E se…
Por José Nilton Dalcim
12 de setembro de 2019 às 21:05

Achei curiosa a sugestão do internauta mineiro João Ferreira, que observou quantos troféus de Grand Slam escaparam por entre os dedos de Roger Federer ao longo de sua carreira. E me questionou como estaria a contabilidade de conquistas hoje caso o suíço tivesse confirmado aqueles momentos de domínio.

Sem dúvida, foram várias chances de ouro. Mas não é menos verdade que Rafael Nadal também poderia estar numa situação mais privilegiada se não falhasse em momentos cruciais dos Slam.

Como um exercício do famoso “E se…”, resolvi então listar os troféus que provavelmente fugiram de cada um deles, principalmente pela situação do jogo ou do campeonato. Vejamos.

As duras derrotas de Federer
Entre os títulos que não deveria ter perdido, Roger certamente lamenta o do US Open de 2009, quando poderia ter batido o então jovem Juan Martin del Potro até em sets diretos. Ainda liderou por 2 sets a 1, perdendo o quarto no tiebreak. Muita chance. Pior ainda foi o de Wimbledon deste ano, com os fatídicos dois match-points desperdiçados contra Novak Djokovic.

Não fica muito atrás a derrota na final de 2008 em Wimbledon para Nadal no 9/7 do quinto set, embora o espanhol tenha feito 2 sets a 0 e perdido dois tiebreaks em seguida. Em dia de chuva, o jogo terminou quase sem luz.

Talvez muitos ainda considerem chance perdida a decisão de Wimbledon de 2014 para Djokovic, em que o suíço venceu o primeiro set e cometeu um erro incrível no quinto. Ou a final do AusOpen de 2009 diante do próprio Nadal, principalmente porque o espanhol vinha de uma semi muito desgastante e ainda levou mostrou mais físico, batendo Federer no quinto set.

Eu ainda penso que o suíço provavelmente teria levado o AusOpen de 2005 caso não perdesse as inúmeras vantagens contra Marat Safin na semi.

Portanto, Federer certamente poderia ter pelo menos mais três Slam em sua conta.

Os desperdícios de Nadal
Quando avaliamos os Slam onde faltou mais sorte a Nadal, certamente o Australian Open sobra. Acredito que ele perdeu duas finais muito importantes ali: a maratona de 6 horas de 2012 para Djokovic e muito mais ainda o quinto set diante de Federer em 2017, quando teve vantagem de 3/1 e levou a virada.

Aliás, esse vice de 2017 hoje parece ainda mais relevante quando pensamos na contabilidade dos Slam. Federer ganhava então o 18º e deixava Nadal com 14. A inversão do resultado, portanto, teria deixado a briga em 17 a 15 e o espanhol potencialmente teria empatado com o suíço meses depois, já que levou Roland Garros e US Open daquela temporada.

Vejo como não menos árdua a derrota de Rafa na semi de Wimbledon de 2018 para Djoko, já que dificilmente o canhoto perderia do esgotadíssimo Kevin Anderson na decisão.

Vale por fim ressaltar que ele não conseguiu terminar partidas em quatro torneios de Slam, com destaque para a semi do US Open do ano passado, quartas no AusOpen de 2010 e de 2018 e o abandono sem entrar em quadra em Roland Garros de 2016.

Dessa forma, Nadal também poderia somar mais três Slam e hoje estar com 22.

‘Fedal’ dos recordes
Na esteira dessa competição extraordinária pela soberania nos Slam, Federer e Nadal poderão sacramentar dois recordes praticamente seguidos de público no tênis.

A exibição de 7 de fevereiro de 2020 na Cidade do Cabo deverá atingir mais de 50 mil espectadores, deixando muito para trás a marca de 35.681 para a exibição entre Serena Williams e Kim Clijsters, que aconteceu em Bruxelas, em 2010. Nada menos que 48 mil ingressos para o evento na África do Sul foram à venda na semana passada pela Internet e se esgotaram em minutos.

Agora, o Real Madrid quer organizar um outro ‘Fedal’ provavelmente também na próxima temporada. E o jogo aconteceria no estádio Santiago Bernabéu, que tem capacidade para mais de 80 mil pessoas.


Comentários
  1. Fernando Pauli

    No primeiro ponto do super TB do último jogo de duplas da Laver Cup o sinal da ESPN sai do ar, exatamente as 18:00 hs. É brincadeira? Agora acabou de voltar o sinal. Será que tinham pago o sinal até as 18:00 hs?

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  2. Nando

    Mestre, gostaria q vc me respondesse algumas questões sobre o confronto Federer x nadal: (ctz q os de sempre irão falar algo tbm)
    O qnt esse fato do espanhol ser “canhoto” o ajudou e o qnt atrapalhou Federer?
    Se o espanhol fosse “destro” (no esporte), acha q os números do confronto seriam diferentes ou mudaria pouca coisa? (Digo isso devido as bolas altas q ele mandava no bh do suíço, q só depois de mto tempo “aprendeu” a neutralizar)
    Se o espanhol fosse “destro” (no esporte), mesmo assim teria ganho td o q ganhou em termos de Slams, masters e outros títulos?

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Nando, esse é um “se” bem difícil de avaliar. Mas obviamente se Nadal fosse destro seus golpes teriam menor efeito sobre os adversários, principalmente aqueles que o enfrentam nas primeiras vezes. Canhoto tem algumas vantagens inegáveis e Rafa explora isso muito bem. É difícil até achar canhotos no circuito para se treinar quando se chega em rodadas finais de torneio. Talvez se fosse destro Nadal mudaria alguns aspectos do seu jogo, como ficar mais perto da linha, um estilo mais próximo do Djokovic ou do Murray. E convenhamos que esses dois são jogadores de grande sucesso.

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      1. Sérgio Ribeiro

        Corroborando , Dalcim, Titio Toni nunca escondeu que o destro ( ou ambidestro ) Espanhol , foi treinado intensamente para jogar como Canhoto. O próprio Suíço não esconde sua dificuldade em arrumar parceiros para treinamento. Se levarmos em consideração que seu terrível Spin ( acima da
        Iinha de cintura dos oponentes), ainda é acompanhado por um Backhand hoje excelente de duas mãos, Federer , a meu ver , faz milagres em ainda manter uma hegemonia fora do Saibro. Com esta padronização, Pete Sampras sofreria ainda mais com o Canhoto de Mallorca , penso eu. Abs!

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  3. Ronildo

    Interessante o processo judicial que a Osaka ganhou contra seu ex-treinador. Ele alegava que tinha direito a 20% dos ganhos de Osaka e de sua irmã de maneira vitalícia. Porém o juiz negou este direito visto as irmãs serem menores de idade na época da assinatura do contrato. O juiz também alegou que houve outras falhas jurídicas por parte do treinador.

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  4. Luiz Fernando

    Dalcim se vc fosse o técnico do Nadal, vc recomendaria q ele fosse a essa Laver Cup? Pelo passado de contusões dele eu não recomendaria, mas creio q o canto da sereia dos dólares ou euros é difícil de resistir…

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho também que ele e Federer desenvolveram uma amizade mais forte nos últimos anos, Luiz, e talvez Nadal esteja retribuindo também a gentileza. Acredito no entanto que ele não jogará muito na Laver.

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  5. Luiz Fernando

    Rafa já está treinando em Genebra, 7 dias depois de dizer q não conseguia vestir a calça em razão de caimbras. Acho q deve ir a Shangai…

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  6. Ronildo

    Tem gente que raciocina o tênis como se fosse uma competição de cabo de guerra ou qualquer outra competição meramente de força onde a força de vontade própria e o apoio do público é de grande ajuda para dar mais energia ao competidor. Na verdade o tênis se assemelha muito ao golfe na exigência de concentração, porém, com muito mais demanda física.

    Tem as demandas psicológicas inerentes à cada jogador.

    Roger Federer quando chegou ao topo do ranking inaugurou um novo status na relação tenista-público As pessoas adoravam assistir uma vitoria sua. Muito mais ainda ser campeão de um torneio. Nunca houve e acredito que dificilmente haverá um jogador tão carismático! Sua conduta em quadra sempre foi impressionante. Por quase 15 anos seguidos, sempre que ganhou o sorteio, escolheu sacar. (A primeira vez se eu não estiver enganado foi contra Ivo Karlovic.) Por 10 anos negou-se a usar deixadinhas.
    Com o tempo a maciça maioria da torcida contrastava com a dificuldade em ser campeão de torneios. Quem dera os 70 ou 80% de maioria na torcida fosse igual às possibilidades que ele tinha de vencer seus principais adversários, Nadal ou Djokovic! Então, uma coisa eram as expectativas do público. Outra coisa totalmente diferente eram as possibilidades do homem, esportista, marido, pai realizar sozinho dentro de quadra esta tarefa esperada pelo público! A tarefa fisica e mentalmente exaustiva. A batalha contra um oponente igualmente determinado e que usa armas diferentes. De quem não se espera tanto e que pode trazer para dentro da quadra o alívio de estar menos pressionado para vencer; menos pressionado para satisfazer os anseios de um público com um desejo cuja vontade está explícita!

    Haja mental para Roger Federer ter esticado sua carreira até aproximar-se dos 40!!!

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        1. Eu

          “Se a rivalidade entre o suíço Roger Federer e o espanhol Rafael Nadal fica limitada apenas às partidas, com excelente relação entre os dois fora das quadras, o mesmo não se pode dizer da rivalidade entre o canhoto de Mallorca e o australiano Nick Kyrgios, que tem desavenças e declarações espinhosas de ambos os lados.

          Porém, o bom trânsito de Federer com os dois pode facilitar uma aproximação. Segundo afirma o Marca, o suíço é um dos poucos que no vestiário ainda tem simpatia por Kyrgios, convidado para as três edições da Laver Cup até então. Isso poderia facilitar uma aproximação, ainda que não muito grande, entre o australiano e o espanhol.

          A lista de desentendimentos entre Nadal e Kyrgios só nesse ano foi extensa, começando no ATP 500 de Acapulco, quando o australiano venceu de virada. Após a derrota, o espanhol foi contundente ao falar sobre o algoz, soltou duras críticas quanto ao seu comportamento e afirmou que isso o impede de conseguir ir mais longe no circuito.

          Kyrgios não deixou barato e respondeu as críticas dizendo que não daria ouvidos a Nadal e ainda o cutucou dizendo que o espanhol demorava demais para sacar. Essa reclamação voltou à tona depois da multa levada pelo australiano em Cincinnati, com ele publicando um vídeo comparando a sua demora com a do rival.”

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  7. Marcelo-Jacacity

    Rubens Leme,
    Ótimos links, obrigado por compartilhar.
    Borg, de fato, era um viajante do tempo, no passado estava no futuro. No presente, não era ninguém, perdido aos 26 anos.

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  8. Marcelo-Jacacity

    Grande, lEvI sIlvA.

    Concordo totalmente contigo. As derrotas terríveis do Djokovic foram deixadas pra trás após as vitórias em cima do Nadal em Wimbledon-18 e AusOpen-19. E por fim, foi fechado o caixão das tristezas sérvias com o último capítulo da histórica trilogia:
    40/15 – Fênix, da mitologia à realidade.

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  9. Tiago Santana

    Oi Dalcim, bom dia!

    Já comentei algumas vezes aqui no blog, mas dessa vez gostaria apenas de algumas dicas. Irei à Itália em maio, e quero acompanhar alguns jogos do Master de Roma. Tenho a pretensão de ver pelo menos dois dias de jogos. O que você aconselharia? Pegar apenas jogos na quadra central, diversificar as quadras, pegar duas sessões em um mesmo dia, enfim, estou meio perdido e quero tentar acompanhar o maior número de tops possível. Não precisa publicar o comentário, porém, caso publique, solicito dicas dos integrantes do blog que já tiveram esse prazer de assistir ao torneio. Forte abraço e desculpa pelo abuso.

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    1. José Nilton Dalcim

      Nunca fui ao Masters de Roma, Tiago, mas acredito que ele siga a norma de que o detentor do ingresso do estádio principal pode circular também pelas demais quadras. Acho bem legal você tentar quarta e quinta, porque são os dias em que os cabeças devem estrear e também o que concentram maior número de jogos masculino e feminino. A sexta sempre são quartas (portanto oito jogos de simples no total). Abs!

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      1. Bruno leite

        É isso aí, quem tem o ingresso pra quadra principal pode circular por todas as outras.
        Uma dica que posso dar é no intervalo entre uma partida e outra sempre dar uma olhada nas quadras menores mais afastadas, a chance de ver bem de pertinho alguém treinando é grande.

        Abraço.

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  10. Ronildo

    Luiz Fabriciano
    16 de setembro de 2019 às 20:38
    Ronildo, meu comentário não é oportunista, de forma alguma.
    Falo, junto com mais alguns, que na parte mental o Federer perde para os outros dois. Você também concorda com isso e atribui isso ao peso da torcida em suas costas.
    Eu acho que Federer sofre mais com a pressão (daí o mental mais fraco), nunca busquei o motivo. Você é que está designando um motivo para isso e eu não concordo com você. Simplesmente isso.
    Se sou o mais habilidoso, faço jogadas de improviso e geniais, tenho o maciço apoio de todos em qualquer lugar que pise, mas o medo de decepcionar esse apoio me afeta à ponto de perder mais que ganhar dos meus principais adversários, o que é isso se não um condicionamento mental inferior?

    Luiz Fabriciano, você simplesmente se faz de desentendido. Eu não digo que Federer demonstra um mental inferior simplesmente por tem mais torcida. A minha afirmação é que o fato dele sempre ter mais torcida o apoiando praticamente desde o início de sua carreira INCUTIU NELE UMA RESPONSABILIDADE MAIOR POR VITÓRIAS E CONQUISTAS! MAS ISTO SE DEVE UNICAMENTE POR ELE TER UMA PERSONALIDADE EMPÁTICA, DE SE IMPORTAR. SE ELE FOSSE COMO O KIRGIOS OU OUTRO QUALQUER, O FATO DE TER MAIS TORCIDA JAMAIS ACARRETARIA ESTE SENSO ENORME DE RESPONSABILIDADE EM SATISFAZER OS ANSEIOS DO PÚBLICO!
    Será que com estas letras garrafais você ainda vai tentar se fazer de desentendido?

    Então, a questão para mim é: porquê eu vou ficar calado quando se tira sarro de alguém que perde por se tornar mais vunerável por ter uma personalidade que leva em conta os sentimentos de outros?

    Sim, isto o tornou mais vulnerável mentalmente!

    Por outro lado é justamente este o motivo que o leva a ser mais querido!
    Ou você acha que as pessoas gostam da pessoa chamada Roger Federer apenas por ele ser o que tem números mais expressivos!

    Será que Djokovic também acredita que se um dia tiver mais títulos que Federer automaticamente também terá mais torcida?

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    1. Luiz Fabriciano

      Seria apenas de bom tom que você relaxasse um pouco mais. E você disse novamente que o mental dele é mais fraco.
      Pronto, esse é o ponto. Não discutiremos mais.

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  11. Paulo Almeida

    “Fernando Brack
    16 de setembro de 2019 às 12:57

    Quem falou que Nadal era um reles jogador de saibro? Ele já era um baita saibrista antes dos 20 anos.
    O pivete fica apenas por conta de sua pouca idade. E, sim, com 2 finais de WB nos anos anteriores, ele já não era nenhum inocente na grama e mesmo no piso sintético, então devo corrigir minha expressão ‘e mais nada’ na sequência de enaltecer suas qualidades no saibro.”

    Você disse com outras palavras e só corrigiu agora. Bom, antes tarde do que nunca.

    Continua errado acerca da idade no entanto, já que quem tem 22 anos está longe de ser pivete.

    “Fernando Brack
    16 de setembro de 2019 às 13:04

    No mais, essa sua renhida persistência em desqualificar os títulos e a carreira de Federer apenas denota um incontrolável recalque. Suponho que vc seja um sujeito muito infeliz com o suíço ainda detendo os maiores recordes do tênis. Mas fique calmo, pois sua agonia não deve demorar pra acabar.”

    Já disse que o único principal recorde do tênis que o Fregueser ainda tem é o número de Majors, porém já sabemos que a maioria foi vencido na entressafra ou graças a lesões dos rivais. Djokovic e Nadal possuem um número bem superior de Slams pesados.

    “Rodrigo S. Cruz
    16 de setembro de 2019 às 20:03

    Verdade, Brack.

    Pior que ele ainda veio CITAR o teu nome para sustentar essas besteiradas de sempre que ele posta…”

    Curioso, esse cidadão ficou quietinho nos posts anteriores do Brack que desqualificavam o Nadal e que consequentemente reforçavam a teoria da entressafra. Kkkkkkkkkk, isso é o que eu chamo de conveniência!

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    1. Sérgio Ribeiro

      Completamente equivocado como sempre. Essa ridícula teoria de entressafra e dizer que Rafa Nadal não jogava nada fora do Saibro até 2008 , é totalmente do passador de recibos mor do blog e seus Blue Caps. Quantas vezes já postamos que o N 2 de 2005 , Rafa Nadal venceu até 2008 , Um SLAM ( Grama ) , 4 MASTERS 1000 e Ouro Olímpico nas Duras . Isso acaba com qualquer teoria de lunaticos lideradas por Léo Gavião e Almeidas da vida. Abs!

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  12. Angela B.

    Achei totalmente non-sense o discurso da Pliskova sobre o retorno da Clijsters ao circuito….Como se a belga fosse uma jogadora qualquer e agora está se “aventurando numa missão impossivel’. OMG….a Clijsters sempre foi uma tenista de uma qualidade ímpar….e se ela decidiu voltar a competir como profissional, é porque ela sabe do seu potencial e ninguém em sã consciência deveria duvidar disso.

    Responder
    1. Fabiano

      Concordo totalmente contigo Angela. Eu mesmo adoro a Clijsters sempre foi minha tenista favorita. NÃO só pelo jogo em si, mas pela conduta fora da quadra. Pode não ser a maior campeã de Slams, mas como jogava bem e era carismática. Fiquei muito feliz com a volta dela e agora terei alguém para torçar no feminino. Pra mim FEDERER E CLIJSTERS FOREVER…..

      Responder
  13. Rodrigo S. Cruz

    [José Nilton Dalcim]
    16 de setembro de 2019 às 17:59

    “Acho relevante, sim, Daniel. Não é apenas uma diferença de idade, mas de carreira. Federer está no circuito profissional há 21 temporadas, isso precisa ser considerado em termos de desgaste físico e emocional”.

    Considero que essa resposta do Dalcim é muito importante.

    Importante não para aqueles que só entram aqui para provocar e amontoar idiotices.

    Esse aí são café-com-leite e no fundo ninguém leva à sério.

    Refiro-me a bons participantes, aos bons torcedores do Nole.

    Acho incrível como idade do suíço ganhou o rótulo de “desculpa”, até para vários deles.

    Porque se de fato não dá pra colocar a culpa na idade, por toda e qualquer derrota.

    Também é fato que fenômenos como o Djokovic levam sim uma perceptível e inegável vantagem.

    A vantagem física, por correr e aguentar muito mais trocas, e a vantagem psicológica por saber que ele tem muito mais tempo pela frente.

    Tipo isso:

    ” Eu posso perder esse jogo aqui que certamente eu vou outra chance. Já o Federer pode não ter outra chance. Portanto, a obrigação de ganhar é muito mais dele do que minha. E tenho certeza que ele sabe disso tanto quanto eu”.

    Tá aí um dos motivos do Federer ter perdido aquele 40/15 e saque.

    O Djokovic é um tenista inteligente e sabia que até o último ponto acabar, nada estava perdido…

    Responder
  14. Maria izabel

    Boa tarde Dalcin.Acabei de ler uma entrevista dada pelo Djockovic, a uma rádio Sérvia, transcrita pelo Marca ;onde ele diz que sua lesão é muito mais seria que ele esperava,que não sabe ao certo quando volta,mas que gostaria a princípio ser em Tókio.Uma pena ,vamos aguardar.
    Você sabe de algo mais sobre isso?
    Obrigada.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Maria Izabel, essa é a primeira declaração real de qualquer membro do time do Djokovic sobre a contusão, e nesse caso foi dada pelo próprio Nole. Há muita especulação até sobre a necessidade de cirurgia. Mas se ele falou em Tóquio, que é seu calendário natural, então tudo parece normal até aqui.

      Responder
  15. Denis

    Dalcim,

    Alguma chance remota do Brasil disputar a ATP cup?
    Uma outra duvida nada relacionada, até quando o Murray pode usar o recurso do ranking protegido para entrar nos torneios?

    abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Só se o Thiago Monteiro virar top 50 até novembro… rsrs… O primeiro critério é o ranking do principal jogador de cada país, daí nossa chance ser pequena. Bulgária, Chile, Polônia, Cazaquistão, Noruega e Portugal são os candidatos, a meu ver.

      Responder
      1. Denis

        Obrigado Dalcim, achei que tivesse algum wild card ou coisa do tipo rsrs
        e em relação ao ranking protegido do Murray? sabe ate quando ele vai consguir usa-lo para entrar nos torneios?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Ah, desculpe a falta dessa resposta, Denis. Bom, ele tem um prazo estipulado pelo regulamento: 9 meses ou 9 torneios, o que usar primeiro.

          Responder
  16. DANILO AFONSO

    Faltam 42 semanas para NOVAK torna-se recordista de semanas na liderança do ranking.

    GILDOKSON, RONILDO e RODRIGO essa contagem faço desde 2012 (comunidade do Orkut) quando Novak reassumiu a liderança). Depois comecei a “brincar” em um grupo de jogadores de tênis no Whatsapp ao final de 2014.
    E em 2015 comecei a postar aqui no blog e obviamente parei no final de 2016, retornando na segunda metade de 2018.
    Provavelmente NOVAK perderá a liderança daqui algumas semanas.

    Talvez recupere, talvez nunca mais….kkk

    É apenas uma zoação que não é ofensiva.

    Forte abraço nobres !!

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Apenas ” zoação ” ? Sei … Você conseguiu encher o saco mais que o ” falecido ” Robson e CIA. Agora , de viagens o nobre oportunista entende mesmo … Kkkkkkkk Abs!

      Responder
    1. Rubens Leme

      Dalcim, dá para realmente dizer que Nadal é um legítimo herdeiro de Borg no saibro, especialmente com esse top spin endiabrado do sueco. A bola sempre parece que vai subir demais e sair, mas nunca acontece, além da movimentação no fundo. Ele estava à frente dos outros na época como jogador de fundo.

      Vale dizer que ele estava no auge da carreira, com títulos em Roland Garros e Wimbledon e com 21 anos incompletos, contra um Laver de 38. E como voleava o Laver e que belo forehand ele tinha.

      Isso é um har-thru não?

      Responder
      1. Rubens Leme

        Sim, eu escrevi errado. É bem interessante, porque o Borg claramente joga com o freio de mão puxado, mas ainda assim há coisas impossíveis de ver hoje em dia, como entrevista entre os sets, com o Laver, jogadores sacando imediatamente após o ponto e passarinhos cantando…rs

        E a entrevista no final da partida com os dois foi divertida, especialmente a entrevistadora com o Borg.

        Responder
  17. Oswaldo E. Aranha

    O que dizer é que as preferências sexuais de a ou b não são assuntos que interessem num blog de tênis. Quanto à escolha de um ou outro també, é livres mas não interessa aqui.

    Responder
    1. Angela B.

      Oswaldo E. Aranha …FYI, eu não trouxe esse assunto a tona; foram outros leitores.. e eu simplesmente falei o que eu pensava diante de toda essa hipocrisia sobre um assunto que só é tabu na cabeça de gente retrógrada… Abs

      Responder
      1. Carlos Reis

        Eu sou retrógrado então! O homossexualismo é triste, é lamentável…

        Mas o pior mesmo é a tal de “Lei que criminaliza a homofobia”, vai ser usada por pessoas mal intencionadas para prejudicar seus desafetos, eles dizem lutar por direitos iguais, mas é tudo BALELA, eles querem é DIREITOS EXCLUSIVOS, e com esse mimimi todo vejam só, conseguiram…

        Se uma pessoa me chamar de “V….” posso processá-la por homofobia mesmo sendo hetero?

        Como se prova a homossexualidade!? Teste da Farinha?

        Responder
        1. Angela B.

          Carlos Reis, fico feliz de vc ter aparecido com tantas asneiras num comentário só.
          Assim eu não perco tempo de lê-lo em qualquer post futuro kkk
          Abs

          Responder
  18. DANIEL DE FIGUEIREDO TOLEDO

    Dalcim, quão relevante (ou não) você considera a diferença de idade de Federer para Rafa e Novak, de 5 e 6 anos, na análise da carreira e duelos diretos entre eles? Especialmente Djoko já que Roger mesmo mais velho vem de uma boa sequência contra Nadal? Ainda que a tecnologia ajude na longevidade, o estilo mais natural e econômico do suíço, tratam-se de grandes diferenças que no aspecto físico contam muito. Em outros momentos vimos casos como de Connors que ganhava dos jovens Lendl e McEnroe mas depois de mais velho perdeu praticamente todos os duelos com os 2 primeiros nos auges técnico e físico. Grande abraço!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho relevante, sim, Daniel. Não é apenas uma diferença de idade, mas de carreira. Federer está no circuito profissional há 21 temporadas, isso precisa ser considerado em termos de desgaste físico e emocional.

      Responder
  19. Luiz Fernando

    Mesmo q venha a perder o numero 1 momentaneamente para Rafa, Djoko será o recordista de semanas como número 1, algo q eu sinceramente valorizo menos, mas alguns já estão se esgoelando com essa possibilidade, é apenas uma questão de tempo, ou de semanas para ser mais exato…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      É um recorde secundário de fato e as semanas consecutivas um recorde terciário. Djokovic é melhor do que todos que estão à sua frente ainda.

      Responder
  20. Ronildo

    Acompanhando a carreira de Roger Federer Federer desde o início (não nos mínimos detalhes), de uma coisa fiquei com certeza absoluta: uma boa parte da torcida de Djokovic e Nadal não merecem que Roger Federer seja ROGER FEDERER para estes!

    O que eles merecem?

    Eles merecem que Roger Federer, tendo dois match-points contra Djokovic em Wimbledom, saque por baixo! Queria ver Djokovic correr e pegar um saque deste na grama, onde a grama está alta. E mesmo pegando e devolvendo, poderia fazer um jogada que dificultasse que Federer matasse o ponto!?

    Para calar a boca do pai de Djokovic e muitos outros!
    Ou lhes dar argumentos verdadeiros…!

    Se…!!!

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Vcs é q merecem o sofrimento pelas derrotas dele, inclusive com torcedores virando a casaca, por uma simples razão: muitos de vcs são idólatras e não torcedores…

      Responder
      1. Ronildo

        Cara, eu nem sei o que é ser torcedor. Kkkk, acho ridículo homens adultos se declarando torcedores de outros como se fossem menininhas atrás dos Menudos!
        Porém, acompanhando o circuito, enche o saco de ler tanta lorota desabonadora. Uma coisa é tirar um sarro. Outra coisa completamente diferente é tentar colar uma pecha definitiva em alguém.
        Por isso que digo que estes caras mereciam que Federer sacasse por baixo e acabasse com estes argumentos superficiais. Depois, se indagado do porquê sacou por baixo para ganhar a partida era só responder: “Foi pra calar a boca de palhaços mundo afora!”

        Responder
  21. Luis Alves

    Oi Dalcim, você tem ou sabe onde posso encontrar estatísticas do big 3 sobre jogos em que tiveram match point contra e venceram e jogos em que tiveram match point a favor e perderam?

    Obrigado,
    Luis

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Oficialmente, não lembro de ter visto. Acho que o Men’s Tennis Forums (menstennisforums.com) tem um setor com esse dado, mas ainda assim é preciso checar.

      Responder
  22. Fernando Pauli

    Texto de Orlando Souza
    A razão pela qual há tanta confusão neste assunto sobre as passagens de década, século e milénio reside no facto de haver uma certa confusão entre 2 conceitos completamente distintos:
    – o dizermos década / século / milénio _____.
    – o dizermos década / século / milénio de _____.
    Vamos ao 1.º conceito.
    Muitos esquecem-se que a expressão “século 20” (vou aqui usar numerais árabes) significa nada mais, nada menos do que 20.º século a contar de um dado ponto de referência (que no calendário gregoriano é o nascimento de Cristo (na verdade, Ele nasceu alguns anos antes mas pronto…). Como o 1.º ano depois de Cristo, no calendário gregoriano, é o ano 1, então qualquer década/século/milénio começa sempre num ano cujo último algarismo é o 1 e termina sempre num ano cujo último algarismo é o 0.
    Assim:
    – o século 1, ou seja, 1.º século da Era Cristã começa no ano 1 e termina 100 anos mais tarde, no ano 100.
    – o século 2, ou seja, o 2.º século, começa no ano 101 e termina 100 anos mais tarde, no ano 200.
    Portanto, em 2012, ano em que foi escrito este comentário, está-se na década 202, 202.ª década da era cristã, década que começou a 1 de janeiro de 2011 e terminará a 31 de dezembro de 2020.
    Contudo, a questão é que se nós usamos frequentemente este 1.º conceito para nos referirmos aos séculos e aos milénios (todos dizemos século 21 ou milénio 3, ou semelhante), a verdade é que ninguém usa este conceito para se referir às décadas, pois não é minimamente prático. Ninguém diz “os Beatles surgiram na 197.ª década”.
    Existe contudo um 2.º conceito para nos referirmos às décadas/séculos/milénios, o qual está talvez mais relacionado com questões linguísticas e de sintaxe, do que com questões matemáticas, mas igualmente correto.
    Com efeito, é muito usual dizer-se, por exemplo, “década de 1990”. Aqui, a palavra “de” marca uma relação de posse, de subordinação. Se se disser “o carro é de Paulo”, sem mais informações, posso depreender que o carro pode pertencer a qualquer pessoa chamada ou conhecida por Paulo, ou que tenha Paulo no nome. O mesmo se passa com as décadas: a expressão “década de 1990” significa a década que «pertence» a 1990 e todos os anos com 199_. Portanto, esta década engloba os anos de 1990, 1991, 1992, …, 1999, e portanto, inicia-se em 1990 e termina em 1999. Na prática, isto significa que as décadas são agrupadas nominalmente consoante os algarismos que partilham entre si.
    Levando o mesmo raciocínio a outras décadas temos:
    – década de 1980, ou seja, década dos anos do tipo 198_, que se inicia no ano 1980 e termina no ano 1989.
    – década de 2000, ou seja, década dos anos do tipo 200_, que se inicia no ano 2000 e termina no ano 2009.
    – década de 2010, ou seja, década dos anos do tipo 201_, que se inicia no ano 2010 e terminará no ano 2019.
    Repare-se que dizer, por exemplo, “década de 1980”, significa exatamente o mesmo que “anos 1980”, “1980s”, ou “anos 80 do século 20”. São conceitos exatamente iguais e referem-se todos ao período 1980-1989. Seguindo o mesmo raciocínio, a “década de 0” refere-se a todos os anos do tipo 0_. Como não há ano 0 no calendário gregoriano, então esta década carece deste ano e tem apenas 9 anos.
    Portanto, em 2012, está-se na década de 2010, década que começou a 1 de janeiro de 2010 e terminará a 31 de dezembro de 2019.
    Portanto, em conclusão:
    – A década 202 iniciou-se a 1 de janeiro de 2011 e terminará a 31 de dezembro de 2020.
    – A década de 2010 iniciou-se em 1 de janeiro de 2010 e terminará a 31 de dezembro de 2019.
    Contudo, nós não usamos a expressão “década ____” nem formal nem informalmente, e em vez disso usamos expressões do género “década de ____” ou equivalentes.
    Portanto:
    – Em 1 de janeiro de 2010 começou a década de 2010 que terminará a 31 de dezembro de 2019.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Perfeito.

      Nada mais a acrescentar.

      Mas pode apostar que mesmo depois dessa explicação super-didática, o Fake ainda vai continuar batendo a pata e teimando!

      Os caras são cabeça-dura mesmo…

      Responder
    2. Roberto Léo

      Argumento de Orlando Souza ia bem até criar uma aberração linguística e matemática:
      “Como não há ano 0 no calendário gregoriano, então esta década carece deste ano e tem apenas 9 anos.”
      Década de 9 anos?

      Responder
  23. Helena

    Dalcim,

    Me desculpe o desvio de tópico, mas você se incomodaria de me explicar os critérios de classificacão das duplas mistas para as Olimpíadas? Já vi algumas parcerias sendo formadas (Tsitsipas x Sakkari, Kerber x Zverev, Tecau x Halep), mas não sei como eles já têm essa certeza. Se não me engano, são apenas 16 duplas.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, são apenas 16, com 15 por ranking e uma convidada. A regra diz que a dupla tem de ser formada por tenistas que estejam selecionados em simples ou duplas. Suponho que essas parcerias estejam supondo que estarão classificadas até lá (e essas que você citou muito provavelmente estarão).

      Responder
  24. Maurício Luís *

    Conforme já se previa, o tal fatídico 40-15 de Wb 2019 continua dando pano pra manga de montão.
    Acrescento o seguinte: estamos há quase 2 meses discutindo por que ele não ganhou, o que poderia ter sido feito de diferente, onde foi que o Federer errou… Acontece que na hora lá, ele teve pouqíssimo tempo pra decidir. Não teve chance de pensar com calma como estamos fazendo. Acrescente-se a isso o cansaço físico e mental. Os fãs torcem, apoiam, mas também COBRAM. Isto pesa.
    Não que eu ache errado discutir e analisar, de modo algum. Nosso papel e do Dalcim é esse mesmo. Mas temos que ter consciência da situação e das circunstâncias nada tranquilas que o Federer enfrentava naquele momento.

    Responder
  25. Oswaldo E. Aranha

    Angela B
    A tua colocação foi fora de propósito, pois de um tenista se quer saber de suas atuações tenísticas, assim como de uma cantora de suas preferência musicais e não sexuais.

    Responder
    1. Angela B.

      Caro Oswaldo E. Aranha,
      se vc está com ciúmes da relação amorosa dos tenistas Zverev e Melo.. o problema é todo seu, não meu.
      Portanto, recomendo vc fazer piti com uma psicóloga e não aqui no blog. Got it?
      Take care, darling.

      Responder
      1. Maurício Luís *

        Acontece que você afirma como se fosse uma certeza, uma verdade absoluta. Acho muito difícil que a namorada do Sasha fosse aceitar uma situação dessas, tipo “triângulo amoroso” com o Marcelo Melo. Não vi nada em site nenhum afirmando que eles são homossexuais. Então não é questão de preconceito, é questão de cautela ao fazer as colocações.

        Responder
    2. João ando

      Aranha. Nada a ver…..aqui se fala do francês com a svitolina …homem nasce homem mulher nasce mulher o que cada um quer fazer com o seu corpo e problema sexual dele mas aqui se falou de dois tenistas. … se São homossexuais …Sao … como teve o Michael Stephal tênis tá alémao e até um campeão de Wimbledon se não me engano da década de 50 que tb era homossexual assim como sabemos da navratilova. ..

      Responder
      1. Angela B.

        João ando e Paullo…faço as palavras de vcs a minha.
        E é uma pena que muitas pessoas ainda tenham dificuldade p/ enxergar o óbvio, né non? Abs!

        Responder
        1. João ando

          ÂngelA b. Os boatos são fortes pois o pai de um tenista que joga duplas no profissional ,as vezes em um condomínio na barra no grupo que eu jogo diz que há fortes indicios…. assim como tinha um piloto de formula um que morreu em 1994 que nunca foi visto com uma mulher em monte Carlo …o Nelson Piquet falava isso como um mantra. ..

          Responder
  26. Fernando Pauli

    Respondendo ao Emílio: “Mas, tecnicamente, décadas começam em 1 e vão até 0”. Essa versão é baseada na religião católica, pois existe o ano 1 A.C e o ano 1 D.C, o que aconteceu então no ano de Cristo? Já que a diferença aí é de dois anos? A definição mais moderna, voltada ao mundo comercial, se adota a década começando em zero e terminando em 9, o que é mais lógico e racional. A Wikipédia já adota essa definição.
    Segundo a Wikipédia e conceitos voltados ao mundo real: a década de 1910, também referida como década de 10 ou ainda anos 10, compreende o período de tempo entre 1º de janeiro de 1910 e 31 de dezembro de 1919. A primeira década do ano cristão então, seguindo o conceito racional e mais lógico, começa em 1º de janeiro do ano zero, ou seja do nascimento de cristo e vai até 31 de dezembro de 09. Como já disseram aí no blog, como justificar que o ano 30 ou 1930, pertence ainda à década de 20? Haja fé para acreditar nessas incongruências forçadas por religiões.

    Responder
    1. Roberto Léo

      Fernando,
      Apesar de sabermos que o calendário atual tem influência da religião, também sabemos que o calendário gregoriano é uma adaptação do calendário juliano proposta na idade média, pelo papa Gregório, sob orientação de um grupo de astrônomos, e não contém ano Zero. Também sabemos que o calendário juliano, adaptação do calendário romano, também não continha ano Zero (ano 1 foi a fundação de Roma). O calendário grego, anterior, também não tinha ano Zero. Atualmente há calendários que incluem ano Zero, mas são pouco adotados (geralmente o ano Zero é o ano 1 AC, e os outros anos para trás são negativos).
      O problema do ano Zero foi que, por muito tempo, o conceito de Zero (número) era de difícil entendimento; embora já existisse em civilizações antigas (hindus, maias,…).

      PS: não há diferença de dois anos entre o ano 1 AC e o ano 1 DC, 31 de dezembro de 1 BC foi véspera de 1 de janeiro de 1 AC. Alias, nenhum deles é o ano de Cristo, que nasceu provavelmente no ano 4 AC, pois erraram a conta quando foram datar o calendário atual.

      Responder
      1. Fernando Pauli

        Por isso que esse calendário é furado. Tudo que existia de 0 até 0,9999… foi perdido, rsrsrs. Por isso hoje o calendário prático, no mundo econômico adota de 0 a 9. Abs.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Pois é, Fernando.

      Mas só peço que você fale isso “um pouco mais alto”.

      Quem sabe assim, troquem os costumeiros coices pela civilidade…

      Responder
  27. Paulo Almeida

    Nadal com 22 anos era pivete e um reles jogador de saibro? Não, já tinha 2 finais de Wimbledon e uma semifinal de AO antes de finalmente ganhar do freguês na grama. E logo depois ganhou Olimpíada e assumiu o número 1 do mundo.

    O Fernando Brack até quis incorporar 2008 no período da entressafra, mas não rola. Ali começava uma era mais forte, mas não tão forte como a partir de 2011.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Sempre repetindo as mesmas bobagens, caríssimo “ Almeida “ . Aos 19 , em 2005 , somente não repetiu o que Hewitt fez pra cima de Sampras , Agassi, Safin , GUGA e CIA em 2001 , devido ao fato de existir Roger Federer. Dez Torneios conquistados com direito a três MASTERS 1000 e um SLAM . Em 2004 já havia surpreendido o Suíço no MASTERS 1000 de Miami por duplo 6 x 3. Como o mane’ somente começou a torcer pelo Sérvio em 2011 ( o cara não venceu tanto de 2008 até lá) , repete inverdades a dar com o pau. De uma vez por todas , o Espanhol foi muito mais precoce e infinitamente mais jogador, TRÊS anos antes do Sérvio. E vem aquele teu baba ovo mor afirmar que isto é desqualificar comentários rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Caríssimo Ribeiro,

        Aceite de uma vez que o JaGUATirica tem 13 Slams peso pena e que é apenas um campeão de uma era fraca, com rivais bisonhos como Roddick e Hewitt.

        Nadal só virou jogador de todos os pisos a partir de 2008. Se o Fregueser sempre tremia até pra um jogador limitado do saibro, isso só prova que nunca foi GOAT.

        Responder
    2. Fernando Brack

      Quem falou que Nadal era um reles jogador de saibro? Ele já era um baita saibrista antes dos 20 anos.
      O pivete fica apenas por conta de sua pouca idade. E, sim, com 2 finais de WB nos anos anteriores, ele já não era nenhum inocente na grama e mesmo no piso sintético, então devo corrigir minha expressão ‘e mais nada’ na sequência de enaltecer suas qualidades no saibro.

      Responder
    3. Fernando Brack

      No mais, essa sua renhida persistência em desqualificar os títulos e a carreira de Federer apenas denota um incontrolável recalque. Suponho que vc seja um sujeito muito infeliz com o suíço ainda detendo os maiores recordes do tênis. Mas fique calmo, pois sua agonia não deve demorar pra acabar.

      Responder
  28. Evaldo A Moreira

    Dalcim,
    Estava vendo alguns da Kim Clisjter, nao se correto o sobrenome rsrsrs, mas nas semi_finais do Us Open 2009, que jogo hein, como se movimentava bem a belga, tecnica mioto boa, e como conduzia bem os pontos, agora , o que estragou o jogo foi a atitude intempestiva de Serena Williams, a juíza que marcou o lance, ficou com medo e acho que pensou que iria apanhar kkk, a cena é holaria, mas Serena foi desclassificada por isso, e não é de hoje os caprichos dela ne Dalcim!?.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Pois é, caro Evaldo. Mas Kim Clijsters se dava muito bem com as Irmãs Willians. Foi a ÚNICA jogadora a bater as duas no mesmo Torneio por duas vezes na história . Fez com Serena em Bruxelas o jogo de maior público pagante até então , com 35.000 felizardos . E em sua última despedida a oponente homenageada foi Vênus . A mamãe venceu 4 vezes o USOPEN no auge das duas. E admirada por conseguir “ deslizar “ em todo tipo de piso a lá Novak Djokovic. Head to Head de 2 x 7 com Serena em nada a diminui . Uma grande Atleta na acepção da palavra. Abs!

      Responder
      1. Evaldo Moreira

        Grande Sergio Ribeiro, prazer em falar contigo novamente,
        Então, essa belga demais gostei dela, e sempre tinha curiosidade em ver seus jogos, e por acaso, nas pesquisas, quis ver esse jogo.
        Agora, não sei a idade da Henin, se ela pudesse voltar hein, show……agora achei meio que debochado o comentário da Pliskova, quando perguntada sobre a volta da Clijster, dizendo que acha a volta, por achar o circuito meio que devagar…………..bom, então o que Serena faz ali então, poxa, ela em algumas finais, com 37 nas costas….

        Responder
  29. Marcelo-Jacacity

    Puxa vida, não sei como pude me esquecer. Acho que sei porque. Fiquei tão devastado que esqueci. A vitória do Nadal na semi de RG-13 me deixou realmente arrasado. No domingo recebi a visita do meu cunhado e ele perguntou: você não vai assistir a final do tênis? Vai passar na Tv aberta? Nem quis ligar a TV. Foi difícil. E pra fechar o caixão àquela final do USOpen-13 de novo o Nadal. Fiquei péssimo, quase dei pt no monitor. O Djokovic era favorito pra final tinha que ter ganhado. Em 2013 o Rafael venceu dois Slams que pelo menos um teria que ser do Novak. Até hoje é difícil engolir isso. Meu irmão que gosta do Djoko e torce também para o Federer ficou putaço com esses dois títulos de Major para o Nadal.
    Em que pese o título do AusOpen-13, 2013 foi ano que não gosto de lembrar. O Djoko perdeu para o Nadal as duas partidas citadas e ainda por cima tomou um 3×0 do Murray na final de Wimbledon. Aff….

    Não foi objeto do post e eu assino embaixo com o relator, pois o Djokovic está um pouco atrás de n. de Slams, por enquanto. Assim, a briga no momento está com o Fedal. A conferir no AusOpen-20.

    Responder
    1. lEvI sIlvA

      Marcelo, meu caro, é fácil entender a cobrança e exigência com nossos tenistas prediletos. Eles tem de vencer e de preferência, convencer quando o fazem! Mas, se de um lado há natural cobrança em certos jogos que definiriam Federer, Nadal o Djokovic campeões e, consequentemente detentores de mais GS , há que se entender e aceitar algo natural no tênis. Só ganha realmente, quem faz o último ponto. Diferente de outros esportes, não há jogo vencido de véspera ou mesmo em quadra sem acabar um 5º Set longo e sofrido, muitas vezes. falo por mim, claro, já que também torço pelo sérvio. Mas olha, apesar de alguns cobrarem certas derrotas de Novak, em especial as contra Wawrinka (02) e Murray em final de GS, ainda assim o vejo com crédito nessa história toda de derrotas e vitórias improváveis. Apesar de todo favoritismo natural, ele falhou, ou melhor, não ratificou sua condição em quadra. Contudo, veja só, Marcelo no US Open 2011 ele esteve a 1 mero pontinho de se despedir sem o major, mas…
      Depois, em todo 2016 e parte de 2017 em quase nada lembrava o jogador de outrora. Chegando mesmo ao ponto de cogitar aposentar-se. Imagine só, se o faz…!!!
      Veio 2018 e mais derrotas estranhas, falta de foco, intensidade, motivação e pior sem qualquer volume de jogo. Enfim, achava-se que seria o fim de Novak Djokovic. Algo que muitos aqui disseram , não foi?
      Metade de 2018 e, Nole leva a melhor contra Nadal no tradicional Wimbledon jogando a meia boca, (ao melhor estilo nadal de defesa) contra um espanhol que vinha voando o torneio inteiro! US Open 2018, Djoko de novo, despacha Nadal sem cerimônia e jogando menos, mas vence e se enche de confiança. retoma o Nº 1 e quase leva o Finals, de novo.
      Inicia 2019 levando de cara o AO e dando um baile no espanhol na final. Perde em RG para Thiem, mas depois leva Wimbledon de forma quase inacreditável, derrotando Federer num improvável 5º Set , apesar de o suíço ter 2 match points e saque.
      Olha, não sei pra você, mas pra mim tá de bom tamanho, viu? Só aí, são 4 GS que poderiam ter ficado em outras mãos. Mas não, ficou com nosso Nole, não foi?

      Responder
  30. Marcelo-Jacacity

    Pessoal,
    Nessa semana de marasmo tenístico, estava revendo umas partidas históricas. Todo mundo lembra da final de RG-15 e quase ninguém fala, mas a trilogia, todas decididas no 5º set no Australian Open de 2013, 2014 e 2015 entre o Djokovic e o Wawrinka foram históricas e de altíssimo nível técnico. O vencedor da partida ficaria com o título. Jogaços!

    E sem contar ainda que teve a semi do USOpen-13 para variar decidida no 5º set. Outro jogão!

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Dalcim,

      Você concorda que as partidas mais emocionantes e o confronto mais fantástico de se assistir seja entre Djokovic contra Federer ou contra Wawrinka? Se sim, qual a razão para isso acontecer? Como o Wawrinka oscila muito, creio que o melhor jogo para se assistir seja, sem dúvidas, para mim, entre Djokovic x Federer.

      Por mais que eu concorde contigo que por tudo que representa o duelo entre Federer e Nadal seja mais emblemático. Mas pra mim o melhor confronto quando se trata apenas de tênis bem jogado é o confronto do Djoko contra um dos suíços. Pra mim, é o melhor.
      Djokovic x Nadal, Federer x Nadal ficam abaixo.

      Responder
      1. José Nilton Dalcim

        São sempre ótimos confrontos, mas não necessariamente os melhores. Eu particularmente gosto muito do duelo entre ataque e defesa, seja na base ou no fundo, e assim acho que há vários duelos que podem ser muito interessantes dentro desse padrão.

        Responder
  31. Eduardo Silva de Oliveira

    Bom dia Dalcim,

    Não sei se alguém comentou aqui neste fórum, mas acho que escapou do Nadal aquele título do Aus Open em 2014. “E se” o Nadal não tivesse tido lesão nas costas?

    abraços!

    Responder
  32. Angela B.

    Até a cachorra da minha vizinha sabe que Zverev e Melo são um casal e não meros “amigos”……e honestamente, não entendo tanta “cerimônia”, “mimimis’ e “não me toques” sobre um assunto tão trivial como esse. Afinal, um relacionamento homoafetivo, especialmente nos dias atuais…não deveria ser mais tabu nem aqui, nem no Brasil e nem na China.– Portanto…time to wake up pra vida real, né non?
    Ps- e vida longa ao amor desses dois fofuchos.😍👨‍❤️‍💋‍👨❤️

    Responder
        1. Maurício Luís *

          Acho dificílimo disso acontecer, porque neste caso a namorada do Sasha teria que aceitar essa condição de fazer “triângulo amoroso” com o Marcelo Melo.

          Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Essa também é a minha dúvida, Maurício rs . Mas quem já viu a modelo ( ex-Tenista ) Olya Shatypova, em companhia de Sasha nas Maldivas , duvida um pouco. Mas Marcelo também estava por lá rsrsrs Abs!

        Responder
  33. Rodrigo S. Cruz

    [R.P.]
    14 de setembro de 2019 às 16:17

    “Bom senso”….. KKKKKKKKKKKKK.
    Corrija um sábio e ele te agradecerá. Corrija um burro e ele vai zurrar “mas a Wikipédia ” KKKKKKKM
    Acho q antes do maternal me ensinaram q contagem se começa do 1, não do 0″;

    Olha,

    Nem sei como o Dalcim liberou uma agressão gratuita como essa.

    Mas como aqui impera uma democracia, vou te responder como você merece:

    Vamos ver quem de fato é o burro da estória:

    1) O tema é controverso ou não é?

    Resposta: sim. (como você mesmo conferiu no link que um outro colega postou).

    2) Eu afirmei a você que oficialmente a razão estava comigo e ponto final?

    Resposta: Não. Só frisei que a minha visão que eu adotei me parece ser bem mais lógica.

    Resumo da ópera:

    Reconheci que o tema era controverso; postei uma fonte da visão que eu defendo; e pedi EDUCADAMENTE para você postar uma em contrário.

    Aí o que você fez?

    Ignorou o pedido feito, fez uma ironia digna de um completo débil mental, e ainda por cima me xingou.

    Você é digno de pena, amigão…

    Responder
    1. R.P.

      Quando nos referimos a alguém usando a expressão “JÊNIO” estamos a elogiá-la? Seria este um termo que atesta civilidade ou cordialidade?

      Tenho cabelos brancos o suficiente para reconhecer garras ocultas sob uma luva de pelica. Quer usar o tacape, arma dos trogloditas, então não reclame de levar umas tacadas no cocuruto; só não seja hipócrita, pois com hipócritas a elegância do florete não funciona.

      Por mim, tu podes adotar o calendário Juliano, Gregoriano, Judeu, Maia, Asteca, Islâmico, Chinês, etc. Sinta-se a vontade. Contudo, no Ocidente, o mesmo calendário que rege, inclusive, os eventos da ATP, é, incontestavelmente, o mesmo que se ensina “no maternal”: o século I começou no ano 1 e terminou no no 100, e assim sucessivamente; mesmo raciocínio utilizado para décadas e milênios (e nem é necessário saber contar além de dez para entendê-lo).

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Esse assunto já era pra estar ENCERRADO!

        Tenho certeza que esse celeuma já cansou o blog!

        E não adianta apelar para medição peniana não, ô mané.

        Está tudo registrado e você já foi completamente desmascarado abaixo…

        Honre as calças que você veste como um verdadeiro homem, e sigamos em frente:

        Quem PRIMEIRO veio dar uma de gostoso e crescer pra cima de mim foi você.

        Pois te pedi uma fonte e você veio com aquela babaquice de:

        ” Oh, quinta série KKKK”

        Aí sim, eu respondi a tua ironia com outra ironia.

        Portanto, não tente subverter a ordem cronológica do desentendimento que isso não cola.

        Jogar a culpa do que você PLANTOU nos outros é que faz de você o grande hipócrita aqui, e não eu.

        E quanto ao assunto que você teimosamente insta em repetir:

        Você não sabe nada!

        Pois tua visão acerca dele é ilógica e ultrapassada.

        A visão moderna da contagem de décadas, como bem escreveu o Fernando Pauli, não segue a contagem dos séculos!

        Pois gera todos aqueles problemas já apontados por mim abaixo, e os quais eu não preciso repetir.

        Boa tentativa, Sr. Fake.

        Fique tranquilo que daqui para frente não vou baixar a guarda para tipos como você.

        Responder
  34. Fernando Brack

    As atenções agora se voltam inteiramente para a condição física do Djoko. Se o problema dele for crônico e ele tiver que passar por cirurgia, talvez não volte à plena forma antes de 2021, e aí Nadal reinará solitário nos grandes torneios no próximo ano, já que Federer provavelmente só fará figuração e a nova geração insiste em não me inspirar confiança. Uma grande lástima a ausência do Murray, que conseguia engrossar com Nadal no sintético.

    Responder
  35. Fernando Brack

    Sobre os Slams que Federer jamais deveria ter perdido, o mais trágico e aberrante, por larga margem, foi ter deixado o ogro ganhar WB 2008. Aquilo foi um desastre de proporções monumentais. Até então, Nadal era um pivete que jogava magistralmente no saibro, e mais nada. Aí Federer, no auge de sua carreira, perde em seu piso preferido, na hora de bater o recorde de títulos consecutivos na catedral do tênis. Aquela escorregada do Mestre me tirou do sério. E eu não engulo até hoje a desculpa da mononucleose, pois essa doença é brava demais pra permitir a um atleta chegar às finais de RG e WB e depois ganhar o USO.

    Responder
    1. Hendrix

      Fernando Brack, nao sei por onde voce andava em 2007, mas a “escorregada” que voce menciona veio com um ano de atraso. Naquela final de 2007, Nadal ja teve mais volume de jogo, perdeu 4 break points bobos no inicio do 5 set que fariam o suico desabar emocionalmente, exatamente por ser esse pivete que voce menciona. Obvio que 1 ano depois, apos perder duas finais seguidas e mais maduro, o espanhol conseguiu controlar os nervos e enfim triunfar no templo sagrado, e poderia ter sido em 3 sets nao fosse o nervosismo natural de fechar aquela partida historica. Para sua correcao, Nadal em Julho de 2008 ja tinha 2 finais em Wimbledon, vinha de titulo em Queens, tinha semis no AusOpen e alguns titulos de M1000 na hard, sem contar que seria campeao olimpico em poucas semanas na China, na hard. Acho que voce precisa dar uma pesquisada melhor meu caro.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      “Aleluia”!
      Pela primeira vez na história um torcedor de Roger Federer creditou desculpas de doença a uma derrota de seu ídolo.
      Por isso alguns a apelidaram de “monodesculpose” pois só afetou Federer nas finais. E outra, quem foi realmente afetado por ela, jamais voltou a jogar tênis (Soderling e Ancic – só para ficar nos mais conhecidos).

      Responder
  36. Fernando Brack

    Se eu tivesse sido político em vez de engenheiro eu seria milionário. Ou não? Quem sabe um encrencado na Lava Jato, né? Enfim, tem hora que é muito bom saber que o ‘se’ não existe.

    Dito isso, eu tenho que admitir que Nadal merece superar o nº de Slams de Federer, o que não quer dizer que mereça ser o recordista, pois Djoko também tá no páreo. Sua insana obsessão por esse objetivo é uma coisa que me comove. Nunca vi um cara tão determinado a atingir uma meta quanto Rafael Nadal em superar Federer nos majors. Até a pobre da noivinha dele sofre com isso, já que espera pelo amado há anos, e nada do mancebo se coçar. Tudo, tudo mesmo, em sua vida está orientado a passar o suíço.

    Também digo isso porque, finalmente, a torcida do ogro vai me deixar em paz, já que seu ídolo poderá ser considerado o GOAT inconteste e estará findada a aporrinhação que essa torcida provoca na torcida do Mestre. Honestamente, não vejo a hora disso acontecer.

    Responder
    1. Eduardo Silva de Oliveira

      Desculpe Fernando,

      mas o Nadal tem objetivo de alcançar excelente performance e não obsessivamente de passar o Federer. Consequentemente, com essa dedicação toda ao tênis, Nadal consegue excelentes resultados!

      Abraços!

      Responder
  37. Miguel BsB

    Rodrigo Cruz, vi no post passado suas consideracoes sobre o SABR…e pra mim é isso, talvez uma variação do chip and charge…chip “cutucar” e charge “atacar”. Normalmente é usado o slice, mas não necessariamente. Pode ser de bate pronto msm ou um “tapao”, um drive curto…
    Além disso, vc não vai ver treinador nenhum dizendo…vms hj treinar um Sabr, sneak attack by roger, rs, mas sim, hj o treino é chip and charge…
    O que acha Dalcim? Entende que o Sabr é uma jogada nova criada pelo Federer ou é uma variação do chip and charge, no máximo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      É uma variação, com certeza, do ‘chip and charge’ mais habitual, mas acho que é uma recriação e merece o crédito para o Federer.

      Responder
      1. Eduardo Chaves

        Dalcim não concordo com sua avaliação sobre o Djokovic, o cara ganhou 16 Majors, ganhou todos os Master 1000 ganhou todos os G.S consecutivos,é o terceiro tenista como numero 1, e por que o Nadal tem 3 a mais e o Federer tem 4 você dizer que ele está a baixo dos dois.

        Responder
    2. Jose Yoh

      Acho que é uma jogada totalmente dependente da habilidade de bate-pronto do suíço, então acho que é uma invenção dele. Pelo menos não vi ninguém tentando.

      Responder
  38. Tiago Castro

    Dalcim, gostaria de sua opinião sobre um ponto que sempre achei relevante nessa briga entre Nadal, Djoko e Federer.
    se manter na liderança de um ranking não é sempre mais difícil do que seguir atrás do líder? Muitos esportistas falam isso.
    Sempre achei q é muito mais fácil a posição de nadal e Djoko na condição de perseguição a RF, pq a pressão é bem menor. Especialmente nós idos dos anos de 2008 a 2012, em que eles estavam bem abaixo no Número de GS e outros títulos.
    o fato de RF estar sempre a frente no número de GS e sempre ser aclamado como o GOAT, me parece ter influenciado demais o mental e a motivação de Nadal e Djoko. Seguir para desbancar o líder e dono de vários recordes é um aspecto motivacional muito maior.
    Para Federer, depois q passou Sampras, acho q faltou desafios maiores. Talvez o maior desafio que ele se impôs tenha sido se manter no topo e tentar vencer os mais novos (convenhamos que não é algo tão intenso).
    André Sá já afirmou que qd Federer engrenou e passou a ganhar 7, 8 ou nove torneios em um ano, isso representou algo totalmente novo e inédito. Algo nunca visto, pois a oscilação entre os grandes do tênis, antes de RF sempre foi maior.
    O que vc acha??
    Esse discussão de GOAT é complicada…
    Abraços.

    Responder
    1. Jose Yoh

      Se Federer não tivesse tantos recordes, eles já teriam parado após bater o do Sampras. Tanto que Nadal por exemplo já pensou em parar diversas vezes. As viagens, família, dores intermináveis, vida de atleta não é fácil.

      Responder
  39. André Rodrigues

    Boa tarde Dalcim, aproveitando o exercício do”se”,
    e se o Medvedev tivesse aproveitado o break point do 5/4 e empatado o quinto set da final contra o Nadal, poderia ter mudado o resultado final,ou na melhor das hipóteses ter aumentado ainda mais a dramaticidade do jogo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que o break-point no começo do quinto set foi ainda mais importante, André. Mas sem dúvida que qualquer um deles colocaria mais lenha na fogueira.

      Responder
  40. Luiz Fernando

    Que piada essa derrota do Thiem, depois q ele venceu o Federer em Março na quadra dura e chegou a outra final de RG o cara teve uma queda exponencial, agora perde desse rapaz q ninguém já ouviu falar. Pouco menos ruim, só q com vitória, foi a atuação de 2 vencedores de GS, Soares e Melo, contra esses franco-atiradores de Barbados, jogaram bem abaixo do q podem…

    Responder
  41. Rodolfo

    Olá DALCIM
    Voce poderia me ajudar em uma conta pq não achei dados
    Federer ganhou
    20 slam x 2000 pontos = 40.000
    28 masters x 1000 = 28.000
    23 atp 500 ( parece que é recorde) =. 11.500
    25 atp 250 = 6.250
    6 Finals não sei a pontuação pq depende se foi campeão invicto
    Portanto Federer por volta de 94 ,000 pontos
    Nadal por volta de 84 .000 pontos
    Não fiz do Djoko mas acho q assim da uma visão mais justa pq considera os outros torneios q tbm são importantes
    O que vc acha ?

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Putz Lola se aqui a coisa já desanda com os comentários sobre as partidas imagine se envolvermos também a vida pessoal dos caras. Melhor nem especular, pois cada faz o q bem entende com sua vida pessoal.

      Responder
        1. Ronildo

          Eu respondi como hétero que sou e supus que o Zverev é hétero também. Será que eu sou o único hétero que foge de uma aproximação homossexual que visa interesse sexual? E não venha me dizer que sou homofóbico por não querer sexo com homossexuais!

          Agora se o Zverev é hétero, homo, bi ou uma nova espécie,…dane-se! Eu gosto do TÊNIS dele e até agora foi quem mais venceu da nova geração. Imaginem, ele tem títulos mais importantes que Nishikore ou Dimitrov!

          Responder
  42. Marcilio Aguiar

    O esporte de competição parece ser, dentre as atividades humanas que envolvem coletividades, a que mais mexe com o emocional das pessoas. Mais até que política, religião ou artes. Alguém abaixo citou a Seleção Brasileira de 1982 em comparação à frustração dos Federistas (nos quais me incluo) em WB 2019. Após a derrota daquele time não consegui mais acompanhar a Seleção de Futebol com o mesmo entusiasmo de antes. Continuei torcendo para o sucesso nas copas, mas cada vez com menos envolvimento. Hoje não tenho o mínimo interesse em saber dos resultados dos jogos. Outro episódio que marcou definitivamente foi a morte de Senna. Fui fanático pela F1 desde a época de Fitttipaldi, no incio dos anos 1970. Acordava domingo cedo ou ficava acordado de madrugada para ver as corridas (não perdia nada). Eu gostava do esporte como um todo. Era fã de muitos pilotos fossem brasileiros ou não. Torcia para as vitórias de Senna, mas gostava do Piquet na mesma proporção. Entretanto, após o fatídico primeiro de maio, nunca mais consegui acompanhar as corridas. Inconscientemente fui perdendo o interesse e hoje chega a zero. Já a frustração por WB 2019 me deixou atordoado por um mês, mas não chegou ao ponto de querer deixar de acompanhar o Tênis ou renegar a torcida por RF. A pancada foi grande mas o Maestro continua em quadra e espero que nos binde com a sua arte por mais algum tempo, além do que espero que a Nextgen, de fato, assuma posição de protagonista nos próximos anos.

    Responder
    1. Ronildo

      Gostei muito de seu comentário Marcílio Aguiar.

      Eu deixei de acompanhar a seleção brasileira naquela copa em que Ronaldo Fenómeno, Ronaldinho, Roberto Carlos e outros grandes jogadores estavam no auge. Enquanto os brasileiros torciam movidos pelo patriotismo incentivados pela mídia, as principais estrelas do time se envolviam em orgias. (É o que fiquei sabendo). Enquanto isso o Parreira dava entrevista e dizia que o grupo estava unido e tudo estava sob controle. Eram coisas que a imprensa sabia mas não divulgava ao público porque o interesse deles é incentivar a audiência. Pra mim foi a gota d’água e me fez ver o quão idiota eu era. Evidentemente parei de acompanhar futebol como um todo. Cada um faz o que quer da própria vida, mas o público tem o direito de saber que os jogadores por eles idolatrados não estão lá apenas apenas concentrados na competição que a mídia faz parecer ser tão importante para a felicidade geral do povo!

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Em 1982, no auge dos meus doze anos, sofri bastante com os três tiros de Paollo Rossi (levou tempo para cicatrizar). Mas o que me fez desistir mesmo de torcer pela seleção brasileira, definitivamente, foi o endeusamento à Neymar. O 1 x 7 diante da Alemanha foi motivo de muita diversão para mim. A CBF fazer (pagar) bonezinho com mensagem “Força Neymar” para os jogadores entrarem em campo, por apoio à uma pequena contusão desse, foi muito exagerado. Então, como você, hoje nem lembro mais que existe seleção brasileira de futebol e na F1, simplesmente não sinto nas corridas atuais a aura de um grande piloto, como, especialmente Senna e outros como Mansel, Piquet, Prost, Villeneuve (pai). Então, outro dia percebi que nem me lembrava mais de F1.

      Responder
      1. Michael

        Não foi uma “pequena contusão”, o Neymar podia ter ficado paraplégico e tava carregando o Brasil nas costas até ali, até quebrarem as costas dele.

        Responder
    1. José Nilton Dalcim

      È curioso notar que Djokovic perdeu apenas uma final de Slam que chegou a cinco sets, aquela para o Murray no US Open, mas um jogo em que o escocês abriu 2 sets a 0. Então eu acho que o caso de possível desperdício dele teria sido mesmo a semifinal de Roland Garros de 2013, em que perdeu aquele incrível quinto set por 9/7 para Nadal e teria Ferrer na final.

      Responder
  43. Sandra

    Dalcim , uma pergunta que não quer calar, se Djokovic ficou sem jogar mais de um mês entre Wimbledon e Cincinatti e ele não estava sentindo o problema do ombro , como que derrepente surgiu no Us Open , se também teve a folga de mais duas semanas!! Gostaria muito que ele ficasse bom sem cirurgia mais achei a história mal contada , não que ele tenha inventado , mas sim por ser mais seria que imaginassemos

    Responder
  44. José Alves

    Me diverti muito com o podcast do blog com Meligieni lembrando como foi bom o frescor da nova geração ao ver Del Potro ganhando Grand Slam em 2009 !!!! Geração Limbo gen que não vai ganhar mais nada. Ainda vejo pelo menos mais 3 anos de domínio do Big 3 e a corrida final deve terminar assim:
    Nadal 24 Grand Slams
    Djokovic 22 Grand Slams
    Federer 21 Grand Slams

    Responder
  45. Marcílio Aguiar

    Análise bem completa e pertinente. Considero USO 2009 e WB 2019 como difíceis de digerir, em compensação AO 2017 foi redentor, portanto o maestro está com débito de um, para mim. O Federer nunca passou perto de RG contra Rafa, mas na final de 2006 ele arrrbentou o Nadal em 6×1 no primeiro set e depois tomou a virada inapelavelmente. Sem tirar os méritos do espanhol, que já era fera na época, acho que o Roger poderia ter feito mais naquela final, se não ganhar, pelo menos levar até um quinto set. Essa final não esta na categoria enfocada no texto do Dalcim, mas pode ter sido a única real chance do suíço contra Rafa em RG.

    Responder
  46. Jmsa

    Prezado dalcim !
    Sei que o POST é sobre o Nadal e Federer ,mas tenho uma curiosidade,acredito que o Murray não volte a jogar em alto nível,então te pergunto,o Murray na história seria top 20 no tênis de todos os tempos ?
    Como sempre excelente texto.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Fiz uma lista dos 20 melhores na minha visão em outubro do ano passado e não pude incluir o Murray, apesar de ser um dos meus tenistas favoritos, Jorge. E obrigado!

      Responder
      1. José Alves

        Dalcim, nessa lista dos 20 maiores de todos os tempos vc atribui a Nadal a inauguração de um novo padrão de se jogar tênis.A que vc se refere? Ao fato dele ter inovado com um jogo baseado no fundo de quadra com forehand cheio de top spin? Fiquei imaginando se nunca na história do tênis ninguém ousou fazer isso já que a nova geração como Feliassime só joga no fundo de quadra sem usar tanto o saque e voleio . Poderia esclarecer essa dúvida ?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Sim, basicamente isso, José. Ele introduziu um topspin exagerado na bola, mesmo jogando vários passos atrás da linha, mas um topspin bem mais ofensivo do que o padrão antigo do tênis espanhol. Aliou a isso sua excepcional aptidão física para conseguir fugir o máximo do backhand para bater o forehand em qualquer direção e aos poucos foi aumentando o arsenal, com slice, saque aprimorado e muita destreza junto à rede.

          Responder
  47. Marcelo-Jacacity

    Certa vez em um fórum internacional, foi feito um enquete de qual seria a final de Major dentre 5 opções que os fanáticos por tênis mais gostariam que tivesse acontecido e que infelizmente não se realizou pois um dos tenistas caiu na semifinal.
    Mesmo com as opções do Fedal no USopen, ganhou disparada a final entre Nadal x Djokovic em RG-11.

    Responder
  48. Marcelo-Jacacity

    André,
    Concordo totalmente contigo, quanta a derrota do Djokovic para o Federer em RG-2011. O sérvio derrotaria Nadal com certeza! Infelizmente, o suíço venceu para perder como sempre para espanhol no saibro se Paris.

    Responder
  49. João ando

    Uma coisa que nada tem e ver com o e se…gostaria de saber sobre a amizade do Melo e do Sascha. .. eles são tá o próximos assim dalcim. ……….

    Responder
  50. ANTONIO GABRIEL

    Já que o critério é o SE Dalcim, caberia dizer que Djoko tem 8 vices em GS, ou seja, se tivesse vencido ao menos mais 4 (dois perdidos inclusive pra um Stan endiabrado e de virada).

    Responder
  51. José

    Ótimo post!

    Se é verdade que Federer desperdiçou WB2014 no último set, também é verdade que Djokovic poderia ter fechado o jogo no set anterior e não o fez por diversos vacilos próprios.

    Então antes que o Federer vacilasse no quinto, o Djokovic já vacilara no quarto. Rss

    Responder
  52. Rafael Azevedo

    De todos os “se”, acho que o do AO de 2017 é o que mais alteraria o curso do paradigma atual do tênis. O Federer confessou que, antes do início da temporada, tinha tido uma conversa com sua esposa onde a mesma tinha sugerido a aposentadoria. Ele decidiu “tentar” mais uma temporada. Creio que se ele tivesse perdido aquela final. Aquela virada de 1-3 tirou dois pesos do Federer: A dúvida sobre a aposentadoria e a falta de confiança nos jogos com o Nadal. Se ele tivesse perdido o AO, acredito que também perderia Miami e Indian Wells, e, possivelmente, começaria uma decadência sem volta. Como resultado, o Nadal ampliaria o número de slams e o H2H nas hards (que hoje, estão a favor do Federer) e, acredito, que o Federer poderia ter se aposentado (ou caído drasticamente no ranking). É só uma conjectura. De fato, todos os “se” são conjecturas. Mas, sempre pensei que aquela foi a grande partida da carreira do Federer, pelos motivos que citei.

    Obs.: Estou na dúvida se WB2019 não vai fazer o mesmo efeito…

    Obs.2: Concordo que os Slams perdidos por lesão não devem ser listados. A ausência de lesão não indicam que o jogador venceria a partida. As partidas citadas são jogos em que o cara teria vencido se tivesse conquistado um ponto importante em determinado momento do jogo, ou simplesmente, não tomasse uma quebra inesperada.

    Responder
  53. Marcelo-Jacacity

    Sempre foi difícil aceitar as derrotas do Djokovic nas finais do USOpen para o Murray em 2012, Nadal em 2013 e Wawrinka em 2016 (senti menos a última, pois o sérvio estava lesionado braço e lesado da cabeça – Guru Vibe e mesmo teve chances).
    Mas depois da final de Wimbledon-19 estou em paz!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Traduzindo para os leigos:

      ” Todo debate é um saco. Odeio debate. Odeio escrever. Odeio pensar. Meu negócio mesmo é venerar o meu lindo, gostoso, salve-salve Djoko”.

      kkkk

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Já travei esse debate incontáveis vezes em outros fóruns e nunca se chega a lugar nenhum, assim como na questão do GOAT.

        Vai ter a cara de pau de dizer que não gosto de pensar, escrever e debater mesmo? Ainda mais depois do meu árduo trabalho para desmascarar os 13 GS peso pena do Jagua da Montanha? Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Hahahaha

          Se já é patético e limítrofe tentar descartar 1 só Grand Slam de qualquer um, quanto mais 13.

          “Relevante” trabalho esse seu.

          Responder
  54. Maycon Souza

    Dalcim, mudando um pouco de assunto:

    Em relação ao ranking, o Djokovic tem chance de perder a liderança mesmo que vença os próximos torneios?

    O que o Nadal precisa fazer para conquistar o ranking independente do Djokovic? E o Federer, ainda tem chance de ser número 1 nesse ano?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Difícil fazer uma previsão correta, Maycon, porque não sabemos ainda onde eles irão jogar na fase asiática. Supondo que eles não joguem os 500 de Tóquio e Pequim e entrem apenas em Xangai. Nesse caso, Djoko não perderá o posto se ganhar o título. Porque nesse caso o máximo que Nadal poderia somar seria 600 pontos e a distância está em 640. Se Djoko for vice, perderá 400 pontos e então Nadal precisaria chegar à semi para somar 360. Se Djoko for semi, perderá exatamente 640 pontos e aí bastará a Nadal entrar em quadra na estreia para fazer 10. Tudo isso mudará se Djokovic for ao ATP 500 de Tóquio, já que ele somará qualquer resultado que fizer lá. Abs!

      Responder
  55. Isaías

    Dalcim ja que estamos relembrando esses fatos passados, me deu muita curiosidade de saber sua opinião quanto aos 2 match points que Federer teve na grama sagrada desse ano, em um dos match points Federer teve jogar com segundo saque e ele escolheu direcionar o segundo saque no forehand de Djokovic vc acha que foi uma decisão certa?? Ele acertou em tentar surpreender e tirar o saque do poderoso backhand do sérvio?? Olha Dalcim esse lance parece muito bobo para discutir mais na minha opinião teve boa importância no resultado, eu particularmente não acho que tenha sido a decisão mais sabia, Djokovic em condições rapidas de jogo tem a capacidade de fazer uma preparação menor no forehand, menos longa, e a bola nao saiu muito, nao angulou muito, Djoko com sua potente devolução jogou no pé do Federer, eu acho que era mais sábio fazer o simples, joga um segundo saque profundo e com efeito no backhand ou no corpo do sérvio e entra no ponto, aliás eu acho que Federer exagerou na tentativa de surpreender Djoko, aquela subida à rede foi de um equívoco monstruoso, acho que Federer conseguiu muitas coisas na carreira com sua genialidade porém perdeu muitas coisas também por as vezes não querer sair de suas características e fazer o simples.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que a opção pelo saque no forehand foi correta, já que Djokovic se incomoda mais com a bola no centro do que com a angulada, ainda mais no backhand. A falha de Federer, a meu ver, foi não ter feito o inside-out no contrapé. Ele optou por tentar o forehand no lado aberto – uma jogada padrão -, mas não conseguiu fazer o suficiente e ainda deu a oportunidade de contragolpe que o sérvio tanto gosta. Veja neste vídeo que Federer fez exatamente a mesma coisa contra o Nadal no match-point da Austrália-2017, mas foi bem mais preciso com o forehand (houve até o desafio): https://www.youtube.com/watch?v=Hp9JzkMHbF8. Neste vídeo, tem o match-point da final contra Murray em Wimbledon e novamente vemos o padrão: https://www.youtube.com/watch?v=RsKbJc35T_E. Abs!

      Responder
          1. Gildokson

            Dalcim, em algum outro momento da sua carreira você viu um ponto ser tão discutido, debatido, revisto e analisado assim? Como são grandes Roger Federer, Novak Djokovic e Rafael Nadal hein… é história demais!!!

          2. André

            Dalcim, falar agora é fácil, mas com o saque que Roger tem, eu tentaria 4 aces… acho que o percentual dele conseguir 1 em 4 seria grande… enfim… eu teria partido pro ace mesmo com risco de 2 duplas faltas!! Que te parece?? Abs

      1. Isaías

        Perfeito Dalcim, entendi qual foi a estratégia de Federer, bom o erro foi de precisão mesmo, acontece né, como já foi dito por outros o AO 2017 meio que paga um pouco essa perda e ainda acho Dalcim que Federer terá oportunidade no WB do ano que vem, tudo dependerá de sua saúde física e mental, a chance diminui a cada ano, sim diminui consideravelmente mais creio que terá, ja a respeito de Nadal Dalcim em sua opinião a essa altura ele ganhar o finals e quem sabe o segundo título do AO ou o penta no US open seria feitos que dariam um up em sua história fenomenal, já que Federer e Djoko tem uma coleção mais distribuída em 3 slams. Ainda falando de slams mais mudando um pouco o assunto Dalcim, gostaria de falar do Murray, um dos casos de maior tristeza p mim nos esportes, seja tênis, futebol, volei entre outros, o que esse britânico sabe jogar tênis é brincadeira, é incrível como algumas coisas pra ele parece fácil demais, e se ele se aposentasse hoje confesso que ficaria desapontado com o que ele conquistou, não que seja pouca coisa, pelo contrário conquistou coisas gigantescas porém ao meu ver poderia ter sido muito mais, muito mais, pra mim era um tenista pra vencer 5, 6, 7 slams, sua coleção de masters é magnífica ao meu ver e sua conquistas olimpicas históricas mais faltou ganhar mais ums slams, 3 não condiz com o que ele sabe jogar na minha opinião. Abraço Dalcim

        Responder
  56. Thiago Abbattista

    Boa tarde Dalcin!

    Acha que o Djoko, Nadal e Federer chegam bem para o Finals em Londres??? É que estou querendo ir e queria sua opinião que sempre foi atencioso e me ajudou nos outros torneios que já fui assistir.

    Obrigado desde já

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Thiago, sempre arriscado dizer algo tão longe do evento, mas acredito que Federer e Nadal estarão bem. Existe dúvida quanto ao Djokovic, mas vamos torcer para sua total recuperação. Abs!

      Responder
  57. FERNANDO/MG

    Prezado Dalcim, Excelente assunto para essa postagem, os torcedores do Djoko (com certa dose de razão ou frustração) com certeza não gostaram nem um pouco, pois em tempos de grandes radicalizações, eles são o talibãs dos comentaristas do seu magnifico blog, xiitas demais, mas enfim…contra fatos, não existem argumentos, e o choro é livre, com perdão do trocadilho só não pode encostar a cabecinha no ombro e chorar, porque o mesmo encontra-se lesionado.
    Brincadeiras a parte, mestre em seu blog (29/09/2017), quase dois anos atrás, você citou o titulo do Guga de RG 1997 como a maior zebra da história dos GS, pelo seu raciocinio o Bruguera perdeu o titulo mais inesperado de um grand slam? Uma vez que o GUGA foi uma zebra praticamente todo o torneio, me refiro somente à final.
    Mestre outra pergunta, na sua opinião qual foi a maior zebra a desbancar o Federer e o Nadal em um GS?
    Do Nadal vc acha que foi contra o Rosol em Wimbledon 2012? ou contra o Soderling em Roland Garros 2009? (devido a mística em torno de Nadal em Paris)
    Com relação ao Federer eu acho que foi contra o Guga em RG/2004, ninguém esperava (pelas contusões do brasileiro), apesar da história do Guga no saibro francês ou a derrota no mesmo torneio para o Gulbis?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, se pensar apenas na final, acho que é válido. Quanto às maiores zebras, a do Federer me parece a do Stakhovsky ainda na segunda rodada de Wimbledon. e do Nadal pode ser tanto o Rosol como a do Darcis, ambas em Wimbledon.

      Responder
  58. Alfred Azevedo

    De fato, a derrota do Federer na final de Wimbledon jamais será esquecida kkkkk, eu, como torcedor incondicional do suiço, até hj não me conformo q ele perdeu o título. Acho que essa derrota vai assombrar o Federer pelo menos até o fim da temporada. Justamente por isso, achei um pouco previsível o fraco desempenho do Federer no US Open, mesmo que ele não tivesse se lesionado contra o Dimitrov, ele não tava jogando o fino do tênis..não sei se passaria pelo Medvedev na semifinal.

    A semifinal do Aus Open de 2005 também foi uma chance perdida, pois teve mtas chances contra o Safin, e a final seria com um fregues de carteirinha (Hewit).

    Mas seria interessante ver também as chances perdidas pelo Djoko, porque ele perdeu mtas finais de slam..

    Abs.

    Responder
  59. André

    Confesso que não vi todos os jogos que estão mencionando, mas acredito que o Wimblendon desse ano e o USOpen contra o Delpo realmente mereciam cair pro lado do Suiço… mas também acho que o Roddick merecia ganhar um Wimblendon que perdeu!! Na conta do Espanhol, em condições normais ele ganharia o AO 2014 mesmo!! O RG de 2011 ele deve ao Federer… tenho absoluta convicção que naquele ano o Djoko ganharia do Nadal na final…

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      Lembro que o Federer disse que a vitória sobre o Djoko era o presente de aniversário dela ao espanhol, que estava aniversariando na semana derradeira do torneio. hehehe

      Responder
  60. Luiz Fernando

    Vou discordar de alguns pontos expostos: 1) em W2008 e no AO2009 Federer nunca esteve a frente no placar do quinto set para se falar em oportunidade perdida, ao contrário. Mais especificamente em W2008, Rafa tinha 20 e no tiebreak do set3 teve o matchpoint numa bola morta no T q ele errou ao optar pela cruzada e levou a passada, fosse na paralela seria um significativo 30 em cima de um dos maiores “gramistas” de todos os tempos; 2) já no AO 2012 e no mesmo AO2017 ele tinha vantagem com quebra no set5 e aí de fato não sustentou. situações bem distintas das outras duas q citei; 3) se ele não estivesse se contundido na final do AO2014 sabe deus o q ocorreria, mas não nos esqueçamos q ele levou um set o Wawrinka, e estando totalmente sem condição, mas como outros já expuseram, o “se” é muito cruel; o problema da bolha estava superado, tanto q atropelou o Federer por 30 na semi…

    Responder
    1. Mário Fagundes

      Quanto ao item “1”, e considerando a justificativa da contusão sofrida por Nadal no item “3”, então vamos considerar a mononucleose de Federer em 2008/2009, bem como a contusão nas costas em toda a temporada de 2014. SE o suíço estivesse saudável nesses anos…

      Responder
  61. Luis

    Dalcim essa derrota na final de Wimbledon talvez foi mais dura (Suíço jogou bem a semi e a final contra seus maiores rivais) mas foi provável que foi melhor partida de 2019 Federer X Djokovic em Wimbledon? Dalcim poderia ter suíço US Open em que perdeu pro sérvio? no 5 set em 2011 acho mesmo sendo semi gurukkk

    Responder
      1. André

        Realmente…. naquela época o Federer só perdia do Nadal… eu até fiquei feliz com a derrota na época, pois o título sairia das mãos do espanhol, já que o Djoko estava numa sequência muito boa contra ele e o sérvio, naquele momento, não era nem de longe uma ameaça para o record de GL

        Responder
        1. José Alves

          Kkkkkkk como torcedor do Nadal achei interessante o comentário. Hj torço pelo Federer sempre que ele enfrenta o Djokovic com esse mesmo pensamento

          Responder
  62. Rubens Leme

    Dalcim, é óbvio que ela tem tempo até janeiro para entrar em forma e recuperar boa parte do tônus muscular, mas a julgar pelo vídeo que compartilhou sua volta, Kim Clijsters, vai ter que suar muito para perder os quilos a mais após seis anos parada. Sem falar na parte técnica e tática.

    Vai ser legal ver, mas me parece muito aquela segunda volta do Michael Schumacher pra F-1 quando não ganhou corrida alguma, estragou suas excelentes médias históricas, arranhou um pouco sua imagem e, no final, era considerado quase ultrapassado (no duplo sentido).

    No mais, boa sorte a ela. Vai precisar. E também de muita paciência, porque vai perder aos montes.

    Responder
    1. Paullo

      No US open muitas tenistas acima do peso ganharam das magrelas, entao não é o fator estar acima do peso que pode dificultar a volta da Kim.
      O próprio Dalcim respondeu a alguem que perguntou como isso é possível: o que interesse é o posicionamento em quadra.
      A própria Serena ganha quase tudo e tá longe da sua forma ideal, embora, com muitos meritos, ja tenha conseguido emagrecer bastante.

      Responder
  63. Hendrix

    Uma outra final também que por pouco não pendeu para o espanhol foi a de Wimbledon 2007. Nadal chegou mais inteiro ao 5 set e teve 15-40 em dois games seguidos de saque do Federer, se não me engano nos dois primeiros serviços do suíço no set. Naquela altura do jogo um quebra liquidaria a fatura pro Nadal, visto que o suíço já se mostrava visivelmente mais desgastado que o espanhol. Podemos ir a 25.

    Responder
  64. Hendrix

    Dalcin, você não mencionou a final que é disparada a mais triste e ganha perdida pelo Nadal até hoje, que foi o Australian Open de 2014. Nadal até aquele momento não havia perdido um set sequer para o Wawrinka em 8 ou 9 confrontos, e numa infelicidade monstruosa se contundiu na véspera, indo pro jogo no sacrifício e sacando a infantis 140 km/h. Você se esqueceu dessa caro Dalcin?
    Outro jogo que faltou foi a semi do US Open 2009 contra Del Potro, onde ele chegou a pedir pra organização inverter as semis porque queria ir embora rápido de NY de tanta dor (tomou triplo 6/2). Nessa sua conta então já colocaria 24.

    Responder
  65. Caio Cezar

    Na minha opinião a derrota mais dolorosa foi Wimbledon desse ano.
    Dalcim vc mesmo chegou a comentar se o RF ganhasse Wimbledon colocaria um ponto final de quem seria o GOAT pois estaria ganhando de Nadal e depois do Djoko com uma idade bem mais avançada que ambos. E olhe só a ironia. RF teve dois match-points para colocar o ponto final na história do Goat e perdeu a chance. Moral da história: por conta desse desperdiço do RF tudo se voltou contra ele, Djokovic acabou saindo como um heroi (Dalcim fez um post enaltecendo isso). Não tem como falar que o djokovic jogou melhor. Sem dúvida RF perdeu a chance de ser consagrado o melhor da história por Bobeira.
    Isso porque tanto o Nadal qto o Djoko vão passar o RF em números de Slam. É uma questão de tempo.
    Então essa derrota eu lamentei muito não apenas por ele ter deixado de conquistar o 21 Slam, mas sim por talvez perder a chance de se lembrado como o melhor (em termos de argumentos).
    Isso me doeu particularmente porque ele joga o tenis classico, o único jogador que me enche os olhos para assistir tênis. Uma pena por ele.
    Concorda com a minha análise, Dalcim?

    Responder
  66. Marcelo-Jacacity

    Primeiramente, concordo com o Dalcim ao deixar o DjokoVader fora do post. No momento ele está numericamente um pouco atrás.
    Aguardemos e quem sabe o sérvio ainda possa conquistar alguns Slams.

    Chances desperdiçadas pelo Federer: 4 Match points perdido nas semifinais do USOpen-10 e 11.

    Responder
      1. Marcelo-Jacacity

        Dalcim, realmente não daria para cravar o título, mas seriam duas grandes oportunidades.
        Garantido, sim, é que não tivemos o Fedal no USopen por maior parcela de culpa do suíço. De 2010 pra cá, Roger, incrivelmente somente chegou à final em 2015.

        Responder
  67. Allan Fonseca

    Caro Dalcim,

    Concordo com a sua análise, bastante ponderada, aliás. Falando como um fã do suíço, entendo que as duas finais que você mencionou tenham sido as grandes “vaciladas”. Lamentei bastante o AO 2009 porque, ao contrário de outros jogos contra Nadal na época, Federer jogou realmente muito bem, mas, ainda assim, não conseguiu superar o rival, que fez dois de seus mais emblemáticos jogos da carreira em sequência. Mas, justamente por ter enfrentado um Nadal muito forte, não considero exatamente como um título perdido.

    Pediria aqui uma opinião muito pessoal, no espírito condicional da postagem. Se excluíssemos os problemas físicos, você acha que Federer teria levado o AO 2008, quando perdeu para Djokovic uma semifinal em que, decididamente, estava sem condições não digo nem físicas, mas médicas, em razão da mononucleose? E Wimbledon 2016, em que, mesmo em frangalhos, quase passa à final? Faço esta pergunta porque entendo que as dificuldades físicas fazem parte da carreira de todos os atletas. O Federer, às vezes, é colocado como um jogador que não sofre este tipo de limitação e considero algo injusto, pois foram diversos Slams em que ele vinha em um nível forte e foi traído pelo corpo. Posso colocar até mesmo o US Open 2017 nesta história, em que o problema nas costas tirou-lhe uma chance bastante plausível de repetir o feito de vencer 3 Majors em uma única temporada.

    Obrigado pela atenção e sucesso redobrado para a página!!!

    Responder
  68. Maria izabel

    Ótima comparação Dalcin,parabéns!
    E se…nós amantes do tênis ,deixássemos de ter mais respeito a esses dois grandíssimos jogadores?Acho infantil,muitas pessoas usarem nomes pejorativos ao falar desses jogadores,como boca murcha,Costinha,jaguatirica,sem telha etc.

    E se…chegassem a conclusão de que números de Slans não define nada,o que interessa é isso ou aquilo?
    São dois ícones do tênis, aliás três.
    Tenho minha preferência pelo Federer,mas ainda não digeri a derrota do WB.
    E se…permitir que eu possa me sentir chateada pelos erros do Federer?
    E se…as pessoas somente emitisse sua opinião sem se preocupar em achar que tem direito de discordar achando absurdo a opinião do outro?
    Já ia me esquecendo do Djockovic, um baita e completo jogador.

    Responder
  69. Eduardo Moura Lima

    Dalcim,

    Acho que a perda da final do AO 2012 pelo Nadal pior que a perda do título em 2017, pois contra o Djoko ele teve 4/2 no quinto set (ou 4/3 com saque) e também tomou a virada.

    Att,

    Responder
    1. Rafael Azevedo

      E, no game que ele tomou a quebra de volta, ele teve uma bola fácil, alta, na rede, e fez um dos erros não forçados mais dolorosos de sua carreira. Pela sequência do set, se ele tivesse mantido a quebra com essa bola, ele teria vencido.

      Responder
      1. Marcelo F

        Me lembro bem desse jogo, assisti inteiro.
        Se fizesse o ponto, iria pra 40-15 e, provavelmente, pra 5-2. O momento era dele.

        Mas, no ano seguinte, na semi de RG, o momento no quinto set era do Djoko também, quando o sérvio tocou na rede após o ponto praticamente ganho.

        Então, acho que empatou. Não dá para os fãs do espanhol lamentarem.

        Responder
  70. RicardoCWB

    “Se…”A tal palavra maldita. rs
    Dalcim, quanto ao Djoko, vejo 3 jogos chaves que poderiam ter lhe garantido mais 3 Slams. São eles:

    1) Final do UsOpen 2012 contra Murray – 7-6(10), 7-5, 2-6, 3-6, 6-2 (Apesar do placar elástico do 5º set, ainda era o freguês Murray que tava do outro lado da rede rs).

    2) Semi de Roland Garros contra Nadal – 6-4 3-6 6-1 6-7(3) 9-7 (O fatídico toque na rede… e pegaria o Ferrer na final).

    3) Quartas do AusOpen contra Wawrinka – 2-6 6-4 6-2 3-6 9-7 (Jogaço muito parelho… poderia ter ido pra qualquer lado e pegaria um Nadal lesionado na final).

    O que acha?
    abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não incluiria quartas, é um pouco distante demais. E na final do US Open, acho que o vacilo maior foi do Murray. Mas é um bom ponto de vista. Abs!

      Responder
    2. Chileno

      Vale ressaltar que no US Open contra o Murray, ele vinha de dois sets “fáceis” vencidos sobre o britânico. Em tese, o momentum era todo do Djoko. Partiu de 0-2, conseguiu empatar com vencendo com autoridade o 3º e o 4º set, e daí perdeu meio fácil o 5º.

      Responder
  71. Willian Rodrigues

    Saudações a todos do Blog! Em especial o mestre Dalcim, cujos textos tanto apreciamos.
    Peço desculpas pelo eventual conflito de interesses, mas não seria IMPRESCINDÍVEL se avaliar o “E SE” do sérvio Novak Djokovic?
    Trata-se de uma AFIRMAÇÃO de que todas as suas derrotas em semis ou finais de slam foram incontestáveis!!!!
    E não posso concordar com isso.
    No mínimo, teríamos que considerar aquela final de RG em 2012, quando Djokovic venceu 8 games consecutivos contra um já extenuado Nadal, que correu para o vestiário quando 2 ou 3 pingos de chuva caíram na quadra central. Com certeza, naquele dia Nadal já estava dominado e se a partida tivesse seguido, o sérvio seria campeão…

    Responder
  72. Chico

    Ótimo post, Dalcim.

    Para mim, Federer poderia ter tranquilamente 22 Slams. O US Open de 2009 e Wimbledon deste ano são impossíveis de digerir. Agora, entrando na onda do “e se”, se Roger tivesse 50% da força mental do Nadal, poderíamos botar pelo menos mais 5 Slams na conta do suíço.

    Responder
    1. Ronildo

      Pense um pouco mais profundo Chico. Será que essa força mental que parece ser tão discrepante numa comparação entre os dois teria a mesma configuração se Federer não se sentisse tão responsável pela legião de fãs que tem?
      Quem é ano após ano eleito o tenista predileto dos fãs em pesquisa da ATP? Quem sempre sem a maioria da torcida quando joga? Quem é responsável pelo diminuição dos preços dos ingressos quando não chega na final?

      Você acredita que representar os anseios de outros aumenta a força mental ou fragiliza na hora de fechar uma partida?
      Por outro lado, se um jogador sabe que a partida tá perdida porquê não teve tênis suficiente para construir o match-point, este jogador fica ou não mais solto justamente na hora em que o oponente vai sacar para fechar a partida?

      Sinceramente, se pessoas que acompanham tênis não percebem estes fatores psicológicos na carreira de Roger Federer, então, nào pode ser verdade que o tênis tem um público diferenciado! A mesma ignorância que se vê no futebol tá em todo lugar! CREDO!!!

      Responder
      1. Luiz Fabriciano

        Exato.
        Se apoio incondicional de fãs e torcedores do mundo inteiro são kryptonita para ele, quer dizer que o fator mental realmente o seu ponto mais fraco em relação aos outros dois. Outros usariam isso para superar qualquer barreira. Veja Nadal em seu último título. Torcida toda apoiando, especialmente quando viram o russo endurecer o jogo depois de passear em dois sets. Abocanhou a oportunidade certamente usando o apoio recebido.

        Responder
        1. Ronildo

          Seu comentário é meramente oportunista Luiz Fabriciano. Típico do narrador que critica um jogador que chutou para o gol e perdeu uma oportunidade clara de gol por não ter passado a bola para um companheiro bem posicionado, mas que elogiaria o lance se o mesmo jogador tivesse sido bem sucedido. Em meu comentário não está incluso o fator isolado de um dia ter a maioria de um estádio a favor e sim o fator de desde os primeiros anos da carreira ser idolatrado e tido como um herói no coração do povo. Este é o fator que menciono que fragiliza o mental do Federer frente aos seus principais oponentes. Mas isto se deve ao fato de Federer realmente se importar com sua legião de fãs e desejar sinceramente corresponder aos anseios destes. Se ele tivesse a personalidade do Kirgios ou do Ronaldinho Gaúcho, este fator não seria um peso para ele.
          Você entendeu agora do que estou falando Luiz Fabriciano? Vai tentar argumentar contra isto?

          Sobre a vitória do Nadal sobre o Medvedev, quero te lembrar que o Nark Rodrigues, a certa altura, depois do Nadal ter sacado para fechar a partida e ter perdido a oportunidade estava falando sobre a pressão de sacar para fechar. Era uma ocasião que ninguém sabia realmente quem levaria, se Nadal ou Medvedev. Por sorte, para os torcedores do Nadal, foi Nadal quem levou. E assim eles podem continuar com a bandeira do super mental levantada. Porém, tudo isto é apenas análise superficial. Do que se vê por fora e não dos fatores que contribuem para a formação da imagem.

          Responder
          1. Luiz Fabriciano

            Ronildo, meu comentário não é oportunista, de forma alguma.
            Falo, junto com mais alguns, que na parte mental o Federer perde para os outros dois. Você também concorda com isso e atribui isso ao peso da torcida em suas costas.
            Eu acho que Federer sofre mais com a pressão (daí o mental mais fraco), nunca busquei o motivo. Você é que está designando um motivo para isso e eu não concordo com você. Simplesmente isso.
            Se sou o mais habilidoso, faço jogadas de improviso e geniais, tenho o maciço apoio de todos em qualquer lugar que pise, mas o medo de decepcionar esse apoio me afeta à ponto de perder mais que ganhar dos meus principais adversários, o que é isso se não um condicionamento mental inferior?

  73. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]
    12 de setembro de 2019 às 00:20

    “Prezada Lígia,
    Mats Wilander, Andre Agassi, Pete Sampras, Dácio Campos, Fernando Nardini e toda a bancada da ESPN, Narck Rodrigues e até mesmo os ilustríssimos membros do blog Carlos Reis, O Lógico e Fernando Prack. A casa do suíço desmorona um pouco a cada dia”.

    Olha a casa do suíço pode ou não vir abaixo….

    Mas que o teu castelo sem-vergonha de mentiras caiu mais fácil do que o NEYMAR em dividida, isso não se discute…

    E acho que dessa vez você mentiu da primeira à derradeira letra do post.

    O que até pra mim (acredite) foi IMPRESSIONANTE!

    Primeiro que o Sampras nunca disse que acha o Djokovic o melhor de todos.

    Ele apenas disse que o suíço não ganharia tanto, se desde o começo tivesse enfrentado o Nadal e Djoko.

    Até hoje o Pete não veio a público declarar:

    ” Fulano é melhor que cicrano”.

    Nem diz que Federer é GOAT, e nem diz que o Djoko ou Nadal o sejam.

    Segundo que o Brack ( não é Prack não, tá?) nunca disse que o Djokovic seja o GOAT.

    Você não sabe nem como o cara se chama, é já vem mentir no nome dele?

    kkkkkkk

    Que ridículo!

    (mas fique tranquilo que logo ele vem aqui…)

    O que me recordo muito bem do Brack dizer foi que se o Nadal ULTRAPASSAR o suíço em GS, ele está pronto pra considerar o espanhol como GOAT.

    Ou seja, como o Djoko ainda tem “apenas” 16, ele sequer foi citado.

    O que também equivale a dizer que tua paixão grudenta pelo sérvio falsário tem ainda um longo “sentar de bunda” pela frente, até que o Djoko se qualifique para o título que você inclusive já usurpou!

    kkkkk

    E por fim, o Lógico NUNCA, JAMAIS afirmou (ou afirmaria) que o Djoko seja melhor do que o Federer.

    O que ele afirma sempre é que considera o sérvio como seu herói, por este bater no Nadal… O que é bem diferente!

    Aliás você mesmo sabe que é um dos personagens que o Lógico mais ironiza aqui.

    Enfim…

    Dessa vez você pode mudar o nome para Paulo “Pinócchio”.

    Foi um post nota 10 em cara-de-pau…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      E escreveu mais uma Bíblia, kkkkkkkkkkk.

      Não adianta, vai sempre gastar muito do seu tempo comigo. Nem vou entrar na discussão por preguiça.

      Responder
    1. Chileno

      Esse aí, não sei não… o Stan tava voando. Tinha vencido uma batalha épica contra o Djoko nas quartas, venceu o primeiro set com autoridade e continuava amassando o espanhol até a metade do segundo set quando o Nadal se lesionou. Obviamente o Nadal podia reagir. Ele é craque nisso. Mas não dá de forma nenhuma pra cravar que se o Nadal não se lesionasse, ele venceria o Stan.

      Responder
  74. Rubens Leme

    Como escrevi no outro post aquele Roland Garros de 2011 poderia ter sido de Federer se não tivesse perdido o primeiro set, quando vencia por 5/2 e Nadal sacava pressionado em 30/40 e o suíço perdeu um voleio fácil na rede e tomou a virada de 7/5, até porque ele venceu o terceiro após perder o segundo em um tie-break, que teve chances de vitória durante todo o set,

    Ou seja, teve chances de fazer 3×0 em cima de Nadal, em Paris, mas no final sucumbiu em 3×1 (7/5, 7/6, 5/7 e 6/1).

    Responder
    1. Gildokson

      Concordo demais, das 6 derrotas para o espanhol em RG essa era a que o Federer tinha mais chances, depois de vim daquela semi onde quebrou aquela sequência histórica de vitórias do Djokovic, aquele seria finalmente o RG do Federer em cima do rival.

      Responder
      1. Jonas

        Eu assisti esse jogo e o que aconteceu foi inacreditável.

        Ele jogou demais na semifinal e tinha tudo pra vencer o Nadal. Na minha opinião, o Federer nunca jogou tanto tênis no saibro como em 2011. Era a chance dele, o Nadal não estava jogando tão bem como em 2010. A perda do primeiro set afetou demais o suíço, que perdeu set point com uma deixadinha fora de hora.

        Responder
        1. Chileno

          Pra mim, aquele Nadal 2011 era um monstro. Jogava demais. Batia em todo mundo, com aguma facilidade, diga-se, mas perdia nas finais pro Nole. Por isso, pra mim, o melhor Djokovic de todos até hoje, foi o 2011.

          Responder
    2. Paulo Almeida

      Besteira. Teria levado o habitual 3×1 ou 3×2 no máximo de um dos seus pais. O único que esteve próximo da vitória contra o rei do saibro foi o Djoko em 2013, além de tê-lo surrado em 2015.

      Responder
    3. Jose Yoh

      Por isso a consistência é tão importante… Alguns pontos mudam completamente a história do jogo.
      Na verdade alguns mudam até a história do tênis.
      Vejam aqueles match points perdidos pelo Federer na semi do USO 2010. Aquele momento foi um divisor de águas.
      Estes dois em WB também parecem que vão mudar tudo.

      Responder
    4. José Alves

      Nadal só perde em Roland Garros para ele mesmo. No quarto set Federer foi massacrado em 6/1 e com certeza também perderia o quinto set já que sequer em Wimbledon 2011 ,na grama que ele gosta conseguiu evitar a final entre Nadal e Djokovic.

      Responder
  75. Lejoso

    Mestre, boa noite.

    Acho que a final do AO 2014 também poderia entrar na conta do Nadal. Eu mesmo não achava que o Wawrinka poderia ganhar dele, embora se não me engano ele disputou lesionado.

    Responder
  76. Rodrigo S. Cruz

    [R.P.]
    12 de setembro de 2019 às 09:06

    ‘Prezado Rodrigo,
    Minha costumeira ansiedade não me atrapalhou na correta interpretação de tão poucas linhas; já a tua te faz esquecer uma trivialidade primária: 2010 não faz parte desta década. (Se precisar, releia o post do Paulo Almeida e veja que ele escreveu “na década”, que não é sinônimo de “nos últimos 10 anos”).
    Fazendo justiça, ele também se equivoca com o número de majors do Nadal, pois são 10 na década”.

    Olha cara, na boa…

    Pode haver controvérsias, e longe de mim querer ser dono da verdade.

    Mas eu me coloco frontalmente contra essa tua noção aí.

    Que aliás pra mim de tão louca, nem sentido faz!

    E eu tenho base.

    Como assim 2010 não faz parte da presente década?

    Você vê sentido em se afirmar, por exemplo, que o ano de 1980 pertence á década de SETENTA?

    Ou que 1930 seja da década de 20?

    Onde já se viu algo que termina em 80 pertencer ainda à 70, ou algo que termina em 30 pertencer á 20?

    Pra mim, a década de 70 terminou em 1979.

    O que é infinitamente mais lógico!

    Compreende, no caso, o período que vai de 1 de Janeiro de 1970 até 31 de dezembro de 1979.

    Do mesmo modo, 2010 foi o início da década 10, desse novo milênio.

    Aliás, na wikipedia também está assim, veja:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_2010

    Abs.

    Responder
    1. Roberto Léo

      Rodrigo,

      Realmente, há muitas controvérsias. Principalmente pela mistura que se fez no Português entre “década de” e “anos”.
      A década, cientificamente, segue os séculos: inicia no “1” e termina no “0”. Tem este link do MEC (longe de ser a única interpretação) que posiciona isso: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24017
      Na própria Wikipedia teve muita discussão sobre ‘década”…
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Discussão%3ADécada

      Talvez usar: anos 80, 90, etc… facilite, que deste jeito, não há controvérsias.
      Abraço

      Responder
    2. R.P.

      Rodrigo,
      A contagem se inicia do ano 1, não do ano ZERO, por isso qualquer década ( século e milênio) começa com o final 1 e termina com o final ZERO. Assim, 1980 é o último ano da década de 70, o que não é a mesma coisa que dizer “anos 80” (que é muito bom para procurar músicas no Youtube, mas não para contagem do tempo rsss).
      Espero ter ajudado.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Bom,

        Você não postou qualquer fonte para reforçar isso.

        Eu pelo menos postei uma em contrário, ainda que o wikipedia não possa bater o martelo sobre nada.

        Responder
    3. Marco

      Apenas pra esclarecer didaticamente a questão:
      Uma década começa no 1o. ano (ano 1) e termina no 10o. ano (ano 10), ela não começa no ano zero e termina no ano nove.
      Portanto, 2010 é o ultimo ano da década passada. A década atual iniciou-se em 2011 e terminara em 2020.
      Simples logica matemática, como os seculos e milenios. O ano de 2000 foi o ultimo ano do seculo 20 e ultimo ano do 2o. milênio, o seculo 21 e 3o. milênio iniciou-se em 2001, é a mesma logica, pois a contagem iniciou-se no ano 1 e não no ano zero.
      E diferente falar em anos, tipo anos 70, anos 80…e falar década de 70, década de 90….e assim vai.

      Responder
      1. Rafael Azevedo

        Que loucura, isso. Então a década de 70 deveria ser composto pelos anos 61 a 70. Porque se a década é do Sr. 70, ele tem que fazer parte dela…

        Rsrs. Só brincadeira.

        Responder
  77. fernando augusto

    Djokovic nunca conseguira ser maior do que esses dois monstros do tênis, ainda que o sevio termine a carreira com mais slans que a dupla fedal, será um eterno coadjuvante….me perdoem torcedores do djoko

    Responder
  78. Jose Yoh

    Bem, penso que eles tem tantas chances perdidas e tantas chances conquistadas que já nem ficam pensando muito nisso. Toda vez que bate tristeza por ter perdido uma chance eles devem ir para a sala de troféus para apagar a chance perdida.
    Tênis é um jogo feito de erros, a bola que você perdeu no ponto anterior precisa ser esquecida imediatamente – errou, vai para próxima bola!
    Então a mente deles deve estar bem treinada para isso.

    E se for por uma questão de ego, eles podem ficar bem tranquilos – sempre terão fanáticos que irão considerar o seu favorito o GOAT, mesmo não tendo números para isso…

    Responder
  79. Marcos Marinho

    A derrota deste ano em Wimbledon sem dúvida foi a pior. Seria o grande momento de Roger. Virando uma partida que (na minha opinião e nas estatísticas oficiais do jogo) vinha sendo resolvida na sua raquete. Contra seu grande pesadelo dos últimos anos, que o impôs derrotas frustrantes.

    Pensei em parar de acompanhar tênis até o próximo ano. Fiquei muito muito frustrado com aquele jogo e DUVIDO que Roger ainda não se pegue pensando nele. É mentira quando diz publicamente que “ficou no passado”. Não sei os demais torcedores de Roger, mas eu ainda não superei aquele trauma. Vi muito pouco do US Open. Machucou o coração mesmo. Gosto nem de lembrar que já me deprime.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      O Suíço afirma que não bater o insuperável recorde de 5 consecutivos de Bjorn Borg em Wimbledon 2008 , doeu tanto quanto. Nem Sampras conseguiu e Novak também não. E tudo num 7 x 9 no Quinto. Agora perdeu esse incrível jogo , caro Marcos , mas já como Octacampeão. Provando que está maduro na turma para esquecer. Vida que segue. Abs!

      Responder
    2. Gildokson

      Eu também estou assim amigo, e também acredito que o Federer esteja. E pra completar toda vez que vou assistir algo no YouTube, mesmo que não tenha nada haver com tênis, ta la embaixo nas sugestões o vídeo da final postado pelo canal de Wimbledon a partida inteira kkkkk

      Responder
    3. Jose Yoh

      Depois que ele começou a ganhar do Nadal e superou um trauma histórico de muitos anos, acredito que a mente dele supera qualquer coisa.
      Esses caras são bons nisso, conforme postei logo acima.

      Responder
  80. Maurício Luís *

    -_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_ Bellucci: TEORIA e PRÁTICA -_-_-_-_-_-_-_-_–

    TEORIA é quando o tenista sabe tudo, mas nada no jogo dele funciona. PRÁTICA é quando tudo funciona, e ele nem sabe por quê. Na atual fase do Bellucci, UNEM-SE teoria e prática: nada funciona… e ele não sabe por que.
    **********************************************************************************************************************************
    Essas chances perdidas são normais no esporte. A seleção brasileira de 1982 do Telê Santana era favoritíssima, estava dando ‘show’… até que encontrou a Itália, que até então só tinha empatado e quase foi eliminada. Paolo Rossi estava num dia iluminado… deu no que deu. Em 1950 o Brasil era também favorito, Maracanã lotado, 1 a 0 pro Brasil, mão na taça… Aí o Uruguai empatou e depois virou o jogo.
    Só nisso, o Brasil poderia estar com 7 títulos mundiais, em vez dos 5 atuais.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Sendo que em 82 tomou o terceiro com todo o Time dentro da área. Maldini errou o chute e somente Júnior não saiu dando condições a um Rossi totalmente na banheira. Este emendou um chute errado. Até hoje o ” Capacete ” não sabe explicar o branco …. Inacreditável rsrsrs Abs!

      Responder
  81. Efraim Oliveira

    Nessa contagem aí caberia ainda a edição do Us Open em que a dupla Novak-Roger perdeu pra Cilic-Nishikore… a zebra do século.

    Novak perdendo a final de Rolanga Garros 2015 pra Stan; achei inesperado.

    Responder
  82. Maior geração do tênis chegando

    12988555290 de alguém tiver grupo add tênis Brasil por favor me add .. sobre esse se tivesse vencido ……..eu tbm analiso da seguinte forma se ouvesse master 1000 na grama e vários como tem nos outros pisos , será que Federer viraria um mostro no começo da carreira como Nadal e assim com a confiança lá em cima teria muitos slam principalmente uns 11 na grama , porque parece que no começo do confrontos entre Nadal e Federer o espanhol tinha mais confiança .. tanto é que depois de velho Federer começou a ganhar do Rafa Nadal ……. Será que com mais torneios de grama Federer teria uma confiança enorme e ganharia mas títulos ?? Eu tenho certeza e vou falar nem sei se Nadal iria ser melhor do ranking um dia com muitos torneios na grama

    Responder
  83. Paulo Almeida

    E se o Djokovic tivesse descoberto sua intolerância ao glúten antes de 2010 e elevado seu nível de jogo já a partir de 2008? E se ele não tivesse tido a lesão no cotovelo e demorado tanto tempo para operar? E se não tivesse sofrido com mais essa lesão no ombro no último US Open?

    Bom, provavelmente já teria uns 25 Grand Slams.

    O SE fica só na nossa imaginação mesmo.

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Não cultuo nada, ao contrário de você, que parece ser bem religioso.

        Uma prova simples a respeito: continuei assistindo ao US mesmo após a queda do GOAT, assim como faço com quase todo torneio ao qual consigo acompanhar.

        Responder
  84. Paulo Almeida

    “Rodrigo S. Cruz
    12 de setembro de 2019 às 20:52

    Cara, eu não sei se eu choro ou se rio com tamanha ignorância.

    Quem te disse que a expressão “maratênis” se refere grosseiramente ao jogo de fundo, Zé? Pffff.

    Claro que o jogo de fundo é massa!

    O tênis nao seria tênis sem ele. E muito menos eu vou querer o Federer só deva sacar e subir.

    Maratênis é aquela troca incessante, interminável de bolas daqueles tenistas que se defendem muito mais do que atacam.

    E que só conseguem isso por terem um físico quase de um cavalo!

    E até dispensam a variação.

    O que apesar de ser um atributo eficiente, ENFEIA o tênis.

    Sabe nada…”

    Se você acha que Djokovic, Nadal e Murray se enquadram na sua definição de maratênis, aí eu é que vou rir ou chorar com tamanha ignorância. E continuo duvidando da sua torcida para qualquer adversário do Fregueser, ainda mais com a disputa ferrenha do Big 3 nos Majors.

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Ótimo!

      Empatamos, então.

      Porque eu DUVIDO da sinceridade da tua dúvida.

      Bem como de quase tudo que venha de você… (rs)

      Agora, quanto a definição popular de “maratênis” só posso manter o que já expliquei :

      É precisamente o mesmo que eu, o Pessanha e vários outros foristas pensam a respeito do termo.

      O que é facilmente verificável com uma simples e rápida pesquisa no blog…

      No mais,

      Passar muito bem, fanático number 1.

      Já perdi tempo à beça contigo, e você cansa a minha beleza…

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Azar o seu. Seu papinho não me convence e ponto final. Você é federete fanático e já deu várias provas disso.

        O Pessanha é troll e fanático e nada do que ele escreve pode ser levado muito a sério. Como já disse, maratênis é só recalque de perdedor surrado a vida inteira pelos rivais.

        Besteira, você vai continuar me respondendo, já que é viciado nisso, rs.

        Responder

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