Thiem se dá mais uma chance
Por José Nilton Dalcim
31 de janeiro de 2020 às 11:11

Físico privilegiado, golpes pesadíssimos misturados com habilidade e cada vez mais experiente, o austríaco Dominic Thiem conquistou com méritos a terceira chance de entrar para a galeria dos campeões de Grand Slam e assim quebrar a longa hegemonia do Big 4.

Desde janeiro de 2004, quando Roger Federer passou a dominar o circuito, apenas cinco jogadores ousaram fazer isso: Gaston Gaudio e Marat Safin, antes de aparecer Rafa Nadal; Juan Martin del Potro, Stan Wawrinka e Marin Cilic na fase de ouro do tênis masculino, já com Novak Djokovic e Andy Murray no auge.

Thiem fez duas finais sucessivas em Roland Garros, mas não teve muita chance. Na primeira, não soube como encarar o todo poderoso Nadal; na outra, foi penalizado pelo calendário do torneio e ficou sem pernas, ainda que tenha vencido um set. Em Melbourne, tirou o espanhol do caminho e já derrotou quatro cabeças de chave em sequência (Taylor Fritz, Gael Monfils, Rafa e Alexander Zverev). Mas ainda terá um último e enorme desafio diante de Djokovic, às 5h30 de domingo.

O histórico entre eles tem peculiaridades: sérvio venceu 6 dos 10, porém perdeu 4 dos últimos 5, incluindo duas batalhas fisica e emocionalmente exigentes, na semi de Roland Garros e na fase de grupos do Finals. Melbourne no entanto é território do sérvio, com vitória em todas as sete finais disputadas até hoje.

Fica patente que o austríaco acertou na contratação de Nicolás Massu quando planejou melhorar seu desempenho no piso duro. No ano passado, ganhou Indian Wells em cima de Federer e decidiu o ATP FInals, onde voltou a ganhar do suíço e superou também Djoko. O que mudou acima de tudo foi uma postura mais ofensiva nas devoluções, além de entrar na quadra para tirar o tempo do adversário. Quando faz isso com seu bombástico forehand e pernas tão fortes , é um tenista difícil de ser batido.

Semifinal nervosa e equilibrada
Na tensa partida contra Zverev desta sexta-feira, é justo dizer que foi tudo decidido nos detalhes, sem um grande domínio de nenhum lado. Thiem não teve a consistência da partida contra Nadal mas achou seus melhores golpes nos momentos certos e outra vez foi soberbo nos tiebreaks, enquanto Zverev veio com uma proposta diferente, com transições muito bem feitas à rede (36 pontos em 51 subidas), além de ficar competitivo até a última bola.

O jogo ficou bom mesmo quando os dois deixaram as trocas longas da base, muitas sem grande objetividade, por um tênis mais agressivo. Claro que isso gerou altos e baixos. Austríaco fez 43 a 42 nos winners e 40 a 33 nos erros. Ambos venceram 33% pontos como recebedores. Dado curioso, Zverev acertou 81% de saques, com média acima de 200 km/h, e chegou a cravar 90% no segundo set que ainda perdeu. Mas não foi o suficiente para ir enfim à primeira final de Slam.

Há no entanto que se destacar o grande torneio de Sascha, principalmente no aspecto emocional. Segurou a cabeça mesmo quando pressionado, evoluiu na parte defensiva e recuperou a confiança no saque, com poucas duplas faltas comprometedoras. Depois de uma ATP Cup tão ruim e histérica dias antes, a perspectiva para o restante do calendário melhorou muito.

Thiem lutará no domingo também por um inédito terceiro lugar no ranking, o que rebaixaria Federer, e tentará repetir Thomas Muster, até hoje único austríaco a faturar um Slam, em Roland Garros de 1995. Curiosamente, Muster foi demitido da equipe às vésperas do Australian Open apenas duas semanas depois de ser contratado.


Comentários
  1. Maurício Luís *

    Achei que a Margareth Court até que defendeu bem o ponto-de-vista dela. Fazendo uma comparação, a manifestação do Mckenroe e da Martina é como se o Messi e o Cristiano Ronaldo viessem aqui no Brasil e estendessem uma faixa pedindo pra mudar o nome do estádio de “Rei Pelé” pra “Zico”. Ficaria estranho…
    ***** Tá explicado o enjoo *******
    A Xisca Perelló procurou o médico pra reclamar que está sentindo enjoos…
    – Você comeu algo diferente? Esqueceu de tomar a pílula?
    – Não, doutor. Nada diferente. O que mais faço é ver os jogos do meu marido.
    – Os jogos dele? Tá explicado. Você NÃO está grávida

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  2. Ronildo

    1 Novak Djokovic 9720
    2 Rafael Nadal 9395
    3 Roger Federer 7130
    4 Dominic Thiem 7045
    5 Daniil Medvedev 5960
    6 Stefanos Tsitsipas 4745
    7 Alexander Zverev 3885

    Vejam como o Ranking está interessante. Thiem tem plenas condições de chegar nas finais de Indiam Wells e Miami. Quando chegar a temporada de saibro ele poderá estar a meros 1000 pontos da liderança. Vejam como é factível que ele esteja como número 1 depois de RG.

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  3. Oswaldo E. Aranha

    Duas mensagens:
    1ª – aos que vaticinaram que o Djokovic não passaria da metade do torneio ou que não chegaria às quartas; engulam suas previsões fajutas e ácidas e ainda ouçam o samba que o poeta da Vila, Noel Rosa, disse em uma de suas canções: Quem é você que não sabe o que diz? Meu Deus do Céu que palpite infeliz!….
    2ª – aos que tentam menosprezar o sérvio, dando-lhe apelidos depreciativos, como Cotonete, Bagre, Vice, farsante, etc… agora vão ter de conviver com o fato dele, além de ser considerado o melhor tenista da década, segundo a ATP, ainda está reassumindo a posição de primeiro do ranking.

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  4. R. P.

    É melhor os anti trocarem o secador. O melhor e mais completo de todos os tempos embolsou o5 dos últimos 8 majors; Nadal os outros 3. Na prancheta, Big 3, na prática, BIG 2.

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  5. Manuela

    Li agora que o presidente da Tunísia ordenou uma investigação sobre a participação de um tenista israelense em uma competição internacional de tênis para juniores realizada na capital.

    Segundo fontes do governo, após uma reunião com a ministra da Juventude e Esportes o presidente reiterou sua recusa em normalizar as relações com Israel “em qualquer nível” e instou a tomar as medidas necessárias contra os responsáveis.

    Que absurdo impedir judeus de competirem no país!!

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  6. Paulo Almeida

    Imagino a alegria da freguesada achando que o GOAT Djokovic iria levar um pneu no terceiro set e até abandonar o jogo, kkkkkkkkkkkkkkk.

    Chorem muito, secadores!

    OCTA do melhor Slam de todos!!! Rei do hard, da grama e do tênis em geral!!

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  7. Barocos

    Não foi uma partida espetacular, os dois jogadores estavam extremamente tensos pelos motivos óbvios para todos: Djokovic sabe que a cada ano diminuem as suas possibilidades de alcançar o recorde do Federer, que ele já declarou que quer para si, e precisa aproveitar cada oportunidade que surja; Thiem enfrenta a dura missão de ter que jogar partidas de Grand Slam contra adversários de altíssimo nível sabendo que se ficar apenas passando a bola vai perder, sabe que tem que arriscar, o que torna muito difícil manter um baixo número de erros, algo fundamental em vitórias, especialmente em jogos longos.

    Deixo registrado o meu respeito ao Luiz Fernando, pelos comentários lúcidos e imparciais, mesmo não sendo o sérvio o seu jogador predileto. Isto, aqui no Blog do Dalcim, é um característica bem rara, com torcedores de todas as estirpes fazendo questão de diminuir as conquistas dos adversários dos seus ídolos, por motivos que fogem a minha compreensão.

    Por fim, e novamente, saudações ao mestre Dalcim pela excepcional cobertura e comentários durante o jogo, que eu agora faço questão de assistir com duas delas, uma a TV e a outra a do computador.

    Ajde, Djokovic ! (para desespero do fanáticos de oposição)

    (e segue a disputa em torno da existência ou não do GOAT e quem poderia ser ele)

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  8. Gildokson

    Evitei dar palpite antes do jogo justamente por não confiar nem um pouquinho no Thiem. Dito e feito, final de Slam, 2×1 e jogando bem, do nada a vaca vai pro brejo com até certa facilidade pro Djoko.
    Não adianta, os medianos não conseguem passar essa barreira mental que principalmente Nadal e Djokovic impõem.

    Ahhhh! Menção honrosa à tradicional milonga que sérvio faz toda vez que ta perdendo um Slam kkkkkkkkkkkk
    Finge que ta batendo desequilibrado, passa mal,reclama com juiz, saí toda hora da quadra…. e por aí vai kkkkkk

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  9. David

    O ponto não é não ser entendido, óbvio que dá para entender, mas o Dalcim coloca expressamente que, se possível, é para colocar no formato que ele sugere para facilitar a verificação.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Não acredito que li esse comentário ,Pessanha. É de um oportunismo ímpar. Consegue ser pior que os da turminha da Kombi. Na boa. Se existe alguém superEstimado é o nobre colega. Lamentável . Abs!

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  10. Luiz Fernando

    Vitória espetacular do Djoko, que me parece estar agora rumo aos principais recordes do tênis, para de fato tornar-se o GOAT. Superar a adversidade q ele superou hj é algo ímpar, notável, diria quase único. Méritos totais pro Thiem, que jogou de igual p igual, não fraquejou (sinceramente nos primeiros games achei q ele fraquejaria) e poderia perfeitamente ter vencido. Mas faltou aquele detalhe, aquele ago mais, q sempre sobra no sérvio…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Discordo. Não faltou algo mais de coisa alguma. Ambos jogaram o Fino. O Sérvio conseguiu menos WINNERS , mesmo número de ENFs e venceu. Uma partida que o credencia a quebrar todos os Recordes . E Thiem deverá superar Andy e Stan em número de SLAM. Abs!

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  11. Rodrigo S. Cruz

    Aliás, não importando quem vença:

    Partida nervosa, atípica e FRACA tecnicamente…

    Os dois disputando pra ver quem joga pior. kkkk

    O austríaco, por exemplo, ficou 5 sets tentando encaixar as esquerdas paralelas, e não consegue.

    Desiste logo, Thiem!

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    1. Jonas

      Djoko sofrível no terceiro set. Jogou sem saque. Um lixo de partida do sérvio. Bom, é uma virtude dos campeões vencer jogando mal. Título absurdo do Novak.

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    2. Ricardo Lessa Filho

      Sim, partida tecnicamente fraca. Ouso dizer que este foi o título de Slam conquistado em que o Djokovic pior jogou, o que, claro, torna tudo ainda mais impressionante: ele é o único jogador em atividade, junto ao Nadal em RG, que pode e consegue vencer um GS jogando 70-75% do pode ou do que já jogou. É realmente um jogador extraordinário, assombroso.

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    3. Sérgio Ribeiro

      Sinceramente não sei quem bebeu mais ontem na balada. Vi outro jogo. Jogadas de tirar o fôlego. WINNERS na paralela a dar com pau. E olha que nem Vinho bebi . Somente Cerva mesmo rsrsrs Abs!

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  12. Rodrigo S. Cruz

    Pro bem ou pro mal quem escreve a história dessa partida é o Thiem.

    Toda vez que faz MERDA, ele cede um set por Djokovic.

    Foi assim no final do primeiro set, quando cometeu uma dupla falta e agora no quarto set, errando um voleio ridículo…

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  13. Luiz Fernando

    Hummmm, parece q o mal-estar do Djoko já era, não diria q subiu de nível mas sim q voltou ao normal. E, sem meias palavras, numa situação de normalidade na quadra ele me parece favorito ao título de novo, a despeito da grande apresentação diz Thiem…

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  14. Luiz Fernando

    Terceiro set no qual o BH na paralela do Thiem voltou ao normal. O austríaco claramente sentiu na hora de fechar o set. Vamos ver como se comportará no quarto set, pela primeira vez na carreira ele está por set p vencer um GS!!!

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  15. Luiz Fernando

    Thiem que começou a partida claramente tenso se recuperou e acaba de vencer o set2. Tomara q Rafa esteja assistindo a partida p ver q não dá p encarar o Djoko com devoluções curtas e jogando bolas p o sérvio errar, tem q ser agressivo, muito agressivo. No entanto, as 6 horas a mais de quadra no decorrer do torneio podem perfeitamente atrapalha-lo com o prolongamento da partida. Claro q chama a atenção outro detalhe: por mais incrível q possa parecer Djoko não está a vontade na quadra…

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      1. Felipão

        é uma pena pois o Djoko é o cara!!
        Garanto que virão aqui completar minha frase com algo como
        “O cara chato, o cara do maratenis etc”.
        Mas tudo isso é inveja kkkkkkk

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  16. Luis

    Dalcim voltando a semi Federer X Djokovic voce acha que Federer tem sofrido com sérvio o que tinha contra o Nadal jovem? suíço tem chance de vencer mas a confiança parece menor talvez mental contra servio(na Australia fisico suico) que Nadal também tem tido dificuldade com jogo do servio

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, eu acho que Federer se sente bem mais à vontade contra Djokovic do que sempre se sentiu diante do spin canhoto do Nadal. Como o sérvio também gosta de arriscar, é possível ganhar pontos sem esforço.

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  17. Maurício Luís *

    Dalcim, por favor, tem 2 coisas que gostaria do seu esclarecimento.
    1) Olhando o ranking da ATP, tem + de 1000. Vi comentários de blogueiros e internautas dizendo que abaixo de 300 os prêmios não cobrem as despesas com material, viagens, hospedagem, etc. Então, o que fazem esses 700 aí, se não compensa? Alguma coisa não tá batendo.
    2) O que significa a letra “T” à direita da numeração do ranking de alguns tenistas?
    Aproveito pra agradecer a paciência conosco (vai ganhar passagem pra entrar no Céu de atravessado, como diz um padre que eu conheço) e parabenizá-lo pela dinâmica com que conduz tudo isso. Com certeza é bem complicado. Mas nota-se que é uma pessoa que gosta do que faz.

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    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é mais ou menos isso, Maurício. Abaixo dos 300, os tenistas geralmente estão ainda bancando seus sonhos. Os mais veteranos mesclam pequenos torneios com outras atividades (interclubes e torneios não oficiais são os que mais ajudam). T é de Tied, empatado. Abs!

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  18. lEvI sIlvA

    Dalcim, o que acha que deve pesar mais na final? Thiem ganhou as últimas 4 de Novak, contudo nunca o enfrentou numa final de GS. Djokovic, por outro lado, está no AO, onde mais tem tido resultados positivos no últimos tempos. Poderia dizer o que pensa/ Abraço!

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  19. Edi

    O jogo vai ser decidido em quem tiver mais coragem de ir para as paralelas, é ali que vai ser decidido o jogo,e os dois são bons mudança de direção,quem estiver mais afiado nesse quesito leva o torneio.

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  20. Bruno Gama

    Dizer que acha mais bonito ver o jogo do Djokovic do que do Federer é a mesma coisa que dizer que acha mais bonito o jogo do Sérgio Ramos do que o do Messi, ambos são muito eficientes, o Sérgio Ramos também é um multicampeão, mas ninguém tem prazer vendo o jogo dele, enquanto todos ficam esperando a bola chegar no Messi pra ver o que ele vai fazer. O jogo defensivo NUNCA será mais bonito que o jogo ofensivo, podem fazer o malabarismo que quiserem pra justificar.

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    1. Alice

      Meu bem, não sei se sabe…mas, beleza pode ser algo relativo. Cada um tem uma maneira de ver, de achar bonito. Uma pessoa pode achar mais bonito o jogo do Djokovic do que o do Federer, como vice-versa…nem todos amam, preferem ou acham mais bonito um jogo plástico, ofensivo..como preferir. Como 99% pode visualizar um carro e acha-lo a coisa mais bonita já fabricada, mas ainda, SIM, vai ter pessoas que não o acham. É muito simples, todos somos difentes, temos gostos a nossa maneira.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Esse negócio de “beleza relativa” também não cola muito.

        Do contrário,

        coloque um Aston Martin do lado de um Fusca, e me aponte alguém que prefira o Fusca…

        Responder
        1. Alice

          Aí, Rodrigo!. A beleza que somos capazes de enxergar vai muito além, vai da nossa cultura, da moda, dos padrões que nos ‘impuseram’, do modo como nos remete a algo, nos deixa esplêndidos, ou seja, até mesmo da maneira que sentimos. Agora sobre o seu ‘”Aston Martin vs Fusca”, desculpa te desapontar (hahaha), acho o primeiro meio baixo e moderno, meio sem diferencial, sabe? Prefiro o Fusca mesmo, mais charmoso. 😉

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  21. Daniel

    Acho muito difícil o Djoko deixar escapar essa, mas estou de olho no Thiem desde o início e me parece que ele veio meio que “comendo por fora”. Ninguém apostava no cara.

    Gosto do Nadal e do Djokovic (nessa ordem), mas torço pro Federer.
    Ele estando fora da final, creio que torça para qualquer tenista diferente “furar” um slam desses 03 gênios.

    Responder
  22. Duda

    Sofia nasceu em Moscou, na Rússia, e foi levada ainda pequena para os Estados Unidos para onde pais se mudaram em busca de melhores condições de vida…

    Pelo o exemplo da campeã do AO para tecer o seguinte comentário: os comunistas de iphone e boa parte do mundo adora criticar os EUA mas na hora de buscar melhores condições de vida, qualidade de vida, oportunidades vao para aonde? Para lá!!

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  23. David

    Dei uma olhada no post dos palpites e fiquei impressionado com a quantidade de leitores que não segue a simples orientação de colocar o palpite no seguinte formato: (por exemplo) Djokovic vence Thiem, 3 sets a 1, parciais de 6/4 4/6 6/4 6/4, em 3h05

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    1. Alice

      Sim, David. Nem todos possuem a facilidade que temos com o meio digital. Apesar que, sim, existe alguns que sentem preguiça e/ou não ligam, são impaciente e etc. Enquanto não houver uma nota de regulamento que invalide apostas que não sigam o padrão “legível”, elas ainda existirão. Mas, tenho fé…que às coisas nesse mundo tão sombrio, melhorem. Hahaha…

      Responder
      1. David

        Isso mesmo!! Tb não sei se o motivo é dificuldade digital, se é não ler o texto do Dalcim até ao final, se tá com pressa ou se não se importa mesmo…

        Responder
  24. Manuela

    Dalcim, muito obrigada pela resposta sobre o lançamento da bola antes do saque

    Jogo muito bom hj e o ponto decisivo foi no quinto game do terceiro set em que a kenin fez 40-0 dando um baile na muguruza, que não sabia mais o que fazer, sendo que fez muito

    500 lugares vazios na final feminina. Talvez porque a barty não estava lá…

    Responder
  25. Maurício Luís *

    Não torço pra nenhum Big 3, mas se fosse pra escolher “dos males o menor”, torceria pelo Djoko. Pelo menos democratizaria a distribuição de Slams e acirraria a disputa. Mas se o título ficar com o Thiem, também lhe cairá muito bem. Ele merece.
    O Nadal tem algumas particularidades no jogo heterodoxo dele que o ajudam bastante a se manter no topo há tanto tempo. Esse tal de balão com topspin vitaminado dele tem efeitos terríveis, principalmente se o adversário for destro com backhand simples. Richard Gasquet que o diga. Acrescente-se a isso muita garra e preparo físico top de linha, pronto. Eis aí um campeão.
    O problema dele é lidar com contusões, as quais vem sendo contornadas pelos médicos.
    Em resumo: além de tudo – força de vontade, determinação, físico privilegiado, muito treino… todo campeão precisa de boa dose de sorte.
    LUIS FERNANDO, PESSANHA e RODRIGO: espero que não tenham ficado muito tristes por eu não ter falado da sogra do Nadal.

    Responder
    1. Felipão

      Vc simplificou muito os pontos fortes do Nadal
      E falar só preparo físico top de linha tb não dá, parceiro. Alimentação, disciplina, comprometimento, fazer o que tem de ser feito e abdicar de muitas outras coisas etc etc

      Responder
      1. Maurício Luís *

        Verdade. Agradeço pelo complemento. É que é muita coisa ao mesmo tempo, uma conjunção de fatores, pra ficar tanto tempo assim no topo.

        Responder
      1. Maurício Luís *

        Eu sei que ele não vive só de balão. Mas ajuda bastante, principalmente se o infeliz for enfrentá-lo pela primeira vez. E repito o que disse tempos atrás: por mim, ele pode ganhar 30 Slams, que vou continuar achando o jogo dele + feio que trombada. Mas tiro o meu chapéu porque reconheço que é muito eficiente.

        Responder
  26. Leo Gavio

    Quanta bobagem alguns disseram aqui sobre DJokovic:

    “Federer é superior tecnicamente ao Djokovic, veja o primeiro set como foi.” é pra rir né?

    Federer numa tatica suicida, Djokovic pego de surpresa, e no final quem venceu o set foi o “tecnicamente inferior”.

    Na verdade Federer não é superior tecnicamente, ele tem um estilo diferente do sérvio. Como voce vai comparar um tenista que joga tenis classico e esquerda de uma mão com outro que joga tenis moderno e esquerda de duas mãos?

    Defesa e contra-ataque Djokovic é superior
    Devoluçao e esquerda Djokovic é superior
    1 Saque o Federer é superior
    2 saque Djokovic é superior
    Rede, toque e slice Federer é superior
    Direita Federer é superior
    Regularidade Djokovic é superior
    Velocidade Djokovic é superior

    O que sobra é a preferencia pessoal pelo estilo de jogo, o estilo clássico é mais plastico pra maioria das pessoas.

    Mas muito do prazer de assistir o jogador vai depender o adversário.

    Djokovic vs Medvedev semanas atrás dá de 10 a zero em qualidade do que QUALQUER PARTIDA DO FEDERER nos ultimos meses. Djokovic é um tenista que mostra toda a qualidade dele quando o jogo é mais duro. Já o Federer costuma ser o contrario, se o adversario complica o jogo ele fica bastante errático.

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      1. Sérgio Ribeiro

        O Sábio Gavião ? Tá de bricandeira né mane’ ? Os rei dos fakes só fala besteira é só Posta com esse nome apenaS quando lhe convém. Desde quando ele , você e Robson entendem de qualidade ? A FINAL de Wimbledon 2019 , mostrou o limite de ambos os Tenistas . E o de Back de uma mão não ficou nada a dever ao “ moderno “ Back de duas ( BORG já o utilizava a mais de 40 anos ) do SEIS anos mais jovem. O resto é esse monte de Bost*s postadas pelos fanáticos de sempre. A maioria cravou Novak 3 x 0 nos palpites. Somente lembrando que Dominic Thiem joga com Back Simples e ele é que possui SEIS anos a menos. Amanhã teremos um debate pra lá de interessante por aqui rs Abs!

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    1. Daniel

      O Federer tem 38 anos e ainda consegue jogar bem com eles.
      Se quer ver a esquerda do Federer pegue videos de 2005, 06 e 07 ou ainda de 2017.
      Quanto ao Medvedev, lembra muito o estilo do Davydenko (não lembro se é assim que escreve).
      É um jogador muito perigoso e que joga feio. Mas depende totalmente de um físico impecável para ter confiança para executar bolas muito planas.

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      1. Jonas

        Você é fã do Fregueser mesmo? A esquerda dele melhorou horrores de 2017 pra cá. Agradeça ao Ivan Ljubicic.

        Antes o Back do Federer era a mina para os adversários. Nadal fez a festa por ali durante uma década.

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  27. maior geração da historia tenis chegando

    final dificil djokovic é fregues do thiem vamos ver.. thiem é mais jogador ultimos 5 jogos thiem venceu 4 ..djkovic so vencia o thiem antes pq thiem era muito novo.. mais depois que thiem chegou aos 24 anos djokovic virou fegues dele , ate pq thiem esta entrando no auge agora ,realmente djkovic é o rei da entressafra pegou federer velho e um nadal que é apenas um saibrista.. fregues historico do thiem esse robozinho servio

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  28. Luiz Fernando

    Que terceiro set dessa americana, movimentação incrível, BH excepcional e como foi comentado na transmissão, quando necessitava seu nível de jg se elevava absurdamente. Venceu o set e o torneio no game em q sacou 0-40 e fez 5 winners seguidos. Titulo ficou em ótimas mãos…

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  29. Robson Couto

    Acredito que o ponto principal na disputa da final de amanhã vai estar na postura tática do Djokovic. Se ele jogar ofensivo como ocorre contra o Nadal teremos um jogaço. Agora, se ele vier com aquela tática de ficar jogando a bola para o outro lado esperando o erro do adversário vai dar ritmo para o Thiem, daí vai ser winner de todo lado assim que ele vença o nervosismo do início do jogo. Só não consigo entender até hoje porque o Sérvio ainda insiste nesse jogo morno de vencer pela consistência se possui armas para fechar os pontos mais rapidamente. Seria medo de cometer muitos erros não forçados e perder a confiança?

    Responder
  30. Ronildo

    Teve gente que ficou nervosa porque falei que Djokovic é apenas um cara com físico privilegiado correndo atrás de uma bolinha com uma raquete nas mãos.
    Bom, primeiramente não fui desrespeitoso com o Djokovic. Eu não uso termos pejorativos como boca murcha por exemplo, apenas ironia. Aliás não vi nenhum cidadão reclamar do termo boca murcha quando foi usado para Federer. Isso sim é um termo desrespeitoso.
    Mas enfim, na verdade eu fui simplista em minha definição sobre o Djokovic. Evidentemente seu tênis eficiente tem uma explicação mais profunda. A incontestável eficiência de Djokovic se deve ao fato dele ser um tenista trivalente, trifásico ou tridimensional. Ele possui três golpes super eficientes: direita com uma mão, direita com duas mãos e esquerda com duas mãos. Ele está à frente de boa parte do circuito: tem jogador unidimensional como Ivo Karlovic, tem outros bi-dimensionais. Só que Djokovic é muito eficiente em seus golpes, ele treina à exaustão!
    Já falaram que ele é um tenista muito inteligente durante a partida. E isso se deve ao fato dele ter basicamente apenas 3 golpes para escolher. Nisso ele leva uma baita vantagem para um jogador multivalente, multifásico ou multidimensional como o Federer, por exemplo. Gente, coloquem 3 doces na mão e ofereça para uma criança (com a autorização dos pais) e veja a rapidez com que ela decide escolher um. Evidentemente mais rápido do que se tivesse que escolher 1 entre uma grande quantidade disponível.
    Enfim, nunca houve um tenista tão eficiente como Djokovic! Mas é um tipo de jogo que não empolga o público. A ampla maioria do povo gosta de arte, do belo! Por isso tanta simpatia por Roger Federer!

    Responder
    1. Edi

      Amigo, há muito tempo,o Federer se pendura no saque,se não entra o primeiro ele perde o set,falta consciência no seu jogo de fundo pra encarar esses caras que jogam de fundo,hj em dia o tênis não é mais o mesmo,saque e voleio,o Federer melhorou muito seu jogo de fundo,mas demorou,e com ele veio a idade que não lhe permite alongar muito os pontos.
      Eu particularmente prefiro como é hj,muitos ralis,passadas ,direita e esquerda vencedoras do fundo de quadra,defesas sensacionais,contra ataques, é assim o tênis hj,nada mais sem graça que tu sacar e ir a rede bolear,bom mas é questão de gosto, e cada um tem o seu, Djokovic é dominante porque é o melhor em três dos mais importantes fundamentos do tênis,esquerda, devolução do saque,e mental,e nos outros fundamentos ele não fãs muito feio,da para o gasto.Claro que o saque é o principal fundamento,e nesse ele também melhorou muito.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Você estava aonde meses atrás na FINAL de Wimbledon, caríssimo expert Edi. O Suíço ali i apresentou um repertório completo. Se não reconhece caiu de para -quedas no Blog errado. Abs!

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  31. Luiz Fernando

    Segundo set da americana, bem mais móvel e regular q a Muguruza, compensando amplamente a menor potencia dos golpes. A espanhola me lembrou muito a Sharapova, jogando sem qualquer variação e muitos erros, alem de baixo percentual de primeiro serviço.

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  32. Luiz Fernando

    Primeiro set em q a Garbine errou muito mais mas compensou com maior agressividade. Se não fosse bem mais pesada e lenta q a americana teria sido mais fácil. Vamos pro segundo set.

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  33. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim, amanhã tem a final feminina e por mais que não seja a final mais empolgante do mundo por causa das duas jogadores, mas mesmo quando a serena chega na final não se cria uma expectativa para uma final de slam no feminino, existe o foco na serena e seus feitos e só, vc acompanha tênis a muito tempo,te pergunto: é uma era de tenistas “medianas” que estamos vivendo por isso a atenção é muito maior no masculino ou nos anos 80-90 que havia jogadoras com maior gabarito e mesmo assim a atenção sempre foi tão superior aos homens?Quando digo medianas para essa geração é porque nenhuma jogadora fora a serena e sharapova tem mais de 2 slam se eu não tiver errado, e isso talvez implique para mim na falta de interesse do público ver, pela oscilação que pode ser boa pela diversidade mas não cria vínculo, a ostapenko ganha RG e depois some, Osaka venceu 2 slam seguido, depois disso jogou 4 e não passou nenhum das oitavas, isso é alguns exemplos..

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O tênis masculino geralmente atrai mais a mídia e o público, mas tivemos momentos em que duelos de Navratilova-Evert ou Graf-Seles eram mais importantes do que os do masculino. Então eu acho que depende um pouco da época. No momento, com o Big 3 fazendo todo esse sucesso e brigando por marcas inimagináveis, me parece normal que o feminino fique mesmo num segundo plano.

      Responder
      1. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

        Te preocupa com relação ao masculino quando o aposentar o big 3?Não vejo nenhum dá nova geração para atropelar e carregar a mídia como foi o big 3, sinto que depois que o big 3 aposentar, será o que é o feminino agora, vários ganhadores de slam mas sem nenhum se sobressaindo é isso pode dar o mesmo efeito do feminino de agora.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Com certeza, preocupa, Vinicius. Mas eu sou otimista, porque a nova geração não tem obviamente o mesmo carisma, mas joga um tênis de alta qualidade, que aos poucos vai tomar lugar do Big 3 e manterá o tênis em exposição.

          Responder
  34. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]

    ” A lesão só prejudicava a movimentação lateral, não o saque”.

    So what?
    A menos que seja ace, ele não vai precisar se deslocar do mesmo jeito depois da devolução?

    “Drop com slice: o sérvio é bem superior nos dois fundamentos, ainda mais combinados”.

    kkkk
    Piada…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Ace, devolução que não volta ou volta pra fora, primeira bola ou segunda bola fáceis etc etc.

      Enfim, perder o saque de zero na hora de fechar (ainda mais o cara que tem o melhor da história para muitos) não tem outra explicação senão o fator mental.

      Pode fazer qualquer ginástica argumentativa aí que não será suficiente.

      Responder
      1. Naira

        Paulo, bom dia. Gostaria de fazer uma correção conceitual. Considerasse ACE somente quando o sacador ganha o ponto sacando e o recebedor NÃO toca na bola. Se o recebedor tocar na bola, mesmo que a bola saia para a lateral e/ou não retorne, não é ace. Não conta como ace se o recebedor tocar de alguma forma na bola. Ou seja, ace é o ponto direto sem que o recebedor toque na bola. Esse conceito é o mesmo no volei.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Nem sempre, Naira. Nos EUA, por exemplo, o ace é considerado se o recebedor toca na bola mas ela continua a trajetória em direção ao fundo da quadra.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Mas oficialmente em qualquer torneio é computador ace, somente se a bola não é tocada pelo devolvedor, certo?

          2. José Nilton Dalcim

            Quem anota o ace é o árbitro da partida, então pode sim acontecer de ele considerar ace em uma bola que resvala na raquete mas não muda a trajetória para o fundo da quadra.

  35. Eduardo

    Não posso dizer duelo de titãs assim como em Wimbledon mas um gigante experiênte contra um jovem adquirindo experiência finalista de dois grad slans um finals será um grande jogo uma grande final

    Responder
  36. abel Afonso

    Olá Dalcim.
    Estava eu conversando com uma amiga e chegamos a um impasse:
    Para ela, o tenis feminino passa por um momento de maior indefinição dos nomes dominantes por causa da maior variedade do circuito de tenistas em um nível equilibrado. Nessa, ela citou que a diferença entre Navratilova/ Evert, Graff/Selles era muito grande em relação a suas oponentes. E que hoje as tenistas top 30 estão muito mais próximas em termos de talento e condições e que fora das top 10 até meados de 90, a distância era maior.
    Já eu, disse e acho que o nível entre as maiores tenistas ( top 30) continua igual e que o que estamos vivendo é parecido com o final dos anos 80 ,90 e 00. Que é um momento de novo surgir alguns nomes que dominarão o circuito pois sempre é assim e a tendência é que dois ou três nomes sejam mesmo os maiores e mais vencedores.
    Sua opinião, por favor.
    Eu ou dona Laís possui o argumento que acha mais coerente?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Fico com o argumento da dona Laís, apesar de o seu ter algumas questões interessantes. O que vemos no tênis feminino atual é que o preparo físico melhorou muito e não se vê mais tenistas tão abaixo fisicamente das outras como há 20 ou 30 anos. O equipamento também equilibrou mais o circuito, porque permitiu aumentar a velocidade dos golpes de uma forma geral. Vamos por fim lembrar da padronização dos pisos, que não são mais tão diferentes e assim exigem menor adaptação das tenistas. De uma forma geral, acho que o nível técnico do tênis feminino atual subiu muito em relação a 1990 ou 2000, por exemplo.

      Responder
  37. Bruno Gama

    É inegável que o Federer é infinitamente superior tecnicamente ao Djokovic, aqueles primeiros games do jogo mostraram isso, um jogando tênis e o outro correndo de um lado pro outro igual um doido tentando devolver as pancadas. Não há sombra de dúvidas de que se os dois tivessem a mesma idade o hxh estaria em uns 35×15 pro Federer. Tem que ser muito, mas MUITO míope pra enxergar o sérvio superior ao Federer.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      É mesmo, novato? Fique com suas suposições que eu fico com os fatos:

      – 27×23 no h2h;
      – 11×6 em Grand Slam;
      – 4×1 em finais de Grand Slam;
      – 7×4 em semifinais de Grand Slam;
      – 3×0 em finais de Wimbledon;
      – 4×0 em semifinais de Australian Open;
      – 3×1 em Slams na grama;
      – 7×4 em Slams no hard;
      – 21×10 de 2011 pra cá no h2h;
      – 10×2 em Grand Slam de 2010 pra cá;
      – seis match points salvos em Slam, sendo um 15-40 e dois 40-15.

      Nossa, é tanto número bonito que meus olhos se enchem de lágrimas. Superioridade absurda do rei Djokovic.

      Responder
      1. Fernando Brack

        É preciso analisar essa questão com base no nº de encontros ocorridos quando um deles era dominante, considerando a significativa diferença de idade entre eles. e o fato concreto é que Djoko topou poucas vezes com Federer quando o suíço era dominante, enquanto nos últimos anos, com Djoko dominante, Federer topou com ele muitas vezes, evidentemente por ainda atingir seguidamente as fases decisivas dos torneios.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Não, cara, o fato concreto são números, extremamente frios e exatos.

          O resto são suposições da sua cabeça, da minha e dos outros membros.

          Responder
      2. Antônio Luiz Júnior

        Com todos os números apresentados por você, e todos absolutamente corretos, Federer continua e sempre será superior “tecnicamente” a Dkokovic. Isso não é uma opinião amigo é uma constatação… Não fique ofendido por isso, é apenas uma questão de talento natural…

        Responder
      3. Fábio Marques

        Vc omitiu um fato, amigo.

        Federer vs Djoko de 2006 até 2010. 13-6 h2h (68.4% Fed) 4 – 1 (80%) em GS Federer no auge ou Djoko muito jovem?
        Djoko vs Federer de 2010 até 2020. 21-10 h2h(67.7% Djoko) 2 – 9 (81.8%) em GS Djoko no auge ou Federer muito velho?

        Será q o sérvio não teve sorte de não enfrentar o quase imbatível Federer de 04-05 ? Será que Federer não teve azar de enfrentar o Djoko tantas vezes já não estando no seu auge físico? Será q o sérvio não pulou uma fogueira em 2017 qndo Roger estava em grande forma e Nole teve um péssimo ano?

        Responder
        1. Paulo Almeida

          O único fato aí é o 13×6 no h2h de 2006 a 2010. Você também pode citar 4×1 em Slams de 2006 a 2009 se quiser, outro fato concreto.

          O resto é análise subjetiva de idade, auge físico e a mesma lenga-lenga de sempre.

          Responder
          1. Fábio Marques

            Exato… foi o q eu disse. UM fato. O resto eu acrescentei para fazer um contraponto aos q alegam q o sucesso de Roger nos anos 2000 contra o sérvio se deve ao fato de Nole ainda ser inexperiente (apesar de já contar com 3 anos como profissional quando do primeiro duelo entre eles). A vantagem q Federer teve “antes dos 30” contra o Djoko “antes dos 25” se deu na mesma proporção q o sucesso do Djoko “depois dos 25” contra o Federer “depois dos 30”.

    2. Antonio Gabriel

      Pelo seu comentário percebe-se claramente que analisa con a paixão pelo RF, deixando de lado os Fatos e os números. Federer pode até jogar mais “bonito”, mas Djoko tem um jogo mais completo e eficiente, isso é fato, quer vc goste ou não.

      Responder
    1. Alice

      Eles se acostumam, Heitor. Com o tempo alguns tiram de letra, até porque quando você está jogando, ficamos muito focado no jogo, esquecendo quem está ao redor. Claro, que se pode ficar ansioso ou nervoso de estarem determinadas pessoas te assistindo a jogar. Mas é uma questão de confiança. Nesse nivel que eles jogam, onde estão presentes um público enorne, grandes estádios/palcos, torneios, onde tem TV e barulho manifesto pelo público, como torcida ou vaias..devem sentir sim, um pouco de ansidedade/nervosismo. Só que não tem oq ser feito, ou você joga sobre essa “pressão”, pra alguns é desfrutador…, ou não joga…haha

      Responder
  38. Manuela

    Dalcim: desculpe a pergunta… qual a relação entre a altura que a bolinha alcança qdo é jogada para cima no toss e o saque? Qto mais alta melhor? Pior?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Isso depende demais de cada tenista. Alguns lançam muito alto, outros até baixo demais. A média é essa que você vê de Djoko, nadal, Federer…

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não tem interferência alguma em termos de potência ou direção da bola. Quem joga mais alto tem a vantagem de tirar um pouco o tempo do recebedor, mas ao mesmo tempo fica mais sujeito ao vento. Quem lança baixo (na verdade, bate a bola na subida) consegue disfarçar mais o movimento, porém a precisão pode ficar comprometida. Daí a maciça maioria adotar um lançamento padrão.

          Responder
  39. Marcelo-Jacacity

    Dalcim,
    Thiem passou 4h10 em quadra contra o Nadal e mais 3h42 contra o Zverev. O desgaste dessas duas partidas tão exigentes física e emocionalmente, além de um dia a menos de preparação e descanso e tendo em vista que o Dominic joga em uma intensidade muito elevada que cobra muito do físico não é uma desvantagem grande que o Thiem leva para a final diante do Heptacampeão, Djokovic? Ou você acha que pelo preparo físico invejável e por ter apenas 26 anos, todo esse desgaste é irrelevante para o Thiem na final?

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Corroborando a minha indagação:
      Djokovic passou 12 horas 29 minutos em quadra já o Thiem passou 18 horas e 24 minutos em quadra. São quase seis horas a menos para o sérvio.

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Não, com certeza não será irrelevante. Acho que se a final for também muito longa e desgastante, o que é uma boa possibilidade, Djokovic certamente terá vantagem.

      Responder
  40. Marcelo-Jacacity

    Domingo será um jogo muito difícil para o Djokovic. Thiem está muito confiante, a decisão está bem aberta, o que me anima é que é Final do Australian Open e o sérvio geralmente eleva o nível e precisará mesmo, devido ao adversário e também porque jogou abaixo na semi.
    E se Novak pensa em chegar perto do Nadal e Federer em número de Slams, tem que vencer no domingo, além da possibilidade de voltar a ser nº 1 do ranking.
    Thiem jogará solto? Talvez sim. A pressão é maior para o sérvio, mas o austríaco também possui uma pressão de vencer o 1º Major após dois vices.

    Responder
    1. Fernando Brack

      Isso é característico do Djoko. Ele eleva o nível quando precisa. Cansei de ver ele jogar finais ou semis em nível mais elevado do que no restante do torneio.

      Responder
  41. Edi

    Só sei que domingo estarei de boa,pois estarão jogando meus dois favoritos ao título,que vença o melhor,sou Djokovic,mas admiro muito o jogo do Thiem,meu segundo favorito.

    Responder
  42. Paulo F.

    Estão dando a vitória como certa pro Thiem, mas se Djokovic jogar com o foco, com agressividade e menos defensivo – como ele joga contra Nadal ou Federer – as coisas ficarão muito difíceis para o austríaco.
    Sem contar que a devolução do Djokovic está mais afiada do que nunca, o poderoso saque de Raonic foi anulado por ele, assim o Thiem vai sempre ter pressão em seu serviço.

    Responder
  43. Washington

    Dalcim , só uma pergunta, pq Djokovic joga tão encima da linha? Parecido só Federer. Vendo os jogos ah uma diferença grande para os outros.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não são os únicos, mas é uma tarefa importante e difícil. A proposta e aproveitar o peso da bola do adversário e principalmente cortar seu tempo de reação.

      Responder
  44. Marcos Marinho

    Muitos estão apostando na capacidade defensiva do sérvio, que é evidentemente invejável. Mas há outros aspectos a serem ressaltados: das quatro vitórias que o Thiem teve sobre Novak, duas foram de virada, outras duas em Grand Slam (saibro) e uma dessas em Slam o austríaco precisou lidar com a frustração de vencer o primeiro set e perder o segundo. Ou seja, nos duelos contra Djokovic, Thiem já experimentou todas as emoções possíveis. Isso significa que a perda do primeiro set não irá desanima-lo, um eventual empate no segundo set (caso ele vença o primeiro) não irá desencorajá-lo. Ele vai pra ganhar, mesmo que tenha que virar. E ele acredita que pode fazê-lo. Acho que esse aspecto mental é relevante nesse jogo.

    Outra coisa: Djokovic tem dominado Federer porque ele entendeu que pode enfrentar o suíço com bolas que são suficientemente profundas e anguladas, mas com uma margem de segurança grande. E acho que ele consegue manejar essa margem de segurança porque a bola do Federer, especialmente hoje em dia, não tem tanto peso. A do austríaco, ao contrário, é pesadíssima dos dois lados, e a dificuldade do sérvio em responder a essas patadas do Thiem direcionando a bola nestas margens de segurança é muito maior. Soma-se a isso o fato de Thiem ter uma capacidade atlética muito superior à do suíço, ou seja, uma bola segura de Djokovic que faria Federer chegar desequilibrado no forehand, não machuca tanto o austríaco, pois ele chegará inteiro e equilibrado pra fuzilar.

    Na minha concepção essas são algumas das razões que explicam a dificuldade recente do sérvio com o austríaco. Estou falando alguma bobagem?

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pô…

      Que diferença é ler um comentário desses, puramente técnico, para as BARBARIDADES que lemos aqui diariamente…

      Outro nível.

      É bem por aí mesmo, Marcos.

      Responder
    2. Barocos

      Mesmo sendo torcedor do sérvio, eu acho que você está certíssimo. Sempre que algum tenista se destaca nas primeiras rodadas de algum torneio, eu penso com os meus botões “bom, mas só vamos saber como o cara está quando ele pegar um jogador que tenha boa capacidade de contra-ataque, como o Nole, Nadal, Federer, Medvedev, Thiem, Zverev, Tsitsipas e mais uns outros”, sendo que o gold standard é dado pelos “3 suspeitos de sempre”. Para a grande maioria dos tenistas profissionais, se vier uma bola fácil, eles as devolvem onde quiserem.

      Djokovic tem a melhor devolução do circuito, o que possibilitado ao sérvio fazer a transição para comandar o ponto com certa facilidade, e todos os seus adversários sabem que devem evitar isto a todo custo, o que significa, em geral, esmurrar a bola com boa angulação, poucos são capazes de manter este padrão por muito tempo durante um jogo e menos ainda em várias partidas.

      Acho que vai ser uma boa final a do AUSOpen deste ano (a do ano passado não foi lá uma das minhas favoritas).

      Responder
    3. Jonas

      Interessante seu comentário. Concordo em partes.

      Na minha visão, o Djokovic tem mais dificuldade com o estilo do Federer. Jogo mais rápido, varia demais e imprevisível. O suíço tira o tempo de resposta do sérvio, que mesmo assim o supera pelo que você apontou.

      Um bom argumento a favor do Thiem são as 4 vitórias recentes, ok. Mas eu consideraria os últimos três confrontos, porque em 2017 o nível do Djokovic caiu demais; isso não é fanatismo. De fato, foi um ano muito abaixo.

      Eles jogaram ano passado em Madrid e o Djokovic ganhou. Jogo interessante e o sérvio alternou bolas altas e fundas com bolas mais retas, cortando o tempo de reação. No confronto mais recente, o Thiem levou nos detalhes e de forma merecida. Mostrou força mental e foi cirúrgico no tiebreak, que aliás é um ponto muito forte dele.

      Em Roland Garros, o Thiem soube usar bem o fator vento, mas ele é melhor no saibro que o Novak. Não me surpreendi com essa derrota.

      Golpe por golpe o Thiem tem mais peso e se aproxima do Wawrinka. Pode incomodar sim o sérvio amanhã.

      Não haverá vantagem física nesse confronto. O Thiem está em seu auge. Ele teve dois dias pra se recuperar, vai chegar inteiro. A diferença em favor do Novak será a solidez da linha de base, já que o austríaco pouco virá a rede. Precisa mudar bem a direção da bola, ele é um mestre nisso e botar o máximo de pressão no serviço do Thiem.

      No mais, tem tudo pra ser um ótimo jogo. Djokovic é o favorito, mas o Thiem tem armas pra levar.

      Responder
  45. Paulo Almeida

    O Zé jogou demais nesse torneio. Está com uma postura bem mais madura e vencedora. Poderia ter aberto 2×0 contra o Thiem oscilando muito, mas não deu. Enfim, o austríaco merece a final um pouco mais do que o alemão.

    Outra coisa maravilhosa de vencer o sparring é calar a torcida insuportável dos fedtards. DjokoGOAT é o mais odiado, tem sempre torcida contra nesse jogo e ainda assim vence a maioria com sua força mental 10/10.

    Domingo o lobo comedor de fígados é favorito por ser melhor, estar descansado e tudo mais que já expliquei, apesar de ser seis anos mais velho. Porém, o Thiem é um excelente jogador e tem tudo pra ser um jogaço. Slam pesado para qualquer um dos dois.

    Responder
    1. Antônio Luiz Júnior

      Finalmente no último parágrafo do seu comentário você parou de falar bobagem. Continue nessa linha de raciocínio, nós agradecemos…

      Responder
    2. Felipao

      Boa
      Mais uma vez o djoko calou a boca deles!!
      Não precisa nem ganhar o torneio (se ganhar, muito melhor, claro), só de ter ganho do federer já foi muito bom

      Eles vão dizer que não calou a boca não, que o federer isso ou aquilo, que o Djoko mais isso ou mais aquilo. É inveja

      Responder
  46. Carlos Bicalho

    Um aspecto interessante da carreira dos tenistas profissionais é o percentual de vitórias. Isso mostra o quão craque é um tenista, o quanto ele consegue se sobressair na carreira e, na minha opinião, determina os níveis.

    Só super tenistas tem 80 por cento ou mais de vitórias: Nadal, 83 por cento; Djokovic, 82,9; Borg, 82,7; Federer, 82,1; Connors, 81,9; Mc Enroe 81,6.

    Aí aparecem outros supertenistas com quase 80 por cento, que podem ser considerados de primeiro nível também: Sampras, 77,4; Murray, 77,4; Villas, 76,5; Agassi 76,0.

    Em um terceiro nível, aparecem Roddick, com 74,2; Del Potro, com 71,7 por cento.

    A geração mais nova do tênis atual aparecem, todos, com percentual de vitórias inferior a 70 por cento: Zverev, 65,7; Thiem 64,8; Medvedev, 63,7; Tsitsipas, com 62,0 por cento.

    Curioso é o baixo índice de Wawrinka (63,5) e Gustavo Kuerten (64,7). Os dois ficariam nesse quarto nível.

    No feminino, como primeira linha: Chris Evert, 89,9 por cento; Steffi Graff, 88,7; Navratilova, 86,8; Serena, 85,4; Seles, 82,98; Henin, 82,3; Clijsters, 80,5.

    É válido observar que os tenistas mais jovens, mesmo o Thiem, estão muito longe dos tenistas com mais de 80 por cento de aproveitamento em número de vitórias/jogos.

    Responder
    1. Djokão

      É super importante essa estatística mas não pode ser vista assim isolada. Borg por exemplo parou com 26 anos. Se tivesse continuado a carreira por mais 10 anos certamente teria caído seu aproveitamento.

      Lesões tb é algo que atrapalha bastante. Sendo crônica ou não, tiram o ritmo e consistência que permitiriam ter um ranking e chaveamento melhor, melhorando nao só o aproveitamento como a questão da confiança. Guga, Norman, Delpo são alguns exemplos .

      De qualquer maneira, esses caras do primeiro pelotão são ETs

      Responder
  47. Antônio Luiz Júnior

    Li todos os comentários e com raríssimas exceções, a previsão que mais prevaleceu é de que Novak Djokovic vai faturar domingo seu 8º título do Australian Open, por tudo aquilo que representa e por todas as virtudes inegáveis que possui e já sabemos a seu respeito. Vai estar bem mais descansado do que Thiem, está muito mais acostumado a grandes decisões, e deve estar mordido por ter perdido do austríaco nos dois últimos confrontos. Ou seja, tem todos os motivos e elementos para querer passar por cima e atropelar literalmente Dominic Thiem. É muito difícil compreender a natureza humana. Degrau a degrau, Thiem foi eliminando todos os excelentes e grandes adversários que enfrentou e credenciou-se a lutar pelo maior título que lhe falta, vencer um Major. O primeiro Grand Slam, sempre será o mais difícil. Para poder desfrutar deste momento, Thiem vai ter que dar a alma dentro de quadra, lutar por cada ponto como se fosse o último, ir em todas as bolas e mostrar para o adversário desde o início do jogo que não chegou a uma final de Grand Slam por acaso. Seria muito bom para o tênis avistar uma renovação de forças, mesmo que ainda tenham que coabitar com os três monstros sagrados ainda por algum tempo. Minha grande esperança é de que será um grande jogo, digno do tamanho deste momento.

    Responder
  48. VINICIUS BENEDITO CUSTODIO

    Dalcim como você vê o thiem para o jogo? Em RG existe uma certa cobrança para ele ir bem e até ganhar por ter ganhado do Nadal várias vezes no saibro, existe a ideia que ele junto com Djokovic e Nadal são os melhores no saibro mas quadra rápida é outra história, por mais que ele foi muito bem no último ano mas não existe a cobrança excessiva de ele ganhar como é no saibro, vc acha que isso pode ser algo positivo para ele entrar sem essa cobrança e deixar a “pressão” com Djokovic e jogar solto ou vc acha que ele vai sentir por ser a primeira final na Austrália?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu espero que ele entre solte e enxergue Djokovic como o favorito. Isso vai facilitar as coisas para ele. As recentes vitórias servem de motivação mas principalmente para ele ver as coisas certas que fez, principalmente na quadra dura. Se ele entrar achando que tem responsabilidade de ganhar, que o adversário é imbatível ou que esta pode ser sua última chance, acredito que não tire nem set.

      Responder
  49. Vitor Hugo

    Olha só: Dos últimos cinco confrontos entre Novak x Thiem, o austríaco venceu QUATRO vezes….. Vai ganhar a quinta no domingo. Recursos técnicos ele tem mais que o bagre sérvio..

    Responder
  50. Vitor Hugo

    Assim como se Federer estivesse 100% venceria o bagre sérvio por 3 x 1, creio que se Thiem estiver 100% ganha por 3 x 1 tbm. Recursos técnicos, assim como Federer, o austríaco tem mais que o bagre sérvio tbm.

    Responder
  51. Vitor Hugo

    Thiem x Novak:

    Forehand: Thiem
    Backhand: Novak
    Devolução: Novak
    Slice: Thiem
    Vôleio: Thiem
    Saque: Thiem
    Drop: Thiem
    Smash: Thiem

    Thiem 6 x 2 Novak.

    Tecnicamente o austríaco é muito mais completo.

    Responder
    1. GUSTAVO DE ALMEIDA

      Vitor Hugo, gostaria q a conta fosse assim, mas smash e voleio possuem menos peso nos estilos deles.
      Fora isso, tem de ver a magnitude da diferença em cada uma das valências q vc apontou, sem contar que o saque do Djoko está melhor.
      Enfim, independentemente disso, fico na torcida pro Thiem e acho q a quadra mais lenta vai o ajudar.
      Meu medo é só o cansaço.

      Responder
    2. Alessandro Siqueira

      Curioso, porque Thiem, muito mais completo como você diz, nunca ganhou um SLAM, mesmo tendo feito 26 anos em 03/09/2019. Djokovic, com essa idade, já tinha VÁRIOS:

      Aberto da Austrália: 2008, 2011, 2012, 2013;

      Wimbledon: 2011;

      US Open: 2011.

      Marquinhos/Renato/Victor Hugo, quanto mais você tenta desfazer de Djoko, mais você o enaltece. Sim, porque alguém tão limitado ser tão vencedor denota uma gana e uma obstinação para lá de surreal. Imagina só “se Novak fosse talentoso”?! Não sobraria NADA para ninguém.

      Responder
    3. Anderson T

      Sei que você só pegou os golpes, mas não esqueçamos de movimentação, físico, mental e habilidade em pegar a bolinha na subida. Fora variar a direção da bola, que o sérvio faz insanamente bem.

      Responder
    4. Willian Rodrigues

      Solicito, por gentileza, a inclusão de outros critérios: (1) facilidade para mudanças de direção a partir da linha de base – drive; (3) capacidade de contra-ataque; (4) elasticidade e capacidade de defesa; (5) consistência e solidez; (6) versatilidade em relação ao tipo de piso; (7) precocidade – sérvio já tinha alguns big titles aos 26 anos; (8) inteligência emocional para grandes jogos.
      EM MINHA MODESTA OPINIÃO, é meio estranha essa lavada de 6×2 para o Thiem que você levantou…

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Willian, eu já fiz esse levantamento em outro tópico, mas para o Vitor Hugo só interessam aqueles oito fundamentos. O resto ele joga no lixo, kkkkkkk.

        Slice, drop, smash, voleio e lob são fundamentos menos importantes do que saque, devolução, direita e esquerda. Enquanto os primeiros têm peso 1, os outros têm peso 3 durante uma partida.

        Responder
  52. Carlos

    Dalcim, antes que o AO acabe, preciso falar sobre Margaret Court. A história do tênis e de qualquer outra coisa precisa ser contada do jeito que foi. Se a Sra Court foi uma grande vencedora no tênis, que isso seja dito e contado para as gerações futuras. Todavia, são simplesmente absurdas as homenagens que recebeu. Margaret Court é preconceituosa, homofóbica e já deu até declarações racistas. É preciso entender uma coisa: o tênis e o esporte em geral não se resumem às glorias do vencedor. O esporte é muito mais do que isso: é respeito, é integração entre povos e raças, é solidariedade, é emoção, é esforço, é dedicação, é superação, é cooperação, é diversão e é ainda muitas outras coisas positivas. Um esportista não merece ser homenageado só porque venceu muitas competições. É preciso ver se além de ganhar competições, essa pessoa teve durante a vida uma conduta adequada em relação aos verdadeiros e positivos valores do esporte, que não se resumem a vitórias em competições.
    Não faz sentido nenhum uma quadra com seu nome. Quanto ao fato de ter completado 50 anos do slam, que isso fosse registrado na história do tênis, mas nunca em forma de homenagem. Se ela tivesse dito algo lamentável no passado, mas hoje fosse arrependida, vá lá, que fosse perdoada. Mas não é o caso, continua com declarações abomináveis. Court não é uma pessoa que deve ser exaltada, mas sim repudiada.
    Qual sua opinião sobre o fato?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que é preciso dividir o atleta do ser humano, ainda que seja um pouco difícil. Ela foi atleta nas décadas de 60 e 70, com grandes feitos. Muito depois, se tornou religiosa e, dentro do conceito de sua religião, critica comportamentos que julga inadequados. É justo lembrar dos seus feitos como tenista.

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      1. Carlos

        Bem, Dalcim, vejo então que temos uma opinião bastante diferente sobre o que é esporte. Como eu disse na minha opinião, os feitos dela devem ser contados. Entretanto, separar o atleta do ser humano é renegar uma grande quantidade de virtudes que o esporte trás. Então basta a um atleta ter bons resultados para ser homenageado, não importando suas atitudes? De jeito nenhum. Além disso, religião nenhuma pode servir de desculpa para preconceito, racismo, homofobia ou qualquer outra atrocidade.

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      2. Alice

        É o que eu também penso, Dalcim. Temos que saber separar a pessoa do atleta. É duro, mas é a realidade. Eu também abomino suas declarações, não apoio um pingo. Mas tenho que respeitar a história que Court construiu como tenista. Tanto que a considero a maior da história. A quadra do Us Open levar o nome dela, acho justo…pq, querendo ou não, ela não foi uma “farsa” e sim a maior tenista australiana.

        Responder
    2. Felipão

      E o Djoko disse que não apoia mas respeita enquanto federer preferiu não opinar.
      Ok, os atletas não precisam se envolver em polêmicas, mas eles poderiam aproveitar a posição que ocupam para condenar homofobia e racismo.

      Responder
      1. Alice

        Felipão, eu super concordo. Combater a homofobia, o racismo e/ou qualquer tipo de discriminação devia ser algo absolutamente normal, a ser feito sempre que possível. Ou você não gosta de ser contrariado, pq tem algo contra..ou não prefere se manifestar por medo de perdas e críticas. Enfim, ninguém é obrigado também…

        Responder
    3. abel Afonso

      Carlos,
      Lembre que a Austrália possui problemas raciais diferentes de outros países de cultura ocidental, são tão intricados quanto, más são bem mais acostumados a segregações.
      Por lá, os aborígenes ( seus descendentes ou mestiços) muitas vezes querem ocultar a origem pela questão social.
      Por aí você deve entender ( e por outros motivos que alongariam muito o texto) que aos australianos a natureza do discurso de Court não é tão chocante.
      Daí se liga diretamente ao AO. Causaria uma polêmica enorme tentar trocar o nome da quadra por Goolagong como parece ser a vontade do movimento da Navratilova Para a federação australiana, é problema maior trocar o nome do que manter.
      Lembre sempre: o torneio é de resposabilidade da federação australiana e não da ATP e apesar dos apoios de tenistas e movimentos, nada ocorre nessa relação se não for por enganjamento de pessoas diretamente ligadas hoje em dia: atletas , patrocinadores e consumidores.
      Porquê os jogadores e patrocinadores não exigem isto?
      Para os jogadores acho eu que fica no foco esportivo e é difícil tentar bater de frente com um evento que só de ter a chance de participar já é um feito. Porém acho que se tenistas como as irmãs Willians ou um atleta lgbt se posicionasse de alguma forma, como se recusando a usar tal quadra, más tem que ter peito pra isso.
      E os patrocinadores, é só observar quem são os quatro principais, três empresas asiáticas que possuem o maior fluxo de sua renda naquela parte do mundo. Uma parte do mundo onde estas questões não são exatamente uma luta e mais a relojoaria que vende uma peça por 50 mil e que não pode ser atingida em suas vendas por este tipo de causa pois seu comprador é “fidelizado”
      A coreana vai continuar com seu mercado de automóveis que está com força naqule lado do mundo.
      A empresa de bebidas chinesa vai ter o mesmo público pois seu foco é apenas na Ásia.
      E a empresa de aviação de primeira classe não poderá ser boicotada pois em vários casos, é a única que faz certos vôos.
      Acho eu que o nome está ligado a história da tenista e do país que na sua consciência e de forma local a vê como merecedora da homenagem.
      Esta coisa de achar que tudo se mistura e que o mundo inteiro é igual em formas de pensar e agir é simplificar demais, a Martina pode e deve lutar assim como você pode achar que isto é importante.
      Más para os que defendem que permaneça, o argumento não é menos justo.

      Responder
    1. Barocos

      Como já explicado mais embaixo, Thiem completa 27 anos nesta temporada. Não é “Next Gen”. Mais dois anos e faria parte da “geração perdida”.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Caro Barocos , Next Gen e ‘ somente até os 21. Acima disso já não entra no FINALS. Wawrinka venceu seu primeiro SLAM próximo aos 29. Theim com 26, Kyrgios com 24 , Zverev com 22 e CIA já fazem parte da nova Geração. Um pouco distantes da geração perdida. Da qui a pouco vão dizer que o Austríaco já é um Veterano rs. Abs!

        Responder
    2. Manuela

      Thiem não é next
      E tá conquistando o seu espaço com muito esforço e dedicação
      Aliás, tá com um corpaço!! Terminar o namoro lhe fez muito bem
      Kkkkk

      Responder
  53. Rodrigo Bravin

    Já sabemos o roteiro dessa final: o austríaco espancando atacando o tempo todo e o goat da 25 de março passando bolinha. Triste é saber que o sérvio tem totais condições de ser agressivo, mas toda vez que pega alguém que joga no ataque ele fica devolvendo bolinha até cansar. Como pode um cara que tem um jogo de base tão eficiente ser horrível nos slices, voleios, smash, etc.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Mesmo não sendo voleador nato, os voleios dele eu considero muito bons sim…

      Agora o slice é uma mixórdia mesmo!

      Eu assisto quase todos os jogos do sérvio.

      E noto que a coisa mais rara é ele ganhar o ponto por erro do adversário, quando usa esse golpe.

      O slice dele basicamente serve para se ele defender, e ganhar tempo para chegar na bola seguinte…

      Responder
  54. Luiz Fernando

    Dalcim outra dúvida que gostaria do seu parecer. No tópico anterior eu e o Sérgio Ribeiro discordamos em relação a parte mental envolvida na final de domingo. Eu penso q Djoko, muito mais experiente em situações como essa e já com 16 taças levantadas, leva vantagem nesse aspecto em relação a Thiem, q busca sua primeira. Já o Sérgio julga que pelas vitórias recentes sobre o sérvio no ano passado o Thiem não terá desvantagem nesse aspecto. Como vc vê essa situação? É uma dúvida sem nenhum tipo de provocação, vejo ambas as teorias no mínimo defensáveis…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sem dúvida. Existe dois aspectos curiosos nesta final: a questão mental e a velocidade do piso. Acho que levará vantagem quem estiver mais descontraído, e isso é bem difícil de apostar antes de ambos baterem as primeiras bolas. Na teoria, Djokovic deveria levar vantagem, mas veja que até contra Federer ele confessou ter entrado nervoso. Quanto ao piso, a lentidão ajuda o Thiem, porque seus golpes precisa de um tempinho extra de preparação, mas ao mesmo tempo o prejudica porque vai precisar de mais força ainda para derrubar os contragolpes de um adversário que joga plantado na linha e pode usar justamente o peso da bola adversária.

      Responder
  55. Daniel

    Alguns esquecem que há algumas semanas atrás o Djokovic pegou o Medvedev, um tenista jovem e regular, e ficou ofegante. O Thiem no momento está imprimindo um ritmo ainda mais forte de troca de bola.

    Minha impressão é que estão superestimando a resiliência do sérvio, que já tem 33 anos e não se defende como antes…então acho que esse jogo será um choque de realidade para muitos, assim como no ano passado, quando achavam o Nadal favorito sendo que ele havia pego uma chave muito fraca e o Djokovic foi o primeiro desafio de verdade rs…

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    1. Paulo Almeida

      O choque de realidade chegou pro Jagua da Montanha já em 2008, com o fim da bagralhada liderada por Andy Roddick fazendo final de Slam e um menino de 20 anos surrando o mesmo na Austrália.

      Responder
  56. Alice - Djokovic quebrando o Tênis, um delírio à parte.

    Com certeza, deve passar pela mente dos seus mais fervorosos admiradores o que Nole pode proetizar essa temporada. Imagine que Djoko ganhe o Aberto da Austrália?
    Chegará a incrível façanha de um Octacampeonato no Major Australiano e aos 17 Grand Slam tão imbatíveis de Federer há quase 7 anos atrás. Pois é, fica cada vez mais difícil para o suíço e para o Nadal possuírem a grandeza de terem pelo menos 2 troféus de cada Grand Slam na prateleira. Porém, quem duvida que Novak seja capaz de ganhar RG pela segunda vez esse ano?

    Já pensou, junto com o título na Austrália, alcançaria o 18 Major e de quebra poderia sonhar ainda com a conquista dos 4 na temporada. Se ganhasse Wimbledon em sequência? 19 Majos, igualaria Nadal no geral e ficaria com 6 conquistas no mais tradicional torneio de tênis da temporada…aí todos os olham se voltariam para a conquista do seu quarto Us Open e a conquista do recorde de Grand Slam, 20, junto a Federer. Obviamente, terminaria pela 6 vez com o número #1 do mundo, repetindo Sampras e isso aos 33 anos, repetindo Nadal. E então poderia até quebrar o recorde de semanas na liderança do ranking no início de 2021. Que sonho neh? Impossível, sim, praticamente..mas se eu não ouso duvidar da grandeza de Federer e da capacidade do Nadal, jamais, jamais mesmo…duvidaria de Djokovic

    Alguns aqui iriam à loucura, seriam páginas e mais páginas de emoção…duvido até se couberia no peito de alguns aficionados, ou talvez, fanáticos?.. pelo sérvio!

    Responder
  57. Alice - sobre o que eu acho...

    Admiro muito o Federer, por toda sua grandeza e maestria em jogar esse esporte e o considero uns dos 3 maiores tenistas de todos os tempos, se não o maior. Porque, eu, confesso que ainda tenho uma predileção por Rod Laver, pq ele foi tão descomunal na sua carreira solo, quanto o suíço está sendo. Só que ele foi capaz do maior feito do tênis, gabaritar a prova dos Majors, isso é, ganhar todos os Grand Slams da temporada e isso por duas vezes, o que nenhum outro tenista na história o fez. Também tenho um apreço pelo Nadal, sou apreciada (fã?) pelo jogo, não é o mais belo jogo, o mais plástico ou até eficiente…como preferir, mas de alguma forma, sua raça, sua resiliência, seu respeito com o esporte, o jeito singular de jogar, suas marcas registradas: cruzadas, direita na paralela por fora da rede, topsi, etc. Enfim, eu consigo ver a beleza do seu jogo de contra-ataque. E considero Djokovic o melhor tenista desses 3 integrantes do Big Four..sim, ele não tem o jogo mais plástico, não é o mais talentoso, apesar de todos serem..pq pra chegar no nível deles..vc tem q ter muito dom, talento, habilidade…chame como puder, mas reconheça..haha. Só que ele é o mais EFICIENTE dos 3, e pra ser eficiente, vc tem que ser muito inteligente, tem que saber cuidar do seu corpo, ter golpes contundentes, um jogo consistente com mínimos buracos, precisa ser mentalmente e fisicamente resistente. E isso exige vai muito além de possuir um talento nato e uma raça descomunal. Eu acho, acho não…tenho plena convicção de que o sérvio terminará sua carreira sendo o melhor de todos os tempos, pq deve bater todos os principais recordes da modalidade.

    Responder
    1. Antônio Luiz Júnior

      Alice, admiro de verdade, o seu amor pelo sérvio, mas acho que você carregou demais nos elogios, você o transformou quase num homem perfeito… menos, um pouco menos…

      Responder
      1. Alice

        Sim, Antônio. Eu estava a falar do que eu acho do jogo do sérvio. Claro, ele ñ tem um jogo perfeito, vide que tem “falhas” ou como preferir, não chega a ser tão ‘estonteante’ na rede, por exemplo. Eu realmente admiro o primor de sua eficiência, a sua solidez. Fico abismada no nível que ele conseguiu jogar tênis, a ponto de chegar a fazer com que Federer e Nadal, não disputem jogos contra ele, mas apenas joguem.

        Responder
    2. Ronildo

      Se Nadal estivesse lá Rod Laver não ganharia 2 vezes os 4 slans no mesmo ano. Ele barrou 3 vezes Federer de conquistar os 4 slans num mesmo ano.

      Responder
      1. Alice

        Pois é, Ronildo. Culpa nenhuma tem Laver nisso. Nadal fez seu “papel”, seu jogo e também nunca conquistou os 4 na temporada. Eu sinto mesmo pelo suiço não ter mudado antes seu jogo, ter melhorado sua tão debilitada esquerda contra o espanhol, ter começado a pegar mais na subida e a troca de raquete. Infelizmente, ele não conseguiu achar uma forma seja na mudança do seu jogo contra Nadal ou no seu próprio jogo…e isso custou, está custando até agora…ele nunca ter ganho do seu rival em RG. O que Nadal, seja como foi…uma única vez, conseguiu bater Federer em Wimbledon. Sabemos a história, tamanha evolução, mais ainda, reconstrução que o espanhol foi e é capaz de dar no seu jogar tênis.

        Responder
  58. Luiz Fernando

    Dalcim gostaria de uma opinião sua sobre um tema. No texto acima, por sinal muito bom como de hábito, vc cita em um trecho “já com Djoko e Murray no auge”. Quando se fala no chamado Big4 eu imediatamente me pergunto se seria correto por o britânico no mesmo patamar dos outros 3. Murray foi um jogador fenomenal, infelizmente com a carreira truncada por contusões gravíssimas, mas seu histórico de conquistas é muito inferior; alguém pode contra-argumentar “foi número um do mundo com estes 3 jogando”, mas foi um “reinado” curto, será q isso seria suficiente para ombrea-lo aos outros caras? Eu sinceramente acho q não, creio q muitos outros também pensam assim, aqui mesmo no blog alguém inclusive já brincou com o termo Big3.5 há um tempo atrás. Qual sua opinião?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ah, eu sempre o coloquei no Big 4, Luiz, mas realmente isso parou em 2017, quando seus problemas físicos o limitaram. Hoje certamente não caberia mais. Então houve para mim um Big 4 entre 2012 e 2016, onde Murray competiu de igual para igual com os demais.

      Responder
      1. Barocos

        E neste período ele conquistou 2 medalhas de ouro ! E o Djokovic está desesperado para conseguir 1. Estou na torcida para que ele consiga, mesmo jogadores longevos como os que fazem parte do big 3 tem, no máximo, 5 oportunidades de conseguir uma. No caso do Nole isto o colocaria como o único tenista a possuir todos os títulos mais importantes deste esporte.

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Para mim o Big Four se consolidou em 2011, com o Murray chegando a uma final de Slam e sendo barrado pelo Nadal nas outras 3 semifinais que disputou. Porém, já tinha eliminado o espanhol duas vezes em Slam, perdido outra semifinal e feito duas finais com o suíço.

        Responder
  59. GUSTAVO DE ALMEIDA

    Thiem manteve o ritmo. Não foi fácil, já que Zverev está jogando muito bem, incluindo o saque.
    Se o Austríaco não sentir o físico, poderemos sim ter um novo campeão. Ganhou 4 dos últimos 5 jogos contra Djoko, incluindo o último no Finals.
    Como disse dias atrás, impressiona muito a força e velocidade do Thiem.
    Em verdade, vejo Djokovic com algum favoritismo, mas já esteve mais “imbatível” em outras vezes.

    MESTRE DALCIM, vc acha que o jogo de hoje com o Sasha serviu de treinamento para o jogo contra o Djoko??? Acho, em vários aspectos, o jogo de fundo dele parecido com o do Sérvio.

    Responder
  60. Nattan Lobatto

    A final será um jogo tenso, pegado, mental e muito físico. Espero que o enorme talento e o vasto recurso técnico que o Djoko tem (É certamente um dos jogadores mais completos que já pegaram em uma raquete) se sobressaia diante de Thiem, que é um adversário jovem e ao mesmo tempo experiente neste tipo de torneio… No mais, o austríaco está de parabéns e merece a honra de ser um adversário temido.

    Abs

    Responder
  61. Edgard Upinho

    Boa tarde, Dalcim, como você as chances dos finalistas. Acho que Djoko tem uns 55% de chances de levar. Contra Federer nem de longe ele apresentou o tênis das rodadas anteriores. Obrigado.

    Responder
  62. Bartolomeu

    Gosto muito do Thiem, da sua solidez, de como vem trilhando um caminho de evolução constante, mas sem alarde.

    Acho que ele entra 2020 para brigar pelo número 1 do ranking no final da temporada.

    Já chegou à final da austrália, e tem todas as condições de pontuar muito bem até Roland Garros, e depois repetir igual desempenho no segundo semestre, a partir da retomada dos torneios em quadras duras.

    E começar essa trajetória com um título é o que pode fazer toda a diferença para a sua confiança.

    Responder
  63. Barocos

    Dalcim,

    Desta vez assisti a partida e li seus comentários durante a mesma. Ficou muito mais fácil para mim notar os ajustes que os jogadores fizeram em seus estilos. Vou passar a fazer isto mais frequentemente.

    Como sempre, suas observações são de alto nível, obrigado.

    Responder
  64. Matheus Lago

    Uma ótima semifinal masculina, Zverev ainda não conseguiu atingir seu melhor nível em Slams, mas a melhora é notável. Sobre o Thiem, instável como é de costume, mas soube aproveitar a experiência nos tiebreaks para frustrar o alemão.
    Amanhã o favoritismo é do Djokovic por conta de ter ficado menos tempo em quadra e por viver um melhor momento.

    Responder
  65. Miguel BsB

    Thiem é outro cavalo! Bate pesado demais na bola, o braço do cidadão que o enfrenta deve sair moído depois de um jogo contra ele…
    Acho que atualmente, ele é o tenista que mais bate pesado na bola. Talvez só o Wawrinka se compare…
    Também acha Dalcim?

    Responder
      1. Miguel BsB

        E no geral? Rafa?
        Falo isso porque uma vez vi uma entrevista com o Taro Daniel, e perguntaram pra ele justamente isso. Respondeu que de todos os que ele enfrentou, o que batia mais pesado era o Wawrinka…

        Responder
  66. Minitenista

    Para o bem do esporte, é preciso que haja um novo campeão. Aqueles 3 (ou 4) já escreveram seu nome na história e ainda vão fazer muito pelo tênis, mas agora seria um bom momento para um início de mudança.

    Responder
  67. Rafael Prado

    Está jogando muito e pode surpreender o Sérvio, Concorda Dalcin?? concorda Dalcin?? O garoto está pronto pra vencer na minha opinião, embora djoko seja o favorito! 👏🏼👏🏼👏🏼 Um bom vinho cedinho no domingo vai ser demais 👏🏼👏🏼

    Responder
  68. Miguel BsB

    Zé Verev quando tá com o saque afiado é um verdadeiro German Bomber!
    Já vi um jogo em que a média de saque dele foi 214km/h…
    Os segundo saques desferidos a 200km/h…

    Responder
    1. PIETER

      Concordo! Torcerei muito por ele, em que pese o total favoritismo do Djoko que nunca perdeu uma final lá na Austrália.
      Além disso, achei o Thiem menos dominante hoje do que nas quartas contra o Nadal, um adversário muito mais perigoso do que o Sasha.
      Esperava que o Thiem, cheio de confiança pela vitória anterior, fosse prevalecer mais no jogo mas o que vi foi uma partida bem equilibrada e que poderia ter ido para qualquer lado.
      Tomara que ele se apresente mais confiante e menos instável na final, o que será fundamental se quase ter alguma pretensão de uma merecida vitória domingo.

      Responder
  69. Sandra

    Dalcim, no futebol fala-se de marcação para anular um jogador ou uma jogada, não sei se isso está correto ? E no tênis ? Como você anula uma jogada? Se isso é possível? Do jeito que o Thiem está jogando, já estou achando que a chance do Djoko não é tão grande!, e o Thiem não joga muito parecido com o Stan? Não sei como o Murray ainda ganhou tantos slam ! Quantos foram mesmo? Ele não dava muita sorte, já o Thiem não está perdendo um tie break

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, de certa forma o Thiem e o Wawrinka jogam de forma parecidas. Sim, existe um estudo para cada jogador, pontos fortes e pontos fracos, e se procura evitar o ponto forte de alguma forma.

      Responder
  70. ULISSES GUTIERREZ

    Dalcim,

    Se o Thiem estiver inteiro fisicamente no domingo acredito que ele tenha chance mesmo de levar.
    Não tem no circuito um tenista com um golpe tão pesado como o dele, o spin que coloca na bola é incrível Dalcim. Nunca imaginei que viria um tenista colocando mais spin que o Nadal.
    Vai ser jogão. Eu coloco 55% pro Nole e 45% para o Thiem. O que acha mestre?

    Responder
  71. Luiz Fernando

    Quando Federer vence dizem que “venceu a despeito da idade”, quando perde dizem q “perdeu em decorrência da idade”, ou seja, quando vence é virtude quando perde é desculpa. Federer joga por duas razões: pq quer e pq se sente, e de fato é, muito competitivo. Mas claro, em torneios melhores de 5 sets suas chances serão progressivamente menores, mas aqui antes de todo torneio, exceto no saibro, se apregoa q ele é o grande favorito, algo q não é mais…

    Responder
    1. André Barbosa

      Como torcedor do suíço, concordo plenamente com o que você disse. Descartá-lo é burrice, mas colocá-lo como favorito é outra história; suas maiores chances são nos torneios de quadra rápida e melhor de três sets.

      De qualquer forma, ele ainda é o número 3 e ainda tem jogado bem; não dá para esperar muito mais vindo de um “velhinho” de 38 anos.

      Responder
  72. Renan Vinicius

    Se Thiem não oscilar mentalmente, acredito que tenha totais condições de ser campeão. O austríaco pegou uma chave realmente muito dura, com Nadal e Zverev (jogando demais), enquanto isso o sérvio só pegou baba, além de Federer sem nenhuma condição de jogo. Fisicamente Thiem aguenta o tranco contra o djoko, resta saber se ele vai controlar os nervos. Esse merece demais o título!!

    Responder
  73. Filipe Mota

    Considero Djoko o mais competitivo de todos; mas se tem um cara que tem chance de quebrar a hegemonia do sérvio, é o austríaco. Ele agride mais que o Djoko e também defende com maestria. Tem grandes chances. Resta saber se terá pernas para uma final, que tem tudo para ser longa.

    Responder
  74. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]
    31 de janeiro de 2020 às 11:19

    “O fato é que o GUAT não sentiu nada no primeiro set e não conseguiu fechar porque tem força mental 1/10. Perder um 0/40 com 4-1, depois um saque pra fechar o set de zero e um tiebreak de 7-1 é só para bagraços nesse quesito. O cara é bem incompleto mesmo”.

    O único fato aqui, cara, é essa doença de sempre precisar diminuir o Federer para elevar o Djoko.

    E com as cretinices são sempre as mesmas. Não mudam…

    Mental foi o que menos importou aí.

    Como o Dalcim explicou:

    Sem poder correr, o Federer foi para um jogo de alto risco desde o começo.

    Tanto que por pouco ele não perdeu o saque logo de cara.

    Só dava para bancar o franco-atirador e pronto.

    E aí, parceiro, ou entra todas ou não nada!

    Enquanto os golpes entraram, o Djokovic não viu nem a cor da bolinha… Era winner dos dois lados.

    Bastou o Federer não colocar o primeiro saque, o Djokovic já atacou bem o segundo.

    Com a movimentação e forehand comprometidos, os erros aparecerem era simples questão de tempo.

    E o resto da partida já estava com o roteiro desenhado: o Djoko só precisou controlar…

    A fatura já havia sido liquidada pelo lado físico, e não tático.

    MUITO MENOS mental…

    Responder
    1. Thiago

      Você está nessa ainda? Chega de choro!! Perdeu e perderia estando em 100% fisicamente. Aceita o atropelo. Desde de 2012 que o Federe nao fica pra entrevista em SLAM contra o Djoko…e agora quer vir com a desculpa do problema físico, que enquanto esteve bem, disparou winners pra todo lado…Vai chorar na cama que é mais quentinho, e desliga o despertador as 05:00 no domingo, pois o Federer nem na Australia deverá estar mais ns]esse dia.

      Responder
    2. Paulo Almeida

      Claro que foi mental. O suíço é BLOQUEADO contra o Djokovic.

      A lesão só prejudicava a movimentação lateral, não o saque. Perder um saque de ZERO pra fechar não tem outra explicação. Fora que no segundo e terceiro sets, conseguiu confirmar serviços tranquilamente (alguns de zero).

      Ah, claro que a vitória é válida, assim como a do Wawrinka no USO. O Djokovic mesmo lesionado pagou pra ver, assim como o Fregueser agora. Você tirou sarro naquela época, não? Pois bem, o castigo veio a cavalo.

      Responder
  75. Daniel

    Bem, esse é o típico jogo que o resultado dependerá da atuação do Thiem. Ele joga mais que o paredão sérvio. Resta saber se ele vai manter a calma e controlar o nervosismo. Se ele jogar o que sabe sem errar muito, o Djokovic de 33 anos não vai aguentar o ritmo e aí provavelmente veremos o sérvio revelar mais uma vez seu lado “humano”: gritaria com boleiros, raquetes quebradas, xingamentos em direção à torcida e sorrisos irônicos após bons pontos do adversário. O mesmo comportamento de sempre quando as coisas não caminho a seu favor…

    Responder
  76. Isaías

    Eu acho que se Zverev manter a postura, a positividade e a concentração será perigosíssimo em Wimbledon e Us Open, tem um baita primeiro saque e bons golpes da base e consegue se virar bem na rede, tomará que ele evolua esse ano em todos os sentidos, já o Thiem é Monstruoso, Dalcim, como enche os olhos ver aquele Forehand na cruzada, é pesadíssimo, talvez ele não seja campeão domingo mais esse ano acho difícil ele sair sem um grand slam e sem um master no saibro, esse ano promete muito Dalcim.

    Responder
  77. Bruno

    Se o Thiem,não hesitar na hora de fechar o jogo(como aconteceu no jogo contra o Nadal)penso que ele tem grandes chances de vencer o AO.
    Concorda,Dalcim?

    Responder
    1. Ronildo

      Acredito que o jogo será fechado à favor do Thiem no saque do Djokovic. Djokovic é muito frágil mentalmente quando pega um oponente cheio de recursos e igualmente bem fisicamente.

      Responder
  78. Isac Martins

    Dalcim,

    O que foi mais legal do jogo hoje é que os dois lutaram apesar do nervosismo e tentaram encontrar alternativas pra o rumo que a partida estava. Mais experiência resultando num mental mais forte. Aliás, sobre isso que queria perguntar: O Thiem, mesmo mais experiente, apresentou momentos de inconstância, acredito eu, devido o nervosismo. Será este o caminho que Djokovic deve explorar pra sair vencedor no domingo, mexer com o emocional de Thiem já que é sua primeira final no AO? Por outro lado, diante do que os dois apresentaram até aqui, o que Thiem precisa fazer pra ter chances de superar o sérvio?

    Que sejamos brindados com uma excelente final no domingo!

    Responder
  79. Jhonny

    Esta mais que óbvio tanto pelas falas de quem viu e comentou o jogo, e dos tenistas inclusive do Nole, que Federer não estava fisicamente bem para esta partida.
    Porém é necessário dizer que se Federer entrou na quadra é porque tinha condições de jogo, (ele não seria idiota de agravar uma lesão) e consequentemente achava que poderia vencer a partida, (lembre-se ele deu W.O em uma final de ATP FINALS por falta de condições físicas) e aposto que venceria a maioria dos tenistas do circuitos mesmo nas condições de ontem.
    Então a vitória é sim válida e porque não comemorável? Ate porque mesmo SE Federer estivesse se com movimento normal e não tivesse maratonado dois jogos pelo histórico RECENTE de confrontos deles o favoritismo pende a mais para o Nole. Visto que já são 06 anos sem ganhar do mesmo em Grand Slans e nestes 06 quantos realmente o Federer teve pra vencer a partida fora Winblendon 19?
    Feito esta observação que Federer esteja recuperado e pronto para o resto da temporada para novos confrontos.

    Responder
  80. Rafael

    Vi grande parte do jogo. Achei que poderia ir para qualquer lado, mas no fim Thiem levou.
    Já para enfrentar o Djoko ele terá que fazer o jogo da vida. Terá que esmurrar a bola o tempo todo e correndo muito risco, o que não é fácil para uma melhor de 05 sets. O sérvio se movimenta e troca a direção da bola muito facilmente e deve estar com o austríaco engasgado desde o finals.
    Vejo o Djoko ganhando e em 3 sets!
    Idemo!

    Responder
  81. Rodrigo S. Cruz

    É uma final interessante que pretendo assistir.

    Se fosse um Djokovic x Nadal, não perderia o meu tempo. Seria 3 x 0 fácil.

    Faz tempo que o Dominic Thiem bate nessa porta, e acho que dessa vez ela se abre…

    E só vejo dois tenistas no mundo fazendo frente ao “Encosto” na Austrália:

    Roger Federer e Dominic Thiem.

    O problema físico retirou qualquer chance mínima do suíço, porém o Thiem está inteiro.

    Se a única forma de vencer o sérvio é atacando muito, o austríaco joga desse jeito.

    O incrível jogo que ele fez no ATP finals provou isso…

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    1. JHONNY

      Sim entre Federer e Nadal para vencer Djoko na Austrália Federer teria mais chances porém não podemos esquecer que na Austrália já são quatro semi finais entre eles e 4 vitórias do Nole sendo 12 sets vencidos e um perdido, e a única vitória do Federe contra ele na Austrália foi em 2007 (se não me engano) portanto mesmo ele não contundido e ou cansado e como a virada do H2H veio a partir desta década o Nole leva um pequeno favoritismo

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  82. Barocos

    Sr. “maior geração da história do tênis chegando”,

    Você vai ter que esperar até, no mínimo Roland Garros. Thiem não pode ser considerado “Next Gen”, haja vista que este ano ele completa 27 anos.

    Com a idade de início de ano atual do Thiem:
    – Federer – 12 títulos de Grand Slam, 2 vices (1° Slam aos 22 anos);
    – Nadal – 11 títulos de Grand Slam, 4 vices (1° Slam aos 19 anos, isto mesmo, 19, ainda adolescente);
    – Djokovic – 5 títulos de Grand Slam, 4 vices (1° Slam aos 21 anos, após ser o mais jovem tenista da história a chegar a final em todos os Slams).

    Qualquer que seja o resultado final do torneio, não só você, mas todos os participantes do blog, deveriam pensar antes de despejar comentários deletérios ou diminutivos sobre estes excepcionais jogadores. Vi o Borg e seus “Nemesis” jogarem, vi Pete Pistols, que eu imaginei ser impossível de ser alcançado, mas nunca, em qualquer tempo, vi 3 jogadores tão dominantes no circuito.

    Desde 2004, primeiro “apenas” com Federer, e depois com as ascensões de Nadal e Djokovic, que pelo menos 2 Slams por ano caem no colo de um destes 3 monstros, sendo que, nestes anos, por sete vezes todos os Slams foram divididos apenas entre os 3. Os títulos de Master 1000 seguem uma vertente similar.

    O Mestre Dalcim costuma dizer que é muito difícil comparar o tênis praticado por gerações diferentes. De fato, o piso mudou, as raquetes mudaram, as bolas mudaram e até mesmo os calçados e roupas mudaram. O que eu costumo colocar como contraponto, é a incrível massificação que ocorreu no tênis, o nível de profissionalização de hoje e, muito provavelmente, o n° de praticantes é muito, muito maior (acho que temos que agradecer ao Federer e ao Nadal por isto). Isto tudo se traduz num nível de competitividade, olhando apenas do ponto de vista da probabilidade, ímpar.

    Ainda assim, e isso para mim é impressionante, realmente incrível, é que, apesar do mais novo deles completar 33 anos em maio, idade na qual a maioria absoluta dos grandes jogadores do passado já haviam se aposentado ou não eram mais competitivos, estes 3 cavalheiros continuam se impondo à quase todos os outros tenistas do circuito.

    Tenho para mim que este período que se encerra, ou se encerrará daqui a poucos anos, vai ser lembrado por muito, muito tempo, como, de fato, a época de ouro do tênis, como muito bem assinalado pelo mestre.

    Ajde, Djokovic!

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    1. Carlos

      hahahahahahahahaaha

      O Sr. “maior geração da história do tênis chegando” é o cara que mais faz eu dar risada aqui nos comentários do blog. Além de uma escrita invejável, apenas letras minúsculas e uma pontuação impecável sempre finalizando com.. (2 pontos); entende de tênis como poucos. Já disse que o tênis do Coric lembrava o do Federer (???), Aliassime será o maior de todos os tempos, dentre outras pérolas.

      Agora deu pra dizer que Djokovic passou vergonha correndo como “loko” em Wimblendom (???). Aliás, Djokovic e Nadal são tenistas que passam vergonha correndo como “loko”.

      Obrigado Dalcim por permitir esse tipo por aqui.

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    2. DANILO AFONSO

      Isso mesmo Barocos!!

      Thiem não faz parte da nova geração. Não vai ser neste SLAM que iremos ver um tenista da nova geração levando um MAJOR.

      Em Roland Garros os favoritos ao título são Nadal, Novak e Thiem.

      Wimbledon temos Djokovic, Federer e Nadal.

      Podemos ser surpreendido, mas acredito que a chance da garotada seja no Slam Americano.

      Sei que nenhum jogador é maior que o esporte, mas vai ser difícil acompanhar da mesma forma esse esporte maravilhoso após a aposentadoria do BIG 3.

      Dalcim, em algum momento na figura de torcedor “apaixonado” pelo tênis cogitou ou pensou que o esporte nao seria empolgante de acompanhar apos a aposentadoria de um ou mais jogadores ?? Se sim, em qual geração e jogadores teve esse sentimento ??

      Responder
    3. ALEXANDRE ADORNO DA CUNHA

      cCom a idade de início de ano atual do Thiem:
      – Federer – 12 títulos de Grand Slam, 2 vices (1° Slam aos 22 anos);
      – Nadal – 11 títulos de Grand Slam, 4 vices (1° Slam aos 19 anos, isto mesmo, 19, ainda adolescente);
      – Djokovic – 5 títulos de Grand Slam, 4 vices (1° Slam aos 21 anos, após ser o mais jovem tenista da história a chegar a final em todos os Slams).

      Qualquer que seja o resultado final do torneio, não só você, mas todos os participantes do blog, deveriam pensar antes de despejar comentários deletérios ou diminutivos sobre estes excepcionais jogadores.

      …texto perfeito,…como podem diminuir estas conquistas após qualquer derrotas deles, deveriam apla
      temos que aplaudir de pé..Federer e Nadal (principalmente ele) fizeram batalhas heróicas…mas tem gente que acha graça ou faz piadas…eles são mitos quando pararem , o esporte vai perder muito a graça, veja que a semi de hoje, já caiu o valor do ingresso pela não presença do Nadal.

      Responder
    4. Bruno Gama

      “– Djokovic – 5 títulos de Grand Slam, 4 vices (1° Slam aos 21 anos, após ser o mais jovem tenista da história a chegar a final em todos os Slams).”

      Essa parte tá errada, o Nadal fechou o carrer slam com 24 anos em 2010 e nem foi ele o mais novo a chegar a final em todos os slam, foi o Rod Laver em 1962 com 23 anos em Roland Garros, no ano que ele venceu os 4 slams.
      O Djokovic só foi fazer a primeira final de Roland Garros com 25 anos em 2012.
      Em 2008 no AO ele ainda tinha 20 anos quando ganhou, não 21.

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  83. André Barcellos

    Jogo bom, mas o austríaco perdeu bastante rendimento em relação ao jogo contra Nadal. Vc acha que pode ser cansaço ou apenas nervosismo, Dalcim?
    Vejo Thiem com chances contra o sérvio, mas terá de administrar principalmente os nervos, já que não é um tenista frio e se trata de uma final de GS em cima do maior campeão do evento.
    E desde que esteja recuperado fisicamente do esforço enorme dos últimos dois jogos.
    Mas ele é jovem ainda.

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    1. DANILO AFONSO

      Será de fato um jogo difícil. Mas acredito que NOVAK está jogando superior ao que apresentou no ATP FINALS. Está mais confiante e concentrado que no final do ano, além de estar sacando melhor e cresce nas finais principalmente na Austrália.

      Quem assistiu o jogo no ATP FINALS, viu que o jogo foi decidido nos detalhes, e DJOKOVIC teve a chance de vencer no tiebreak quando vencia por 4 x 1.

      Fortes emoções daqui a dois dias.

      Responder
  84. Jonas

    Thiem tem todos os méritos de estar nessa final. Uma chave tendo que passar por Nadal e Zverev (jogando muito) não é pra qualquer um. O austríaco passou com autoridade pelos dois. É de longe o adversário mais difícil que o Djokovic poderia enfrentar.

    O Djokovic fez uma apresentação abaixo contra seu freguês (critério do Renato/Vitor Hugo) nas semis, mas passou como sempre, e em sets diretos. Ano passado, o sérvio jogou abaixo contra o Medvedev, porém amassou o Nadal na final.

    Bom, favoritismo de 70% para o sérvio. É mais jogador em geral e neste piso. Precisa explorar bem a esquerda do Thiem, pois se a direita estiver afiada pode fazer estragos.

    Pressão grande dos dois lados. Aos 32 anos, o sérvio precisa aproveitar ao máximo qualquer final de Slam que disputar. Se perder, fica mais difícil alcançar o Fregueser. É raro ver tenistas fracos chegarem em final de Slam, como ocorreu frequentemente entre 2004-2007. Do lado do Thiem, é claro que pode pesar o fato dele não ter conquistado nenhum Slam. E claro, vai pegar um tal de Djokovic, complicado.

    Responder
  85. Alexandre Teles

    Dalcim, parabéns pela coluna, sempre buscando ser coerente e imparcial… Gostaria de saber quem e o favorito para você nesta final… Abraços!

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  86. Rafael Azevedo

    No último post comentei sobre o poder de Djokovic nos tiebreaks, mas hoje percebi que o “cara” dos tiebreaks é o Thiem.
    Três tiebreaks do Nadal, dois do Zverev, e venceu o próprio Djoko no tiebreak, no Finals…
    Grande Thiem! Ele foi a minha aposta nos palpites do ano passado! O Djoko é favorito, mas quem sabe, finalmente, a hegemonia do Big 3 seja colocada em cheque.

    Responder
  87. Leandro

    Acho que daria jogo com o zverev.

    O thiem está muito próximo da geração das trevas da entressafra….tende a se sentir honrado de perder pro djoco na Austrália…

    Pra dar jogo tem que ser algum velho, wawrinka ou o batista!!!! ou um piazinho…

    A velhadarada domina os slam…

    E a notícia mais emocionante da semana, o kigrios virou veGAN

    Responder
  88. Antônio Luiz Júnior

    Foi um grande jogo. Zverev jogou muito bem, começou melhor, sacando muito bem e Thoem teve que correr muito para reverter o placar e vencer mais 02 tie breaks seguidos, totalizando 05 consecutivos. O jogo foi decidido nos detalhes e Thiem levou vantagem nos pontos decisivos. Tem um preparo físico fora do normal, está voando em quadra, defendendo muito, e como melhorou muito no aspecto mental. Vitória mais do que merecida de Dominic Thiem por 3 x 1.

    A decisão contra o sérvio, (que diga-se de passagem, só pegou moleza neste torneio até o momento), sem dúvida alguma será bastante equilibrada. Apesar do H2H entre os dois estar 6 x 4 para Djokovic (sendo 3 x 1 em quadras rápidas) não podemos nos esquecer que o Thiem venceu Djokovic nos dois últimos encontros, (semifinal de RG 2019 e ATP FINALS 2019).

    Pesa a favor de Djokovic já ter vencido o AO em 07 oportunidades e nunca ter perdido uma final na Austrália. Mas, tabus, prognósticos e favoritismo, servem para serem quebrados e Thiem vive um momento espetacular. Está bem mais maduro e com certeza muito mais preparado para vivenciar um momento como este. Vive, sem dúvida alguma, a melhor fase da sua carreira.

    Na torcida por um grande jogo e por uma grande vitória de Dominic Thiem…

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    1. Luiz Fernando

      Jogador muito comum não é Ronildo, venceu apenas 16 GS (amanhã talvez 17), é o segundo maior vencedor de M1000, venceu todos os GS nos 4 pisos etc etc, coisas simples, um pouco de físico privilegiado e alguma coisinha a mais seriam suficientes pra muito mais…

      Responder

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