Djokovic ensaia o seu maior ano
Por José Nilton Dalcim
2 de fevereiro de 2020 às 13:07

Novak Djokovic cumpriu bem mais do que seu natural favoritismo para alcançar o oitavo título em Melbourne. Tudo indica que ele pode ter iniciado o grande ano de sua já espetacular carreira, talvez maior em feitos do que foram 2011 ou 2015. Invicto nas 13 partidas que fez na Austrália, com dois troféus de peso, ele vislumbra uma sucessão de conquistas que podem mudar o livro dos recordes.

Aos 32 anos, o sérvio chega ao 17º troféu de Grand Slam e não é totalmente impensável que ele consiga encostar de vez em Rafa Nadal e em Roger Federer já em 2020. Claro, Roland Garros ainda é território do espanhol, mas Nole sempre mostrou competência no saibro e agora surgiu de vez um terceiro nome com capacidade real de interromper a série vitoriosa de Rafa.

E existe ainda Wimbledon, onde Nole é o atual campeão, e o US Open, em que suas oito finais e três títulos deixam claro como é forte por lá, principalmente se economizar energia nas semanas anteriores. São dois Slam com muita cara de Djokovic, já que Federer é fisicamente uma incógnita e a nova geração ainda não cresceu a ponto de ameaçar o domínio do Big 3 nos torneios de cinco sets, onde a exigência física e principalmente emocional é de outro patamar. Assim, uma conta bem natural é que esta temporada termine com Nadal empatado com Federer nos 20 e Nole grudado, com 19.

Também está na mira de Djoko o título olímpico de Tóquio, um piso sintético rápido que tanto o agrada. Talvez seja até sua principal meta da temporada, dado que dificilmente chegará tão inteiro às Olimpíadas seguintes. O ouro é quase uma obsessão para Djokovic, algo muito justificável até por seu espírito nacionalista.

Por fim, esse conjunto todo também concorre para levar o sérvio a superar a marca de 310 semanas como líder do ranking, o que pode acontecer em outubro (daqui a 10 semanas, irá igualar inevitavelmente Pete Sampras). Ele aliás já terá chance de abrir margem em Indian Wells e Miami, onde não foi bem em 2019, o que será importante porque se prevê que Nadal voltará a somar muita coisa no saibro europeu, o que não fez no ano passado.

Mais um título sofrido
A final deste domingo colocou novamente à prova o incrível poder que Djokovic possui de sair do buraco. É bem justo dizer que o andamento da decisão diante de Dominic Thiem dependeu a maior parte do tempo do que o sérvio fez em quadra. Iniciou num ritmo sufocante e o austríaco suou até para fazer game. Aí começou a perder intensidade, as pernas pareciam não ter a mesma força, mas especialmente o saque desabou.

Thiem aproveitou muito bem o enredo e passou a comandar os pontos, ainda que seu backhand não mostrasse as mesmas virtudes dos outros dias. Teria vencido se fosse um jogo de três sets, e é isso o que torna os Slam tão especiais. A fraqueza repentina de Djokovic – e olha que a temperatura era de meros 18 graus – sumiu no quarto set ele admitiu que não foi um problema físico. A partir do momento que recuperou a força e precisão no saque, voltou a ficar muito agressivo e isso era essencial para encurralar o austríaco. Destaque para o break-point que salvou logo no game inicial do quarto set, com saque-voleio, o que se mostraria crucial.

É evidente que Thiem tomou decisões incorretas em pontos importantes ao longo do quinto set, mas levemos em consideração que ele entrou em quadra como seis horas a mais de esforço e um dia a menos de descanso. Natural portanto que o braço pesasse e principalmente a cabeça não acompanhasse as pernas. E do outro lado da quadra estava agora o mesmo Djokovic confiante lá do primeiro set, que tirava aqueles preciosos microssegundos que Thiem tanto precisa para não descalibrar o backhand. O golpe terminou a partida com 21 do total de 43 erros e apenas 4 winners.

De qualquer forma, Dominic sai de Melbourne com resultado extremamente positivo, dando novo salto de qualidade sobre a quadra dura, versatilidade essencial se quiser entrar na briga pela ponta do ranking no futuro. Ganhou de quatro cabeças e dois top 10, tirou Nadal e ficou perto de derrubar Djokovic. E, aos 26 anos e dono de físico privilegiado, ainda pode mais.

Kenin é o novo nome do tênis feminino
Se os últimos 13 Slam foram vencidos por apenas 3 homens diferentes, os 12 mais recentes do feminino tiveram 10 campeãs e Sofia Kenin entrou para esse rol com uma atuação espetacular na manhã do sábado, em que virou em cima de Garbiñe Muguruza mostrando a mais importante qualidade de um vencedor: a confiança em si mesmo.

Tenista que mais evoluiu em 2019, Kenin já havia mostrado em vários jogos uma cabeça muito forte e dois dias antes havia tirado nada menos que a dona da casa e líder do ranking Ashleigh Barty. Na reta final da decisão, sem jamais esconder emoções, a norte-americana de 21 anos e em sua primeira decisão de Slam salvou 0-40 e ganhou o game com cinco winners seguidos. Foi tão magnífico que a experiente Muguruza perdeu o rumo daí em diante.

Sofia lembra a trajetória de Maria Sharapova, russa que deixou o país para os EUA já com o sonho do pai de virar estrela do tênis. A diferença é que Maria foi recomendada por Martina Navratilova a Nick Bollettieri, enquanto Kenin treinou em parque público com o pai, que trabalhava de motorista. Vale muito ler toda a história no blog de Mário Sérgio Cruz.

Vale listar que cinco dos últimos seis Slam femininos foram vencidos pela nova geração (Naomi Osaka, Ashleigh Barty, Bianca Andreescu e Sofia Kein), que seguiram às conquistas de Carol Wozniacki, Simona Halep e Angelique Kerber. Um pouco antes, é importante observar que Muguruza, Jelena Ostapenko e Sloane Stephens também representavam a renovação.

Saiba mais
– Além de embolsar mais US$ 2,8 milhões, Djokovic atinge o 78º título da carreira e deixa McEnroe para trás, isolando-se no quinto lugar.
– Ele também iguala Nadal como tenistas  acima de 30 anos com mais Slam, agora cinco cada um.
– Djoko repete Nadal e Federer como únicos a totalizar ao menos 8 títulos num mesmo Slam. Rafa tem 12 em Paris e Roger, 8 em Wimbledon.
– Resta a Thiem se espelhar em monstros como Lendl e Murray, que perderam quatro finais até ganhar seu primeiro Slam.
– Algo inédito na Era Aberta, esta foi a terceira final seguida de Slam no quinto set, repetindo Wimbledon e US Open. Em duas delas, Djokovc venceu.
– O Big 3 chega a 13 Slam consecutivos, segunda maior sequência, atrás das 18 de 2005-09. Desde Wimbledon de 2003, apenas cinco finais não tiveram ao menos um dos Big 3.
– Aos 35 anos, Rajeev Ram conquistou o Australian Open ao lado do britânico Joe Salisbury e marcou um feito: é o duplista na Era Aberta que precisou de mais Slam até enfim levar o título (58), superando Martin Damm (55).
– Aos 21 anos e 80 dias, Kenin é a campeã mais jovem do Australian Open desde 2008, quando  Sharapova venceu Ivanovic, ambas então com 20 anos
– Kenin aparecerá nesta segunda-feira como principal tenista americana, no sétimo lugar do ranking e à frente de Serena.

Desafio Australian Open
David Telles levou o prêmio do desafio para o Australian Open. Ele foi o único a indicar que Djokovic venceria em cinco sets, mas que estaria em desvantagem de 2 sets 1 contra Thiem. Ele poderá escolher entre a biografia de Novak Djokovic ou a de Roger Federer, grandes sucessos da Editora Evora.


Comentários
  1. evaldo moreira

    Nossa cada comentário, todo o post, a mesma coisa, o cara não muda o disco, fato.
    Se foi desidratação, perda de intensidade, sei lá o quê, achei a postura do sérvio estranha, parecia que estava fingindo algo, percebi que Thiem não parava de observar, eu disse: “PARECE QUE FINGIA”, ai vamos combinar: o austriaco foi frouxo em determinado momento, do nada, o cara começou a fazer escolhas erradas, braço começou a pesar e por ai vai, como o sérvio não tem nada com isso, foi lá e tachou, ponto 17ª na conta, simples.
    Já vi muitos jogos do Djokovic, jogos em que estava no buraco, e ai do nada, o cara se sobressai, espetacular………..
    Agora o Goran dizer que neste ano, o cara chega nos 20?. Acho tomou algo e ficou doidão,kkkkkkkkkkkkkkkkkk, menos Goran, menos Goran, tem muita água para passar debaixo da ponte, fato.
    Vi alguns jogos do pistol Pete Sampras no passado, o cara era fera demais, ai vem um cavalo da Tasmânia, desmercer o cara, é muito ignorante, mas muito ignorante mesmo, da dó de um sujeito desse.
    Avacalhar, tirar onda, até ai dá para tolerar, mas asneiras como estas, e outras que vi, não dá infelizmente.

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    1. Paulo Almeida

      O cara fala em fingimento do Djokovic e quer chamar alguém de ignorante, kkkkkkkk.

      Fora esse português tenebroso que consegue ser pior do que o do Sérgio Ribeiro, hahahahaha.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Ora , finalmente concordamos em algo , mane’ rs . Meu Português é péssimo mesmo . O seu , ao contrário, é excelente caríssimo Robson , digo P. Almeida. Mas garanto que não fico enchendo o saco repetindo as mesmas asneiras todo dia rs Abs!

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  2. Rafael

    Rodrigo,

    Sampras era um dos maiores da história até Federer surgir. Federer é o atual GOAT.

    De resto, acho que o surgimento do Paulo Almeida criou um contraponto necessário à presença do multi-homem Marquinhos-Renato- Johnny-Vitor Hugo.

    Antes eu me estressava com discussões intermináveis que nunca me trouxeram nada de bom, achava que TINHA de responder a muitas coisas que sequer eram endereçadas a mim. Hoje eu leio mais e participo (bem) menos, e aprendi a dar boas risadas disso tudo. E, quando não acho engraçado, nem me preocupo, pois sempre haverá vários que se encarregarão de responder àquela postagem,

    O blog deve ser uma fonte de diversão, não de estresse. Faça como eu me toquei de fazer, não leve as postagens de A ou B tão a sério.

    Abs

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  3. PIETER

    Dalcim, li no site da ATP um depoimento do argentino Diego Schwartzmann em que o próprio declara que jamais foi um juvenil de sucesso, tendo disputado apenas um GS juvenil em que sequer foi às rodadas finais e não figurou entre os melhores do ranking dos garotos.
    Considerando ainda a baixíssima estatura do El Peque, é realmente admirável ele ter se tornado o tremendo tenista profissional que é, top 20 na elite de um circuito muito competitivo.
    Na sua opinião qual é o diferencial dele para ter chegado onde está, contrariando as expectativas?

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que é acima de tudo se adaptar às dificuldades. Como perde em força, ele se especializou na regularidade e resistência. Mas ele não é um mau sacador e seus bons resultados na quadra dura mostram isso.

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      1. PIETER

        Para mim ele já é um case de sucesso.
        É de se imaginar até onde ele poderia ir (ou já teria chegado) se tivesse míseros 10 cm a mais na altura…

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  4. Luis

    Dalcim com perda do Kobe a NBA perdeu um jogador marcou uma geração, voce acha que Federer marcou essa geração do tênis ou Nadal e Djokovic também ajudaram?

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    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida alguma que marcou não apenas a geração, mas a história do tênis, Luís. E não é apenas questão de números, mas de popularidade.

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    1. lEvI sIlvA

      Almeida, meu caro, não faço ideia…
      Eu tenho tudo deles, enquanto você, só gosta da fase Fish. E além do que, sou suspeito pra falar de banda predileta. ( Seria por acaso, alguma do Brave -1994 ?) Se não o escutou, faça e verá muita semelhança com Scenes From a Memory do Dream Theater. Mas me fala, qual é mesmo?

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      1. Paulo Almeida

        A obra-prima Grendel, daquele disco bônus do Script for a Jester’s Tear.

        Não, eu tenho 8 ou 9 discos do Marillion e também gosto do Anoraknophobia e do Marbles dos mais recentes. Já ouvi quase toda a discografia também. Naquela vez só quis te provocar um pouco mesmo, rs.

        Não acho que o Brave se pareça com o SFAM…

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  5. Maurício Luís *

    Ah, outro detalhe: a matéria sobre a Margareth Court não diz o que é que a Evonne Goolagong acha disso de tirar o nome da compatriota que dá nome ao estádio e substituir pelo dela. É uma informação importante que faltou.

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  6. Sandra

    Nossa Dalcim, quanta gente revoltada com a conquista do Djokovic!,, imagina se ele empatar nos 20 S! Pior imagina se for ao 21!,, suicidio coletivo !,,, Se cada fez que Federer e Nadal ganhassem um slam eu fosse ficar revoltada, eu já tinha quebrado o tablet rssss

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    1. Naira

      Sandra, bom dia. No site Bola Amarela foi publicada uma reportagem assinada por José Morgado com o título “Novak Djokovic, a lenda que (quase) todos adoram odiar” (https://bolamarela.com.br/novak-djokovic-a-lenda-que-quase-todos-adoram-odiar/) , e no mesmo site tem um podcast onde é discutido o tema ” Afinal de contas, por que razão o sérvio não é tão unânime quanto os outros grandes campeões? (https://bolamarela.com.br/bola-amarela-podcast-ep-3-rescaldo-do-australian-open-com-fa-especial-de-djokovic/) ” . Existem muitas teorias tais como: ele fazia imitação e isso irritava os outros jogadores e seus torcedores; os torcedores dos outros acham a postura dele é arrogante; se ele vencesse pouco ninguém ligava mas como vence muito e ameaça os outros 2 os torcedores dos outros o odeia; como ele tinha problema de saúde (no início da carreira e não sabia) ele pedia atendimento médico e os torcedores achavam que era treta e gerou ódio; se os outros 2 ganham quase que por unanimidade todos concordam porém se é o Djokovic é o oposto, e assim vai. No final não existe uma conclusão, fica tudo no “achismo”. Porém ainda existe mais uma teoria qua não foi discutida mas foi insinuada, que é a de “preconceito” não sei se seria correto dizer xenofobia, mas existe um preconceito contra pessoas do leste europeu, e isso pode ser notado no AO, ” enquanto o sérvio jogava diante de Dominic Thiem — um dos meninos queridos do público — na final do Australian Open, um dos seus fãs na bancada vestia uma ‘tshirt’ que dizia ‘Sérvia contra o Mundo’ ( José Morgado) “. Fato é que existe esse preconceito, apesar de serem todos europeus, é como o preconceito contra nortistas, nordestinos, cariocas, etc, todos são brasileiros, todos negam que existe este preconceito, mas fato é que existe. Na minha opinião, não vejo uma razão única para tanto ódio, penso ser um pouco de tudo associado a uma grande e imensa ignorância e intolerância.

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      1. Sandra

        Concordo plenamente com você , eu não acho Federer e Nadal tão carismático quanto o Djoko , será que não da para as pessoas aceitarem que cada um gosta de quem quer gostar mais?

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      2. Sérgio Ribeiro

        Ele também poderia ajudar não gritando com os boleirinhos , não berrando em direção há torcedores que apoiam outro jogador, não os mandando se calar , não batendo com o equipamento na cadeira dos juízes , não abandonando a quadra sem autorização dos árbitros , não fingindo lesões quando está em apuros … Abs!

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        1. Mauricio Queiroz

          Também acho que ele não deveria tratar os boleiros dessa maneira,mas lembram em 2018 quando o queridinho Federer quase engoliu o boleiro no jogo com o Zverev?as pessoas com esse fanatismo doente fazem ter essa diferenciação.Creio que deveríamos apreciar esse momento que os três proporcionam ao esporte.

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  7. Luiz Fernando

    Ivanisevic diz q o Djoko busca 20 GS este ano, ou seja, quer vencer RG, W e USO. Nadal também quer vencer RG, W e USO; Federer idem. Eu também adoraria ganhar na megasena e não ter mais q trabalhar…

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  8. Samuel

    Dalcim,

    Parabéns pela cobertura do Australian Open.
    Peço para fazer dois rankings entre Federer, Nadal e Djkovic.
    Quem joga com mais elegância?
    Quem joga com mais simplicidade?

    Saudações

    Samuel

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mas nem precisa de ranking, Samuel. Acho que o mundo inteiro concorda que nesses dois aspectos o Federer se sobrepõe aos outros Big 3. Já entre os outros dois, acho que Djokovic superaria Nadal nos dois aspectos, porque Rafa criou um estilo único e que provavelmente jamais será sequer imitado.

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  9. Luiz Fernando

    Dalcim vi q a ESPN passará o jg entre Rafa e Federer nesta sexta as 14:30, no 572, pelo horário só tive dúvida se será ao vivo ou tape? Vc tem noção do horário da partida p sabermos com exatidão. Ab.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não achei o horário, mas pela diferença de fuso me parece que será ao vivo sim, já que a diferença para nosso horário é de 5 horas a mais.

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  10. FERNANDO/MG

    Prezado Mestre, com um certo atraso, mas parabéns pela excelente cobertura do AO/20. Mestre, estava lendo aqui no TenisBrasil essa do Ivanisevic, em dizer que a meta é chegar aos 20 Slams ainda em 2020 ou no mais tardar em 2021, acho a postura positiva algo louvável, mas beira mais a empolgação do que os fatos reais. Djokovic chegou a 17 slams, mas por muito pouco não ficou estacionado em 15, pois em Wimbledon, ano passado ele viu a derrota na sua cara e na final de domingo do AO não vi essa superioridade toda, portanto no meu ponto de vista, a vantagem é muito tênue não vejo o Djoko tão a frente dos demais, pelo contrário, acho que existe até um nivelamento. Concorda mestre?
    Outro ponto, o Djoko disse que se sentiu meio desidratado no segundo e terceiro set, daí sua queda de performance, mas que o pessoal da sua equipe preparou uma “poção mágica” que o reanimou…Longe aqui de qualquer insinuação, mas o cara vem do leste europeu (reconhecidamente local onde usos de determinadas substâncias são toleradas, vide atletas da Rússia) e dizer essas coisas é dar munição para criar desconfianças. Mas mestre, vc não acha que tais “enérgicos” ou “poções mágicas” deviam ser regulamentadas e fiscalizadas pela ATP, pois não sou expert no assunto, mas qualquer aditivo existente torna-se a disputa desigual, e também acabaria com especulações talvez infundadas. Mas como diz o ditado ‘No creo en brujas, pero que las hay, las hay’…Abraços e parabéns mestre.

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Ivanisevic quis mostrar confiança no seu trabalho e na meta ousada, então não acho que tenha sido exagerado. Todos sabemos que, em situação normal, Djokovic estará entre os favoritos de todos os próximos Slam, ainda que atrás possivelmente de Nadal em Paris. Quanto à desidratação, fiquei curioso. Fazia 18 graus em Melbourne, então não entendi como houve uma perda de líquido tão rápida em apenas dois sets. Mas enfim o tenista é testado várias vezes, e com certeza foi novamente na final. Então não acredito que alguém use algo ilícito de forma tão descarada. Abs!

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    2. Luiz Fernando

      Claro, um atleta excepcional como o Djoko recuperar-se sugere doping, outro 6 anos mais velho quando vence correndo como um louco é natural, é como eu digo sempre, aqui é diversão garantida kkk…

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      1. Ivan

        Luiz,
        a meu ver o Djoko entrou batendo na bola muito mais forte que nas rodadas anteriores e talvez isso explique parte da queda de rendimento no segundo e terceiro sets. A final foi a unica partida em que o Djoko precisou elevar o nível pra ganhar, foi exigido física e mentalmente. Outra coisa foi que ele teve de se ajustar para jogar com um segundo saque com mais quique, o Thiem se adaptou rapidamente ao segundo saque que vinha sendo mais veloz.
        Infelizmente, mesmo na transmissão da ESPN, os MacEnroe ficaram fazendo comentários maliciosos… Como se Djoko fosse tomar algo ilegal no meio do jogo na frente de todo o mundo.
        Não espere coerência e lucidez de gente fanática.
        Abs.

        Responder
      1. Kleber Araujo

        Acho que não pula, Dalcim.
        Nadal joga Acapulco na mesma semana e em caso de título, retoma o #1 se o djoko não somar…

        É isso mesmo, né?

        Abs

        Responder
  11. Vitor Hugo

    Novak tem torcida pequena por ter um jogo feio, sonolento, além do comportamento deprimente e revoltante dentro de quadra. Simples assim. Não adianta um fanático dizer que fica passeando pelos hotéis do Brasil pesquisando e entrevistando peladeiros em quadras de tênis. Piada, né? Kkkkkk

    Nunca vi um jogo entre Federer x Novak em que o sérvio tinha pelo menos 20% da torcida. Nunca! Já vi jogos de Novak contra Murray, Berdych e alguns tenistas inexpressivos em que a maioria estava com os rivais. Várias vezes!

    Creio que Roger deve ter uns 60% dos admiradores do espprte, Rafa uns 30% Novak EXAGERANDO uns 5% e o restante pros demais.

    E os 5% que “representam” a torcida do sérvio é o resto do resto mesmo..

    Aqui no blog mesmo provavelmente cada torcedor do servio vale por 4, 1 x 4,…. É a torcida com o maior número de fakes, sem dúvidas!

    Responder
  12. Rodrigo S. Cruz

    O Sampras tem 14 títulos de Grand Slam e dominou o tênis por 5 anos.

    Mas é reduzido a um tenista de segunda classe pelo BABÃO-MOR, e os nolistas sérios não emitem uma só nota de repudio.

    Ou seja, os adoradores (salve-salve) do Boca Oval tem passe-livre para postar qualquer asneira que quiserem…

    Responder
      1. Barocos

        Em geral, declarações visivelmente utópicas e provocativas eu tento ignorar, pois, nestes casos, qualquer tentativa de argumentação se mostra fútil.

        Exemplos de ineptitude e arrogância costumam abundar, acho eu que muito em função da necessidade que alguns têm de forçar uma resposta, implorando por atenção. Por exemplo, é um absurdo que alguns menosprezem vice-campeonatos e fases finais de competições, com se alcançá-las já não fosse por si só prova de capacidade técnica.

        Devo, entretanto, confessar que chego a divertir-me com algumas, tamanho é o absurdo das assertivas. Talvez por me remeterem a algum universo fantástico onde a lógica e o pragmatismo não existam e tudo é possível, ou mesmo só por contemplar o cinismo e a ironia que muitos fazem questão de demonstrar. Nós somos criaturas desprezíveis, sob muitos aspectos.

        Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É maior nos títulos, e não seria absurdo algum pensar que seja melhor no geral…

        Não dá pra sabermos com total certeza, pois nunca se enfrentaram e as demandas de cada época são diferentes.

        O problema é o desrespeito por todo e qualquer jogador, apenas por idolatria ao cara.

        Cacete!

        Todo tenista que ganhou ao menos um Grand Slam na carreira, merece total respeito.

        E não ser chamado de bagre, farsa, “entressafreiro”, e outros lixos…

        Responder
    1. Paulo Almeida

      Você leu tudo o que eu postei e conseguiu interpretar direito? Não parece.

      Qual parte de GOAT antes do Big 3 não ficou clara? Onde está escrito tenista de segundo plano?

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o de 2015 era mais consistente, principalmente o segundo saque. Acho que Djoko ganhou até um pouco mais de velocidade no primeiro.

      Responder
      1. Paulo F.

        É, isso é coisa de federista doente.
        Duvido que algum torcedor do Nadal, por exemplo, ainda ache Sampras superior ao Djokokic, eles sabem que apenas o acréscimo de RG na conta basta para o sérvio ser superior ao americano.

        Responder
  13. Gildokson

    To achando engraçado e um tanto contraditório os diversos elogios (um pouco merecido) ao Thiem feito nos comentários por alguns torcedores do sérvio, tem até lista de H2H contra os tops aí embaixo.
    Eu só não consigo entender uma coisa. Como que alguém enxerga tantas qualidades em um tenista que nunca ganhou nada mais importante que 1 título em IW até o momento, mas esculacha alguém que foi campeão de Slam e número 1 do mundo como fazem com o Roddick. Aliás… eu até imagino o pq disso acontecer sim rsrs

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Exatamente.

      Quando eu digo que uns 90% desse blog ou é nolista assumido ou “nolista-simpatizante” me chamam de louco.

      Mas pode reparar:

      O Almeida, o Chetnik, o Valmir, etc, escrevem as maiores SACANAGENS, sem pé e nem cabeça, por puro despeito.

      Alguém já viu alguma vez um nolista sério ou um nadalista se incomodando?

      NUNCA!

      Agora, deixa o Ronildo ou o Marquinhos escreverem qualquer besteira ou previsão ridícula…

      Caem todos em cima matando…

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Tecnicamente não existe comparação entre o Thiem e o servebot desengonçado Roddick, que só ganhou um USO em cima do saibrista Ferrero (kkkkkkk) e foi o pior número da história graças à era fraca. Só não tem 3 ou 4 Slams porque pegou os reis de RG e do AO.

      Ah, o austríaco deixou claro que Slam derrotando um dos Big 3 tem mais valor e não torcendo para que sejam eliminados antes.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Não tem nada que você poste que valha a pena . És de longe o Bobo da côrte. Thiem gostaria de todos ainda em atividade. Não coloque essas asneiras do seu grupinho de Whats no boca do Austríaco. Ele que era ridicularizado por ser apenas um Saibrista , chegou a Final com todos os méritos tirando um dos Big 3 . Você acha que teremos um mané como você, dizendo daqui há uns anos que o SLAM de Novak não foi parrudo ?

        Responder
      2. Rodrigo S. Cruz

        Se tênis fosse só técnica, o que seria do Djokovic?

        Ok, estou brincando… (rs)

        Mas agora falando sério:

        Você devia parar um pouco para se escutar, cara.

        É foda ser repetitivo, mas é muito ridículo esse discurso…

        Meu Deus, eu não me conformo! (rs)

        Você acha que se o Thiem fosse da época do Pete (e tivesse perdido para ele) não teria falado exatamente o mesmo ?

        “prefiro muito mais ganhar um Slam se for em cima desse cara”.

        Lógico, né?

        Se o Pete foi um mega-campeão, e o sérvio também é um mega-campeão!

        Mas aí você pega e distorce tudo!

        Até parece que o Thiem vai sair por aí esnobando os Grand Slam’s do Sampras ou do Federer, só porque você botou na cabeça isso…

        Ou só porque não derrotou o teu NÚMEN sérvio na final…

        kkkkk

        Responder
        1. Paulo Almeida

          De novo, você não entendeu nada do que eu disse (ou não quis), ignorou o post absurdo do tal de Groff e foi tomar as dores dele só porque era contra mim.

          Analfabetismo funcional pesado ou a costumeira hipocrisia, já que vive dando risadas dos posts do Vitor Hugo. Você escolhe.

          Responder
  14. Ronildo

    Resposta ao Daniel
    Vamos falar seriamente sobre crescer como pessoa:

    Você sabe qual é uma das principais características do fanatismo? Ficar chateado, enfurecido com opiniões contrárias!
    Aconselho você a rever a relevância e importância que você dá aos diversos segmentos da sociedade humana. Te garanto que nenhum esporte é motivo sério para uma pessoa realmente ficar chateada com outra. Não para os apreciadores, fãs e até torcedores. Mas te digo uma coisa: ser taxado de torcedor é depreciativo para mim. Me considero apreciador deste esporte e o aprecio desde as primeiras conquistas de Pete Sampras. Agora, se você Daniel, for algum representante de interesses comerciais de Djokovic no Brasil, ou algo parecido; algum parente, peço desculpas a você. Peço desculpas, confirmando que não tenho intenção de mudar o teor de meus comentários enquanto certa galera continuar depreciando a imagem de Roger Federer com termos pra lá de mal educados, ou tentando depreciar o valor de suas conquistas através de alguns artifícios.
    E porquê faço isso? Por uma questão de justiça e história em um meio que acompanho desde os anos 90.

    Sobre Federer: não acho que ele seja a melhor pessoa do mundo, embora tenha muitos atributos. Como personalidade, prefiro o Murray. Mas não dentro de quadra, onde prefiro o comportamento de Federer.

    Sobre o Big3: já falei aqui em posts anteriores que possivelmente quando se aposentarem, ninguém saberá dizer com certeza quem foi o maior.

    Sobre Djokovic: você errou feio meu caro. Eu não o odeio. Sequer fico chateado com alguém por suas opiniões. Como saber apenas através da leitura se a pessoa realmente acredita no que escreve ou está apenas sendo irônico? Mas se acreditar? É daí? Estamos falando apenas de esporte!!! Não estamos falando de assuntos sociais sérios! Salvo claro, alguém tenha alguma dependência financeira disto!
    Agora, uma coisa que me incomoda é a distorção coletiva de fatos históricos em prol de uma paixão! Daí não né!? É inclusive uma questão de cultura!

    Quanto à questão da mudança da raquete do Federer, foi apenas uma proposição minha como resposta ao Pessanha que tinha feito um comentário com o mesmo teor, apenas com relação ao Djokovic! Você não notou o comentário do Pessanha? Então repeti algo que até mesmo o Dalcim já havia falado anteriormente: “Se Federer tivesse mudado a raquete 5, 8 anos antes, provavelmente suas conquistas seriam maiores!” E provavelmente também haveria saldo positivo nos confrontos com Djokovic!

    Por isto Daniel, faça como o Luiz Fernando, um cara que tem algumas opiniões contrárias à minha, mas que eu admiro por considerar o blog fonte de divertimento. Divirta-se!

    Divirta-se e medite no que realmente é algo digno e relevante para um homem e mulher ficar chateado!

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  15. DANILO AFONSO

    Diferentemente do que alguns possam imaginar, a POPULARIDADE do DJOKOVIC aumenta significativamente todo ano. Arrisco a dizer que entre os novos praticantes e torcedores deste esporte maravilho, NOVAK é o que mais atrai fãs pelo mundo. É óbvio que a seu reinado na década passada contribuiu muito para isso.
    Aqui no Brasil essa minha impressão é nítida. Há anos frequento clubes e hotéis com quadra de tênis, e há poucos menos de 6 anos faço questão de pergunta aos praticantes qual é o seu tenista favorito. Obviamente que FEDERER ainda tem mais fãs quando a “pesquisa” envolve todas as faixas etárias, com NADAL e DJOKOVIC quase empatados. Mas entre os praticantes abaixo de 35 anos, o sérvio tem mais fãs na maioria das oportunidades.

    Como DJOKOVIC apareceu para o tênis com destaque apenas no final da década retrasada e sendo coadjuvante da dupla FEDAL, é óbvio que torcedores órfãos de McENROE-BORG, EDBERG-BECKER e SAMPRAS-AGASSI e outros tensitas, migraram e enraizaram quase que na totalidade a massa de torcedores para FEDERER ou NADAL.
    DJOKOVIC e os demais tenistas na época (2003 a 2010) atraíram irrisório quantitativo de torcedores a seu favor.

    Logo os praticantes amadores e/ou torcedores nascidos por volta de 1960 e 1985 já tinham escolhido sua torcida entre NADAL e FEDERER, restando a DJOKOVIC a contar de 2011 quando elevou o seu nível e começou a faturar com regularidade os grandes torneios, atrair a atenção dos novos simpatizantes do esporte.

    Entretanto, mesmo DJOKOVIC dominando a década passada, teve que dividir uma fatia de novos torcedores do esporte com a dupla FEDAL que continuava em evidência e conquistando títulos relevantes.

    Assim, DJOKOVIC ou qualquer outro tenista que tivesse dominado na década passada, não seria o mais popular, haja vista que dá massa geral de torcedores deste esporte, cerca de 50% a 70% dos torcedores já tinham optado por torcer para FEDERER e NADAL na “transição de bastão” SAMPRAS/AGASSI.

    Dito isso, essa conversa fiada de que o comportamento e atitudes de NOVAK contribui para ele ter menos torcida e apoio do estádio, não condiz com a realidade. Na reta final dos Slams, principalmente nas finais, temos muitos torcedores da dupla FEDAL. É certo que a maioria vai torcer contra ele mesmo quando o sérvio enfrenta outros jogadores fora do BIG3. Acredito que muita gente torce por ele não apenas porque o sérvio é um monstro, mas também pelo seu comportamento passional, sincero e explosivo durante os jogos, um guerreiro que extravasa as emoções durante as batalhas.

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  16. Luis Nascimento

    Eu acredito que o Djokovic vencerá mais um Slam em 2020, aposto em WB. Porém o seu foco maior será a Olimpíada, não tenho dúvida disso. O choro do Djoko após a derrota para Del Potro na Olimpíada do Rio, mostra o quanto ele está obcecado pela medalha de ouro.

    Acredito que toda a preparação física para essa temporada, além das escolhas dos torneios, levará em conta a Olimpíada. Lembro que o sérvio chegou ao Rio esgotado após vencer um Master 1000. Duvido que fará isso em Tóquio.

    Caso conquiste o ouro olimpíco, será eternizado como o “melhor tenista de todos os tempos”, eu não tenho dúvida disso.

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    1. Arthur

      Galera esquece como o tênis é dinâmico, Brack.
      Só voltar um pouquinho no tempo pode ser um wake up call pro pessoal do hype:
      Em 2015/2016, Djoko ganhou quatro Slams seguidos, incluindo o finals no meio e coroando com o único Slam que ele ainda não tinha: Roland Garros.
      Daí pra frente, foram quase dois anos inteiros de draga, até ele ressurgir em WB 2018.
      Vamo baixar a bola, pessoal, porque o futuro a Deus pertence.

      Um abraço.

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      1. Fernando Brack

        Isso aí, meu camarada. O homem até pode ganhar, caso ocorra um alinhamento dos astros a cada torneio que ele jogar, o que equivale a boas chaves, estar 100% no fisico e no emocional, etc. Agora, achar que vai ganhar só porque acaba de levantar mais um grande título é puro fanatismo. Abs

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      2. Barocos

        Apenas para refrescar a memória, foi nesta fase que ND desenvolveu uma grave lesão no cotovelo e achou que, ao abraçar árvores, iria resolver o problema. Como conseqüencia, Nadal e Federer, que não tinham nada com isto e são bem mais pragmáticos em questões médicas, tiveram as suas caminhadas para títulos importantes facilitadas. Note-se, que eu disse facilitadas, gostaria que não tentassem ler em demasia esta assertiva, em nenhum momento eu declaro que os mesmos não teriam conquistados os torneios nos quais se destacaram.

        Nadal passou por vários problemas físicos, acho quem 2014, e Federer já enfrentou mononucleose e um sério problema nas costas, quando também tiveram quedas de rendimento no circuito.

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    2. DANILO AFONSO

      Eu acho muito difícil DJOKOVIC chegar perto do rendimento e resultados de 2011 e 2015. Fiquei até surpreso com o texto otimista do DALCIM. Ezpero que ele esteja certo….kkkk
      A quantidade de competidores com capacidade de ganhar dele desde 2019 é muito maior e o sérvio já não consegue se manter no “casco” por muito tempo emendando vários títulos em pequenos intervalos. Acho que o físico dele ainda é acima da média, mas não sobra tanto como antigamente, seja pela idade chegando seja porque a nova geração já tem a coinciiencia que necessitam estar 100% fisicacamente para chegar com chance de vencer o BIG3.

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      1. José Nilton Dalcim

        Talvez eu não tenha me feito entender da forma correta. Eu não quis dizer que os resultados seriam maiores que 2011 ou 2015, porém mais relevantes, já que indicariam uma quebra de recordes muito importantes no tênis.

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      1. Naira

        Rodrigo, bom dia. Penso que o Dalcim não precisa que alguém o defenda, porém este blog é o melhor blog de tenis na minha opinião. Este blog foi dedicado, basicamente ao Djokovic porque ele acabou de ganhar um GS. O Dalcim faz o mesmo quando é o Nadal e/ou o Federer a ganharem. O momento presente é do Djokovic, simples assim.

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          1. Rodrigo S. Cruz

            Dalcim,

            Você está redondamente equivocado!

            O meu post não foi direcionado a você não…

            Eu me referi á quantidade imensa de fãs do sérvio aqui no blog!

            Não fiz crítica nenhuma ao que você escreve de elogios seja ao Nadal, Djoko ou Federer.

  17. Ronildo

    Gente, me perdoem a expressão: mas chega a ser ridículo a pessoa pensar em rendimento ou aproveitamento em finais e desconsiderar o APROVEITAMENTO EM TORNEIOS.

    Ahh tá! É que o cara que tem o melhor aproveitamento em torneios ainda detém os principais recordes. Então vocês não podem FALAR DE TODOS OS NÚMEROS!

    Entendi esta obcessão por aproveitamento em finais!

    Responder
  18. Paulo Almeida

    Revi a partida sem o fator emocional e foi um JOGAÇO, com vários pontos sensacionais. Claro que o final do segundo set e o final do terceiro foram PAVOROSOS por parte do GOAT Djokovic, mas ele jogou bem e foi superior no primeiro, no quarto e no quinto sets. Portanto, o título foi merecidíssimo.

    O sérvio é o rei absoluto do Australian Open (8 finais/8 títulos, todos PARRUDOS) e de Wimbledon (6 finais/5 títulos, todos PARRUDOS). Nada de Philippoussis, Roddick e Cilic como principais adversários nas conquistas.

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  19. MARCELO NEVES MURER

    Dalcim parabéns pelo seu trabalho!

    Existe excelência na sua prestação de serviço.

    Agora compartilho do seu prognóstico.

    No seu entendimento o Andy Murray é o tenista mais azarado de todos os tempos? Por ser contemporâneo do Big 3 ?

    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Obrigado, Marcelo! Sim, se você pensar no que ele poderia ter feito. Mas vejamos o lado positivo: ele ganhou três Slam, dois ouros olímpicos e mais de uma dezena de Masters encarando o Big 3. E foi por algum momento o número 1, portanto acima de todos eles. Então, apesar de talvez ter nascido em momento difícil, ele fez por merecer um lugarzinho na história.

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        1. Alessandro Siqueira

          Sandra, apenas os números #1 e #2 estão completamente a salvo de se encontrarem antes da final. Todos os demais são sorteados e as chances do #3 e do #4 esbarrarem com o #1 ou o 2# nas semis é rigorosamente a mesma. Assim, considerado o ranking atual, e considerando que todos os cabeças avancem após o sorteio até a semi, Djoko pode pegar Federer como Pegar Thiem. O mesmo vale para Nadal. Essa coisa de o #4 pegar chave mais difícil não tem um sentido matemático. Se quer dizer algo, talvez seja no plano místico.

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  20. Marcão

    Sei que corro riscos em citar nomes de verdade. Mas nesse caso não tem jeito. Se lhe atribuo um nome diferente, a história sai dos conformes. E é história mesmo, porque o que se passa abaixo realmente aconteceu, não é fantasia da memória. Só me resta, então, torcer para que a personagem em questão não goste de tênis ou, caso goste, que não acompanhe este hilariante blog. Lá vai: Ana Alice era a menina mais linda da terceira série e representava para os meninos do colégio tanto ou mais do que aquela garotinha ruiva representava para o Charlie Brown. Os cabelos louros cacheados, os olhinhos azuis brilhantes e o delicado furinho no queixo a todos encantavam. Contudo, o que de fato alimentava a inalcançável paixão da gurizada era a grafia intrigante do seu nome na primeira página do caderno dos eleitos: em silvapen rosa e amarelo, as roliças pernas dos dois AA, de jeans ou saia pregueada, subindo e descendo à semelhança de inebriante clave de sol…

    Certo dia, numa daquelas aulas de dicionário que nos descortinavam o mundo encantado das palavras, um dos meninos, cujo nome posso omitir sem prejuízo de entendimento, levantou o dedo, rubro de emoção, coração batendo feito perereca de criatório, indicando à professora, cujo nome também posso omitir, que pinçara uma palavra inusitada. “Fessora, a senhora não vai acreditar, mas encontrei Ana Alice no dicionário!” A turma, então, parou, o colégio parou, o mundo inteiro parou, face ao encanto do adivinhado. Não era possível! O nome Ana Alice passeando a descoberto na tipografia indelével do dicionário significava o seu passaporte definitivo para a imortalidade! A professora, trêmula, em estado de choque, depôs a lista de chamada, colocou os óculos de aro de tartaruga e mais apressada que garçom de rodízio encaminhou-se à carteira do triunfante aluno, cujo indicador direito segurava pelo rabo a esperneante descoberta. O que se seguiu, todavia, para decepção dos meninos, felicidade das meninas e frustração da transcendentalidade foi a irascível reação da professora “Não seja burro, J! Não é Ana Alice, é análise! A-ná-li-se!” E o anticlímax que se seguiu murchou até as orelhas dos dicionários…

    Ah, dirão muitos, o que uma singela aula de dicionário tem a ver com o tênis? Tudo, meus amigos, literalmente tudo. Ontem, por exemplo, quem assistiu aos três primeiros sets da final poderia imaginar que o nome de Dominic Thiem não restaria imortalizado no caderno do Australian Open? Alguém imune à paixão pelo sérvio apostaria na vitória de Novak Djokovic após aquele acachapante 2×1? Sim, eu sei das verdades: se Vincent Price morreu 33 vezes, Djokovic sobreviveu muito mais do que 33 vezes. Mas, convenhamos, o rumo do troféu parecia inexoravelmente a caminho das raquetes de Thiem, que não se apressava, esbanjava pernas, tudo devolvia, sólido no fundo da quadra, direita e esquerda entrando de todo lado. Não se vislumbravam, àquela altura, opções para Djokovic. Eu mesmo, confesso, por várias vezes acariciei com meus dedos de Parkinson o botão “cancelar aposta”. E se não o fiz foi porque me lembrei daquela aula de dicionário das brumas da minha infância. Em algum momento remoto, antes da definitiva bola, Djokovic haveria de escanear o tabuleiro, ler o jogo, analisar as opções e encontrar a solução. Afinal, ninguém faz isso melhor do que ele! Ninguém como Djokovic sabe o exato momento de ter coragem e o momento oportuno de ter cautela. Ninguém mais do que Djokovic sabe que a coragem mais útil decorre da avaliação justa do perigo iminente. De fato, quando Djokovic passou a colocar as bolas a um palmo da linha de base e concedeu a Thiem o monopólio da coragem desmedida o troféu decidiu-se pelo soberano de muitas cabeças. Amigos, os contornos do novo estão cada vez mais nítidos no horizonte do tênis masculino e a nova geração sabe que a última fronteira do big-3 encontra-se logo ali, ao alcance das suas raquetes, mas para batê-los em uma final de Slam é preciso bem analisar as variáveis. É preciso saber o momento de ser transgressor, o momento de ser audaz e o momento de ser covarde. É preciso mesclar razão com instinto, força com sabedoria, arrojo com paciência. Nesse ponto do trecho, não tenho dúvidas, Big-3 e nova geração têm o mesmo repertório e os mesmos dicionários, o diabo é que onde se lê análise os jovens ainda lêem Ana Alice…

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    1. Luiz Fabriciano

      É emocionante, para dizer pouco, ler seu texto Marcão.
      Além de entender muito do esporte, da escrita nem é necessário comentar.
      Volte sempre.

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    2. Barocos

      Mais um belíssimo e criativo texto. Minhas sinceras, ainda que enciumadas (no melhor dos sentidos, claro), congratulações.

      Seus textos me lembram os de um antigo professor de literatura que tive, Aurélio, nos agora longíqüos e terrivelmente saudosos anos concludentes da década de 70. Além de muito engraçado, eclético e erudito, o finório tinha o hábito de nos pregar peças com composições nas quais deveríamos identificar os estilos e os escritores. Em certa ocasião o malandro, após nos brindar com mais uma bela prosa, e diante da dificuldade da turma em findar o exercício, resolveu fornecer uma pista, disse ele em tom solene “Carlos Drum..”, recebendo de volta um aliviado, assertivo e uníssono “Drummond de Andrade”, após o qual, estampando um sorriso maroto e inflexão zombeteira, disparou “Drummond de Aurélio”, sim, o autor era o próprio.

      Como não poderia deixar de ser, diante das inúmeras artimanhas infligidas, as turmas nas quais o ladino ensinava resolveram retribuir. Escolhemos um segmento do passeio pouco espaçoso onde a altura do meio fio era particularmente elevada e ali depositamos o carcomido veículo da criatura, que ali permaneceu até o final do período letivo, sob efusivos protestos do velhaco.

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  21. Vítor Barsotti

    Quanto ao fato do Djokovic jogar quase sempre com a torcida contra, penso o seguinte:

    Por mais que tenha surgido com a dupla FeDal já consolidada, creio que esse não seja o principal fator (afinal, “todos” gostam de um novo herói, alguém que apareça pra quebrar o statos quo e tomar o topo). Penso que sejam as próprias atitudes do sérvio em quadra, e olha que acho que quebrar raquetes seja o menor dos males. Sorrisos irônicos quando as bolas do adversário estão entrando, postura corporal ridícula quando não alcança ou erra uma bola (percebam que ele sempre se curva pra baixo nessas situações), gritos (olhares e gestos) exagerados quando em situação tensa na partida. No fim, considero o sérvio um cara extremamente competitivo, que quer lutar até contra o vento e sol, ultrapassando uma barreira que eu, particularmente, considero saudável num confronto esportivo. Essa coisa de “contra tudo e contra todos” acho uma grande besteira, afinal se você é um cara de bem e consolidado, tem muita gente te acompanhando e torcendo por ti.

    Em tempo, uma postura que achei muito bacana do sérvio foi na final de WB do ano passado contra Federer. Não houve qualquer afetação. Se fosse sempre assim, torceria por ele mais vezes com certeza.

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    1. LUIZ EDUARDO BARBOSA

      Eu tenho uma opinião. Acredito que a maioria das pessoas q acompanham tênis já tinham Nadal ou Federer como seus preferidos quando o Djokovic despontou. Desta forma é natural que em qualquer torneio (exceto na Sérvia) a maioria da torcida vai ser de Federer e Nadal e, logo, vão torcer contra o Djokovic.

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    2. Marcelo-Jacacity

      Vítor,
      Por mais que o Djokovic queira aplacar o seu “eu” ele é o mais humano do Big-3 e demonstra demais o que sente, e suas frustrações. Geralmente isso, traz prejuízo a ele quanto a novos fãs? Talvez, sim. Nadal e Federer são mais frios e calculistas comportalmente falando e angariam muitos fãs e mantém a base conquistada há tempos. Já em relação ao “jogo jogado” o sérvio parece uma máquina, um T-1000.
      De fato, é uma estranha dicotomia.
      Bom, torço para o Djoker desde 2007, gostei dàquele moleque despojado começando a incomodar Federer e Nadal. Pra mim, não tinha graça torcer para dupla Fedal, era muito fácil, ganhavam tudo. Djoko venceu o AusOpen-08 depois…ok, mas depois foi uma seca só, e realmente foram anos de sofrimento torcer para o sérvio, sempre era derrotado nos Majors pelo Fedal, e abandonos vários, pois sofria demais com o calor.
      Sinceramente, eu acho que ele deve assumir o papel de vilão. Chega de abraços e corações para a platéia. Seja Vegeta!
      Prefiro esse Novak, cara imperfeito, complexo, a torcer para os modelos Federer e Nadal.
      Gosto do Kyrgios, claro que o australiano é muito over, passa realmente do limite, mas é só se controlar um pouco.

      Segundo o Marian Vadja no bola amarela:
      “Antigamente era mais difícil trabalhar com o Novak Djokovic, porque ele era muito emocional e totalmente imprevisível. Mas ele agora é muito mais calmo. Sabe exatamente o que fazer com o seu jogo e tem uma confiança enorme nas suas capacidades”, assumiu o técnico eslovaco.

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      1. Marcelo-Jacacity

        Obviamente, seria muito mais fácil para a imagem do Djokovic se ele entrasse em quadra e apenas jogasse sem reclamar da torcida, sem pegar no pé do árbitro (literalmente) na final de ontem, sem apressar o boleiro, assim como entrou e apenas jogou na final de Wimbledon-19.
        De qualquer forma há um monte de tenistas no circuito que não se comportam conforme à etiqueta do tênis. Mas eles não são o n. 1 do ranking mundial, ou seja, a repercussão em cima do sérvio para o mal sempre é grande. Enfim…

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  22. João Almeida

    Sinceramente, não sei até que ponto o Djokovic repetirá a dinastia que teve em 2011 e 2015. Acho um tanto precoce prever que ganhará isso ou aquilo, mesmo com mais uma atuação sólida nos momentos cruciais e outro título merecido em Melbourne. Não sei, por exemplo, o quanto a sequência Wimbledon – Olimpíadas – US Open afetará não somente ele, mas a Federer e Nadal, que certamente estarão querendo a medalha de ouro. Qualquer um dos Big 3 deveria diminuir o calendário de Masters, acredito que é o mais viável pensando nos GS e na extensão da carreira. Para mim, a certeza, mesmo, é que Thiem elevou o seu jogo em quadras duras em 5 sets, é provável que seja o candidato mais próximo a bater algum Big 3 nos próximos GS – papel que se esperava de Tsitsipas ou Zverev anteriormente.

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  23. Maurício Luís *

    Tenho o maior respeito pelo Bellucci. Foi 21 do mundo e carregou o Brasil nas costas em edições passadas da Copa Davis. Lamento que tenha tanta dificuldade de sair desse buraco em que se meteu. Pesa também o fato de que não é mais nenhum garotinho, já tem + de 30 primaveras… Mas continuo torcendo.
    Nem sei o que é que está caindo mais: se o Bellucci no ranking ou a cabeleira do Nadal (eu TINHA que falar dele, né…?)
    Outra que não tá nada bem é a Teliana Pereira. Mas ela já não tem o mesmo talento do Bellucci. É mais esforço, mesmo. Então, com muito esforço e pouco talento, fica ainda mais difícil.

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  24. Heitor de Oliveira

    xiii, li que o everaldo marques nao quis prorrogar seu contrato com a espn e vai para o sportv!!
    espn perde um de seus melhores profissionais

    Responder
    1. Duda

      Os próximos direitos de TV serão da Apple, Amazon & Google. Isso pode assustar a ESPN para deleite das ligas esportivas. A Disney não tem mais dinheiro que esses players e Google divulgou que obteve mais de 15 bilhões de dólares de lucro com propaganda no youtube ano passado.

      Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Paulo,

      Esse aproveitamento do Djokovic no USOpen é ridículo, de ruim, mesmo. Muitas chances desperdiçadas (2012 e 2013 no mínimo) ninguém lembra de quantas finais o esportista fez, mas sim das conquistas.

      Responder
  25. Luiz Fernando

    Prezado Ronildo, apesar de sua visão imprecisa quanto ao campeão do AO, gostaria de pedir a vc uma definição mais explícita do ranking ao final do ano: segundo vc Nadal sairá do Top 4, Djoko será o quarto e Federer estará onde? Será q o Bello tem chance de número um?

    Responder
    1. Helena

      Vi aqui que o Nole já conquistou 2,665 pontos em 2020. Se deitar na rede e não entrar mais em quadra, já tem números para terminar o ano como número 10 do ranking. É muito difícil imaginar qualquer um do Big 3 fora do top 5. Federer é o que tem a posição mais ameaçada, mas se for feita uma consulta no site da ATP dá para ver a diferença na quantidade de torneios disputados entre ele e os seus perseguidores mais próximos (Thiem 5 a mais, Medvedev 7, Stef 10!!!!). Claro que existe um limite de torneios para pontuar, mas ainda assim isso significa mais oportunidades de melhores resultados e ainda assim o Fedex tem uma boa vantagem para o atual quinto colocado (mais de mil pontos de diferença).
      Não tem jeito, torcer contra esses caras só deve causar estresse, porque eles não cansam de fazer o difícil parecer banal.

      Responder
      1. Jonas

        Boa, explica pro Ronildo como funciona o ranking da ATP.

        Na cabeça dele, o Federer fechará o ano como n1. Aliás, Federer vai acumular mais 100 semanas como primeiro!

        Djokovic? Esse tenista fraco aí sai do top 20.

        Responder
    2. Ronildo

      Humm, vamos ver Luiz Fernando:

      Cara, fiquei decepcionado com o Tsitsipas. A maneira que ele foi controlado pelo Raonic foi surpreendente. Tinha sido campeão de maneira gloriosa no Finals. Agora realmente ficou tudo embaralhado e embaraçoso kkkk
      Por outro lado Djokovic conseguiu defender o AO, pode ser que esteja entre os 4 em Dezembro. Federer também estará. Nadal não, ficará provavelmente em quinto ou sexto. Mas o número 1 será o Thiem.
      Estes são meus palpites pós AO.
      A cada torneio vou ajustando meus palpites. Estes são os palpites variáveis, só que eu esqueci de avisar o pessoal. Após o US Open já posso dar o palpite regular e finalmente após o ATP de Paris poderei enunciar o definitivo, que terá validade até dezembro de 2020.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Eita Ronildo, depois de Paris, o penúltimo grande torneio do ano, você acha mesmo que ainda será necessário seus palpites? Aí até minha vozinha que não viu um jogo de tênis pode acertar.
        Essa foi a melhor de todas. Parece até um “consultor de sopa pronta”.

        Responder
  26. Renan Augusto

    Vejo muitos duvidarem de um ano mágico do Djokovic mas acho que o Dalcim pode ter razão sim. Indian Wells, Miami e Monte Carlo eu tenho certeza que o sérvio pontuará muito mais que em 2019. No mais, se acontecer do Djokovic vencer RG e não acho nada difícil, pode apostar que haverá um frenesi no mundo do tênis no aguardo de Wimbledon e o US Open.
    Quanto as 310 semanas do Federer, para mim é quase certo que Djokovic passa e amplia de forma considerável. A questão pra mim é quanto mais dos 310 ele vai elevar esse recorde.
    Brindemos ao Big 3 e pela história escrita por eles e que possivelmente continuará a ser escrita pelos próximos 3 ou 4 anos e parem de picuinhas. Aproveitem e curtam as partidas de tênis sem transformar isso num Palmeiras x Corinthians.

    Responder
  27. Groff

    Venho ouvindo tanta coisa estranha por aqui (e não sei, Dalcim, como você tem tanta paciência), então resolvi dar uma contribuição. Ninguém, mas ninguém fala há muito tempo do fato de que, desde 2001, os Slam têm 32 cabeças de chave em vez de 16. Não se fala, muito menos, de quanto é mais difícil jogar com uma chave bem mais restrita e o porquê de as primeiras semanas de Slam terem virado um elixir para a falta de sono. Por fim, não se fala que, excluídos os Big 3+ Murray, e um ou outro dependendo da época (às vezes Wawrinka, às vezes Cilic, e agora Thiem e Tsitsipas, por exemplo), o restante do Top 20 é uma tragédia e não representa ameaça séria para ninguém.

    Vamos comparar as chaves de dois monstros absolutos, Sampras e Djokovic, em torneios em que não levantaram a taça:

    Chave do Djoko até a final no US Open de 2016:

    1. Janowicz (quem?)
    2. Veselý (não entrou em quadra)
    3. Youzhny (abandonou no primeiro set)
    4. K. Edmund
    5. Tsonga (abandonou no terceiro set)
    6. Monfils
    7. Wawrinka

    Chave do Sampras até a final no AU Open de 1995:

    1. G Pozzi (belza, vai um “quem?” aqui também)
    2. Krošlák
    3. Jonsson
    4. Magnus Larsson
    5. Jim Courier
    6. Michael Chang
    7. Agassi

    Peguei dois exemplos de chaves “fáceis” entre os dois jogadores citados. Favor notar a diferença da quarta rodada em diante, em que já estariam em tese os cabeças: Magnus Larsson, baita jogador que já havia batido Sampras no carpete, versus Edmund, que até é bom jogador mas cuja melhor posição na vida foi 14 até agora. Daí pra frente, só campeões de Slam para o Sampras em comparação com o que o Djoko recebeu.

    Isso é só um exemplo absurdo para mostrar que as pessoas têm de parar de analisar só números e olhar para o que é, e era, o jogo de modo sistêmico.

    Se for para relativizar da maneira que um povo faz por aqui, pode-se dizer até (e não há planos nem intenção de desmerecer ninguém com isso) que os 17 de Novak não valham mais do que os 14 Slam de Sampras. Aliás, pode-se dizer o mesmo sobre os 19 do Nadal (sem competidores diretos no Saibro) em relação aos do Sampras (eu, particularmente, pela variedade e dificuldade, dou mais valor aos 17 de Djoko do que aos 19 do Rafa) e isso vale para o Federer também de certa maneira, que só ganhou campeonatos com 32 seed (mas aí seria necessário entrar na questão da velocidade dos pisos e da bola, que o povo também insiste em ignorar).

    São todos monstros, mas é urgente inserir conquistas no devido contexto. Essa é a maior geração do tênis, sim, em relação aos players de ponta jogando no mesmo período ela é, mas nos últimos anos o Top 20, excluídos os primeiro 5, era e é uma vergonha, e a competição só fica séria nas duas, quando muito três, últimas rodadas de Slam. Menos, povo, bem menos.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Deixe de ser desonesto intelectualmente, cara.

      Sampras ganhou VÁRIOS Slams sem enfrentar sequer um top 10 pelo caminho, enquanto Djokovic ganhou todos os seus 17 enfrentando pelo menos 2. O sérvio é MUITO mais jogador do que o americano sacador-voleador e também o surra nos números: 17×14 em GS, 34×11 em M1000 (mais do que o triplo) e tem Roland Garros e 9 M1000 no saibro (Sampras era um fiasco por lá e sequer tem final no Major francês). Em breve perderá as poucas semanas como número 1 que tem a mais e só manterá (por enquanto) o número de temporadas finalizadas no topo.

      Favor não confundirem o Sampras jogador com o Sampras comentarista, que de fato fez uma ótima análise dos adversários do Fregueser na entressafra.

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        1. Paulo Almeida

          Não insinuei isso. Só me antecipei no caso de alguém falar algo do tipo: “Ah, mas quando ele fala do Federer, tá tudo certo, né?”

          Sampras era o GOAT antes do Big 3.

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        1. Paulo Almeida

          Agassi fechou o Career Slam antes da padronização. Não é desculpa para ele ter sido horroroso no saibro, com uma mísera semifinal de Roland Garros. E olha que não existia nenhum Nadal na época.

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      1. Groff

        Qual a razão da ofensividade? O fato de eu ter oferecido informações e uma análise de contexto machucou a tua sensibilidade? E dizer que alguém é “desonesto” intelectualmente sem refutar com dados nenhum dos pontos não é uma forma de desonestidade (nesse caso verdadeira)? Não sei quem você é e nem o porquê de ficar tão zangado. Típico brasileiro que só gosta de torcer, sem filtros, e acha que no mundo tem “bons” (os que você gosta) e “maus” (os que lhe contradizem). Aposto que votou no Bozo…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Você citou um mísero exemplo que favorece o americano e ignorou todo o resto pra tomar como verdade que os 14 Slams do Sampras valem mais do que os 17 do Djoko. Totalmente absurdo e desonesto sim. E daí que não havia 32 seeds? Até parece que existiam mais do que 8 jogadores fortes no circuito.

          Já foi feito um levantamento dos Slams vencidos por Sampras, Federer, Nadal e Djokovic e vários do americano são tão questionáveis quanto os do suíço. Se eu tiver paciência, posso fazer esse estudo, assim como fiz com os do rival do sérvio.

          Não interessa em quem eu votei. Típico “argumento” pra desconversar e partir pro ad hominen. Patético.

          Responder
          1. Groff

            Meu caro, você se afunda cada vez mais na sua raiva cega. Olha a sua frase: “Até parece que existiam mais do que 8 jogadores fortes no circuito.”

            Você sinceramente consegue dizer isso olhando o Top 10 de 1995 (vide abaixo). De verdade?

            https://www.atptour.com/en/rankings/singles?rankDate=1995-09-25&rankRange=0-100

            E, pior, consegue comparar com o ano que eu mencionei (2016), excluindo o top 5, como foi minha observação original:

            https://www.atptour.com/en/rankings/singles?rankDate=2016-05-02&rankRange=0-100

            Desculpe-me, mas você não pode estar falando sério.

            Vamos a outra das suas (de novo, não estou inventando nada; os conteúdos entre aspas estão tal e qual): “ignorou todo o resto pra tomar como verdade que os 14 Slams do Sampras valem mais do que os 17 do Djoko”.

            Aponte, por favor, onde foi que eu disse que isso era uma “verdade”. Eu estava falando de relativização, que aparentemente é algo que você faz (acho que vi alguma bobagem como Grand Slam “forte” e “fraco”; só apontei que o argumento pode ser usado em praticamente qualquer circunstância). Você tem direito à livre interpretação, mas não à deturpação do que de fato foi dito.

            Estou levando isso adiante porque a discussão me diverte e só por isso me dou ao trabalho. Até porque, ainda acredito em boa argumentação contra trolls.

      2. Groff

        Um tal de Paulo Ameida (que pode ser qualquer um):

        “Sampras ganhou VÁRIOS Slams sem enfrentar sequer um top 10 pelo caminho.”

        Alguém que considera 2 sinônimo de “VÁRIOS” é realmente muito honesto no departamento intelectual. E que também não leu o que eu disse no que tange à formação de chaves com 16 ou 32 seeds, já que esse pode ser um dos efeitos de uma chave mais restrita. Triste.

        Responder
  28. Bruno Gama

    Não é a primeira vez que o Djokovic finge um mal estar numa final do Australian Open. Em 2015 contra o Muray, depois de perder o segundo set e ter uma quebra atrás no terceiro, ele fingiu que tava passando mal e começou a se arrastar em quadra, resultado: o Murray se desconcentrou e só venceu mais um game na partida.
    Em 2016 no Us Open na final contra o Stan, também depois de estar perdendo de 2 sets a 1 ele pediu atendimento médico pra esfriar o Stan, mas daquela vez a catimba não funcionou, o Stan não tem o mental fraco do Murray e do Thiem.

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  29. Edi

    Se formos analizar por períodos,o único do Big três que não foi dominante,foi o Nadal, justamente por não ser tão eclético como os outros dois,que jogam como favoritos em qualquer tipo de piso,o Federer um pouco menos no saibro.Nadal tem essa quantidade absurda de slans mais por não ter aparecido alguém que lhe fizesse frente em Roland Garros,já Djokovic e Federer tiveram que dividir o slan da grama e nas hards.

    Responder
      1. Gildokson

        Deve ser por isso que ele disputou 5 finais em RG e várias de Master. Você pode dizer que ele entrava abaixo do rei do saibro, mas nunca entrou sem nenhuma ficha apostada em si, assim como Djokovic que perdeu todos os que realmente valiam para o espanhol em RG e mesmo assim sempre entra como um dos favoritos.

        Responder
    1. Luiz Henrique

      Brother, Nadal tem 5 finais no mínimo em cada slam. Ele é melhor – ou no mínimo tão bom – fora do saibro, do que federer e djokovic são do saibro. Sua desvantagem é que a maior parte do circuito é jogado na hard, imagina se fosse meio a meio com o saibro

      Responder
    2. Luiz Henrique

      Edi, meu brother, nadal tem 5 finais em cada slam. Ele é melhor – ou no mínimo igual, fora do saibro, do que djokovic e federer no saibro.
      Não é nadal que foi favorecido pelo saibro, e sim seus rivais que foram favorecidos pela maior parte do circuito fosse jogada na hard,
      Imagina se fosse meio a meio.

      Responder
  30. José

    Grande Djokovic! Parece que todos as finais ele faz questão que sejam tensas! Rss.!

    Sei lá, pra mim ele já é o maior da história. O tanto de coisas que ele fez nesses últimos anos, acredito que ninguém mais fez nada parecido.

    Que continue dando show por muitos anos!

    Responder
  31. Rafael Azevedo

    Esse AO me fez ter uma nova percepção sobre a discussão “ofensivo, defensivo, maratênis, técnica etc.”

    Para mim, é claro que ambos os atletas do Big 3 são ótimos jogadores, tanto ofensivamente quanto defensivamente. Sim, TODOS! Já vi vários jogos do Nadal em que ele foi ofensivo (exemplos recentes: Kyrgios na 8ª do AO 2020, Tsitsipas no Finals 2019, Copa Davis 2019), e mesmo em jogos em que ele é mais defensivo, quando ele resolve atacar, são pontos espetaculares. Da mesma maneira, já vi o Federer se defender super bem (por exemplo, a final do AO 2017).

    Da mesma forma, TODOS são jogadores com muitas técnicas. Todos possuem ótimos backhand, forhand, voleios, drop shot, passadas, smash, paralelas, cruzadas, slices, saques, contrataques, defesas na linha etc. Obviamente, com diferenças de habilidades nesses golpes (por exemplo, o Nadal é um pouco inferior no saque, o Djokovic é um pouco inferio no smash e o Federer é um pouco inferior nas defesas fundas, etc.). Mas, todos são completos! Os números deles mostram isso (diversos títulos, em todos os pisos, contra todos os adversários e com todo o tipo de jogada espetacular)

    Qual seria a diferença entre eles, então? Na minha opinião, é a estratégia!
    O Nadal e o Federer possuem uma estratégia mais fixa. Geralmente, o Nadal gosta de se posicionar mais no fundo, desgastar o adversário com muito spin e, então, realizar um ataque mortal (ou seja, uma estratégia mais defensiva). O Federer, normalmente, busca atacar desde o início e devolver bolas rápidas para não dar tempo do adversário respirar e, assim, vencer o ponto cedo (uma estratégia mais ofensiva). O Djoko por sua vez se amolda ao atleta e ao momento do jogo. Em outras palavras, ele é ofensivo quando tem que ser e é defensivo quando tem que ser. Isso é o mais fantástico nele. Ele não define sua estratégia e ponto final. Ele vai jogando, observando o adversário, testando táticas de jogo, até encontrar a melhor. Por isso, ele vira tantos jogos, ele munda tanto. O Federer e o Nadal tendem a adotar as mesmas estratégias para qualquer adversário, piso e durante todo o jogo. O Djoko é mais flexível.

    Bom, não sei se a galera concorda, mas, em resumo, me parece que o Djoko tem sido superior nos últimos anos por questões táticas e não técnicas. Ele aprende como vencer cada jogo.

    Responder
    1. Adriano Souza

      O Djokovic não é só tática.
      Ele tem técnica tbm
      Mas muitas vezes a tática se sobrepõe a oscilações técnicas que ele apresenta durante alguns jogos . Ele oscila, como também o Federer oscila, o Nadal…

      Vc disse bem
      Ele estuda cada adversário , e busca uma forma de ganhar o jogo.

      Responder
    2. Marcão

      Concordo inteiramente, Rafael. Em outro tempo, nesta margem ou na outra, não sei, acho que escrevi o mesmo que vc. Só que do meu jeito troncho. Vc foi mais ao ponto, mais técnico. Golpe por golpe, acho que Djokovic só é melhor que os outros dois na devolução. Mas não tem vulnerabilidades, e tem sete cabeças. Um abraço!

      Responder
      1. Mateus

        Marcão, o comentário que motivou esta sua participação vai na mesma direção do perfeito texto que nos transportou aos primórdios da sua infância e apresentou-nos Ana Alice. Parabéns pelos belíssimos escritos!

        Concordo que Djokovic é quem melhor “joga” o jogo em suas variáveis mais extensas, incluindo o que fazer em cada momento de tensão do evento e como conduzir cada ponto, mesclando os ingredientes para a sua combinação definitiva e (quase) sempre vencedora, como um enxadrista que vê a frente e analisa o adversário para derrubá-lo dependendo do que se revela naquele dia do evento, especificamente. E seria um jogo diferente, com peças em posições diversas no tabuleiro, fosse no dia anterior ou seguinte, tão camaleônico é o jogo do sérvio.

        Ouso, no entanto, discordar quando diz que, se excluir a devolução, os demais golpes deste perdem para o de seus principais rivais e algozes. Não existe, talvez na história desse esporte, um backhand (seja de uma ou duas mãos) que mescle com tanta qualidade potência, controle, consistência e precisão. O mesmo golpes de Nadal e Federer não são, nem de longe – pela forma como vejo o jogo – equivalentes ou muito menos superiores ao do balcânico.

        Abraços

        Responder
  32. Valmir

    Dalcim,
    Peço licença para falar de um outro grande evento esportivo ocorrido ontem… o SUPERBOWL LIV
    Ele foi jogado em… Miami…no… Hard Rock Stadium…
    É o mesmo local onde agora é jogado o … Miami Open de Tênis… com o Stadium adaptado para partidas de tênis.
    Na verdade é um grande complexo esportivo… com muitas outras quadras fixas… de tênis

    No intervalo do jogo teve show de… Shakira e Jennifer Lopez.

    O resultado foi a vitória do … Kansas City Chiefs sobre o San Francisco Forty Niners por 31 x 20.

    O Niners … dominou o jogo até faltando 6 minutos para o final por 20 x 10… mas aí os Chiefs anotaram um touchdown
    depois… a sua defesa pressionou o ataque dos Niners e retomou a bola e anotaram outro touchdown… passando na frente por 24 x 20
    Nos dois minutos finais, os Chiefs retomaram a bola novamente e anotaram o touchdown que selou a vitória por 31 x 20.

    Foi a maior virada de último quarto… da história do SuperBowl… 21 pontos (sem resposta do adversário)… em 6 minutos.

    Responder
  33. Rafael Azevedo

    Monstro! Esse cara está escrevendo uma história supreendente nesse esporte. Para a dor de muitos…Mas, ele merece!
    Não sou torcedor do Djokovic, tenho uns 4 ou 5 tenistas na frente dele (incluindo os outros 2 do Big 3), mas reconheço que ele está caminhando a passos largos para ser o GOAT, ao fim de suas carreiras. Hoje, esse é o prognóstico mais provável.

    É impressionante a capacidade do sérvio de virar e vencer partidas/sets. Ele, simplesmente, sabe como vencer! Como Dalcim tem falado, os jogos do Djokovic depende só dele! A sensação é de que ele vence quando quiser!

    Parabéns ao cara. Todos os méritos!

    E parabéns ao Thiem. Gosto muito do tênis dele. Espero que vença um GS ainda esse ano!

    Responder
  34. DANILO AFONSO

    Todos os SLAMs tem a mesma relevância, mas é inegável que o MAJOR AUSTRALIANO é especial devido quase 100% dos tenistas estarem renovados fisicamente e mentalmente após o desgaste da temporada anterior.

    Em tese todos largam em igualdade de condições, muitas vezes entusiasmado e revigorado após troca da comissão técnica, recuperação de alguma lesão e/ou fadiga muscular, eliminação ou atenuação de algum mal psicológivo, maior convívio com familiares e amigos, aprimoramento técnico e tático do seu jogo ou uma simples troca de raquete.

    Responder
  35. Valmir

    Essa é para os que acham que o adversário na final não faz diferença…

    Thiem começou a perder a final… na véspera.

    Ele falou da sua… sina… em finais de Slam
    – Chega em duas finais de Roland Garros… mas tem que enfrentar o… rei do saibro
    – Chega em sua primeira final do AusOpen… e tem que enfrentar o rei da Austrália

    Pensando assim… assumindo que o outro é que manda… é difícil de vencer.

    Se… pelo menos Thiem tivesse a … sorte… de um outro famoso jogador e…
    – Na primeira final em RG… tivesse enfrentado um jogador equivalente ao… Philipoussis
    – Na primeira final da Austrália… tivesse enfrentado um… Marcos Baghdatis… ou Fernando Gonzalez

    A questão não é só de sorte…. Thiem joga na era do Big 3… e ele mesmo disse que quer vencer um Slam com o Big 3 ainda jogando
    daria bem mais valor a esse eventual Slam ganho.

    Agora… como todo sabemos… Thiem não joga na era da … mais fraca entre-safra da história.

    Quem sabe… nas próximas finais… como diz o Ronildo… alguém faça o trabalho de eliminar Nadal e Djokovic
    e Thiem ainda enfrente um equivalente de… Soderling… Roddyck… Hewitt… Gonzalez… Bagdhatis.. Gonzalez… Philipoussis…
    aí será… como se diz na roça…. “macuco no borná” !!!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Podemos usar o mesmo critério idiota que você usa, e dize-lo ao contrário:

      O Djokovic sim vive numa entressafra.

      Pois enfrenta Federer com 38 anos, além do Nadal que NUNCA foi páreo para ele em quadras de cimento.

      E a derrota do Thiem com o jogo na mão ontem foi só mais uma confirmação disto…

      Responder
  36. Miguel BsB

    “Depois de RG Thiem estará como número 1 da ATP, salvo contusão. A queda de Djokovic se acentuará depois de Wimbledom. Este “ano vencedor” de Djokovic ficará apenas no ensaio.” Ronildo
    Cara, na boa, para de escrever besteira. Vc tá se tornando a pitonisa biruta do blog. Kkkkk

    Responder
        1. Ronildo

          Depende do que eu falo Felipão. Já fiz muita análise seria aqui. Porém minhas previsões aqui foram muito mais uma forma de pegar no pé de uma ala que menospreza aquele que é apontado por no mínimo 70% dos que acompanham tênis como o maior tenista de todos os tempos, levando em consideração todos os números. Minha intenção foi plenamente bem sucedida. Ficou bem evidente que os caras ficaram putos da cara kkkkk
          Tem mais duas ainda: Thiem como número 1 após RG e Nadal fora do top 4 em dezembro.
          Só que tem muita coisa para acontecer. Pela forma como estão jogando hoje, vejo Federer mais favorito do que Djokovic em Wimbledom. Também não acredito que Djokovic conquistará o US Open ou RG e a vida destes caras nos atps 1000 não será nada fácil porque há uma garotada com a mão bem afiada no circuito. Todo mundo notou que em 2019 Nadal e Federer lidaram melhor com a nova geração do que Djokovic. Na verdade está tudo incerto, até Djokovic e Federer podem estar fora do top 4 no final da temporada. Porém, pra mim, hoje é fácil Federer vencer Djokovic e Nadal do que vencer Thiem e Tsitsipas. Então veja como as coisas estão embaralhadas. Mas sinceramente, se Thiem focar muito bem, ficar livre de contusão, tem tudo para sair de RG como número 1 e defender até o Finals.

          Responder
  37. Miguel BsB

    Ronildo, vc previu que este ano o sérvio não ganharia mais nada e seria derrotado toda vez que encontrasse um “next gen”…
    O cara simplesmente ganhou TODAS na Austrália por cima de next gen, old gen, intermediary gen….
    Esse foi um dos palpites mais furados que já li por aqui kkkk

    Responder
    1. Morgado

      Esse Ronildo não cansa de passar vergonha. Veio ‘passear’ no mundo através de uma geração espontânea. Numa escala evolutiva, o tal ‘ser’, não consegue ficar à frente de uma esponja do mar. Hilário.

      Responder
      1. Ronildo

        Além de dizer que eu não canso de passar vergonha, você pode citar os motivos desta sua afirmação Morgado? Fazer previsões de maneira descontraída sobre um esporte e errar é motivo para você para se sentir envergonhado?
        Cara, vou te falar uma coisa: decididamente nossos valores não são os mesmos!
        Vou te falar o que me faria passar vergonha:

        _ ser identificado como alguém que chamou uma pessoa mundialmente respeitada de boca murcha.
        _ se eu fosse tenista, ficaria envergonhado de fazer uma criança que está servindo de boleiro chorar devido a minha conduta com ela.
        _ ser pego chamando Federer de Frauderer ou Djokovic de Bagre.

        Lamento por nossos valores não serem os mesmos.

        Responder
  38. PIETER

    Dalcim, vendo o ranking da ATP desta semana, chamou-me a atenção a grande quantidade de tenistas franceses ranqueados. É incrível.
    Qual país, Espanha ou França, tem um melhor trabalho de base no tênis? Será que o tênis é mais popular no Espanha do que na França?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A França tem um trabalho de base espetacular e surge um tenista atrás do outro, todos de qualidade. É quase um absurdo que eles ainda não tenham tido um número 1 do mundo. A Espanha deu um passo para trás na última década, mas ainda assim consegue sempre colocar um novo nome entre os juvenis de destaque.

      Responder
      1. Valmir

        Na história… a grande ARMADA ESPANHOLA… naufragou no Canal da Mancha… durante uma forte tempestade… depois de serem derrotados pelos ingleses.
        Depois disso… a Espanha nunca mais foi uma grande potência.

        No tênis… tudo indica que a Espanha sofrerá algo do tipo.

        A Grande armada espanhola do tênis… Nadal muito à frente… mas também com …. Brugera… Moyá… Ferrero… Albert Costa… Ferrer… e outros um tanto abaixo como… Almagro.. Robredo… Feliciano Lopez… dificilmente se repetirá.

        Responder
  39. Pedro

    Dalcim,

    Como esperado o Nole venceu, apesar de que poucos poderiam prever 3×2, mas venceu. Embora eu ache que o ano está penas começando, e tendo visto que o Nadal já possui adversário que o incomoda (Thiem), talvez RG esteja com a vaga de campeão aberta este ano. Mesmo assim, não acho, embora tudo indique que sim, que Nole fará seu maior ano com vários GS. Federer embora esteja entre os melhores, não tem mais condições de brigar pelo primeiro lugar. Porém, os novos estão cada vez melhores, e por isso, acredito que os GS deste ano serão com vencedores variados, o que na minha opinião seria muito bom. Por tudo isso, talvez Nole ainda seja número 1 no final do ano, mas talvez com uma margem pequena para o segundo, que talvez não seja o espanhol. Acho que o big 3 tem que começar a ser substituído.

    Responder
  40. lEvI sIlvA

    Dalcim, estamos fevereiro de 2020, e desde 2004 há um domínio de “apenas” 3 tenistas no masculino. Você conseguia sequer imaginar que isso iria ocorrer? Digo, a todo momento, vemos a cobrança de resultados sólidos por parte dos novos nomes, mas como eles podem aparecer, se Federer, Nadal e Djokovic não “largam o osso”, por assim dizer?!?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, não imaginava e lembro de ter escrito que esperava a queda dos três a pelo menos dois ou três anos, quando começaram os problemas físicos mais graves de todos eles. Mas a medicina hoje faz coisas incríveis, eles se recuperaram e talento não falta.

      Responder
  41. DANILO AFONSO

    Na ESPN e alguns leitores daqui disseram que o desgaste do THIEM durante o torneio prejudicou o seu rendimento na final.
    Ridículo !! Thiem teve dois dias para descansar e tem 26 anos. Quem assistiu o jogo sabe que ele não perdeu por causa disso.

    DJOKOVIC em 2012 assombrou mundo do tênis vencendo a semifinal contra MURRAY em 4h50min e depois na final bateu NADAL em 5h53min. Mais de 10 horas jogados em duas batalhas.

    Lembro de ler os jornais eletrônicos americanos e franceses abismados com o feito do sérvio ao vencer NADAL, até então considerado disparado o tenista com o maior vigor físico do circuito, e deixá-lo esgotado fisicamente ao final do jogo.

    Resumindo, não vamos inventar motivo para querer desmerecer o feito do NOVAK. O que pesou para THIEM foi a cabeça.

    Responder
  42. Helena

    Dalcim,

    Sabe se alguém já venceu o Nole e o Rafa em um mesmo grand slam? Eu só consigo me lembrar do Wawrinka no AO 2014.

    Outra coisa. Me lembro que você disse que teria uma postagem sobre quem tinha se saído pior e melhor da ATP Cup, mas não achei esse conteúdo. Caso ele tenha sido publicado, você poderia me dizer onde e encontrar?

    Agradeço desde já e parabéns por mais essa cobertura.

    Responder
  43. Marcelo-Jacacity

    Desempenho nos Slams preferidos:

    Nadal em finais de RG : 12 de 12
    Djoker em finais de AO: 8 de 8
    Sampras em finais de Wimbledon: 7 de 7
    Federer em finais de Wimbledon: 8 of 12

    Responder
      1. Alessandro Siqueira

        É sério que você acredita nisso? OITO sobre OITO é igual a 1. OITO sobre DOZE é igual a 2/3 ou 0,66. Isso é matemática e diz sobre aproveitamento em finais. Que você queira dizer que Wimbledon vale mais, faria um esforço para entender. Mas subverter a matemática já não rola.

        Responder
        1. Jonas

          Eu sempre começo a rir quando leio essas pérolas.

          Observe que o Federer ,em Wimbledon, tem TRÊS VICES para um tal de Djoko, e outro vice para um tal de Nadal kkkk

          São os maiores rivais do cara. Mas o “analista” entende que são 8 Slams pesadíssimos kkkk, contra Philipouses, Roddick kkkkkk.

          Era o que tinha entre 2003-2007, fazer o que.

          Responder
        2. Ronildo

          Kkkkk, não me faça rir cara!

          Quer dizer que você encara o circuito profissional de tênis como um jogo de ludo que chegando na final e ficando com o vice perde tudo? E a premiação? Os pontos conquistados? E as vitórias a mais conquistadas por quem só perdeu na final? Porquê há um troféu para o vice e não há para os semifinalistas? Isso não é matemática simples, é matemática um pouco mais complexa que infelizmente nem todos sabem calcular como estou percebendo. Porém se trata de muito mais; de suor, lágrimas, até sangue nas quadras como já aconteceu mais de uma vez de Djokovic se esborrachar no chão atrás de bolas do Federer. Evidentemente que à medida que os tenistas avançam às rodadas finais, a carga emocional aumenta e pode haver até lágrimas por uma final perdida. Mas passada a emoção é evidente que o tenista fica contente de não ter sido eliminado nas fases anteriores. Portanto 8 de 12 é muito superior à 8 de 8 meu caro, isso no tênis. Vai saber no que você está pensando!

          É com essa lógica e análise de números que vocês afirmam categoricamente que Djokovic é o melhor de todos os tempos!!!

          Benza-me Deus!!!

          Obs.: Evidentemente que os 5 anos a mais de Federer no circuito em relação à Djokovic aumenta mais a qualidade dos números de Djokovic. Mas não a ponto de desvalorizar as conquistas de Federer em números absolutos em relação aos números de Djokovic.

          Responder
          1. Jonas

            É lógico que você valoriza os vices. Aliás deve valorizar mais do que um título, já que é torcedor do Federer.

            Na prática, o fato do cara ser vice mostra que ele fez uma campanha digna e somou pontos no Ranking, SÓ.

            A tristeza vai existir, claro. Este é um esporte individual e os caras dão a vida treinando. Em uma final de Grand Slam, os caras fazem tudo que estiver ao alcance pra vencer.

            Dito isto, estamos falando do aproveitamento nas finais. Djokovic tem um aproveitamento bem melhor na Austrália do que o Federer em Wimbledon.

            Os vices do Federer também mostram que ele não teve a capacidade de superar Nadal e Djokovic nessas 4 finais disputadas.

            Se o Djoko tivesse 8/12 na Austrália, enquanto o Federer sustentasse um 8/8 em Wimbledon, aposto que você estaria valorizando horrores o suíço, não?

        1. Ronildo

          Evidentemente que em se tratando de torneios de tênis com grandes premiações a cada vitória, 12 anos com 8 conquistas e 4 vices é bem melhor do que 12 anos com 8 conquistas, 2 semis e duas quartas, hipoteticamente falando.

          Kkkkk, não adianta fazer coro à embromação Luiz Fernando.

          Responder
        2. Leonardo Faria

          Talvez não tenham conseguido entender o que ele quis dizer. Quando se analisa dados estatísticos, pode-se ressaltar um lado ou outro a depender de quem está analisando. Colocando-se sob essa ótica de aproveitamento, eu pergunto quem foi melhor: Guga em RG (3/3 – 100%) ou Federer em WB (8/12 – 66%)? Analisando unicamente o aproveitamento em finais, Guga foi melhor em RG que Federer em WB. Entretanto, colocando-se sob a perspectiva de finais alcançadas, o que é melhor : 8/12 em WB ou 3/3 em RG? Sob esse aspecto, creio que ele quis dizer que 8/12 do RF em WB é melhor que os 8/8 do Djoko no AO.

          Responder
  44. Maurício Luís *

    Interessante que o ganhador David Telles não é nenhum dos ‘videntes’/entendidos que tanto frequentam o blog. Ficaram todos chupando o dedo.
    Os palpites valendo biografia bem que podiam fazer como a Telesena: premiar + e – pontos. Ex: Thiem vence Djoko 3 a 0, parciais de 6/0, 6/1 e 6/2 em 1h10min de jogo. PRONTO. Pela falta de noção, ganha o Troféu Abacaxi.

    Responder
  45. Ivan

    Costumo brincar com meus colegas de trabalho que o futuro da humanidade depende de pessoas que nasceram antes de 1995. Desde então, só mimimi, Gretha(?)… inclusive a turma do ursinho no tênis. Até o LostGen tá indo melhor que o NextGen…

    Bom, Thiem teria mais chance na terra, mas não aposto que ganharia do Nadal em RG. Na quadra dura ou na grama, Djoko tem vantagem porque tem um saque muito acima da média (se não o melhor serviço no conjunto) e ainda devolve tudo.
    Abraços.

    Responder
  46. Rodrigo S. Cruz

    Esse post aqui eu dedico ao CHETNIK.

    Ele disse que o Federer fez teatro contra o Sandgren.

    Se isso tem alguma base, imagine então o Novak hoje contra o Thiem.

    Uma vez que SEQUER problema físico o sérvio admitiu!

    Então como é que se explica um saque a 120 km/h e um total desinteresse pelos pontos, no terceiro set?

    Esse sérvio é um verdadeiro artista.

    Deveria se inscrever no BIG BROTHER…

    kkkkkkkk

    Olha o teatro que ele fez:

    Temendo que pudesse perder para o Thiem, ele bolou o seguinte plano:

    ” Bom, vou ver se o Thiem continua me espancando aqui, e se isso continuar eu ensaio uma contusão mandrake para não parecer que o título dele foi justo… Porém, se eu perceber que ele caiu na minha catimba, eu volto pro meu nível, ganho o jogo, e depois digo que não senti nada”.

    kkkkkkkk

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Ah,

      E antes que venham as pedradas (rs):

      O post acima é uma brincadeira, tá gente.

      Obviamente que nenhum dos dois merece ser acusado de teatro algum…

      Responder
  47. Maurício Luís *

    Pessoal gasta muito tempo e energia tentando dar uma de vidente. Com a honrosa exceção feita aos palpites que valem prêmio, os demais são que nem relógio parado: não atrasa, mas também… não adianta nada. E depois do resultado fica um alfinetando o outro, do tipo “O meu é maior que o seu”.
    Imagino que vão me responder que falar da sogra do Nadal também não adianta nada. Verdade. Mas pelo menos tem a PRETENSÃO de tentar descontrair. Se bem que por hora, cansou minha beleza. Não vou falar dela.

    Responder
  48. Bruno Marcedo

    Da nova geração, eu só acredito na força mental do Medvedev e acho que ele vai ganhar um grand Slam antes do Tsitsipas, Zverev e Thiem.

    Depois do Medvedev, acredito no Tsitsipas, o cara é talentoso. Zverev e Thiem acho q vai levar tempo até vencerem um grand slam, possivelmente serão atropelados pelo geração seguinte.

    Admito que hoje quando o Thiem perdeu o game do 4º set pro Djokovic eu deliguei a televisão. Não tem emoção continuar vendo um jogo sabendo o resultado. Final de Slam só tem emoção se for entre o Big 3.

    Responder
  49. Eduardo

    Mestre, levando em conta q Djoko quase sempre jogou com torcida contra em finais de GS, na sua opinião isso seria um ponto a mais pro Nole pelo seu grande mental de enfrentar tal adversidade? Ou isso não influencia tanto no emocional?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Claro que influencia, Eduardo, mas o próprio Djokovic já falou sobre isso e diz que transforma em motivação. É a atitude correta, e que certamente só poderia ser adotada por um atleta com excepcional controle emocional. Abs!

      Responder
      1. Ronildo

        Invariavelmente muita torcida a favor só trás responsabilidades e aumenta em muito a carga emocional. Afinal é uma coisa que “todo mundo tá querendo” mas apenas 1 está no “teatro” num esforço que exige não só habilidade e força física, mas muita concentração e entrega. A pessoa tem que entender praticamente zero de psicologia, ser bem alienada ou fanática para não reconhecer este peso nas costas dos atletas. Pois exemplos não faltam para comprovar este fenómeno; como o desempenho inferior de grandes atletas em casa como aconteceu no circuito feminino com Barty ano passado e este ano. Geralmente os primeiros grandes títulos são fora de casa, Murray que o diga. Enfim. Federer carregou esta pressão extra por praticamente toda a sua carreira, pois como se diz, praticamente todo lugar para onde vai é a “sua casa” e as pessoas tornam claro que desejam ver ele campeão!

        Responder
        1. Chetnik

          Claro, Midas. É por isso que nos esportes de uma forma geral jogar “em casa” é sempre ruim e ninguém quer né. PQP, COMO VOCÊ FALA BESTEIRA!

          Responder
          1. Ronildo

            Capaz que você misturou esporte coletivo como futebol com esporte individual como tênis em que o atleta tem que administrar sozinho toda a carga emocional estando ciente o tempo todo que depende unicamente dele o regozijo ou a frustração da torcida de milhares ao redor e com um oponente igualmente aguerrido do outro lado da quadra!

            Quanta sensibilidade Chetnik!

        2. Valmir

          Quando o Federer joga contra Zé Manés… a pressão da torcida não existe.. e ele passeia… explode de alegria com a torcida.

          O problema é quando ele joga contra… cachorros grandes… aí ele sofre é na quadra mesmo… e a torcida sofre junto.

          Os torcedores fanáticos não conseguem admitir que o outro leva vantagem contra ele… e aí inventam essa “estória” de pressão contra.

          Responder
          1. Ronildo

            Mais um cara super sensível!!!

            Estes torcedores do Djokovic são incríveis, fico pasmado. Mas de certa forma esta atitude é semelhante à de Djokovic em quadra.

            E qual é a pressão de se jogar contra tenistas menos competitivos Valmir?

  50. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]
    2 de fevereiro de 2020 às 14:39

    “Onde eu moro, etá rolando um dilúvio nesse momento.
    Devem ser as lágrimas de Sérgio Ribeiro, Rodrigo S. Cruz, Marquinhos-Renato-Johnny-Vitor Hugo, Màrcio Souza, Bruno Gama, maior..geração..do..tênis..chegando..”

    Você deve ter confundido com alguém.

    Não moro perto de Fakes…

    Abs.

    Responder
  51. Marcelo-Jacacity

    Aproveitamento nos Slams: Big-3

    Federer: 20 Títulos – 11 Vices – 65%
    Nadal: 19 Títulos – 7 Vices – 73%
    Djokovic: 17 Títulos – 9 Vices – 65%

    Nota 1: Percentual de conquistas de Majors do Nadal é espetacular!
    Nota 2: Djokovic recuperou terreno perdido ao chegar e vencer 5 Majors seguidos com o título de hoje AusOpen-20.
    Nota 3: Derrota de Federer em Wimbledon-19 (40-15) teve um peso histórico para Federer diante de Djokovic.

    Responder
  52. Paulo Almeida

    Se o lobo comedor de fígados SCAVESH tivesse perdido, já seriam pelo menos uns 350 comentários por aqui. O clima de velório é evidente.

    Agora é descansar três semanas e partir pra ganhar Dubai, Indian Wells e Miami. A sede de títulos do rei não tem fim e olha que agora tem 57 Big Titles.

    Responder
        1. Ronildo

          Mas o cara foi chamado até de Destruidor de Mundos por um integrante da galera que tá em delírio! Minha pergunta foi apenas um artifício para tentar reorganizar e estabilizar os pensamentos de alguns.

          Responder
  53. Josh

    Nole, o rei da Austrália, esse big 3 não cansa mesmo das façanhas, impressionante. Pode contar que vai vir mais slans, tanto para Nole quanto para Nadal que é favoritíssimo para Roland. Acredito que Thiem é sério candidato para faturar Roland, Nadal que se cuide, e Nole para levar Wimbledom novamente. US open acho uma incógnita, mas muito legal ver Nole confirmando sua supremacia em Melbourne. Excelente texto Dalcim, infelizmente não consegui acompanhar a partida.

    Responder
  54. Marcelo-Jacacity

    Grand Slam por Idade – BIG-3

    Idade 19:
    Rafa 1
    Fed 0
    Djoker 0

    Idade 20:
    Rafa 2
    Fed 0
    Djoker 0

    Idade 21:
    Rafa 3
    Djoker 1
    Fed 0

    Idade 22:
    Rafa 5
    Djoker 1
    Fed 1

    Idade 23:
    Rafa 6
    Fed 4
    Djoker 1

    Idade 24:
    Rafa 9
    Fed 6
    Djoker 4

    Idade 25:
    Rafa 10
    Fed 9
    Djoker 5

    Idade 26:
    Fed 12
    Rafa 11
    Djoker 6

    Idade 27:
    Fed 13
    Rafa 13
    Djoker 7

    Idade 28:
    Fed 15
    Rafa 14
    Djoker 10

    Idade 29:
    Fed 16
    Rafa 14
    Djoker 12

    Idade 30:
    Fed 16
    Rafa 14
    Djoker 12

    Idade 31:
    Fed 17
    Rafa 16
    Djoker 14

    Idade 32:
    Fed 17 (2013)
    Rafa 17 (2018)
    Djoker 16 (2019)

    Idade 33:
    Rafa 19 (2019)
    Djoker 17 (2020 – 3 slams ainda pra jogar)
    Fed 17 (2014)

    Idade 34:
    Fed 17 (2015)
    Rafa ?? (2020)
    Djoker ?? (2021)

    Idade 35:
    Fed 17 (2016)
    Rafa ?? (2021)
    Djoker ?? (2022)

    Idade 36:
    Fed 19 (2017)
    Rafa ?? (2022)
    Djoker ?? (2023)

    Idade 37:
    Fed 20 (2018)
    Rafa ?? (2023)
    Djoker ?? (2024)

    Responder
  55. Leandro

    O Timtim levou mais uma surra em final de slam, e ao final está contente e honrado por perder pro sérvio.

    Tim não é next gean….. é mais pra geração da década da entressafra pois tem seis anos a mais que o tsipas,por exemplo, em final mais recente.

    É o superestimado… será atropelado pelos garotos…

    E a emoção do circuito…. kigriios virou vegano.

    Responder
    1. Barocos

      Claro, claro, o que você falou faz muito sentido .. só que não.

      Com a palavra, o H2H: (fonte: ATP)
      Thiem x Tsitsipas – 4 x 3
      Thiem x Zverev – 7 x 2
      Thiem x Medvedev – 2 x 1
      Thiem x Federer – 5 x 2
      Thiem x Nadal – 5 x 9
      Thiem x Djokovic – 4 x 7
      Thiem x Murray – 2 x 2
      Thiem x Wawrinka – 1 x 3
      Thiem x del Potro – 0 x 4
      Thiem x Shapovalov – 3 x 0
      Thiem x Raonic – 2 x 2
      Thiem x Cilic – 2 x 0

      Pelos números, um ótimo jogador, pelas estatísticas do ano passado e deste, um tenista em franca evolução.

      Responder
  56. Marcos Marinho

    Dalcim, não sei você, mas eu estou cansado dessa hegemonia do Big 3. Me animei ano passado com Medevdev e a decepção na final do US Open foi grande. Hoje era uma partida que poderia ser um ponto de virada histórica no circuito. A vitória de Thiem faria bem ao tênis profissional. Mas ele sucumbiu. Concordo muito com você quando diz que o andamento do jogo dependeu completamente do sérvio, que mostrou ser o maior competidor que este esporte já viu. Se é ou não melhor jogador eu não sei dizer, mas é um competidor nato e merece créditos enormes por isso.

    Mas e aí, qual sua opinião sobre esse domínio ainda persistente? Acha que estas novas gerações ainda vão supera-los em quadra ou vão precisar esperar o Big 3 sair completamente de cena para brilhar? Hoje eu oficialmente desisti dessa NextGen, embora o Thiem não seja exatamente um NextGen.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Vou tentar simplificar: acho que o Big 3 elevou tanto o nível do tênis e da competição em si que não se valoriza corretamente a tal nova geração. Thiem é um tenista espetacular, Tsitsipas é um tremendo talento, Zverev já ganhou títulos de grande peso. Nem vejo uma distância técnica grande entre esses exemplos e o Big 3, a diferença está na parte emocional e isso se lapida com o tempo, a menos que surja um real fenômeno. No momento, os fenômenos são o próprio Big 3.

      Responder
      1. Helena

        Você não acha que o Medvedev está se desgarrando dos outros jovens na questão emocional/mental? Acho que o fato dele admitir os seus exageros e contratar uma profissional para trabalhar com isso foi um grande diferencial.
        E o que esperar dos mais novinhos, como o Felix e o Sinner? Parecidos com os Nextgen ou podemos esperar algo diferente?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, Medvedev precisa de ajuda nesse aspecto, ainda que raramente deixe um jogo escapar por causa disso. Felix e Sinner têm enorme potencial. O canadense já deu uns tropeços quando ficou nos holofotes. Vamos ver o italiano.

          Responder
          1. Helena

            Minha intenção era mais de elogiar ele mesmo. Acredito que o reconhecimento de que ele precisava melhorar nesse aspecto (no lugar de terceirizar a culpa) está ajudando ele a se sobressair em relação aos demais jovens, mesmo sem ter o mesmo talento.

            Sobre os jovens, sou suspeita para falar do Felix porque ele é o meu novato favorito. Acho um talento enorme e um cara muito do bem. Aliás, não sei se você se lembra, mas teve um post sobre ele aqui quando ainda tinha 14 anos e estava aprontando em nível challenger. O Sinner ainda não consegui asssitir, mas só escuto coisas positivas.

    2. Ronildo

      Pra mim o maior competidor deste esporte é um cara que ficou a 1 ponto de vencer Djokovic em Wimbledom e que o venceu dois meses atrás, embora já esteja com 38 anos. Djokovic está correndo atrás dos recordes dele.

      Responder
  57. Carlos

    Vamos falar a verdade. Esse Thiem, na história do tênis, será lembrado como um Wawrinka. Bom jogador, alto nível, mas nunca ao nível dos grandes craques históricos (Djoko, Federer, Nadal). Como bem disse o Djoko, deve ganhar mais de um título de grande slam (deve ganhar uns três), mas não deve ganhar muitos títulos (mais de dez, por exemplo). Cara já tem 26 anos e nada de títulos. Olha os big 3, ganharam slam bem mais cedo.

    Não vejo nessa nova geração um cara que chegará ao nível nem do Sampras ou do Agassi (que, para mim, estão abaixo do big 3, historicamente falando). Acho que, dessa turma que tá aí hoje (Tsitsipas, Medvedev, Thiem, Zverev), nenhum será dominante após aposentadoria dos big 3. Tá para nascer outro dominante ainda no tênis, ainda não existe.

    Responder
    1. Arthur

      Concordo, Carlos.
      A antiga “nova geração” (Dimitrov, Raonic e Nishikori) veio, foi embora (ninguém é capaz de apostar um só centavo em algum desses ganhando um Slam) e ninguém nem deu pela falta deles.
      Aí veio a “novíssima geração” (Zverev, Tsitsipas e Thiem – este último com idade um pouco mais avançada) e mais uma vez se profetizou o fim do domínio absoluto do Big 3 nos Slams. Já se passaram pelo menos 3 anos desde então e até agora nada.
      A continuar nesse ritmo, daqui a pouco veremos uma “nova-ultra-mega-recém-lançada-geração” e continuaremos a ver Nadal e Djokovic papando todos os majors (Federer pra mim já era. Se ganhar mais um WB é muito).
      A verdade é que os jovens que surgiram desde os anos 2010 não tiveram a competência e/ou coragem e/ou gana de bater de frente com esses gigantes e clamar por seu lugar no pódio.
      O Big 3 só será batido pela idade, pelo inexorável avanço do tempo, como está acontecendo agora com o Federer. Mas como Nadal e Djoko ainda têm alguma lenha pra queimar (mais uns 3 anos, pelo menos), duvido que tenhamos nova, novíssima ou ultra-mega-renovada geração fazendo esses caras suarem para bater recordes antes de 2022/23, pelo menos.

      Um abraço.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Em maio próximo, fará exatamente 5 anos que escrevi aqui que nenhuma nova geração figuraria no topo enquanto o Big4, à época, e hoje Big3 estivesse em ação.
        Bom, mantenho minha escrita.

        Responder
      1. Carlos Bicalho

        Sem querer desmerecer o Wawrinka, longe disso, aliás acho seu tênis belíssimo… Que ele pode ganhar um ou outro jogo, claro, é um grande jogador. Mas não tem a consistência que tem o Djokovic hoje em dia e que já tiveram Nadal (ainda tem em Roland Garros) e o Federer um dia….

        Responder
  58. Sandra

    Dalcim , você já fez alguma estatística para saber se o número um já conseguiu ganhar algum slam ?? Você nunca reparou que o número um sempre pega a chave mais difícil?? Como Nadal ou Thiem iam ganhar com aquela chave , ainda bem que Djoko era o 2. ! E número 3 sempre pega moleza e número 4 vide Murray só pedreira

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Puxa, Sandra, há inúmeros cabeças 1 que ganharam Slam. Sampras, Agassi, Federer, nadal, Djokovic… Só para ficar nos nomes mais óbvios.

      Responder
    2. Alessandro Siqueira

      Djokovic ganhou Austrália e Wimbledon ano passado sendo #1, por exemplo. Federer ficou como #1 por 237 semanas seguidas. Nesse período ganhou Austrália, Wimbledon e Usopen várias vezes, sempre como #1.

      Responder
  59. Marcelo-Jacacity

    De fato, o sérvio precisava engatar uma sequência dessa nos últimos Majors: cinco títulos em cinco finais para se aproximar da dupla Fedal.
    Dois slams que Novak não poderia ter perdido foram os USOpen de 2012 contra o Murray e em 2013 contra o Nadal. Mas o histórico 40-15 de WB-19 compensou com sobras essas duas derrotas.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Putz Marcelo essa sua postagem é completamente furada, se raciocinarmos assim Nadal não poderia perder o AO 2012 quando teve quebra na frente no quinto set. Essas considerações no condicional são absolutamente imprecisas, ora favorecem A ora B…

      Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Luiz Fernando,

        Sim, falo sob o prisma do Djoker, que percentualmente perdeu mais finais de Slam comparativamente ao Nadal, por exemplo, como comentei mais acima.

        Responder
  60. Marcelo-Jacacity

    O Gildokson disse que não quis palpitar o placar da decisão. Eu também não palpito já faz tempo nas finais de Slam do Djoko. Prefiro assim, está dando certo.
    E quanto a possibilidade ventilada pelo Dalcim acerca da corrida dos Slams entre o Big-3 e ao número de semanas, assim como o Chetnik eu prefiro ser cauteloso e não criar expectativa.
    Vamos devagar,contando o número de semanas contanto uma a uma junto com o Danilo Afonso.

    Responder
  61. Arthur

    “Thiem quer um Slam com Big 3 ainda no circuito”.
    Daqui a uns 10 anos, quem sabe, quando Federer estiver perto dos 50 e Nadal e Djokovic chegando aos 45, cada qual com uns 63 Slams cada.
    Do contrário, senta e chora, filho.
    Salvo contusões triplas e simultâneas, não verás alguém da Next Gen ganhar um Slam contra qualquer um desses três NUNCA. #FicaaDica

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Me admira você , caro Arthur. Lendl surgiu com Borg , Connors , McEnroe no auge. E ainda recebeu a companhia de Becker e Edberg. SLAM somente aos 24 anos. Federer beirou os 23 quando levou o primeiro. Os citados por você , exceto Thiem , ainda não atingiram esta idade. As finais protagonizadas por MEDVEDEV e agora Thiem não podem ser ridicularizadas por quem as assistiu . Abs!

      Responder
  62. Roger Fedeiros - O Parrudão!

    Well… se o Dominic disse que quer ganhar um slan cim o big 3 ainda no circuito porque tem muito mais valor, então…

    … parece que esse negócio de slan parrudo faz sentido…

    KKKKKLKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Paulo Almeida,

        Realmente, se o Thiem disse tá falado. O austríaco assinou embaixo o que você, sabiamente, já nos alertava aqui no blog.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Sabiamente coisa alguma, Marcelo. Eles estarem em atividade é bem diferente de estarem na FINAL. Esse rapaz insiste que se alguém cair antes , caso de Nadal e Federer agora , o SLAM perde o porte. Uma asneira sem tamanho. Abs!

          Responder
      2. Gildokson

        Ele disse com os 3 em atividade Paulo, não em cima deles kkkkkk
        Depois de ontem só acredito que talvez ele ganhe se for contra o Federer, pq contra Djokovic e Nadal esquece!

        Ah e no meio dos comentários tem um companheiro dizendo achar que Thiem vai ser uma espécie de Wawrinka ao fim da carreira. De jeito nenhum!! Wawrinka ontem ganhando o jogo de 2×1??? Ja eraaaa

        Responder
  63. Luiz Henrique

    Não tem jeito, Wimbledon e Austrália totalmente previsível, todo mundo já sabia o resultado.
    Temporada de saibro será bem mais interessante e imprevisível.
    3 grandes candidatos.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      É todo mundo já sabia que Novak salvaria dois Match Points em WIMBLEDON . E que conseguiria a sua primeira virada em Finais no AOPEN. Conta outra parceiro. Em RG ninguém sabia que Rafa Nadal estaria na Final . Um argumento no mínimo exdruxulo rsrsrs Abs!

      Responder
  64. abel Afonso

    Olá Dalcim.
    Não pude ver o jogo completo ainda pois estava em serviço. Más dos resumos, vi diversos erros não forçados e saques de segurança.
    Parece que nenhum dos dois adversários elevou o nível como se espera em um confronto de grandeza como é um slam
    Agora e como sempre, te faço questões:
    quem sair do giro americano na frente, pode ser considerado como o número um nas olimpíadas ?
    Você acha que podemos ter um ano atípico em termos de Djoko, por sua vontade olímpica e de Federer pelo seu evidente final de carreira?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não foi um jogo espetacular, com certeza, Abel. Thiem jogou abaixo e Djoko teve o problema físico. Mas ao menos sobraram empenho e emoção. Não entendi o que você quis dizer como número 1 para Olimpíadas, se é questão de ranking ou de favoritismo, mas acredito que o piso veloz de Tóquio vai privilegiar aqueles que gostam disso, como Djoko e Federer. Não, não espero um ano atípico. Acredito que Djoko saiu na frente, Nadal deve retomar seu poder no saibro e Federer irá fazer seu melhor nas quadras mais rápidas.

      Responder
  65. Ricardo - DF

    O Djoko respondeu sobre o atendimento médico. Ele comentou que não estava lesionado, mas teve uma pane física inexplicável. Começou a faltar força nas pernas, o nível de energia caiu bastante. Depois, lá pelo quarto Set, voltou ao normal.

    Será ?! Alguém percebeu uma evidente queda na estamina do sérvio ?

    Responder
  66. Ricardo - DF

    Dalcim,

    às vezes o Thiem (como vi o Federer fazer tb) recuava mais para receber o segundo saque do que o primeiro. Seria para evitar o saque kick no backhand ? Em alguns momentos ele recebeu o segundo saque alto no backhand e errou a devolução. Para quem bate com uma mão apenas, é brabo responder bem uma bola lá em cima.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O Thiem sempre fez isso, desde que começou a despontar no circuito. Mas perceba que na maior parte das vezes ele dá um ou até dois passos à frente assim que identifica a direção da bola. Na verdade, para evitar o ‘kick’ o ideal é pegar a bola na subida, sem deixá-la ganhar o efeito perigoso de subida ou saída lateral.

      Responder
  67. Leo Gavio

    Na pratica Djokovic já é o GOAT. A questão é que na teoria os outros dois podem ganhar outros titulos e Djoko é apenas 1 contra 2 (numa visão estatistica), ele tambem pode deixar de existir, como aconteceu com Kobe Bryant, ou ter algo grave no fisico, como em 2016, mas na pratica ele é o ápice do tênis. Jogando inteiro, com os golpes tendo profundidade de sempre é o melhor da historia e com folga.

    Djokovic tem jogado bem na rede, os haters não gostam. Desde o jogo contra Medvedev o Djoko tem oferecido bons momentos no voleio. Essa é a cereja do bolo, o cara já destrói no fundo de quadra e agora tá invadindo o território do rei da entressafra.

    Agora é rumo ao bi na terra e ao hexa na grama, ai vão faltar só dois pra ser o rei da grama e o rei das hards. Do tenis, como um todo, já é faz tempo.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , caríssimo Léo Gavião. O maior hater é o próprio. Desde que você resolve aparecer em momentos oportunistas , tira esses tipos de ” pérolas ” . Na prática ela já é o Goat Kkkkkkkkk. Enquanto não atingir os recordes principais , ninguém no mundo ( exceto teus seguidores ) , vão afirmar categoricamente esta asneira. Até os Aussies torceram contra. Ou o sábio não viu o jogo? Kkkkkkkk Abs !

      Responder
    1. Barocos

      Após se recuperar, com ajuda médica, de severíssima desidratação sem ter feito nenhum esforço físico, e mesmo tendo permanecido em ambiente agradável durante todo e dia e, ainda, bebido 8 copos de água no período, eis que a fênix do blog ressurge !!

      Welcome back, “Midas às avessas” !!

      Responder
  68. JPCV

    final do ano:

    RF 20, Nadal 20, Djoko 18 palpite 1, mais provável

    Após o AO de 2021: Djoko 21, RF 20 e Nadal 19, se acontecer isto se aposenta como GOAT.

    A queda do Djoko foi devido a mudança temporária da rotina do saque após sua estourada no tempo e o juiz dar-lhe uma “chamada”

    Responder
      1. Ronildo

        Este ano tomara que Federer pegue Djokovic na semi em Wimbledom. Chega de final contra Djokovic em Wimbledom kkkkk, afinal serão 39 anos! O cara é o melhor da história mas é humano!

        Responder
  69. antonio gabriel

    Que jogo, que jogo senhoras e senhores. Não foi um jogo de grandes e belos golpes, mas foi um jogo nervoso, pegado, estudado, que foi vencido nos mínimos detalhes pelo REI da força mental, da perseverança, da esperança, enfim, o CARA do tênis. Contra tudo e contra todos foi lá mais uma vez e venceu. Mestre Dalcim, permita-me apenas fazer uma observação, 2020 tem tudo para ser o melhor ano do DJOKO, mas tem tudo para ser o mais difícil, pois acho que ao menos 4 penetras (Thiem, Medvedev, Tisisipas e Zverev) irão se meter nestas briga do Big 3, podendo faturar um GS ainda neste ano e acredito que já em RG podemos ter uma surpresa. O negócio agora é apenas admirar mais uma vitória maiúscula de NOVAK DJOKOVC!

    Responder
  70. Alan Guimaraes

    Grande Dalcim,

    Parabéns pela belíssima cobertura e o king of Austrália vai abrindo distância do seu recorde neste Slam.

    Sempre que eu avalio os números do Djokovic, me chama muita atenção ele ter mais WB do que USOpen já que eu creio que seu jogo se adapte melhor a hard do que a grama.

    O que explica um aproveitamento de 100% em finais na Austrália e um aproveitamento bem inferior no USopen?

    Grande Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não vejo um motivo claramente técnico. Talvez seja a excessiva umidade de Nova York, talvez seja o comportamento da torcida americana. Ele tem até se poupado para chegar mais inteiro, porém também deu azar de aparecem contusões.

      Responder
  71. Ronildo

    Entre os tenistas da nova geração, Thiem saiu na frente para chegar em Dezembro como número 1. Evidentemente, longe de ser motivo de desânimo para ele, esta derrota com certeza o animou, pois mostrou muita mais tênis no torneio do que Tsitsipas, que o havia vencido no Finals. Este ano vai ser bem difícil Djokovic e Nadal serem campeões de algum master mil, pois a garotada quando os vêem nestes torneios soltam o braço sem medo de ser feliz. A única maneira destes dois serem campeões destes torneios este ano seria com a ajuda do Raonic como aconteceu com Djokovic neste AO. E pode acontecer de novo.

    Este ano tenístico guarda muitas surpresas para os fãs de tênis. E desespero para os idólatras.

    Responder
    1. Ronildo

      Depois de RG Thiem estará como número 1 da ATP, salvo contusão. A queda de Djokovic se acentuará depois de Wimbledom. Este “ano vencedor” de Djokovic ficará apenas no ensaio.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Ronildo, releia seu comentário e veja o tamanho da incoerência contido nele.
      Você prevê Thiem #1 do mundo ao final da temporada. Até aí é um sonho, mas não tão impossível (tem torcida para Federer manter-se como recordista contido nele).
      Mas já previu Medvedev e Tsitisipas e faliu com os dois. A gota é: Nadal e Djokovic só terão chances se contarem com a ajuda de Raonic, como no AO. Como assim? Então Raonic é superior aos dois candidatos ao #1? Se eles não conseguem se livrar do canadense, como poderão com o Big2?

      Responder
      1. Ronildo

        Sim, fora do saibro, a maioria destes caras da nova geração não sabem lidar com o saque do Raonic, pelo menos foi o que demonstraram até aqui. Mas não estou falando do Thiem.

        Responder
  72. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim levantaram no Twitter o fato de como sempre que Djokovic joga em finais de slam e no geral a torcida fica contra ele, quando é contra o Nadal ou Federer ou até jogador dá casa é compreensível, mas hoje ele pegava um jogador sem nenhum “carisma” eu gosto do thiem mas ele não é aquele cara que me faz torcer por ele independente dos jogos, e Djokovic é rei dos AO… É bizarra a “perseguição” que o servio sofre, te incomoda isso?Eu sinto que agora isso serve de combustível para o Djokovic, mas uma hora ele vai cansar e vai pensar 2 vezes antes de continuar a jogar, sei lá eu me vejo na situação dele e incomoda pois é injusto..

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que teria de se fazer uma pesquisa entre o público para entender o motivo da resistência ao Djokovic, mas ela realmente existe. Acho que hoje o caso era a torcida por um novo campeão de Slam. Talvez o fato de ele quebrar tantas raquetes em momentos de raiva e frustração provoque um pouco dessa aversão.

      Responder
      1. Arthur

        Acho que é isso mesmo, Dalcim.
        Primeiro, o público sempre tende a torcer pelo “underdog”, o “azarão”, o “mais fraco”, por é da própria natureza humana.
        Segundo, Djokovic é um cara que bate de frente com os dois caras com maior torcida no circuito: Federer e Nadal. Logo, também é natural que a maioria da torcida queira ver a sua caveira nos jogos, independentemente de quem seja o adversário.

        Um abraço.

        Responder
        1. Marcelo-Jacacity

          Arthur,
          Exatamente isso. Djokovic atrapalhou demais tanto Federer quanto Nadal e aversão advém principalmente daí, com torcidas já estabelecidas em torno das duas lendas que despontaram antes.
          Em 2011-2013 cansei de ver em diversos espaços reservados ao tênis, os Federistas torcendo demais para o Djokovic e elogiando-o de diversas maneiras, tendo o sérvio ajudado muito o suíço a frear o Nadal nos Majors nesses anos.
          Mas quando Novak começou a vencer o próprio Federer, o ódio tomou conta dos torcedores do suíço.

          Sinceramente, o fato do Djoker quebrar raquete e tudo mais, é mais provocação de torcida adversária.

          Responder
        2. Rafael Azevedo

          Concordo com o segundo argumento. A razão é que o Nadal e, principalmente, o Federer possuem a maioria esmagadora dos fãs. Naturlamente, esses torcem contra o Djoko.

          Responder
      2. Valmir

        Vocês não devem ter visto os milhares de torcedores no telão, fora do estádio, e para quem eles torciam.
        Aí já é questão de grana.
        A divisão da torcida na final estava bem meio a meio… vendo as movimentações e barulhos após cada ponto.
        Na Austrália… não adianta torcida contra… 8 finais… 8 vitórias… em três décadas diferentes.

        O preferido da torcida tem um retrospecto legal na Austrália… perdeu 4 semis… para o mesmo adversário… em três décadas diferentes.
        RECORDE IMBATÍVEL !!!

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          É lamentável que qualquer assunto sempre acabe tendo uma resposta provocativa que nada tem a ver com o tema. Por favor, contribua com sua opinião deixando a provocação de lado. Fará bem ao Blog.

          Responder
      3. Luis

        Não sei o público, posso tentar responder. O Djoko, apesar de ser muito gentil depois que ganha ou perde, tem um comportamento em quadra esquisito, reclamando de tudo e quebrando raquetes,, olhando feio e reclamando dos juízes de linha toda vez que erram as chamadas de bola, pedindo tempo médico quando esta perdendo mas não tem nenhum problema fisico. Não parece o tipo de fair player que a muitos dos torcedores de tenis gostam de ver.
        Alem disso o jogo dele normalmente é “chato”, devolvendo bolas tecnicamente incríveis, mas que para os mais leigos, simplesmente parecem sem graça ou agressividade.
        Obviamente ele tem grandes atributos mas esses do primeiro parágrafo, na minha opinião, se ele mudasse, seria muito mais querido.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Você mesmo disse: … disso o jogo dele normalmente é “chato”, devolvendo bolas tecnicamente incríveis, mas que para os mais leigos, simplesmente parecem sem graça ou agressividade. Leigos, entendeu?
          E fair-play, o sérvio tem de sobra.
          Brigar pelo que é seu de direito, até que se prove o contrário, não é falta de fair-play, falta é brigar pelo que é o do outro.

          Responder
      4. Valdir'

        Já vi várias vezes esse assunto sendo debatido no twitter e uma coisa que alguns pontos sempre citados são que Nole tem um comportamento muito mais “arrogante” que os outros membros do Big3, vide as quebra de raquetes em momentos inoportunos (muitas vezes ganhando o jogo)

        No início da carreira ele tinha fama de simular contusões, até o Roddick pegou no pé dele publicamente por isso.

        Tem as várias vezes que ele maltratou boleiros também.

        Responder
  73. Kentaro

    Que domínio do Big 3!
    Dalcim, na sua opinião se não houvesse o Big 3, haveria um jogador dominador, ou o circuito seria mais aberto, estilo o circuito feminino?
    Abraço e parabéns pelo blog.

    Responder
      1. Arthur

        Ps: Se me permite, Dalcim, eu acho que o Wawrinka talvez seja o cara mais subestimado do circuito.
        Se não fosse o Big 3, acho que veríamos o suíço terminando a carreira em um status maior do que Edberg, Becker e Wilander, por exemplo.
        Talvez não chegasse ao nível de um McEnroe ou de um Borg, mas certamente seria uma das grandes lendas do esporte.
        E sempre é bom lembrar que somente DOIS jogadores conseguiram ganhar TRÊS slams desde que o Federer começou a papar tudo em 2004: Andy Murray e….WAWRINKA.

        Um abraço.

        Responder
  74. Bruno Gama

    Achei bem estranho aquele atendimento médico no final do terceiro set, deve ter ido pro vestiário tomar o “açaí” do Tio Toni, espero que a Wada tome alguma providência.

    Responder
        1. Paulo F.

          Apenas inventei uma situação em que o tenista dele pudesse ter se dopado e usei contra o Federista acima, que acusou o Djokovic de doping, para que ficasse completamente sem noção a acusação dele de doping do Djokovic.
          Tua carência é tão grande e te tolhe cognitivmente que tu não entendeu isso.

          Responder
  75. Alison Cordeiro

    O enredo desta final foi o mesmo dos últimos jogos contra o Thiem. Djoko faz um set consistente e depois deixa o austríaco crescer. O apagão só não custou o título devido ao cansaço, falta de experiência, e é inegável, à competência do sérvio em voltar ao jogo e retomar o controle. Nole mereceu o título, fez um torneio firme e elevou o nível quando precisou. É um monstro e segue inabalável buscando alcançar os recordes de Federer.

    Thiem merece realmente ser elogiado. Achava pessoalmente que ele era o adversário mais perigoso para o Djoko, pois sua esquerda faz estragos no sérvio e sua juventude lhe permite longas maratonas, ainda que foi visível que nesta final ele tenha sentido, o que é natural, se misturada a tensão de uma final às longas batalhas para chegar lá. E segue sendo um desafio quase inalcançável bater mais de 1 Big3 num Slam. Esses caras exigem demais dos outros tenistas, física e mentalmente.

    A cobertura do Dalcim foi excelente é sempre um deleite apreciar seus textos. Os comentários também são um divertimento à parte, excluídos os exageros que fazem alguns para enaltecer seu tenista preferido em detrimento dos outros. Ora, Federer, Nadal e Djokovic são fenomenais e extraordinários, o que torna cada vitória de um sobre o outro muito mais saborosa. Alguns provocam os torcedores do Federer o chamando de aposentado, mas tenho certeza que também admiram seu imenso talento natural. Nadal da mesma forma é criticado por não ter os mesmos resultados do saibro, onde é soberano, mas quem pode dizer que o espanhol não segue um adversário a se temer em qualquer outro piso. Por isso, o feito de Djoko ganha ainda mais importância, pois foi campeão 8 vezes de uma competição que tinha seus dois maiores rivais.

    Responder
  76. Rodrigo S. Cruz

    Aguente o PESSANHA agora, Dominic!

    kkkkk

    O Djokovic ganhou esse título jogando mal, impressionante…

    Que jogo PAVOROSO!

    Depois do terceiro set, e vendo o sérvio sacar a 125 km/h no saque, eu pensei: “hoje o Thiem sai do jejum”.

    Mas o que o austríaco errou de bolas idiotas para ressuscitar um sérvio moribundo, não está escrito!

    Enfim, é isso aí.

    Hoje é o Djokovic quem manda no tênis mundial e a verdade é que um cara muito chato de vencer.

    O adversário precisa fazer mágica, REBOLAR para jogar melhor os pontos importantes…

    Se a final de Wimbledon primou pela exuberância técnica, nessa de hoje ganhou quem controlou os nervos.

    Título mais do que justo…

    Abs.

    Responder
  77. Filipe Mota

    Se eu tivesse que escolher hoje sobre quem é o melhor da história, opinaria em prol do Djokovic. Fiquei impressionado. O austríaco jogou concentrado o jogo inteiro; não fraquejou animicamente nenhuma vez. Ao contrário, foi o sérvio quem pareceu disperso, enfraquecido de repente, discutindo com o árbitro. E ainda assim, o sérvio prevaleceu pois detém um mental simplesmente inexpugnável. Fiquei atônito. Lembrei daquela final do Australian open contra o Nadal que durou quase seis horas; lembrei da semifinal contra o mesmo Nadal em Wimbledon em 2018 que durou quase cinco horas; lembrei dos match point que o Federer teve contra o Djokovich no Aberto dos EUA e ano passado na final de cinco sets em Wimbledon em que o balcânico prevaleceu. É simplesmente surreal. Ainda que Nadal e Federer tenham outras marcas que o sérvio não tem, este prevalece no confronto direto. E veja, estamos falando de confronto com quarenta, cinquenta jogos entre eles. Ainda, o sérvio foi o único que venceu todos os master mil da ATP, o que o torna o mais versátil em todos os pisos. Sem contar que é o tenista que tem maior premiação na carreira em milhões de dólares. Isso se dá, porque mesmo quando o sérvio não ganha, ele sempre chega nas fases decisivas. Veja, os títulos do Djoko são títulos de alto gabarito; não é o torneio da Basileia, nem de Acapulco, sem querer desmerecer. O Djoko praticamente só joga torneio top ou torneio que paga uma verdadeira fortuna, como o de Dubai. Levou a sérvia a vencer o ATP de países. Eu, no fundo, gostaria que os três fenômenos do tênis terminassem com o mesmo número de Grand slams, mas se seu tivesse que escolher qual o maior competidor de todos, eu escolheria o sérvio. É simplesmente uma máquina. É como se fosse aquele computador da IBM, imbatível no xadrez, o Deep Blue. É de ficar assombrado.

    Responder
  78. Valmir

    Bem… comparando as previsões do… “vidente Ronildo”… com o que aconteceu na Austrália,
    imagino que outras previsões esportivas do Ronildo para o ano de 2019 seriam…

    1) O… Cruzeiro vai ser campeão da série A (mesmo jogando a série B)
    2) Federer vai vencer Nadal em Roland Garros
    3) A Ponte Preta vai vencer a final do campeonato Paulista sobre o Corinthians
    4) Federer finalmente vai vencer uma partida de Slam contra Djokovic (mas vai que chega ao 40-15…)
    5) O Brasil vai liderar o quadro de medalhas de ouro na olimpíada
    6) O Corinthians vai quitar o Itaquerão

    Todas previsões… certeiras… ao estilo Ronildo.

    Responder
    1. Ronildo

      Menos, menos Valmir!

      Continuo com Nadal fora do top 4.
      Confesso que Djokovic subiu de patamar em minhas previsões com esta conquista. Já vejo ele dentro do top 4 em dezembro, mas em quarto mesmo👍

      Responder
  79. Bruno

    Dalcim, desde o salto de qualidade do Djokovic em 2011, a diferença de slam do Djokovic para o resto é enorme, você acha possível continuar sustentando isso com 32 anos ? Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele depende bastante do físico, Bruno, então será uma questão de cuidar bem disso. Ele tem feito um calendário enxuto, e esse é o melhor caminho.

      Responder
  80. Oswaldo E. Aranha

    Tinha colocado em local errado, agora no local certo.

    Duas mensagens:
    1ª – aos que vaticinaram que o Djokovic não passaria da metade do torneio ou que não chegaria às quartas; engulam suas previsões fajutas e ácidas e ainda ouçam o samba que o poeta da Vila, Noel Rosa, disse em uma de suas canções: Quem é você que não sabe o que diz? Meu Deus do Céu que palpite infeliz!….
    2ª – aos que tentam menosprezar o sérvio, dando-lhe apelidos depreciativos, como Cotonete, Bagre, Vice, farsante, etc… agora vão ter de conviver com o fato dele, além de ser considerado o melhor tenista da década, segundo a ATP, ainda está reassumindo a posição de primeiro do ranking.

    Responder
  81. Eduardo

    Mestre, oq você acha q causou essa queda acentuada de intensidade de Djoko no segundo e terceiro set já que ele admitiu n sentir problemas físicos. Vc acha q pegou mal a atitude de ir no vestiário solicitar tempo para avaliação médica?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele disse que sentia tontura e fraqueza. Pode ter sido uma queda de pressão, provocada quem sabe pela própria tensão do jogo. Achei o pedido normal e dentro da regra, afinal estava claro que ele não estava tão firme em quadra.

      Responder
  82. RicardoCWB

    Quase que o Djokovic joga fora seu 17º Slam por causa de 1 ponto.
    Se não me engano, foi no primeiro saque do Thiem no 2º set 0-0, 0/1, em um rally em que o austríaco conseguiu devolver um smash do sérvio e logo após foi premiado com uma bola fora deste.
    Deu pra ver em sua expressão a sua mente indo lá pra Belgrado…
    Thiem segurou o saque facilmente depois, conseguiu a quebra logo em seguida e o jogo do Djoko foi ladeira abaixo.
    Lembra desse ponto, Dalcim?

    Enfim, fico feliz pelo sérvio pela conquista de mais um Slam mas achei que mentalmente e tecnicamente ele deixou a desejar.
    Deu uns pitis e fez caras e bocas desnecessários.
    Acho que nesses grandes jogos ele poderia ter sempre o mesmo mindset que teve na final de WB19, onde foi impecável.
    E, com relação à questão técnica, acho que tá na hora do sérvio começar a se arriscar mais, ser mais ofensivo, pois jogo pra isso ele tem.
    Sei que é quase um sacrilégio sugerir uma mudança no, talvez, jogo mais consistente de todos os tempos, mas Thiem, Medvedev, Tsitsipas e cia, por enquanto, estão apanhando mas estão aprendendo.
    Da mesma forma que Federer e Nadal “criaram” Djokovic, este também está “criando” seu pequenos monstrinhos.
    Já dizia o ditado: “Água mole em pedra dura…”
    Abs

    Responder
  83. Barocos

    Bem legal a entrevista que vocês postaram com o Djokovic caminhando e comendo. Pelas declarações muito conscientes e pelo comedimento na vitória diante do Thiem, parece-me que o ND é um grande sujeito.

    Como lembrado pelo Dalcim, o sérvio há muito anseia o ouro olímpico. Na minha opinião seria a cereja no bolo de quaisquer conquistas que ele venha a concretizar neste ano, quiçá na carreira.

    Ainda, devo desculpas ao Zverev. Quando este comentou que gostaria de ganhar um grande slam com o Big 3 ainda no auge, fui um tanto áspero ao lembrar que os membros deste seletíssimo grupo já há alguns anos passaram pelos seus máximos (não que ele tenha lido e ficado bravo comigo, claro). Com a declaração de hoje do Thiem, pude compreender melhor o que significa para muitos tenistas a conquista dos títulos mais importantes com os 3 ainda em atividade e em boas condições físicas.

    Pela Internet, já começou o festival de provocações entre as facções criminosas dos fanáticos adoradores de A e B. Se eu fosse religioso, eu suplicaria ao Supremo que fosse severo e que não demonstrasse nenhuma comiseração, afinal, eles sabem o que fazem e não estão nem aí.

    Por fim, parabéns por mais um grandioso artigo Dalcim, estou na torcida para que ao menos parte das boas expectativas sobre o desempenho do sérvio se cumpram.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O desmerecimento dos torcedores alheios, qualquer que seja o Big 3 em foco, é lamentável. Estou pensando seriamente em cortar esse tipo de comentário aqui do Blog. No site, infelizmente, é bem mais difícil.

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Acho um boa proposta e digo que, muitos dos comentários não são sinceros, são apenas para achincalhar A ou B, mesmo que o autor, intimamente não concorde. Ou seja, pura perda de tempo e produção de lixo desnecessariamente.

        Responder
      2. Kauê Guedes

        Dalcim, e se o Tenisbrasil trocar o plugin de comentários do Facebook (que é MUITO ruim e repleto de bugs) por algum que permita que os usuários votem (upvote e downvote)? Receber muitos votos negativos pode desencorajar os que comentam apenas para espalhar discórdia e causar confusão. Seria mais legal ainda se usassem um plugin que deixasse em quarentena aqueles que recebessem um excesso de votos negativos.

        Responder
  84. Luiz Alexandre Reis

    Boa tarde Dalcin, o Djokovic não estaria com um problema físico ou alguma dor?
    Observei que no jogo do Federer depois de um primeiro set vacilante tomou um comprimido dado pelo fisioterapeuta, hoje no meio do terceiro set o fato se repetiu e o seu jogo cresceu depois de algum tempo.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      No dia do Federer, a sensação términa era de 34 graus, e todos sabemos que a umidade afeta Djoko. ENtão acho que foram coisas diferentes.

      Responder
      1. Barocos

        Pelos comentários que li (ou ouvi na entrevista, não me lembro bem), parece que o problema foi desidratação. Faz muito sentido, já que o Djokovic tomou algumas garrafas de água após o atendimento. Em geral, atletas de alto desempenho tomam uma série de cuidados em atividades longas, e antes que estas comecem. Pode ser que a equipe do sérvio tenha bobeado nesta.

        Responder
    1. Ronildo

      Eu duvido muito que aconteça a quebra de qualquer um destes recordes. Quando chega perto, acontece de tudo. É a mesma diferença entre sacar para o jogo e disputar pontos com menos importância dentro de uma partida.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Acho que ele bate esse recorde de 310 semanas sim.

        A menos que alguma lesão séria surja.

        Mas o recorde de 200 e não sei quantas consecutivas, impossível…

        Responder
  85. Rafael

    A maior virtude do sérvio e ganhar mesmo não jogando o seu melhor. Além disso, ele enfrenta uma mídia tendenciosa e que claramente sofre com as derrotas do Federer e Nadal aliada a torcedores que não sabem reconhecer o gênio que ele é!! Vida longa ao sérvio, pois queiram ou não ele será o maior vitorioso da história do tênis!
    Mestre, o que você acha que o Thiem poderia ter feito de diferente? E você acha que algum dos next gen terá chances nos GS esse ano?
    Parabéns pela cobertura sempre sensacional!!

    Responder
    1. Jose Yoh

      Mídia tendenciosa que não reconhece o gênio? Não seria muito rancor aos torcedores de outros tenistas???
      Claro que todos reconhecem que ele é um gênio. Só não há motivos para a mídia reconhecer mais porque ainda não atingiu os recordes dos outros.
      A mídia trabalha com fatos.

      Responder
        1. Jose Yoh

          Amigo, a mídia pode ser piada para você e muitos, mas o lance é que se dependesse só da informação do Whatsapp e da cabeça dos internautas, estaríamos no limbo. Aliás, talvez seja esse o motivo pelo qual você riu do que eu disse.

          Responder
  86. Geraldo Flávio

    Se Djoko não tivesse perdido o fico depois de RG 2016 e depois arranjado aquele guru espanhol hj federer estaria com 17 ou 18 gs, nadal com 16 e ele novak djokovic mais de 20 gs.

    Responder
    1. Ronildo

      Se Federer tivesse cuidado mais do físico quando era mais jovem, até barriguinha sobressalente tinha. Se não tivesse ficado 5 anos ou mais sem técnico. Se tivesse trocado a raquete 10 anos antes. Se não tivesse uma contusão quase crônica nas costas.

      Poderia ter chegado aos 50 slans.

      Responder
  87. Paulo Almeida

    Torcer pro Frauderer deve ser o maior tormento do mundo. O cara foi entubado a vida inteira por Nadal e Djokovic e tem números inflados pela entressafra.

    Djokovic – fez fama em cima de Nadal e Federer
    Nadal – fez fama em cima do Federer
    Federer – fez fama em cima do Roddick

    Sério que alguém ainda chama de GOAT?

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Depois de perder NOVE FINAIS de SLAM , sem jamais ter virado uma sequer , o Sérvio pega um oponente que vinha de Maratonas seguidas , e finalmente triunfa. Em vez de curtir a vitória como um ser humano normal, ataca com a sua habitual pobreza de espírito. E sacaneando o Tenista que ainda possui a maioria dos recordes importantes. Só mesmo sendo fake pra chegar a tanto. Abs !

      Responder
      1. Paulo F.

        Primeiro o Thiem ganharia porque é mais novo que o Djokovic, depois perderia porque teve que enfrentar maratonas.
        Aff
        Engraçado que não comenta que o sérvio em 2012 ganhou o AO enfrentando maratonas também – contra Andy Murray nas semis e a maior final de GS da história contra o Rafael Nadal.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      O Federer não precisa do teu respeito…

      Em seu auge, já dominou o Djokovic e os demais, e não somente o Roddick como você diz.

      E Até o Nadal que outrora (é assim que usa, viu rs) o incomodava, não consegue jogar contra ele fora do saibro.

      Nas últimas 6 partidas, fora do saibro, o Federer ganhou 6.

      Poderia há séculos estar aposentado, curtindo a família e a fortuna, e não comprometer o h2h diante do Djokovic.

      No entanto, continua aí com 38 anos dando a cara à tapa e sendo o que MAIS CUIDADOS exige do sérvio…

      Mesmo machucado não o evita!

      Por isso é o GOAT sim, não só por tudo que representa para o tênis.

      Mas por ter um jogo de beleza inigualável, e mesmo assim eficiente…

      Um outro Djokoivc pode aparecer no futuro:

      Mental forte, paredão do fundo, físico invejável…

      Mas outro Roger Federer, desculpe dizer: acho que nunca mais.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Ele fez fama em cima do Roddick e não em cima do Djokovic. Dominou o sérvio quando já era beeeeeem famoso.

        Beleza é relativo: Djoko joga o tênis moderno (Porsche Cayenne) e Federer o tênis ultrapassado (calhambeque).

        Responder
  88. Ronildo

    Djokovic está de parabéns! Seu jogo eficiente o levou ao 17 titulo de grand slam. Adiou monetaneamente o declínio natural que chega conforme a idade avança, declínio que se tornará evidente ainda este ano. Contou com muita sorte também, além de ter sido bem competente evidentemente. Foi livrado do confronto com Tsitsipas, um provável futuro número 1; na semi enfrentou um atleta com 38 anos lesionado e na final um tenista que travou duras batalhas para avançar no torneio. Fora que seu rival, além de ter enfrentado rivais mais exigentes, dadas as circunstâncias, teve um dia a menos de descanso.

    Responder
      1. Ronildo

        E quais destas coisas que eu mencionei não aconteceu? Você tem idéia de quanta energia Djokovic poderia perder para o Tsitsipas? Poderia ser um jogo de 5 sets. É apenas a realidade meu caro. Porque ignorar?

        Responder
        1. Daniel

          Não aconteceu. Jogou dentro das regras, não participou do sorteio, não teve culpa que os outros tropeçaram e foi melhor do que todos que cruzaram seu caminho. Ponto. O resto é desmerecer uma conquista absurda, por simples ódio a quem você enxerga como uma ameaça ao status de seu grande amor. Por isso, repito: cresça!

          Se o Federer tivesse trocado a raquete… não trocou. Fim. É a mesma coisa, dê os parabéns e pare de se lamentar pq tá muito chato.

          Aos demais, perdão! Mas um blog de esporte não pode permitir comentários antidesportivos desse naipe.

          Obrigado.

          Responder
        2. Luiz Fabriciano

          A pergunta não foi para mim, mas vou responder:
          Sorte – não aconteceu;
          Declínio (sua previsão no final da temporada anterior) – é o único tenista invicto no ano: 13 partidas (fora duplas);
          Grego – incompetência própria;
          Dia a menos de descanso – teve o descanso justo. Ano passado o sérvio fez semi na sexta-feira e atropelou Nadal no domingo, com direito a pegar uma prainha no sábado. Thiem é bem mais jovem que Nadal.

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  89. Tiago

    Sou torcedor do Djokovic, mas gosto do jogo agressivo e vistoso do Thiem. Para mim, pela campanha no torneio e jogo na final o Thiem merecia mais o título do que o Djokovic. Foi por pouco e uma pena Thiem não ter se saído campeão dessa vez. Só mesmo quem tá em quadra para passar por isso, mas creio que no quarto set, Thiem mais próximo da vitória, sentiu o peso do grande titulo que é um Grand Slam, e contando ainda o desgaste dos dois jogos anteriores, seis horas a mais em quadra e um dia a menos de descanso, começou a falhar demais e fazendo escolhas erradas e inadequadas nos seus golpes…fazendo abrir uma brecha para Djokovic voltar no jogo. Quanto ao titulo está em boas mãos, mas torço muito para que o Thiem dê a volta por cima e conquiste esse ano ainda Roland Garros, onde é seu território favorito! Afinal seu jogo melhorou e está melhorando a cada dia e merece isso. Quanto ao ano que está iniciando, creio que Djokovic priorizará mais as Olimpíadas em Tóquio…afinal é o torneio que ainda não conquistou em sua grande carreira. Vai estar dentro de uma grande sequência de torneios importantes…Roland Garros em Maio, Wimbledon em Junho, Olimpiadas em Julho e US Open em Agosto…Portanto, muito pouco espaço de tempo de recuperação e uma descarga mental muito grande neste período do ano. Precisará estar muito bem fisicamente e mentalmente para ter um grande ano…torço para um grande ano de Djokovic, mas será muito difícil manter um grande nível nessa sequência de grandes torneios.

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    1. Luiz Fabriciano

      Li em muitos comentários aqui e provavelmente vou ler nos mais adiante que as 6 h que o Thiem teve a mais em sua trajetória influenciaram no jogo, portanto, discordo muito disso. O austríaco não demonstrou desgaste físico nenhum, chegando ao final bem e estava disposto a continuar, ao contrário, o sérvio é que se viu numa sinuca de bico no meio do jogo. Uma coisa é você falar que alguém passou mais tempo em quadra que o outro, outra coisa é dizer que esse foi o fator determinante. Thiem está em seu ápice físico.

      Responder
  90. Paulo

    Obviamente, como torcedor do sérvio, estou curtindo essa conquista. No entanto, é necessário ponderar alguns pontos:
    – desrespeitou o árbitro (estando errado).
    – mandou um torcedor calar a boca.
    – fez catimba quando estava perdendo.
    Depois, ele não compreende o motivo de não ser amado pelo público.
    Federer e Nadal têm posturas e condutas exemplares .
    Claro que ninguém é perfeito…

    Responder
    1. Marco

      Cara, tirando a parte do juiz eu não vejo como erro.

      Não foi catimba, o cara estava mal, a não ser que vc ache que ele jogou dois sets no lixo de propósito.

      Torcida tava gritando no decorrer dos pontos, tem mais que mandar calar a boca mesmo. Federer e Nadal já fizeram isso, é normal dos tenistas.. Fora que o povo enche mais o saco do sérvio, torcendo contra e tentando atrapalhar.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Onde assino , caro Paulo. Heptacampeão do Torneio, fez questão de participar da ATP CUP dos Aussies. Contando com uma torcida ” desorganizada “rs gritando Nole desde o primeiro jogo , e mesmo assim a grande maioria estava com Dominic. Os fanáticos da Kombi , vivem a despejar que a sua ” autenticidade” é que seduz a todos. Sei … Abs!

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    3. Gildokson

      Que comentário perfeito e consciente Paulo, eu admiro muitas coisas no Djokovic, mas essa milonga e encenação que ele faz quando ta perdendo é uma das coisas mais feias que existe e é o segundo motivo por ele não ser amado pela torcida que vai ao jogo. Hoje mesmo por incrível que pareça em certo momento ficou a impressão que o público em maioria tava torcendo pro Thiem.
      Esse “papo” de to mal, to me sentindo estranho, to me desequilibrando quando bato ma bola, ele ja fez várias vezes quando Murray endurecia as finais, e o britânico se deixava levar, hj ele fez isso de novo.
      De qualquer maneira, ganha pq é melhor e não por isso, mas que é ridículo é…

      Responder
  91. Julio Cesar

    E Djokovic foi o primeiro “homem tenista” – digamos assim, porque já havia duas mulheres que tinham feito o mesmo – a ganhar GS em 3 décadas diferentes. 2000’s, 2010’s, 2020’s.

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    1. abel Afonso

      Não.
      O ano “zero” referencia partida como é no geral da matemática.
      quando começamos uma contagem é assim: 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10….
      O zero é referencial de unidades múltiplas, o zero inicial é partida, ou seja: nada
      Portanto, apenas um título em 21 pode ser considerado em nova década.

      Responder
    2. Julio Cesar

      e quando você fala que a geração é dos anos 90, em que ano é que começa a década? Pois é. Embora seja “matemático” quando se fala em “décadas” assume uma outra acepção. Ou tem algum quarentão com 50 anos?

      Responder
    3. Paulo Almeida

      Sim, todo o meio tenístico considera a década de 2010 como terminada. Só entrar no YouTube e procurar vídeos da ATP, US Open e Wimbledon com as melhores partidas do período.

      Responder
  92. Nattan Labatto

    Hoje sim, hoje sim, hoje sim… HOJE NÃO Thiem!!! 😢😢😢!!! (Bradava a torcida de Federer, Nadal e Thiem) 😂😂😂

    O Everest🗻, devorador de mundos 🌍🌎🌏 e recordes, o quebrador de correntes, domador de Touros 🐃, caçador de Leões 🦁, regicida nato, papa títulos, o inalcançável, o mais completo, versátil e carismático, espartano, soberano, príncipe regente NOVAKILLER DjoGoat, calou mais uma vez a torcida do contra, desta vez com propriedade.

    Confesso que quando O Lobo estava sacando para o campeonato estando 40/15 (entendedores), passou um filme na mente, mas o subconsciente startou e lembrei, é a rocha mental, o ice man que tá sacando. Não deu outra, 17° troféu na prateleira, 15 mil torcedores calados na Margareth Court e milhares de secadores queimados ao redor do mundo.

    Bem, não poderia deixar de enaltecer a grande partida do austríaco, o cara tem um jogo muito sólido, golpes pesados e muito talento. Se fosse qualquer (isso msm, qualquer) jogador do outro lado, Thiem levaria seu 1° Slam. Logo, parabéns ao Dominic e a toda sua torcida.

    Depois dessa final as projeções são muitas, as expectativas aumentaram. Se o devorador de mundos papar Roland Garros, será o 1° na era profissional a ter ao menos 2 Slam em cada torneio desse gabarito e, de quebra, se aproxima de Nadal, ganhando tb, confiança para tentar o feito de Rod Laver… Que os deuses digam amém!!!

    “Se me ama, sempre estarei em teu coração. Se me odeia, sempre estarei em sua mente.” (DJOKOVIC, Novak).

    Adjeee Nole!!!

    Responder
    1. Julio Cesar

      essa do hoje não, hoje não… hoje sim… foi uma das coisas que mais me doeu na vida. Schumacher passando o Barrichello a segundos do fim da corrida.

      Responder
  93. Rafael

    Que jogo, srs, que jogo! Fomos do céu ao inferno e de volta ao paraíso em 4 horas.

    PS: Danilo, meu chapa, pode começar a contagem de semanas de novo!

    Abs Djokovistas

    Dalcim, obrigado pela cobertura atualizada diariamente desse evento que ocorreu de madrugada! Veja se descansa um pouco agora!

    Responder
  94. Edi

    Até hj não entendo alguns dos leitores desse blog insistindo e chamar de maratênis o jogo extraordinário que Djokovic impõe a seus adversários,no tênis ,vc tem que impor dificuldades no jogo de seu adversário,simples assim,e não importa se atacando ou defendendo, então vamos parar com esse mimimi de torcedor fanático,que sempre que o Nole ganha,arruma um jeito de desdenhar de suas vitórias.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Novak Djokovic fez um Saque – Voleio num momento crucial , belíssimo e surpreendente, pra calar de vez aqueles que por ignorância , teimam em afirmar que é um golpe ultrapassado. É obvio que não é o seu caso Expert Edi . Abs!

      Responder
  95. Marco

    Feliz pela vitória do Djokovic.

    Djoko poderia ter exigido menos do coração dos torcedores, mas tudo bem, o importante é a vitória.

    Tirando a queda de intensidade da questão, Thiem adotou estratégia semelhante a do Wawrinka nos embates contra o sérvio… devolvia os saques lá de trás e bloqueava a bola sem peso (geralmente com slice) no meio da quadra e o sérvio tem mta dificuldade para gerar a potência necessária para dar winner num adversário que corre como o Thiem faz.

    Acredito que o Djoko deva focar neste ponto para melhorar nos treinamentos, adicionando um pouco de potência para qnd for necessário e com isso conseguir ser ainda mais dominante.

    Outro ponto é a ida à rede. Djoko tem boa mão, o problema dele é o jogo de pés na rede que geralmente é bem deficitário… tem que trabalhar isso, além de ter mais coragem pra ir mais vezes à rede. Inúmeras vezes ele joga o Thiem ou Nadal na arquibancada, mas eles dão bão ou slice e acabam neutralizando o ataque. Com o Becker ele subia mais vezes, tem que voltar a ir mais.

    Enfim, grande vitória e boas perspectivas… mas sempre tem que se ter autocrítica e seguir melhorando.
    Idemo!

    Responder
  96. Roberto Garcia

    Acho que o melhor ditado pra esse blog é “os cães (vira latas) ladram e a caravana sérvia passa”. Esse povinho anti djoko nao cansa de passar vergonha. Não há dúvidas que estamos diante do tenista mais completo da história… Se pegarmos uns 10 critérios e analisarmos o big 3, veremos que o sérvio tem a melhor nota final, disparado, pois não tem ponto fraco… Talvez seu smash??? Grande coisa, é muito pouco usado no circuito. Jah rafa e o bode aposentado têm alguns pontos fracos. Eu diria que no mental djoko é de outro planeta.
    Passar os números do milongueiro aposentado é questão de tempo. O número de semanas como número 1 ocorrerá este ano. O de grand slams, ano que vem… O numero de títulos é quase impossível, haja vista que o frauderer tem uns 50 titulos de atp 500 e 250… E o djoko objetiva, claro, torneios de importância maior. Isto tudo não é suposiçao, eh fato… Só interpretar os números e tendências.
    Estou estranhando os fanáticos por federer se pronunciarem, menosprezando as conquistas épicas do maior rival, dizendo que ele joga feio, pratica o anti tênis e mais abobrinhas…. Cade os seus posts, sempre irreais e patéticos, coisa típica de pobres fanáticos? Então, mesmo com “os cães (vira latas) nao ladrando, a caravana sérvia continua passando” kkkkk

    Responder
    1. Luiz Fabriciano

      Djokovic ontem fez um winner de smash, que para mim foi um dos mais difíceis nos últimos tempos, onde a bola quicou na linha de fundo, em um momento tenso do jogo.

      Responder
  97. HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

    Dalcim,
    É preciso relativizar a quantidade de títulos conquistados.
    Há de se considerar, prioritariamente, a qualidade / importância dos títulos.
    Praticamente 50% dos títulos conquistados por Federer são ATPs 500 e 250.
    Veja um dado mais interessante do que a quantidade de títulos…
    Grand Slams , Master-1000, e Finals:
    56 Djoko
    54 Federer
    54 Nadal

    Responder
  98. Paulo Almeida

    “Maratenistas” não ganham Slam depois dos 30.

    Realidade: DjokoGOAT 5, Nadal 5 e GUAT 4.

    Ronildo: Fregueser número 1 após o AO, Djoko nunca mais venceria Medvedev e voltaria ao número 1, não ganha do Thiem, não ganha mais Slam, fora do top 4 no fim do ano. Que mais?

    Como é bom ver jaguatirete quebrando a cara!

    E o fake camaleão? Cadê?

    Responder
  99. Antônio Luiz Júnior

    Dalcim, apesar se toda a admiração que tenho por você, pela seriedade e principalmente pela isenção, achei bastante tendenciosa a sua análise, colocando o sérvio acima do bem e do mal. Acho que Dominic Thiem, perdeu o jogo, no primeiro game do quarto set ao perder a chance que lhe foi dada de quebrar o serviço do sérvio. E pesou muito, as 06 horas a mais dentro de quadra, isso ficou evidente. Outra coisa bastante estranha e que sequer você comentou no seu blog foi o falso atendimento médico (que não houve), solicitado pelo Dkokovic, com a única intenção de esfriar o austríaco. Nada contra o sérvio e sua capacidade física e “mental”. No meu entendimento Thiem errou muito no jogo de hoje e fez escolhas não muito inteligentes, em momentos decisivos, talvez em função do grande desgaste físico. Na minha opinião perdeu por inexperiência. Nas entrelinhas, fica subentendido sua admiração explícita por Dkokovic ao apontá-lo para o restante da temporada como o grande nome do circuito em 2020. Sinceramente, discordo do seu ponto de vista e acho que o ano de 2020 está completamente em aberto. Vamos esperar para ver…

    Responder
    1. Ronildo

      Exatas sua ponderações sobre a partida Antônio Luís Júnior.

      Porém quanto ao texto não acho que o Dalcim cometeu qualquer equívoco. Embora tenha deixado de lado estes ingredientes que você citou porquê evidentemente focou no título e no significado histórico dele.
      O Dalcim escolheu muito bem suas palavras já à partir do título onde há o verbo ensaiar. Todos sabemos que o ensaio é uma coisa e a consumação das ações propostas pode ter resultados não pretendidos. Ou seja, tudo ficou no campo das possibilidades.
      Foi um texto bem consciente.

      Responder
      1. Antônio Luiz Júnior

        Ronildo, relendo meu comentário, e aqui aproveito para pedir desculpas de público para Dalcim, a quem admiro profundamente, principalmente pela isenção nos comentários, pois sempre acompanho o seu excelente blog. Não deveria de forma alguma ter utilizado a palavra “tendenciosa”e sim “exagerada”, que caberia bem mais para justificar o meu ponto de vista. O atendimento médico pode até ter sido necessário, quem somos nós para julgar as condições de um tenista sob forte tensão numa final de Grand Slam, e de fato, Djokovic parecia sem energia naquele momento. Mas, sem dúvida alguma foi determinante para esfriar os ânimos do austríaco após ter vencido o terceiro set. Salvo me engano quando Thiem sacou com 2 x 1 no quarto set teve a chance da quebra e não conseguiu aproveitar. Dai em diante a partida tomou uma outra configuração e o sérvio aos poucos restabeleceu a sua espantosa segurança como devolvedor e passou a sacar bem melhor, Thiem, ao contrário, passou a errar muito mais, facilitando ainda mais a vida de Nole. O meu único senão, é com relação ao caminho dos dois tenistas no torneio, e o número de horas em quadra. 06 horas a mais de jogo representam duas partidas de 03 horas, é muito desgastante, e Thiem ainda teve apenas 01 dia de descanso para a final contra 02 dias do sérvio. Isso não tira em nada a representatividade da conquista de Djokovic, e ele de fato era o grande favorito para vencer o AO. Acho que inicia o ano muito bem, ao contrário de Nadal e Federer. Mas, sinceramente, o tamanho dos dois adversários ainda é enorme e mesmo que não aparentem ter a mesma sede do sérvio por conquistas de recordes, ou que não estejam vivendo o seu melhor momento, ainda vão dar muito trabalho. THIEM e ZVEREV também apresentaram um tênis de alto nível, e são duas boas apostas, pois cresceram significativamente neste Slam, Não podemos descartar nunca MEDVEDEV e TSITISIPAS, ambos também podem surpreender. Ou seja, o ano de 2020 promete muito, e mesmo considerando Djokovic como o nome a ser batido, não vejo completo domínio do sérvio no circuito este ano, ele ainda tem suas oscilações em jogo. Lembrando que esta é apenas uma opinião, que pode, deve, e com certeza, será contestada por muitos que pensam diferente. Esta é a grande riqueza do seu blog, a diversidade de opiniões acerca do mesmo assunto, sem nunca desmerecer a opinião contrária, mas,sempre externando aquilo que pensamos. Grande abraço a todos…

        Responder
    2. Barocos

      Antônio,

      Sugiro que faça um curso de interpretação de texto urgentemente. Tudo o que o Dalcim elencou, foram possibilidades apropriadamente escoradas em eventos passados, algo bem mais sofisticado do que as meras opiniões e ilusões rotineiramente exibidas nestas cercanias por torcedores fanáticos.

      Possibilidades não são projeções, fique bem entendido, ou será que você leu no texto que o autor tenha dado x % de probabilidade do sérvio conquistar tais e tais torneios?

      Aliás, a máxima que diz que devemos respeitar opiniões é ridícula, devemos respeito às pessoas. Todas as opiniões são passíveis de contestação e não, elas não possuem todas o mesmo valor, por exemplo algo dito pelo Dalcim sobre tênis carrega muito mais valor do que as que eu ou você venhamos a emitir.

      Responder
      1. Antônio Luiz Júnior

        Não só reitero as suas palavras, como já me desculpei publicamente a Dalcim. Aproveito também para agradecer a sua intervenção (lei sempre seus cometários) e quero deixar claro que utilizei mal as palavras e não tive nenhuma intenção de denegrir a imagem ou a opinião do grande Dalcim. Muitas vezes a interpretação imediata de um texto movida por algum tipo de emoção ou sentimento, pode nos trazer uma leitura crítica com olhar diferente daquilo que o autor está tentando nos dizer. Obrigado mais um vez por me fazer entender o meu erro e já inclusive republiquei uma pedido de desculpas e uma resposta ao Ronildo, que também teve a mesma percepção.

        Responder
  100. Paulo Almeida

    Aquela respiração ofegante e falta de energia do Djokovic no segundo e terceiro sets lembrou os tempos em que sofria com a intolerância ao glúten e abandonava jogos. Bizarro, será que o problema voltou?

    Pergunta séria.

    Responder
  101. Paulo F.

    Onde eu moro, etá rolando um dilúvio nesse momento.
    Devem ser as lágrimas de Sérgio Ribeiro, Rodrigo S. Cruz, Marquinhos-Renato-Johnny-Vitor Hugo, Màrcio Souza, Bruno Gama, maior..geração..do..tênis..chegando.. e etc.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Cresça e apareça, moleque rsrsrs. Leia o Post anterior em que comentosobre o jogo. Você acha que eu sou um Paulinho F. da vida ? Um simples repetidor de comentários alheios ? Novak foi apontado por mim favorito desde a ATP Cup. De Maria vai com as outras já basta o senhor e a turminha da Kombi. Se liga , mane’. Abs!

      Responder
  102. Bruno

    E o maratênis vence dnv…..
    Nunca será o goat com um jogo baseado em vencer no erro dos adversários, aonde o físico fala mais alto que a habilidade.
    Chega a ser covarde, em vários momentos, ficar apenas passando a bolinha pro outro lado sem tentar “vencer” o ponto….. Mas tem quem goste, vai entender.
    Os recordes do goat cairão devido somente a padronização das quadras, que favorecem os anti-tenistas, caso contrário o rei continuaria soberano com uns 30 slams e mais de 400 semanas na liderança.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Kkkkkk essa história de maratenis só existe aqui no blog, coisa de gente alienada da realidade como vc, o cara está a caminho de ser o GOAT mesmo, e nem sou torcedor dele. Como os caras tão sofrendo kkkkkk…

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        E você , pessoa de grande caráter , torce pra que Novak quebre todas as marcas do Cara que tem Pôster no seu quarto. Voltou até com o ridículo como os caras … E você não né LF .? Tua praia é outra. Menos apreciar Tênis. Tá faltando o aposentado e reinaugurar a farmácia , mane’ rsrsrs Abs!

        Responder
    2. Adriano Souza

      É sério esse seu comentário? Maratenis? Correr faz parte desse esporte. Eu tô ligado que vc quer que o Djokovic pare de correr pro adversário poder conseguir o ponto né! Sei…. Até achei que o Djokovic não foi tão agressivo no segundo é terceiro set. Não foi aquele Djokovic do AO do ano passado, em que massacrou o Lucas Poulle (Que por sinal ,estava sobrando no torneio, até encontrar o Djokovic) E também não foi aquele que massacrou o Nadal na final, dando uma aula de agressividade. A verdade é que o Djokovic sabe se defender muito bem, e atacar muito bem. Em certos momentos , ele não é tão agressivo, mas quando quer ser agressivo, ele agride com maestria também. Sabe fazer as duas coisas. Vc Fala que o Djokovic é só força física e correria, certo? Pois bem! Acho que vc tá confundindo ele com o aposentado Davi Ferrer kkkkkkkk

      Responder
      1. Bruno

        Djoko era agressivo em 2011, hj em dia, principalmente nos pontos importantes ele devolve td esperando o adv errar. Se Thiem estivesse menos errático teria vencido, assim como fez stan na final de rg contra ele, aliás naquele jogo o djoko ficou o jogo inteiro devolvendo bolinha e qdo stan acertou a mão, foi um passeio.

        Responder
    3. Alessandro Siqueira

      E como disse certa feita o pensador contemporâneo Romário, “não existe gol feio, feio é perder gol.” Parafraseando, “não existe ponto feio, feio é perder ponto.” Goste você, ou não, esse foi o oitavo Aberto da Austrália, e contando. Aceita que dói menos… 😁😁😁😁

      Responder
  103. Jonas

    “Discordo. Não faltou algo mais de coisa alguma. Ambos jogaram o Fino. O Sérvio conseguiu menos WINNERS , mesmo número de ENFs e venceu. Uma partida que o credencia a quebrar todos os Recordes . E Thiem deverá superar Andy e Stan em número de SLAM. Abs!”

    Nossa cara, eu tenho certeza de que você não assistiu ao jogo. Ambos jogaram o fino? kkkkkkkkkkkkkkkkk assiste o terceiro set novamente fera kkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Digamos o ” Fino ” em dois Sets . Em três erraram muito mesmo. Mas já vi FINAIS bem piores. Mas mantenho que Novak quebra os Recordes , e Thiem não tem nada de superEstimado. Quem quiser ganhar RG , derrube o Austríaco rs Abs!

      Responder
  104. Djokão

    O mago de Belgrado não só comeu o fígado, mas a mente do Thiem. O Rocky Balboa do tênis soube apanhar e quando muitos davam por derrotado… foi lá e mostrou quem é que manda na terra dos Cangurus.

    Thiem joga demais, mas ainda escolhe bolas erradas em momentos cruciais. Se aprender, vai levar Slams pra Viena e desbancar seu compatriota Muster, se tornando o melhor austríaco. Rafa que se cuide em Rolanga.

    Vida longa ao paredão de Belgrado! Tem muita lenha pra queimar e recordes a bater!

    Responder
    1. Flávio

      João o Djokovic gsmjoi hoje devido a sua maior experiência e maturidade, que o Thiem não, aliás enquanto o big 4 chegar em finais de slam vai vencer sempre porque o novos talentos como:Medvedev, Thiem, Tsitsipas, Zvetrv pipocam. Agora o Federer ainda é o maior pois tem quase todos os recordes, menos títulos de master 1000, agora eu duscirdi de tu em achar que Nadal não é favorito em Roland Barros, pois se Nadal estiver 100% vence Roland Garrros, e duscirdi um pouco do mestre Dalcim ao afirmar que Djokovic vai ter 19 e Nadal 20 Slams esse ano porque pode ocorrer contusões, portanto é precipitado.

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a capacidade de jogar em cima da linha o tempo todo, com um poder de reação extraordinário (que aliás já é notório nas devoluções de saque que faz, algo que exige enorme antecipação e leitura).

      Responder
    1. Ronildo

      Infelizmente, para os adversários, o Djokovic contou com muita sorte neste torneio. Foi livrado de enfrentar o Tsitsipas, pegou um Federer lesionado e o Thiem gastou muita energia no torneio.

      Responder
  105. Marcelo-Jacacity

    Vai Djokovic!!!!
    Obrigado Rodrigo! Pelo Ajude Djoking🤣🎾🇷🇸🏆
    Tamo Junto na vibe sérvia!
    Feliz demais!!! Não jogou bem, mas o importante foi o 8. AusOpen! 17. Major!

    Responder
  106. Manuel Samuel

    Dalcim, ouso discordar quando você diz que esse pode ser o maior ano da carreira de Djokovic.
    Na verdade eu se quer acho que ele termina esse ano como n1, acho que ou Thiem ou Medvedev terminam. O Sérvio não consegue fazer mais muitas maratonas, se forçar muito acaba se lesionando, e temos dois jogadores jovens que aguentam sequencias absurdas de jogos, principalmente o russo.
    Ouso a dizer que esse foi o único slam do sérvio essa temporada, teremos diferentes nos próximos slam’s, infelizmente não coloco Federer entre eles.

    Responder
    1. Enoque

      Acho que não tem como repetir a temporada de 2011, principalmente, onde o Djoko terminou o ano com quase 17.000 pontos. Mesmo que ganhe 3 slams (6.000 pontos), ele não tem mais disposição para jogar tantos torneios nem, principalmente, de ganhar a maioria dos master 1.000. Na fase atual o número 1 vai ficar mesmo em torno dos 10.000 a 11.000 pontos. Creio que a pontuação vai ficar distribuída entre 4 ou 5 tenistas e não mais concentrada na mão de um dos big 3, como acontecia.

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        Certa vez, Francisco Roig, técnico do Nadal, afirmou categoricamente que Djokovic JAMAIS teria um ano tão espetacular quanto 2011. E veio 2015… KKKKKKK
        Mestre Dalcim aqui costuma dizer: ‘Jamais duvide de Federer!” E eu concordo com ele. MAS…
        Talvez esteja na hora de todos os torcedores do Nadal e Federer aqui do Blog reconhecerem que essa frase já pode ser aplicada ao sérvio também!
        Esse começo de 2020 já é avassalador. Não estou aqui afirmando que ATP CUP seja um big title, mas que todos os participantes a disputaram com muita garra, lá isso foi. E Djokovic carregou o time sérvio nas costas, por assim dizer. Venceu até as duas partidas de duplas decisivas que disputou!!! Quem diria??!!
        Apenas para lembrar: durante o ano de 2011 mágico que Nole apresentou, TODOS do Big Four estavam voando baixo na temporada. Isso vale para Federer (tanto que foi o único que parou Djoko no 1º semestre), Nadal (5 finais consecutivas levando naba sérvia, incluindo o saibro de Roma e Madri; porém, venceu RG, Davis, final de US Open), Murray (venceu dois Masters 1000, foi finalista no AO e fez semi tanto em RG quanto no USOpen).
        A história do tênis em 2011 reforça a seguinte tese: se todos os membros do Big 4 tivessem a mesma idade cronológica, lamentavelmente para alguns, o belíssimo tênis de Federer e o também eficiente tênis de Nadal teriam vencido bem menos Grand Slams.
        Escrevo isso, porque é recorrente aqui no blog a acusação de que Djokovic somente se destacou tanto em 2015, porque Nadal e Federer estavam forma de combate.
        Na verdade, um grande desequilíbrio ocorreu foi durante o ano de 2017!!! Em 2016 Murray dominava absolutamente o circuito, tendo atingido (finalmente!!) seu auge técnico e mental em 2016 tornando-se nº 1, merecidamente. Se não tivesse se contundido teria prevalecido também naquela temporada. Federer não teria ganho na Austrália de forma alguma!! Ele e Nadal nadaram de braçadas porque houve muita gente fora-de-combate naquele ano: Delpo, Wawrinka, Murray, Raonic (vide estrago no recente AO), Berdych…

        Responder
    2. Valmir

      Wimbledon… com pontos rápidos… temperatura agradável… precisa de maratonas ??
      Quando… lá de vez em quando… elas ocorrem… já sabemos quem é o vencedor…
      é só se lembrar da…. semi de 2018 e a final de 2019

      Responder
  107. Jonas

    Eu falei aqui que uma das virtudes do Djokovic é saber jogar os big points. Contra o Federer ele fez um jogo abaixo, mas nos pontos importantes ele atropelou o suíço (vide aquele tiebreak do primeiro set).

    Hoje, boa parte do jogo foi sofrível. Por dois sets o emocional do Djokovic o deixou na mão. Dá pra entender a quantidade de pressão que havia em cima do sérvio. Afinal, é o mundo contra ele, e a torcida (que costuma torcer pelo mais fraco) encheu o saco de novo. É raro ver um tenista “sumir” por dois sets como aconteceu hoje, ainda mais com o Novak, que não estava conseguindo nem sacar no terceiro set.

    Achei incrível essa queda, pois no primeiro set o sérvio deu uma aula de tênis pro Thiem. Depois de um game horroroso no 2° set o jogo virou completamente. Nesses momentos fica claro o quanto tênis é um esporte mental.

    O Djokovic volta pro quarto set de forma firme, errando menos e conseguindo ser agressivo nos momentos chave. No quinto set o sérvio dominou, mas acabou perdendo a chance de fazer 5-2 e liquidar de vez o jogo. Mas não teve essa de perder match point. Ele sacou pro jogo e confirmou o serviço. Como é gelado esse cara.

    Aos 32 anos ele ainda consegue se recuperar de um jogo assim, contra um cara 6 anos mais novo, diriam os fãs do Federer kkkkkkk. Chega a ser piada.

    Sinceramente, o big 3 ainda é muito superior ao resto. Em especial o Djokovic, que consegue vencer um Grand Slam sem apresentar o seu melhor tênis. E logo contra o Thiem, que provavelmente está no auge físico e técnico com 26 anos.

    Responder
  108. Isaías

    Dalcim eu estou ficando cansado de defender a nova geração, já entrei até em discussões mais acaloradas em várias matérias aqui do site tenis Brasil para defender a nova geração mais aos poucos fui me esgotando, fui ficando cansado de defender a nova geração e acho que ninguém pode me julgar por isso, pq a gente cansa mesmo e eu sempre defendi muito os novos tenistas, eu adoro todos do Big 3, gosto dos 3, mais para o esporte seria muito bacana e importante conquistas de outros tenistas, ganhar slam com Federer, Djokovic e Nadal quando estiverem decadente na minha opinião a nova geração vai virar alvo de críticas e muitos irão argumentar que só ganharão pq o big 3 está decadente. A gota d’água pra mim foi o voleio de Thiem no quarto set no oitavo game, era um ponto importantíssimo, confirmar aquele game e empatar em 4 x 4 jogaria toda pressão em Djokovic e Djokovic não fez nada de especial naquele game apenas esperou Thiem errar tudo pra encaminhar a Vitória no quarto set e sinceramente não acho que outro integrante da nova geração teria feito um game melhor ou acertado aquele voleio fácil, é só um desabafo Dalcim, estou cansado de defender a nova geração.

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  109. WALDIR DOS SANTOS

    o them foi um grande adversario para o djoko, vou fazer uma previsão ele vai ganhar roland garros e o aberto do usa…..depois me cobrem….um abraço

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    1. Paulo F.

      Eu nem dou bola mais.
      Apenas torço para o tênis latinoamericano um dia se livrar da “saibrodependência” e de tudo que gira em torno do saibro.

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  110. Chetnik

    Djoko não joga tênis, joga xadrez. Antecipou que a chave do número 1 no AUSO seria muito mais duro. “Largou” o topo do ranking para garantir o título e ainda o recuperou logo em seguida, kkkk. Tudo como planejado.

    Vamos falar a verdade, o número 1 combina mais com o Djoko do que com o Nadal…

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  111. Chetnik

    Djoko sádico mais uma vez atuando, dando esperanças para os zumbis, só para absolutamente destruir os seus mentais fracos, kkkkk. Vigília de suicídio para essa galera, kkkkk.

    Thiem joga muito tênis. Tá jogando de forma bem mais inteligente. Parou de fechar os olhos e marretar todas as bolas. Tá com um jogo de rede bem decente também, além de se defender muito bem com sua movimentação e slices. Bem, ele teve suas chances, não pode reclamar. Deve ganhar algum GS no futuro…

    Eu já falei aqui outras vezes, ao contrário do senso comum, essas quadras muito lentas – como tava lento o AUSO esse ano pqp – não são boas para o Djoko. Quando ele pega jogador que se defende bem com slice e que tem potência para varrer a lentidão da quadra, ele se complica. O Wawrinka que o diga.

    A verdade é que o Djoko mudou o estilo de jogo dele com o tempo. Tirou potência para ganhar em precisão, movimentação, elasticidade, etc. Mas essa falta de potência às vezes cobra o seu preço. O Thiem tava devolvendo todas com slice hoje…e o Djoko não conseguia definir. Me lembrou a final de RG 2015. A diferença é que o jogo ofensivo do Wawrinka foi bem mais competente aquele dia, principalmente aquele backhand maldito na paralela.

    A única coisa do Djoko que funcionou o jogo inteiro foi a devolução. Tanto é que teve chances mesmo naquele momento bizarro do jogo. O Thiem foi muito bem na defesa, em se manter nos rallies, mas faltou aqule boom no jogo ofensivo. Djoko voltou a sacar muito bem nos sets 4 e 5 e ligou o modo paredão. Mas faltou ofensividade em vários momentos. Dane-se. Tudo está bem quando acaba bem…

    Agora resta o ritual da vitória. Muita música Sérvia e passar o dia rindo da choradeira e do colapso mental e emocional dos zumbis na internet, kkkk. Spremte Se Spremte Cetinici.

    PS: E aí, zumbis. Só 3 a diferença. Djoko nunca esteve tão perto, fungando no cangote. Bateu o desespero? Kkkkk.

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    1. Ronildo

      Este é o último

      Thiem será campeão em RG e Us Open e Federer em Wimbledom.
      Outros prováveis campeões no US Open são Medvedev, Zverev e Tsitsipas.

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    2. Marco

      Fiz a mesma análise qnt a essa falta de potência nos golpes.

      É uma coisa que ele precisa melhorar, mesmo que seja como carta trunfo.
      Além disso, precisa ir mais pra rede, ele jogava o Thiem pra longe, mas o austríaco se defendia de slice flutuante e neutralizava o ataque, coisa que não ocorreria se ele fosse mais pra rede matar o ponto.

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  112. André Barcellos

    Pode ser dito que Thiem jogou abaixo do que vinha jogando, o que é verdade.
    Ou que Djokovic deu um migué ao largar o quarto set e focar no quinto.
    O fato é Thiem ficou no quase. Muito errático (algumas muitas vezes por conta do oponente).
    Mas acredito que ele adotou uma estratégia errada ao usar muito slice contra o Djokovic. Seria melhor enfrentar o sérvio com pancadaria e energia (como o Wawrinka faz), usando seus poderosos golpes de ambos os lados. Mas hoje eles não estavam entrando tanto.
    É fato também que a devolução do sérvio fez e faz a diferença nos grandes jogos.
    Seja como for, Djokovic foi testado e o austríaco não pode desanimar. Seu Slam pode ssair neste ano.
    Fica o consolo de ter perdido para os adversários em Slams em que serus oponentes reinam absolutos.

    Responder
    1. Marco

      Mas o Thiem jogou parecidíssimo com o que faz o Wawrinka.

      A diferença é que a esquerda é um pouco pior e o saque tb é inferior.

      Mas em termos táticos foi igualzinho.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Como diz o mestre Dalcim: “puxa”, agora poupar energia (jogando) em um jogo que prometia ser longo, e foi, agora é migué?
      Esse Djokovic sei não viu, realmente, todos os elementos ele possui.

      Responder
  113. Chetnik

    E o “freguês” dos jogadores novos continua os vencendo, principalmente nos grandes jogos. Alguém sabe o H2H do Thiem contra o bode, que não amarela para os jovens? Kkkkk.

    Aliás, será que o bode aprendeu como fecha GS com 40-15? Kkkkk.

    Jogo foi fraco. Aquele colapso do Djoko foi bizarro. Não conseguia sacar. Mas o cara é o rei do mental. Um monstro e um psicopata sem piedade. Do jeito que eu gosto. Ballet só no Bolshoi. Quadra de tênis é para tênis terminator.

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    1. José Eduardo Pessanha

      Uma coisa você tem que reconhecer, Chet. Os jogadores mais novos jogam muito mais contra o Craque do que contra o Djokovic. Zverev sacando a 219 km/h em média é um desses indicativos. Claro que há muito mérito do Cotonete nisso, mas todos esses caras são amarelões de primeira. Me peguei em muitos momentos do jogo torcendo pro Cotonete. É difícil torcer pra essa geração instagranfacebookniada.
      Abs

      OBS: Dá pra comentar sem agredir os outros, conterrâneo Sérgio Ribeiro. A provocação faz parte do blog. Esse apelido superestimado não foi inventado por mim, apenas acrescentei o sobrenome do THIEMado, que casa perfeitamente com a palavra super estimado,’o que de fato ele é.
      Abs

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Insistes com esse apelido com alguém que além de títulos importantes , já fez 3 Finais de SLAM . Tá na hora de mudar. Se não , segura o tranco , Conterrâneo. Abs!

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        1. Heitor de Oliveira

          É verdade, Sergio, nao tem nada a ver chamar o Thiem de superesthiemado. O cara ja fez 3 finais de grand slam fora os outros titulos que ja conquistou e o Pessanha insiste em falar asneira.

          Responder
      2. Luiz Fabriciano

        Pessanha, será que os jogadores mais novos, jogam muito mais contra o “craque” que contra o sérvio, por que sentem nele maior oportunidade de vencer? É um ponto a se pensar…

        Responder
  114. Chetnik

    Mudei de opinião. O cara não é o maior poeta do blog. É o maior poeta da internet kkkk. Em UM ÚNICO JOGO o Djoko amassou, comeu e cuspiu 5 previsões do nosso MIDAS ao contrário, kkkkk.

    1. WB foi o último GS da carreira do Djoko, kkkkk.
    2. Djoko nunca mais vai ser número 1 do ranking kkkk.
    3. Djoko não ganha mais dos novos em torneio grande, principalmente do Medvedev e do Thiem, kkkkk.
    4. Djoko amarela contra os novos em jogo grande, kkkk.
    5. Mental forte do Djoko é “lenda”. Não existe isso, kkkk.

    Kkkkk. Esse é o nosso MIDAS da 25 de março kkkkk.

    Aliás, quer apostar que, salvo lesão, o Djoko acaba o ano no topo do ranking?

    Responder
    1. Chetnik

      PS: Aqui 40-15 “a gente” bate na cara, chuta a porta e confirma título de GS. Não é cérebro de geleia não, kkkkk. Mas mental é “lenda” kkkkk.

      Responder
    2. Barocos

      Prezados frequentadores do blog, fiquem atentos para mais uma mudança de “nickname”. Como nas vezes anteriores, uma pretensa solução para parar de sentir vergonha, e ser devidamente ridicularizado, por ter fatos contrariando previsões megacarregadas de bias.

      Como sugestão, aconselho o “Midas às avessas” a ter um mínimo de dignidade e manter o atual. Claro, estou sendo parcial neste pedido, afinal, tal prática tem sido auspiciosa e servido muito bem aos interesses do sérvio e dos seus admiradores.

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      1. Alessandro Siqueira

        Você está se referindo ao Marquinhos/Renato/Victor Hugo?! Ele muda o Nick, mas o repertório é o mesmo e sempre tem a clássica: “maior e melhor disparado.” Como diria o Senhor Omar, trágico. Mas aqui tragicômico… 😂😂😂😂😂

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      2. Ronildo

        Barrocos, você também levou bastante a sério minhas previsões? Perdeu dinheiro? Até previsões climáticas ainda se erra com toda a tecnologia disponível! Quiçá no tênis com todas as variáveis!

        Mas enfim, foi por pouco, acho que o pessoal esqueceu que Thiem quase chegou lá.
        Djokovic está andando sobre o fio da navalha , por sorte caiu para o lado certo no AO.
        Vamos observar o andamento dos torneios.

        Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Você imita o tal L F e posta sem ler o que os outros escrevem. Não apontei ninguém que tirasse o favoritismo de Novak , desde a ATP CUP. Somente disse que iria suar sangue contra Dominic. Errei , mané mor ? . Na boa , compre uma Lupa Kkkkkkkkk Abs!

        Responder
    3. Ronildo

      Chetnik, minhas previsões apenas foram adiadas pela baita sorte que Djokovic teve este ano. Evidentemente ele jogou muito bem a final. Está de parabéns.
      Mas teve sorte do Tsitsipas ser surpreendido pelo Raonic e do Federer estar lesionado na semi, bem como do Thiem ter se desgastado muito nas rodadas anteriores.

      Responder
      1. Willian Rodrigues

        “Sorte” teve o Federer!! Todos os cabeças-de-chave caíram antes de enfrentá-lo e ainda contou com mais duas entregadas ridículas de dois cabeças-de-pudim que o estavam dominando. PQP!! Esse sim, não deveria sequer ter chegado à semifinal. Ademais, não foram vocês mesmos, torcedores do Federer e Nadal que bradaram, em alto e bom som, que Thiem dominaria facilmente o sérvio numa eventual final??!! Só-que-não… KKKKKKKKKKKKKKKKK
        Comemorando muito!!
        Como disse um colega: menino sérvio, forjado no fogo-da-guerra, não afina para big points não meus amigos! Frieza e precisão implacáveis!! Confirmou o título e calou o estádio com torcida contrária, assim como já o fez em outros slams.

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            E pior ainda , falador Jonaser. Os garotos não temem mais o Big 3 . Alguns estão fazendo os caras pensarem que vão desmaiar rsrsrs . Os recordes manezao , ainda estão com o Suíço rsrsrs Abs!

  115. Ricardo - DF

    O jogo parecia na mão do Thiem. Djoko desabou no final do terceiro set. A impressão que fica é que Thiem vacilou, deixou o Djoko readquirir a confiança perdida (até ele).

    Nas mulheres, impressionante como as adversárias da russa amarelaram. Irreconhecível a Muguruza. A russa, naturalizada estadunidense, estava com uma confiança que beirava a arrogância.

    Responder
  116. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim o thiem perdeu só 3 finais de slam ainda, não foram 4 que você quis dizer com a inspiração ao murray.
    Sobre o calendário do Djokovic para esse 2020, o que você aconselharia o servio fazer para chegar inteiro para os slam e a olimpíada?Eu fiquei pensando nisso depois do jogo e jogo ele tem para ganhar tudo, mas fisicamente é impossível, minha ideia seria ele jogar IW e pular Miami se ele ganhar IW, jogar só Roma ou só madri até RG, e depois ir direto para o us open após a olimpíada, acho difícil ele fazer isso mas pensando no lado físico seria o cenário perfeito se ele quiser brigar para os 4 títulos grandes dá temporada. O que você acha?E parabéns pelo texto e pela cobertura desse AO, acompanhei todos os textos, que venha mais.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, eu sei disso, Vinicius. O que eu quis dizer é que ele não tem motivo para se desesperar. Quanto ao calendário, é impossível pedir a esses jogadores não disputam um Slam. Acho no entanto é que ele realmente deveria se poupar nos Masters, reduzindo os do saibro ao mínimo necessário e talvez jogando apenas um antes do US Open.

      Responder
  117. Jonas

    Poeta do blog:

    “Está feito: domingo Thiem será campeão do AO 2020 no game de saque de Djokovic. Exatamente como Medvedev fez em Cincinnati. Será mais uma prova de que este alegado super mental do Djokovic é uma farsa. Se trata apenas de um cara com um físico bem aprimorado correndo atrás de uma bolinha com uma raquete nas mãos, um praticante do maratênis. Pois bem: domingo o tênis será superior ao maratênis.”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “Eu mesmo kkkkk

    O maratênis do Djokovic aos 32 não é páreo para a versatilidade e a juventude do Thiem com 26.

    Se Thiem tivesse 38 como o Federer, daí sim, eu apostaria no Djokovic.”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “Completamente isento Luís Fernando. Veja como estou acertando direitinho minhas projeções com respeito ao Nadal. Só falta o Djokovic entrar no ritmo declinante agora. Vamos observar domingo.”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Ronildo

      Cara, você sabe que Djokovic escapou por pouco desta vez kkkk.

      Djokovic não enfrentou Tsitsipas = sorte
      Federer estava lesionado = sorte
      Thiem de desgastou em partidas duras nas rodadas anteriores = sorte

      Responder
      1. Jonas

        Senhor “idade” do tênis, o nosso querido Thiem tem apenas 26 anos.

        Quando um tal de Novak Djokovic levou o Australian Open 2012 , sofrendo horas em quadra contra Murray e Nadal (6 horas de jogo) , aí foi válido kkkkkk ninguém reclamou, afinal o Djoko tinha uns 24, 25 anos. Tá tranquilo, o cara tá no auge, kkk.

        E teve 1 ou 2 dias para se recuperar também. Hoje o Thiem presenciou uma atuação pífia do Djokovic, que ainda levou o título kkkk.

        O Fregueser esses dias ficou horas em quadra correndo igual um doido (38 anos) mas aí vc se torna bastante parcial né kkkkkk

        Responder
  118. Maurício Luís *

    …Então, Dalcim, já que palpites fora do formato sugerido o fazem perder tempo – e sabendo que você é ocupado – sugiro que das próximas torne obrigatório. Quem não obedecer, terá o palpite ignorado. É igual multa: só obedecem quando pesa no bolso.
    Tá difícil da nova geração encontrar um lugar ao sol. Descem de produção com a mesma rapidez com que subiram. Zverev, Thiem, Dimitrov, Tsitspas, Nishikori… Vão acabar é mofando.
    Estão me lembrando o Príncipe Charles. Tá lá há + de meio século, esperando “deitado” que a Elisabeth II renuncie ao trono. E mesmo que o fizer, dizem que vai ser a favor do neto.
    ///// N A D A L – ///// Espero que o canhoto multicampeão tenha deixado o topo do ranking em definitivo. Pra mim, já vai tarde.
    Se por acaso alguém ver a Xisca Perelló de óculos escuros, não é por causa do sol não. É pra ele não perceber que ela dormiu durante o jogo.
    E vamos ao teste de conhecimentos gerais.
    Assinale as alternativas mais BONITAS:
    ( X ) Alien, o oitavo passageiro
    ( x ) boxeador nocauteado sangrando
    ( x ) Brasília trombada, capotada, enferrujada e incendiada no ferro-velho aqui perto de casa
    ( ) jogo do Nadal.

    Responder

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