de batalha. Já Federer me passa a impressão de ser aquele rei que manda o general dar a ordem de ataque e fica lá atrás, assistindo e, conforme for, cai fora se a coisa apertar.

      O guerreiro dos Balcãs e gladiador de Esparta, o William Wallace do tênis, tem por característica esse fogo indomável. Eu sei, é tudo questão de gosto, não estou desrespeitando Federer, mas ele parece ser o sujeito que discursa na ONU de smoking, enquanto Djoko protesta nas ruas. Os 2 são importantes, mas me identifico mais com Djoko.

      Na linha de frente, que é onde eu gosto de estar.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Se o amigo visse o Suíço quando este está na África, rodeado pela criançada toda , mudaria um pouco seus conceitos rs. Abs!

        Responder
        1. Rafael

          Verdade, é uma iniciativa louvável de Federer, Sérgio. Ele poderia muito bem se omitir e viver em uma bolha bilionária nos aprazíveis Alpes Suíços, onde tudo funciona nos conformes (menos os bancos, mas dxa isso pra lá).

          Ou ser marrento e mão de vaca como o já não tão garoto Thiem. Virar rei não é pra qualquer um

          Federer é um bom rei.

          Nadal e Djoko também são.

          Como disse, é tudo questão de gosto. Como já disse, me identifico mais com Novak Gladiator Djokovic.

          Também lembro de Djoko quando revejo O Patriota, com Mel Gibson. Ou o Robin Hood de Russel Crowe e Cate Blanchett.

          Responder
      2. Thiago Silva

        Me parece que é justamente o contrário, Federer é quem toma a frente no campo de batalha com a espada na mão e o Djokovic fica atrás de uma pedra dando flechadas.

        Responder
    2. Marcelo F

      Se enganou, meu caro. Os dois tem 11 títulos de GS em quadra dura. E Djoko tem 16 finais, contra 14 de Federer.
      E os mesmos tem 34 finais de M100 em quadras duras, mas o sérvio tem 25 títulos contra 22 do suíço.
      No Finals, também em quadras duras, Federer tem 6 títulos em 10 finais, contra 5 em 7 do Djokovic.

      Se dermos uma pontuação fictícia dessa maneira:
      GS: título 2000 pontos, vice 1000.
      Finals: título 1500 pontos, vice 750.
      M100: título 1000 pontos, vice 500.

      Teremos:

      Djokovic 27.000 + 9.000 + 29.500 = 65.500 pontos
      Federer 25.000 + 12.000 + 28.000 = 65.000 pontos

      Porcentagem de vitórias em quadras duras:

      Djokovic 84, 5%
      Federer 83,3%

      H2H em quadras duras: 20 a 18 pra Djoko.

      Nao queria estar na pele do Dalcim.

      Responder
      1. Paulo F.

        Verdade, meu caro, me enganei.
        Ambos já estão empatados em Slams no piso duro.
        Se o Dalcim ousar em colocar o Novak à frente do Roger no piso duro, o que acho improvável, irá faltar cardiologistas para a quantidade de infartos que irá ocorrer por aqui.

        Responder
      2. Rafael

        Não sei pq. N estava a par desses nos., mas eles eliminam qualquer dúvida. É uma decisão até fácil colocar o Djoko em 1o nas hards, já que ele é mesmo.

        💪💪💪💪💪💪💪

        Responder
  94. Caio Cesar

    Parabéns pelo post, Dalcim.
    Sempre muito lúcido e coerente.
    Que orgulho ver o Guga sendo considero um dos 5 maiores do tênis no saibro. Sou mto fã dele. E como impressiona ver o Borg no top 3 das duas listas, surreal. Uma pena não o ter visto jogar.
    Agora, prepara as orelhas, pq a próxima lista atrairá mtas polêmicas de um jeito ou de outro kkkkk
    Abraço!!!

    Responder
  95. Paulo F.

    Roger Federer, no auge, já levava lapada atrás de lapada de um FETO ESPANHOL.
    E quer ficar chorando por igualdade nas idades?
    HAHAHAHAHAHAHAHAHA

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Volta pra postar as costumeiras bobagens. “ FETO ESPANHOL “ , N 2 do Mundo com todos os méritos desde 2005 . . Já com SLAM e QUATRO MASTERS 1000 ( dois nas duras ) . E com físico pra jogar 5 horas ou mais contra qualquer um . Brilhante sua análise no aspecto técnico sobre os TOPS da Grama . Se liga ! Abs!

      Responder
      1. Paulo F.

        Brilhante análise de quem sobre os tops da grama?
        Teu português risível deixou a frase solta e sem poder interpretá-la com precisão.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Teu Português é péssimo como o meu. Se não entende nada do Esporte , não se pode esperar que entenda que Rafa Nadal não era nenhum ” FETO ” em 2005 , mane’ rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Paulo F.

            Quer apostar que o meu português é melhor do que o teu? Acho que apenas no quesito pontuação a diferença a meu favor é irrecuperável.

        2. Sérgio Ribeiro

          O rapaz não entendeu que em vez de falar as bobagens de sempre, esqueceu de analizar o Ranking rsrsrs Duvido que conheça a maioria dos presentes no Post. Ainda diz que vai esperar os outros comentários … Sei … rs

          Responder
    2. Jonas

      To começando a duvidar desse argumento de auge entre 2005-2007. Nessa época aí, o que Nadal fazia a Federer já era judiação…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        No barro. Mostre a tal “ judiação” nas outras superfícies. Judiação ele fez com Novak vencendo as OITO primeiras no Saibro. Na boa , Jonas . Pare um pouco com o Suíço e de gozar com o …dos outros rsrsrs Abs!

        Responder
      2. Paulo F.

        Sim, tanto falam aiiinnn uiiii o Novak só ganhou do Federer velhoooo…
        Mas o adulto no auge Federer já era sistematicamente humilhado por um bebê ibérico!
        Aí o fator idade não vale? O adulto no auge não deveria se sobrepor a um nenê?
        Piada!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          ” Bebê ibérico ” ? Kkkkkkkkkkkk Sabe nada , mesmo . Ele demorou a amadurecer ao contrário do Espanhol. Simples assim. E já teve tempo de perder NOVE FINAIS de SLAM. Fica frio que vem mais por aí rsrs Abs!

          Responder
          1. Rafael

            Ou teve o mérito de ser o 2o. colocado em 9 finais de slam.

            Tudo é uma questão de ponto de vista, meu caro, ou de para q lado se quer puxar a sardinha. 😉😉😉😉

            Abs!

  96. Paulo F.

    Baita lista do saibro, Mestre Dalcim!
    Aplaudi de pé.
    Depois, com mais calma irei ler os comentários, só pelas hemorragias dos anti-Djokovics.

    Responder
    1. Jonas

      Marquinhos ficou bem irritado com essa lista do saibro, embora faça todo sentido o Djoko BEM acima do Federer. Nem precisa fazer força pra enxergar isso.

      Federer ganhou Monte Carlo? Não. Ganhou Roma? Não. Venceu Nadal em Roland Garros? Nem chegou perto, fim.

      Responder
      1. Paulo F.

        Djokovic sempre foi o ÚNICO adversário que Rafael Nadal teve no saibro.
        Óbvio que mereceria posição de destaque no saibro.

        Responder
  97. Anderson Nues

    Me dói uma lista dessa, porque hoje, exceto pelo saibro, e por ser em épocas diferentes, em tudo Sampras tem que estar na frente de Federer, pois a época ajudou muito Federer, já que se Sampras tivesse a medicina de hoje, teria o mesmo número de GS em Wimbledon do que Nadal no saibro.
    Como costumo dizer, Djokovic diminui o tamanho de Federer, o que fez com que tudo tivesse que ser comparando épocas, e o fator mental prejudicaria Federer n na época de Sampras, de modo que fosse provável que ele ganhasse apenas uns 5 Wimbledon, pouco pra o que ele poderia ganhar se não fosse amarelão.
    Acho muito mais justo Sampras, que pra mim é o melhor jogador de todos os tempos, encabeçar essa lista, e por Rod Laver de fato ter sido de uma época que se quer da pra dizer que os torneios que ele jogava era GS se comparado com os de hoje, não poderia estar no topo, apesar de achar que ele poderia ter os GS que Federer tem na época de Sampras.
    E eu sempre fico com uma pulga atrás da orelha em relação a Djokovic, que de fato é um grande jogador, não chegando na final por acaso, mas só ganhou por ter a “sorte” de ter pego Federer, que tem medo dele, mas se tivesse pego um jogador mais corajoso, tipo Wawrinka, numa final de Wimbledon, talvez de 3 perdesse duas, ou as 3, pois não vejo ele como um exímio tenista de grama, vejo um cara que põe seu nome em quadra e ganha os jogos, e claro, a grama lenta de hoje o ajuda muito nisso. Acho que o caso de Djokovic em Wimbledon se assemelha ao de Nadal no US Open, eles ganham muito mais pelo nome do que pelo tênis. Não tô dizendo que não sejam grandes jogadores, muito pelo contrário, são grandes jogadores, mas acho que em determinados torneios eles impõe a força pela “publicidade”, e pra falar a verdade, acho que o grande exemplo de campeão muito mais por nome do que por tênis foi Federer em RG 2009, onde ele fez um torneio mais ou menos, mas passava porque era Federer, e acabou ganhando no fim porque pegou um freguesaço, se tivesse pego Nadal na final perderia, porém ainda acho Federer um excelente jogador no saibro.
    Por fim, acho que comparação de gerações é alo cruel, porque existem vários detalhes que no fim acabam deixando tudo interpretativo, por exemplo, na época de Connors não tinha tie break, quanto que isso o favoreceu ou o prejudicou, pois Djokovic, por exemplo, ganhou em 2018, mas na final pegou um jogador que tinha jogado quase 7 horas de partida na semi, isso pode ser levado em conta, por exemplo?

    Responder
    1. Paulo F.

      Até poderia concordar, só para incomodar a horda caprina, mas nunca, JAMAIS Pete Sampras pode ser considerado maior do que Roger Federer.

      Responder
      1. Jonas

        Diminui sim, são anos de doutrinação. Só falta ao Federer se declarar filho do Djoko.

        Imagine Nadal perdendo TRÊS finais de Roland Garros para Federer. Constrangedor, no mínimo rs.

        Mas isso jamais aconteceria, não com Rafael Nadal.

        Responder
    2. Vitor Hugo

      E saiba, Anderson, que Sampras tomou de Federer em Wimbledon. O suíço quebrou uma sequência de muitas vitórias seguidas do estaduniense por lá. E Roger era um garoto bem longe de ser o que era entre 2003 e 2007, Sampras também estava longe do auge, mas tinha obrigação de vencer e com certeza poderia ser o campeão naquele ano.

      Responder
      1. Anderson Nues

        Primeiro, não se pode comparar dois jogadores apenas pelo H2H, ainda mais um H2H onde eles se enfrentaram apenas uma vez, pouco importa a circunstância.
        Mas vamo lá, alguém tem dúvida de que Federer amarela pra Djokovic??? Ganha em uma rodada de grupo de Finals, ou num ATP 500, mas quando chega em jogo importante de torneio grande sempre da uma amarelada contra o sérvio, pouco importa o piso, diferente de Nadal, que apanha pra o sérvio por ser pior mesmo. Dito isso, se Federer amarela para o sérvio, logo ele é amarelão, que é algo que rebaixa um jogador, logo, Djokovic sim diminuiu Federer.
        E Pete Sampras foi o jogador mais dominante da história, o cara passou muitos anos sendo o melhor incontestável. Alguém poderia até tirar o n1 dele, mas logo depois ele conseguia de novo, pois era o melhor. Federer, tecnicamente pra mim é com sobras o melhor da história, e deveria ter NO MÍNIMO 27 grand slams e 50 Masters 1000, porém tênis não é só isso, e o suíço peca pelo mental.
        Se transferíssemos o Sampras de 1990 adaptado para essa época, com certeza ele teria adaptado o jogo e ganharia RG, ganharia Wimbledon mas 12x, do mesmo jeito que Nadal ganhou RG, ganharia uns 10 US Open e uns 5 AO. E porque digo isso, pq na época dele, onde existiam pisos específicos para cada jogador, ele dominou o circuito, logo, hoje com tudo padronizado, ele ainda dominaria, e com números bem mais elevados, pois hoje se tornou viável jogar em todos os pisos.
        O problema é que quando Federer ganhou RG em 2009, se pensou que era algo extraordinário o que ele fez e que só em 20 anos alguém poderia conseguir de novo, porém hoje se ver que os melhores conseguiram tudo o que o suíço conseguiu, sendo tecnicamente muito piores. Sampras teve quase o dobro de GS do segundo melhor de sua geração, Já Federer tem nem 20% a mais de Slam do que o terceiro maior vencedor.

        Responder
        1. Gildokson

          Da pra entender, você está falando com o coração, aliás todos nós devíamos entender. Na minha adolescência fui fã do Sampras também, mas sem RG não da nem pra começar a discussão com Federer. Se não existisse o rei do saibro Federer teria no mínimo 3 títulos la. E esse papo de Federer amarelar pro Djokovic, e dizer que o sérvio diminuiu o Federer?! Cara o Djokovic é um monstro, e se você parar pra pensar o Federer é praticamente um intruso ali, o cara deu o azar de vim numa descendente natural da carreira e encontrar um outro monstro vindo na ascendente.
          E pra piorar no ano de último lampejo divino de Federer, ele não deu a sorte de cruzar com o Djokovic modo apagão. Se cruza e ganha só um Slam você ja não estaria escrevendo isso.

          Responder
          1. Miguel BsB

            Gildokson concordo sem tirar nem por…
            Só um adendo. Sampras não teria o mesmo sucesso na época atual não…(nem vou entrar no mérito de que teria enfrentado Federer, Nadal e Djoko).
            A padronização dos pisos prejudicaria seu jogo, o saque e voleio não é mais tão eficiente de 10 anos pra cá, quadras mais lentas no geral e raquetes e cordas que facilitam demais passar jogadores de rede.

    3. Marcelo F

      Respeito sua opinião mas, ainda que tivesse mais uns 3 GS, Sampras jamais poderia ser considerado o maior de todos os tempos. Ele não era NADA no saibro. E o saibro é tradicionalíssimo no tênis, muito mais que quadra dura, por exemplo. Ele não era um jogador completo como o Federer.

      Responder
    4. Sérgio Ribeiro

      Que papo é esse de achismo , “ se Sampras tivesse a mesma medicina de hoje “ .., Pete perdeu uma longa invencibilidade exatamente para Roger Federer aos 19 anos em Wimbledon. E seu maior rival , André Agass, i conseguiu ser N 1 aos 33 , e fazer FINAL de SLAM aos 35 . E num h2h tão apertado de mais de 50 jogos , esse papo de Federer ter medo de Novak , beira ao ridículo. Vimos no AOPEN 2020 como fugiu do Sérvio depois de chegar a Semi mortinho… Na boa, caro Anderson , muda o disco rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Anderson Nues

        Cara, se não me engano, em 2005 quando Agassi era top 10, era ele com 35 entre os 10, e o resto tudo com 25 ou menos.
        Não da pra se avaliar as coisas apenas por um jogador, pois esse é exceção.
        Já em 2018 era diferente, pois dos 10 top 10, 7 tinham 30 anos ou mais, logo nos faz entender que se Sampras tivesse jogando hoje, com ctz estaria no tuop 10 com 35 anos.
        E em relação a qualidade de Sampras no saibro, lembre-se, estamos falando de um época em que cada piso tinha seus especialistas, se em RG a semi era com 4 jogadores, em Wimbledon eram outros 4 totalmente diferentes, então não da pra se avaliar a qualidade do jogador pelo piso comparando com os atuais, pois estes estão preparados para todos os pisos, dada a padronização de pisos.
        Lembre-se, Bautista Agut, que eu gosto muito, mas nos anos 90 jamais alcançaria tal feito, foi semifinalista de Wimbledon.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Claro que não , caro Anderson. Nunca esqueça que Pete começou a perder SLAM em casa , devido a padronização. Já um Basiliner como Agassi usou sua espetacular devolução , pra se manter vivo. Saque – Voleio não teria a menor chance. Pete Sampras não teria atualmente como competir com o Big 3 . Abs!

          Responder
          1. Anderson Nues

            Sampras começou a perder GS “em casa” pq fisicamente já não rendia mais, 27 anos era a idade que os tenistas começavam a cair, e com 29 já tava fazendo os planos pra se aposentar, hoje com 30 o cara chega no auge, como Wawrinka.
            E como falo, em relação ao saque/voleio de Sampras, você não pode compara-lo com um Llodra, por exemplo, pois o nível de Sampras é outro completamente diferente, então se o jogo hoje é mais lento, ele daria um jeito de adapta-lo, e ganharia uns 25 GS.
            Acho que o que impactou em relação a Federer foi aquele período de 2004-2007, que foi algo assustador na história do tênis, mas praticamente parou por ali, depois ele começou a viver de regularidade, e quando batia de frente com Djokovic em jogo importante, pouco importando qual fosse o piso, ele entregava, e quando jogava com Nadal, não arranjava um jeito de vence-lo. Felizmente anos depois Federer conseguiu achar um jeito de vencer Nadal, mas a parte mental contra Djokovic infelizmente continuou.
            Como disse, se você em 2009 me disse quem era o melhor da história eu diria facilmente que era Federer, pois o mesmo havia ganho GS em todos os pisos, e o mesmo tinha mais GS que Sampras, porém logo se viu que isso era uma tendência dos grandes jogadores, e tanto Nadal quanto Djokovic ultrapassaram Sampras em número de GS.
            Só que pelo fato de lá atrás todos terem cravado Federer como melhor que Sampras, dificulta hoje de dizerem que estavam errados, pois já estão com o pensamento consolidado.
            O que Sampras fez foi fora do padrão, foram 6 anos dominando o circuito, um circuito onde o jogador não tinha o privilégio de entrar como favorito em todos os pisos.

  98. Kleber Araujo

    Dalcim, sei que não muda absolutamente NADA para posição, mas o Djoko ainda tem um Eastbourne (2017) como título na grama.

    No mais concordo. Talvez fosse mais benevolente com o Murray, colocando-o em 10°. E só.

    Abs

    Responder
  99. Rodrigo S. Cruz

    E para não deixar dúvidas:

    Veja, sr. Paulo Almeida – o próprio Rafael também mencionou de forma descontraída a expressão “lado branco da força”:

    [Rafael]
    3 de maio de 2020 às 12:06

    “Rodrigo,
    Então Agassi foi para o lado branco da força? Ok”.

    Tome cuidado com o tipo de insinuação ou distorção que você faz.

    Quero crer aqui do FUNDO DO CORAÇÃO que você não postou aquilo com intento de me chamar de racista ou coisa que valha.

    Quero realmente crer nisto!

    Responder
  100. José

    Excelente lista!

    Sou Djokovista, mas Roger Federer certamente impressiona demais na grama. Talvez ainda mais impressionante que seus 5 títulos e 7 finais seguidas, seja o fato de ele ainda entrar como um dos favoritos em WB com quase 40 anos. Ano passado, quase foi campeão, inclusive, um título que muito provavelmente seria lembrado como seu maior. Penso como seria interessante ver mais duelos entre Sampras e Federer.

    Achei que o Becker era melhor que o Edberg na grama, mas não vi nenhum dos dois jogar e nem sei muito bem seus números para embasar minha afirmação.
    Dalcim, considerando todos os pisos, quem você acha o maior dos dois?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Há um equilíbrio muito grande. Ambos ganharam o US Open, Becker levou Austrália, enquanto Edberg fez final em Roland Garros e mostrou assim maior versatilidade. Mas os três Finals de Becker contra um de Edberg acabam pesando em favor dele.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Essa é mais uma prova que o h2h , como bem disse o Sérvio na última , fica atrás das Conquistas , caro Marcelo F . E veremos que na definição do tal ” GOAT ” , são elas é que irão prevalecer. Pra desespero dos fanáticos. Abs!

          Responder
  101. Paulo Almeida

    Em número de títulos de Wimbledon, Novak é o terceiro mesmo ao lado do Borg. Não posso negar a matemática. No entanto, todos os seus cinco canecos são pesadíssimos, assim como os do sueco, embora conquistados em épocas totalmente distintas.

    Enquanto isso, o Sampras ganhou as edições de 1997, 1998 e 2000 passando por tenistas fora do top 10 (exceto o veterano Becker cabeça 8 em 97) e o Federer…

    Bom, do Federer nem vou falar de novo, rs.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Mais um comentário médiocre , caro Paulo. Sempre esquece que esse teu papinho de “ pesado “ não cola em lugar algum . Os que ficam pelo caminho num SLAM , em nada desmerecem os FINALISTAS . Que as vezes vem por caminhos totalmente diferentes , não menos importantes. Ainda mais na superfície que se mostrou ser a mais traiçoeira ao longo dos anos . Daí WIMBLEDON ser de longe o Torneio mais cobiçado. E você há tempos postando que o Sérvio era o “ Rei da Grama “.. . Não esqueça do GPS pra ir pra casa . Sabe nada , moleque rsrsrs Abs!

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Bagdhatis tirou Nalbandian saindo de 0 x 2 , na Semi. E venceu o primeiro Set na FINAL contra o Suíço. Nesse ano fez Semi em Wimbledon . O problema de vocês é o desconhecimento ou falta de memória. Abs!

          Responder
      1. Paulo Almeida

        Mais uma hemorragia pesada, caro Ribeiro.

        Já vi e revi o draw daquelas conquistas do Sampras e foram molezinha mesmo. Bom, uma vez que você insistiu, não custa lembrar que os títulos daquele Federer vulnerável da entressafra foram em cima de Philippoussis, Roddick duas vezes e Nadal feto duas vezes. Depois venceu o Roddick em 2009 porque o espanhol lesionado não disputou o torneio e em 2017 pegou uma chave de challenger com o Cilic bichado na final. Portanto, somente a conquista de 2012 batendo Novak e Murray é pesada.

        Abs!

        Responder
        1. Gildokson

          A coisa ta se agravando, antes tu considerava os Slans em cima do Nadal “parrudos/pesados” kkkkkk Agora ja não considera mais kkkkkkkkkk
          Daqui a pouco dos VINTE só vai sobrar um kkkkkkkkkkkk

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Eu considero o Australian Open 2017 pesado e, com muito boa vontade, posso considerar esses dois canecos de Wimbledon também. Já numa análise mais fria e sem passar a mão na cabeça do suíço, são títulos contestáveis.

        2. Sérgio Ribeiro

          Esse teu comentário e ‘ de uma pobreza absurda . Não é somente desconhecimento do Esporte. É querer manter aqui neste Fórum , os pensamentos de manés do seu Clube ou grupinhos da Whats . Arruma uma meia dúzia de seguidores e só. Pergunta se os fanáticos concordam com o seu ” Rei da Grama ” em quinto neste Ranking ? E Sétimo no do Saibro ? Será que os ” parrudinhos” como o parceiro não surtaram ? rsrsrs

          Responder
  102. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]

    “Em tempo: “lado negro” da Força foi proibido no Brasil para evitar qualquer interpretação racista. Logo, é melhor evitar seu antônimo “lado branco” também”.

    Pronto, parabéns!

    Agora sim eu acho que você conseguiu penetrar no mais profundo pântano da estupidez.

    Porque o próprio CONTEXTO do que eu vinha debatendo com o Rafael faz menção EXPRESSA a fala do filme Star Wars!

    E a expressão “lado negro ou claro da força” é uma fala que se depreende ou se retira do próprio filme.

    O que aliás se tornou uma expressão recorrente da nossa CULTURA POP – e eu te garanto que ela nada tem de racista.

    Ou então, você teria de insinuar que o próprio roteirista do filme teve essa intenção, né.

    Mas posso te dar infinitos outros exemplos…

    A própria bíblia faz distinção entre claridade e trevas, ao se referir respectivamente ao bem e ao mal.

    Enfim, nem vou me prolongar mais – a ignorância da tua última fala é uma coisa que não se dimensiona…

    Nojenta, simplesmente nojenta a maldade da tua insinuação acima.

    Espero que isso nunca mais se repita aqui…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Putz, a sua paranoia é que me assusta. Como adora procurar pelo em ovo e dar cada chilique pior do que o outro por absolutamente nada. Isso sim é estupidez.

      Não, eu NÃO insinuei que você é racista; apenas RECOMENDEI que o termo “lado branco” não fosse utilizado para evitar interpretações equivocadas. Não tinha nada demais no seu comentário e você, pra variar, entendeu tudo errado.

      “Dark side” significa lado escuro ou sombrio e não negro, como se ouvia nos filmes dublados antigos. Logo, seu antônimo natural deve ser claro e não branco.

      Entendeu agora? Ficou mais calmo?

      Espero que sim.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Óbvio.

        Dark side, lado sombrio/ bright side, lado claro.

        A questão é que no Brasil todo mundo usa a expressão “lado negro”, então não tem nada demais falar “lado branco”.

        Mas, enfim, que bom que você não teve a intenção.

        Isso é que importa.

        Responder
  103. Vitor Hugo

    Vou relativizar os títulos do sérvio, pois venceu todos os seus títulos em Wimbledon com a grama mais lenta do que nunca, tipo uma hard media.
    Novak venceu Federer três vezes, apesar do suíço merecer a vitoria na última. Mas em todas Roger estava com mais de 31, e na última com 38. O sérvio não enfrentou o melhor Federer de todos os tempos na grama, entre 2003 e 2007, pentacampeão.
    Federer também venceu na grama lenta, mas também ganhou na grama rápida, antes de 2007.
    Tenho certeza ABSOLUTA que Novak não teria os títulos que tem se fosse a grama das antigas. Talvez um ou dois títulos e olhe lá.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Relativiza porque muitos ignorantes vão exaltar o fato dele vencer Federer, mas ignoram que o suíço já estava longe do auge, com idade avançada.

      Responder
  104. JAN DIAS

    Concordo 100% com a lista. E viva o rei da relva!! 👑🌱🌱🌱🌱
    Também gostava de ver o BECKER “voar” atrás das bolinhas em Wimbledon…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O estilo do Tsitsipas é o que mais se encaixa com a grama, mas por ser canhoto o Shapovalov tem chance de brilhar lá também.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Acho que falta uma arma de grande valia pra esses dois aí, não Dalcim?
        Cadê o Slice desses meninos? rs Ambos one handers, diga-se de passagem…

        Responder
  105. periferia

    Olá Dalcim.
    A lista é muito boa.
    Sei que vc colocou um marco…a era profissional .
    Mas olhando o Rod Laver…..ele tem 14 finais de simples em Slam na grama…..sendo 9 títulos conquistados…fora outros torneios menores.
    Tentando ser justo com ele …rs.
    Supondo que Rod Laver conquistou todos os seus títulos na era profissional……em que lugar vc colocaria o australiano?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se ele tivesse feito tudo isso na Era Profissional, e não fosse a maciça maioria na Austrália, ele provavelmente seria o primeiro.

      Responder
  106. Maurício Luís *

    Eu daria menção honrosa também pro André Agassi, um baseliner que conseguiu triunfar na grama. No mais, concordo.
    Ah, o Troféu Abacaxi vai pro frustrado Ivan Lendl. Vários Slams, número 1 do mundo, mas na grama… pastou.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      P.S. – Eu consideraria o pai do tênis-força o Jimmy Connors. Já a mãe, eu diria sem pestanejar que é a Martina Navratilova.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Connors não batia tão forte assim na bola, Maurício, até porque a raquete metálica nem permitia isso. E Martina era muito mais jeito do que força. O tênis-força feminino começou com o surgimento das novas raquetes, que permitem hoje uma aceleração de bola impensável para as mulheres até 20 anos atrás.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Me tire uma dúvida, caro Dalcim . Como um jogador de Saque-Voleio que era mediocre no Saibro, pode ser considerado o homem que introduziu o Tênis -força ? Que eu saiba o apelido Boom ..,Boom ! Becker, não tem nada a ver com isso. Seu Spin ficou muito longe do de Björn Borg , este sim para muitos o introdutor. Seus golpes de base funcionavam em TODOS os pisos. Desde já agradeço a explicação. Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Ps. Principalmente pelo fato de o Spin ser potencializado ainda com raquete de madeira, Abs!

          2. José Nilton Dalcim

            Becker foi um dos pioneiros no uso da raquete de fibra de vidro, que permitiam sacar com muito mais força do que antes. Lembremos que ainda se jogava com madeira em Wimbledon em 1986. Portanto, o saque do alemão fazia estragos num piso veloz, como a grama e o carpete de então.

          3. Miguel BsB

            Boom Boom Becker não vem dos seus mísseis de saque não? Ou das suas direitas explosivas que seguiam os seus mísseis de saque?
            Não sabia…qual a origem da expressão, Sérgio?
            Só não me diga que é relacionado ao traseiro avantajado do alemão…kkkkkkk

  107. Carlos Henrique

    O que falta para Murray e Nadal ingressarem no seu top 10, Dalcim?
    A falta de títulos nos preparatórios para WB impactaram na 5ª colocação de Djokovic? O fato de vencer 4 vezes o top 1 do piso é relevante ou apenas circunstancial?

    Sempre gosto dos seus top 10. Rendem ótimas discussões.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Venceu o top-1 com o suíço com mais de 32 anos, e na última já com 38. Não enfrentou o suíço no auge da grama, quando foi campeão cinco vezes seguidas.

      Responder
  108. Vitor Hugo

    Com todo respeito ao blogueiro, mas Rod Laver não pode ficar atrás de Djokovic. Não mesmo! Talvez nem Big Mac e um ou outro nome do passado.
    No mais acho a lista bem corrente.
    O feito de Roger Federer de vencer o maior e mais importante slam de todos, por cinco anos consecutivos, é um dos maiores feitos do esporte!

    Responder
        1. Vitor Hugo

          Eu sei Dalcim! Mas apesar de ser cinco em Wimbledon, acho que falta mais para ele estar entre os gigantes. Federer tem 19 x 5, uma diferença gritante.

          Responder

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