Para todos os gostos
Por José Nilton Dalcim
31 de outubro de 2019 às 20:56

Apenas três dos top 10 do ranking chegaram nas quartas de final do Masters de Paris, porém isso não reduz em nada a interessantíssima rodada desta sexta-feira em Bercy. Pode-se torcer na briga particular pelo número 1, por mais um momento de progresso da nova geração, pelos dois veteranos e espetaculares jogadores da casa ou por quem enfim irá ao Finals.

Novak Djokovic deu um salto claro de qualidade após a estreia titubeante, em que errou demais e quase perdeu set do garoto Corentin Moutet. O jogo contra Kyle Edmund foi bem mais exigente e ele teve raros momentos de baixa. Fará agora reencontro imperdível contra outro NextGen, o ousado Stefanos Tsitsipas, para quem perdeu dias atrás em Xangai. O grego foi muito bem contra Taylor Fritz e Alex de Minaur e será curioso ver se continuará optando pelo jogo mais ofensivo.

Rafael Nadal precisava de ritmo e Adrian Mannarino cumpriu o papel. Mais solto, espanhol dominou Stan Wawrinka pela 19ª vez em 22 confrontos com uma atuação segura, sem ceder quebras e especialmente jogando muito bem nos tão famosos pontos importantes, o que é sinal de confiança. As devoluções bloqueadas do suíço não incomodam mesmo o espanhol. Ele é favorito natural contra Jo-Wilfried Tsonga, ainda que o veterano francês tenha a torcida, um título em Bercy no currículo e três vitórias no histórico de 12 duelos. O ex-top 10 quase perdeu para o bom Jan-Lennard Struff, porém outra vez faltou cabeça fria ao alemão.

Quem também esteve com um pé fora do torneio foi Gael Monfils. O brigador Radu Albot teve um set e uma quebra à frente até o 4/3 do segundo set. Daí em diante faltou coragem e só venceu mais um game. Monfils cresceu, empurrado pelo público. Recupera seu lugar no top 10 do ranking e precisa agora derrotar o canhoto Denis Shapovalov para atingir uma impensável vaga no Finals de Londres. Os dois fizeram um belo jogo no US Open meses atrás e o canadense se rendeu lá no quinto set. Shapovalov vem do título em Estocolmo, se saiu muito bem contra os experientes Gilles Simon e Fabio Fognini e despachou Alexander Zverev. O alemão no entanto conseguiu seu lugarzinho no Finals e defenderá seu título, um verdadeiro prêmio diante de sua temporada tão instável.

Inesperado mesmo será o duelo inédito entre Grigor Dimitrov e Cristian Garin. O búlgaro de tantos altos e baixos parece ter reencontrado o domínio dos nervos e fez apresentações dignas diante de David Goffin e Dominic Thiem. O chileno sofria evidente dificuldade de repetir o sucesso do saibro nas quadras sintéticas, com raras atuações empolgantes, porém faz em Paris uma caminhada notável. Tirou John Isner em dois tiebreaks, o que é uma façanha, e salvou três match-points contra Jeremy Chardy, o homem que dois dias antes havia encerrado a série de Daniil Medvedev.

E mais
– Berrettini não passou por Tsonga e torcerá contra Monfils para ficar com a oitava vaga no Finals. Gael só jogou o torneio uma vez, em 2016, abandonando depois de perder os dois primeiros jogos da fase de grupo.
– Fato muito raro, dois tenistas com menos de 3 mil pontos na temporada poderão chegar ao Finals. Historicamente, a ‘linha de corte’ fica na casa dos 3.200.
– Nadal e Djokovic serão o cabeça principal de cada grupo do Finals, esperando para ver se pegam Federer ou Medvedev. Serão sorteados também Thiem e Tsitsipas e por fim Zverev e Berrettini ou Monfils. Tudo indica um bom equilíbrio.
– Já o Finals feminino em Shenzhen está maluco. Osaka só fez um jogo e abandonou. Bertens entrou em seu lugar, venceu a número 1 Barty e aí também se contundiu e desistiu no final de seu segundo jogo. Kvitova não ganhou nada e Bencic avançou à semi junto com Barty
– No outro grupo, Andreescu se machucou e nem completou a segunda partida, substituída por Kenin que enfrentará Svitolina em verdadeiro amistoso, já que ucraniana já garantiu o primeiro lugar da chave. A outra vaga será decidida no confronto direto entre Pliskova e Halep.
– A lentidão da quadra em Shenzhen tem sido assunto de todas as entrevistas e quase todas as jogadoras contestaram a escolha, afirmando que a exigência física está excessiva para um torneio de fim de temporada.
– As vagas finais para as duplas de Londres também estão abertas em Paris. Classificados para as quartas, Chardy/Martin e Dodig/Polasek estão na luta. Se os franceses forem campeões em cima justamente da dupla do croata, os irmãos Bryan ficarão de fora.

Quadras públicas
Um interessante balanço das quadras de tênis públicas do Brasil foi publicado hoje em TenisBrasil. A lista contabiliza 226 quadras em 77 cidades e 19 estados, mas vários internautas já estão contribuindo e acrescentando locais. Fica aberto o convite para o pessoal aqui do Blog também participar. Clique aqui para ver o texto e a relação das quadras.


Comentários
  1. Luiz Fernando

    Mais uma vitória com bom nível de jogo do Rafa, que a cada partida vem subindo um degrau no nível de jg. Jogou de forma segura novamente hj, curiosamente com o mesmo número de ENF das partidas anteriores (apenas 11) e com mais winners do q o frances, jogador mais agressivo q ele. Ainda me pareceu sem grande confiança no seu FH na paralela, mas hj acho q arriscou mais do q nas duas partidas anteriores. Jogará amanhã com grande chance de vitória, se mantiver esse nível de serviço e regularidade ganhará. Se for a final, não será favorito contra Djoko mas seria amplo favorito contra o búlgaro. Tudo aponta para uma final Rafa vs Djoko no domingo, algo q nem o nadalista mais otimista imaginaria no início desta semana. Grande chance de manter o número um até o final do ano.

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  2. Luiz Fernando

    Não vi a partida do Dimitrov, esse rapaz quando focado é sempre perigoso, mas daí a ter chances reais de vencer o Djoko tem uma boa distância. O sérvio é favorito destacado. Já Rafa vem sacando muito, quinto set seguido sem ceder quebras, não fosse a dupla falta boba no tiebreak do set 1 diria foi perfeito no saque…

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  3. Sacha Pontes de Albuquerque

    Tem quadra duplicada na informação de BH.
    O último anotado, parque municipal, é a Renné.
    No Mangabeiras são 2 quadras com 2 paredoes. É municipal mas eles cobram 30 reais a hora. Um absurdo. Os paredoes são gratuitos.

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  4. Sandra

    Dalcim, será que foi o grego que jogou mal ou o Djokovic que usou uma boa tática contra ele? Torço pelo Djokovic ganhar o torneio, mas com Nadal fica mais difícil , e outra coisa , esse é o master que Nadal nunca ganhou ou tem outro? É uma observação Djokovic nunca havia ganho Cincinatti e acabou ganhando , e ele não tem a sorte do Nadal!,,,, uma última coisa , eu só vejo Zverev e o grego só terem respeito pelo Federer e Nadal, nunca pelo Djoko, então vitória merecida, Djoko também é gente

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  5. Luiz Fernando

    Que o Djoko era, ou melhor é o principal favorito p vencer Paris e o Finals todos sabemos, mas ele não precisava da ajuda de uma atuação abaixo da critica do grego. Que vergonha, quantos erros, quanta inconsistência e irregularidade, parecia um amador encarando um profissional. É por situações como essas que muitos questionam esses caras da nextgen, jogadores de grande potencial, qualidades inegáveis, mas que em muitas ocasiões simplesmente se anulam nas partidas, perdem pra eles mesmos. Assisti o segundo set e Djoko em raras ocasiões precisou da grandes jogadas p vencer os pontos, talvez uma bela devolução na paralela no game decisivo, o grego errava seguidamente, exatamente o q acontece com Zverev, Shapovalov e cia limitada. O Big3 agradece…

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    1. Sérgio Ribeiro

      Basta o comentarista se lembrar de um jovem Espanhol que sempre chegava mortinho em Paris e no FINALS . Vou te ajudar. É o mesmo que jamais venceu nenhum dos dois . E pedia votos na ATP para mudar o piso do Quinto SLAM para Saibro rsrsrs Esse ano este mesmo jogador , chegou a Paris com 15 Torneios disputados na Temporada , contra VINTE e CINCO do jovem Grego. Até Thiem chegou com 20 . Sem essa de Next Gen . Burrices idênticas cometidas por jogadores mal orientados. E hoje Novak empatou o malfadado head to head com o Grego em 2 x 2 . Dominando como quis. Em tempo, também chegou com 15 Torneios disputados. Abs!

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  6. Ronildo

    Então gente.

    Shapovalov é um excelente tenista.

    A maneira como despontou com 17 anos prova isto. O motivo dele não deslanchar à contento, como se espera, é a sua esquerda de uma só mão. Assim o principal golpe de 99,99% dos tenistas do círcuito vai naturalmente de encontro à sua direita. Ou seja, Shapovalov sofre contra todo o circuito o que Federer sofre contra Nadal. (Tirando o super spin do Nadal). Isso pra mim é nadar contra a correnteza e ventania ao mesmo tempo. Se um dia ele chegar a número 1 será o maior esforço que um tenista fará para chegar no topo!

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  7. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Só me tira uma dúvida, pois acabou não ficando claro pra mim:

    Pro Fognini ter se classificado pra Londres ele precisaria ser campeão em Paris, ou apenas uma semi ou final já teriam bastado?

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      1. Felipe Rabello Gonçalves

        Dalcim, logo na página inicial do site da ATP, na parte em que mostram os pontos das duplas no ano, fala que os Bryan decidiram encerrar a temporada. De qualquer forma eles já não vinham atuando há algumas semanas… Desde o US Open, se não me engano.

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  8. Bruno

    Dalcim,
    Seu blog é espetacular,aqui para min que adoro tênis é parada obrigatória.
    Respeito a opinião de todos,brinco com os torcedores rivais,mas acho que deveria limitar as postagens desse Paulo Almeida,Pq toda hora é sempre a mesma ladainha,fica cansativo.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      kkkkk

      Impressionante como sempre existe alguma queixa contra o cara…

      É como diz aquele adágio:

      ” A fama tem duração máxima de 15 minutos. Mas a infâmia costuma durar um pouco mais…”

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    2. Rafael Azevedo

      Eu acho legal (e divertido) os embates do Paulo com os torcedores do Federer. Apesar de discordar de muitas das suas visões (algumas são interessantes), não acho que seja justo pedir para limitar os seus comentários. Ele não agride ninguém. Se ele acha que o Federer é fraco, essa é a visão dele. Não podemos “odiar” ninguém porque a opinião dele é “absurda”.
      Tem comentários aqui que são mais agressivos, com palavras baixas e com intuito de gerar confusão. Esses, sim, deveriam ser limitados.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Você só pode estar brincando, cara.

        O Paulo Almeida só posta provocações, e como repete!

        Mas já notei que você é uma espécie de ” ISENTÃO” aqui do blog.

        Acho que esse blog tem gente para todos os gostos…

        Responder
      2. Paulo Almeida

        Obrigado, Rafael.

        Chega a ser bizarro alguém “odiar” alguém virtualmente. Como disse na publicação seguinte, é preciso levar as coisas menos a sério.

        A maioria dos comentários ofensivos nem deve passar, mas de fato também já vi alguns.

        Responder
  9. Rafael Azevedo

    Eu estou gostando do Dimitrov. Está com tênis de campeão.
    Dalcim, e aquela chamada do Nadal pelo Fisioterapeuta? Você tem mais informação? O que houve?

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  10. Vitor Hugo

    Alguém perguntou no post anterior se Nadal é mais completo que Djokovic. Penso que sim. O espanhol tem, sem dúvidas, mais recursos técnicos que o servio. Melhorou muito o voleio, slice e etc. Tem um jogo de rede bem melhor que do Djokovic.

    Responder
      1. Vitor Hugo

        90% diz que é Federer, como o próprio dalcim, além de Sampras, Laver, Guga, Wawrinka, Kyrgios, Tony Nadal e etc. Apenas um ou outro gato pingado mencionou Novak.
        Pode chorar a vontade.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Errado, podem dizer que ele é mais plástico, porém mais completo com aquela esquerda fraquinha e fraco mentalmente? É óbvio que não.

          Mais alguns que entraram pra lista: Ivanisevic (ganha 8 de 10 do Jagua) e Domingos Venâncio. Este último se rendeu ao sérvio justamente na partida contra o grego em Xangai. Quem assistiu ou gravou o jogo sabe. Já tínhamos Dácio, Narck, Wilander, Agassi e Sampras e a lista vai aumentando…

          Responder
  11. Vitor Hugo

    Paris é o Masters que a zebra costuma acontecer com frequência. Já venceram o torneio Ferrer, Sock, Caixa9…. Quem sabe não seja a vez do baloeiro montar no animal?

    Responder
  12. Vitor Hugo

    Nadal é o maior e melhor de todos os tempos no saibro. Federer é o maior e melhor de todos os tempos na grama, hard e no geral.
    Segue o baile.

    Responder
      1. Jonas

        kkkkkkkk

        Eu imagino o quanto a derrota em Wimbledon doeu nesse cara. Ficou 3 meses sem postar nada, e agora não tem a coragem de usar o mesmo nick kkkkk.

        Responder
    1. Paulo Almeida

      Djokovic é o maior e melhor de todos os tempos no hard, grama e geral. Fregueser foi detonado três vezes no seu piso preferido pelo sérvio, logo não é o melhor nem lá.

      Responder
        1. Paulo Almeida

          É o melhor na grama sagrada de Wimbledon, pois manda e desmanda por lá, sendo o ÚNICO com 5 Slams pesadíssimos, todos em cima dos arquirrivais. Nada de Roddick, Cilic, Philippoussis e menino Nadal sem saque de 2006/2007.

          No hard dá até pena. O Fregueser disputa a segunda colocação com o Nadal, como expus mais abaixo.

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  13. Sérgio Ribeiro

    Após Wimbledon confesso que ao ler os Posts da turminha da Kombi , pensei que estivesse acompanhando outro esporte rs . Aparecia um mane’ com faltam 7, 6 , 5 , Boom!!!! E tome de Rafa Nadal que veio bem detrás pra assumir o N 1 . Todos para o Sítio rsrsrs E foi o auge dos Danoninhos , geração nutela , SuperEstimado, e vamos que vamos. O quarto ano consecutivo que Dominic Thiem alcança mais de 40 Vitórias, e se classifica com folgas para o FINALS. Da geração perdida , somente Monfils com chances em 2019 . O Big 3 e mais 3 Next Gen + SuperEstimado já com passagem na mão kkkkkkk E quem diria , com tanta irregularidade , graças a um convite pedido para o ATP 250 de Genebra ( único título 2019 ) , Sasha entrou pela terceira vez consecutiva no FINALS , deixando de fora os falastrões de sempre. E o esgotado Austríaco que também tinha vencido em casa domingo , não deixou dúvidas o quanto o Titio de 38 acertou em ir direto pra Londres rs Abs!

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    1. Luiz Fabriciano

      Não compreendi se estás enaltecendo ou criticando a NextGen por ir ao Finals. Seu texto não me permitiu isso.
      Mas, se estiveres enaltecendo, nada mais natural, pois temos o Big3, que naturalmente estaria lá e como ainda restariam 5 vagas, só a NextGen traria preenchimento obrigatório, ou seja, o Big3 é um grupo e o resto, outro.

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Somente não entende quando não quer , espertíssimo L . Fa. O texto é claro ao enaltecer a Next Gen em detrimento a falastrões como Fognini , Verdascos e CIA . E quanto aos que depreciam , você e a Turminha TODA da Kombi , evidentemente não perceberam ,por puro fanatismo , que a mesma deixou a geração perdida pra trás. Abs!

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ps. Tá na cara que o torcedor do tal “ Goat “ , não tem o hábito de ler todos os Posts. Saberia com certeza os que defendem sempre a Next Gen , e os que a tentam denegri-la com apelidos babacas. Reconheço apenas o Português ruim… Abs!

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  14. Bruno

    Boa Noite Grande Dalcim .

    Tenho uma opinião sobre o ano de NADAL.
    Ele tem que limitar e escolher bem seus torneios.
    Acho que os 04 Majors, a temporada do Saibro, incluindo a gira Sulamericana e o FINALS poderiam proporcionar mais uns 3 ou 4 anos de Carreira , com possibilidade real de Bater Recordes .
    Ele disputar , com reais chances o Numero 1 , ao final da temporada , pra mim será uma grande Surpresa.
    Paris , não faria nunca parte do calendário ideal de RAFA , se não tivesse ele , disputando a liderança do Ranking.
    Esse piso literalmente , DESTRÓI os joelhos danificados com artroses e várias lesões.

    Enfim,
    Acho um risco calculado pra NADAL disputar esse Masters 1000 de Paris .
    Torcer para que ele não chegue no FINALS com os joelhos estourados.

    Grande Abraço.

    Bruno Medrado
    Petrolina-PE

    Responder
    1. Sandra

      E por favor não opine que seja Djokovic só por eu ser torcedora dele rssss, será que chegou a hora do Nadal ganhar? Ou do Grgo? aliás o grego já gAnhou algum atp 500?

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Na mesma temporada, só o Nadal, com Madri, Roma, Canadá e Cincinnati. Em suas temporadas sucessivas, Djokovic venceu duas vezes a sequência Xangai, Paris, Indian Wells e Miami.

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  15. Paulo Almeida

    Depois da entressafra, o Nadal ganhou 5 Grand Slams no hard court e o Federer só 4. Isso porque fui bonzinho e contei o US 2007 em cima de um menino Djoko inexperiente de 20 anos. Fora que tem 3×1 contra o freguês no Australian Open/Grand Slam. O suíço também só tem o Masters de Paris porque o GOAT se machucou naquela ocasião e abandonou o torneio.

    Sei não, acho que o espanhol é o segundo melhor nesse piso.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Na verdade foram 5: US 2007, US2008, AO 2010, AO 2017 e AO 2018. Acabei me esquecendo deste último, que teve chave de Challenger. Se bobear foi o Slam mais peso pluma de todos, superando aquele de Aussie de 2006 em cima do Bagdá.

      Eita Djokovic, por que não fez a cirurgia um ano antes? Teria ganhado com tranquilidade.

      Responder
  16. Rubens Leme

    Segundo o texto abaixo, foi recém inaugurada outra quadra de tênis aqui em São Luis. É longe da Lagoa da Jansen.

    http://www.sema.ma.gov.br/sao-luis-407-anos-parque-estadual-do-rangedor-se-consolida-como-novo-espaco-de-lazer-na-capital/

    “Na tarde de sábado (14), crianças, jovens e adultos ocuparam o parque aproveitando a variedade de opções. A Praça do Esporte foi uma das mais frequentadas. O espaço possui duas quadras poliesportivas (uma quadra de areia e outra para jogar tênis), academia, um parquinho equipado para as crianças, pista de caminhada e ciclovia com 3,5 quilômetros de extensão.”

    Responder
  17. LION

    Não sei porque as pessoas pensam que Federer e Nadal são “amigos”. NÃO SÃO. Ocorre que como os dois são as figuras mais emblemáticas do esporte, eles se aproveitam disso e simulam algo que excita a imaginação de seus admiradores. Eles riem juntos, praticam aquela brotheragem teatral, fazem aquela “social” e etc, tudo em nome do tênis. E estão certos. No entanto, a nível pessoal, é até mais provável que Nadal seja mais próximo de Djokovic e Murray do que de Federer, pois os três se conhecem desde o início da adolescência, quando tinham 12, 13 anos. Há até uma história bem engraçada envolvendo um “pega”, ou uma briga entre Nadal e Djokovic quando eles tinham 13 e 12 anos respectivamente.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Sim.

      Depois do papelão do Nadal no que concerne ao casamento, cheguei a conclusão de que INEXISTE amizade entre qualquer deles.

      Como você bem disse:

      Tudo teatro…

      Responder
  18. Paulo Almeida

    Djokovic fez um primeiro set bem conservador hoje e correu riscos no tie-break, porém passou o trator no segundo. O último game foi um show de devoluções do melhor nesse fundamento da história e por muito. Não reclamou da gripe hoje, isso é bom. Amanhã deve ser o grande desafio antes de uma eventual final, uma vez que Medvedev e Thiem já caíram fora. Vai ser aquele jogo de xadrez como em Xangai e quem errar menos leva.

    Como o Wawrinka é vassalo de Fedal e só vira macho contra o Djokovic, como já disse antes. Abaixa a cabeça demais, mesmo com seu “talento”. O espanhol já está na final.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Entre aspas é?

      Vai dizer que warinka também não tem talento?

      kkkkk

      Uau!

      Esse daí é entendido mesmo.

      Entendido entre aspas, se é que me entendem… (rs rs)

      Responder

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