A ‘Maldição de Londres’ existe!
Por José Nilton Dalcim
13 de fevereiro de 2020 às 20:36

Desde que o primeiro tenista não chamado Roger Federer ou Novak Djokovic ganhou o ATP Finals de Londres nos últimos 10 anos, uma maldição parece ter caído sobre aquele que sai com o troféu da arena O2.

Claro que é uma brincadeira, mas não deixa de ser assustador: Andy Murray, Grigor Dimitrov e Alexander Zverev desabaram em incríveis buracos na temporada seguinte a suas conquistas e o mesmo parece estar acontecendo agora com Stefanos Tsitsipas. Não é coincidência, diriam os místicos.

Murray fez um incrível segundo semestre em 2016, que culminou com o título no Finals e o número 1 do ranking. Na temporada seguinte, só ganhou um torneio, logo em fevereiro, e começaram as contusões no cotovelo e depois no quadril, que acabariam por tirá-lo da ponta do ranking em agosto. O restante da história todos conhecemos.

De reconhecido talento e atleticismo, Dimitrov enfim levantou seu maior troféu no Finals de Londres em 2017. Era de se imaginar que embalaria, mas passou o primeiro semestre seguinte em intensos altos e baixos, fez sua pior temporada de grama e enfim reconheceu não estar na melhor forma. Sequer se classificou de novo para o Finals.

Grande nome da nova geração até então, Zverev ganhou seu primeiro ATP em 2016, chegou a terceiro do ranking com dois troféus de Masters em 2017 mas nunca embalou nos Slam. Juntou suas melhores armas para uma campanha incrível na arena O2, derrotando seguidamente Federer e Djokovic. Não poderia haver maior motivação para uma arrancada, porém 2019 foi terrível. Passou meses sem ganhar dois jogos seguidos e até se deu melhor no saibro do que na grama. Demitiu treinador, viu o pai doente e enfrentou processo judicial de ex-agente.

É muito cedo ainda para dizer que Tsitsipas vai seguir a ‘maldição’, mas o habilidoso grego tem causado decepções, com raros momentos lúcidos neste início de 2020. Na ATP Cup, ganhou de Zverev, mas foi superado por Denis Shapovalov e Nick Kyrgios, com direito a ataques de fúria. Parou ainda na terceira partida de Melbourne totalmente dominado por Milos Raonic. Passou apertado pela estreia de Roterdã e caiu nesta quinta-feira para o mediano Aliaz Bedene. O diagnóstico é desanimador: Stef não mostra confiança com o saque, a devolução está estagnada, bate apressado na base e nem mesmo o vistoso jogo de rede tem aparecido para salvá-lo.

O garoto de 21 anos ainda não pode, nem deve ser crucificado. Viveu um 2019 naturalmente instável e mesmo assim ele entrou na faixa dos top 10 em março e não saiu mais de lá. Atingiu sua segunda final de Masters, decidiu dois ATP 500 e ganhou dois 250, decorando o currículo com vitórias sobre todos os Big 3. Disputará agora quatro torneios seguidos – Marselha, Dubai, Indian Wells e Miami – e tem a versatilidade necessária para se adaptar bem às diferentes situações.

Apesar da queda inesperada de Tsitsipas, Roterdã está muito bem representado pela nova geração: Andrey Rublev desafia veteranos na parte de cima da chave, Felix Aliassime e Jannik Sinner têm chance real de duelar na semi. O russo já soma 13 vitórias na temporada, igualando-se a Djokovic; o canadense reencontrou a confiança com ótimas vitórias em cima de Dimitrov e Jan-Lennard Struff; e o italianinho foi brilhante diante de David Goffin. E olha que Nova York já tem Reilly Opelka, Ugo Humbert e Miomir Kecmanovic nas quartas também.


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Lamentável o ocorrido com Federer, o que mais se poderia dizer? Quando se pensa assim se observa o quão baixo é vibrar com problemas de saúde que acometem atletas para os quais não torcemos, algo que já se viu aqui mais de uma vez…

    Responder
  2. Maurício Luís *

    Bom, é o seguinte: se o jogo do Alcaraz não pode ser considerado parecido com o do Federer, por outro lado, não sei se pode ser considerado um novo Nadal, porque o Nadal é canhoto, e pelo que eu vi, o Alcaraz é destro.
    Se aparecer um novo Nadal, embarco na primeira espaçonave da NASA pra Marte: passagem de ida sem volta. 1 baloeiro por século já é + do que suficiente. Claro que vai ter gente aqui pulando de alegria de ficar livre das minhas histórias. E por falar nelas…
    ** Fãs do Nadal, não leiam daqui pra baixo**
    A Xisca Perelló bem que tentou lembrar o maridão que era o niver da mãe dela:
    – Por acaso você não está se esquecendo de que dia é hoje?
    – Deixa eu pensar… Humm… AH, LEMBREI ! É dia de por o lixo pra fora !

    Responder
  3. Oswaldo E. Aranha

    Vendo jogos do Rio Open hoje vejo:
    – como é difícil ser patriota no tênis
    – o Alcaraz é uma promessa viva, será mais um espanhol para incomodar!

    Responder
  4. Luiz Fernando

    Que a arrogancia é abundante (kkk) em algumas pessoas do blog eu sempre soube, mas desconhecer o significado de comentários irônicos beira a mais completa ignorância. Antes q o Dalcim me diga para postar como resposta a esse ou aquele comentário já vou responder: a resposta estava bloqueada…

    Responder
  5. Sandra

    Dalcim, eu não sei como é na Europa ou Estados Unidos, mas pode um menor de idade como esse espanhol viajar sozinho sem os pais, só com o treinador ? E 16 anos ainda não tem muito ainda para se desenvolver fisicamente ?

    Responder
  6. Sandra

    Dalcim, nem sabia que o Thiem era patrocinado pela Rolex, o Fhiem veio ao Rio porque ele quer, ou porque ganhou algum bônus? É uma observação , no jogo dele estava super lotado

    Responder
  7. evaldo moreira

    Bom dia,
    Dalcim,
    Estou olhando aqui na loja Tenisbrasil e há 02 livros do Federer, um de Chris Bowers e outro de Rene Stauffer, qual o que sai primeiro?
    Qual é o mais pedido pelo público!?

    Grato pela vossa atenção, obrigado.

    Responder
  8. Paulo Almeida

    Claro que parrudez foi um neologismo, apenas para manter a tradição.

    Repito: qualquer um com mais de dois neurônios teria feito a comparação adequada e não perdido um tempo absurdo levantando dados para uma comparação esdrúxula. Fato!

    P.S.: Legal, parece que está estudando gramática, como sugerido. Rs.

    Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Não dá nem pra chamar isso de comentário , caríssimo Dr Camboriú. Agora , uma coisa eu concordo. É diversão garantida ver como se comporta aquele que acreditava num possível Goat Espanhol até 2015 . Jogou a toalha e aderiu à “ TUDO “ menos Roger Federer kkkkkkkkkkkkk. Abs!

    1. Jonas

      Vou nem rir dessa vez.

      É impossível, simples assim.

      Cara, dá uma olhada nos recordes do Nadal. Absurdo é pouco para o que ele fez lá. Dominou os maiores rivais de forma incontestável, um monstro. Números também incríveis…sem chance de alguém nesta vida superar o que ele fez lá.

      Responder
      1. Ronildo

        Jonas, você sabe o significado da palavra “pode”?

        É bem legal quando o tenista chama o oponente na rede para dar-lhe uma passada, você não acha?

        Responder
      1. Ronildo

        Tudo bem Beto, vamos falar bem sério.

        Primeiro que os comentários destes caras não foram sérios, então entrei na “brincadeira”. Você vê exagero nisto?

        Sobre a possibilidade do Carlos Alcaraz quebrar os recordes do Nadal, se você se refere à minha insistência em defender esta afirmação como um exagero, onde há exagero em mensurar que hipoteticamente um rapaz de 16 anos que venceu uma partida num ATP 500 pode quebrar estes recordes?
        Exagero para mim é alguém vir aqui dizer que estes recordes nunca serão quebrados. Pois se Nadal conseguiu é lógico que algum outro homem um dia no futuro também poderá alcançar e até eventualmente ultrapassar.
        Ou na cabeça de alguns aqui no blog Rafael Nadal deixou de ser humano e virou um deus?

        Esta última pergunta não precisa responder, é apenas para reflexão.

        Responder
          1. Ronildo

            Bom, então você considera exagero apenas mencionar a possibilidade para o Alcaraz!?

            Então pesquisa aí quantos garotos de 16 anos venceram uma partida num ATP500, ok?

  9. Rodrigo S. Cruz

    ” (…) considerando a parrudez dos mesmos(…) ”

    Blargh!

    Do que adianta esse tesão todo em mofar, fazer pouco ou desconstruir (pessoas, tenistas, títulos, épocas, habilidades…) se o próprio indivíduo sabe que não está livre de pagar micos?

    Primeiro que esse vocábulo “parrudez” acho que sequer existe, né?

    Poderia (com muita boa vontade) ser aceito como neologismo reles.

    Mas isso só na minha visão.

    É que eu acho “parrudo” uma palavra de sonoridade feia, quase que um CACÓFATO!

    (se bem que já estamos acostumados com certas tendências cafonas do autor…).

    Só que se a PARVULEZ do autor é indiscutível, a “parrudez” linguística dele é outra estória.

    O que nos leva à escolha consideravelmente pior de “dos mesmos”.

    Um erro que a gramática não perdoa, mas que virou meme:

    https://www.soportugues.com.br/figuras/mesmo.jpg

    Convém então reescrever e substituir “dos mesmos” por “deles”.

    Mas se ainda pairar dúvidas:

    https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/mesmo-voce-sabe-utilizar-o-pronome.htm

    Responder
  10. Rodrigo S. Cruz

    (…) “Qualquer pessoa com mais de neurônios tentaria falar da de 2011 ou da de 2015″(…)

    Pelo contrário!

    Qualquer pessoa com 1 só neurônio sabe que foi uma SÁTIRA que só serviu para hora com a tua cara…

    kkkkk

    Pois diminuir títulos de quem quer seja, ou do tipo for, não tem nexo nenhum.

    Responder
  11. José Eduardo Pessanha

    Já conhecia o Alcaraz, Dalcim? Muito bom jogador. O jogo de hoje lembrou um pouco o do próprio Nadal, quando venceu o Albert Costa, em 2003. Sem fazer comparações, apenas lembrou as circunstâncias daquele jogo longínquo.
    Boto fé no Alcatraz.
    Abs

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Desculpe entrar na conversa… só que o Alcaraz declarou em entrevista que o jogo dele se assemelha ao do Federer. Deus me livre de + um Nadal.

      Responder
  12. evaldo moreira

    Êta espanholzinho chato do cacete, valei-me, se acha que chamar atenção de A ou B desse jeito, vai longe não e o Wild também não fica atrás, segurou a onda legal. Se colocar a cabecinha dele no lugar e não viajar nos pontos cruciais, tem tudo para longe neste torneio.
    A meu ver, se tiver uma crescente melhora no backhand, pois a direita anda que é uma beleza.
    Dalcim,
    Entre o Wild e o Orlando Luz, quem você considera que está mais completo ou ainda precisam de mais rodagem digamos assim, e que pode ir mais longe um pouco no ranking, vimos que os garotos são bons, mas oscilam muito dentro de uma partida para fechar ou mesmo trabalhar os pontos e/ou em determinados jogos oscilam um pouco, na minha opinião vou de Orlando Luz, e você mestre, o que achas dos dois?

    Responder
  13. João ando

    O jogo do wild ontem no rioopen foi anormal. O juiz muito ruim…deixou o espanhol catimbar …só deu uma advertência …e o saque do wild não entrou…so faz um ace.

    Responder
  14. Paulo Almeida

    Em termos de número de títulos considerando a dificuldade/parrudez dos mesmos, a temporada de 2011 de DjokoGOAT foi até melhor do que a de 2015. O sérvio venceu 6 finais da melhor versão do Nadal (sim, era tão boa quanto a de 2010) e despachou quatro vezes uma das melhores do Fregueser.

    Pena que chegou destruído no final da temporada, não disputando Xangai, abandonando Paris por lesão e fazendo figuração no ATP Finals. Do contrário, teria tido números superiores aos de 2015.

    Enfim, as duas melhores temporadas da história pertencem a Novak Djokovic.

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Concordo que a temporada de 2011 foi a maior. Ele enferentou um Federer e um Nadal totalmente competitivos.
      Em 2015, por outro lado, esses dois tenistas estavam em má fase e lesões, principalmente o Nadal.

      A temporada de 2006 do Federer também foi um feito em tanto. É difícil comparar com conjucturas do tipo: “Ah, mas os adversários eram fracos”.
      Um tenista se prepara para competir com os atletas de sua época. Se o Federer foi o melhor de sua época, ele é digno de todos os elogios.
      Ficamos apenas no achismo: “Se o Djoko estivesse no Auge em 2006, talvez o Federer não tivesse aquela temporada…talvez”
      Porém, “se o Federer de 2006 estivesse em 2011 ou em 2015, talvez o sérvio não faria o que ele fez…talvez”
      São apenas conjecturas.

      De toda forma, no meu ranking, a temporada de 2011, do Djokovic, foi a maior. Mas, entendo totalmente quem considera 2006 superior.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Nadal não estava lesionado em 2015 e sim em má fase até o US Open. Depois melhorou e foi até o primeiro colocado no seu grupo do Finals, superando Wawrinka e Murray.

        Federer mal em 2015? Só pode ser piada!

        Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Como Federer em má fase em 2015, se perdeu dois GS para Djokovic?
        Como digo, eventualmente, as más fases de alguns sempre se apresentam em finais de torneios, especialmente quando enfrentam um tal sérvio.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Para ser sincero, julgo possível, sim, apesar do Ríos ser geralmente exagerado em suas declarações. Claro que não acredito em doping competitivo, muito mais em uso de drogas sociais, o que aliás ele próprio admitiu na sua biografia. Mas é quase impossível de se provar.

      Responder
  15. Paulo Almeida

    Teve gente que não aguentou a paulada que foi a temporada de 2006 do GUAT totalmente desmascarada e pior: quis comparar com a campanha do moleque Djoko de 18/19 anos.

    Qualquer pessoa com mais de neurônios tentaria falar da de 2011 ou da de 2015. Tudo bem que iria apanhar do mesmo jeito, mas seria menos vergonhoso.

    E a diversão garantida continua! Hahahaha!

    Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Você não tem vergonha de ser um autêntico baba ovo do Motorista da VAN , caríssimo Jonaser ? Até os “ elogios “ ao Touro ( insignificante perto de Novak , pra vocês ) são orquestrados. O outro eu sei que é P**a Velha da Whats , mas você parece um adolescente seguindo seu grande Guru. Rafa Nadal aos 19 já tinha SLAM e venceu DEZ ATPs. O TOP 2 de então , desconhecia Novak Djokovic que somente se firmou TRÊS anos depois . Abs!

          Responder
          1. Luiz Fernando

            Falou o diretor da finada clínica psiquiátrica de Camboriú kkkk. Aqui de fato é diversão garantida kkkk. Grande abraço kkkkk!!!

          2. Jonas

            Viajou legal agora hein.

            Vou desenhar: seu amigo comparou a temporada 2006 do Fregueser (auge ok) com a do praticamente estreante Novak em 2006 (19 anos) . Faz sentido? Bom…se fizer beleza.

            Pegue a temporada auge do Djoko e compare com a de algum moleque de 19 anos por aí. Lógico que a de 2015 vai ganhar de lavada.

            A comparação mais óbvia seria 2015 com 2006, entendeu gênio?

    1. José Nilton Dalcim

      Ele flutua demais na partida. Faz grande lance mas se precipita muito em várias ocasiões. Ainda precisa achar o ponto de equilíbrio. O saque precisa melhorar, com certeza, mas tudo isso é animador.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nível técnico ela tem de sobra e fisicamente achei que ela aguentou bem. Mas há muitas dúvidas se ela conseguirá se manter saudável se fizer um calendário mais exigente.

      Responder
  16. Paulo F.

    Como bem diz o Luiz Fernando: aqui é diversão garantida.
    Só rindo mesmo vendo as federetes com raivinha e partindo pro ad hominem na “argumentação”.

    Responder
  17. Rafael

    Quem aqui assistia “Os Impossíveis”?

    Na minha época, já era reprisado, pois o desenho é da década de 60. Eles eram uma banda semelhante aos Beatles (na época), mas quando surgia algum perigo, se transformavam. Tinha o Homem-Mola, o Homem-Fluido e o Multi-Homem. Este último tinha como poder/habilidade se multiplicar em vários dele próprio. Pra quem nunca teve a oportunidade: eis o link para o Multi-Man.

    https://www.ebay.com/itm/The-IMPOSSIBLES-MODEL-SHEET-PRINT-MULTI-MAN-Hanna-Barbera-/153089429152

    Por que estou postando isso? Pq um participante deste blog me traz essas memórias toda vez que vejo suas postagens, pela sua capacidade de se multiplicar.

    Bom dia a todos!

    Responder
    1. Paulo F.

      HAHAHAHAHAHAHAHA !!!
      Eu já tinha lembrado deste desenho, pensando justamente no Marquinhos-Renato-Johnny-Vitor Hugo, Rafael, mas nunca tinha postado!
      Ou, em se tratando de um filme, ele poderia ser o Jim Carrey de Eu, Eu Mesmo e Irene.

      Responder
  18. Julio Sc

    Dalcin, vendo a chave do Atp de Marseille dessa semana, fica clara a necessidade do Rio Open de tentar mudar de piso.

    São 6 top 20, 8 top 30! Chave digna de um atp 500 enquanto o nosso está bem mais para um 250 mesmo.

    Essa preferência do piso duro é uma tendência que vem pra ficar. Para mim ou o Rio Open consegue mudar pro piso duro também, ou em breve não será mais um atp 500.

    Responder
  19. Rafael Azevedo

    Parabéns ao Monfils! Grande esportista. Exemplo dentro e fora das quadras.
    E parabéns ao canadense! Está tendo um início de carreira assustador, pela sua idade. Esse cara promete!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O desespero somente pode ser seu , né caríssimo RP ? Quem e’ esse cara ? Já sei . É o mesmo que perdeu por WO em Nova York esta semana kkkkkkkkk Abs!

      Responder
  20. Sérgio Ribeiro

    Félix Aliassime , Casper Ruud e Kyle Edmond . Se não fosse Gael , os ATPs iriam todos pras mãos da nova geração. E olha que tinha veterano bem rankiado a dar com o pau nos três Torneios . Abs!

    Responder
  21. Rodrigo S. Cruz

    SUPER-TEMPORADA TABAJARA do Novak Fraudovic, em 2006:

    *Australian Open: cai na primeira rodada para Paul Goldstein . (Paul who? kkkkkkkkk)

    *Zagreb> cai na semi pro Ivan Ljubicic (o mesmo de quem o maníaco riu) (detalhe: Federer vence e leva risada, o Djoko apanho, leva beijinho)

    * Roterdã> cai nas quartas pra Radek Stepanek (hahahahaha)

    *Indian Wells> primeira rodada para Julian Benneteau ( qua qua qua quá)

    * Miami> segunda rodada para Guilhermo Coria ( kkkkk)

    * Monte Carlo> R32 para Federer ( rodada-bônus pro Mestre )

    *Barcelona> Perde do fantástico Gimeno-Traver número 178 do ranking (Hohohohohoho)

    *Hamburgo > R32 pra Fernando Verdasco (kkkkkk)

    * Roland Garros> quartas para Nadal (toma duplo 6/4, e com medo do pneu abandona kkkkkkk)

    * S-Hertogenbosch > atropelado pelo 128 do mundo Jan Hernych por 2/6 e 4/6 (kkkkkk)

    * Wimbledon > oitavas no quinto set para Mario Ancic (ok)

    * Amersfoort> (que várzea será essa? rs) > campeão em cima do Nicholas Massu (porcaria, kkkkkkkkk)

    * UMAG> ( primeira MIADA pro seu futuro Papai Wawrinka) (kkkkkk)

    * Cincinnati> R32 pra uma tal de Florent Serra ( hehehehehe)

    * US Open> (estraçalhado por Lleyton Hewitt, o mesmo que o doente sempre ridiculiza por 6/3 6/1 e 6/3, que vexame) ( hihihihihi)

    * Copa Davis> Mais uma surra pro mestre suíço

    * Metz> campeão sobre Jurgen Melzer ( hohohohho)

    * Viena> Nova surra nas oitavas pro carrasco Stan (duplo 6/3)

    * Madrid> cai nas quartas pro Gonzales (curioso: ri do campeão Federer, mas não ri do macho eliminado pelo finalista que o Federer surra ) ( huahauahau)

    * Paris > cai na R32 para Paul-Henry Mathieu (hahahaha)

    (Observação: Rir é fácil, difícil é parar de rir! )

    Responder
    1. Jonas

      Djokovic com 19 anos. Idade próxima a de Tsitsipas, Zverev, Medvedev.

      É uma idade ótima pra perder para uns bagres e também atuar como franco atirador contra os tops.

      Acho que a maioria concorda que o Djoko foi subir de nível mesmo em 2011.

      Responder
      1. Jonas

        Sem falar que é uma comparação meio descabida.

        2006 foi o auge do Federer de acordo com vocês.

        Já o Djoko estava iniciando a carreira. Normal o cara se estrepar mesmo, cometer alguns erros…

        Não fiz o levantamento, mas é provável que Federer aos 19 anos tenha perdido para bagres também, normal.

        Responder
      2. Enoque

        Em 2008, Djoko ganhou 1 Grand Slam e 2 master 1000 (com 20 anos) e o ATP Finals (já com 21 anos), performance respeitável, já que nesta época tinha outros 2 grandes tenistas atuando no circuíto na idade ideal, considerando o binômio juventude/experiência.

        Responder
        1. Jonas

          Verdade Enoque. Em 2007 ele fez uma graça, foi finalista do Us Open e ganhou alguns masters.

          Em 2008 evoluiu bem, fez um ano respeitável. Como você disse cara, 20 anos…é início de carreira. Ele teve que se adaptar a mudança de raquete também, ao trocar Wilson por Head. Quem não lembra do sérvio fazendo anos ruins em 2009 e 2010?

          Mas é normal, assim como a nextgen ainda anda irregular.

          Veja que o Novak só foi mudar mesmo aos 24 anos (2011). De fato, o cara quebrou uma hegemonia a partir de então, o que irrita muita gente até hoje.

          Responder
          1. Jonas

            Me lembrou agora o Zverev. Ganhou o Atp Finals em 2018 jogando um tênis brilhante.

            Parecia que ia engrenar, mas fez um ano de 2019 horrível. Vamos ver se o cara melhora o mental este ano…ele fez uma ótima campanha no AO.

      3. Jose Yoh

        É o mesmo que falar que não tem diferença de 38 para 32.

        Nadal, da mesma geração que o sérvio, com 19 já arrebentava.

        E porque ele só foi ter bons resultados no H2H com Federer a partir de 2011?

        Talvez porque o suíço ainda era jovem. Talvez porque ainda haviam quadras rápidas. Talvez!

        Responder
        1. Jonas

          Nadal era excelente com 19. Ganhou Roland Garros 2005, lembro bem, era um garoto.

          Mas me refiro a maturidade mesmo, um conjunto de coisas. Nadal sempre foi bom no saibro, mas sabemos o quanto ele precisou evoluir nos demais pisos, principalmente nas hards.

          Ele só foi ganhar US Open em 2010 e ali ficou claro o quanto o espanhol tinha melhorado.

          Prefiro o Nadal de 2013, pra mim auge do espanhol. Mas entendo quem considera 2010 ainda melhor.

          Responder
        2. Jonas

          Mas respondendo a sua pergunta.

          Auge do Federer 2006: completou 25 em Agosto.

          Auge do Novak 2011: completou 24 em Maio.

          Veja que não é coincidência. Geralmente o auge do tenista se dá nesta idade mesmo.

          A questão é que o Federer ainda tinha 29 anos em 2011, jogando um ótimo tênis. Lembra da semifinal de RG?

          Hoje, nenhum deles está no auge, mas continuam em altíssimo nível.

          O Nadal de 2013 já foi, por exemplo, mas continua jogando muito e disputando Grand Slams.

          Responder
          1. Jose Yoh

            Pois é Jonas, se for para comparar algum momento da carreira deles teria de ser entre 2010 e 2011, onde os dois ainda estavam em plena forma.

            Não acho justo compará-los agora, quando Federer está quase aposentando. Tampouco é justo dizer que a idade é uma desculpa para as derrotas.

            Então Nole com 19 não é uma desculpa também? É isto que eu quis dizer.

            Eu acho que os três ainda estão ótimos, dando pau em muito garoto, mas vários já os incomodam bastante. E os calendários estão cada vez mais enxutos.

            Então acho que já estamos no pôr do sol.
            Apreciemos, não depreciemos!

    2. Rodrigo S. Cruz

      Putz, e acabei esquecendo de dizer o principal:

      Sim!

      Essa minha postagem acima é a do tipo mais retardada, infantil e mongoloide que eu poderia escrever.

      Ela se parece com a de alguém? (rs)

      Responder
    3. Gildokson

      Rodrigo, brilhante trabalho de pesquisa, porém inútil… ja que o esporte tênis só vale depois de 2011!!!!
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Como ta na moda dizer ” Aqui a diversão é REALMENTE garantida”
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
  22. Vitor Hugo

    Federer jamais perderia final de Rg Garros pra Wawrinka, como perdeu Novak pra Stan em 2015. Outro ponto é que, Roger com 27/28 anos, idade que Novak tinha nas finais em Wimbledon de 2014 e 2015, jamais perderia final de Wimbledon para Novak se o sérvio tivesse 33/34, idade que o suíço tinha nos mesmos anos.
    Como eu disse, tudo foi favorável para o sérvio….
    Suposições? Sim, óbvias! Assim como supoem que com a redução de gases na atmosfera vai diminuir o “efeito estufa”. Assim como é óbvio que, se tivessem a mesma idade, Federer teria mais títulos e vantagem nos confrontos.

    Vejamos:

    Federer tem o melhor ano da história de um tenista, em 2006.
    Maior jogo da história, Federer x Nadal, Wimbledon/08
    Maior vencedor de big tittles
    Maior vencedor dos slam mais importantes, Wimbledon e u.s open.
    Maior vencedor de slam
    Maior vencedor de finals
    Recorde de semanas na liderança
    Recorde de semanas seguidas na liderança, que é o mais importante, já que mostra domínio continuo.

    Segue o lider!!!!

    Responder
    1. R.P.

      Kkkkk… Rapaz… Wawrinka aplicou 3×0 no Boca Murcha facinho facinho no mesmo torneio e, de quebra, disse q a final foi a melhor partida da vida dele, cujo placar foi 3×1, não a molezinha contra o compatriota.

      Responder
  23. Filipe Fernandes (MG)

    Oi, Dalcim (e comentaristas do Blog), boa noite!

    Conheci seu Blog por acaso neste ano (lendo uma matéria do UOL durante o AO) e fiquei maravilhado com a qualidade, a seriedade, a informatividade, a perícia e o profissionalismo com que você escreve os artigos em torno desse grande esporte que é o tênis. Ao mesmo tempo em que seus textos nos informam sobre os eventos atuais e futuros, seus apontamentos entremeados neles nos auxiliam ainda por cima na compreensão mais ampla da história e dos fundamentos do tênis, bem como das técnicas, estratégias, mentalidades e habilidades peculiares de cada jogador(a), e sempre – a meu ver – de forma inteiramente respeitosa acerca deles(as), o que é admirável. Durante essa semana acompanhei o APT de Roterdã e, após a leitura de alguns dos artigos aqui publicados e mesmo de determinados comentários muito proveitosos dos demais internautas, pude apreciar mais detidamente esse torneio, que promoveu bons encontros de gerações, como nas quartas entre Busta e Sinner e na final deste domingo entre o veterano Monfils e o promissor Aliassime (o primeiro fazendo hoje uma partida concentrada e calmamente; o segundo, com bons momentos mas, infelizmente, um pouco precipitado e apreensivo em lances e pontos capitais, talvez – acredito – pela inexperiência em decisões, já que foi bem contra Bedene e Busta nas fases anteriores). Enfim, Dalcim, o que queria dizer principalmente nesta mensagem é que seu Blog ganhou mais um leitor cativo, pois vou buscar acompanhar doravante seus excelentes textos, e espero que tenham vida longa, pois suscitam boas e inteligentes reflexões sobre o tênis, mas não só. Um grande abraço e até mais!

    Filipe Fernandes

    Responder
    1. DANILO AFONSO

      Felipe Fernandes, eu também descobri o blog por acaso em 2009. Blog é excelente mesmo. Seria bom você ler os demais textos do Dalcim ao longo dos últimos anos para ficar mais por dentro de como era o circuito e os principais assuntos no mundo e brasil acerca do esporte. Apenas lamento que o UOL retirou recentemente os textos do blog no intervalo entre 2006 a 2012, uma baixa lastimável. Estou sofrendo até hoje com isso…kkkkk

      Responder
  24. Rodrigo S. Cruz

    Um cabeça de pudim veio perguntar:

    ” Se o Federer é isso e aquilo, por que não ganhou tal torneio?”

    E de onde você tira essa doidice de que o Federer precisa ganhar tudo?

    O cara tem 103 títulos!

    Concentre-se no que ele já ganhou, trouxa.

    Responder
    1. Ronildo

      Esses caras vivem num mundo virtual Rodrigo.
      Faz uns dois ou três anos o Djokovic perdeu no AO para o Denis Stomin. Ano passado teve uma derrota considerada a maior zebra do ano, nem lembro para quem ele perdeu. Da mesma maneira Federer coleciona inúmeras derrotas para tenistas com menos recursos. Não tem como sair vencendo tudo!
      Eu só quero ver onde estará Djokovic aos 35 anos!
      E repito: Thiem tem tudo para assumir a ponta depois de RG.

      Responder
  25. Vitor Hugo

    Em 2014 e 2015 Roger tinha 33 e 34 anos, já que faz aniversário em Agosto, próximo de Wimbledon. Estava prestes a completar.

    A derrota de Roger para Novak no AO de 2008 é insignificante, pois o suíço teve mononucleose.

    Papinho de h2h de novo??? Então Kyrgios, Roddick e Karlovic são melhores que Novak… se Novak fosse melhor, ganharia mais do que perderia, ou não???
    Put in a bin!

    Responder
  26. Paulo Almeida

    Cara, olha que piada a tal “super temporada” de 2006 do Frauderer:

    – Australian Open em cima do Baghdatis (kkkkkkkkkkk);
    – Indian Wells em cima do Blake (hehehehe);
    – Miami em cima do Ljubicic (hahahaha);
    – Wimbledon em cima do Nadal (ok, apesar de ser mero saibrista de 20 anos);
    – Toronto em cima do Gasquet (kkkkkkkkkk);
    – US Open em cima do Roddick (hehehehe);
    – Madrid em cima do González (hahahaha);
    – Finals em cima do Blake (kkkkkkkkkk).

    Rir é fácil, o difícil é parar de rir, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Cara , como você é repetitivo e imaturo. Ganhou pra cima de fulano sem mencionar os que estavam no Torneio, é de uma desonestidade absurda. Seu objetivo não é provar que o Sérvio e’ o melhor. E sim desconstruir alguem que o Mundo ainda acha superior a ele. Isso é o mais puro Fanatismo. Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Quem de forte estava nesses torneios? NINGUÉM!! Era entressafra pura!

        Nadal era fraco no hard e o Djokovic nem existia!

        Os finalistas eram o que havia de “menos pior” mesmo.

        Fato dos fatos!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Outra idiotice , caro P. Almeida. Quantos títulos nas duras Rafa Nadal ( então N 2 ) , já tinha nas duras ( MASTERS 1000 ) , quando caia cedo nestes Torneios. Você desmoraliza TODOS os N 1 daquela época somente porque Novak não foi precoce como Nadal. O mais jovem N 1 da Era profissional , Hewitt , em quem o Touro diz ter se inspirado , você chama de “ bagre “ . Desdenha do Esporte , dos Campeões, da história, da inteligência das pessoas , com o único objetivo de tentar desconstruir o melhor de Todos. E olha que estás longe de ser um adolescente, como muitos dos teus seguidores. Chegas a ser um irresponsável. Abs!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Sem liçõezinhas de moral, caro Ribeiro.

            Ficou provado na temporada de 2006 que os Masters do Canadá e de Madrid do Nadal foram lampejos e que ele ainda não tinha consistência no piso duro. Só campanha pífia, com exceção da semi de Indian Wells, em que perdeu para o bisonho Blake ainda por cima. Era número 2 do mundo porque ganhou TUDO no saibro e mais esses dois Masters em 2005, que foram substituídos pelo vice de Wimbledon 2006 depois.

            Enfim, as coisas continuaram fáceis pro Federer fora do saibro. Aceite!

      1. Sérgio Ribeiro

        Sempre nas águas do Guru postando abobrinhas , né caríssimo Jonaser. Você tem idéia do que Rafa Nadal jogava aos 20 anos ? Bem mais que todo o Top 10 atual tirando o Big 3 . Mas como o Tênis somente começou em 2008 , você e o P. Almeida podem falar m*rdas a vontade, não é mesmo ? rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Jonas

          O Nadal já maltratava o Federer nesta época, Sérgio.

          Porém, só foi dominar o suíço na grama em 2008. O espanhol evoluiu demais. O auge do Nadal foi em 2013, um absurdo o que o espanhol jogou naquele ano. Já batia no suíço em anos anteriores, mesmo longe do auge.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Assim como o seu Guru , outra idiotice. Nadal venceu uma só partida do Suíço na Grama em 5 Sets. E o Suíço tem superioridade sobre o Espanhol em Todas as superfícies fora o Saibro. Isso é dominar quem ? Vocês são mais que fanáticos, chegam a ser neuróticos . Abs!

          2. Jonas

            Apenas 4 encontros na grama. Mas o último não vale de acordo com as Federetes, já que foi em 2019 e o Federer estava velho e mancando, rs.

      1. Sérgio Ribeiro

        O amigo ri disso aí , Lobatto ? Procure se informar quem estava presente no Torneio antes de dar a risada. O que esse cara se utiliza e’ de uma prática pra lá de abominável. Ele despreza o FINALISTA que chegou ali por méritos , pra descontrair o Campeão. Uma prática bem antiga que somente cola com quem não acompanha o Esporte. Uma espécie de fanatismo retardado. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Correção: Desconstruir o Campeão. Repetido à exaustão com meia dúzia de seguidores, acha que um dia cola. Somente vai colar quando o Sérvio quebrar os recordes importantes ainda em poder do Suíço. Abs!

          Responder
          1. Nattan Lobatto

            Grande Ribeiro…

            O lobo tá caminhando pra isso… Torço pelo big 3, são tenistas fora da curva, isso é fato!

            Tenho afinidade maior pelo sérvio, por quem torço desde 2010. Tive a honra e privilégio de vê nos anos mágicos de Roger Federer em 2005 e 06, parecia invencível. O mesmo aconteceu com Djoko em 2011 e 2015 e tudo leva a crê que 2020 se desenha de forma especial e com os mesmos traços desses saudosos anos. Bem, mesmo tendo minha base alicerçadas na sensatez, não posso negar que a postagem do P. Almeida foi engraçada, aquela alfinetada básica, porém contundente… Vejo o nobre colega (Almeida) como um ponto de equilíbrio para com outros que tb postam aqui, caso do Il.mo Vitor Hugo, Renato e outros. Eles exageram nas ofensas? sim! Nas repetidas ponderações? sim!… Mas veja, são dos dois lados (ou três rsrs), apenas optei pelo nick que não ofende o meu ídolo. Poderia ter comentado na postagem do Rodrigo logo acima falando da temporada do Djoko em 2006 (Por sinal engraçada tb), outro gênio nos post’s… Abs!

  27. Maurício Luís *

    Peço licença pra deixar aqui uma frase da Gloria Kalil, consultora de moda. Espero que sirva pra amenizar a teimosa agressividade de alguns aqui. Acham que vão fazer prevalecer os seus pontos-de-vista na base da ‘cacetada’. A frase é esta: ” Ser chique não é se vestir bem. É ter educação”.

    Os argentinos não tem muita sorte. Primeiro o Delpo se contunde, agora o El Peque. A bruxa tá solta.
    Tô muito feliz com essa ótima fase do Monfils. Ele dá espetáculo sem ser ‘bad boy’ como o Kyrgios. Parece que o namoro com a Svitolina o está motivando.
    A pedido do do L Fernando, Aranha & Cia Ltda, não vou falar da sogra do Nadal. Mas, não fiquem muy contentes, não. Quando me der na ‘telha’, ataco de novo.

    Responder
  28. Rodrigo S. Cruz

    “Quem distorce as coisas são vocês.
    Que desconsideram o saibro para dar uma vantagem pro Federer contra o Nadal nos confrontos, por exemplo”.

    Não desconsiderei nada, maluco!

    As 14 vitórias do Nadal no saibro estão todas valendo!

    Você é que enfiou no crânio, sabe-se lá o motivo que vitória do Federer SÓ VALE se acontecer lá.

    A ponto até de difundir a burrada de que rivalidade entre os dois não existe.

    Ou seja, você se baseia em UMA SÓ SUPERFÍCIE, para difundir a LOROTA de que o duelo mais cultuado do tênis não existe!

    Nem quando você assiste as 8 derrotas consecutivas do Nadal, contando duras e grama!

    Para você, convenientemente, só vale o saibro agora, meu senhor? kkkkk

    E sou eu que estou distorcendo as coisas?

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Federer venceu Nadal na grama em três dos quatros jogos, ou seja, proporcionalmente é quase tão válido quanto o h2h entre os dois na terra batida. A diferença? Poucos jogos na grama entre os dois. Os números seriam mais equilibrados.

      Responder
  29. Vitor Hugo

    Em 2016, Federer teve aproveitamento de 95%, 12 títulos de simples, 4 masters 1000, três títulos de slam conquistados em uma época mais difícil que 2015, já que as quadras ainda não eram padronizadas como hj e Federer enfrentou o melhor Nadal de todos no saibro, que corria como nunca e em melhor forma física. Federer só perdeu pra Nadal e Murray.

    Novak em 2015 conquistou 11 títulos, sendo 6 masters 1000, 3 slam e teve 93% de aproveitamento, sendo inferior a Roger em número de vitórias e percentual.
    Em 2015 Federer já era um veterano, longe do auge. Nadal teve temporada irregular com muitas lesões.

    Tenho certeza absoluta que a melhor temporada entre os dois foi a de Roger em 2006, doa a quem doer.

    Para adicionar ainda mais ao ano brilhante do suíço, Federer jogou um tênis de primeira qualidade, como sempre. Já Novak, apesar dos brilhantes resultados em 2015, não arrancou suspiros de ninguém com seu joguinho burocrático, sem brilho, sem beleza, mas reconhecidamente eficiente.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Outro detalhe é que Nadal era bem mais competitivo na grama, entre 2006 e 2008, do que foi nos ultimos anos. Não faz final em Wimbledon desde 2011… Com algumas campanhas medíocres nos últimos anos. Entre 2006 e 2008, fez três finais e ganhou um título.

      Responder
  30. Oswaldo E. Aranha

    Vou deixar a literatura francesa um pouco de lado, pois está muito repetitiva e cansativa.
    Dalcim, proponho que abras um tópico: Qual o maior feito esdruxulo no tênis?
    Vou estar em dúvida entre dois: pneu do Belucci sobre Djokovic ou o Melvedev perder para o Nadal quando estava com vantagem de 4 a 1 ou 5 a 1, não tendo certeza do escore certo.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Certa vez a Chris Evert venceu um jogo por 0/6 – 6/0 e 6/0, não me lembro a adversária. O Manolo Orantes virou a semi do US Open 1975 depois de estar perdendo por 2 sets a 1, 5 a zero, saque a favor do Guilhermo Villas, 40-0. O Mark Edmonson, em 1976, entrou como convidado do Aberto da Austrália com um ranking baixíssimo. Ganhou o torneio vencendo o número 1 do mundo na final, John Newcombe.

      Responder
    2. Rafael Azevedo

      Esse pneu do Bellucci é a prova viva da importância do mental em jogos de tênis, e daquilo que o Dalcim chama de “areditar”.
      O cara estava voando baixo. Cada lapada na cuca do Dkjokovic. Até que, depois que o sérviu finalmente venceu seu primeiro game (quase foi quebrado), o jogo mudou. O Bellucci começou a errar tudo. Erros não-forçados, perna pesada, cabeça baixa…
      Um simples game!
      Mudou toda a cabeça do brasileiro.
      Ele deixoou de acreditar. Deve ter pensado: “Já fiz demais!”, “Estou satisfeito de ter aplicado um pneu no Djokovic!”

      Responder
  31. Luiz Fernando

    É aquilo q já postei uma vez, quando Federer vence a idade é um mérito, quando perda ela é uma desculpa. Que eu saiba ele joga pq quer e pq se sente apto, então vamos parar c essas desculpas esfarrapadas de idade p explicar isso ou aquilo!

    Responder
    1. Jose Yoh

      É caro LF, vamos esperar seu querido espanhol ter uns 35 para ver se você muda de idéia quando ele apanhar dos garotos de 30… O óbvio só existe para quem enxerga…

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Meu caro, os “entendidos” diziam q Rafa estaria com a carreira terminada aos 26-27 anos e ele está muito bem ainda, no ano q vem ainda estará, aos 35 aninhos, ou vc acha q só Federer terá carreira mais longeva do q o esperado…

        Responder
        1. Jose Yoh

          Longe de eu ser um “entendido”, mas é prudente esperar os 35 como eu falei.

          O que eu quero dizer é que idade é mais do que óbvio que influencia. Eles são atletas de ponta.

          Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Não, Luiz.

      Absolutamente não!

      O problema é a estupidez dos nolistas em exigir que aos 38, o Federer domine o tênis, ou seja um super-homem!

      (não estou dizendo que você é assim, ok?)

      Mas puta que pariu…

      Será que é tão difícil entender que é o Djokovic quem domina o tênis hoje e pronto?

      O Federer já fez até demais. O tempo dele passou e tudo que vier é lucro.

      Aí vem as perguntas, cada uma mais retardada do que a outra:

      ” se Federer é o segundo do saibro por que não ganhou Roma?”.

      Sei lá, caralho! Não sei nem se ele é o segundo melhor. Tivemos excelentes saibristas…

      Quem foi que estabeleceu esse critério? Pra mim, por exemplo, o Guga foi melhor do que ele lá.

      Isso desmerece o suíço no que?

      Sabe… é um padrão e um nível que exigem do cara que não tem o menor sentido.

      Coisa de cabeças-de-bagre mesmo…

      Responder
      1. Jonas

        Não estou exigindo que o Federer ganhe tudo e domine o tênis, nada disso. E acredito que ele está muito próximo de se retirar. Ano olímpico, o cara é quase quarentão, vamos ver.

        O que defendo é que Federer esteve em altíssimo nível no mínimo até 2017. Não há desculpas para ele ter perdido para Djokovic ou Nadal até aquele momento. Se ele não estava lesionado beleza, treinou e competiu em condições. Federer venceu o Australian Open 17 e 18 em plenas condições físicas. Não vi ninguém aqui neste blog sugerindo que o cara estava velho. Ah é óbvio, porque não estava. Competiu e ganhou.

        O anormal aqui é inventar todo tipo de desculpas pra justificar derrotas comuns que acontecem desde 2011.

        É impossível para um tenista velho e cansado vencer AO, Indian Wells e Miami, em sequência.

        Tenho certeza de que esses caras pagam um alto preço para se manter neste nível. O que acontece é que alguns torcedores exageram, parece que tem dó do Federer, enquanto o cara tá aí jogando. Não faz tanto tempo assim que o suíço venceu 2 Majors no mesmo ano.

        Também não dá pra comparar a longevidade dele com a do Djokovic. Eu duvido muito que o Novak com este estilo de jogo siga em altíssimo nível até 38…chuto que vai até uns 35, no máximo.

        Responder
  32. Sérgio Ribeiro

    Precipidamente alguns comentaristas já davam como certa a não presença da Next Gen , na FINAL , do forte ATP 500 de Roterda. E logo com o mais jovem 19 e não 21. Félix Aliassime tem chances contra um Monfils jogando mais a vera ?. Acredito que 50 % . Mas terá toda a minha torcida. Abs!

    Responder
  33. Luís H Sheltz

    Dalcim, diante da discussão que sempre acontece por aqui sobre Federer, Nadal e Novak, e diante da que está acontecendo no momento, te pergunto: Qual tenista fez o melhor ano na história do esporte? Quem é melhor, Novak ou Federer

    Grato pela atenção!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Perguntas que não têm respostas simples, porque me parece extremamente difícil comparar coisas diferentes. Quando Federer estava no auge, havia uma clara diferença na velocidade dos pisos e das bolas, o que exigia grande adaptação. O tênis dos últimos 10 anos viu o circuito ficar cada vez mais padronizado. Então acho que é preciso valorizar tanto a grande temporada de 2006 de Federer, como a de 2013 de Nadal e a de 2015 de Djokovic. Em termos relativos, eu sempre disse aqui que Nadal precisou de muito mais adaptação no seu jogo do que Djokovic para obter sucesso fora do saibro. Quanto a quem é melhor, acho a discussão ainda desnecessária. Federer continua com os maiores números (para quem gosta de números) e com o tênis mais espetacular já visto (para quem gosta de plasticidade). Sugiro aguardarmos os próximos anos para que a discussão seja mais concreta.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Pois é Dalcim, como eu disse o óbvio só existe para quem enxerga. E todo fanatismo é cego.

        Uma curiosidade, quais as mudanças que você acha que Nadal teve que fazer no seu jogo para jogar bem nas rápidas?

        Abs.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Ah, precisou de uma série de ajustes, José, embora isso tenha variado conforme adversários. Naquele 2013, ele jogou bem mais perto da linha, pegou mais na subida e olha que nem tinha ainda um backhand sólido. Quem se lembra de sua final com o Djokovic no US Open, ele introduziu o slice na paralela que funcionou à perfeição. Além disso, passou a sacar mais ‘flat’ no centro e trabalhou muito o jogo de rede, melhorando claramente seus voleios.

          Responder
  34. Vitor Hugo

    Luis Fabriciano, Danilo, Barrocos, Marcelo Jaca, Sérgio Ribeiro, André Barcellos e demais Federistas e Djokovistas, na opinião de vocês, quem é melhor, Federer ou Djokovic? E quem teria vantagem no h2h se os dois tivessem a mesma idade, e jogassem até a idade que Federer tem hj? A primeira pergunta, é uma opção subjetiva, já que cada um tem suas argumentações. A segunda, suposição. Mas também dá pra levar em conta a primeira pgt pra responder a segunda.
    Quem quiser responda. Pode ser bem objetivo. Já os fakes Djokovetes eu dispenso a opinião.

    Responder
    1. Vitor Hugo

      Rodrigo Cruz, Ronildo, Maurício Luiz, Paulo F e Jonas podem responder tbm. Esqueci de cita-los no comentário acima. A resposta pode ser objetiva, tipo: Federer e Federer, ou Novak e Novak.

      Qualquer um pode responder se quiser, com exceção dos fakes.

      Responder
      1. Ronildo

        Olha, por tudo que já vi de Federer, acredito que se tivessem idades iguais, Djokovic perderia todas as partidas para ele depois dos 34 anos. A tendência era Federer vencer todas na grama e uma média de 80% no saibro. No meu entendimento Djokovic levaria ampla vantagem entre os 18 até os 21 anos. Mas à partir daí Federer levaria vantagem em todas as superfícies até o fim de carreira de ambos. Juntando tudo daria uma média de 70-60% para Federer e 40-30% para Djokovic.

        Responder
        1. Jonas

          Cara o que você viu mesmo foi um Federer no auge (24 a 27 anos) perdendo para o garoto Nadal por diversas vezes.

          Roland Garros e Wimbledon 2008…Australian Open 2009 são exemplos.

          O que acontece depois disso, de acordo com vocês, é um Federer longe do auge, que milagrosamente está aí no circuito quando deveria ter parado, deixa eu ver…em 2010?

          Nossa, o cara deveria ter parado em 2010. Se fizesse isso, estacionaria nos 16 Slams, já batido por Novak e Nadal.

          Pior, carregaria nas costas uma Freguesia ainda mais vexatória pro Nadal.

          Responder
          1. Jonas

            Como esquecer daquela final de RG 2008 Paulo…uma surra mesmo, diferença gritante.

            Chega em Wimbledon o cara é derrotado pelo garoto Nadal de novo kkk. Aí os caras bradam..foi mononucleose!! kkkkkk.

    2. DANILO AFONSO

      Vitor Hugo, vou ficar te devendo essa resposta. Vou arguir suspeição de ofício, pois meu voto estaria viciado pela idolatria que tenho pelo NOVAK. Como “juiz” dessa causa a minha imparcialidade estaria prejudicada.

      Responder
    3. Barocos

      Esta é uma pergunta bem difícil. Eu diria que o Djokovic em 2015 e em 2011 foi o maior “matador” no tênis que eu tenha visto. Federer em 2016 também foi extraordinário.

      Acho que já disse algumas vezes que qualquer argumentação crível só poderá ser levada mais a sério após o término da carreira dos três e, mesmo assim, há argumentos que podem ser utilizados tanto para rebater quanto para defender qualquer das opções, por exemplo:
      – Federer tem, e acho que isto é ponto pacífico, o mais elegante estilo que eu já tenha visto;
      – Novak é o melhor na devolução, muitos profissionais o apontam com o melhor da história neste quesito, e é excepcional na movimentação. Como já repetido inúmeras vezes, o que ele tem de pior, em relação ao Nadal e ao Federer, são golpes relativamente menos usados no tênis moderno, como o smash e o voleio;
      – Nadal poderia melhorar o saque (em relação aos outros dois), tem um FH e um BH muito bons também e em termos de movimentação é, igualmente, um fenômeno. Muitos especialistas conjecturam que o Nadal só não possui muito mais títulos devido aos problemas de contusões que teve ao longo da carreira (sei que você adora este tipo de argumentação) e, se não fosse o caso, nem estaríamos tendo esta discussão;
      – Sobre a idade, Federer tanto levou vantagem no início de carreira de ambos quanto agora sofre com o fato de ser o mais velho, sendo que, correntemente, ele enfrenta dois rivais bem mais novos e num nível elevadíssimo. Em um certo período, foram três, não podemos esquecer o quanto jogou o Murray;
      – Uma desvantagem para o Federer, e eu acho que li este argumento (talvez do Dalcim), é que, devido aos seus principais oponentes terem surgido depois, ele acabou por ser o menos beneficiado pelos aperfeiçoamentos que se seguiram, tanto os físicos quanto os técnicos, do que o Djokovic e o Nadal, já que estes teriam disputado seus anos formadores neste nível forçado mais elevado e o Federer teve que correr atrás já beirando os trinta. Isto talvez explique a ligeira vantagem que tanto Djokovic quanto Nadal têm sobre o Federer, na proporção de vitórias/derrotas no circuito. Para deixar mais claro, o que estou dizendo é que o fato de Nadal, Djokovic e Murray terem surgido mais ou menos no mesmo período, e tendo uma barreira fabulosa como o Federer no circuito, isto os obrigou desde cedo a buscar maneiras de elevar seus padrões de jogos. Se o Federer tivesse surgido no mesmo período, é bem possível que tivesse incorporado ao seu arsenal, técnicas que o tornasse menos frágil contra o Nadal no saibro e ainda contaria com uma desvantagem menor no preparo físico;
      – Djokovic é considerado por muitos como o jogador mais “inteligente” tecnicamente, fazendo adaptações no decorrer das partidas na sua maneira de jogar para reverter situações que lhe sejam desfavoráveis. Já me irritei algumas vezes com o Federer pela insistência deste em manter as mesmas opções de golpes quando estes não surtiam efeito (isto também ocorreu com o Djokovic uma vez, naquela fatídica final contra o Wawrinka em Roland Garros, fiquei rouco de tanto gritar para o Novak parar de mandar bolas na esquerda do Stanimal, que devolvia foguetes de BH, não fui ouvido, já que eu estava assistindo pela TV);
      – Ainda que o estilo do Federer seja soberbo, o que estamos analisando são atletas e, no final das contas, o que vale é o pacote completo. Fisicamente, e por muitos anos pelos motivos que citei acima, Djokovic vem apresentado um desempenho atlético superior ao do suíço.

      Juntando tudo, eu suspeito que, caso as coisas se desenrolem da maneira como os analistas têm previsto, no final teremos a seguinte situação:
      – Djokovic passará o Federer em número de semanas, em troféus de Grand Slam, em títulos importantes e terá um H2H favorável contras todos os seus principais oponentes;
      – Nadal também passará o Roger em troféus de Grand Slam, em maior número de títulos em um mesmo Slam, em títulos importantes e acabará como o tenista que por mais tempo ocupou as duas primeiras posições do ranking, além de possuir a diferença mais elástica em número de vitórias contra um dos seus dois principais rivais.

      Se o cenário acima se concretizar, eu, muito provavelmente, vou me contentar em declarar que os três foram os maiores tenistas que eu vi jogar e que considero que os 3 são algo como a “santíssima trindade” do tênis e que não tem qualquer sentido tentar colocar qualquer deles acima dos outros dois.

      Responder
        1. Miguel BsB

          Perfeito Barocos!
          Eu penso assim já há alguns bons anos! Os 3 são fenômenos que creio não aparecerão mais no esporte, ainda mais competindo mais ou menos na mesma época…São 3 monstros! Ou alguém imagina outra época em que 3 tenistas terão por volta de 20 Slams cada? Alguém mais vai ganhar 12x RG? (e contando)…8x Wimbledon ou Austrália? (e contando)? Todos os Masters 1000? Trezentas e não sei quantas semanas como nº 1? (E contando)…
          É inacreditável zombar e tentar diminuir os feitos de qualquer um desses três senhores…São feitos HERCÚLEOS!!!
          E, no final, vai ser isso mesmo que você colocou: o melhor entre os 3 vai ser algo bem subjetivo e difícil de apontar, com opiniões divididas pra este ou para àquele, indo muito do gosto pessoal de cada um e do que valoriza no esporte.
          Para mim, esses 3 já estão entre os MAIORES ESPORTISTAS DE TODOS OS TEMPOS ENTRE TODAS AS MODALIDADES DE ESPORTE!

          Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        “Se o cenário acima se concretizar, eu, muito provavelmente, vou me contentar em declarar que os três foram os maiores tenistas que eu vi jogar e que considero que os 3 são algo como a “santíssima trindade” do tênis e que não tem qualquer sentido tentar colocar qualquer deles acima dos outros dois”.

        Clap, clap, clap.

        E acreditem: quem escreveu isso foi um NOLISTA!

        Dá até um alento em continuar no blog…

        Responder
    4. Sérgio Ribeiro

      Se com Seis anos a mais e’ tão apertado , com a mesma idade não tenho dúvidas que a vantagem seria do Suíço. Connors é o maior exemplo. Começou muito bem contra Borg , Big Mac e Lendl. Com a idade se transformou em surras consecutivas homéricas rsrsrs Abs!

      Responder
  35. Sandra

    Dalcim, o que vc acha que falta ao Monfils para ganhar um Master ou mesmo um Grand Slam ? Físico ? A impressão que me dá é que ele mal consegue dois sets , imagina 5!,,

    Responder
  36. Rafael

    Tem uma diferença entre ser agressivo e ser kamikaze. Não me agradou o plano de jogo do Aliassime hoje. Monfils ganhou na manha. Espero que o garoto amadureça.

    Responder
    1. lEvI sIlvA

      Mas ele é jovem ainda, Rafael. Claro, sendo assim, há muito que aprender e melhorar. Mas de todo modo, está crescendo e de forma progressiva. Abraço e seja bem vindo!

      Responder
  37. Vitor Hugo

    A coisa é bem simples, não tem muito segredo: O fato de Roger ser seis anos mais velho que Novak, ter estendido a carreira mais do que 99,9% dos tenistas e ter enfrentando o sérvio em TODO período de auge de Novak, sendo que o contrário não aconteceu, pois Djokovic pouco enfrentou o suíço entre 2003 e 2008, que foi o auge do GOAT, fez com que o sérvio tivesse vantagem no h2h, simples assim. É o argumento mais coerente. Tenho certeza que a maioria concorda comigo, apenas as fanatiquetes não.
    Se Novak teve seu auge em 2011, quando tinha entre 24/25 anos, por que não podemos dizer que Roger teve seu auge em 2006, quando praticamente tinha os mesmos 24/ 25 anos???
    Fato é que, o Federer de 2004, 2005 e 2006, venceria quase todos as versões do suíço de 2013, 2014 em diante. Fato!

    Pergunta: Quantos títulos de slam Novak ganhou em cima de Federer com o suíço com menos de 32 anos??? Nenhum! Zero!

    É óbvio que, Novak não tem culpa de ser mais novo e Roger não tem culpa de ser mais velho, então, pelo fato de os dois terem certa diferença de idade e não terem se enfrentado no auge de ambos, abre margem SIM para suposições, então, pelo fato de o suíço ser melhor que Novak, como pensa a MAIORIA ESMAGADORA, chego a conclusão que Federer teria sim vantagem no h2h, caso os dois tivessem a mesma idade.

    A diferença de idade foi favorável SIM ao sérvio em relação ao suíço. Fato!

    E Roger fez em 2006 uma temporada melhor que Novak em 2015. Em 2006, Federer rivalizava com a melhor versão de Rafa Nadal no saibro, sendo que o espanhol corria muito mais em 2006 do que em 2015, era praticamente imbatível . Federer também teve mais vitórias em 2006 que Novak em 2015, e o suíço perdeu pra apenas dois tenistas diferentes, sendo que Novak, mais, incluindo o já veterano Roger. Em 2015, o espanhol estava muito irregular e teve muitas contusões, e o suíço, já veterano.

    Os que discordam de mim são sempre o mesmo, mas tenho certeza ABSOLUTA que a maioria que acompanha o esporte concordaria comigo se ler meus argumentos. Fato!

    Fico com as opiniões de Paes, Sampras, Tony Nadal, Nadal, Laver, Guga, Wawrinka, Kyrgios, Zverev, Mayer, Thiem, Dalcim e etc do que Jonas, Danilos e alguns fakes Noletes que comentam aqui.

    E saibam que, quando precisar estarei aqui pra colocar Djokovetes no bolso, como sempre faço!

    Podem chorar!

    Responder
      1. Vitor Hugo

        Me parece que quem tá desesperado é vc, já que não fica uma vez sem responder um post meu, com argumentos fracos pra c….
        Eu apenas coloco as coisas nos devidos lugares.

        Responder
  38. Vitor Hugo

    Federer fez sim a melhor temporada da história, em 2006. Fato!

    Sobre Nadal e Novak terem mais de 30 anos, ok, mas Roger tem quase 40, né, cara pálida!

    Não precisa nem ser um gênio pra supor que Federer seria um adversário muito mais difícil entre 2003 e 2008, quando era muito mais ágil pra chegar na bola do que entre 2014 e 2020, com 33 pra cima, idade que a maioria esmagadora dos atletas de auto rendimento tem queda física.
    Federer evoluiu tcnicamente? Sim, mas não ao ponto de compensar a queda física.

    O fato de os dois não terem a mesma idade vai deixar alguns com um ponto de ?, mas não irreal supor que Roger com a mesma idade de Novak venceria a maioria dos jogos entte os dois.

    Quando tinha 33, mesma idade de Novak, Federer estava jogando mais tênis que o sérvio joga hj, PORÉM, quais eram os adversários do suíço??? Novak, VOANDO, e com 27/28 anos, mesma idade que Nadal.
    Quais são os maiores rivais de Novak hoje? Federer, quase 40 anos, e Nadal, 33….. Percebem a diferença??.
    Novak, com quase 38 , não venceria nem um set de Roger, 33 anos. Suposições nada mais que óbvias!

    Federer é o melhor diaparado na grama, o melhor mas hards, o segundo melhor fa atual geração no saibro e o melhor da história, disparado!!!

    Responder
    1. Jonas

      Melhor é meio forçado, já que o cara perde a maioria dos jogos para os rivais. Se fosse melhor venceria, óbvio.

      RG 2008- Federer com 26 anos perdeu pro Nadal com 21

      WB 2008- Federer com 26 anos perdeu pro Nadal com 22

      AO 2009- Federer com 27 anos perdeu pro Nadal com 22

      Desnecessário citar os confrontos anteriores, já que o Nadal era ainda mais jovem, ou seja, desculpa zero. Federer? Estava no auge de acordo com você.

      Derrotas para o Djokovic no AO 2008, 2011, 2016 – idade do Federer 26, 29, 34 anos, respectivamente.

      Derrota para o Djokovic em RG 2012 – idade do Federer 30 anos.

      Derrotas para o Djokovic em WB 2014, 2015 – idade do Federer 32, 33 anos, respectivamente.

      Derrotas para o Djokovic no US Open 2010, 2011 e 2015 – idade do Federer 29, 30, 34 anos, respectivamente.

      Ainda fui gente boa e nem considerei as derrotas mais recentes. O suíço tem um jogo tão econômico, que não é atoa que joga em alto nível até hoje. Estava voando baixo em 2017. Até vencer o pai Nadal ele conseguiu por várias vezes. Será que você contabiliza esses confrontos? Ou Roger estava velho demais pra valer? Deveríamos excluir o Australian Open 2017 e 2018 seguindo seu critério. Federer estava muito velho, coitado, foi sorte.

      Bom, o que vemos atualmente é um tal de Djokovic, número 1 aos 32 anos (fará 33 em Maio), próximo a quebrar o recorde de semanas como número 1. Principal favorito em todos os Slam, exceção feita a Roland Garros.

      Responder
      1. Jonas

        Detalhe, se o Novak baixar o nível, um tal de Nadal assume a liderança kkk.

        33 anos (34 em Junho) para o espanhol que não jogaria em alto nível de acordo com boa parte das Federetes.

        É um grande tapa na cara de muita gente. Claro que o big 3 é muito diferenciado, arrisco dizer que nunca mais veremos um domínio parecido com o deles.

        Responder
        1. Jonas

          Imagina Alice, desconsiderar AO 17, 18 e WB 17 do pobre e velho suíço.

          Não devemos considerar, já que ele tinha 36 anos, kkkk.

          Mas te digo, isso daria um problema enorme na cabeça das Federetes. Pois o Federer seria ‘rebaixado’ a meros 17 Slams.

          Teria Federete se jogando da ponte…

          Responder
  39. Luis

    Dalcim entrando discussão que comentou Gildokson sobre domínio do big 3,voce acha que Federer,Nadal e Djokovic estão muito acima dos demais? Passam gerações de bons garotos como são Raonic,Tsonga,no momento Medvedev,Grego,Thiem,KirgYos e na teoria teriam vantagem física por serem mais jovens e parece parecida a questão das raquetes,roupas,mas big 3 ainda está acimars

    Responder
  40. Paulo Almeida

    JAMAIS um tenista teve o desempenho que Novak Djokovic teve em 2015, ganhando 3 Grand Slams, 6 Masters 1000 e o ATP Finals. Além disso, ainda foi finalista do outro Slam e dos outros 2 Masters que disputou. Nem preciso citar que também foi campeão de um ATP 500 e vice do outro do qual participou. Só não foi bem no 250tinha de Doha naquela temporada.

    Superfato dos fatos!

    Eu corto meus dois braços fora se alguém apresentar números melhores do que esses.

    Responder
    1. Barocos

      Na era moderna do tênis profissional, acho que foi o melhor desempenho que qualquer tenista já tenha tido, foi, realmente, um ano espetacular para o Djokovic. Fato!

      Responder
    2. Nattan Labatto

      Impossível alguém apresentar números melhores, Paulo Almeida. Não é por falta de vontade, é pq não tem, não existe e dificilmente teremos uma temporada tão brilhante quanto a sérvio em 2015. E olha q Vc nem mencionou que ele derrotou por 36 vezes tops 10 (recorde absoluto) maior pontuação alcançada ao final da temporada com 16.750 pts (recorde absoluto), derrotou Federer na grama (final de Wimbledon) e Nadal no barro (em pleno Roland Garros)…

      MELHOR TEMPORADA, sem sombra de dúvidas… Seguida por 2011 e logo abaixo a incrível temporada de 2006 realizada pelo brilhante suíço, Roger Federer.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Nem precisei entrar em mais detalhes pra não estragar o velório, caro Nattan.

        O GOAT ganhou 5 finais do Fregueser, 3 do Murray e 1 do Nadal, além de ter eliminado o espanhol na semifinal de Monte-Carlo e o britânico na de Xangai. Só título parrudo!

        Responder
    3. Gildokson

      Eu quero ver um tenista disputar 19 Grand Slam em sequência e desses 19 chegar a final de 18!!!! E no único q não chegar na final, parar ao menos na semi. Isso sim é demonstração de domínio meu amigo Paulo (disco arranhado) Almeida.
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
    4. Miguel BsB

      Peraí, Laver venceu o Grand Slam já na era profissional!
      Será que não é maior que essa campanha do Djoko?
      Se não me engano, Wilander tb ganhou 3 Slams em um ano, 87 Acho…
      Federer fez isso tb…

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        Federer fez por três temporadas, duas seguidas… Mas não vamos esquecer do incrível feito de Nadal, que ganhou seguidamente em três pisos distintos (nem o Laver fez isso) em 2010: saibro, grama e sintético.

        Responder
        1. Alice

          Pra a gente vé. Laver não teve a oportunidade de completar os Grand Slam em 3 pisos diferentes, pq na época o Australian Open e o Us Open eram na grama também, assim como Wimbledon sempre foi. Um ano após a retirada de Laver do circuito que ocorreu em 77, que Us Open mudou o piso. Mas não duvido que ele seria capaz…porém vocês perceberam como isso é subjetivo/mera suposição? Pois é!. O Fato é que ele não teve oportunidade e não fez, simples. E Nadal segue sendo um tenista unidimensional, nenhuma novidade… 🤭

          Responder
    5. Jose Yoh

      Bem, longe de querer que você corte os braços mas Rod Laver ganhou os 4 slams em 1962 e 1969.

      Se considerarmos a era profissional, aplausos ao sérvio. Foi realmente a maior temporada.

      Ele tem o grande mérito de jogar bem nas 4 superfícies, mesmo que padronizadas.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Não vou cortar mesmo, pois 6 Masters 1000 + 1 Finals >>>>> 1 Grand Slam.

        Sim, o tênis era amador e romântico, não devendo ser levado muito a sério.

        Padronização eram 3 Slams na grama e 1 no saibro.

        Responder
        1. Jose Yoh

          Não acho. 4 slams no mesmo ano, duas vezes é feito dos grandes. Mas não dá para comparar as épocas.

          Não consigo comparar sequer há 20 anos atrás, quando haviam os especialistas nos pisos.

          Era praticamente outro esporte.

          Responder
  41. Paulo Almeida

    DjokoGOAT teria 35×15 no h2h com 15×3 em Grand Slam em cima do Fregueser se os dois tivessem a mesma idade e tivessem chegado ao auge ao mesmo tempo.

    O sérvio é muito melhor técnica, física, tática e mentalmente do que o bibelô fabricado pela Nike, que enganou muita gente quando batia no pobre Roddick na entressafra.

    Fato dos fatos.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      E consequentemente teria no máximo 7 Grand Slams perante uns 26 do lobo comedor de fígados, que estaria no lugar de Philippoussis, Safin 84º do mundo, Roddick três vezes, Hewitt, Agassi de fraldão, Baghdatis e González de 2003 a 2007.

      Responder
  42. Rodrigo S. Cruz

    Não sei se foi o cansaço ou o nervosismo…

    Mas como jogou mal o Bello!

    Levou quase que uma BICICLETA MORAL do adversário hoje.

    Contudo, resta torcer para que a boa semana dele se repita nos Chalengers que virão…

    Responder
  43. Rodrigo Lightman

    Galera… o que vocês acham de começar a falar menos sobre o big 3 e mais sobre os jogadores que estão despontando . Estou curioso para saber por quais jogadores vocês irão se insultar.

    Responder
  44. Vitor Hugo

    A “armada” brasileira só levou piaba no qually do Rio Open. Puts! E o Bellucci beluciando como sempre….

    Tinha gente dizendo que o Menezes tinha condições de ser top-50. Será? Acho que nem top 100…

    Responder
  45. Rodrigues

    Dalcim

    Boa Noite

    Já vi jogar o Arthur Ashe, Malivai washington, James Blake…mas não me lembro de nenhum torneio importante ser decidido por dois tenistas negros como vai acontecer amanhã, em Rotterdan.
    Voce se lembra se já aconteceu ou é inédito?

    Responder
  46. Vitor Hugo

    O h2h entre Novak e Nadal é valido, pois os dois tem quase a mesma idade, apesar de eu achar o espanhol tecnicamente melhor e mais completo que o sérvio, pois Nadal evoluiu e tem um jogo de rede muito melhor que Novak.

    Já não dá pra dizer o mesmo sobre Nole x Federer, pois os dois se enfrentaram em periodos muito mais favoráveis ao sérvio do que ao suíço. Exemplo:

    Quantos confrontos entre eles entre 2003 até 2010, períodos favoráveis para o suíço, além de 2017, ano fora da curva de Roger???

    Quantos confrontos entre os dois entre 2011 e 2016, além de 2018 até 2020, períodos em que o suíço estava com mais de trista na maioria das ocasiões, sendo que nas finais em Wimbledon dosputada entre eles, Roget tinha 33, 34 e 39 anos?.. Quantos jogos entre eles em Wimbledon entre 2003 e 2010, períodos favoráveis ao suíço??.

    Repito: Se tivessem a mesma idade, Roger teria no mínimo 60% das vitórias nos confrontos entre os dois.
    Fato!

    Responder
    1. Paulo F.

      Ué Novak não é tão ruim e Federer tão acima de tudo e de todos?
      Em nenhuma circunstância (nem a diferença de idade) deveria ter tanta dificuldade conta um bagre.
      Não se esqueça que Federer já perdia títulos para Novak a partir de 2007, quando estava no seu ápice o todo-poderoso GOAT.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Como é típico do segmento a que você pertence você ou mente ou distorce as coisas.

        Ninguém nunca disse que o Federer fosse ” um todo poderoso”, um invencível que não possa perder de ninguém.

        Isso daí é inteiramente por tua conta!

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Quem desconsidera o Saibro , caríssimo expert ? Atualizando o Rei do Saibro possui : 14 x 2. sobre Federer e 17 x 7 sobre Novak. Estes empatam em 4 x 4 no barro e possuem um RG cada . Tá bom pra você ? rs Abs !

      2. Vitor Hugo

        Eu chamo Novak de BAGRE em resposta aos que chamam Federer de FRAUDE. Pode ser? Tecnicamente Novak é unferior a Federer e Nadal, mas compensa com fisico e flexibilidade.
        Jogando na base, ele é melhor que os dois. Já disse aqui 1000 vezes, mas o “senhor ” só gosta de aproveitar as coisas negativas que eu escrevo.

        Responder
      3. Jose Yoh

        Novak um bagre??? Tá maluco???

        Só alguns fanáticos falam isso aqui. Assim como só alguns fanáticos dizem que Federer é uma fraude ou coisa assim.

        Não generaliza pfv

        Responder
      1. Vitor Hugo

        Meu ponto de vista é óbvio, já que a maioria quase absoluta dos tenistas começa a ter queda de rendimento após os 30. Exemplo: Sampras, Agassi, Tsonga, Berdych, Laver, Big Mac e muitos outros. Por que Federer seria diferente?

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      O Nadal tem dois Grand Slams a mais.

      Acho que isso é a única coisa que o coloca acima do Djokovic, por hora.

      Porque ele claramente não consegue derrotar o sérvio em outros palcos:

      seja grama, ou duras, não importando o torneio.

      Diferente do Federer que sempre opõe muita resistência, como visto em Wimbledon.

      Não seria intelectualmente honesto e nem justo citar o revés do Australian Open.

      Pois ali o Federer claramente jogou com limitação física.

      E era até para ter caído antes, não fosse a “amarelada” do Sandgreen.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Acho que o Nadal venceu só 9 vezes, Rafael…

          E mesmo que tivessem sido 10, ainda assim seria pouquíssimo.

          Porque das 29 vitórias que o sérvio tem sobre o Nadal, VINTE E DUAS delas foram fora do saibro.

          A última vez que o Nadal ganhou do Novak em uma quadra dura foi em 2013.

          De lá pra cá foram 10 derrotas consecutivas!

          E quase todas elas vitórias folgadas, com exceção da semi de Wimbledon 2018 que realmente foi uma batalha…

          Responder
          1. Rafael Azevedo

            Você tem razão. Foram 9.
            Porém, se considerar em termos de porcentagens, o Nadal vence o Djokovic fora do saibro tanto quanto o Djokovic vence o Nadal no saibro (29%, aproximadamente).
            Eu poderia, então, dizer que o Djoko não vence mais o Nadal no saibro e, por isso, ele não pode ser maior do que o Nadal.
            Mas, alguém pode argumentar que o Djokovic vence no saibro com mais constância do que o Nadal vence fora do saibro, já que o espanhol não vence desde 2013.
            É um bom argumento, mas essas coisas não deixam de ser conjecturas.
            Acho que não podemos afirmar nada sobre esses caras do Big 3. Já fizeram tanto isso no passado e eles superaram todas as previsões pessimistas.
            Acredito que o Djoko será, sim, maior do que o Nadal. Mas, não duvido que o contrário possa ser verdade. Não duvido que o Nadal possa vencer o sérvio, fora do saibro, ainda este ano.
            Vamos aguardar o final de suas carreiras.

    3. Barocos

      Sem entrar no mérito das suas elocuções, pare de colocar “Fato !” no final das suas argumentações, “fato” se refere a algo que realmente aconteceu, como bem ensina o velho e bom dicionário Aurélio. Seu uso inapropriado, com acepção completamente equivocada, diminui a credibilidade das suas conclusões.

      Responder
        1. Barocos

          Não, você não tem que pensar como eu e não me lembre de ter, em qualquer tempo, solicitado tal coisa, o que seria realmente ridículo.

          A única coisa que realcei, foi que você utilizou uma palavra específica como tendo um significado completamente alheio ao que esta possui segundo qualquer dicionário que eu conheça, o que é um erro.

          Se as pessoas pudessem atribuir a qualquer palavra que escolhessem o sentido que lhes aprouvessem, a comunicação neste mundo ruiria por falta de objetividade.

          De resto, acho “pitoresca” a sua disputa com o Paulo Almeida para ver quem consegue depreciar mais os adversários dos seus ídolos. Eu diria que nenhum deles merece torcedores assim, como os maiores tenistas da história, ambos merecem muito, muito mais respeito.

          Responder
  47. Vitor Hugo

    Eu tinha prometido pra mim que não falaria mais furante um tempo sobre Federer x Novak, mas diante das besteiras que alguns escrevem, fica difícil ficar quieto.

    Alice, então Novak tem 10 x 4 contra Federer nos últimos 5 anos? Ok. Qual Federer, o de 26 anos, o de 33(mesma idade que Novak ou de 35, 36, 37, 38… Muito mas muito longe do auge?????? Qual o retrospecto do sérvio quando enfrentava o suíço com idade entre 23 e 28 anos???

    A melhor temporada da história de um tenista foi de Federer em 2006, seguido por Laver e em terceiro Novak, em 2015.

    Fatos!

    Responder
    1. Jonas

      Djokovic tinha 19 anos em 2006. O Fregueser teve de 2006 a 2010 pra abrir vantagem sobre o sérvio…e chegou a liderar por 13 a 6 se não me engano.

      Depois disso complicou, porque o Djokovic atingiu um domínio absurdo de 2011 em diante. Você pode verificar que o Fregueser ainda tinha 29 anos em 2011.

      Aí é questão de lógica. Se o cara aos 36 anos joga em um nível absurdo, podemos dizer que nos anos anteriores ele estava em plenas condições (salvo alguma lesão).

      Eu diria que tecnicamente ele até melhorou, mas vocês vão discordar de mim. De acordo com vocês, o Federer ficou ‘velho’ em 2011. Argumento ridículo e contraditório.

      O próprio suíço segue jogando aos 38 anos. Ele enxuga o calendário pra chegar inteiro nos maiores torneios. Por isso ele estava voando na final de Wimbledon 2019. O problema dele é o Djokovic mesmo, especialmente nos Grand Slams.

      Responder
      1. Jose Yoh

        É preciso analisar tudo depois que eles terminarem suas carreiras. Será que com 34 ou 35 anos Nole vai continuar ganhando?

        Conversamos quando chegar a época. Muito cedo ainda para conclusões.

        Responder
        1. Jonas

          Verdade. Bom, acredito que Novak jogue em alto nível até uns 35 anos. Então poderemos fazer essas comparações de forma mais exata e justa.

          Não vou fazer previsões do que cada um ainda vai ganhar porque algo pode desandar para o tenista. O Djokovic ficou 1 ano e meio abaixo de seu melhor nível…só chegou próximo ao que era antes em Wimbledon 2018. Tudo isso por ser teimoso demais para fazer uma cirurgia.

          Vamos esperar, os três ainda estão em alto nível. Não é por acaso que ainda estão disputando o topo do ranking.

          Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Roger Federer é Roger Federer. Hoje e sempre foi. Ou existem dois?
      A evolução atlética de um esportista é fator preponderante em sua carreira, se almeja que essa seja vitoriosa.
      Apesar de não nutrir nenhuma simpatia por Paulo Cleto, o que ele disse ao Dalcim sobre a evolução do Big3, deve ser considerado.
      FATO!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        P. Cleto depois de passar anos a partir
        de 2011 cravando que o estilo pouco competitivo ou blasé, como ele afirmava, não levaria o Suíço muito longe , perdeu. Era tão apegado ao seu “ Animal “ , que não teve a humildade de reconhecer que o Suíço além de encurtar os pontos optou em mudar seu Equipamento, algo que Sampras se arrepende profundamente de não ter feito. Daí JAMAIS se acomodou. Acabou por vencer mais SLAM que o Touro de lá pra cá fora do Saibro ( 4 x 3 ) , além de batê-lo nas últimas SEIS nos outros Pisos. Com sua larga experiência não reconheceu uma das maiores exibições de um Tenista aos 38 anos, nessa Épica FINAL de Wimbledon 2019. Ou seja , Federer ao atingir 20 SLAM , se transformar no mais Velho N 1 em toda a Era Profissional , derrubou todos os prognósticos feitos pelo Velho Capitão sobre o BiG 3 . Contava com Nadal sobrando na Turma nesta altura. Não é a meu ver , o especialista que foi mais feliz em seus prognósticos na última década. Abs!

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Não entendi , caro Rafael. Me aponte outro de ponta que tenha trocado. Somente venceu mais três SLAM dos 35 em diante ,porque não se acomodou. Sampras jura que daria trabalho em RG se tivesse feito o mesmo. O Calendário enxuto foi copiado pelos outros Bigs. Acomodação somente P. Cleto pode explicar. Abs!

    3. Alice

      Vitor, me desculpa, mas eu não vou discutir os confrontos dos dois pq é algo meramente subjetivo. Não sei se percebeu no meu comentário, mas eu pus os últimos 5 anos em referência ao Edson achar que no tênis não possuía ou não estava seguindo a lógica dos outros esportes, ultimamente /atualmente…onde existe claramente um “melhor”, onde esse se sobressai sobre os seus maiores rivais, ditos “#2 e #3” do mundo. Conseguiu entender a lógica que usei?. Pois bem, agora eu não posso ir, sem antes de discordar veemente sobre a “melhor temporada” que um tenista fez na história. Talvez maior e melhor nessa discussão se misture, mas de qualquer jeito, penso que ganhar os 4 Majors (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e Aberto dos Estados Unidos) seja o maior feito que um tenista possa concretizar numa temporada. Dito isso, só Don Budge e Rod Laver, foram capazes, sendo na Era Profissional, só Laver. Mas é inegável que até onde se parece saber, a temporada de Djokovic em 2015 parece ser melhor com a seus ‘imbatíveis’ 16.585 pontos…algo que nenhum outro fez. Eu acho que me lembro de em uma época analisar essa temporada magistral do Federer em 2006, mas por pontos ficou uns 1000 abaixo da do sérvio. Se eu não estiver enganada, até a ATP “validou” a temporada de Djoko como a melhor de um tenista. É isso. Mas, eu entendo…opiniões divergentes que chama neh?. Só acho abismal comparar “zerar” os Grand Slam numa temporada com qualquer outra. A ATP que lute! 🤣

      Responder
        1. João ando

          Eu acho o seguinte Roger é Roger .laver é laver. Homem é homem .mulher e mulher .menino e menino .menina e menina .macaco e macaco .e paro por aqui .como diz um ditado no facebook

          Responder
      1. Alessandro Siqueira

        Alice, que fala. É muita coesão e coerência em uma compilação de dados… 😉😉😉😉

        Talvez eu dissesse à “Alice” que compara 2005 com 2015, a despeito dos fatos, ACEITA QUE DÓI MENOS. Aceita, porque suas suposições não são fatos.

        Responder
          1. Alessandro Siqueira

            Vitor Hugo, que já foi Marquinhos, Renato e tantos outros, tem seus dias de “Alice nos País das Maravilhas”. Nesse país, fatos não importam. O que interessa são as ilações que ele faz e chama de fato, como dizer que a temporada de 2006 é superior à de 2015, a despeito da diferença na qualidade dos títulos ganhos pelo suíço e pelo sérvio. O sérvio, diga-se, teve DEZ BIG TITLES em 2015: 03 slams, o finals e 06 masters. Não à toa, foi a maior pontuação já alcançada.

  48. DANILO AFONSO

    Nobres, segue abaixo algumas estatísticas referente ao TIEBREAK:

    Tenistas que mais venceram Tiebreaks

    1 Roger Federer – 457
    2 John Isner – 431
    3 Ivo Karlovic – 398
    4 Pete Sampras – 328
    5 Feliciano Lopez – 313
    6 Andy Roddic -303
    7 Goran Ivanisevic – 276
    8 Greg Rusedski – 257
    9 Novak Djokovic – 255
    10 Stefan Edberg- 249
    11 Rafael Nadal – 242
    12 Boris Becker – 241
    13 Ivan Lendl – 240
    14 Stan Wawrinka – 230
    15 Jo Wilfried Tsonga – 228

    Tenistas com melhor aproveitamento nos TIEBREAKS:

    1 Roger Federer – 65,29%
    2 Novak Djokovic – 64.89%
    3 Arthur Ashe – 63.98%
    4 Andres Gomez – 63.54%
    5 Pete Sampras – 62.84%
    6 John Newcomb – 62.63%
    7 Andy Roddick- 62.09%
    8 Guillermo Perez – 62.07%
    9 Andy Murray – 61.85%
    10 Raonic [Active] – 61.65%
    11 John McEnroe – 61.36%
    12 Rafael Nadal – 60.80%
    13 John Isner – 60.79%

    E qual seria a estatística entre os dois tenistas com melhor aproveitamento nos Tiebreaks, DJOKOVIC X FEDERER ??
    Do total de 28 Tiebreaks disputados, DJOKOVIC leva vantagem 16-12.

    E nos Tiebreaks que decidem as partidas (3º set de melhor de 3 sets e o 5º set ) ?
    Dos 4 tiebreaks decisivos do duelo, DJOKOVIC vence por 4-0.

    Responder
      1. Jonas

        Vitor/Renato/Marquinhos, existe tênis após os 30 anos.

        Djokovic é número 1 aos 32, Nadal número 2 aos 33 e o Fregueser ainda tem lenha pra queimar aos 38.

        Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Logo você que vive reduzindo o Federer?

        Que honra você tem conferido aos feitos dele para exigir qualquer reconhecimento nosso ao Djoko?

        Nenhuma…

        Então deixe de hipocrisia porque ninguém aqui nasceu ontem, não.

        Responder
        1. Paulo F.

          Reduzo o Federer no saibro e nas suas derrotas contra o imberbe e cabeludo Nadal.
          Rafael Nadal é o maior jogador da história do saibro, mas se o Federer é o intocável e incriticável GOAT, deveria ter tido algumas boas conquistas no saibro contra o pós-adolescente Nadal, quando o suíço já estava no ápice.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Se você mostrasse um pingo de honestidade perceberia a diferença brutal entre criticar e DIFAMAR.

            O problema não é tocar ou criticar, e sim diminuir a todo custo.

            Mesmo quando nem lógica ou base exista para isso.

            Mas continuar bancando o babaquinha…

            E quanto a ele ser ou não o GOAT, é uma simples questão de preferência.

            Eu acho, o Dalcim acha, o Leander Paes acha, etc…

            Vai querer mandar até na nossa opção agora, Paulo?

  49. Nattan Labatto

    É, Dalcim… Parece q a maldição existe e só será quebrada se Djokovic ganhar este ano. Vide 2014 em que o sérvio ganhou contando com a “fugida” do Leão da Montanha na final e o resultado todos já sabemos: Djoko teve e protagonizou a melhor temporada já realizada por um tenista 👏👏👏. Alguns dizem q 2011 fica em 2° lugar… Queiram os deuses que 2020 seja melhor ainda 🙏…

    Responder
  50. Jose Yoh

    Bem, penso que a maioria chega destroçada no Finals, por isso houve tanta variação de vencedores.

    Os poucos que chegam bem fisicamente vencem. Porém isso cobra o preço na temporada seguinte.

    Há também o fator que outro internauta escreveu aqui, sobre o relaxamento natural após a conquista.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, acho que ele está oscilando, mas está indo e isso é animador. O Carreño vai ser um adversário duro, apesar que hoje não foi tão consistente diante do Sinner.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A proprietária majoritária do Rio Open é a IMG, empresa de marketing norte-americana, que também agencia jogadores (a outra acionista é a Mubadala, mesma empresa que faz Dubai). A IMG portanto tem sempre o direito de indicar um convidado. Sim, esse espanhol teve alguns resultados bons em nível challenger, apesar de ainda estar na faixa dos top 500.

      Responder
  51. Luis

    Dalcim parece que tem essa maldição kk Grego já tá bem abaixo mas Medvedev também deu caída,legal foto do Federer jovem 20 anos atrás não imaginariam seria pra muitos melhor da história

    Responder
  52. Edson Cordeiro

    Dalcim, analisando um pouco, o tênis segue uma tendência que não é seguida pelos outros esportes, se analisarmos o trio Federer-Djokovic-Nadal.
    Digo isso porque Federer é o melhor, porém passou anos apanhando de Nadal e quando jogo contra Djokovic sempre amarela, porém nos outros esportes o melhor jogador toda vez que pega o segundo ou o terceiro jogador sempre passa o rodo, já no tênis não, o melhor vence os outros jogadores, porém o segundo e o terceiro ele perde, é bem verdade que hoje ele já não mais perde de Nadal, porém ainda amarela pra Djokovic.

    Responder
    1. Alice

      Olha, Edson…se você substituir o jogador que considera o “melhor”, no caso, trocar Federer por Djokovic. Poderás ver outra coisa. Novak possui retrospecto positivo contra os seus dois maiores rivais (número # 2 e #3). Tem 27 x 23 frente a Federer e 29 x 26 frente a Nadal. Dados esses que provam um confronto apertado, tanto que tem 54% de aproveitamento contra o suíço e 52% contra Nadal. AGORA, se pegarmos desde 2015 (últimas 5 temporadas), o resultado é esse:
      Djokovic tem 10-4 sobre Federer =》 71%
      Djokovic tem 10-3 sobre Nadal =》 77 %

      Ou seja, ele venceu os seus dois maiores rivais nos últimos anos, 20 vezes..enquanto Fedal “só” conseguiu o vencer, 7 vezes. 74%, a cada 4 confronto com eles, Novak vence 3.

      Enfim, pra mim isso significa uma dominância muito cabível ao melhor.

      Responder
        1. Alice

          Edson, você fez uma confusão. Na verdade, duas. Uma na sua análise e outra na minha. Ao considerar o suíço o melhor da história, você esqueceu que ele foi o melhor em frente ao Djokovic até o sérvio começar a dominar o circuito. Depois disso, sabemos a história. Logo, se não percebeu, meu comentário foi um rebate a sua confusão ao associar a carreira do Federer geral, que obviamente, até aqui, segue sendo maior que a do Djokovic…a dominância atual no tênis, visto os resultados dos cofrontos mais recentes no circuito, que apresentei. Que o suíço detém os maiores recordes e logicamente por deter os recordes, possuí uma carreira maior que o sérvio, isso todo mundo já sabe. O que você deixou passar (esqueceu-se?), é que atualmente Djokovic é quem domina não só o circuito, como os seus dois maiores rivais, tanto históricos quanto atuais..já que Fedal são #3 e #2 do mundo.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            E tem um ponto que poucos dão importância. A configuração dos torneios proporcionam isso, exceto o Finals. Alguém duvida que o tenista que se classifica em #1 na fase de grupos, foi realmente o melhor da semana?
            Alguém duvida também que o Flamengo tenha sido o melhor time brasileiro em 2019? Fazendo uma simples comparação entre os formatos dos dois esportes.
            Veja que Federer é o maior vencedor da história – mas pode ser ultrapassado – e Djokovic (dos três) é o menor – mas pode ultrapassar – mas detem domínio sobre os dois.
            Imaginem um GS onde, por qualquer motivo, o cabeça 1 e 2 caem cedo. Não dizem, aqui mesmo, que a chave “abriu” para o cabeça 3? E ele, obviamente não tem nada com isso.
            Abraço.

      1. Jose Yoh

        Não entendo… Por que os nolistas e nadalistas insistem em esquecer a diferença de idade e época??? Seria mais ou menos comparar o Ronaldo com o Cristiano Ronaldo ou Messi, jogando há uns 4 anos atrás na mesma partida.

        Atletas tem vida útil curta. Auges menores ainda. Agora o que tem acontecido é que este tempo tem sido prolongado com medicina, tecnologia, etc, etc. Aquele papo que eu digo HÁ ANOS AQUI NO BLOG.

        Oras, todo mundo aqui é inteligente e sabe disso, não é mesmo???? Tenho que acreditar que seria somente provocação de torcida.

        Responder
  53. Marcelo-Jacacity

    Sinner teve dois mp hoje pra fechar, mas Carreno venceu na experiênci. Assisti todo o Next Gen Finals ano passado e o italiano joga demais mesmo.

    Responder
  54. Luís H Sheltz

    Para cada jornalista estrangeiro que escreve um texto elogiando merecidamente Novak, tem pelo menos uns cinco fazendo o mesmo e merecidamente Federer.
    Danilo, na boa, mas vc não impressiona ninguém.

    Responder
  55. MARCELO MURER

    Olá Dalcim!

    Vou te fazer um pergunta um tanto quanto polêmica rsrs

    Será que a diferença entre o Big 3 para o resto dos atletas se resume apenas a talento ?

    Creio que o atleta iniciante e desprovido de recursos financeiros não enfrentará nunca quem tem recursos, mas muitos atletas tem condições financeiras para ter os mesmos equipamentos e estrutura que o Big 3 e mesmo assim não conseguem nada significativo.

    Na minha opinião não é falta de treinamento, pois você diminuiria a distancia copiando a rotina deles correto ?

    Será que ele tomam algum medicamento, de forma legal claro, que melhora a performance deles ? Eu não desconfio do controle de doping pois senão nem acompanharia o esporte srsrs.

    Mas acho estranho uma diferença muito grande entre eles sobre os demais rsrrss

    Qual a sua opinião ?

    Respeitosamente,

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Marcelo, não acho que seja só talento, como não acho que tenha a ver com dinheiro. Me parece mais a ver com objetivos. Djoko, Nadal e Federer nunca se acomodaram, sempre trabalharam para evoluir aspectos técnicos e táticos, além de cuidar muito do físico. Alguns outros, também talentosos, não me parecem ter tido essa mesma determinação. Parte financeira pesa? É possível. O Big 3 pode contratar os melhores profissionais e ter recursos tecnológicos (não exatamente de equipamento) como métodos de recuperação física e estudo de adversários. Mas há vários tenistas no circuito com muito dinheiro também e que poderiam investir em proporções semelhantes. Mas gostei do seu ponto de vista, sem dúvida diferente. Abs!

      Responder
      1. Gildokson

        Me metendo um pouco no assunto, eu também ja me peguei pensando várias vezes nisso e para mim a resposta é uma só, talento mesmo. Da pra pegar até o Andy Murray como exemplo, o cara é bom, tinha a mesma mentalidade vencedora, os mesmos recursos, mas não alcançou o tanto de glória dos outros três justamente por perder diversos títulos importantes pra eles. Os três simplesmente jogam mais.
        Na minha humilde opinião claro neh rsrs

        Responder
    2. Jose Yoh

      Para mim seria muito romantismo achar que é somente talento. Eles são os mais ricos e cada vez mais ricos ficam.

      Como dizia uma música brega antiga: “O de cima sobe e o debaixo desce”. Parece o jogo de tabuleiro banco imobiliário.

      Quanto mais dinheiro, mais recursos, mais privilégios nos torneios. Assumem até posições políticas privilegiadas. Ganham mais fãs e torcida.

      Assim é em tudo na vida, veja só.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pode, sim, Wagner, e torço muito por isso. Vi seus jogos deste começo de ano e acho que ela está muito bem na dupla e achou uma parceira que parece combinar bem com ela. Claro que para ser top 20 será necessário ir longe em torneios grandes.

      Responder
  56. Paulo Ricardo Galvão

    Dalcim, ninguém comentou mas o natural relaxamento após uma grande conquista pode ser um fator importante não? Qdo todos começam a preparar e acelerar para a próxima temporada, vc tem uma grande descarga emocional e profundo relaxamento. Isso, sem falar em todo o burburinho q eles devem ter sofrido após as conquistas, mais renegociações etc.

    E como logo em seguida vem a cobrança, ao sumirem os resultados eles entram em parafuso. Murray era mais maduro mas sua conquista foi um evento enorme para toda a nação. Oq vc acha disto?

    E parabéns pelo trabalho, acompanho sempre seus posts.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Paulo Ricardo. Sim, pode ter esse elemento emocional. Mas eu vejo o oposto: um título desses deveria ser enorme motivação, tiraria eventuais pressões e daria muita confiança. Talvez Dimitrov e Zverev tenham se contentado, e daí a qu4da de rendimento.

      Responder
      1. Paulo Ricardo Galvão

        Nilton, acredito q este fator psicológico seja mais relevante do que parece. Um outro exemplo desta mesma situação é qdo um jogador ganha um Grand Slam. É a normalidade uma natural e acentuada queda de rendimento, não?

        Responder
  57. Vitor Hugo

    Oficial que Federer vai jogar apenas RG. O que achou, Dalcim? Vc acha que além de Wimbledon ele vai priorizar os jogos olímpicos também?

    Se der uma zebra e Federer vencer RG, pode encerrar a carreira que está ótimo! Rs

    Responder
  58. Vitor Hugo

    Puts, Sinner perdeu pro Carreno Busta, jogador com estética de jogo intragável!!! Torcida agora é total pra Aliassime e depois Rublev.

    Mas é preciso levar em conta que o italiano poderia ter vencido o jogo. Muito equilibrado.

    Responder
  59. Rodrigo S. Cruz

    O Federer anunciou que pulará toda a temporada do saibro, exceto Roland Garros.

    E acho que só vai mesmo à Paris pelos pontos da semifinal ano passado…

    Porque depois o calendário vai ficar puxado para ele com: Halle, Wimbledon, Olimpíadas e Us Open…

    Responder
  60. Luiz Fernando

    Hewitt comentou q Rafa, Thiem e Djoko são os principais favoritos em RG, algo similar a dizer q Real q Barça são os favoritos no campeonato espanhol…

    Responder
  61. Jorge

    Bom, acho que o que acontece é que estes tenistas ganham o finals e isso sobe para a cabeça com a ideia e o se sentir que ganhou o título entre os oito melhores do ranking como se isso os tornassem o melhor entre todos e acabam se esquecendo que a vida contínua. Talvez um pouco de orgulho oculto.

    Responder
  62. Marcelo Calmon

    Dalcim.

    O que me parece é que no Finals os Tops já chegam sem tanta motivação e algumas vezes “cansados”.
    Em entrevistas sempre vejo os tenistas falarem sobre suas conquistas em GS nunca no Finals.
    Isso vale também para os recordes. Sempre é quem tem mais GS. Mais vitórias em GS, etc
    Já tivemos Nalbandian e Davydenko campeões . Os TOP ganharam várias vezes, mas isso se deve mais à grande superioridade técnica.
    Sei que a premiação é absurda, mas vejo o Finals como um torneio menos badalado.
    Alguma lógica no que escrevi ? kkkk

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Há muito tempo que os tops não chegam cansados ao Finals, Marcelo. Isso aconteceu há alguns anos, mas além de eles reservarem melhor as forças, ainda se ganhou espaço maior no finalzinho do calendário. E não acho que eles dêem pouca importância a isso, mas obviamente os Slam pesam mais no currículo.

      Responder
  63. Marlon

    Dalcim, eu respeito muito a sua cobertura e opinioes nesse site! Mas creio que o reporter precisa ser imparcial! Sei que o Chiquinho torce para o Federer, mas senti falta do texto dele o que acho lamentavel uma vez que se fosse o Federer a ganhar o AO ele iria postar aquele texto gigante. Nao sei para quem vc torce, mas vc poderia dar umas aulas para ele de profissionalismo. Obrigado!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Chiquinho não escreve colunas desde novembro por problemas particulares, Marlon, não tem nada a ver com torcer para este ou aquele, muito menos com falta de profissionalismo. Ele já fez colunas muito elogiosas ao Djokovic. Ainda assim, passarei sua observação a ele. E obrigado pelas palavras. Abs!

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Puxa, o Chiquinho é um dos jornalistas que mais elogiam o Djokovic. É só assistir ao Ace BandSports às terças-feiras as 20h.
        Durante a ATP Cup, Chiquinho elogiou direto o sérvio e com razão, obviamente.

        Responder
  64. Miguel BsB

    É aquele velho adágio mental da maioria dos esportes:
    Quanto mais você PRECISA vencer, menos vence.
    A expectativa e a necessidade de grandes resultados derrubou os tenistas citados, exceção do Murray que, na verdade, teve que arrebentar seu corpo de vez pra tirar o n1 do Djokovic…
    Stef ainda tem tempo para se recuperar…precisa esquecer essa pressão por vitórias e somente jogar o que sabe.
    Lembremos que quando Federer voltou de lesão, sem grandes expectativas, teve um grande ano em 2017, vencendo Slams e derrotando seu arquirrival em 5 sets na Austrália.

    Responder
    1. Willian Rodrigues

      Desculpe, mas como já postei aqui uma dezena de vezes, esse “grande ano” do Federer tem tudo a ver com as lesões de Murray (principalmente), Dojokovic, Del Potro, Wawrinka, Raonic, Nishikori, Berdych… Todos que poderiam, àquela época, realmente incomodar Federer ou Nadal estavam fora de combate.
      PQP!! Jack Sock venceu um Masters 1.000, Dimitrov venceu um Finals, e pior ainda, Carreño Busta atingiu o Top Ten!!
      Disputou os grandes títulos apenas contra Nadal. Por favor, não se pode fechar os olhos pra essa verdade.
      Não foi porque ele estava com a cabeça leve, sem expectativas, etc.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Rapaz, esta falando uma enorme besteira.
        Na citada campanha do Ausope 2017, o Federer enfrentou 3 dos tenistas que vc citou como “lesionados”: Berdych, Nishkori e Wawrinka, jg este que foi ao 5 set…nenhum deles abandonou por lesão.
        Ademais, todos esses sempre foram fregueses de carteirinha do , exceção feita ao Djoko e Murray, claro. Nenhum desses outros jamais representou qualquer ameaça durante toda a carreira do suíço…

        Responder
      2. Jose Yoh

        Puxa William, apenas contra Nadal?…

        E, se Nole estava fisicamente mal é porque abusou no ano anterior, não?

        E a idade, não conta também nesse caso? Jurei que na época ele estava em decadência física, mas parece que descobriu algum jeito de se recuperar. Veja bem: assim como o Federer ou o Nadal descobriu. E não vamos nos esquecer da proibição do Meldonium.

        Responder
  65. PIETER

    Dalcim, penso que ainda hoje poderemos, com alguma dose de sorte, comemorar duas semifinais brasucas em Buenos Aires, com o Thiago, jogando cada vez melhor este ano, e em Cleveland, com o ainda imprevisível Bellucci.
    Estarei sonhando alto demais?
    Zebra mesmo talvez seja um dos dois chegar até a final nesses torneios. Em sua opinião, qual dos dois teria mais chances de tal feito?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Monteiro é amplo favorito contra o lucky-loser espanhol, Bellucci pega um tenista novo mas que gosta da quadra mais veloz. Acho que temos uma boa chance. Com certeza, a tarefa do Thiago é mais difícil, já que cruzaria na semi com Dieguito ou Cuevas, dois tenistas excepcionais no saibro.

      Responder
  66. Gustavo Moreira

    Dalcim,

    Fugindo um pouco do assunto. Se pegarmos a média do ranking de duplas e simples, o Shapovalov, não seria o melhor tenista? Claro é só uma brincadeira, mas a que você atribui o bom desempenho do canadense também nas duplas. Abs e parabéns pelo blog!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele é muito habilidoso, Gustavo, e isso ajuda muito nas duplas. Mas também lá se dividem responsabilidades, o que ajuda o tenista em momentos mais delicados. Acho também um fator curioso e importante o fato de ele já ter ido para as duplas desde cedo, o que mostra sua vontade de treinar aspectos como jogo de rede e devolução. Abs!

      Responder
  67. GM

    A página da ATP tour no face postou hoje um vídeo do dia dos namorados. Nele, os tenistas ajudam dentro da quadra seus colegas que sofreram alguma lesão ou machucado durante a partida.

    Se fosse um vídeo parecido aqui no blog… kkkkkkk

    Responder
  68. evaldo moreira

    Bom dia,
    Realmente insano isso, ao invés de embalar e seguir no rumo, os caras simplesmente perdem e descem ladeira abaixo.
    Dalcim, no caso de Stefanos Tsitsipas, embora ele seja um jogador com vários recursos técnicos, e já provou isso jogando contra os grandes, você não acha que o grego se cobra demais!?
    Chegando ao ponto de se ter uma fúria descontrolada, por motivos de frustração por uma jogada que não tenha dado certo!?
    Na sua visão e experiência, o que falta de fato para o grego embalar, e o que ele precisa realmente melhorar no aspecto do jogo dele!?
    Talento o moleque tem de sobra e já demonstrou isso……….

    Responder
  69. Antônio Luiz Júnior

    Dalcim, o garoto italiano Sinner, de apenas 18 anos, me impressiona a cada jogo pela tranquilidade e consistência que encara seus adversários independente do ranking. A vitória sobre David Goffin foi maiúscula. Da novíssima geração é disparado o melhor tenista em atividade e o mais promissor. Precisa fazer um trabalho físico intenso para ser menos franzino. Acredito fortemente que chegue até o fim da temporada no mínimo como top 50. Qual sua opinião a respeito dele? Todo o meu otimismo se justifica? Grande abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que podemos ser bem otimistas em relação ao Sinner, principalmente porque é uma temporada em que ele vai jogar sem responsabilidade e deve entrar na maioria dos grandes torneios, o que deve lhe conferir uma subida rápida de ranking. Também acho que ele precisa ganhar mais corpo. O talento no entanto é inegável.

      Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Até que enfim Vitor Legion, mudou o foco do Djoko para o Nadal!
      Mas a sua tirada foi muito boa! Será que Nadal vai terminar sem um título do Finals mesmo? A cada ano é mais difícil, mas quem sabe.

      Responder
  70. DANILO AFONSO

    Nobres, fiz um levantamento estatístico do BIG 3 aos 32 anos após encerrado o Australian Open (obviamente anos distintos).

    Eu como NOLISTA fiquei surpreso ao apurar que no conjunto dos dados abaixo, o sérvio atingiu números superiores aos dois maiores rivais, mesmo descartando outros feitos que encorpariam mais ainda a favor do sérvio, como por exemplo, Career Gold Master e H2H.

    DJOKOVIC 2020/ NADAL 2019/ FEDERER 2014
    Slams = 17/17/17
    Títulos = 78/80/77
    Big Títulos = 56/51/45
    Semanas N.1 = 276/196/302

    Número de Vitórias em todos SLAMs (ao final dos 32 anos):

    DJOKOVIC (2019) – 280 Vitórias
    68| AusOpen
    68| RG
    72| Wimbledon
    72| USO

    FEDERER (2013) – 260 Vitórias
    68| AusOpen
    58| RG
    67| Wimbledon
    67| USO

    NADAL (2018) – 247 Vitórias
    55| AusOpen
    86| RG
    48| Wimbledon
    58| USO

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Por que será que você não avaliou “32 anos após o USOpen”?? rsrs.
      E sobre essa estatísticas de vitória em Slam, é interessante você colocar o número de partidas disputadas, ou o percentual. Aparentemente, o Nadal disputou menos partidas de Slam, até os 32 anos, do que os outros 2, por isso, ele tem bem menos vitórias.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        Verdade Rafael !! Nadal sem dúvida foi o que teve mais lesão na carreira.

        Quanto a estatística de jogo/ vitórias quando possível irei apurar.

        Responder
      2. Willian Rodrigues

        Amigo, mas se teve maior número de lesões na carreira, isso não pode ser um indicativo, um sinal de que o cara treina/joga além de seus limites??!
        Cuidar-se bem e dosar os torneios e treinamentos não seria parte do processo de construção de uma grande carreira??!
        Vários aqui no Blog comentaram a respeito do “preço que Murray pagou para se tornar nº 1”.
        Pra isso mesmo é que, atualmente, existe tanta cientificidade no esporte. Estudos de biomecânica, fisiologia do exercício, análises bioquímicas, etc.
        Sem essa de levar em conta os percentuais! Se venceu menos é porque também avançou menos nos torneios.

        Responder
    2. DANILO AFONSO

      Nobres, uma correção importante no número de vitórias do FEDERER em todos os SLAM ao final dos 32 anos. Abaixo atualizado até Wimbledon 2014 quando o suíço ainda tinha 32 anos. Meu amigo do Pernambucano que acompanha o Blog quase quis me matar no Whatsaap…kkkkk

      FEDERER (2014) – 279 Vitórias

      74 – AusOpen (até 2014)
      61 – RG (até 2014)
      74 – Wimbledon (até 2014)
      70 – USO (até 2013)

      Responder
      1. Jose Yoh

        Danilo, com estatística é possível provar qualquer coisa.

        Podemos pegar os números até 30 anos por exemplo e vamos provar outra coisa!

        Um fato importante é que com o passar do tempo o auge dos tenistas estão mais longos. Isso por conta das melhorias na tecnologia, medicina, raquetes, calçados, fisioterapeutas, biomecânica, etc.

        Fora o fato que o dinheiro que eles ganham compra qualquer coisa necessária à melhor performance e recuperação física.

        Nunca houve atletas de 32 anos rendendo o que o Nole, Nadal ou mesmo Federer rende. E isso não é somente por causa da técnica deles.

        Provavelmente se houver dominância de algum next gen e eles conseguirem grana suficiente, irão chegar aos 35 ganhando títulos ainda.

        Abs

        Responder
        1. DANILO AFONSO

          José Soh, a escolha dos 32 anos como parâmetro foi somente porque essa é a idade atual do tenista mais jovem do BIG 3.

          Ademais, quando percebi a coincidência que os três tinham 17 SLAM nos 32 anos após o Austrália Open, por curiosidade comecei a levantar as outras estatísticas na mesma faixa etária.

          Enfim, não apurei com 30, 31 ou outra idade diferente dos 32 anos, porque não teríamos a coincidência dos 17 Slams e porque não seria a idade atual de nenhum dos tenistas. É claro que eu como NOLISTAS ficou conveniente postar tais estatísticas…Kkkk

          Já com relação ao prolongamento da carreira do tenista, certamente iremos presenciar nesta década vários 30tões e alguns 40tões, sendo, talvez, FEDERER a grande vitrine desta última faixa etária.

          Abs

          Responder
  71. Sérgio Ribeiro

    Realmente essa “ maldição “ rs pegou até um Andy Murray já bastante cascudo. Eu não sei se por ter visto Ivan “ o terrível “ Lendl , sofrer tanta pressão pelo primeiro SLAM , o Cara chegou ao ponto de aos 23 chegar ao N 1 em 83 , e somente aos 24 depois de 4 Vices, finalmente vencer RG 1984. O fato é que acho muito prematuro julgar A,B ou C dos citados no Post. Dizem que eles são marrentos e mimados. E os daquela época , tirando Borg , não eram não ? Kyrgios e Stef empatam com o Big Mac rs . Jimbo era um Medvedev bem piorado rs. O Big 3 continua um tormento para esses caras. Medvedev declarou em Roterdã, ontem segundo o Bola Amarela , que acredita que eles levem os 4 SLAM novamente em 2020. É mole ou quer mais … rs Abs!

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Ribeiro, novamente você confunde o Sampras jogador com o Sampras analista.

      Não interessa se ele perdeu para Roddick, Hewitt, Philippoussis e qualquer outro desses bagres algumas vezes. Ele está livre para dizer que o Fregueser teve vida mansa antes de Nadal e Djokovic chegarem a seus auges (aliás, já disse!!!). O americano cada vez mais tende para o lado do sérvio e inclusive foi torcer por ele em Indian Wells no ano passado.

      Fiquei devendo aquele estudo sobre os Slams do Pete e de fato ele ganhou 4 ou 5 bem questionáveis, mas bem longe dos TREZE peso pluma do suíço. Em outro momento, darei mais detalhes.

      Responder
  72. Maurício Luís *

    Bellucci ganhou a terceira seguida… É por isso que tá chovendo tanto. Aleluia!

    *** Notícias das aulas de tênis ***
    – Sr. Nadal, como vão as aulas de tênis da sogra?
    – Ela está D E Z ! DEZorientada e DEZmotivada.
    – Qual a chance dela entrar pro Top 100?
    – Mas ela já está. É só virar a tabela de ponta cabeça. Inclusive, fiz questão de comprar a raquete dela na MELHOR loja de 1,99 da Espanha.

    Responder
    1. Antônio Luiz Júnior

      Ridículo o seu comentário. É impressionante como alguns consideram divertido depreciar a imagem das pessoas. Comente alguma coisa relevante amigo, você não tem a menor vocação para humorista. Seu comentário não tem a menor graça…

      Responder
      1. Maurício Luís *

        Não vejo depreciação numa coisa que é claramente uma ironia. Não fui eu quem inventou essa fama das sogras, tá na boca do povo mão é de hoje.
        E os fãs do Nadal nunca acham graça mesmo, não me surpreende a sua irritação. Nem conheço a sogra dele, como é que eu iria falar mal dela?

        Responder
        1. Maurício Luís *

          E apesar de discordar de mim, agradeço por tê-lo feito com argumentos e educação. Alguns aqui – não citarei nomes – que chamam os outros de “idiota”. Triste isso. Espero que sigam o seu exemplo.

          Responder
  73. Rodrigo S. Cruz

    Mais uma vitória, e o Bellucci parece estar retomando a confiança…

    Eu ouvi dizer que esse adversário dele hoje foi campeão em dois torneios Challenger.

    Gostei do jogo.

    Soltou o forehand sem aquela insegurança que tanto nos aborrece, sacou bem, e mandou nos pontos.

    6/3 e 6/4. E acho que o brasileiro ainda não perdeu sets nesse torneio.

    Torço muito para que ele dê a volta por cima.

    Ainda é o nosso tenista mais técnico…

    Responder
  74. José

    Dalcim, ia mesmo comentar no seu blog sobre a nova geração e esse 500 de Roterdã que viu as quedas prematuras de Medvedev, Tsitsipas e Khachanov. O que você tem achado do Medvedev? Está com um tênis muito fraco desde o ATP Finals, sendo que tinha feito ótima campanha desde o M1000 de Montreal. Será que é um jogador apenas mediano e fez um “voo de galinha” ou você acha que ele brigará por títulos importantes nos próximos tempos?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que precisamos esperar para fazer análises, José. É bem natural um tenista sentir pressão na temporada seguinte a grandes resultados. Minha impressão no entanto é que fisicamente o Medvedev não está 100%.

      Responder
    2. Alice

      De intrometida, penso eu que, sim. Medvedev deve mesmo brigar por grandes títulos nas suas próximas temporadas. Porque, não? Sei que o tênis é um esporte de “momento”, mas eu jamais me atreveria dúvidar desse russo. Poxa…ele conseguiu chegar em 6 finais consecutivas, sendo 3 de nível masters 1000 e tendo vencido 29 de 32 jogos, ou seja um aproveitamento de 90%…o que é algo até “incomum” para o Big3 (Federer, Nadal e Djokovic) já que a média de suas carreiras está na caixa dos 80 e poucos. Se eu tivesse que “apostar”, mas que bobeira neh?. Eu apostaria que ele será número #1 do mundo e terá seu período solo de dominância, claro, com grandes títulos….apesar do seu tênis “ortodoxo”, pouco dinâmico. Que aliás, nada tem a ver com ter ou não sucesso.

      Responder
      1. Ronildo

        Inclusive este jovem italiano tem boas possibilidades de vencer Djokovic caso se encontrem, pois como sabemos Djokovic tem sérias dificuldades contra jovens habilidosos. Isto piso duro onde Sinner está obtendo os melhores resultados.

        Responder
  75. Alfredo Sertã

    Dalcim, impressionante a sua qualidade como jornalista de tênis! Bom temas, ótimas coberturas, conhecimento do esporte, imparcialidade… enfim, parabéns pelo excelente trabalho! Abraço!

    Responder
  76. Barocos

    Dalcim,

    Grande texto com uma pequena distração na penúltima linha do último parágrafo?
    substitua? /Novak Yok/Nova York/

    Se sim, não precisa publicar este comentário.

    Obrigado por manter este espaço aberto. E que Deus mantenha sua paciência em níveis estratosféricos por muitos e muitos anos. 🙂

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Barocos, o Nadal não disse com todas as letras que Djoko é melhor do que Federer.

      No entanto, convenhamos que o espanhol deve pensar que o jogador que o bateu 29 vezes, com 22×10 de 2011 pra cá, é melhor do que o cara que sempre foi freguês e presa fácil para ele, exceto em 2017.

      Responder
      1. Barocos

        Paulo,

        Acho melhor nos atermos aos fatos. Minha argumentação é sobre uma característica específica de confrontos esportivos, i.e., mesmo que o atleta A tenha “dominância” nos embates contra B, e B faça o mesmo contra C, isto não significa que A se imponha sobre C. Basta pegar o H2H do big4 + Wawrinka e outros poucos para você comprovar a enorme variação que existe, ainda mais levando-se em consideração uma particularidade acentuada no tênis, que é a variabilidade do ambiente (tipo de quadra, bolas e o efeito que temperatura, umidade e altitude tem sobre estas) e a influência desta nas disputas, ou seja, não há transitividade nestes casos.

        Nadal declarou que o Djokovic é o oponente mais difícil que já enfrentou e só, sua interpretação foge ao que ele disse. É a velha estória de enxergar mais do que o que está escrito ou ouvir mais do que o que foi falado. Em sua defesa, este é um hábito muito comum entre nós, homo sapiens sapiensis (ou homo sapiens sapiens).

        Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Fez uma grande exibição contra um TOP 10 num ATP 500 recheado , e apanha de um Sueco a meia boca semana passada num ATP 250 na França, em Sets diretos. Mas Kafelnikov entrou pro time que acredita no jovem Italiano como um possível N 1 . A conferir ! Abs!

        Responder

Deixe uma resposta para Deby Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *