Todos juntos?
Por José Nilton Dalcim
23 de abril de 2020 às 13:04

Roger Federer lançou a ideia, Rafael Nadal e Billie Jean King aderiram na hora e ficou aberta a porta para que ATP e WTA se unam numa entidade só. A ideia vai além de um trabalho conjunto para o tênis pós-pandemia, mas sim uma ação definitiva e permanente. Pela reação de alguns jogadores, a sugestão já vinha sendo discutida nos bastidores.

Há muitos lados dessa moeda. A ATP aprofundou sua distância da Federação Internacional (ITF), que historicamente sempre contou com apoio irrestrito da WTA. E talvez a criação de uma entidade profissional única conseguisse aparar mais as arestas. Sempre importante lembrar que a ITF mantém controle sobre os quatro Grand Slam, da Copa Davis e da Fed Cup, além do circuito juvenil.

Também não é novo que ATP e WTA estudam incansavelmente uma forma de realizar mais eventos simultâneos aos dois sexos fora dos Slam. Isso começou com Miami, passou para Indian Wells e chegou a Madri, Cincinnati, Pequim e Roma (que antes fazia em semanas sucessivas). O Canadá faz o mesmo, ainda que em cidades diferentes. Até mesmo os ATP 500 abriram brecha, como Acapulco e Washington, onde existem chaves femininas menores, como já houve aqui no Brasil Open e no Rio Open. Entre os pequenos, Moscou também faz um 250 e uma versão das mulheres.

O problema esbarra na questão estrutural, já que apenas lugares com muitas quadras de tênis, vestiários e restaurantes podem se candidatar a eventos conjuntos. Sem falar num forte patrocinador para bancar as duas premiações e hospedagens. Mas não resta dúvida de que esses eventos encorpados aumentam o interesse do público e diminua custos para as TVs ou ‘streamings’. O torcedor sairia ganhando sempre, tanto quem vai ao estádio como quem assiste em casa.

Assim, imagina-se que a fusão de ATP e WTA almeje aumentar a quantidade de torneios conjuntos, o que pode também melhorar e desafogar o calendário, ainda que não seja possível abrir mão de campeonatos menores de cada sexo espalhados pelos continentes de forma isolada, já que o circuito precisa continuar forte e dar oportunidade aos tenistas de ranking menos privilegiado.

A possível retomada do circuito a partir do segundo semestre já pode ser um excelente teste para essa tentativa de união, uma vez que me parece essencial a criação de um novo calendário neste restante de 2020 que seja mais enxuto, prático e econômico.

A saída do confinamento
O tênis se prepara para sair do confinamento. Em vários lugares, a aposta imediata são torneios nacionais ou regionais que evitem ao máximo o deslocamento dos tenistas. Todos eventos sem público.

Assim, está bem firme o projeto de Patrick Mouratoglou para um evento de várias semanas no Sul da França, outro com boas perspectivas na Alemanha. Também já falaram do assunto espanhóis, indianos e australianos.  O primeiro programado é o da Alemanha, já no começo de maio. O da França começaria dia 16 e duraria cinco semanas.

É sem dúvida o caminho mais curto para que os tenistas retomem atividade com segurança. A TV e a Internet certamente terão papel essencial na transmissão desses jogos. Stefanos Tsitsipas, Fabio Fognini, David Goffin, Jo-Wilfried Tsonga,  Lucas Pouille e Dustin Brown são alguns dos tenistas de ponta a endossar a proposta.

O Tennis Channel se prontificou a transmitir para os EUA.

O novo tênis
Tenho lido interessantes propostas na imprensa internacional de como o tênis terá de se adaptar aos tempos de coronavírus quando sair da quarentena.

As mais ousadas falam na extinção dos juízes de linha (viável, mas financeiramente pouco prática fora dos grandes torneios), porém algumas mais realistas sugerem reduzir ou eliminar os boleiros e principalmente o ato de os garotos levar a toalha ao tenista. Outras ideias falam da necessidade de vestiários mais amplos ou de vários vestiários para diminuir a aglomeração de tenistas, assim como horários bem mais espaçados na programação.

Há muitos tenistas admitindo a possibilidade de haver redução drástica na premiação dos eventos, já que a pandemia causará efeitos duros na economia global. Na quarta-feira, a toda poderosa Adidas pediu ajuda bilionária ao governo alemão para sobreviver.

Apoio da nova geração
O TenisBrasil Crowdfunding recebe todo dia apoio de tenistas. A nova geração aderiu à ‘vaquinha’ de ajuda aos informais. João Menezes, Orlando Luz, Carol Alves, Felipe Meligeni e Marcelo Zormann doaram lindos uniformes para ser sorteados entre os que contribuírem com R$ 60. Para doar ou ver detalhes, acesse benfeitoria.com/juntospelotenis.


Comentários
  1. Marcilio Aguiar

    Prezado Dalcim, como o assunto futebol e politica ainda estão dividindo o espaço com o Tenis, peço permissão para replicar uma postagem que fiz na sua publicação anterior. Nelinho, lateral do Cruzeiro, da Seleção e do Galo nos antos 78/80, foi um dos maiores cobradores de falta de todos os tempos (fez um gol inesquecível na Itália em 78) e também é um excelente contador de “causos” como os que estão no link a seguir. Sou suspeito para falar porque, além de ser grande apreciador do futebol desse craque, gosto muito das histórias folclóricas do futebol brasileiro de antigamente. Para os que apreciam o gênero e têm tempo vale a pena conferir, relevando algumas referencias que hoje em dia são politicamente incorretas, mas que eram a forma comum de se expressar na época, diferente da visão de mundo que vigora hoje. Saudações.
    https://www.youtube.com/watch?v=x23qcX-G27Q

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  2. Marcilio Aguiar

    Prezado Dalcim, com sua permissão para ainda trazer assunto de futebol nesse blog. Nelinho, lateral do Cruzeiro, da Seleção e do Galo nos antos 78/80, foi um dos maiores cobradores de falta de todos os tempos (fez um gol inesquecível na Itália em 78) e também é um excelente contador de “causos” como os que estão no link a seguir. Sou suspeito para falar porque, além de ser grande apreciador do futebol desse craque, gosto muito das histórias folclóricas do futebol brasileiro de antigamente. Para os que apreciam o gênero e têm tempo vale a pena conferir, relevando algumas referencias que hoje em dia são politicamente incorretas, mas que eram a forma comum de se expressar na época, diferente da visão de mundo que vigora hoje. Saudações.
    https://www.youtube.com/watch?v=x23qcX-G27Q

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  3. JAN DIAS

    Na Copa de 82 eu era criancinha mas me lembro do meu pai levando a gente pra assistir o jogo fatídico contra a Itália na casa de um amigo dele… Detalhe: nós fomos de CARRO 🚘 porque o lugar era longe.
    Tinha churrasco, bandeira e festa 🇧🇷. Depois do jogo, aquela incredulidade porque o Brasil tinha perdido.,.

    Um silêncio….,o amigo do meu pai levou a gente no portão e nós fomos embora À PÉ 👣 …MEU PAI FICOU TÃO TRANSTORNADO COM A DERROTA QUE ESQUECEU QUE NÓS TÍNHAMOS IDO DE CARRO PRA LÁ..

    Nunca mais meu pai torceu pra seleção de novo…

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    1. Rubens Leme

      A derrota de 1982 foi uma das maiores dores da minha vida, foi inacreditável, impossível expressar. Seu pai, pelo visto, teve a mesma reação do volante Cèlio, após perder um gol absurdo na pequena área em um1x1 contra o Corinthians, em 1988, Ele foi título da Placar na semana “Que gol perdido, Célio!” e fotografado voltando, ainda de uniforme e chuteira, a pé, pela ruas de São Paulo.

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    2. periferia

      Olá Jan

      Tem aquela foto do Jornal da Tarde (saudade daquela tinta do Jornal nos dedos…lendo a coluna do Avallone…e vendo os gols desenhados por Gepp e Maia) o garotinho chorando no Sarriá…..uma tristeza.

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  4. Miguel BsB

    Sérgio, Periferia, Marcílio, Rubens!
    Quero dar meus parabéns pelos relatos e conversa interessantíssima sobre as Copas passadas, 74,78,82!
    Que show a análise de vocês, direto de quem assistiu na época as Copas, e, realmente, listaram timaços e craques que, hoje em dia, o futebol mundial e brasileiro não produz mais nessa escala…
    A primeira Copa que acompanhei com consciência foi a de 90, com 09 anos…tenho pequenos flashs da de 86, principalmente da atuação de um argentino chamado Diego Maradona rs…
    Muito legal!

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    1. Marcilio Aguiar

      Prezado Miguel, acho que a performance de Don Dieguito naquela copa de 1986 foi uma das maiores se não a maior de um jogador em copas do mundo. Talvez divida essa primazia com Garrincha em 1962 (segundo o relatos da imprensa brasileira) e com Pelé em 1970. Lembo-me de 3 jogos em que ele decidiu com gols e jogadas extraordinárias: contra a Inglaterra (apesar de “la mano de Dios” fez aquele gol antológico que é considerado o maior de todas as copas), contra a Bélgica dois golaços e na final contra Alemanha, não marcou mas deu o passe decisivo para Burrochaga. Saudações.

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      1. Rubens Leme

        Marcilio, podemos dizer: vimos Maradona enfileirar inglês atrás de inglês e marcar o gol mais antológico das Copas (Messi fez a mesma jogadas dezenas de vezes, mais até do que Dieguito, mas “El Diego de la Gente” fez melhor).

        E com essa narração, nos leva as lágrimas. Que jogador! – https://www.youtube.com/watch?v=T-qiJEnm_0Q

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  5. Vitor Hugo

    Alguns aqui são bem chorões mesmo, claro. Quando eu escrevo algumas verdades ou provocações aqui, o rapaz joga pedras. Porém, quando um colega de torcida faz o mesmo… Silêncio ou aplausos.

    Engraçado é que o elemento disse que me ignoraram quando eu escrevi sobre a torcida do sérvio, mas o mesmo não consegue me ignorar. Hahahahaha

    Convenhamos, o rapaz que diz que trabalha bastante está perdendo tempo demais comigo.. Vai trabalhar ou mandar msg pra Novak Djokovic pra ver se consegue uma curtidinha! Kkkkkkk

    Pra finalizar e pra relembrar, e sem qualquer tipo de preconceito, sou hetero. Só gosto de deixar claro para aqueles que parecem ter certa obsessão por minha pessoa.

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    1. Rafael

      Não diria exatamente uma obsessão, mas como vc sabe, sou muito interessado em aprender. Atualmente estou lendo muito sobre o transtorno de múltiplas personalidades. Recomendo o filme Primal Fear, com Edward Norton e Richard Gere, de 1996. A atuação de Edward Norton é espetacular. Outro, mais fraco mas igualmente curioso, é Split, de M. Night Shyamalan, de 2016, com James McAvoy. O personagem de James tem mais de 20 (!) personalidades, as quais fica trocando sem controle no decorrer do filme.

      Outro ponto curioso é essa necessidade premente que você tem de afirmar que é hétero, repetidas vezes, em várias de suas personalidades, mesmo sabendo que ninguém aqui nunca se interessou pela sua orientação sexual. Aliás, em uma de suas múltiplas identidades, vc relatou que era lutador de jiu-jitsu e tal. Noutra, para não dar muito na cara, vc apenas disse que “gostava de lutas”, Todas essas repetidas auto-afirmações de masculinidade e macheza levantam certas dúvidas.

      Para finalizar, um colega sugeriu que te convidasse para uma de nossas KOMBIS, mas não será possível, pelo menos não enquanto vc não se definir. As vagas estão disputadíssimas, e não há espaço para 4 ou 5 variantes da mesma pessoa.

      Grande abraço para todas as suas identidades.

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      1. Rafael

        PS: Antes de ser advertido pelo Dalcim, já me adianto. De agora em diante, vc segue falando sozinho, como vem acontecendo. Não vou mais te responder, por mais que vc clame por atenção.

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      2. lEvI sIlvA

        Rafael, deve estar falando de As Duas Faces de Um Crime… Decididamente, o melhor papel de Edward Norton! Há muita coisa boa entre 1980 e 2000 no cinema. Esse aí é um dos que vou fazer questão de ir atrás do blu-ray. Incrível como a gente fica em dúvida, até o último momento, tal qual o personagem de Gere que o defende a todo custo…!!!

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          1. Rubens Leme

            Foi a estreia do Edward Norton e lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Esse filme tem no Prime Amazon. Tenho em DVD, vale muito a pena, até porque o canastrão Richard Gere é aqueles que vc gosta de ver se dar mal, ainda mais naquele papel.

          1. lEvI sIlvA

            Oi, Gabi! Tudo bem por aí?
            Não tenho e desde a muito, decidi não ter TV a cabo. Em verdade, invisto tudo que gastaria nisso em filmes, atualmente em blu-ray. Tenho o DVD e fui olhar hoje, (sai pela bagatela de até R$110,00 no ML + frete usado). Infelizmente, não lançado em blu-ray por aqui. Mesmo assim, o importado com legendas, ainda sai abaixo disso.
            Obrigado pela dica, mesmo assim.
            Cuide-se…!!!

    1. Marcilio Aguiar

      Uma tremenda ironia. Normalmente as pessoas admiram o trabalho de artistas e desportistas, passam a idolatra-los, mas se decepcionam quando descobrem facetas ocultas de seus caracteres ou atitudes na vida privada. No caso Kygios está acontecendo o oposto. Muitos o execram (não é o meu caso) pela maneira como conduz sua carreira esportiva e o relacionamento com o meio do tênis, mas agora, em um momento critico para a humanidade ele está mostrando uma faceta que pode lhe trazer sentimentos opostos aos que provoca, na maioria das vezes, dentro de quadra. Eu quando admiro a obra de um artista ou a carreira de um desportista ou político, sempre procuro manter um distanciamento crítico, sem idolatria, porque sei que a qualquer momento posso me decepcionar com atitudes não muito dignas de tal pessoa. Por isso eu gosto do Kyrgios como tenista talentosíssimo, não aprovo muitas de suas atitudes mas não o condeno, porque acho que o único prejudicado com o mau comportamento é ele mesmo.

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      1. Luiz Fabriciano

        Marcílio, descobri algo de minha personalidade, devido a uma manifestação de auto conhecimento que é o seguinte: não sou do tipo que diz, comigo só se apronta uma vez…
        Ao contrário, já aconteceu diversas vezes de uma determinada personalidade, amigo ou parente, pela qual eu mantinha certa distância, que por alguma razão tinha feito algo que meu julgamento não aprovava, mas que depois de um tempo, fez algo completamente contrário, me vi imediatamente compelido à me reaproximar dessa pessoa. O que acho algo extremamente positivo.
        Estou apenas esperando uma oportunidade para me tornar fã do Kyrgios, (acho até que ele já deu o primeiro passo), rsss.

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  6. Oswaldo E. Aranha

    A Volkswagen fez uma festa para anunciar o fim da fabricação da Kombi, aliás muito bonita; então os nolistas, antes de pensarem em micro ônibus ou ônibus biarticulado, dado a grande procura que estava havendo pela Kombi compraram quase todo o estoque existente, tendo em vista que a demanda tinha aumentado desmesuradamente. Quando o tênis voltar a atividade espera-se um congestionamento de trânsito em torno dos estádios.
    Como já havia dito Júlio Cesar: “alia jacta est”, ao cruzar o Rubicum.

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  7. periferia

    Hoje morreu o ator Irrfan Khan….
    Quem tiver oportunidade veja o filme The Lunchbox…uma obra prima da sutileza….protagonizado por ele.

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  8. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,puxando pela memoria dos últimos anos,10 anos sei lá,qual foi o slam mais emocionante que acompanhou?(pensando no masculino)
    Eu citaria Austrália 2017(foram 5 sets na duas semis e na final) e Austrália 2012(federer x Nadal em 4 sets,djokovic x Murray em 5 sets e aquela final de quase 6 horas)

    Responder
  9. Vitor Hugo

    Tem certas fotos que deveriam ser proibidas aqui. Que coisa feia, que show de horrores! Kkkkk

    Mas mais feio ainda são as atitudes grotescas que nosso presidente vem tomando… E pensar que ganhou as eleições por causa de uma facadinha…

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  10. Heitor

    O thiem disse que nao quer doar dinheiro para alguns jogadores.
    Ta certo ele, o dinheiro é dele e o minimo é poder escolher para quem quer doar.

    Responder
  11. Rafael

    Não gosto de começar nem de ler parágrafos começando com “A verdade é a seguinte”, mas neste caso vou abrir uma exceção, devido à obviedade do fato:

    Desde que a IMENSA nação nolista tomou pra si o lance das KOMBIS, e adotamos a ideia, os antis ficaram sem saber o que fazer e com cara de bullies frustrados bobões, já que essa gozação perdeu o sentido e a graça.

    Foi mais ou menos como quando a torcida palmeirense assumiu o “porco”.

    Nolistas são, além de tudo, estrategistas, hshaha 😂😂😂

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    1. Sérgio Ribeiro

      Estrategistas , caro Rafael ? kkkkkkkkk. Você consegue lembrar quem inventou esse sarro da Kombi ? Vou te dar uma dica rs Jamais foi convidado pra entrar na mesma. Porque será ? Abs!

      Responder
      1. Rafael

        Olá, Sérgio,

        Por isso eu disse “tomou para si” e não “inventou”, rs. A nação nolista se multiplica absurdamente, coisa que nem o Multi-Homem do blog consegue fazer, apesar das inúmeras personalidades que assumiu ao longo dos anos. Pergunto-me se ele sabe qual seria sua verdadeira, ou mesmo se tem uma.

        Você, caro Sérgio, que fazia 100 km por semana na praia antes da quarentena e agora faz 45 min por dia em casa, está convidado para ser o nosso personal trainer, cargo que pode assumir assim que estiver preparado para ver a LUZ no fim do túnel do tênis!

        Além de tudo, com seu espantoso e extraordinário conhecimento sobre tênis, que aprendi a admirar muito, qualquer torcida que não for muito tosca vai querer sua companhia. Aprender nunca é demais.

        Ano que vem, venha comemorar conosco o 8o. #Nolefamday! Venha ser mais feliz!

        PS: Nossa 1a. KOMBI, já bem rodada, temo nome de SÉRGIO, em homenagem ao inventor do termo!

        ABS!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Obrigado pela homenagem , caro Rafael. Mas não posso ser ” Personal ” , na Kombi que homenageia o homem das ” dietas interplanetárias ” rsrsrs ABS !!!

          Responder
    2. Marcão

      Prezado Rafael, sou torcedor de Murray, portanto de carrinho pequeno eu entendo. Mas a verdade é que, há tempos atrás, em outra margem, o inesquecível Barão já cunhava a romiseta como símbolo da galharda torcida escocesa. O mitológico carrinho tinha apenas dois ou três passageiros, o que faz da kombi do Djoko um verdadeiro transatlântico! E vou além: baseado na minha experiência de cinco ou seis anos de blog, eu não me surpreenderia se uma enquete apontasse mais torcedores de Djokovic do que de Nadal por aqui. Não querendo provocar, obviamente…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pois é , Marcão. A poderosa Romiseta fazia das suas lá no Blog do criador do “ Animal “ , digo Paulo Cleto. Mas ao ver as duas torcidas se unirem aqui no Blog do Dalcim , apelei para a Kombi . E não é que pra meu desespero a turma do Touro Miura tem componentes até na janela da mesma ? rsrsrs. Mas é somente até o Craque parar . Aí te garanto que vai sobrar lugar na possante . Ou então vão dividi-la ao meio rsrsrs . A conferir ! ABS!

        Responder
      2. DANILO AFONSO

        Marcão, eu também tenho essa sensação desde 2018.
        Aqui no Brasil, entre os jovens e adultos na faixa etária entre 30 e 35 anos, essa sensação é mais nítida.

        Meses atrás eu apresentei uma estatística fazendo um comparativo do quantitativo de seguidores (redes sociais) que o BIG3 e outros tenistas do circuito possuíam. Na oportunidade eu fiz uma análise do números de seguidores no Facebook, Twitter e Instagran, redes sociais com a concentração de usuários distribuídos diferentemente nas faixas etárias. Pelos números levantados, eu “chutei” que possivelmemte Djokovic estava atraindo a maioria dos novos jovens torcedores do esporte.

        Nadal e Federer acredito que possuem uma distribuição melhor de torcedores em todas as faixas, porém muito mais torcedores acima dos 35 anos quando comparado com Djokovic, até porque aqueles se destacaram antes e porque atrairam a massa de torcedores órfãos dos grandes ídolos da geracao passada que tinha recém aposentado ou preste a “pendurar as chuteiras”, a exemplo de Sampras e Agassi.
        Djokovic como se destacou de fato no final da década retrasada, não pôde se beneficiar da transição (migração) de torcedores, pois estes na sua maioria já tinham enraizado sua preferência na dupla pouco anos antes.
        Coube ao sérvio a difícil missão de atrair novos torcedores com a sombra dos já consagrados Nadal e Federer.

        Mas sinceramente, isso para mim é irrelevante. Quem escolhe torcer para o Fluminense (1985) e Djokovic (2009) quando já existia a dupla, quantidade de torcedores era o último critério para firmar minha torcida…kkkk

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        1. Sérgio Ribeiro

          Então , Danilo . Ao menos torcedor ” modinha ” o parceiro não foi rs Mas não podemos esquecer que em 2009 , o então TOP 3 , já azucrinava a dupla Fedal. Mas tenho o pressentimento que com a parada do Suíço , a tendência é um crescimento maciço da Turma da Kombi rs A não ser que Rafa Nadal aos 34 , comece a tirar vários coelhos da Cartola. Concordas ? ABS !

          Responder
      3. Rafael

        Marcão, meu caro,

        Se eu n soubesse há tempos que vc é torcedor do Murray nem teria coragem de dar as caras por aqui, tamanha a vergonha pela desatenção.

        Que ninguém nos escute:

        Me pergunto até hj pq Murray (antes da contusão) não conseguiu muito mais SLAMS do que os que tem. Um ABSURDO talento e facilidade de bater na bola como queria nunca lhe faltou. Além da absurda capacidade atlética. N sei se ele alcançaria uns 15, mas se o Djoko tem 17, pelo menos uns 10 a 12 ele merecia. Por baixo. Sou extremo admirador do jogo de Murray e me divirto com seu humor fino, agudo e sarcástico.

        Talvez tenha faltado consistência e mental, mas o que eu poderia saber?

        Abs

        Responder
        1. Rafael

          Aliás, na minha humilde ignorância tenística, se Murray tivesse a mesma consistência e mental de Djoko, o mais justo seria os dois terem os mesmos 17 slams.

          Com todo respeito ao Wawrinka, mas acho o Murray infinitamente mais jogador do que o Stan, que teve alguns momentos mágicos, fora do comum, tem o melhor single-handed backhand da história, mas foi tê-los já algo tarde, e não os manteve (seja por contusões ou falta de consistência mesmo).

          Responder
          1. Gildokson

            Aí esbarramos num problema Rafael, se o escocês tivesse a mesma consistência mental que o Djoko, acho q os 2 teriam menos de 17, ja que Murray roubaria algumas daquelas trocentas finais de Slam que perdeu principalmente na AO para Djokovic kkkkkkkkk

          2. lEvI sIlvA

            Rafael, meu caro, até comentei noutro dia. Andy Murray, teria na conta aí facilmente, uns 9 Grand Slams. Só no AO 5 vices pro Djokovic e mais 1 em Rolanga. Claro, “facilmente” é força de expressão, já que tanto Nadal quanto Federer também deixaram escapar alguns Majors…! Ou seja, exigir mais do Andy, pode soar querer demais… Não é mesmo?!?
            Abraço!!!

        2. Barocos

          Rafael,

          O Murray é um jogador magnífico e, pelas declarações que proferiu, diria que o mesmo adjetivo se aplica à pessoa.

          Prova do seu talento, é que liderou o H2H contra o Federer até 2014! Infelizmente para ele, teve que atuar no circuito contra os 3 maiores jogadores da história e este é, justamente, o motivo de não ter um número maior de GS em sua conta.

          Responder
  12. Rafael

    Esse primeiro episódio da Voz do Tênis com o Marcelo Zormann está de arrepiar. Já senti muito do que ele descreve. Parabéns ao breakpoint.

    Responder
  13. Marcilio Aguiar

    Memórias.
    Mudando de esporte, mas para quem gosta de futebol de primeira hoje o SporTV programou a final da copa de 1974 entre a Alemanha de Beckenbauer e a “laranja mecânica” de Cuyjff. Talvez por saudosismo e por ter sido a primeira copa que assisti pela TV (em preto e branco ainda), eu tenho a impressão de que foi a melhor que eu vi como um todo. A de 1970 eu acompanhei pelo velho e bom rádio, pois ainda morava em um cafundó onde não chegava sinal de TV. Em 74 eu tinha 16 anos, chegava da escola ao meio dia, e conseguia assistir os dois jogos diários. O jogo final não foi o melhor da copa, mas so de ver craques como os dois citados alem de Mayer, Overath, Breitner, Muller, Krol, Neeskens, Rep, vale a pena. Tenho na memoria alguns jogos sensacionais Polonia 3 x 2 Argentina, Alemanha ocidental 4 x 2 Suécia, Brasil 2 x 1 Argentina e Holanda que bateu os 3 sul americanos: 2×0 no Uruguai , 4×0 na Argentina (esse foi um massacre) e 2×0 no Brasil, em um jogo que parecia uma guerra. Os Poloneses e Holandeses jogavam em uma velocidade espantosa para a época, o que tornavam seus jogos mais atraentes que os demais. No final o Brasil perdeu para os dois, a velha Alemanha ganhou de ambos e levou o caneco. Para quem viu vale rever e para quem não, fica a dica. É legal também rever Argentina x Holanda com os dois times de jogadores cabeludos como roqueiros. Saúde para todos!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Somente esqueceu de dois fatos importantes , caro Marcílio. Os Holandeses entraram se borrando contra os atuais Campeões. E mesmo com a arrogância de Zagallo que afirmou não conhecer o Carrossel , Jairzinho e Paulo César Caju perderam dois gols inacreditáveis enquanto estava 0 x 0 . Rivellino jogou uma barbaridade. A Alemanha Ocidental entregou para a Oriental , para fugir do Brasil. Daí que torci feito um louco pela laranja Mecânica contra os donos da casa , na FINAL . Realmente jogaram um futebol de outro Planeta. Mas nem johan Cruijff sabe explicar , afinal era o melhor do mundo, como se entregou a marcação do baixinho Vogts . E a freguesia se manteve . Embora os Alemães também tivessem um timaço. O Craque depois se negou a participar de Argentina 78. Coisa que Zico e Messi dificilmente fariam. Vida que segue … ABS!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. O Craque Holandês nasceu como Johan Cruijff. , mas ficou conhecido como Cruyff. Mesmo sem Copa , não pode a nosso ver, ficar fora do TOP 10 da história. Abs!

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      2. Marcilio Aguiar

        Caro Sergio eu não me esqueci dos dois fatos entre Brasil e Holanda, apenas não os citei porque pretendia dar enfase ao Jogo da Final e à campanha do “Carrossel” como um todo. Quando mencionei que Brasil x Holanda foi uma guerra entendia que estava implícito que foi uma disputa dura e equilibrada, mas os holandeses foram mais eficientes. Quanto a Cuyjff não ter ido à Argentina, comentou-se hoje no Sport TV sobre duas versões: 1) protesto contra a ditadura Vidella ou 2) ameaça de morte, precedida de sequestro a familiares. Parece que a segunda versão é considerada a principal. Independentemente do motivo, devemos respeitá-lo como um dos grandes do futebol, não só como jogador mas como técnico do Barcelona. Saudações.

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    2. periferia

      Olá Marcilio.

      Foi uma grande copa realmente…..principalmente por causa da Holanda.
      Contra as equipes sulamericana foi um show (principalmente contra o Uruguai) além do famoso rodizio (carrossel) existia uma marcação “alta” (usada hoje em dia pelos grandes times europeus).
      Individualmente gosto mais da copa da Espanha….tinha jogadores que gostava muito (Sócrates…Zico….Falcao….Rumennigue….Tardelli….Zoff
      …..Rossi…..Tigana….Platini….Maradona….Kempes…Boniek….Schumacher……Breitner….Schirea….Girese …tantos..)
      Mas como um divisor de águas no futebol….a copa de 74 mudou o futebol completamente.
      E contra o Brasil o time holandês mostrou que não era apenas um “corpo bonito”…..quando o time brasileiro perdeu a linha(Luís Pereira descendo a bota)….o time holandês chegou jundo com gosto.
      Bela copa…..belo time….boa lembrança.

      Abs

      Responder
      1. Marcilio Aguiar

        Caro Periferia. Concordo com você que a copa da Espanha foi espetacular porque tinha muitos craques que eu gostava de ver e ótimos times também. Achava o meio de campo da França fantástico. A minha citação à de 1974 tem o viés do sentimentalismo, como explicitei no inicio. Revendo as finais de 1974 a 1982, achei que o jogo mais emocionante foi o de 1978. Argentina e Holanda jogaram como muita garra e teve indefinição até o minuto 90, quando Resembrink chutou na trave o que seria o cheque mate na Argentina. Teve muita pancadaria também, próximas a tentativas de assassinato de ambos os lados. Mas, por incrível que pareça, o arbitro controlou magnificamente com poucos cartões amarelos e os jogadores simplesmente se levantavam, não reclamavam e só queriam jogar bola. Mario Kemps foi o dono do jogo, com muita garra e técnica. Para finalizar, por motivos de rivalidade e pela situação politica argentina, torci muito pela Holanda. Hoje acho que não seria mais assim , porque já não sinto tanta rivalidade com los hermanos e ao comparar a postura do presidente deles como o nosso eu tenho que aplaudi-los de pé.

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        1. Marcilio Aguiar

          PS: Tenho um carinho especial pela seleção brasileira de 1982. Sofri muito com aquele jogo do Sarriá e depois daquela meu entusiasmo com a seleção brasileira de futebol nunca mais foi o mesmo, chegando à quase indiferença nos dias atuais.

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          1. Rafael

            Marcílio,

            O mesmo aconteceu comigo. Sofri muito naquela copa, e hj, sinto indiferença pela seleção.

            abs

          2. Sérgio Ribeiro

            E complementando , Marcilio , pouca gente se tocou, que a Itália jogou com os mesmos SEIS ” Craques ” , que perderam na disputa do terceiro lugar pra Campeã ” moral ” de Coutinho em 78. Até o juiz foi o mesmo. E continua jurando que não viu Gentille rasgar a camisa de Zico dentro da área rsrsrs . Mas pra compensar 82 , o que Ronaldo Fenômeno e Rivaldo jogaram 20 anos depois não está no gibi. E pra cima dos encardidos Alemães. Abs!

        2. periferia

          Olá Marcilio

          Em matéria de presidente estamos levando uma goleada.
          Um jogo que tenho na memória ….que gostaria de ver novamente….seria França x Alemanha na copa da Espanha ….lembro como o maior jogo que vi em uma copa ….é um sentimento meio parecido com aquele crítico culinário do desenho “ratatouille” .
          Teve Itália e Alemanha em 70…..mas esse não vi.

          Abs

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    3. Rubens Leme

      Quando escrevi meu livro sobre Copa do Mundo a ser lançado antes da Copa de 2010 eu achei um site que trazia não apenas todas as finais de Copas em VTs completos, a partir de 1954, como algumas partidas especiais, além das finais da Copa dos Campeões (atual Champions League), desde o começo, ou seja, os tempos do Real Madrid de Di Stefano e Puskas.

      Até hoje conservo esses arquivos e acho interessante que todo mundo fala na Holanda de 1974, como uma continuação do Ajax, como se fosse algo novo, mas os quatro últimos títulos europeus decclubes eram holandeses (Feyenoord-1970 e Ajax-1971-72-73). Ou seja, o futebol holandês já era bem conhecido. Cruyff disse que o Brasil surpreendeu no primeiro tempo, jogando de uma forma mais ou menos parecida do que eles, holandeses, mas que desmontaram, principalmente, emocionalmente após tomarem o primeiro gol e a expulsão de Luís Pereira, que vinha sendo o grande nome do time na partida, tanto que logo depois foi vendido pelo Palmeiras para o Atlético de Madrid, junto com o Leivinha.

      O segredo de Rinus Michels foi pegar aquela geração brilhante e ajeitá-la antes da Copa, até porque ele chegou meses antes do Mundial, uma vez que já era técnico do Barcelona desde 1971 e foi “emprestado” pelo time catalão pro torneio apenas, pois os culés tinham trazido Cruyff logo após o terceiro título consecutivo europeu, ainda em 1973.

      Michels conta que a seleção não era grande coisa como equipe e, que por isso, resolveu usar o Ajax de 1971, com Cruyff como cérebro e pinçando os melhores. Cruyff queria o ex-colega de Ajax, o centroavante Keizer, como titular, mas só teve uma chance no Mundial, no empate de 0x0 contra a Suécia e não voltou mais.

      Assim, Cruyff, teoricamente, foi deslocado para o centro do ataque, mas se mexendo por todos os lados e desta movimentação, contando com o excepcional líbero e lateral-esquerdo Krol, mais Rep, Rensenbrink e Neeskens, criou o time que virou lenda.

      O segredo da Alemanha na final exatamente deslocar o lateral-direito Berti Vogts como cão de guarda. O começo foi desastroso, pois logo no primeiro tempo ele fez penal e de cara a Holanda fez 1×0 e deu impressão de golear. Mas, do outro lado, havia outro gênio, Franz Beckenbauer e uma equipe mais experiente e consistente e, assim como 1954, venceram os grandes bicho papões.

      Esses vídeos que baixei são divertidos porque você percebe coisas que nunca havia lido. Por exemplo, a final europeia de 1962, onde o Benfica venceu o Real Madrid por 5×3, depois de sair perdendo de 2×0, teve o Di Stefano, o camisa 9 argentino, jogando recuado alternando na posiçãp de volante (ele vinha buscar a bola com os zagueiros) mas também fazendo o papel de meia armador, como o Didi e deixando Puskas de centroavante, para fazer gols na velocidade com sua canhota mortal.

      Funcionou tão bem que o húngaro fez os 3 gols espanhois e os dois terminaram, ao lado de outros três, como artilheiro da competição, com 7 gols. Mas, foi incrível ver Di Stefano recuado, buscando o jogo, função que deveria ser do Major Galopante húngaro.

      E, para concluir, em termos de Copa do Mundo, Cruyff, tem uma frase antológica: “nunca compre um jogador desconhecido que explode em Copas. Geralmente é um investimento arriscado e que quase nunca se paga”.

      Ele se referia, à época, quando o Barça, em 1994, trouxe o romeno Hagi e bagunçou com o seu trio intocável de estrangeiros (na época, cada time só podia ter 3 em campo, antes da Lei Bosman): o holandês Koeman, o búlgaro Stoichkov e o brasileiro Romário. Mas, talvez, expressasse a raiva de ter sido ofuscado em seu momento de brilho, engolido por um apenas esforçado defensor, que depois virou lenda na Alemanha.

      Responder
  14. Rodrigo S. Cruz

    [Miguel BsB]

    “Não? Então ele largou a magistratura e foi virar ministro do Bolsonaro sem ter nada a ver com ele? Foi emprestar sua “credibilidade” pro governo sem ter nada a ver? Aliás, passou pano pra um monte de coisa escabrosa, inclusive suspeitas de assassinatos, relacionamento com milícias, uso de laranjas em campanha etc durante 1 ano e 4 meses…
    O que ele não aceitou foi perder o controle da PF, é uma disputa de poder, isso é claro.
    Moro serviu a esse governo enquanto lhe conviu…vai ficar marcado igual os nazistas “arrependidos” que os bastardos inglórios pegavam no filme do Tarantino. O 17 tá marcado indelevelmente na testa”

    Ah, isso não é justo, vai Miguel…

    Porque ao contrário do presidente, as ações de Moro sempre foram lineares.

    A biografia do cara fala por si – condenações com penas que juntas somam mais de 2000 anos; combate às facções criminosas e criminosos do colarinho branco, etc…

    Sempre se arriscando, sempre ignorando o fato de ser um alvo.

    Moro acreditou no projeto de Bolsonaro, assim como 57 milhões de brasileiros também acreditaram.

    Com certeza, tendo adentrado as entranhas e também visto se vender à velha política, Moro se decepcionou.

    Mas ele não poderia simplesmente sair dali, se deligar do governo, sem pensar num meio de implodir aquilo tudo!

    Moro NUNCA abandonou a postura seguia, sempre se manteve linear.

    A indicação do Valeixo para a condução da Polícia Federal mostrou isso.

    A resistência aos seguidos assédios do Presidente para a troca do nome também…

    Agora, se depois do PRÓPRIO Bolsonaro atestar com todas as letras que pretendia controlar politicamente uma instituição que é de Estado, e não de governo, acho que Moro agiu da única maneira possível…

    Lembremos que o Lula igualmente tentou exercer esse controle, e que fez pressão para isso.

    O que levou à demissão do então Ministro de Justiça José Eduardo Cardoso, na gestão Dilma.

    Isso foi bastante ventilado na época, porém Cardoso deixou bastante claro que não faria aquilo…

    Coisa que o PRÓPRIO Moro fez questão de destacar – que as gestões petistas apesar dos lamentáveis escândalos de corrupção, nem eles atrapalharam a independência dos trabalhos da PF e do Ministério Público Federal…

    Agora, se era para Moro sair, melhor sair atirando, não acha?

    Única maneira de proteger a autonomia da instituição, e as investigações que atualmente miram aliados e filhos do Presidente.

    Não tem nada a ver com briga pelo poder, como você afirma.

    Até porque Moro é o ícone do “lavajatismo” que sempre foi muito maior do que Bolsonaro.

    Em uma eleição,portanto, Moro derrotaria Bolsonaro e Lula sem o menor problema…

    Responder
    1. Miguel BsB

      Meu caro Rodrigo, me desculpe, mas nessa não posso concordar com vc…
      O Moro é um cara muiitooo esperto, informado, ele sabia muito bem onde estava se metendo. Aliás, todos que, de uma maneira ou outra, entraram nessa barca furada, seja por afinidades ideológicas, antipetismo, ignorância ou desinformação, ou esperteza msm. Todos sabiam quem era Bolsonaro, suas ideias, suas posições, seu “trabalho” em 3 décadas de parlamento.
      O Moro foi picado pela “mosca azul” do poder há muito tempo…condenou corruptos, passou pano pra outros, perseguiu adversários, livrou aliados, fez política usando toga de juiz, jogou com a platéia, cometeu crimes tb…(grampear e divulgar o audio para uma emissora de TV é crime grave de segurança nacional em qualquer país do mundo, a começar pelo EUA. Se fosse lá, ele saia algemado na mesma hora e pegava anos de prisão.). Existem leis e procedimentos a serem seguidos, e ele burlou diversos deles. Os diálogos entre ele e a “República de Curitiba” estão disponíveis pra quem quiser…
      Um juiz indicando testemunhas para a acusação, combinando procedimentos, isso vai de encontro com qualquer noção básica de Direito. A imparcialidade de um juiz na condução de um processo é pilar elementar de qualquer Estado Democrático de Direito.
      Li que você chamou Moro de herói e o comparou ao Senna…Não faça isso com a imagem de um verdadeiro ídolo nacional. Infelizmente, não existem “hérois” em nossa triste história política…Uns fizeram mais, outros menos, mas há manchas graves na biografia de todos eles…não é possível alguém com mais de 18 anos chamar algum político de Herói, Mito e quetais…e sim, Moro é um político, cada vez mais.
      Busque saber a atuação do “juiz” Moro no caso Banestado, um caso de corrupção tão grave quanto à Lava Jato.
      Abraço

      Responder
      1. Gildokson

        Por isso q amo o blog do Dalcim, aqui eu nem preciso me preocupar em ter o português e raciocínio correto para expor o que eu penso. Vem um cara inteligente como o Miguel e coloca tudo perfeitamente de maneira irretocável, concordo demais contigo Miguel. Perfeito!!!!

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Miguel,

        se em alguns momentos o Moro atropelou normas processuais foi lutando contra a impunidade.

        Não podemos ser ingênuos e pensar que vivemos em um mundo de fantasia.

        Por vezes a imprecisão de normas e precedimentos obstaculiza e dificulta a persecução da Justiça.

        Há outros casos que a coisa é pior ainda – quando o próprio Parlamento insere JABUTIS em projetos de lei excelentes, e os desnatura!

        Acabamos de ver o que fizeram com o pacote anticrime de Moro, quando à frente do ministério.

        Em que até emenda do Freixo do PSOL foi parar ali, e o tal do “Mito” sancionou sem cerimônias…

        A luta do Moro é contra uma impunidade que é sistêmica.

        Evitar que os poderosos andem incólumes entre respingos de chuva, sem jamais se molharem…

        Não para fins pessoais, políticos, e muito menos criminosos como você fala.

        A luta de Moro foi contra uma impunidade que é sistêmica. Mas a impunidade se impõe.

        Poucos discordam que a Dilma nomear o Lula para a chefia da Casa Civil tenha sido um escândalo.

        Naquele momento, um acinte!

        Além de um jogada precipitada e nada estratégica.

        Já que era de conhecimento público que o Lula queria se homiziar na função, protegido sob o manto do foro privilegiado.

        Ou seja, Dilma tentou que Lula usasse o termo de posse para dar uma “carteirada” no japonês da Federal… (rs)

        Foi imoral e anti-republicano. E um mate genial de Sérgio Moro na ex-presidente.

        Ficou muito mais feio para ela, e acho que agora vai ficar feio para o Bolsonaro também.

        Responder
  15. periferia

    Hoje (28/4)…morreram mais de 450 pessoas pelo covid19.
    Nosso ” glorioso” presidente foi fotografado em um clube de tiro ao lado do alvo sorrindo.
    Na volta….na entrada do Palácio do rei sol ….perguntaram sobre o números de mortos….ele respondeu de imediato:
    -E daí???? Quer que eu faça o quê???Meu nome é Messias…mas não faço milagre. (Com um sorrisinho no resto)
    Ao redor do Rei sol seus apoiadores gargalhada com a resposta.
    Um escárnio.

    Sigamos

    Responder
      1. .alessandro sartori

        E com tudo isso e mais demissoes forçadas de Mandetta e Moro, a base de apoiadores do Bozo por incrivel que pareça, permanece, 1/3 da populaçao é gente pra caramba e assusta…a pesquisa foi feita pelo datafolha no fim de semana…

        Responder
    1. Gildokson

      Quando ele solta essas frases é a hora que fico mais chocado por alguém ter votado nesse cidadão, mesmo que seja pra não permitir o PT no poder novamente, era só escolher outro enquanto ainda eram 9 candidatos. Esse miliciano mentiroso solta essas “pérolas” desde quando era só mais um convidado daquele programa de tv classe C da gloriosa Luciana Gimenez. Quem diria naquela época que “aquilo” um dia se tornaria presidente da República.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não faço ideia da sua idade , caro Gildokson . Mas como participei de todas as eleições pós ditadura , te afirmo que esse “ Mito “ foi um Mico criado nas redes Sociais. Felizmente, a meu ver , esse cara vai cair antes de entregar o País aos Centrões da vida novamente. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Lembrando que tivemos eleições diretas antes da ditadura rs. As mesmas desinformações ou fake news que o elegeram , vão tirá-lo do poder. Abs!

          Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Finalmente vi uma citação, da qual sempre tive afinidade e defendi: por que não votar em outro, diferente daquele que temos certeza que não servirá, já que temos opções para tirar o que não queremos mais?
          O povo se queixa de tudo que é governo, mas esquece que o governo é uma representação do referido povo. Se fossemos educados e unidos, teríamos sempre o melhor representante, mas, cada um, na hora que o “bicho pega”, só enxerga o umbigo.
          Grande abraço.

          Responder
        2. heitor

          Por isso que eu digo: muitos hoje estão insatisfeitos com o Bolsonaro mas ele foi eleito respeitando as regras (nao vou entrar no merito se teve fraude, se teve fake news porque, ate agora, nada foi provado). Entao, se o quiseremos fora, nas proximas eleicoes ja sabemos o que fazer.

          Responder
    2. Filipe Fernandes

      Caro Periferia e pessoal do Blog, bom dia.

      Acredite ou não, mas esta é a mesma frase que ele proferiu após o incêndio que consumiu o Museu Nacional do Rio em 2018. A mesma frase. Ela já se tornou um clichê, uma pronúncia batida nessa mente doentia que governa o país.

      Mas o “E daí” é novo (ao menos publicamente, pois no privado deve ser recorrente, assim como outras sandices). Essas duas pequenas palavras, que demonstram um desdém, uma monstruosidade, um descaso tão cabal da parte desse político solipsista (que acha que a realidade é só o que ele vê) com as perdas humanas, apenas colocam a nu, apenas reafirmam a pequenez moral desse sujeito.

      Ele pode ser tudo que ele acha que é: Messias, Constituição, Johnny Bravo, etc. Mas não um estadista. Nunca foi. Para isto seria necessário um mínimo de dignidade.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Lembrando que houve também um ‘E daí?’ quando questionado sobre colocar na direção da PF um amigo íntimo da família.

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Caro Dalcim, boa tarde.

          Mestre, é verdade, de fato, essa afirmativa anterior (outra profundamente lamentável e gravíssima, posto que denota um descarado aparelhamento ideológico de um importante órgão público), feita semana passada, me passou sem ter tido conhecimento dela.

          Responder
  16. JAN DIAS

    PRA QUEM AINDA NÃO SEGUE:

    RECOMENDO O INSTAGRAM DO WAWRINKA (stanwawrinka85), uma conta muito legal e divertida,
    agora na quarentena ele está postando fotos e vídeos
    de seus treinos em casa, de suas habilidades culinárias
    (fondue, lasanha…🍢🍜) e suas atividades com seu gi-
    gante urso polar de pelúcia…🐻
    Ele mesmo edita as fotos e faz montagens bem criativas.

    Outra opção, nesta quarentena, é ver as LIVES tipo CHAT 💬 que os tenistas estão fazendo entre si: as melhores pra mim foram a do NADAL c/ MURRAY (em inglês) e a do
    DJOKOVIC c/ FOGNINI (em italiano).. Elas estão disponíveis no YOUTUBE.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Jan, gostaria que ele postasse um vídeo explicando “tim tim por tim tim”, com closes, legendas, camêras lentas etc, como ter um backhand daquele….rsrs
      Ia me ajudar demais nos meus jogos futuros, quando voltarmos a jogar! hehe

      Responder
  17. Rafael

    Fiz outra enquete baseada na música “If looks could kill”, do Heart, banda que gosto muito, e perguntei:

    Se o olhar matasse, vc teria alguém em especial para quem olharia?

    Pus como alternativas: a) tenho uma lista inteira; b) não, sou do tipo que perdoa.

    53 x 0 a favor de “I’ve got an entire list”.

    Affeeeeeeee

    Responder
    1. Barocos

      Rafael,

      Não quero ser juiz e policial do mundo, definitivamente, não me encaixo na 1ª opção. Ainda, não costumo dar muita importância para grande parte das faltas por nós praticadas, somos apenas humanos afinal de contas, então, poderia até parecer que sou do tipo clemente, não sei se este é o caso.

      Sendo um pouco mais específico, o que realmente me incomoda são os erros propositais, aqueles que os praticantes se recusam a corrigir quando possuem esta possibilidade, ou, ainda, quando nem ao menos se desculpam ainda que saibam que falharam. Em quaisquer destas situações, há que se pesar a gravidade dos mesmos. Perdôo prontamente o que considero menor, claro, se for algo grave, costumo optar pelo afastamento. Temos pouco tempo neste mundo e não quero desperdiçá-lo com emoções que nada trazem de positivo.

      Penso que talvez você tenha que adicionar uma terceira opção em sua enquete, mesmo porque, poucas coisas são em preto e branco na nossa vida.

      Por último, não esqueça de reservar um lugar para mim em uma das Kombis!

      Um grande abraço!

      Responder
      1. Rafael

        Então Barocos, o máximo de alternativas permitidas são 2, diferente das nossas KOMBIS, onde sempre cabe mais gente! Obviamente vc é daqueles q já está na equipe sem bem pedir, sua inclusão é automática.

        Abs

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mas atente para a frase, Leme: “Não será possível praticar esportes em locais fechados e que sejam em equipe ou tenham contato físico”, afirmou Philippe nesta terça. Ou seja, esportes coletivos e de contato! Não é o caso do tênis ou natação, como exemplos principais. E como Roland Garros já alterou sua ideia de data para última semana de setembro, eu mantenho meu otimismo… rsrs…

      Responder
      1. Rubens Leme

        Duplas tem contato, especialmente quando param a cada ponto para cochicharem a tática. Pode não ser abraço de árvore, mas ficam a centímetros fora os cumprimentos a cada ponto disputado.

        Farão um Slam sem duplas, Dalcim?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          É só combinar por gestos e não por palavras ao pé do ouvido. Facilmente contornável. Mas ainda assim estamos falando de dois jogadores que já convivem juntos em treinamento, vestiário. Então não há um sério problema de disseminação de vírus aí.

          Responder
  18. Sérgio Ribeiro

    E o Primeiro Ministro Italiano liberando os esportes individuais ( entre eles o Tênis) , a partir de maio. Suicida ? , maluco ? . O número da gripezinha do Bolsonaro na Bota , foi assustador. Daí que podemos concluir que algo está pra acontecer . Embora tudo muito confuso. A Áustria libera a volta dos Torneios com Thiem e tudo. E a Holanda resolve terminar o Campeonato de Futebol sem Campeão. Alguns Tenistas deixando bem claro , que preferem sem público a nada. E a Espanha também parece querer embarcar. Já começo a achar que quem cravou que o ano estava encerrado , deve botar as barbas de molho. E o Ex- CEO da ATP , não confirma que a ideia da fusão com a WTA já vinha sendo discutida . Basta checar no TênisBrasil. É contra a ideia do Suíço pois diz que a entidade máxima masculina é muito mais organizada que a das meninas. Muita água a rolar em ambos os assuntos. Abs!

    Responder
    1. JAN DIAS

      Realmente Sérgio, a coisa tá muito confusa, mas eu acho que ainda é muito cedo pra retomar os esportes, os dirigentes deveriam aguardar um pouco mais…

      Eu fiquei imaginando o USopen sendo disputado sem público..deve ser estranho, porque perde o fator emoção..mas pra nós em casa 🏠 seria um alívio!..

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Então , JAN . Eu não consigo imaginar o Big 3 jogando sem público. Eles aplaudem até quando os Caras ajeitam a Cueca rsrsrs.. ABS !

        Responder
  19. Maurício Luís *

    Sobre as críticas do Dustin Brown ao Dominic Thiem, não se trata de passar fome, mas tenistas abaixo do 300 terão que adiar ou encerrar em definitivo suas carreiras sem ajuda financeira. Pode ser que um futuro número 1 tenha seu caminho interrompido… coisa que acontece direto e reto aqui no Brasil.
    E a ATP/WTA também poderiam muito bem reduzir os exagerados prêmios milionários dados aos campeões e aumentar a premiação da base.

    ***** O próximo níver da sogra ******
    E eis que a sogra do baloeiro está em dúvida sobre que tipo de velinhas colocar em cima do bolo:
    – Meu genro, o que você acha? Pensei em colocar velinhas palito, uma pra cada ano de vida. Assim os convidados ficam com preguiça de contar e não descobrem minha idade!
    – Não é boa ideia, sogrinha querida. Na hora de apagar, teremos que chamar o corpo de bombeiros.
    Se aparecer alguma foto dele com um galo na cabeça, tem nada a ver com uma bolsada que ele levou sabe-se lá de QUEM…

    Responder
  20. Rubens Leme

    Tópico diferente.

    Dias destes postei uma foto da minha esposa no Facebook falando do nosso casamento e que estamos juntos ainda depois de quase duas décadas. Aí chega neguinho falando que não foi convidado, que eu sou traíra, bla bla bla.

    Bom, expliquei que não teve cerimônia, foi muito simples. Chegamos ao cartório, tinha vários casais, nem padrinho tínhamos. Um casal pediu para sermos os deles e seriam os nossos. Pronto. Certidão na mão, fomos para casa, fizemos um almoço e estava consumado (na verdade há anos, pois já vivíamos juntos).

    Aí eu disse porque não fiz casamento. O motivo mais óbvio: falta de dinheiro.

    Mas havia outros:

    1 – não morava mais em SP.
    2 – odeio usar terno e gravata.
    3 – odeio dar presentes, portanto não preciso recebê-los.
    4 – é uma cerimônia brega demais.
    5 – geralmente a música é brega demais (a minha não seria, mas ninguém iria dançar, porque quase ninguém curte o que ouço).
    6 – sempre tem cerveja, vinho e champanhe vagabundas, porque, afinal festa é para encher a lata e não apreciar.
    7 – ia aparecer um monte de bêbado.
    8 – ia ter confusão.
    9 – ia ter gente vomitando.
    10 – discurso constrangedor e engraçadinho de padrinho.
    11 – momento de confissões e nego te abraçando fedendo a gambá dizendo que te ama e que sente saudades suas.
    12 – iam querer ficar até de noite e você assaria feito um peru naquele terno quente e abafado.
    13 – acabaria tendo baixaria e polícia aparecendo.
    14 – teria o momento do “deixa disso”, enquanto suas coxas, axilas e nucas ficariam mais assadas do que um tender, em uma delegacia.
    15 – chegaria 3 da manhã em casa, cansado, com vontade de mijar, louco por banho, mais fedido com um gambá e tomando banho devagar por causa das assaduras.
    16 – iria tomar um fenergan da vida, se besuntar de creme e desmaiar na cama.
    17 – seria acordado cedo no dia seguinte, com a cabeça trincada, pedindo para morrer, porque precisa começar a limpar o local e recolher os destroços. Não sabe se começa a chorar ou se tenta um suicídio.
    18 – vizinho apareceria para dizer que “seus convidados mijaram no meu muro, jogaram ovo, pisaram na grama, quebraram a calçada e jogaram latas e garrafas no quintal.
    19 – levaria dois dias limpando para deixar um aspecto de horrível para repugnante e levaria meses para sair o cheiro de sua casa.
    20 – sua esposa iria se irritar com as brigas com os vizinhos e culparia seus amigos e parentes e você faria o mesmo.
    21 – ela acabaria se irritando e iria passar uns dias na casa dos pais dela.
    22 – voltaria em umas semanas, ainda brava, as brigas aconteceriam até rolar um divórcio.
    23 – seria agora xingado e ameaçado pelo pais, irmãos e primos dela, sem contar os vizinhos, o cheiro que não sai da sua casa e as contas do buffet do casamento que o sogro jogou na sua cara.
    24 – resolve mandar todo mundo tomar naquele lugar, bate a porta na cara da ex, liga o som no talo, bebe e berra.
    25 – acaba vendo a polícia baixar na sua casa, bater na sua porta, te levar para a cadeia.
    26 – sem grana e sem esposa, liga pra algum parente e pede a grana da fiança. Ouve meia hora de aporrinhação de porque não tem grana e “como assim já está se divorciando? Você se casou tem uma semana!”.
    27 – consegue a grana e agora deve pra seu parente, sua ex, pro buffet e os vizinhos ainda reclamam e exigem que pague pelo muro deles.
    28 – se enche o saco, mando tudo às favas, muda de casa, de bairro e acaba só.

    FIM? Pelo menos até o próximo casamento.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Se alguém aqui tinha pretensão de fazer uma festa de casamento, desistiu depois de ler esse texto…kkkkk

      Faltou apenas incluir que tem convidado que tem a cara de pau de reclamar da bebida e/ou comida.

      Eu quando casei em 2006, gastei muito dinheiro por apenas 9 horas (igreja e festa). Eu com a cabeça de hoje, teria feito uma festa para pouquíssimas pessoas e pegaria o restante da grana para fazer várias viagens com o dólar a R$ 2,15.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Danilo, festa boa é a dos outros: você chega, bebe, come, dança, ri, usa o banheiro e quando se cansa vai para casa, mais gordo, feliz e sem pensar no pós.

        Responder
    2. Barocos

      Rubens,

      Grato pelo texto, pretendo utilizá-lo quando a ex, com a qual mantive relação por nove anos, vier, pela enésima vez, me perguntar porque não casei com ela. Também me será de grande valia com a atual, para justificar a minha resistência em fazê-lo!

      Caso o efeito almejado seja atingido, fim de intermináveis questionamentos sobre a natureza das relações conjugais e supressão de longas arguições sobre a legitimidade de se seguir normas sociais, virei a público solicitar os dados de sua conta bancária para que eu possa recompensá-lo apropriadamente!

      Apenas para deixar claro, não tenho nada contra o casamento … dos outros!

      KKKKK

      Responder
      1. Rubens Leme

        Barocos, argumentos e problemas futuros com sua esposa/namorada, eu dispenso; já o dinheiro basta me avisar que passo minha conta de bom grado.

        Responder
  21. Miguel BsB

    Será que o Thiem é da turma do Sampras…não abre a mão nem pra cumprimentar o adversário depois do jogo? rs
    Acho que nessa ele pisou na bola. Faria uma contribuição mínima (relativa as suas condições financeiras) pra ajudar seus colegas de profissão mais necessitados, e não faria nem cócegas na conta bancária dele.

    Responder
    1. Marcilio Aguiar

      Que venham novos tempos melhores.

      Cabem também esses versos de Guilherme Arantes:

      “Amanhã está toda a esperança
      Por menor que pareça
      O que existe é pra vicejar
      Amanhã, apesar de hoje
      Ser a estrada que surge
      Pra se trilhar
      Amanhã, mesmo que uns não queiram
      Será de outros que esperam
      Ver o dia raiar
      Amanhã ódios aplacados
      Temores abrandados
      Será pleno, será pleno”

      Um abraço.

      Responder
      1. lEvI sIlvA

        Marcílio, meu caro, que coisa linda essa poesia do Guilherme! Amanhã, guarda uma simplicidade, e ao mesmo tempo tem uma mensagem tão profunda…!
        ######
        Como disse ao Leme, recentemente, tive a grata felicidade de comprar o box do cantor. Foi um espanto, saber que havia sido lançado e mais ainda, quando o achei numa promoção na Saraiva de R$500,00 por R$204,00. (Afinal, eram os 22 cds da extensa carreira + 2 de singles!) Comprei, é claro. 😁😁😁
        Abraço!

        Responder
  22. Sandra

    Qual a sua opinião Dalcim ? O tênis volta esse ano ? Pelo menos já estou vendo vários países europeus flexibilizando o Isolamento ! E um dos tantos médicos que vi na Tv , falaram que mais perigosos seriam os esportes coletivos

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Continuo otimista, Sandra, e muito aliviado porque a situação na Europa começa a ficar mais controlada. Os EUA no entanto estão ainda muito afetados, apesar de vários governos estaduais estarem reabrindo a economia. Mas ainda acho que é cedo para avaliar. Teremos de esperar ao menos o correr de maio para termos uma ideia de é possível a voltar em dois meses. Mas os eventos regionais vão sair.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Temos que lembrar que ainda estamos no fim de Abril. Esses tempos de quarentena parecem uma eternidade, a sensação é de que já estamos no fim do ano, mas não faz nem 2 meses.
        Alguns países e esportes já são sinal de retorno. Ainda que demore mais uns 3 meses (ou seja, o dobro do que já enfrentamos), ainda teremos mais de 5 meses até o fim do ano. Acho, sim, que há possibilidades de retorno ainda esse ano, a menos que as curvas voltem a subir.

        Responder
  23. Rafael

    LEVI SILVA, meu caro.

    Não era para revelar neste momento, mas vou dar uma de Federer e me adiantar, rs: vc em breve será convidado pela cúpula NOLISTA a assumir a posição de CO-PILOTO em uma de nossas mais de 15 milhões de KOMBIS espalhadas mundo afora, ajudando a conduzir a já imensa e diariamente crescente nação nolista rumo à terra prometida, rsrsrs.

    Gabi, a Nadalista mais querida do blog, vc tem cadeira cativa em uma KOMBI VIP de sua escolha, como contraponto à catinga da testosterona de milhões de marmanjos, sempre com colocações sensatas, divertidas e inteligentes. Pode sentar ao lado do Luiz Fernando, que já aceitou nosso convite, e do querido Carlos Reis (que, diferente do que disseram, foi vacinado, apesar de ser contra vacinas) e vcs podem discutir NBA, Big Pharma, Bio Gueites, etc, à vontade! Veja, o Luiz Fernando, o principal símbolo Nadalista do blog, além de agradabilíssmo, é são-paulino (e merengue,se não me engano) como EU!!!! Só isso já conta demais.

    RODRIGO, venha para uma de nossas KOMBIS! Vc pode sentar ao lado do nobre nolista Paulo Almeida (sei que vcs se adoram), que vai ajudá-lo a ver a BELEZA do jogo de Djokovic!!

    Falando nisso, cadê o Jeremias? Era um dos caras mais inteligentes que já vi.

    Indo mais longe ainda, onde está o João Ando, que acha que a UniQlo,a C&A deles, faz roupas boas?

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Galera top essa.
      Chame o Vitor Hugo também. Ajudará a compor nosso “quadro de pessoal” mesmo ele sendo contra o tenista mais puro sangue que conhecemos.

      Responder
  24. Rafael

    Antes de começar a parte final de 1 trabalhinho que estou fazendo para as 14:00 de hj, queria comentar algo:

    O nobre multi-homem vem sendo completamente ignorado no blog qdo posta depreciando a torcida do “cotonete” e o próprio jogador. Naqueles posts que n tinham a ver c tênis, quando tivemos a tal catarse coletiva (*by Rubens), estava até começando a simpatizar com ele…

    A “torcida que mais cresce no mundo” é uma brincadeira (mas n muito), caro multi-homem. Estamos apenas descontraindo.

    Não leve tão a sério tudo que postamos. Os tempos estão tensos…

    Abs

    Responder
  25. Luiz Fernando

    Infelizmente estamos num país pobre, ou melhor, paupérrimo em homens públicos com letras maiúsculas. Por exemplo, votei duas vezes no FHC p presidente e considerava q haveria um divisor de águas, antes e após o cara. Creio q ninguém poderá dizer q se trata de um cara despreparado. No entanto, após a reeleição, comprada com muito bom dinheiro sabe-se de lá de qual origem, ele caiu na mesmice e na mediocridade. A decepção foi enorme. Torço p q não ocorra o mesmo c Moro, se este enveredar p a política, algo q me parece mais provável a cada dia…

    Responder
        1. Miguel BsB

          Não? Então ele largou a magistratura e foi virar ministro do Bolsonaro sem ter nada a ver com ele? Foi emprestar sua “credibilidade” pro governo sem ter nada a ver? Aliás, passou pano pra um monte de coisa escabrosa, inclusive suspeitas de assassinatos, relacionamento com milícias, uso de laranjas em campanha etc durante 1 ano e 4 meses…
          O que ele não aceitou foi perder o controle da PF, é uma disputa de poder, isso é claro.
          Moro serviu a esse governo enquanto lhe conviu…vai ficar marcado igual os nazistas “arrependidos” que os bastardos inglórios pegavam no filme do Tarantino. O 17 tá marcado indelevelmente na testa dele…

          Responder
      1. Luiz Fernando

        Talvez junto com ele os juízes de Porto Alegre que confirmaram e até ampliaram algumas das suas sentenças. Apartidários devem ser Gilmar, Tófoli, Lewa e cia limitada…

        Responder
        1. Miguel BsB

          Rapaz, tu tem um pensamento binário que é de assustar!
          Fique com suas posições políticas porque, na minha opinião, são rasas e não acrescentam em nada…só obviedades e clichês o tempo todo.

          Responder
          1. Luiz Fernando

            Nossa pelo teor do q vc posta deve tratar-se de um grande democrata, mas temos q conviver com todo tipo de opinião e visão, apenas podemos não concordar c elas e contra-argumentar, não fique tenso..

    1. Sérgio Ribeiro

      Bem , o Plano Real foi sim um divisor de águas , caro comentarista. A distribuição de renda realmente dava seus primeiros passos. A transição de governo para seu sucessor, foi a mais elogiada da República. E como diz o Ministro atual , o melhor Plano Monetário que já viu. Quanto a continuidade , cada um que fique com seus conceitos. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Onde vc leu que o plano real não foi um divisor de águas no q eue postei caro Sérgio? Foi e continua sendo o grande mérito do FHC. Apenas disse q o comportamento de um político que compra a própria reeleição, ou melhor, a possibilidade de disputa-la, não o diferencia dos demais…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Plano Real mérito do FHC é daquelas mentiras contadas várias vezes até virar verdade.

          Sugiro que veja o filme “Real: A História por Trás do Plano”.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Sugiro que leia TODOS os comentários, para não postar bobagens , caríssimo Almeida . Mais abaixo está bem claro que o PAI DO PLANO REAL , se chama ITAMAR FRANCO. Se o “ Impulsivo” parceiro não sabe , FHC foi tirado pelo Presidente, das relações exteriores, para a Fazenda ou Economia , como queira. Com carta branca pra montar uma equipe que utilizou a URV como transição para o Real. De quase 2000 % ano de inflação em 92 com Collor , para 18,5 % de julho a dezembro de 94 . Abs!

  26. Maurício Luís *

    Ô, Capitão Cloroquina… Tinha nada que demitir o superministro. A diferença entre capitão e capetão é uma letra só. Francamente!
    Só falta agora brigar com os filhos e divorciar da patroa. E ainda me põe lá um Ministro da Saúde que mais parece recém-saído de uma pneumonia dupla depois de ter passado por uma greve de fome… Um zumbi perfeito.

    Responder
    1. Carlos Reis

      Eu NUNCA fui com a cara do Moro, mesmo depois de prender o vbgdo de 9 dedos, afinal, ele é um operador do direito, a chance de um operador do direito ser um picareta, ser um pilantra é pelo menos 75%, rsrs.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Mas engraçado é que até semana passada ele prestava, né?

        Só bastou ele ter se tornado um crítico do Bolsonaro, que o Moro virou picareta…

        E tudo que o Moro fez de bom foi esquecido kkkkk

        Impressionante essa idolatria e cegueira generalizada de vocês.

        Responder
  27. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,alguns tenistas já voltaram a treinar,como por exemplo o thiem…Enquanro isso o Nadal reclama que não pode treinar na Espanha…Você acredita que isso pode ser dedo igual e causar vantagens pra determinados tenistas quando o tênis voltar?

    Responder
  28. Rafael

    Esse dia 1 colega perguntou p/ o Dalcim quem fora do Big3 estaria mais cotado a vencer um Slam após a pandemia. Dalcim respondeu Tsitsipas, um colega abaixo respondeu Thiem, com o que concordei.

    Decidi fazer 1 enquete nos meus stories, perguntando exatamente a mesma coisa, só que em inglês. Como só dá pra por duas opções, em uma coloquei Tsitsipas/Thiem e, na outra, “a different player”.

    Pro meu espanto, o resultado deu 75% para ” a different player” e apenas 25% para Tsitsipas/Thiem.

    PS 1: as hashtags pra chamar atenção pro post foram todas em inglês, e nenhum dos que votaram era brasileiro.
    PS2: houve muito mais gente que visualizou do que gente que votou.

    Com a palavra, para explicar esses resultados e os PSs 1 e 2, o Dalcim e o nobre nolista e analista de estatísticas da ATP, DANILO AFONSO.

    Responder
    1. Rafael

      Como achei que ninguém mais fosse votar, postei aqui. Fui dar uma checada agora e está 50% para cada opção, o que pra mim corresponde mais com a realidade.

      Responder
    2. DANILO AFONSO

      Nobre Rafael, somente hoje de manhã vi meu nome e só agora posso responder.

      O Dalcim já matou a charada. A opção “outros tenistas” é muito ampla ao ponto de podermos incluir de 6 a 10 jogadores em tese capazes de vencer um Slam, na qual destaco Medvedve e Zvere. Se dividirmos 60% em partes iguais entre 6 a 10 jogadores, teríamos de 10% a 6%, muito menor do que provavelmente teríamos na distribuição dos 40% entre THIEM e TSITSIPAS, algo de 15% a 25% para um deles. Logo eles estariam na frente dos demais (outros jogadores).

      Eu também acho que muitos torcedores fanáticos por um dos membros do BIG3, possam ter ignorado de propósito que o trio não estava em nenhum das opções e escolheram a que melhor se encaixaria (outros jogadores) ao BIG3.

      Quanto as observações 1 e 2, acredito que o idioma foi a barreira, e também porque muitos brasileiros não acompanham o esporte, alguns sabem somente os nomes do BIG3 que não estavam nas opções. Logo, muitos visualizaram a enquete, mas não votaram por não compreender o idioma, e alguns que souberam traduzir, acredito que não responderam porque não conhecem THIEM e nem TSITSIPAS, ou não tinham interesse mesmo.

      Responder
      1. Rafael

        Obrigado, Dalcim e Danilo, pelas respostas. Pude entender melhor. O que já havia desconfiado, com certa tristeza, é que poucos brasileiros se interessam pelo mundo do tênis.

        Responder
  29. maior geração da historia do tenis esta chegando

    mestre dalcim , voce acha que a atp e grandes patrocinadores vao ficar com medo e receio de veicular suas marcas ao nome de djokovic depois do lance com a vacina? tipo o mundo do tenis ainda vai considealo um dos maiores da historia?sera que vao arriscar colocar o nome desse esporte genial tenis ligado ao nome de djokovic?eu mesmo ja parei de seguilo nas redes sociais . o rei é federer e pronto

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que isso seja tão grave a ponto de gerar toda essa reação negativa. É uma opção e um direito. Claro que acho que não era uma boa hora para ele se posicionar, mas é um direito dele não querer se vacinar ou a seus filhos.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Finalmente um comentário claro sobre o assunto. Foi exatamente o que entendi ao ler em Tenisbrasil. Ele não é adepto à vacinação para si próprio e sua família. Não está encabeçando nenhuma campanha mundial.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acredito que ele seja contra o conceito geral da vacina, Gabi, que é a introdução de um vírus amenizado no organismo para provocar a reação dos anticorpos e assim imunizar.

          Responder
          1. Gabi

            Muito obrigada por sempre nos responder!!

            Conforme vc muito bem colocou, é uma opção e um direito do Djoko…

            Mas, não se pode ser contra ou a favor das “vacinas”, como se elas estivessem todas no mesmo “saco”.
            Há vacinas que ninguém deixaria de usar, como a da raiva em caso de mordida por um cão estranho ou do tétano em caso de ferimentos graves.
            Existem vacinas infantis que impedem doenças potencialmente graves e que são usadas há muito tempo com perfil de risco/benefício favorável, como as da poliomielite, sarampo e meningite. Mas há também um grupo mais novo de vacinas, como as do HPV, rotavírus e influenza, cujo perfil de risco/benefício varia conforme as circunstâncias e o público-alvo, dando margem a uma saudável discussão sobre custos, riscos, benefícios e preferências pessoais…

            É importante lembrar que existe um interesse financeiro muito forte por trás da questão das vacinas e para o qual é preciso estar atento. Ao se insuflar um movimento antivacinas, aumenta-se a importância das “vacinas”. Nada melhor para quem quiser emplacar uma vacina inútil e cara do que colocá-la no mesmo “saco” de vacinas consagradas como as da poliomielite, do sarampo ou do tétano.

            Por isso, sempre que alguém se posicionar como anti ou pró-vacinas, tente entender exatamente sobre qual vacina ele está se referindo, pois isso faz toda a diferença. Não caia na armadilha da generalização. A simplificação e o raciocínio polarizado têm dois resultados graves: pessoas que deixam de fazer vacinas cruciais e pessoas que fazem vacinas desnecessárias ou perigosas. A melhor maneira de combater essa polarização perigosa é avaliar criteriosamente cada uma das vacinas e, principalmente, evitar qualquer tipo de generalização…

          2. Gabi

            Aliás, esses dias li sobre a origem das vacinas…
            Foi com a varíola.
            A varíola matou mais gente do que todas as guerras juntas.
            Se você contraísse varíola (e todo o mundo contraía), tinha um quarto de chance de morrer uma morte horrível. Caso tivesse a sorte de sobreviver, estaria imune pra sempre —mas com crateras fundas na pele.
            Quase todos tinham a pele avariada, porque a varíola não perdoava ninguém. Ou quase ninguém. As leiteiras, porém, se destacavam pela pele intacta.
            Benjamin Jesty, um pequeno fazendeiro do século 18, já tinha reparado que leiteira não pegava varíola… Ou melhor: não pegavam varíola humana. A variante bovina, mais branda, dava feridas na teta da vaca e pequenas bolhas nas mãos da leiteira. O camponês então teceu uma hipótese: será que as leiteiras estavam imunes à varíola humana por já terem contraído a varíola bovina?
            Feita a hipótese, raspou a teta de uma vaca avariada e usou uma agulha de cerzir infectada pra arranhar o braço da mulher e dos filhos. Deu certo: o vilarejo foi varrido pela epidemia, mas sua família estava imune, pra sempre, à maior assassina da história. Ali nascia a vacina.

          3. Gabi

            Mas, o Djoko nao pode ser contra ou a favor das “vacinas”, como se elas estivessem todas no mesmo “saco”****

      2. FABIO TADEU ARAUJO

        Olá Dalcim,
        Sobre vacina, na imensa maioria dos países sérios do mundo, isso não é tratado como direito e sim dever, pois impacta as pessoas ao seu lado, vide os casos de Sarampo no Brasil no ano passado.
        O que a pessoa têm é direito à opinião sobre vacinas e não sobre a vacinação, ao menos para as obrigatórias.

        Responder
  30. Anderson Nunes

    Dalcim, mudando um pouco de assunto, você acha que Zeballos ganhando de Nadal em 2013 foi a maior zebra da história das finais de ATP??? ao menos de 2010 pra cá.

    Responder
  31. Oswaldo E. Aranha

    Estava assistindo a reprise de um jogo no US Open ente Murray e Djokovic, muito bom com bastante trocas de bolas nos games e cujo resultado não pôde ser contestado com as desculpas habituais no blog quanto à diferença de idade, pois ambos nasceram no mesmo ano, e não estavam contundidos.
    Quanto ao ônibus biarticulado já foi providenciado, entretanto há regras que devem ser obedecias; não podem ter acesso: sem máscara, quem tenta denegrir tenista adversário com apelidos depreciativos, com acusações torpes infundadas, com uso de termos de baixo calão e com outras demonstrações de incivilidade. Cumpridas essa premissas o acesso é livre.

    Responder
  32. Gabi

    Ivete Sangalo de pijama na live!!
    Qdo ela começou o “e vai rolar a festa”, com os brinquedos da criançada como plateia, claro que afastamos os sofás aqui de casa e dançamos e pulamos junto!!

    Responder
  33. Samuel

    Boa noite Dalcim,

    Nadal versus Djokovic, jogo excelente apesar de ser reprise, 7 a 7 no quinto set, faltando apenas dois games terminar, o canal Bandsports vai para um intervalo comercial e volta com um programa com o craque Neto. Pelo menos no meu televisor foi assim (sou assinante da Claro/Net).
    E assim, justifica-se o fato deles serem o canal canal com menor audiência (disparado) no segmento dos canais esportivos.

    Samuel

    Responder
  34. Oswaldo E. Aranha

    Diante da colocação do “escritor” francês atual, quero retificar dizendo que o micro ônibus que pensei será insuficiente e então devemos já pensar em um ônibus biarticulado e para um breve futuro ….

    Responder
  35. Rubens Leme

    Muito triste esse momento do inigualável Guillermo Vilas. Alzheimer ou AVC são as duas enfermidades que mais temo. Perder a memória e não reconhecer mais ninguém ou nada a seu redor é deprimente. Que ele tenha um final de vida digno e que possa ficar bem.

    Responder
    1. u~es

      Quando vc vê alguém com Alzheimer ou qualquer forma de demência, como eu vi, vc se questiona sobre um monte de coisas. O ser humano passa a vida acumulando experiências: educativas, emocionais, de viagens, de trabalho, de família; acumula memórias e lembranças que, no fim, é tudo que acumulamos realmente… De repente ele vai gradualmente sendo reduzido a uma planta ou pior. Qual o sentido de tudo isso?

      Nós não somos nada.

      Responder
        1. Rubens Leme

          Da vida nada se leva, nem a roupa do seu enterro, você escolherá.

          É muito triste mesmo, tenho parentes com Alzheimer e que sofreram AVC também e dói ver não lembrar de nós ou das coisas.

          Responder
      1. periferia

        Olá u~es

        O segredo talvez seja passar todas essas experiências enquanto livro esta sendo escrito ….e não deixar para o epílogo …

        Abs

        Responder
        1. Rafael

          Acredito que vc tem razão, Cláudio. Talvez esse seja mais um dos motivos que me frustram por nunca ter tido um filho (a).
          _________________________________________________________________________________________________________________________________
          Quanto a esses garranchos que apareceram no lugar do meu nome, acabei digitando parte de um comentário e a tela rolou com alguma atualização e invadi o campo do nome sem nem ver, affe. Só notei agora, quando vc me respondeu. De qquer forma, minha fotinha está lá. Que curioso.

          Responder
          1. periferia

            Olá Rafael.

            Lembro daquele personagem de Blade Runner….o replicante Roy…..de certa forma ele estava certo.
            “A vida (lembranças ) são lágrimas na chuva”
            Muitas vezes…..ninguem nota (é triste).

            Abs

  36. Filipe Fernandes

    Rubens Leme, boa noite!

    Caro, puxa, sinto muito pelo seu primo, é difícil até encontrar uma palavra.

    É triste quando um sonho, um desejo, uma carreira ou um futuro promissor é minado por uma ocorrência como essa, muitas vezes contingente, imprevista na vida, ainda mais quando somos verdadeiramente apaixonados por aquilo que já não pode acontecer. Me lembrei até do filme “Menina de Ouro”, de Clint Eastwood, um dos que mais amo da obra desse cineasta, em que acompanhamos aquela personagem humilde, tão vivaz, tão otimista e apaixonante — e que é apaixonada pelo boxe.

    E também o que se passou com o seu tio, mesmo não sendo por uma questão física, não fica menos, pode ter sido outra grande possibilidade de realização esportiva (mas, sobretudo, pessoal) não consolidada.

    Que ambos estejam bem hoje, levando suas vidas com alegria.

    (Olha, me perdoe, mas pela sua descrição de si mesmo no desempenho e performance nas partidas entre Veteranos x Molecada, me parece que você era bem semelhante a um certo Felipe Melo, que jogou num time azul daqui de BH, pelo qual torço, mas hoje joga num time verde de SP — estou errado? rs.)

    Muito legal saber que você cobria esses grandes clubes de São Paulo. Certamente foi uma experiência fascinante, deve ser uma aventura, mas também um imenso desafio, acompanhar, dia a dia, a rotina de jogadores, técnicos e os bastidores do futebol. Pelo que já li de você aqui, imagina se tivesse tido o privilégio de cobrir um certo Björn Borg? Não seria nada mal, rs.

    Um grande abraço, Leme!

    Responder
    1. Rubens Leme

      Meu estilo era uma combinação de Rocha (antgo volante loiro do Botafogo e do Palmeiras, que morreu cedo de leucemia. Se lembra dele, Dalcim? Até teve uma chance nos tempos do Telê com a amarelinha), um pré-Galeano com a sutileza de um Júnior Baiano.

      Olha, meu tio lamentou na época, mas depois se deu muito bem na medicina e ficou bem de vida. E foi até bom, porque um outro primo meu, caçula deste que estourou os joelhos, também teve a mesma contusão do mano mais velho, também na Ferroviária e era até melhor de bola, um ponta-esquerda cheio de ginga e malícia com um chute violentíssimo. E como eu também estourei meus ligamentos do tornozelo direito jogando pelada, acha que paira uma certa maldição na família.

      Realmente, foi uma pena não ter conhecido Borg. Lamento por ele não ter tido a honra de ser meu entrevistado, é uma lacuna na vida dele. Enfim, não se pode ter tudo.

      Responder
  37. Paulo Almeida

    O impeachment precisa acontecer, mesmo que seja por videoconferência. Bozo é tão burro que cometeu crime de responsabilidade pra proteger seus filhos bandidos. Paulo Jegues vai abandonar o barco furado também.

    E assim a direita, composta somente por pessoas extremamente burras, será enterrada de vez!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Sempre com opiniões ponderadas Paulo, não ha como discordar. Claro q para ratificar sua visão temos q expor a “inteligência” e benemerência da esquerda, aquela q sempre pensa no próximo e nunca em si mesma: 1) Lula: orquestrou o maior escândalo financeiro da historia da humanidade, gênio financeiro, brilhante, só um cara com esse QI elevadíssimo p fazer um esquema desse porte. Os filhos puxaram a inteligência do pai; 2) os irmãos Castro: são tão inteligentes q tomaram o poder ha 60 anos e nunca mais fizeram eleições livres, para q a população privilegiada de Cuba não corra o risco de abrir mão de sua gestão inteligente e direcionada exclusivamente ao bem comum; 3) Stalin e Mao: disputaram palmo a palmo varias partidas de xadrez, sendo as peças no tabuleiro os pobres camponeses de ambos os países, simplesmente mataram mais pessoas do que quaisquer outros na historia da humanidade; 4) Dilma e Maduro, quer exemplos maiores de inteligência? E claro, todos grandes democratas…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        De fato (rs)

        A parte final da frase dele é de uma imprecisão acachapante!

        Existem intelectuais da direita e da esquerda.

        Assim como analfabetos funcionais de ambos os lados…

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Olavo de Carvalho é praticamente um psicopata, um homem pequeno, por sua baixeza moral.

            E ele não segue nem o que escreveu…

            Além disso, não se pode querer encapsular, sequer minimamente, o pensamento conservador brasileiro em autores assim. Embora seja autor contemporâneo e tenha dado alguma contribuição.

            Se for pra ficar só em bons exemplos de autores brasileiros que se cite: Merquior, Campos, Miguel Reale, Plínio Corrêa, Bruno Tolentino (que foi poeta), dentre outros…

        1. Sérgio Ribeiro

          Dos que vieram após a ditadura : Sarney , Collor , Itamar , FHC , Lulla, Dilma, Temer , Bolsonaro, o parceiro saberia dizer quais os de direita e os de esquerda ? Abs!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Posso estar enganado, mas acho que é mais ou menos isso:

            – Sarney – centro;
            – Collor/Itamar – direita;
            – FHC – centro com tendências liberais;
            – Lula – centro-esquerda;
            – Dilma/Temer – centro-esquerda/centro;
            – Bolsonaro – direita.

          2. Sérgio Ribeiro

            Pois é , Paulo Almeida. O de direita Itamar Franco , fez tudo ao contrário do caçador de marajá , também de direita, segundo o parceiro. É o Pai do Plano Real ,provando que neste País , os interesses pessoais estão acima de quaisquer convicções políticas. Vimos aqui todo dia , peseudo intelectuais , defendendo com convicção absoluta o analfabeto presidiário. Com argumentos dos mais estapafúrdios. Faltando apenas dizer que o marginal , realmente nunca soube de nada. Abs!

          3. periferia

            Ficaria assim:

            -Sarney……………centrão
            -Collor/Itamar…..centrão
            -FHC…………………centrão
            -Lula…………………centrão
            -Dilma………………centrão
            -Bolsonaro………..centrão

            Nossa politica fornecendo grande variedade ideológica……

        2. Luiz Fernando

          Ninguém disse isso, mas como vc citou explicitamente um dos lados expus o outro, apenas isso, pois quem lê o q vc postou fica imaginando q a esquerda está plena de sumidades…

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Luiz, foi um comentário com mais emoção do que razão, pois esse desgoverno me tira bastante do sério.

            Eu me posiciono mais ao centro: acredito que o equilíbrio seja a melhor solução ou pelo menos a “menos pior”.

  38. Vitor Hugo

    Tem uns cinco ou seis aí que são torcedores do sérvio, os outros são tipo 2 x 4…. Um fusquinha é o suficiente pra pequena torcida do cotonete.
    Não tinha mais torcida que Thiem em final de slam. Já vi jogos contra Berdych, Murray, Monfis com a maioria com o adversário. Nunca vi um jogo de Novak contra Nadal e Federer em que a torcida do sérvio sequer tinha 1/3 do público.
    Sim, está crescendo, mas muito muito longe de ser expressivo como é a torcida do suíço e do espanhol. O momento também ajuda. A maioria são torcedores modinha e resultados, sem personalidade.

    Responder
  39. periferia

    Ola Dalcim.

    Lendo a notícia do Vilas…..sobre a deterioração da saúde do tenista argentino ….dada no TenisBrasil .
    No final da reportagem existe uma colocação sobre a ética jornalística.
    Supondo que o Guga estivesse com um problema como o do Villas .
    Como deveria se portar a imprensa nesse momento?
    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Cabe à imprensa noticiar, José Cláudio. Sem especulações ou dramatizações, num caso como esse. É uma doença degenerativa infelizmente muito comum, não vejo um problema real com isso desde que se tenha respeito com a família e o envolvido.

      Responder
  40. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,estava “estudando” a história do tênis nessa quarentena,já que acompanho apenas desde 2009…Me chamou atenção que Djokovic teve um ótimo 2007,para um jovem ainda,(títulos e finais de Masters,final us open,número 3) e começou 2008 com título da Austrália…Porque ao invés de deslanchar,ele só foi ganhar segundo slam em 2011?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Exatamente porque ainda era jovem, havia muitos acertos a fazer no jogo dele. Havia ainda problemas de resistência por força do então desconhecido problema com o glúten.

      Responder
  41. Rubens Leme

    Dalcim, supondo que você fosse um top 100 com presença certa na chave principal do US Open e que Trump desse garantias que NY está livre e segura do coronavirus e que poderá sim ter o torneio, você acha que desembarcaria na cidade e conseguiria jogar de cabeça limpa e tranquila ou ficaria com aquela pulga e medo de que algo acontecesse?

    Pergunto isso, porque é o que deve passar na cabeça de cada jogador hoje. Será que dá para confiar nas palavras de um político ou mesmo um infectologista de que estará tudo bem para voltarmos à prática esportiva, neste caso hipotético?

    Enfim, você iria ou não jogar?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se eu tivesse 25 anos, iria me aconselhar com vários especialistas, verificar com cautela os números de controle da pandemia e provavelmente iria. Mas nunca acreditaria no Trump… rsrs…

      Responder
      1. Rubens Leme

        Se eu tivesse 25 anos e com um top 100 regular, com alguma reserva considerável em caixa, eu só voltaria em 2021 por vontade própria. Ficaria treinando só, me cuidaria ao máximo, como se fosse uma recuperação de lesão. Deixaria 2020 correr, na boa.

        E pensaria em pular todos os torneios da Ásia no final do ano por umas temporadas.

        Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      kkkk

      Pois é!

      Chamo de justiça poética ter sido justamente essa mau-caráter, sanguessuga a tentar subornar Sérgio Moro…

      Eu nunca vou esquecer do comportamento ASQUEROSO que essa mulherzinha adotou contra a deputada Joice Hasselman.

      Alguém que tinha sido sua amiga, e que a havia apoiado essa Carla Zambelli quando ela não era NINGUÉM!

      E que a Zambelli traiu só para fazer média com o “Mito”.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Não fui eleitor dela porque ela se lançou por São Paulo.

          E eu moro em Brasília.

          Mas ela é uma mulher de caráter, coisa que a Zambelli e o “Mito” não são.

          Responder
  42. periferia

    Olá.
    Durante a copa de 1982(Espanha) …após a derrota do Brasil para Itália….na coletiva de imprensa….ao final. ..Telê Santana…o técnico do Brasil foi aplaudido de pé pela imprensa brasileira e mundial….mesmo derrotado.
    Hoje aconteceu o mesmo….mesmo derrotado Sérgio Moro foi aplaudido de pé durante sua saída .
    Observo com preocupação a situação do país ….apesar da admiração por Sérgio Moro …nao sou um homem de direita ou mesmo conservador(na periferia a ideologia é um pouco mais complexa).
    Hoje observei que todas as minha influências foram de pessoas com um posicionamento de esquerda …….professores…escritores….cineastas…e muitos amigos….ate por morar na periferia temos aquele viés da resistência ….de luta ….e a esquerda basicamente vende esse sonho (digo sonho porque nunca conquistamos o real….o palpável).
    Mesmo assim ….com tantos exemplos que passaram por aqui(periferia)…nunca tivemos um exemplo tão exuberante com o Sérgio Moro…nem no esporte…nem em outro segmento..os olhos do povo da periferia brilham apenas de ouvir o nome dele.
    Sabemos dos erros…da ideologia..do caráter conservador..ele tem os interesses dele…..mas usando a frase de um “amigo” dele:
    “Nunca na história deste país teve um cara que prendeu gente graúda como ele”.
    Nos sentimos vingados com ele.
    Ele merecia uma direita melhor.(e não é golpe de tênis…rs)

    Sigamos

    Responder
    1. Rafael

      Aranha,

      A imensa nação nolista está em entendimentos adiantados com a Volkswagen para a produção de mais 1,000,000 de novas KOMBIS, para acomodar os crescentes interessados em fazer parte da torcida que mais cresce no planeta. Aliás, para todos os nolistas, happy #nolefam day!

      Responder
  43. ALEXANDRE LUIS ARAUJO ZEITLIN

    Dalcim, como você analisa a situação dos 3 melhores tenistas brasileiros, o thiago monteiro, Thiago Wild e João Menezes , estão conseguindo se manter no circuito, estão treinando, algum deles está numa situação difícil pensando em abandonar a carreira?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, esses três estão bem calçados, Alexandre. Claro que não está fácil, mas todos tem uma equipe ou uma família por trás. Acho que o problema maior está para quem está do 300 para trás, e principalmente as meninas.

      Responder
  44. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,estava pensando e gostaria de saber sua opiniao…
    Tenis seria um dos ultimos esportes a voltar,porque e um esporte global,cada semana tem torneios em paises ou ate mesmo continentes diferentes e etc…E alem dos jogadores que vem de varios lugares,tem suas respectivas equipes(tecnico,preparador fisico,famila)…Porem se fala de uma “testagem em massa” com todas essas pessoas para ver a possivel ocorrencia de corona virus…Porem,caso isso aconteca,por exemplo no us open,abriria uma excecao para ocorrer tambem nos outros esportes,e tambem para eventos cientificos,comerciais,politicos e etc…Por isso acho que ate nao ser liberado o livre transito de pessoas,imigracao sem nenhuma restricao,circuito nao vai voltar ao normal…Concorda?

    Responder
      1. Rubens Leme

        Mas qual o sentido de voltar sem público, é isso que não entendo! Um evento esportivo de uma semana, 10 dias, duas semanas sem ninguém não faz sentido algum. Uma partida ou outra sem público, ok, mas um Slam, por exemplo, apenas para cumprir calendário? Premiação irá cair, interesse idem, até a motivação dos jogadores, especialmente daqueles que se alimentam das adversidades como o Djokovic.

        Vai ganhar e celebrar com quem, gritar, abraçar, dar entrevistas?

        Ah, é mais um Slam na conta (bancária e na carreira). Beleza. mas que será bem sem graça, será.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não acredito num Slam sem público, mas os demais torneios. Acho que é preciso retomar o esporte, TVs e streaming permitem hoje um grande engajamento e os eventuais patrocinadores estarão bem expostos. Claro que eu ainda acho que o custo operacional dos torneios, incluindo premiações, terão de ser ajustados a essa nova realidade.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Vou ser chato (mais) ainda neste ponto, Dalcim. Como o próprio tênis brasil noticiou em 15 de abril, o Masters 1000 representa 94% do faturamento da federação canadense utilzado para o desenvolvimento do tênis no país. Por mais que ganhem dinheiro com transmissão, são os ingressos e o comércio local que sustentam o torneio. Acho até que será muito mais difícil para eles do que os Slams. Não faz sentido jogar sem público, até por esse lado econômico.

            Quem vai bancar, se o retorno financeiro é nenhum, especialmente em torneios menores, ainda mais agora. Se tá ruim para a Adidas…

          2. José Nilton Dalcim

            Sim, meu ponto de vista é que o tênis precisa retornar à atividade com um calendário mínimo, segurança para todos e qualidade. Se tiver de fazer sem torcida, terá de enxugar custos ao máximo. O tênis profissional terá de viver uma nova realidade a partir desta pandemia e isso promete se arrastar para 2021.

  45. Rodrigo S. Cruz

    O Brasil costuma ter poucos homens de quem possamos nos orgulhar…

    Tivemos o Ayrton Senna que nos trouxe grande orgulho no esporte, e tivemos na esfera criminal a figura do ex-juiz Sérgio Moro.

    A saída forçada dele hoje representa o último pilar que faltava ruir no “desgoverno” Jair Bolsonaro.

    Se a queda do ex-juiz na pasta da Justiça já significaria por si só a morte política do presidente, a coisa toma proporções ainda mais devastadoras hoje, com a fala do agora ex-ministro.

    Moro praticamente denunciou CRIMES que teriam sido cometido pelo presidente:

    falsidade ideológica, ao forjar uma assinatura de Sérgio Moro na exoneração no diretor-geral da PF; e outro crime ainda mais grave que seria o de voluntaria e obstinadamente querer interferir na autonomia da instituição Polícia Federal…

    Sim pessoal… O governo Bolsonaro chega melancolicamente ao seu fim.

    Porém lamento que essa queda possa ter de se dar justamente no momento da pior crise sanitária dos últimos 100 anos…

    Responder
    1. Jonas

      Cara, é uma vergonha esse governo, uma lástima.

      O pior é que não tem opção boa de voto. Em 2014 era Dilma ou Aécio.

      Em 2018 era Bolso ou Haddad. Não consigo dizer qual é pior.

      E essa coletiva do Bolsonaro hoje? Vergonha alheia…

      Responder
    2. Thiago Silva

      Eu não lamento nada, dou graças por existir um Sérgio Moro capaz de derrubar um sujeito como esse da presidência, o cara além de ser umas dez vezes mais burro que a Dilma, ainda tem ideias claramente fascistas, é um alívio pro país inteiro saber que as asas dele finalmente vão ser cortadas.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E eu que cheguei imaginei que ninguém poderia ser mais burro que a “ Minha Querida “ . Mas ela ao menos tinha um Vice que segurou as pontas durante muito tempo , nosso conhecido “ Conde Drácula “ . Mas quem tem filhos como os IRMAOS METRALHA não precisa de inimigos . Vai cravar o tempo do COLLORIDO no poder. Inacreditável caro Thiago. Abs!

        Responder
  46. Rubens Leme

    “Na verdade a culpa é do Moro que é um agente infiltrado do PT, tanto que mandou para Curitiba o chefe dele, onde ele, Sérgio Moro vive. E por que? Para ficarem mais perto e conspirarem contra mim, taokey? Eu sei que queria me derrubar e faziam chats em whatsapp quase todos os dias, rindo e falando mal dos meus filhos. Então, não acreditem em nada que ele falar, porque ele é um agente comunista infiltrado pago pela Globo, Isto É, Veja, Washington Post, New York Times, OMS e ONU e Cuba e eu e meus filhos, somos inocentes, taokey?”

    Será mais ou menos isso a live do Bozo, às 17 hs.

    Responder
  47. Rubens Leme

    Dalcim, me permita abrir uma enquete: onde temos mais barraco? Big Brother Brasil ou Big Brother Bolsonaro?

    Aqui, na quaretena, se morre de tudo, menos de tédio.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Estamos no meio de uma pandemia, centenas de mortos diariamente, saúde em colapso, economia arrasada… e parece que é pouco.

      Responder
  48. Luiz Fernando

    Se alguém tinha duvida acerca da burrice, incompetência e falta de um bom senso mínimo de Bolsonaro, esses últimos dias esclareceram tudo…

    Responder
    1. Gabi

      Pandemia, coletiva do Moro, às 11h, do Guedes, às 15h (cancelada), do Bolsonaro, às 17h.
      Foi muito difícil se concentrar no trabalho hj.
      E eu só queria fazer um pudim, hoje. Rsrs.

      Ainda bem que agora já são 19h e já dá para beber hihihi.

      Responder
  49. Luis

    Dalcim legal perguntas sobre Federer acertei 9 acho das 20 50% kkk tinha uma parece que era Federer nunca venceu um número 1 foi Rafter Dalcim?

    Responder
  50. Luis

    Dalcim legal foto do Federer no evento que teve na Africa,o Suíço e’ querido no mundo todo rs,que passe essa pandemia,quem sabe volta dos esportes e tênis

    Responder
  51. Vitor Hugo

    Stan, melhor backhand da história faz Novak seu brinquedinho favorito em finais de slam. E justiça seja feita, os dois tem praticamente a mesma idade.

    Responder
  52. Samuel

    Bom dia Dalcim,

    Enquanto a WTA era a prima pobre da ATP ninguém teve esta brilhante ideia ou pelo menos ela não teve continuidade!!!

    Samuel

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A WTA distribui premiação maior anualmente do que a própria ATP, Samuel. Mas é verdade. Sempre teve maior dificuldade em obter e manter patrocinadores fortes.

      Responder
    1. Gabi

      De tédio a gente nao vai morrer, mas de ansiedade…heheheh
      Muito interessantes as tuas colocações sobre o futuro do tênis como esporte.

      Responder
  53. Rafael

    Roger Federer precisa aprender a respeitar a hierarquia, ai invés de querer aparecer. Tanto é que foi admoestado publicamente por nada menos que Serena Williams, que disse que nada disso era pra ser divulgado agora.

    E levou uma indireta de Vasek Pospsil, do conselho de jogadores, que agradeceu e o “lembrou” que eles estão discutindo a fusão da ATP e WTA desde janeiro. Se não havia sido divulgado ainda, alguma razão deve ter. As decisões são divulgadas quando se houver um consenso de que é o melhor momento, para beneficiar a coletividade de tenistas, não pra querer ganhar crédito por uma ideia que nem foi sua.

    O GOAT deve estar sentindo falta dos aplausos.

    Responder
  54. Mauro Leitão

    Não sou contra a fusão das entidades, seria até para pelo menos alterar a confusa pontuação dos torneio da WTA para a mesma da ATP. Seria muito melhor ter os WTA 1000, 500 e 250 do que aquela confusão de Mandatory, Premier, Premier 5, etc… Mas sou terminantemente contra a inclusão do tênis femininos em todos os torneio em que o masculino esteja acontecendo. Além dos problemas já citados no blog, como quantidade de quadras que o torneio terá que possuir, ainda tem o problema muito mais grave da disposição dos jogos. Se tivermos uma semana chuvosa então, com paralisações e jogos remarcados, será o pesadelo tanto para a organização do evento tanto para as emissoras de TV. Fora que (aqui entra uma opinião estritamente pessoal minha) o tênis feminino de hoje não é nem um pouco agradável de assisitir. Seguramente muita gente que vai aos estádio ou senta na tv pra assisitir um torneio está ali pra ver os grandes jogadores dessa geração, e ter que aguardar o lento e sem graça tênis feminino se tornaria um martírio.

    O exemplo ideal a WSL que rege o surf. As regras são as mesmas, as pontuações são as mesmas, alguns poucos torneios são disputadas as edições masculinas e femininas do mesmo evento com os atletas intercalando seja por dia ou por bateria. Mas basta ver o interesse da ESPN que só transmite o torneio feminino quando esse está sendo disputado no mesmo torneio e dia do masculino. Se rolar um torneio só feminino ou um dia com bateria só do feminino, esquece…

    E isso pra mim reflete o mesmo interesse que o público tem pelo tênis feminino. Eu mesmo só vejo as finais de Slam e olhe lá. Claro, isso é opinião minha, mas basta ver a finais de Wimbledon 2019 e saber do por que o tênis masculino goza de muito mais prestígio.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Dólar a 5,71 no momento que escrevo essa mensagem Leme…O nosso país indo cada vez mais para o buraco…
      No podcast com o Pardal, o comentarista/treinador comenta que há uma discussão de levar o USOpen para Indian Wells.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Fizeram até um Meme do Palhaço Bozo (não o de Brasília), perguntando o preço do dólar pro Papai Papudo que sempre respondia: 5,60.

        Responder
  55. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim fugindo do assunto do post, aonde vc vê o Djokovic e Federer na galeria de melhores jogadores de saibro?seu ranking top 5 inclui eles 2?eu fico pensando aqui se não houvesse o Nadal, Federer poderia ter batido o recorde do Borg de 6 conquistas de RG, ele perdeu 4 finais para o espanhol se eu não tiver errado, e mais uma semi final, não tô considerando a de 2019 pois já não acho que ele teria ganhado do thiem pelo que os 2 estavam jogando.. só puxei as que eles realmente teria ganho.
    E Djokovic perdeu 2 finais mais um semi final para o espanhol
    Eu sei que tênis tem disso de alguns jogadores não ganhar algo e serem vices em algum slam mas é meio bizarro pensar que o gaudio tenha o mesmo número de RG do Federer e do Djokovic sendo que os 2 são bem superiores ao argentino, não sei se vc concorda com esse raciocínio.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pelo conjunto da obra, Djokovic mereceria mais que o Federer, se pensarmos no saibro como um todo. Mas é difícil colocá-los no top 5 com Nadal, Borg, Vilas, Lendl, Guga, Wilander…

      Responder
      1. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

        Vc poderia fazer um post sobre os melhores de cada piso dalcim, iria gerar bastante discussão. Como fã do blog adoraria ver sua lista do top 5.

        Responder
  56. Hildebrando Martins de Almeida

    É com pesar que sou obrigado a ser pessimista e dizer que neste ano de 2020 não há nenhuma chance de termos algum jogo de tênis ou de outro esporte. Mesmo que tais eventos sejam realizados com portões fechados. E quem ousar subestimar a covid-19 terá que responder pelas pessoas que ficarão doentes ou, pior, morrerem. O pior de tudo é que essa pandemia nem é o cenário mais aterrador que enfrentaremos no futuro. No ano de 2021 ou em qualquer um dos próximos anos, outro vírus muito mais mortal, ou outro evento mais devastador irá surpreender esta humanidade. Esqueça a vida que tínhamos antes, estamos vivendo o alvorecer de uma Nova Era. O planeta necessita, com urgência, ser limpo e higienizado, e não haverá nenhum país (como os EUA, por exemplo), máquina, vacina ou ato milagroso capaz de deter os eventos catastróficos que devastarão este planeta.

    Se você está irritado por ser obrigado a ficar em sua casa e não poder ver um novo jogo de Federer/Nadal/Djokovic, é melhor se acalmar e agradecer. Sim, agradecer, pois você não está enfrentando o cenário aterrador de ver sua cidade ou a superfície inteira do planeta destruída por terremotos poderosíssimos ou erupções vulcânicas. Os mais de 50 milhões de mortos que foram vítimas da ‘gripe espanhola’ entre 1918 e 1920, foram apenas um pálido exemplo do que este planeta enfrentará no futuro. Acalme-se, a boa notícia é que nós não estaremos aqui para presencia essa destruição e limpeza planetária, nem nossos filhos ou netos. Isso deverá ocorrer somente por volta do ano 2150 ou outra data futura. Porém, posso estar enganado e tudo pode ocorrer antes de 2080.

    Pode me chamar de tolo, lunático ou algo ainda pior. Não faz diferença e não vou me sentir insultado ou magoado. Só peço que não se iluda pensando que as coisas irão melhorar, e não cometa a estupidez de pensar em suicídio como sendo a melhor solução quando as coisas piorarem — garanto, com absoluta certeza, caso fizer isso, seus problemas não terminarão, só irão fazê-lo sofrer muito mais. Oh, agora você deve estar pensando que sou mesmo louco, um caso perdido, digno de pena ou um perfeito idiota. Repito: não faz diferença e não fico magoado. É isso. Caso tenha tido interesse em ler até aqui, fico grato por sua atenção.

    Responder
      1. Marcilio Aguiar

        O Thiem ja fez três finais e bateu na trave no AO deste ano. Eu gosto muito do jogo do grego, mas acho que o austríaco emplaca um RG ou USOPEN antes.

        Responder
  57. Lucas Duarte Parra

    Dalcim…estava revendo na espn Djokovic x Nadal australian open 2012…comecei a acompanhar tênis desde 2009 e considero esse o maior jogo que já vi…contando a década passada(a partir de 2010),qual foi o maior jogo que você considera?

    Responder
  58. Rubens Leme

    Dalcim, já que estamos falando de cumprimento, poderia contar histórias antigas de rivais que ao se cumprimentarem ao final da partida quase se agrediram ou simplesmente viraram a cara, etc.

    Eu me lembro de uma vez que perdi um jogo prum cara que eu detestava e na rede, ele ainda foi sacana e fez um truque para deslocar meu dedão e xingou minha mãe. Na hora, dei com a testa no nariz dele, que quebrou. Foi o começo de uma confusão envolvendo familiares, juiz e nós dois se pegando no meio da rede que rasgou e ficamos presos feito dois peixes.

    Depois disso, cumprimentos só com o dedo do meio.

    Responder
    1. Filipe Fernandes

      Rsrs. Leme, me desculpe pela franqueza, mas só de imaginar a cena dá vontade de rir, rs, de algum modo o que você passou, ainda que trágico, é um pouco engraçado também, tanto que gerou esse relato, rs.

      Responder
    2. Filipe Fernandes

      Caro Leme,

      A sua história me fez lembrar de um fragmento de um livro muito bom de um escritor peruano chamado Julio Ramón Ribeyro, o “Prosas apátridas” (Rocco), que contém duzentas narrativas pessoais, curtas e longas, sobre a vida do autor no Peru e na França. E a de número 18 é um pouco parecida com o seu ocorrido:

      “O xadrez é como o amor venal, no qual um casal se reúne não por afinidade nem por simpatia, e sim porque precisa um do outro para obter de sua conjunção algum benefício. Não cumprimento o alemão fascista da Agência nem troco uma palavra com ele a semana toda, mas basta chegar o domingo para que, nas horas livres, joguemos uma partida. É um acordo tácito, que não é precedido por nenhum convite verbal. Basta que ele monte o tabuleiro para que eu me aproxime de sua mesa e a partida comece. Partida silenciosa, sem conversa. Uma vez terminada, seja qual for o ganhador, cada qual se reincorpora ao seu trabalho e se esquece completamente do outro, durante dias, mesmo que o encontre no elevador ou no café da esquina. Até o próximo domingo.”

      Responder
      1. Rubens Leme

        Filipe, vou te contar uma coisa: eu fui “setorista” de xadrez na Folha e no Lance!, entre 1995 e 1998, presenciei brigas em torneios homéricas, de virar tabuleiro na cabeça do outro e de entrar PM no meio porque fugiu do controle. Nem em futebol eu vi isso! E se você acha que o Kyrgos, McEnroe ou Fognini xingam juízes, precisa ver o que os de xadrez ouvem durante uma discussão…

        Aliás, xadrez é o esporte mais violento que tem!

        Em um destes torneios, cheguei a ser cinegrafista para uma tv da Bolívia, porque

        Sim, a cena comigo no tênis foi divertida, mas nem tanto. Meu pai ficou furioso pelo papelão, me deixou de castigo por duas semanas, porque o pai do meu rival era muito amigo dele, etc.

        Mas nada se compara à briga entre famílias, numa tentativa de coligação partidária, lá nos anos 80, quando um tio, vereador, organizou um jogo e grande churrasco, com presença da imprensa, entre as crianças – de 11 a 15 anos – como forma de sedimentar o acordo com outro clã.

        O jogo ia mais ou menos, até meu primo, o filho deste meu tio, sofrer um carrinho a la Júnior Baiano e ter quase a perna quebrada. Na mesma hora, um outro primo, furioso, tirou a chuteira e enfiou os cravos na cabeça do agressor, voando sangue e tudo explodiu. (In)Felizmente, neste dia, pouco participei da muvuca porque estava no banco de reservas.

        Meu tio e o rival só se uniram para impedirem que fotógrafos e repórteres noticiassem no jornal e ficaram uns 30 anos sem se falar, se é que voltaram. Coligação nunca mais.

        Esse fato me lembrou muito esta crônica do Luís Fernando Veríssimo, que reproduzo, abaixo.

        Dia da confraternização – crônica de Luis Fernando Veríssimo

        DE: Gerência Executiva
        PARA: Todos os funcionários

        Como é do conhecimento de todos, esta Empresa realiza anualmente o seu Dia da Confraternização, uma oportunidade para colegas de trabalho e seus familiares se reunirem num ambiente de congraçamento, descontração e sadio companheirismo. Como em outras ocasiões, o Dia da Confraternização deste ano teve lugar na Sede Campestre da Fundação que leva o nome do Fundador da nossa Empresa e saudoso pai do nosso atual Diretor- Presidente. Infelizmente, nem todos sabem compreender o espírito do evento, como atestam os desagradáveis acontecimentos, a que passamos a nos referir.

        Já no primeiro jogo do torneio de futebol interdepartamental que se realizou pela manhã, Recursos Humanos X Manutenção e Oficinas, surgiram os primeiros incidentes. O doutor Almeida, assessor do nosso Departamento Jurídico, prontificou-se gentilmente a atuar como juiz. As chacotas dirigidas aos calções largos do doutor Almeida eram compreensíveis, pois estavam dentro do espírito descontraído da ocasião. Nada justifica, no entanto, a covarde agressão de que foi vítima o doutor Almeida depois de apitar o pênalti que deu a vitória ao Departamento de Recursos Humanos. No jogo Contabilidade X Almoxarifado, realizado a seguir, era evidente a intenção dos jogadores do Almoxarifado de atingir, deslealmente, o nosso estimado caixa Gurgel, que quando se recusa a descontar vales para o pessoal o faz por orientação da Direção e não — como pareciam pensar seus adversários — por decisão própria. Gurgel ficou desacordado até a hora da distribuição dos brindes, outro lamentável episódio que comentaremos adiante. O torneio de futebol atingiu o cúmulo da violência no jogo decisivo, Secretaria X Embalagem e Expedição, realizado às três da tarde, quando todos já reclamavam o início do churrasco, e uma tentativa de invasão da churrasqueira por parte de um grupo de mães à procura de comida para seus filhos fora repelida à força por elementos do nosso Departamento de Segurança Interna. Houve uma batalha campal entre jogadores e assistentes e o nosso companheiro Druck, do Faturamento, que atuava como juiz, está hospitalizado até hoje. Recebendo, aliás, completa assistência da Empresa, embora não fosse um acidente de trabalho, mas tudo bem.

        Como faz todos os anos, nosso Diretor-Presidente preparou-se para dizer algumas palavras antes de começar o churrasco, agradecendo a colaboração de todos para o crescimento da Empresa durante o ano. Foi recebido com gritos de “Aí, lingüinha”, “Fala, seboso” e “Nada de discurso, queremos comida”. Também recebeu um pão na testa. Com seu conhecido espírito democrático e tolerante, nosso Diretor-Presidente decidiu suprimir o discurso. O churrasco transcorreu sem maiores incidentes, fora o prato de salada de batata despejado, à traição, sobre a cabeça do doutor Almeida, reflexo ainda da sua atuação como juiz pela manhã, mas o consumo de chope foi alto e a certa altura ouviram-se pedidos descabidos para que a digníssima esposa do nosso Diretor Industrial, dona Morena, fizesse um strip-tease em cima da mesa, sendo nosso Diretor obrigado a segurar sua mulher à força. Chegou a hora de sortear os números que receberiam brindes, o que foi feito pela digníssima esposa do nosso Diretor de Planejamento, dona Santa, recebida com gritos de “Pelancuda! Pelancuda!”. O primeiro número sorteado por dona Santa foi o do seu sobrinho Roni, do Departamento de Arte, o que despertou revolta geral e gritos de “Marmelada!”. Todos avançaram sobre os brindes e na confusão diversos membros do nosso Conselho Fiscal foram pisoteados, e dona Morena sofreu alguns apertões.

        A Direção está disposta a esquecer os acontecimentos do Dia da Confraternização se os funcionários se comprometerem a esquecê-los também. Elementos da Secretaria e de Embalagem e Expedição têm-se envolvido em seguidas brigas durante o horário de trabalho a respeito do jogo inacabado, e o doutor Almeida, cuja presença no nosso Departamento Jurídico é indispensável, está impedido de aparecer na Empresa sob o risco de apanhar. Isto está afetando a nossa produção. Se as coisas continuarem assim, a Direção será obrigada a tomar medidas drásticas, podendo, inclusive, cancelar o Dia da Confraternização do próximo ano!

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        1. Filipe Fernandes

          Leme,

          Seu relato inicial foi realmente cômico — e agora, depois das suas explicações, eu tenho mais coragem de dizer que não foi apenas “um pouco engraçado”, mas, sim, muito, MUITO engraçado. Na hora que li de manhã eu ri demais, ainda mais com a última frase — a do cumprimento –, que o fechou com chave de ouro.

          A vida precisa desses momentos de leveza, mesmo que por meio de uma simples leitura (o que é uma das coisas superlegais neste Blog).

          Muito bacana saber que você foi “setorista” (era/é jornalista?) desses jornais, parece ser uma atividade que permite criar certa intimidade com uma realidade/ambiente específico, adquirindo conhecimento e experiência ao mesmo tempo. De xadrez ainda? rsrs, eu nunca imaginaria que esse jogo pudesse gerar tantas brigas desse tipo (que os Nick Kyrgios’ da vida fiquem bem longe dele!! rs).

          Leme, interessante também saber dessa outra “muvuca” (há tempos não via alguém dizer ou escrever essa palavra, gosto dela) entre as famílias no futebol, e uma entrada estilo Júnior Baiano é um excelente motivo para tanto, rs. Convenhamos: é preciso agradecer por naquela época as redes sociais não terem sido criadas ainda, senão o evento iria “viralizar”, alcançar os trending topics, ganhar ‘lives’, rs.

          Gostei muito de ler também a crônica do Veríssimo, obrigado por reproduzi-la. Ela meio que ilustra a situação que você e sua família vivenciaram, dos muitos atos de “carinho” que ocorrem nesses encontros (e o seu primo seria o coitado do Almeida nela, rs).

          Grande abraço, Leme!

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      2. Marcão

        Hahaha…boa, Filipe. O xadrez é mesmo rico em anedotas. Uma bastante conhecida envolve Emmanuel Lasker, um dos maiores enxadristas de todos os tempos.

        Reza a lenda que, certa vez, no tempo em que as viagens internacionais se faziam por navio, Lasker teria tropeçado com um homenzinho debruçado sobre o tabuleiro analisando com ares de entendido uma posição extremamente simples (para Lasker, obviamente).

        Percebendo o interesse do anônimo campeão, o sujeito perguntou-lhe se concordaria em jogar uma melhor de três jogos. Como Lasker lhe dissesse que não jogava uma partida de xadrez há muito tempo, o homenzinho sugeriu conceder-lhe vantagem de dama para, digamos, equilibrar as forças.

        Mal contendo o riso e esforçando-se terrivelmente para apequenar o seu jogo, o campeão deixou-se derrotar na primeira partida. Ante o júbilo do adversário, Lasker argumentou que talvez houvesse alguma vantagem em se jogar sem a dama (quem sabe, maior liberdade de movimentos para o rei…) e propôs que na segunda partida fosse o homenzinho a jogar com vantagem de dama.

        O sujeito relutou, pois se o seu parceiro havia sido derrotado com vantagem de dama, pior seria se estivesse em desvantagem. Porém, como era um apaixonado pelo xadrez, acabou concordando. Conforme esperado, Lasker venceu facilmente a segunda partida. O adversário, confuso e alegando não haver se concentrado suficientemente em face da inesperada vantagem, propôs jogar a terceira e decisiva partida novamente com vantagem de dama.

        Sem a menor dificuldade, Lasker venceu também o terceiro jogo. O homenzinho, perplexo, trancou-se em sua cabine pelo resto da viagem, acreditando na revolucionária idéia de que mais importante do que dedicar-se ao árido tema das variantes e aberturas seria aprofundar-se no promissor estudo da vantagem de se jogar sem a dama.

        Responder
        1. Filipe Fernandes

          Marcão, oi, boa noite!

          Caro, tenho que confessar: eu não sei jogar xadrez! rs. Publiquei o fragmento acima mais pela semelhança de situações que tinha com a história do Leme e pelo seu humor cotidiano de fundo (o livro de Ribeyro é repleto de textos engraçadíssimos). Mas, mesmo assim, achei muito bacana a anedota que você escreveu, valeu muito a pena lê-la, ela de certa forma nos deixa uma boa reflexão (a sensação por vezes equivocada de se saber detentor de um conhecimento), mesmo para quem não seja versado no jogo.

          Um grande abraço, Marcão, e muito obrigado!

          Responder
          1. Rubens Leme

            Eu adorava cobrir xadrez. Conheci e passei uma tarde ao lado do Anatoly Karpov, tive “aulas” com todos os grandes mestres brasileiros da época – Gilberto Milos, Rafael Leitão e Giovanni Vescovi e Jaime Sunyê Neto -, fui na casa de todos eles, a torneios. às vezes passava meses sem ter uma linha nos jornais, mas quando pediam eu tinha material para um especial de 30 páginas se quisessem. Mas meu dia a dia era falar de futebol e fazer treinos de Palmeiras, SP, Santos. Conheci todo mundo que precisava entre 1994 e 2002 – jogadores, técnicos, dirigentes.

            Essas histórias de famílias são divertidas e trágicas. Esse meu primo que sofreu carrinho era um craque – jogava de volante – e teve a carreira abreviada por uma torção de joelho que estourou tudo e passou 2 anos se tratando e perdeu o bonde. Já estava treinando com o time titular da Ferroviária de Araraquara e prestes a assinar contrato. Um outro tio meu jogou muita bolam também no juvenil de lá, mas foi proibido pelo meu avô de virar boleiro e seguiu a carreira do meu pai , foi ser ortopedista.

            Durante anos fazíamos na família um jogo entre a molecada e os veteranos. A gente sempre tomava uma sova, nem tanto pelo tamanho, mas pela diferença técnica monstruosa. Mesmo com vários quilos a mais, eles nos colocavam na roda, era uma vergonha. Eu sempre fui grosso, mas tinha uns primos que gastavam a bola. Minha função era dividir todas, em uma dessas partidas até meu pai apanhou… olhou feio, mas não falou nada..rs

            Foram bons dias. E te aconselho a qualquer dia entrar num clube que tiver um torneio de xadrez e observar os jogadores. Aquele filme, Lances Inocentes (Searchong for Bobby Fisher) dá bem a ideia do que é um torneio. Conversar com enxadristas é uma loucura. Eles começam a falar do jogo e dizem todos os 20 primeiros movimentos dos dois lados em 5 segundos. Você está tendo se situar e4-e5 e eles já metem uma variante maluca no lance 32 e ainda te pergunta o que você faria.

            Mesmo com tanta ajuda e aula jogo muito mal. Ou jogava, porque não tenho mais companheiros.

        2. Barocos

          Marcão,

          Jogo xadrez há muito tempo, embora nunca tenha me dedicado com afinco ao mesmo. Tenho, entretanto, uma estória (real) que eu acho interessante ser contada e por mim presenciada.

          Quando eu tinha meus 11 ou 12 anos (desculpe a imprecisão, faz já muitos anos e a memória já não é a mesma) eu tinha um amigo que respondia pela alcunha de Johnny, colega de classe e com a mesma idade. O pai do garoto era, como muitos outros entusiastas da época, fã do Bobby Fischer (talvez até do Mequinho, ainda que deste eu não lembre de qualquer comentário) e introduziu seu menino, meu colega, na arte do xadrez bem cedo. Johnny era um ótimo jogador, sendo inclusive bem ranqueado nos torneios estaduais. Em minha cidade, creio que não havia adversários à altura na sua faixa etária. Lembro que disputei umas poucas partidas contra ele, que invariavelmente terminavam em vitórias acachapantes. Em uma delas ele, inclusive, jogou de costas para o tabuleiro, sendo o meu papel mover as peças segundo suas orientações e declarar meus movimentos obedecendo a codificação padrão. Pois é, nem mesmo nesta situação a derrota deixou de ser humilhante.

          Realizada a devida introdução, vamos à parte interessante.

          Como era de praxe na época, alguns mestres e grandes mestres excursionavam pelo interior onde disputavam simultâneas. Para quem não sabe, simultâneas eram partidas em torneios de exibição onde os mestres se dispunham a enfrentar múltiplos adversários, se deslocando de tabuleiro em tabuleiro, sobre os quais se debruçavam por poucos segundos e realizam as suas jogadas. Em um certo fim de semana, a minha cidade foi agraciada com este tipo de evento, realizado em um clube tradicional da minha comunidade interiorana.

          Johnny era um, dos algo em torno de 20 convidados, a possuir um tabuleiro preparado para o evento. No início das partidas, as jogadas praticadas pelo mestre eram muito rápidas, ele parava junto às mesas sobre as quais estavam os tabuleiros, certificava-se da posição das peças e fazia os seus movimentos. Claro, os outros jogadores, que ficavam confortavelmente acomodados em cadeiras, tinham bem mais tempo para pensar, já que podiam esperar que o mestre cumprisse todo o circuito. Em um destes intervalos, enquanto o mestre ainda se deslocava na direção de outras mesas, um garçom, no afã de servir com rapidez as solicitações dos convidados, por infelicidade, esbarrou com força na mesa onde estava o meu amigo e destruiu completamente a configuração das peças, a maior parte, inclusive, atingindo o chão. Nós recolhemos as peças, as colocamos no centro do tabuleiro e aguardamos a chegada do mestre. Quante este se deparou com o inesperado, Johnny reportou-lhe o que havia acontecido, agradeceu-lhe a oportunidade e lamentou que a partida não pudesse ter o curso e o encerramento devido. O mestre então fechou os olhos por um instante, se concentrou, abriu os olhos e replicou que lembrava-se perfeitamente da disposição das peças sobre o tabuleiro, que prontamente restabeleceu, fez a sua jogada e partiu para o próximo. Um a um, os outros adversários iam sendo obrigados a admitir a derrota e deitavam os seus reis e, concomitantemente, o mestre passava a utilizar períodos mais longos para avaliar o posicionamento das peças nos tabuleiros restantes. Por fim, apenas dois opositores permaneceram no confronto, um senhor que eu não conhecia e o meu amigo Johnny. Após mais algumas jogadas, e já com poucas peças nos tabuleiros, o mestre propôs empate a ambos os oponentes, que prontamente aceitaram a oferta, muito felizes com o resultado.

          Costumo, sempre que a ocasião permite, repetir esta estória como uma forma de alerta para as pessoas que, por um acaso, eu enfrente e que sejam presunçosas a respeito das suas qualidades como enxadristas, tanto quando perco quanto quando venço, ainda que neste último caso com doses extras de ironia e cinismo indisfarçáveis.

          Apareça mais.

          Responder
          1. Marcão

            A figura de Bobby Fischer é cercada de intrigas, teorias conspiratórias e lendas urbanas. As simultâneas que jogava às cegas aos 12, 13 anos são perturbadoras (não sei há registro delas no youtube). Como incômodas também são a inacreditável guerra psicológica que protagonizou na final do campeonato do mundo de 1972 contra Boris Spassky (e que anos mais tarde disse ter sido orquestrada pela CIA), a desistência do xadrez no auge da carreira, a genialidade, as paranóias, o antissemitismo, a condição de apátrida, o fantasmagórico “jogo” contra Nigel Short no xadrez on line. Isso tudo, prezado Barocos, entrevejo sob as névoas do passado. No entanto, do que ainda me recordo como o sol que rasga minha janela é de uma fotografia de Bobby Fisher logo após a conquista do campeonato mundial, sozinho, feliz, furando as nuvens imaginárias num aviãozinho de parque infantil. Essa foto me diz tudo sobre Bobby Fisher.

  59. Filipe Fernandes

    Caro Dalcim e pessoal do Blog, boa noite!

    Essa possibilidade de unificação das entidades é muito interessante, ela pode ser bastante promissora, pois, com o apoio veemente das personalidades citadas e de terceiros, se concretizada, poderia fortalecer ainda mais o tênis naqueles detalhes em que há ainda certa vulnerabilidade nesse esporte, e penso em dois especificamente:

    1 – Como está bem claro para todo mundo, quando a pandemia finalmente passar (ou, quem sabe, já durante a sua diminuição), certamente uma das grandes lições que as pessoas envolvidas e que dirigem o tênis mundial levarão consigo é a de que há uma extrema necessidade de olhar mais atentamente* a situação das categorias primárias e mais intermediárias do circuito, bem como da gama de tenistas que participam delas, porque, independentemente do sexo, as entidades terão (se já não o tiverem) uma enorme noção da frágil e inconstante estabilidade financeira das e dos tenistas menos consolidados, com uma preocupação mais equiparada e geral.

    (* Me lembro que o tenista-duplista Bruno Soares disse, ao participar do programa Bola da Vez da Espn neste ano, que a ATP contém um fundo, uma espécie de previdência esportiva, para os tenistas associados. Talvez esse apoio institucional pudesse, dentro das suas possibilidades, ser aprimorado, revisto, ampliado com a eventual junção das entidades; claro, em concomitância com os patrocínios em cada evento realizado.)

    2 – Assim, se houver um maior amparo financeiro e estrutural às competições mais de base, poderá haver também um estímulo considerável para que os e as tenistas que as integram prossigam na carreira com mais afinco, confiança e entusiasmo, já que a autoestima seria elevada e é fundamental nesse esporte (como em qualquer um). E um dos maiores benefícios provindos dessa medida seria (pensando hipoteticamente e sonhando alto) a consequente redução e mesmo o cessar dos casos de apostas clandestinas, de manipulação de resultados de partidas nesses torneios menores (e também nos maiores, se houver) e de consumo de substâncias irregulares, pois o tenista — com uma perspectiva mais ampla e otimista de futuro — ficaria mais imune a esses caminhos ilícitos. O esporte se tornaria mais refinado.

    O que acha, Dalcim (e pessoal)?

    Enfim, não sei se seriam aplicáveis, mas, diante de tudo de triste que está acontecendo no mundo em geral e no universo do tênis a todo momento, esses pontos (e mais outros) poderiam ser, como uma bem-vinda contrapartida, após a pandemia e uma possível unificação da ATP com a WTA (ou mesmo não ocorrendo essa união), grandes ganhos para o esporte e para quem faz parte dele (público, atletas, organizadores), o quais talvez demorassem anos e décadas para serem alcançados. Seria um grande progresso esportivo, ético e moral.

    Um grande abraço.

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    1. periferia

      Olá Filipe

      Acredito que esporte como o tênis diminuirá.
      Não será possível continuar como era…..onde grandes jogadores como Federer….Nadal…e Djokovic se tornaram corporações……para se ter uma ideia Federer tem participações em empresas petrolíferas (deve tá um pouco mais pobre).
      Outro dia estava vendo uma partida antiga do Laver e do Rosewall (culpa do Delcim que estimula a descobrir o esporte)….o esporte era completamente diferente….algo mais simples.

      Aprendi a gostar do esporte como ele é hoje..(não conhecia jogadores do passado)…parando para pensar…..os grandes torneios tem uma cara de produto.
      Vc vê jogadores sendo tratados como prima-dona ….é estranho ver um garoto correndo para pegar o saquinho que envolve a raquete do Federer na troca de raquete…..ou o Djokovic pedindo a a toalha para o garoto apenas com o “olhar” ( e o garoto tem que ler seus olhos…senão…).
      Se continuar dessa forma teremos dois eunucos abanando nossos ídolos ( não nos incomodamos com isso…..achamos normal)
      Temos 3 dos grandes jogadores que o tênis produziu ao mesmo tempo ….com certeza o esporte fica mais popular (não tenho números ….não saberia dizer se tem mais praticantes por causa disso..deve ter).
      A grande pergunta é se gostamos do tênis por causa das “prima-dona” ….ou por causa do espirito do jogo?
      No Brasil….com o Guga……se provou que gostávamos mais da “prima-dona” do que do esporte.
      O dinheiro no esporte não é bem distribuído (Murray outro dia falou sobre isso)….o pessoal do fundo do ranking sofre horrores……vejo a administração dessas entidades pouco preocupada com a distribuição e formação dos tenistas (Para ser profissional o talento não é a única coisa que importa….senão tantos não ficariam pelo caminho…..se desperdiça talentos…. nao poderia acontecer em nenhum segmento).

      Abs

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Prezado Periferia, sua constatação é acertada, mas ela é consequência de nossas próprias ações.
        Veja, se o esporte tênis é tudo isso que falaste, e realmente é, tudo é em função da incrível massa que vai à um estádio para ver uma personalidade. Veja o que proporcionaram Roger Federer e Rafael Nadal recentemente na África do Sul.
        Acho que tudo está nos levando a repensar tão somente nossos próprios atos. Por que figuras como o Big3 ganham horrores? Por que nós, indiretamente pagamos à eles. É uma reação em cadeia…
        Teve um US Open, salvo engano, 2007/2008 que a loja da Nike instalada no complexo tenístico, vendeu, no primeiro dia do evento, todos – TODOS mesmo, os tênis do modelo que Roger Federer usava à época.
        Quem ousaria pensar em repetir isso hoje?

        Responder
      2. Miguel BsB

        Olha periferia, tudo isso que você relatou é horrível..tb acho demais!
        Pra mim, o pior são aqueles meninos que eles colocam pra ficar segurando guarda sol quando o tenista senta na troca de lado…parecem aquelas escravas mocamas de séculos atrás.
        Tá na hora de acabar com essa frescurada toda! Isso só aumenta a estampa de “esporte de elite”, no pior sentido, do tênis.
        Eu adoro o esporte! E vou continuar acompanhando quando o Big3 aposentar… como eu já acompanhava antes deles aparecerem, comecei em 1997/98, na primeira conquista do Guga e no auge da rivalidade Agassi/Sampras. Na verdade, as primeiras partidas que assisti foram no final dos anos 80 e começo dos 90, Lendl e Edberg, mas nessa época meu interesse era exclusivo pelo futebol…rs

        Responder
        1. periferia

          Olá Miguel

          Aqui também…o futebol está em primeiro….em segundo….em terceiro….na centésima primeira posição (aí sim)…..aparece o futsal……rs
          É a monocultura esportiva.

          Abs

          Responder
      3. Filipe Fernandes

        Caro Periferia, boa noite!

        Eu acho que não teria mais o que acrescentar, suas colocações, assim como as do Fabriciano, do Miguel e do Leme, foram extremamente pertinentes, deixam margem para várias reflexões.

        Caro, de fato esse afunilamento da atenção a determinados jogadores e ídolos no tênis (ou em outros esportes) é mesmo um ponto se pensar bem, pois influencia em muitos aspectos nesse esporte, positiva e negativamente.

        Na última terça, eu estava vendo à noite a reprise da final feminina do Roland Garros de 2017 entre Simona Halep e Jelena Ostapenko, na qual a letã, com vinte anos na época, se sagrou campeã. E, na hora da cerimônia, os comentaristas do Bandsports fizeram um comentário que eu achei surpreendente: a Ostapenko havia sido, depois de muitos e muitos anos (se me recordo bem, décadas), a primeira tenista não cabeça de chave a ganhar novamente um Grand Slam, e eles disseram também que, no masculino, o último tenista a alcançar tal feito havia sido o Guga, lá em 97.

        Não sei até que ponto, mas talvez tudo isso que vocês pontuaram (mordomias, concentração de premiação, pouca valorização mais geral, certo consentimento dos fãs, destaque elevado a um seleto grupo de atletas) seja uma importante razão para haver poucos tenistas que entram nos torneios com mais chances de se saírem bem neles para além dos cabeças de chave e dos melhor posicionados no ranking.

        Gostei muito do seu apontamento a respeito do espírito esportivo, Periferia, pois isso é um dos elementos que mais aprecio no esporte como um todo.

        Um grande abraço a todos vocês!

        Responder
    2. Rubens Leme

      O problema do pós-pandemia é, que ninguém sabe quando terminará e como estará o mundo. Até lá qualquer tentativa de previsão é furada, na minha opinião. Já existem pessoas que temem uma segunda e até terceira vinda do corona e ainda mais forte. É tanta coisa sendo escrita e noticiada que o mais certo é ficar em casa trancado, torcendo para que essa coisa vá embora e só depois, com cuidado, botar a cabeça para fora e ver o que sobrou, como os escombros de uma guerra.

      Esse relaxameento da quarentena pode ser muito mais trágico do que a atual pandemia. Eu duvido que tenhamos algum evento esportivo em 2020. Se tivermos, será uma insesatez.

      Responder
  60. Marcilio Aguiar

    Não conheço com profundidade todos os fatores envolvidos na unificação das duas entidades, mas por alguns que o Dalcim mencionou acho muito difícil acontecer em curto prazo, a não ser por intervenção de alguma liderança muito forte que, aparentemente, não existe no momento ou por muito boa vontade das pessoas envolvidas. Só nos resta torcer para o sucesso dessa empreitada, na expectativa de que “nada será como antes” como certa feita escreveu e cantou o grande Milton (com o parceiro Ronaldo Bastos).

    Responder
  61. periferia

    Olá Dalcim.

    Seria possível diminuir os grandes torneios ?
    Tipo….fazer Wimbledon em Eastbourne .
    Roland Garros em Nice
    U S Open em Delrey Beach
    Diminuir ao máximo cada torneio com menos jogadores na chave.
    Consequentemente prêmios menores.
    As estruturas gigantescas do tênis nao terão que diminuir?
    Aprendi muito com os post sobre o nascimento e desenvolvimento do tênis.
    Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, José Cláudio. Sim, se mudar o tamanho do torneio pode ser que ele caiba em estruturas menos exigentes. Mas lembre que são duas chaves de simples e mais duas de duplas e as mistas, ou seja, ainda é preciso uma estrutura grande nas primeiras rodadas. O US Open até já pensou em uma mudança para Indian Wells. Ali ficaria talvez apertado nas quatro primeiras rodadas, mas depois seria mais fácil.

      Responder
      1. Carlos Reis

        kkkkk Me rendi ao talento e a determinação do Djokovic, além de “peitar” o sistema com uma declaração CORAJOSA sobre vacinas. Só espero que tenha culhões para manter o que disse. Arruma um espaço na Kombi aí… rsrs

        Responder
        1. Rafael

          Carlos,

          Não apenas manteve como no dia seguinte fez uma live com um especialista em medicina alternativa, tratamentos orgânicos, etc.

          Deu um tapa com luva de pelica na cara dos que o criticaram, claramente indicando que não é de hoje que ele pensa assim e, muito ao contrário de se retratar, tem interesse cada vez maior na busca natural pelo aumento da imunidade contra esse e outros vírus.

          Se ele está certo ou errado não cabe a mim julgar, não tenho tanto conhecimento (ainda) e acabo indo junto com a maré, com algumas exceções, maré essa que vc tanto rejeita – pelas razões que já expôs, as quais respeito – mas sou simpático à ideia de Djoko. Explorar e aprender sobre coisas que me façam bem é uma obsessão minha.

          Abs

          Responder
  62. Luiz Fernando

    Quem for desavisado e ler as declarações do Wawrinka imagina q ele tenha larga vantagem no confronto c o Djoko, mas ele se limita a vencer 24% dos confrontos, 6 em 25 partidas, ou seja, trata-se de um freguês de caderneta do cara. No mínimo já está com uma nova atividade engatilhada p quando parar de jogar: humorista! Depois dessa declaração, podemos afirmar que… esse menino tem futuro…

    Responder
    1. Marcilio Aguiar

      Permita-me discordar quanto ao Wawrinka estar fazendo humor. Pelo que entendi, ele disse que se sente mais à vontade e mais confiante jogando contra o Djoko do que contra os outros dois componentes do Big 3 e os números dizem isso. Apesar da freguesia inconteste de 19 x 6 ele conseguiu ganhar quatro vezes do Djoko em Slam, sendo duas em finais. Já contra Federer a freguesia e 23 x 3 (somente uma em slam) e Nadal 19 x 3 (somente uma em slam). Fonte ATP.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Mas ele não disse que seja moleza derrotar o sérvio.

      Ele só disse que é mais fácil PARA ELE o sérvio, do que ter outro Big 3 pela frente…

      Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      O eterno problema de interpretação de texto. Deve ser porque o Suíço também é bastante “ confuso “ . Português com certeza também é ruim rs . “ Com Novak tenho mais facilidade em manter a intensidade até por 4 horas ou mais “ .” Com Rafa sou bastante incomodado com seu Serviço de Canhoto e suas bolas altas. No Saibro então esquece “ . “ Com Roger me atrapalho todo com suas variações . Nunca sei o que ele vai fazer “ . É melhor do que eu “ . Esse final é que possivelmente tenha incomodado o comentarista rs Abs!

      Responder
    4. DANILO AFONSO

      Luiz Fernando, você é cara !!!

      Depois dessa declaração somada a tantas outras nos últimos meses, já demos entrada no seu processo de NATURALIZAÇÃO, para que você, além de torcedor raiz do NADAL, passe a ser um torcedor “registrado” do DJOKOVIC.

      Como você é a uma pessoa especial, fica tranquilo que já mandamos uma KOMBI VIP para te buscar, a mesma que ocupa os nobres Luiz Fabriciano, Paulo Almeida, Paulo F., Jonas, Rafael, Oswaldo Aranha, Marcelo-Jacacity e Nattan Lobatto. Quer ficar na janela ?? Que som e bebida te apetece ??

      Lá é diversão garantida.

      Abraço !!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não seja ingrato , caro Danilo . Ia esquecendo do ilustre Carlos Reis ? Ele , junto com o L F , já fazem por merecer sentar na janela da poderosa Kombi , digo VAN ( não sem antes se vacinarem) rsrsrs Abs!

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          kkkk

          Vdd !! Eu já até tinha escrito algo na postagem dele acima. O lugar dele está reservado, é o próximo conforme a logística.

          E você ??

          Quando você quiser sorrir mais com esse esporte, manda um ZAP que enviamos uma KOMBI personalizada com as cores do Flamengo. Foge do padrão Nolista, mas você merece essa exceção.

          Responder
        2. Heitor

          Carlos Reis nao pode entrar porque é contra a vacinação.
          Será que ele tb é favor da tese de que injeção de desinfetante mata os vírus? Ser contra a vacinação é amassar o método científico, as ciências todas, jogá-los no lixo…

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      2. Luiz Fernando

        Entraria tranquilo nessa kombi, e por uma razão simples: não ha caras arrogantes ao extremo, não há pessoas que atribuem as vitórias dos adversários a expedientes torpes tipo doping e não há pessoas q rotulam os outros de canalhas…

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      3. Gildokson

        Não é de hoje que vocês não estão numa kombi Danilo, vocês estão em um ônibus daqueles enormes usados por clubes de futebol ricos com 2 andares, escrito na lateral “I Hate Roger Federer” kkkkkkkkkk
        Uma fusão das 2 torcidas que ficam se elogiando e criticando quase tudo postado por um Federista.
        Não é o teu caso, nem do Rafael… mas é o de alguns.

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  63. Miguel BsB

    “As mais ousadas falam na extinção dos juízes de linha (viável, mas financeiramente pouco prática fora dos grandes torneios), porém algumas mais realistas sugerem reduzir ou eliminar os boleiros e principalmente o ato de os garotos levar a toalha ao tenista. Outras ideias falam da necessidade de vestiários mais amplos ou de vários vestiários para diminuir a aglomeração de tenistas, assim como horários bem mais espaçados na programação.”

    Opa, apresentei praticamente as mesmas ideias uns posts atrás rs… a questão da extinção dos juízes de linha, não seria nem financeira, mas sim para diminuir ao máximo a quantidade de pessoas na quadra. (a questão financeira mais relevante nesse caso pra mim não é nem dos torneios, mas a perda de emprego/renda que causaria aos próprios juízes de linha espalhados pelo mundo.) É uma medida realmente radical, ver os próprios jogadores marcando as bolas nos seus jogos, eventualmente o juiz de cadeira, mas com a vantagem do uso do hawk eye para dirimir dúvidas…

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    1. José Nilton Dalcim

      O hawk-eye ainda é uma tecnologia cara para os torneios em geral, Miguel. Porque precisa ser aplicada em todas as três ou quatro quadras de jogo, não apenas na principal.

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    2. Rui Viotti Filho

      Até o começo dos anos 2000, a captação de imagens nos torneios de tênis era feita de forma analógica, na proporção de tela 4×3(sendo 4 a largura e 3 a altura). Depois progressivamente foram introduzidos os formatos digitais HDTV e Full HD, ambos com a proporção de tela 16×9. A qualidade da imagem, ou resolução, também melhorou. No analógico era de 640 x 480 pixels, sendo esta a quantidade de pixels, ou pontos, que formam a imagem na tela. Em HDTV a resolução mínima é de 1280 x 720 pixels.

      No Full HD a resolução é de 1920 x 1080 pixels, isto é, são muito mais pontos formando a imagem, o que resulta num quadro mais nítido, com mais riqueza de detalhes. Hoje já existem outras resoluções melhores como 4K e até 8K. Quando algum material captado por câmeras analógicas no formato 4×3 é reproduzido em telas HDTV, Full HD ou 4K, a imagem vai ser cortada na lateral já que o formato antigo era quase quadrado e os formatos digitais são retangulares. A diferença de qualidade, ou resolução, também será grande.

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  64. Gabi

    Algumas partidas que estão sendo reprisadas não enchem toda a tela da TV lateralmente.
    Por que? Se é para dar um “visual retrô” não precisa, pois a gente sabe que as partidas são antigas.
    Eu sou a favor da tela cheia rs.

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  65. Rubens Leme

    Acho que cada jogador deveria cuidar das suas toalhas e ter uma espécie de isopor individual para suas águas e gatorades. Os boleirinhos deveriam cuidar apenas das bolas, mas com luvas, embora seja um crime pensar nisto em países quentes.

    Outra questão que deve acabar são os cumprimentos ao final da partida e com o juiz e aquela burocracia toda ao final dos Slams, por exemplo. Cerimônias mais simples, comportamento mais comedido, inclusive dos tenistas, sem tantas discussões.

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    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo problema no cumprimento, Leme. Vamos sempre lembrar que a transmissão se dá especialmente se você levar a mão à boca, nariz e olhos depois de ter contato com um objeto contaminado. Então, depois de cumprimentar, é voltar para o banco e passar álcool gel.

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        1. José Nilton Dalcim

          Puxa, espirrar suor nos olhos você já está exagerando… kkk… E ninguém costuma cumprimentar o adversário com a mão toda suada, não? Mas enfim, como você diz, melhor evitar o cumprimento de mãos e vamos só tocar as raquetes.

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          1. Rubens Leme

            Ué, porque não? A saliva ou o suor da mão voa vários metros dependendo do impacto e velocidade, embora reconheça que mínimo, porque os jogadores deverão estar vacinados (com exceção do Djokovic) ou, ao menos, terão sido testados em algum momento.

            Enfim, toque de raquetes tá ótimo. Ou uma reverência.

  66. Sandra

    Dalcim, estava pensando em perguntar a respeito disso , mas a preguiça foi maior, má já que você deixou a deixa!,, russos, Como o tenista vai fazer com aquelas toalhas todas tentando enxugar suor e colocando no rosto, atingindo nariz , boca e olhos já que se trocar tem que ter água e sabão ? E mesmo o álcool e gel , eles ficam tão concentrados , como eles vão se lembrar ?

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    1. José Nilton Dalcim

      Se só você usa a toalha, Sandra, não tem problema. Você não se pode autoinfectar… rsrs… Daí a correta avaliação de que cada tenista terá de cuidar do próprio material e de repente voltaremos aos anos 1980 quando o tenista carregava uma toalha pequena, amarrada no calção, para se enxugar.

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  67. Rodrigo S. Cruz

    Stan Wawrinka afirmou que Djokovic é o integrante do Big 3 cujo jogo casa melhor com o dele…

    “Novak é o adversário que mais gosto de enfrentar, sinto que jogo melhor contra ele do que contra Rafa Nadal ou Roger Federer. A minha forma de jogar, principalmente se estiver inspirado, faz com que seja mais fácil derrotá-lo”, comentou Wawrinka em conversa com a norte-americana Chris Evert em uma ‘live’ no Instagram.

    “Sinto que se estiver confiante consigo ultrapassá-lo em potência durante um longo período de tempo. Três, quatro ou cinco horas. Foi isso que aconteceu nas três vezes que o derrotei em torneios de Grand Slam”, acrescentou o suíço, que na verdade tem quatro vitórias sobre Djokovic nos principais torneios do circuito.

    Bem, acho que poucos irão discordar desse relato sobre o sérvio.

    Já o Federer é a “kryptonita” do Stan.

    Enfrentar o compatriota constitui um pesadelo para ele…

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    1. Jonas

      O Wawrinka fica visivelmente incomodado quando enfrenta o Federer.

      Não tem encaixe, o Wawrinka não consegue achar o tempo certo do backhand.

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      1. Luiz Fernando

        Se vc prestasse mais atenção no que lê veria q não há menção ao plano real e sim ao FHC, que foi quem o implantou. Não creio q alguém q compre uma reeleição possa ser diferenciado de outros políticos…

        Responder

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