Djoko e Federer largam com façanhas
Por José Nilton Dalcim
20 de janeiro de 2020 às 13:38

Um ainda não perdeu em 2020, o outro não havia jogado até agora. Dois dos três maiores campeões que o Australian Open já teve, Novak Djokovic mostrou grande arsenal ainda que tenha cedido um set na estreia, enquanto Roger Federer superou a ‘ferrugem’ com seu tênis costumeiramente vistoso e elegante. Aproveitaram para anotar mais façanhas em suas incríveis carreiras.

Djokovic marcou a 900ª vitória como profissional – e são 82% de sucesso, já que soma apenas 187 derrotas – com pequenos vacilos, que não podem ser considerados um problema para uma primeira rodada. A meu ver, o sérvio de hoje é muito parecido com Federer em seu auge, ou seja, o andamento do jogo depende muito mais dele próprio do que do adversário.

E foi exatamente assim contra Jan-Lennard Stuff. Sem sacar seu melhor, o alemão só conseguiu tirar seu primeiro set nos confrontos diretos quando Djoko baixou a intensidade e fez dois games muito ruins de serviço. Mas a devolução mortal, os voleios apurados e o excepcional contragolpe estavam lá nas horas necessárias e a tarefa foi concluída sem maiores sustos. Agora, vem um adversário teoricamente ainda mais fácil: Tatsuma Ito ou Prajnesh Gunneswaran.

Federer entrou pela 21ª vez consecutiva no Australian Open, desempatando o recorde que dividia com Lleyton Hewitt, e simplificou muito seu trabalho contra Steve Johnson ao quebrar sempre no início dos sets. O suíço explicou na entrevista oficial que as condições parecem mesmo rápidas, mas que as bolas Dunlop, que passaram a ser usadas em 2019, são velozes quando novas e depois mudam. A segunda rodada pode ser bem mais exigente se der Filip Krajinovic diante de Quentin Halys.

Altos e baixos da Next Gen
Stefanos Tsitsipas e Matteo Berrettini fizeram o esperado e superaram seus frágeis adversários sem grandes sustos, usando bem a velocidade do novo piso. O grego só permitiu cinco games, e agora terá um teste mais digno diante do experiente Philipp Kohlschreiber. O italiano ainda não mostrou progresso esperado no seu backhand.

Denis Shapovalov e Borna Coric se despediram cedo. O canhoto canadense teve mesmo o azar de pegar o bom Marton Fucsovics logo de cara e admitiu ter entrado muito nervoso em quadra. Perdeu inúmeras chances, sempre apressado, e mandou duas raquetes para longe. E ainda reclamou da advertência. O húngaro pode ter Dimitrov na terceira e Federer nas oitavas.

Coric não surpreendeu. Não está bem de cabeça e parece perdido taticamente. Foi engolido pelo experiente Sam Querrey, que está no quadrante de Berrettini e Pella. Não dá para reclamar.

Superchave feminina
Serena Williams afirmou que o título em Auckland tirou peso das costas e mostrou isso em estreia muito firme diante da jovem Anastasia Potapova. Também elogiável a exibição da atual vice Petra Kvitova, que só perdeu um game e economiza energia.

A defensora do título Naomi Osaka e a estrela da casa Ashleigh Barty precisaram dominar os nervos. A japonesa deu sinal de que iria dominar facilmente, mas errou mais do que deveria (28 no total) e em momentos importantes. Barty emudeceu o público ao perder um sofrível primeiro set. Depois, se achou, variou o tempo todo e atropelou.

Vale lembrar que essas quatro estão no lado de cima da chave.

Destaques do dia 1
– Número 1 está em disputa apenas no masculino e tem uma única chance de mudar de mãos: Djoko ser campeão e Nadal cair até as quartas. No feminino, o título em Adelaide garantiu Barty no topo.
– Sinner está a dois games de sua primeira vitória em Slam e Opelka, a um set de tirar Fognini com 17 aces cravados e só um break-point permitido.
– Wozniacki iniciou bem a despedida da carreira, que acontecerá em Melbourne. Mas pode ter Dayana Yastremska como próxima adversária.
– Gauff repetiu Wimbledon e eliminou Venus, na maior batalha de gerações dos Slam atuais. A valente juvenil pode pegar Osaka na terceira rodada.
– Devido ao mau tempo de segunda-feira, os 64 jogos normais desta terça-feira serão acrescidos de outros 19 masculinos, oito deles que estavam em andamento, e mais 13 femininos.

Feitos e recordes
– O Big 3 ganhou todos os últimos 12 Slam, desde a conquista do US Open de 2016 por Stan Wawrinka. A maior sequência foi de 18, entre Paris-2005 e Wimbledon-2009. Na atual série, Nadal ganhou 5, Djoko faturou 4 e Federer, 3.
– Serena tem a maior distância entre o primeiro e o último Slam conquistados da Era Aberta: 17 anos. Federer e Nadal vêm atrás, com 14.
– Feliciano López atinge o 72º Slam disputado consecutivo, 5 a mais que Verdasco.


Comentários
  1. Miguel BsB

    Sérgio,
    quanto a pergunta lá de baixo, acho que sim. Na minha opinião, Tsisipas vai chegar ao nº 1 do ranking representando o Back de uma mão, e isso em questão de até 2 anos.
    O Thiem, pode ser, mas acho uma probabilidade menor…

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Ele disse que nos dois primeiros sets tentou ser mais sólido, para não arriscar e errar muito, mas que no terceiro set, com a vantagem no placar, ele jogou como ele deve jogar se quiser tentar ser campeão.
      Então, acho que ele não se referiu aos 2 primeiros sets como tão positivos assim.

      Responder
  2. Luiz Fernando

    Segundo set do Rafa, se excetuarmos o game final, foi pior do q o primeiro, fiquei com a impressão de falta de energia, algo q ele mesmo comentou q houve na ATP Cup, movimentação ruim, chegando mal nas bolas, enfim, não poderia imaginar uma estreia pior pela expectativa criada pelas exibições da Davis, Mubadalla e ao menos do início da ATP Cup. Não me surpreenderei se ao final ele disser q jogou c algum mal estar, seja causado pelo calor, que hj parece até estar bem ameno, seja por algo digestivo. Deve vencer o terceiro e vamos ouvir o q tem a dizer depois.

    Responder
  3. Luiz Fernando

    Terminou o primeiro set do jg do Rafa e se fosse definir atuação diria sem receio: medíocre. A rigor, apenas os volteios funcionaram bem, os demais fundamentos todos deixaram a desejar: movimentação, serviço, recepção etc. E isso diante de um adversário sem nada demais em matéria de tenis. Pra quem sonha em vencer o torneio e igualar os 20 de Federer faltou tudo…

    Responder
  4. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Acredite se quiser!

    O Gulbis ganhou o primeiro do Auger-Aliassime fazendo 13 winners contra 3!

    E cometendo apenas um erro não-forçado a mais!

    Tô assistindo a partida aqui pelo stream.

    Será que dessa vez o bom e velho LETÃO consegue aprontar?

    Responder
  5. Rodrigo S. Cruz

    [José Eduardo Pessanha]
    20 de janeiro de 2020 às 17:14

    “Roger se machucou antes do jogo contra o Dimitrov no US Open. Em condições normais, é jogo pra fáceis 3 a 0”.

    Até que enfim o Pessanha escreveu algo racional… (rs)

    Aquela derrota do Federer pro Dimitrov foi simples acidente de percurso.

    Perdeu unicamente porque se machucou. Nada além…

    Tanto que o h2h estava em 7 x 0 pro suíço.

    O Dimitrov não tem cabeça para enfrentar o Federer no seu normal.

    Caso se encontrem nesse Australian Open duvido que tire sequer um set…

    Responder
  6. Rodrigo S. Cruz

    Mas que inferno, hein?

    A cobertura desse Australian Open nos sites oficiais está uma verdadeira DESGRAÇA!

    A cada ano eles conseguem piorar tudo um pouco mais, inclusive o placar!

    Agora não está dando sequer para a gente ver os “stats” de cada partida.

    E no LIXO do site da ATP a coisa fica ainda pior:

    Você clica em ” Live Scores” e a miséria do site te transfere para “Results”…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Correção:

      Achei o jeito de ver os stats no site do Australian Open.

      É que tem de clicar sobre o lado direito do quadro que marca os pontos dos jogadores, ou em ” Live”.

      Responder
  7. Rodrigo S. Cruz

    Yes, yes… Fognini MONSTRO!!

    Acabou com alegria do servebot desajeitado…

    Nem os quase 40 aces do encosto americano adiantaram.

    Virada linda!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O ” Fabuloso ” salvou o AOPEN 2020 ! Quero ver alguém reclamar das condições depois de Fognini mexer as pernas ( debaixo de sol ) , e sair de um 0 x 2 . E pra cima do Cara que o tirou do USOPEN 2019 . Mama Mia !!!! Kkkkkkkkk Abs!

      Responder
  8. Oswaldo E. Aranha

    Vitor Hugo não tens um pouco de bom senso em chamar um dos maiores tenistas do século de bagre? Não desfaz esse nobre nome que trazes! Não sejas raivoso.

    Responder
  9. Luiz Fernando

    Shapovalov é outro cara que não embala, ele vive eternamente daquela vitória absolutamente inesperada e hoje, pelos seguidos tropeços, inexplicável sobre Rafa no M1000 do Canadá em 2017. Depois de uma excelente apresentação contra Djoko na ATP Cup agora perde de forma bisonha para esse rapaz do nome complicado, com uma exagero de ENF. E lá se vai mais um torneio com atuação medíocre…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não é verdade, Luiz. Ele não seria 14º do mundo se vivesse de uma vitória em 2018, não acha? Mas obviamente foi uma decepção ontem.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Dalcim não nego as qualidades do rapaz, vc mesmo as enumera sempre, ninguém tem essa posição no ranking a toa, mas essa posição não se traduz em conquistas, que afinal é o q conta, vc não acha? Sempre que temos um grande torneio ele decepciona, essa de agora foi apenas mais uma…

        Responder
  10. Ronildo

    Eu sinceramente não entendo essa opção de uniforme preto do Federer. Único jogador que insiste em usar camisas destas cores.
    Aqui no Brasil é consenso que a cor preta retém calor. Tem algum fenômeno especial fora do Brasil que as pessoas não sentem este mal estar com roupas pretas em dias quentes e de sol?
    Se o fenómeno é igual em todo o mundo, chega a ser medonho um atleta de alto rendimento escolher esta cor para participar de uma competição. A cor preta deve retirar de um atleta pelo menos 5% (chutômetro) de energia a mais comparada com uma camisa branca.

    Estou falando besteira? Tem alguém aí que escolhe uma camisa preta para sair de casa num verão quente?

    Não faz diferença para um tenista jogar de camisa branca ou preta num lugar quente? Existe uma costura ou formação de tecido que anula este efeito que a cor preta faz num dia quente em pessoas comuns?

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Ronildo . Que Uniforme Preto ? rs Pode olhar que nada do ” modelito ” é Preto. Nem a camisa , nem a bermuda. E a temperatura estava branda. O parceiro conseguiu sonhar no jogo do Craque ? rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Miguel BsB

      Ronildo, seguinte: Não sei se conhece a marca do patrocinador do Federer, UNIQLO, mas eles fazem somente esses tipos de camisa mesmo, mais básicas e tal…
      E outra, esses japoneses empregam tecnologias nas suas roupas, capaz dessa do Federer ter alguma do tipo de resfriamento ou material que não absorve tanto o calor.

      Responder
  11. Abel afonso

    Alô Dalcim, quanto tempo não comentava ou perguntava por aqui…
    Achei muito curiosa a marca de Verdasco superada por Lopez que citou.
    Sobre ela então ( mas claro que não sobre estes jogadores e o número incrível), eu gostaria de saber de você se viu tenistas promissores que se contentaram em viver apenas de prêmios menores e de girar no circuito sem maiores ambições.
    Que nunca praticaram o esporte por conquistas e sim do “status” de tenista profissional.
    pois em minha opinião alguns, incluindo brasileiros fizeram e fazem isto.
    isso para você que é bem mais inteirado e com contato do que nós, é corriqueiro no circuito?
    pode ser comparável ao automobilismo onde há alguns “playboys” que procuram apenas o lado glamouroso?
    ou é uma total “viagem” minha presumir que tenistas ranqueados na ATP não ligam para vitórias maiores ou para derrotas em primeiras rodadas de torneios grandes desde que possam dividir por um momento Holofotes com top’s acima de 50?
    atrasadamente, bom ano a todos!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Bom 2020, Abel! Acho que nem uma coisa, nem outra. Alguns tenistas me parecem que realmente se contentam com um nível um pouco abaixo, ou seja se esforçam menos mas podem ter uma vida mais normal. E sim, há dezenas deles, alguns brasileiros com certeza. Mas isso não quer dizer que eles entrem em quadra sem interesse de ganhar, já que cada vitória vale dinheiro.

      Responder
  12. Vitor Hugo

    Até o Monteiro já bateu no “Strumeff”, mesmo na Alemanha. O jogador é bom sacador e voleador, mas se movimenta muito mal além de péssima devolução. E mesmo assim conseguiu quebrar diversas vezes o saque do bagre servio.
    Tsipas vai tirar Bagrevice do torneio. O que não é novidade, pois Novak é o maior freguês da next gen.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Quem foi varrido em Slam pelo Tripas foi justamente o Frauderer. Aliás, o grego também varreu o sparring dos arquirrivais e da next gen no último Finals.

      DjokoGOAT é o papai da criançada.

      Responder
  13. Jônatas

    Só eu achei que o Federer estava sentindo a falta de ritmo? Ele errou umas bolas fáceis. Não que jogou mal mas poderia ter sido mais fácil ainda. É que o Johnson não ofereceu nenhuma resistência .

    Enfim, vamos ver rodada a rodada.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Discordo.

      Até as bolas fáceis que ele errou foram em pontos sem qualquer importância.

      Portanto, achei que os erros foram normais…

      Para quê jogar com perfeição?

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Se movimentou surpreendente bem , caro Jonatas. Errou alguns volteios fáceis , não por chegar atrasado , estava botando a cara na rede sempre que podia. Experimentou de tudo , o que é bastante positivo pra quem vinha de parado e já aos 38. Tudo isso claro , a nosso ver. Abs!

      Responder
  14. Paulo Almeida

    O GOAT Djokovic fez algumas jogadas espetaculares, mas brincou em alguns momentos e acabou deixando um set em quadra.

    Johnson e Caruso não são jogadores e não servem como referência. O carrasco Dimitrov segue firme.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Quem possui 4 ATPs e vinha de 4 Vitórias em sequência de John Isner não é jogador ? É o que chamam de seu “ mundo paralelo “ rsrsrs caríssimo P . Almeida rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Isner é só o Roddick da atualidade, servebot da pior espécie.

        Esse Johnson é jogador de challenger, só tem aquele slice pífio.

        Sem choro, adorador da entressafra.

        Responder
          1. Evaldo A Moreira

            É Dalcim, o cara só vê o lado dele é do dele representando o sérvio, mais uma bela resposta é contando , caro Almeida , agora acertei o seu nome rsrsrs, aprenda analisar bem os fatos , só assim pra não levar recibos rsrs

          2. Paulo Almeida

            É verdade, mas ali a campanha foi toda irregular. Depois sofreu com Dimitrov, Raonic e Cilic. Só a final venceu em sets diretos.

    2. Evaldo A Moreira

      Aí sonha com federer rsrsrs, acorda com federer rsrsrs, viaja e ainda fala de federer, é amor demais kkkkk, é caro Almeida, tu até que comenta bem de vez em quando e olhe lá, muda o disco que está arranhado kkkkkkk

      Responder
  15. Antônio Luiz Júnior

    o seu comentário a respeito do Djokovic é perfeito Dalcim. De fato, tantos os problemas quanto a solução dos problemas durante os jogos, estão no seu jogo e não no jogo do seu adversário. Está jogando num nível tão alto, que se permite diminuir a intensidade em alguns momentos e subir logo em seguida quando necessário. Escorrega como poucos na quadra rápida, parece ser feito de elástico e tem uma condição atlética e mental fora do normal. Federer ao contrário, tem sempre um plano de jogo muito bem definido para cada adversário. Como não tem a mesma condição física, em função da idade, utiliza a sua técnica invejável para se livrar dos problemas, é um verdadeiro maestro,é muito bonito vê-lo jogar. Nadal ao contrário de ambos, tem uma espírito de luta fora do normal e uma intensidade de jogo que exige muito foco de qualquer adversário até o fim do jogo. Mas, precisa rever seu plano de jogo em quadras rápidas. Na minha opinião, precisa passar a receber os saques mais próximo a linha de base, hoje quase uma imposição do tênis atual. Tsitsipas não foi muito testado, mas, fez a sua parte, com muita competência. Infelizmente Shapovalov caiu na primeira rodada,enfrentando o problema de sempre: afobação. Queria muito vê-lo enfrentar SINNER, mas,vai ficar para a próxima.No feminino gostei muito de GAUFF, mas não gostei de BARTY e nem de OSAKA. Ambas, vão precisar elevar o nível se quiserem prosperar na competição. Vamos aguardar o segundo dia…

    Responder
  16. Luis Antonio Rafael

    Dalcim, ha varios anos tenho assistido as estreias do FEDERER em Grand Slam. Mas este ano, percebi que ele esta super concentrado e com a faca nos dentes. Normalmente ele não se esforça muito em sair quebrando,no inicio do set. Vai levando em banho maria ate surgir uma oportunidade. Este ano percebo que ele mudou o pensamento dele.Ele mesmo havia dito em uma entrevista que estaria discutindo, na pre-temporada, com os seus treinadores essa questão, ou seja, percebi o semblante dele bem motivado e apressado em resolver logo a partida.
    Acredito que vamos ter surpresas boas. abracos

    Responder
  17. Nando

    Federer começou bem a sua caminhada em 2020…tá certo q o adversário não ofereceu nenhuma resistência, mas o suíço foi mto bem e nem sentiu a tal falta de ritmo, já q não jogava “sério” desde o Finals no ano passado.
    Mto bem em tds os fundamentos, e o bh estava bom…espero e torço q siga assim.
    Qnt a Coric e Shapo…um é “sem chance” mesmo e o outro eu esperava mais, mesmo sabendo q Fucsovics é bom jogador.

    Responder
  18. Rafael

    Concordo que o Djoko jogou quando precisou. Em certos momentos pareceu até desconcentrado. De qualquer maneira ele segue firme com suas armas afiadas.
    Mestre, você acha que o Struff poderia ir mais longe caso pegasse uma 1ª rodada menos difícil? Acho o tênis bem agressivo e perigoso.
    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, é possível, mas ele mentalmente ‘viaja’ muito, Rafael. Lembre-se que levou um passeio do Thiago Monteiro no ano passado dentro de casa.

      Responder
  19. Miguel BsB

    Federer passou sem susto algum pelo americano, que não ofereceu qualquer dificuldade.
    Djoko já teve maiores problemas contra o Struff, como previsto, o alemão é bom jogador, saca muito e bate pesado de fundo…

    Responder
  20. Miguel BsB

    Dalcim, os 3 primeiros jogos masculinos transmitidos pela ESPN foram:

    Bom pedaço do jogo do Shapovalov: One Hander da Nova Geração
    Federer: One Hander da velha geração
    Dimitrov: One Hander da geração intermediária.

    Tsisipas tb jogou, e atropelou.
    Nada mal para um golpe que há uma década já era dado como extinto…
    Vida longa ao revés com uma mão!!!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Pois é , Caro Miguel . Mas depois de GUGA em 2000 , apenas Federer foi N 1 do Mundo com Back Simples. Antes tivemos uma enorme quantidade com Borg , Connors e CIA atuando. Acreditas que teremos algum ainda na manga … ? Abs!

      Responder
  21. Matheus Lago

    Torcida por uma despedida feliz, na medida do possível da Wozniacki.
    Federer perto dos três dígitos na Austrália.
    Nadal brigando pela manutenção na liderança do ranking e a NextGen nos calcanhares… grandes emoções em mais uma edição do Australian Open.
    E parece que a qualidade do ar vai melhorar com a chuva o efeito colateral é o atraso dos jogos, mas com uma estrutura mal projetada como a do Australian Open nesse quesito isso é esperado.

    Responder
    1. Jônatas

      Qual estrutura mal projetada? Foi o primeiro GS a ter teto retrátil. Se não me engano tem 3 quadras com este teto.

      Não entendi onde o AUS Open está mal estruturado. Reclamaram da organização (isso é outra discussão) não da estrutura.

      Responder
  22. Lucas Leite

    Excelente análise! Sempre bom ver os comentários aqui! Só uma pequena correção, o grego cedeu cinco games e não seis. Mas isso é só um detalhe! te desejo um bom trabalho acompanhando o Slam nessas semanas, Dalcim!

    Responder
  23. Angela B.

    Meu jogo predileto (de longe!!) foi da Gauff vs Venus.
    Qto ao Struff..reconheço que o alemão tem fibra, mas ainda precisa treinar muuuuito a cabeça na hora de sacar….não dá pra desperdiçar tantos serviços assim…..não contra o Nole. Abs

    Responder
  24. Angela B.

    Dalcim, pela 1a vez (na minha vida!!) a velocidade da bola e piso são uma incognita no começo de um grande torneio. E parece que não sou só eu que estou perdida….Mesmo depois do Federer ter falado sobre o assunto na entrevista, nada ficou claro . Ele disse que a bola é rápida no começo mas depois fica bem mais lenta? Mas depende das condicões climáticas? Ou da quadra aberta ou fechada? Ou se é de dia ou a noite?? —-Hellooo?? —WTF??? —Será que o Federer não poderia simplificar a resposta? Tipo…tá mais lenta do que em 2017? Ou mais rapida que em Wimbledon 2019? —————Pior de tudo: nem mesmo o McEnroe ou Todd Woodbridge conseguiram entender (ainda) a velocidade da superficie ou o pace da bola (!!)….Eles também ficaram “balbaciando” nas transmissões, tentando interpretar o que acontecia …pelo menos, no Rod Laver Arena. ————- Na boa, o que tá acontecendo??? Seria um tipo de piso e bola tão inéditos pra tanto “mistério”?? Ou é segredo de estado???——————Anyway, se vc puder encontrar a resposta, seja em outros sites ou sources, eu vou te agradecer. —–Caso contrário, acho que teremos de esperar o Nadal amanhã, ao final do seu jogo: – se ele disser que está “tudo bem”, mas um pouco mais rápido do que o ano anterior…….é porque a quadra está lenta e do jeito que ele gosta. Mas se ele reclamar c/ todas as letras, com aquela cara carrancuda (usual) e de vítima injustiçada…então é porque a quadra está (realmente) mais rápida. —Aguardemos. Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Federer comparou com o ano passado – a troca de marca do piso foi feita agora – e quanto à bola a questão é o feltro, que ‘sai’ mais e deixa a bola mais lenta. Vale lembrar que a ATP Cup foi jogada com essa bola e com esse tipo novo, portanto a maioria dos jogadores já está mais acostumada.

      Responder
      1. Angela B.

        O fato da bola se desgastar durante o jogo e ficar mais lenta, é common sense, Dalcim. Por isso que a resposta evasiva do Federer me surpreendeu ..pois é muito óbvia. —–Qto ao AUSOpen ter contrado a empresa que faz os pisos p/ o Finals e Basel etc…e que levou a várias especulações de que a superficie da quadra australiana estaria mais rapida p/ esse ano, eu já estou sabendo desde agosto de 2019. Porém, nada ainda foi confirmado nesse começo de slam….e é justamente isso que questiono no seu post….Desde o começo dos jogos com os qualifiers e hoje (com Federer e outros) nós já deveríamos ter tido uma resposta concreta sobre o atual piso e o pace da bola….mas isso não está acontecendo. E nunca vi isso acontecer……
        Anyway, Dalcim, afinal, vc sabe me responder se a quadra está rápida…ou medio-rapida…ou slower?? Vc, como proffisional, pode me dar uma opinião, já que ninguém (até agora), falou objetivamente? Ou vc tb não sabe o que tá acontecendo? Obrigada. abs

        Responder
  25. José Eduardo Pessanha

    Rogério será campeão sem grandes sustos. Corpo descansado, chave baba e o apoio de praticamente 100% da torcida. Uma ótima combinação.
    Abs

    Responder
  26. Adriano Souza

    Jogasso do Djokovic
    Não é fácil ganhar desse alemão
    Tem um jogo bem agressivo e um saque fulminante
    O problema é que ele enfrentou o melhor tenista

    Responder
      1. Adriano Souza

        Sim. Vc assistiu o jogo?
        O Alemão é muito agressivo e tem um ótimo saque
        Apesar de ter jogado só 80% doq pode, o Djokovic teve que suar

        Responder
  27. JAN DIAS

    Apesar do adversário ser fraco, é um prazer ver o FEDERER desfilar seu talento em Melbourne.

    Aquela devolução de saque de fora da quadra, no 2° set, foi uma pintura.. 🎾🎨

    Responder
  28. JAN DIAS

    AO SÉRGIO:

    O SHAPOVALOV comete muitos ENF’s sim, mas esse húngaro joga muito, é encardido… e está no caminho do FEDERER. No meu post anterior, eu coloquei ele como um sério obstáculo ao suíço…

    Já o SHAPO vai ter que trabalhar pra diminuir a afobação e precipitação.

    Responder
      1. rodrigo

        Correto, Dalcim. Mas acho que essa questão da amizade e do respeito se tornou menos preponderante, vide último US Open. Na minha opinião, se estiver com os nervos controlados, Dimitrov será um duríssimo obstáculo, tanto na técnica quanto no bom preparo físico.

        Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *