Vírus ameaça o tênis
Por José Nilton Dalcim
9 de março de 2020 às 11:39

Já havia muita gente preocupada com a realização dos torneios casados de Indian Wells, e a notícia nada agradável acabou confirmada no início da noite deste domingo no horário local, quando o serviço de saúde do condado confirmou o primeiro caso de contaminação, declarou emergência pública e determinou o cancelamento de todos os eventos que possam reunir uma grande quantidade de pessoas.

Houve, é claro, muitas críticas aos organizadores por ter anunciado essa dura medida tão em cima da hora, mas o fato é que a decisão não coube ao evento, à ATP ou à WTA, mas sim imposta pelas autoridades da Califórnia, que obviamente estão acima de todos. O anúncio do paciente contaminado pelo coronavírus foi feito às 18 horas locais, e imediatamente o governo tomou as medidas de precaução. Os promotores do Masters 1000 e do Premier só tiveram de cumprir a lei e fazer um esforço para informar jogadores, público, imprensa e patrocinadores o mais rápido possível.

O vírus se tornou uma real ameaça ao circuito do tênis e muitos acreditam que Miami seguirá o mesmo caminho, já que há três dias um grande festival de música foi cancelado. Há informes de contaminação do corona em várias cidades importantes da Flórida, incluindo Orlando. Até sábado, já eram 16 casos com a primeira morte confirmada.

E por que o tênis é especialmente afetado? Em primeiro lugar, porque reúne milhares de pessoas, que ficarão necessariamente lado a lado nas arquibancadas e lanchonetes. E entre elas, muitas serão turistas e estrangeiros, o que obviamente concorre para espalhar a enfermidade. Se já ocorre um severo controle de chegada nos aeroportos, então não existe muito sentido em se permitir eventos de magnitude tão ampla.

Por fim, o perfil mostra que boa parte do público do tênis nesses megacampeonatos internacionais tem mais de 40 anos e já se sabe que a letalidade da doença é mais expressiva a partir dessa faixa etária e cresce muito a partir dos 60 anos. Indian Wells, por exemplo, é uma região de muitos aposentados, daí a urgência das autoridades.

Pode haver exagero no cuidado com o coronavírus? Sim, sem dúvida. É um gripe forte e altamente infecciosa, porém com os mesmos 3% de fatalidade como a maciça maioria das viroses. Com os devidos cuidados, a doença é tratada e desaparece. Mas não se pode acusar as autoridades de excesso de zelo quando se trata de saúde pública. No fim de semana, todo o norte da Itália virou zona restrita até dia 3 de abril.

O fato é que o calendário do tênis está sob alerta vermelho. Se houver o cancelamento de Miami, serão quatro semanas sem atividade, o que levará ATP e WTA a um dilema: descontar ou não os pontos do ranking sobre os resultados de 2019. Eu pensaria no congelamento dos pontos até 2021. Embora o diretor Tommy Haas tenha falado em possível realização de Indian Wells em outra data ainda neste ano, sabe-se a enorme dificuldade que é encaixar qualquer coisa no atual calendário, e ainda mais com as Olimpíadas.

Com motivos, a Europa está preocupada com o vírus a partir da rápida disseminação na Itália, país aliás que tem sido um dos que mais promovem torneios de tênis nos últimos anos em todos os níveis. O corona já chegou a todo o território europeu, e poderá causar um desastre no calendário do tênis se sair do controle em lugares como Espanha e França.

Nesta segunda-feira, França e Alemanha proibiram reuniões com mais de mil pessoas, enquanto Reino Unido fala em fechar escolas, cancelar eventos públicos ou proibir ingresso de maiores de 70 anos a eles. Segundo dados da Folha de S.Paulo de hoje, há mortes registradas na Itália, França, Espanha, Reino Unido e Suíça.


Comentários
  1. João ando

    Acredito que até agosto os eventos esportivos vão estar comprometidos. ..acho que a olimpíada Vai ser adiada para o ano que vem …Wimbledon corre sério risco de não ocorrer esse ano…quem não é top e vive do tênis esse ano não trabalha ou melhor não joga …os tenistas milionários Não vão sentir …Vai ser um descanso agora quem vive do tênis para sustentar a família como tenista profissional vai sentir o baque

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    1. Sandra

      O que também estou achando estranho é que aqui no Brasil está tendo todos os eventos ! E os estádios cheios! Mas também porque só em estádios ? Tanto no mundo todo como aqui nós não pegamos metro entupidos ?

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    2. José Nilton Dalcim

      Não acho que o vírus seja pior, mas o problema é que a infecção atinge um número muito grande pessoas que precisarão de atendimento de UTI por causa do sistema respiratório. E nem os países de Primeiro Mundo mostram capacidade para isso. Imagine então nos outros…

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  2. Rodrigo Lightman

    No mundo morrem anualmente entre 250.000 e 500.000 pessoas em decorrência da gripe. O corona virus está dentro do padrão. Como não estão sendo feitas necropsias, não se sabe ao certo o real número de vítimas . Se o pcte morrer por insuficiência respiratória e o teste der positivo para corona, é então computado morte por corona. A Itália é o país que mais faz testes, daí essa comoção toda. As perdas são estimadas em 1.5 trilhão de dólares no mundo todo. Bom, esse dinheiro vai pra mão de alguém. Pequenas empresas serão aglutinadas pelas empresas maiores. O FMI já está emprestando dinheiro para os países subdesenvolvidos para o combate da pandemia. Em alguns meses estaremos numa grande recessão mundial, mas as mortes estarão dentro da média anual. A diferença será o nome da gripe, ao invés de influenza , será chamado de corona. Se não podemos ter uma lll guerra mundial para estourar a bolha do capitalismo, nada como uma pandemia.

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  3. Fernando Pauli

    Bom, com a suspensão de todos os voos da Europa para os EUA e vise-versa por 30 dias, a suspensão dos torneios da ATP e WTA, será questões de horas, infelizmente.

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  4. Gabi

    Gostei muito da resposta do Jürgen Klopp, técnico do Liverpool, na entrevista coletiva ontem.

    Klopp ficou muito irritado qdo um jornalista perguntou se estava preocupado com o novo coronavírus e como isso poderia afetar a equipe: “vcs jornalistas estão tratando desse assunto como se não fosse um problema nosso, coletivo, e sim meu. Não, é um problema de todos nós. E vc, por ex, tb pegou um avião para estar aqui nesta entrevista. E tb se desloca para estar aqui. E tb tem contato com muitas pessoas. Então, desculpe, isso me irrita muito, pois não é problema só meu, é nosso!! Aliás, eu sou um treinador de futebol, que usa boné e não faz a barba. Não sou político ou entendido em saúde“.

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  5. Sandra

    Dalcim , ima pergunta que não quer calar, Djokovic com essa mania de tolha , sempre nervosinho com os boleiros ( e bom que se diga que sou torcedora fanática dele ) será que ele
    Não vai acabar se desconcentrando ? Rsss e começar dar chilique !!

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  6. Ronildo

    Lamento muito o fato das autoridades sanitárias não tomarem precauções adequadas quando se sabia que o vírus viria através de viajantes voltando do exterior. É tão difícil assim os municípios que possuem aeroportos prepararem uma equipe especialmente treinada e com itens de segurança como máscara para atender pessoas com suspeita de estarem contagiadas em suas próprias casas? Porque permitir que tais pessoas se desloquem para centros hospitalares ou postos de saúde onde podem contagiar outros e tornar a situação completamente fora de controle?

    Estamos falando de um vírus que pode matar ou se uma simples gripe?

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  7. Fernando Peixoto

    Exagero. O politicamente correto invadiu o mundo todo, prejudicando milhares de trabalhadores e pessoas ligadas não só ao tênis, mas a todas as modalidades esportivas. Eu pergunto, Dalcim: por que a H1N1 não cancelou torneios? Por que a SARS não cancelou torneios? Ambas foram gripes com perigo de letalidade maior que o da Covid-19…

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    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida, existem muitas dúvidas, Fernando. Não sou especializado em saúde, então difícil opinar. Até os especialistas divergem entre si nas avaliações, mas é fato que a velocidade da mortalidade do coronavirus na China e na Itália assusta.

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      1. Miguel BsB

        Incrivel como tem pessoas que querem politizar tudo! O politicamente correto invadiu o mundo? Tenha paciência!
        O que tá “invadindo” e se espalhando pelo mundo é um vírus que pode ser letal, altamente contagioso, desconhecido, que não se sabe ainda quais são suas consequências a médio e longo prazo…
        Com essa mentalidade de politicamente incorreto é que um cidadão aqui em Brasília, apresentando sintomas, casado com uma senhora já diagnostica e internada em estado grave, decidiu não se submeter ao exame e circular por aí…A situação exige que aglomerações sejam evitadas, ou até canceladas.

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  8. Paulo Almeida

    Vi alguns nolistas (não aqui) achando vantagem o sérvio não correr o risco de perder o número 1 na gira americana, mas já penso o contrário: perdeu uma GRANDE chance de fazer 2000 pontos e ampliar sua vantagem no ranking.

    Claro que no tênis tudo pode acontecer, mas a princípio ele foi um dos maiores prejudicados.

    IW deveria voltar atrás e realizar o torneio com portões fechados!

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  9. Gabi

    O cancelamento de IW, de shows (Pearl Jam foi a primeira grande banda a adiar sua turnê nacional) de filmes (o último 007 adiou a estreia de abril para novembro, missão impossível suspendeu as filmagens que faria em Veneza etc) não é questão apenas de saúde, mas de proteção legal: se alguém envolvido na produção contrair a doença, ele pode processar os produtores responsáveis –é a mesma razão dos cancelamentos de shows, já que abre uma brecha para alguém infectado acionar legalmente os organizadores nos EUA…

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    1. José Nilton Dalcim

      Existe um outro motivo também, Gabi, que ainda não aprendemos por aqui: a prevenção custa muito barato aos cofres públicos do que o doente. Se é uma epidemia, gasta-se fortunas. A prevenção é o ideal para todos.

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      1. Rafael Azevedo

        Gabi e Dalcim, a respeito dessas questões econômicas, acho complicado dizer que as decisões sobre os cancelamentos foram tomadas por conta dos possíveis custos. Não há um estudo que comprove que é financeiramente melhor realizar com portões fechados ou não realizar o torneio de IW, por exemplo. Sobre as medidas preventivas do coronavírus, também, os custos da quarentena são enormes (a China que o diga). Não tem como saber.

        A respeito dos exemplos dados pela Gabi (shows e cinema) não temos o que discutir. Simplesmente, esses eventos não ocorrem sem público presente.
        Porém, sobre eventos esportivos televisionados, pode ser financeiramente pior o cancelamento. Em IW, por exemplo, o torneio estava a 1 dia do seu início. Quantos contratos já pagos em parte? Quantos fornecedores não adquiriram os insumos para prestar o serviço e, agora, não sabem o que vão fazer com esses insumos (Se IW for pagá-los mesmos assim, então o prejuízo só será transferido do fornecedor para o cliente)? Sem falar nos dinheiros das TVs, ingressos, patrocinadores, merchandising, etc. que devem ser devolvidos, e a insatisfação dos clientes (que gera um custo dificílimo de estimar, mas com impacto enorme). Em outras palavaras, o custo dos prejuízos, com o cancelamento total, pode ser muito superior (e, provavelmente, é) do que os prejuízos com a realização com portas fechadas, ou os custos das possíveis contaminações de funcionários (até porque, com portões fechados, esse risco é mínimo).

        Outros torneios e outros esporte estão fazendo isso (portões fechados). Não é possível que todos os outros estejam errados (do ponto de vista financeiro) e IW esteja certo. É óbvio que o prejuízo ocorrerá. Na crise, todo mundo perde. Porém, deve-se minimizar as perdas, para sobreviver às crises. Um país não pode suspender sua produção e fornecimento de serviços, se não, os danos são incontávelmente superior. Imagina?! Além dos riscos de contaminação de uma doença letal (ainda que não tão letal assim), cresce o desemprego, dívidas, fechamento de pequenas empresas…

        Ressalto que essa minha opinião é sobre o crítério econômico da decisão de cancelamento. Claro que o critério saúde pública é o mais importante. Vale a pena sofrer o maior dano financeiro para preservar a integridade da vida humana. A única questão que fica é: Realizar o torneio com portões fechados possui riscos de contaminação (significativamente superior ao cancelamento)?

        Eu acredito que não! Tanto que os demais torneios e esportes estão adotando essa medida. Porém, se o contrário for comprovado. Então, concordo completamente, com as suspensões dos eventos esportivos.

        Eu só precisava de 1 justificativa da decisão de IW sobre o cancelamento, a despeito da possibilidade de realização com portões fechados.

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      2. Miguel BsB

        Exatamente! Temos que prevenir a pandemia, isso é claro! Eventos, shows, aglomerações não serão permitidas. Sim!
        Haverá quarentena? Sim!
        Pessoas e empresas terão que fechar as portas e ficar isolados? Provavelmente sim!
        Não há outra alternativa…
        Nossa geração está mal habituada aos grandes problemas do mundo. Não passamos por grandes guerras, grandes catástrofes, grandes epidemias, como foi a gripe espanhola…pelo menos, não em escalas mundiais.
        Teremos que adotar medidas, algumas vezes severas, de contingência para esse vírus.

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  10. Jose Yoh

    Em tempos de internet, o vírus mais letal é a desinformação.

    Não dá para acreditar em mais nada, e todos parecem perdidos no mar de informações de leigos. Os poucos especialistas que opinam são desacreditados porque tem muita informação falsa. Para ajudar temos uma polarização política que faz com que toda a mensagem que não nos convém seja “do outro lado”. Somos todos “especialistas de assuntos gerais”.

    Na minha opinião, o pior do corona vírus é a forma como o pânico se alastrou.

    Claro que eu acho que é necessário um controle e todo o cuidado é pouco.

    Mas a forma como foi conduzida a informação nas redes sociais e na mídia gerou uma crise global que talvez seja pior do que o vírus. Penso também que houve um enfraquecimento proposital da economia chinesa com jogadas políticas no estilo das eleições dos EUA, aproveitando a falta de informações da população.

    É um futuro (ou presente?) limpo e sombrio bem ao estilo “Black Mirror”. Tecnologia à serviço do nosso ego e do bolso dos mais espertos.

    De pensar que quando surgiu a Internet todos achavam que seria a democratização da informação, uma base gratuita e infinita de conhecimento na ponta dos dedos. Só não sabíamos que não seria confiável.

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    1. Barocos

      Como quase tudo produzido por humanos que se relaciona com comunicação em massa, o problema é o uso.

      Depois que a invenção da impressão tornou obsoletos os monges duplicadores e possibilitou a disponibilização de livros de forma muito mais acessível, houve uma grande expectativa de que a ignorância nos meios mais abastados fosse erradicada, isto não aconteceu.

      Com a revolução industrial e as modernas impressoras tipográficas, livros e jornais já podiam ser comprados pelas classes operárias. Passou-se a publicar sobre tudo, inclusive informações de cunho duvidoso. Panfletagem passou a ser uma forma de comunicação em massa utilizada tanto para o bem quanto para o mal (vide o caso alemão pós 1ª guerra e a ascensão do nazismo). A ignorância passou a ser canalizada.

      Surgiram o rádio e a TV que, com a sua capacidade de disseminar informações em “tempo real”, prometiam revolucionar a divulgação de notícias importantes. Permitiram também um ajuste fino na formação de opiniões e controle do nível de ignorância das pessoas.

      Até então, um certo controle e centralização ainda era possível, que tanto podia ser utilizado para o bem quanto para o mal e, convenhamos, nos casos mais críticos para a humanidade, foram utilizados para o mal.

      Surge a Internet e a comunicação direta entre pessoas atinge um novo patamar. Agora governos e grupos poderosos não poderiam filtrar/manipular tão facilmente as informações. Eis que surgem os ditos “influenciadores digitais” e é a ignorância, bem mais que o conhecimento, o que passa a ser difundida entre as pessoas. Convém lembrar uma observação antológica do Umberto Eco: “Social media gives legions of idiots the right to speak when they once only spoke at a bar after a glass of wine, without harming the community … but now they have the same right to speak as a Nobel Prize winner. It’s the invasion of the idiots” – (As mídias sociais deram a legiões de idiotas o direito de discursar, quando antes eles apenas discursavam em um bar após um copo de vinho, sem prejudicar a comunidade … mas agora eles tem o mesmo direito de discursar de um vencedor do prêmio Nobel. Esta é a invasão dos idiotas).

      Corolário de todas estas mudanças: a ignorância não pode ser eliminada, mas pode ser manipulada.

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      1. Jose Yoh

        Muito bem complementado Barocos. As ferramentas mudam, mas os parafusos são apertados da mesma forma no decorrer da história.

        Significa que não importa a facilidade com que podemos pesquisar sobre um assunto, nossa ignorância sempre será manipulada. Somos seres preguiçosos e acomodados, tanto na procura da informação quanto na análise dela.

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    2. Rafael

      Oi Jose,

      Suas intervenções estão se tornando um dos principais motivos para ler a seção dos comentários. Muito lúcido e sereno.

      Aceite meus humildes parabéns.

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    3. Rafael Azevedo

      O início do seu comentário está perfeito!
      Até o momento em que você fez o que você criticou: Você politizou as informações (e desinfomrações)!

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      1. Jose Yoh

        Pois é Rafael Azevedo, eu também me incluo nessa horda de leigos que opinam sobre o que não entendem bem… Enquanto um especialista faz um estudo de uma vida inteira, eu apanho algumas informações na wiki e faço um comentário mal escrito para o mundo todo. E provavelmente uma parte do público irá acreditar.

        Responder
      2. Jose Yoh

        * P.S.: Deixo claro que não defendo nenhum partido político, muito menos algum ser da classe política. Sequer sou defensor do capitalismo (que penso ser insustentável a longo prazo) ou do socialismo (que já fracassou inchado de corrupção e perpetuação no poder). Penso que precisamos urgentemente achar coisa melhor.

        Apenas vi as coisas de longe e pensei: se eu fosse os EUA, o corona vírus seria uma ótima oportunidade para baixar a bola dos chineses. Nada de teoria da conspiração ou qualquer coisa do gênero.

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    4. Gabi

      Dentro do jogadas políticas eu incluiria as manifestações em Hong Kong e a necessidade do partido comunista chinês reforçar seu poder e controle

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    1. Rafael

      Prezado Danilo,

      Vi um comentário seu na seção de notícias e, por curiosidade (não tenho conta no FB) cliquei em sua foto. Meus parabéns pela linda família, cara!

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    2. Ronildo

      É, por causa do coronavírus, realmente está muito perto agora.

      Se o circuito mundial fosse disputado normalmente isso não aconteceria.

      Mas vamos ver. Mesmo Thiem perdendo 1000 pontos continua com chances de chegar ao topo. Talvez não mais depois de RG e sim depois de Wimbledom.

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      1. Jonas

        Dessa vez vou concordar contigo.

        Thiem mesmo perdendo MIL pontos vai ser número 1 em breve. Afinal, o cara tá invicto na temporada, venceu o AO e domina o tênis atualmente com sobras. Lembro ainda que o austríaco já tem no currículo VÁRIAS semanas como melhor tenista do planeta.

        Como parar esse rapaz??

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    3. Vitor Hugo

      Cara, por que vc não colocou uma plaquinha no pescoço escrito: Fatam … semanas pra Djokovic se tornar o recordista de semanas no ranking e foi desfilar na Sapucaí?
      Já que o carnaval passou, vai desfilar na avenida paulista ou em Brasília, na frente da esplanada…

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  11. Oswaldo E. Aranha

    O problema da corona vírus, suspendendo O Indian Wells e colocando em risco próximos eventos do tênis, reascendeu uma questão no blog. O Djokovic ganha o título de pai dos frustrados e desesperados com o fato de seu tenista preferido não estar conseguindo se manter no topo; a todo instante e repetidamente alguns evocam o nome do sérvio, para aliviar suas tenções. O Djokovic tem um alma grandiosa e poderá arcar com essa nova tarefa.

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  12. Paulo F.

    A Nike já tinha despachado, mandado vazar de seus quadros o notório e crônico perdedor de sua dupla de grandes patrocinados.
    Custava dar uma colher de chá e ter deixado as iniciais pro filhote de espanhol?

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    1. Sérgio Ribeiro

      Sempre mal informado e postando bobagens. Federer venceu na justiça, mane’ . Por acaso a Nike conseguia vender ou ficava encalhado ? Abs!

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    2. Gildokson

      Parabéns!!! Você ganhou o prêmio de pior comentário do mês (se é q essa asneira não foi uma piada) kkkkkkkkk
      Jura que tu sugeriu que a Nike mandou vazar o maior nome que uma determinada categoria esportiva (o tênis) teve na história?! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Como diz um dos teus simpatizantes de opiniões…
      Aqui a diversão é garantida kkkkkkkkkk

      Responder
  13. Rafael Benthien

    Meu caro Dalcim, não deixa de ser curioso que as autoridades norte americanas trabalhem para evitar as grandes concentrações e a difusão de um vírus que já se encontra lá… enquanto as autoridades brasileiras estejam justamente conclamando a população a realizar manifestações massivas de apoio. Dito isso, gostaria de te perguntar como está se comportando a CBT? Acaso ela está tomando, por conta própria, alguma atitude quanto aos torneios nacionais? A ITF lançou alguma recomendação nessa direção? Abraços e parabéns, sempre, pelo ótimo trabalho.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, a ITF até agora não fez recomendações e as autoridades da saúde brasileira não barraram eventos de massa até agora. Portanto, não há restrições aos torneios de tênis no Brasil.

      Responder
  14. Rodrigo Lightman

    Dalcim, já que o tema é coronavírus, vou deixar aqui o nome de um grande cientista renomado da Unifesp, que nos dá uma ideia da realidade por trás de tal vírus.
    Prof Dr Beny Schmidt, médico neurologista e patologista muscular, chefe do laboratório de patologia neuromuscular da Unifesp.
    Quem tiver interesse é só procurar no youtube.

    Obrigado pelo espaço Dalcim.

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  15. Luiz Fernando

    Felizmente Federer recuperou o q era dele mesmo, seu nome, ou melhor suas iniciais. A César o q é de César, isso é mais velho do q andar pra frente…

    Responder
    1. Gabi

      Verdade…
      E, convenhamos, o plano B da equipe dele criando o “Rogor” não foi uma ideia muito boa…
      Nem o Vitor Hugo usaria um boné ou camiseta com essa logo ehehehe

      Responder
  16. Leo Gavio

    Não vejo motivos pra cancelar Miami, até o momento.

    Se o virus for uma epidemia local, ai tudo bem, mas se forem casos isolados de pessoas que vieram da europa e da asia, é o caso aqui do Brasil, não tem motivo algum de parar eventos.

    Basta proibirem, agora, que turistas das areas de risco da asia e europa desembarquem em miami, ou adentrem o complexo. apenas moradores dos EUA, turistas de paises não afetados, atletas e equipe e jornalistas entrem no complexo.

    Não é preconceito, é uma medida sanitaria de precaução.

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  17. GM

    O coronavírus é seletivo mesmo mas não a esse ponto.
    Num português bem claro: por enquanto, a maioria dos atingidos por ele são ricos, que viajam, que frequentam escolas, lugares “melhores”. Por enquanto não é doença da periferia. Talvez por isso que as medidas de cancelamento de eventos, fechamento de fronteiras estejam sendo tomadas. Porque se fosse “doença de pobre”, como tem aos montes, se faria nem metade do que tem sido feito, como já não se faz (ebola, doenças na África, mesmo aqui na América do Sul). As reportagens dos jornais na tv só trazem depoimentos de pessoas relativamente bem de vida, que ia fazer um passeio de navio na Europa mas agora não vai mais; que ia viajar para não sei onde mas agora ficará aqui no Brasil etc.

    Responder
  18. GM

    E o que os atletas e equipe e jornalistas e todos envolvidos com tênis vão fazer durante as semanas do torneio? E se o cancelamento se estender até junho? Alguns continuam recebendo salário mas e os que não recebem? Olha… não é fácil…

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    1. Rafael Azevedo

      O maior público de um evento desse porte é o telespectador. Então, há público, sim. E muito!
      Mas, se você estiver falando sobre a emoção do público presente, sim, isso ficaria de fora…

      Responder
  19. Felipe Velasquez

    Dalcim, alguma possibilidade de se realizar os torneios sem a presença do público? Ainda que tenham prejuízo com a bilheteria, os grandes torneios tem transmissão pela TV. Logo, seria uma alternativa para evitar o cancelamento. Aliás, no futebol já é praticado, como uma alternativa punitiva ou preventiva.

    Responder
  20. Rafael

    Se não tiver mais tênis esse ano, Novak terminará 2020 invicto 😁😁😁😁😁😁

    Brincadeira, pessoal, nada de ficarem bravos, por favor.

    Responder
  21. Nattan Labatto

    Lamentável e preocupante o que está acontecendo ao redor do mundo. Meus pêsames as famílias que foram afetadas por esse novo vírus altamente infeccioso. A boa notícia da semana fica pela conquista e retomada da marca RF por parte do Roger Federer, a justiça foi feita. Parabéns ao helvético e sua legião de fãs.

    Quanto ao evento cancelado por ordem das autoridades competentes fica a tristeza de não assistir, por enquanto, o belo tênis de Novak Djokovic. O que é esse novo coronavirus para O nosso herói de guerra , tenista sérvio forjado no calor da batalha, passou a infancia rebatendo bombas com sua raquete, derrubando caças com seu saque , e usando os escombros para produzir suas próprias raquetes, sem comer durante semanas, bebendo apenas um gole de água por dia e até hj injustiçado por uma pequena parcela de hates, intitulados de torcida do contra.

    Idemooo!!!

    Responder
    1. Rafael

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, dei muita risada gostosa agora. Pelo jeito Djoko está se transformando em lenda, como El Cid, William Wallace, etc, rsrsrsrs.

      Idemoooooo! 🙂

      Responder
  22. Luiz Fernando

    Dalcim, se de fato a organização confirmar o M1000 de Miami, algo q eu tenho sérias dúvidas q acontecerá, vc não acha uma decisão incoerente?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Faltam duas semanas, Luiz, temos que aguardar os acontecimentos. Claro que, se o quadro não tiver uma melhora acentuada, será estranho.

      Responder
  23. Chetnik

    Por quê meus comentários não foram publicados? Os caras escrevem abobrinha o tempo todo sem nenhuma relação com o texto, ficam em discussões intermináveis que trazem de posts passados, mas eu não posso reclamar do cancelamento do evento – assunto do texto? E meu comentário ao post do Luiz Fernando não teve NADA demais.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Não foram só os seus não, caro Chetnik. Vários meus não passaram ou foram editados nos últimos dias e eram apenas mais do mesmo. Já as provocações da outra torcida estão passando normalmente.

      Legal essa censura seletiva, hein, Dalcim?

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Que eu saiba, você não tem controle sobre comentários não publicados para falar isso. Sugiro que não opine sobre coisas sobre as quais não tem controle ou não sabe. Vários ‘autores’ infelizmente tiveram de ser barrados (ou trechos retirados) pela mesmice, provocação pura, tratamento inadequado com outro internauta e zero contribuição à discussão.

        Responder
        1. Carlos

          Concordo com os dois comentaristas acima, Dalcim.
          Pq barrar comentários inocuos, provocativos e que não acrescentam em nada a qq discussão?
          Essa ditadura contra os que não tem nada a dizer e dizem mesmo assim tem acabar.
          Que decepção, Dalcim.
          (Comentário irônico para os não versados na língua portuguesa e que se achar que deve pode bloquear)

          Responder
        2. Jose Yoh

          Chet, me perdoe mas minha lógica diz que o Paulo Almeida é um fake seu.

          Senão como vocês saberiam dos comentários barrados?

          Dou todo o direito de defesa.

          Responder
      2. Vitor Hugo

        Vc poderia procurar outro blog que publique tudo que vc tem para escrever. Se procurar vai achar. Eu também tive um comentário bloqueado dias atrás, mas tá tudo bem. Entendo os motivos do Dalcim. Mas se vc teve VÁRIOS bloqueados é porque vc tá com algum problema.

        Abs

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Eram comentários na mesma linha dos seus, que infelizmente não foram todos bloqueados, mas tudo bem.

          Não, não vou procurar outro blog. Sei postar sem provocar também.

          Responder
  24. Sandra

    Me tira uma dúvida Dalcim, nas olimpíadas Halep e Raonic não quiseram vir ao Rio por causa da zica, será que eles vão querer ir a Miami ?

    Responder
  25. Paulo Almeida

    Tomara que o Masters de Miami não seja cancelado também, pois todo mundo ver quer Djokovic jogando de terno e desfilando mais uma vez seu enorme talento.

    Responder
  26. Daniel

    Sem o Federer em cena e com esse marasmo de ver o Maratênis dominando uma garotada submissa, pode cancelar mesmo. O circuito tá muito sem graça, exceto para aqueles torcem para a duplinha que só ganha jogos na regularidade / solidez do fundo de quadra rs.

    Tem que cancelar tudo até Wimbledon! Rs

    Responder
  27. Marcos RJ

    the cat climbed on the roof (o gato subiu no telhado) @Indian Wells
    el gato subió a la azotea (…subiu…) @Miami
    le chat a glissé du toit (…escorregou…) @Monte Carlo
    el gato se resbaló del techo (…escorregou…) @Barcelona / Madrid
    il gatto scivolò dal tetto (…escorregou…) @Rome
    le chat est tombé du toit (…caiu…) @Roland Garros
    the cat fell from the roof (…caiu…) @Wimbledon
    A nao ser, naturalmente, que todo mundo lave bem as maos, nao toque mais na propria cara, nao de abracos/beijinhos/aperto-de mao, evite aglomeracoes (difícil no metro/onibus), evite viagens longas, nao coma aquele salgadinho compartilhado, etc…

    Responder
  28. Marcos Ribeiro

    Considero que a decisão poderia ter sido melhor: proibir a presença da torcida, mas sem proibir a realização dos jogos. Isto provavelmente levaria os organizadores a se reunirem com os representantes dos jogadores para reajustar o valor das premiações, o que, por bom senso, acredito que os jogadores entenderiam e aceitariam. Esta alternativa me parede tão simples e lógica que deverá ser avaliada em breve, não só no tênis, também nos demais esportes que costumam atrair grande público.

    Considero a presença de grande público em qualquer esporte onde já foi confirmada a transmissão local evidência de Administração Pública omissa e incompetente. E que a realização de jogos sem público pode ser usada para educar a população sobre como proceder em relação a esta epidemia e também pode motivar e até pressionar os governos a tomarem as ações necessárias para eliminar este vírus. É possível, como a China vem provando, já tendo reduzido o número de novos casos de mais 2000 ao dia a menos de 1 mês para apenas 44 nesta 2a-feira, e estando em vias de eliminá-lo do seu território em não mais do que duas semanas.

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Isso mesmo Marcos Ribeiro !!!

      A redução da premiação amenizaria o prejuízo dos organizadores com a não presença do público e quem sabe tornaria viável a realização do torneio.

      Talvez se tivessem colocado essa proposta para o Conselho de jogadores, o evento não teria sido cancelado.

      Responder
  29. Antônio Luiz Júnior

    Dalcim,
    Primeiramente parabéns pelo eu texto, como sempre, bastante elucidativo e nos mostra claramente seu nível de informação, e o grande profissional que você é.
    Gostando ou não das medidas que foram tomadas pelas autoridades californianas, o fato é que o circuito mundial de tênis este ano está sob forte risco. Sou absolutamente favorável ao congelamento dos pontos até 2021. Não seria justo com os tenistas que estão inscritos em Indian Wells para defender seus pontos, até porque, nenhum deles tem culpa alguma sobre o cancelamento do torneio.
    Será também muito difícil para a equipe técnica dos tenistas definir os próximos passos. Com a disseminação do vírus, será uma grande loteria tentar adivinhar quais os torneios que serão ou não realizados.
    É lamentável que tenhamos que conviver com este tipo de problema nos dias de hoje, mas, como se trata de um problema de saúde pública, não há muito o que fazer para contrapor o que se não conhece a fundo, a não ser tomar medidas preventivas de caráter geral.

    Responder
  30. Vitor Hugo

    Danilo, me diga, onde foi que eu comemorei contusão de adversários do suíço? Ou vc é do tipo ‘telefone sem fio’?
    Dalcim, eu só estou respondendo aqui pois o comentário da pessoa citada ficou no post anterior.

    Responder
  31. Vitor Hugo

    Morrer todo mundo vai, de uma forma ou de outra. Você pode simplesmente estar atravessando a rua e ser atropelado por um caminhão desgovernado. Tem gente que corre riscos com esporte radicais, alpinismo e etc e continua vivo. A morte é triste pra quem fica, pois tem a saudade, a ausência sentida por alguém que gosta de quem se vai. Mas não sabemos se a morte é boa ou ruim, pois ninguém voltou pra contar pra nós. Enquanto vivo nesse plano, faça o bem, viva intensamente e deixe alguma coisa boa pras pessoas que ficam.

    Responder
  32. Rafael

    Uma pena que tenham tomado uma decisão tão drástica. Como dito acima a letalidade do corona vírus é igual ou até mesmo inferior a outros tipos de gripe. Há uma clara supervalorização da doença, até porque restou provado que os maiores atingidos são pessoas acima de 60 anos e com doenças pretéritas. Enfim, uma pena para o tênis e para o esporte em geral.
    Torço para que o masters de Miami não seja cancelado.

    Responder
  33. Roberto

    Duas informações:
    “On the basis of a case definition requiring a diagnosis of pneumonia, the currently reported case fatality rate is approximately 2%. In another article in the Journal, Guan et al. report mortality of 1.4% among 1099 patients with laboratory-confirmed Covid-19; these patients had a wide spectrum of disease severity. If one assumes that the number of asymptomatic or minimally symptomatic cases is several times as high as the number of reported cases, the case fatality rate may be considerably less than 1%. This suggests that the overall clinical consequences of Covid-19 may ultimately be more akin to those of a severe seasonal influenza (which has a case fatality rate of approximately 0.1%) or a pandemic influenza (similar to those in 1957 and 1968) rather than a disease similar to SARS or MERS, which have had case fatality rates of 9 to 10% and 36%, respectively.” Extraído de editorial do NEJM (desculpem não traduzir).
    “De resto, não há qualquer motivo para pânico ou sentimentos de apocalipse, apesar da desinformação constante e do alarmismo mediático a que assistimos diariamente – esse sim, o mais perigoso vírus de toda esta história.” Jorge Buescu, físico/matemático português, que analisou os números do Covid-19.

    Responder
    1. Barocos

      Por enquanto é bem difícil ter uma estimativa com algum grau de precisão da letalidade do covid-19, são vários os fatores:
      – no início da epidemia, diagnóstico equivocado;
      – tratamento inadequado (muitas pessoas receberam, no início, o tratamento padrão de gripes e resfriados com anti-gripais e anti-térmicos, os primeiros, provavelmente, pouco efetivos para esta nova variedade);
      – falta de estatísticas confiáveis sobre o número de pessoas expostas (o que é diferente do número de indivíduos efetivamente doentes).

      Números mais consistentes só serão possíveis pela coleta e análise de sangue de uma parcela da população (sintomáticos e assintomáticos) após o pico do surto. Este é o método estatístico utilizado para estimar a transmissibilidade e letalidade de outras variedades virais. Por enquanto, a média da letalidade para pessoas que desenvolvem algum grau de infecção parece ser mesmo de algo em torno de 3% (com os idosos e portadores de condições pré-existentes de fragilidade respondendo pela maioria dos óbitos).

      Responder
  34. Rodrigo S. Cruz

    “O torneio é suspenso decorrente de uma epidemia mundial, mas o “abençoado” que só enxerga Federer, Federer, Federer, Federer, Federer, Federer, Federer, Federer na vida, acha que o torneio foi cancelado pela ausência do suíco”.

    Na verdade, o “abençoado” fez uma brincadeira, uma sátira de que o torneio sem o Federer perdeu a graça.

    Teu coleguinha fake e xará vive desmerecendo safras inteiras de tenistas porque só enxerga Djokovic, Djokovic, Djokovic…

    Mas nesse caso tudo bem, né?

    Hipocrisia da p!*$#@

    Responder
  35. DANILO AFONSO

    Dalcim, posso estar enganado, mas não lembro de você ao longo desses anos tendo que publicar textos extraordinários (fora da agenda) em um curto espaço de tempo.

    Em um intervalo de cerca de 30 dias, você publicou:
    – afastamento do Federer em razão da cirurgia;
    – aposentadoria da Sharapova;
    – e a agora sobre a consequências do Coronavirus;

    Tais temas você teve que elaborar os textos em poucas horas.

    Você lembra de outra passagem no Blog que te exigiu publicar temas “surpresa” em intervalo tão pequeno ???

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      E o título inesperado do Wild também… rsrs… Não, não me lembro. Infelizmente, nem todas as notícias foram positivas, mas para o jornalista facilita muito quando se depara com fatos novos, Danilo.

      Responder
  36. LUIZ TOTTI

    Gostaria muito de expressar meu apreço pela maneira clara e factual com que você transmite os fatos, Dalcim. Sei que não se pode cloná-lo, mas você poderia criar um curso para jornalistas. Deixei de ler um monte de blogs pelas besteiras e alucinações ali transmitidas, mas sou e continuarei fiel aqui.
    Com relação ao coronavírus, as medidas me parecem ser mais por não conhecerem ainda profundamente as dinâmicas desse vírus ou de seu potencial, em especial com relação às sequelas, mais até do que o grau de letalidade (a gripe tradicional já matou 20 mil pessoas nos EUA nesse inverno). Já lí que, mesmo após a recuperação os indivíduos seguirão com problemas respiratórios.
    Uma vez mais, parabén pelo blog e, principalmente, pelo seu equilíbrio.
    Um abração, Luiz

    Responder
  37. Carlos Itamar

    Parabéns Dalcim pelo excelente texto mais uma vez !

    Quero chamar a atenção para o fato de que está cientificamente comprovado que o coronavirus não se espalha tão fortemente qdo a temperatura se eleva.
    Então caberia à ATP e à ITF chegarem a um possível acordo no sentido de postergar o calendário atual em detrimento de torneios no final do ano .

    Que importância têm o ATP de Xangai, Tóquio, Pequim , Paris etc no final do ano frente a Miami , Monte Carlo, Roma, RG , Queens , Winbledon?

    Travem o circuito agora e recomecem em Junho !
    E digam bye bye até ano q vem pros torneios de fim de ano.

    Só uma viagem / sugestão ……

    Responder
  38. Rubens Leme

    Fora da curva: morreu meu ator favorito, o sueco Max Von Sydow, ícone dos anos 50 e 60 em filmes de Ingmar Bergman, como O Sétimo Selo, Morango Silvestres, além de papeis brilhantes em Hannah e Suas Irmãs (Woody Allen), no espetacular thriller “Três Dias do Condor” (Sydney Pollack), Ilha do Medo (Martin Scorsese) e em um pequeno e decisivo papel num filme para a televisão, que saiu recentemente em DVD, Cidadão X, que retrata a vida do maior serial killer soviético, Andrei Chikatilo.

    Foram mais de 160 filmes sempre com seu jeito elegante, distinto, sardônico e com um olhar penetrante, embora suave e, por vezes, assustador. Um dos grandes nomes da história do cinema.

    Mais um dos bons que se vai. E, enquanto isso, em Brasília…

    Responder
      1. Rubens Leme

        Bom, Brasília está mais para meias vivarina, aquelas que nuncam perdem o fio ou desfiam, nem que você passe as facas ginsu, aquelas que nunca perdiam o corte.

        Max Von Sydow deixou um legado imenso, um dos atores mais versáteis e simpáticos já vistos. Participou de um dos melhores filmes feito sobre futebol – Fuga para Vitória – com Pelé, Franz Beckenbauer, Bobby Moore, Osvaldo Ardiles, Paul Van Himst e Sylvester Stallone (jogando de goleiro e segundo ele o filme que mais o exigiu fisicamente).

        Max fazia um general nazista que fica extasiado com um gol de bicicleta do Pelé. Pena que o DVD brasileiro tenha péssima imagem e som e legendas. Estragaram um clássico assinado por John Huston.

        Responder
    1. Filipe Fernandes

      Caro Rubens Leme, boa noite!

      Se me permite um comentário, quando fiquei sabendo hoje do falecimento de Max von Sydow, me lembrei imediatamente da atuação profundamente delicada que ele teve no filme “O Escafandro e a Borboleta” (2008). Se você não o viu, ele vive o pai do inteiramente entrevado protagonista, Jean Dominique-Bauby, e interpreta, entre outras, uma cena muito tocante, em que “conversa” sofridamente com o filho por telefone. Se não viu, recomendo muito que veja (aliás, filme e livro).

      Oi, Dalcim! Mais uma vez muito obrigado pelo excelente texto, como sempre bem informativo e pertinente, e desta vez sobre um fato muito preocupante (para além do esporte tênis) e que merece toda a atenção.

      Um grande abraço!

      Responder
    2. marcelo

      R.I.P. A nova safra de filmes e atores não me parece tão boa quanto a dos anos 60/70 e 80, ainda. Temos excelentes atores, mas que carecem de amadurecimento, mas quando amadurecem e se tornam bons, são descartados, pois o foco é o vigor e beleza físicos. PErdemos todos nós, com novos filmes que em sua grande maioria não ficam na memória sequer por meses. E enquanto isso: “Em Brasilia 19:00 horas”.

      Responder
      1. lEvI sIlvA

        Caro Marcelo, infelizmente sou obrigado a concordar com você. Qual colecionador de filmes, constantemente compro obras antigas em detrimento aos novos filmes. Os filmes hoje, são produzidos com pressa e tudo contado de forma rápida com ênfase na tecnologia e possibilidades de efeitos. Acabamos optando por uma comédia antiga, muitas vezes a filmes de ação , ficção ou coisa do tipo. Não são só os atores, mas quem os dirigem, também parecem não saber muito bem o que desejam. Ainda me pego assistindo e me divertindo com obras como (Meu Primo Vinny – 1992 ou Endiabrado – 2000) . Enfim, sempre digo sobre filmes – um bom filme é como uma boa pizza. Quando é bom, a gente fica ali, imaginando quando vamos assistir de novo, mesmo antes de acabar. Se a pizza é meia boca, a gente não pensa no bis. Torce pra acabar logo! Abraço!

        Responder
        1. Rubens Leme

          A geração que despontou nos anos 1960 é a mais representativa do cinema, em minha opinião, tanto americana quanto europeia. Se do lado ianque tivemos diretores como Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, Robert Altman e Woody Allen, tivemos atores como Al Pacino, Robert de Niro, Dustin Hoffman, Jack Nicholson, etc, do lado europeu a competição é igual feroz, já tendo o veterano Ingmar Bergman ainda com grandes filmes, o alemão Fassbinder, um dos poucos a retratar a Alemanha logo após a derrota em 1945, o espanhol Carlos Saura, sem falar na angry young men inglesa (também conhecida como Kitchen sink realism – https://en.wikipedia.org/wiki/Kitchen_sink_realism), no cinema francês, italiano, etc.

          O grande problema do cinema hoje foi a descoberta desse filão bilionário de filmes inspirados em quadrinho e fantasia que destroçou o mercado do cinema autoral. Hoje os estúdios não querem realizar um filme de 30 milhões para lucrarem 200, querem um filme de 200 para lucrar 2 bilhões. Isso passa então pelo empobrecimento, de temáticas rasas ou tratadas assim e produção em escala industrial de um mesmo tipo ou filão.

          Com isso, temos no Brasil, por exemplo, algo inédito, como a proliferação de filmes dublados (péssimos, por sinal) porque as pessoas não conseguem mais ler uma legenda acompanhando a cena.

          Triste é ver serviços de streaming como a Netflix e o Prime da Amazon terem um catálogo tão pobre de filmes clássicos. O da Netflix chega a ser constrangedor. Como uso pouco estes serviços (uso e abuso da minha coleção pessoal de quase 1000 dvds), assino este serviço apenas para algumas séries ou algum filme que por acaso entra lá e não encontro ainda em DVD.

          Enfim, o empobrecimento do cinema é apenas um sintoma do empobrecimento geral. O próprio debate aqui no blog do Dalcim gira, em quase sua maioria, nesta coisa de fãs chatos que postam o mesmo comentário sem parar, até porque não há a menor dúvida que Bjorn Rune Borg foi (e ainda é) o Rei dos Reis e o maior de todos e pronto.

          Podemos até começar um debate novo. Big 3 (americano, europeu fica para uma outra vez): Coppola, Scorsese ou Woody Allen. Por pontos, Woody.

          E você, Dalcim?

          Responder
          1. Rubens Leme

            Bom Dalcim, Kubrick teve sua carreira iniciada nos anos 50 com um noir até legal. Claro que ele definiu o cinema (e os gêneros correspondentes) com 3 clássicos absolutos – 2001, Laranja Mecânica e O Iluminado -, embora o meu favorito ainda seja Full Metal Jacket, talvez o filme definitivo sobre o Vietnã. Mas, Kubrick era um diretor que trabalhava esporadicamente e, apesar de norte-americano, se mudou para a Inglaterra.

            As histórias sobre ele e seu perfeccionismo são legendárias. No recente filme Trumbo, a história de Spartacus, estrelada por Kirk Douglas é esmiuçada.

            No seu último, Eyes Wide Shut, com o então casal Tom Cruise e Nicole Kidman, ficou para a posteridade a frustração em dirigir o limitado Cruise, ao passo que adorou Kidman, assim como sofreu com Nicholson em O Iluminado. Sem falar que os atores reclamavam que ele fedia horrores porque raramente tomava banho, tantas horas ficava trabalhando e como forma de afastar os atores, a quem desprezava.

            Essas histórias…

          2. José Nilton Dalcim

            Como bem disse um analista que li recentemente, Kubrick se destaca porque jamais fez um filme sequer mediano. Todos foram bem acima da média e alguns, como você citou, verdadeiros marcos do cinema.

          3. Luiz Fabriciano

            Rubens, você tocou em dois pontos cruciais para mim: a ultra-mega-high produção de filmes baseados em HQ, e pior, juntam todos os heróis em um filme só e as dublagens. Meu Deus, que é isso?
            Em minha cidade, o shopping só projeta filmes dublados – não vou mais. Primeiro, a queda drástica na qualidade sonora do filme e segundo na igualmente queda drástica de edução das pessoas. Quando você não é tão fluente em outro idioma, ler uma legenda te faz compreender a cena perfeitamente, mas quando você tem que ouvir o que a personagem diz, ao mesmo tempo que ouve alguém do seu lado batendo papo com outro ou falando ao celular, fica difícil.
            Grande abraço.

        2. Rubens Leme

          Kubrick foi um visionário com produção escassa – entre 1951 e 1999 foram apenas 16 filmes, contando três curtas. Tenho todos os filmes a partir de Spartacus de 1960 (a saber, Lola, Dr. Fantástico, 2001, A Laranja Mecânica, Barry Lyndon, O Iluminado, Nascido para Matar e De Olhos bem Fechados), ou seja, era um diretor que só fazia um filme quando realmente tinha algo a dizer.

          Coppola também foi outro de prdução pequena como diretor após O Poderoso Chefão, mas deu umas escorregadas feias nos anos 90 com Jack e O Homem Que Fazia Chover.

          Por isso, no final, fico com Woody Allen que fez mais de 50 filmes, com pelo menos 40 excelentes.

          Responder
  39. Gabi

    Barocos,

    concordo com o teu comentário no post anterior!!
    Verdade, se as pessoas tomassem as devidas precauções, talvez não estivéssemos na situação em que estamos.
    Mas, se as pessoas sequer lavam a mão após ir ao banheiro (juro que fico olhando aqui no trabalho e sempre que vou a banheiro público e concluo que a maioria se olha no espelho, ajeita o cabelo e sai), não dá para esperar muito não…

    Ter medo do coronavírus é mole, quero ver ter medo de Aids, sífilis, dengue, chikungunya, sarampo e catapora. Gente, as pessoas querem vacina para o coronavírus mas não vacinam os filhos contra o sarampo?! Pô!! Sarampo estava erradicado no país desde 2016 e voltou a dar as caras.

    Na contramão do mundo, o Brasil teve aumento de 21% de novos casos de Aids, em oito anos. No mesmo período, a sífilis registrou alta de mais de 4.000%. Máscaras e álcool gel desapareceram das prateleiras mas usar camisinha muita gente não parece estar disposta…

    Enfim…

    Responder
  40. lucas pinheiro

    da minha opinião de leigo:

    a medida de fechar, cancelar entre outras , tem que ser seguida e respeitada, até porque, pouco se sabe sobre o corona virus. A população mundial , cada ano que passa, fica com uma idade média mais velha, podendo se propagar e atingir mais pessoas.

    momento de atenção, e cuidado.. nunca é demais

    li aqui sobre fazer com portões fechados, posso até falar merda, mas acho totalmente inviável, até pq a maior receita vem da venda de ingressos, ações durante a semana com o publico etc.

    esse ano, acho que teremos a gira a partir do meio do ano.. infelizmente

    Responder
  41. Rubens Leme

    Para mim, das duas uma: ou esse coronavírus é muito mais perigoso e letal do que está sendo dito ou tem algo maior por trás, porque já tivemos vários casos recentes de problemas de saúde no planeta como o ébola, gripe aviária e não me lembro de ter derrubado bolsas, economia e causado suspensão de eventos,, etc.

    A continuar assim, não teremos mais eventos esportivos no planeta em 2020.

    Responder
    1. Barocos

      As principais diferenças são a taxa de transmissão (contágio) e a capacidade de contenção, que nos casos citados por você, são, respectivamente, bem mais baixas e as suas disseminações foram, efetivamente, restringidas pelas medidas de quarentena. Não me parece que teremos a mesma sorte com o covir-19, ainda que este apresente um quadro de complicações menos agudo para os organismos das pessoas afetadas.

      Responder
  42. evaldo moreira

    Já pensou se cancelam os master no saibro, ai depois Roland Garros, e posteriormente Winbledom, é muita coisa, e pelo que vejo nos jornais, sites e por ai vai, a tendência é aumentar ainda mais, vi pessoas fazerem alarde sobre isso, mencionando uma simples gripe, não queiram ter uma gripe dessa e os comentários que rolam por lá, é que o vírus é letal sim, á prova disso são as mortes causadas pelo vírus, simples gripe!?

    Dalcim, imagina alguns master no saibro, serem cancelados, depois Roland Garros, e ai vem a relva, Wimbledon , é de se comprometer praticamente o calendários tenísticos de 2020, digo nos grandes torneios, concordas mestre?

    Responder
  43. Vitor Hugo

    Se Novak quiser defender alguns pontinhos, ele poderia tentar um convite para o challenger do Cazaquistão ou África do Sul que vai rolar essa semana. É só correr que dá tempo! Provavelmente por lá ninguém vai reclamar do jogo horroroso que o sérvio pratica.

    Responder
      1. Vitor Hugo

        Um título de challenger da o mesmo que uma ou duas rodadas em IW. Mas a minha sugestão é que ele aproveite a semana livre pra desfilar seu tênis pelo Cazaquistão, pois, pelo menos à nivel de beleza, o tênis que ele pratica é pra nível challenger. Toma! Hahaha

        Responder
  44. Vitor Hugo

    Se alguém aqui tem alguma prova que algum dia eu COMEMOREI contusão de adversários ou prove ou cale-se e pare de escrever bobagens! Infelizmente um id escreveu isso sobre mim e um ou outro do mesmo nível acabou comprando a idéia.

    Sobre o cancelamento do torneio, sinto muito. Lamento pelas vítimas da doença. Poderia ser uma pessoa próxima a mim, ou a outros. Fiz uma brincadeira e não achei nada demais. Se alguém não gostou, paciência.

    Responder
  45. Luiz Fernando

    Incrível como alguns caras não se cansam de postar m… aqui, cancela-se um evento dessa ordem, a meu ver corretamente, e aqui vem se falar de Federer, simplesmente lamentável, embora eu não tenha duvidas q quem postou tenha adorado que os demais jogadores não tenham podido jogar, afinal foi o mesmo q comemorou a cirurgia de apendicite do Nadal. Infelizmente vivemos um momento de muito temor e apreensão em razão dessa verdadeira pandemia, que para alguns subgrupos de pacientes pode ser muito grave. Imaginemos então uma série de pessoas vindas dos mais variados locais do planeta encontrando-se em um evento esportivo e as consequências q isso pode acarretar. IW será o primeiro de outros eventos q serão cancelados…

    Responder
  46. Alexandre

    Dalcim, boa tarde!
    Seu texto informativo e explicativo está excelente, isso mostra todo seu conhecimento e dedicação para levar as notícias de modo seguro e com confiabilidade até nós que acompanhamos seu blog.
    Torço muio para o retorno o mais breve possível dos torneios, mas concordo que primeiramente a saúde deve ter prioridade…abraços!!!

    Responder
  47. Anderson Nunes

    Acho um pouco de exagero em relação ao cancelamento do Corona, se a maior parte é em idosos, então simples, eles não poderão ir ao torneio.
    Mas tem um lado bom nisso, a tempos penso que o calendário atual está totalmente errado, e acho que se realmente IW mudar de data, isso pode fazer os organizadores darem uma repaginada no calendário nos próximos anos.
    Ao meu ver depois do AO só deveria ter torneios no saibro, ao fim de RG só grama, ao fim de Wimbeldon só hard. Não vejo sentido ficar botando saibro pra competir com hard em fevereiro, pois só prejudica o saibro.
    Com isso talvez desse até pra colocar mais torneios na grama.
    O que pensa, Dalcim?

    Responder
  48. Wladner

    Se o pior caminho se confirmar, Federer será o grande beneficiado em termos de número de títulos de Grand Slams. Não sei até quando irá esse alarde todo por conta das contaminações mas está me parecendo forte a prova a probabilidade de tanto Roland Garros quanto Wimbledon não acontecerem. Dalcim, já teve algo parecido quanto aos Slams? Durante o período de guerras não devem ter tido.

    Responder
  49. Roberto Rocha

    Algo cheira mal aqui…por que tanto estardalhaço se qualquer gripe comum possui o mesmo nível de letalidade…sempre os mais velhos sofrem mais com episódios de gripe. Então, por que essa histeria toda? Estão ocultando alguma coisa?
    Peço a ajuda do pessoal aqui com entendimento maior que o meu nessa questão sanitária. Confesso que sou completamente leigo nesse campo. Assim, com bastante humildade, quero ler e aprender com quem realmente entenda. E assim, compreender.

    Responder
    1. LUIZ EDUARDO BARBOSA

      Acredito que todo esse alarde por causa do Covid-19 ocorre por ainda não existir vacina. Embora a tava de mortalidade não seja tão alta, nas demais gripes as pessoas com mais riscos podem se vacinar e ficarem protegidas. No caso do Covid-19 não. Imagina se não for tomado nenhum cuidado. Além da morte de 3% dos infectados, os sobreviventes contaminam outras pessoas, perdem dias de trabalho, geram despesas ao sistema público de saúde, etc.

      Responder
    2. Gabi

      Roberto, eu tb fico me questionando as mesmas coisas. E muito boa ideia pedir para os entendidos nos explicarem.
      Não é teoria da conspiração, mas me pergunto se estão (quem?) contando a história toda…
      E aquelas roupas de astronauta? Se é “só” uma gripe, aquela roupa me parece um pouco exagerada.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Gabi é “apenas” uma gripe na maioria das pessoas, nos que não tenham comorbidades graves ou idade avançada, mas em determinados casos pode ser gravíssimo, daí todo o cuidado na prevenção…

        Responder
    3. Barocos

      Leia a minha postagem na matéria anterior. A taxa de mortalidade estimada, até agora, tem se mostrado aproximadamente 10 vezes superior à da influenza, por exemplo.

      As pessoas mais vulneráveis são os idosos e aqueles que apresentam problemas de saúde, respondem pela maior parte dos óbitos, mas mesmo que a taxa de mortalidade seja de 3% para aqueles que desenvolvem a doença (considerando as formas brandas e graves), isto significaria que em cada 100 deste grupo, 3 morreriam, é muito alto.

      Nos USA, cerca de 46.000 pessoas morrem todo ano pelas complicações oriundas das infecções relacionadas a gripes/resfriados (em geral, de pneumonia ou falência de órgãos) e cerca de 550.000 precisam de atendimento médico. Multiplique estes números por 10 e você pode imaginar o porquê das medidas tomadas pelos órgãos de saúde pública.

      Quem conhece um pouco de inglês deve ler o artigo em:
      https://arstechnica.com/science/2020/03/dont-panic-the-comprehensive-ars-technica-guide-to-the-coronavirus/

      Responder
    1. Barocos

      Uma parte considerável da arrecadação dos torneios vem da venda de ingressos e dos consumíveis nos complexos esportivos. Claro que os patrocinadores entram com a sua fatia, geralmente as premiações principais e mais algumas despesas, e os direitos de transmissão completam o faturamento, mas duvido que esta última fração seja tão substancial quanto as cotas de cobertura dos eventos de futebol e basquete e as verbas de patrocínios das equipes, que é o quê, em última análise, permite aos clubes jogar com os “portões fechados”.

      Responder
      1. Barocos

        Substitua: “… das equipes, que é o quê, em última análise, permite …”, por “… das equipes, que são o quê, em última análise, permitem …”

        Responder
  50. Gildokson

    Isso é castigo à asneiras ditas por Paulo Almeida e sua trupi kkkkkkkkkk
    Resultado, forças divinas resolveram intervir e Roger sente-se um pouquinho aliviado no sofá de casa sabendo que não ta perdendo muito ja que nem torneio (ou torneios) vai ter kkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Poh GIL !!

      Esse tipo de coisa não se brinca. Não é nem questão de falta de senso de humor.

      Não se utiliza a expressão “força dívida” sabendo que mais de 105.500 foram infectadas e mais de 3.500 morreram, e que outras mais serão alcançadas.

      Fique com a frase do rei Juan Carlos de Espanha dirigida ao então presidente Venezuelano Hugo Chávez.

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        1. Gildokson

          E Paulo, se o rei Juan Carlos acompanhasse o blog do Dalcim com frequência eu tenho certeza que ja teria usado a tão famosa frase com você kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
          E ainda pedia desculpas ao finado kkkkkkkkkkkk

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          1. Paulo Almeida

            Não, ele como nadalista iria adorar e dar muitas risadas dos vários fatos que posto por aqui.

            A mensagem ficaria pra você mesmo, kkkkkkkk.

      1. Gildokson

        Danilo, eu me referi a força divina pelo cancelamento em IW, que pra falar a vdd na minha opinião até meio exagerado, ja q bastava restringir a idade dos frequentadores q ja daria uma segurança a mais, e como disse o Dalcim no texto até agora 1 caso por la. Claro que na minha brincadeira não tenho intenção alguma de zombar da situação de lugares onde a coisa ta bem mais séria.
        Mesmo o assunto sendo sério eu sou da opinião que na vida devemos encarar tudo com um ar mais leve e brincando, aliás é o jeito brasileiro de ser… tenho fé que logo essa epidemia vai passar, na China ja tem um progresso 👍🏾

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        1. DANILO AFONSO

          De boa GILDOKSON !!

          Eu que estou muito sensibilizado com a propagação da doença. Fico imaginando que se nos países desenvolvidos o vírus fez tamanho estrago, aqui no Brasil pode ser muito pior pela falta de estrutura da rede pública de saúde, desinformação da população e porque muitos irão descumprir as recomendações mínimas de prevenção.

          Vou relaxar um pouco postando estatísticas do tênis e continuar aquela contagem de semanas na liderança que você e alguns não suportam mais…kkkk

          Responder
  51. Sandra

    Nos não somos médicos , então não podemos falar , mas o aglomerado de pessoas gera preocupação , eu mesma que adoro carnaval , adoro blocos , resolvi não entrar em nenhum , mas de qualquer maneira porque o aglomerado de pessoas está contaminando mais nos EUA e Europa do que no Brasil ?

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    1. Rafael Azevedo

      Uma das explicações que ouvi é que o Brasil, e todo o hemisfério sul, está no verão. Os vírus se proliferam menos no verão.
      Se o contágio continuar nas mesmas proporções, no inverno, poderemos enfrentar mais problemas.
      Ouvi isso na CBN!

      Responder
  52. Rafael Azevedo

    Dalcim, obrigado pela informação mais detalhada.
    Uma dúvida: Voçê encontrou alguma informação sobre a possibilidade de realizar o torneio de portas fechadas? Essa não seria uma opção? O futebole o vôlei na Europa estão fazendo isso.

    Responder

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