‘Melhores’ dão o que pensar
Por José Nilton Dalcim
16 de dezembro de 2019 às 10:27

Enquete criada por TenisBrasil há 19 anos, os resultados dos Melhores do Ano – que na verdade inclui também questões sobre a expectativa para a temporada seguinte – sempre me provocam curiosidade e reflexão. Afinal, optei desde o início por oferecer dois paineis distintos: um para o voto ‘popular’ e outro para os chamados ‘especialistas’, que são treinadores, jornalistas e alguns convidados especiais sempre muito próximos ao dia a dia do tênis. Por vezes, surgem dissonâncias valiosas e em 2019 não foi diferente.

Na pesquisa encerrada na sexta-feira, algo notável: os dois grupos deram votação expressiva para o ‘fato do ano’ não a uma conquista, como é bem natural, mas a uma das mais dolorosas derrotas do tênis moderno. Os dois match-points perdidos por Roger Federer em Wimbledon e consequentemente o 21º troféu de Slam que escapou ganharam com margem de 46% entre os especialistas e 45% para os internautas. Mais incrível ainda: os paineis quase desconsideraram o título do próprio Novak Djokovic no torneio. Ao menos, 61% dos especialistas e 67% do juri popular cravaram que esse foi o jogo do ano.

Bianca Andreescu e Cori Gauff lideraram como surpresas da temporada para os convidados, mas os internautas ficaram com as façanhas de Daniil Medvedev. A jovem canadense ganhou de longe como a que teve maior evolução técnica (56% e 59%) e ainda apareceu no jogo feminino do ano (69% e 48% para sua vitória em cima de Serena Williams no US Open). Por tudo isso, minhas indicações pessoais foram para Andreescu e sua arrancada incrível ao estrelato com um tênis bem agressivo.

Felix Aliassime foi considerado a revelação masculina pelos especialistas (54%) porém o público preferiu Matteo Berrettini (38%). Fico com o garoto canadense, apesar de seu segundo semestre fraco. Houve concordância nos dois paineis quanto a Medvedev ter tido a melhor evolução técnica (51% e 65%), superando Stefanos Tsitsipas (33% e 27%). Também votei no russo e para mim o essencial esteve em sua versatilidade nos pisos, do saibro lento ao sintético veloz.

Alexander Zverev, é claro, recebeu maciça votação como a grande decepção do ano, e destaco aí o segundo lugar de Nick Kyrgios nos dois paineis, acentuando a frustração que o australiano causa: mão genial e cabeça geniosa. Já a vitória de Phillip Kolhschereiber sobre Djokovic em Indian Wells venceu apertado entre os especialistas (28%) mas com folga entre os internautas (40%) como a grande ‘zebra’ do masculino, o que concordo plenamente.

Por fim confesso ter me surpreendido que tanto especialistas como o público tenham votado mais no ouro de João Menezes (25% e 34%) e no fim do Brasil Open (25% e 21%) do que no caso de doping de Bia Haddad (20% e 22%) como o ‘fato do ano’ do tênis brasileiro. Acho que o afastamento da tão promissora Bia foi uma das notícias mais inesperadas e desalentadoras que recebi nos últimos anos. O julgamento aliás ainda segue misterioso.

Vou deixar para o próximo post as indicações para 2020 e vamos ver também o quanto o pessoal acertou em relação ao que apostou para 2019.


Comentários
  1. Vitor Hugo

    Colocar o baloeiro, um mísero título na Austrália, que não vence Federer há seis jogos nas hards, à frente do suíço, hexacampeão do torneio e que venceu em 2017 e 2018?! Realmente só tem parafuso ou outra coisa na caxola do cidadão. Kkkkkk

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    1. Luiz Fernando

      Palpites, palpites, todos tem os seus, pergunte ao Marquinhos, ou ao Johny, ou ao Renato, acho q eles vão confirmar que todos podem ter os seus “palpites” kkkk…

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  2. Luiz Fernando

    Esse torneio exibição de Abu Dhabi só serviu p duas coisas: ganhar dinheiro e desenferrujar um pouco o corpo. Nada a mais, a validade tenística dele é semelhante aos 96 winners da final de W2019, ou seja, nenhuma, não muda nada. Mas não custa lembrar que em um outro torneio neste mesmo local Nadal tentava desesperadamente vencer um único game num jogo contra Murray, creio q naquela época trágica de 2015-2016, e a coisa não ia, então também serviu p imaginarmos outra coisa: o cara vem forte em 2020, deverá fazer um bom ano se conseguir passar incólume pelas contusões…

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  3. Rafael Azevedo

    Tsitsipas está mostrando que o Finals não foi um ponto fora da curva. Vamos aguardar AO, mas parece que ele chegou no pelotão da frente, de verdade.

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  4. Rodrigo S. Cruz

    Pela primeira vez vou concordar (em parte) com o que o nosso amigo Ronildo escreveu abaixo:

    O Kyrgios tem tudo para se tornar muuuuito mais popular do que Novak Djokovic.

    Pensem:

    Se não raro com atitudes grosseiras e anti-profissionais o cara já arrasta milhares para os estádios mundo afora, imagine se decidisse maneirar…

    Tenho certeza de que Djokovic cairia no ostracismo se comparado com ele.

    Apenas no que se refere a espetáculo, o australiano já dá muito mais do que o sérvio…

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  5. Maurício Luís *

    Alguns fãs – seja do Federer, Nadal, Djoko… são tão fanáticos que parecem viver numa realidade paralela. Quando não é o ‘Deus’ deles que ganha, aí inventam troféus que não existem, conforme a CONVENIÊNCIA: campeão de pontos, de winners, de aces, campeão “Moral e Cívico”, campeão da elegância, etc, etc, etc…
    Não é saudável “endeusar” quem quer que seja. Somos todos humanos, sujeitos a falhas.
    Michael Jackson era um exímio dançarino, talvez o melhor do mundo… mas era um desastre como administrador das finanças e pairam suspeitas de pedofilia sobre seu comportamento sexual. Conheço médicos que são referência em sua área, super conceituados, mas que não sabem datilografar uma receita pra que o farmacêutico consiga entender a sua letra ilegível.
    Enfim, “Cada macaco no seu galho”, porque ninguém é especialista em tudo. Um ótimo mecânico não entende de Medicina, um médico não entende de carpintaria, um tenista pode ser um fracasso na ginástica artística, e por aí vai.

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  6. Ronildo

    A coisa tá feia para o Djokovic. Ele simplesmente não tem armas consistentes contra estes jovens habilidosos. Deve ser porque o jogo dele é bastante previsível e eles se antecipam às jogadas e tem pernas para chegar nas bolas. Federer também está apanhando do Thiem e do Tsitsipas, embora seja mais habilidoso que estes caras, o fator idade está sendo decisivo. Para Federer é mais fácil vencer Djokovic do que estes jovens citados como vimos no Finais. Já Nadal está se saindo bem apesar das desgastantes batalhas.
    Se continuar assim talvez Nadal segure o número 1 por toda a temporada.
    Djokovic por outro lado está sucumbindo devido ao fato de não possuir habilidade naturais e improvisação. A eficiência da correria e de seus poucos e repetitivos golpes está sumindo à medida que a idade avança. Será lembrado como o Paredão, aquele que praticamente levou seus poucos recursos à eficiência que beirou a perfeição.
    Mas o povo gosta de arte, do belo, por isso a grande rejeição que se observa nas arquibancadas mundo afora diante de seus principais rivais. Quando Djokovic encerrar a carreira correrá o risco de observar possivelmente 5 jogadores mais populares do que ele em números absolutos: Federer, Nadal, Thiem, Tsitsipas e Nishikori. Porém outros também podem ultrapassar Djokovic em popularidade, como Kirgios(infelizmente), Aliassime, entre outros. O Murray sempre foi mais popular que Djokovic nos países ditos do primeiro mundo, menos no Japão. Em países como o Brasil Djokovic é mais popular que o Murray.

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    1. Ronildo

      Na verdade em termos de números de fans Djokovic e Nishikori devem terminar empatados porque os fans que Djokovic tem espalhados pelo mundo não devem ser maiores em números do que a população do Japão que acompanha tênis. Fora os imigrantes e descendentes japoneses espalhados pela Ásia e EUA.

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    1. sandra

      Aliás Dalcim, voce acha que vale a pena em um jogo exibição como Abu Dabi, aquele esforço todo do Nadal , do grego e do próprio Djokovic? não correm riscos de pagarem na temporada com contusões?

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      1. José Nilton Dalcim

        Não, não acredito que um ou dois jogos sejam capazes de interferir. O risco em si é de acontecer uma contusão durante o jogo e aí sim complicar o início de 2020.

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  7. Luis

    Dalcim uma pessoa perguntou no blog se jovens tinham mais dificuldade de enfrentar o Nadal do big 3,talvez foi o que Federer sofreu contra um Nadal jovem , acho 2020 terá ainda domínio menor do big 3

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  8. Oswaldo E. Aranha

    Alguma vezes somos levados a torcer por um time ou atleta que tem a haver com nossos ancestrais ou com o país que nascemos, por exemplo os descendentes de italianos torcem pela Azzura. No futebol sempre torci pelos times e seleção brasileiros, apesar ter ascendência portuguesa, holandesa e suíça, entretanto hoje pendi pelo time da cidade dos Beatles.
    No tênis acredito ser diferente, escolhemos algum ou alguns tenistas que nos agrada, independente da nacionalidade e vamos com eles.
    Salve o Liverpool.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Eles devem ter gostado da sua torcida , caro Aranha . Eles já estavam ficando como um certo time do Rio , e seriam Tetra Vice caso não vencessem rsrsrs Abs !

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  9. Luiz Fernando

    Partida louca entre Rafa e o grego, parecia final de M1000. Apesar da vitória de Nadal não gosto desses jogos longos na atual situação física do cara, em especial se tratando de uma exibição, mas isso é problema dele. No início da partida o serviço foi medíocre, depois as coisas engrenaram. Ao lado do sérvio, principal favorito, vejo Rafa o grego completando o trio de principais favoritos p o AO.

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    1. Luis

      Concordo, especialmente com um calendário cheio com esse campeonato novo da ATP no começo do ano (e perto do AO) e com as olimpíadas. O Nadal é super patriota e não vai deixar de dar tudo, da mesma forma que fez na Davis.
      Acho complicado de um lado, pois acredito que ele tenha uma chance real de ser o melhor jogador de 2020 e quebrar vários recordes, mas admiro que ele priorize outras coisas. Tenho certeza que 99,9% da pessoas no lugar dele iam pegar leve nesses eventos.
      Queria também elogiar a postura do grego que esta pegando tudo do lado positivo e como oportunidade de crescimento, esse cara vai longe desse jeito.

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  10. Rafael

    Olá, Dalcim

    Desejo a você e a todos os colegas boas festas e um ano novo cheio de saúde. Mais um ano, mais uma vez: Parabéns pelo trabalho (seu e de sua equipe).

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  11. Luis Coelho

    Em primeiro lugar queria dizer que a Atp pode escolher o melhor jogador ou que quiser no período de dez anos e chamar de década, mas de acordo com a Física e Astronomia a segunda década deste século terminará ao final do ano de 2020. O primeiro ano deste século foi 2001 e não 2000. Logo a primeiro década acabou no final de 2010. É um erro tão comum que a maioria das pessoas não percebe o erro. Não houve ano zero, isto quer dizer que o primeiro ano foi o ano 1 e o décimo o ano dez. Ou seja as décadas terminam ao final do ano terminado em zero. Que fique claro que não discordo das escolhas e sim do erro de nomenclatura.

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  12. Rafael Azevedo

    A turma do “perdedor moral”, “vencedor moral”, “96 winners” etc. precisa perceber que quanto mais falam isso, mais se queimam e mais descrédito recebem.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Na melhor partida do ano aconteceram sim 96 WINNERS do perdedor. Qual o descrédito , parceiro ?. E foi pra cima do jogador que melhor se defende no Circuito . Daí a dizer que este mereceu perder é outro papo. O perdedor ( também não merecia ) já deu o troco no FINALS. Descrédito é fingir que nenhum dos fatos aconteceram. Parece ser o seu caso , Azevedo. Abs!

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      1. Maurício Luís *

        Pois então, Sérgio, o fato do Federer ter feito mais winners, jogado mais bonito, ter a maior torcida, são todos fatores importantes. Mas não fazem dele o vencedor do jogo. Um exemplo: teoricamente, pelas regras, um tenista poderia vencer o jogo fazendo muito menos pontos. Seria o caso de 0/6 – 0/6 – 7/6 – 7/6 e 7/6… Ou seja, levou uma “bicicleta” e ainda assim ganhou o jogo.
        Parece que os fãs do suíço não querem aceitar a derrota. Mas aconteceu, fazer o quê? Deitar no chão, rolar, espernear, gritar? NUM DIANTA.

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        1. Sérgio Ribeiro

          Quem foi que disse que o Suíço venceu ? Tem L Fs da vida , que preferiram ir ao cinema , e não assistiram um belíssimo jogo protagonizado por lances espetaculares , em que o SEIS anos mais jovem , teve que usar TODOS os seus recursos defensivos e ofensivos , para impedir uma derrota que se desenhava como certa , caro Maurício. Não me lembro de ter visto alguém aos 38 , aprontar algo parecido pra cima do então N 1 do Mundo, em época alguma. Optam em afirmar que o Coroa amarelou. Vejo de outra maneira. Partida Épica em que nenhum dos dois merecia a derrota. Simples assim . Abs!

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      2. Rafael Azevedo

        Eu falo “descrédito” porque fica transparecendo que a insistência em falar esses termos é uma tentativa desesperada de tornar verdade uma loucura: “Federer venceu o jogo”.
        Isso dá a impressão de que tais pessoas estão falando apenas com emoção e sem nenhum pingo de razão. Por Isso, “descrédito”. Aqueles que não estão afetados pela “dor” da derrota, simplesmentem, ignoram esses comentários e percebem o grau de fanatismo nesses termos…por isso “descrético”.

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        1. Rafael Azevedo

          Quando eu falei dos 96 winers, eu me referi àqueles que usam esta estatística para justificar que o Federer é o vencedor moral.
          E o descrédito que estou falando não é sobre o fato de o Federer ter feito 96 winers no melhor defensor do circuito (de fato, foi um feito e tanto). Quem está recebendo o descrédito são as pessoas que usam isto como argumento para dizer que o Federer venceu o jogo “moralmente”.

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    2. Luiz Fernando

      P comprovar o q vc disse basta pensar num único detalhe: o q vale mais, fazer 96 winners ou levar a taça de campeão pra casa? Creio q todos sabemos a resposta. Essas bobagens remanescentes da final de W2019 só mostram o quanto o resultado traumatizou determinado segmento…

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      1. Rafael Azevedo

        “Essas bobagens remanescentes da final de W2019 só mostram o quanto o resultado traumatizou determinado segmento”

        Exatamente!
        Essa frase ilustra bem o que estou falando sobre “descrédito”. É exatamente isso! A turma está considerando esses comentários exaustivos sobre WB2019 como “bobagens”.

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  13. Rodrigo S. Cruz

    Depois do Djokovic ter sido SURRADO pelo Federer no Finals, ainda leva uma virada de Stefanos em exibição…

    Esse grego parece ter as armas para conter o domínio do Big 3.

    Por conseguinte, o INVEJADÍSSIMO recorde de liderança de semanas fica mais protegido.

    (a Mafalda e outros Fakes até disfarçam, mas sabemos que sentem um ranço e profunda inveja deste recorde)

    Claro que o grego precisará mostrar muita consistência.

    Só que ele pode atrapalhar bastante o Novak de sair em busca das 310 semanas de Federer.

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    1. Paulo Almeida

      Senhor Dorminhoco, você tomou tanta paulada de vários membros do blog nos últimos dias que perdeu totalmente o norte, kkkkkkkkk.

      Ninguém liga para essa bobajada de semanas como número 1, a não ser que seja relativizada para a era mais difícil do tênis. Aí sim o GOAT Djokovic obteve 275 semanas com muito mérito. Já considerar esse “recorde” graças a bagres tenebrosos como Roddick, Hewitt, Blake, Baghdatis, González e Davydenko (além de Agassi de fraldão e Safin baladeiro e 84 do mundo em 2004), é mais um motivo para risadas intermináveis.

      No mais, ninguém liga pra jogo amistoso. Quando estava valendo, foi surra de 6-1 e 6-2.

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    2. Jonas

      Quanto desespero, comemorando vitoria em exibição kkkk de outro tenista ainda.

      Mas sim, sabemos que o Grego é um jogador excelente.

      Teve uma discussão abaixo comparando ele com o Thiem…eu acho o Grego muito melhor, só que o Thiem é mais velho, mais maduro…

      Parece que não, mas o Grego tem apenas 21 anos.

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    3. Gildokson

      Rodrigo, eu não gosto muito de dar uma d adivinhão e cravar as coisas como os torcedores do Nole fazem aqui não. Mas se tem uma coisa que eu nunca me preocupei foi com a possibilidade do Djokovic quebrar esse recorde aí viu kkkkk
      Aqui pra nós, o Djokovic ta tendo uma dificuldade monstra com esses caras novos, a tendência é ele levar alguns títulos importantes ainda, mas aquela regularidade pra dominar o ranking… “ele não vai não” kkkkkkkkkkkkkkkk

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    4. DANILO AFONSO

      Pelo visto derrota de Wimbledon causou um mal psicológico drástico no RODRIGO. A ferida ainda não cicatrizou e a aversão ao sérvio chegou ao ápice.

      Rodrigo te recomendo umas sessões com psicólogo para uma rápida recuperação já neste ano.

      Eu não fui em um especialista e demorei anos para me recuperar da derrota do FLUMINENSE na Libertadores 2008 em pleno Maracanã…kkkk

      Desde já obrigado !!

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  14. André Barcellos

    Djokovic maior tenista da década 2010.
    Óbvio.
    Não está em discussão.
    Federer o maior da década 2000. Não está em discussão.

    Qual o problema de admitir qualquer uma das duas coisas?
    Os números estão aí pra isso.

    Nadal não fechou como melhor de qualquer década porque seu domínio maior não foi nas décadas “redondas”. É só um desconforto matemático.

    Quanto à final de Wimbledon, Federer perdeu. Ponto.
    Mas levou o sérvio ao limite, o que é louvável e impressionante.
    Djoko vinha ganhando várias partidas por pouco há algum tempo. Na última perdeu.

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  15. Luiz Fernando

    O recorde de GS não é um objetivo pra Rafa, é apenas uma meta kkk, será q ele pensa q as pessoas levam essas bobagens q ele fala a sério?

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  16. Maurício Luís *

    Neste balanço de fim-de-ano, aconteceu o que eu pensava: volta a discussão do tal do 40-15. Com certeza isto vai se estender por anos ou até décadas.
    Os fãs do Federer estão querendo mudar o resultado do jogo com PALAVRAS. Entendam uma coisa muito simples: ele *** P E R D E U *** o jogo. Podem deitar no chão, rolar, gritar, espernear. Podem citar estatísticas a rodo. Como dizia um colega de trabalho meu… ” Chão taí pra isso”. Palavras são palavras.
    É campeão aquele que vence conforme as regras. Não é um campeonato pra ver quem tem mais torcida, quem é mais querido e simpático, quem fez mais winners, quem joga mais bonito e elegante… Será o impossível?
    Dalcim, sugiro que crie uma seção especial aqui pros fãs inconformados do suíço: seção “Muro das Lamentações”.

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  17. Luiz Fernando

    Amanhã teremos Rafa e Djoko em quadra, com o jg do sérvio teoricamente mais duro. Claro q o grego é mais jogador q o russo, então pq o teoricamente? Pq esse Cx9 sempre endurece, e muito, p Nadal. Mas tudo aponta pra uma final entre ambos no sábado.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Apontava , caríssimo L F . Tisitsipas , o marrento , venceu o melhor da ” década ” cravando um ACE no Match Point. Federer já marcou uma aula com o Grego rsrsrs Abs!

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  18. Vitor Hugo

    Estou com o Rodrigo, Federer surrou, surrou e surrou Bagrevice na final de Wimbledon e é campeão moral do torneio. Ponto!

    E Roger mais vez e por anos seguidos vence a eleição da atp como tenista preferido. Além de ser o melhor com muita folga, é o maior da história com ampla vantagem, pela técnica, habilidade, títulos, por ser o que mais fatura e ser a maior marca e pela imensa e inigualável popularidade.

    Chorem haters!

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  19. Rubens Leme

    Dalcim, muito bacana esta matéria do Tyson ensinando a Serena Williams a boxear (https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2019/12/19/tyson-da-aula-de-boxe-para-serena-nao-quero-entrar-no-ringue-com-ela.htm). Pena que a matéria não mostrou também ele ensinando para a prodígio Coco Gauff mas isto pode ser visto no twitter oficial dele – https://twitter.com/MikeTyson.

    O mais curioso é que os primeiros segundos ela batia pesado de esquerda e no final soltou a direita. Mike fez força para segurar o saco. Este foi outro excepcional no seu tempo e poderia ter sido o maior da história. Você deve se lembrar dele do começo na carreira, era uma britadeira. Até hoje me recordo daquela “luta do século” contra o Michael Spinks que todo mundo achou que poderia vencer o estilo lenhador do garoto do Brooklyn, que tinha até então 34 lutas, 34 vitórias, 30 nocautes, 15 deles no primeiro round. Para quem quiser rever (https://www.youtube.com/watch?v=T02RhdpGWgw).

    Ainda assim, foi um dos grandes.

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    1. Miguel BsB

      Rubens, acho que no boxe não tem controvérsia…Ali é o maior de todos!
      Inclusive, tenho a tendência de acreditar que ele foi o maior esportistas de todos os tempos, de GOAT of All GOATS, por tudo que fez e representou…uma lenda!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Como Ali jamais haverá outro esportista, monstro sagrado, o cara q dominou um país (Zaire) e o mundo quase q exclusivamente com carisma, vencendo um lutador tido como imbatível, bem mais jovem, com golpes bem mais potentes, com confiança no auge e em muito melhor momento…

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      2. RUBENS LEME DA COSTA

        Então, Miguel, esse papo de Goat que permeia quase todos os comentários é muito chato até porque não concordo com quase ninguém e me dou o direito de permanecer assim. Concordo que Ali pelo que conseguiu e representou foi muito maior do que Tyson e talvez seja mesmo o grande boxeador da história, mas compará-lo com Michael Jordan, Pelé ou quem quer que seja é sem sentido por serem esportes diferentes, desafios, etc. Como personalidade ele foi muito importante até pelo seu ativismo político, etc.

        O bacana é ter visto todos eles. Tive a sorte de ver Tyson no seu modo demolidor. Pena que durou pouco, mas enquanto durou, valeu.

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        1. Miguel BsB

          Esportivamente, Ali tá junto com Pele, Jordan, Bolt etc…
          Mas, fora dos ringues, foi muito maior que qualquer outro…lutou contra a discriminação, pela igualdade e direitos civis, usando sua popularidade e carisma em prol do seu povo, contra o establishment, e pagou caro por isso, inclusive foi preso por ter -se negado a ir lutar no Vietnam.
          “No Vietcong ever called me nigger…”

          Responder
  20. Paulo Almeida

    Já havia cantado a bola do tenista da década há mais de um mês. O GOAT foi superior em todos os aspectos, sem nenhuma brecha pra discussão.

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  21. Nelson Maciel Filho

    Todo mundo sabe que quando há um jogo entre o Federer x Djokovic em grand slan, 98% torcerão para o Federer. Foi assim em praticamente todos os torneios. Na última final do major inglês o Federer fez um grande partida, o Djokovic esteve abaixo do seu padrão de excelência, mas venceu o jogo com todos os méritos. Antes de desperdiçar dois mat point não podemos esquecer que o tenista serviço estava vencendo o tenista suiço por 4×2 no terceiro set. Poderia ter feito 5×2, no entanto jogou muito muito o sétimo game. Federer jogou bem quando poderia ter fechado a partida, mas o Djokovi1fechou a porta e quebrou o saque do suiço. Merítos para o tenista da sérvia pela frieza, precisão e foco. O quase não existe no tenis, no futebol, ou quaisquer outras competições. No final o Djokovic sagrou-se campeão mais uma vez em Wimblendon de fato e de direito. Mesmo assim o ano foi do Nadal que ganhou dois grand slan, dois master 1.000 e ainda terminou como o número 1.

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  22. Fernando Chaves

    voltei a ler os comentários após um tempão mas vejo que os mesmos babacas especialistas aqui estão. não dá pra perder tempo com tanta estupidez. Dalcim seu blog vai acabar por causa deles.

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  23. Rodrigo S. Cruz

    [Valmir]
    18 de dezembro de 2019 às 15:27

    “Para … ustedes… feguesetes … em finais de Wimbledon entre Djokovic x Federer…. vale a famosa frase
    JUGAMOS COMO NUNCA… PERDIEMOS COMO SIEMPRE”.

    Estranho, não?

    Se o Federer perder dele sempre, como você diz então como você explica este resultado do ATP Finals 2019?

    E num jogo tão importante pro Djoko, já que sua permanência no torneio valia:

    Número 1, recorde de Sampras, etc, etc, etc…

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  24. Oswaldo E. Aranha

    O fato do Djokovic ter sido eleito pela ATP como o tenista da década, por algum comentário posto, deve ter doído; mas é preciso aceitar os reveses.

    Responder
  25. Valmir

    Da final de Wimbledon 2019 pode ser feito um comparativo… simplificado… com uma partida de futebol

    Federer…
    – Teve mais posse de bola (ganhou mais pontos)
    – Chutou mais bolas na trave (breakpoints não convertidos)
    – Girava a bola mais rápido e mais fácil (sacou mais aces… ganhou mais games de 0, 15 ou 30)
    – Fazia jogadas mais bonitas (pontos rápidos e mais bem construídos)
    – Um monte de coisas que não serviram para alterar o placar a favor.

    Porém…
    – Perdeu… dois pênaltis… durante o primeiro tempo… (o saque com 5-3 do primeiro TB – o setpoint no 5-4 do terceiro set)
    – Teve que disputar prorrogação (quinto set… do 6×6 ao 12×12)
    – Na prorrogação… perdeu DOIS GOLS SOZINHO DEBAIXO DA TRAVE (dois championship points 40 _15 e 40_30)
    – No final da prorrogação perdeu dois gols CARA A CARA COM O GOLEIRO (dois breakpoints no 11-11 do quinto set)

    – Na disputa dos pênaltis seguiu a sina da Itália…. (Tiebrake decisivo)
    a) A itália perdeu a maioria das disputas de pênaltis… Federer perdeu a IMENSA maioria dos tiebrakes decisivos (1 vitória e 10 derrotas)
    b) Chutou o pênati como o BAGGIO em 1994… mandou para fora do estádio (MADEIRADA no championship point)

    Para consolo futebolístico das federetes digamos que…
    – Seguindo… Cláudio Coutinho… Federer foi o campeão moral… só serve para gastar menos lenço
    – Para os mais saudosos… Federer jogou como a seleção de 82… deu show quando o adversário era fraco… TREMEU na hora da decisão.
    – Já Maradona diria…. JUGAMOS COMO NUNCA… PERDIEMOS COMO SIEMPRE….

    Ah… para finalizar os post do ano…
    Já que lamentam tanto …. DEVOLVAM O TÍTULO DE 2009 PARA O RODDYCK…. ele fez o mesmo que Federer em 2019.

    Dalcim… até ano que vem.

    Responder
    1. Ronildo

      Certo Valmir

      Comparação perfeita:

      Federer é o craque que carrega o time nas costas e erra o pénalty.

      Djokovic é o atleta que têm excelente atuação devido ao vigor físico e na hora do pénalty, sem nenhuma pressão, fecha os olhos, dá um chutão no meio do gol e neste momento é mais eficiente do que o craque do time.

      Perfeito, perfeito, parabéns.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Caríssimo Chatonick , digo Valmir rs Comparar um esporte de alto rendimento INDIVIDUAL com um esporte Coletivo , demonstra seu total desconhecimento de ambos. O tal Campeão ” Moral ” foi devido ao fato de sair da Copa Invicto , enquanto quem venceu, teve seu horário do jogo contra o Peru alterado de maneira vergonhosa. E o chocolate que o timaço de 82 deu na Argentina de Don Diego no jogo anterior , demonstra que não entendes nada também do Coletivo. E o grande Sacador Andy Roddick, tomou 50 ACES do Craque em WIMBLEDON 2009 , mas se despediu com h2h positivo contra o Sérvio. Ou seja, muda o disco ano que vem , e se possível pneus novos pra Kombi rs . Léo Gavião passa o réveillon contigo no Sítio ?kkkkkkkkkk ABS !

      Responder
  26. Jonas

    Gostaria de parabenizar o Federer pelo título “mais winners contra o Djokovic” e também ao Vasco pelo título “empate com o Flamengo”

    Não podemos esquecer também o título “vitória no Round Robin do Finals sobre o Novak”

    Títulos assim serão cada vez mais frequentes em 2020.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Leia no Bola Amarela o comentário do lendário Adriano Panatta, sobre o indisfarçável nervosismo de Novak no FINALS, vendo que o N 1 estava indo pro espaço, Jonaser. Além de perder a chance de igualar o SEXTO título , que Somente o SR de 38 possui. E tudo isso sem precisar de 96 WINNERS contra aquele que fanáticos como a criança , afirmam que não tem buracos em seu jogo. Se tivesse tomaria 200 ??? Kkkkkkk Abs !

      Responder
  27. Rubens Leme

    Dalcim, achei essa medida da ITF de acabar com o placar livescore em torneios menores imbecil, seria como usar uma bazuca para acertar uma mosca. Acho incrível que a ITF e a ATP são mestres em dar tiros no pé (com bazuca mesmo, às vezes) em um momento de ouro para o esporte. Ao invés de massificarem ainda mais, tomam medidas que nada ajudam. Se o problema das apostas é crônico, que se faça um controle maior e, principalmente, que criem mecanismos para que os torneios menores tenham premiações mais interessantes.

    Como já se falou muito aqui, um tenista que faz a carreira fora do top 100 raramente consegue fazer um pé de meia ao final da carreira, algo ridículo porque estar entre os 200 melhores do mundo em algo já é estar na elite.

    Enfim, prejudicam pessoas como nós que gostam de acompanhar e resolvem droga nenhuma.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu achei a medida interessante, Leme, porque 80 a 90% dos casos de manipulação ocorrem nos futures, principalmente em duplas. O ‘delay’ entre o ponto real e o placar é o tempo suficiente para se ganhar uma aposta.

      Responder
      1. Rubens Leme

        Dalcim, essa medida faria sentido 10, 20 anos atrás e não hoje, quando qualquer torneio de qualquer faixa etária tem um streaming pirata transmitindo. E muito destes sites, abre, automaticamente para sites de apostas´com o o placar ponto a ponto, especialmente aqueles russos intermitentes.

        Acompanhar online é muito fácil e basta colocar um entendido para fazer o placar ao vivo e pronto. E outra, nada acabará com as apostas, é igual à guerra contra as drogas, é inútil, na verdade pode ser até mais complicado proibir agora, porque fica cada vez mais clandestino.

        Aposto (ops!) que, em seis meses, a ITF e a ATP perceberão a inutilidade do ato.

        Responder
        1. Rubens Leme

          Acho que alguns torneios são feitos apenas para bancar as apostas. Me lembro de um, no ano passado ou este ano, em que os jogos aconteciam numa quadra dentro de uma tenda imensa (era claustofóbico ver aquilo), em que garotos disputavam jogos sem público, e havia um juiz de cadeira e até um ou dois pegadores de bola. Era um negócio maluco.

          Fiquei imaginando quem diabos eram os tenistas, já que os nomes deles apareciam apenas em russo e onde estava acontencendo aquele torneio. Na hora imaginei que a única função era realmente a de fomentar apostas, porque, eram 5 ou 6 horas da manhã de um sábado ou domingo e ninguém em sã consciência acordaria (ok, sou maluco) para ver uma partida destas, exceção feita ao pessoal do Leste Europeu ou Ásia.

          É até possível que o FBI ou algumas agências contenham a sangria nos EUA ou parte da Europa, mas no resto do mundo, duvido.

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  28. Rodrigo S. Cruz

    Embora os fãs do Djoko não tenham conseguido digerir:

    O sérvio foi o perdedor moral de Wimbledon 2019.

    (e ele sabe disso).

    Levou FUMO em praticamente todas as estatísticas da partida, o que denota que jogou para não perder.

    Isso é diferente de jogar para vencer.

    Não adianta “cavucar” os parcos números em que o sérvio se sobressai, pois constituem exceção e se dão no tie-break.

    Ocorreram na chamada LOTERIA DO TÊNIS…

    Em alguma coisa ele precisava se sobressair mesmo, do contrário como venceria?

    O termo “loteria” é apropriado quando refletimos que o Novak realmente precisou de um vacilo do Federer…

    Sem o erro tático do suíço nos 2 matchpoints, não haveria conversa.

    Novak precisou sim da sorte em um momento-chave.

    Isso é um fato insofismável.

    Abs.

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Rodrigo, o seu texto se resume nisto: “chorar pelo leite derramado”.
      Os campeões, todos eles, dependem de uma dose de sorte, entre outras coisas. Segundo a sua avaliação, temos:
      – Campeão: Djokovic;
      – Campeão Moral e Cívico: Federer.
      Só que no histórico do campeonato, não conheço lista alguma de campeão moral e cívico. Na década de 70, o argentino Guilhermo Villas estava ganhando do Manuel Orantes a semifinal do US Open por 2 sets a 1, 5 a zero, saque e 40-0. Perdeu. E o Orantes foi à final e ganhou o US Open.
      Adiantou o Villas ser “finalista moral e cívico”? O que valeu foi a sorte e o sangue frio do Orantes.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Claro que Menotti foi cumprimentar. A única Seleção que bateu a sua naquela Copa, foi derrotada exatamente pela invicta Seleção de Coutinho. E também por ter vencido o Peru somente de 3 . Assim como os Hermanos puderam dar de SEIS ( numa das maiores vergonhas que já se viu ) , e levar o Caneco . Como vimos El Flaco era um gentleman rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Talvez exista uma exposição de campeões morais, com prateleiras vazias, em salas escuras claro, pra fugir da dura realidade das derrotas, dando margem a imaginação de certos torcedores ligados em títulos imaginários como esses. Ali estariam as taças do Brasil campeão mundial de 50, 78 e 82, da Hungria campeã mundial de 54, Holanda em 74, Federer em W2019 e outros mais. Se descobrir o local poste Sérgio, garanto a vc q vários frequentadores do blog irão até lá na ilusão de ver uma destas taças em especial kkk. Abs.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Típico de comentaristas de resultados. Todas as citadas por você jogaram muita bola. A Copa é um Torneio de 7 jogos em que nem sempre o melhor leva. Daí até o Brasil ter copiado os pontos corridos Europeus , pra valorizar mais o seu Campeonato. A Seleção de 82 é considerada até por Guardiola , como uma das mais admiráveis da história. Assim como o Carrossel Holandês. A de Menotti , a mesma que deu de 6 no Peru , é uma mera coadjuvante. Que façam bom proveito com o Caneco. Abs!

    2. Paulo Almeida

      Fregueser foi destruído pelo GOAT Djokovic nos BIG POINTS. Ele deu sorte ainda de não ter sido quebrado em outros dois games do quinto set (o quarto e o décimo) e com isso o jogo teria terminado bem mais cedo. Não existe jogar para não perder no tênis, o que constitui apenas mais uma falácia de péssimos perdedores.

      Aceite que dói menos, sparring eterno duplo 40-15.

      Responder
    3. Jonas

      Cara, o jogo foi em Julho e você ainda tá sangrando. Não resta nenhuma dúvida de que essa derrota doeu bem mais do que a de 2008 pro Nadal.

      O pior é rever a partida e se dar conta de que realmente o Djoko conseguiu vencer fazendo um jogo ruim. Mesmo abaixo do normal, o sérvio chegou a ter 4-2 no último set. Mas isso acontece em finais de Slam, a pressão é muito grande.

      Os exemplos estão aí…em 2012 o próprio Djokovic viajou e quase levou a virada do Nadal no Australian Open. Na final do AO 2013, o Murray tinha o controle do jogo e sofreu a virada. Algo bem parecido aconteceu na final do AO 2015. Isso mostra o quanto o mental influencia já que quantidade de winner não garante nada. Como torcedor do Federer, é óbvio que isso te incomoda muito até hoje.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Então vimos partidas diferentes.

        Porque naquela que eu vi, o Djokoivc deu seu máximo, deu o próprio SANGUE na final.

        E mesmo assim ganhou na mais pura cagada.

        O resto é conversa pra boi dormir…

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Entendo muito mais do que você.

            Vi o Guga jogar, o Safin, o Sampras, o Agassi…

            O teu mundo é desse “tamaninho” e se resume apenas a babar ovo do Djokovic.

            (rs)

    4. Ronildo

      Isso é a coisa mais óbvia e evidente do mundo Rodrigo.

      Se um jogador é superior a outro em determinada partida, jamais permite que o rival chegue ao match-point. Se isso acontece, é porque está demonstrando inferioridade na partida, não está no mesmo nível. À partir daí, só muita sorte para salvar a partida e chegar à vitória como foi o caso de Djokovic em Wimbledom.

      Só muito fanatismo para negar esta realidade.

      Aliás, esta tática é muito usada no futebol. Quantas vezes já vimos times inferiores serem campeões contra rivais reconhecidos por todos como superiores e que jogaram de forma superior na final. O maior feito de todos em minha opinião foi quando o Internacional foi Campeão do Mundo contra o Barcelona. O Barcelona-Federer atacava de tudo que é jeito e a bola não entrava, batia na trave etc. Enquanto isso o Internacional-Djokovic segurava as pontas como podia, até marcar o gol aos 36 do segundo tempo. Evidentemente que eu como brasileiro estava torcendo para o Inter e fiquei pasmado com tal feito extraordinário. Mas daí dizer que o Internacional venceu porque foi melhor, seria um tremendo fanatismo de qualquer torcedor. O Internacional foi bem eficiente no que se propôs a fazer para chegar na meta da vitória, mas teve que em alguns momentos contar com a sorte dos atacantes do Barcelona errarem as finalizações, assim como Djokovic contou com a sorte diante de Federer nesta final de Wimbledom.

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    5. Julio Prests

      Sou fã de Federer, mas infelizmente o perdedor em tudo foi o suíço.
      Não tem isso de estatísticas serem favoráveis a Federer, o que importa é no fim quem levantou a taça.
      As actuações de Federer diante de Djokovic são uma vergonha, essa será a mancha na biografia do suíço, o fato de amarelar para um jogador.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Então explica pra mim que grande vergonha seria essa.

        Pois pelo que me consta está só 26 a 23 pro Djoko.

        Sendo que ainda perdeu a última partida.

        Estranho você se dizer fã do suíço e ainda falar em vergonha, não?

        Tá me cheirando a conversinha de Fake…

        Responder
      2. Ronildo

        Como as atuações do Federer diante de Djokovic são uma vergonha!? Que ridículo isso!!!!

        Federer acabou de vencer Djokovic em uma partida super importante para o próprio Djokovic!

        Quem tirou o número 1 do Djokovic foi o próprio Federer, isso aos 38 anos!
        Vergonha é um comentário desses!

        Responder
      3. Sérgio Ribeiro

        O Sabichão estava aonde no FINALS 2019 ? Na boa , caíste de paraquedas por aqui , caríssimo Prests . Que tal voltar pra Arquiba ? rsrsrs Abs!

        Responder
    6. Thiago Silva

      “Perdedor moral” é quem faz 40-15 com saque e amarela pra fechar o jogo. Não adianta ficar inventando esses termos ridículos pra se consolar da derrota vergonhosa, o Cotonete foi melhor nos pontos importantes, foi campeão merecidamente.

      Responder
    7. Julio Cesar

      Insofismável é algo que não se pode refutar em termos argumentativos. “Sorte” é um termo que descreve algo imensurável, inquantificável. Este termo descreve algo que, na verdade, se refere a uma ocorrência dentro de um campo de probabilidades. Só poderia falar de “insofismável” caso se referisse a algo argumentativo, e não algo provável – algo que pode existir no campo de probabilidades. E o campo das probabilidades se refere a fatos, situações que podem ou não ocorrer na realidade. “Sorte” não é objeto de contestação, porque não tem natureza de opinião. Dentro de um jogo de tênis não existem opiniões, existem fatos: costuma-se dizer que os tenistas jogam com “porcentagens”. No campo das probabilidades em um jogo de tênis, só pode haver um vencedor. Não foi quem você queria, mas não foi culpa da sorte. Foi uma ocorrência em tantas outras possíveis.

      Responder
    8. Valmir

      Pois é… você deveria pedir palpites de loteria para o Djoko.

      Foi a terceira vez que ele venceu o Fregueser… em partidas de Slams… em 5 sets… tendo match points contra em 15-40… haja pé quente lotérico.

      Deveria saber também que… jogar tiebrake decisivo contra o Federer não é loteria… é certeza de vitória… afinal… nessas decisões em TB…. Federer tem impressionantes…. 1 vitória e 10 derrotas… já publiquei a listinha aqui… estatística que ele não gosta de se lembrar.

      Jogar TB decisivo contra o Federer é como se diz na roça… MACUCO NO BORNÁ!
      Macuco é um pássaro lento… fácil de ser caçado… vai fácil para o bornal do caçador.

      Responder
      1. Jonas

        A única explicação possível pra tanta “paulada” que o Fregueser já levou do Djokovic em Grand Slam é o fato do sérvio ser mais jogador que o suíço mesmo.

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        E procure saber quem é o maior vencedor de Tie- Breaks na era profissional , caro fanático Jonaser. Se contra Novak a estatística e’ favorável ao Sérvio , bom pra ele. Mas sem essas afirmações carácteristicas de um alienado , que o Suíço é fraco nesse quesito. Sabes nada moleque rsrsrs Abs!

        Responder
  29. Rafael Benthien

    Prezado Dalcim, gratíssimo pela cobertura durante este ano. Boas festas e um merecido descanso para ti. Que 2020 venha com muita saúde e coragem para enfrentar estes tempos bicudos. E tênis também, por supuesto… Abraço, RFB.

    Responder
  30. Sandra

    Boa tarde Dalcim!! Você acha que o Tsitsipas tem um físico melhor que essa garotada toda que está chegando ? Pergunto isso porque já vi Zverev machucado os dois russos e por aí adiante , inclusive o Félix, o de Minaur e o próprio Kyrgios, até Djokovic por melhor que seja o físico dele , já vemos uma caidinha, só Nadal que é o super homem

    Responder
  31. Luiz Fernando

    Muito justa a escolha do Djoko como tenista da década, o cara é um craque mesmo e nessa década ninguém brilhou mais do q ele. Ponto final.

    Aproveitando o ensejo, gostaria de desejar ao Dalcim e aos frequentadores do blog um feliz natal e um ano novo pleno de saúde e prosperidade.

    Responder
  32. evaldo moreira

    Bom dia, mestre Dalcim ecompanhia
    Maravilhoso foi estas enquetes, e na maioria quase parelha, parabéns Dalcim, e de fato, que o ano que vem tenhamos grandes jogos, tanto do big 3 + Murray, pois acho o escocês um grande jogador, não a toa, depois deles (Big3), ganhou também gandes títulos, claro que, não posso esquecer do stanimal rsrsrs, isso quando estavam livres de lesões.
    Desejo a você Dalcim, boas festas de fim de ano, com saúde, paz, alegria, e que você nos surpreenda sempre com esses textos primorosos, e um 2020 abençoado, e também para todos os colegas do blog, abraços.

    Responder
  33. Helena

    “Nick Kyrgios nos dois paineis, acentuando a frustração que o australiano causa: mão genial e cabeça geniosa.”

    Ouso dizer mais. Para a minha surpresa, descobri que o Kyrgios é um cara com muitos amigos no circuito (o que não vale para todos NextGens), tanto na atp como na wta. Além de ser um cara com carisma e que atrai a curiosidade das pessoas, mesmo quando não está fazendo bobagens. Resumindo, é o cara mais talentoso da sua geração, carismático, cheio de amigos, mas que ainda assim parece ter tanto medo de se expor e quem sabe falhar que parece preferir que a carreira fique muito aquém do potencial. Frustração é até pouco, acho que já chegou no nível do desespero.

    Digo isso sem a menor simpatia pelos exageros do australiano e condenando a passividade da ATP com relação às várias atitudes reprováveis.

    Responder
  34. Paulo Almeida

    E finalmente os grandes clássicos que farão 50 anos em 2020:

    Deep Purple – In Rock
    Black Sabbath – Black Sabbath
    Led Zeppelin – Led Zeppelin III
    UFO – UFO 1
    Uriah Heep – Very Eavy… Very Umble
    Jethro Tull – Benefit
    Genesis – Trespass
    Gentle Giant – Gentle Giant
    Emerson, Lake & Palmer – Emerson, Lake & Palmer
    King Crimson – in The Wake Of Poseidon
    King Crimson – Lizard
    Van der Graaf Generator – The Least We Can Do Is Wave To Each Other
    Van der Graaf Generator – H to He, Who Am the Only One
    Pink Floyd – Atom Heart Mother
    Yes – Time And A Word
    Focus – In And Out Of Focus
    Soft Machine – Third

    Pior que devo ter esquecido de alguma coisa, mas está aí um belo cardápio para quem gosta de música de alta qualidade!

    Responder
  35. Valmir

    Já que a final de Wimbledon 2019 foi eleito o jogo ano de 2019…

    Vamos DESMISTIFICAR… a repetida prosa de que Federer jogou MUITO MAIS e perdeu.

    As estatísticas totais mostram Federer muito melhor em quase todos os quesitos… menos dois… erros não forçados e nos tiebrakes

    Como é então que ele perdeu, se perguntam ???

    Porque essas estatísticas não funcionam para o tênis, em que o jogo é segmentado por sets.
    Mas tem estatística não mencionada e não notada pelos muitos que choraram a derrota (e choram até hoje).

    O fato é que… uma vez mais… Federer FALHOU MUITAS VEZES EM MOMENTOS DECISIVOS… e não apenas nos match points.
    Ele teve chances de ganhar todos os sets que perdeu, mas não conseguiu… Djokovic jogou melhor que ele nesse momentos importantes.
    a) PRIMEIRO SET – TIEBRAKE – Fed tinha 5-3 e sacando mais um ponto… e perdeu 4 pontos seguidos
    b) TERCEIRO SET – Fed teve 5-4 e SET POINT… e não converteu…. perdeu no tiebrake
    c) QUINTO SET – Os 2 CHAMPIONSHIP POINTS… no 8-7 e 40-15…. perdeu 4 pontos seguidos…. outra vez.
    d) QUINTO SET – No 11-11, Fed teve DOIS BREAKPOINTS que, convertidos, o levaria a sacar para o título outra vez… e falhou.

    Como que um jogador que teve chances reais em todos os sets que perdeu … e falhou… jogou melhor ???
    O resultado final mostrou, sim, a sua incapacidade de decisão

    Federer jogou MUITO MAIS em apenas DOIS sets.. os que ele venceu… só que não conseguiu ganhar os TRÊS necessários.

    Os trocentos ACES a mais foram obtidos majoritariamente nos games nos quais ganhou de 0, 15 ou 30, o que nada significa.
    Esses ACES não apareceram em momentos cruciais… como no 5-3 e saque do primeiro tiebrake e nos championships points.
    Para que serve vencer essa estatística, então ??

    Teve mais breakpoints… mas não converteu o do 5-4 do terceiro set e nem os dois do quinto set 11-11.
    Essa estatística deve ser lida como fraqueza em conversão.

    Agora a estatística total que mostra claramente porque ele perdeu é a dos 3 tiebrakes…. erros não forçados.
    Djokovic – ZERO …. Federer – 11

    Para enfeitar um pouco mais…. nos três tiebrakes… de pontos tão valiosos… Federer deu…. MADEIRADAS… em todos eles.
    – No segundo ponto do TB do primeiro set
    – No primeiro ponto do TB do terceiro set
    – No championship point

    Jogou melhor…. como mesmo ???

    Djokovic realmente não jogou muito bem… para o seu padrão… e mesmo assim venceu.
    Fico a pensar no resultado… se ele tivesse jogado essa final como jogou a do Australian Open 2019…

    Responder
    1. Miguel BsB

      Olha, realmente não dá pra negar que o Federer amarelou nessa final…Desperdiçou 2 match points sacando e teve chances nos Tie Breaks que perdeu, como você listou…
      Tb não acho que o suíço jogou muito mais não…a grande surpresa foi o alto nível e equilíbrio que ele imprimiu na partida, que, para a grande maioria, tendia e muito para o Djokovic. Ele teve tudo para vencer e não venceu, por isso essa partida é tão amarga para os torcedores do helvético.
      Agora, uma das maiores virtudes do esporte, principalmente desse esporte individual que é o tênis, é conseguir vencer mesmo não jogando o seu melhor…nessa, o Djokovic foi mestre, como costuma ser o Nadal tb.
      Eu, que não sou torcedor fanático e exclusivo de nenhum deles, até torci para o Federer levar essa…provavelmente será sua última chance de Slam, infelizmente…O Djokovic creio que ainda vai embolsar alguns mais.

      Responder
    2. Marcelo-Jacacity

      Valmir,
      Parabéns, elucidou de forma perfeita que o tênis é um esporte que premia o melhor tenista do jogo.
      Djokovic foi uma rocha nos três tie-breaks. O winner de backhand na paralela que ele acertou para fazer 6/3 e ter o primeiro m.p. foi espetacular!

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Sofismou, sofismou e não saiu do lugar…

      Mas para eu não parecer repetitivo, vou comentar apenas a frase final:

      O que o Djokovic apresentou na final do Australian Open 2019 foi contra o Nadal, e não contra o Federer!

      Simples assim…

      Uma coisa é jogar contra o mediano Nadal que não passa de um FREGUÊS de Novak em quadras de hard.

      Outra totalmente distinta é jogar contra um octacampeão jogando o seu melhor tênis em uma quadra de grama.

      Ou seja, o esforço e a dificuldade do Djokovic na final de Wimbledon foi UM BILHÃO DE VEZES maior!

      Lets not pretend otherwise…

      Responder
  36. Paulo Almeida

    O fato é o que o GOAT Djokovic atropelou o Fregueser em Wimbledon, vencendo 3 sets e entregando dois para dar uma relaxada. O resto é choro de perdedor TRIVICE e saco de pancadas eterno.

    Responder
      1. Pedro

        Mesmo o Murray não sendo muito carismático, o documentário é bem interessante, pois mostra o cotidiano do jogador além das situações enfrentadas por ele e seu staff.

        Responder
  37. Rubens Leme

    No xadrez, tivemos as irmãs húngaras Judit, Sofia e Susan. Judit é considerada a maior enxadrista mulher de todos os tempos, tão superior às demais, que competia entre os homens e chegou a ser 8 do mundo e a primeira a superar os 2700 de rating. Venceu todos os grandes campeões, incluindo Kasparov, Karpov etc…

    Responder
    1. Samuel

      Rubens,

      Gostaria de saber sua opinião, quem seria menos difícil de ser batido por um simples mortal: Kasparov ou Federer (ambos no auge em suas respectivas modalidades).

      Saudações

      Samuel

      Responder
      1. Rubens Leme

        Kasparov teve 22 anos de carreira e 20 anos no top do ranking mundial. Só perdeu o título mundial na sexta defesa (curiosamente para um ex-pupilo, Kramnik) e é considerado o maior da história. Teve como grande opositor talvez o melhor estrategista da história, Anatoly Karpov, a quem enfrentou 144, com 21 vitórias de Kasparov, 19 de Karpov e 104 empates!

        É complicado comparar dois esportes tão distintos, mas Kasparov é quase uma síntese de todo o xadrez. Ironicamente, pode ser superado por outro fenômeno, o atual campeão (e que tambpem foi aluno dele), Magnus Carlsen, se Carlsen seguir nesta toada nos próximos 15 anos.

        Ou seja, entre o menino da Basileia o Ogro de Baku, fico com o segundo.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ambos no auge ? Quem manda o Craque ter superado o “ Rei dos Reis “ em quase todos os quesitos . Inclusive como Pop Star. Ainda bem que existe música e xadrez rsrsrs Abs!

          Responder
  38. Luis

    Tenho a impressão que muita gente estava esperando a nova geração deslanchar e assumir o posto do top 3, mas concordo com o treinador do Federer e acho que 2020 ainda é o ano deles. Acredito que a nova geração vai chegar em muitas finais, mas não apostaria ainda que vão tirar o Wimbledon e Roland Garros desses caras, simplesmente por que é difícil ganhar de 1, mas tirar 2-3 na sequencia em jogos de 5 sets com consistência, só se alguém estiver machucado.

    Responder
    1. Helena

      Acho que o Mouratoglou foi quem melhor analisou esse caso, comentado justamente isso. Masters 1000 e até o ATP finals são possíveis de serem vencidos, mas mesmo com toda a importância eles estão são mais fáceis de serem beliscados porque o torneio e os jogos são mais rápidos. No entanto, nos GSs é necessáriola essa consistência por mais tempo não só durante o campeonato, como durante as partidas. Ainda por cima é provável que tenham que encarar ao menos dois do big three em 5 sets para serem campeões, tarefa duríssima! Não sei se alguém tem essa informação, mas além do Thiem e Zverev no finals, não sei se algum dos novatos ganhou de dois do big three em sequência.

      Responder
  39. Luis

    A Bia realmente foi o fato que mais me decepcionou no tênis brasileiro em 2019, uma pena, ela estava jogando muito e também parece ser uma pessoa muito simples.
    Mudando de assunto, que calendário maluco o Djoko fez para esse começo de ano. Acho que ele quer voltar a ser o numero 1 de qualquer forma agora que esta tao perto de Sampras

    Responder
  40. Rodrigo S. Cruz

    “Na pesquisa encerrada na sexta-feira, algo notável: os dois grupos deram votação expressiva para o ‘fato do ano’ não a uma conquista, como é bem natural, mas a uma das mais dolorosas derrotas do tênis moderno. Os dois match-points perdidos por Roger Federer em Wimbledon e consequentemente o 21º troféu de Slam que escapou ganharam com margem de 46% entre os especialistas e 45% para os internautas. Mais incrível ainda: os paineis quase desconsideraram o título do próprio Novak Djokovic no torneio”.

    Naturalmente…

    Quem viu a partida atentamente sabe que Novak não mereceu propriamente aquela vitória.

    Foi um título azarão, porque o Federer imprimiu mais volume…

    Digamos que um homem FEZ o jogo; um outro homem venceu.

    O tênis gracioso do suíço neutralizou como nunca a solidez de fundo do sérvio, mas despencou de nível nos tie-breaks.

    E quando da oportunidade de fechar sem passar por eles, o Federer fez duas escolhas péssimas…

    Todo mundo já dava por perdida aquela partida, e o suíço CHOCOU O MUNDO ao perder aqueles matchpoints.

    Sem dúvida, o fato tenístico do ano em 2019.

    Talvez da década!

    Responder
    1. Jonas

      Nada disso. Normal é o Federer perder pro Djoko em final de WB, como aconteceu em 2014 e 2015.

      Na final deste ano, o Federer fez um de seus melhores jogos do ano. Agressivo demais, sacando muito.

      Ele teve 5 SETS pra ganhar e não ganhou. Teve horas e horas pra tentar vencer o sérvio e perdeu…só posso concluir que depois de tantos jogos entre eles, o Djokovic é superior. Ainda é muito difícil pro Federer superar a solidez do Djokovic. Em um dia normal, o sérvio vence sem sustos (em Grand Slam).

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Realmente foi um dia um tanto anormal para o sérvio.

        Pois o Djokovic fez uma exibição em que jogou o seu MÁXIMO.

        E mesmo assim tomou 96 winners, salvou 2 matchpoints na cagada e foi o perdedor moral…

        Abs.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Jogou seu máximo uma pinoia.

          Jogou 65% no máximo, inclusive próximo de 0 no segundo set e boa parte do quarto até ter uma pequena reação.

          Mesmo assim foi o suficiente para atropelar a farsa da entressafra.

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        2. Jonas

          Não jogou seu máximo. Não é possível que você tenha mesmo visto este jogo, ou não assiste jogos do Djokovic.

          Assistiu a final do Australian Open 2019? Só comparar…o sérvio mesmo apático venceu o freguês suíço.

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    2. DANILO AFONSO

      Que nada !!

      Quem lê o que você escreveu hoje e outras, pensa que o Federer esteve soberano e controlando o jogo. Esquece a estatística de winers que ela leva a uma percepção errônea sobre o jogo. Djokovic largou na frente em vários momentos do jogo, no 1 x 0, 2 x 1 e no 5° set esteve na frente com uma quebra. Se tivesse mantido a quebra você não estaria aqui neste eterno chororô.

      Ganhou quem mereceu ganhar. Simples !!

      Jogo perdido vimos no vôlei feminino nas olimpíadas 2008 e o masculino em 2012, ambos contra os russos. Aí sim tem que lamentar.

      Só sei que pelo menos uma vez a cada 10 dias eu vejo a gravação do jogo da final de Wimbledon no 8/7 e o último tiebreak. Meu humor melhora na hora. É revigorante.

      Apesar de querer que o sérvio atinja alguns recordes, se o DJOKOVIC desistisse do tenis após a final, não ficaria tão decepcionado. A alegria que aquele título me proporcionou é impagável esportivamente.

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    3. Mike

      Se conforma rodrigão, ele PERDEU e não há nada que você possa usar de argumento pra mudar esse fato, sem nenhuma dúvida que ela deve tá doendo em você até hoje, pois toda hora menciona essa partida, querendo dá uma áurea de que federer no fundo venceu ela, mas NÃO, se conforma de uma vez por todas que ele perdeu, o jogo bonito e primoroso por si só não vence ( como não venceu desta vez) partidas, engole o choro e bola pra frente.

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  41. Samuel

    Prezado Dalcim,

    No último post, o leitor João (12 de dezembro de 2019, as 11:09) perguntou sobre os resultados de 6/0 aplicados e sofridos pelos integrantes do BIG 3 e a sua resposta foi que não existe site com tais estatísticas.
    Tal site existe. Basta digitar “ultimate tennis statistics” que encontrará esta e centenas de milhares de outras curiosidades do tenis masculino na era aberta.
    Basta saber lidar com as variáveis oferecidas pelo site.

    Saudações

    Samuel

    Responder
    1. Samuel

      Complementando as informações:

      6/0 aplicados:
      Federer – 95
      Nadal – 108
      Djokovic – 96
      Murray – 70
      Jimmy Connors – 196 (recorde)

      6/0 sofridos:
      Federer – 4
      Nadal – 15
      Djokovic – 10
      Murray – 13
      Fabrice Santoro – 52 (recorde)

      Samuel

      Responder
  42. Marcelo-Jacacity

    Dalcim, parabéns! Essas enquetes são muito interessantes ainda mais com o comparativo realizado entre o público versus especialistas.
    Eu contribuí mais uma vez.
    Agora uma pergunta: o que você achou desse calendário inovador do Djokovic para o início do ano, qual seria a intenção do sérvio?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Realmente, estou curioso e não me surpreenderia se ele abrisse mão de Adelaide caso vá longe na ATP Cup. Minha impressão é que ele não acredita que fará mais que três jogos na ATP Cup, então queira compensar no ATP 250. Mas é muito risco às vésperas de um Slam, num local onde o clima pode ser cruel.

      Responder
      1. Valmir

        Provavelmente vocês não se atentaram a um fato importante…

        Todas as quadras australianas vão mudar de piso em 2020.

        Jogar mais nelas significa… conhecer mais das características… pegar mais o jeito… dominar as manhas mais cedo.

        Aposto que é por isso vai jogar bastante por lá… antes dos outros.

        Muitos acharam que ele jogou Tóquio 2019 para ganhar pontos (e ganhou)…. mas foi muito mais para se acostumar com o fuso horário e com as quadras onde será disputada as olimpíadas.

        No tênis, o começo de um título começa…. fora da quadra.

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        1. Sérgio Ribeiro

          Quem foi que disse que TODAS as quadras Australianas vão mudar esse ano ? . Da’ pra citar as fontes ? Ele dava como certa a permanência no N 1 . E caiu por terra graças a um certo Suíço. O mesmo que ele bateu em Wimbledon. Quer fazer média com os Aussies em busca de apoio ( o Torneio é inaugural ) e marcar mais pontos possíveis onde costuma se apresentar melhor . O resto é papo furado de fanático. Como os Ingleses o detestam , não faz a menor questão de jogar em Queen’s antes de Wimbledon. O Sérvio e’ cheio de “ estratégias “ . Nem sempre bem sucedidas. Abs!

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  43. Joaquim Saraiva

    Caro Dalcim, ACHO o seguinte:

    1. Djokovic venceu WB/19 porque teve méritos. É justo que os louros da vitória sejam dados a quem, de alguma forma, encontrou alternativas para sagra-se campeão. No entanto, compreensível o destaque dado pelos internautas à derrota de Federer, a vista de se tratar do tenista mais popular de todos os tempos;
    2. Medvedev teve a maior evolução física, pois tecnicamente é inferior a Tsitsipas. O russo corre muito, mas o grego possui mais ferramentas em sua caixinha. Quanto às superfícies, a versatilidade de Daniil é inquestionável;
    3. Aliassime, embora tenha crescido como tenista nessa temporada, possui evidentes problemas técnicos a serem sanados. O saque do canadense é, sobretudo, a arma mais vulnerável de seu arsenal, falhando sucessivas vezes ao longo dos confrontos. Por outro lado, Matteo Berrettini, para manter-se entre os 15 (quinze) melhores, precisará agregar novas coisas ao seu limitado jogo;
    4. Zverev, apesar de excelente jogador, psicologicamente é instável, algo que, sabemos, atrapalha o seu desenvolvimento enquanto tenista. Se aceitar que é capaz, o alemão pode construir resultados ainda melhores;
    5. Kyrgios é malcriado, irresponsável e inconsequente, de modo que, por não estar à altura do esporte, não merece qualquer notoriedade;
    6. João Menezes faz jus às honrarias que recebeu esse ano, inobstante ainda esteja muito longe de um tênis verdadeiramente competitivo (a nível top 100, óbvio). Necessário trabalho, dedicação e mais trabalho; e
    7. Confesso que em relação à Bia Haddad não tenho opinião formada. Triste pelo ocorrido, fico no desejo de que a brasileira consiga se ver livre do imbróglio jurídico no qual está mergulhada e possa, assim, voltar a competir. O tênis nacional está carente de bons resultados nas simples.

    Por fim, José Nilton, deixo aqui um abraço fraternal, um desejo de ótimo fim de ano e meus agradecimentos por mais essa temporada de dedicação ao esporte da bolinha amarela. Sem dúvida, na medida em que nos mantém informados, com textos fáceis e didáticos, você faz a alegria de muita gente que, como eu, é apaixonada pelo tênis.

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    1. Marcelo F

      Como é agradável ler um texto bem escrito. Fica fácil de entender o que se quer expressar, independente do conteúdo. Dou os parabéns a você por isso Joaquim, embora você tenha feito o mínimo para uma pessoa culta, que é escrever certo. Nesses dias de WhatsApp, em que “o importante é se comunicar”, ler o português correto é muito bom.

      Responder

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