O futuro em boas mãos
Por José Nilton Dalcim
18 de novembro de 2019 às 00:49

A decisão do ATP Finals em emocionante duelo de 2h35 apenas ratificou o que se viu ao longo da semana na arena O2, em Londres. No embate direto contra os três monstros sagrados das quadras, a nova e novíssima gerações exibiram um tênis de grande qualidade, com empenho constante, preparo físico invejável, alternativas táticas, controle emocional. São os ingredientes essenciais para um espetáculo que valha o ingresso, o que é o grande receio dos fãs e analistas quando se imagina o dia em que o Big 4 disser adeus.

Stefanos Tsitsipas com seu backhand de uma mão, cabelos compridos, postura agressiva e muita mão para tentar golpes difíceis causou surpresa não pela exuberância de seu jogo, mas pelo amadurecimento que demonstra semana após semana. Pouco a pouco, deixa de ser marrento e reclamão para se tornar um jogador confiante de sua capacidade, que não se entrega na primeira dificuldade. Enfrentar os grandes parece menos um pesadelo e mais uma motivação.

O grego de 21 anos já havia derrotado Roger Federer em Melbourne, Rafael Nadal em Madri e Novak Djokovic em Xangai – é o mais jovem a obter tamanha façanha -, mas lhe faltava um título de peso real. E provavelmente foi a vitória inédita sobre Daniil Medvedev, logo na estreia deste Finals, a responsável pelo passo adiante dado hoje, ao erguer o quinto troféu mais importante do calendário e logo em sua primeira participação.

Quando começou a temporada, ele havia dito que faria um esforço especial no primeiro semestre para chegar ao top 10. E conseguiu a meta logo em março. Porém, exagerou. Quando chegou a Roland Garros, em junho, já havia disputado 13 torneios. Reconheceu o erro, deu uma parada estratégica após a decepcionante queda de estreia em Wimbledon, um Slam onde apostava muitas fichas, mas a confiança tinha caído muito. Por fim, recuperou-se na fase chinesa, garantindo vaga em Londres, onde entrou quase como coadjuvante do seu grupo.

Não me restam dúvidas de que a evolução de Tsitsipas está intimamente ligada aos conselhos cada vez mais presentes de Patrick Mouratoglou, diminuindo a relação com o pai. Apostolos reconhece que aprendeu técnicas de treinamento e preparação a partir dos 12 anos do filho, momento em que Stef se decidiu pelo tênis. Aos 16, passou a fazer temporadas na academia do técnico de Serena Williams em Paris, mas Mouratoglou só se integrou com frequência ao time nos últimos 12 meses.

Dominic Thiem também merece elogios e atenção. Desde que trocou para Nicolás Massu, seu rendimento sobre a quadra dura cresceu. É bem verdade que ele já tinha título em Acapulco três anos atrás, mas 2019 marcou uma reviravolta. Começou com a campanha incrível em Indian Wells, avançou com Pequim e Viena, culminando nesta semana com vitórias seguidas sobre os dois maiores campeões sobre o piso sintético do tênis profissional. Pela primeira vez, termina uma temporada com maior sucesso no asfalto do que no saibro, e olha que ele faturou Barcelona e foi vice em Roland Garros.

Qualquer um deles poderia ter levado o título neste domingo. Fizeram um duelo apertado no primeiro set, sem quebras, e Thiem pareceu ter relaxado depois do tiebreak. O adversário ao contrário não perdeu a cabeça, disparou no placar e abriu 3/1 no terceiro set, dando a impressão que o gás do austríaco havia acabado. Que nada. O Finals das emoções reservou um final de partida imprevisível, testando nervos e coragem. Depois de errar feio nos primeiros pontos do tiebreak decisivo, Thiem marcou lances incríveis e empatou. Outra vez a cabeça fria de Tsitsipas fez a diferença, o que atesta a essencial transformação do seu vistoso tênis.

Mesmo às vésperas da fase final da Copa Davis, a temporada efetiva acabou. E felizmente com otimismo. O futuro está em mãos competentes.


Comentários
  1. Oswaldo E. Aranha

    Sandra, é covardia um time ter Jesus comandando, então o que está acontecendo é natural. O que aconteceu em Lima, além da interferência de Jesus, teve também a ação do Sobrenatural de Almeida, figura lendária citada pelo Nelson Rodrigues. Pena que ele não quis interferir no jogo do Shapovalov x Nadal. Mas não abandone o Djokovic que ultimamente tem nos abandonado, massa que não devemos fazer o mesmo. Abraços e saudações sobrenaturais.

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  2. Luiz Fernando

    Rafa em mais uma performance formidável, felizmente não necessitou de outra dobradinha simples/duplas. Dos seis títulos da historia do tênis espanhol, “apenas” 4 contaram com a participação do cara, que não teve o serviço quebrado em uma dura semana de partidas. Se Nadal tivesse um pingo de juízo na sua cabeça dura ele teria desistido da Davis, mas ele não tem, e teve mais uma atuação espetacular, nas simples e nas duplas, e ainda tem carinha que desmerece esse monstro, esse ícone, essa do esporte mundial.

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  3. Maurício Luís *

    Boa tarde. Dalcim, não me lembro de ter visto nenhuma matéria sobre como funciona essa tal de ATP Cup. Tem algum link informando? Grato desde já.
    De qualquer forma, tô achando que é muito torneio no ano pra poucos jogadores, então concordo com o Opelka.

    **** Colunas Sociais – tolerância ZERO ****

    Nadal e Xisca entram no restaurante e dão de cara com a sogra.
    – Meu genro baloeiro, que prazer… Veio pra almoçar?
    – Não senhora. Vim pra missa de sétimo dia da JABIRACA, a minha galinha d’angola de estimação.
    E a esposa: ” – Nadaaaaal, olha a educação!”
    – Comigo é assim. Pergunta cretina, resposta imbecil.

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      1. Maurício Luís *

        Muito Obrigado!
        Parece mesmo a nova Copa Davis. Aliás, deviam ou fundir as duas, ou mudar o nome pra Davis COVER. “Nada se cria, tudo se copia…”

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  4. Sandra

    Dalcim , sei que esse blog não é de futebol, rsss , mais acabei de mudar de Djokovic para Gabigol, e olha que não sou fanática por futebol , rssss

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  5. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]
    22 de novembro de 2019 às 22:50

    “De fato, a sua não passa disso, rs.
    Provavelmente mora com os pais e não trabalha”.

    Mas é um desclassificado, viu.

    Foi justamente o que falei sobre você, não tem muito tempo…

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  6. Vítor Barsotti

    Que partida do Nadal nas duplas contra os britânicos! Jogou demais, vibrou, reclamou, chamou a torcida! Achei fantástico o clima do jogo. Te agradou, Dalcim?

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  7. Luiz Fernando

    Incrível como Rafa esta jogando, e com q preparo fisico. Claro que ainda acho q ele esta arriscando, e muito, mas q o cara esta barbarizando na quadra não ha como negar…

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  8. Luiz Fernando

    Segundo set sem erros do Rafa, contando ainda com uma queda vertiginosa do serviço do Evans. Será q vai jogar duplas novamente? Insanidade a vista…

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  9. Ronildo

    Não poderia ter sido em pior momento esta excursão de Federer pela América Latina: instabilidade política e até social, recuperação de Del Potro, falta de recursos no Brasil; Zverev, que não tem carisma pra tanto.

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  10. Sandra

    Dalcim, a exibição do Federer foi suspensa na Colômbia, quem paga com os prejuízos? Federer continua a receber o cache ? Os ingressos são devolvidos? Não sei aonde li , independentemente se eu tenho ou não vontade de ver Federer, vi um comentário interessante , Se Federer não veio ao Brasil por falta de dinheiro , como ele foi para Argentina e a própria Colômbia , em que a crise e bem pior ?

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    1. José Nilton Dalcim

      Te garanto que esses promotores arrumaram patrocinadores para cobrir o custo. Não sei o que reza o contrato entre as partes, mas o lógico é que Federer não recebe nada da Colômbia.

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  11. Luiz Fernando

    Rafa é um louco insano, vindo de contusão joga simples e duplas seguidamente, mas é um insano espetacular, jogou demais nas duplas depois de atropelar o ano argentino…

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  12. Renato Toniol

    Confesso que não gostei de o Brasil Open perder o status de ATP 250 e ser rebaixado para challenger, mas antes isso do que o evento simplesmente morrer.
    E quanto ao Aberto de São Paulo, que era realizado no Villa Lobos? Lembro que eles estavam com dívidas com alguns tenistas, mas não sei que fim levou. Sinto muita falta desse torneio, e tenho certeza que o povo paulistano amante de tênis também sente, já que era um evento consolidado, e toda primeira semana do ano era sagrado ir ao local acompanhar aos jogos.
    Dalcim, você sabe se tem alguma possibilidade do Aberto de São Paulo voltar a ocorrer em um futuro próximo?
    Abs.

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    1. João ando

      E verdade Renato …tem quanto tempo que não tem o aberto de São Paulo…acho que mais de dez anos…todo final de ano tinha jogos de tênis em São Paulo…assim com era o Orange bowl que era disputado na semana do Natal nos anos 80….não e dalcim?

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  13. João ando

    Luiz Felipe Tavares disse que não poderia trazer o Roger devido ao cachet dele…ok ..mas poderia colocar para jogar com o Thiago wild que diz que ganha do Federer…o Roger ia até deixar levar esse jogo …por cavalheirismo. …

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  14. Rubens Leme

    Dalcim, você já viu este vídeo? A melhor parte começa aos 4 minutos e 9 segundos, quando Federer vai gravar um comercial e brinca com um cara, que coloca uma latinha, na cabeça e com um saque apenas, Roger dá um saque preciso. Não gosto nem de imaginar se pega 20 cm para baixo no nariz ou nos países baixos (não a Holanda).

    Enfim, depois isso viraliza e And Murray faz num talk show (assusta a porrada que uma hora acerta), a Serena também e tem até a Sharopova com o Djokovic, que ao acertá-lo lá… na Holanda, digamos, pede “bolas novas, por favor”.

    Muito divertido. https://www.youtube.com/watch?v=lHuf1xd6h8A

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      1. Rubens Leme

        Eu tb achei, exatamente pelo risco e porque o cara fica calmo demais. A chance de erro ali era enorme, até porque ele sacou bem acima de 150 km/h, fácil e a probabilidade de uma lesão era enorme.

        Ainda assim, vale a descontração.

        PS: tava lendo, em um site, a transcrição de um Roda Viva de 1992, feito com o Telê Santana, logo após vencer a Libertadores daquele ano e ele dizia que uma das paixões dele era jogar tênis, Aí me lembrei quando fizeram um bate papo entre ele, o Zagallo e o Parreira, já que os 3 eram aficcionados da “nobre arte” (xô, boxe!) e me lembrei dele dizer que jamais havia perdido pro Zagallo.

        No meio do programa apareceu o Nilton Santos e, ao invés de falarem de tênis, acabaram falando de outras coisas, até descambarem em dinheiro. Aí Nilton virou pro Telê e Zagallo, compadres e rivais nos anos de Botafogo e disse uma frase célebre: “eu não sei quem deles ficou mais rico como treinador, mas sei quem é o mais pão-duro: os dois!”

        Zagallo foi minha primeira entrevista por telefone e NIlton uma das mais memoráveis. Saudades de atletas e técnicos como eles.

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Wagner, vou esperar para ver. Esses eventos estavam previstos para 2019 e não saíram, já que a promotora vive uma séria crise financeira. Tomara que saiam, estamos precisando.

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      1. Atilio

        Esses podcasts parecem ser coisas do início do século passado, muito cansativos, sem vídeos, sem a possibilidade de pular assuntos de menor interesse (o que poderia ser feito se fosse um artigo escrito), lembra filmes como “A era do rádio”.
        Visto que sempre temos saudosistas destes tempos de antanho, talvez pudesse ser liberado um resumo escrito, um artigo com os principais temas discutidos.

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          1. Luiz Henrique

            Dalcim parabéns pelo podcast.
            Uma dica, coloque no texto os assuntos e o horário de cada tema no vídeo. Por exemplo, Nadal 10:36, Tsitsipas 21:47, etc..
            Quem tiver interesse de ouvir assuntos específicos, saberá o horário certo do video…

  15. Luiz Fernando

    Dalcim parabéns pela ideia do podcast, achei interessante e instrutivo, pois experts como vc e o Paulo Cleto algumas vezes tem visões distintas sobre um tema. Como vc pretende seguir, vai ter uma periodicidade fixa ou variável de acordo com a ocasião?

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  16. Paulo Almeida

    Incrivelmente DjokoGOAT e um monte de bagres conseguiram eliminar a forte equipe da França, mas agora contra a Rússia só por milagre.

    Bora entrar de férias e depois se preparar pro OCTA.

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  17. Maurício Luís *

    Dou razão ao baloeiro e também penso que deveria haver a fusão Copa Davis/ATP Cup. Acrescente-se a Laver Cup… puxa vida, tão pensando que os tenistas são CIBORGs? Assim não há tatu que aguente!

    **** Colunas Sociais – Quem é que manda? ****

    O Nadal vira-se pro tio Toni:
    ” – Lá em casa quem manda sou EU. Já deixei bem claro pra Xisca quem é o macho.
    ‘ – Me dá essa roupa aqui que eu vou por no varal AGORA MESMO!!’
    ‘- Passa a buxa e o sabão pra cá que essa pilha de louça quem vai lavar sou EU!!’ “

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  18. Rubens Leme

    Dalcim, no podcast que fez com o Paulo Cleto teve aquela parte que discutiram o backhand de uma mão e que isso tem muito a ver com o Federer, e que os mais jovens se espelharam nele. Eu fico perguntando se “a volta” do golpe não tem a ver com o porte físico desses jovens, bem mais altos e braços maiores e que conseguem pegar a bola na subida com mais facilidade que o suíço e, que por isso mesmo se sentem mais confortável ao executá-lo.

    Aliás, acho que daqui a pouco acho que muitos jogadores começarão a copiar o Tsogna, que joga com os dois estilos (tem um backhand híbrido) – de uma mão e de duas, como mostra o vídeo abaixo.

    Repare com o Tsonga devolve e defende com as duas, mas prefere atacar com uma mão só, no mesmo ponto. Por isso, sempre fui fã dele. De repente esse modelo híbrido pode ser o futuro.

    Acha possivel, Dalcim?

    https://www.youtube.com/watch?v=F024kFS2XR4

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    1. José Nilton Dalcim

      Há pouco tempo eu escrevi em algum lugar que acho que esse será exatamente o futuro do tênis, um backhand misto. De certa forma, ele já acontece quando vemos um Murray ter um slice tão bom, o que obviamente tem de ser executado com uma mão. Outro que vez por outra bate um belo backhand de uma mão é o Kyrgios, já viu?

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      1. Rubens Leme

        Sim eu vi. Acho bacana ver essa geração mais agressiva que a anterior (Dimitrov, Goffin, Raonic etc). Vai ser impossível substituir o Big 4 e, de certa maneira, eles pegarão um fardo pesado demais, porque será a primeira geração posterior bem inferior à que se sucederam (excluindo essa do meio), pensando em termos de Slams, já que a que citei acima não venceu.

        O que quero dizer é que quando Borg, McEnroe e Connors foram parando ou deixaram de vencer Slams, vieram Lendl, Becker, WIlander, Edberg, depois surgiram Agassi, Sampras e quando Sampras se aposentou, Federer começou a ser dominante e, surgiram Nadal, Djokovic, Murray etc.

        Agora com o fim deles mais próximo, teremos um vácuo imenso, inclusive em carisma, porque esses garotos possuem uma arrogância e um certo descompromisso (talvez não seja a a expressão correta, está mais para desmazelo), que o tênis não está acostumado.

        Fica a pergunta se o Tsitsipas, Zverev, Kyrgios, etc e tal terão o mesmo apetite aos 30 anos dos atuais. Na minha opinião, a resposta é não e teremos uma grande alternância de vencedores em Slams. Não vejo ninguém com a fome por recordes.

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        1. José Nilton Dalcim

          Acho que é cedo para avaliar, mas não creio que haja um domínio muito grande nos próximos anos, mas sim uma alternância de líderes e campeões, o que não é de todo ruim.

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      2. Sérgio Ribeiro

        Se possível , caro Dalcim , me cite um só jogador da novíssima geração e mais alto que o Suíço, que consegue pegar a bolinha na subida , com mais facilidade que o Velhinho. Inclusive na questão dos bate-prontos. Grato desde já. Abs!

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        1. José Nilton Dalcim

          Olha, de backhand o Tsitsipas tem pegado a bola muito bem na subida e fazendo um belíssima trabalho, mas o bate-pronto do ‘ôme’ é algo único.

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        1. Miguel BsB

          Com todo respeito, vou discordar de vcs nessa senhores: acho que o Tsonga não tem nem backhand de 2 e nem de uma mão…é o ponto mais fraco do francês, que destoa muito dos seus outros golpes (saque, direita e voleios)

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  19. diego adrian

    Dalcim, tudo bem? O que está achando do novo formato de Copa Davis em comparação com a tradicional de anos anteriores? Para meu gosto, jogos ate as 4 da manhã com estádios vazios e ainda sem sentir o aquele “calor” das torcidas locais em cada uma das series, são alguns dos pontos negativos. E acho também que se o numero 1 de um país enfrentasse o numero 2 do outro seria mais emocionante por causa de que provavelmente muitas das series iriam se definir no jogo de duplas e poderia dar mais chance para aqueles países que não dispõem de um top 3 no singles. No formato atual, por exemplo Nadal e Djoko praticamente garantem um ponto para seus países e ao mesmo tempo anulam a possibilidade de o numero 1 do país rival poder ganhar seu ponto.

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    1. José Nilton Dalcim

      Mas em compensação o sistema garante que Nadal e Djokovic se enfrentem numa eventual final. Acho correto e mais equilibrado do jeito atual. Até aqui, a Davis tecnicamente foi boa e emocionante, mas o público obviamente é um fracasso, como todo mundo previa.

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      1. Rubens Leme

        Neste ponto eu discordo. Embora seja potencialmente (talvez) o melhor jogador de sua geração, até hoje nada fez para justificar isto. Kyrgios tem problemas em todos os aspectos, sendo o mais grave dele, o físico, depois da cabeça desparafusada. Ele está perto de se tornar o chato da turma sem se tornar necessariamente vencedor, um McEnroe com currículo de top 200.

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  20. Gildokson

    É impressão minha ou o Paulo não para de falar dessa simples vitória do Federer em cima do Djoko kkkkkkkkk
    Pow Paulo, não esquenta cara, vocês se deram bem no que interessa. Ser expulso do posto de número do mundo pelo Federer e ficar longe do recorde de Finals não é nada perto daquele título de WB.
    Deixa isso pra la…rs

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  21. lEvI sIlvA

    Dalcim, em 2000, na Masters Cup que o Guga levou, se não me engano, o alternate levou $50.000 só pra ir. Sabe dizer qual a premiação deles esse ano?

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    1. José Nilton Dalcim

      Não, Federer não tem tanta facilidade para ganhar do Nadal na quadra dura. Acho que seu problema nos últimos jogos contra o Thiem foi não ter devolvido bem.

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  22. Luiz Fernando

    Grande atuação do Rafa, em especial pq esse Cx9 sempre complica pra ele. Boa vitoria em sets diretos, o FH na paralela entrando como nos dias de muita confiança, e olha q numa quadra nada a caráter pro cara. 2020 promete…

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    1. Paulo Almeida

      Sempre complica? Maior saco de pancadas do Nadal, rs.

      Caixa9 é uma ameba. O russo só estava inspirado no Masters de Paris de 2018 e mesmo assim só venceu um Djoko gripado e destruído depois da batalha contra o Fregueser no dia anterior.

      Responder
        1. Paulo Almeida

          Não deu, foi numa sexta à tarde.

          Calma, eu sei que ele já engrossou alguns jogos, mas não o suficiente pra vencer. Na hora H sempre jogou no lixo as chances.

          Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Quanto efeminamento…

        (rs)

        O meu djokinho num póde zogá “glipadinho” com o “zágua”.

        Ò céus.

        Não pode sentir cotovelinho, nem ficá guipadinho, ui, ui, uiiii…

        Responder
  23. Gustavo

    Mestre, boa noite.

    Uma questão para a qual tento encontrar a resposta, mas não encontro. Há alguns anos, já uns 6-8 anos, o Nadal havia empatado com o Boris Becker sendo o jogador com maior número de vitórias contra números 1 do mundo. Eram 19 vitórias para cada. Lembro que depois o Nadal passou e ficou sendo isolado o jogador com maior número de triunfos, mas não sei os números precisos.

    Consegues me atualizar ?

    Obrigado! Abraço

    Responder
  24. Luiz Henrique

    A gente fica com expectativa de surgir um jogador pra desbancar o big 3, mas sempre caímos do cavalo.
    No finals de 2018 pensamos, agora o Zverev vai, e nada. Chegou o AO e pensamos, agora o Tsitsipas vai, e nada, chegou Acapulco e pensamos, agora o Kyrgios vai, e nada, passou pros masters americano e agora o Thiem vai, na temporada do saibro o Thiem e Tsitsipas foram reguladoras, o Thiem ainda pegou final de RG e pensamos, agora vai… Chegou a temporada da grama e o Aliassime apareceu, agora vai, e nada, começou a gira americana, Medvedev engrenou e agora vai… Chegou no último master e Finals, apagou. Agora ressurgiu Thiem e Tsitsipas e estamos dizendo, agora vai!!!!
    Ano que vem surge outro…

    Responder
  25. André Rodrigues

    Boa noite Dalcim, como fica o panorama pra disputa da liderança no ranking no início do ano, num primeiro momento entre Djoko e Nadal, sendo que Djoko defende mais pontos (eu acho), além deles alguém pode dar algum”pulo do gato” na escalada rumo ao topo, isto analisando pontos a defender e nível apresentado no final dessa temporada,qual sua análise e palpite? Obrigado e abs!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que apenas o Medvedev pode dar um grande salto no primeiro semestre, os demais têm pontos importantes a defender logo de cara ou até março e a distância para Nadal e Djokovic ainda é bem grande.

      Responder
  26. Bruno Marcedo

    Da nova geração gosto de 2: Medvedev e auger aleassime, gosto deles de graça. Depois que o Federer parar, torcerei por esses.

    Já desisti do Kyrgios, não pelo comportamento, pq não tenho nada contra o maus modos do australiano, mas pelo fato dele não querer jogar. Se um dia ele quiser jogar, volto a torcer por ele.

    Responder
  27. Maurício Luís *

    Eu preferia quando o Finals se chamava “Master”. Acho que dá muito mais ‘glamour’. E embora o Big 3 ainda esteja dominando os Slams, ao menos no Finals eles estão já prenunciando o FIM da PICADA… ou seria o FINALS da picada?
    E o Nadal tem um motivo a + pra se lamentar: além de ser eliminado ainda na fase de grupos, perdeu o ENEM! Eu pagaria ingresso pra ver o baloeiro correndo feito condenado às 12h59min antes de fechar os portões às 13h. O pouco cabelo que lhe resta iria cair.
    ENEM-2019 – assinale a única alternativa INVIÁVEL (olha só a resposta do Nadal)
    ( ) morar no inferno;
    ( ) nadar no rio Tietê em baixo da Ponte do Limão;
    ( ) ser piloto de prova de bomba do Estado Islâmico;
    ( ) perder um jogo de 5 sets depois de jogar 11h igual ao John Isner;
    ( x ) morar com a sogra

    Responder
  28. Sandra

    Dalcim, o que você achou do formato da nova Davis? O mais importante , o que a maioria dos jogadores acharam? Estou vendo antigos jogadores criticarem , mas será que não é por excesso de vaidades ? Você acha que teria que ter mudado? Na minha opinião tinha que se modernizar como tudo na vida, . Não sei se você já ouviu essa frase? “ quem vice de passado é museu” ? Rssss

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Uma pena que só poderei dar mais risadas do GUAT em 2020. E qual a sua sensação com o maior título da farsa suíça em 2019: ganhar uma do GOAT Djokovic?

      Responder
  29. Paulo Almeida

    Mais detalhes da melhor e mais difícil década da história do tênis (2010-2019):

    Novak Djokovic – 15 Grand Slams, 29 Masters 1000, 4 ATP Finals, 275 semanas e 5 temporadas finalizadas como número 1, 42 vitórias contra Nadal e Federer;
    Rafael Nadal – 13 Grand Slams, 20 Masters 1000, 0 ATP Finals, 158 semanas e 4 temporadas finalizadas como número 1, 23 vitórias contra Djokovic e Federer;
    Roger Federer – 5 Grand Slams, 12 Masters 1000, 2 ATP Finals, 45 semanas e 0 temporada finalizada como número 1, 23 vitórias contra Djokovic e Nadal;
    Andy Murray – 3 Grand Slams, 10 Masters 1000, 1 ATP Finals, 2 Olimpíadas, 41 semanas e 1 temporada finalizada como número 1, 18 vitórias contra o Big 3.

    Parabéns de novo ao jogador da década DjokoGOAT.

    Responder
  30. Paulo Almeida

    Só eu senti muita vergonha alheia daqueles marmanjos fedtards vestidos de “Super Federer” no jogo de sábado?? Deve ser coisa de europeu, mas eu agradeço muito pelo Djokovic não ter torcedores que paguem aqueles micos!

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Não, não tem.

        Aliás, imaginei na hora você e outros torcedores ilustres do Jagua aqui do blog vestidos com aquelas fantasias ridículas, kkkkkkkkkkkkkkkkk.

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  31. Marcilio Aguiar

    Fiquei muito contente com o desempenho dos novos tenistas nesse finals. Jogaram em altíssimo nível, enfrentando de igual para igual o BIG 3. Tenho preferência pelo estilo de jogo do grego e terá a minha torcida quando o Federer pendurar a Wilson. Espero que não só ele mas os outros jovens continuem evoluindo e nos ofereçam uma disputa, se não no mesmo nível técnico que o BIG 3 proporcionou nos últimos 15 anos, pelo menos em grandes jogos e divisão equilibrada das conquistas. Por fim, acho que em 2020 o Nadal e o Djoko ainda dividirão os Slams e só entregarão o bastão em definitivo para 2021. Espero estar enganado!

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  32. Aluizio Barros

    “Quando se está acostumado com bijuteria ao encontrar uma joia rara não se sabe dar o devido valor” Alexsandra Rios. Essa é a impressão que tenho quando leio tantos comentários desconectados de um conhecimento mínimo do que seja a beleza de um esporte bem praticado por verdadeiros artistas da arte de jogar tenis. Mestre Dalcim, parabéns pelos seus magnificos textos e pela paciência com aqueles que não sabem admirar a verdadeira arte de um esporte tão bem jogado por Federer, Nadal, Djolovic e Murray e que terá sua continuação pelos novos talentos que estão surgindo, Tsitsipas, Aliassime, Zverev, Medvedev e outros que ainda estão chegando e se afirmando. Cada um com seu estilo e sua arte e no seu tempo!

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  33. Luis

    Futuro em ótimas mãos, esse pessoal esta jogando muito. Só não boto muitas fichas no Zverev, acho pena pois ele falou uma daquelas frases que dão frio na espinha: “quando jogo bem posso bater qualquer um”, se não me engano quase todos que soltaram essa nunca chegaram ao topo.
    A grande pena para mim é o Federer que aparentemente esta em clima de despedida e teria sido muito legal se tivesse chegado na final, apesar do título ter ficado em ótimas mãos, seria legal ver ele ganhando mais uma vez.
    Quanto ao Nadal ainda não selaria o declínio. Ele jogou saindo da segunda lesão consecutiva, sem a preparação adequada e quase passou para a semi, ganhando inclusive do campeão do torneio e na quadra que é a pior para o estilo dele.
    Quanto a Djoko, ainda não entendi a falta de garra no jogo tão importante contra o Federer, ele fez uma apresentação sem aquele brilho nos olhos. Quem sabe o final de ano pesou até para ele.

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  34. DANILO AFONSO

    DALCIM, já estou ansioso para o início da temporada 2020 que promete ser espetacular, pois creio que diferentemente das duas últimas décadas, a disputa pelos principais títulos será muito acirrada e o posto de número 1 também no segundo semestre. A distribuição dos títulos dos Masters será mais rateada do que em 2019. Nos Slams talvez tenhamos surpresa no Australian Open e Us Open. Mais do que nunca os sorteios serão determinantes para o sucesso deste ou aquele tenistas, . Vejamos o que espero em 2020:

    FEDERER irá se preparar como nunca vislumbrando, principalmente se for seu ano de despedida, os recordes palpáveis (n. jogos, vitórias e talvez de títulos), e claro focado como nunca para levar ao menos um Slam na temporada, título este que poderá ser determinante na manutenção do posto de recordista de Majors;

    NADAL estará hiper motivado e buscará já nesta temporada empatar ou até mesmo ultrapassar o recorde de Slams. Ele tem ciência que em razão da sua idade e estilo de jogo, terá que aproveitar o máximo possível a temporada 2020 e 2021, anos que determinarão o seu lugar na história do tenis;

    DJOKOVIC toda vez que se sentiu “coadjuvante”, fora do posto de n. 1, se reinventou e ressurgiu mais competitivo. Goran Ivanisevic terá mais tempo para implantar melhorias no jogo do sérvio;

    MURRAY irá evoluir e estará mais motivado para atingir um nível próximo do que deixou antes das lesões. Será uma dor de cabeça para quem pegá-lo solto nos sorteios das chaves;

    MEDVEDVE tentará manter seu nível vitoriosos antes dos torneios indoors. Caso ele capitalize muitos pontos no primeiro semestre, poderá lutar pelo posto de n. 1 em Wimbledon.

    THIEM está maduro e pronto para atingir outro patamar. Brigar para ser um dos TOP 3. Neste ano ele já demonstrou com títulos que está mais competitivo no piso hard. Será uma grande ameaça para qualquer adversário não só no barro;

    TSITSIPAS acredito que o tenista que tem mais margem para evoluir. Em 2020 irá se consolidar e em 2021 poderá estar lutando pelo posto de n. 2 ou até 1, principalmente se Nadal e Djokovic baixarem um pouco a intensidade em razão da idade;

    ZVEREV é o tenista mais imprevisível da Nextgean. Ao vencer o Finals 2018, eu e muita gente acreditava que ele seria mais regular em 2019 e lideraria a sua geração, mas vimos que ficou aquém da temporada passada. Acredito que ele pode surpreender novamente. Potencial nós sabemos que ele tem, principalmente quando mantem um bom aproveitamento de 1º saque com mais regularidade.

    Além dos nomes citados, seria interessante se outros tenistas, da velha ou nova geração, apimentassem mais ainda a temporada.

    Que 2020 chegue logo.

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    1. Sérgio Ribeiro

      Onde assino , Danilo. Um Post pra lá de excelente. Com bastante conteúdo pros apreciadores deste maravilhoso Esporte. Quem sabe ele não inspire esses fanáticos da Kombi rsrsrs Abs! Ps. Eu bem que te avisei que aquela contagem da’ azar. O nosso caríssimo Robson escafedeu-se kkkkkkk Abs!

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    2. Mario Cesar

      Que belo texto ,veremos grandes jogadores se destacando diria que em forma e tirando um ano que estava lesionado e problemas psicológicos Rafa deverá ganharum GS talvez 2 . mais importante e torço para estes que estão chegando partem para cima mesmo Rafa parando ja tenho para quem torcer é o Grego!

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  35. Rafael Azevedo

    Federer, Nadal e Djoko empatados com cinco lideranças do ranking ao final da temporada. O mais impressionante de tudo isso? Jogaram na mesma geração. Ou seja, esse record só não é maior, porque havia sempre 2 outros membros do Big 3 para atrapalhar. Estão a um 1 ano de igualar o Sampras, o recordista desta marca, mas poderiam ter 5 na frente, se tivessem jogado em eras distintas…
    São fenomenais!

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  36. Ricardo Duoba Di Giacomo

    Alguém mais estranhou a atuação do Federer versus o Stefanos Tsitsipas?
    Eu particularmente achei muito estranho o Federer errar tantos forehands e até smach!! eu conto nos dedos de uma mão as vezes que vi o Federer errar um smash.
    joguinho muito estranho…teve muitos break points a favor, acho que mais de 10 para devolver quebra no segundo set e não converteu….teve game com 0-40!
    errando devoluções “tranquilas”…sei não…muito estranho a performance do Federer…

    Responder
  37. João

    Dalcim, boa tarde.

    A contagem de semanas no ranking continua mesmo com essa parada até o ano que vem?

    São quase 2 meses que o jogador fica garantido em sua posição…por exemplo, o Rafa está com 199, certamente irá até 210.

    Abs

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  38. Rafael

    Mestre,

    Se não me engano, ano passado você também acreditou em um novo ganhador de Slam, mas não veio. Eu fico com o pé atrás. Acho que na hora H a nova geração ainda peca. Entre Zverev, Tsisisipas, Thiem e Medvedev, qual deles você acredita que terá um maior sucesso ao fim da carreira? Meu voto vai pro Tsisipas. Zverev e Thiem falham na parte mental nos torneios maiores. Medvedev acho que será fogo de palha. Não vejo tanta técnica nele. Na verdade falta um pouco de agressividade pro Medvedev.

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, o Thiem tinha uma chance real em Roland Garros, mas o jogo adiado da sexta-feira complicou tudo. Concordo, o Tsitsipas me parece o mais completo.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Me lembro de vc dizer q ele teria maior chance em Wimbledon, se não me engano, ainda pensa assim? Acho q ele pode ser perigoso já na Austrália…

        Responder
  39. periferia

    Impressiona o Federer terminar entre os tres melhores do ranking mesmo com quase 40 anos.
    Impressiona o Nadal terminar o ano como número um do mundo mesmo sem joelhos.
    Impressiona o Djokovic ganhar 2 slam depois de abraçar muitas árvores ao lado de seu guru.
    Impressiona ainda os simpatizantes do esporte acreditarem na nova geracao.
    Todos os anos é a mesma coisa.
    Os 3 primeiros são sempre os mesmos.
    Os ganhadores de slam são sempre os mesmos.
    E mesmo assim continuamos tendo esperança que apareça uma geração vencedora.
    Se continuar assim teremos que ver nos regulamentos do esporte…se pode jogar de cadeira de rodas.
    Os velhos continuam…..

    Responder
  40. Vitor Hugo

    Ano passado, depois de vencer o finals, diziam que Zverev ia dominar o circuito, vencer slam e etc já em 2019. Muita calma! BOLA o cara tem pra ter um futuro brilhante. Agora, convenhamos, Tsipas não consegue dar um slice sequer, fica só batendo de esquerda. Tem que variar mais!

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  41. Alison Cordeiro

    As condições do piso tornaram a margem de erro minima nos jogos. Tsitsipas foi brilhante e mereceu a taça, mas a pegada de Grand Slam é ainda um grande desafio para estes garotos. Thiem já chegou longe em Rolanga, mas faltou braço na final. Mas foi legal ver a garotada jogando sem medo e vencendo o Big 3, mostrando que é possível, mas exige concentração, precisão e jogo de alto nível. Thiem bateu Djoko no detalhe e Nadal fez o mesmo contra Tsitsipas, demostrando que num slam essa consistência precisa ser ainda maior, coisa que o Big 3 já cansou de exibir. Sobre Federer, o nível mais exigente de jogos seguidos cobra um preço mais elevado, mas sua genialidade o mantém competitivo. Acho que Wimbledom é a melhor chance ainda para ele buscar mais um slam. Na grama ainda são poucos os adversários. Rolanga é terreno de Federer e o AO tem sempre um Djoko favorito. Acho que o US Open pode ser a grande oportunidade da moçada, já que o clima e as condições exigentes judiam dos “velhinhos” (e mesmo assim eles não largam o osso…rs)

    Dalcim, parabéns por mais uma ótima cobertura do torneio. Excelente acompanhar os jogos comentados e as colunas diárias. Vivemos ainda mais intensamente o clima do torneio!

    Responder
  42. Sandra

    Dalcim , por que a Colômbia está nessa Copa Davis e o Brasil não está ? Dupla no topo o Brasil tem, e não vale nada essa Davis? Pontos ? A outra não valia ?

    Responder
  43. Isaias

    Dalcim eu esperava mais do Thiem nos games de devolução ainda mais depois dos jogos contra Federer, Djokovic e Zverev onde mostrou uma excelente postura e agressividade nas devoluções especialmente nas devoluções de segundo saque, acho que ele arriscou muito pouco nas devoluções de segundo saque e quando arriscou faltou precisão e bolas mais profundas, o que vc achou Dalcim das devoluções do austríaco na final???? eu acho que em relação as outras partidas ficou devendo demais, já Stef foi bem mais agressivo, devolveu com mais qualidade, deu a impressão que o grego buscava mais os breaks e as quebras, tentava algo á mais nas devoluções de segundo saque coisa que o Austríaco não me transmitiu, mesmo assim o jogo foi ao tiebreak do terceiro set pq Thiem saca muito bem tem um excelente primeiro saque e um segundo saque bacana e tem golpes incríveis da base, caso o austríaco não tivesse um segundo saque bom como tem poderia ter passado muito mais apuro, bom essa foi a impressão que tive.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele joga bem em qualquer piso, mas claramente se dá melhor nos mais velozes. Acho que ele pode ir longe na Austrália, se o piso continuar mais rápido, e em Wimbledon.

      Responder
  44. Renato Toniol

    Gosto muito do tênis desse grego. Além da plasticidade dos seus golpes, é com toda a certeza o tenista mais versátil da nova geração, e não tem medo de jogar na rede. Fiquei muito feliz com a sua vitória, e um tanto quanto triste pelo Thiem, que tirando o jogo contra o Berretini, fez um torneio exuberante. Ou seja, tive uma mistura de sentimentos.
    Acredito sim que teremos uma nova geração muito forte, e se não tão boa quanto a atual, mas pelo menos com maior equilíbrio, já que haverá uma briga com mais tenistas lutando por grandes títulos.
    O tênis só tem a ganhar com isso.

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  45. Chileno

    Torci pelo Thiem, mas obviamente fiquei feliz pelo título do Tsitsipas também. Jogo bonito, agressivo, grande saque, sem medo de ir pra rede. Parece ter muito futuro o grego. Ambos os finalistas têm um jogo agressivo, como eu gosto. Estava um pouco preocupado de ficar sem ter por quem torcer com a inevitável e próxima aposentadoria do maestro, mas agora sei que poderei torcer tanto pelo austríaco, quanto pelo grego. Zverev e Medvedev não me agradam.

    O Thiem não é tão jovem assim, mas ainda tem muito pela frente. Acho que ele tem levanta sim, ao menos um caneco de Slam na carreira. Vencer Federer e Djokovic no mesmo torneio é feito pra poucos. Perdeu no detalhe a decisão. Faz parte.

    É o segundo Finals seguido que fica com a Next Gen. Tsitsipas, Thiem, Zverev e Medvedev já têm um punhado de vitórias sobre o Big 3. Será que ano que vem teremos novos vencedores de Slam? Me parece muito possível.

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    1. José Nilton Dalcim

      Torço demais por ele, mas acho uma tarefa bem difícil, ainda mais com a chegada da nova geração. Ele vai precisar antes de tudo de alguma sorte na formação das chaves, já que sempre sairá solto.

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  46. Danilo Hygino Arruda

    2019 foi muito bom…2020 promete ser melhor. Autralian Open favorito Novak, Tsipas vem babando. Roland Garros favorito Nadal, Thiem parece ter acordado. Wimbledon favorito Federer, isso mesmo, não vejo alguém melhor que ele lá, mas vou apostar que um novato vai surgir lá esse ano. Por fim US Open. Acho que dos 4 o que está mais em aberto, tem muita gente de olho nesse Slan. Meu palpite é 2 Slan para o big 3 e 2 para NextGen.

    Responder
  47. FERNANDO/MG

    Prezado Mestre Dalcim,
    Vamos aguardar para termos realmente a certeza que os novatos chegaram pra ficar, e ganhar os grandes torneios, sucessão mais que natural, mas ao meu modo de ver, ainda um pouco distante…Mestre, essa nova geração tem mostrado clara evolução e a cada torneio vem se firmando mais e mais, nos confrontos com o Big 3, o Nadal me parece ser, o que mais coloca dificuldades nessa garotada, ou seja, eles não conseguem muito êxito quando enfrentam o espanhol, comparado quando duelam com o Federer e Novak, você concorda mestre?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, porque o estilo do Nadal é muito fora do padrão e não é fácil enfrentá-lo, principalmente nas primeiras vezes. Mas veja que Tsitsipas jogou de igual para igual com ele na rodada decisiva do Finals.

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  48. Maurício Luís *

    Tsitsipas pergunta pra mâe:
    – Manhê, você acha que assim eu tô parecido com o BORG?
    – Tá sim, filhão. Desde que o observador esteja a 2 km de distância, à meia-noite, de óculos escuros e você esteja de costas. Parecido mesmo…

    Esta final entre o grego e o austríaco foi realmente digna de um evento deste porte. Pra mim, o Big 3 não fez falta nenhuma.

    Responder
  49. Vitor Hugo

    Brilhante o Tsipas! Mas fica a dúvida? Vai pelo menos chegar até a segunda semana do Australia Open, perder na estréia ou enfrentar Nadal, Novak ou Federer em um quartas ou semi-final e tomar um 3 x 0? Espero que seja diferente.

    Responder
  50. Ronildo

    Essa acenção dos jovens significa queda de Federer, Nadal e Djokovic, torneio após torneio. Murray já caiu, infelizmente.
    O pessoal não acredita, se debate, se contorce, mas não tem como evitar o inevitável.
    Os recordes de Federer não serão quebrados e dificilmente ele chegará aos 109 de Connors. Embora seja mais fácil ele bater estes recordes do americano do que chegarem nos dele.
    Tsitsipas está muito forte mentalmente. Vai ser praticamente impossível vencê-lo numa partida melhor de 5 sets. O cara pode perder os dois primeiros de 6-0 e mesmo assim virar o jogo a qualquer momento. Tomara que o sorteio do AO distribua estes jovens equitativamente na chave. Será frustrante se ficarem tudo no mesmo quadrante!
    Início do fim do ciclo. Só falta Nadal cair para consolidar a tendência.
    Zverev pode fazer frente à Tsitsipas. Mas vai ter que melhorar muito e aceitar as muitas derrotas que virão, como Murray frente à Djokovic. Shapovalov é excelente, porém o principal golpe de 99% do circuito vai diretamente contra seu lado mais frágil, já que é canhoto e joga com uma mão. Tem Aliassime que pode melhorar também. O jovem prodígio italiano. 2020 será um ano fantástico para o tênis assim como foi o Finals foi.

    Responder
    1. Ronildo

      Esqueci de Medvedev também, que foi o primeiro que barbarizou e fragilizou o mental do Djokovic como jamais havia visto. Além do Thiem, que pode ser número 1 por causa de sua provável futura dominância no saibro.

      Responder
  51. rafael

    Mestre, que pena o Thiem não ter ganho. Torci para ele, mas o grego mereceu. Jogou demais! Contudo, eu só acredito nessa next gen quando algum ganhar um GS. Eu ainda acho que o Nadal e o Djoko reinarão por alguns anos (o Federer em menor escala, pois 7 jogos longos já começam a pesar). Que venha 2020!!

    Responder
  52. Miguel BsB

    Acho o Thiem o mais “gente boa” e pé no chão dessa nova turma…e não só eu, muitos tenistas falam isso dele no circuito. Tb torci um pouco a mais pra ele por ser mais velho, mas ele ainda vai conquistar coisas grandes, com ctz. Tá parecendo um pouco a Halep, que bateu na trave seguidas vezes mas depois deslanchou.
    Foi um jogaço, e o torneio tá em ótimas mãos…o grego de um ano pro outro foi campeão Next Gen e agora papou o Old Gen rs
    Dá pra perceber a ambição tenistica dele, em querer ser multicampeao e número 1. Acho q vai longe.

    Responder
  53. Viana

    Eu vejo o Thiem e o Tsitsipas com uma grande futuro pela frente.
    Thiem não tem medo do Big 3 e de ninguém. E ele é bem agressivo, as vezes até demais!
    Tsitsipas saca demais e tb joga muito!
    Agora falta pra esses moleques muito bons de bola o grande teste: Slans!
    Creio q Thiem está pronto pra Roland Garros e US Open
    Tsitsipas tb está pronto.
    MAs aí a perguinta final:
    Dalcim, hoje vc já acha q eles, Zverev e Medvedev já dão conta de ganhar do Big 3?
    Ano q vem veremos!

    Responder
    1. Lott

      É o Nadal com 26 anos já tinha 11 GS,7 RG,2 W,1 AO e 1USO e 3 VC de W,1UO,1AO,1USO,será que algum da Next Gen,vai conseguir isso tudo,acho dificil.
      Vamos aguardar

      Responder
  54. Fernando Brack

    Mais um virgem de Slam a faturar o Finals. Como já lembrou o Júlio Marinho, espero que a ‘maldição do Finals’ não caia sobre o grego.

    Responder
  55. Daniel

    Cabeludo, carismático, backhand de uma mão…
    Venceu Federer e Djokovic.

    Lembrei de um cara que fez isso em 2000, vencendo Agassi e Sampras.

    Parabéns aos dois jogadores, que têm todos os golpes, um belo tênis e se movimentam muito bem.
    Parece que os próximos anos reservam grandes duelos dessa nova geração.

    Responder
  56. Fernando Peixoto

    Da idade do Tsitsipas, Rafael Nadal já era bicampeão de Roland Garros. Enquanto a NexGen não conseguir um slam, ainda é preciso aguardar com ressalvas. O Thiem já tá com 26 anos, Medvedev 23. Melhor de 5 sets é outra história. Minha aposta para o AO 2020 ainda está no Big 3.

    Responder
  57. Jonas

    O tênis precisa de jogadores assim. Tsitsipas tem culhão, não respeita ninguém dentro de quadra e como é difícil quebrar o serviço desse cara. Título merecido!

    Bom, não acho surpreendente alguém da nextgen vencer algum Slam em 2020. Normal q a cada ano consigam se impor e amadurecer mais seu jogo. Lembro q o Djoko chegou ao auge com 23/24 anos e esse grego tem 21…esse cara vai evoluir muito ainda.

    Ainda vejo Nadal ganhando Roland Garros. O Djoko pode levar AO ou US Open (quem sabe os dois). Os mais imprevisíveis são Wimbledon e US Open mesmo.

    De tudo q o Ronildo escreveu, só concordo q o Federer estará se despedindo em 2020. Se ele realmente quiser, joga até os 40, mas não acho q vai acontecer.

    Responder
  58. Paulo Sérgio

    Já vi antes esse oba-oba em torno dos novinhos quando das finais seguidas de Medvedev, que já vai em cinco derrotas seguidas. Agora é o grego. Evidentemente, eles vão ganhar alguma coisa, porque M1000 são muitos ao longo do ano e nem sempre o Big3 está bem durante toda a temporada. Mas com GS a coisa é um pouco diferente. Ainda acho que esse Finals teria outro final se Nadal não tivesse vindo de lesão, já que seu tênis foi melhorando a cada jogo. De todo modo, sem desmerecer, o Finals é o torneio da moçada. Basta ver os três últimos campeões. Até Dimitrov ganhou Finals…

    Responder
  59. Daniel

    Acho que do ano que vem não escapa. O Big 3 vai começar a sofrer pra ganhar dessa molecada inclusive nos GS. E tem os outros que também podem evoluir.

    Mas o que me deixa aliviado é que vendo esses jovens jogarem, sinto que o tênis estará em boas mãos. Felizmente a garotada decidiu adotar a postura do Federer, indo pra cima, enfiando a mão, buscando a rede, ao invés do estilo maratênis de só ficar correndo e devolvendo a bolinha como um paredão com rodinhas.

    Claro que nenhum jogador será capaz de produzir o tênis de agressividade cheio de variação e lances de pura genialidade do suíço, mas o estilo dos jovens tá mais agradável de ver que o da dupla Nadal / Djokovic. Tomara que nos próximos 20 anos, o “tênis de resultado” não tenha o mesmo sucesso que teve nos últimos 15 anos. Vou torcer para que a minha hipótese esteja certa: por ser uma novidade e por conta dos avanços na medicina, o estilo Maratênis pegou todos de surpresa. Mas agora não aguentará o tranco contra jogadores agressivos. Tomara!

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    1. Rafael Azevedo

      Só tem um problema no seu comentário…o Nadal venceu o Tsitsipas, fazendo mais winers, subindo mais à rede e variando mais o jogo, por exemplo, com slides…
      O fato de um jogador buscar todas as bolas e se defender bem, não significa que não seja ofensivo (inclusive, o próprio Tsitsipas também tem chegado em todas e bolas). No passado, o Nadal já foi mais cauteloso e esperava o adversário errar, apesar de que, quando atacava, o fazia com perfeição. Mas, hoje, e já faz um tempo, ele é um jogador totalmente diferente, que muitas vezes busca a iniciativa do ponto.
      Não concordo com os estigmas que colocam sobre esses jogadores. Parece ser uma forma de tentar diminuí-los para amenizar o fato de que o Federer encontrou adversários à altura. O Federer não precisa disso. O Nadal e o Djoko sabem se denfender, sim, mas, também, sabem atacar com muita técnica e brilhantismo. Mais técnica até do que os próprios next gen. Pelo mesno, ainda nos dias de hoje. Basta ver às variações de backhand e saque, voleios, drop shot e smash do Nadal, por exemplo, no jogo contra o Tsitsipas.

      Responder
      1. Gildokson

        Rafael, o teu comentário me fez lembrar de quando assisti a final do AO 2012 com um amigo da minha mãe que não entendia nada de tênis. Ele não quis ver o jogo até o final, claro rsrs porém me recordo que uma hora ele comentou. “Nossa eles não deixa nenhuma bola passar por eles. É normal isso?” kkkkkkkkkkkkkkkkkk
        Concordo com muito do que você falou, mas pra mim pelo menos metade do que Nadal e Djokovic conquistaram veio da capacidade de se defender ala paredão mandando sempre mais uma pro outro lado, fazendo o adversário buscar as linhas e errando mais e mais perdendo paciência e confiança…
        Quando eu pensar neles daqui 20 anos, é disso que vou lembrar

        Responder
    2. Paulo Almeida

      E nada cala esse chororô. Duplo 40-15 eterno no sparring.

      Comemore o maior título do Frauderer em 2019: ganhar do Djokovic na fase de grupos.

      Responder
  60. Pedro

    Dalcim,

    Eu quase acertei com o Thiem, mas é bom lembrar que a cabeça dele ainda oscila muito com o emocional, e isso faz a diferença. Quando questionei você sobre o Federer ser o favorito, eu realmente não achava isso, mas as coisas poderiam ter sido diferentes e ele ter vencido. Quando coloquei o Thiem como favorito estava analisando a campanha no torneio, porém, faltou cabeça para o austríaco, em uma final, coisa que acontece com muitos, inclusive com o Federer que é um tenista emotivo. Uma coisa interessante é que os mais velhos, o big 3, chegou no fim da temporada mais cansados do que os novos, e acredito que isso tenha feito diferença. É só notar há quantos anos nenhum deles ganha o Finals. A maior decepção deste Finals foi o Nole. Em relação a 2020, há uma real chance de alguém dos novatos ganhar um GS, mas acho que o big 3 ainda fica com 2. Esse equilíbrio entre a nova e a velha geração está sendo muito boa para o esporte, e realmente está na hora de mudanças. Federer deve ainda ganhar alguns 500 ou até 1000 em 2020, mas acho que vai se aposentar ano que vem. Wawrinka deve ser outro .

    Responder
  61. O LÓGICO

    Eu acabei de acordar de um pesadelo terrível: sonhava que o Robozinho das trevas estava disputando a final do Finals contra Roger Angel e ao final o vencera. Foi o único acontecimento ruim em minha vida durante todo esse ano kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, mas valeu por cem kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Sorte minha que havia programado a TV para ligar Às 4 h pra assistir os últimos episódios da terceira temporada de LINE OF DUTY; senão, provavelmente teria que experimentar na alma o desprazer de ver o praticante do tênis do mal morder um troféu tão nobre e que não merece a mácula do seu tênis de latrina kkkkkkkkkkkkkk. O troço foi tão real que, seguindo Pirro, chego a temer que nesse exato momento ainda esteja sonhando kkkkkkkkkkk e o texto do GURU seja uma ficção do meu cérebro kkkkkkk. Espero que não!!!!!

    O que me conforta, e dar prazer kkkkkkkkk, é saber que nesse exato momento, enquanto sua esposa dorme, ele deve estar se perguntando por que não consegue ganhar um torneio que até debutantes conseguem kkkkkkkkkkkkkk. Talvez o L Fall in Love pelo tourinho ou o M C das farmácias saibam explicar. A minha explicação é bem simples e tem amparo no seu histórico: ele não tem um tênis à altura desse torneio kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Acho que essa geração é recheada de encantos, e não vejo nenhum deles jogando como o robozinho jogava até 2010: só se defendo e jogando a bolinha, como balões kkkkkkkkkkkkkk, por outro lado da quadra à espera do erro do adversário. Na verdade, espero, sinceramente, que os três Titãs sejam solapados por eles o mais breve possível, para que possamos assistir ao embate somente entre eles. Isso não vai demorar mais que dois anos, penso eu. Eles praticam um tênis vistoso e destemido, e vão nos dar boas alegrias. SÓ NÃO VÃO CONSEGUIR NOS FAZER ESQUECER DAS JOGADAS GENIAIS DE UM QUARENTÃO QUE AINDA TÁ NA PISTA KKKKKKKKKKKK

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Todo tenista TOP costuma ter sua frustração. Mesmo o Rod Laver, detentor dos principais títulos, não conseguiu ganhar o WCT. Lendl não ganhou Wimbledon. Sampras, Jimmy Connors e John Mckenroe saíram virgens de Roland Garros. Então não é de se estranhar que o baloeiro siga com sua sina de não vencer o Finals… felizmente.

      Responder
    2. André Barcellos

      Perfeito! Thiem, Tsitsipas e Sahpolavov tem um tênis vistoso. Zverev, Medvedev tão mais pra maratênis (o que especialistas chamam de tênis moderno).
      Aliassime ainda precisa mostrar a que veio.
      De qualquer forma, é um pessoal mais parrudo que Dimitrov, Goffin, Raonic, etc.
      No entanto nenhum deles produzirá o tênis, além de vistoso, genial e com lances mágicos do suíço.
      Mas certamente Tsitsipas tem espaço pra evoluir e se tornar muitíssimo dominante. Se acrescentar um Alice melhor ao seu jogo, bem como desenvolver uma direita mais matadora, será o cara.

      Responder
  62. Nelson Maciel Filho

    O tenista Tsitsipas tem um futuro promissor. É um grande jogador e está em fase de evolução. Se continuar amadurecendo e focado pode em breve ganhar um grande slan. Creio que há possibilidade do próximo ano. Todavia, vejo o Djokovic e o Nadal como favoritos a ganhar os Próximos grand slan. Federer vai encontrar mais dificuldades.
    Parabéns ao tenista grego!

    Responder
  63. Fabio Riella Fernandes

    Primeiramente achei que Zverev seria o primeiro a desbancar o big 3 em grand slams. Meses atrás achei que seria Medvedev. Agora acho que pode ser Tsitsipas. Afinal quem será que vai destronar o big 3 em majors, hein Dalcim?

    Responder
  64. Rodrigo S. Cruz

    O grego além de jogar muito bem, tem carisma e simpatia.

    Vai longe ele…

    E o Dominic “SUB-esThiem-ado” também merece aplausos!

    Ganhar de Federer e Djokoivc no mesmo torneio é um feito que poucos conseguiriam.

    Além disso, a final foi emocionante, e o título passou pela mãos deles dois…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Exato Rodrigo. Pena que o Pessanha disse que se mandou para o Chile. Imagina ele vendo seu “ Super E “ bater Federer e Novak e fazer essa Final digna de grandes Campeões rsrsrs Abs!

      Responder
    2. neuton

      Que?!!!!!!!!!
      O Grego tem carisma e simpatia? KKKKKKKKK
      Ele é o maior marrento e antipático do mundo.
      O cara joga muito, mas se há algo que ele não tem é simpatia e carisma.
      É chato, muito chato e antipático.

      Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Que tal emprestar o seu Nick de novo em caro, P F ? Nada que preste como sempre . Um jogaço ESPETACULAR e você define deste jeito . Na boa , pede a Kombi emprestada e vai dar uma voltinha … rsrsrs Abs!

      Responder
  65. Julio Marinho

    Concordo, Dalcim. Torcia mais pelo Thiem, até pelo estágio da carreira. Seja como for, Stef é um jogador de alto gabarito e que quer chegar cedo ao topo.
    Duas provocações, Dalcim:
    1) Será Stet mais uma vítima da maldição do finals, como Dimi e Sasha?
    2) Será que o grego vai aprender a ter carisma? A avidez dele me soa arrogância demais e parece nem conseguir disfarçar. Tenis é o que interessa, mas torcer para alguém gente boa para mim é bem melhor.

    Abraços!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que Tsitsipas vai deslanchar ainda mais, Júlio. Ele me parece do tipo com sede de conquistas, o que não acontece com o Dimi ou Zverev. Acho que ele já mudou bastante de comportamento em quadra.

      Responder
    2. Fabio

      A pergunta não foi pra mim e não sei se o Dalcim vai concordar mas assim como o Djokovic e talvez até os outros grandes são assessorados, ele também vai ser, ele já falou que se sente mal por não ter a torcida a favor contra as lendas; eu prefiro que ele e todos os outros sejam autênticos, meu preferido dos mais novos é o Thiem pela personalidade, mas prefiro uma pessoa autêntica a uma pessoa que parece estar forçando pra parecer o que não é.

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      1. Felipe

        Concordo Fabio, esse é o maior erro do Djokovic, o proprio Medvedev conseguiu o “perdão” no USOpen por não vir com falsa humildade após ter sido bem idiota!

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    3. Sérgio Ribeiro

      Arrogância ? Tá de brincadeira, né Júlio. Depois da contratação de Mouratouglu , o cara é outro. Venceu em sequência o FINALS Next Gen e o Old Gen rs Dimi e Sasha se perderam legal fora de quadra . Ele e Thiem deram um UP com seus novos treinadores. Acredito mesmo que um deles ( ou os dois ) , farão Finais de SLAM já em 2020. O Grego se moveu em quadra ( também contra Federer) , como um verdadeiro precoce Campeão. Abs!

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      1. João ando

        Caro Sérgio tb acho que o grego ganha um slam. ..talvez o ao….o thiem joga muito torci até para ele na final mas falta alguma coisa para ele finalizar o jogo …eu não sei bem o que…o que vc acha dalcim do thiem?

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        1. José Nilton Dalcim

          Acho que ele está dominando melhor a cabeça e é sem dúvida um dos únicos que pode aguentar uma melhor de cinco no saibro contra Nadal e Djokovic.

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