O Finals da emoção
Por José Nilton Dalcim
13 de novembro de 2019 às 21:25

Duelos incríveis decididos em games derradeiros de tirar o fôlego, vagas em dúvida até para os membros do Big 3 na última rodada e a constante mudança de cenários sobre a luta pelo número 1 no final de temporada. Emoção é a tônica do ATP Finals deste ano, coisa aliás que nem é tão comum assim ao torneio. Rafael Nadal manteve vivas as chances e, se conseguir a vaga, terá de encarar Novak Djokovic ou Roger Federer na semi do sábado. Demais.

Nadal consegue o improvável
Depois da estreia desanimadora, Nadal foi outro diante de Daniil Medvedev. Logo de cara, partiu para saque-voleio e fez um primeiro set muito equilibrado, em que só perdeu consistência na segunda metade do tiebreak. Não baixou a cabeça e a quebra logo de cara no segundo set deu a confiança para sacar com eficiência.

Mas de repente a coisa desandou. Passou a errar bolas por muito, fez raríssimas escolhas muito ruins de jogadas e por milagre não se viu com 0/5 e às portas de um ‘pneu’. Dois games depois, outra vez com o saque, cedeu um match-point e aí jogou com coragem. O jogo porém estava nas mãos do russo, que vinha sacando muito. Bastava isso para selar o dia. Só que Medvedev tremeu. O nervosismo era evidente. Perdeu os dois serviços seguintes e ainda conseguiu empurrar para o tiebreak. Aí foram oito pontos bem disputados até Nadal fazer 5-4 e outra vez ver o adversário falhar feio sob pressão.

A estatística – Os grandes números do jogo foram de Medvedev: 41 winners, dos quais 21 aces, contra 26 do espanhol e 40 erros frente a 27. Foi uma longa partida de 213 pontos disputados (108 a 105 para Nadal), dos quais 34 tiveram mais do que nove trocas de bola.

O ponto crucial – Com 4/0 e break-point a favor diante de um Nadal perdido em quadra, Medvedev devolveu firme quando o espanhol tentou outro saque-voleio. Recebeu um voleio mole no meio da quadra e mandou a passada na rede. Como veríamos depois, essa chance perdida custou caro ao russo. No match-point que teve pouco depois, os méritos foram de Nadal, que se plantou na linha de base, bateu sem medo e tomou a iniciativa, com deixadinha no contrapé corajosa.

Passeio de Tsitsipas
Os primeiros sete games do duelo entre Stefanos Tsitsipas e Alexander Zverev não pareciam indicar que alguém sairia com vitória de placar tão elástico. Houve games bem longos, os dois com postura ofensiva e até um break-point a favor do alemão ainda no quinto game, em que conseguiu pressionar e provocar erros do grego.

Mas assim que alcançou uma quebra até fácil para ir a 5/3 Tsitsipas tomou conta da partida, voltando a exibir um jogo cheio de alternativas táticas, ora com firmeza na base, ora com aventuras perfeitas na rede, mesclando ainda velocidade dos golpes e, é claro, chamando Zverev para a frente.

O histórico – Foi a quarta vitória seguida de Stef sobre Sascha, e a terceira somente nesta temporada, em pisos como o saibro de Madri e o sintético veloz de Pequim.

A estatística – Tsitsipas ganhou 31 dos 36 pontos em que acertou o primeiro saque. enquanto Zverev só venceu 28% quando precisou do segundo serviço. Grego fez mais do dobro de winners (23) comparado aos erros não forçados (11).

Como fica o grupo – Com as duas vitórias, Tsitsipas já está na semi mas ainda não garantiu o primeiro lugar. O único cenário em que será segundo da chave é também o que dá a vaga a Nadal, ou seja, vitória do espanhol na sexta-feira e de Medvedev sobre Zverev, ambos por qualquer placar.

Como se vê, o alemão e atual campeão só depende dele mesmo para ser segundo do grupo, desde que vença Medvedev, mas pode até perder, desde que seja em 3 sets e Nadal não vença. O russo é quem está em pior situação: tem de ganhar em dois sets e Nadal perder.

Dia D para Djoko e Federer
Ninguém imaginava que Djokovic e Federer travassem um duelo direto pela sobrevivência no Finals. Tudo culpa de Dominic Thiem, que fará quase um amistoso às 11h diante do já eliminado Matteo Berrettini, sobre quem tem 2 a 1 num histórico nada tranquilo para o austríaco.

Nole tem o favoritismo natural, baseado no placar geral de 26-22 mas principalmente nas cinco vitórias seguidas sobre Federer, o que inclui a memorável final de Wimbledon de quatro meses atrás, em que o suíço deixou escapar dois match-points. Também é de se considerar as exibições já feitas nesta semana, em que Federer foi menos firme e brilhante.

A última vez que Djokovic perdeu para o suíço, no entanto, foi justamente no Finals de 2015, quando o piso era ainda mais lento do que hoje. Há ainda um elemento que pode pesar a favor de Federer: a pressão muito maior sobre o adversário, que vem de derrota amarga e coloca em quadra também a chance de retomar o número 1.

A disputa pela ponta
Os 200 suados pontos conquistados por Nadal mudam mais uma vez o quadro da luta pela liderança do ranking. Agora, Djokovic terá de ganhar o Finals para recuperar o posto e terminar a temporada outra vez na ponta.

Também não há mais a possibilidade de os dois decidirem o troféu no domingo e assim fazerem uma luta direta pelo número 1. Como Nadal só pode ser o campeão do seu grupo, ele cruzaria na semi com Djokovic, caso o sérvio fique com a segunda vaga da outra chave.

Última chance para Melo
O mineiro Marcelo Melo e o parceiro polonês Lukasz Kubot jogam pela vaga na semi às 9 horas desta quinta-feira. A luta é direta contra Rajeev Ram e Joe Salisbury, já que Raven Klaasen e Michael Venus estão classificados. No outro grupo, os franceses Nicolas Mahut/Pierre Herbert venceram duas vezes e estão na penúltima rodada.


Comentários
  1. Julio César

    Melhor de todos os tempos: Federer, Nadal ou Djoko? Vamos lá: Tirando o retrospecto no saibro contra o Nadal (maior especialista nesse piso), o retrospecto do Federer contra os 2 é equilibrado nos demais pisos. E isso com SEIS anos a mais e com um biotipo muscular inferior (claramente a genética do corpo dele possui menos músculos e físico que os outros 2 mas compensa na técnica – já pensou o que seria do Federer por exemplo com a genética e o físico do Nadal?). Por essas e outras que o Federer é o mais talentoso e diferenciado jogador que já pisou numa quadra de tênis em todos os tempos. E são os 3 maiores de todos os tempos na mesma geração! Sorte de quem está vivo vendo isso!

    Responder
  2. Luiz Fernando

    Rafa é o jogador mais velho a terminar como numero um do mundo, aos 33 aninhos, nada mal para um maratenista sem habilidade, na visão de alguns ignorantes acéfalos. Quem é o mais velho depois dele? Ele também, com 31, na companhia do Djoko, outro monstro sagrado do esporte. Chupa q é de uva babacas kkkkkkkkkkkkk…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Parabéns a ele por terminar a Temporada com esse Recorde. Mas ser N 1 do Mundo acima dos 36 , somente em sonho . E bater o N 2 aos 38 , deixo para o grande comentarista imaginar as chances rs. Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Deixo os comentários p vc, q chutou q não aconteceria kkkkk. Mais um palpite furado do grande comentarista da lógica kkkkk. Grande abraço. PS: ser número ao final de uma temporada aos 33 é milhões de vezes mais relevante do q qualquer resultado isolado. Outro grande abraço kkkk!!!!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Você se contradiz o tempo todo , né Guri. Se você afirma que Semanas Consecutivas como N 1 é bastante relativo , porque N 1 aos 33 ( igualou com Novak pra fazer média) na última senana da Temporada , é mais importante que N 1 aos 36 ? Já, sei. Porque o Craque conseguiu esse feito “ roubando “ o N 1 pra cima de Nadal kkkkkkkk Abs!

          Responder
  3. Maurício Luís *

    Até já abri meu guarda-chuva pra chuva de bajulação dos fãs em cima do Federer.
    Mas, mereceu. Bem diz o Dalcim… “Nunca duvide do Federer”. Número 1 de bandeja pro baloeiro. Acontece.

    Responder
  4. Luis

    Oi Dalcim, olhando de fora e sendo um leigo no tenis queria te perguntar que acho estranho ver o Djokovic não conseguir ter uma resposta a altura dele quando o adversário joga a bola no meio da quadra. Olhando de fora até parece uma jogada “segura” contra o sérvio. Estou errado?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não chega a ser tão simples assim, mas é uma tática que muitos tenistas adotam, porque abrir ângulos para tenistas que batem com duas mãos é muito complicado, e Djokovic tem o melhor backhand que eu já vi. Então centralizar a bola com menos peso o obriga a executar o golpe sem trabalhar com o peso do golpe adversário e evita que ele tente muitos ãngulos, aumentando seu grau de risco.

      Responder
  5. Fernando Pauli

    Como disse num post passado, a única chance de Federer superar Djoko era sacar como nunca e encurtar os pontos indo para a rede. Nem precisou do segundo item, o sérvio ficou puto de ter perdido o primeiro set, onde o Federer só fez um ENF, incrível para quem força o jogo o tempo inteiro. Aí no segundo quando viu a viola em caco, vem com aquela já conhecida desculpa do físico, entregando o jogo para Federer e o número um para o espanhol. Agora Federer vai enfrentar Nadal ou Tsisipas na SF, que seja o espanhol! O saque é fundamental para o Federer, se ele conseguir manter esse nível de saque nos próximos jogos e a direita calibrada, será difícil alguém derrota-lo. Torcendo para dar Nadal em primeiro e Tisisipas em segundo, amanhã.

    Responder
  6. André Barcellos

    Sinceramente, o que achei da vitória de Federer hoje:
    A vitória de hoje veio nos detalhes, principalmente porque o suíço sacou muito e devolveu muito também. Mas nos ralis, sem chance. Federer não consegue mais ser rápido o suficiente pra bater os golpes equilibrado. Principalmente contra Djokovic, que bate muito bem colocado e reto, quando quer.
    Nas trocas não é páreo pra Djoko.
    Parece que o sérvio sentiu alguma coisa nos últimos 2 ou 3 games, mas não foi definitivo pra derrota.
    Hoje ele não devolveria a quebra. Federer estava sacando muito.
    Independente de qualquer coisa, como é bom ver o GOAT bater Djoko no Finals.
    Vi isso ao vivo em 2015.

    Responder
  7. Sérgio Ribeiro

    E o tal h2h sendo novamente ridicularizado. O Craque também vinha de 0 x 5 nas últimas e partiu pra cima do grande Novak Djokovic. Chega a ser emocionante um Senhor de 38 anos , meter mais Aces , Winners , menos ENFS e encurralar o N 2 do Mundo. Impedindo o oponente de supera-ló em Títulos no Quinto SLAM e em número de Temporadas como N 1 do Mundo. O Espanhol agradece . Agora ficou um empate tríplice de 5 Temporadas , atrás apenas da inigualável 6 Consecutivas de Pistol Pete Sampras. Tudo isso perante um entusiasmado público , que viu esse Senhor poucos meses atrás perder Match Points contra o mesmo oponente. Disseram que o Sérvio teria entrado na cabeça do Craque Suíço. Não com o maior Tenista de Todos os Tempos. Valeu meu caro Ando. Nunca duvide de Roger Federer , lembra ? ABS !

    Responder
  8. Fernando Brack

    Falando mais sério, que partida desastrosa do sérvio. Errou demais e várias vezes de forma bisonha.
    E foi muito estranho o desinteresse total dele no resultado. Nem parecia que tinha tanto em jogo.

    Responder
  9. Rodrigo S. Cruz

    Hoje todos vimos uma coisa interessante:

    Pois segundo o”jenial” comentarista que atende pelo nome de Paulo Almeida:

    O saque de Novak é um ” pouquinho melhor” que o do Federer!

    kkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  10. Matheus Lago

    Vitória impressionante do Federer hoje, surpresa dupla: consistência acima da média para o suiço e um Djokovic muito apático.
    Com certeza o problema do Djokovic foi mental, não soube lidar com a pressão.
    Federer na semifinal e se for contra Tsitsipas, creio que seja um bom adversário para o helvético, caso seja Nadal: clássico.

    Responder
  11. Babidi

    Kkkkkkkkkk, alguém anotou a placa? Chupa que a cana é doce! Os fãs bobões do Djokovic ficaram se achando o tempo todo aqui depois daquela final de Wimbledon, tentando diminuir o Federer em cada postagem do Dalcim. E agora? Sem número 1, sem recorde do Sampras e eliminado na fase de grupos. Respeitem a história do suíço! Aula de tênis do início ao fim. Atuação irretocável.

    O sérvio até deu migué pra tentar desmerecer a vitória do Federer, como em incontáveis outras vezes, kkkk.. quem vai ficar choroso hoje hein, Chetnik?

    Responder
  12. Gildokson

    Você estava certíssimo Paulo Almeida. Esse é o melhor Finals dos últimos anos kkkkkkkkkkkk
    Chama o Chetnik pra te ajudar a explicar como o cara de back fraco eliminou o Djokovic e praticamente tirou dele o n°1 kkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  13. Rodrigo S. Cruz

    Aí Fake,

    Desconfio de que os “quase winners” do Djokovic não foram muito felizes hoje.

    Nem mesmo a tal da “super-devolução”

    kkkkk

    Responder
  14. Luiz Fernando

    E é claro q pra mim o q mais importou hj não foi Federer vencer ou Djoko perder, foi RAFA MANTER O NÚMERO UM DO MUNDO até o AO, pela quinta vez na carreira vai fechar o ano assim, só ficando atrás do Sampras nesse particular. Num ano com 3 ou 4 contusões q o afastaram das quadras, num ano em q não dominou o saibro como de hábito em razão disso, o cara em 13 torneios disputados, contando com esse Finals, fará no mínimo 12 semis, vencendo 2 GS. Claro q aqui tem vários recalcados de carteirinha em relação ao cara, cujo único “pecado” foi fazer de Federer seu freguês de caderneta, pra esses a célebre frase do Lógico, q deve estar se deliciando com esse conquista do Nadal: chupa q é de uva kkkkkkkk…

    Como o único objetivo do Rafa sem dúvida era manter esse número um, e acima de tudo pelo fato dele não estar competitivo, não descarto, se houver um pingo de bom senso naquela cabeça dura, que não entre em quadra amanhã. Agora qual a chance disso acontecer? Eu diria q quase nula…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      “ Único pecado foi fazer Federer e Novak seus fregueses no Saibro “. Essa é a frase correta . Perde pra ambos em todas as outras Superfícies. Carlos Moya afirmou categoricamente que se poupou em alguns Torneios pensando exclusivamente em tirar o Zero do FINALS . Lutou feito um doido contra MEDVEDEV. O guri vem com papinho de largar o Torneio que é bem “ fraquinho “ na Semi . Difícil respeitar teus comentários. Abs!

      Responder
  15. Rodrigo S. Cruz

    Dedico esta vitória do Federer aos Fakes e Chetniks haters de plantão!

    Primeiro set:

    12 winners e 1 erro não-forçado para Federer. Contra 7 winners e 6 erros de Novak.

    Na partida:

    23 winners e 5 erros não-forçados pro Federer. Contra 14 winners e 13 erros de Novak.

    Isso fora as estatísticas no serviço que eu não conferi ainda, mas sei que ele sacou demais.

    A grande devolução de Djokovic foi totalmente anulada!

    Acho que não precisa dizer mais nada, né?

    Hoje o Federer simplesmente NÃO DEIXOU o sérvio jogar…

    Responder
  16. Jônatas

    Ok, acabou o jogo do Federer vs Djokovic e já pergunto ao Dalcin:

    Qual vai ser a próxima oportunidade do Djoko reconquistar o nº 1? Já tem como fazer essa previsão ou temos que esperar o torneio terminar?

    Responder
  17. Fernando Brack

    Que lambada cruel Federer deu no GOAT paraguaio, hein. Djoko jogou nada hoje.
    Sua atitude fez ele parecer estar em outro lugar. Falta total de vontade de vencer.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ele pensou que estava na rapidíssima Cincinatti, e não achou o excepcional Serviço do Craque . E assim como MEDVEDEV ficou irritadiço de novo em Londres com a torcida kkkkkkkkk Abs!

      Responder
  18. Luiz Fernando

    Federer venceu com amplos méritos, diria q fez uma partida quase perfeita, dominando o Djoko. Se jogar nesse nível no final de semana, não terá concorrentes, ponto final, é a realidade.

    Agora o mais engraçado vai ser ler o comentários daquele rapaz q prima pela humildade, que gosta de chamar os outros de comentaristas de resultados, que depois da vitória do Thiem sobre o cara afirmou q Federer não se classificaria, isso sim é um comentarista de resultados kkkk, e dos RUINS kkkkkk. Como eu sempre digo, aqui é diversão garantida kkkk…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Errado como sempre. Jogou mal contra Thiem e Berrettini , mane’. isso todo mundo viu . Hoje além de um Serviço excepcional , partiu pra cima de Novak como afirmei no comentário de ontem em resposta ao Almeida. Não leu ? Estava confuso , mane’ ? Esse teu papinho babaca de arrogância, já deu. Tu és fraquinho desde sempre rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Comentário as 21 horas e 46 min , de 13 / 11/ 2019. Afirmei que Novak seria testado em toda a sua capacidade de defesa , não veríamos alguém apenas passando bolinhas pro outro lado. Abs!

        Responder
  19. Vitor Hugo

    GOD MODE é isso aí! Alguém anotou a placa do fusca do outro lado da quadra????
    Depois de vencer em Wimbledon, Roger dá show e atropela no finals!

    Responder
  20. Luis Coelho

    Olá Dalcin! Parabéns pela excelência nos posts e comeozôniontários. Hoje se define o grupo do Thiem. Amanhã os jogadores do outro grupo jogam já sabendo quem serão os adversários. Se Tsitsipas ficar em primeiro pegará o segundo da outra chave, no caso Federer ou Djokovic, e se ficar em segundo pegará o prmeiro , o Thiem. Acho que ele prefere o Thiem, mas é apenas especulação. Abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Mas não tem como escolher, Luís. Porque mesmo ele perdendo do Nadal, ainda terá de esperar o Medvedev ganhar do Zverev para eventualmente ficar em segundo lugar. E não vejo motivo para ele temer qualquer coisa. Acho que ele adoraria ganhar do Nadal e chegar ainda mais confiante à semi.

      Responder
  21. Paulo Almeida

    Está chegando a hora do segundo maior clássico/rivalidade da história do tênis, só perdendo pra Djokovic X Nadal. Haja coração.

    Claro que se o GOAT Djokovic perder, dezenas vão se levantar das catacumbas e vir zoar e soltar as bobagens costumeiras. Estou preparado para o pior com ótimos argumentos, se for o caso.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Realmente o maior clássico do tênis disparado ( tanto em preferência majoritária como em antagonismo de estilos) pode até ocorrer no sábado:

      O famoso FEDAL.

      Porque o sérvio tomou uma surra hoje que vai demorar muito ser digerida…

      Abs.

      Responder
    2. André Barcellos

      “ estou preparado para o pior com ótimos argumentos”
      Kkkkkkkkk
      Essa foi demais. Já tem a lista de desculpas na mão. Parece um jogador que tem lá no clube, que apresenta o prontuário médico antes de cada partida.
      E se a desculpa for outra, como Djokovic ganhará mais 5 GS pra bater o GOAT verdadeiro, se não se recupera de um jogo de 2 h e 50 min com DOIS DIAS de descanso?

      Responder
  22. Rodrigo S. Cruz

    “E outra: falou bobagem do jogo do sérvio mais uma vez. Em centenas de jogos ele conseguiu muitos pontos com winners e ERROS FORÇADOS do adversário (deveria ser computado como um quase winner) “.

    Well,

    O campeão inconteste de bobagens do blog é você.

    E essa não deixa de ser só mais uma.

    (rs)

    Erros forçados é uma coisa, e winner é outra.

    “Um quase winner” ?

    Quanta bost…

    O público não lota os estádios esperando reverenciar erros-forçados, e sim bolas vencedoras.

    Forçar erros é importantíssimo no jogo, isso não se discute.

    Mas não é espetacular.

    E não será JAMAIS…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Só de o tenista encostar a raquete na bola, a jogada já deixa de ser winner, mesmo tendo sido espetacular.

      Em vez de falar bost.. sem saber, procure prestar atenção nos ensinamentos do Domingos Venâncio. Ele SEMPRE fala da importância dos EF, um número que passa despercebido naquelas estatísticas da ATP. Se você souber fazer contas, é só subtrair os ENF e os winners do total de pontos ganhos. De nada!

      Responder
  23. Jônatas

    O jeito mais simples de uma chave de 4 jogadores que eu vi é quem perde 2 jogos é eliminado. Funciona assim:

    Cabeça 1 do grupo contra cabeça 4
    Cabeça 2 do grupo contra cabeça 3

    chave dos ganhadores:
    – Os vencedores se enfrentam e quem ganhar é o primeiro do grupo
    chave dos perdedores:
    – Os perdedores se enfrentam e quem perde nesta chave está eliminado

    Confronto decisivo
    – O perdedor da chave dos ganhadores enfrenta o ganhador da chave dos perdedores. Quem ganhar se classifica como 2º no grupo

    Só isso. Sem saldo disso, aproveitamento daquilo, e outras coisas que complicam o entendimento de quem classifica ou quem é eliminado. É um mata-mata dentro de um grupo.

    A desvantagem é que 2 jogadores farão apenas 2 jogos e portanto um confronto não vai existir (no modelo atual todos jogam contra todos). Então um Medevedev hoje estaria eliminado. No caso, ele ainda tem chance de classificar mesmo que mínima.

    Vantagem: é sempre confronto direto pela vaga. Ganhou está dentro, perdeu está fora. Simples.

    Responder
  24. Sérgio Ribeiro

    Em relação ao melhor FINALS , vou homenagear o brilhante comentarista P. Almeida ( nascido depois de 2008 ) , e esquecer os disputados por BJÖRN BORG , JOHN MCENROE, JIMMY CONNORS e GUILHERMO VILAS em pleno Madson Square Garden . Em 2010 o Big Four chegou em plena forma com direito a Rafa Nadal chegar invicto a FINAL. Na Semi o Espanhol bateu Murray por 8 x 6 no Tiebreak do terceiro Set . A outra Semi foi Federer x Djokovic. O Craque mostrou na FINAL porque ainda é o recordista do Quinto SLAM até hoje. Jamais se repetiu a presença de todos os 4 nas Semis juntos novamente. Abs!

    Responder
  25. Vitor Hugo

    Tem gente que se empolga muito fácil com jogador A,B ou C. Thiem, Zverev, Medvedev e etc vão cair na segunda ou terceira rodada do Austrália Open ou fazer no máximo quartinhas.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Que bobagem , parceiro. Quais foram os Finalistas de Roland Garros e USOPEN 2019 ? Será que tinha algum SuperEstimado ? Ou algum Russo Next Gen ? Nessa o amigo lembrou a turma da Kombi rsrsrs Abs!

      Responder
  26. Rafael Azevedo

    O jogo do Nadal contra o Tsitsipas, amanhã será antes de Medvedev x Zverev? Acredito que seria mais justo o jogo do russo contra o alemão ocorrer primeiro. Se não, vejamos:

    – Se o Nadal vencer o grego, o Medvedev não tem mais chances de classificação. Logo, ele não deve ser preocupar tanto em vencer o Zverev. Assim, aumentam-se as chances de vitória do alemão e, consequentemente, de eliminação do Nadal.

    – Se o jogo do russo contra o alemão for antes, há a possibilidade de o Zeverev vencer e assumir a vaga logo de cara, porém, ele o faria duelando contra um Medvedev focado e lutando por uma vaga. Ainda, que o Nadal, depois, jogue só para cumprir tabela, a classificação do grupo não receberia esse “intervenção”. Pois, o jogo do Nadal com o grego não influenciaria a classificação do grupo, em nada. Ao contrário do primeiro caso, onde teríamos um jogo para decidir o futuro do grupo, com um jogador desmotivado (Medvedev).

    Mas, entendo a organização do terneio. O jogo do Zeverev e do Russo, de todo jeito, irá decidir a última vaga do grupo, independente do resultado do jogo do Nadal. Se a ordem for invertida, há possibilidade de ter um jogo só para cumprir tabela…

    Mas, que seria mais justo, seria!

    Deveria haver a possibilidade de 2 jogos simultâneos, como é na terceira rodada da copa do mundo de futebol…Aí, esse problema estaria resolvido.

    Responder
  27. Rodrigo S. Cruz

    Bem,

    Vale dizer que a vitória do Berretini foi um digno prêmio de consolação para coroar a ótima temporada dele.

    Também já entrou pra história como primeiro italiano a vencer no Finals.

    Portanto, ele sai de cabeça erguida e sem ter do que se envergonhar…

    Quanto a partida em si, já sabemos que Dominic Thiem não jogou ABSOLUTAMENTE NADA.

    Com todo respeito ao italiano, mas é a pura verdade.

    30 winners de Matteo contra apenas 13 de Dominic.

    Acho que só essa soma de um tenista ofensivo como Thiem diz tudo…

    Entrou em quadra pra cumprir tabela e só.

    Guardou as forças para os jogos que contam de verdade.

    Está certo ele.

    Eu também teria feito o mesmo…

    Responder
  28. Luiz Fernando

    O Sergio Ribeiro fez um comentário abaixo acerca de um suposto fake, que só pode ser fake mesmo. Acho incrível que num ambiente como o do blog, que se o cara posta como “João” e ninguém tem como saber se o nome dele é esse ou aquele, os caras são tão pobres de espírito q criam outro nick quando querem postar alguma provocação. Isso pra não falar dos q já criaram 3, 4 ou mais nicks. É o cúmulo da falta de personalidade e da covardia…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Não deu tilt nenhum.

      Claramente resolveu se poupar para a partida seguinte.

      Já era o primeiro do grupo, ganhando ou perdendo.

      Pra que se desgastar em vão?

      Responder
  29. Sandra

    Dalcim, muito esquisito , o Thiem está perdendo , mas a minha pergunta é a seguinte , Thiem perdendo como já está perdendo para o italiano , e ganhando seja Federer ou Djokovic, ambos todos não vão vão ter duas vitórias cada ? Como ficaria o critério de desempate?

    Responder
      1. Sandra

        Porque está escrito no comentário da vitória do Thiem com o italiano , estão falando que para Thiem ser primeiro do grupo depende do resultado do jogo entre Federer e Djokovic?

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Vale o confronto direto. E o Thiem ganhou tanto do Djoko como do Federer, portanto ele já estava garantido como primeiro do grupo mesmo que perdesse do Berrettini.

      Responder
  30. Jônatas

    Bom dia.

    Eu não entendo a organização entender que o critério de desempate é de jogos realizados onde quem teve mais dificuldade para ganhar fica em vantagem em relação a quem teve mais facilidade.

    Responder
      1. Jônatas

        A organização eu quis dizer quem define as regras. Nunca me atentei que sempre foi assim, para mim era por saldo de sets e depois games. Acho que só fui perceber essa regra quando teve tripo empate e por isso essa percepção mas quando disse que se o Nadal ganhar ele é o primeiro do grupo é que fui ver como era a regra. Mas enfim, é ruim do mesmo jeito. Embora seja a ITF que fica mudando algumas regras do jogo (tênis) esse pessoal da ATP deve ser da mesma linha de pensamento. Eu hein. Tem um pessoal aí neste meio que era melhor fazer outra coisa da vida.

        Responder
          1. Jônatas

            “O regulamento determina que a classificação se dará por: a) maior número de vitórias e, em caso de empate, maior número de jogos realizados (2-1 é maior do que 2-0 e 1-2 é maior do que 1-0).”

            Esse “jogos” realizados seriam o quê? Eu entendi que são sets e se for sets jogados aí eu acho injusto como primeiro critério. Se o primeiro critério de desempate for o confronto direto eu concordo contigo. Mas já adianto que eu acho as regras um pouco confusas. O sistema de eliminação que descrevi em outro post eu acho justo e muito simples para o espectador de tênis.

  31. Thiago Augusto

    Dalcim, se na semi final Djokovic e Nadal se enfrentarem, Nole teria de vencer Rafa e ainda ser campeão para ser o número 1 do mundo de novo? Ou a simples classificação de Rafa para as semi finais já tiram qualquer chance de Djokovic voltar ao primeiro lugar do ranking?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Djokovic precisa ser campeão. Se vencer o Nadal na semi (ou se Nadal não se classificar), ele será ultrapassado pelo sérvio em caso de título.

      Responder
  32. Kario

    Dalcim, as regras do finals mudou este ano ou recentemente, com relaçao ao desempate quando tres jogadores estao empatados? Pq me parece q se o Zverev vença o Medvedev por 2 sets a um, e o Nadal vença o Tsitsipas por 2 a zero (Tsitsipas ficaria em primeiro com 4 sets ganhos e 2 perdidos, e Nadal e Zverev empatados com 4 sets ganhos e tres perdidos), ainda q o Nadal tenha melhor percentual de games ganhos, ele perderia a vaga pro Zverev no confornto direto… Mas nao foi isso q aconteceu no finals de 1997. Naquele ano Sampras, Moya e Rafter ficaram com 2v e 1d, Sampras em primeiro com 5×2, e Moya e Rafter ficaram com 4×3. E apesar do Rafter ter vencido o Moya, foi o Moya q ficou com a vaga, pelo saldo de games.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A regra do confronto direto como primeiro critério de desempate é bem antiga, não sei precisar a você desde quando. Não lembro desse caso em 1997, mas lembro de que já valia no Finals de 2000 quando o Guga jogou lá em Lisboa e consultamos a ATP sobre os critérios de então. Eles deixaram claro que, assim que se desfaz o tríplice empate, volta o critério do confronto direto. Está isso bem claro no regulamento.

      Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Então com certeza o regulamento mudou depois disso, Kario. Como te disse, em 2000 ele já valia nesse formato de prioridade ao confronto direto.

          Responder
      1. João Carlos

        Dalcin seguindo a linha do confronto direto… Um possivel empate entre zverev nadal e o grego.. Qual confronto direto prevalicia ja que N venceria tsitsipas que venceu zvetev que venceu Nadal…. Poderia me explicar isso ja que o regulamento diz q quem passa é o alemao e eu n entendo ja que todos estao empatados nos confrontos direto

        Responder
  33. Luis

    Duas coisas me chamaram atenção ontem, a primeira é como é difícil fechar um jogo, especialmente contra o Djokovic e o Nadal. Dizem que os momentos que os jogadores tem mais chance de sair do break contra é logo após serem quebrados ou na hora de fechar o set. Pior ainda se for para fechar o jogo ou o campeonato. Vemos até os grandes com essa dificuldade, o próprio Roger deixou de ganhar Wimbledom por causa disso.
    A outra coisa foi uma pergunta que fizeram para o Nadal no press release: se ele achava que era importante passar a mensagem de nunca desistir. Ele respondeu que não, que os exemplos não são para um dia, são para de trabalho e abdicação diárias. Que o motivo de não é quebrar a raquete quando você esta 1×5, é entender que as vezes você joga pior, aceitando que o oponente esta jogando melhor e não achar que você é perfeito. A frustração vem quando você acha que é muito bom e não aceita os erros. “O melhor conselho que posso tentar passar é: não se considerem tão bons a ponto de não aceitar seus erros, porque todos cometem erros e você tem que continuar depois de errar”

    Responder
  34. MARCELO MORAIS

    Sou torcedor do Djoko e irei torcer muito pro Nadal, para ter um encontro perfeito nas semi, isso, se o sérvio passar do suíço. Se Djoko passar ele pode tentar o numero 1, se não passar, numero 1 merecido ao Nadal. De qualquer forma vou torcer pro Nadal passar, pois se o suíço avançar hoje, será um jogo histórico na semi, talvez o ultimo que veremos nesse torneio.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Você nunca erra , caríssimo Fake ? Você pegou um gancho de ano e meio devido ao passatempo de Apostas Clandestinas. Mamãe teve que ir lar pedir pra soltar o “ bambino “ lembras ? kkkkkkkkkkkkkk Abs!

      Responder
  35. FERNANDO/MG

    Prezado Mestre Dalcim,
    Realmente esse Finals, está empolgante, podemos ter fora das semifinais, respectivamente os números 1 e 2 do Ranking, o que por um lado não deixa de ser uma surpresa, por outro nos apresenta parcialmente a demorada renovação no circuito, Mestre algumas questões:
    O Berrettini foi o ponto fora da curva desse Finals? (muito embora meritocracia seja tudo). Na sua opinião qual outro tenista poderia substitui-lo, como forma de não ser tão coadjuvante? Finalmente, sempre achei o Berdych, o mais profissional tenista de sua geração, profissional no sentindo literal da palavra, ou seja, jogava somente pensando na conta bancária, nunca vi nele uma atitude de esportista de lutar por conquistas, sempre ficou tranquilo chegando nas quartas, semis da vida, sempre o achei muito acomodado com seu ranking e com suas poucas conquistas (parecia não querer evoluir), mas sempre indo longe nos torneios. Concorda comigo mestre?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Talvez o Bautista desse mais trabalho e o Monfils, mais espetáculo. Porém, o italiano não é mau jogador. Quanto ao Berdych, acho que o que faltou a ele foi tentar ficar mais versátil, o que só veio a fazer bem na fase final da carreira e justamente devido à contusão.

      Responder
  36. periferia

    Olá Dalcim….olhando o site do Tênis Brasil não vejo nada sobre as entrevistas dos tenistas “menos” famosos.
    O russo perdeu ontem para o Nadal….vc encontra o que Nadal disse mas não encontra o que o russo disse.
    É uma pequena crítica…já que o seu site é espetacular(gosto muito).
    Tudo bem que o Big four fez por merecer tanta exposição…..mas acaba amarrando a informacao do esporte de tal forma que fica difícil jornalisticamente ….não sobra espaço para mais nada….abs

    Responder
  37. Rafael Benthien

    Dalcim,

    um reparo, raro, em seu texto. Federer perdeu as últimas cinco partidas do Djoko. A última vitória veio justamente no RR do Finals em 2015. Naquele mesmo Finals, Djoko venceu a Final. No site da ATP, as sequência está invertida, o que gera a confusão. Abraço e obrigado, sempre, pela cobertura.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Vocês são muito precipitados. O Cara somente tem 23 anos. E o Big 3 está na saideira. Ele perdeu um monte de FINAIS até começar a levar todas. Por essas e por outras e’ que começam com SuperEstimado , Zé Verev , De Menor e por aí vai , repetidos exaustivamente pelos sem noção nos grupos de Whats. Aí sem mais veem a quantidade de m*rdas que falaram. A maioria são comentaristas de resultados que não assistem jogo algum. Calma , caro Rafael rs Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps . Mais abaixo o caríssimo Gustavo M , relembra uma idêntica de Federer em 2009 contra Tsonga no MASTERS 1000 do Canadá. O Suíço terminou a Temporada como N 1 do Mundo. Vida que segue. Abs!

        Responder
  38. Miguel BsB

    Agora, pra quem diz que os drops do Djoko são medíocres, nao precisa nem ir muito longe não, assista os melhores momentos do jogo contra o Thiem…foram 4 ou 5 de extrema classe, perfeitos!
    Já há um bom tempo venho dizendo que ele desenvolveu ótimas deixadinhas.
    Mas, realmente, seus slices até funcionam, mas que são meio desengonçados, isso são rs
    Voleios ele passa com nota 6.5
    Smashs, esses sim são sofríveis…incrível como um jogador do calibre dele tem dificuldade nesse golpe.
    Se eu algum dia fosse jogar contra ele (hehe), jogaria todas as bolas possíveis pro alto…somente assim talvez conseguisse marcar 1 ou 2 pontos em erros não forçados rsrs

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Acho que o pior golpe do Djokoivc acaba sendo mesmo o slice…

      Não só pelo movimento desengoçado como você mencionou.

      Mas pela pouquíssima efetividade.

      Já assisti incontáveis partidas do Novak.

      E raramente vejo ele ganhar o ponto, quando tenta uma troca de slices com o oponente.

      Funciona bem de forma defensiva, para dar mais tempo do Novak se posicionar para a próxima bola.

      Mas ganhar mesmo o ponto com o erro do adversário na rede é raro.

      Responder
    2. Paulo Almeida

      E aquele drop magnífico contra o Tsitsipas? Posso citar vários outros também. Nota 8.

      Mais desengonçado do que qualquer golpe do Medvedev? Besteira, é bem eficiente. Contra o Kohlschreiber, ele venceu a maioria dos duelos de slices em Wimbledon, sendo o alemão um especialista no golpe. Nota 7,5.

      Os voleios são ótimos também, mas claro que não tão bons quanto o desses jogadores de rede. Nota 8.

      O smash também melhorou muito, cara. Esse ano foram vários muito bonitos e se ele deu uns 10 djokosmashes foi muito. Em 2019 foi nota 7, mas na carreira em geral é nota 5. Porém, quem é que vai utilizar como estratégia explorar o smash de alguém? Vai perder a maioria dos pontos, rs.

      Responder
  39. Gustavo M.

    Dalcim, eu sou assumidamente torcedor do Federer, mas ele deu uma amarelada idêntica contra o tsonga no Canadá em 2009. Vc deve lembrar que ele acabara de retomar a liderança do ranking e ultrapassado Sampras em Slam. Isso acontece, mas deu pena do russo. Se perdeu completamente, braço encolheu.

    Abraço!

    Responder
  40. Rafael Azevedo

    Dalcim, no outro post, você disse que se houver um tríplice empate nos confrontos diretos, os critérios de desempate seriam o set average e, depois, o game average. Se isso acontece entre o Nadal, o grego e o Zverev, porque o Nadal é eliminado pelo confronto direto, se houve um tríplice empate. Se houver um empate no set average entre ele e o Zverev, não deveria ir para o game average (já que o confronto direto foi o primeiro critério que já foi avaliado). Por que voltar para o confronto direto?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O regulamento é claro: em caso de tríplice empate, recorre-se ao set average. Se um dos três se favorece e permanece empate entre os outros dois, volta-se ao primeiro critério, que é o confronto direto.

      Responder
  41. Rafael Azevedo

    Esse está sendo o melhor torneio do ano, junto com WB.
    – Ultima rodada com 2 classificados e 5 com chances;
    – virada imoossivel de Nadal;
    – Federer e Djoko disputando 1 vaga diretamente;
    – um “subestimado” vencendo 2 Big 3 (e com possibilidades de vencer o terceiro);
    – possibilidade de uma luta direta pelo numero 1 na semi-final (quase direta, na verdade);
    – Nadal pode vencer o Grego, ter 2 vitórias, e, mesmo assim, não se classificar (que amarga foi aquela estréia terrivel).

    Responder
  42. Alexandre

    Dalcim,
    Boa noite!
    Com seu conhecimento sobre o Finals e levando em consideração as possíveis combinações de resultados, em quais nomes você apostaria para as duas vagas restantes na semi?

    Responder
  43. Efraim Oliveira

    Tirando o Berrettine, o Finals tá perfeito. Ele chegou a afirmar que a derrota pro Roger estava nos planos e que sabia que Roger precisava muito da vitória – como se ele também num estivesse precisando. Que jogador patético! E pensar que comemorei a classificação dele no lugar do Monfils.

    Hoje o Medvedev sofreu uma virada à lá WTA, que é onde vejo ocorrer mais dessas viradas malucas. Essa virada achei mais épica do que a do Novak em Wimbledon; nessa o Medvedev vinha dominando amplamente o Nadal e com placar elástico – até servir pro jogo, aí carruagem virou abóbora.

    Pena que o Finals tenha tão poucos jogos, ao meu ver poderia ser realizado com 16 jogadores, com quatro grupos, aí daria. sete jogos pra quem chegasse até a final.

    Lembrando que, dificilmente temos um Finals emocionante como tem sido esse, então acho válido mexer no formato.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Nada como o fanatismo, caro Efraim . Virada mais épica que a de Wimbledon? Sei… Jogador patético Berrettini ? O primeiro Italiano na História a vencer no FINALS é patético? Pergunte a Thiem que perdeu a terceira pra ele. Inchar o último Torneio da Temporada ? Mais que os Oito melhores já mexeria demais com o físico dos jogadores . Do jeito que está, Rafa Nadal continua Zerado no FINALS Sempre chegou caindo pelas Tabelas devido ao seu antigo Calendário inchado a lá MEDVEDEV. Na boa, melhor que está não dá. Claro que isso tudo , a meu ver .Abs!

      Responder
  44. Miguel BsB

    Estava no trabalho acompanhando o placar comentado com o Dalcim (Pra variar rs). Quando vi que o 3 tava 5×1 pro russo, desencanei e fui pra uma reunião…voltando, descubro que o Nadal virou e venceu, msm meia boca…
    Um MONSTRO! Esse cara não desiste nunca! É algo incrível, uma força de vontade de ferro.
    Acho que nós, que adoramos e acompanhamos o esporte de perto, deveríamos pelo menos tentar emular essa determinação em nossas próprias vidas, sem querer ser presunçoso…É uma lição de força de vontade e caráter inabaláveis.
    Claro que o russo vacilou, mas,mesmo a 50%, o espanhol apronta uma dessas…repito: Um MONSTRO!

    Responder
  45. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]

    “Viu e reviu e continua com a viseira de fanático que lhe impossibilita de elogiar qualquer jogada genial do Djokovic, assim como o lob espetacular no USO pra cima do Londero”.

    E quem te falou que eu achei isso?

    O lob do Djoko pra cima do Londero foi espetacular sim.

    Só que PERDE FEIO para o lob-tweener que o próprio Djokovic tomou do lucky-loser Corentin Moutet, em Paris.

    Confira no vídeo abaixo a partir de 1 minuto e 20:

    https://www.youtube.com/watch?v=8XLyTtUA67c

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Você disse à época que achou um lixo e eu posso achar esse comentário depois.

      Sim, o do Moutet foi mais espetacular, mas tenho dúvidas se foi consciente. O mais provável é que tenha sido um lance de sorte.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Ah, entendi.

        Quando alguém consegue algo melhor do que o sérvio é sorte.

        Quando o sérvio acerta 1 de vez em quando é “consciência”.

        kkkkkkkkk

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Claro que não, mas um moleque lucky-loser acertar um lob de gran willy CONSCIENTEMENTE me parece muito improvável. Aliás, acertar uma gran willy normal com consciência só é possível se o cara estiver com muito tempo antes da bolinha tocar o chão pela segunda vez.

          Responder
  46. Tiago

    Acho que depois dessa amarelada do Medvedev em cima do Nadal, ele já podia arrumar as malas e ir embora viu. Que vexame!!! Como um cara pode desperdiçar uma chance tremenda dessa de eliminar o atual numero 1 do mundo…afff depois desse jogo vai ser difícil engolir essa derrota medíocre. Quanto a amanhã acho que Djokovic sentirá a pressão do numero 1 e não jogará o suficiente contra Federer que vem babando depois dos match points desperdiçados de Wimbledon…E por incrível que pareça, depois de uma primeira rodada totalmente sem chances futuras para Federer e Nadal, pode pintar uma final entre os dois. Fazia tempo que não via um torneio tão maluco assim rsrs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, por isso é que Nadal ficaria com o primeiro lugar do grupo. No entanto, ele também precisa que o Zverev perca para evitar o tríplice empate. Nessa situação, Tsitsipas passa (o pior dele será 4-2 em sets) e Nadal e Zverev empatam (4-3 é o melhor que Nadal pode conseguir e 4-3 é o pior que Zverev pode ficar em caso de vitória). E nesse caso volta o critério do confronto direto em que Zverev tem preferência.

      Responder
  47. Fernando Brack

    Medvedev ainda tinha o estímulo adicional de desejar uma revanche para a dura derrota na final do USO, mas nem isso fez ele deixar de lado a bronca com o inconveniente torcedor do ogro.

    Responder
  48. Rodrigo S. Cruz

    Torci pela primeira vez na vida pelo Nadal.

    Não queria que ele fosse eliminado.

    Parece até que eu pressentia que se ele simplesmente não desistisse, o Medvedv acabaria relaxando.

    E foi justamente isso que aconteceu!

    kkkkkkkkk

    Mas claro que o russo também de uma AMARELADA antológica!

    Responder
  49. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]
    13 de novembro de 2019 às 22:34

    “Você se entrega e faz provocações baratas também, ou seja, é farinha do mesmo saco do Renato/Vitor Hugo. Inclusive acabou de chamar o Djoko de pangaré(…)
    É claro que esquerda de quinta divisão foi apenas para fazer jus a drops e slices medíocres, ou seja, mesmo nível de sandice. Disso você não fala, pois defende o fake jaguatirete”.

    Eu o chamei de pangaré em RESPOSTA a uma prévia provocação tua, e dirigida a mim.

    Obviamente que o Djokovic é um tremendo tenista, e não tem nada de pangaré.

    Quando foi que você já escreveu ou vai escrever algo do tipo sobre o Federer?

    JAMAIS!

    O teu fanatismo sanguíneo não deixa…

    E defendi Fake jaguatirete o teu nariz. Não minta!

    Só tenho profunda convicção de que você é umas 100 vezes pior do que ele.

    Responder
  50. Isaías

    Dalcim Medvedev mostrou muita frieza nas grandes campanhas que fez e nos títulos recentes, vc acha que a derrota do Us Open e o histórico negativo de derrotas contra Nadal influenciou diretamente?? O Russo ja se mostrou muito firme contra Djokovic e contra seus colegas de nova geração ganhando sem titubear tendo placar recente favorável contra esses tenistas porém histórico negativo contra Nadal mesmo que ao meu ver o Russo foi arrojado e corajoso na final do Us Open após estar perdendo de 2 x 0. Por fim Dalcim menção honrosa a Berdych que anunciou aposentadoria, um tenista sem carisma é verdade, muitas vezes até chato no seu jeito de ser porém de um plasticidade e potencia absurda, seu forehand era algo muito gostoso de se ver, era um movimento muito natural e muito poderoso, parecia não fazer força alguma pra fazer a bola andar e sua devolução de saque sempre foi algo que me agradou também, foi um autêntico top 10, muito regular, permaneceu anos e anos no top 10 de forma digna. Grande Berdych

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, ao longo dos comentários do Placar UOL, eu até mencionei que o ‘efeito US Open’ poderia estar afetando no final do terceiro set.

      Responder
  51. Julio Marinho

    Torço para o Medvedev passar. Sim, amarelou e deve ter sido duro demais.
    Contudo, jogou bem as duas partidas, é um cara que joga sem medo e deve dominar o Zverev em 2 sets. Se fizer isso, só torce para o Tsitsipas, que vem em bom momento e não deve tirar o pé do acelerador contra o Nadal, que mesmo com certa insegurança, tem que ser considerado favorito. Mas creio que o russo mereça bem a vaga pelo rali de fim de ano que teve e pela boa renovação.

    Responder
  52. José

    Grande Dalcim, melhor ATP Finals desde aquele em que o Nalbadian venceu Federer e Nadal na sequência para ficar com o título, acho que foi em 2007 ou 2008. Essa disputa pelo número 1 também me lembra o Finals de 2000, quanda o torneio ainda tinha outro nome, em que o Guga perdeu a primeira partida e precisou vencer todas as outras para ser número 1.

    Mudando de assunto, Dalcim, você viu o anúncio de que o Berdych vai se aposentar nesse finals? Não jogando, é claro, mas parece que vai ter uma homenagem.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, Berdych vai ter uma homenagem no sábado, TenisBrasil deu o texto logo cedo, José. Uma pena, mas ele não conseguiu mais jogar bem com as dores no quadril. E o Nalba foi em 2005, um tremendo feito.

      Responder
  53. Heitor

    Esse Medvedev é um dos jogadores que mais vi perder pontos decisivos em toda a história. Como ele erra em vários pontos críticos! Não foi só hoje. Na final do USO foi a mesma coisa. E em outras oportunidades também. Se não corrigir isso não será tão campeão quanto imaginam dele.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, nunca ouvi falar disso no tênis, Paulo, até porque torneios com esse sistema ‘não eliminatório’ só existe mesmo no Finals. Além disso, a vitória por si só já dá pontos no ranking e prêmio.

      Responder
  54. Renatinho

    Dalcim,vi que os irmãos Bryan vão se aposentar do tênis ano que vem.Lembrei que tem o duplista Leander Paes jogando com 46 anos .Desta forma ,me veio uma curiosidade .Qual é o tenista masculino que se aposentou jogando mais tempo no tênis profissional sem pausa?Leander Paes pode bater essa marca ?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Jimmy Connors começou a jogar o circuito profissional já em 1969 e esticou até 1996, embora tenha jogado pouco nas últimas temporadas. Acredito que seja o mais longevo, principalmente porque foi em simples apenas. Abs!

      Responder
  55. Vitor Hugo

    A entregada que Medvedev deu hoje pra Nadal, o baloeiro fez igualzinho em Madri, 2012, saibro azul e Federer campeão( o único na história a ter título no saibro azul. Kkkkk)
    Quem se lembra? Estava 4 x 0 e saque para Rafa no terceiro set, mas Verdasco resolveu enfiar a mão na bola e venceu o jogo.

    Responder
    1. Luis

      Eu lembro, foi quando o pessoal descobriu que o Nadal tinha um “buraco” no saque. O verdasco começou a fazer a devolução no pé do Nadal e ele não conseguia ganhar praticamente mais nenhum ponto

      Responder
  56. Arthur

    E os únicos dois jogadores com duas vitórias no Finals são justamente aqueles que têm backhand de uma mão, Dalcim: Thiem e Tsitsipas.
    Coincidência?!?
    Acho que não!!
    Kkkk

    Um abraço.

    Responder
      1. Miguel BsB

        Vida longa ao Back de uma mão! Esses dois estão representando e levando o legado do golpe mais plástico do tênis adiante.
        Há 15 anos grande parte dos especialistas o davam como em iminente extinção no tenis profissional…

        Responder
  57. Jonas

    Independente das torcidas, acho que todo mundo concorda q esse Finals está espetacular. Jogos em altíssimo nível…e o que o Nadal fez hoje…caramba, isso é força mental! Que monstro…mas ainda acho difícil ele se classificar, bem difícil.

    Quanto ao Zverev, eu disse antes q ele está em ótima forma. Mas repito q acho ele muito inferior a outros tenistas top no quesito mental…não é atoa que um dia desses cometeu VINTE duplas-faltas, uma vergonha. Hoje foi atropelado. Nada surpreendente ele perder pro chato Medvedev, q vai vir mordido já q perdeu os primeiros 2 jogos na fase de grupos.

    O que acho difícil mesmo é o Nadal ganhar do grego nessa quadra…até pela forma mesmo, Nadal não está bem.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Talvez seja o melhor Finals da história, superior até aos de 2012 a 2015 que o Djokovic venceu. Porém, prefiro esperar o fim do torneio para dar o veredito.

      Responder
  58. Vitor Hugo

    Wawrinka não tem só o melhor backhand de uma mão de todos os tempos, mas talvez até o melhor de todos. Dizer que o de Thiem é melhor que o do suíço é de uma ignorância e falta de conhecimento do esporte absurda. É muito comum e acontece muito quando Dominic está jogando ele fugir do back pra bater de forehand. Só aí já demonstra que ele não confia tanto assim no reves.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Não, o melhor backhand da história do tênis é do Djokovic, enquanto o do Wawrinka também é inferior ao do Murray e ao do Zverev. Continuo afirmando que o do Thiem é o melhor de uma mão e o do Frauderer não pega nem top 10.

      Ficou indignado? Rs.

      Pois bem, eu digo que nada pode ser de uma ignorância maior do que questionar os ótimos voleios, drops e slices do GOAT Djokovic e ainda por cima chamá-lo de bagre e passador de bolas.

      Responder
  59. Sérgio Ribeiro

    O nome do Post diz tudo sobre o Torneio que Sampras sempre chamou de Quinto SLAM. Uma Simples vitória soma 200 pontos no ranking e US$ 220. 000 ;00 de premiação. Quase um ATP 250 . Até Berretini não fica desmotivado. Incrivelmente já indo pra terceira rodada , e temos alguns favoritos mas CINCO ainda no páreo . Nada poderia ser mais emocionante. Abs!

    Responder
  60. Marcilio Aguiar

    Assisti a metade final do segundo set do grego x o alemão e o Tsitsipas está muito firme, sacando muito e voleando também. Seria ótimo uma final entre ele e o Thiem para ver se essa turma começa a comandar de verdade.

    Responder
  61. Ronildo

    Com o jogo fantástico que o Tsitsipas tem, é fantástico o Federer o ter vencido recentemente. É praticamente impossível alguém jogar tênis nesta qualidade com 38 anos.

    Acredito que Zverev precisa urgentemente de um técnico focado e que aprimore seus recursos técnicos. Não apenas um figurão como foi sua parceira com Lendel. Gosto muito destes técnicos que foram ex-jogadores recentemente. Carlos Moyá praticamente ressuscitou a carreira de Nadal que estava em franco declínio. Nicolas Massú está sendo fantástico com Thiem. O próprio Federer está tendo o melhor técnico a meu ver com o Ljubicic. Tem a longa parceria de Stan com Magnus Norman. Enfim, são vários casos.
    O Zverev porém brigou com um cara que queria fazer um trabalho muito sério com ele, Juan Carlos Ferreiro.

    Responder
  62. Marcilio Aguiar

    Não assisti ao jogo, mas pelo comentário do Dalcim e pelo placar de 5×1, é evidente que o Medvedev perdeu um jogo ganho, sem querer desmerecer a luta do Nadal.

    Responder
  63. Sandra

    Dalcim, como não sou jogadora de nada , posso brincar, qual foi a maior amarelada que vc viu? Federer com Djokovic em Wimbledon ? Acho que Federer já até esqueceu , aí que mora o perigo, Djokovic , ontem com O Thiem, muito recente, tadinho Do Nole amanhã, ou o russo hoje com o Nadal?

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          O primeiro foi o gaúcho Marcos Hocevar contra Claudio Pannatta no ATP do Guarujá, o outro foi a Gabriela Sabatini nas quartas de Roland Garros de 1993 contra Mary Joe Fernandez.

          Responder
  64. Roberto Rocha

    Medvedev deu uma amarelada histórica. Nadal não tem nada com isso e assim que a janela se abriu para ele, agarrou a chance e triunfou.
    Mas não creio que passe pelo grego. Está jogando abaixo do que pode…e ainda depende de combinação de resultados. Terá que torcer para que Federer despache o sérvio para ter chance de fechar o ano na frente do ranking.

    Responder
  65. Kevin

    Dalcim, eu não acho que o clássico de amanhã seja favas contadas à favor do sérvio não, neste tipo de jogo muita coisa pode acontecer, os dois terão suas chances, a questão será se o Federer conseguiu se “perdoar” da final de WBLDN, vai ser interessante e não consigo ver um favoritismo claro até pq a vitória do Djokovic sobre o Berretini não pode servir muito como parâmetro num jogo onde o italiano fazia sua estréia no finals e o nervosismo dele refletiu totalmente no resultado. Para mim o parâmetro mais correto nesse momento é o Thiem ganhou dos dois e se não tivesse se afobado em alguns muitos momentos deveria ter ganho deles em 2 sets nas duas partidas, esse sim desequilibrou o grupo Bjorn Borg.

    Responder
  66. Paulo Almeida

    Incrível como o Medvedev jogou no lixo a vitória. E olha que segundo alguns era o novo monstro do mental, kkkkkk.

    Tsitsipas jogou muito e despachou o Zé Verev com movimentação de poste.

    Responder
    1. Ronildo

      Nunca fui adepto da teoria do Super Mental. Medvedev na verdade demonstrou na prática como as pessoas estão enganadas neste assunto quando através de sua incrível tenacidade causou uma pane neural em Djokovic, que é idolatrado por um tantinho de gente como o Rei do Mental.

      Responder

Deixe uma resposta para Renatinho Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *