Luta adiada
Por José Nilton Dalcim
3 de outubro de 2019 às 18:48

A expectativa de uma briga direta pela liderança do ranking masculino ficou frustrada. Rafael Nadal decidiu esticar seu afastamento do circuito e não vai outra vez ao curto – e desgastante – calendário asiático.

O espanhol pode até retomar o posto por inércia, mas agora depende de um desastre com Novak Djokovic. O sérvio já está nas quartas de Tóquio após duas rodadas muito tranquilas, abriu 730 pontos de distância no ranking tradicional de 52 semanas e assim só uma derrota antes das quartas em Xangai lhe tiraria o posto. Isso agora.

Se Nole confirmar o amplo favoritismo no fraco ATP 500 japonês – Lucas Pouille e David Goffin são as pequenas ameaças até domingo – estará garantido no posto até Paris Bercy.

Nadal alegou o problema na mão esquerda surgido na Laver Cup para evitar a ida à China, o que pode até ser verdade. Mas no fundo, com casamento à vista e uma folga ainda grande no ranking da temporada, a desistência não chega a surpreender.

Mesmo que Djoko ganhe Tóquio e conquiste Xangai, ou seja some os 1.500 pontos possíveis, Rafa ainda será o primeiro no ranking da temporada com 460 pontos de vantagem. Terá a chance então de lutar pela ponta durante Paris e Londres, dois pisos sintéticos cobertos mas lentos onde sempre se saiu bem pior do que Novak.

Em Tóquio…
Com quase metade da premiação de Pequim, Tóquio só atraiu um top 10 e mais dois entre os 20. E viu os quatro cabeças da parte inferior da chave caírem na estreia. As boas novidades são Goffin, com vitórias apertadas sobre Carreño e Shapovalov, e Chung, que aplicou 6/1 no terceiro set em cima de Cilic. Os dois duelam entre si. Se o coreano ganhar, tem tudo para voltar ao top 100.

Em Pequim…
Os quase US$ 3,7 milhões levaram ao ATP 500 chinês oito dos 13 primeiros do ranking, sendo cinco entre os 10. Com isso, as quedas de cabeças foram bem menos dramáticas, como as de Berrettini para Murray ou de Monfils para Isner. As quartas são bem atrativas: Thiem x Murray, Tsitsipas x Isner, Khachanov x Fognini e Zverev x Querrey. Ainda assim, o público outra vez tem sido uma enorme decepção, com arquibancadas muito vazias.

E no feminino…
A chave das meninas em Pequim também está bem animadora. A queda tão precoce de Pliskova e Halep foram inesperadas, mas veremos Osaka x Andreescu, Barty x Kvitova e Svitolina x Bertens nas quartas. A vitória vale a vaga definitiva no Finals para Osaka e Kvitova, mas o duelo entre Svitolina e Bertens é uma luta direta. Bem diferente do masculino, o ranking da temporada feminina tem oito jogadoras numa curta faixa de distância de 2 mil pontos.

E em Campinas
Nada menos que 17 brasileiros entraram na chave de simples de 48 participantes no challenger de Campinas e o único que chegou ao menos nas quartas foi… Thomaz Bellucci! E ainda por cima com desistência do cabeça 2 Leo Mayer, que nem entrou em quadra. Aliás, Bellucci foi bye na primeira rodada e ganhou na estreia por desclassificação, portanto tendo jogando um set até aqui. A realidade nua e crua é que o tênis brasileiro de hoje precisa muito mais de futures do que de challengers. E pensar que temos um 500 e um 250…

Quem não ouviu, vale conferir o podcast desta semana com o Bellucci. Clique aqui.


Comentários
  1. Rodrigo S. Cruz

    Ronildo escreveu:

    “É a tendência. Da mesma maneira que Federer não está conseguindo vencer Djokovic, o próprio Djokovic não está conseguindo vencer Medvedev.
    Portanto a pergunta continua: como ele vai se manter no número 1 se não está conseguindo vencer Medvedev?”

    Aí não, né Ronildo…

    É simplesmente sem fundamento fazer uma afirmação como essa!

    O Djokovic lidera o retrospecto contra o Medvedev por 3 x 2, e quase ninguém ganha do sérvio.

    Portanto, mesmo que tivesse 3 x 2 para o russo, ainda sim seria cedo para tirar qualquer conclusão.

    Então, só porque o russo ganhou as duas últimas você já quer concluir que o sérvio não consegue ganhar dele?

    Sem o menor nexo isso…

    O favorito pro confronto continua sendo o Djokovic.

    E com relativa folga.

    Responder
  2. Paulo Almeida

    Já que falaram de rock, farei uma interessante analogia e quem manja do assunto vai entender.

    Federer tem torcida enorme, assim como Pink Floyd, Led Zeppelin, Iron Maiden e Metallica têm número colossal de fãs. Porém, essas bandas, técnica e musicalmente falando, são inferiores a Rush, Yes, King Crimson, Savatage, King Diamond, Testament, Megadeth e tantas outras com público mais seletivo. Elas são como o Djokovic, o melhor jogador, más com menor torcida.

    Responder
      1. Rubens Leme

        O primeiro Rush é um totalmente copiado do Led, aliás, o único disco sem o Neil Peart, que só entraria no posterior, o Fly by Night que é um dos que mais gosto da banda.

        Yes e King Crimson são bandas espetaculares, com diversas formações. A melor fase do Crimson é o triumvirato Larks-Starless-Red, com Bill Brufford e o falecido John Wetton, mas queria ter visto muito a atual formação, com 3 bateristas, destacando-se o ex-Mr. Mister Pat Mastelotto. Já o Yes teve muitas formações, mas Brufford pegou também a melhor fase, sendo o Yes Album e Close to the Edge meus favoritos.

        Poderia ter sido mais profundo e citado um Gentle Giant, Van der Graaf Generator (Pawn Hearts é um gema esquecida do prog), um Soft Machine, um Caravan, Gong ou até o ELP mesmo. E, principalmente, menos tosco em suas comparações. Mas aí seria pedir demais.

        Responder
        1. lEvI sIlvA

          Leme, apesar de abaixo do seu, o comentário vai pro outro lá de cima, o Almeida. Sinto em dizer, meu caro, mas o Marillion dá de 10 a 0 em muita banda dessas aí que citaste. Qualidade acima de tudo!

          Responder
  3. Luiz Fernando

    Dalcim como explicar essa péssima fase do Cilic, que nas quadras rápidas, nas quais deveria se dar bem, está para lá de medíocre? Quando casou todos diziam q seria um relaxamento momentâneo pelo evento, mas isso perdura…

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, acho que o tênis dele envelheceu e ele não entendeu isso ainda. Ele não se modernizou, não investiu num trabalho de rede mais efetivo, no backhand instável, numa variação maior. Fica naquele jogo de primeiro saque, forehand a qualquer custo, sofrendo quando recebe um slice.

      Responder
  4. Maior geração do tênis chegando

    Djokovic e freguês do Medvedev .. quando Medvedev ficou mais experiente Djokovic parou de ganhar e vai perder muito mas agora q Medvedev mudou de patamar …….grande carreira do sérvio freguês do Medvedev

    Responder
  5. Luiz Henrique

    Estamos agora em mais uma parte desinteressante e previsível da temporada, em que Djokovic vai ganhar tudo.
    É por isso que digo: a temporada de saibro é a mais interessante e imprevisível.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      É óbvio que o parceiro sabe quem venceu o MASTERS 1000 e o FINALS 2018. E sabe também quem ainda não venceu MEDVEDEV esse ano . Saberia dizer quem venceu mais no Saibro em 2019 ? Se liga , cara !

      Responder
    2. Leandro

      Coisas da década das trevas do tênis geralmente no SporTV três….em que dois velhos tentam enfrentar um único jogador que sua contra crianças, e os da sua idade perdem sozinhos….e um kigriios dá show kkk

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Cara,

      Essa tua teoria é uma das coisas mais BIZARRAS da história desse blog..

      Temporada de saibro é o Nadal que ganha quase tudo, então como pode ser imprevisível?

      Pare de repetir isso. É muito irritante…

      Responder
  6. Rubens Leme

    Totalmente off topic, mas hoje morreu aquele que foi, provavelmente, o mais versátil e completo baterista que o rock conheceu: Ginger Baker, famoso por integrar o power trio Cream, com Eric Clapton e o baixista Jack Bruce. Ele tinha 80 anos. O nome, uma ironia (ou arrogância), já dizia tudo: eram o creme, os melhores.

    A relação dos três sempre foi tensa e ele chegou a ameaçar Jack Bruce com uma faca quando ainda eram membros do Graham Bond, o que não os impediu de ainda tocarem no Cream por 4 discos de estúdio (um deles duplo, sendo um álbum ao vivo) e dois póstumos, ao vivo.

    Depois, se mudou para a Nigéria, fez discos antológicos com Fela Kuti, foi para a Itália (onde produzia azeite), voltou a gravar e, em 2005, para ajudar o baixista Jack Bruce, muito doente, os três reuniram o Cream para shows e um DVD.

    Um monstro de músico, que espancava seu kit de maneira impressionante.

    Fará falta. Aqui um solo longo dele em Toad, na volta.

    https://www.youtube.com/watch?v=4Gze0PxDKgQ

    Fará falta. Aqui um solo longo dele em Toad, na volta.

    https://www.youtube.com/watch?v=4Gze0PxDKgQ

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Mais completo e versátil? Sinto muito, meu caro, mas você não deve conhecer Neil Peart, Bill Bruford, Ian Paice, Bill Ward, Dave Lombardo, Paul Bostaph, Gene Hoglan, Mike Portnoy, Brann Dailor e tantos outros monstros da bateria.

      De qualquer forma, RIP.

      Responder
      1. Rubens Leme

        https://en.wikipedia.org/wiki/Ginger_Baker#Legacy

        Baker’s style influenced many drummers, including John Bonham,[46] Peter Criss,[47] Neil Peart,[48] Stewart Copeland,[49] Ian Paice,[50] Terry Bozzio,[51] Dave Lombardo,[52] Tommy Aldridge,[53] Bill Bruford,[54] Alex Van Halen,[55] Danny Seraphine[56] and Nick Mason.[57]

        Ele influenciou Neil Peart? Influenciou! Influenciou Dave Lombardo? Influenciou! Influenciou Ian Paice? Influenciou! Influenciou Bill Brufford? Influenciou! Sem falar em Bonham, Copeland, etc

        Sujeitnho meia-boca esse! (adivinhe com quem estou sendo irônico e com quem não estou sendo).

        Responder
  7. Paulo Almeida

    Mais importante do que o título foi ver o rei do tênis em ótima forma, passando por cima de todo mundo. Agora em Xangai terá adversários mais difíceis na briga pelo número 1 ao final da temporada, mas o cenário é bem animador.

    Responder
  8. Maurício Luís *

    Acertou no título, Dalcim. Título do sérvio, e luta adiada mesmo.
    Tem muitos aqui no blog que tem complexo de ‘Mãe Diná’. No lugar de escreverem “Tomara que o Djoko fature Tóquio…”, por ex., já logo vão afirmando categoricamente: “Ele vai ganhar!” ou “O ombro não vai aguentar!” Deduzo então que todos tem o poder de prever o futuro.
    A esse pessoal, gostaria que me fornecessem os números da megasena da semana que vem… se não for muito TRABALHO.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Exato , caro Ronildo. E o tal Goat que não pode jogar mais o fraquíssimo Halle ( isso segundo a sumida turma da Kombi ) , pois não se concentra nem mais em MASTERS 1000 ( segundo o motorista da mesma rs ) , deixou a Grana de lado e a montanha de TOP 10 do China Open , pra correr atrás de quinhentinhos no Japão. Quanta besteira se fala o ano inteiro. Depois que viram que o Cara dividiu os SLAM com seu contemporâneo, trataram de picar a mula kkkkkkkkk E tome de Next Gen e SuperEstimado kkkkkkkk Abs!

      Responder
      1. Jonas

        Ele liga muito mesmo pra Halle, o problema é que esquece de ir, rs.

        Quanto a jogar esse atp 500, todo mundo sabe que só foi pra conquistar alguns pontos importantes para manutenção do n1.

        Responder
      2. R.P.

        Coitado… Ainda não entendeu q Tóquio foi uma exigência do patrocinador, além de outras conveniências devido aos jogos de 2020. Lacoste pagou, e pagou muito bem, para Djoko levar esse 500.

        Responder
      3. Ronildo

        Exatamente Sérgio Ribeiro. Falando em Tsitsipas, não consigo entender o bloqueio que ele tem frente ao Aliassime. O Aliassime pose até ser um futuro número 1, mas agora é evidente que ele está pelo menos um degrau abaixo do grego.

        Responder
      4. Paulo Almeida

        Você que falou mais uma besteira costumeira, freguês 40-15. Já disse que o GOAT foi ao Japão porque queria conhecer o complexo olímpico.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Sabe nada , mesmo. É o bobo da corte mais velho do Blog. Até os Japoneses pagaram sempre mais ao Samurai do que ao tal Goat. E que tal 96 WINNERS do freguesao , mané ? kkkkkkk Abs!

          Responder
  9. Luiz Fernando

    Mais uma derrota da nxtgen e olha q o grego jogou dois sets excelentes, sinceramente achei q venceria. Mas faltou danoninho no último set…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Na boa. O comentarista sempre coube na Kombi rsrsrs Os 4 Semi Finalistas do China OPEN , foram os 4 Cabeças de Chave principais. Enquanto isso o seu novo Goat , estava no fortíssimo Japão OPEN . Zé Verev x Tisitsipas e Surestimado ( lembra guri ? ) x Tsitsipas foram dois jogaços . A Next Gen está presente em praticamente todas as FINAIS . Se liga , cara ! Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Que gracinha, o nobre comentarista não resiste a uma provocação sobre a nextgen, fico sensibilizado com isso kkk. Grande abraço…

        Responder
  10. Babidi

    E aí, Paulo Almeida. Esse título do Cotonete valeu? Kkkkkk.. porque segundo os seus critérios, ele é enganoso e não merece ser contabilizado

    Responder
  11. Robson Couto

    Olá Dalcim,
    Por que atp descontará no dia 04 de novembro Paris e Finals antecipadamente? Essa prática é comum no Finals, mas no caso de Paris não deveria ser na segunda-feira posterior ao torneio?

    Responder
  12. Bruno Costa

    Dalcim, acompanho a carreira do BIG 3 há bastante tempo e lembro que os especialista ( na verdade todo mundo) cravava que Nadal estaria acabado aos 25. Hoje, o vemos ganhar grand Slams aos 33. Dito isso faço dois questionamentos: 1. Com histórico de lesões, não estaria Nadal, desde 2018, adotando uma postura mais inteligente ao disputar menos torneios? 2. Considerando que Djockovic tb jão é mais um menino ( 32 anos) essa decisão de priorizar o número 1 e disputar muitos torneios não pode cobrar seu preço ( físico) a longo prazo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não acho que o Djokovic exagere no calendário. Pelo contrário, Bruno, há alguns anos ele vem reduzindo os torneios, já como precaução. Nadal sim é quem demorou para adotar uma postura mais cautelosa, a meu ver.

      Responder
  13. Paulo Almeida

    Opa, Ivanisevic agora é mais um que vai deixar muita gente maluca ao dizer que Djokovic ganha 8 de 10 confrontos contra Nadal e Federer, se todos estiverem no seu melhor. Eu diria que o mais completo da história vence pelo menos seis, talvez sete.

    Outra má notícia para muitos: o suíço disse que o fim pode acontecer a qualquer momento.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Ivasinevic , quem ? Mesmo com seu espetacular Serviço, não conseguiu se impor como grande nas quadras rapidíssimas. E qual a sua fonte caríssimo, Almeida ? Hoje ao Bola Amarela o Suíço disse que o tanque está transbordando de gasolina para ir pras quadras kkkkkkk Abs!

      Responder
  14. Paulo Almeida

    As contas pro Djoko não perder a liderança antes da retirada dos pontos do Finals são simples: precisa fazer 2000 de 3000 pontos em jogo.

    Mesmo se ele ganhar Tóquio e Xangai, ainda precisaria pelo menos do vice em Paris. Portanto, se for objetivo primordial do GOAT continuar no topo, ele precisa disputar mais um 500. No ano passado o dono do torneio de Viena fez de tudo para que ele jogasse, mas em vão. Vamos ver se esse ano ainda haverá mágoas, rs.

    Responder
  15. Mário Fagundes

    Enfim, Nadal aprendeu com erros do passado. Não fazer a gira asiática é uma decisão mais que acertada, caso esteja sonhando com vôos maiores neste fim de temporada. Acho que era mesmo tio Tony que obrigava o sobrinho a cumprir aquele calendário suicida de anos anteriores. Federer deve lamentar a chance de não poder diminuir a diferença do h2h para Nadal. E Djokovic, hein? O sérvio vem passando por cima dos adversários no ATP de Tóquio, mas não acredito que esteja totalmente curado da lesão no ombro. Acho que a conta pode chegar mais adiante.

    Responder
  16. Sandra

    Dalcim , uma curiosidade ,djoko foi por anos patrocinado pela marca japonesa e nunca tinha jogado Tóquio? Outra pergunta o que vc achou da chave de Xangai ? Eu particularmente achei pior para o Djoko pois ele pega essa garotada e não costuma se dar bem ,? Mas a do Federer também não está fácil , depois não gostem que falem mas só Nadal pega chave facil

    Responder
  17. Paulo Almeida

    “Paulo F.
    4 de outubro de 2019 às 08:57

    Para variar, mais uma análise cirúrgica do Dalcim.
    Surpreso estou com o Djokovic, que desta vez preferiu correr mais atrás de pontos do que de torneio endinheirado.
    E, pelo que vi do jogo contra Pouille, aparentemente está bem como esteve na Austrália (seu melhor momento na temporada).
    Tomara que a lesão no ombro tenha sido algo leve mesmo, pois como é envolto em mistérios lesões em Nadal e Djokovic….”

    Não, cara, ele foi para o Japão conhecer o complexo olímpico e não por ser um torneio mais fácil do que Pequim. Iria mesmo se tivesse ganhado o US Open.

    Semifinais bem fortes em Pequim, hein? Todos os cabeças estão lá.

    Responder
  18. Rodrigo S. Cruz

    Quero só esclarecer (pela 3° e última vez) para a jovem com “cognitive problems”, e que não deixa nunca o “crush” dela por mim (rs):

    Não sou bolsominion, blz?

    Só que diante da escolha que me foi dada:

    Votar num vassalo de presidiário multi-roubador, e outro até então “ficha limpa”, a segunda opção foi a única possível.

    Responder
    1. HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

      Dicas para sair do obscurantismo, palavras chave:
      lawfare;
      guerra não convencional híbrida;
      DoJ-US
      projeto Pontes do DoJ-US
      Pepe Escobar
      geopolítica;
      geoeconomia

      Responder
  19. João ando

    Para quem não ganhava nada chegar a umas quartas de um futura já e uma grande coisa …vamos ver como ele se sai n Rio …vou ao country segunda e terça e na sexta … estou falando do Thomaz. .mas ainda espero muita coisa do luz e do zorman q sumiu e do pedro

    Responder
  20. Rubens Leme

    Dalcim, a gente segue torcendo pro Bellucci, mas é incrível como os erros são sempre os mesmos. Ele deu uma entrevista, meses atrás, falando de que não precisava evoluir seu jogo, porque foi esse estilo que o levou a 21 do mundo, esquecendo que todo mundo mexeu e evoluiu em vários pontos para seguirem no topo.

    E a prova dessa declaração infeliz foi um smash dele, fácil na rede, que saiu alto e quase pegou o peito do juiz de linha atrás do Coría, quando sacava em 1-3 e 15-15, no segundo set. O mais incrível é que nada muda: ele bate pesado dos dois lados, arrisca demais, enquanto o adversário fica se defendendo esperando o erro fatal de sempre do brasileiro.

    Ele disse que ainda sonha em voltar ao Top 100, mas tá difícil é de voltar ao top 300 deste jeito.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Exatamente.

      Eu assisti o jogo todo, e você resumiu bem.

      Os erros que o Bellucci comete parecem erros de jogadores domingueiros e não de profissionais.

      E como ele repete!

      Outra coisa que me chamou atenção foi isso:

      Quando o Thomaz usou o drop-shot para tentar chamar o adversário pra rede, a bola voltava fácil na mão do brasileiro, e ele simplesmente jogava de volta, fraca, na mão do adversários.

      Acho que ele fez isso umas 3 ou 4 vezes, e em TODAS ele perdeu o ponto.

      Me deu tanta raiva…

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Esse site tem um texto muito ruim de se ler… rsrs… Mas olha, em sua biografia Mac confessa que tinha um pôster do Borg no seu quarto quando o sueco surgiu e ele ainda não tinha entrado no profissional.

      Responder
  21. RicardoCWB

    Esta disputa “fora das quadras” entre os 3 está demais! Ninguém quer abrir mão de nada.
    Com tanta coisa em jogo, chegamos em um nível em que a estratégia e o planejamento do calendário de cada jogador está sendo mais debatido do que os jogos em si. rs Realmente, estamos presenciando tempos mágicos!
    Dalcim, consegue se lembrar de alguma outra época em que o mesmo aconteceu?
    abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Talvez não no mesmo nível, claro, mas a disputa pela liderança também era muito acirrada nos anos 70 e 80. Naquela época, o sistema de ranking era por média (algo que eu achava magnífico) e isso fazia com que os tenistas fizessem muitas contas para manobrar o calendário, já que não jogar poderia ser muito útil (afinal, caía um divisor). Abs!

      Responder
        1. Ronildo

          É a tendência. Da mesma maneira que Federer não está conseguindo vencer Djokovic, o próprio Djokovic não está conseguindo vencer Medvedev.
          Portanto a pergunta continua: como ele vai se manter no número 1 se não está conseguindo vencer Medvedev?

          Responder
  22. Luiz Fernando

    Djoko vai atropelando os adversários em Tóquio, se não for campeão será uma zebra descomunal. É o favorito natural para Xangai…

    Responder
  23. Gabi

    Dalcim,
    vc escreveu “discussão encerrada entre vocês”. Não tinha a opção responder então abro um novo tópico.
    Discussão em que só uma fala não é discussão. Falar não, a Angela B. dispara uma metralhadora de agressividade e grosseria desproporcionais.
    Ontem ela criticou o site tenisbrasil por nao ter a programação de tv.
    Na sequência, eu vim e disse que ela foi grosseira no como fez a sua crítica.
    Em seguida, ela pega a sua metralhadora e dispara agressividade e grosserias totalmente desproporcionais.
    E vc vem e diz que a discussão está encerrada. Qual discussão?
    Tudo bem, o blog é teu e vc libera o que acha adequado.
    Mas, honestamente, nao entendi o teu critério desta vez. Por muito menos outros comentários ficam na moderação…
    De qualquer forma, eu é que não vou bater palmas.
    P.s.: Angela B, vou seguir todos os teus conselhos porque são muito sensacionais, incrível como vc sabe das coisas!!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Encerro sempre as discussões paralelas quando elas interferem no blog e deixam de ser do interesse coletivo. Discussões paralelas podem prosseguir entre vocês. Posso fornecer os dados e aí vocês seguem entre si. Apenas isso.

      Responder
      1. Gabi

        E ainda editou meu comentário…
        Os desaforos e xingamentos dessa mulher foram liberados e só porque disse para ela emagrecer, vc cortou. Kkkkk
        Bom, que pena.

        Aos queridos Alexandre Maciel, Alessandro Sartori, Luiz Fernando, Mario Fagundes, Paulo Almeida, Paulo F., Rodrigo, Sergio Ribeiro com quem já interagi sempre com muito respeito e educação até hj, me despeço porque não quero dar audiência para um blog que permite esse tipo de agressividade gratuita.

        Quem sabe mais para frente eu volte, mas hj, não.

        Responder
        1. Mário Fagundes

          Gabi, você frequenta o blog há um bom tempo, sempre interagindo com os demais frequentadores com respeito e cordialidade. Você traz harmonia ao ambiente. O blog precisa de pessoas assim. Reconsidere sua decisão. A rotatividade de participantes tem sido intensa nesses anos. Alguns ótimos comentaristas deixaram de participar por conta de picuinhas. Faça diferente.

          Responder
  24. Angela. B

    Qupartida é essa entre Osaka e Andreescu???? PQP!!!! Que pena que o estádio tá tão vazio, caso contrário o público estaria enlouquecendo com esse jogaço pau a pau >

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Nem eu acredito mais que ele deslanche.

      Mas claro que eu vou torcer. Como sempre…

      Se o tênis brasileiro era medíocre com o Bellucci em boa fase, imagine agora com ele em péssima fase.

      Ruim com ele, MUITO PIOR sem ele.

      (rs)

      Responder
          1. João ando

            Pré qualy rolando na techset hoje com final agora as 1245 e outro prequaly no country no domingo e qualy na segunda se não chover

  25. João

    Dalcim,, bom dia.

    Concordo plenamente com você em relação aos torneios brasileiros. Esse ano só tivemos uns 4 futures. Aqui em Ctba, o rapaz que ganhou, o argentino Juan Pablo Ficovich (que ganhou na semana anterior também) está nas quartas Campinas. Parece que ele focou nos futures até dar o pulo certo para os challengers.

    Se houvessem mais futures, nossos jogadores teriam mais competitividade para os próximos níveis, afinal, base é tudo.

    Abs.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, se estamos pensando em renovação e dar oportunidade aos novos, os futures são essenciais no momento. Além de serem muito mais baratos para nossa realidade.

      Responder
  26. Paulo F.

    Para variar, mais uma análise cirúrgica do Dalcim.
    Surpreso estou com o Djokovic, que desta vez preferiu correr mais atrás de pontos do que de torneio endinheirado.
    E, pelo que vi do jogo contra Pouille, aparentemente está bem como esteve na Austrália (seu melhor momento na temporada).
    Tomara que a lesão no ombro tenha sido algo leve mesmo, pois como é envolto em mistérios lesões em Nadal e Djokovic….

    Responder
  27. Gabi

    Muita grosseria da Ângela sim
    Eu sempre consigo acompanhar a programação de tênis na aba “veja na tv”.
    Aliás, ela é o João ando deveriam se abraçar

    Responder
        1. Angela. B

          Então vc ficou dodói, Gabi, porque eu não tinha visto os comentários mais recentes do João…só os anteriores? Foi isso que te deixou bravinha comigo? Qdo em nenhum momento fui rude com vc??? OMG!!!!! Rsrs Acho que é vc que precisa ter auto-critica aqui tb – afinal, nunca reclamei da sua “brincadeira” de mau-gosto qdo tentou deturpar minha amizade com o Levi, insinuando que nós dois estávamos flertando…..Porém, mesmo vc ter sido um tanto desrespeitosa p/ conosco, .. resolvi deixar quieto, afinal vc deve ser beeeem novinha p/ achar graça c/ piadas tão inconvenientes, né non?
          Anyway……another tip for you – Poupe-me…. vai procurar o que fazer; quem sabe tricotar com a chatinha do bolsominion aí de cima (e que não consegue parar de pensar em mim kk)….Mas por favor, darling…vê se me esquece. Got it? 😉 Cheers! 🤙

          Responder
    1. Angela B.

      Até gostava de vc, Gabi…mas além de ter começado a se meter na conversa alheia sem ser chamada, tb não tem coragem de vir me peitar nas minhas threads.
      Just a tip: cresce e vai cuidar da sua vida, garota. 😉

      Responder
  28. Sérgio Ribeiro

    Nesta altura do Campeonato, Rafa Nadal aos 33 , está sendo mais sensato que em toda a sua carreira. Ele está careca de saber rs , que nas duras , não dá mais pra brigar com o Sérvio pau a pau , disputando varios Torneios. Quando fez isso , o máximo que conseguiu foi uma única Final em Paris e duas no FINALS . Deixar Novak se desgastando ( mesmo com poucas possibilidades de cair cedo ) , é a melhor maneira de quem sabe fazer campanhas a sua altura em Paris Bercy e Londres. Se o N 1 não vier paciência. Mas quem sabe acabar com a inhaca do FINALS ? O Craque Suíço chegou a Xangai dizendo que mandou fechar essa Clínica “ milagrosa “ Suíça , que recupera o Sérvio toda hora em tempos recordes rsrsrsrs. Ao Bola Amarela Novak afirmou que o Ouro Olímpico em 2020 é seu grande sonho. Cansamos de repetir isso aqui. TODOS estarão em Tóquio sem exceção. E a briga pra Londres está com 3 vagas abertas com 9 Tenistas na briga. Só falta o falastrão Fognini entrar e calar minha boca de vez rsrsrs Abs!

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  29. Willian Rodrigues

    Torcedores do Nadal secando o Djokovic pra que ele não pudesse retornar ao bom nível ainda nesse ano, e o destino colabora com o sérvio! Vejamos se o sérvio conquista o título em Tóquio. Seria um sinal de que a lesão no ombro não foi assim tão grave e que as chances de títulos nos torneios indoor seriam grandes. Batalha importante para garantir, pela 6ª vez, o troféu de melhor do mundo ao final do ano.

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  30. Paulo Almeida

    Não tem nada de besteira na minha afirmação sobre genética, mesmo que tenha sido de forma simples, sem aprofundamento.

    Vocês acham que o Thiago Monteiro não treina pesado? Claro que treina, mas não adianta. Pode se matar que não vai chegar nem a top 50.

    Na América do Sul, somente Argentina e Chile produzem talentos para o tênis.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Mas nessa questão aí não tem nem o que discutir, cara…

      Mais fácil você se retratar como havia feito naquela ocasião com o Miguel.

      Ali sim, você teve uma atitude bacana…

      Porque nessa daí da genética você viajou muito mesmo!

      Nada a ver dizer que o Brasil (ainda mais com a população e as dimensões continentais que possui) deixaria de revelar bons talentos no tênis ou qualquer outra modalidade, por causa de genética.

      E você ainda citou os europeus e tal…

      Mas apontar a genética como principal motivo de sucesso em esportes?

      Nada a ver o CU com as CALÇAS.

      Pega as olimpíadas, por exemplo, o campeão absoluto de número de medalhas são os Estados Unidos.

      (bem atrás vem URSS, Grã-Bretanha, China e Rússia).

      A chave do sucesso dos americanos é o sistema que tem como planejamento atrair DINHEIRO PRIVADO.

      No Brasil, dependemos mais de recursos do governo, coisas como leis de incentivo, modalidades que geram retorno mais rápido, construção de mega-estruturas para grandes eventos como Copa.

      Coisas que por si só não geram melhoria alguma no esporte.

      Já o comitê olímpico americano tem um enorme faturamento que vem todo de empresas privadas.

      E gera uma receita brutal que é quase que integralmente investida nos atletas e seus desenvolvimento.

      E como se fosse pouco, as empresas ainda fazem planejamentos de longo prazo. (10, 20 anos pra frente)

      No Brasil é tudo ao contrário. Planejamento de 4 anos a frente.

      Mas o que eu acho que mais faz diferença é o seguinte:

      Nos EUA existe uma verdadeira CULTURA voltada pro esporte!

      Com competições de todas as modalidades esportivas desde a infância. E cada escola conta com equipe técnica de profissionais capacitados em cada modalidade.

      Aí não tem como não ser imbatível…

      Também o exemplo que você deu do Monteiro foi simplório e equivocado.

      Tentar usar um “pangaré” como fundamento, para afirmar que um PAÍS INTEIRO só produziria pangarés?

      A emenda ficou pior do que o soneto…

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      1. Paulo Almeida

        Não tenho que me retratar de nada, ainda mais com o exemplo definitivo que eu dei depois.

        Mesmo se o Brasil tivesse todo o investimento necessário, JAMAIS seria uma potência no tênis, assim como EUA e China no futebol.

        Brasileiro não tem genética favorável no esporte em questão e fim de papo!

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    2. Paulo Almeida

      China e Estados Unidos são as maiores economias do mundo, potências em diversas modalidades esportivas, mas NUNCA serão bons no futebol masculino, porque a GENÉTICA não deixa. É a verdade, por mais dolorida que seja.

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      1. Ronildo

        Incrível, você continua insistindo neste besteirol!

        Se o Djokovic soubesse que você é o principal torcedor dele no Brasil, preocupado que é com a imagem, te ofereceria uns 100 mil para você parar de defendê-lo!

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  31. Robson Couto

    Deixar de assumir a liderança do ranking não será tão trágico para Nadal. Aliás como ele disputa com Federer a condição de maior da história e busca superar os 20 slams, caso Djokovic bata o recorde de número de semanas como número 1 os números ficarão a seu favor, pois daí será mais difícil Federer ser considerado o maior se não tiver nenhum dos dois maiores recordes do esporte.

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    1. HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

      Sim. E quanto aos Masters 100, também, pois Federer, muito dificilmente, conseguirá passar Nole e Nadal.
      Possivelmente, os 3 dividirão entre si diversos recordes, sendo que Nole tem maior probabilidade de ter ligeira vantagem.
      Só o tempo dirá, pois há uma variável fundamental nessa disputa: as lesões…

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  32. Maria izabel

    Penso ser certa essa parada para o Nadal.Melhor focar em seus treinamentos e recuperação, se casar e descansar um tempo.Pensando em outros Grand Slans.Tomara que Federer ,não se desgaste tanto nessas suas apresentações .Infelizmente,acho que essa sua opção, além da grana,é uma forma de já estar se despedindo.Assim vejo,e tomara não seja nada disso.Mas que Federer vai se cansar vai.Só as viagens,apesar de ser em jatinho particular, pelos deslocamentos,variações de temperaturas já satura.
    Torcendo para que esteja inteiro ,como também, Djockovic e Nadal.Tomara.

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    1. André Barcellos

      A pior temporada de Federer (fora 2016 que parou por lesão) foi 2013. Naquele ano caiu muito no ranking. E tinha sido depois da gira de exibições na América do Sul.

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  33. Sandra

    Dalcim, vc não acha que Nadal deixou de jogar também, já vislumbrando a queda do Djoko? Em outras palavras Nadal não vai terminal o ano como número 1. Mesmo que Djoko defenda tudo

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      1. Sandra

        Dalcim, o Djoko só defende e o Nadal só soma, mesmo que o Djoko defendesse tudo e qualque pouquinho que o Nadal some, ele não vai acabar como o número 1?

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        1. José Nilton Dalcim

          Se você olhar apenas o ranking de 52 semanas, sim, é isso. Mas o ranking da temporada deixa claro que existe uma disputa bem acirrada para as últimas semanas.

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      2. Enoque

        Para analisar as possibilidades de número 1 no final do ano, fica mais fácil calcular à partir do ranking da temporada, onde Nadal tem 9.225 e Djoko tem 7.265, ou seja, a vantagem do Nadal é de aproximadamente 2.000 pontos.
        Vai muito difícil pro Djoko reverter esta vantagem, mesmo sem a participação do Nadal na gira asiática.
        Ainda tem 4.000 pontos disponíveis até o final do ano e nada garante que o Djoko vai estar inteiro em todos os 4 torneios restantes.
        Se o Nadal, por algum motivo, não jogar mais até o final do ano, ai sim as chances do Djoko são grandes.
        No momento eu chutaria 80% pro Nadal e 20% pro Djoko.

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        1. HILARIO MUYLAERT DA SILVA LIMA

          Pode ser, mas há possibilidade de uma reviravolta no ranking da temporada.
          Caso Nole vença o ATP 500 ( o que é razoável supor ), a diferença cai para algo próximo à 1.500 pontos. Em seguida, caso Novack chegue à final de Xangai,
          cairá a diferença para uns 500 pontos à 900 pontos (vice).
          Esse cenário é factível….. e aí teríamos mais 2.500 pontos em disputa ( Paris e ATP finals ), com vantagem razoável de Nadal sobre Nole, para terminar a temporada como nª 1.
          Agora, uma observação: Nadal “pareceu-me fisicamente e “muscularmente muito forte demais”…..

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          1. Enoque

            Sua projeção está perfeita, mas depende de vários fatores, que se forem confirmadas nos próximos torneios, poderemos comemorar uma virada incrível.
            Refazendo agora a projeção:
            Nadal 70%
            Djoko 30%

    1. Rafael Azevedo

      Se Djoko defender tudo, e Nadal não jogar nada, o Djoko continua como número 1, pois, como ele vai defender tudo, a diferença vai continuar a mesma de hoje. Nadal só se torna número 1, sem jogar, se o Djoko não defender uma boa parte dos pontos.

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