O top 10 do saibro na Era Profissional
Por José Nilton Dalcim
30 de abril de 2020 às 17:13

Aproveitando a longa pausa do circuito e a pedido de vários internautas, começo aqui a dar minha lista dos top 10 em cada uma das três atuais superfícies utilizadas no tênis.

Importante sempre ressaltar a dificuldade que é comparar eras tão distintas do circuito masculino. A atual noção dos 9 principais torneios fora dos Grand Slam começou apenas em 1995, então conhecidos como Super 9, que em 2000 mudaram para Masters Series e em 2009 viraram Masters 1000.

Dessa forma, jogadores como Bjorn Borg, Guillermo Vilas, Ivan Lendl, Mats Wilander ou Ilie Nastase não tiveram uma contagem oficial de Masters, mas considerei principalmente seus feitos em Roma, que sempre foi o segundo mais importante sobre o saibro europeu.

Então vejamos como ficou meu top 10 do saibro na Era Profissional:

1. Rafael Nadal
Não há discussão. Com 59 títulos e 91,8% de eficiência no piso, juntou 12 troféus em Roland Garros, 11 em Monte Carlo e 9 em Roma, além de ter a maior série invicta, com 81 jogos. Há grande chance de jamais ser alcançado.

2. Bjorn Borg
O hexacampeonato em Roland Garros já basta para colocá-lo no posto. Em  1978, ganhou o torneio com apenas 32 games perdidos. Encerrou precocemente a carreira com 30 títulos no saibro e 86,2% de vitórias.

3. Ivan Lendl
Embora tenha obtido grande sucesso também na quadra dura, foi um saibrista de primeira, com três títulos e dois vices em Paris, 28 troféus no total e 81% de eficiência. O troféu de 1984 foi seu primeiro de Slam numa virada histórica.

4. Mats Wilander
Contemporâneo de Lendl, ainda que mais jovem, também fez cinco finais em Roland Garros, com três troféus, o primeiro deles com apenas 17 anos. No geral, ficou um pouco abaixo do tcheco, com 20 títulos sobre a terra e 76,7%.

5. Gustavo Kuerten
Além do tri em Roland Garros e quatro troféus em três diferentes Masters do saibro, Guga marcou uma nova forma de jogar sobre o piso com seu estilo tão ofensivo. Encerrou com 14 títulos no saibro e 70% de eficiência.

6. Guillermo Vilas
Maior canhoto sobre o saibro profissional até surgir Rafa, fez quatro finais em Paris mas só levou um. Era um gigante na superfície, com 80% de vitórias (total recordista de 679) e 49 títulos, marca enfim superada por Nadal.

7. Novak Djokovic
Sérvio tem méritos incríveis no saibro: um título e três vices em Paris, nove troféus de Masters e vitória sobre Nadal em todos os grandes torneios do piso. Tem no momento 79,6% de vitórias e 14 títulos sobre a terra.

8. Thomas Muster
Canhoto de backhand de uma mão tal qual Vilas, ganhou 40 títulos e venceu 77% dos jogos no saibro, mas fez uma única final em Roland Garros e levou o título. Ganhou Roma e Monte Carlo por três vezes cada um.

9. Ilie Nastase
Jogador de amplos recursos, foi o rei do saibro em 1973, quando conquistou Roland Garros, Roma, Monte Carlo e Barcelona, os mais importantes de então. Obteve outro vice em Paris, terminou com 30 títulos no piso como Borg e 78,9% de sucesso.

10. Roger Federer
O azar do suíço foi ter vivido a Era Nadal no saibro, o que lhe impôs quatro vices, três seguidos, em Roland Garros. Ganhou enfim o título em 2009. Soma outros 10 troféus no piso, sendo seis Masters, e atinge no momento 76,1% de vitórias.

Menções honrosas
Sergi Bruguera, com três finais e dois títulos, e o bicampeão Jim Courier foram grandes destaques em Roland Garros. O norte-americano ainda foi bi em Roma e Bruguera faturou Hamburgo. Também se destaque Manoel Orantes, com 544 vitórias no piso (77.3% de sucesso) e 31 títulos, porém apenas uma final em Paris.


Comentários
    1. José Nilton Dalcim

      Desculpe, essa eu não entendi. Não estamos falando de tênis brasileiro, Carlos, mas do tênis internacional de toda a Era Aberta.

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  1. lEvI sIlvA

    Rafael, meu caro, muito grato por trazer a minha lembrança o Primal Fear… Era um que andava esquecido, mas já foi colocado na lista de prioridades.

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    Leme, valeu a dica do DVD. Esse eu já tinha aqui desde sei lá quando. Tratei de reparar o “erro” e já estou providenciando o BD.

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    Gabi, muito grato pelo toque sobre o filme na Net/Now -HBO.

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    Rodrigo S. Cruz, olha que coisa, meu caro…. Havia esquecido do A Cartada Final (2001). O Norton também foi muito feliz nesse papel. Tenho o DVD, mas vou ver se consigo o BD. É que, sempre que escuto o nome Edward Norton, no ato vem a mente sua soberba atuação no As Duas Faces de Um Crime.

    Cuidem-se todos e saibam que todos foram de grande ajuda!

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  2. Heitor

    Quem já não foi demitido de um emprego com vontade de denunciar tudo de errado que presenciou na empresa em que trabalhava?

    Quem já não levou um pé na bunda num casamento ou namoro ou relacionamento e não teve vontade de sair gritando tudo o que o conjeee kkkk confidenciou entre 4 paredes?

    Eu respondo sim para as duas.
    Quer dizer que fui lá e fiz? Não não.
    Deu vontade? Muita!

    E mais: qdo a gente entra num trabalho novo ou num relacionamento a gente já começa coletando provas para qdo eles terminarem? Não, né.

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  3. Heitor

    “Queria deixar algumas coisas alinhadas aqui, e separei por itens para tentar não dar a impressão de que seja um textão (mas claro que é):

    1. Qualquer coisa era melhor que ter de novo o PT no poder.

    2. Qualquer coisa inclui até isso que temos hoje no governo.

    3. O que não quer dizer que o que temos hoje no governo seja bom. É péssimo. É o pior que podíamos ter – tirando, claro, o PT.

    4. Achar péssimo o atual governo não significa querer o PT de volta. Pode ser exatamente o contrário: é lamentar que o atual governo seja tão ruim, porque isso pode contribuir para trazer o PT (ou um dos seus avatares) de volta…”

    Eduardo Affonso

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    1. Jonas

      É o que o periferia comentou abaixo…

      Infelizmente para o país, o PT fez tanta merda que o povo cansou. Bolsonaro surfou nessa onda, claro, não é bobo.

      Uma campanha baseada em anticorrupção e antipt..e funcionou.

      Pra nós é triste. Sabendo que, além do Bolso, apenas o Ciro tinha chance de concorrer com o Haddad.

      Bolsonaro se mostra uma marionete do sistema e vai perdendo força a cada dia…

      Isso é péssimo para o país. Se ele cair agora, o Mourão assume. Enquanto isso, o povo prefere ter políticos de estimação…

      O PT fez muita merda, mas o tiro no pé, a meu ver, foi colocar uma tal de Dilma lá, pqp…

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  4. Paulo Almeida

    Nalbandian reiterou hoje que a esquerda do Federer da era fácil dos anos 2000 era bem fraquinha e vulnerável. Parece até que ele leu meu comentário de dias atrás, rs. E de fato esse é o principal motivo para ele ter sofrido tanto com o Nadal adolescente e por quase toda a carreira. Sorte dele que o sérvio mal existia também.

    Revi a final do Finals 2015 no fim de semana no SporTV e desde aquela época o Dácio Campos já dizia que Djoko era o mais completo de todos os tempos, com “apenas” 10 Slams na conta. Imagine hoje com 17 e 57 Big Titles no total?

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    1. Jonas

      Poucos admitem isso porque é contraditório e bate de frente com aquele argumento de idade.

      Se bem que isso tá mais pra um choro.

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    2. Sérgio Ribeiro

      Sempre apelando da maneira mais mesquinha . Assisti a partida toda e Dacio Campos apenas disse que a vitória de Novak era incontestável, e que o Sérvio estava jogando o melhor Tênis do momento. Campos como já disse, praticou Saque-Voleio a vida toda , e Roger Federer sempre foi seu grande ídolo. Pra durar como comentarista numa era de redes sociais e fanáticos como você , caríssimo Almeida , o cara tem que puxar saco de TODOS . Ninguém com um Back ridículo venceria tanto mane’ . Em época alguma . Abs!

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      1. Paulo Almeida

        Não minta, não negue os fatos, Ribeiro. Disse que Novak era o mais completo naquela final e em várias outras oportunidades pelo que me lembro. Falou que o Federer era o mais espetacular e só.

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      2. Luiz Fabriciano

        Dácio Campos falava todas as vezes, a partir de 2011 que foi realmente quando Novak Djokovic se completou como tenista, que esse era o tenista mais completo que ele – Dácio Campos – conhecia. Repetiu isso até sua última participação no Sportv.
        Quer você goste ou não. Ademais, o tenista pode não ser completo, como Federer, e vencer 20 GS, como Federer.

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  5. Marcilio Aguiar

    Prezado Heitor,
    quanto ao seu questionamento abaixo: “Concordo que as instituições devem ser preservadas, mas o que temos visto o STF fazer, e nao é de hoje, é um absurdo, nao acha?” vou responder aqui porque não tinha o link para resposta no local do comentário.

    1) Eu não tenho formação jurídica para analisar com propriedade as decisões dos juízes de qualquer instância, mas quando há casos de destaque temos sempre opiniões dos especialista que, quase nunca são unanimes, ainda que haja maioria para uma ou outra posição, logo, nenhuma decisão é perfeita, pois sempre cabe uma interpretação.

    2) O Supremo ou qualquer corte julgadora somente age se for provocada. Nenhum juiz inicia processo, concede liminares ou habeas corpus por inciativa própria e a Lei concede varias instrumentos para contestação e recursos. Saudações.

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  6. Vitor Hugo

    Tenho certeza que, em condições iguais de idade, Federer teria vencido as quatro finais que perdeu, no máximo perderia um set

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    1. José Nilton Dalcim

      Não sei se cabe todo um top 10. Seguido o raciocínio do post, Nadal, Djokovic e Federer lideram, claro. Acho que a seguir estariam Wawrinka, Thiem e Fognini. Eu seguiria com Zverev e Murray. Outros como Schwartzman e Monfils são ótimos candidatos.

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  7. Vitor Hugo

    Não resta e menor dúvida que os melhores jogos da hostoria além dos melhores, são entre Federer x Nadal.
    Wimbledon 2008 é o maior e melhor, seguido de Austrália Open 2017 e 2009.

    Falando do big 3, vejo alguns destacando a final do Austrália Open 2012 entre Novak e Nadal, mas foi apenas um jogo demorado. Os dois passando bolinha para o outro lado, sem variação, qualidade técnica baixa…No último set deu pra perceber a torcida DE BODE, sonolenta, querendo dar no Pé!

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    1. JAN DIAS

      Concordo contigo Vitor. Em W 2008, me lembro do JOHNY MAC cumprimentando o FEDERER, dizendo que aquele tinha sido o melhor jogo de tênis que ele tinha assistido na vida.. E era mesmo… 🏆🏅
      Dificilmente outros 2 tenistas vão conseguir repetir o nível técnico daquela partida. Foi algo insano, surreal! Tênis nível alienígena… 👽
      E W 2017 foi especial por causa da alta carga de emoção e das circunstâncias de lesão de ambos..
      Pra mim também as 2 melhores partidas da história.. 👏🏻

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  8. periferia

    Em 1980 foi fundado o Partido dos Trabalhadoes.
    Muitos pensam que foi um partido fundado apenas por sindicalistas…a classe trabalhadora.
    O que não é totalmente verdade…o partido foi idealizado é formado em seu início por intelectuais da classe média brasileira.
    Pessoas como Hélio Pellegrino… Antonio Candido…Paulo Freire…Sergio Buarque…Marilena Chauí e muitos outros.
    Isso mesmo..o maior partido de esquerda brasileiro nasceu na classe média ….com ajuda da igreja catolica e a mobilização sindical.
    Essa ala de intelectuais …que não eram radicais….eram socialistas “independentes” (hoje alguém mais maldoso diria socialistas “nutella”) acabaram perdendo espaço no partido criado por eles para correntes mais dogmáticas .
    Faltava alguem de carisma e que tivesse identificação com a massa (eram todos intelectuais de classe média….o brasileiro comum não iria se identificar com eles).
    Assim nasceu o líder Lula….homem do povo…sindicalista.
    Logo dominou o Partido…e se tornou o símbolo de uma parcela da população.
    O povo mais pobre confiou nele como uma espécie de António Conselheiro.
    Mesmo assim a mesma classe média que ajudou a formar o Partido dos Trabalhadores não confiava nas intenções da sua criatura.
    Com isso PT não conseguia conquistar o poder.
    Mas no mês de junho de 2002 essa barreira foi quebrada.
    O Partido dos Trabalhadores …e seu candidato a presidente fizeram um compromisso através da Carta ao povo brasileiro…na verdade a carta era para nossa elite …(não era para “todo” povo brasileiro…era apenas para alguns )…assegurando que iria cumprir todos os contratos nacionais e internacionais.
    Junho de 2002…ali acabou o PT como partido …como representante do povo….passou a ser uma “seita”.
    Antes ele pregava a erradicação da pobreza….agora mais manso aceitava que o pobre não sairia de sua condição…ofereceria a ele um dinheirinho….uma dentadura ….uma ou outra ajuda social….mas o pobre continuaria em seu bolsão de pobreza….ali..no lugar reservado a ele .
    Aceitaria que 12 milhões de pessoas vivessem em favelas (6.5mil delas pelo Brasil).
    E se venderia não apenas para uma parcela privilegiada da população….se venderia para o que tem de pior no Brasil….uma elite política que trata o brasileiro comum como gado….explorando ao máximo.
    Culpo o Partido dos Trabalhadores por tudo que acontece hoje no Brasil.
    Se hoje temos um idiota reacionário no governo….a culpa é do PT.
    E não culpo apenas por isso….culpo pela decepção de uma parcela carente da população….culpo pela retirado dos sonhos…culpo por algo que muitos nao terão …..uma coisa chamafa cidadania.

    Visão da esquerda periférica.

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    1. Rogerio R Silva

      Boa tarde amigo.
      Mantenho-me afastado de comentar sobre política mas você tocou num caso muito particular pra mim.
      A maior decepção política que tive nos meus 53 anos de vida se chama Lula.
      Concordo plenamente contigo.
      Não espero nada de Bolsonaro e asseclas fiéis ou não.
      Não confio em nenhum dele e muito menos no Moro,um homem que não fala olhando nos olhos do interlocutor.
      A decepção foi o Lula.

      Responder
  9. Filipe Fernandes

    Oi, pessoal, bom dia!

    Há algumas semanas o caro Dalcim disse aqui nos comentários que gostava da ótima série “Black Mirror” (2011-, cinco temporadas). Eu também gosto muito dela, e na terceira temporada dessa série há um episódio surpreendente chamado “Odiados pela nação” (“Hated in the Nation”), no qual, quando a reputação de uma pessoa é massacrada nas redes sociais por internautas a partir de expedientes perversos, mentiras, subidas de hashtags como “Morte ao Fulano!”, “Morra, sua vadia!”, essa pessoa literalmente aparecia morta dias depois, de forma misteriosa, como se o desejo da horda de justiceiros virtuais — mas que são de carne e osso — tivesse sido consumado, aplacado.

    É um episódio, como tantos outros magníficos dessa série, que mostra alegoricamente (ou, pensando bem, talvez nem tanto alegoricamente assim) como a reputação, a imagem, a integridade pessoal, profissional e até mesmo existencial de uma pessoa é destruída facilmente da noite para o dia, caso os “haters” achem que isso deva e/ou mereça acontecer.

    Atualmente, no Brasil, eu tenho a impressão de que é quase assim: reputações são destruídas da noite para o dia se por acaso acharem que determinada pessoa já não atende às expectativas esperadas dela. E não apenas nas redes sociais — é preciso se atentar a esse detalhe (é fundamental). No século XXI isso tem sido um dos modus operandis no universo político e no meio social: a ideologia é claramente mais forte que o indivíduo, então ela vai inevitavelmente pisar em cima dele, enterrá-lo, atropelá-lo, apagá-lo da história, fazer de tudo para ele desaparecer, se ele não mais se encaixar no formato de pensamento, comportamento e existência que ela impõe e exige.

    Ontem foi o médico Luiz Henrique Mandetta, lá atrás havia sido o ex-magistrado Joaquim Barbosa e outros indivíduos, hoje é juiz Sergio Moro (independentemente do que se pensem deles). E todos os dias pessoas conhecidas e anônimas estão sujeitas ao mesmo perigo, à mesma malhação, em maior ou em menor grau. Algum dia poderá ser alguém de nós aqui do Blog (se já não ou foi). Independentemente de se alguém segue algum político ou figura pública, ou se identifica como sendo de esquerda ou de direita ou de centro ou se namora ou não ditaduras (ou se não faz questão de fazer parte de nenhuma posição, facção ou seita política, como eu me vejo), esse alguém correrá o risco enorme — se ainda não o correu — de um dia ter sua integridade pessoal minada e capciosamente corroída, poderá ser a vítima da vez. É preciso não duvidar disso.

    Ouse, por exemplo, contestar, repudiar, discordar com vigor ou (o que, muitas vezes, para mim, é a melhor e mais saudável conduta a se tomar) simplesmente dar de ombros seja para um direitista, para um esquerdista ou para qualquer outro devoto político incorrigível que esbraveja palavras de ordem, ideias infundadas e ameaças no seu cotidiano, que só vai querer — como o caro Abel Afonso disse de forma veemente aqui um dia — te objetificar, te transformar num instrumento, num mero reprodutor de ideias. Ouse seguir seus princípios e recusar as pressões de grupos de pressão desse tipo. Ouse fazer isso.

    Me perdoe pelo texto, pessoal, é apenas um desabafo aqui no Blog, feito depois de refletir a fundo sobre os acontecimentos de ontem, da semana passada e dos últimos anos. Falando de um modo um pouco mais confidencial: nos últimos anos o meu convívio pessoal e social (e talvez não apenas o meu, certamente) tem sido triste e lamentavelmente reduzido por não suportar mais o tipo de interação que reduz todas as coisas a posições políticas, que transforma tudo em esquerda e direita ou em qualquer outra ideologia política. Como o caro Barocos disse aqui um dia: às vezes é melhor se afastar, quando se sabe que não haverá possibilidade de conversação, de convívio amistoso e de reflexão.

    O que aconteceu ontem em Brasília é apenas um sintoma do que vem acontecendo literalmente todo dia no Twitter, no Facebook, no Instagram, nos grupos de WhatsApp, mas até mesmo fora do mundo virtual, em muitos lugares deste país. Na academia que eu frequentava antes da pandemia, era aterrorizante presenciar certas falas bolsonaristas terríveis ditas com total naturalidade; no meio universitário em que convivi nos últimos seis anos, foi horrível constatar como indivíduos (professores, estudantes) de esquerda e que se identificam com o petismo condicionavam as relações, posicionamentos e tomadas de decisão — e até mesmo a educação e as disciplinas em alguns casos — à sua dúbia visão de mundo (e acredito que todo mundo aqui que já tenha passado pelo meio acadêmico federal sabe que, em alguns casos, dependendo da sua postura de recusa em relação aos ditames ideológicos que existem nele, as chances de ingressar num mestrado ou num doutorado ou mesmo de angariar uma iniciação científica diminuem consideravelmente); no futebol society de fim de semana de que participava até março deste ano, era preciso aguentar divergências políticas até mesmo dentro da quadra.

    E, se você ousar ir de encontro a isso tudo (falas desprezíveis, influência política no ensino, redução de âmbitos prosaicos da vida a posições de esquerda e direita) para salvaguardar a sua integridade, a sua consciência, a sua liberdade de pensamento, a sua dignidade pessoal, você fica muitas vezes marcado e tachado negativamente por isso. E às vezes de forma irremediável. Mas eu, de alguns anos para cá, não tenho mais medo de manifestar minha recusa a esses tipos de situação, por mais que minha atitude frequente venha sendo o afastamento ou o simples silêncio.

    Caros, se alguém leu, me desculpe pelo longo relato, mas o fiz muito impelido por tudo isso que vem acontecendo, e também porque penso que essas situações extremas que estamos presenciando nesses dias (tanto faz se na televisão, nas rádios ou na web) muitas vezes se iniciam, germinam de forma silenciosa ou mesmo nítida no nosso dia a dia, sem que as percebamos ou — o mais grave — sem que as levemos em necessária e devida consideração.

    (Me desculpe pelo longo texto, caro Dalcim.)

    Um grande abraço a todos e desejo que tenham uma boa semana.

    Responder
      1. Filipe Fernandes

        Caro Rafael, boa tarde!

        Se entendi bem seu comentário, não, não são os outros, não penso assim. Se essa denominação tiver que ser alguém, então que sejamos todos nós.

        O que escrevi acima foi fruto de reflexões que venho tendo já há um bom tempo e pelo que vem acontecendo atualmente, e elas em nada eximem os meus próprios e profundos defeitos e falhas pessoais (dos quais sou consciente e me envergonho, e no entanto busco reparar) e as minhas responsabilidades.

        Não sou adepto da santimônia, e nem pretendo ser. O escritor que mais admiro, o americano Philip Roth, tinha ojeriza desse tipo, o ridicularizou em muitos dos seus livros, como também tinha ojeriza do dogmatismo, do puritanismo e da proibição do pensamento, e nesses pontos concordo com ele.

        Se alguma coisa que já escrevi aqui no Blog do Dalcim tiver passado essa impressão da minha parte, peço sinceramente que me desculpe, não foi intencional.

        Abraços, Rafael, eu espero que você esteja bem.

        Responder
    1. periferia

      Olá Filipe.

      Concordo com tudo….temos que nos posicionar….não deixar essa responsabilidade para outros….seremos adjetivado (Como escreveu)….mas é daí? (O daí não foi intencional).
      Podemos ser de direita…. de esquerda….de centro….mas temos que defender não apenas nossas posições….mas o direito a pluralidade.
      Vejo com tristeza os acontecimentos.

      Abs

      Responder
      1. Filipe Fernandes

        Caro Periferia, boa tarde!

        Te respondo neste comentário, mas tendo o outro que você fez acima em mente também.

        Caro, depois de atingir a maioridade, eu votei no PT em três eleições seguidas: 2010, 12, 14. Em 2016, já profundamente desiludido, enojado e decepcionado com o partido e com todo o contexto político, não votei. Eu tinha convicção de que, a partir daquele ano, nunca mais voltaria a votar. Mas em 2018 achei que haveria uma alternativa importante para o país e optei pelo Ciro Gomes no primeiro turno (ainda que tendo por verdadeira intenção o voto a Marina Silva, se ela tivesse chance de vencer). No segundo turno as coisas se complicaram: ou era o partido que já havia mostrado como agia nos bastidores desde 2005 pelo menos, devido ao Mensalão, ou era o fascismo declarado. Eu recusei o fascismo declarado.

        Mas depois não teve como ignorar que, se hoje um presidente com tendências autoritárias está no poder, isso se deve notoriamente a uma prática política que deixou marcas profundas e decepcionantes anteriormente (como as que você elencou acima). E é por isso fiz o relato acima, pois, mesmo estarrecido com o momento atual, é evidente que o espírito de revanchismo, do “nós” x “eles” não se iniciou nas últimas eleições, por mais que tenham se exacerbado nelas.

        Periferia, também concordo com as suas palavras. Abraços, que tudo esteja bem com você.

        Responder
    2. Marcilio Aguiar

      Prezado Filipe, acho que captei na essência o seu pensamento. Esses massacres de reputações, seja quem for o alvo, é uma das coisa mais abomináveis das redes sociais. Há algum tempo fechei facebook, não tenho twitter e instagram. Sem a pretensão de ser melhor que ninguém, na minha opinião, tais redes não traziam nada de valor para mim. A maior parte do que via ali eram futilidades e fonte de desprazer. Hoje quando quero me divertir, relaxar, ainda que seja com coisas fúteis eu vou procurar, não precisa vir pronto. Tento manter uma visão critica e equilibrada sobre minhas preferências, crenças e visão de mundo a fim de não entrar numa espécie de cegueira e surdez, que impossibilitam perceber que a realidade está mostrando algo bem diferente do que estou vivenciando e me livrar da insistência em posições dogmáticas e imutáveis. Infelizmente os extremismos e irracionalidade ainda estão muito ativos e vez por outra somos colhidos no meio desse tiroteio insano, que fica difícil escapar sem arranhões.

      Responder
        1. Filipe Fernandes

          Caro Marcilio, boa tarde!

          Muito obrigado pelo comentário, era nesse sentido que eu havia formulado as palavras que escrevi acima. Muito de tudo que estamos vendo pela televisão e pela Internet atualmente também ocorre no nosso dia a dia, do nosso lado, e às vezes não é possível ficar impassível e indiferente.

          Muito obrigado pela compreensão, Marcilio. Abraços e que você esteja bem.

          Responder
    3. Jonas

      Vai acontecer o mesmo com Paulo Guedes, quando deixar o governo.

      Qualquer um que discorde do PR e tente se opor, será tido como traidor pela extrema direita, que hoje se assemelha bastante aos fanáticos petistas.

      E não importa o quanto Bolsonaro faça ou fale m***, os fanáticos continuarão apoiando.

      Há também aqueles formadores de opinião que ajudaram a eleger Bolsonaro, como por exemplo Allan dos Santos, Bernado Kuster e Olavo de Carvalho. Hoje, mesmo depois de todas as péssimas decisões do PR, eles continuam passando pano e fazendo ginástica mental para defender o sofrível governo atual…

      Responder
    4. Barocos

      Filipe,

      Acho que muitos aqui compartilham as mesmas apreensões.

      Não costumo ficar calado quando testemunho assertivas que considero incongruentes ou injustas e tento manifestar a minha opinião da maneira mais racional e explicativa possível. Algumas vezes me aventuro em réplicas e treplicas. Já deixei de dialogar com parentes e me envolvi em milhares de discussões com os meus irmãos. Tenho primos e primas muito queridos, muitos deles com excepcional formação técnica, que me surpreendem pela imprudência com que manifestam as suas convicções sobre assuntos que, claramente, não receberam a devida análise.

      Tento, na medida do possível, ponderar sobre a necessidade de não ser leniente ou, ainda, conivente pelo silêncio, alertado pela prosa de Martin Niemöller transformada em poema:

      “First they came for the Communists
      And I did not speak out
      Because I was not a Communist

      Then they came for the Socialists
      And I did not speak out
      Because I was not a Socialist

      Then they came for the trade unionists
      And I did not speak out
      Because I was not a trade unionist

      Then they came for the Jews
      And I did not speak out
      Because I was not a Jew

      Then they came for me
      And there was no one left
      To speak out for me “.

      Em muitas situações, quando noto serem infrutíferas as minhas tentativas de estabelecer uma base de argumentação, controlo meu ímpeto e me afasto. Só tenho esta vida, com sorte, ainda muitas coisas para viver, e para usufruir prazerosamente parte dela, eu preciso de tempo, que teima em se tornar mais curto a cada fração de segundo.

      Dias melhores hão de vingar.

      Responder
  10. José Eduardo Pessanha

    Mestre Dalcim, o Brasil tem 1700 pontos de prostituição INFANTIL somente nas rodovias federais, fora nas demais. Você já viu algum político se posicionar contra esse dado alarmante? Ou contra o desaparecimento de crianças e adolescentes? Ou contra a assustadora quantidade de suicídios? Um conhecido me disse uma vez que gostaria que os políticos retribuíssem ao menos 1% da confiança que seus fiéis eleitores neles possuem. Nem isso acontece. E os políticos e partidos políticos fazem inúmeras atrocidades que nem cabe aqui comentar (estão atreladas aos problemas citados no início do post). E a população continua se engalfinhando por eles. Que coisa….
    Abs

    Responder
  11. Heitor

    Não importa se seu chefe imediato é o dono da barraquinha de cachorro quente na qual você trabalha, ou se é o presidente da República. Se você finge fidelidade, é acolhido, defendido e respeitado, e depois não tem a dignidade de se desligar olhando nos olhos do dono da mão que o alimentou, você é um mau caráter ou, na melhor das hipóteses, um covarde.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      De jeito maneira!

      Não se pode ter fidelidade com um criminoso.

      E pelo que parece, Moro apresentou diversas provas de que Bolsonaro cometeu crimes…

      Da mesma maneira que o PT foi criticado por crucificar Pallocci, os bolsonaristas não tem QUALQUER DIREITO de crucificar Moro.

      Isso se chama hipocrisia e indignação seletiva!

      Responder
      1. heitor

        por esse teu principio entao um medico depois de tratar um criminoso tem de denunciá-lo às autoridades?
        um advogado tb…
        claro que nao né!! Nao é porque o PR é criminoso que o Moro pode quebrar a confiança que lhe foi depositada, deixar de ser íntegro.. A isso se chama carater.
        Nao tem a ver com o outro, tem a ver com quem vc é.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Mas lealdade nesse caso?

          Veja, a única forma de se desbaratar uma organização criminosa, é através de delatores de dentro dela.

          Bolsonaro estava tentando controlar um dos pouquíssimos órgãos cujo aparelhamento por parte do Estado é difícil.

          E olha que isso sobre a PF é só o que sabemos até agora, vem mais coisa por aí.

          Foi justamente a autonomia da PF que possibilitou o sucesso da operação lava-jato, a prisão de Lula, e a queda da Dilma.

          Sem falar na devolução ao erário de bilhões de reais…

          Mas se você acha que defender um presidente como este vale mais do que defender uma instituição, não sou eu quem irá te convencer.

          Responder
          1. heitor

            eu to criticando o Moro e nao defendendo o presidente.
            o nome do que vc descreveu na primeira linha é delação premiada. Ate o momento em que escrevo nao foi falado que é isso que tá acontecendo.

      2. heitor

        Apenas no mundo dos isentões a traição é vista como uma qualidade. Mas o que esperar dos que veem a vida pelas frestas do armário?

        Responder
        1. Barocos

          Heitor,

          Vamos analisar os seus argumentos sob uma situação hipotética.

          Você cresceu tendo um amigo, estudou com ele, talvez até tenha colado ou dado cola em algumas provas, jogou bola com ele, foi a festas e possivelmente, “armaram” para que cada um ficasse com uma das duas belas e inseparáveis amigas, afinal de contas, era a única maneira de afastar uma da outra, ainda que por breves momentos, sem que estas se sentissem culpadas.

          Já adultos, os dois abrem um negócio, afinal, ambos estudaram administração e surgiu a chance de criar uma distribuidora devido aos bons contatos que as famílias possuíam. Mesmo no primeiro ano, surgem divergências a respeito da melhor forma de tocar a empresa, mas são encaradas como coisas menores e a vida segue. No segundo ano, contudo, descobre que o seu amigo não só passou a perna em você como o fez também com alguns fornecedores e clientes.

          A situação é a seguinte: o seu nome está envolvido nas falcatruas, já que você é um dos sócios e para se defender, seu “amigo da onça” exige que você faça uma série de concessões de caráter ilícito ou, no mínimo, suspeitas.

          Você deve lealdade ao sujeito? Você retira-se da empresa calado e deixa que fornecedores e clientes o vejam como desonesto?

          Quero deixar claro que não estou defendendo o ex-juiz Moro, afinal de contas, sou e sempre fui legalista. Para quem não sabe, legalistas defendem que as leis promulgadas devem estar acima das considerações éticas e morais dos indivíduos responsáveis por aplicá-las, visão que o ex-ministro parece não compartilhar (assim como muitos dos outros membros da Lava-jato). Minha defesa desta abordagem é muito simples: se eu puder escolher que leis devo respeitar em função da minha consciência, assim também poderá asseverar um dos muitos canalhas deste mundo, e as opções deles podem, inclusive, ter parte arrolada nos crimes contra a humanidade. Isto não é uma hipótese, como bem atesta a história humana. Não devemos ser levianos, se alguma instrução legal é maliciosa, devemos exigir a sua extinção e não a sua inaptidão.

          Ainda, me espanta, mas não deveria, a hipocrisia e parcialidade declarada de setores tanto da esquerda quanto da direita, mas o que me deixa verdadeiramente perplexo, é a falta de coerência na argumentação e as omissões ao elencarem as suas razões por pessoas de boa fé, claro indicativo de falta de atenção aos detalhes em assuntos complexos e de suma importância. Costumo alertar os amigos sobre o fardo associado à construção de opiniões minimamente balizadas, sobre as horas de leitura e sobre a necessidade de ponderar sobre o controverso ao invés de descartar rapidamente o que nos é estranho.

          Existe uma situação crítica correntemente, nela, a diferença entre usar a razão ou perseguir interesses pessoais pode acarretar milhares de indivíduos mortos a mais – filhos, pais e avós. Faltar com a verdade, atacar a honra e não os argumentos, promover a discórdia e ignorar leis e normas não deveria ser considerado aceitável, menos ainda na atual condição.

          Responder
          1. periferia

            Olá Barocos.

            Observando seu texto (sempre luminoso) fico com algumas dúvidas.
            Vc disse que é um legalista….no seu texto ….se compreendi bem…. vc coloca as leis como algo fixo…determinado (diria daqui …a letra fria da lei).
            Considero as leis algo vivo ….orgânico mesmo.
            Existe o texto constitucional. ..porém existe a narrativa constitucional……tanto que muitas vezes temos sentenças diferentes para o mesmo caso…..
            Podemos até dizer que as leis não mudam….mas a sociedade muda (apesar de nossa constituição ter mais de 90 emendas)
            O crime sempre será “interpretado” por sua gravidade.
            De certa forma acho que as leis estão misturadas a ética e a moral daquele momento.

            O que falta nas minha letras sobra nas suas..(Vc escreve bem)

            Abs

          2. Barocos

            Periferia,

            De início, devo reforçar que minha formação é em engenharia. Ainda que o currículo só exija o conhecimento básico de direito, legislação trabalhista e estrutura de contratos (este último como subitem de planejamento e controle), tive a sorte de ter um pai com formação multidisciplinar, uma delas, direito. Ainda, vários outros membros de minha família optaram por carreira nesta área (bem, na verdade, áreas).

            Meu parco conhecimento das teses jurídicas é baseado no que li, leio e nas muitas conversas que mantive com professores, parentes, amigos e conhecidos.

            Passemos às suas indagações e ao meu entendimento (passível de ser obtuso):

            “vc coloca as leis como algo fixo…determinado (diria daqui …a letra fria da lei)”
            Leis são o resultado de negociações sociais, onde representantes de diversas forças ponderam sobre ética, moral e justiça e estabelecem quais regras devem ser respeitadas para que o convívio em sociedade seja possível. São elas fixas? Em um período, sim, no tempo, não. Como você bem frisou, as sociedades mudam e as leis precisam ser atualizadas. Existem, entretanto, alguns preceitos fundamentais que costumam ser respeitados em todas as sociedades e por muito tempo:
            – sem lei, não há crime;
            – a retroatividade é vedada;
            – presunção da inocência;
            – um crime, uma penalidade;
            – diferenciação entre culpa e dolo;
            – a ignorância das leis não isenta os transgressores da culpa.

            “Existe o texto constitucional. ..porém existe a narrativa constitucional……tanto que muitas vezes temos sentenças diferentes para o mesmo caso…..”
            Muito se fala sobre a interpretação das leis quando o debate maior é sobre a aplicabilidade das mesmas. Na maioria dos casos, é trivial a constatação da violação das normas, mas é difícil caracterizar a intenção em fazê-lo e o estabelecimento de penalidades depende desta caracterização, daí a grande discrepância em muitas sentenças. Devemos lembrar também que as leis estão sujeitas às imperfeições inerentes aos seus criadores, então, existe toda uma gama de sobreposições e omissões que fazem a alegria dos advogados de defesa. Cabe aos nossos legisladores a tarefa de aperfeiçoamento contínuo dos artigos constitucionais com a presunção de tornar mais conformes os resultados dos processos penais.

            O que eu estou tentando explicitar, é que as leis são bem menos flexíveis do que costumamos imaginar, mas a determinação das penalidades costuma acomodar atenuantes, agravantes e as suas dependências como forma de relativizar a severidade das penas. Não o é, muitas vezes, apenas uma questão de ser culpado ou inocente, mas de se estabelecer o grau de culpabilidade.

            Quando digo que sou legalista, estou dizendo que, para mim, o sistema legal ideal deveria prescindir de um juiz atrelado às questões éticas e morais, pois que estas já foram estabelecidas em outro fórum (pelos legisladores), e caberia a este tão somente estabelecer se o acusado violou as regras vigentes, qual foi a sua motivação e quais são sanções cabíveis. Como vantagens, teríamos um entendimento maior sobre a necessidade do cumprimento das normas e uma menor tolerância com a desobediência das mesmas, um grande problema no Brasil (evitando desculpas do tipo “ninguém segue esta lei”) e, ainda, a limitação do poder arbitrário depositado nas mãos dos atores do sistema legal, algo que todos nós deveríamos querer.

    2. Jonas

      Bolsonaro é suspeito de cometer crimes Heitor.

      Nada foi provado até aqui e as acusações são muito sérias.

      Se ele fez isso mesmo, temos que nos colocar no lugar do Moro.

      Responder
      1. heitor

        verdade, Jonas, mas, ao que parece, o Moro vem gravando as conversas com o Bolsonaro desde que assumiu o Ministério da Justiça…
        Entao ja foi premeditadamente mau carater…

        Responder
        1. Jonas

          Sim, mas aí é aquela coisa…um erro do Moro que, no final das contas, não será quase nada comparado a alguns crime rs..

          Eu prefiro esperar. Agora, não acredito que um sujeito com 22 anos de magistratura esteja se metendo nessa sem provas.

          Responder
    3. DANILO AFONSO

      Não concordo nobre Heitor !!

      A fidelidade tem que ser recíproca. É tipo um casamento.

      O casamento nos primeiros meses estava transcorrendo muito bem, mas começou a desbancar quando o “enteado” do MORO, o Sr. Flávio Bolsonaro, foi indiciado, em maio/2019, no esquema da rachadinha na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Desde então, começou os primeiros casos de INFIDELIDADE do Presidente, na qual destaco:

      1º – Troca do Superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro – O exonerado coordenava a investigação de alguns esquemas no Estado por meio da operação “Furna da Onça”, na qual era ventilado o nome, entre outros, do Sr. Flávio Bolsonaro;
      2ª – Retirada do COAF do Ministério da Justiça – O Presidente foi indiferente e não articulou para que o órgão permanece na pasta do Moro. Nos bastidores era cristalino que o “corpo mole” do Presidente era em razão do Coaf ter sido responsável por ter repassado ao Ministério Público movimentações financeiras atípicas que resultaram em inquéritos contra o Sr. Flávio Bolsonaro;
      3º – Tentativa de retirada da Segurança Pública do Ministério da Justiça – Houve um desgaste muito grande entre os dois neste episódio de tentativa de esvaziar a pasta comanda por MORO;
      4 – Projeto de criação do Juiz de Garantias – Bolsonaro teve a oportunidade de vetar o texto principal sobre o tema e não o fez, mesmo sabendo que o MORO era contra a criação;
      5º – Exoneração do Diretor da PF – O “fim da picada” veio com a exoneração injustificada do Diretor incluindo indevidamente a assinatura digital do MORO, onde houve um real intuito de interferir e frear as investigações que prejudicaria seus filhos. Alguém acredita que ele exonerou porque queria um diretor que pudesse ligar a qualquer hora ???

      Como você deve saber caro HEITOR, quando do “pedido de casamento”, o Presidente prometeu dar carta branca ao futuro ministro e apoio nas demandas da pasta.

      Agora eu te pergunto:
      Sinceramente achas que Bolsonaro foi fiel, acolhedor, defensor e respeitoso com o MORO como você citou em seu texto ??

      Quem faltou com FIDELIDADE primeiro ? Quem foi mau caráter descumprindo o que tinha prometido, e pior, praticando alguns atos com fins escusos ?

      E por último: Você realmente acha que MORO foi um covarde ??

      Pelo contrário, Moro teve coragem de convocar uma coletiva e justificar para o Brasil a sua saída em plena pandemia. Um covarde teria feito vista grossa com a interferência do Presidente na PF e assumido posteriormente uma das cadeiras do STF.

      Ademais, um covarde teria coragem de:
      a) de comandar a maior operação anticorrupção do país, condenando vários políticos e empresários de peso, 175 prisões. Em 22 anos como juiz prendeu quase 1000 pessoas. Já imaginou a quantidade de ameaças que ele recebeu ao longo desses anos ?;
      b) disponibilizar as escutas telefônicas das conversas de Lula, Dilma e da finada Marisa. A liberação dos áudios foi criticada por uma fatia dos operadores do direito (advogados, magistrados e doutrinadores renomados), e foram autuados contra o MORO, cinquenta e cinco (55) processos no Conselho Nacional de Justiça, alguns até hoje correm contra sua pessoa;
      c) disponibilizado o depoimento do ex-ministro Antônio Palocci exatamente no dia que ocorreu o 1º turno das eleições gerais de 2018. Tal liberação resultou em novas críticas dos operadores do direito, processos no CNJ e mais ameaças por parte dos eleitores mais radicais do PT;
      c) deixado o cargo de magistrado federal que era vitalício e com prestígio inigualável entre seus pares e sociedade, para se aventurar na vida política em apoio a um Presidente que se mostrou imprevisível nos 26 anos como parlamentar. Claro que ele tinha pretensão de ser ministro do STF, mas tinha ciência que o risco era grande, risco este que de fato se concretizou;

      Não concordo com tudo que o Moro faz ou fala, há vaidade e alguns excessos. Como qualquer pessoa ele tem suas falhas, mas no geral a sua credibilidade ainda é muito grande. Chega a ser insano quererem comparar Moro e Bolsonaro. Enquanto um é qualificado, ex-juiz federal, doutor em direito do Estado, sabe se comunicar com equilíbrio e polidez, o outro é um despreparado, desprovido de inteligência, autoritário, saudosista do regime militar, imprevisível, desequilibrado, autor de falas e pronunciamentos ridículos como parlamentar e Presidente.

      Se BOLSONARO hoje é Presidente, sem dúvida é porque MORO propiciou isso ao minar o PT durante 4 anos (2014 e 2018), condenando e prendendo a cúpula do partido, inclusive inviabilizando a candidatura do seu maior adversário político, o LULA.

      Não cuspa no prato que comeu nobre !!

      Diferentemente do que alguns pensam, o protagonista da “porra toda” não o Bolsonaro, e sim aquele que o colocou na Presidência e que se bobear irá retirá-lo.

      Responder
  12. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,estava pensando…Caso o tênis retorne sem público,o aspecto mental mudaria bastante,né?!…Por um lado os tenistas teriam o desafio de manter a concentração,o sangue nos olhos e tudo mais…Porém,a pressão mental que os grandes tenistas exercem,iria diminuir…Não teriam a torcida para fazer barulho,torcer para os tenistas e adicionar pressão ao espetaculo,deixando o jogo mais no aspecto técnico e menos mental…Oq acha disso Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não concordo, Lucas. A parte mental continuará extremamente importante, porque ela tem muito pouco a ver com a torcida e muito a ver com o adversário.

      Responder
      1. Gildokson

        No caso do maior tenista da atualidade a torcida tem algo que interfere (positivamente, infelizmente para nós federistas) no mental Dalcim. Djokovic se alimenta do barulho contra, como ele mesmo assumiu. rsrs

        Responder
        1. R.P.

          Isso é o q ele tenta fazer. Quando teve a torcida a favor na ATP Cup, jogou muito mais feliz e “solto”. Chega a ser nojento o comportamento dos anti – sobretudo federistas – contra o Nole, vide a final do AO 2020, ou vão dizer q Thiem tem torcida pra bater com o melhor tenista da década?
          Quando esses babacas entenderem q as vitórias de Djoko em nada diminuem o Federer, quem sabe passarão a apreciar mais e odiar menos.

          Responder
  13. JAN DIAS

    As tenistas de ontem que mais gostei de ver jogar foram NAVRATILOVA e SELES; a tcheca sabia tudo de tênis, tinha todos os golpes.. E, embora não fossem minhas preferidas, gostava muito de ver os embates entre a GRAFF e a SABATINI..
    Hoje torço pra OSAKA e ANDREESCU.

    Responder
  14. periferia

    O palco do teatro está pronto (Brasil)

    O patrocínio da peça é estatal (Guedes)

    A Iluminação da peça está a cargo do Mourão Eneel (militares)

    O dramaturgo chega com os diálogos no papel (Olavo de Carvalho)

    Os atores contratados se preparam (a direita)

    O protagonista da peça é canastrão (Bolsonaro)

    Enquanto a peça não começa…a plateia assiste no celular uma live musical bovinanente(O povo)

    Os críticos teatrais foram colocados no fundo do teatro (imprensa)

    Não coube todos dentro do teatro…alguns ficaram fora do teatro (Supremo e oposição)

    Vai começar….o nome da peça :

    GOLPE

    Hoje(3/5) ouve uma manifestação pró Bolsonaro em Brasília …..Bolsonaro na frente do Palácio disse :

    ” Não irei aceitar interferências no meu governo….as Forças Armadas estão com o povo”

    Sigamos

    Responder
    1. Heitor

      É por isso que a máfia está sempre na frente. Ela trabalha até num sábado que é no meio de uma quarentena e depois de um feriado. E os honestos pensando no churrasco e enchendo o saco de quem não quer usar máscara.

      Responder
    2. JAN DIAS

      Resumiste bem Periferia, a situação está se agravando.. Depois que o Moro saiu, até achei que os militares tinham se enchido do Bolsonaro e iam cuspir ele fora, agora as declarações mudam de tom..
      O país está desgovernado, o corona vírus se espalhando, os caminhoneiros ameaçando paralização..
      Só Deus pra salvar esse país..

      Responder
    3. Miguel BsB

      Essa manifestação de idiotas corresponde à minoria desse país…um minoria ruidosa, mas ainda sim uma minoria alienada que vê comunista até embaixo da cama.
      Alienados políticos e estúpidos igual ao mito deles…
      70% da população já tá contra o miliciano, seus filhos e esses alucinados que o seguem cegamente. Mesmo os que chegaram a votar nele.
      Duvido que ele tenha coragem de tentar um golpe de força.
      Mas, que sempre foi o que esse projetinho de Mussolini quis, isso foi…e muitos falaram isso antes e durante as eleições, no país e no exterior.
      Era só o que faltava, uma ditadura dos bozo milícia e seus filhinhos débil mentais…

      Responder
        1. Marcilio Aguiar

          Os homens podem ser imperfeitos, mas as instituições devem ser preservadas. Não é porque temos maus presidentes da república , maus deputados, maus senadores ou maus juízes que devemos extinguir essas representações. O STF é o guardião da Constituição e demonizá-lo so vai fortalecer aqueles que querem governar sem se submeter às Leis.

          Responder
          1. heitor

            Concordo que as instituições devem ser preservadas, mas o que temos visto o STF fazer, e nao é de hoje, é um absurdo, nao acha?

      1. Rodrigo S. Cruz

        Realmente, Miguel.

        São minoria e um bando de idiotas.

        Precisamos defender o regime democrático até as últimas consequências.

        Não podemos jamais deixar que esse PSICOPATA instaure uma nova ditadura no Brasil…

        Responder
      2. Jonas

        A aprovação de Bolsonaro está em torno de 19%, caiu bastante e deve cair mais.

        Posso estar equivocado, mas me lembro que a da Dilma chegou a 9%…

        Responder
      3. .alessandro sartori

        Sei nao Miguel…as pesquisas mostram que o publico do Bozo pouco mudou com relaçao ao periodo de dezembro 2019 até o momento atual. E nesse periodo quanto coisa ja aconteceu? Teve pesquisa no fds pra presidente 2022 e só de ver que ele lidera em qualquer cenário, infelizmente…

        Responder
        1. heitor

          Quem se aliar politicamente a Moro vai ter que conversar com ele dentro da piscina, e falando baixinho enquanto olha para os lados.

          Responder
        2. Miguel BsB

          São os 30% de sempre que ele tem tido antes das eleições (antes da facada)…
          Hoje em dia tem girado entre 25% a 30%…faça ele o que quiser fazer. (Nunca vi tamanhos absurdos e tão frequentes). 1/3 da população.
          Entre 45% e 50% nas últimas pesquisas que vi consideram o governo ruim/péssimo.
          Pesquisas de intenção de votos tão longes da eleição não valem muita coisa. Os candidatos são desconhecidos, recall da eleição anterior, etc…

          Responder
  15. Paulo de farias

    O Rubens leme diz que foi para a praia.
    Claro, estamos todo em casa para ele poder ir para casa, pois vc merece, príncipe das águas salgadas
    Kkkkkkkk

    Responder
  16. Sandra

    Dalcim , de vez em quando paro de ver tanta mortandade e vou para os jogos de tênis , estava vendo Medelev e Nadal, já vi umas dez vezes Thiem e Djokovic , rsss, quem vc acha melhor o russo ou o Thiem , perguntei porque vi muitas jogadas bonitas do russo

    Responder
  17. Eduardo Moura Lima

    Oi Dalcim,

    Revi aqui a final do US OPEN 2013 entre Nadal e Djoko. Acho que essa é a melhor aula para o próprio Nadal sobre como enfrentar o sérvio nas quadras duras. Nadal jogou com uma intensidade absurda, enfiando a mão na bola o tempo todo. Djoko chegou a elevar o nível a partir da metade do segundo set, mas mesmo assim Nadal seguiu jogando sem medo.
    Interessante observar que apesar do backhand do Nadal só ter subido de nível a partir de 2017 (na verdade final de 2016), nessa época de 2013 ele parecia com um backhand bem próximo do de hoje.

    Se o Nadal tivesse que rever algum jogo entre eles na dura, para se preparar para um jogo contra o Djoko, qual você o recomendaria ?

    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que há três coisas básicas, que dependem da confiança: jogar mais perto da linha, pegar bolas na subida e usar o forehand na paralela.

      Responder
  18. Jonas

    O canal de Wimbledon no youtube está reprisando a final de 2014.

    Lembro que era um jogo razoavelmente tranquilo para o sérvio, que acabou se enrolando no quarto set, mas levou o título.

    Há uma freguesia gritante neste confronto, levando em conta os Slams. O sérvio venceu 11 dos 17 jogos, o que já é muita coisa.

    Em finais de Slam, pasmem, Djoko venceu 4 das 5, sendo que 3 foram em Wimbledon.

    Federer velho? Pelo contrário, seu problema costumava ser o Djoko (anos antes era Nadal). Em 2017, aos 36 anos, o suíço estava em seu auge e venceu 2 Slams. Um deles sobre Nadal, em cinco sets.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Cara, você deve ser maior falsário intelectual que se tem notícia. (rs)

      Afirma que o Federer estava no auge aos 36, mas nega que o Djokovic (que sempre teve o físico melhor) não vive o auge aos 32.

      Só rindo mesmo de tanta palhaçada…

      Responder
      1. Jonas

        O Federer de 2017 não deve nada ao de 2006, são bem próximos.

        Federer nunca foi de se lesionar, além de economizar tempo nos jogos, ao contrário do Djokovic.

        Falam muito do físico do Djoko, que é ótimo. Mas será que ele chega aos 38 jogando em altíssimo nível? Você apostaria nisso?

        Já vi um tanto de Federete afirmando que o Djoko não chega aos 36 em alto nível.

        Responder
        1. Jonas

          A ESPN EXTRA está mostrando novamente a final do AO 2017.

          Federer e Nadal vindo de semifinais duras, sendo decididas do 5° set.

          Jogo foi pro quarto set agora e os dois estão inteiros. Federer com a esquerda afiada e sem problemas na movimentação.

          Responder
        2. Rodrigo S. Cruz

          E daí, cara pálida?

          A hipótese do Djokovic não jogar em alto nível aos 36, jamais poderá ser termômetro de medição do auge de ninguém.

          Longevidade é uma coisa, auge é outra. (rs)

          Responder
          1. Jonas

            Eu afirmei que ele estava no auge, o que você pode discordar. No mínimo ele estava bastante competitivo.

            Veja bem, jogo de 5 sets contra Wawrinka e Nadal mostra que fisicamente o sujeito está bem.

            De qualquer forma, as vitórias/derrotas do suíço em 2017 contam (ainda bem né). Não importa a idade dele.

            Eu posso afirmar que o Djoko de 2005-10 melhorou horrores em 2011, o que pra mim é fato, mas as vitórias/derrotas dele antes disso continuam registradas. Ele é o n1 aos 32 anos e as derrotas vão contar também.

            Não vou me apoiar na idade dele como muitos fazem. Prefiro ver as condições em que o cara entrou em quadra.

      2. Gildokson

        E la embaixo ele dando a entender num comentário que o Nadal era um jogador “ganhavél” quando era segundo ele um adolescente fora do saibro, e no outro comentário diz que é errado usar idade do Federer para justificar derrotas pro Djokovic.
        Tática usada por ele e nosso amigo Paulo direto e reto kkkkkkkkkk
        Aí não neh Jonas!

        Responder
        1. Jonas

          Eu apenas afirmei que Nadal não era tão maduro fora do saibro, oq se justifica pela sua idade ora.

          Achou absurdo? Se faça a seguinte pergunta:

          Você acha o Federer de 1998-2002 melhor que o de 2005-2007?

          A resposta é simples. Obviamente o cara melhorou em alguns pontos, que o fizeram ser o n1 naquele período.

          O mesmo se aplica a Djoko e ao Nadal.

          Não é tão difícil perceber essa diferença…assista a um jogo do Nadal no US Open 2013 e compare com o jogador que ele era quando perdeu para o Ferrer neste mesmo torneio.

          Responder
          1. Jonas

            Por isso esse argumento de idade é complicado.

            Se fosse assim, eu usaria apenas o Djoko de 2015 como referência.

            Para a ATP não importa se o cara era novo ou velho demais, ou se aquele foi o ano da vida dele.

  19. Rafael

    Rodrigo,

    Então Agassi foi para o lado branco da força? Ok.

    Nós Nolistas, seguimos as recomendações da OMS e admiramos DARTH VADER, que usa uma SUPER máscara o tempo todo, protegendo todas as cavidades faciais (boca, nariz, ouvidos), usa LUVAS, pratica distanciamento social e vive isolado! O mestre Yoda, com 900 anos de idade (portanto pertencente ao grupo de risco) não faz uso de nenhuma medida protetiva. Por ser um mestre Jedi (histórico de atleta), provavelmente acredita que o vírus é “só uma gripezinha”.

    Hahahahaha, Star Wars é TÃO BOM (antes da Disney) que dá para fazer praticamente QUALQUER referência usando o filme.

    Come to the dark side!

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O lado sombrio da Força é muito superior ao lado claro e por isso DjokoGOAT é muito mais jogador do que o Jagua nosso sparring 21×10 no h2h.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          O Dalcim fez muito bem em editar a minha resposta ao Paulo Almeida.

          Mas é insuportável essa mania dele…

          Se tem uma coisa que me tira mesmo do SÉRIO é ler uma mentira, ou uma distorção.

          Esta lá a contagem oficial do h2h que a ATP mostra ser 27 x 23, e o cara quer CRIAR a própria contagem dele…

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Quando é uma distorção que favorece o suíço, você não sai do sério. E mesmo assim, só porque deixei de colocar o “a partir de 2011”? Rs.

            Eu, por outro lado, não me incomodo quando você fala do jogo feinho de Novak. Já estou vacinado contra essa trollada.

            Em tempo: “lado negro” da Força foi proibido no Brasil para evitar qualquer interpretação racista. Logo, é melhor evitar seu antônimo “lado branco” também.

    2. Rodrigo S. Cruz

      Então, Rafael.

      O lado branco da força sofre de fato alguns revezes , mas sempre tem a predileção maior, que o diga Luke SkyFederer.

      Abandone de vez o lado negro da força e junte-se a nós adeptos do tênis-arte.

      Anakim Darth-Djoko foi corrompido pelo tênis feioso das trevas!

      E agora não passa de um simples aprendiz melhorado de Darth Nadal Sidious…

      Responder
      1. Rafael

        Rodrigo,

        Se atribuirmos a Djoko o papel de Vader e a Federer o papel de Luke, como vc explicaria o seguinte diálogo do filme?

        Vader: “Obiwan never told you what happened to your father.”
        Luke: “He told me enough; he told me you killed him!”
        Vader: “No. I am your father.”

        hehehehe, abs!

        Responder
  20. Rafael

    Já que comecei a falar de Ed Norton e alguém citou Al Pacino, vale a pena ver “The Devil’s Advocate”, onde ele dá um show de atuação (alguns acharam exagerado, eu não). Quando contracena com Keanu Reeves, notadamente um ator fraco e sem expressão, faz com que ele pareça um amador em estado de contínua idolatria. O filme em si é uma besteira, mas vale pela atuação de Pacino como o Demônio. (E, lógico, pela Charlize Theron). E há a curiosidade de que a casa do ricaço era a moradia do fanfarrão ídolo do Bolso, Donald Trump.

    Al Pacino costuma ser muito lembrado, além de The Godfather, Scarface e outros filmes sensacionais, mais recentemente (mas já nem tanto), por Perfume de Mulher. Mas a dica que eu quero dar é um filme que passou meio batido por aqui, Stand-up Guys (Amigos Inseparáveis), de 2012, onde ele divide a tela com ninguém menos que Christopher Walken (outro gênio – under-appreciated- da atuação) e Alan Arkin. A química entre Pacino e Walken faz com que o filme pareça muito melhor do que é (e é bem divertido). A frase de Walken antes de eles detonarem a ação (“I´m all out of gun” – “Acabou meu chiclete”) já se tornou icônica.

    Algum dia falo de De Niro.

    Quanto a Djokovic, é claramente o rei supremo, impiedoso e dominante das hard courts, sem sombra de dúvida, com grande folga, sem ninguém no retrovisor.

    Por último, uma pequena homenagem ao sumido colega Pessanha, com suas previsões a la Chico Lang:

    “Rogério deve chegar à final dessa pandemia sem perder sets. Caminho tranquilo para o craque até a final.”

    Acho que essa previsão ele acertaria.

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Não acho Advogado do Diabo exatamente uma besteira – muitos tombam em confronto com sua vaidade.
      Mas Pacino é show, realmente é. Perfume de Mulher é o que ele fez de melhor, especialmente em duas cenas: a dança do tango em um restaurante e o discurso final no julgamento de seu pupilo.

      Responder
  21. DANILO AFONSO

    Eu não tive a honra de acompanhar outros clássicos no saibro nos anos 70, 80 e 90, mas tive o prazer de ver o auge do clássico NADAL x DJOKOVIC na terra batida entre 2011 e 2014, período que os dois estavam simultaneamente em alto nível e propiciaram verdadeiras batalhas de tirar o fôlego.

    Nadal que sempre sobrava fisicamente e mentalmente no circuito, se viu pela primeira vez diante de um oponente com as mesmas armas e intensidade. Um adversário que não temia longas trocas de bola e claro o seu venenoso e pesado forehand com muito spin.

    Nenhum tenista conseguiu incomodar tanto o espanhol com regularidade quanto o sérvio. No geral o espanhol levou vantagem tanto no quantitativo de vitórias quanto de relevância, pois venceu todos confrontos em Paris, mas ninguém exigiu tanto do espanhol fisicamente e mentalmente em vários jogos como o sérvio.

    Neste interregno tivemos 9 jogos fantásticos. Nadal vencendo 5 jogos e Djokovic 4.

    2011
    Em 2011, DJOKOVIC que já vinha fazendo um início de temporada fantástico, assombrou o mundo do tênis batendo Nadal em duas finais seguidas no saibro, a primeira na casa do espanhol, Madrid, e dias depois em Roma. Lembrando que na temporada anterior (2010), Nadal fizera a sua melhor temporada na carreira com 3 Slams e foi a única vez na carreira que conseguiu no mesmo ano vencer todos torneio Masters 1000 no saibro.
    Djokovic simplesmente aumentou o sarrafo que já estava alto demais, exigindo o melhor do espanhol.
    Naquela temporada o clássico não atingiu seu ápice porque FEDERER, em dia perfeito, venceu DJOKOVIC em 3 x 1 na semifinal de Roland Garros (tirou a invencibilidade do sérvio que perdurava 43 jogos), frustando os torcedores do sérvio e boa parte da mídia que queriam ver o tão aguardado duelo no palco principal, talvez porque sabiam que o suíço nas outras oportunidades não trouxera dificuldade para o espanhol, o que veio a se confirma com mais uma derrota do suíço (1 x 3).
    Fico imaginando como teria sido a final entre Djokovic e Nadal. O espanhol apesar de ter perdido os dois Master no saibro para o sérvio, em Paris o seu nível de concentração e entrega é diferenciado.

    2012
    Se na temporada anterior DJOKOVIC venceu os dois duelos, em 2012 NADAL foi soberano vencendo os 3 duelos no saibro (Monte Carlos, Roma e Paris). Apesar das 3 vitórias no ano, NADAL passou por dificuldade em Roland Garros. Venceu tranquilamente os dois primeiros sets, mas viu um DJokovic elevando o nível no 3º set com a quadra mais úmida , perdendo a parcial por 2 x 6. Djokovic vencia o 4º set com uma quebra (2 x 1) quando o jogo foi suspenso em razão da chuva aumentar o volume. No outro dia, com a quadra seca, o jogo foi outro, NADAL fechou o jogo em 7 x 5. O desfecho poderia ter sido outro se o jogo não fosse suspenso.

    2013
    Na temporada 2013, o clássico ocorreu duas vezes no saibro, uma vitória do DJOKOVIC por 2 x 0 em Monte Carlos, e uma vitória magnífica do NADAL por 3 x 2 na semifinal de Roland Garros. Um jogaço com a duração de 4 horas e 37 minutos (6–4, 3–6, 6–1, 6–7(3–7), 9–7).
    O duelo em Paris ficou marcado pela falta cometida pelo DJOKOVIC ao tocar na rede quando vencia o 5º set por 4 x 3 ( com uma quebra de vantagem). Sem dúvida foi maior chance de vitória do sérvio em Paris antes de 2015 e a mais dolorida também.

    2014
    Na temporada 2014, o clássico também ocorreu duas vezes. DJOKOVIC levou a melhor em Roma, 2 x 1, apimentando o clássico dias antes de iniciar RG. Porém, Nadal confirmou novamente o favoritismo em Paris, vencendo o duelo em mais um ótimo jogo, 3 x 1 de virada.

    Tivemos mais 6 duelos no saibro entre 2015 a 2019, na qual cada tenista venceu 3 jogos, mas sem dúvida abaixo do nível e emoção do período destacado no texto. Um ou outro estava se recuperando de lesão e/ou passava por má fase.

    Recomendo aos que acompanham o esporte a pouco tempo, assistir no youtube esses jogos memoráveis no saibro entre essas duas lendas.

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Danilo,
      Ótimo texto. Em 2011, a maioria esmagadora de quem acompanha o circuito queria ver na final Nadal x Djokovic. Recentemente em enquete num fórum estrangeiro essa final, que jamais ocorreu, de RG-11 entre Nadal x Djoko venceu de forma disparada como a final que gostariam de ter visto.
      Ficou acima da final hipotética de USOpen-10/11 entre Nadal e Federer e outras mais.
      A semi de RG-13 foi difícil de rever, só tive condições no ano passado. Infelizmente é inesquecível.
      E depois teve o UsOpen-13 ainda contra o mesmo Nadal em que Novak se auto destruiu. Quase quebrei a tv de tanta raiva do sérvio.
      No1E venceu Nadal na decisão do Finals-13 mas em 2013 só lembro dessas duas pesadas derrotas.
      O que me confortou foram as vitórias na semi de Wimbledon-18 e o atropelo na final AusOpen-19 contra o Nadal. O sérvio e o espanhol já estão quites.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Que interessante Marcelo saber que esse jogo que nunca aconteceu foi o mais votado pelo site estrangeiro.

        Eu costumo aceitar as derrotas doloridas do sérvio quando lembro que ele também teve vitórias apertadas que os adversário também mereciam.

        Esqueço a derrota de RG 13 quando lembro da vitórias histórica na final do Austrália Open 2012. Nadal também teve o jogo na mão no 5º set e perdeu.

        Lamentei a derrota do US OPEN 2016 para STAN, mas quando lembrei da vitória história em RG 2016, a chateação passou.

        Em 2019 Djokovic perdeu o US OPEN novamente para o STAN e no FINALS teve uma derrota dolorosa no tiebreak para o Thiem quando vencia por 4 x 1, mas quando lembrei da vitória épica no WB 2019, rapidamente aceitei a derrota.

        Na vida temos o desejo de querer vencer sempre em todos os sentidos (financeiro, amoroso, profissional e esportivo). É normal ganharmos aqui e perdemos ali. Mas não acostumamos aceitar essa realidade, queremos tudo perfeito e para ontem…kkk
        Ensino meus filhos que só valorizamos as vitórias porque provamos ou provaremos o gosto amargo das derrotas um dia. Valorizamos o título do nosso time porque muitas vezes já perdemos. Ficávamos felizes e orgulhosos quando conseguíamos um 10 na escola porque em outras oportunidades não tivemos o mesmo exito. Ficamos felizes com um bom relacionamento amoroso porque um dia tivemos frustrações com a mesma pessoa ou com outra na adolescência ou fase adulta.

        Enfim, aquele que reconhece e valorizara os momentos de alegria, assimilará melhor os momentos de tristeza e terá mais sabedoria para reencontrar a felicidade.

        Responder
        1. Barocos

          Danilo,

          Rapaz, sabedoria você tem em profusão. Meus sinceros cumprimentos a ti e aos seus pais, que fizeram um ótimo trabalho.

          Aliás, me encanta neste canto da Internet, sob a égide do benevolente e paciente Dalcim, o alto nível dos muitos comentaristas.

          Ao menos aqui podemos divergir civilizadamente de muitos outros, sem iniciar tempestades de discórdias inconcebíveis, ou quase isto. 😉

          Responder
      1. DANILO AFONSO

        Nobre ALEXANDRE SARTORI, Djokovic venceu NADAL em RG na temporada 2015. No texto eu destaco o auge do duelo, entre 2011 e 2014. Nadal em 2015 e 2016 passava por um momento de instabilidade e retorno de lesões. Por isso não considero esse período como o auge do duelo.

        Mudando de assunto. No dia 18/04 você me fez uma pergunta sobre os melhores sacadores. Segue abaixo a resposta:

        Aproveitamento de ACES (aces/por serviço)

        1 – Karlovic – 23,40%
        2 – Opelka – 22,93%
        3 – Isner – 20,86%
        4 – Raonic – 19,53%
        5 – Groth – 18,69%
        6 – Arthurs – 18,50%
        7 – Hohansson – 15,45%
        8 – Kyrgios – 17,94%

        15 – Roddick – 15,52%

        Quantidade de Aces na carreira

        1 – Karlovic – 13.633
        2 – Isner – 12.467
        3 – Federer – 11.344
        4 – Ivanisevic – 10.131
        5 – Lopez – 9.964
        6 – Roddick – 9.067
        7 – Sampras – 8.689
        8 – Querrey – 8.328
        9 – Ljubicic – 8.117
        10 – Krajjicek – 7.648

        Não consegui encontrar estatística que retrate saque não retornado (aces ou toques na raquete sem retorno), mas a estatística de Aces oferece um boa dimensão dos melhores sacadores.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Vale ressaltar que essa contagem de aces é válida a partir de 1991. E isso prejudica Ivanisevic, que fez 131 jogos nos três anos anteriores, ainda que ele provavelmente não tenha anotado 1.000 aces no período.

          Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que já respondi isso antes, Lucas. Acho o backhand do Wawrinka um pouco melhor. O suíço também pode ser tecnicamente um pouco mais completo – principalmente na rede -, mas Guga tinha mental e físico superior.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não me parece. Ele venceu justamente o primeiro Roland Garros (aliás também o primeiro Slam) da Era Pro, em 1968, e seus outros títulos no saibro depois disso não tiveram tanta representatividade.

      Responder
  22. Rubens Leme

    O projeto Passengers de Brian Eno com o U2 foi uma tentativa de um trabalho mais experimental, de texturas, mas que ficou famoso e imortalizado pelo hit “Miss Sarajevo”, um duo emocionante da banda com o falecido tenor italiano Luciano Pavarotti.

    A ideia nasceu graças a um concurso de Miss Sarajevo enquanto a cidade era bombardeada e as candidatas a miss subiram ao palco com um cartaz dizendo ” “Don”t let them kill us”. (“Não deixem que eles nos matem”).

    Estilisticamente, se aproxima muito dos discos de ambient music que Brian Eno fez toda a carreira, solo ou em parcerias – Robert Fripp, Harold Budd, com seu irmão Roger Eno ou até as faixas instrumentais com David Bowie dos discos Low e Heroes.

    Os fãs da banda destestaram, obviamente, pois não era um disco pop, apenas uma tentativa de explorar outros conceitos. Mas, de tudo, sobrou esse clássico e quem tiver tempo e vontade pode ler esse extraordinário texto sobre a canção e saber mais e até ver o vídeo.

    Se há uma coisa que gosto da imprensa portuguesa é que os articulistas são sempre muito cultos, sólidos e com argumentos perfeitos. O texto é longo, algumas expressões são estranhas, mas no final, muito agradável.

    Fernando Pessoa dizia que Brasil e Portugal são dois primos que nunca conversam ou se visitam. Está aí uma boa chance de desmentir o poeta.

    https://www.dn.pt/mundo/a-logica-quase-impossivel-da-beleza-como-arma-em-tempos-de-guerra-9382100.html

    Responder
  23. CUTRIM BOLIVIANO ENRUSTIDO

    Quem tem que se matar pra vencer RG é Nadal, pois sabe muito bem que com Nole na parada as chances dele nos outros Slama é pequena. E o Sérvio tava prometendo mais um ano fantástico com cheirinho de ouro nas Olimpíadas. Federer nem se fala, Nole já derrubou o mental dele, joga de teimoso e pra não ficar em casa com as crianças rs.

    Responder
  24. Oswaldo E. Aranha

    O grande escritor francês tinha poder de criação em suas obras, a versão local também tem muita imaginação e muito poder de criação.

    Responder
  25. Vitor Hugo

    Guga x Novak, técnica:

    Saque: Guga
    Devolução: Novak
    Backhand: Novak
    Forehand: Guga
    Voleio: Guga
    Slice: Guga
    Drop: Guga
    Smash: Guga

    Guga 6 x 2 Novak.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Tanto o backhand quanto o forehand são bem próximos.
      No físico, o sérvio ganha de lavada, pois tem mais resistência e velocidade, e é o que faz a diferença a favor dele.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não vejo grande diferença no saque, forehand, backhand ou slice. Djoko é melhor na rede e na devolução. Guga nos drops e no smash. Mas sempre é preciso pensar no equipamento que cada um usou e na época que viveram. Essas comparações são sempre complexas.

          Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      O voleio do sérvio é melhor.

      Em relação ao backhand eu daria empate.

      Os dois sempre tiveram muita facilidade com o backhand.

      Mas na paralela, eu sou mais o do Guga.

      Sem falar que se o sérvio não fosse tão rápido de pernas, a eficiência do backhand como um todo seria reduzido a metade…

      Responder
  26. Gabi

    lEvI sIlvA,

    ahhhh, pois é, bem que vc faz não ter tv a cabo e investir todo o dinheirão em outras coisas.
    Tem quem gaste todo o salário no bar; já eu gasto com a net já que amo muito ficar em casa – desde que não seja obrigada a isso ehehehe – e adoro uma tv.

    Vc tb, continue se cuidando!!

    Responder
  27. Vitor Hugo

    Assim como as finais em Wimbledon(2014, 2015) e a final do u.s open em 2015, Roger já não era uma garoto e sem a mesma energia de antes. Nas duas finais nq grama citada por mim, Roger jogou no máximo 70% . Em New York, jogou muito mal tbm. Se tivesse jogado um pouquinho melhor e não perdesse tantas chances de quebra e mais jovem, teria metido um 3x 0 tranquilamente.
    Não tem como questionar. Os dois no auge e com mesma idade, Federer é muito melhor que LIXOvice.

    Responder
  28. Vitor Hugo

    Agora vamos aguardar os próximos posts. Federer estará no topo da lista da grama, pois é o melhor da história na superfície. Assim como estará no topo da lista das quadras duras pois é o REI DAS HARDS.

    Mas o fato de estar no topo do piso verdo, o mais tradicional e mais importante, além de ter o MAIOR, MELHOR E MAIS IMPORTANTE slam de todos, WIMBLEDOM, já coloca Roger como o maior e melhor da história COM MUITA FOLGA.

    Responder
  29. periferia

    Olá Dalcim

    Outro dia conversando com um amigo …..falávamos sobre como o esporte virou um produto.
    Hoje existe toda uma embalagem para se vender o evento.
    Pegando o tênis como exemplo…..vemos hoje que o esporte depende quase exclusivamente dos investidores…..o esporte tem 3 mitos (mitos não…desculpe…essa palavra está muito desgastada entre nós brasileiros)…3 grandes jogadores.
    Mesmo assim é necessário se vender o produto .
    Um produto caro….muito bem embalado…e com um marketing certeiro para o esporte (pesquisa…pesquisa e mais pesquisa).
    Mas um esporte como o tênis…que tem 3 jogadores espetaculares…jogando na mesma época…..que tem tradição….afinal vários torneios com mais de 100 anos…..tem um público (apesar da faixa de idade alta) de grande poder aquisitivo…..precisa de toda esse investimento para se vender?
    Sou da época que especialista em ” marketing” era para vender produto ruim (quando o produto encalhava nas prateleiras…se contratada alguém para pensar em como desafogar o estoque).
    Por que produtos bons precisam de convencimento para serem vendidos?
    Vendo o desespero de Roland Garros para ser realizado….ou mesmo o US Open….vc nota uma forte ligação com a necessidade de busca do dinheiro….Wimbledon difere um pouco disso….por ter tradição…. o evento inglês é tratado como um evento purista….não se sujeita muito aos “especialista” de marketing (alguns deles já devem ter dito que uma roupa colorida venderia melhor o torneio)…mas Wimbledon é um caso raro …muito raro.
    De certa forma o esporte chegou em uma encruzilhada.
    O esporte aguenta um período de desintoxicação do vício financeiro?
    Todos dizem que o mundo sofrerá uma transformação após os eventos do covid19…sera que o esporte conseguirá voltar ao “purismo” do passado e deixar essa dependência do dinheiro?
    Como amantes do esporte…aceitaremos ele em uma embalagem menos chamativa?
    Ou a embalagem é que conta?
    Jogar com a raquete da marca do ídolo Nadal….o tênis do Federer….a camisa do Djokovic….o penteado do Raonic (o penteado do canadense parece colado…aquilo que é um penteado)….isso é que nos satisfaz no esporte?
    Acho que escrevi demais….desculpe.

    Abs

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      A necessidade do marketing constante é resultado da concorrência global. Temos produtos bons (além do tenis) e suficientes para consumir 48 horas por dia. Então, sem o marketing do tênis, vamos consumir futebol, vôlei, ufc, nba, nfl, filmes, series, programas jornalísticos (vários), parques, praias, cinemas, lanchonetes, museus, livros, roupas, redes sociais, etc., e vamos esquecer do tênis.

      Responder
      1. periferia

        Olá Rafael…

        Bom trocar letras contigo….o que critico está justamente na sua resposta.. .quando vc escreve “marketing global”….ou mesmo confirma que os esportes são “produtos”….algo está errado.
        A forma como consumimos o esporte é que critico.
        Não se pode assistir o Superbowl durante 4 horas e 20 minutos …sendo que a partida tem 4 tempos de 15 minutos (1 hora de jogo efetivo).
        Não se pode assistir um jogo da NBA durante 2horas 10 minutos sebdo que tem 4 tempos de 12 minutos e (48 minutos efetivo).
        Quando gostamos (falo por mim) de um determinado esporte…..nada me separa dele….pode existir outros esportes legais….interessantes….mas vou continuar gostando daquele determinado esporte e meu gosto ….meu amor pelo esporte não pode ficar atrelado a uma pessoa que fez propaganda e marketing …e que muitas vezes não entende o sentimento de alguém que gosta de um determinado esporte.

        Abs

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Caro Periferia, boa tarde!

          Compreendo perfeitamente seu ponto de vista e o subscrevo, pois nutro sentimento bastante semelhante.

          Me parece também que, em muitos casos, outras coisas são bem mais levadas em consideração do que o esporte em si (não que, da minha parte, não poderiam ser, é claro que podem). Caro, por causa disso, às vezes, no cotidiano, eu sinto uma falta imensa de estabelecer um diálogo verdadeiro que possa ter em conta os aspectos que fazem um esporte ser uma prática digna de admiração, para além daquilo que já é propagado e tornado uma perene platitude dia a dia em torno dele. (Muitas vezes eu vejo esse diálogo sendo feito aqui no Blog.)

          Exemplo disso é que, em algumas situações, raramente inicio uma conversa sobre basquete, tênis e até mesmo, para o meu espanto, futebol (o esporte mais proeminente no país), por já saber de antemão que aquilo que poderia ser de um interesse mais, digamos, peculiar, mais específico, mais intrínseco e mesmo mais relevante sobre tal esporte (como a performance dos atletas e das equipes, as estratégias adotadas, a influência dos técnicos e das gerações pregressas, os evidentes e merecidos méritos do oponente, a beleza dos movimentos corporais e das jogadas realizados, as origens de um esporte — como o Dalcim fez no site TênisBrasil sobre o tênis de forma exemplar mês passado — etc.) é geralmente varrido pela necessidade muitas vezes única de se confirmar uma pretensa superioridade de determinado lado e, por tabela, por um anseio de se sentir superior (até quando isso é um flagrante inverdade).

          Acho que uma certa desvalorização do esporte em si em detrimento de alguns dos elementos que o circunscrevem (“vencer pelo simplesmente vencer” — ainda que de forma duvidosa e inescrupulosa, desmerecimento irracional e levianamente injusto da figura de determinado adversário, as richas que se formam entre seus adeptos) pode ser talvez, em grande parte, resultado dessa condição que você descreve e da qual ele é concebido.

          E esse é um dos motivos de eu gostar tanto, mas tanto mesmo dos Jogos Olímpicos (dentre, claro, outras muitas competições esportivas magníficas e diferentes), pois eles, embora não estejam inteiramente livres dessa condição, ainda parecem guardar e preservar um sentimento de que a esportividade é a coisa mais importante. Pode ser uma tremenda ingenuidade da minha parte — mas tudo bem.

          Ainda é possível cultivar uma inspiração, um espírito esportivo quando se prestigia uma modalidade ou um grupo de atletas.

          Um grande abraço, Periferia, e uma boa semana a todos!

          Responder
          1. periferia

            Olá Felipe

            Concordo inteiramente….
            Devemos preservar o sentimento de esportividade….como vc bem escreveu….ela serve de inspiracao para nossa formação….aprendemos com ele.
            Vivemos em um mundo em constante mudança…tudo é muito rápido ….e muitas vezes não temos a percepção que estamos perdendo algo importante.

            Boa semana…
            Pra nós.

        2. Rafael Azevedo

          Olá, Periferia.
          Quando eu me referi ao marketing global e às competições de esporte como produtos, eu estava apenas querendo fazer uma analogia à divulgação do esporte e às nossas preferências.

          Por exemplo, até uns 4 anos atrás eu não curtia Futebol Americano. Não era um “produto” que eu consumia. Eu era da turma que, com preconceitos, achava que era mais um esporte americano, sem noção e sem graça, como o beisebol (outro preconceito meu). Porém, de tanto ver propagandas no ESPN (canal onde eu costumo assistir futebol, tênis e NBA), eu resolvi, aos poucos, tentar entender o Futebol Americano e acompanhar partes de alguns jogos. Hoje, eu acho a NFL um campeonato fantástico e superemocionante. Mas, o mesmo não ocorreu com o Beisebol (tentei…mas ainda acho sem graça. rsrs). Nesse ponto, o marketing, como uma forma de divulgação, é importante.
          Quando eu citei um “mercado global”, eu quis dizer que as redes internacionais (internet e TV a cabo) nos aproximaram a vários outros “produtos”, que passamos a gostar (como no exemplo da NFL, acima). E, se não houver uma esforço de divulgação me lembrando do quanto eu curto o tênis, há o risco de eu gastar todo o meu tempo e dinheiro consumindo os outros “produtos” e me esquecer desse esporte fantástico. Isso ocorre, não porque eu não curto o tênis, mas porque vivemos distraídos em um mundo de “produtos” legais, suficientes para preencher mais do que 24 horas do meu dia. Lembro que na minha juventude, os meus esportes preferidos eram o Futebol e a F1. Por quê? Isso é óbvio! Eram os únicos que eu acompanhava, porque, na minha casa, só se assistia TV Globo! Hoje, não curto mais F1. Descobri outros “produtos”, através do “marketing global”!
          (Ps.: Sempre leia “produto” como um evento que eu curto!)

          Porém, como todo lugar com muita audiência, surge um negócio lucrativo. Aí, nesse ponto, eu compreendo o que você quer dizer. Aproveitando-se das audiências, há um Business que quer lucrar a todo custo, com direitos de transmissão, vendas de ingressos, vendas de produtos (no sentido literal da palavra – raquetes, roupas, vídeos, munhequeira etc.), mega-eventos etc.
          E, nesse negócio, muitas vezes a paixão pelo esporte e suas nuances, que os fazem ser fantásticos, são muitas vezes colocados de lado, pelo bem do lucro. Por exemplo, canais de TV abertas não transmitem tênis por não terem um tempo fixo de duração (algumas partidas podem demorar 5 horas e isso é inviável, economicamente, para esses canais). Assim, eles gastam o marketing com os “produtos” mais lucrativos (que não geram esse desperdício, devido à falta de controle no tempo), como o Futebol e F1. Para isso, tentam criar ídolos (Neymar, Ronaldo e cia), para nos convencer de que esse é o melhor produto. Esse é um exemplo de como às emoções do são controladas de acordo com as necessidades do mercado, “porque se alguém achar que o tênis é mais emocionante que o futebol, o negócio vai afundar…”. Outros exemplos, são os horários em que algumas partidas são realizadas para se adequar às grades de horário.
          Nessa questão, concordo que a transformação do esporte em um produto, e a ação do marketing, tira a essência do mesmo.
          Porém, sabemos que esse esporte “profissional” é um “produto” da indústria do entretenimento. Sem ela, só teríamos acesso à competições amadoras e de bairro. Então, temos que “aceitar” essas distorções. Eles têm que lucrar, isso é fato! Eles não construíram esse mercado porque amam o esporte, mas porque enxergaram uma oportunidade de lucro, devido às altas audiências!

          Cabe a nós, em espaços como esse, e nas redes sociais, realizar o marketing “puro”. Com o objetivo de divulgação e demostração dos pontos fortes dos esportes que amamos.

          Dalcim, perdão pelo texto grande. Não consegui ser mais sucinto (ainda tenho a sensação que está faltando falar algo. rsrs)

          Responder
          1. periferia

            Olá Rafa.

            Compreendi…e entendo seu ponto vista……vc tocou no ponto que mais incomoda …
            Quando vc escreve…
            “Esse é um exemplo de como às emoções do são controladas de acordo com as necessidades do mercado”…….isso é uma verdade imutável hoje em dia…..principalmente no esporte……mas também na literatura….no cinema…ate na politica (era dos marqueteiros) …em tudo que aprendemos a gostar.
            De certa forma estamos falando da mesma coisa e defendendo a mesma coisa….eu com um violino (sonhando) e vc com a realidade .
            É prazer Rafael.

            Abs

  30. Marcão

    Neste vídeo da final de RG1978, me chamou atenção a facilidade com que Borg venceu os seus jogos, com direito a triciclo na segunda rodada e a bicicleta na semifinal! A própria final, contra Villas, foi quase protocolar. Como passei a acompanhar tênis de Guga para cá, me assustei com o ritmo lento da partida. Bem sei que o material era outro e o físico também era outro, mas me parece, e aí talvez vocês possam me ajudar, que o tênis era bem menos competitivo. Talvez não rolasse tanta grana ou não fosse tão universal, mas é quase impensável que nos dias de hoje o próprio Nadal aplicasse 6-0 6-0 6-0 numa segunda rodada de RG.

    Responder
  31. lEvI sIlvA

    Dalcim, se não me engano, em 2004 Guga tirou o então N° 1 Roger Federer com triplo 6-4 nas QF em RG. O que pode dizer desse jogo, levando em conta que o brasileiro já estava com evidências da lesão que o aposentou? Outra coisa, claro, no campo das hipóteses. Até onde imagina, Guga poderia ter chegado numa carreira sem esse problema? Levo em conta também, que Rafael Nadal, o “rei do saibro” estava iniciando sua espetacular carreira na superfície.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Foi na terceira rodada, Levi, e Guga jogou um tênis esplêndido naquele dia, tomando iniciativa antes de Federer. Curiosamente, o suíço havia ganhado no primeiro duelo entre eles no saibro de Hamburgo, dois anos antes. Em 2004, Guga já tinha mesmo problemas físicos e isso só isso o impediu de chegar ao tetra, batido pelo Nalbandian nas quartas. Depois pegaria Coria e Gaudio com amplo favoritismo. Uma pena. Guga teria pelo menos cinco títulos em Paris não fosse a lesão.

      Responder
  32. Heitor

    O STF usa e abusa de regras próprias, ignora a Constituição Federal e normas processuais. O tribunal político parece encasquetado em dar ‘outro rumo’ para o país. Será que seus ministros notaram a inviabilidade do eventual impeachment e resolveram ‘fabricar’ uma solução Tabajara?

    O planinho do golpe é o seguinte: o STF quebra as pernas do presidente da República e entrega o paciente na Câmara Federal. Ela, por sua vez, dando continuidade ao tratamento, quebra-lhe o pescoço. Tudo feito debaixo das barbas dos ‘xerifes’ da Constituição. Situação surreal!

    Responder
    1. Jonas

      Não acho que tenha flor que se cheire no STF.

      Mas o Moraes não poderia permitir uma nomeação dessa.

      Não pq o Ramagem é amigo do Bolso (sabemos que são bem próximos) , mas por desvio de finalidade, pois havia o intuito de obter informações políticas de Bolsonaro na PF, ou no mínimo, era bem suspeito.

      Isso fica claro naquele print do Moro. Não sei se Moro agiu certo, ele escolheu partes convenientes pra mostrar…

      Bom, Moro afirma que vai apresentar provas à justiça, vamos esperar.

      Responder
    2. Gabi

      Como muito bem disse hj o sempre muito sensacional Hélio Schwartsman:

      “…Vivemos num sistema constitucional que dá ao Judiciário a última palavra em todas as questões que envolvam a interpretação da lei.

      Minha objeção é que o fato de o STF ter poder para fazer algo não implica que deva usá-lo. Como já disse aqui diversas vezes, um sistema que confere tamanha força ao Judiciário só funciona bem se seus órgãos de cúpula souberem exercer a autocontenção, em especial nas questões que envolvem a separação de Poderes.

      (…)
      Isso significa que Bolsonaro deveria estar livre para interferir na PF? É claro que não. Mas o remédio para mais essa iniquidade do ex-militar é um processo por crime de responsabilidade ou por infração penal comum, não o encurtamento dos poderes presidenciais”.

      Responder
      1. periferia

        Olá Gabi

        Talvez não seja porque o país uma alma parlamentarista dentro de um sistema presidencialista?
        No parlamentarismo o voto de desconfiança pode derrubar um governo…..outro assume sem grandgrandes traumas….e a vida continua.
        O presidencialismo necessita do viés político dos togados….muitas vezes a solução não é constitucional…é política…..o Collor não saiu por causa da Elba….ou a Dilma não saiu por causa das pedaladas…..saíram por não ter mais condições de governar.
        Queremos um judiciário igual o americano…..que tem mais 120 anos de experiência e uma constituição sólida …enquanto aqui vamos de emenda à emenda…interpretando a interpretação constitucional….o que faz do judiciário um mediador.

        Abs

        Responder
        1. Gabi

          Concordo com vc sobre a solidez das instituições americanas e sobre a fragilidade das nossas…

          Mas, mesmo nos eua, por exemplo, em várias jurisdições, juízes são escolhidos em eleições diretas. O resultado é uma forte tendência ao populismo judicial, no qual juízes muitas vezes se parecem mais com políticos do que com magistrados que se guiam por uma atuação técnica…

          Mas, voltando ao impeachment, muito interessante a tua observaçao, a ideia realmente é que ele sirva para corrigir um dos principais problemas dos regimes presidencialistas, que é a rigidez excessiva.

          Mas não sei se a solução seria o extremo oposto de convertê-lo num análogo do voto de desconfiança no parlamentarismo. O que se busca com o impeachment- e, em última análise, com a democracia- é um equilíbrio entre rigidez e flexibilidade, entre mudança e preservação de consensos.

          Na real, o instituto do impeachment, que copiamos dos americanos, não foi concebido para substituir a Justiça. Um dos pavores dos “founding fathers” era o de que o regime presidencialista degenerasse numa espécie de monarquia. Foi para combater essa tendência que os federalistas decidiram limitar os poderes da Presidência num sistema de freios e contrapesos. Um dos mecanismos utilizados é o impeachment.

          Esticando um pouco mais a nossa conversa, por tudo isso que a democracia acaba sendo o menos pior regime político: alternância de poder. É preciso que valha a pena, para a parte derrotada, esperar algum tempo para voltar ao poder em vez de recorrer à violência para tentar se impor. E esperar será a solução racional apenas se a parte vencedora não puder usar o poder do Estado para perseguir implacavelmente a oposição ou criar políticas que não possam ser revertidas no futuro.

          A gente pode ou não acreditar nisso, mas é forçoso reconhecer que votos, nas urnas, são um meio melhor do que tiros para afastar um líder que se tornou detestável.

          Responder
          1. periferia

            Olá Gabi.

            Perfeito….concordo com vc sobre os fundadores…acho mesmo que a constituição americana ( com forte influência francesa) foi uma forma de resposta a monarquia inglesa….seus colonizadore.
            De certa forma…nosso sistema presidencialista de coalizão é quase um parlamentarismo branco ….executivo está sempre de joelhos…ou para o legislativo ou judiciário.
            Acho que o presidencialismo funciona (mesmo que caoticanente…como no caso Bush x Gore) apenas nos Estados Unidos.
            Mesmo o parlamentarismo tem seus problemas….Hitler assumiu o poder com pouco mais de 30% dos votos (Hindenburg venceu…..mas entregou o poder aos nazistas)…e deu no que deu.

            Abs Gabi…..aprendo muito.

  33. Barocos

    Dalcim,

    Infelizmente, por hora, me vejo obrigado a concordar integralmente com a ordem da sua lista, contra fatos não há argumentos. Tenho, entretanto, uma grande esperança que o guerreiro dos Balcãs seja promovido à 2ª posição até o fim da sua carreira espetacular.

    Grande texto e ótimos argumentos. Aguardando ansiosamente pelos próximos capítulos!

    Saúde e paz!

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      4 SLAM no barro seria incrível, mas se ele ganhar mais 1 já seria muito neh.

      Depois desse otimismo Barocos, você de fato demonstrou que é um torcedor Nolista faixa preta 3° Dan.

      Perdoe-me por ter esquecido semana retrasada de escrever seu nome na relação de passageiros da Kombi ViP. Pensei no seu nome, mas esqueci de citar.

      Responder
    2. Vitor Hugo

      Segunda colocação? Sério isso!? Está pra nascer um outro jogador dos Balcãs que consiga tal feito. Não é nada impossível, pois ali toda hora sai jogador bom.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Verdade, Miguel.

        Grande ator.

        Tem um papel que ele interpreta um ladrão que se faz de retardado – filme que ele protagoniza com o Robert de Niro que é um show!

        Até lamentei a Marvel ter tirado dele do papel de Bruce Banner e dado ao Mark Rufallo.

        Responder
        1. Miguel BsB

          Rapaz, A Outra História Americana tb é um filmaço! Não vou nem falar do Clube da Luta, que já é um clássico absoluto…

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            A Outra História Americana, realmente é um filmaço, juntamente com o xará Edward Furlong, o mesmo do Terminator 2.

  34. Oswaldo E. Aranha

    Falam bastantes de seleção brasileira de futebol; para mim a melhor foi a de1958. Quando falam de 58 e 62 enaltecem, com toda a razão, Pelé e Garrincha, entretanto cometem uma grande injustiça não citarem Didi, o construtor da jogadas, e Vavá, responsável pelos gols decisivos.
    A seleção dos tenistas, acredito que esteja no forno do Dalcim, esperemos antes de palpitar. Não vale tentar diminuir a importância de outro tenista para exaltar o de sua preferência, é jogo baixo.

    Responder
  35. periferia

    Olá Dalcim.

    Qual jogador vc considera o mais dominante (não melhor….e sim aquele que dominou seus adversários por algum tempo) ?
    Em qualquer época….com qualquer raquete.

    Responder
  36. Jonas

    Mais uma vez o sportv mostrando a reprise do US Open 2015.

    Final tensa pela torcida enchendo o saco, mas o Djoko venceu de novo, o cara é um gelo.

    Federer tentando de tudo, inclusive aquele SABR kkkk resultado? Levou dois lobs seguidos humilhantes.

    Complicado para o Federer. Já são NOVE anos sendo entubado pelo Djokovic em Grand Slam. Isso até quando o suíço joga super bem, como ocorreu em Wb 2019.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Já reparou que em 99% dos seus comentários, o parceiro cita o Craque ? Fica frio que você não vai ver de novo alguém meter 96 Winners no grande defensor. Agora , que tal falar mais de Rafa Nadal que está à frente do Sérvio tanto no Saibro como em Número de SLAM . Já sei … Não pode porque a turma dele também está na Kombi ! rs Abs!

      Responder
      1. Gildokson

        Verdade Sérgio, esse vem sendo o comportamento padrão aqui nos últimos 2 anos no mínimo, a união das duas torcidas contra uma, muitas vezes parece que todos torcem pra um tenista só rsrsrs
        Quero ver quando o gênio parar e a disputa sobrar para os 2, vamo ver até onde vai esse casamento kkkkkkkk

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          Nobre Gildokson, os dois tenistas tem algumas semelhanças que unem boa parte das torcidas: deixam o coração em quadra como poucos, não há bola perdida, e também são detentores de um mental absurdo.

          Ademais, se realmente isso vem ocorrendo, pode ter certeza que alguns torcedores do FEDERER contribuíram com a aproximação natural das torcidas rivais, quando aqueles colocam seu ídolo intocável ou quando pejorativamente lançavam mão da expressão “maratênis” para resumir o padrão de jogo do sérvio e espanhol.

          Torço muito para que o espanhol ultrapasse os 20 Slams, juntamente ou não com o sérvio.

          Responder
          1. Gildokson

            Danilo eu concordo com boa parte do que você disse, inclusive apesar de não ter o costume de usar a expressão “maratênis” eu sou um dos que concordo com ela. Calma… calma, eu sei muito bem que esses dois monstros são muito mais do que apenas isso. Mas que o circuito ficou à feição para aqueles que mais se esticam pra devolver uma bola a mais… ahh ficou hein, e como ficou.
            Mesmo assim tenho certeza que essas semelhanças que você citou serão esquecidas no dia que o trono estiver em disputa apenas pela dupla.

      2. Luiz Fernando

        Meu caro, se alguns estão na kombi, outros estão na carroça, a duvida é em q posição kkkkkkkkkkkkk. Grande abraço kkkkk…

        Responder
      3. Luiz Fabriciano

        Ahhhhh prezado Sérgio, tu queria que o colega falasse de que?
        Do jogão entre Djokovic e os dois japoneses do AUSOpen desse ano?

        Se você considera o suíço “o craque”, nada melhor que falar de um jogo em que outro tenista deu um baile no “craque”, não achas?

        Menção honrosa: o que foram aqueles dois lobs, quase simultâneos?

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Ah tá.

          Então agora o Federer não é o mais craque, não é o tenista mais espetacular?

          Craque é o “chatovic” porque aplica lobs, de vez em nunca?

          Só rindo mesmo… (rs)

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Rodrigo, nessa tu faltaste à aula de interpretação.
            Federer não deixou de ser craque. Nem se eu quisesse.
            O que eu disse foi uma coisa completamente diferente.
            E lobs de vez em nunca é forçação de barra sua.
            Abraço.

    2. DANILO AFONSO

      Essa final exigiu muito do mental do DJOKOVIC, algo próximo da final de WB 2019.
      Djokovic teve que salva mais de 20 break points em games de todos os sets. Federer em 2015 estava “voando” durante toda temporada. O jogo foi tenso.

      Essa final ficou clara para mim que estávamos diante do futuro novo rei do piso HARD, sensação esta que foi corroborada após a conquista de outros Slams e Masters no piso.

      A final foi um show de técnica, tática, vigor físico e mental do sérvio. Mostrou todas as armas contra o então melhor jogador do piso. Ele honrou nesta final o que aos poucos estamos ouvindo e iremos ouvir mais futuramente: Estamos diante do jogador mais completo da história.

      Ahhh !! Não podemos esquecer que nesta final, Djokovic teve que manter a concentração após ralar e sangrar algumas partes do corpo e jogar contra uma torcida contrária muito muito barulhenta, que comemorava até quando ele errava o 1º serviço. Qual tenista suportaria tal adversidade e atmosfera jogando contra o FEDERER em um Slam ???

      Mas o Guerreiro Sérvio não deixou passar barato o “apoio da torcida”. Após conquistar o suado título, soltou o grito que ecoou no estádio e tvs pelo mundo:

      ” THIS IS SPARTA”

      Responder
      1. Jonas

        Parece que foi ontem esse jogo. Era o Djoko levando seu 10° Grand Slam.

        Federer, bom lembrar, estava bem fisicamente. Problema dele era sempre o Djoko.

        Em Wimbledon 15 o cenário foi parecido, só que o Djokovic venceu com ainda mais facilidade.

        Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Realmente começou a acompanhar Tênis em 2008 kkkkkkk . Que mais técnico de que história ? Inacreditável rsrsrs Abs!

        Responder
  37. Rafael Azevedo

    Dalcim, em um eventual duelo de 10 partidas entre Nadal e Borg, quantas vitórias o Borg teria, na sua visao?
    Obs.: sei que são épocas distintas, mas tentando fazer a comparação sobre o nível de cada um diante da sua geração.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É realmente muito difícil avaliar gerações tão distintas. Mas olha o spin do Nadal não faria grandes estragos no backhand do sueco e, mesmo guardada a diferença de épocas, Borg tinha uma movimentação incrível. Sacava também muito bem, imagino o que faria com uma raquete moderna. Mentalmente os dois se parecem muito e Borg nunca teve problema em se adaptar contra canhotos (Vilas, Connors, McEnroe, Tanner). Então acho que Nadal ganharia 6 de 10.

      Responder
  38. Gabi

    Demoro o triplo do tempo pra fazer faxina. É uma varrida, um gole de cerveja e uma sambadinha. Uma privada limpa, mais uma cerveja e duas sambadinhas. Vou ter que ver isso aí.

    Responder
      1. Gabi

        Só faço assim. Se não, nem faço rsrs

        Concordo contigo sobre o descumprimento da quarentena. Nós socados em casa loucos para sair enquanto os debiloides espertinhos colocando tudo a perder.

        Responder
  39. Vitor Hugo

    Quando digo que Federer é melhor que Novak nos três pisos em que o esporte é disputado, me baseio na hipótese dos dois terem a mesma idade, e terem começado a jogar o circuito na mesma época até os 39, 40 anos e sem Rafa Nadal.
    Tenho certeza ABSOLUTA que Federer teria mais títulos de slam que Novak em todos os pisos e boa margem no geral. Tipo 25 x 20 sendo generoso com o sérvio.
    É uma opinião bem viável. Minha opinião. As meninas podem chorar à vontade.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O Federer da entressafra era bem vulnerável e sofria inclusive contra um Nadal adolescente. Se tivesse enfrentado um Djokovic já maduro e com o problema do glúten resolvido, teria perdido 4 de cada 5 jogos. Certeza absoluta.

      O suíço da década de 2010 era melhor, mas não o suficiente para bater Novak muitas vezes.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Um cara aos 19 anos com físico de vaca premiada é um adolescente ??? Com SLAM e QUATRO MASTERS 1000 no bolso em Pisos diferentes ? Esse Ranking do Saibro mexeu mesmo com a cabeça do Piloto da Kombi kkkkkkkk Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Nadal é um dos tenistas mais precoces da história, junto com Hewit.

          O espanhol rapidamente dominou o saibro, mesmo sendo bem jovem.

          Nos outros pisos ele teve bastante dificuldade, até por ser muito novo. Não víamos, por exemplo, o Nadal chegando bem no Australian Open e no US Open, coisa que só foi acontecer a partir de 2009.

          É até sacanagem comparar o Nadal de 2010, 2013 com aquele “adolescente” de 2005-2007.

          Responder
          1. Paulo Almeida

            A sorte do Fregueser da entressafra é que o Nadal não avançava nos torneios, Jonas, mas quando o fazia, sempre tirava sangue do suíço.

            Repito: Djoko de 2011-2016 ganharia 80% dos jogos daquela versão.

    2. Luiz Fabriciano

      Por que você não sugere à Federer que desafie Djokovic no torneio virtual. Acho que lá a idade será irrelevante.
      Sugira à ele também que Nadal não participe.

      Responder
      1. Jonas

        Luiz Fabriciano, o Marquinhos confia muito nesse argumento de idade, o defende com unhas e dentes, sabemos.

        Como ele gosta bastante desse papo de idade e acredita que Fregueser ficou velho em 2011, acho que Renato/Marquinhos pensa que Federer tem 16 Grand Slams até hoje.

        Explico: os títulos/vitórias/derrotas de 2017 não entram na conta do Renato, pois Federer tinha 35 anos, tava bem velho mesmo. Me corrija se eu estiver errado.

        Responder
  40. Gabi

    – mamãe, mamãe, de onde viemos?
    – filho, o homem é descendente de Adão e Eva.
    – mas o pai falou que o homem descende do macaco.
    -uma coisa é a família do teu pai, outra coisa é a minha.

    Rsrsrs.

    Responder
  41. Heitor

    Li aqui no tênisbrasil que uma academia conseguiu sua abertura judicialmente.
    Mas agora to vendo o jornal e, primeiro, muitas pessoas em sp saindo de casa e, pior, se aglomerando. Teve até partida de futebol em Guarulhos. Tb apareceu que sp pretende endurecer as regras de isolamento social, inclusive fechando ruas.
    Que B. Depois de 1 mês e meio em casa, Era para estarmos começando a relaxar as medidas mas como tem muita gente descumprindo as regras, voltamos para casa.

    Responder
  42. Carlos

    Dalcim, nas menções honrosas vc disse que Bruguera ganhou 1 master series (1x Hamburgo) mas na verdade ganhou 2x em Monte Carlo. Foi um baita jogador de saibro na época dele, poderia estar entre os top 10 do piso.
    Quanto aos norte-americanos, alguns se davam muito bem na terra batida apesar do saibro praticamente inexistir por lá, com destaque pro Courier e Agassi (que só não ganhou mais master series no saibro porque costumava pular todos eles e ir direto pra RG ou no máximo jogar Roma). Até o Michael Chang obteve seu maior título no saibro, tendo jogado duas finais de RG.

    Responder
  43. Vitor Hugo

    Pensando bem, não faz sentido Muster na frente de Federer, assim como Novak, já que Roger é melhor que o sérvio nos três pisos em que o esporte é disputado.

    E se Bruguera tem dois títulos em RG, merece estar no top-10…

    Responder
  44. Fernando Augusto

    Nadal é o Rei do saibro; Federer é o Rei da grama; Djoko é o Rei do sintético….os três são os maiores de todos os tempos e morre o assunto, até pq nunca vai haver consenso nessa discussão

    Responder
  45. Vitor Hugo

    É bom deixar claro que, Nadal tem todos esses títulos em RG porque 90% dos seus maiores rivais, incluindo Novak e Federer, preferem as hards ou grama ao invés do barro, o que facilitou e muito a vida do espanhol.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Vitor Hugo . STANIMAL disse semana passada o que todos já sabiam. Jogador com Back Simples não arruma nada com o Touro no seu habitat. A não ser que Thiem desminta a todos depois de 15 anos. Mas aí não vale pois Rafa faz 34 agora em maio. Abs!

      Responder
  46. Luis

    Dalcim se Federer tivesse conseguido o matchpoint que ainda os Federistas sonham rs e até deve o Federer na quarentena comendo chocolate kkkk,Djokovic sempre diz que a épica final de Wimbledon foi um dos 2 maiores jogos da sua carreira junto aquele interminável com Nadal na Austrália,Dalcim como lembrou o Jonas se Federer tivesse conseguido o 9 título em Wimbledon não deixaria dúvida de que seria o Suíço o 1 da lista na grama? Dalcim sugestão você fazer um top 10 dos seus jogos favoritos essa de Winbledon Federer X Djokovic foi grande jogo,menção também a Semi Federer X Nadal Wimbledon2019 e Nadal X Djokovic na semifinal de 2018 acho

    Responder
  47. Rafael

    Na grama, Federer e Sampras são melhores que Djoko, por um fator muito simples: no. de Wmbledons, não tem o que discutir.

    Assim como a recente (de alguns anos pra cá) freguesia de Federer pra Djoko em Wimbledon, também não tem o que discutir.

    São Nos., e números não mentem.

    Djokovic foi o maior prejudicado, em termos de ranking e recorde de semanas, com a pandemia. Neste ano, como o Dalcim bem relatou, pintava um ano histórico para ele. Mas isso já ficou pra trás.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Permita-me discordar , caro Rafael. O próprio Novak reconheceu a partida espetacular do Titio , aos 38 , em Wimbledon 2019 . “ Não errei nada nos pontos importantes. Daí digo que está entre as duas melhores exibições da minha carreira “ . Sem essa de freguesia. Jamais soube de algum Tenista que tenha jogado neste nível ao final de carreira. Connors ? , Rosewall ? Laver? . Dificilmente será batido o Recorde do mais velho N 1 da era Profissional. A não ser que Novak Djokovic me desminta. Rafa Nadal já disse que não. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        O que Novak disse não desqualifica a freguesia real em Wimbledon. São três seguidas lá e mais uma no US Open no pacote.

        Responder
      2. Rafael

        Caro Sérgio,

        Sim, sim, reconheceu. E fez certo em reconhecer, pq Federer poderia muito bem ter vencido.

        Reconhecimentos merecidos à parte, Novak venceu o jogo e aumentou a freguesia em Wimbledon.

        Abs

        Responder
  48. Miguel BsB

    Senhores, estavam falando de Copas e de Dom Diego no post anterior…ontem a SporTV reprisou Argentina x Inglaterra 86…
    O Pibe só não fez chover nesse jogo…jantou os ingleses de todas as maneiras.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Um Craque na acepção da palavra . Mas longe da longevidade em altíssimo nível de outros concorrentes. E a final demonstra claramente que seu time em nada ficava a dever ao alemão. Assim como Romário, Dom Diego não ganhou a Copa sozinho. Mas os Hermanos levariam sem ele ? Claro que não caro Miguel rsrsrs Abs!

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  49. periferia

    Olá.

    Como era lento o futebol em 62…..parecia outro esporte….o Didi pegava na bola no meio campo …enquanto estava com a bola era possível jogar uma partida de dominó até ele completar o passe.
    Era uma marcação a quilômetros de distância.
    Acho que era porque o escrete de ouro estava um pouco “velhão”….a maioria era remanescente de 58.
    Por isso é difícil comparar gerações…..em qualquer esporte….como evolui as coisas.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ainda bem que o parceiro não viu como os caras aqueciam. É de morrer de rir , caro Periferia. Daí Pelé sempre estar à frente do seu próprio tempo. Já era um Atleta naquela época. Abs!

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  50. Oswaldo E. Aranha

    Nunca fui um fã de Hewit, desde o tempo que jogava com o Guga, e agora muito menos pela declaração que deu em apoio ao austríaco.
    Delcim, desculpa mas, sem qualquer restrição aos méritos do Ademir da Guia, o título de “O Príncipe” é exclusivo do Danilo Alvim, jogador do Vasco e da seleção brasileira.

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    1. lEvI sIlvA

      Oswaldo, meu caro, a coisa vai muito além no caso do “mala” australiano…
      Soube muitos anos atrás, de um tremendo papelão do jogador, que repercutiu muito mal na época. Hoje, não duvido, seria muito pior!!
      Numa partida entre Leyton Hewitt e James Blake, num dado momento o australiano acusou o juiz de linha ( negro, tal qual James Blake) de estar marcando bolas a favor do americano seguidamente e tudo, por conta tanto um como o outro ser negros, como podia ser de outra forma?
      Enfim, já não simpatizava com a figura, daí ele faz uma presepada dessas…
      PS. Eu nem mesmo vi a cena, apenas li a notícia. Mesmo assim, ficou marcado na memória!

      Responder
  51. CUTRIM BOLIVIANO ENRUSTIDO

    DJOKOVIC NÃO TEM MAIS TÍTULOS EM RG POR PURA FALTA DE INTERESSE, NÃO VALE APENA DUELAR COM NADAL LÁ, SE JÁ VENCEU E TEM OS OUTROS SLAMS PRA VENCER COMO FAVORITO QUASE SEMPRE, NA ÚLTIMA DÉCADA. MAS, TEM TENIS PRA VENCER DE NOVO QUANDO QUISER RG JÁ VENCEU NADAL LÁ NUM SONORO 3 A 0 E EM TODOS OS OUTROS GRANDES PALCOS DO SAIBRO NA ATUALIDADE.

    Responder
    1. Marcilio Aguiar

      Concordo que tem capacidade de vencer RG novamente, mas não “quando quiser” e sim quando fizer por merecer. Também não dá para concordar com “falta de interesse” ( desculpa se foi ironia e eu não tenha entendido).

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    2. Jonas

      kkkkkk falta de interesse.

      Não ganhou mais ali pq existe o Nadal.

      E hoje em dia temos o Thiem, que provavelmente vai suceder o Nadal como dominante no saibro.

      Concordo que o Djoko seja bastante versátil, além de excelente saibrista. Ele e Federer teriam mais títulos no piso se não fosse por Nadal.

      Responder
  52. JAN DIAS

    AGASSI acabou de dar uma entrevista pro jornal alemão Bild 📰 dizendo que o FEDERER é o maior jogador de tênis de todos os tempos.. 🎾
    Há 6 anos atrás ele disse que era o NADAL.
    Daqui a 2 anos ele vai dizer que é o DJOKOVIC e encerra a questão…kk 😅

    Mas, brincadeiras à parte, achei curiosa (estranha?) essa mudança de opinião.. eu sempre achei que ele tinha um pouco de reserva ou rancor em relação ao ROGER, mas enfim..

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Sampras, Agassi, Laver, Becker, Big Mac…. É quase unânime entre os maiores da história que Federer é o maior e melhor de todos.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      JAN , na boa. É incrível como Ex – Tenista muda de opinião várias vezes e fala bobagem. Nem GUGA escapa. Sabemos que todos tem uma vida Social atribulada. E alguns adoram umas , digamos , ” biritas ” rs. Daí tome de besteiras .Wilander é disparado o bobo da corte na TV . Abs!

      Responder
      1. JAN DIAS

        Eu sei, mas agora já tá publicado..kkk..
        Ou será que em vez de birita foi um “elogio” pra pôr + pressão no FEDERER?
        Agora, o WILLANDER foi minha grande decepção, porque eu o vi jogar, gostava muito dele, mas como comentarista ele e o PAT CASH são dois desastres…

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        1. Rubens Leme

          Vendo o terceiro gol do Brasil, com o lançamento antológico do Gérson, me lembro de uma entrevista com o ponta-direita do São Paulo, Terto, que era veloz, mas limitado. Ele conta que jogando pela seleção paulista, desperdiçou uns 3 lançamentos de Rivelino, porque não conseguia dominar a bola. O camisa 10 do Corinthians foi se irritando e no intervalo chegou perto do camisa 7 e perguntou: “pô, quando o Gérson te lança você mata todas no peito e arranca. Por que comigo, não?”

          Sem graça, afinal era o Riva, ele disse: “vai me desculpar, craque, mas o lançamento do Gérson vem limpinho, macio, fácil. A sua bola é um inferno, cheia de rosca, de efeito, ela parece um tijolo de tão forte e não consigo encontrar o tempo dela”.

          Rivelino aceitou as desculpas e voltaram para o segundo tempo.

          Responder
          1. Marcilio Aguiar

            O Riva encontrou um parceiro perfeito para seus lançamentos de Gil do Fluminense (apelidado de bufalo gil, devido à potencia do arranque e um trocadilho com o Bufallo Bill). Sobre o canhotinha de ouro, certa vez ouvi depoimentos de Cláudio Carsughi e de Tostão em dois episódios que que demonstram o quão inteligente e observador do jogo era o craque:
            1) Tostão conta que na copa de 70 contra o Uruguai, o Brasil perdia no primeiro tempo e o jogo estava amarrado. Gerson chamou Carlos Alberto e Clodoaldo e disse mais ou menos isso: hoje eu não consigo jogar, a marcação está em cima então eu vou recuar atrair a marcação para trás e o Corró vai jogar mais adiantado, com liberdade. O resultado é que no final do primeiro tempo Clodoaldo empatou o jogo de dentro da área, justamente fazendo o que não era o seu hábito.
            2) Carsughi contou que na final do campeonato paulista de 1970 o São Paulo precisava vencer o Palmeiras. Quando entraram em campo o Gerson reuniu os seus companheiros e disse: Esqueçam o que o técnico falou no vestiário. Fulano você cola no Ademir da Guia e não deixa ele jogar e o resto deixa conosco. O resultado é que o São Paulo venceu por 1×0 e venceu o Palmeiras que era um timaço.

            Uma coisa é certa. Os times brasileiros de hoje e principalmente a seleção estão carentes de lideranças que enxerguem o jogo dentro do campo e tenham a capacidade de ajudar os técnicos, em vez de trata-los como “professor” em uma subserviência burra. Saudações

        1. José Nilton Dalcim

          Caramba, isso é quase como decidir o Goat… rsrs… Meu coração me obriga a falar Ademir, mas o Galinho está atrás por um fio de cabelo.

          Responder
  53. Rubens Leme

    Dalcim, vendo essa lista, percebo que nós vivemos grandes momentos do esporte (em homenagem ao programa) e você, mais do que eu, por ter uma década a mais, inclusive de Ademir da Guia. Minhas primeiras memórias esportivas são a final do Brasileiro de 1978, o 4×1 em cima do Flamengo, em 1979 (aquele Palmeiras do Telê merecia um título), alguns jogos da Copa de 1978 (estava mais preocupado em colecionar as tampinhas de garrafa de refrigerante com as carinhas dos jogadores) e a final de Wimbledon, de 1980.

    Em termos “profissionais”, estreei aos 11 anos (também em 1980), quando comecei a comprar semanalmente a Placar, assistia todos os jogos de futebol e tinha devoção (como quase todo brasileiro) pelo Brasil de Telê.

    Levava a Placar escondida para a escola e lia com os colegas a cada intervalo. Alternativa a revista com os romances de Agatha Christie e Georges Simenon. A espera para o Mundial da Espanha foi angustiante e até hoje me recordo, reclamar com a minha mãe que ainda faltavam alguns meses pro Brasil ser campeão. Nunca um período (1980-1982) foi tão longo e esperado.

    Aquela foi a época doce em que conversava semanalmente com o meu avô, pelo telefone (ele faleceria em 1985) e quando o visitava ficávamos horas falando e vendo futebol. Eram tempos diferentes… sem tecnologia, internet, ficava o dia todo andando com minha caloi 10 pela cidade, jogava bola, sumia pelas ruas, bem diferente da molecada milenial que só fica olhando para a tela do seu celular e tirando foto olhando para o espelho e fazendo pose.

    Em termos de tênis, podemos morrer sossegados: vimos o que tinha para ser visto, da era Borg-McEnroe-Connors a atual. Ninguém, nunca, jamais arranhará o que todos esses caras fizeram. Duvido. Não acho que os jovens de hoje ou daqui 20, 30 ou quando estivermos mortos serão capazes a terça parte. Há talento no circuito, mas não aquele fogo, aquela paixão, aquela luz que separa os bons dos imortais.

    Se a covid ou qualquer praga nos assolar, poderemos ter em nossas lápides o título de um dos grandes livros de Pablo Neruda: “Confesso que Vivi”.

    E, como meu caro, Dalcim, e como.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa eu já comecei a sofrer na Copa de 70 e no Palmeiras de 1969… rsrs… E tênis me empolguei em 77 com o Borg. Só faltou vermos o Laver.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ele abriu 4 x 1 no Quinto Set . E Jimmy Connors foi buscar o 4 x 4 e Saque. O Norte-Americano vibrando muito. O ICEBORG consegue a quebra e serve para a Vitória. Depois o Sueco se ajoelha e comemora ao seu estilo. A FINAL anterior em Sets diretos contra Nastase em WIMBLEDON 76 , já passou em Canal aberto com Rui Viotti. E esta em 77 , naquele domingo ensolarado , você lembra em que Canal e com qual narrador meu caro Dalcim ? Abs!

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            A voz do Tênis , então na Tupi , deixou a Globo de cabelo em pé com essa Final de 77 . Em 78 já comprou os direitos. Léo Batista e Álvaro José foram tocando o barco até Luciano do Valle transmitir a mais que Épica Final de 80. Não esquecendo que aos sábados os duelos femininos de Evert x Martina também eram transmitidos. Bons tempos!!! Abs!

      2. Marcilio Aguiar

        Prezados, permita-me intrometer na conversa de palestrinos. Torcer para o palmeiras nas décadas de 60 e 70 era moleza. Somente… “coisas que só o coração pode entender” explicam a razão de um garoto de 9 anos em 1967 (no auge do sofrimento), no sertão da Bahia, começar a torcer para o SCCP e sofrer desse mal até hoje. Considero que sou um sujeito bem racional e equilibrado nas emoções, porém torcer para o Corinthians foi uma espécie de penitência que paguei em boa parte da vida rsrsrs. No mais, estou com vocês na felicidade de ter visto grandes times/seleções de futebol dos anos 70 e 80 e ter me apaixonado pelo tenis ao acompanhar, o máximo possível, a carreira do grande tenista sueco e de seus grandes rivais. Saudações!

        Responder
          1. Marcilio Aguiar

            Rsrsrs. Longe de mim tal tendência, apenas um profundo sentimento de solidariedade pelos que sofrem e passam dificuldades. Mas valeu a pena o sofrimento daqueles anos, pois ainda consegui ver Roberto Rivelino no Pacaembu no início dos anos setenta, . Meu eterno ídolo, apesar de não ter ganho nenhum título.

      3. Rubens Leme

        Eis o VT completo de 1977 e sabe o que é curioso? Connors e Borg estão vestindo as mesmas roupas de outras finais posteriores. Essa camisa do Jimbo com riscos vermelho e azul é quase tão lendária quanto a indumentária Fila do Rei dos Reis. E como eram justas e coladas ao corpo.

        Vale a pena (re) ver, Dalcim. E de novo e de novo e de novo etc e tal.

        https://www.dailymotion.com/video/x1iu2ze

        Responder
        1. Rubens Leme

          Marcílio, duro foi ser palmeirense nos anos 80. Depois de 1976, fui ver meu time ser campeão aos 24 anos em 1993, após 15 anos de derrota inacreditáveis. Essa história do Gerson contra o Uruguai ele contou algumas vezes, mostrando que em campo resolviam meio que na hora. Isso é curioso, porque há uns dois anos vi uma entrevista do atacante francês Henry contar que levou uma bronca incrível do Guardiola, em um jogo da Champions, após marcar um gol, pelo Barcelona contra o Benfiica ou o Porto.

          Tudo porque a função dele era jogar pela esquerda, mas em um ataque, ele que tinha ajudado a desarmar lá atrás, foi pelo outro lado e se apresentou pelo meio, onde deveria cair o Messi e fez o gol. Pensou que Pep iria ficar feliz e se surpreendeu ao tomar uma bronca por ter saido de sua faixa lateral. Guardiola dizia que deveria respeitar rigidamente o combinado, porque, do contrário, prejudicaria a marcação na frente.

          O futebol se tornou quase um outro esporte. Repare que o Félix, goleiro do Brasil era um dos mais baixos do time, não chegava a 1,75 m e jogava sem luvas.

          E Rivelino fez tanto a fama de Búfalo Gil que ele acabou indo para a Copa de 1978. Nesta época já estava no Botafogo.

          Responder
    2. Barocos

      Rubens,

      Você me fez lembrar o Paulo Mendes Campos, que em suas crônicas finais mostrava-s tremendamente saudosista. Tinha motivos para isto, devo reconhecer, viveu uma das fases mais extraordinárias da história humana e, em particular, da sociedade brasileira. Do ponto de vista cultural, bons tempos.

      Quando esta tempestade passar, não apenas a causada pelo vírus, mas esta ainda mais dolorosa, causada pelas hordas de sacripantas e profetas da iniquidade, e a história há de ser inclemente com estes arrivistas, espero que possamos estar vivos para comemorar e enveredar por longas discussões sobre o valor dos jovens atletas da época quando confrontados com os gigantes de outrora, idem na música.

      Carpe diem.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Paulo Mendes Campos não merece ser rebaixado a mim. Aprendi a lê-lo na série Para Gostar de Ler, quando publicavam os volumes com ele, Drummond, Rubem Braga e Fernando Sabino. Aquilo me marcou muito, tanto que até hoje a conservo. O Encontro Marcado, do Sabino é um dos livros da minha vida, assim como Drummond e até o velho Braga.

        Sobre os arrivistas, infelizmente, teremos mesmo o fim deles. A vida e a história são inclemente com todos, nada somos ou importamos. Sobre falar dos atletas de hoje x os de outrora, é simples: Sempre o passado.

        Obrigado pela comparação, ainda que totalmente exagerada. Ganhei meu dia. Tomara que vá depois dos arrivistas.

        Responder
        1. Marcão

          Ah, mas que lembra, lembra. “É amanhecer chorando, anoitecer dançando. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa”. É a forma como pula de Edward Norton para Al Pacino, de William Faulkner a Rubem Fonseca, de Bjorn Borg para Novak Djokovic, de Maradona a Ademir da Guia, ou de Novos Baianos para aquelas bandas que jamais ouvi falar. Sem, contudo, descambar para o pedantismo, e revelando a inabalável fleuma de descer ao parquinho para conversar com os meninos que sonham ser adultos e a suprema generosidade de ouvir os adultos que sonham ser meninos.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Esta citação do Paulo Mendes Campos é sensacional. Aliás, agradeço pelos elogios, mais uma vez. Eu não sei algum de vocês leu – com certeza sim – essa coleção do Para Gostar de Ler. Era obrigatório na minha escola ter aqueles livros bimestrais. Eu nunca os lia para a prova, só depois quando não tinha mais nota. Um que me acompanhou por anos, a ponto de decorar páginas todas foi o Bola Na Rede, do Armando Nogueira. Decorei todas as histórias. Esses Para Gostar de Ler eram minha diversão nas noites de insônia quando criança, eu simplesmente não dormia.

            Acho curioso como as pessoas estão sofrendo em ficar em casa na quarentena ou com a família. Para mim é mais um motivo para ficar em casa e ficar me divertindo. Adoro filmes policiais dos anos 70 e 80. Hoje revi a estreia do diretor irlandês Neil Jordan, Mona Lisa, que deu indicação ao Oscar ao baixinho Bob Hoskins. Que filmaço.

            Neil é um destes diretor que faz poucos filmes, mas todos os seus primeiros trabalhos são obras primas. Uma pena que gente como ele hoje tem muito pouco espaço , ja que vivemos a era dos superheróis e filmes dos bilhões. A Companhia dos Lobos, Fim de Caso, Michael Collins, Traídos Pelo Desejo, Nó na Garganta, Não Somos Anjos (refilmagem com Sean Penn e Robert de Niro e Demi Moore)…só filmão.

            Ele não apenas dirige como escreve. Um de seus romances chegou a ser editado aqui – Linhas da Vida – e outro de contos, Night in Tunisia, permanece inédito. Ele faz parte da minha obsessão irlandesa. Quando tinha 18, 20 anos, era maluco pelo U2 e ele dirigiu o único clip da banda que jamais foi ao ar – Red Hill MIning Town – porque Bono achava que seria possível reproduzi-la ao vivo pela altura das notas. Assim, não foi editado em single. É um cara completo, um Woody Allen mais seletivo e com todo aquela melancolia irlandesa.

            Aliás, segundo a lenda “os irlandeses são o único povo imunes à terapia”. Tudo eles consertam com briga ou bebendo hectolitros de guinness. Meio parecido com os russos, que tudo curam “com vodka”. E sauna, para ajudar a combater o coronavirus, segundo Lukashenko , presidente da Belarus (https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2020/04/19/presidente-de-belarus-sugere-tratar-o-coronavirus-com-vodka-e-sauna.ghtml).

            PS: aliás, alguém falou que queria uma cópia de As Duas Faces do Crime e achou apenas por 100 reais. Tem uma aqui no Mercado Livre por 24,90, O cara diz que é original, mas é bom perguntar antes de comprar – https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1436103753-dvd-original-as-duas-faces-de-um-crime-richard-gere-_JM#position=11&type=item&tracking_id=126bbbf5-e249-4648-8d39-456849071a87

    3. Sérgio Ribeiro

      Pois é , parceiro . Como já vi que a memória está boa , que tal no ano seguinte ( 80 ) , com Carpeggiani , Andrade e ZICO , Tita , Nunes e Adílio , Fla 6 x 2 Palmeiras no Brasileiro. ZICO 2 , Tita 2 , Nunes 1 , Toninho 1 . Técnico : Cláudio Coutinho. Abs!

      Responder
      1. Barocos

        Sérgio,

        Nem deveria ter sido homologado o resultado daquela partida, colocar uma SELEÇÃO como era o time do Flamengo contra equipes paulistas da época era muita covardia!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Boa , Barocos . Acredito que o amigo seja o único Paulista que apreciava aquele timaço rs. Brincadeira , pois Zico somente jogou uma vez na Vila Belmiro. O próprio Santos mudava o jogo pro Morumbi ou Pacaembu, porque sabia que era casa cheia na certa. Idem para Palmeiras e Corinthians. São Paulo então foi sempre Morumbi e Maraca . Abs!

          Responder
  54. Rafael

    Alguém já parou pra pensar na humilhação à qual milhões estão sendo submetidos ao implorar pelo auxílio miséria de 600 merrecas, quando comparado as centenas de milhares de vezes mais que um brasileiro médio paga de impostos?

    O povo brasileiro é o mais pacato, conformado e submisso que conheço. Conheço MEIs, empregadas domésticas registradas, comerciantes etc que chegam a checar 50 vezes por dia o status de seu processo. Chega a dar uma certa dó, se a raiva pela situação não fosse maior. A repórter da Globo News Mariana Beltrão não conseguiu segurar o choro outro dia, quando relatava sobre as filas (e aglomerações, que eu achava que o governo queria evitar) das pessoas na CAIXA, o “banco de todos os brasileiros”, tentando inutilmente receber essa esmola, que sim, faz diferença pra muita gente. Que desespero. Que desgoverno. Que nojo da política.

    Sim, estou falando de novo sobre algo que disse que não falaria mais. Não pude me conter.

    Responder
    1. Barocos

      Rafael,

      Indignação, verdadeira, com a triste situação alheia, é um das mais belas provas de caráter, algo muito diferente do que é traduzido em uma sentença estupidamente curta como “E daí?”.

      Nossos piores demônios, algumas vezes, não estão dentro de nós.

      Responder
    2. Gabi

      Sem contar os milhares de brasileiros que sabem que não têm direito ao benefício mas mesmo assim se cadastram para recebê-lo. Vai que…, né? Isso obviamente não somente impacta num atraso no pagamento de quem efetivamente precisa como empaca o funcionamento do sistema…

      Responder
  55. Rafael

    Uma reflexão:

    Quando vc participa de um espaço público como este e se expõe, está sujeito a todo tipo de interação (ou nenhum, se for ignorado). Infelizmente, nem toda interação é positiva. Como disse o Barocos (em outro contexto), nesses casos, o melhor é se AFASTAR. E como disse o personagem de Denzel Washington, em The Equalizer, “You pray for rain, you gotta deal with the mud too.” (algo como: Quando você reza por chuva, tem que lidar com a lama que a chuva produz).

    Dito isso, minha última e definitiva resposta (se for publicada), está abaixo da última provocação, na pasta anterior. Não postei aqui para não poluir esta pasta.

    Responder
  56. Marcilio Aguiar

    Lista perfeita. Talvez o Federer merecesse estar um pouco acima do 10º, por ter enfrentado Nadal em 4 finais de RG e algumas outras em Roma e Monte Carlo, além de te-lo vencido em Hamburgo. Isso é a minha visão mas é um critério subjetivo.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Correção : CANSAÇO. Alguns querem Bruguera no TOP 10. O Espanhol operou realmente milagres. Contra GUGA , o Manezinho deitou e rolou pegando na subida e com curtinhas contra um jogador que jogava a 100 metros da base. Tomou um chocolate em Sets diretos na FINAL de Rolanga. Menção honrosa acredito estar de bom tamanho pra ele. Jamais venceu Moyá. Abs!

        Responder
  57. JAN DIAS

    A recusa de THIEM em ajudar financeiramente 💰 os tenistas de menor ranking me remeteu imediatamente à recusa dos jogadores do PSG ⚽️ (inclusive do tio Neymar) em reduzir seus salários 💵 por conta da crise gerada pelo CORONA VÍRUS…

    É triste ver jogadores milionários se mostrarem tão mesquinhos e egoístas…

    Responder
    1. Fernando

      Ele não se recusou a ajudar todos os tenistas de menor ranking pelo que foi divulgado. Ele disse que não acha que alguns (talvez poucos) merecessem, pois não tinham mérito para tal (não se dedicavam à carreira).

      As interpretações estão muito extremistas. Não precisamos ser 8 ou 80. Tem espaço para várias nuances no meio.

      Responder
      1. heitor

        sim. foi o que eu disse para a jan na pasta anterior mas acho que ela nao leu nem o comentario nem a materia inteira sobre o thiem.

        Responder
      2. JAN DIAS

        Minha intenção não foi ser extremista, só achei que ele podia ter pensado melhor antes de dar essa declaração..
        Na verdade o foco do meu comentário eram os jogadores de futebol que ganham 10 vezes mais que qualquer tenista e não tem a capacidade de sacrificar 1 centavo sequer de seus salários pra ajudar os outros…

        Responder
    2. Rafael

      Concordo. Também é triste ver a RECUSA de nossos nobres deputados federais, capitaneados pelo DIGNÍSSIMO Rodrigo Maia, em diminuir seus nababescos proventos, dignos de um príncipe árabe, em 50%, enquanto a maior parte da população brasileira encontra dificuldades para pagar as contas mais básicas, assim como a RECUSA dos mesmos em transferir verbas do MILIONÁRIO fundo eleitoral para ajudar no combate à pandemia. Que inveja da primeira ministra da Nova Zelândia!

      Que país é esse? (Toca Legião ou Capital Inicial, ao gosto do freguês, ao fundo)

      Responder
      1. JAN DIAS

        Os políticos brasileiros são uns vampiros sanguessugas do inferno! Aliás nem no inferno vão ser aceitos porque é concorrência desleal com o capeta…

        Responder
    3. Rubens Leme

      Mas é por isso que ricos são ricos, porque nunca abrem mão de nada. São os mais insensíveis, pão duros, os que mais reclamam dos preços, que pedem mais descontos, que reclamam de dar gorjetas. Conheço bem o tipo, pessoas que gastam 2 mil reais em um sapato sem piscar e 10 minutos depois reclamam porque foi criticado por não dar 2 reais de gorjeta no posto de gasolina pro menino que encheu o tanque dele, lavou o para brisa e encheu os pneus.

      Responder
  58. José Eduardo

    Olá Dalcim!

    1 borg; 2 nadal; 3 muster; 4 vilas ; 5 lendl ; 6 wilander; 7 nastase; 8 orantes; 9 courier ; 10 panatta;

    de onze a vinte: (sem ordem): kuerten, gomez, clerc; bruguera, a. medvedev; djokovic; noah; agassi; solomon; thiem;

    de vinte e um a trinta (sem ordem): kent carlsson; coria, ferrero, federer; higueras; mecir, corretja, gerulaitis, e. sanchez; dibbs;

    de trinta e um a quarenta: dibbs; kafelnikov, novacek, m. norman, kodes; mancini, arias; rios; sundstrom; edberg (sim!);

    de quarenta e um a cinquenta: ramirez; jaite; leconte; a. costa; gaudio; j. fillol; c. costa; wawrinka; davydenko; gustafsson;

    mas sempre falta alguém!!
    abraço.

    Responder
  59. Jonas

    Nadal NUNCA será superado no saibro, pois dominou ali na era mais difícil do tênis, com Novak e Federer.

    Djokovic até fez cócegas no espanhol, o venceu em algumas finais importantes e fizeram jogos duríssimos em RG.

    Federer é inegavelmente bom no saibro. Porém, a meu ver, bem abaixo do próprio Djokovic no piso.

    Querem comparar o Federer com o Nadal no saibro? Simples, a distância real entre eles é o 61 63 60 na final de RG 08, um treino de luxo mais uma vez para o jovem Nadal.

    Agora, a melhor versão do suíço no saibro foi em 2011. Jogou muito, porém amarelou na final contra o Nadal.

    Quanto a grama, pelos títulos, acredito que Federer lidera como o maior.

    Freguês eterno do Novak, como todos sabemos, só que o sérvio tem 5 títulos ali até o momento contra 8 do suíço.

    Responder
    1. Jonas

      Neste momento, na ESPN EXTRA, está passando a reprise da semi do AO 2012, Nadal x Federer.

      Foi um jogaço. A meu ver, Nadal estava em ótimo nível, acima daquele Nadal de 2009.

      Federer idem. Qualquer um poderia ter levado, só que naquele momento, Nadal tinha vantagem mental sobre o suíço. Hoje, isso parece ter ficado pra trás.

      Responder
      1. Petros

        Considero essa derrota do Federer como a mais difícil de digerir para o Nadal em Slams. Teve break acima nos 3 primeiros sets, sendo que desperdiçou no segundo e terceiro sets. No quarto, teve um break point com Nadal sacando em 3 x 4 em que à direita saiu por milímetros.
        Depois teve 2 game points no 4 x 4 e foi quebrado.
        Por fim, teve mais dois breaks com Nadal sacando pro jogo mais o espanhol salvou ambos, inclusive um com uma defesa que caiu na linha do fundo de quadra.
        Até hj não da pra acreditar que Roger perdeu aquele jogo!
        Pra mim, teve até mais chances que na final de 2009.

        Responder
        1. Marcelo-Jacacity

          Jonas e Petros,

          Estava assistindo ontem essa semi de Australian Open de 2012 entre o Nadal e o Federer e não lembrava que o suíço tinha desperdiçado tantas chances, as vezes cheguei a duvidar: será que o Nadal chegou à final mesmo? Federer teve um caminhão de chances.
          Hoje não teve jeito, fiquei curioso para rever a outra semi de quase 5 horas, mas confesso que vi os melhores momentos de 40 minutos apenas, não o jogo na íntegra, entre o Djoko e Murray: Incrível como o Andy jogou! A esquerda já era assinatura mas a direita dele estava fulminante. Também pensei: como o Djoker conseguiu chegar a final? Incrível!
          Enfim, semis não menos históricas que a final.

          Responder
          1. Jonas

            Eu sempre gostei muito de assistir o Australian Open. Só que o de 2012 foi sensacional.

            Federer x Nadal foi um ótimo jogo.

            Mas Djoko x Murray me surpreendeu demais. Conseguiu superar o nível da final.

            O Murray foi agressivo e estava com o backhand afiado, além de conseguir se manter mentalmente forte.

            O Djokovic mereceu vencer no detalhe. Ele faz um winner impressionante, ao enfrentar um break point decisivo no 5° set. Imagino que ali o Murray deve ter pensado “não é possível, de onde ele tirou essa bola”. Isso, se não me engano, no 5-5, break point Murray…

            E em menos de 48h temos aquela final que dispensa comentários né…foi um torneio muito marcante.

    2. Sérgio Ribeiro

      Pra variar ,falou , falou e nada… não é mesmo Jonas ? Federer deu uma aula naquela Semi 2011 no Sérvio e perdeu pro Rei como sempre. Não Amarelou coisa alguma. Você está cansado de saber que Novak também é freguês de carteirinha do Espanhol no Saibro . E 4 x 4 com o Craque nesta superfície. Vou pedir pro Piloto te tirar da Kombi se não fizeres o dever de 🏠 direito rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Jonas

        Ele teve a chance de derrotar Nadal naquele dia e não o fez, deixou de levar o primeiro set por um capricho .

        Sim, acho a versão de 2011 do Federer a melhor no saibro, bem acima de 2006/2007.

        E no ano seguinte, ele foi dominado por Novak nas semis. Há um equilíbrio no H2H apenas.

        No geral, claro que o Djoko é superior ao Federer no saibro.

        Responder
  60. JAN DIAS

    Dalcim,

    Como disse o Sérgio no comentário, sua lista do saibro está irretocável mesmo, só podia ter o ROGER um pouquinho mais pra cima, tipo 8° lugar..kk 🥉

    Responder
  61. Eduardo

    Top a lista Dalcim. Uma pergunta para o Sr. Quais os adversários do circuito atual você acha que teriam a maior chance de ganhar do Nadal numa final de Roland Garrros? Thiem, Djokovic, Stan …. ?

    Responder
  62. Rubens Leme

    Ô Dalcim, ainda que extinto, faça um do carpete. Adorava este piso. McEnroe, por exemplo, venceu 43 dos seus 77 título neste piso. Becker, 26 em 37. Vamos nos divertir um pouco mais.

    Responder
      1. Rubens Leme

        Por que exatamente extnguiram o carpete? Pra tal uniformidade dos pisos? Eu sei que ele era extremamente prejudical às articulações e às vezes haviam torções pavorosas. Também era o piso favorito dos norte-americanos. Achei uma pena, deveriam ter mantido ao menos, uns cinco ou seis no atual circuito.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Também acho que poderia ser mantido, principalmente quando vemos esses jogadores como Borg e Vilas achando um jeito de ganhar nos pisos tão velozes. Era total versatilidade.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Sim, num piso chamado Greenset. St. Petersburgo seguiu no carpete até 2013 e em 2015 voltou como sintético mais emborrachado, o Rebound Ace de agora.

  63. Rafael Azevedo

    Dalcim, nas menções honrosas você cita 2 bicampeões de RG. Por que você não os colocou no top 10, se tem tenistas com apenas 1 título lá?

    Responder
  64. Paulo Almeida

    “Sérgio Ribeiro
    29 de abril de 2020 às 21:46

    Sugiro que leia TODOS os comentários, para não postar bobagens , caríssimo Almeida . Mais abaixo está bem claro que o PAI DO PLANO REAL , se chama ITAMAR FRANCO. Se o “ Impulsivo” parceiro não sabe , FHC foi tirado pelo Presidente, das relações exteriores, para a Fazenda ou Economia , como queira. Com carta branca pra montar uma equipe que utilizou a URV como transição para o Real. De quase 2000 % ano de inflação em 92 com Collor , para 18,5 % de julho a dezembro de 94 . Abs!”

    Você que postou mais bobagens como sempre, caro Ribeiro.

    O pai do Plano Real chama-se Gustavo Franco, mas o mérito pode ser dividido com outros membros da equipe econômica que também acreditaram na ideia. Nem Itamar e nem FHC são pais de nada: eram meras figuras decorativas.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O amigo já foi Presidente ? Se desse errado a culpa seria do Itamar que nomeou FHC … que nomeou uma penca inclusive o excelente Gustavo Franco. Como deu certo … rs E desde quando Novak é o segundo no Século 21 ? Somente por der batido uma vez um lesionado Touro em RG ? Além de ser freguês de carteirinha do Rei do Saibro ( 7 x 17 ) , perdeu as 8 primeiras e as 3 últimas rs Duvido que GUGA não daria mais trabalho para Sua Majestade no barro. Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        PS. Em maio de 1993 , o Quarto Ministro da Fazenda nomeado por Itamar Franco , FHC , nomeou Gustavo Franco como seu Secretário Adjunto de Polícia Econômica do Ministério da Fazenda. Transferido no mesmo ano para Diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central , ficou no Governo até 1997 já com Fernando Henrique na presidência. Tudo isto está no filme rs Abs!

        Responder
  65. Rubens Leme

    Acho que valia um adendo ao Jimmy Connors, com 15 títulos no saibro, incluindo o US Open de 1976, feito neste piso (na verdade o har-tru verde), em cima de Bjorn Borg (aliás, em 4 finais no saibro, há um empate de 2×2 entre os dois), assim como há outro 2×2, com Vilas, no mesmo piso. No geral, foram 24 finais na terra, com 15 títulos. Nada mal.

    Ah, Connors é o único tenista a vencer o US Open, nos 3 pisos diferentes: grama (1974), saibro (1976) e dura (1978, 1982/83).

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida Connors foi gigante, mas saibro é Roland Garros antes de qualquer coisa, Leme. E você sabe que ele não jogou lá muitos anos por questões pessoais.

      Responder
  66. Paulo Almeida

    DjokoGOAT é claramente o segundo melhor saibrista do século 21. Como é o tenista mais versátil da história, joga igualmente bem em qualquer piso.

    O rei do hard, da grama e do tênis em geral possui 1 Roland Garros passando por Thiem e Murray e mais 9 Masters 1000 de peso, vencendo o Nadal em 5 deles. Além disso, ainda foi o único a bater o rei do saibro em sets diretos em sua casa na França.

    Responder
  67. periferia

    “As pessoas vão ter que pensar em todas as variáveis e pontos que vão ser pensados para que alguma política possa ser desenhada em algum ponto no futuro e ter uma segurança necessária. Se liberar uma diretriz dessa soar como orientação ou recomendação isso seria muito ruim, o que não é o caso”, afirmou o ministro da saúde do Brasil. Nelson Teich no dia de hoje (30/4).

    Aqui na periferia não entendemos nada….não teria algum auxiliar no ministério (de preferencia concursado)para traduzir isso para o periferianez.

    Responder
    1. Barocos

      Periferia,

      Pois é meu caro, o sujeito está fazendo de tudo para não desagradar o chefe, então, convenhamos, mesmo que seja muito técnico, ainda que virologia e epidemiologia não sejam as especialidades dele, não tem como forjar uma mensagem minimamente coerente e direcionada já que isto irritaria o atual “mandatário” (acho que os membros das instâncias superiores da justiça brasileira não utilizariam esta designação!).

      Para nossa infelicidade, temos vários políticos aboletados em posições importantes que não só desconhecem o valor da ciência como, ainda por cima, tentam passar por cima dela.

      Lembrando o que disse, na ocasião da investigação do acidente da Challenger, o grande Richard Feynman: “For a successful technology, reality must take precedence over public relations, for Nature cannot be fooled.”. Na ocasião, 7 vidas foram perdidas, na atual crise, infelizmente, serão milhares. E podemos dar como certo que a mesma estratégia utilizada pelo ídolo do mesmo, lá nos EUA, será empregada aqui: minimizar/ridicularizar os esforços dos outros e, principalmente, atribuir as graves faltas cometidas a qualquer coisa que não os próprios atos.

      Saúde e paz.

      Responder
  68. Gildokson

    Dalcim, você ja deve imaginar que esse top saibro vai ser de boa… no top grama um pouquinho de discussão… mas quando for o top cimentão rsrs a polêmica vai explodir kkkkkkkk

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Também acredito nisso, Gildokson. Eu também fico em dúvida entre vários nomes, porque afinal o sintético é o piso predileto da maciça maioria nas últimas duas décadas pelo menos.

      Responder
  69. Vitor Hugo

    Pelo amor, a discussão aqui é o saibro, mas Novak não está nem perto e não faz nem cócegas se comparar o currículo do suíço com o do sérvio no piso verde. Federer tem uma dezena de títulos mais, além de muito mais títulos em wimbledon. Djokovic não está nem no top-5. Federer, Sampras, Borg, Laver e mais um ou outro tenista do passado estão à frente dele tranquilamente.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Sim, venceu três vezes Roger em finais em Wimbledon, mas todas com o suíço com idade superior a 31 anos e longe do auge. O sérvio não enfrentou o melhor Federer na grama, enquanto o suíço enfrentou o melhor sérvio.

      Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Até você , JAN ? Nessa Épica Final , ninguém merecia perder. Novak parecia Ali contra Foreman. Apanhou que nem mulher de malandro ( 96 WINNERS ) , e desferiu dois golpes mortais salvando os Matchpoints. Assim como Ali , o Sérvio não pode ser diminuído. Desculpe ! rs Abs!

          Responder
          1. JAN DIAS

            Eu sei que o jogo foi muito disputado, é que o ROGER teve a Vitória na mão e deixou escapar.. foi nesse sentido meu comentário..kk

        2. Vitor Hugo

          Vc tem toda razão. Federer perdeu em 2019 mais do que Novak ganhou. Roger fez dez pontos a mais além de ter feito o dobro em winners.

          Responder
    2. Paulo Almeida

      Djokovic ganhou todas as finais de Wimbledon contra meu Federer, logo admito que ele é o melhor na grama mesmo (Renato/Johnny/Vitor Hugo).

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Você deveria depois deste TOP 10 do Saibro , aprender de uma vez por todas , que o h2h pouco importa perto das Conquistas. Daí o Sérvio aparecer na frente do Suíço mesmo com h2h de 4 x 4 . Quando sair o da Grama , vai aprender a não ser tão infantil . Aguarde mane’ rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          O h2h importa MUITO entre caras que se enfrentam 50 vezes, com várias finais e semifinais. Mesmo no saibro a vantagem é do sérvio, pois ele tem 1 título e 3 semifinais contra as mesmas 3 do rival e um R64.

          Responder
  70. O Sábio

    Puxa, não sei se Nadal é realmente melhor saibrista da história, o cara chegou a perder em RG pra Soderling, perdeu final pra Zeballos, tem 3 derrotas pra Fognini no saibro.
    Acho mais apropriado se colocar Borg em primeiro, o que acha, Dalcim?

    Responder
  71. Sérgio Ribeiro

    O TOP 10 do Saibro está irretocável, caro Dalcim . Nenhum nome , a meu ver , pra acrescentar ou retirar. Postamos há anos que Björn Borg era de longe o N 1 nesta superfície. Até o surgimento do INIGUALÁVEL Rafael Nadal . Dito isto , aqueles que tiveram a Sorte de não enfrentá-los , levaram nítida vantagem. O grande Ilie Nastase ( diz em sua biografia que pegou perto de 2500 gatas rs ) , não enfrentou o Touro e nem fez CINCO FINAIS no templo do Saibro. E também não venceu SEIS MASTERS 1000 nesta superfície. Idem para Thomas Muster . Não enfrentou o ICEBORG , e muito menos o TOURO MIURA . Tudo isso pra dizer que eu e o REI DO SAIBRO , acreditamos que o Craque Suíço mereça estar logo atrás de Novak Djokovic . Apesar do 4 x 4 no Barro rsrsrs . Daí pedimos encarecidamente que o mais que justo José Nilton Dalcim , reveja a posição do Cara que é ainda o segundo maior em número de Vitórias em Roland Garros . Acho que apelei demais rsrsrs ABS !

    Responder
  72. Marcelo-Jacacity

    Parabéns, Dalcim.
    Post excelente, quem não gosta de uma matéria dessa? Impossível!
    Colocaria também o Agassi como menção honrosa. Em três finais de Rolanga, enfim, ergueu a taça em 1999. De qualquer forma não lembro do desempenho do Andre nos Masters do saibro.

    Responder
  73. Marco

    Acho que o Novak deveria estar mais à frente.
    Por vezes ele conseguiu dominar o Nadal no saibro, isso diz mt sobre ele.
    Não tem mais conquistas pq não tem como né, Nadal, em regra, é imbatível.

    Responder
  74. Vitor Hugo

    Troca de bolas chata pra c…. entre Vilas e Borg, hein? Os dois passando bolinha pro outro lado. Se as hards e a grama eram mais rápidas antigamente, o saibro parecia ser mais lento que hj.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Até tu , caríssimo Vitor Hugo ? . Tira a raquete de Madeira dos Caras e bota o equipamento versão 2020. Somente veríamos mísseis no jogo. Björn Borg é considerado até hoje o cara que introduziu o Tênis força… Abs!

      Responder
  75. Lucas

    Dalcim , ótima lista , com certeza.Federer duelou com o melhor saibrista de todos , dificil .Uma curiosidade e se possível um spoiler : Nadal estará no seu top 10 da grama ? Obrigado!

    Responder
      1. Fernando

        Top 5? No way. Considerando o que o Dalcim fez para o saibro (galera da década de 60/70 para cá) temos Edberg, Connors, Becker, McEnroe, Newcombe, Laver, Borg, Djokovic, Sampras, Federer.

        Acho que o Top 7 é Federer, Sampras, Borg, Djokovic, Laver, McEnroe e Boris Becker (não necessariamente nesta ordem). Se o Laver não for excluído (década de 60), daí acho que o Newcombe também merece estar na lista. E o Connors está na frente do Nadal também.

        Responder
      2. Fernando

        Reparei que a lista do saibro só contém a era profissional. Neste caso, Laver e Newcombe ficariam de fora e o Nadal deve pegar o Top 10 (Federer, Sampras, Borg, Djokovic, McEnroe, Becker, Connors, Edberg, Nadal, Murray, Ivanisevic). Não obrigatoriamente nesta ordem.

        Responder
    1. Vitor Hugo

      Não tem o menor cabimento Nadal estar no top-5, quiçá top-10. Tem Federer, Sampras, Laver, Big Mac, Becker, Edberg e muitos outros nomes do passado. Claro, Nadal está atrás até de Djokovic.
      Minha opinião.

      Responder
  76. Luis

    Dalcim legal top 10 curioso com top na dura Federer e Djokovic acho estão nível parecido na grama como lembrou Gildokson acho que Federer ainda está acima em 1 lugar com 11 finais Wimbledon 10 títulos em Halle feitos incríveis ficou muito perto do 9 que seria mais grande feito se junta Navratilova em Wimbledon,Sampras seria 2 lugar na grama Dalcim? Tem grandes nomes Edberg,Becker

    Responder
      1. Ricardo

        DJokovic é o quarto maior vencedor do Wimbledon, 3 títulos em cima do seu freguês pessoal na grama sagrada, no mínimo ele deverá ser o quinto lugar, o maior campeão da grama tremeu 3 vezes contra ele já.
        40-15 dói né?
        Imagina quando dq poucos anos o Novak ultrapassar o suíço em Slams, prevejo pesadelos em vc.

        Responder
  77. Rafael

    Dalcim, ao ver Vilas atrás de Guga refleti e pergunto: na sua opinião quem é o maior (maior mesmo, não o melhor) tenista sulamericano da era moderna e porque?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se somarmos todos os pisos, Vilas para mim foi superior ao Guga. Ele tem até Slam na grama, Rafael, algo bem difícil para seu estilo. Aliás, ele jogava muito bem também no veloz carpete.

      Responder
  78. Alexandre Maciel

    Pô, mestre… sei que é difícil (como você mesmo comentou no post) comparar gerações, mas eu colocaria, sem pestanejar, Federer à frente de Thomas Muster nessa lista. Sei que o austríaco tem um currículo de respeito na terra batida, muitos títulos e melhor aproveitamento que Roger, no entanto ele não teve o azar de ter que enfrentar Rafa sobre o barro.

    Imagino que Federer teria, no mínimo, 4 títulos de RG caso Rafa tivesse optado pelo futebol (rsrs) na sua juventude. Valeu pelo post, de fato é uma lista de respeito.

    Responder
  79. periferia

    Olá Dalcim.

    O espanhol Manoel Orantes citado …ganhou mais títulos que muitos……..(Federer…..Wilander….Djokovic….Lendl….Guga)….esta empatado em títulos com Nastase e o Borg.
    Ele ganhou quase tudo no saibro…..se levar em conta apenas o saibro.:
    Nadal
    Vilas
    Borg
    Orantes
    Kuerten
    Lendl
    Wilander
    Bruguera
    Nastase
    Muster

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem nenhum triunfo em Roland Garros, é difícil imaginar o Orantes maior do que três tricampeões, José Cláudio. Ele ganhou na verdade o US Open sobre har-tru e tem um título em Roma e outro em Monte Carlo.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Na boa, caro Periferia. Número de Torneios enquanto existia uma penca de WCT e ATP ao mesmo tempo, não diz muita coisa. São Torneios menores que desapareceram rapidamente do Circuito. Bastou a ATP assumir sozinha. Os mais tradicionais continuam até hoje. Abs !

        Responder
        1. periferia

          Olá Sérgio

          O Orantes tem títulos importantes no saibro…..30 títulos……e ainda outros 30 vices (era freguês do Nastase)……e ainda mais de 15 títulos de dupla no piso.
          Como diria o McEroe…..”ele pode não estar entre os 10….mas tem número para discutir”.
          Na final de Roland Garros…..Orantes ganhava de 2×0 do Borg……quando levou a virada.
          Faltou um game para ele entrar no panteão dos heróis do barro …rs

          Abs

          Responder
          1. periferia

            Agora que vi….o Orantes ganhava do Borg por 2×0….levou a virada…..e foi 6×0….6×1….6×1….acho que abusou da paella .

      2. periferia

        Verdade…e ainda coloquei o Bruguera (heresia…rs)…..andei vendo alguns jogos dele (batia a esquerda com as duas mãos)…gostei bastante….vi um jogo dele contra o Courier em Roland Garros….na terra era bom.

        Responder
    1. Ricardo

      Esse Vitor Hugo deve ter uma tara pelo Djoko pq tô descendo a barra de comentários e todo comentário depreciando o sérvio é dele, ainda tá traumatizado com o 40-15?
      Ainda dói né amigo?

      Responder
      1. Jonas

        Dói há alguns anos Ricardo, você deve ser novo aqui, mas este é o Marquinhos.

        Sempre muda de nome quando o Federer sofre alguma dura derrota para o Novak.

        Responder
  80. Gildokson

    Lista top Dalcim, e lembrando que além dos 3 vices seguidos o Federer ainda teve mais 1 vice em 2011 após quebrar aquela sequência monstruosa de vitórias do Djokovic na semi. Mas nós federistas e o gênio nos contentamos com o décimo lugar.

    Ps: Algo me diz que no top grama o Paulo Almeida não ficará contente kkkkkkkkk

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      No conjunto da obra, eu considero sim que o Federer ocupa posição superior ao sérvio na grama.

      Não só pelo número de títulos em Wimbledon, mas também por se provar competitivo mesmo perto dos 40 anos…

      Perto dos 40 anos, e com o Djokovic em grandíssima fase, atropelando todos em seu caminho.

      Mas não conseguiu atropelar o suíço, que deu um belo show em Wimbledon 2019, e liderou quase todos os números do jogo.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Não faz assim , Gildokson. Quando sair o Ranking da Grama , o glorioso Piloto da Kombi , certamente terá que apelar pro GPS pra chegar em casa rsrsrs Abs!

      Responder
  81. Luís Fernando M. Fernandes

    Boa tarde. Excelente lista, porém com alguns erros: o argentino Guilhermo Villas foi o segundo maior canhoto do saibro profissional (atrás de Rafael Nadal); o sérvio Novak Djokovic tem 1 título e 3 vices campeonatos em Roland Garros (2012, 2014 e 2015).

    Responder
    1. Enoque

      Basicamente concordo a ótima lista, porém, Vilas com 679 vitórias e 49 títulos deveria ocupar o 4 lugar. Na época, só temia o Bjorg no saibro.

      Responder

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