Novo e inesperado campeão. Outra vez.
Por José Nilton Dalcim
16 de novembro de 2019 às 21:09

O ATP Finals verá um novo campeão em 2019, marcando o terceiro ano consecutivo que nenhum Big 4 conquista o título. Será que os tempos estão definitivamente mudando? Se Dominic Thiem não pode ser chamado de Next Gen, apesar dos seus 26 anos recém completados, Stefanos Tsitsipas se consagra como o grande nome da novíssima geração, com real capacidade de desafiar os monstros sagrados em qualquer piso.

Sua atuação neste sábado contra Roger Federer foi de gala, e isso tem menos a ver com a parte tática e técnica, em que também foi extremamente bem, mas com a parte emocional. Com quase toda a torcida contra, ele se sustentou em momentos delicados, em que poderia ter cedido a erros não forçados e revigorado o suíço. É bem verdade que o Federer de hoje esteve distante daquele que derrotou Novak Djokovic 48 horas antes, com falhas cruciais de forehand.

Stef mereceu com louvor a vitória. Sacou firme quando necessário, mostrou solidez de base impressionante, com um backhand sólido e um forehand agressivo na menor oportunidade. Abriu ângulos na esquerda do adversário ou usou o lado direito para pegar o suíço deslocado. Foi à rede sem afobação.

Esse conjunto de qualidades foi demais para um Federer que em alguns momentos mexeu muito mal as pernas – os dois smashes desperdiçados num único game logo no início e a quebra de zero no segundo set foram frutos diretos disso – e se afobou quando precisou de uma devolução profunda para tentar reagir. Nas duas derrotas deste ano para Tsitsipas, construiu 24 break-points e só aproveitou um.

Fato curioso, a decisão às 15 horas deste domingo envolve dois jogadores que derrotaram Federer neste piso veloz da arena O2, porque foi assim que Dominic começou sua campanha em Londres no último domingo. Aliás, ele logo depois barrou também Novak Djokovic, um esforço que custou atuação ruim diante de Matteo Berrettini. Evoluiu neste sábado contra o amigo Alexander Zverev, mas num nível inferior ao que vinha apresentando.

Thiem é mais experiente, já ganhou quatro dos seis duelos contra Tsitsipas e tem o favoritismo natural. Eu diria no entanto que esse favoritismo é bem tênue, principalmente se Tsitsipas conseguir outra vez se plantar sobre a linha e acelerar os golpes, impedindo que o spin pesado do austríaco tire seu tempo do backhand.

Apesar de inesperada, a decisão deste Finals promete. Para agora e para o futuro.

E mais
– Há outro fato histórico na final deste domingo: a primeira entre dois tenistas com backhand de uma mão desde que Federer ganhou de James Blake, em 2006.
– Thiem recupera o quarto posto do ranking e supera outra vez Daniil Medvedev. O eventual título o deixará a apenas 265 pontos de Federer e um inédito terceiro lugar, meta para 2020 com certeza.
– O austríaco também pode se isolar de Djokovic e ser o único com seis títulos na temporada em 25 torneios disputados. Dado curioso, ele terminará com mais vitórias na dura (26 por enquanto) do que no saibro (23).
– Tsitsipas já tem dois feitos notáveis na temporada: então com 20 anos, é o mais jovem a derrotar os membros do Big 3 e também a bater Nadal sobre o saibro.
– É a sexta final do grego em 2019, com títulos menores em Marselha e Estoril, mas vice em Madri, Dubai e Pequim. Tem 54 vitórias em 2019, cinco a mais do que Thiem.
– Stef também é apenas o terceiro estreante no Finals a atingir direto a última rodada, repetindo Grigor Dimitrov e David Goffin de 2017 (o búlgaro foi o campeão).
– Um jogo tenso, com sete quebras, acabou determinando a queda de Marcelo Melo e do polonês Lukasz Kubot para Pierre Herbert e Nicolas Mahut. A parceria do mineiro não fez mesmo um grande torneio e termina a temporada com apenas um título, mas importantes vices em Indian Wells, Xangai, Halle, Pequim e Viena.
– Uma cerimônia celebrou os tenistas que se aposentaram em 2019 – Radek Stepanek, David Ferrer, Víctor Estrella, Nicolás Almagro, Max Mirnyi, Marcin Matkowski, Mikhail Youzhny e Marcos Baghdatis -, incluindo por fim Tomas Berdych, que decidiu parar a luta contra seus problemas físicos. O vídeo abaixo talvez seja a melhor homenagem ao vice de Wimbledon de 2010 que também foi quarto do ranking numa era muito difícil de sonhar com grandes títulos.


Comentários
  1. Maurício Luís *

    A seguinte conversa “vazou” do whats de um conhecido tenista:
    – Meu genro, PhD em baloagem avançada… nem bem chegou do Finals e já tá de saída? Fica + um pouco pra conversarmos!
    – Gostaria muito, sogrinha querida. Mas tô inscrito no Aberto de JÚPITER. Volto daqui a 2 meses. Adiòs!

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  2. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,em relacao a questoes fisicas…Federer jogou na quinta contra o djokovic,o jogo nao foi muito longo e ele pareceu se movimentar muito bem…Porque ele estaria lento contra o tsitsipas?E o Djokovic fez um hogo muito desgastante contra o thiem,mas o intervalo de descanso e o mesmo de um slam,que por sinal sao melhor de 5 sets…E ele estava muito abaixo fisicamente contra o Federer…

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    1. José Nilton Dalcim

      Não sei o que possa ter acontecido. Os bastidores são complexos. Veja o Thiem que passou mal depois do jogo com o Djokovic e quase não se recuperou. Federer parecia lento de pernas, mas isso acontece também quando bate nervosismo.

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  3. Maurício Luís *

    O problema destes candidatos a substituir o Big 3 é o seguinte: descem no ranking tão depressa quanto sobem. O Grigor Dimitrov que o diga. Às vezes por queda no rendimento, às vezes por contusão, como no caso do Nishikori.
    *** Colunas Sociais – A visita da sogra – parte “dois xis três pauzinhos” ***
    Enquanto isso, na sua mansão, o baloeiro espanhol está sentado num PUF, refletindo. Uma fumacinha negra paira sobre sua cabeça pouca telha.
    ” – Raios. Raios DUPLOS! O grego lá, beijando o troféu, e eu aqui, com a sogra, esse presente de GREGO. Essa visita dela tá parecendo aquela antiga novela, ‘ O Direito de Nascer’: não acaba nunca! Pior que a planta carnívora que eu trouxe de presente pra ela tá com gastroenterite e não quer comer nada.
    Agora o Tsitsipas vai pro quinto lugar do ranking e eu aqui, nesse quinto dos inf**nos. Mereço, viu? Ao menos voltei pro topo.”

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  4. Mário Cesar Rodrigues

    Caro Dalcim,sempre falei que se o Grego melhorasse na parte de moral,ética..quando Rafa parar certamente vou torcer por ele.o Thiem não vai muito longe não vai ser um top 5 no máximo e se ganhar um GS talvez possa ser TV digo talvez mais uma experiência fabulosa. Abs

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  5. Luiz Fernando

    Dalcim, se vc estiver com tempo, como é o formato dessa decisão da Davis? Li que os times jogam em grupos em dias seguidos, contra times diferentes, estranho. Claro q posso ter interpretado errado o q li. Te agradeço antecipadamente.

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    1. José Nilton Dalcim

      São seis grupos de três países, todos contra todos do grupo (2 confrontos portanto) e o campeão vai para as quartas (6) mais os dois melhores vices do grupo (2), para mim uma brecha estranha no regulamento.

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  6. Luiz Fernando

    Não vi a partida por isso não vou dizer q ocorreu isso ou aquilo, mas venceu o grego no tiebreak do set 3, o q quer dizer q Thiem poderia perfeitamente ser o campeão. Tomara q não corra com ele o mesmo q ocorreu com Zverev, q depois do grande titulo do Finals 2018 desandou. Pra vermos como o esporte é incrivelmente mutável, ha 1 mês dizíamos q Medvedev deveria ser o primeiro dos tenistas mais jovens a lutar por um GS com chance real de vencer, agora parece ser o grego, 2020 promete mais equilíbrio do este ano.

    PS: não assisti a partida pq fui ao cinema assistir “Ford vs Ferrari”, filme simplesmente espetacular pra quem curte corridas, recomendo aos amigos do blog…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Quem larga o GP de Interlagos, a grande Final do Quinto SLAM e a grande Vitória do Mengao , para ir ao cinema , merece ficar em recuperação. Daí três meses todo dia de Live Score pro guri rsrsrs Abs!

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        1. Sérgio Ribeiro

          Papinho de hétero de novo , Guri ? Pensei que viria com o de arrogância? Assistiu a grande FINAL ? Daí não saber nada do Esporte além de comentar os resultados . Lembra do seu “ Odeio Federer “ de 2016 ? E’ melhor ir mesmo ao cinema kkkkkkkk Abs!

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  7. Paulo Almeida

    Jogaço e grande vitória do Tripas. Lembrando que ele foi destruído pelo Djokovic há duas semanas em Paris por 6-1 e 6-2.

    A melhor e mais difícil década do tênis terminou bem, mesmo sem o hexa do sérvio.

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  8. Euro Oscar

    Olá, Dalcim!
    Acabou agora. Que beleza de jogo! Quando o Tsitsipas fez 4 a 1 no tie-break decisivo, parecia que estava garantida a vitória. Daí o Thiem igualou em 4. No fim deu Tsitsipas. Grandes jogadores. No começo do Finals a maioria apostava em Djokovic. No fim, pelo quarto ano seguido os monstros sagrados não fizeram a final. E do next-gen está sobressaindo o Tsitsipas. E o Jannik Sinner, daqui a uns meses,? Vamos ver no que dá. é bom haver renovação…E tomara que o Andy Murray e o Del Potro possam voltar com a corda toda. Na Austrália, no começo do ano que vem, vamos poder torcer pelo Seyboth Wild… E o Bellucci? Faz tempo que não entra no top 200 e ultimamente nem no top 300. Tomara que se recupere! O que você acha dos brasileiros? A médio prazo, pelo menos.

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    1. Euro Oscar

      PS: Ah, no next-gen estão ainda o Aliassime e o Shapovalov (ambos do Canadá dando boa cana, hem!). E o Medvedev, acho que ainda se enquadra nessa faixa de idade. Pena que quando vinha muito embalado, numa fase incrível, tropeçou no finals. Porém, deve recuperar-se logo, acredito.

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    2. José Nilton Dalcim

      Acho que Thiago Monteiro deve se manter no top 100, mas tenho esperança que João Menezes e o Thiago Wild consigam novo salto de qualidade em 2020.

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      1. Euro Oscar

        Olá, bom dia!
        Obrigado pela resposta. Não boto fé no Monteiro nem do Menezes. Difícil chegarem no top 50, a não ser que o jogo deles evolua. Vou torcer por todos os brasileiros, é claro.
        Em potencial, confio mais no Wild. Mas só o tempo dirá.
        Uma ótima semana!

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  9. José

    Achei que o Tsitsipas jogou bastante parecido com o Djkovic nessa vitória contra o Federer, balançando o suíço de um lado para o outro e não deixando confortável nas trocas. Achei também que ele foi muito firme nos pontos decisivos, ao longo de todo o torneio, salvou muitos breakpoints. Mas por outro lado deu muitas chances para os adversários, precisa melhorar nesse ponto.
    Já o Federer tem oscilado assim nos últimos anos, partidas brilhantes seguidas de partidas bem abaixo, é raro ver ele cometer tantos erros de forehand. Deve ser a idade.

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  10. André Barcellos

    É impressionante o amadurecimento tenístico e mental do grego, aos 20 anos.
    E físico também.
    Muitos tenistas nessa idade são muito rápidos mas não tão resistentes.
    Tsitsipas também é muitíssimo veloz pra sua altura. Não tem como não admirar o jogo do grego.

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  11. Paulo Almeida

    Acho que finalmente os torcedores do Fregueser podem usar a desculpa da idade para justificar a falta de pernas e consequentemente algumas derrotas. Isso aos 38 anos.

    Já Djokovic e Nadal ainda possuem excelente movimentação e essa muleta está fora de cogitação.

    O fake camaleão fala tanto dos smashes do sérvio, mas ontem e em outras partidas quem foi bisonho nesse golpe foi justamente o suíço. Toma, haha!

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Realmente o Federer foi bisonho ali, pois se tratava de BIG points.

      Ou seja, a falha naqueles smashes custou muito caro para ele.

      Entretanto, o Marquinhos tem razão de tirar sarro dos smashes do Djokovic.

      Porque NO GERAL, em termos carreira, esse golpe do sérvio é bem meia-boca mesmo.

      Até que deu uma melhoradinha, mas…

      Responder
    2. André Barcellos

      Nadal também é nitidamente mais lento que aos 18, 20, 25 anos.
      Qualquer um Que tenha visto com atenção a carreiras espanhol vê isso. Não chega em tantas bolas impossíveis como antes.
      Federer está mais lento desde 2007, 2008, no máximo 2009, ano em que as madeiradas começaram a acontecer com mais frequência.

      Já o sérvio ainda se movimenta bem, de fato.
      Mas não tem a mesma resiliência mental pra dominar um ano inteiro.
      Novos tempos chegando.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Não vejo NENHUM torcedor do Nadal reclamando da sua movimentação. Inclusive ele salvou várias bolas impossíveis na final de Roma por exemplo.

        2007, 2008, 2009, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

        Tá bom, cara. Se você acha que o Fregueser é coadjuvante no circuito desde 2008 por causa disso, seja feliz assim.

        Responder
        1. André Barcellos

          Cara, não interprete as coisa tão 8 ou 80.
          Falei que Federer está mais lento.
          E é da natureza do corpo.
          Federer não é um coadjuvante de luxo, inclusive venceu os grandes oponentes em GS desde que ficou mais lento.
          Acontece que, não precisaria explicar e eu não me darei ao trabalho em outras vezes, que, em alto nível, uma fração de segundo que seja do cara ficar mais lento, ele não tem a mesma precisão pra bater.
          Nadal está mais lento e ele mesmo já declarou isso recentemente. Não tem a mesma dopamina ou explosão de antes.
          E se chega numa bola, a retomada para outra não é a mesma.
          Federer tem um jogo suiçamente preciso, e suas bolas de ataque tendem a sair caso ele não esteja bem ajustado.
          Para jogadores que precisam fazer a transição rápida à rede, ou jogam muito nas linhas (como é o caso do suíço), isso os atinge mais.
          Foi assim com Sampras.
          Mas, vc talvez não joque tênis, não sei…
          Aos 29 o cara não tem a mesma velocidade e retomada de aos 25. Aos 33 não tem a mesma de aos 29.
          Mas dá pra sobreviver se for extremamente competente e talentoso.
          Federer é escabrosamente mais lento que antes.
          Nadal também já é nitidamente.
          E Djokovic também já não é o mesmo de 2011 ou 2012.

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    3. Sérgio Ribeiro

      Errado. Novak e Nadal tendem a começar a perder para a Next Gen a partir de 2020 , mais do que você imagina. Inclusive em SLAM como Medvedev apontou. Suas teses vão para o Espaço com esses SEIS anos a mais que Thiem tem sobre Tisitsipas e os demais. Este vai ser , entre outros , um exemplo definitivo. Lendl em cima de Connors e Big Mac , e os que você chama de Pangarés ( Hewitt , Roddick e Safin ) em cima de Sampras , se o malandro não tivesse nascido somente a partir de 2008 , já seriam suficientes. Abs!

      Responder
  12. André Barcellos

    Em outro post Falei que Federer nos áureos anos perdia
    4, 5 jogos por ano.

    Paulo Almeida respondeu:

    “4 ou 5 jogos por ano??? Kkkkkkkkkkkkkkk
    Mas nem nos anos mais fáceis da entressafra com Roddick em segundo e Blake em terceiro isso aconteceu! Tomou surra até do Guga semiaposentado em Roland Garros.”

    Morreu pela boca, PA. Vangloriar-se ou tripudiar em cima do que não conhece é feio e paga mico.
    Foi exatamente como disse. Fonte ATP. (Nem precisava porque eu lembrava)
    “2005 Roger Federer tennis season:
    Calendar prize money
    $6,137,018
    Season record
    81–4 (95.29%)”

    “ 2006 Roger Federer tennis season
    Calendar prize money
    $8,343,885
    Season record
    92–5 (94.84%)”

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Legal, essa você “venceu”, apesar de obviamente ter conseguido tais feitos em cima dos bagres citados e aqueles outros de sempre: Hewitt, Davydenko, Baghdatis, Agassi de fraldão etc.

      E quantos torneios disputou? Mesmo na entressafra, o Fregueser não conseguiu um desempenho melhor do que o Djokovic em 2015, com 3 GS, 6 Masters e Finals, além de finalista no outro GS e nos outros Masters que não ganhou.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Sempre tudo errado. Hewitt foi o mais jovem N 1 da Era Profissional e bateu Sampras em final de USOPEN. Portanto você demonstra um desconhecimento absurdo. Agassi de fraldão foi o N 1 mais velho , antes de Federer desbanca-ló somente em 2017 . Venceu o AOPEN 2003 e fez FINAL do USOPEN 2005 . Rafa Nadal então N 2 caiu cedo. Cara você realmente finge que nasceu em 2008. Meu filho diz que você é P*ta velha da Whats junto com o Chatonik . Fico com ele rsrsrs Abs!

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Tudo certo como sempre. Os medíocres Hewitt e Roddick foram número 1 do mundo justamente porque o circuito era terrivelmente fraco. Nadal só virou alguma coisa fora do saibro em 2008.

          Sem choro, sparring duplo 40-15.

          Responder
      2. André Barcellos

        Cara, todos esses aí jogaram muito tênis.
        Blake dava coça no Nadal.
        Gonzalez tinha mão de pedra. Roddick ganhou de todos na época com folgas, tinha o melhor saque de todos.
        Tanto que contra Djoko… vc já sabe.
        Enfim, Sob qualquer aspecto E contra qualquer adversário , ganhar 92 e perder a cinco é um absurdo.
        Enfileirar gente diferente, de Karlovic a Ljubicic, passando por baixinhos defensivos e ágeis…requer uma consistência e cabeça muitíssimo diferenciadas.
        Em 2006 Federer levou 3 slams e foi campeão do Finals também.
        Lembro que nessa época não tinha pontos vulneráveis, exceto a bola do Nadal, alta na esquerda.
        Essa bola ele conseguiu dominar mas já muito tarde.
        No entanto perdeu todo o resto: regularidade, consistência ao longo do ano, a cabeça anda cansada, resistência e principalmente velocidade. Federer era um baseliner que se saía muito bem na rede. Hoje em dia ele não pode mais trocar muitas bolas no fundo com quase ninguém.
        Não dá pra exigir de um cara que jogou tanto há 13, 14, 15 anos mais nada. Tudo é bônus. Mesmo assim ainda da show algumas vezes, e ganha de qualquer um num dia iluminado.
        Exceto no saibro.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Não, não jogaram. Eram todos bagres terríveis que nem em uma época tão fraca conseguiram feitos relevantes.

          Blake só ganhou do moleque Nadal fraquíssimo no hard court ainda, González foi jogador de um torneio só e Roddick era um servebot patético, como você mesmo acabou de dizer. Ganhou 5 jogos de um Djokovic bem longe do auge e perdeu 4. Se não tivesse fugido do circuito tão cedo em 2012, o GOAT já teria colocado 10 vitórias de frente no mínimo.

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  13. Augusto Montenegro

    Tsitsipas vence por 2×1 parciais de 7/6 4/6 6/2 em 1h30 de partida. ;D

    Hahahah
    Até aqui o grego jogou mais, buscando as linhas, se movimentando bem. Prefiro o estilo de jogo dele e estou com pressentimento que Thiem uma hora afrouxará. Hahahaha

    Bom jogo e buona domenica a tutti!

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  14. Gildokson

    Federer jogou muito mal, e o grego muito bem, é até estranho como aconteceu isso algumas vezes com o Federer esse ano, ele faz uma partida monstruosa e em seguida vacila. Mas tudo bem, nós fãs não devemos querer tanto à essa altura neh.
    Na final o título vai ficar em ótimas mãos pois os 2 estão indo pra cima, é bom saber que o título vai ficar com quem busca winners kkkkkkkkkkkkk
    O Austríaco é uma incógnita, do nada ele pode sucumbir de maneira medonha, então bota mais fé no grego.

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  15. Leandro

    Ah tomara que enfim, o tênis volte para o SporTV normalmente,e saia do SporTV três geralmente como foi durante toda a década das trevas do tênis se assim podemos chamar esse período de entressafra……

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    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Leandro. Ainda bem que existe o SporTV 3 . Em nenhuma década o Tênis bateu o Futebol , o Vôlei e o Basquete. A cultura desse País deixa tanto a desejar , que surgiu uma penca de Patrocinadores fortes pra Esportes Bizarros , adorados por essa geração atual. A direção do Canal é que peca muitas vezes nas escolhas. Mas infelizmente quem manda é a audiência. Jamais temos o Tênis no CANAL 01 da emissora. Abs!

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  16. Ronildo

    Bom, o cenário mudou completamente com essa derrota do Federer.
    Eu acreditava que Federer seria campeão do Finals e iria com todo gás para o AO.

    O cenário agora mudou. Vejo 2020 como ano de despedida para Federer. Vai entrar no AO 2020 como 4° do Ranking.
    Agora estou acreditando que Thiem subirá ao topo do ranking até o final da temporada de saibro 2020. Isso significará que nem Federer e nem Djokovic voltarão ao topo à partir de agora. Depois será a vez de Nadal ser superado pelos mais jovens . Antes de RG Thiem assumirá a liderança, acredito. E Tsitsipas estará na sua cola.
    Agora é ladeira abaixo para Federer, Nadal e Djokovic.
    Isto significa que nenhum recorde de Federer será quebrado nos próximos meses ou anos. Talvez algum dia por Tsitsipas ou pelo super prodígio italiano que está despontando.
    Agora, o recorde mais insuperável de todos é 12 RG!

    Uma das coisas boas é que jamais alguém voltará a contar quantas semanas faltam para Djokovic quebrar o recorde de semanas na liderança. Djokovic já está DESMAIADO na praia depois de gastar todas suas forças nadando e ficará assim, inerte até o fim da carreira, salvo algum quinhentinho. Talvez Nadal ganhe mais um RG, mas não acredito, e não acredito por causa do efeito Massú!

    Chegou a hora de alguns decidirem se apreciam tênis ou apreciam homens. No meu caso, fazendo uma auto-analise, sei que já fiz muitos comentários falando de outros assuntos fora da rivalidade do Big 3.

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    1. Willian Rodrigues

      Ronildo, com todo respeito amigo, acabo de ler seu post e só me lembro da Mãe Dináh, falecida em 2014!
      Da mesma forma que você agora aposenta Djokovic, duvidando de suas chances de retornar ao topo, já o fizeram com Federer anteriormente e discordei completamente! Até bem pouco tempo, para muitos especialistas, Nadal estava fora do páreo nessa discussão quanto ao GOAT. E agora, assistimos um cenário completamente diferente, com possibilidades do espanhol superar os 20 slams e outras marcas.
      Está muito claro que em 2020 não haverá completo domínio do Big 3, mas daí a dizer que a chamada Nextgen já tomou conta…

      Responder
      1. Ronildo

        E o cenário ficou mais difícil ainda para para Federer, Nadal e Djokovic porque foi Tsitsipas que venceu. Ou seja, agora o jovem grego tem certeza que pode!

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    2. WELINGTON

      Quanto a federer e djoko, vc tem toda razão. Mas com relação a nadal, a next gen levará mais uns anos para supera-lo, por duas razões muito imples: 1) os tenistas demoram algum tempo para se adaptarem aos golpes no fundo de quadra com muito top spin (os balões para alguns). Federer e djoko sofreram muito com isso e entre os novatos, apenas thiem, em dias muito inspirados, consegue fazer frente a nadal, 2) no saibro, o espanhol reinará absoluto ainda por uns 03 anos. Não tem jeito, gostem ou não, o espanhol se tornará o maior da história. Disso eu não tenho dúvidas.

      Responder
    3. Fernando Pauli

      Concordo que a nova geração está chegando, o problema que GS é melhor de 5 sets, aí o buraco é mais embaixo. O Big 3 com certeza ainda ganha GS até 2022, principalmente Djoko e Nadal, Federer provavelmente terá sua última chance ano que vem, AO (30%), WB (60%). Claro que a partir do ano que vem a chance de alguém furar esse domínio do BIG 3 em GS é muito grande, mas daí dizer que eles não irão mais vencer, chega a ser estúpido. Os últimos 12 GS só o BIG 3 ganhou, e o último ganho fora do BIG 4 foi US Open 2016 pelo Stan, já que Federer e Nadal estavam no estaleiro. Não será de uma hora para outra que essas lendas irão do céu para o inferno, essa transição em relação a GS vai ocorrer, mas só será completa e definitiva daqui uns quatro ou cinco anos.

      Responder
  17. JAN DIAS

    Justa a final entre o grego e o austríaco.

    TSISIPAS foi muito agressivo, preciso e cabeça fria, pois afinal também não tinha nada a perder..

    Quanto ao FEDERER,
    Acho que a idade (claro) e a liberação de adrenalina no jogo com o Djokovic (que deve ter prejudicado sua resistência física) custaram a vitoria para o suíço. E também a pressão mental de querer ganhar 1 título..

    Vida que segue,

    Responder
  18. Sandra

    Dalcim, eu não sei as uma opinião , mas no momento para essa garotada tudo é festa, não sei se eles têm cabeça para dar continuidade que Federer, Nadal e Djokovic deram e continuam ainda dando, daqui a pouco o sucesso sobe à cabeça

    Responder
  19. Miguel BsB

    Dalcim, falando um pouco sobre técnica, eu, por exemplo, saibrista amador, jogo com uma empunhadura Eastern de direita, quase semiwestern, mas, muitas vezes, no decorrer do jogo, principalmente em bolas de meio de quadra, pra definição, giro um pouquinho a mais e vou lá pra uma semiwestern padrão…
    O Thiem, um dos melhores saibrista do circuito, tem empunhaduras bem radicais, bem viradas, que funcionam muito bem no saibro. Mas, em quadras mais rápidas, nem tanto. Vc consegue perceber se ele, jogando em quadras mais velozes, tem modificado um pouco a empunhadura pra lidar principalmente com bolas mais baixas e rápidas? Ou simplesmente joga mais perto das linhas e diminui um pouco a preparação do golpe?
    Conhece algum exemplo de profissional que altera suas empunhadura a depender da superfície que está jogando?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Miguel, nenhum profissional muda empunhadura de um mesmo golpe, principalmente o forehand. O western extremo é mais raro, mas o semiwestern se tornou praticamente padrão até mesmo no feminino. Alguns poucos usam ainda o eastern mais virado, e o Federer é um deles. A mudança para continental só acontece mesmo para o saque e o voleio. Mantenha sua empunhadura, eu recomendaria.

      Responder
  20. Luiz Fernando

    “O grego venceu de forma merecida”, uma frase simplória dessas já seria decente da parte dos que só aparecem na boa na boa, pra variar nada dessa turminha do mal, mas é difícil esperar das pessoas o q elas não tem p dar…

    Responder
  21. Victor Martins

    Mestre Dalcim, você num acha que essa geração está tendo a sorte de pegar o final de carreira do Big 3. Lógico que eles tem qualidades, mas o Big 3 no auge da forma, amassariam eles.
    Um exemplo, a geração anterior a essa, de Raonic, Nishikori, Griffin, Dimitrov, não teve a mesma sorte. Pegaram os 3 no auge, e não conseguiam nem ganhar Masters 1000. Kkkkk.
    Você concorda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Victor, acho esta geração bem mais qualificada, pelo menos até aqui. Tsitsipas, Medvedev, Shapovalov, Aliassime… são tenistas diferenciados em vários sentidos. Claro que o fator idade – ou como eu prefiro dizer, os anos de estrada – alguma hora iria diminuir a intensidade do Big 4.

      Responder
  22. Wagner froes

    Boa noite Dalcim
    Com o tênis que Luísa Stefani tem jogado ela pode entrar no top 50 de duplas ano que vem pq com esse título ela já se torna a brasileira de mais alto ranking em duplas ou teve alguma com o ranking melhor?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, conforme salientado no TenisBrasil, ela deve superar Patrícia Medrado, que era a de mais alto ranking de duplas até hoje, como 68ª.

      Responder
  23. Rafael Azevedo

    Antes do M1000 de Paris, eu vi uma reportagem questionando se Federer, Nadal ou Djoko seria capaz de parar o Medvedev. Ele era o homem a ser batido e não algum membro do Big 3…
    De lá pra cá, ele está com a magnífica marca de 4 derrotas em 4 jogos…kkk
    O mundo dá voltas!

    Responder
  24. Rafael Azevedo

    Como é difícil quebrar o serviço desse grego…
    Nadal teve mais de 10 break points e conseguiu 2 quebras suadíssimas.
    O Federer teve também um caminhão de chances, mas não conseguiu.
    Está demonstrando uma força mental de um Big. Cresçe nos pontos importantes. Tem tudo para estar constantemente no top3.

    Responder
  25. André Barcellos

    Como torcedor do Federer julgo que o título ficará em boas mãos, seja pra qual lado for.
    Acho que o grego tem o pacote completo de jogo, mais mental e mais volume ainda que o Thiem.
    Thiem tem empunhaduras radicais demais pra bater nos dois lados, o que a meu ver é ruim pra quadra rápida.
    Mas conseguiu mesmo assim ganhar de Djoko e Federer, então não tem o que dizer.
    Quanto ao grego, a primeira vez que o vi jogar, ainda ano passado, eu pensei que ele seria o cara a derrotar, por exemplo, Nadal no saibro.
    Hoje foi mais jogador que Roger.
    Mas Roger perde ano a ano sua capacidade física, com breves lampejos de genialidade e bons resultados.
    O triste disso é ver a memória curta dos que não gostam do seu jogo (o que acho absurdo). Afinal foi vendo ele jogar, antes e qualquer conquista, em 2003, que fiquei pasmo com ele.
    Assim como estou pasmo com Tsitsipas, embora a plasticidade dos golpes não seja a mesma.

    Responder
    1. PIETER

      Dalcim, parece-me que o inevitável e compreensível desgate físico acabou por ser o maior adversário do Federer nesta semifinal do Finals , sendo o responsável por uma certa lentidão do suíço, levando-o a muitos errros o que, combinado a uma exibição impecável do Tsitsipas selou a vitória em apenas dois sets do grego.

      Responder
  26. Jonas

    Federer fez o jogo da vida contra o Djokovic, mas o sérvio estava muito aquém do habitual. Criou-se uma expectativa gigante diante de um cenário atípico. O grego poderia aplicar um placar até mais elástico.

    Enquanto o grego mostra frieza em quadra e se impõe, quem deixa a desejar é o Zverev. Tenho a impressão de que o Zverev vai ser um baita freguês de seus maiores rivais.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Cenário atípico? Um torneio onde Federer chegou na final quase sempre ou no mínimo na semi seria atípico ele ganhar do sérvio ou do grego???
      Explique melhor por favor.

      Responder
        1. Jose Yoh

          Penso que atípico mesmo seria Federer não ir à semi. Isso só aconteceu uma vez em nossas vidas.
          Lá, ele sempre será um perigo. Assim como em WB, onde este ano até o Nolista mais confiante suou frio.

          Responder
        2. Sérgio Ribeiro

          Quatro anos mas apenas 5 partidas. Veja o número de vezes que o tal goat caiu antes das Semis , fanático Jonaser. Já o Craque em 17 participações, foi 16 as Semis . Ninguém desde 1970 chegou próximo rsrsrs Abs!

          Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      O Federer sim foi quem jogou super-mal contra o grego.

      Tivesse jogado metade do que jogou na quinta-feira, teria passado sem sustos…

      Falhou no saque, falhou em vários forehands e principalmente:

      Não se mexeu bem.

      Sinal dos tempos, e daqui pra frente a tendência é esta.

      38 anos é muuuuuita coisa!

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        E antes que reclamem ou digam que é desculpa:

        Eu não estou dizendo que Federer perdeu do grego por causa da idade.

        Seria até mesmo vigarice intelectual.

        Só estou dizendo que é provável que o Federer atue fisicamente bem numa partida, e acabe se poupando muito na seguinte.

        O grego ganhou porque jogou MUITO.

        Mereceu e pronto.

        Responder
  27. Marcelo Reis

    Sansão, ou “O Filho do Sol”, iluminou a quadra e jogou como um gigante de rendimento sobre-humano, liberando toda força escondida em sua vasta cabeleira. Sua coragem inabalável o fez abarcar até mesmo os 12 trabalhos de seu irmão-herói Romano, Hércules, por duas vezes, sendo capaz de cumprir 23 deles.

    Na versão clássica, Sansão foi traído por Dalila, que cortou seu cabelo e o entregou aos inimigos. Sua força só voltaria após seus cabelos crescerem novamente.

    “Sinto-me bem e jovem, deve ser do corte de cabelo”, disse Federer.

    Afinal, quem é Sansão?
    ===============================================================

    Embora seja mega fã do Big 3, especialmente do Federer, a partida seguiu os passos do AO19 e, como diria meu pai: “quem não faz, leva”.

    Até 2020.

    Responder
  28. Isaías

    Dalcim eu penso que Zverev não regrediu tecnicamente, mais também não evoluiu, porém como vc mesmo disse o problema do Alemão é cabeça e ele não é nem sombra do tenista de 2017 e 2018 Dalcim, o braço está encolhendo, não estamos mais vendo aquele backhand cruzado poderoso e as paralelas desapareceram e a segunda bola antes soberba depois do poderoso saque desapareceu, espero que Zverev reflita, coloque a cabeça no lugar, da next gen ainda é o tenista com o maior currículo de grandes títulos, quanto ao Thiem Dalcim podemos dizer que ele correrá por fora perigosamente ameaçando os especialistas nas quadras duras da Austrália e do Us open certo???? Sua evolução ao meu ver sobre o piso está muito mais na questão mental do que técnica, lógico que ele melhorou seu jogo especialmente o backhand porém 2019 o Austríaco mostrou um evolução mental satisfatória, uma pena ter ficado doente nos torneios americanos e não ter tido a possibilidade de brigar no Us open, pois logo depois de se recuperar ja ganhou pequim e Viena e com o jogo antológico que fez contra nadal ano passado nas quartas me faz pensar que poderia ter brigado esse ano pois ao meu ver não foi um Us open brilhante tecnicamente. Ja Stef foi brilhante mentalmente e tecnicamente já é brilhante e o melhor é que assim como Thiem é versátil nos diferentes pisos, vejo muitos reclamando de seu temperamento e de suas entrevistas e eu acho normal, o cara tem apenas 20 anos tem uma carreira toda pela frente, com o tempo ficará mais polido em todas as questões, por enquanto deixem ele, vamos apenas apreciar seu tênis e seu crescimento.

    Responder
  29. GN

    Acabei de assistir ao filme BorgxMcEnroe e naquela época o backhand de duas mãos é que era a novidade.
    Sobre o Finals, os dois melhores da fase de grupos e semis chegam a final, resultado bem justo. Torcerei pelo Thiem, pela idade e por ele ser o garoto de melhor coração desses mais jovens, mas se o Stef vencer vai ser lindo também.
    Mesmo não tendo big3 na final, são os jogos em que eles participaram que marcaram o torneio: DjokoxThiem, FedererxDjokovic, NadalxMedvedev e NadalxTsitsipas. Tomara que amanhã seja 3 sets bem disputados e que os dois deixem as almas em quadra pra nos fazer acostumar a amar essa nova geração tanto quanto amamos o big3 (big 4 na pra ser justo, pois o Murray nunca será esquecido).

    Responder
  30. Antônio Luiz Júnior

    Como sempre, alguns comentários depreciativos de leitores que não tem a mínima noção de respeito ao Big3. O processo natural de renovação vai se dando aos poucos, e será cada vez mais comum os representantes da Next Gen em finais e principalmente ganhando títulos importantes. Considero Thiem o mais próximo de um título de Grande Slan. Já tendo disputado duas finais seguidas de Roland Garros contra o gênio Rafael Nadal. Será uma final muito interessante de assistir. Párticularmente considero Thiem um pouco mais preparado para o momento. Mas, o grego, já provou que tem capacidade para quebrar paradigmas…

    Responder
  31. Jorge Town

    Dalcim, o que você acha do Karlovic???
    Vai terminar essa temporada no top 100, com quase 41 anos. Acho que desde dos anos 90 é o primeiro a fazer isso, procede?

    Responder
      1. Rubens Leme

        Acho que o Karlovic foi o maior sacador que o tênis conheceu. Imagino, que quando o técnico dele viu todo esse potencial ainda garoto, o chamou de lado e disse:

        – Ivo, após pensar e treinarmos juntos, montei dois planos de jogo para você.
        – Qual, professor?
        – O plano A é: faça aces em todos os pontos com seu primeiro saque.
        – E o plano B?
        – Faça aces em todos os pontos com o seu segundo saque.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Deve ter sido isso mesmo, Leme… rsrs… Mas eu fico com um pé atrás porque nunca vi o Karlovic se esforçar para melhorar seus golpes de base. Seu backhand é muito ruim para um tenista do seu nível e ele poderia ter investido nisso.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Então, tinha uma segunda parte da piada que eu achei maldade, mas seria assim:

            – Mas, professor e se no dia meu saque não quiser nada comigo, não poderíamos ter um plano C?
            – Bem, até poderíamos, mas seria um tanto exótico, Ivan…
            – Exótico? Como assim?
            – Bom, teria que te ensinar a jogar tênis.

  32. Fernando Pauli

    Realmente Federer perdeu a chance de obter um título de peso esse ano. Federer estava com os nervos a flor da pele, onde o contrário é que seria o normal, teve vezes que respirava efusivamente para tentar se acalmar, mas não adiantou, resultado um caminhão de BP perdidos, algumas de formas bisonhas, já no primeiro game cometeu o mesmo número de ENF que o jogo todo contra o agora segundo do mundo, descontando as DF. Procurou o jogo todo, reverter a situação, mas a cada BP perdido a frustação aumentava. Mas todo mérito ao garoto de 20 anos que mostrou um mental fabuloso, vencendo a maioria dos pontos mais importantes. Apesar de ter tirado um peso vencendo o sérvio, a cobrança por um título de GS ou Finals, vai pesar no seu mental ainda mais o ano que vem. Vamos ver como ele vai lhe dar com essa situação em 2020. Apesar de tudo o título amanhã estará em boas mãos, viva o BH de uma mão!

    Responder
  33. Efraim Oliveira

    O Zverev deve terminar a carreira como o Roger está a terminar, com menos vitórias no confronto direto frente aos principais concorrentes de sua época.

    Antes que venham com o papo de que essa desvantagem se dá pela diferença de idade, digo o seguinte:

    Roger têm retrospecto positivo contra a maioria dos tenistas, inclusive os tenistas 5-6 mais novo que ele. Murray e Stan – que são os melhores dos mortais – levam desvantagem. Não basta ser mais jovem pra bater o Roger, é preciso ser competente pra isso. Novak e Nadal tiveram competência suficiente para tal.

    Quanto ao jogo de amanhã, aposto no Thiem devido a sua experiência, acho que o jogo será bem parelho.

    Thiem, o saibrista que passou a jogar melhor fora do saibro. Ele incomodou o Nadal bem mais no Us Open do que em RG.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa , Efraim . Antes de afirmações completamente sem fundamento pesquise. Comece de 73 , quando se iniciou o Ranking da ATP. Veja que as grandes feras como o Big Mac e Connors ( tiro Borg pois parou aos 26 ) , derrotaram os mais jovens e depois passaram a perder de uma maneira incrível para os mesmos. Lendl por exemplo terminou vencendo as últimas Desessete de Connors , das últimas 11 , bateu McEnroe em Dez. E se aposentaram com 33 . Aos 38 amigo , somente você acha que Federer tem obrigação de vencer Nadal com 5 a menos , e Novak com 6 . E estamos falando de dois jogadores que estão entre os melhores da história. Ninguém até o momento ( nem Laver ) , jogou no nível que o Suíço joga nesta idade. Abs!

      Responder
      1. Efraim Oliveira

        Sérgio, esperando você citar quantos jogadores na faixa etária do Nadal e do Novak lideram o confronto contra o Roger… Lógico que os bem mais jovens serão capazes de superá-lo.

        Custa nada lembrar que o Roger apanha de Nadal desde 2004… A questão era idade? Nunca foi. Prova disso é que o Roger ganhou seis das últimas partidas entre eles.

        Não adianta cara, no confronto direto o Novak e o Nadal superam o Roger.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Deixa de recalque, seu invejoso…

          A esmagadora parte das derrotas do Federer pra ele foram no saibro.

          Se não me falha a memória, o teu amorzinho Djoko é outro freguezaço do Nadal no terrão.

          Federer não perde do Nadal fora do saibro desde o Australian Open 2014!

          Puta que pariu, fará 6 anos agora em Janeiro!

          6 longos anos, e você ainda acha que dá pra sustentar um discurso sofista como este…

          Responder
        2. Sérgio Ribeiro

          Você quer falar de Tsonga , Berdych , Gasquet e CIA ? Para com isso , meu caro. Se você não entendeu minhas colocações, e deixando bem claro que Novak e Nadal estão entre os melhores da História, desisto. Esse papinho do Site Tênis Brasil sobre a importância de h 2 h , também acontece com alguns por aqui no Blog. Alguém está preocupado se Sampras teve retrospecto negativo contra Hewitt , Roddick e Safin? Ele venceu fácil em votação com a presença dos Tenistas de Laver e Borg como o maior de todos os Tempos. Com o surgimento de Federer ele ficou bem pra trás. Assim como ficou em relação a Rafa e Novak. E você acha que torcedor modinha que se preocupa com h2h , sabe de alguma coisa ? Abs!

          Responder
    2. Jose Yoh

      Então será que Novak e Nadal terão H2H melhor que os garotos que estão vindo?
      Ou eles terão de ser muito competentes para ganhar deles quando eles tiverem 38 anos?
      5 anos de diferença é MUITA COISA. Pergunte a qualquer atleta profissional.

      Responder
  34. Cassio

    Supremacia da Adidas como patrocinador. Parece que suas apostas estão rendendo frutos. Acabou a fase da Nike de ter top 1 e 2. Curiosamente a adidas era a unica marca a ter mais de 1 jogador representado. A adidas tinha 3. Os 3 nas semifinais.

    Responder
  35. Rodrigo S. Cruz

    Não tem como Federer ganhar de ninguém, sem mexer as pernas direito.

    E muito menos dá pra ganhar desperdiçando tantos break-points, vários deles com erros ridículos.

    Mas só de ter tirado o BODE DA SEITA, e o impedido de conseguir o número 1, recordes, etc, já está de bom tamanho!

    Federer fez o serviço sujo para os homens de bem desse blog….

    kkkkkkkkkk

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, o Tsitsipas melhorou muito e mostra consistência cada vez maior. Sinto falta do uso de slices. Acho que Thiem tem pequena vantagem ainda.

      Responder
  36. Paulo Almeida

    Final merecida entre os dois melhores jogadores do torneio. O Tripas corre atrás de seu primeiro título grande e o Thiem do segundo. Torcerei levemente para o austríaco, mas tanto faz quem for o campeão.

    Dalcim, qual música do Led bate de frente com La Villa Strangiato?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É uma bela composição, ainda mais ao vivo. Mas acabei de baixar 38 magníficas apresentações ao vivo do Led, em diferentes momentos da carreira. Posso te mandar e você escolher algumas… rsrs…

      Responder
      1. Rubens Leme

        Quando vejo você falar em abaixar penso que devo ser o único lunático que ainda compras LPs e CDs e livros. Os carteiros entregam tantas encomendas em casa que uma vez me perguntaram se eu estava montando uma loja clandestina. Todos os carteiros do bairro me conhecem, mesmo os que nunca passaram na minha rua e fico frustradíssimo quando um deles me dá bom dia na rua, mas não me entregam alguma encomenda.

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Não compro mais LPs, porque acho um tanto caro e meu aparelho hoje é fraco, mas tenho uma coleção enorme de CDs. Mas realmente tenho baixado mais, embora o som digital seja inferior. Livros? Puxa, não tenho mais onde guardar! Vou ser expulso de casa qualquer hora! Acabei de ler um sensacional sobre os bastidores de filmagem e produção d e’2001′ do Kubrick. Recomendo aos fãs.

          Responder
          1. Rubens Leme

            Meu aparelho de som hj tb é fracco, me arrependo de ter desfeito, embora culpe mais as mudanças de estado e dificuldade em transportar. Mas, montar um hoje, peça por peça é inviável, pelo preço e falta de mão de obra para manutenção.

            Eu ainda compro demais, especialmente as versões expanded, quando valem a pena, porque algumas ediçóes são bem chutadas. Então, alguns títulos tenho 4 ou 5 versões diferentes. Investi por exemplo, na versão dupla do Mob Rules, do Sabbath – deve chegar esta semana – porque o disco 2 é um live com o DIo nos vocais, assim como investi no primeiro disco do Uriah Heep, etc etc etc.

            Há alguns anos fiz armários reforçados para discos e livros, mas como eu e minha esposa somos consumidores vorazes, precisamos fazer outros. Ficar em casa ouvindo cds nos meus discmans (sim, ainda conservo 3), lendo, vendo filmes e brincando com os meus cachorros são meu passatempo. Além de postar aqui.

            Sobre o Kubrick, estas histórias são maravilhosas. Se gosta de cinema, este livro sobre a Nova Hollywood (era de Coppola,Scorsese, Spielberg etc), irá te deixar louco. As histórias das filmagens de Tubarão são hilárias – https://www.estantevirtual.com.br/livros/peter-biskind/como-a-geracao-sexo-drogas-e-rock

      2. Paulo Almeida

        De fato e felizmente eles a tocaram nas duas vezes em que vieram ao Brasil. Tive o privilégio de conferir em loco. Para mim é uma das maiores obras-primas do rock.

        Hehe, obrigado, mas também possuo algumas coisas por aqui. Talvez Achilles Last Stand, apesar de não ser instrumental.

        Responder
  37. Sérgio Ribeiro

    E realmente o jogo era encardido. E na sua PRIMEIRA aparição no ATP FINALS , o jovem que venceu o ATP NEXT GEN FINALS , mostrou que eles não temem ninguém. A dificuldade de Federer em quebrar seu Serviço ( novamente) , vai muito da confiança que Tsitsipas possui até mesmo no segundo, e nas trocas em que não segura o braço nos ralies. Em contrapartida , o rival chegava atrasado em varias , a ponto de cometer todo tipo de erro também com seu Forehand. Vitória indiscutível do 17 anos mais jovem , que já joga , aos 20 , como um verdadeiro TOP 10. E Thiem confirmou mesmo que no momento, está melhor que Sasha em quase todos os fundamentos. Se deu até o direito de errar bastante. Apesar da zoeira da Turminha da Whats , não atoa o terceiro ano consecutivo sem o Big 3 na grande FINAL. O Austríaco leva se errar menos que hoje. O Grego está se movendo em quadra como um verdadeiro campeão. Abs!

    Responder
  38. V Maurício

    Depois dos últimos acontecimentos, me parece muito provável que jogadores fora do big já comece a ganhar Slams em 2020. Muito embora Djokovic ainda me pareça um tanto quanto favorito para o próximo Australian Open e Nadal ainda tenha uma razoável chance de levar mais um Roland Garros, acho que em Wimbledon e no US Open a next gen já começa a beliscar os seus primeiros majors. O que acha meu caro Dalcin?

    Responder
  39. Miguel BsB

    Parece que o Federer só queria ganhar do Djoko, pra exorcisar o demônio de WB 2019. Jogou quase tudo o que sabe, e esqueceu no jogo seguinte contra o grego.
    Mais uma vez um caminhão de bps desperdiçados…
    Curti demais essa final, qualquer um que ganhar vai estar em boas maos…
    Dalcim, só falta o grego levar o Atp finals um ano após vencer o next gen finals…que evolução do garoto em 1 ano.

    Responder
  40. raul

    Boa noite, Dalcim, vou escrever uma coisa que é minha opinião e não quero de forma alguma cria qualquer polêmica, mas para mim Berdych, Tsonga e Ferrer jogavam no mesmo nível, ou até mais, do que a nextgen atual, só tiveram o azar de pegar os três maiores jogadores da história do tênis no auge de suas formas, o que acha Dalcim? vc concorda?,um abraço e fica em paz.

    Responder
      1. Isaías

        Del Potro é um caso que lamento muito Dalcim, se tivesse um bom físico, com poucas lesões graves teria feito mais estragos contra o big 4 e bateria de frente com qualquer um da next gen, podemos dizer que nós não vimos Del Potro no auge fisico e técnico e mesmo assim com tantos problemas venceu Us open 2009 e fez finais importantes como Rio 2016, Us open 2018, Shangai 2013, Indian Wells 2013 voltou a fazer final em indian wells e venceu em 2018 tudo isso entre lesoes que pareciam encaminha lo para a aposentadoria, conseguiu tudo isso na base da categoria e da força mental, se ele tivesse tido uma carreira segura, sem tantos problemas, que desse a oportunidade dele chegar no auge técnico e físico não tenho dúvidas de que poderia ter ganho outros Us open o outro slam, seus feitos perante o big four com todos os problemas graves que teve são gigantescos, repito ele merecia ter tido a oportunidade de chegar no seu auge.

        Responder
      2. Rubens Leme

        Essa é uma discussão interessante, Dalcim. Essa geração como você bem disse, teve a sorte de pegar o Big 4 agora, com todos acima dos 32 anos e inúmeros problemas físicos. Particularmente eu achava o Berdych um porre, porque era aquela coisa de golpes pesados do fundo, saque pesado, sem variação. Mas o Tsonga já era um espetáculo, embora indolente, especialmente na parte física. Mas sempre dei um desconto ao francês no sentido que ele achou impossível competir com os 4 não apenas na parte técnica – porque golpes sempre teve de sobra -, mas na parte física e, principalmente, mental.

        Os meninos de hoje estão sendo moldados vencendo as lendas neste momento, enquanto Tsonga, Berdych e Ferrer montaram suas carreiras tendo-os do outro lado da quadra, cada um no auge de suas forças.

        Então um vice do Ferrer em Roland Garros para mim vale mais (ainda) dos que os dois vice do Thiem.

        Responder
  41. Jmsa

    Prezado dalcim,eu tenho uma visão sobre o tênis e não sei se você pensa,mas me parece que enquanto a nextgen não ganhar um slam,fica muito difícil imaginar que a hegemonia do big3 acabe ou é só impressão minha,ótimo texto como sempre.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que um Grand Slam colocaria um outro peso. Acho que esta novíssima geração está mais bem preparada, além de encontar o Big 4 já além dos 32 anos.

      Responder
      1. Jose Yoh

        Minha teoria é que esta nova geração não sabe lidar com o desgaste físico e emocional de jogar jogos de 5 sets em estádios enormes e toda a mídia em volta.
        (Na verdade só 3 pessoas no mundo sabem, rs).

        Responder
  42. Fernando

    Muito legal o vídeo do Berdych.
    Sou fã dos seus golpes planos.
    Esse amassa a bola.
    Agora aqui entre nós, o maior prêmio está em casa.
    Senhora Ester…

    Responder
  43. Rubens Leme

    Dalcim, toda vez que vejo essas brigas de torcedores do Big 3, aqui nos comentários, fico imaginando a seguinte cena: antes de dormirem, todos devidamente banhados, perfumados, unhas aparadas, dentinhos escovados e limpos com fio dental e talquinho aplicado nas dobrinhas, vestem seu pijaminha mais fofinho e cheiroso e personalizado, contendo a foto do seu amado estampada no peito, se ajoelham ao lado da cama, rezam fervorosamente, de olhos fechados, e, em voz alta, e, ao término, olham longamente para o pôster gigantesco do seu objeto de adoração, acima da cabeceira de sua cama, dão um sorriso beatífico e exclamam “ah, que homem esse meu… (Roger, Rafa, Nole, como preferirem).

    Aí mandam um beijo e assopram para que cheguem mais rápido no tal pôster e o último pensamento que têm antes de dormirem e sonharem com winners, é: “amanhã meu amado vai espancar aquele outro bobão e vou me divertir no blog do Dalcim!”.

    Tá vendo o que arranjou para sua vida?

    Responder
    1. Jose Yoh

      Kkkkkk muitos devem sentir um prazer sexual mesmo. É fetiche.

      Só que alguns sentem mais prazer torcendo contra determinado tenista do que a favor de seu ídolo.

      Parabéns Rubens, um dos poucos que escrevem coisas úteis aqui.

      Responder
  44. Arthur

    Apesar da derrota do Federer, não tem como lamentar esse final inédita no Finals, Dalcim.
    Eu mesmo tinha dito no post anterior que, para o suíço, era mais fácil bater o Nadal do que um Next Gen na semi. Não deu outra.
    Feliz porque parece que enfim a transição do circuito resolveu dar as caras – o que significa que finalmente o Big 3 vai ter que suar a camisa pra vencer os grandes torneios -, e também porque será uma final inteiramente jogada com back de uma mão.
    O tênis jogado de forma bonita, penhoradamente, agradece.

    Um abraço.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Pois é, ficamos felizes por finalmente aparecerem caras novas e tristes ao mesmo tempo pelo lento fim do Big 3… Vai deixar saudades.
      Também nunca imaginei que chegaria o dia em que seria melhor Federer enfrentar o Nadal do que outro jogador.
      Ou que veria Nadalistas torcendo para o Federer (para poder ser o número um).

      Mundo estranho.

      Responder
  45. Jonas

    Uma pena a derrota do Djoko na quinta. O cara dependia apenas de si e vacilou feio, que jogo horrível, uma pena mesmo…

    Mas o número 1 está em ótimas mãos, Nadal de fato é um monstro.

    Vamos relembrar os títulos importantes do Big 3 este ano:

    Nadal venceu RG e USO
    Djoko venceu AO e WB
    Federer venceu Djokovic no Round Robin do Finals.

    Responder
  46. Fernando Brack

    Federer e seu velho hábito de desperdiçar breakpoints em massa. Que partida ruim hoje, depois do bom jogo contra Djoko. Esse sim fez um torneio medíocre, quando precisava do título pra garantir a ponta do ranking.

    Responder
  47. Jonas

    Nenhuma surpresa o Federer ser amassado pelo grego…foi dominado nos 2 sets. Eu já achei bem estranho o suíço ter chegado nessas semis. Ganhou daquele Djoko bem meia bomba e apático lá…depois de 4 anos sem ver a cor da bola.

    Infelizmente o Federer virou freguês da nextgen de vez…mas esse grego joga demais, já tenho pra quem torcer quando o Djokovic se aposentar.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Menos, Gleisi.

      Deixa de fingimento, vai…

      Se até mesmo EU achei surpreendente o Federer dominando o Djokovic.

      Já que o suíço vinha jogando de forma bem fraquinha…

      Quanto mais ele perder agora do Tistsipas, logo depois de ENGOLIR o sérvio!

      Foi sim surpreendente para todos, e com certeza também foi pra você.

      Todavia, confesso que a se afinal fosse entre Federer x Thiem, eu ia ficar bastante apreensivo.

      O austríaco de fato virou uma pedra no sapato do suíço.

      Responder
    2. Ronildo

      Federer ficou quatro anos sem ver a cor da bola nas partidas contra Djokovic!?
      Não digo mesmo que muitos torcedores do Djokovic vivem outra realidade!

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  48. Rubens Leme

    Dalcim, se não me engano é a primeira final com dois backs de uma mão só desde 2006, quando Federer venceu o norte-americano James Blake. Os backs de uma mão só estão em alta.

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  49. Maurício Luís *

    Parabéns ao Matteo Berrettini e ao Rafael Nadal por terem aceitado fazer surpresa ao menino inglês de 13 anos sobrevivente de câncer. Isto sim é comportamento digno de ídolos. Honraram as calças que vestem e as raquetes que empunham.
    Esportistas de alto nível tem que ter esta consciência de que são modelo para os + jovens. Se fica dando chilique, quebrando raquete, cuspindo no juiz, chutando mesa… os mais novos, ainda com a personalidade em formação, podem achar isto “bonito” e “normal”. Não é. Há outros meios de se descarregar a raiva.
    Outro dia vi 2 jovenzinhos batendo bola no clube. Jogo muito lento, batidas fracas, que não requeriam grande esforço. Mas ambos “grunhiam” a cada toque na bola, como se estivessem “se matando”. Tava meio ridículo. Claro, imitam os ídolos. Só não veem que os ídolos fazem barulho porque o esforço é grande.
    Tenho poucas esperanças de que o Kyrgios tome jeito ano que vem, a não ser que se trate intensivamente com psicólogo. Senão, será sempre o anti-exemplo.

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  50. Fabio

    Acho que o BIG 3 sempre entra em quadra com a obrigação de vencer e os mais novos tem uma uma motivação a mais pra ganhar deles. O tal monstro que Federer disse que criou pesa sobre os três.

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    1. José Nilton Dalcim

      Stef tem bem mais recursos, a meu ver, Ernesto, mas sem dúvida a questão básica é cabeça. A do alemão desandou, espero que o grego não siga o caminho.

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  51. Chetnik

    Eu avisei, zumbis, que a alegria duraria pouco, mas vocês se iludem facilmente, kkkk. O Zumbi-Rei já era, kkkk. O verdadeiro saco de pancadas da nova geração, kkkk.

    Até o AUSO. Risadas garantidas, kkkk.

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    1. Chetnik

      Ué, o cara pode me chamar de babaca, mas eu não posso retribuir a gentileza? Eu nunca reclamo da forma que a moderação é feita, mas tem que ter coerência. Eu tiro sarro toda hora, mas não xingo ninguém. O cara é fraco e não aguenta pilha. A culpa não é minha. Mas se “babaca” vale para um lado, tem que valer para o outro.

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