Analisando 2019: o Big 3 ainda domina
Por José Nilton Dalcim
2 de dezembro de 2019 às 12:48

TenisBrasil inicia nesta segunda-feira sua tradicional enquete de Melhores do Ano, submetendo aos internautas 14 questões sobre como andou a temporada 2019. Na semana seguinte, será a vez das previsões para 2020. Ao final, haverá um balanço percentual dos votos e comparados à opinião dos especialistas convidados pelo site.

Ao tentar resumir a temporada, surgem sempre vários pontos de vista e então aqui no Blog vou tentar desenvolver nos próximos dias os temas que, imagino, sejam mais relevantes para aprimorar o debate.

No masculino, é claro, o domínio do ‘trintão’ Big 3 centralizou as atenções da temporada. Não apenas pela qualidade do tênis que eles continuam a praticar, mas também por polêmicas e dificuldades físicas evidentes e preocupantes.

Para começo de conversa, Novak Djokovic e Rafael Nadal dividiram entre si os troféus de Grand Slam e levaram quatro dos nove troféus de Masters. Isso obviamente encurtou ainda mais a distância para o recorde de Slam de Roger Federer e reabriu a discussão sobre Goat.

Djokovic começou muito bem, com a notável vitória sobre Nadal em Melbourne, depois viveu momentos turbulentos de bastidores que parecem ter influenciado seu desempenho até chegar ao título em Madri. Momento crucial da temporada viria em Roland Garros e aquela confusa semifinal contra Dominic Thiem. Era evidente a pressão em cima da chance do seu segundo ‘petit Slam’. Um eventual bi em Paris muito provavelmente mudaria todo o panorama da temporada e duvido que ele teria perdido a liderança do ranking.

Mas ainda houve tempo para recuperar-se com o histórico quinto título em Wimbledon na final incrível diante de Federer. O esforço no entanto custou caro, tanto no físico como na cabeça. Ele sequer conseguiu completar as oitavas do US Open, descansou para reagir e brilhar em Paris-Bercy. Porém o número 1 já estava comprometido e há dúvidas o quanto o problema no braço direito o atrapalhou no Finals. Aliás, vai carregar isso para o começo de 2020.

Nadal percorreu um caminho contrário. Esmagado na final de Melbourne – a primeira de um Slam em que não ganhou set -, sofreu outra derrota frustrante para Nick Kyrgios em Acapulco, abandonou a semi de Indian Wells e foi cuidar do problemático joelho. Deu um susto nos primeiros torneios sobre o saibro, com derrotas incomuns, mas enfim dobrou Djokovic em Roma e tudo mudou. Desfilou em Roland Garros para o espetacular 12º título.

Fato raro na carreira, Nadal continuou se poupando o quanto pôde. Foi direto para Wimbledon, com semi. Defendeu o título no Canadá – o primeiro bi de sua carreira em quadra dura – e saltou Cincinnati, o que se mostrou essencial para a conquista do US Open. As contusões no entanto não o abandonaram. A dor na mão esquerda o fez jogar apenas uma partida até reaparecer em Bercy, e aí desistiu na semi devido ao abdôme. Fez de tudo para jogar o Finals, porém não passou a fase de grupos. O esforço o recompensou com a garantia do número 1, comemorado na semana seguinte com uma atuação impecável na fase final da Copa Davis.

Ainda que a eficiência e consistência tenham mostrado altos e baixos, Federer viveu momentos incríveis em 2019, principalmente o tão aguardado 100º troféu, que veio logo em Dubai, e a 1.200ª vitória. Também voltou ao saibro e não fez feio, logo depois de reconquistar Miami. Porém, a falha na final de Wimbledon foi uma mancha dolorosa demais e o suíço só foi se recuperar na Basileia, onde somou a 1.500ª partida da carreira, e obteve pequena vingança sobre Djokovic ao eliminá-lo do Finals e tirar sua chance de terminar como líder do ranking.

O 40-15 que se esvaiu em Wimbledon fez diferença ao se fechar a contabilidade de sua temporada e provavelmente causará dano ao final cada vez mais iminente da carreira. Aos 38 anos, convivendo já com uma terceira geração de adversários cada vez mais jovens, fortes e audaciosos, o suíço sabe que a chance do 21º Slam pode ter acabado de vez, ainda que o respeito por seu tênis permaneça. Ao menos, ele vê o reaparecimento de quadras cada vez mais velozes no calendário, o que ainda poderá animá-lo a aventuras em 2020.

Na próxima análise, a nova geração.

Clique aqui para votar na primeira pergunta dos Melhores do Ano


Comentários
  1. Rodrigo S. Cruz

    Ok.

    É apenas uma exibição.

    Mas as djokovetes que vieram zoar quando o Fedex foi eliminado pelo grego, como se fosse tranquilo enfrenta-lo, devem estar caladas agora!

    kkkk

    Nisso que dá falar demais.

    Novak foi surrado pelo suíço no Finals, e agora perde do Stefanos, o que mostra que esse grego é indigesto!

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  2. Paulo Almeida

    Grandes clássicos que farão 30 anos em 2020:

    Judas Priest – Painkiller
    Slayer – Seasons in the Abyss
    Megadeth – Rust in Peace
    Pantera – Cowboys From Hell

    Um pouco mais de peso dessa vez.

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  3. Luiz Fernando

    Claro q nossas opiniões não passam de meros palpites, nós blogueiros não somos experts com o Dalcim, somos influenciados por nossas preferencias, mas torna-se claro q Djoko ainda é o cara a ser batido no tênis, basta ver a reportagem do site q demonstra sua versatilidade nos diferentes tipos de quadras. A bem da verdade ainda vejo Rafa, por mais incrível q possa parecer, muito competitivo nos próximos 2 anos, mas após 2020 não o vejo mais com potencial de brigar pela liderança do ranking; o servio eu vejo. Isso sem comentar os novos jogadores, q aparentemente estão saindo da letargia observada ate o final desta temporada. Mas vamos aguardar a matéria que o Dalcim disse q postaria acerca disso.

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  4. Oswaldo E. Aranha

    Unir o útil ao agradável.
    Isso acontecia quando podíamos assistir os jogos da Wosniak; que me perdoem as feministas mas Deus deu-me olhos para poder apreciar a beleza e poder curtir quando se unem beleza e arte.

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  5. Luiz Fernando

    O esporte competitivo é duro mesmo, e não é p qualquer um aguentar as cobranças do dia a dia, quando uma moça de 29 anos como a Caroline decide encerrar a carreira tão precocemente observa-se isso com precisão. As quadras estarão menos bonitas e com menos glamour em 2020…

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  6. Miguel BsB

    Voltando ao tênis e ao assunto do post, pra mim não há dúvidas e o ranking tá aí pra isso…
    Melhor tenista do ano: Nadal, segundo do ano: Djokovic, terceiro: Federer.
    Revelação: Medvedev
    Jogador que mais se desenvolveu no ano: Tsisipas

    Faço só a observação que no AUSOPEN o Djokovic Varreu o Nadal em uma final de SLAM como poucas vezes vi em minha vida…e eu achando que teríamos algo próximo àquela final de 2012…

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  7. Cassio

    Federer é como Ayrton Senna. Considerado o melhor não só pelos títulos, mas pela magia e arte dentro do esporte. Agora, ninguem falou mais eu vou falar… É feia pra dedéu essa moeda. O Roger saiu horrível, parece um walking dead. Justo ele que é tão bonitão…

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    1. Rodrigo S. Cruz

      kkkkkkkkk

      A moeda ficou TOSCA mesmo!

      De qualquer forma, é muito raro ver uma pessoa ser honrada assim.

      Quase todo mundo que tem imagem cunhada em moeda já morreu faz tempo…

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  8. Miguel BsB

    Rubens. li o link que você postou sobre o satanismo e o rock. O único dos citados que parece que realmente acreditava nesse tipo de coisa e levava a sério é o Jimmy Page…os outros usaram mais como marketing e questão de ir contra o sistema e a sociedade cristã, coisas da contracultura da época.
    Inclusive o próprio Black Sabbath…eles mesmos usaram e abusaram dessa questão de ocultismo pra buscar um filão no mercado, como disse os próprios Geezer Butler e Tommy Iommi.
    Agora, a tal da maldição do Lucifers Rising foi lançada pelo diretor do filme, puto com o Jimmy Page que não entregava a tal da trilha sonora e só queria saber de ficar se enchendo de heroína…rsrs

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    1. Rubens Leme

      Duvido que em algum momento Page levou o assunto a sério. Para mim, era apenas uma saída encontrada para explicar a paranoia, raiva e o ego monumental devido ao sucesso e excesso de drogas. Ao longo dos anos, muitos roqueiros se ligaram a Crowley ou o citaram – John Lennon, Mick Jagger, David Bowie e até mesmo Ozzy Osbourne que escreveu “Mr Crawley” para seu primeiro disco solo, Blizzard of Oz.

      Na década de 70, muitas bandas de hard rock, heavy metal e prog adoravam citá-lo, assim como de Tolkien. O único estudioso sério que lembro de ter visto era o poeta português Fernando Pessoa.

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        1. Rubens Leme

          Tem uma cena deletada do filme Quase Famosos onde William Miller tenta convencer a mãe a deixá-lo viajar. Ela se recusa porque considera os músicos bebuns, drogados etc, oque de fato são. rs

          Ela argumenta que não há nada de valor no rock e aí William toca “Stairway to Heaven”, e ela adora a letra e o libera para a viagem. Infelizmente, a banda (ou Jimmy Page) não quis liberar o uso da música no filme e ela ficou apenas nos extras do DVD mesmo. Como consolação, o diretor Cameron Crowe pode usar outras músicas durante a películ, pois o diretor era amigo de Page.

          Esse é um dos meus filmes favoritos porque fui jornalista de esportes, de música e balconista de uma loja de cds e tinha muito daquela ingenuidade do William MIller quando comecei a escrever.

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  9. Luiz Fernando

    Parece q não foi só o Federer q sofreu, e muito, com os 2 mpoints desperdiçados em W. Creio q em uma das enquetes isso vai ser o item mais votado, deixando de lado conquistas ímpares e inigualáveis, ao menos médio prazo, como o RG12. Depois quando eu postava q algumas pessoas sofriam de uma forma atros os bobos de sempre ficavam tensos kkk!!!

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  10. Nelson Maciel Filho

    Sem nenhum o melhor dos três gigantes do tênis no ano de 2019 foi o Nadal. Fez três finais de grand slan, eganhando duas delas. Ganhou dois master 1000, participou brilhantemente do título da copa Davis e terminou como número 1, apesar de todas as dúvidas e desconfianças. Foi um bom ano para o Djokovic, um ano bom para o Federer, mas o tenista do ano se chama Rafael Nadal.

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    1. Paulo Almeida

      Nadal mereceu terminar em primeiro, mas o ano do Djokovic foi quase tão bom quanto, com 2 Slams e 2 M1000 também. O que interessa é título.

      A diferença de 840 pontos no ranking se deve basicamente às más campanhas do sérvio no US Open e nos Masters de Indian Wells e Miami.

      E claro que seu ano foi INFINITAMENTE MELHOR do que o do Fregueser.

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  11. Jonas

    “Não tenho dúvidas de que Novak Djokovic é o melhor dos três. Quando eles jogaram cada um no seu melhor nível, o mais dominante foi ele. Estou convencido de que, se não fosse a lesão que o afastou de seu melhor desempenho durante mais de um ano, ele seria o jogador mais bem-sucedido da história”, afirmou Mouratoglou.

    “Na minha opinião, ele terminará com mais títulos de Grand Slam do que Federer, é apenas uma questão de tempo”

    Sorte do Federer o fato do Djoko ter chegado ao auge apenas em 2011 e se lesionado em 2017 (sem esquecer aquele segundo semestre fraco em 2016).

    Não teria nem graça se o big3 fosse contemporâneo. O Djokovic faria a festa contra Baghdatis, Philipouses, Roddick, Gonzales…e certamente seria dominante sobre Federer e Nadal (rei do saibro).

    O sérvio teve uma desvantagem clara, pois veio depois de seus maiores rivais. Auge mesmo só em 2011, aos 23 anos…algo normal no tênis. Mesmo assim chegou sobrando e conseguiu se recuperar. Mas ainda é difícil, graças a “mamata” que Federer pegou entre 2003-2007.

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    1. Carlos Bicalho

      Olha, Jonas, respeito sua opinião, mas acho que o Djokovic é um exemplo de determinação e ele só cresceu assim por querer fazer rivalidade contra Federer e Nadal. Se fosse rival contra outros que vc citou, como Baghdatis, poderia não crescer tanto. Outra coisa: Roddick é citado como se fosse um qualquer – era um baita jogador, embora longe dos atuais “big 3”, obviamente (mas quem não está longe, não é?). Federer, na minha opinião, tem mais talento natural (e, portanto, mais recursos técnicos); Nadal, o touro miúra, força física (a maior de todos os tempos); e Djokovic, profissionalismo e determinação (é o jogador mais incansável de todos os tempos). Todos os três são monstros, cada um a seu modo. O que vc acha, Dalcim?

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  12. Maurício Luís *

    Acho que o Oswaldo E. Aranha tocou no ‘X’ da questão. Esta discussão de quem é o GOAT não vai acabar é NUNCA. Geralmente por questões sentimentais, muito mais do que por critérios técnicos, cada torcedor sempre puxa a sardinha pro seu lado. E não é só no tênis, em todo esporte é assim.
    E tem também a turma que se acha VIDENTE. Não tem o bom senso de dizer “Acho que o Federer vence: 6/4 e 6/3.” Vão logo afirmando categoricamente, como se fossem os donos da verdade.
    De modo que esse blog do Dalcim, não sei como ele ainda não foi internado. Tem os fanfarrões (Lógico & Cia), os provocadores, os Cometas (aparecem 1 vez a cada 76 anos), os estatísticos… Nem sei em qual categoria me enquadro. Acho que é categoria Gardenal/Rivotril.

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    1. Luiz Fernando

      E tem também os q tem ideia fixa em alguns tenistas, inclusive só falando de casamentos, sogras etc… Pior são os q tem ideia fixa em outros blogueiros, 10 postam coisa semelhante, mas só vão lá criticar um determinado q postou, sempre…

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  13. Rodrigo S. Cruz

    ENQUETE que dá uma briga dura!

    “Na sua opinião, qual foi a vitória mais fake da carreira de Novak Djokovic?”

    A) A vitória do 3 x 1 sobre Murray, na final de RG 2016. Um VASSALAÇO que amarga humilhantes 25 x 11.

    B) A vitória por 3 x 0 sobre Nadal em RG 2015, que de Touro virou Pato da geral, perdendo até do fraco Berdych na Austrália.

    C) A diarreia da final de Wimbledon 2019. Palco em que doutrinado por um suíço 40tão, com 46 winners de déficit, e ainda salvando 2 matchpoints com saque.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Eu voto em “B”.

      Pois nunca, em condições normais de temperatura e pressão, o Djokovic ou qualquer ser vivo do planeta Terra venceria em sets diretos o Nadal em RG.

      Vitória mega-fake para enganar os incautos!

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      1. Jonas

        Essa é fácil. Mesmo Nadal sendo o melhor da história no saibro, sabemos o quanto o Djokovic já fez jogos duríssimos contra o espanhol por ali.

        RG 2012- Nadal venceu um jogo apertado, 6-4 6-3 2-6 7-5
        RG 2013- Nadal venceu um jogo épico (um dos melhores que já vi) 6-4 3-6 6-1 6-7 9-7

        Não vou nem detalhar aqui as vitórias em Monte Carlo (2013-2015) , Madrid e Roma porque é sacanagem…o Federer não chegou nem próximo a isso.

        O normal claro é o Nadal vencer, mas com muito custo, jogos extremamente apertados. Não é nada de outro universo um monstro como o Djokovic ter derrotado o espanhol em Roland Garros pelo menos uma vez que seja, pois já havia chegado muito próximo.

        O absurdo seria o Federer vencer o espanhol ali, eu ficaria assustado. Um cara que levou um fumo de 6-3 6-1 6-0 em uma FINAL de Grand Slam, sendo massacrado vergonhosamente…próximo.

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    2. Paulo Almeida

      Se é impossível fazer uma enquete com os títulos mais “engana-trouxa” do Frauderer (no máximo 25 dos 103 foram pesados), imagine com as vitórias, que devem ser várias centenas!

      Eu me abstenho.

      Responder
  14. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]
    3 de dezembro de 2019 às 23:04

    “E quando é que o suíço começou a se distanciar do auge? Quando acabaram as mamatas de Roddick e cia? Rsrsrs.
    Tire o h2h de 2011 pra cá se quiser, mas isso daqui você não tira nem por decreto: 10×6 em GS, 4×1 em finais de GS (3×0 em Wimbledon), blá, blá, blá…”

    Não.

    Quando o tempo passou para ele!

    O Djoko pegou justo aquilo que você ama de chamar de “entressafra”.

    E por mais que você esperneie fica muito claro pra mim uma coisa:

    Se o auge dos dois coincidisse, ou fosse de 1 ou 2 anos no máximo de diferença, o sérvio só levaria FUMO!

    Basta ver a AULA que tomou em Wimbledon para um quase 40tão. (96 winners a 52).

    E a aula da fase round-robin do ATP Finals, em que numa quadra mais rápida engoliu até ACE de segundo saque.

    Humilhante…

    Abs.

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    1. Paulo Almeida

      Se eles fossem da mesma idade e Djokovic descobrisse seu problema com o glúten logo cedo, este abriria várias vitórias de frente. O GUAT deu muita sorte de ele “não existir” na entressafra.

      De toda forma, o h2h MORAL é 26×19 pro GOAT, visto que as derrotas no R64 de MC 2006 , na Davis 2006, nas oitavas do AO 2007 e nas quartas de Dubai 2007 não devem ser contabilizadas. Somente a partir de Montréal 2007 ele não era mais bobo e tinha bom ranking, apesar de bem longe da melhor forma ainda.

      Responder
  15. Luis

    Dalcim a longevidade incrivel do Federer talvez passe mesmo por ter se machucado pouco,jeito de jogar do suíço de se poupar com jogos rápidos também, o que acha?

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  16. Maurício Luís *

    E já temos o resultado do “melhor” genro do ano. And the winner is… Nadaaaaaal !! Deu pra sogra uma vassoura pra ela voar no Halloween e uma singelo arranjo de plantas no niver: uma Urtiga conjugada com uma Comigo-ninguém-pode e uma planta carnívora. Que fofo…
    Quanto ao Federer, pode até não ter sido o melhor do ano, mas jogar neste nível com esta idade, é um recorde com certeza.

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  17. Fátima Caiado

    Boa noite
    Eu me considero uma torcedora “com noção ” do Nadal. E sofri mais uma vez com os problemas físicos dele esse ano…por isso e com a evolução dele oriunda dessa necessidade…pra mim…ele teve um ano fantástico. Ele perdeu a FINAL do AO…realmente não jogou bem….mas até a semi jogou MUITO, sem contar o tempo que tava parado antes do AO…pra mim o resultado dele foi excelente. No ano todo…fiquei um pouco chateada com o resultado de torneio só em Acapulco, mesmo assim…lutou muito, considerando tudo que passou no ano todo. Outra colocação que não concordo foi o saibro…essa coisa dele ser “proibido” de perder na temporada de saibro sempre achei SURREAL…ele só parou nas semis (perdendo pra ótimos jogadores) antes de brilhar intensamente em Roma e RG. Nenhum outro jogador é cobrado nesse nível…E o Finals…chegou praticamente sem treinar (problema abdômen). Só perdeu 1 jogo e a classificação pra semi foi no desempate….único jogador a vencer o campeão…pra dias depois levantar a 5a Copa Davis….vencendo TODOS 8 jogos… os 5 de simples…sem perder set e ser quebrado…e de quebra…fechando o ano como #1 do mundo…pela 5a vez …como Federer e Djokovic. O que esses 3 MONSTROS fazem há anos é um SURREAL…do tipo bom….e a Nova geração tá aí fazendo bonito….mesmo porque ninguém é eterno….e o bom mesmo…é que TENIS É TUDO DE BOM.

    Responder
      1. Sandra

        Eu estou achando ele tão esquisito , quiz dizer , não está muito fácil ganhar de Thiem , do grego e esse Alex de Minaur , sem tirar o Kyrgios , sei não é o Nadal ? Sempre quebrado e sempre com uma recuperação que até Deus duvida, mais fácil Nadal bater todos os recordes!!!

        Responder
  18. Gildokson

    Na minha humilde opinião quem teve um ano realmente maravilhoso foi Novak Djokovic. Faturou títulos pesados demais para o tênis regulador que praticou.
    Na Austrália e em Paris jogou muito, porém em alguns outros não teve todo esse merecimento, portanto lucro total para o sérvio.

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    1. Vinicius Chaves

      Merecimento? Ele simplismente perdeu os outros dois GS. Títulos pesados? Roland Garros e US Open não são pesados? ” Lucro total “, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Foi 50 a 50 essa temporada amigo, tem como não. O Djokovic passou por cima do Nadal na quadra dura. Sim, corretíssimo, mas foi uma temporada de poucos embates entre eles. No saibro o Nadal levou a melhor. O Djokovic joga um tênis realmente bem regular mas foi bem dividido esse ano.

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  19. Oswaldo E. Aranha

    Relatividade
    Quem é o melhor?
    No futebol propalam que é o Pelé, não posso discordar, entretanto muitos poderão achar que foi o Zizinho, o Danilo, o Heleno de Freitas ou o Maradona, como pensam os hermanos.
    No automobilismo, muitos exaltam o Senna, nada contra, mas já citam o Schumaker, o Hamilton ou outros.
    No tênis então essa questão persiste, ainda que alguns não aceitam outras opiniões.
    No meu modo de pensar o melhor é aquele que se afina com quem sente, que lhe dá o maior prazer, que também às vezes lhe dá frustração, mais que pode se estabelecer uma afinidade sentimental.
    O importante é que as pessoas não se sintam professores de Deus e aceitem a diversidade.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Olha, Oswaldo.

      Sempre fui um crítico dos teus posts.

      A maior parte pra mim ou contendo puro chororô, ou postagens “água com açucar”.

      Mas agora, você foi perfeito!

      Irretocável o que você opinou…

      Responder
    2. Rafael Azevedo

      Isso. Perfeito. Cada um utiliza os critérios que julga importante para definir quem é o melhor, sob o ponto de vista pessoal. Muitos desses critérios são, como você falou, sentimentais. Por Isso, alguns dizem: “mesmo que fulano ganhe 10 mundiais, fulaninho ainda será melhor…”. O critério sentimental acaba pesando muito.
      Mas, uma análise coletiva também é válida. Qual o atleta que a maioria considera o melhor??? Essa pode ser uma medida justa, a menos que você assuma um sentimentalismo coletiva…aí, é melhor acabar com a discussão de GOAT e ter apenas as opiniões pessoais.

      Responder
    3. JAN DIAS

      Excelente comentário, meus parabéns! 👏🏻👏🏻.

      A propósito dele, confesso que meu preferido no futebol foi o RONALDO FENÔMENO, jogador que até o PELÉ reconheceu como sendo o melhor atacante de todos os tempos…mas é o que você disse, cada um tem escolhido..

      Responder
  20. Edi

    Dalcin, excelente texto,como sempre,uma pergunta,vc acha que o ano instável do Djokovic,foi devido ao fatídico cotovelo, que realmente não ficou muito bem explicado,ou a falta de confiança,ao nível técnico abaixo do padrão Djokovic?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que houve um pouco de tudo, mas certamente quando você não está 100% confiante no seu físico a irregularidade só tende a crescer. Houve muita coisa extra-quadra também.

      Responder
  21. Paulo Almeida

    Davydenko é só mais um dos vários bagraços da entressafra dos anos 2000, estando no mesmo patamar do Blake. Esses pobres diabos não conseguiram sequer uma final de Slam, coisa que até Philippoussis, Baghdatis e González conseguiram!

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Se você olhar o que esses “pobres bagaços” ganharam na carreira, vai ver que não são tão pobres assim. A questão é administrar o que ganhou. O Boris Becker, por ex, foi campeão de Wimbledon, número 1 do mundo… e tá falido.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Na boa, caríssimo P. Almeida . Você lê as bos**s que você posta ? Quer dizer que o Ex- N 3 do Mundo, com Vitórias sobre TODO o BIG 4 + Wawrinka em seus auges , é isso mesmo que você disse ? Vença um FINALS e 3 MASTERS 1000 , com direito a bater Murray em Sets diretos em Wimbledon 2012 ( logo depois o Britânico venceu Federer na Final Olímpica também em Londres ) . Além de bater o Rei do Saibro em Sets diretos nos MASTERS 1000 de MC e Madrid , com direito a h2h de 6 x 5 , pra saber o que é um Tenista de Ponta . O parceiro realmente não respeita a história do Esporte. Não sabia nem que o Dalcim não sai de férias rs . Sabe nada moleque ! rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Nesse seu post há várias falhas. Vamos por partes:

        – Davydenko não bateu ninguém do Big Four + Wawrinka em seus auges, exceto Nadal número 1 do mundo na final de Doha de 2011;
        – Murray que surrou o russo em Wimbledon 2012, sendo inclusive vice do torneio pro Fregueser;
        – Davydenko nunca venceu Nadal no saibro, mas isso você consertou pelo menos;
        – o normal é todo trabalhador sair de férias um mês por ano e o sujeito ainda quer tirar sarro disso. Bizarro!

        Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Se você tivesse ideia do mico que paga diminuindo esses tenistas…

      E com essa mentalidade TRONCHA de achar que todo bom jogador necessariamente vai faturar Slam.

      (rs)

      Bem se vê que teu “know-how” tenístico é limitado ao que se pratica de 2011 pra cá…

      O fato é que desde o advento do BIG, não sobra quase NADA para mais ninguém.

      Embora haja exceções aqui ou acolá.

      O Murray e o Wawrinka, por exemplo, ainda beliscaram alguma coisa…

      Responder
    4. Carlos Reis

      Cara, vc não demonstra respeito por nenhum outro tenista que não o DjokoVICE de Roma, isso é ridículo E lamentável.

      Acho difícil vc ser assim na vida real, vc deve fingir alguma empatia, pois ninguém aguentaria você…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        [Paulo Almeida]
        3 de dezembro de 2019 às 22:42

        “O mais divertido é que somente santinhos do pau oco morderam minha isca e ficaram indignados.
        Tadinhos deles, só que não”.

        Ou seja, a diversão do fake é ficar colocando ” ISCAS” para emporcalhar o blog…

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Não, só esse post foi uma isca típica, apesar de ter um fundo de verdade. Foi mais forçado do que o habitual.

          Entretanto, nada se compara a quotes enormes em termos de emporcalhamento do blog.

          Responder
  22. Marcelo Seri

    Dalcim, parabéns pela análise. Uma pergunta: você acha que o Federer ainda se ressente muito da final perdida em Wimbledon? Será que isso o atrapalhará ainda? (Confesso que, como fã, lembrar daquela final ainda me dá arrepios. Rsrs)

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Marcelo, acho que é impossível apagar isso totalmente. Será preciso algo fato novo para amenizar, e talvez a grande vitória no Finals ajude.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Dalcim, aproveitando o ensejo dessa pergunta que tanto vem à tona da final de Wimbledon.
        Pode-se comparar essa derrota com aquela do McEnroe pro Lendl em RG, ganhando de 2×0 e tomando a virada? Sendo que provavelmente esta fosse a única chance do americano conquistar o torneio francês?
        Você lembra se aquela derrota chegou a pesar demais e atrapalhar a sequência do Mac? Sei que ele até hoje fala dessa derrota em entrevistas…

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Acho que foi um tanto diferente, porque Mac teve grande vantagem mas não um match-point real. Sim, pesou demais. No livro dele, ele gasta muitas páginas para dizer o quanto ficou abalado. E diz que ainda sonha (ou tem pesadelos rsrs) com isso!

          Responder
          1. Marcelo

            Sim, tb tem isso que o Miguel BsB falou! O RF já tem 8 títulos de Wimbledon, e 20 de GS. Maaas, ainda dói.. haha
            Olha, tem um exemplo desse que, aí sim, acabou com a carreira do tenista: Guillermo Coria, final de RG 2004. Na minha opinião, não teve derrota mais dolorida do que essa.

  23. Maurício Luís *

    Beleza de texto, Dalcim, como sempre. Bem objetivo.
    Porém, citando um trecho do texto, acho que você de certa forma mordeu a língua. “Aos 38 anos, convivendo já com uma terceira geração de adversários cada vez mais jovens, fortes e audaciosos, o suíço sabe que a chance do 21º Slam pode ter acabado de vez.”
    Ué, mas você sempre diz “Nunca duvide do Federer”… De modo que ainda acredito. Só que ele agora não é mais aquele que “passa o rodo”, “o homem a ser vencido”. Nos Slams, vai ter que contar com a sorte no sorteio, torcer pra não se contundir, etc. Coisas da idade.
    Ah, faltou falar que o baloeiro hispânico casou-se depois de quase entrar pro Guiness Book em matéria de enrolação de noivado. E que agora ele tem uma sogrinha que ama de paixão.
    Ela até já comprou pra ele o presente de Natal. Um pente com METADE dos dentes… pra pentear a pouca telha. E até o final de 2020, uns 2 ou 3 dentes vão dar e sobrar.

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  24. José Eustáquio Masculino Cruz

    Boa noite comento pouco pois ainda não sei ao certo todas as peculiaridades do Tênis,mas gosto do Federer seu estilo,mas uma coisa gostaria que o Sr.Dalcim me colocasse a par estava eu vendo um site e deparei que o Mário César fez lá uma enquete e a maioria dizendo ser Federer o que tem mais porcentagens de vitórias em todos os pisos e o Mário disse que é o Espanhol e mostrou os números isto procede

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    1. José Nilton Dalcim

      Não faço ideia qual seja o critério ou fonte de informação, mas isso não é verdade. Nadal lidera apenas o saibro, ficando o sintético com Djokovic (Nadal é apenas o 10º) e a grama, com Federer (o espanhol sequer está entre os 10).

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      1. Rubens Leme

        Você deve conhecer a história de Lucifers Rising né? Uma encomenda para um filme que ele entregou com atraso enorme e disse que a gravação foi amaldiçoada, que o castelo onde morava tinha o espirito do Aleister Crowley rondando e ele credita essa fase aos acidentes que marcaram o Led, como o dele, que ficou em cadeira de rodas por um tempo e a morte do filho do Robert Plant de uma doença misteriosa.

        Junta-se a isso com quilos de heroína injetadas e mergulho em bruxaria e obscurantismo e temos uma baita história.

        Esse texto fala do satanismo no rock é bem divertido – https://medium.com/cuepoint/devil-music-a-history-of-the-occult-in-rock-roll-3e671a821ba5

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      2. Miguel BsB

        O novo insano que esse governo arrumou pra comandar a Funarte tinha razão! Esses rockeiros são satanistas e abortistas! Vocês, por favor, parem de ouvir esse tal de roque enrou, taokei?!

        Responder
  25. Alfred

    Na minha opinião, quem realmente foi melhor que o esperado do big 3 na temporada 2019 foi o nadal. O desempenho no início da temporada de saibro foi de fato aquém do que esperávamos, mas depois engrenou e jogou bem o ano inteiro, com as interrupções das frequentes lesões. Terminou merecidamente como numero 01.

    O Federer teve uma temporada regular/boa, com 4 títulos, e dois vices em torneios que poderia ter levado (Wimbledon e M1000 Indian Wells). Pelo que tenho acompanhado ele nos últimos anos, ele costuma jogar melhor no 1º semestre do ano, e dps de wimbledon cai um pouco de produção, e esse ano não foi diferente. Mesmo após a derrota nas oitavas do Aus Open para o grego de maneira surpreendente, ele jogou muito bem os masters 1000 dos EUA (miami e Indian Wells), com um titulo e um vice, além de levar Dubai. Nesta parte da temporada foi o que melhor estava jogando. Na temporada de saibro, retornando após 3 anos, não fez feio, com campanhas dignas nos masters europeus e a bela campanha em RG, perdendo apenas para o nadal na semi. A temporada de grama foi conforme esperado, venceu o atp de Halle e chegou na final da wimbledon. Obviamente, deixou escapar o título que estava em suas mãos. O restante do 2º semestre foi bem abaixo, tanto que perdeu para caras que costuma levar a melhor (rublev, dimitrov), e venceu apenas o atp de Basel em casa. No finals, até me supreendi com a vitória em cima do djoko na fase de grupos, mas voltou a jogar abaixo do esperando na semi contra o tsitsipas.

    O Djokovic, apesar de um ano bom (vencer 2 Slams não tem como considerar um ano regular), realmente ficou mais vulnerável perdendo precocemente (qler derrota dele antes da semi é precoce) em diversos torneios, mas manteve uma consistência com campanhas boas após campanhas não tão boas.

    Para o ano de 2020, ainda acho que os títulos pesos pesados vão, em sua maioria, para o big 3. Obviamente que os masters 1000 serão bem mais dificeis de ganhar, porque a nova geração está mais competitiva em melhor de 3 sets, mas quando é 5 sets, ainda vejo vantagem dos trintões.

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  26. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Fernando]
    2 de dezembro de 2019 às 08:26

    “Rodrigo não se una aos medíocres, logo vc q é um torcedor de bom senso do Federer. Eu mesmo já postei isso aqui acerca de Federer, e mais de uma vez, algo q no momento é inquestionavel, mas veja, as carreiras dos caras do Big3 ainda estão aí, as coisas estarão nos devidos lugares daqui a algum tempo, quando todos encerrarem as carreiras”.

    Não entendi, Luiz.

    De que forma eu teria “me unido á medíocres” por reproduzir a opinião do Tony Nadal?

    Não ofendi o Nadal e nem mesmo o Djokovic.

    Só refresquei a memória dos maus torcedores da seita.

    Ou você é tão ingênuo achando que eles não vão mirar o ÓDIO pro Nadal, caso este ultrapasse o suíço?

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Num ambiente em q o mais arrogante de todos, q vive criticando as postagens alheias, ja teve coragem de postar q a opinião alheia deve ser respeitada, creio q tudo é possível. Mas sinceramente não vejo Nadal sendo alvo da torcida do Djoko por uma razão simples: a arrogância de certo segmento da torcida do Federer é absolutamente insuperável, e por isso essa turma sempre será o alvo preferencial. Ao contrario do vc acha, penso alguns caras q torcem p o Djoko e q vc vive criticando, são meros aprendizes quando comparados com algumas federetes. Mas se for o caso de um dia ter q responder com dureza, claro q a contrapartida virá.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Cite aí alguma federete (excetuando o Marquinhos, claro) que poste provocações TODO SANTO DIA contra o Djoko ou o Nadal.

        Aliás, se você reparar, nem o Marquinhos posta com tanta frequência que o Paulo Almeida ou o Jonas…

        Em caso de duvida, basta você contar o número de posts.

        As provocações das djokovetes xiitas são em quantidade consideravelmente maior.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Não faz assim , Rodrigo. É óbvio que o “ ingênuo “ não percebeu que basta Novak encostar , que para no ato o puxa-saquismo entre a turma da Kombi e o Sabichão. Ele quis chamar a atenção como se o Titio Toni achasse que o Suíço e’ apenas o melhor de sempre no Momento. Ou seja, basta o Sobrinho passar Roger Federer em número de SLAM , que num passe de Mágica tudo se transforma rs . Para variar outra sandice rsrsrs Abs!

      Responder
  27. Jorge Town

    Até hoje lamento essa final de Wimbledon, e se ainda existiam algumas dúvidas em relação a Federer amarelar pra Djokovic, elas foram extinguidas depois daquela final. Aliás, acho que a postura do suíço diante do sérvio vai ser a sua maior mancha na carreira, o cara que tinha o melhor tênis mas tremia pra um jogador.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Não, ninguém tem o melhor tênis se é saco de pancadas dos dois arquirrivais e não apenas do Djokovic. Fregueser é até um bom jogador, o terceiro melhor de sua época.

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Foi uma oportunidade de OURO de OFIR desperdiçada pelo suíço, sem dúvida…

      Mas daí a dizer que foi amarelada, é meio exagero.

      O Federer jogou em nível “beast” aquela partida.

      Acho que até o Djokovic se assustou um pouco com o volume dele.

      O que chamou mais atenção pra mim foram as trocas longas, em que o sérvio sempre leva vantagem.

      Mas o suíço teve pernas para correr em todas.

      E às vezes até terminava o ponto com winner de backhand paralelo…

      (pois diferente do jogo insosso do sérvio, o suíço define o ponto, em vez de esperar “errinho”).

      Responder
      1. Luis

        Eu concordo, é muito normal encolher o braço para fechar um jogo difícil, quanto mais importante o jogo mais difícil e para o Suíço esse jogo era muito importante. Quem amarela mais para o djoko eh o Nadal. Até acho que ele superou o maior problema que tinha que era amarelar para o Nadal.

        Responder
    3. Sérgio Ribeiro

      Na boa , meu caro Jorge . Pelo visto acompanhas o Esporte há não muito tempo. Sei que é impossível o amigo rever as 49 partidas entre o Sérvio e o Suíço. Mas quando papai Novak afirmou “ Rei morto , Rei posto “ após a vitória do filho no USOPEN 2010 , o Craque respondeu em RG 2011 ( Semi ) jogando sua melhor partida no Saibro até hoje . Em 2012 recuperou o N 1 exatamente pra cima de Novak . Já que os 96 Winners em Wimbledon 2019 não foram suficientes ( nenhum dos dois merecia perder ) , o troco já veio no FINALS 2019. Impediu o Sérvio de iguala-lo nos SEIS Títulos na Arena , além da chance de N 1 ir para o Espaço. Isso com uma vitória categórica. A meu ver , ninguém treme. Vence quem está melhor no momento, independentemente do famigerado h2h muito apertado. ABS !

      Responder
  28. JAN DIAS

    Tio TONY afirmando, de novo, que FEDERER é o melhor da história me dá até um arrepio…..de medo!..kkk 😅

    Agora, o pai de TSISIPAS (TIO TONY 2) dizendo que o filho pode superar o Big3, em títulos, até faz sentido pelo tênis que o grego joga, mas no quesito carisma e popularidade acho difícil isso acontecer, porque ele se mostra muito metido e pernóstico… Admiro seu tênis, mas não consigo simpatizar com ele-pessoa..

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Não entendi seu “ medo “ minha cara, JAN . O Titio Toni aprendeu mesmo com o tempo , a admirar o Craque Suíço. Agora , os papais atrapalham mesmo. Vide o de Novak que somente fala besteiras até hoje rs O filho uma vez pediu desculpas a Roger e Rafa em nome da figura rsrsrs ABS !

      Responder
  29. JAN DIAS

    Análise perfeita. Em 2020 acho que o Big3 ainda vai chegar nas finais dos grandes torneios. Gostaria também de ver o WAWRINKA atuar em alto nível de novo..

    Responder
  30. Rubens Leme

    Apesar do piso ser mais favorável a Djokovic e Federer, acho Nadal o favorito para o Australian Open. Caso vença, além de empatar com o suíço em Slams, se torna o primeiro tenista, após Rod Laver, a somar 2 titulos em cada Grand Slams, o que tornaria sua carreira ainda mais notável e, também daria um tempero especial à temporada, já que poderia passar Federer em Paris.

    Sobre Djokovic precisa ver como anda o mental dele. Ele já não assusta tanto como 2011 e 2015 e primeiro semestre de 2016, embora em finais de Slams contra os grandes rivais, vem levando a melhor.

    E vamos torcer para Murray e Stan reviverem o Big5, Dalcim.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Não contemplo favoritismo pro Nadal no Australian Open, uma vez que até você concorda que o piso não é o melhor para ele.

      Ou seja, se o diferencial não for o piso, o que seria então?

      Já que nos últimos confrontos, ele tem perdido sistematicamente dos outros dois.

      Bem peculiar essa tua avaliação…

      Responder
      1. Viana

        Acho q ele quis levar em consideração o momento.
        Nadal iniciou o Finals mal, e foi melhorando a ponto de ganhar de Tsitsipas seu último jogo.
        Depois jogou demais na Davis.
        Pelo o q os 3 mostraram no final do ano, diria q Djoko está mais em baixa, e preocupado com o braço.
        Mas, nunca podemos descartar nenhum dos 3!

        Responder
        1. Rafael Azevedo

          Isso. Acho que o critério foi os ultimos meses de 2019, onde Rafa cresceu nas hards e Djoko decresceu.
          Mas, eu ainda considero o Djoko com mais vantagem para AO, porém acredito que o Nadal tenha mais chances do que no ano passado. Extamente pelo quesito “confiança” resultante desse final de 2019

          Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Parece perseguição, Leme . Mas porque o Heptacampeão do AOPEN , não seria o favorito natural ? O Cara está tão sem confiança e lesionado , que pra surpresa de todos , vai jogar a ATP CUP e também se inscreveu num mero ATP 250 de Sydney ( viu turminha da Kombi rs ) realizado uma semana antes do SLAM. É mole ou quer mais ? Abs!

      Responder
    3. Roberto Rocha

      Nadal terminou o ano jogando muito e com a confiança nas alturas. Mas se pretende realmente vencer o Australian Open, tem que parar de jogar na cruzadinha do Djokovic…não é possível que seu staff ainda não avisou o cara que, jogando desse jeito, só vai levar bordada no lombo!

      Responder
  31. Jonas

    O ano do Djoko foi bem abaixo, ele pode render muito mais. Sofreu derrotas estranhas para pangarés como Agut e Kohlshreiber.

    Se lesionou no segundo semestre e conseguiu perder pra um de seus maiores fregueses no Round Robin do atp finals. Se bem que aquela vitória do Federer foi inútil, já que foi massacrado pelo Grego no jogo seguinte, confirmando assim o posto de brinquedinho da next gen.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pra afirmar que um cara é freguês de outro tem de haver uma diferença substancial.

      E não apenas no h2h geral, mas comparando todas as superfícies.

      Do contrário afirmar-se-ia que o Djokovic é freguezaço do Kyrgios, pois perde de parcos 2 x 0.

      Pra mim, 26 x 23 é equilíbrio.

      E se não tivesse escapado “fedendo” em Wimbledon, a conta estaria agora 25 x 24.

      Melhore o repertório, Gleisi.

      Tuas provocações tem sido muito fracas…

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Há uma diferença substancial, vejá só: 10×6 em GS, 4×1 em finais de GS, 13×6 em finais, 12×11 em semifinais, 3×0 em finais de Wimbledon, 11×9 em M1000, 3×3 em ATP Finals, 20×10 no h2h de 2011 pra cá e 9×2 em GS de 2010 pra cá. Continua um baita sparring, saco de pancadas ou qualquer sinônimo do tipo. A jaguatirica teve sorte de ganhar alguns jogos em cima de um moleque sérvio ainda começando em 2006 e 2007 e também longe do seu melhor jogo até 2010.

        Responder
        1. Jonas

          Tá aí Rodrigo, essa é a diferença absurda entre os dois. Contra fatos não há argumentos.

          O que eu acho mais estranho é o Federer ser pato do Djokovic em casa…mas isso foi avisado.

          Responder
        2. Rodrigo S. Cruz

          Essa cantilena pífia que você usa (e acha que está abafando) é o que te derruba:

          Dizer que Federer perde do placar não sei quanto, de 2011 para cá.

          Ora, tinha mais era que perder mesmo!

          Pois ele, Nadal e Novak são tenistas do mesmo patamar.

          Então é EVIDENTE que quanto mais o suíço se distancia do auge, e o Novak se aproxima do auge, o sérvio naturalmente vencerá mais!

          O curioso é que quando era o sérvio quem perdia de 13 x 6, você usa desculpas imbecis como:

          ” era inexperiente, tinha intolerância ao glúten, etc”.

          Ou seja, desculpas prontas só valem quando favorecem ao seu amorzinho…

          kkkkk

          Responder
          1. Paulo Almeida

            E quando é que o suíço começou a se distanciar do auge? Quando acabaram as mamatas de Roddick e cia? Rsrsrs.

            Isso não passa do velho mimimi de idade para justificar a perda do domínio no circuito a partir de 2008.

            Tire o h2h de 2011 pra cá se quiser, mas isso daqui você não tira nem por decreto: 10×6 em GS, 4×1 em finais de GS (3×0 em Wimbledon), 13×6 em finais e 12×11 em semifinais (o que equivale a um 8×0 na HORA DA DECISÃO). O h2h “parelho” ocorre graças aos 4 primeiros confrontos em fases preliminares de torneios, quando Djokovic não era absolutamente nada. Já o sérvio sempre enfrentou o sparring já consolidado no circuito, nunca um completo zé-ninguém.

        3. Sérgio Ribeiro

          Muda o disco , caríssimo Almeida . Desde quando existe h2h de apenas um tempo pra outro ? Varre o pra trás pra debaixo do pano ? Repara que o Jonaser repete até o seus termos nos comentários. Por onde anda o expert Chatonik ? rsrsrs Abs!

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Ps. Em 2010 o Sérvio conseguiu perder em Sets diretos para Berdych na Semi de Wimbledon kkkkkkk Quem adorou foi o Touro Miura kkkkkkkk Abs!

        4. Gildokson

          Tu vai bem até a parte que vem com esse tal de “2011” pra cá kkkkk
          Quantas vezes vai ser preciso te explicar que o tênis começo a mais de um século atrás?!! E não quando Djokovic deixou de ser um mero coadjuvante.

          Responder
      1. João ando

        Federer e favorito para o ao e Wimbledon. ..Nadal ganha de novo rg. ..us open está em aberto acho que tsitsipas o grego…ganha …djoko e uma incognita

        Responder
        1. Luiz Fernando

          Meu caro opinião cada um tem uma, Federer ate pode vencer W, mas q a priori ele não é mais o principal favorito isso é inegável. Mas como o Dalcim sempre diz, nunca descarte Roger Federer…

          Responder
        2. José Eduardo Pessanha

          RG será do superesTHIEMado Dominic Thiem. Aliás, já teria levado esse ano não fosse a covardia que fizeram com ele, forçando-o a jogar em 4 dias seguidos. E olha que eu sou o maior crítico dele aqui. Abs

          Responder
  32. Vitor Hugo

    Creio que mesmo que Nadal vença mais três slam, o que é improvável mas não impossível, Federer não perderá a condição de maior e melhor da história.

    Vejamos:

    – Federer tem 6 x 0 no finals
    – Muito mais semanas como lider do ranking
    – tem mais títulos de slam que Nadal em três dos quatros majors
    – Não tem a maioria dos slam concentrados em apenas um tipo de piso.
    – Muito mais técnico e habilidoso que o espanhol
    – Muito mais admiradores que Rafa
    – venceu na técnica, sem qualquer tipo de substância
    Tem vantagem contra Nadal na grama e hards, sem levar em conta os pouquíssimos confrontos no piso verde, em que a única vitoria do espanhol foi devido a doença contraida por Federer

    Poderia citar varios outros pontos mas vou ficar por aqui.

    Nadal é o segundo maior. Eterno número dois.

    Responder
  33. Barocos

    Parabéns pela análise Dalcim.

    De fato, quando o último deles irá “roer a corda” é o que mais me intriga. Por enquanto, vai um empurrando o outro para retardar a fatídica aposentadoria, para a nossa mais que grata satisfação.

    Ainda torço para que o Murray se recupere a ponto de ser competitivo, mesmo que eu ache muito pouco provável que ele seja um real candidato a títulos de 1º grandeza.

    Deixo aqui, de antemão, registrados os meus votos de Boas Festas e Feliz Ano Novo para todos os participantes do blog.

    Responder

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