Nadal é única ameaça ao nº 1 de Djokovic
Por José Nilton Dalcim
16 de julho de 2019 às 23:34

Com um título, um vice e uma semifinal de Grand Slam na temporada, o espanhol Rafael Nadal é o jogador com condições reais de brigar com o sérvio Novak Djokovic pela ponta do ranking. Ainda que seja possível uma luta direta no US Open, a probabilidade maior é de os dois chegarem próximos ao Finals de Londres e decidirem ali, bem na reta final da temporada, a outra grande honraria do tênis profissional.

Vejamos um ‘passo a passo’ numérico do que pode acontecer nos próximos meses:

1. Canadá e EUA
Embora seja matematicamente possível Nadal superar Djokovic após o US Open, neste momento isso parece bem pouco provável. A temporada que ambos deverão jogar nas quadras duras inclui três torneios; Canadá, Cincinnati e US Open, com total possível de 4.000 pontos.

Para que tenha chance de brigar pelo posto em Nova York, Nadal terá de ganhar os três torneios, o que elevaria seu total em 2.280 pontos e o levaria para 10.225 (defende 1.000 no Canadá e não somaria nada, não jogou Cincy e parou na semi do US Open em 2018).

A Djokovic, no entanto, bastaria ser quartas nos dois Masters e oitavas no US Open para marcar os 900 pontos necessários e repetir os mesmos 10.225. Ele só venceu um jogo no Canadá no ano passado e defende os títulos de Cincy e do US Open.

Mais realista, a melhor situação para Nadal seria ganhar os três torneios em cima de Djokovic – serão cabeças 1 e 2 – e assim ele reduziria a diferença atual em 2.970 pontos e os dois iriam para a fase asiática com vantagem do sérvio de 1.500.

2. Asian Swing
Ainda que consiga essa notável reação, Nadal continuaria com dificuldade de recuperar a liderança nos torneios que ele e Djoko devem jogar na Ásia, mesmo lembrando que a partir do US Open o espanhol não defende mais qualquer ponto no ranking.

A previsão é de Rafa jogar como sempre em Pequim. Djoko já anunciou que irá a Tóquio. O natural é cada um vencer seu ATP 500. Já em Xangai. o sérvio defende os 1.000 pontos e não pode somar. Mesmo um novo título de Nadal sobre Djoko seria insuficiente, porque causaria redução de 1.400 pontos.

3. Piso coberto europeu
Chegaríamos então aos três últimos torneios da temporada. Os dois podem entrar nos 500 de Viena e da Basileia, com chance de somar tudo, mas em Paris o sérvio foi vice e precisará repetir 600 pontos.

Por fim, virá o Finals de Londres, onde Djoko novamente foi vice e defende 1.000 pontos.

4. Corrida simplifica
Como se pode ver, a expectativa por uma briga pelo número 1 só pode ocorrer mesmo lá na reta final do calendário, quem sabe outra vez na arena O2, como aconteceu entre Djokovic e Andy Murray em 2016.

Por isso mesmo, acho que a disputa toda particular entre Djokovic e Nadal pela liderança mereça ser acompanhada não pelo ranking tradicional – onde está bem claro que dificilmente o sérvio perderá o posto antes de novembro -, mas sim pelo ranking da temporada, a tal Corrida para Londres.

Nessa disputa, os números estão bem mais próximos. Djokovic lidera com 6.725, e Nadal está exatamente 500 atrás, com 6.225. Na classificação da temporada, apenas se acrescentam os pontos conquistados e então este será o termômetro mais adequado para saber se o espanhol vai ter ou não a oportunidade de recuperar o topo da lista.

Claro que matematicamente há pelo menos três outros jogadores que podem engordar essa briga: Roger Federer (5.060 pontos em 2019), Dominic Thiem (3.315) e Stefanos Tsitsipas (2.995). Mas qualquer esperança residiria em marcar no mínimo 2.000 a mais que Djokovic e Nadal até o fim do US Open, o que convenhamos é uma tarefa quase hercúlea.

E mais
– Djokovic alcançou a 260ª semana como número 1 e deverá empatar com Jimmy Connors assim que acabar o US Open (268), mirando fatalmente Ivan Lendl (270). Se terminar o ano na ponta, alcançará Sampras (286) na segunda semana de janeiro e aí estará 24 atrás do recordista Federer (310).
– Agora, o Big 3 lidera todas as três primeiras posições dos que ficaram mais tempo no top 2: Federer (528), Nadal (513) e Djokovic (391).
– Faltam 4 semanas para Nadal superar Agassi em semanas no top 10 (747 a 743) e assumir o terceiro posto.

Desafio Wimbledon
Oito internautas apontaram que Djoko venceria Federer na final de Wimbledon por 3 sets a 2, mas quem chegou mais perto do placar foi Bruno Vieira, que cravou 7/5 2/6 5/7 7/6 11/9, em 4h55. Ele poderá escolher entre a biografia de Federer ou de Djokovic, grandes sucessos da Editora Évora.


Comentários
  1. Edu

    Tentei reportar um erro na página do blog porém toda vez que digito o captcha, diz que ele está errado. Ou seja, a página de erro tá dando erro ehehe.

    O problema que tentei reportar é:

    Vejo todos os comentários no mesmo nível, então não sei qual é resposta de qual… Já reportei direto no blog com o Dalcim, que disse não saber porquê ocorre isso, abrindo para os demais participantes manifestarem se acontece igual com alguém. Ninguém se manifestou. Então venho aqui…
    Muito obrigada!!

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      1. Edu

        Valeu, cara. Sim, sim, é so no celular que tenho este problema.
        No teu celular tb acontece?
        Dalcim…como fazemos para resolver isso?
        Obrigado

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  2. Ronildo

    Sobre a realidade de um tenista vencer uma partida mesmo jogando um nível abaixo que o rival:

    Isto é uma verdade, as vezes acontece. A própria formatação da partida foi elaborada para que se dê mais chances aos jogadores com menos recursos. Senão a partida poderia virar um marasmo, um passeio dos melhores sobre os piores. Por este motivo a partida é dividida em várias fases, games e sets. Para se dar mais oportunidades ao tenista com menos recursos e nivelar o jogo.

    Por exemplo, podemos citar o campeonato brasileiro na época em que era dividido em fases e os times pequenos e médios tinham mais chances. Acho que em 1986 foi decidido pelo Coritiba e Bangu. Depois que foi formatado em pontos corridos somente os grandes times foram campeões.

    A partida de tênis também poderia ser por pontos corridos. Poderia se estabelecer 200 pontos como meta. Quem chegasse neste placar antes levaria, sem a vantagem.
    Cada tenista poderia sacar 5 vezes seguidas até dar a vez para o outro e a cada 50 pontos haveria a troca de lado.

    O grande problema nisto tudo seria a falta de competitividade. Com os jogadores mais habilidosos sempre vencendo sem muito esforço! Por exemplo, se fosse assim desde o início da carreira de Federer, ele poderia ter chegado aos 50 slans com 30 anos. Ia ser uma monotonia sem fim!

    E nesta final de Wimbledom Federer chegaria no ponto final com uns 30 match-points para chegar aos 2000.

    Será que neste caso a SORTE de Djokovic seria suficiente?

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      1. Marcílio aguiar

        Ronildo respeito sua opinião mas permita-me discordar. Isso deixaria de ser tênis para ser qualquer outra coisa. Um esporte centenário não pode sofrer modificação tão radical sem se descaracterizar completamente. Algumas alterações e adaptações foram feitas ao longo de décadas como adoção de tiebreak e agora o fim do quinto set longo nos três slams que ainda o mantinha. Isso não alterou a essência do jogo que é a disputa por set. Eu Também gostaria que o Federer tivesse vencido esse WB , mas não a troco de algo que beira o casuismo.

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    1. Luiz Fabriciano

      O formato dos jogos de tênis não é para dar mais oportunidades aos tenistas menores e sim para que seja justo com ambos (como é mesmo).
      Ou numa partida entre Borg e Mc Enroe teria que ter outro formato?
      No campeonato brasileiro não vence só o grande, vence o que se saiu melhor no decorrer de toda a temporada.

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  3. Eduardinho

    Eu fico vendo os torcedores do djokovic falarem que os do federer estão sangrando até hj e etc.
    Mas tb eu não entendo. O sérvio ganha um título inacreditável, ao invés de vocês comemorarem, vocês vem pra Internet atacar os torcedores do federer, querer provar que um tenista que tem 16 gs é maior que um que tem 20.
    Comemorem o título, foi inesquecível!
    E aos fãs do federer, nao importa se o Suíço foi superior no jogo e teve match point. Isso só engrandece o título do servio!

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    1. Paullo

      Mas vir aqui irritar os torcedores do Federer é comemorar!! Porque esfregar na cara deles que o djoko ganhou Wimbledon em cima de quem eles acham o rei dos reis, é muito prazeroso…

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    2. Rodrigo S. Cruz

      Mas é só o que eles vem fazendo aqui, e de 5 anos para cá, a coisa foi piorando.

      O Djoko pode ganhar tudo, até os 4 Slams numa temporada só, que não basta.

      Eles só entram aqui pra diminuir o Federer.

      É só disto que ocupam suas mentes…

      Por isso que eu sempre falo.

      Nadal não é e nem NUNCA foi ameaça para nenhum eles. O Nadal, aliás, já virou carta fora do baralho faz tempo.

      Pode reparar que o alvo de TODOS os ataques, provocações, menoscabos, etc, é sempre o suíço.

      Ele sim constitui ameaça.

      O cara incomoda, e incomoda MUITO.

      E por que?

      Por constituir o ÚNICO obstáculo real que impede hoje o Djokovic de ser chamado de “GOAT”.

      E isso é a morte para alguns nolistas…

      (rs)

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  4. Maurício Luís *

    (Sônia) “Favorito para essa final era o sérvio, não o Federer. Beijos.”

    Concordo plenamente com você, mas isto antes de começar o jogo. Porém, com 2 match-points e saque a favor, além da fanática torcida em peso, naquele momento Federer era o favorito. Abr.

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  5. André Barcellos

    Já disse e repito: patético o número 1 do mundo ficar na dependência de não receber um ace pra perder de um velhinho.
    O cara esteve por duas vezes respirando por aparelhos e querem cantar de galo aqui.
    Kkkkk
    A verdadeira entressafra é de 2016 até agora.
    Nenhum bicho papão no auge, apenas o fora de série Djokovic se aproveitando porque está melhorzinho, por um cabelo, que o restante.

    Responder
    1. Jonas

      Patético é cantar de galo sendo que é trivice em seu piso favorito pra um de seus maiores rivais.

      Outra coisa, o Djokovic não jogou nada bem, comparado a exibição de 2014 e 2015, isso ficou evidente. Perdeu diversas oportunidades, teve 4-2 no 5° set e deixou escapar, oscilou bastante no jogo, como no 2° set, ou seja, domingo era um dia ótimo pro Federer levar.

      A questão é que o Federer morre de medo do Djokovic em Grand Slam. Exemplos não faltam, os números não mentem. Fato é que dessa vez o Djokovic conseguiu ganhar um título no qual não esteve nem próximo de seu melhor, e o Federer sabe bem disso.

      E não é toda hora que o Federer vai tirar um ace da cartola, ainda mais contra o pai dele, Djokovic.

      Responder
  6. Naira

    Dalcim, gostaria de fazer umas perguntas:

    1- O Djokovic recebeu uma advertência quando deu uma raquetada no microfone na cadeira do árbitro. Ele vai receber alguma multa? Qual regra foi aplicada nesta advertência?

    2- O Federer quando recebeu o troféu somente apertou a mão da Duquesa de Cambridge, Kate Middleton. Já o Djokovic se curvou em cumprimento, antes de receber o troféu. Sabe dizer qual o protocolo correto?

    3- O Goran Ivanisevic vai fazer parte da equipe do Djokovic, atuando como segundo técnico? O que voce acha que ele pode agregar ao jogo do Djokovic?

    4- Ao final do jogo, Djokovic foi discreto na comemoração. Muitos disseram que foi por respeito ao Federer, mas muitos disseram que foi sarcasmo, arrogância. Na minha opinião não foi uma coisa nem outra. Quando ele ganha um Slam, tendo o estádio quase que completamente torcendo contra, ele comemora com o box e a família dele. Mas como a família real estava presente ele não ia escalar e pular no box para comemorar. Ele ficou rindo e jogando beijos pro box dele enquanto comia a grama. Foi uma comemoração contida. No Ace Bandsport as mulheres acharam que foi arrogância e os homens que foi por respeito ao Federer. Voce tem uma opinião a respeito?

    Ace BandSports – 16/07/2019 – Parte 1 ==> https://tvuol.uol.com.br/video/ace-bandsports–16072019–parte-1-04028C9C3668DCB16326
    Ace bandSports – 16/07/2019 – Parte 2 ==> https://tvuol.uol.com.br/video/ace-bandsports–16072019–parte-2-0402CC983768DCB16326
    Ace BandSports – 16/07/2019 – Parte 3 ==> https://tvuol.uol.com.br/video/ace-bandsports–16072019–parte-3-04028C1A3768DCB16326

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, abuso de equipamento, deve ter recebido US$ 2.500 de multa. Não existe um protocolo determinado para o caso de duques. Ivanisevic foi contratado apenas para Wimbledon. Quanto ao final do jogo, já me manifestei aqui. Acho que foi algo como alívio.

      Responder
  7. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]
    20 de julho de 2019 às 17:55

    “Só ressaltando que qualquer versão do Murray de 2008 a 2016 é muito superior ao Agassi de 2005 já de fraldão”.

    Tá.

    Então como é que pode o Agassi usar ” fraldão”, com 35 anos.

    Mas o Federer com quase 38, você dizer que teve físico melhor que o do Djokovic, em Wimbledon?

    (rs rs)

    Acho que precisamos bolar um neologismo para você.

    “Patético”, já não tem o efeito esperado…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      O Federer é o Federer e o Agassi é o Agassi, né? Era pra você ter noção do tamanho do abismo que separa os dois. O que esperar do americano com 35 anos?

      E continuo afirmando que o freguesão estava melhor fisicamente nessa final, correndo até mais. Ele está vencendo bem o tempo, já que não consegue bater o GOAT Djokovic.

      Ah, esqueci de confirmar que realmente sou animal, mamífero e primata, graças a Deus. Você não se encaixa nessa classificação taxonômica? Rs.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Viu aí, Paulo F ?

        Dois pesos e duas medidas!

        Só pro suíço que não vale reclamar de idade.

        Depois, o Renato é que é o fanático…

        Responder
        1. Jonas

          O que ele disse é até óbvio.

          Agassi em 2005 estava fazendo hora extra no circuito. Enquanto o Federer hoje mantém o altíssimo nível de anos anteriores. Pode ter certeza que ele já teria se aposentado há muito tempo caso não estivesse em condições de brigar por tudo.

          Responder
    2. Jonas

      A diferença é que o Federer hoje joga bem próximo ao melhor tênis de sua carreira. É sua melhor versão pós 2006 e lembra muito a versão de 2017. Se ele quiser mesmo, joga em altíssimo nível até os 40 anos, o que é uma grande exceção.

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  8. Marcelo-Jacacity

    Torneio bom agora apenas no Canadá. Longaaa parada, pós Wimbledon. Porém, a partir de agosto o circuito esquentará em Montreal passando por Cincy e culminando com o USOpen.

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  9. Paulo F.

    Djokovic “apenas” possui 16 GS, tem praticamente TODOS os títulos possíveis, incluindo Roma e Monte Carlo em cima de Nadal – coisa que o “todo-poderoso” suíço NUNCA conseguiu.
    E eu tenho que ler que o sérvio joga PARA NÃO PERDER.
    Imaginem, então, se jogasse para ganhar!
    Que coisa rídícula.

    Responder
    1. Marcelo-Jacacity

      Paulo F.

      Aí é dose mesmo! rs. Quem joga pra não perder, perde sempre. Independente do nível seja no profissional, no amador.

      Responder
      1. Paulo F.

        Com certeza!
        Em qualquer esporte, quem joga para não perder, acaba…perdendo!
        Que argumento sem pé e nem cabeça para tentarem diminuir o Djokovic.

        Responder
  10. Alison Cordeiro

    Djokovic é o melhor tenista da atualidade, sem sombra de dúvidas. Tem o pacote completo, cresce nos momentos certos e tem uma vontade extra contra Federer e Nadal, pois está focado em alcançar o número de slams deles. Tem menos torcida? Tem. Mas e daí? Isso não o desmerece em nada. Torcida não ganha jogo, WB 2019 tá aí para provar. Djoko tem vantagem contra os rivais no histórico em geral e um massacre no recente. Domina a década e salvo uma contusão, sempre possível no esporte, vai seguir dominando. Besteira discutir se o slam é maior ou menor pq A não enfrentou B. Slam ganho é o que vale. Outra besteira é falar de entre-safra. Enquanto o Big 3 existe não sobra muito pro resto.

    Deve ser muito complicado para qualquer um encarar uma final contra o sérvio. É preciso estar num dia inspirado e aproveitar todas as chances, pq se deixar o número 1 vivo por um instante, já era.

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  11. Ronildo

    Obrigado pela deferência honrosa LÓGICO, é uma honra ser lembrado por você.

    Aproveitando para esclarecer que nunca tive a intenção de negar a força mental no esporte. Apenas procurei ressaltar que é uma expressão genérica que esconde vários fatores que contribuem para que o indivíduo apresente esta força mental durante toda a partida. Entre os principais, a energia física, a confiança na própria habilidade e a pressão gerada pela personalidade individual do atleta.

    E como todos sabem alguns sarristas aqui chegam a dizer que o Federer é fraco mentalmente. Quando na verdade é tão forte quanto os melhores . Muitas vezes mostrando-se superior e muitas outras vezes monstrando-se inferior. Porém, a personalidade de Federer o faz jogar mais pressão sobre si mesmo e isto tende a desequilibrar a balança negativamente contra ele. Deste modo, chamar Federer de fraco mentalmente é o cúmulo da ignorância!

    Responder
  12. Adriano Souza

    Que ” Mar de sangue” o Djokovic provocou hein !

    As Federestes estão ” sangrando” até agora

    Houve um tsunami kkkkkkkkkkkkk

    Responder
  13. Paulo Almeida

    Nadal ficará fora da gira asiática e do Masters de Paris, facilitando mais ainda o caminho para o GOAT Djokovic terminar a temporada como número 1 do mundo pela sexta vez.

    Responder
  14. Paulo Almeida

    Sério mesmo que o Chileno quer comparar o excepcional Andy Murray com os bagraços Roddick e Hewitt, com o Agassi freguês do Sampras semiaposentado em 2005 e com o cachaceiro/vodkeiro Safin 84º do mundo em 2004? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Bom, vamos lá de novo. O britânico tem 3 Grand Slams, 2 Olimpíadas, 14 M1000, 1 ATP Finals e 1 temporada terminada como número 1. Inclusive mostrei dados em outra oportunidade provando que ele fica bem parelho com o Federer de 2008 a 2016 na disputa da terceira colocação na era Big Four. O que os bagres da entressafra conquistaram?

    Outra coisa que tenho esquecido de postar aqui é que o Fregueser acabou com PROFECIA NISHIKORI em Majors: desde Wimbledon 2018 quem eliminava o japonês era campeão, mas com ele foi diferente! Por que será? Rs.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Olha , Paulo. Como não passa na moderação, que tal apenas “ criancinha Fanática “ . Tá bom pra você? . Ninguém nesse Planeta ousaria chamar o grande André Agassi de freguês de Pete Sampras . Uma vez um famoso Blogueiro alucinado pelo “ Animal “ , fez de tudo para transformá-lo no novo Goat . Pra isso implicava com o “ cabelinho” e o estilo Blasé do Craque Suíço. Deu em 20 SLAM e CENTO e DOIS Torneios ATP. E o Recorde imbatível de Semanas CONSECUTIVAS como N 1 do Mundo. Ele cravava que o Cara não duraria muito. É o mais velho N 1 que já existiu. Um Mane’ como você , resolve desmoralizar todas as Feras do Circuito com o mesmo objetivo. Arranjar um novo “ Goat “ Paraguaio. Pra isso passa recibos todos os dias. Não aprendeu a lição rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Bah.

      O único motivo de você tentar encher a bola murcha do Murray, é por ele apanhar que nem cachorro do Djokovic.

      The rest is conversation…

      Responder
    3. Ronildo

      Como é ridícula esta tua fala diante da imagem de Djokovic encurralado e nas cordas em Wimbledom e dependente de um golpe de sorte para se manter vivo!

      Responder
    4. Chileno

      O Murray é maior que o Agassi? Hahahaha!

      E o Agassi é ruim porque é freguês do Sampras? O Murray nem é freguês do Djoko né? Hahahaha!

      Olha… Você é tão infantil, tão raso… Eu nem estou com saco pra contra-argumentar direito. Em outro momento eu faço. Só quis entrar na sua brincadeirinha patética de ranquear GS.

      Mas no momento vou apenas evidenciar o quanto você é incoerente e parcial: os mesmos argumentos que você usou pra diminuir o Agassi, cabem ao Murray. Mas como você quer que o Murray pareça maior, você ignorou isso.

      Ou você fez isso de propósito pra defender uma tese que você mesmo sabe que é falha, ou você simplesmente não sabe nem do que está falando, o que obviamente é muito possível considerando a quantidade de groselha que posta aqui diariamente.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        É como se o Djokovic fosse tão carente de defesa, que a única forma de exaltar o cara é tentando diminuir algum outro.

        Acho que no fundo, nem ele mesmo confia no ” taco” do Djoko…

        E na boa, diminuir o Agassi simplesmente não dá.

        O Pete Sampras sempre teve o Agassi como o arquirrival máximo.

        Tem um profundo respeito por ele, e todos os jogos entre ambos foram batalhas…

        Responder
    5. Carlos Henrique

      Não há qualquer paralelo tenístico entre Murray e o grupo formado por Safin, Hewitt e o seu xará Roddick.
      O que os une é apenas o fato de todos serem ex número 1. O Hewitt até tem mais semanas nesse posto, mas é só comparar quem era o rival de quem pra saber o porquê.

      Responder
    6. Paulo Almeida

      Respostas fraquíssimas dos adoradores do suíço. Só ressaltando que qualquer versão do Murray de 2008 a 2016 é muito superior ao Agassi de 2005 já de fraldão. Acho que não conseguiram interpretar o que foi dito.

      E o sérvio continua firme como maior vencedor de Slams de respeito.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Ok.

        Façamos então o seguinte:

        Curta, mas curta bastante mesmo os teus “Slams de Respeito”.

        E nos deixe curtir os 20 Slams do GOAT da Suíça.

        Abs.

        Responder
  15. lEvI sIlvA

    Dalcim, deixa perguntar tua opinião, por favor. Vez ou outra , fala-se que Novak foi beneficiado por conta dos Masters hoje ter a final em 3 sets, não como antigamente em melhor de 5. Pois bem, sabendo disso e da forma como atua o sérvio numa melhor de 5, qual seria o natural, ele se beneficiar ou se dar mal com isso?

    Responder
    1. lEvI sIlvA

      Aliás, vou mais longe com a pergunta, Dalcim. se os Masters até hoje tivessem a final em melhor de 5 sets, será que sobraria algo pra muita gente além do Big 4 + o Wawrinka e Delpo? rsrsrs

      Responder
  16. Nando

    Rodrigo, esse “Paullo” deve ser mais um fake…agora na versão “Sônia Abrão” kkkkkkkkkkk
    Td mundo aki sabe q sou avesso à Fakenik (e seus fakes), Paulo Almeida, Jonas, Valmir…esses aí são uma espécie de câncer do blog: não acrescentam absolutamente nada. Por isso q tem mta gente q só lê os posts do Dalcim, mas nao comentam…por causa desses tipos aí.
    Renato é federista e a única crítica q faço a ele, é de sempre falar q Federer é o melhor…isso tds nós já sabemos.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Tranquilo, Nando.

      Não esquenta.

      Eu sei que também tenho alguns defeitos graves.

      Mas pretendo me policiar daqui pra frente.

      Abs.

      Responder
      1. DANILO AFONSO

        É um feito notável, porém é muito mais difícil conquistar nesta década um bicampeonato na era DJOKOVIC e contra um NADAL mais versátil e competitivo que na década passada, ambos que são tricampeões.

        Responder
      2. Sandra

        Eu havia perguntado , porque uma vez li um post o qual você falava da dificuldade de se defender o U S open , não havia entendido o porque

        Responder
  17. Naira

    Dalcim, boa tarde. Na reportagem “Wilander: ‘Roger nunca jogou bem pontos chaves'”, ao final ele diz:

    “Se eu fosse diretor de um torneio como o Australian Open, procuraria deixar a quadra mais rápida para beneficiar Roger, que teria mais uns quatro anos pela frente podendo competir para ganhar”.

    Qual a sua opinião sobre o favorecimento para ampliar as chances de um jogador vencer? Sabemos que isso já ocorreu no passado quando tentaram deixar o saibro mais rápido para facilitar para o Sampras. Outras vezes mudando horário dos jogos, uns jogam de dia a 40 graus, outros jogam a noite, e por aí vai.

    Voce acha bom para o evento? Voce acha que o aspecto econômico deve prevalecer sobre o aspecto esportivo?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não deveria, mas quem paga a conta do circuito, Naira? Os tenistas são os atores, mas se não tiver alguém para bancar as premiações, a estrutura, as mordomias, como ficará o circuito? Uma coisa depende da outra, então é preciso sempre bom senso em tudo.

      Responder
    2. Valmir

      O Federer já foi ajudado dessa forma em Paris Bercy… deixaram a quadra rápida para ajudar ele a vencer.
      Foi a única vez que venceu lá… e precisou dessa ajuda.

      Ano passado o então diretor do torneio fez uma confissão pública dessa ajuda.

      Foi noticiado aqui no TenisBrasil e em vários outros de tênis.

      Tem muita coisa assim… ajuda no piso da quadra… schedule favorecido… horários fora do sol quente… jogo nunca adia por só jogar nas quadras com teto….

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Sim.

        E o senhor só esqueceu de mencionar, que se isso vira moda, o Djokovic perde o número 1

        O Nadal então, nem se fala.

        Nunca mais ganha nada…

        (rs)

        Responder
  18. Rodrigo S. Cruz

    |O LÓGICO|

    18 de julho de 2019 às 18:57

    “Os dois são melhores jogadores que Roger, disso não há o que se duvidar. Nunca ninguém vai conseguir convencer nem a um primata que um cara que ganha levando 40 winners a mais do seu adversário tem um arsenal técnico e maior habilidade que ele”.

    Então o Almeidão deve ser primata…

    (rs)

    Responder
  19. Rodrigo S. Cruz

    [Chetnik]
    19 de julho de 2019 às 00:09

    “Atacar exige técnica. Defender idem. Posso falar meia dúzia de jogadores que chegam em todas as bolas, assim como o Djoko e o Nadal. E outra meia dúzia que tem um preparo físico tão bom quanto. Pega os resultados deles…o ponto fundamental não é chegar na bola, é saber se defender. Porque uma coisa é chegar e mandar a bola lenta no centro da quadra. Vai perder o ponto na bola seguinte. Só adiou a derrota. Outra completamente é chegar nas bolas e mandá-las seguidamente fundas, rápidas, mudando a direção, no centro, anguladas, altas e lentas, quando preciso, etc. Isso não é preparo físico ou rapidez/movimentação. Isso é técnica na execução de golpes. MAIS, é REPERTÓRIO. Se fosse fácil, se não exigisse técnica, teria um monte de jogador medíocre fazendo a mesma coisa”.

    Tá, tá, ta…

    Pode ser técnica que o Djoko tem.

    Mas e daí?

    É uma técnica FEIA, sem sal, desesperada, e querendo você ou não robótica…

    Parece Chetnik, que vocês não entendem uma coisa simples:

    O Federer joga PARA VENCER!

    O Djokovic, joga PARA NÃO PERDER!

    Por isso que o tênis dele, para muitos, é praticamente detestável…

    E pode apelar, se você quiser.

    Chamar quem pensa assim de ” zumbi’, de ” nostálgico”, enfim… do quer você quiser.

    Mas a verdade é que não troco mil defesas fundas do Djoko, por um só slice ofensivo, bem executado, do Federer.

    Abs.

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Sim.

        E além de feia de se assistir, é dependente de um físico que não vejo em atleta nenhum no planeta.

        O próprio Federer que também tem um físico que se diz privilegiado, não chega aos pés do dele.

        Trocando em miúdos:

        se o nível físico do Djoko se equiparasse ao do suíço, já seria IMPRATICÁVEL jogar o tênis ” volta-tudo” que o Djoko joga.

        Responder
  20. Luiz Fernando

    Em um texto abaixo citaram q a torcida federista necessita defender-se dos ataques injustos kkk. Pobres vítimas, as lágrimas me vieram aos olhos, quase necessitei de um lenço. HIPOCRISIA PURA. Se tem algo q eu aprendi sobre alguns membros dessa torcida, felizmente uma minoria, é: 1) arrogantes ao extremo, sempre menosprezando os demais torcedores e os demais jogadores, em especial dois q o Dalcim, que entende um pouco de tenis, define como “gênios” (Nadal e Djoko); 2) sempre atribuem as vitórias dos adversários a subterfúgios tipo doping ou esquemas de bastidores, nunca a méritos; 3) um deles, q talvez ainda esteja aqui travestido com outro nick, o Sr Marquinhos, comemorou a cirurgia de apendicite do Nadal, existe atitude mais torpe do que essa? Vamos parar por aqui para não cansar os leitores, de fato essa torcida é vítima de preconceito não merecido, como alguém pode interpretar mal tais condutas, agora vou chorar buuuuaaaaaaaaaaa…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Chore menos e não generalize. Você sabe quantos anos consecutivos você menosprezou o melhor de Todos ? O mesmo que somente venceria ATP duzentos e cinquentinhas ? O mesmo que nas últimas SETE , venceu SEIS do “ Goat “ Espanhol. Se unir aos fanáticos que infestaram o Blog foi a sua saída para dar uma de bonzinho , caríssimo LF rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Chetnik

      Fernando, a gente que tá aqui há um tempinho sabe bem né…a diferença é que eles começaram a apanhar de todos os lados, aí passaram a chorar sem parar.

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Cara,

      Você vai citar DE NOVO essa conversa fiada de “doping” ?

      Acho que já é a bilionésima vez que você fala isso.

      O pior é que você continua correndo atrás de FANTASMAS.

      Porque deve ter mais ou menos uns 2 anos que eu não vejo nenhum federista acusar o Nadal de doping.

      Aliás, o último nesse blog que fez esta acusação foi um djokovista.

      E você falou pra mim, naquela ocasião, que não se importava que ele falasse…

      Responder
    4. Lola

      Perfeito.
      Se acham os donos da verdade, só o jogador deles sabe jogar tênis.

      Um jogador que perde o tempo todo pra uns medíocres, conclui-se que ele seja medíocre, também.

      Mas a maior anseira que li é que o Djokovic joga pra não perder. Fim

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          O que só confirma o que eu digo.

          Todo mundo está careca de saber que o Djoko mais defende, do que ataca.

          E já ganhou vários jogos assim…

          Responder
  21. Valmir

    Os torcedores do Djokovic que cabiam numa kombi, agora já cabem num ônibus.
    Aqui no Brasil, quem viu a partida contra Delpo, na olimpíada, viu o tamanho da força… perdeu… mas como foi aplaudido e ovacionado.
    Uma visita ao … Youtube… também dá uma bela amostra do tamanho desse ônibus.

    A legião de gente de peso que já enxerga qual foi o tenista mais grandioso… em seu pico… vai aumentando.

    Becker… Wilander… Krajiceck… Raonic… e agora, nada menos que o técnico da Serena, Patrick Mouratoglou…

    https://www.tennisworldusa.org/tennis/news/Roger_Federer/73932/djokovic-has-edge-over-federer-and-nadal-when-at-their-best-serena-coach/

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Eu estava na Rio 2016 , meu caríssimo Valmir . A torcida era toda do Hermano. E Novak novamente caiu para o mesmo oponente que lhe tirou o bronze em Londres. Saiu aos prantos da quadra. Ou você viu apenas no YouTube? Rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Você leu Becker no Tênis Brasil ontem ? Quem o Alemão chamou de “ O maior Tenista de Todos os tempos “ ? Sabe, não? rsrsrs Abs!

        Responder
    2. Paulo F.

      Os franceses, que queriam muito que Djokovic ganhasse RG 2015, ficaram um tempão aplaudindo ele para, só depois, premiarem o Wawrinka.
      O sérvio tem pouca torcida sim, pode acreditar…

      Responder
  22. Valmir

    Dalcim,

    Você não concordou quando eu falei do … AMARELATÊNIS… na final de Wimbledon 2019.

    Eu usei essa expressão para fazer… contraponto… ao famoso… maratênis… da turma do blog que adora uma partida entre Isner x Karlovic.
    Uma partida com um caminhão de aces e pontos com 3 lances… saque… retorno…voleio… é uma maravilha para eles.

    Mas… na verdade, eu sempre achei que o Federer dava amareladas quando enfrentava uns jogadores encardidos… agora o SEU BLOG publicou uma matéria do… Mats Wilander… falando a mesma coisa.

    https://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/69711/Wilander-Federer-nunca-jogou-bem-os-pontos-importantes/

    Wilander acrescenta uma coisa que os que não são fãs do Federer já tinham notado… a famosa ERA FRACA de 2004 a 2007
    O grande Wilander diz que nesse período Federer não precisou enfrentar situações complicadas porque seus principais adversários eram fracos
    (exceto Nadal, no saibro).

    Voltando ao… AMARELATENIS… numa próxima postagem… vou destrinchar os 3 tiebrakes de Wimbledon 2019.
    A amarelada vai ficar bem clara quando os números deles forem expostos… global e detalhado.
    Números não tem paixão.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Quem é Wilander ( carreira curtíssima , jamais venceu WImbledon ) , perto de Laver, Sampras , McEnroe , Lendl e CIA ? rsrsrs Abs!

      Responder
    2. Chileno

      Seu comentário tem tanta groselha, mas tanta groselha, que honestamente me deu até preguiça de contra-argumentar tudo.

      Mas vamos lá. Se o suíço é tão amarelão e o sérvio é tão indestrutível mentalmente, porque o nível de Nole decaiu tanto depois de vencer o tiebreak do primeiro set e ele acabou entregando o segundo set de bandeja para o Roger, que aproveitou a janela com maestria? Se Federer é tão fraco mentalmente, como venceu o quarto set depois de perder o tiebreak do terceiro set? Ou então, como Djokovic, o supostamente indestrutível, deixou isso acontecer? Como o implacável sérvio perdeu o saque depois de quebrar Roger no 3/2 do quinto set?

      Menos… beeeeeeem menos.

      O Djoko foi mais forte mentalmente de maneira geral. Por isso venceu a partida. Mas a diferença foi bem pequena. Tanto que o jogo foi até o tiebreak do quinto set. Sabe qual seria a toada do jogo se Djoko estivesse diante de um jogador fraco mentalmente? O jogo acabaria no quarto set, com um 6/1 ou 6/2 para Nole. Depois de lutar por sei lá… 3h? Chegar em 2 tiebreaks e perder os 2, sabendo que do outro lado tem um cara que devolve tudo, corre muito e que provavelmente teria de lutar mais 1h30min no mínimo pra buscar outros 2 sets? Praticamente qualquer jogador desmoronaria.

      Quer um exemplo prático? Assiste lá a final do Australian Open 2013. O Murray perdeu o tiebreak do segundo set e desmoronou. Aliás, a maioria dos jogos entre Murray e Djoko seguiam essa toada. O escocês conseguia equilibrar as ações nos dois primeiros sets, mas depois os miolos dele iam pro espaço, ele entrava em parafuso, e o sérvio nadava de braçada do terceiro set em diante. E no caso do Murray era bem evidente que não era desgaste físico, porque ele continuava correndo tanto quanto nos primeiros sets. A diferença é que ele começava a errar bobagens.

      Responder
    3. André Barcellos

      É óbvio (os números não mentem) que Federer pipoca mais que os outros nos pontos importantes.
      Mas tênis por tênis, não acho que nenhum dos dois tenham mais bola na raquete que ele.

      Responder
    4. Jose Yoh

      Alguém me explica como podemos ganhar 20 GS sem jogar bem pontos importantes. O ex-jogador-que-precisa-de-atenção analisou somente os tie-breaks da final.

      Responder
  23. Luiz Fernando

    Tem gente q deveria ficar de boca fechada pra não sair besteira, e não é só aqui no blog não. Willander disse q Federer não joga bem pontos-chave, numa clara alusão aos 2 mpoints do ultimo domingo q não confirmou. Se um cara q já venceu 20 GS não jogou bem pontos-chave, imagine o número que teria vencido se tivesse jogasse bem esses tais pontos…

    Responder
  24. João ando

    Dalcim. Qual a chance do João Menezes e do Pedro Sakamoto estarem como os melhores tenistas do Brasil já que Rogério Dutra Silva está com 35 anos o Thiago Monteiro eu acho muito fraco e o o Bellucci não existe …só se ele jogar os interclubes no estado de São Paulo?

    Responder
  25. Ronildo

    Seu Zé e seu pequeno e deslumbrado filho:

    Seu Zé tem um lote numa região elevada, onde cuitiva um grande pomar. Sua propriedade fica de frente para outra grande serra, cortada por uma rodovia.
    Certa vez, ao subirem, começaram a observar um grande caminhão subir lentamente a rodovia. E subtamente um fusquinha se aproxima e ultrapassa o caminhão, deixando-o para trás.
    Então Zezinho exclama: _ “Olha pai, o fusca é mais forte que o caminhão!”
    E seu Zé o corrige: _”Não filho, é porque ele está levando uma carga muito pesada!”
    E seu Zé fica meditando na potência daquela máquina. Quão poderosa se mostraria desvencilhando-se de tal carga! Mas ao mesmo tempo se lembra que fazer isso seria sem propósito!

    É interessante ouvir Roger Federer falar de sua carreira. Ele sempre menciona o carinho que recebe dos fãs. É algo que certamente o comove saber que é tido como um ser humano muito especial em qualquer lugar do planeta.
    Federer sabe o quanto as pessoas desejam vê-lo ser campeão do próximo torneio, e do próximo, e do próximo… Isto foi algo que o afetou muito durante um bom período de sua longa carreira. De tal modo que apenas mais recentemente tem lidado bem com esta carga! Realmente, foi um contraste a maneira como ficou muito abatido após perder a final de Wimbledom para Djokovic em anos anteriores com a maneira mais leve que encarou a derrota desta vez. Quem dera tivesse conseguido lidar apenas um pouco melhor (para benefício próprio) com esta enorme pressão que somente ele enfrentou em tal proporção mais cedo na carreira! Neste caso haveriam bem menos discursos rasos e óbvios, porém sem discernimento, sobre sua pessoa!
    Deveras, a relação de Roger Federer com sua grande multidão de fãs mundo afora sempre me pareceu uma relação invertida entre um povo e um deus kkkk. Nesta relação é o deus que se sente induzido à oferecer sacrifícios para saciar o povo! Só que antes de oferecer tais sacrifícios, o deus tem que travar duras batalhas contra titãs com poderes inimagináveis; onde a vitoria pode ir para qualquer lado!

    Querem continuar falando sobre força mental ainda?

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Ronildo, muito bom. É bem por aí mesmo. Vamos ver agora as consequências deste vice para os próximos meses. Às vezes acho desumana a cobrança dos fãs em cima dos ídolos. Geralmente são imediatistas e com zero de sensibilidade.

      Responder
    2. Luiz Fabriciano

      Sim.
      Tem muito torcedor sem noção que insiste em afirmar que Djokovic tem inveja de Federer e que queria ter ao menos a metade de sua torcida.
      E você está já há uma semana insistindo que Federer sente a pressão por ter torcedores demais. Isso sendo verdadeiro, o problema dele realmente é mental, por não conseguir canalizar a apoio recebido em pontos vencidos.
      Qualquer outro atuaria melhor com a torcida a favor, que está sempre desejando sua presença nos torneios para assistir seus jogos. O único que transforma torcida contra em motivação é o sérvio, que deu até a receita: “quando ouço Roger, Roger, imagino, Novak, Novak…” e tome winner de devolução para salvar match point.
      Se isso não é força mental, deve ser o que? Sobrenatural?
      E a analogia com o caminhão e o fusca fica meio sem lógica, pois são máquinas criadas especialmente para finalidades diferentes: o caminhão é mais forte e maior, porém, bem mais lento. Um não se adapta ao enfrentamento do outro a depender da situação.
      Um abraço.

      Responder
      1. Ronildo

        Isto é a personalidade de cada um Luiz Fabriciano.

        Nunca lhe ocorreu que Roger Federer é bem mais amado justamente por mostrar muito mais sensibilidade sobre a vida e conseguir externar isso em tudo o que faz? Ou seja: há uma grande empatia entre o público e Roger Federer!

        Roger Federer é diferente de Novak Djokovic! Djokovic tem uma personalidade confrontadora, até desrespeitosa em alguns momentos. Lembre-se do caso da presidência da ATP. Federer tem uma personalidade conciliadora. Passou 15 anos cavalheristicamente escolhendo sacar quando vencia o sorteio. Por tudo que conheço de Roger Federer posso te garantir que ele já teria abandonado o circuito a mais de 10 anos se fosse seguidamente vaiado pela torcida como Novak Djokovic! Pela própria paz mental!

        Você viu alguém afirmar aqui que Roger Federer é mais eficiente que Djokovic e Nadal nos pontos importantes? Muito pelo contrário. Faz muitos anos que reconhecemos isto!

        Mats Villander só falou obviedades como muitos outros estão falando!

        Responder
  26. Jonas

    “1 – O slice do Federer não tem o mesmo efeito na quadra rápida que fez em Wimbledon.
    2 – O saque do Djokovic é melhor na quadra rápida que na grama, esse foi inclusive um dos grandes fatores de complicação do sérvio no jogo, já que o Federer retornava a grande maioria dos serviços do sérvio.
    3 – A bola vai pular mais e chegar mais rápido no backhand do suíço, o que deve complicar mais ele.

    Enfim, creio que quem tenha que estar mais preocupado seja o Federer, afinal, mesmo não jogando o seu melhor o sérvio conseguiu vencer. Já o suíço fez basicamente uma das melhores exibições da carreira… pelo menos contra o sérvio foi, sem dúvidas, a melhor.”

    Falou tudo. O Djokovic é Penta em Wimbledon sem ser o melhor piso dele. Aliás, respeito quem discorde, mas achei o Djokovic bem abaixo do seu nível habitual na final de Domingo. Por outro lado , o Federer fez um de seus melhores jogos no torneio.

    Responder
    1. Carlos Reis

      Hahaha Certamente o Djoko quis jogar abaixo, digamos a 70%, só para mostrar que é “o melhor”, mesmo a 70% eu ganho dele, eu sou o cara!

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Impressionante, caro Jonas. O Slice não faz tanto efeito na quadra rápida rs . Quantos títulos tem o Suíço no AOPEN ? E no USOPEN ? Quantos na rapidíssima Cincinnati ? Se você viu o jogo ( em vez de se borrar rs ) , quantos Winners o Suíço fez de backhand ? A diferença é que assim como Thiem em RG, ele foi pra cima do Servio. E vai continuar indo. E não vai ser somente ele não. Em Roland Garros Novak tremeu . Não cante vitória antes do tempo nem em Cincy rsrsrs Abs!

      Responder
    3. André Barcellos

      O mal, no geral, é a falta de memória.. como fã do suíço tenho uma lista dos melhores jogos. E certamente domingo não vai entrar.
      Simplesmente ele jogou a melhor partida em Wimbledon neste ano.
      Federer já jogou muito, mas muito melhor que domingo, em Wimbledon. E ganhou varias. Já perdeu jogando bem, como já ganhou do sérvio jogando mais ou menos também.
      Exibição de gala foi contra o Murray em 2015, ou Djoko em RG 2011. Ou contra o Nadal no AO 2017.

      Responder
    1. Ronildo

      É porque você nunca jogou tênis valendo alguma coisa. Você não consegue imaginar como a pessoa que vai sacar para o match-point está bem mais pressionado.

      Quem vai sacar pensa: “Bom, agora o ultimo ponto. Tomara que tudo ocorra bem para que se justifique todo este esforço”.

      E quem vai receber: “Tudo indica que vou perder a partida, não joguei bem suficiente para evitar chegar no ponto-final à favor dele! Agora seja o que Deus quiser!”
      À partir daí tem uma entrega total até o ponto ser finalizado!

      Acho que não consigo desenhar isto para você.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Se estava ou não , já era. Muito experiente , sabe que contra o Sérvio só existe uma alternativa. Encurrala- lo. Novak confessou que estava exausto. E caso se encontrem em Cincy , não tenho dúvidas que a tática será a mesma. Não por Teimosia, mas por ser a mais apropriada contra um oponente que se defende como ninguém. Ficar trocando bolinhas, nem Nadal quer mais . Abs!

      Responder
  27. Leonardo

    Boa noite Dalcim
    Nãosei se já deu sua opinião pessoal sobre o mental em um jogo de tênis, mas poderia falar novamente, por que o mental no tênis é tão importante, e qual porcentagem ( mental e jogo ) vc daria ? Por exemplo ” para mim no jogo de tênis, o mental é 30 % e o jogo é 70 % ”
    Discorra sobre o tema mestre, dando exemplos e posteriormente faça um post só sobre isso.
    Abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      A parte mental é bem mais da metade de um tenista, Leonardo, talvez para alguns sejam 70%. Há muitos tenistas com menores recursos técnicos que acabam compensando isso com uma grande cabeça competitiva, e isso acontece no profissional e mais claramente ainda no amador. No tênis profissional, em que a maciça maioria dos jogadores está muito bem treinada fisicamente e tem apuro técnico vasto, o mental é basicamente o que pode significar vitória ou derrota. Abs!

      Responder
  28. Rodrigo S. Cruz

    Kkkkkkkkkk

    Rachei agora!

    Pelo visto o Carlos Henrique acabou não atentando para um pequeno, mas importante detalhe!

    Se a torcida do Federer fundou a igreja IURRF.

    Ele se esqueceu que no caso dele, nem precisou pedir autorização do Bispo Macedo, para abrir a igreja dele.

    Continuou sendo um fiel da IURD mesmo:

    “Igreja Universal do Reino Djokovic”.

    Kkkkkkkkkk

    Responder
  29. Mário Cesar Rodrigues

    Muito normal essa discussão sobre Nole há mas vai passar Nadal e Federer em HD.gente parem de histeria..o tênis muda muito prestem atenção Rafa perdeu para Federer como poderia ter ganhado e quem disse que Nole vai ganhar daqui para frente é o Rafa não vai ganhar vcs tem uma instabilidade emocional muito graça são de ocasião sempre após um GS vamos ver tem muito torneio ainda até o fim do ano mas que babaquices.

    Responder
  30. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo Almeida]

    18 de julho de 2019 às 22:46

    “Sério que alguém ainda vai negar que há Slams que valem muito mais do que outros? Só se for federete bem recalcado”.

    Sim.

    Isso mesmo.

    Tudo FALÁCIA…

    Porque bastaria o Federer perder na primeira rodada, em todos os Slams vencidos, pro Djoko-Slam deixar de ser ” parrudo”.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Exatamente. Quantos SLAM o craque levou com os caras caindo cedo ? Uma penca !!! E neste impregnado fanatismo desmerecem todos os demais oponentes. Qual a culpa que Rafa Nadal tem, se o Sérvio se diz pronto pra Roland Garros, e cai antes DOIS anos consecutivos para o Superestimado. Esses caras deveriam pesquisar antes de despejar asneiras todos os dias, junto com seus oportunistas seguidores. Abs!

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Ps. Dos 11 SLAM vencidos por Bjorn Borg seus principais oponentes ( Connors e Big Mac ) , não compareceram a OITO Finais. Dos 14 de Sampras , Agassi e Becker não compareceram a também OITO Finais . E daí , cara pálida ? rsrsrs Abs!

        Responder
    2. Paulo Almeida

      Acontece que não perdeu, assim como Murray e Nadal. Eu lido com fatos e não com suposições.
      E o fato é que o GOAT Djokovic tem 15 GS pesados e o Frauderer só 7.

      Responder
  31. Rodrigo S. Cruz

    [Carlos Henrique]
    18 de julho de 2019 às 21:40

    “Cara, desiste. A cegueira idólatra é colossal. Querem enfiar goela abaixo que no fatídico 40-15 o mais pressionado era o Federer do que o NOle”.

    (rs)

    E olha quem fala, o novo membro da Tropa de Choque “Djokovete”.

    Os militantes mais fanáticos do planeta…

    Responder
  32. Paulo Almeida

    Atendendo a pedidos, vou detalhar todos os Grand Slams DE PESO, DE RESPEITO, PARRUDOS, DE ALTO GRAU DE DIFICULDADE ou qualquer coisa nesse sentido do Big Four:

    DJOKOVIC

    1 – Australian Open 2008 – eliminou Federer na semifinal;
    2 – Australian Open 2011 – eliminou Federer na semifinal e venceu Murray na final;
    3 – Wimbledon 2011 – venceu Nadal na final;
    4 – US Open 2011 – eliminou Federer na semifinal (épico) e venceu Nadal na final;
    5 – Australian Open 2012 – eliminou Murray na semifinal (épico) e venceu Nadal na final (melhor jogo da história);
    6 – Australian Open 2013 – venceu Murray na final;
    7 – Wimbledon 2014 – venceu Federer na final (épico);
    8 – Australian Open 2015 – venceu Murray na final;
    9 – Wimbledon 2015 – venceu Federer na final;
    10 – US Open 2015 – venceu Federer na final;
    11 – Australian Open 2016 – eliminou Federer na semifinal e venceu Murray na final;
    12 – Roland Garros 2016 – venceu Murray na final;
    13 – Wimbledon 2018 – eliminou Nadal na semifinal (épico);
    14 – Australian Open 2019 – venceu Nadal na final;
    15 – Wimbledon 2019 – venceu Federer na final (épico).

    NADAL

    1 – Roland Garros 2005 – eliminou Federer na semifinal;
    2 – Roland Garros 2006 – eliminou Djokovic nas quartas e venceu Federer na final;
    3 – Roland Garros 2007 – eliminou Djokovic na semifinal e venceu Federer na final;
    4 – Roland Garros 2008 – eliminou Djokovic na semifinal e venceu Federer na final;
    5 – Wimbledon 2008 – eliminou Murray nas quartas e venceu Federer na final (épico);
    6 – Australian Open 2009 – venceu Federer na final (épico);
    7 – Wimbledon 2010 – eliminou Murray na semifinal;
    8 – US Open 2010 – venceu Djokovic na final;
    9 – Roland Garros 2011 – eliminou Murray na semifinal e venceu Federer na final;
    10 – Roland Garros 2012 – venceu Djokovic na final;
    11 – Roland Garros 2013 – eliminou Djokovic na semifinal (épico);
    12 – US Open 2013 – venceu Djokovic na final;
    13 – Roland Garros 2014 – eliminou Murray na semifinal e venceu Djokovic na final;
    14 – Roland Garros 2019 – eliminou Federer na semifinal.

    FEDERER

    1 – Wimbledon 2006 – venceu Nadal na final;
    2 – Wimbledon 2007 – venceu Nadal na final (épico);
    3 – US Open 2007 – venceu Djokovic na final;
    4 – US Open 2008 – eliminou Djokovic na semifinal e venceu Murray na final;
    5 – Australian Open 2010 – venceu Murray na final;
    6 – Wimbledon 2012 – eliminou Djokovic na semifinal e venceu Murray na final (único Slam em que realmente o suíço bateu versões prime desses dois rivais);
    7 – Australian Open 2017 – venceu Nadal na final (épico).

    Sério que alguém ainda vai negar que há Slams que valem muito mais do que outros? Só se for federete bem recalcado.

    Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois é.

          Ainda tem essa!

          RG 2016 será sempre lembrado como o Slam mais fácil que o Djoko conquistou.

          Impressionante a facilidade da chave…

          Responder
    1. André Barcellos

      SÓ pra me divertir um pouco:

      Falacioso. Federer eliminou Djokovic no AO 2007. E ganhou o torneio. Se foi em cima de Gonzales, que eliminou Nadal, ele não tem culpa, assim como não tem culpa do Roddick ter eliminado Djokovic também no AO.
      Aliás, se Roddick estivesse no seu auge, hoje, ele ganharia de todos, exceto Federer, em Wimbledon.
      Em 2011 Federer acabou com a versão “super prime master Nole plus” na semi de Roland garros só porque o sérvio estava se achando demais.
      E mais: A partir de 2009 e mesmo 2008 (mononucleose do Federer) nenhuma eliminação do suíço conta, por ele ter saído do seu auge. Ninguém ficou no topo 237 semanas seguidas (e nem ficará nesta geração).
      Caiu de produção a olhos vistos depois de 4 anos no topo.
      Restaram no circuito o Nadal, especialista de saibro que é bom nas duras (mas já fez o suficiente contra Djokovic em finais de Slam).
      Aí sim começa a verdadeira entressafra: nenhum tenista capaz de ganhar Grand Slam (Delpo e Wawrinka sempre baleados. Wawa quando não esteve baleado venceu TODAS as finais de slam do Djoko)
      Todos, absolutamente todos os outros não são fora de série em seus auges, exceto Djoko e Nadal, que teve sua versão prime em 2010.
      Mas ser um fora de série, mesmo fora de seu auge, já é suficiente pra ganhar da geração passada e desta Next Gen.
      Federer também se aproveitou dessa lacuna pra ganhar Slams em cima de Cilic.
      Mas o suíço, que não tem obrigação de fazer mais absolutamente nada, ainda tem match point contra o número 1. Aliás, o que deve ter deixado a torcida Nolista com o cabide na mão…
      Seria vexatório de mais pra a torcida Nolete Federer fazer um ace.

      A VERDADEIRA ENTRESSAFRA É DE 2016 até agora.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Nossa, sério? Legal, Baghdatis de fato jogou até agora, mas que eu saiba Gonzales, Phillipoussis e cia limitada não jogaram kkk…

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Você já era nascido mesmo L F . ? Se , sim , cite os caras que caíram antes das FINAIS ? Ou melhor, pergunte ao Blogueiro o que ele acha destes citados que você tanto menospreza. Continua o mesmo do Aposentado , Cansadao e vai asneira uma atrás da outra rsrsrs Abs!

          Responder
      2. Maurício Luís *

        Realmente, é o que eu ia escrever mas deixei pra lá. Que culpa tem o tenista que o seu principal oponente não teve competência pra chegar à final? ´Slam “parrudo”… faça-me o favor… é cada uma…

        Responder
      3. Jonas

        Tem uma verdade que poucos vão aceitar. Federer hoje joga talvez o melhor tênis de sua carreira, pau a pau com 2006, só que na época ele tinha confiança de que era o melhor. Nadal e Djoko ainda tinham limitações.

        Nadal hoje é muito superior na grama e nas hards ao que era entre 2005-2007. O Djokovic é número 1 neste cenário, com esses dois monstros voando e brigando pela liderança do ranking e Grand Slam.

        O Djokovic é número 1 do mundo possivelmente na era mais difícil do tênis, tendo que competir simplesmente com os dois maiores tenistas da história.

        Responder
      4. Paulo Almeida

        Aquele Djokovic do AO 2007 e o Nadal em qualquer Slam no hard não eram nada ainda. Eu não deveria ter contado o sérvio em RG 2006, mas continua um título parrudo do espanhol.

        O resto do post é um amontoado absurdo de asneiras, começando com Roddick no auge teria vencido Wimbledon.

        Depois esse cidadão reclama de ser chamado de fedta…, ops! Não posso mais usar esse termo aqui. Porém, fanático sem noção eu posso.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Nem chamo mais isso de fanatismo. Quando o Sérvio cai antes o SLAM não é parrudo ? Ou ele estava contundido ? Federer não jogava a TRÊS anos no Saibro. Aí salvou o parrudo de Nadal ? Já que Novak caiu novamente ? Cara ,na boa , sua tese desmerece todo o Circuito . Abs!

      Responder
      1. Chileno

        Pois é. WB 2015 vale mais que WB 2009, porque ao invés de perder nas quartas, da mesma forma que o Djoko perdeu para o Haas, ele chegou na final pra desafiar o rival no auge da carreira.

        Logo… ser o 8º melhor jogador do torneio é melhor que ser o 2º. É maior aquele que perde nas quartas do que o que é vice-campeão. Muito lógico e coerente. Nada parcial.

        Responder
    3. Chileno

      US Open 2005 – Federer venceu Agassi na final. Acho que vamos todos convir que o Agassi é maior que o Murray, né?

      Australian Open 2007 – Federer venceu Djokovic nas quartas.

      E nos demais o Federer fica diminuído porque Djoko e Nadal perderam antes? O Djoko perde pro Hewitt, pro Haaas, pro Chung, pro Berdych, e o Federer é que é diminuído com isso? Muito coerente.

      Também gostaria de saber por qual critério o Murray é relevante e Hewitt, Safin e Roddick não são. O fiel da balança é o terceiro Slam?

      Responder
  33. lEvI sIlvA

    ******Repostado a pedidos de Angela e Gabil, com sua licença, Dalcim, por favor!*******

    lEvI sIlvA
    13 de julho de 2019 às 13:08
    (Dalcim, por favor, substitua o anterior por esse comentário, ok?)
    Rsrsrs Rindo muito aqui, Angela e Gabi! Calma lá gente, já achei a minha tampa sim, e se ela se depara com essa idéia de me aventurar fugindo lá pra Austrália… ai,ai,ai… estou frito, viu?!? kkkkkk
    Mas a sério, Angela, a proposta seria enviar uns 2 teclados ABNT daqui pra facilitar tua vida ao postar no Blog. E em contrapartida, sabendo que aí assiste aos jogos facilmente, gravar alguns jogos previamente combinados com a gente em boa resolução pra, daí postar no Google Drive pra gente ter acesso. Bastaria criar uma conta só pra gente ter acesso, que acha? 🙂

    Responder
    1. Angela B.

      Hehehe…eu tenho um teclado que ate dah p/ colocar acentos e etc..mas como so escrevo em portugues nas redes sociais, tenho preguica de usa-los….caso contrario, demoro demais p/ escrever!!! Sobre gravar os jogos, nunca fiz isso porque vejo tudo (ao vivo) pela internet em sites “nao oficiais”…se eh que vc me entende… kkkkk E por isso nem sei como grava-los…se eh que atraves desses sites eh possivel faze-lo…Eh possivel? 🤔 Mas mesmo que seja…acho que tb seria dificil, ja que isso poderia afetar o speed do streaming enquanto eu assisto os jogos….do you know what I mean?

      Responder
      1. Angela B.

        Mas se for possivel fazer essas gravacoes de live streaming ou transferi-los p/ outra plataforma…me passa as dicas de como faze-lo… 😉🤙

        Responder
        1. lEvI sIlvA

          Tenta ver o Wondershare Filmora, Angela. Pelo pouco que pude ver, é um programa bem completo e quase profissional. Ele, me parece, grava da tela em tempo real qualquer vídeo que esteja assistindo . Contudo, não pude testar, minha esposa foi quem disse que ele é bem completo numa versão de teste que usou aqui. Inclusive ele edita vídeos, entre outras coisas. vale a pena conferir, ok?

          Responder
  34. Maurício Luís *

    Esta final de Wimbledon 2019, histórica, mesmo daqui a 30 anos será lembrada. Será como a final da Copa do Mundo de 1950, quando o Uruguai derrotou o então favoritíssimo Brasil em pleno Maracanã, jogando um balde de água gelada na torcida. Só não vou comparar com o 7 a 1 do Mineirão, porque o suíço foi um gigante e perdeu por muito pouco.
    O que mais impressiona no Djokovic não é o jogo, um tanto quanto padronizado, mas a força mental, a calma, a presença de espírito. E isto tudo faz parte. Só talento, esforço e preparo físico não são suficientes. Uma dose de sorte também ajuda: sorteio de chaves, adversário num dia ruim, etc.
    É por essas e por outras que poucos atingem o topo do ranking, e menos ainda se mantem por tanto tempo.

    Responder
  35. Willian Rodrigues

    Com relação ao comportamento em quadra de Novak Djokovic:
    Muitos afirmam que o sérvio está sempre dando chiliques e sendo ríspido com os boleiros. Porém, devemos refletir sobre alguns aspectos…
    O ambiente em vários templos sagrados do tênis tem me lembrado torcidas de Copa Davis!! Uma idiotice sem tamanho e um prejuízo ao espetáculo, uma vez que pode implicar menor rendimento de um ou outro. A hostilização que o sérvio sofreu em algumas finais pelas torcidas de Nadal e, especialmente Federer, beira o absurdo!! Não aplaudir o digno vencedor de uma partida épica como essa recente final de WB é algo criminoso! Fico imaginando se meus sentimentos (e atitudes) seriam os mais nobres nessas circunstâncias…
    Sou torcedor do Djokovic e acompanho bem sua carreira desde 2007. Porém, não coloco isso acima do esporte e do espetáculo. Tenho enorme prazer em assistir grandes jogos! Dou graças a Deus pelas poucas oportunidades que tive de assistir Murray, Federer e Nadal e alguns outros ao vivo.
    Amo esse esporte e torço para o sérvio, e não o contrário!!
    Abaixo o fanatismo no tênis pessoal.

    Responder
  36. Willian Rodrigues

    Boa noite Dalcim! Parabéns pelas excelentes análises e pelo volume de acessos ao site!
    Leio com frequência as postagens dos colegas aqui, primeiro porque aprendo bastante e segundo, porque me divirto demais!
    Eventualmente, tomo a liberdade de postar minha opinião a respeito de determinados assuntos.
    Lembro-me dos fortes argumentos de alguns colegas a respeito do conceito de “genialidade”. A saber, a capacidade do atleta em criar/executar uma jogada inusitada, inesperada, plástica e eficaz. No âmbito do tênis, quem possui mais elementos para ser assim rotulado é Federer, sem dúvida. Por esse conceito, no futebol, muitos afirmariam que Ronaldinho Gaúcho teve mais momentos de genialidade que Messi e talvez driblasse mais que o próprio Pelé! Bergkamp e Ibrahimovic também já fizeram das suas. Já calcularam quantos milissegundos Pelé despendeu para planejar e executar aquele famoso drible-de-corpo no goleiro uruguaio durante a Copa de 1970?
    EM MINHA MODESTA OPINIÃO, Pelé é ainda apontado por muitos como o maior porque, além das inúmeras jogadas ditas geniais, ele conjugou também eficiência e regularidade. Por isso, manteve-se no topo por um longo período de tempo. Venceu três Copas do Mundo, obteve mais títulos e recordes!! Messi nunca será unanimidade em detrimento a Pelé porque nunca vencerá uma Copa (estou secando! Rrrsrs).
    Certa vez, fui achincalhado por alguns aqui devido à minha afirmação quanto à genialidade do Djokovic… Pode ter sido menos frequente ao longo de sua carreira, mas o sérvio já fez algumas jogadas extraordinárias! Quanto a plasticidade das mesmas, creio que seja uma avaliação muito SUBJETIVA. Eu, por exemplo, acho belíssimo assistir à execução das belíssimas mudanças de direção com as paralelas de backhand que ele executa como poucos.
    E quanto à efetividade Dalcim? Existe algum levantamento sobre “jogadas-de-efeito” que resultaram em pontos nos grandes torneios?
    Como o sérvio vem conjugando todos esses elementos que mencionei, assim como Federer, ele não deveria ser considerado TAMBÉM como um gênio do esporte?
    Abraços a todos

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, não existe nenhum estudo. Um ponto lindo continua a valer apenas um ponto, como disse certa vez Michael Chang. Mas acho que isso faz parte essencial do espetáculo, é o que motiva as pessoas a ir ao estádio ou a ver o jogo na TV. Djokovic e Nadal, dentro de seus estilos, também produzem lances espetaculares, sem dúvida.

      Responder
    2. Jose Yoh

      Willian, aprecio também as belas paralelas, as defesas espetaculares e o jogo consistente. Acho Djoko um dos maiores sem dúvida, mas também acho que se fosse em outros tempos ele teria bem menos títulos visto que seu jogo de rede não condiz com a posição que conquistou.

      Responder
  37. André

    Dalcim, por que o US Open é o slam mais “democrático”, onde nenhum dos big 3 acumula uma quantidade assombrosa, como nos outros.
    Tem alguma razão para isso,? Piso, clima, parte da temporada?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Existem mais concorrentes, mais jogos exigentes, a temporada tende a ter sido mais cansativa. E também o imponderável: clima úmido, um dia ruim…

      Responder
  38. Nattan Lobatto

    Li um comentário muito sensato e oportuno do caro colega Luiz Henrique. Parabéns pela lucides!

    Sim, Djoko é o grande divisor de águas nesse embate de quem é o GOAT (entre Nadal e Federer). Enquanto a comparação com Nadal recaía em head to head, piso, estilo de jogo e outras ladainhas.

    Novak é diferente, pois o cara simplesmente ganhou tudo, todos os M1000 (TODOS), finals (05), todos os Slams (16, com direito aos 4 em sequência – Nole SLam), bateu o rei do saibro no bairro de Roland Garros e o rei da grama no santuário de Wimbledom (Em 3 finais – assustador, e em 4 ocasiões), teve a temporada mais vitoriosa do tênis em 2015, grande candidato a quebrar o número de semanas como number one, a terminar como número 01 (number one) no final do ano (5 temporadas), 05 Prêmio de Atleta Masculino do ano do Laureus World Sports Awards, protagonista das duas maiores rivalidades do tênis (Rafa 54 e Federer 48), protagonistas dos 3 maiores/melhores jogos de todos os tempo (AUS 12, USA 11 e WIN 19), seus principais concorrentes são fregueses e os números só aumentam. Enfim, o cara realmente borra a cueca de qualquer fã fanático e eu até entendo. Acho que 2017 foi até bom, pois certamente, se o Sérvio dominasse aquele ano (não fez por motivo de lesão) já teria quebrado os principais recordes do ano e teria perdido a graça e motivação.

    Ainda lembro de que quando Nole batia sem dó no Nadal era muito admirado e elogiado pela torcida Federista (em grande parte composta por torcedores lúcidos e imparciais), só que o cara começou a bater de forma contundente no Suíço tb, em pleno Wimbledon (14,15 e 19)!!! Como pode!?!?!?! Que abusado… rsrsrs. Ai, senhores, o panorama mudou, ele era o grande vilão, o representante máximo do maratênis e vieram os adjetivos pejorativos, as censuras, os apelidos vexatórios etc…

    Sorte que sua torcida só aumenta juntamente com seu nome, títulos e recordes.

    Flw srs, vlw…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Nattan,

      Na verdade o tenista que de longe, mas muito longe mesmo, apanha nesse blog é o Federer.

      Apanha do Léo Gávio, dos Paulos (Almeida, F., e aquele sem sobrenome), Valmir, Luis Henrique, Roger Fedeiros, Jonas, Chetnik, enfim…

      Uma LEGIÃO que sempre pega pesadíssimo com o suíço.

      Se, portanto, não tiver caras como eu, o Renato, e alguns poucos para equilibrar a balança…

      Seria melhor mudar o nome do blog de Tenisbrasil para “Djokobrasil”.

      kkkkk

      Responder
      1. Paulo

        Grande Rodrigo,

        Sou torcedor do Djokovic, mas não tenho dúvidas de que o Federer é o maior jogador da história (disparado!!!).
        O Djokovic e o Nadal, dois monstros, nunca atingirão o nível técnico do suíço!
        Agora, existe uma grande chance de superarem alguns recordes do Federer.

        Responder
      2. José Eduardo Pessanha

        Engraçado que esses caras se esquecem (ou fingem esquecer) que os Masters antigos tinham finais em melhor de 5 sets. Federer e Nadal pegaram essa época. Djokovic deu sorte de não pegar essa época e ainda teve o benefício de desenvolver seu jogo vendo os dois multicampeões atuarem. Esse foi o grande diferencial dele.
        Com relação à torcida, essa é bem pequena, como pode ser visto pelos torneios afora.
        E os Paulo Almeidas da vida continuam nessa ladainha de entressafra. Se transferissemos esse Djokovic para a grama de 2006 ou 2008, ele apanharia de cinta.
        Abs

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Finais de M1000 eram de 5 sets realmente, e daí?
          Quantas finais de GS Djokovic ganhou de Federer e Nadal? E não são todas de 5 sets (aliás, todos os jogos nos GS)?

          Responder
        2. Carlos Henrique

          É impressionante como uma parte dos foristas se apega em bengalas falaciosas
          Dizem que Novak é favorecido pela padronização do circuito. Certamente, hoje os excepcionais, ele incluído, são favorecidos.
          Só que esquecem, ou será que fingem esquecer, que a padronização dos pisos ganhou lobby de um certo helvético. Isso não sou eu quem fala, mas um certo Tsonga: http://www.tenisnews.com.br/20236/

          A outra falácia é sobre as finais de 5 sets no master 1000.
          Até 2006, as finais eram de 5 sets. Nesse mesmo ano, no Master 1000 de Roma, duas certas coqueluches do circuito batalharam por mais de 5 horas. Por conta do desgaste natural, ambos pularam o Master seguinte, Hamburgo. É ser muito inocente achar que a opinião de ambos foi sequer consultada sobre essa mudança para melhor de 3 sets? Lembrando que inexistia a figura do Master opcional na época, o que só foi ocorrem em 2009.

          6–7(0–7), 7–6(7–5), 6–4, 2–6, 7–6(7–5)
          Engraçado que esses caras se esquecem (ou fingem esquecer) que os Masters antigos tinham finais em melhor de 5 sets. Federer e Nadal pegaram essa época. Djokovic deu sorte de não pegar essa época e ainda teve o benefício de desenvolver seu jogo vendo os dois multicampeões atuarem. Esse foi o grande diferencial dele.
          Com relação à torcida, essa é bem pequena, como pode ser visto pelos torneios afora.
          E os Paulo Almeidas da vida continuam nessa ladainha de entressafra. Se transferissemos esse Djokovic para a grama de 2006 ou 2008, ele apanharia de cinta.
          Abs

          Responder
      3. Nattan Lobatto

        Nessa eu tenho q concordar em partes. Fico perplexo, o jogo é entre Nadal x Djokovic o Federer vira tema, entre Djoko x Murray lembram do Suíço. Creio q seja esse o preço de deter os dois mais importantes recordes do esporte, semana como n 1 e n de Slam.

        Responder
      4. Evaldo Moreira

        “kkkkkkkkkkkkkkkk, é Rodrigo, se não defendermos, essa aves de rapina, não quieta………..”

        Agora, o Becker falando que tem que respeitar a figura do Djokovic?. Sério mesmo, acho que deveria ser o contrário, ele é que deveria se dar ao respeito com os outros, e a postura dele não muda, cara arrogante, irônico, e com aquele sorriso então, pasmém.
        O cara joga e tem fundamentos excepcionais, mas porém , se não melhorar a imagem dele, fica dificil, e o Federer não tem nada a ver com isso, se o público gosta mais dele, paciência, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, é cada lorota, e essa ala xiita, vamos confrontar sempre, na boa, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
      5. Jonas

        Isso é um engano. Se Federer tivesse vencido no domingo aí você veria o que é rebaixar um tenista de verdade. Os fanáticos pelo suíço iriam soltar várias pérolas aqui.

        Na verdade, a maioria que frequenta este Blog é Federista, sempre foi. Claro que tem menos posts deles, porque afinal o Federer perdeu um jogo com match point, o que dói muito pra quem torce pelo cara.

        Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      Meu caro, Nattan. Quando você postava como “ Engenheiro Lobatto “ era bem mais preciso ou porque não, mais humilde. Quem foi que disse que esses 3 jogos protagonizados pelo Sérvio foram os “ melhores da história “ ? E desde quando esses números ainda apertados entre o Sérvio , o Espanhol , e o Suíço, podem ser considerados “ freguesia “ ? Novak somente possui um Título em RG ( 1 x 6 ) , assim como o Suíço ( 0 x 6 ) , por serem fregueses de Carteirinha do Espanhol no Saibro. No total ( 7 x 17 ) . Você voltou a postar como um fanático a lá P . Almeida, Jonas , Valmir e a Kombi completa rsrsrs Abs !

      Responder
      1. Nattan Lobatto

        Posso ter me excedido, Sérgio. Mas quis me ater q o Novak leva mais perigo aos recordes da Lenda, Roger Federer. Acredito eu q seja esse o motivo de muitos fãs fanáticos, q ñ é o seu caso, a deteriorarem a imagem dele em afeição ao Suíço. Quanto ao Nadal é diferente, ele é monstro, mas sua especialiade é o barro, bem diferente de Novak que é consistente em todas as superfícies.

        Abs.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Teu comportamento no Blog do Chiquinho é outro , né mesmo Sr Paulo ? Aqui é somente repetição das postagens dos seguidores do “ sábio “ Léo Gavião rsrsrs Abs!

          Responder
      2. Jonas

        Outro que não conhece os números, ou não lê.

        Confronto geral- 26×22 Djokovic

        Todas as finais entre eles- 13×6 Djokovic

        Finais de ATP Finals- 2×0 Djokovic (não jogaram em 2014)

        Finais de masters 1000- 5×3 Djokovic

        Jogos em Grand Slam- 10×6 Djokovic

        Jogos no Atp Finals- 3×2 Djokovic

        Jogos em masters 1000- 11×9 Djokovic

        É algo MUITO expressivo, querendo você ou não.

        Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Sei… Não sabe não. Não tem nada de freguesia . E você que cravou a grande surra do Sérvio se borrou todo com os 94 Winners do Craque sobre o “ cansadíssimo “ Sérvio. Nem força o Cara teve pra dançar na festa. Segura que ainda vem mais por aí … rsrsrs Abs !

        1. Chileno

          Pra mim é apenas expressivo. Djokovic leva vantagem, sem dúvidas. Uma vantagem relevante. Mas ainda são 4 partidas em 48. 54% de vitórias. E é até natural, sendo o sérvio mais jovem, e o Federer decidindo prolongar a carreira por tanto tempo e tal…

          E MUITO relevante… desculpe, mas como eu já ressaltei aqui inúmeras vezes e você mesmo concordou comigo, H2H nunca será MUITO relevante. Muito relevante são títulos, liderança, finais, semifinais, títulos consecutivos, etc. H2H é menos relevante que tudo isso. O dia que H2H for muito relevante, a gente vai começar a torcer pros nossos ídolos perderem para qualquer um nas oitavas dos torneios pra não enfrentar o rival. Vamos achar maior alguém que desista de jogar um torneio ou uma partida porque o rival está em melhor momento. Ou pior: vamos penalizar o cara por fazer um grande torneio e chegar nas finais dos torneios e perder para um rival em grande fase. É melhor ser o 5º melhor jogador do mundo e perder nas quartas para um Raonic da vida do que ser o 2º e acabar perdendo uma final para o rival em melhor momento.

          Eu acho bem capaz do Djokovic conquistar a alcunha de GOAT mesmo, mas se isso acontecer, o H2H será um dos menores motivos. Especialmente um H2H de 54% de vitórias. Vai estar ABISMALMENTE atrás dos possíveis 21 títulos de GS, o recorde de títulos do Australian Open, o recorde de títulos de Grand Slam em quadras duras, o recorde de títulos de Masters 1000, as semanas na liderança, a quantidade de finais de GS, quantidade de semifinais de GS, etc., etc.

          Responder
          1. Jonas

            Eu acho que o retrospecto entre esses dois monstros é MUITO expressivo sim, pelo número de confrontos, tamanho dos torneios etc.

            O que não acho nada relevante é um 5×4 Roddick, por exemplo.

            Ainda assim eu concordo que títulos e semanas no topo vem muito antes de H2H. Até por isso já afirmei aqui que Federer ainda é o MAIOR da história e o Djokovic o MELHOR tenista.

    3. Gildokson

      Eu sou um torcedor do Federer que sempre admirei Djokovic (com exceção algumas atitudes catimberas) e mesmo com as derrotas dolorosas que ele impôs ao Federer se ele jogar contra o Nadal eu ainda torço pra ele.
      Mas na minha tabuada 20 ainda é maior que 16 blza?!

      Responder
      1. Nattan Lobatto

        Sim, é e muiiito!

        Ñ é esse o mérito e sim o fato do sérvio ser o grande candidato a descambar esses números. Com um grande detalhe, só veio ganhar seu 1° Slam 3 anos depois de Nada. Alcançou esse patamar atual pq é consistente em todas as superfícies. Creio eu ser esse o motivo do ranço da torcida federista.

        Responder
    4. Chileno

      Freguesia de 54% de Win Rate? 4 vitórias a mais em 48 confrontos?

      Parem de aumentar algo pequeno. O próprio Djokovic não precisa disso. Ele já tem um monte de façanhas realmente incríveis, e provavelmente conquistará outras. De todas as façanhas do Djokovic, o H2H com o Federer sem dúvidas é uma das menos relevantes. O recorde de títulos no Australian Open, recorde de títulos de Masters 1000, recorde de títulos consecutivos de Grand Slam na Era Aberta… isso sim é relevante. 4 vitórias a mais em 48 confrontos com o maestro? Pff…

      Responder
  39. Rodrigo S. Cruz

    [André Barcellos]
    18 de julho de 2019 às 14:22

    “Tem outra questão. Um tênis agressivo exige um nível de concentração maior que um defensivo. É ajuste fino, margem de erro maior, etc. Não há ninguém em sã consciência que diga que Novak ou Nadal agridam mais.
    Isso explica porque Federer tem mais winners e erros não forçados que a maioria de seus adversários.
    Multiplique isso por 20 anos de carreira e vemos o desgaste mental que sofre o suíço, o que certamente pesou na hora que sacou pra o título no domingo”.

    Exatamente, André!

    Alguns vão dizer que é desculpa de perdedor, que isso, que aquilo.

    Mas o DALCIM já comentou isso aqui, e eu acho difícil discordar.

    Se por um lado o estilo do Federer seja mais adorado por isso, por EXIBIR o “gênio” que ele tem.

    Contudo, torna o Federer muito menos “frio” do que caras como Djokovic, com um tênis mais robotizado.

    Muitas vezes, o “winning-ugly” do Djoko gera dividendos tremendos!

    Já tênis INTUITIVO do Federer é a coisa mais linda de se assistir, mas é mais perigoso, e exige uma concentração maior.

    Porque ao menos erro de cálculo, pode fazer ele perder uma partida que estava nas suas mãos.

    Vimos isso agora na final contra o Djoko.

    E vimos também isso nos dois matchpoints que ano passado ele desperdiçou contra o Anderson…

    Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Gilles WHO?

        kkkkk

        Um dos maiores PEREBAS do circuito, com aquele tênis sonolento!

        Acho que vou ficar com minha ” bengala” mesmo…

        Abs.

        Responder
      2. Chetnik

        Perfeito. Sábias palavras do Simon. Vai muito ao encontro do que eu falo sempre. Os zumbis, os deslumbrados, os nostálgicos, os ignorante, os “românticos” e, principalmente, os pedantes – 90% da torcida do bode – estão sempre confundindo conceitos diferentes. Essa confusão entre ofensividade/estilo de jogo e “talento” ou, pior, “técnica”, é absolutamente ridícula e sem sentido.

        Pegam um jogador medíocre, como o Lopez, um cara que tem 120 anos de carreira e não consegue bater um único backhand com topspin, e tratam feito um gênio, com o maior talento da história do tênis, só porque ele saca forte e gosta de volear…ele não saca e voleia porque ele tem “mais talento”, ele saca e voleia porque é assim que ele consegue vencer mais pontos, kkkkk. Mas os zumbis sem cérebro preferem romantizar. Devem pensar que o Lopez prefere perder bonito e que ele só joga assim por “convicção”, kkkk.

        Atacar exige técnica. Defender idem. Posso falar meia dúzia de jogadores que chegam em todas as bolas, assim como o Djoko e o Nadal. E outra meia dúzia que tem um preparo físico tão bom quanto. Pega os resultados deles…o ponto fundamental não é chegar na bola, é saber se defender. Porque uma coisa é chegar e mandar a bola lenta no centro da quadra. Vai perder o ponto na bola seguinte. Só adiou a derrota. Outra completamente é chegar nas bolas e mandá-las seguidamente fundas, rápidas, mudando a direção, no centro, anguladas, altas e lentas, quando preciso, etc. Isso não é preparo físico ou rapidez/movimentação. Isso é técnica na execução de golpes. MAIS, é REPERTÓRIO. Se fosse fácil, se não exigisse técnica, teria um monte de jogador medíocre fazendo a mesma coisa.

        Genialidade é ser capaz de fazer o que os outros não conseguem fazer. Os outros “baseliners” do circuito não conseguem fazer o que o Djoko faz, porque não tem a mesma genialidade. Não tem mistério. Assunto encerrado. Mas chega de falar sério. Papo de zumbi é só “argh argh argh”. Melhor ficar só zuando, kkkk.

        Responder
        1. Luiz Fabriciano

          Ótima!
          Acho o mesmo em relação a alguns tenistas. Lopez é um exemplo. É bonitinho, mas depois do tempo de circuito que você disse, ganhou um torneio na grama. Talvez ele seja muito mais eficiente sendo o diretor do M1000 de Madrid. Falam que Santoro era mágico. O que ele ganhou usando duas mãos dos dois lados?

          Responder
        2. Jose Yoh

          Perfeito.
          Outra falácia é dizer que Federer tem talento. O que o cara tem é muito treino com certeza.
          Chetnik, quando vc fala sério faz bem mais sentido do que quando quer depreciar o suiço utilizando fakes. Sugiro continuar assim. Abs

          Responder
  40. Paullo

    Tem um povo lá no grupo que fala fala mal pelas costas de alguns participantes daqui mas qdo vêm aqui comentar, se fazem de amiguinhos.
    Márcio Souza e Nando são dois exemplos

    Responder
    1. Evaldo Moreira

      Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, é mesmo!?
      Aqui e agora, virou um espaço para fofocas, e ainda cita nomes, que feio hein, mas para abalizar o tu falas: dei nome aos bois, como ditam essa fala na sociedade, e fale, muito rídiculo de sua parte falar uma asneira, ai é ser topeira demias, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

      Responder
  41. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Henrique]
    18 de julho de 2019 às 07:27

    (…) “Mas quando se comparar federer e djokovic é diferente. Djokovic vai superar federer em todo o ramo de excelência dele”.

    Menos no “ramo de excelência” que mais importa pra mim:

    Jogo bonito + Conquistas.

    Admito que fiquei com vontade de ESGANAR o Federer, quando vi ele desperdiçar aqueles matchpoints no 40/15.

    Mas tendo visto o jogo todo:

    A beleza daquele slice (ô slice lindo), os inúmeros aces, os rallies de fundo de quadra, os winners…

    Olha, pra mim, o Djokovic pode ganhar tudo que ele quiser e quebrar qualquer record que ele sonhar.

    Ele não vai chegar nunca aos PÉS do Roger Federer!

    Responder
  42. Lucas Duarte Parra

    Dalcim,como voce enxerga a questao da “next gen desbancar o big three”?
    Os jovens nao sao bons o suficiente?Os 3 grandes que sao absurdos mesmo?Os jovens ainda sao fracos mentalmente nos slams?Vejo muita gente falando disso e gostara de sua opinio sobre o assunto!
    Grande abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, o Big 3 tem um nível atlético e técnico assombroso, sobra confiança a eles e então a missão dos novatos é bem difícil. Acho que uma geração perdeu a oportunidade quando houve a baixa dos baixos, principalmente em 2016 e 2017, e poderiam ter aproveitado para se fixar, como fizeram Zverev e Thiem (já não tão Next). Mas vejo muita qualidade nesta novíssima geração e acho que irá incomodar bem mais, Lucas.

      Responder
  43. Jonas

    “Você simplesmente confirmou o que eu disse Jonas. Uma coisa é você sacar para o jogo puto da cara e com ódio no coração!

    Outra coisa bem diferente é sacar para o jogo com o estádio inteiro te idolatrando!

    Quem tem mais responsabilidade?

    Quem tem mais pressão?”

    Obviamente quem é vaiado a cada 2° serviço, a cada deslocamento, a cada gritaria na hora dos pontos. Isso faz MUITA diferença.

    Outra coisa, sair de 40-15 (match point) contra um jogador do calibre do Federer é muito difícil. E Djokovic fez isso em 2011 (com uma devolução espetacular) e em outras oportunidades. A pressão está sobre o Djokovic e ele faz questão de colocar mais ainda. É ele quem tem q passar o recorde de 20 Slams e semanas como n1, enquanto o Federer em 2009 já era tido como o maior de todos os tempos ao atingir a marca de 15 Slams. A partir dali ele não tinha mais nada a provar pra ninguém. A pressão do Federer hoje talvez seja ter Nadal e Djoko na cola, e mesmo assim ele sabe que tem físico e técnica de sobra pra ganhar o 21° Slam.

    Responder
    1. Jonas

      Você chegou a comentar sobre o Djokovic ter dado aquela viajada no segundo set. Mas isso é compreensível, já que ele fez um esforço enorme pra fechar o primeiro set, dada a importância de não deixar o Federer jogar com a vantagem. Isso é muito mental. A intensidade dele baixou no set seguinte e o Federer atropelou.

      Você acha que essa queda foi física ou mental?

      Responder
      1. Túlio

        Qdo o federer fez isso em um outro jogo, disseram que ele era gênio, que foi estratégia. Qdo é o djoko quem faz, é fraqueza mental, é um derrotado.

        Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      JONAS,

      Você definitivamente confunde defender uma posição, com mudar a opinião alheia.

      É uma teimosia cavalar para exaltar o Djoko, a todo custo, como se disso dependesse a vida…

      Pombas!

      O cara já te explicou por A+B, porque ele acha que o suíço sofre mais pressão. Chega, né? Fim de papo.

      E você já explicou porque discorda, agora deixa o cara com a opinião dele…

      Responder
      1. Chetnik

        Kkkk, falou o cara que quer a todo o custo mudar a opinião alheia. Se ofende até quando alguém não divide a idolatria pelos mesmos jogadores, kkkk.

        Responder
    3. Carlos Henrique

      Cara, desiste. A cegueira idólatra é colossal. Querem enfiar goela abaixo que no fatídico 40-15 o mais pressionado era o Federer do que o NOle.
      O pior é que cheguei a ler no post anterior a final que esse ano seria diferente de 2014/2015 onde Federer entrava pressionado pelo hiato de SLams, como se fosse ali a última oportunidade. E agora, o que dirá esse cara pálida?! kkkkkkkkkkkkkk

      Responder
      1. Ronildo

        Djokovic pressionado no 40-15? Kkkk

        Isso é piada cara! ELE ESTAVA ERA ENTREGUE! Dependeria agora de uma baita sorte para continuar no jogo! E a sorte lhe foi favorável. Teve um match-point que ele defendeu com um movimento de defesa, não com winner. E nestes casos a bola pode ir para qualquer lugar! Da mesma maneira que teve sorte para que Nadal ficasse do lado de Federer na chave e também que Aliassime sentiu pressão contra o jovem francês e não conseguiu desenvolver seu jogo! Aliassime está sendo preparado a muito tempo para ser um grande astro (o que lhe causa pressão por resultados) e se ele tivesse visto Djokovic na frente dele iria jogar sem nenhuma pressão e assim poderia causar um grande estrago. Vou te dizer uma coisa: neste Wimbledom 2019 parecia que tinha um anjo do lado de Djokovic! Ou o Capeta! kkkk

        Neste 40-15 a força mental estava do outro lado, no cara que construiu o jogo para chegar neste ápice!

        Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Ah, Jonas.

            Convenhamos, né.

            O Djokovic não teve sorte de ser “penta”. Foi penta por méritos.

            Mas ele teve sorte sim do Federer não ter encaixado um ACE ali, no 40/15…

          2. Ronildo

            Mas está se falando deste jogo específico. FOI SORTE ELE TER SOBREVIVIDO EM UM DOS MATCH-POINT.

            Lembrei de outra sorte acrescentada: que foi abreviado o 5° set. Veja que Djokovic não conseguiu nem dançar com Halep depois!

    4. Ronildo

      Depende da personalidade de cada um Jonas.

      Acredito que depois de digerirem a situação alguns jogadores não se importam mais com as vaias. Acho que as únicas vaias que poderiam desequilibrar Djokovic seriam vaias dentro da Sérvia.

      Por outro lado, um apoio maciço pode aumentar a ansiedade em outros atletas que se importam em corresponder às expectativas do público.

      Podemos sair do tênis para citar exemplos e recordar a fala de Galvão Bueno dizendo que Barrichello deveria tirar da cabeça a responsabilidade de representar o Brasil na F1 em lugar de Senna para que pudesse tirar a responsabilidade das costas e render mais. (Faz muito tempo isso)

      Tem também a reclamação de que Messi nunca jogou pela Argentina no mesmo nível de que joga no Barcelona. (Não sei se isto já foi superado, tem um tempão que não acompanho futebol).

      Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, mas é um risco. A menos que ele aposte num estilo menos conservador, o que seria aliás bem recomendável em Cincinnati.

      Responder
  44. Luis

    Dalcim ainda sobre grande final Wimbledon talvez foi grandes jogos tênis que vi pela TV vi o 5 set e acompanhei placar muito bom com seus comentários,o que acha do Federer pode ainda ficar pensando em Wimbledon e pode ser ruim principalmente pro USOPEN? Onde chances Slam diminuem apesar estar muito bem talvez esteja jogando perto do grande 2017

    Responder
  45. Luiz Henrique

    Eu vejo como barbada o sérvio ter o recorde de semanas como número 1.
    Eu acho que pros torcedores do federer essa discussão sobre federer ou djokovic ser GOAT é muito mais dura pra eles do q quando a discussão era federer x nadal.
    Isso pq com relação a nadal era só dizer que nadal era muito melhor no saibro, e federer muito melhor na grama e na hard, o que é verdade.
    Aí a discussão fica em cima de qual piso tem mais importância (ladainha) e quem teria sido mais dominante no seu piso, quem se saiu melhor fora do seu piso, etc.
    Mas quando se comparar federer e djokovic é diferente. Djokovic vai superar federer em todo o ramo de excelência dele e q os torcedores do federer sempre menosprezaram o nadal (número de semanas como nº 1, títulos de atp finals, títulos de slams na grama/hard…).

    Responder
    1. André Barcellos

      Aí entra o fator idade, por mais que queiram invalidar esse argumento. Principalmente no quesito montar
      (Isso se for falar de H2H).
      Mas em se tratando de números absolutos, pelo menos o número de semanas como número 1 pode realmente cair.
      Os outros números do suíço talvez não.

      Responder
    2. Sérgio Ribeiro

      O Sabichão não cravou que depois da surra do AOPEN , Novak desbancaria o Rei do Saibro em Rolanga 2019 fechando os 4 SLAM ? Thiem derrubou o grande Mental do Sérvio pela segunda vez consecutiva. Agora em Wimbledon, sentiu novamente que nada vai ser tão fácil assim. A não ser para fanáticos. N1 do Mundo 6 vezes Consecutivas ( Sampras ) e número de semanas Consecutivas como N 1 ( Federer ) são inatingíveis para Novak. Como bem disse o Dalcim , temos muitos jogando bem nas duras . Portanto tirar onda antes da hora parece não ser muito aconselhável, caríssimo L.H. Abs!

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Eu cravar que Djoko ganharia RG?
        Claro que não.
        Ao contrário das hards e grama, a temporada de saibro é interessante e imprevisível, com Nadal e Thiem sendo grandes concorrentes.

        Responder
      2. Ronildo

        Eu também tenho este ponto de vista Sérgio. Lamento mais que o 5° set foi abreviado do que pela perda dos match-points, pois Federer estava caminhando para a vitoria.

        Responder
    3. Anderson P

      “Os números máximos do tênis”, “Os números que realmente importam” concordo, vão cair.
      Aí vou querer ver quais serão os argumentos. “técnica refinada”, “finesse”…

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Pois é.

          E a tua igreja nem precisou nem mudar de abreviação.

          Continua sendo IURD, né?

          kkkkkkkkk

          Igreja Universal do Reino Djokovic

          Responder
    4. Roberto Cerqueira

      Mas vc tem que torcer para ele não reatar com o guru, não despedir o Vajda, não voltar a abraçar árvores, não se contundir e não ter problemas familiares.

      Responder
  46. Maria izabel

    Bom dia Dalcin.
    Penso que não está nos planos do Nadal a corrida pelo número um.Agora tem que descansar ,fazer menos jogos até US OPEN, Finals. É muito difícil tirar o número um do Djockovic, a diferença é grande e tende aumentar.Nadal deve se precaver para os Slans que ele quer vencer.
    Djocovick é o candidato a todos os torneios que disputar,é o cara a ser batido.mas como está jogando levará os Slans que ele quer esse ano.Ultrapassar os 20 do Federer é a meta dele.
    Quero ver jogos excelentes,tomara que a Next Gean, se concentre mais.Li que o Shapo é Youtuber, viciado em redes sociais daí nas quadras vê-se como está seu tênis.
    Você sabe dizer se outros tem atividades que atrapalham os treinamentos?
    Exceto o Kyrgios que treina dia sim dia não, e Zverev com problemas de namoros,essa garotada está é curtindo a vida,pela idade já têm o suficiente para seus consumos.Uma pena,se tivessem o profissionalismo do Big Three seriam páreo nas quadras.Muito preguiçosos.É torcer para dar um click neles,pois o tênis que nós gostamos de assistir,daqui a pouco não teremos quem ver depois do Big Three.

    Responder
  47. O LÓGICO

    Fico imaginando como estavam as cabecinhas ocas das nadalzetes tresloucadas assistindo à final de W: torço pelo Federer ou pelo Djokovic? Meus Deus, que dúvida kkkkkkk. Se der Federer ele volta a abrir 3 slams de vantagem; se der Djokovic ele cola no rabo do nosso “lindo” tenista kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk A verdade é que o Sísifo é carta fora do baralho para a disputa do GOAT: por ser UNIDIMENSIONAL e praticar a pior espécie de tênis que já apareceu em nossa galáxia kkkkkkkkkkk

    O currículo do Fedex dispensa comentários, a não ser para as djokovetes que pretendem a todo custo fazer emendas toscas, como ocorre com o Almeidão kkkkkk, que vive na era das trevas e acredita que o Sol é que se move em torno da terra kkkkkk. E o currículo do Djoko é digno dos grandes e, sem dúvidas, aquele que mais se aproxima em qualidade e quantidade do de Roger.

    Eu não tenho dúvida alguma que se as quadras não fossem padronizadas para serem lentas, o robozinho do inferno, que tem mais de 70% dos seus títulos na LAJE, teria esse percentual próximo de 100%. Já em relação ao Djoko penso de forma contrária: acho que ele teria um número de slams tão variado quanto tem e em grande número. Djokovic é um tenista de qualidade muito superior ao tourinho kkkkkkkk Ganhar cinco vezes em W, e três delas encima do Rei, não é pra qualquer um. No finals idem. Basta ver que ele é recordista do slam de quadra mais rápida do circuito. Então, não sejamos teimosos: Djokovic é um tenista pra quem o título de GOAT cai muito bem. Mas daí dizer que ele tem um tênis melhor que o de Roger Angel só porque ganhou mais vezes nos confrontos diretos, é uma falácia que se dissolve com 5 minutos de youtube. Ninguém possui ou possuiu um tênis tão espetacular e vencedor ao mesmo tempo – e não são as nuances interesseiras, que podem ser forjadas prum lado como pra outro – que vão desmentir essa fato cristalino.

    Agora, temos um problema Lógico pra jogar no colo do Almeidão terra planista kkkkkkk. Pelos números, desde 2011 que Roger e o UNIDIMENSIONAL não são páreos para o Djokão (FATO!!!!). Então, se ele não ultrapassar Roger em slams e isso se dever às suas derrotas para outros tenistas, estaremos diante de um grande paradoxo: ele será visto como o tenista que ganha dos titãs e perde para os humanos kkkkkkk. E eu pergunto se isso não é mais vexatório do que ganhar dos humanos e perder para um titã kkkkkkk. Fui rápido no raciocínio Almeidão?

    Nadalzetes, no final da história desses três, e com justiça, o robozinho será visto como aquele tenista “esforçadíssimo” e “limitadíssimo” ,entre os grandes da história, que sonhou um dia ser o GOAT, mas que não conseguiu porque não tem pedigree de GOAT kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    1. GK

      O tamanho dos comentários do Lógico são inversamente proporcionais ao nível do desespero, por isso andam cada vez maiores. Podem reparar.

      Responder
    2. marcilio aguiar

      Excluindo-se o tratamento pejorativo ao Nadal, com o qual não compactuo, a análise é ótima, calcada em pura LÓGICA e fatos.

      Responder
    3. Rodrigo S. Cruz

      Muito bem, Lógico.

      É como você diz….

      O Djokovic pode conquistar o que ele quiser, que nunca vai ter um tênis com a mesma exuberância do suíço.

      Aliás, vencedor e exuberante ao mesmo tempo, é difícil aparecer outro em uns 200 anos.

      Responder
      1. Maurício Luís *

        Não tem como se afirmar isto com um mínimo de certeza. Porque pode haver períodos de contusão ou mesmo de desmotivação. É um exercício de adivinhação inútil, mas que grande parte dos internautas aqui o fazem.

        Responder
        1. Anderson P

          Sem dúvidas… o futuro é incerto em todos os sentidos, e a gente vai tentando adivinhar o que vai acontecer com base no passado e presente.

          Responder
    4. Márcio

      Brilhante análise!

      Em boas conversas já fizemos essa análise também, ver para quem cada um dos titãs perdeu. Temos um fato interessante que, um cara que incomodou o dioco no slam foi o wawrinka, q pertence a uma geração posterior ainda à dele, o que ajuda a ratificar ainda mais o fato de a entressafra ser os últimos dez anos, em que titãs cansados.. Federer Nadal, prevalecem ainda num circuito vergonhoso onde ninguém consegue manter resultados.
      É uma boa análise, mas o fato continua sendo os três serem ases do esporte, Federer melhor jogador de todos os tempos, o maior talvez em aberto mas ainda nas mãos do suíço. A braços

      Responder
    5. Evaldo Moreira

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, almeidão…ão…ão, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, esse Lógico foi demais………..
      Gostei das análise e fatos apresentados pelo lógico, agora Almeidão, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, essa foi demais…
      Almeida, almeidinha, almeidão…ão, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
  48. Jose Yoh

    Bem, esta foi mais uma última vez que vimos os três em boas condições jogando um torneio. Rezo por outras mas a probabilidade vai diminuindo.
    Acho que daqui para o final do ano o que vai definir o ranking é a condição física de cada um, com chances grandes dos três não participarem de vários torneios.

    Responder
  49. Ronildo

    Números interessantes tirados do site Tênis Brasil:

    Mais vitórias depois de perder os 2 primeiros sets: Boris Becker, Aaron Krickstein e Roger Federer (10)

    Mais vitórias depois de salvar match point: Nicolas Lapentti, Greg Rusedski e Goran Ivanisevic (16)

    Responder
  50. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]
    17 de julho de 2019 às 21:02

    (…) “Pra mim ele é um gênio, porém se mostra MUITO abaixo dos rivais neste aspecto. Posso estar enganado, mas o que vi pré 2017 foi um suíço submisso ao seu maior rival Nadal. E isso mudou não por demérito do Nadal, mas pelo Federer que decidiu adotar outra postura em quadra, e isso é muito mental. Duvido muito que ele sairia de 1-3 no quinto set daquela final não fosse por este importante detalhe”.

    É que o “grosso” dos jogos que o Federer perdeu pro Nadal, foi no saibro: 14 derrotas e 2 vitórias.

    De resto, eu concordo com você.

    Porque essas seguidas derrotas em RG, mexeram muito com a cabeça do suíço.

    Criaram um bloqueio; e de repente ele passou a duvidar até que venceria o Nadal, em quadras mais rápidas.

    Felizmente, a mudança de paradigma do suíço (em especial após a final dos Aus Open 2017) fez que ele visse que o Nadal, não era, por fim, esse “bicho de 7 cabeças”…

    Responder
  51. Rodrigo S. Cruz

    O Djokovic e o seu staff pensarão em alguma solução tática contra o Federer, pro US Open?

    Porque ” vamo combinar”:

    Aquele slice do suíço (pelo menos na grama) estava deixando o sérvio quase maluco.

    Repare, que por outro lado, o “slice-CALANGO” do Djoko continuou mostrando-se ineficaz.

    Não fez nem cócegas no bom velhinho…

    Responder
    1. Marco

      1 – O slice do Federer não tem o mesmo efeito na quadra rápida que fez em Wimbledon.
      2 – O saque do Djokovic é melhor na quadra rápida que na grama, esse foi inclusive um dos grandes fatores de complicação do sérvio no jogo, já que o Federer retornava a grande maioria dos serviços do sérvio.
      3 – A bola vai pular mais e chegar mais rápido no backhand do suíço, o que deve complicar mais ele.

      Enfim, creio que quem tenha que estar mais preocupado seja o Federer, afinal, mesmo não jogando o seu melhor o sérvio conseguiu vencer. Já o suíço fez basicamente uma das melhores exibições da carreira… pelo menos contra o sérvio foi, sem dúvidas, a melhor.

      Responder
  52. Ronildo

    Falar em força mental, A VERDADEIRA FORÇA MENTAL, não aquela que faz um indivíduo ganhar uma partida de tênis num golpe de sorte, mas aquela que faz o indivíduo ter resiliência e enfrentar adversidades aconchapantes por um longo período em busca de um objetivo. NUNCA APARECEU UM TENISTA COM A FORÇA MENTAL DE ROGER FEDERER!
    Vejam o exemplo: superou de maneira formidável a fase em que duvidavam que ele venceria novamente seu principal rival, Rafael Nadal. De tal forma que muitos tinham esperança que ele venceria Nadal este ano em RG! Que superação!
    Outro exemplo: tem travado verdadeiras batalhas nos principais torneios com o melhor jogador da última década: Novak Djokovic! Mesmo perdendo várias seguidas, está lá, não foge da raia, pois acredita (força mental) que tem tênis para vencer um destes torneios. Mesmo tendo passado da idade ideal para ser campeão destes torneios tão duros! Quem sabe um dia ele também conta com a sorte em algum ponto final! E quem sabe ele também tem a sorte de Nadal dar uma canseira em Djokovic numa semi-final!
    Comparando a força mental de Roger Federer com a de Biorg Borg, outro ícone da força mental (da falsa, para quem sabe distinguir): quando Borg viu surgir uma nova geração de grande qualidade, deu no pé! Se Roger Federer tivesse o mental de Borg, teria desistido da carreira depois de perder Wimbledom 2008 e AO 2009 para Nadal!
    O mundo do tênis nunca viu alguém com a resiliência qualitativa de Roger Federer? Porque resiliência qualitativa? Porque não adianta alongar a carreira para ser saco de pancadas dos melhores. É para vencer Roger Federer tem que ralar muito. Se esborrachar no chão como o número 1 faz atualmente!

    ISTO SIM É FORÇA MENTAL!

    Alguém vai encarar?

    Responder
    1. Gildokson

      Eu concordo contigo Ronildo, eu até toquei nesse assunto no post passado com o Dalcim. Se formos olhar por esse lado não tem como dizer que Federer não tem uma boa cabeça, a tal força mental, se fosse outro cara ja tinha largado esse osso no mínimo em 2015, ali ja era quase certeza na cabeça de quase todos que ele não encontraria novamente o caminho dos Slans, inclusive era a piada mais frequente aqui no blog e o cara continuou ali. Isso só pode ser uma baita força mental.
      Depois daquela final do AO 2009 onde ficou sacramentado a barreira que Nadal impôs… e cara continuou, e provavelmente vai continuar mesmo depois dessa dor de domingo.
      Em relação aos MPs acho que no segundo o erro foi na escolha da bola, em vez de preparar tinha q ter ido pra definir no risco mesmo. Mas fazer oq neh… quem somos nós pra dizer oq Federer devia ter feito.

      Responder
    2. André Barcellos

      Tem outra questão. Um tênis agressivo exige um nível de concentração maior que um defensivo. É ajuste fino, margem de erro maior, etc. Não há ninguém em sã consciência que diga que Novak ou Nadal agridam mais.
      Isso explica porque Federer tem mais winners e erros não forçados que a maioria de seus adversários.
      Multiplique isso por 20 anos de carreira e vemos o desgaste mental que sofre o suíço, o que certamente pesou na hora que sacou pra o título no domingo.

      Responder
      1. Carlos Henrique

        Verdade. Karlovic, Isner e o reaggae boy alemão Dustin Brown são o supra sumo do tênis concentração hahahahahha
        Esses foristas são pandegos.

        Responder
    3. Fonseca

      Sim. É sempre essa falácia de Roger não é reaçudo, não vibra, é blassé, não tem preparo e só jogo na base da técnica privilegiada…

      Ele é SUPER raçudo, cuida do preparo físico, não desiste nunca. Em pleno 38 anos, faz anos que não é atropelado por 61, 60, 62… Raramente pede até por 63 um set.

      Responder
    4. O LÓGICO

      Ronildão kkkk, eu já falei isso há muito tempo atrás, ambos estamos corretos: outro já teria fugido da guerra. E tem mais: a condição de disputa no plano mental é sempre favorável ao robozinho das trevas e ao Djokão kkkk. Eles vieram na cola de Roger Angel, e não o contrário. Isso faz toda a diferença: quando Roger já possuía vários títulos e já era visto como o melhor de todos os tempos, esse dois tenistas vinham na cola dele com toda a motivação possível e sem a responsa de justificar, mesmo que não quisesse, o título de GOAT. Em nenhum momento da história do tênis tivemos a situação de uma lenda ter dois tenistas tão ganhadores e mais novos disputando terreno com ele. E dois que seriam o segundo e terceiro maiores da história. Sem falar que eles chegaram num momento em que, de fato, a padronização das quadras lhes deixaram mais confortáveis para disputar os títulos. Imaginem os dois tendo aparecido primeiro, Roger aparecendo com cinco anos mais novo e querendo ganhar títulos com toda motivação possível e sem a cobrança devida? E pra temperar melhor: imagina se nesse momento a padronização fosse no sentido de deixar todas as quadras mais rápidas. Como disse acima, não tenho dúvidas que Djoko ainda assim seria um grande vencedor, mas o robozinho seria o pinico onde Roger e ele cagariam. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
  53. Arthur

    Dalcim,

    Sei que tô chegando atrasado na conversa, mas só pra deixar meu ponto de vista:
    Há pouco mais de dois meses, o Nadal ganharia o 12º RG e a galera já o cravava como favorito em WB e dizia que ele passaria o Federer já em 2020.
    Agora, com a vitória do Djokovic em WB, a mesma história, sendo que a distância de slams entre o suíço e o sérvio é de quatro slams (o que, traduzindo em tempo, significa “apenas” uma temporada inteira).
    Meu aviso é: calma, galera. Don’t believe the hype. Tênis é um esporte muito dinâmico. 3 Slams (no caso do Nadal) e 5 Slams (no caso do Djoko) é muita, mas MUITA coisa.
    Não custa lembrar que até WB do ano passado, o sérvio estava numa draga sem fim. E, desde 2013, Nadal só ganhou um único slam fora do saibro (USO de 2017).
    Além disso, o Federer pode muito bem voltar a ganhar outro Major. Ou alguém, em sã consciência, excluiria o suíço do rol de candidatos a qualquer título depois dessa campanha em WB?

    Um abraço.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Excluir , caro Arthur ? Nem brincando. Tem tudo pra tirar um sarro encima de Novak já em Cincinatti. Do jeito que jogou WIMBLEDON, bota o Sérvio como um dos favoritos para o USOPEN. E não o único. Aí discutiremos de novo o “ fraquíssimo “ Mental do Craque Suíço rsrsrs Abs!

      Responder
  54. Lucas

    Federer jogou muito , essa derrota deve estar doendo demais no suiço , tendo matchpoints a disposição , e vendo não somente Nadal , já no retrovisor , mas o queixudo Sérvio se aproximando perigosamente do seu recorde de slams . Se em 2014 e principalmente 2015 , Federer nas finais com Djokovic , nunca esteve perto de vencer , nesta edição de Wimbledon esteve por uma bola , que não veio , por méritos do sérvio que não largou o osso , mas também por demérito do suiço , que não forçou o primeiro saque nos seus 2 pontos do campeonato , se atrapalhando depois .Assim fica difícil . Caso Djoko o ultrapasse , o suiço não vai poder dizer que não teve oportunidades de impedi-lo , afinal de 2014 pra cá foram 4 finais de slam entre os 2 , todas vencidas por Djokovic.

    Responder
  55. Rodrigo S. Cruz

    [Nando]
    17 de julho de 2019 às 11:06

    “Mestre, qnd vc lê “nego” falando “Slams de peso”, tu chora ou dá risada? Kkkkkk”

    NANDO,

    O Dalcim te deu uma resposta salomônica, mas eu vou dizer o que penso…

    Esse negócio de ” SLAM DE PESO” não passa de choro e esperneio pro fato de não aceitarem que o Federer tem 4 Slams a mais do que o Djoko…

    E desespero costuma atiçar a criatividade. (rs)

    Comecei a ler essas coisas em 2017, quando o sérvio se contundiu, e tinha 8 majors a menos…

    Aí, eles pensaram:

    ” Puta que o pariu! O que faremos se isso atrasar a carreira do Djoko, e ele acabar não tendo tempo de alcançar o suíço?”

    Foi quando bolaram essa FALÁCIA de Slam de mais e de menos peso.

    A outra celeuma da ” entressafra”, já estava mais do que batida…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Eu não canso de dar risada é de torcedores do Fregueser querendo empurrar como GOAT um cidadão com 13 GS em cima de ninguém e que apanhou de 2004 a 2014 do Nadal e de 2011 até os dias atuais do Djokovic. Até aprendeu a bater no espanhol fora do barro de 2015 pra cá, mas no sérvio até agora nada. Deve ser um sofrimento inigualável torcer para o rei dos Majors mentirosos.

      Em qual esporte existe algum GOAT com esse “currículo”?

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Os dois últimos duelos do Federer e do Playmobyl, foram extremamente parelhos.

        Podendo ir para qualquer lado.

        Sendo que o último, não foi o Djoko que venceu, e sim o Federer que perdeu…

        Se ele fosse tão melhor que o Federer, assim como você diz, era para vencê-lo com muito mais facilidade concorda?

        O sérvio é número 1 (só pega chave baba), é mais jovem, com um físico mais privilegiado, e está no auge.

        Seguir ganhando jogos do suíço, no detalhe, não é mais do que obrigação!

        Portanto, o que vai contar no final são o número de Slams mesmo…

        Abs.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Errado, foi o Djoko quem venceu com seu enorme talento metendo bola no pé do Fregueser e depois mandando uma passada perfeita de forehand. O suíço só não apanhou nos últimos dois jogos porque largou a tática burra de ir pra rede toda hora, mas ainda assim não consegue vencer o GOAT.

          Aceita que dói menos!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            E que talento é esse, que vence um jogo aceitando tomar uma “piaba” de 40 winners a menos?

            (rs)

    2. Nando

      Pois é, Rodrigo…esses “caras” se superam a cada dia nas asneiras…
      Volto a repetir: eles mais comemoram a derrota do Federer, do q a vitória do djokovic.

      Responder
    3. Paulo F.

      Ué, o teu brother Renato (onde tu andas? kkkkkk) vive estratificando os Slams (obviamente com mais peso para aqueles que mais favorecem o Roger Federer) e tu nunca falou nada.
      Ah, claro, quando é uma federista histérica, o Senhor consente….

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Paulo,

        Só me responde uma coisa, com toda sinceridade:

        Você acredita nessa ideia ENERGÚMENA, de que Slam só tem peso, se Djoko, Nadal ou Federer forem vencidos pelo caminho?

        Responder
        1. Chileno

          Não tem sentido nenhum isso. Pela lógica deles, o Djokovic seria menor se ao invés de perder pra Chung, Istomin, Haas, Berdych… ele tivesse chegado na final e perdido pro Federer. Analogamente, o suíço acaba sendo diminuído por, ao invés de perder para caras quaisquer nas rodadas iniciais, chegar nas semifinais ou finais, e perder para o Djokovic no auge. Qualquer pessoa razoável percebe que o mérito de ter chegado na final é muito maior do que o demérito de perder para o (por enquanto) segundo maior jogador da história.

          Responder
      1. Paulo F.

        – Aiiiiiiiii, uiiiiiiiiiiiiiii Wimbledon e US OPen tem mais pesoooooo, pois ~soa os que o Federer mais ganhoooouoooou !!!
        (Renato)…

        Responder
        1. marcilio aguiar

          Meu nome não é Renato, falo por mim. Quando mencionei Slams de peso não foi sobre os torneios em si, todos disputados basicamente pelos mesmo grupo de tenistas. Me refiro a essa ideia de graduar o campeão pelo adversário que enfrenta na final.

          Responder
          1. Chileno

            Essa evidentemente é uma groselha imensa. Mas o engraçado é que a turma comenta que isso é besteira, mas falam a mesma coisa enviesada para o outro lado. Ora… se você acha isso idiota, porque faz o mesmo pendendo para o outro lado?

  56. Naira

    Dalcim, boa noite. Após a decisão épica de Wimbledon, eu precisei de um tempo para refletir e tentar entender esse jogaço de tênis. Eu já vi muitos jogos de tênis com disputa acirrada onde qualquer dos jogadores poderia sair vencedor, mas este foi o primeiro que eu me lembre, onde nitidamente, o jogador que jogou melhor a maior parte do tempo, ou seja o melhor jogador da partida, perdeu. Já vi isto acontecer em vários outros esportes mas no tênis foi a primeira vez. O próprio Djokovic reconheceu que Federer jogou melhor. O Djokovic conseguiu se manter vivo durante o jogo e venceu os pontos principais vencendo o jogo no final. Foi um jogo de infartar… Me recordo de alguns jogos onde o melhor jogador perdeu o jogo por ter problemas físicos, mas nitidamente não foi este o caso no jogo em questão. Para minha surpresa, tive a impressão que o Federer foi superior ao Djokovic fisicamente. Parecia estar mais inteiro fisicamente. Então eu lhe pergunto, voce se recorda de algum outro jogo de tênis onde o melhor jogador do jogo perdeu (não por problemas físicos)?
    PS: Não estou entrando no mérito se Federer é melhor que Djokovic ou vice-versa, simplesmente estou constatando um fato de que Federer jogou melhor e perdeu.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Olha, eu acho que Federer jogou tecnicamente e talvez até taticamente melhor do que o Djokovic, mas perdeu os dois primeiros tiebreaks e estava com uma quebra atrás no quinto set. Então não sei se é justo dizer que Federer jogou melhor do que Djokovic o tempo todo. Acho que os dois fizeram um grande jogo, porém com lacunas e alguns ‘apagões’, como foi o caso do Djoko no segundo set e de Federer nos tiebreaks.

      Responder
    2. André

      Tive a mesma sensação! E achei um artigo interessante sobre isso, mas desatualizado e que cita a final de 2009, vencida, curiosamente, pelo Federer:

      https://revistatenis.uol.com.br/artigo/o-que-os-numeros-dizem-no-tenis_3192.html

      No geral, essas partidas acabam revelando o poder mental do ganhador, que mesmo com menos pontos/oportunidades acaba se sagrando vitorioso. E, no geral também, são as melhores partidas e sempre lembradas por muito tempo!!

      Me lembro de outros jogos assim (é subjetivo, mas fiquei com a mesma sensação): Thiem vs. Nadal, em que o espanhol ganhou depois de um pneu e, muito provavelmente, fez menos pontos; Djoko vs. Nadal em RG, em que o sérvio perdeu depois de tocar na rede; Nadal vs. Kyrgios em Acapulco nesse ano (espanhol merecia muito mais)

      Para esses jogos fica a máxima do “jogou como nunca e perdeu como sempre”!

      No futebol tb o que vale é bola na rede, assim como no tênis o que vale é o último ponto… Djoko foi campeão e foi merecido… mas a final, do jeito que foi, gera a sensação de que o Federer também merecia muito e que jogou melhor. E, no caso do suiço, o mundo dá voltas… ganhou do Roddick merecendo também, mas assim como na final de 2019, como telespectador, achei o resultado “injusto” com o perdedor

      Responder
    3. Chileno

      No tênis isso é muito possível por conta até da estrutura de pontuação, com games e sets. Essa estrutura torna alguns pontos mais importantes que outros. Em termos práticos, vencer um set por 7/6 ou por 6/1 dá no mesmo. Da mesma forma, vencer um game de 0, ou vencê-lo depois de várias igualdades e salvando um punhado de break points, também dá no mesmo. Então no fim, um cara que vence uma partida por 7/6, 0/6, 7/6, 1/6 e 7/5 acaba vencendo menos pontos, quebrando menos vezes o saque do oponente, confirmando menos saques dele próprio, mas ele conseguiu fechar mais sets e venceu mais pontos “importantes”.

      Acho que já vi todos do Big 3 fazerem isso. Vencer jogos na marra. Acho que o Nadal é provavelmente o jogador que eu mais vi vencer “jogando pior” do que o adversário. O cara sacando melhor que ele, fechando com facilidade seus games de serviço, e o Nadal penando pra confirmar os saques dele, enfrentando igualdades, salvando break-points, mas confirmando com esforço. Aí o oponente oferece um único break-point no 4/4, e o espanhol que já salvou 6 deles pula na jugular, e leva o set.

      Responder
      1. Carlos Henrique

        Exato. Isso é nodal da importância do mental no tênis.
        Negar isso é negar o próprio esporte.
        Essa conversa de perdeu sem merecer é balela das grandes.
        Você é bem lúcido, Chileno

        Responder
  57. Maurício Luís *

    Novak Djokovic teve SORTE? Talvez. Segue abaixo, para reflexão, a seguinte frase:
    ” Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho.” – Tiger Woods, golfista.

    Responder
  58. lEvI sIlvA

    Dalcim, não sei se é só uma impressão pessoal, mas pode ter um fundo de verdade nisso. Creio que, a maior dificuldade dos jovens talentos no tênis em administrar o sucesso repentino ou cobranças tenha estreita relação com as mídias sociais de hoje. Há maior exposição, cobrança e conseqüente pressão por parte de todos em cima de jovens que, não raro, estão vulneráveis demais a tudo isso. Só a título de exemplo, quantos comentários aqui mesmo execram Federer, nadal e Djokovic por uma ou outra aparente vacilada num jogo, em especial numa Final de GS, não é mesmo? Daí eu pergunto, a eles com certeza maduros e mais vencedores tais coisas não afetam. Mas como é que os mais jovens assimilam isso da imprensa e fãs torcedores ao ver isso nas redes sociais?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Seria um absurdo se eles estiverem sendo afetados pelas mídias sociais. Se não tem cabeça para suportar a pressão da carreira, aí é melhor nem começar a jogar tênis.

      Responder
  59. Gabi

    Deu no tenisbrasil que o Djoko, muito cansado, não chamou a Halep para dançar no jantar pos conquista do título.
    Po!! O que custava?!
    Garanto que o Luiz Fernando teria feito as honras da casa, mesmo a romena não sendo o seu “tipo”.
    Se bem que, acho, ela preferiria muito mais dançar comigo rsrsr.

    Responder
    1. Miguel BsB

      Kkkkkkkkk
      Gabi,se fosse pra dançar com uma gata sarada de belíssimos olhos como a Halep, eu começaria a treinar forte hj e daria um jeito de ganhar Wimbledon rsrs

      Responder
  60. Leonardo

    Boa tarde Dalcim
    O instagram do tenisbrasil postou hj um vídeo espetacular, o match point de 2012 em wimbledon e o 2° match point sacando do federer ( que o djoko passa ele na rede ).
    Me pareceu a grama bem mais lenta neste ano de 2019, o ponto é quase igual.
    Ao ver o vídeo, qual sua opinião ? Abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Pois é, eu vi também e estava comentando agora há pouco com o Paulo Cleto sobre isso. O Federer seguiu seu instinto e um padrão muito claro. O lance é incrivelmente parecido. Claro que eu e o Paulo concordamos que Federer cometeu um erro evidente, que foi oferecer o forehand na corrida num aprroach que não teve a profundidade necessária. O correto (puxa, quem diria que iríamos falar no correto para Federer rsrs) seria ir para o winner e não para o approach.

      Responder
  61. Ronildo

    Faz tempo que ouço falar em “força mental” no tênis. E durante todo este tempo me convenci que é apenas uma expressão rasa de pessoas que embora entendam de tênis, nunca pararam para pensar seriamente porque se expressam desta maneira.
    O primeiro grande tenista que foi qualificado com esta “incrível força mental” foi Nadal. Certa vez eu até fiz um comentário dizendo que o próximo passo de Nadal seria ganhar partidas controlando a bolinha mentalmente e faria o movimento com a raquete apenas para disfarçar sua “incrível habilidade”. (Para tirar um sarrinho)
    O tempo passou e Roger Federer, tido como “molóide”, “cérebro de geléia”, está ganhando a maioria das partidas de Nadal!
    O que aconteceu? Alguém pode responder objetivamente usando a tese da “força mental”?
    Eu respondo!
    Federer aprendeu a tirar a responsabilidade de suas costas nas partidas contra Nadal! Tão simples! Não há mais pressão na mente dele para ele vencer Nadal! Nadal continua ganhando no saibro porque é melhor no saibro.
    Porém, respondendo a pergunta usando a tese simplista da “força mental”, este fenômeno da mudança de postura de Federer diante de Nadal ficaria assim:

    “Roger Federer aperfeiçoou seu poder mental e ultrapassou Rafael Nadal neste quesito, ficando apenas atrás de Novak Djokovic”!

    ISTO NÃO É RIDÍCULO!!!

    Responder
    1. Miguel BsB

      Meu amigo, se vc ta duvidando e questionando a capacidade e força mental que o tenis exige, vc jamais jogou o esporte, disputou partidas valendo alguma coisa ou algum tipo de campeonato, com o objetivo de vencer…

      Responder
      1. Ronildo

        Ninguém está duvidando de nada Miguel. Estou apenas explicando esta tal “força mental”. Você pode dar a sua explicação também.

        Responder
        1. Miguel BsB

          Vamos lá Ronildo, com td respeito, e rebatendo os seus argumentos com um copia e cola,que eu não sou muito fã, mas vai lá.
          Peço desculpas se o comentário ficar muito extenso:

          “Faz tempo que ouço falar em “força mental” no tênis. E durante todo este tempo me convenci que é apenas uma expressão rasa de pessoas que embora entendam de tênis, nunca pararam para pensar seriamente porque se expressam desta maneira.”

          Ronildo, essa expressão força mental é usada, imagino, desde os primórdios do tênis, e por todos os especialistas, tenistas, ex tenistas, ex campeões, etc…então, não pode jamais ser chamada de expressão rasa, que nunca pararam pra pensar pq se expressam dessa maneira. Livros e mais livros, artigos, foram pensados,escritos e publicados sobre essa tal força mental, que é, na verdade,inerente a praticamente todos os esportes de competição…um dos maiores clássicos escritos para o tenis, para outros esportes, e pra vida em geral, the inner game of tennis, é todo voltado nessa direção.

          O primeiro grande tenista que foi qualificado com esta “incrível força mental” foi Nadal. 

          Todo grande campeão possui/possuiu “está incrível força mental”. Bem antes do Nadal, tivemos La ver,Borg, connors etc etc…

          ” o tempo passou e Roger Federer, tido como “molóide”, “cérebro de geléia”, está ganhando a maioria das partidas de Nadal!
          O que aconteceu? Alguém pode responder objetivamente usando a tese da “força mental”?”

          Sim. Federer conseguiu ajustar seu jogo tática e tecnicamente ao jogo do Nadal, e, conseguindo êxito com essa nova tática, adquiriu confiança, sentimento primordial para se ter a chamada força mental. Sem confiança, ela não existe….

          “Federer aprendeu a tirar a responsabilidade de suas costas nas partidas contra Nadal! Tão simples! Não há mais pressão na mente dele para ele vencer Nadal”

          Mas é exatamente essa capacidade de saber lidar com a responsabilidade/pressão que se chama força mental. E vc diz que ela é superestimada. A capacidade de lidar com isso da melhor maneira se chama forca mental.se ele aprendeu a apagar a pressão da mente dele ao jogar contra o Nadal, ele se fortaleceu mentalmente!
          Abs

          Responder
          1. Ronildo

            Obrigado pela explicação Miguel. Estas são coisas óbvias.

            Porém, não é nem um pouco óbvio assim o sentimento e a consequente carga emocional que cada tenista leva para dentro da quadra. É justamente por isso que chamo a expressão força mental de algo raso. Porque é rasa? Porque é superficial diante de toda a diversidade e profundidade do sentimento humano! Assim, me desculpem todos os “mestres” que já usaram tal expressão!

            Vamos pegar o exemplo de Roger Federer: não tem um estádio que ele entre sem ser praticamente venerado! Ou seja e traduzindo: FEDERER SABE QUE A AMPLA MAIORIA DAS PESSOAS PAGARAM INGRESSO PARA VÉ-LO VENCER A PARTIDA!

            Assim, só uma pessoa completamente dissimulada ou completamente anorda não reconhece que a carga emocional e consequente pressão que Federer carrega é maior do que a de Nadal e Djokovic!

            Djokovic por sua vez só precisa “odiar a multidão”, cerrar dentes e partir pra bola!

            Então que história é essa de forte mentalmente ou fraco mentalmente quando se desconsidera fragorosamente os fatores que levam o atleta a sentir mais ou menos pressão!

            Na verdade, teria uma maneira de Federer se mostrar “mais forte” mentalmente do que Djokovic e Nadal sempre: se ele fosse um PSICOPATA e em seu íntimo desdenhasse de todo o carinho que recebe! Mas como ele é justamente uma pessoa que demostra empatia com o público, toda esta relação acaba sendo uma baita pressã para ele atingir os resultados que seus fãs esperam!

            Então, que seja isto que você falou Miguel, que todos os analistas sempre tenham usado esta expressão. Porém, numa análise mais profunda, a carreira de Roger Federer quebrou todos parâmetros e o que era aplicável à todos os tenistas antes dele, ficou ultrapassado, frágil e superficial para explicar sua carreira!

          2. O LÓGICO

            Há muito tempo atrás escrevi textos longos sobre esse tema, pois achava que aquilo que se chamava força mental no robozinho era, grande medida, propaganda, muito por parte dele, principalmente pela sua pirotecnia do corpo na comemoração dos pontos e suas feições brutais kkkkkkkk durante todas as partidas. Isso não quer dizer que não haja força mental, mas que ela, no robozinho, era visto como algo “sobrenatural”, ou inato ao seu espírito. Enquanto eu defendia que essa força mental do robozinho era função de uma base material, que quando abalada, essa mesma força mental definhava kkkkkkkkkkkkkkk ( ME ENTENDEM?). E apresentava fundamentação empírica, pois o próprio robozinho demonstrava sua fraqueza mental quando jogava em situações que não se encaixavam na forma como praticava tênis. Sempre reclamou das regras e, principalmente, da velocidade de certas quadras que anulavam sua forma patética de jogar, bem como suas principais armas: o spin , o balão e sua capacidade defensiva, fruto do seu condicionamento físico diferenciado, que eu acredito se dever ao consumo de açaí espanhol kkkkkkkkkkk.

            A força mental do atleta se mostra mais nas derrotas do que nas vitórias. E nisso Roger é imbatível. Outro no lugar dele, tendo dois tenistas tão vencedores e sedentos por títulos na sua cola, além de lhes ter aplicado várias derrotas marcantes, já teria fugido se não tivesse um espírito diferenciado e uma confiança em sua condição diferenciada como tenista.

            O que Djokovic e o Robozinho têm de vantagem em relação ao Rei é uma aplicação tática e uma leitura melhor do jogo, que lhes dão grande vantagem. Tanto assim, que eles são os reis da milonga. Os dois são melhores jogadores que Roger, disso não há o que se duvidar. Nunca ninguém vai conseguir convencer nem a um primata que um cara que ganha levando 40 winners a mais do seu adversário tem um arsenal técnico e maior habilidade que ele.

    2. Jose Yoh

      Caro Ronildo, penso que todo jogador de tênis sabe o que é essa força mental que faz você focar no que é necessário para acertar a bola. No nível do Big 3 e mesmo alguns degraus abaixo, a diferença técnica é mínima. O vencedor normalmente consegue uma concentração que o outro não consegue.

      Responder
  62. Chileno

    É aquela coisa… condições o Nadal obviamente tem. Mas é difícil apostar muito nele nessa segunda metade da temporada. Ele raramente tem bom desempenho nessa etapa da temporada, e muitas vezes o joelho o deixa na mão. Além disso ele não costuma se sair bem no piso sintético coberto. Mesmo assim não convem descartá-lo. Ele já teve desempenhos notáveis nesta parte do calendário em algumas temporadas.

    O Federer dificilmente ameaçará. Nem tanto pelo desempenho, que pode ser excelente. Mas a distância dele é um pouco grande e o calendário provavelmente será enxuto.

    O mais provável é que Novak mantenha a ponta até o fim da temporada, e com alguma folga. A conferir.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E vou além, Chileno:

      A menos que o Federer sinta alguma lesão, ou esteja num dia muito ruim, NUNCA MAIS o Nadal ganha dele numa quadra sintética…

      Portanto, além de superar o sérvio nos principais palcos, ele teria de vencer o Federer em algumas semifinais.

      O número 1 vai ser do Djoko, pode esquecer…

      Responder
  63. Miguel BsB

    Mestre Dalcim, gostaria de aproveitar e lhe agradecer por todo trabalho e grande cobertura desses meses de tênis, que tiveram grandes campeonatos, Roland Garros, e, pra fechar como ápice, Wimbledon e sua grande final masculina.
    Tb pela grande atenção que você dá ao blog, e, principalmente, aos seus participantes, sempre respondendo nossos questionamentos com toda atenção, educação e paciência.
    Muito obrigado!
    Como disseram outros participantes, vc deve estar só o bagaço…rsrs
    Deixa esse post rolando essa semana, e vai descansar um pouco homem! Você merece!

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Que nada, joguei dois ótimos sets hoje, já estou quase recuperado! E juro que fiz uma passada cruzada de forehand muito semelhante (em direção e intenção é claro) ao que o Djoko fez no segundo match-point. Será que ainda tenho chances? Abs!

      Responder
      1. Miguel BsB

        Boa! Nada como uma partidinha pra tentar botar em prática o que vemos na TV…rs
        Aproveitando a deixa Dalcim, vc é canhoto ou destro? Bate o back com uma ou duas mãos?

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Infelizmente, destro… infelizmente com uma mão… Mas, acredite, tenho treinado devolver saque, principalmente na ‘vantagem’, com duas, e tem funcionado!.

          Responder
          1. Nando

            “Infelizmente” pq? Não gostaria de ser destro e ter o bh simples? Kkkkkkkkkk, com td respeito a quem pensa o contrário, o bh simples é de onde sai as mais belas jogadas….bh na paralela é o golpe mais bonito desse esporte.

          2. Miguel BsB

            É uma bela tática, ou desespero mesmo…rsrs
            Tamo junto Dalcim, tb sou destro e com back de uma mão. Pra mim, não há sensação melhor num jogo de tenis do que acertar um belo winner de back de uma mao na paralela, ou uma passada bem dada de esquerda. Mas, que a gente sofre mais na devolução do lado esquerdo, isso é fato…😬

          3. Evaldo Moreira

            Pois Dalcim, jogo de uma mão, mas nas duas, ou seja, vi que podia jogar como destro, e treinando, vi que tinha jeito, rsrsrs, vou explicar melhor: jogo com uma mão/canhoto/BH, mas também destro/BH, além do FH de ambas as mãos, rsrsrs, agora tentei bater com as duas, com BH/duas na esquerda, poxa vida, isso treinando na área de casa, jogando a bolinha na parede, kkkkk/rsrs, vi que levei jeito na coisa, mas vou comprar uma raquete melhor para aprofundar.
            Gostei da ideia de jogarmos com a galera aqui do blog, seria show demais, vamos Dalcim?, rsrsrs

      2. Marcelo-Jacacity

        Puxa, Dalcim! Também tenho o backhand de uma mão. Até tentei mudar para o de duas, mas sem chances. Gostaria de um backhand sólido de duas mãos. RS
        O pessoal que joga aqui do blog…tínhamos que fazer um torneio entre a gente hein! O que acham? Será que tem muito tenista de 1a classe, além do Dalcim? Vixiii!
        Aí não dá jogo, sou um esforçado 5a classe e olhe lá. hehehe

        Responder
          1. Marcelo-Jacacity

            Valeu, Dalcim!

            Vou ver se volto às aulas ano que vem e tento novamente. O pior é ter que aguentar o meu antigo professor dizendo que eu deveria torcer pro Federer, já que tenho a esquerda de uma mão, e ele sabendo que torço pro Djokovic. rs

          2. José Nilton Dalcim

            Nenhum problema. Meu primeiro ídolo foi o Borg e eu nunca joguei nada parecido com ele (uma vez até tentei segurar a raquete mais na ponta dos dedos, como ele fazia para gerar topspin, mas isso foi o máximo… rsrs).

  64. Nattan Lobatto

    Boa tarde, srs!

    Li um verso engraçado na parte de comentários em uma das matérias postadas pelo site:

    “Eu era tão feliz na época da entressafra…
    Ai veio O Lobo Djokovic
    E acabou com a minha graça.”

    Rindo até 2020 rsrs…

    Vlw, flw.

    Responder
  65. Josh

    Top ver essas análises Dalcim, então, ou seja, está tudo em aberto, mas uma tarefa bem difícil para Nadal. Acho que fica para o ano que vem a briga. Certamente é bom Nole ver Nadal no retrovisor para não dar aquela relaxada, e para existir a competitividade, mesmo eu torcendo para Nole.

    Responder
  66. FERNANDO/MG

    Prezado mestre Dalcim,
    Essa reta final da temporada, promete muito, vamos aguardar…Na minha opinião, os grandes torneios (M1000 e GS) nos dão uma grande previsibilidade já nos sorteios, antes mesmo de começar, por exemplo em Wimblebon, o Novak praticamente treinou até a final, não teve o chamado desgaste mental e tampouco físico até o jogo contra o Federer, o mesmo podemos dizer do Nadal em RG. Sabemos que um sorteio com certa dose de sorte é garantia de sucesso, pois bem, mestre, nas chamadas quadras duras com maior número de especialistas o “fator sorteio” tende a ser mitigado em certas circunstâncias?? Por exemplo o Dominic, Del Potro, Tsitsipas, próprio Tsonga, são adversários duríssimos numa quadra rápida, ao contrário da grama. Concorda?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que o fator sorteio também pode influenciar, Fernando. Mas, olha, tem muita gente jogando bem na quadra dura, incluindo a Next Gen.

      Responder
  67. Murer

    Dalcim boa tarde!

    Me tira uma dúvida, os atletas recebem alguma remuneração por colocação no ranking ? Ou só os prêmios dos Torneios?

    Na minha opinião acho difícil o Djokovic perder o posto de número 1, pois ele está obstinado a bater recordes e ele esta com a sorte dos MAIORES que é vencer jogando pior do que o adversário.

    Na minha opinião os ultimos dois torneio de Wimbledom vencidos por ele foi assim, sem estar em sua plena capacidade.

    Abraço

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Recebem sim, Murer. Ao final da temporada, existe o Bonus Compensation, que distribui prêmios conforme a colocação no ranking. Para ter direito a ele, é preciso seguir aquela regra de disputar obrigatoriamente os 4 Slam e os 8 Masters. Abs!

      Responder
  68. Arthur

    Olha, Dalcim, eu nunca fui muito fã do Tio Toni, não, mas agora ele deu uma dentro.
    Mandou a real para o pessoal da nova e novíssima gerações: “Vocês não foram capazes”.
    Ao que eu complemento: “Vocês não SÃO capazes”.
    #ProntoFalei

    Um abraço.

    Responder
  69. Lola

    Não faço parte da ala que fica djokovista que logo depois de um título, ficam fazendo conjecturas de quantos título ele vai ganhar ou deixar de ganhar. Pra ser sincera, acho que ele não passa o Federer, mas pouco importa, mas não deixo de sentir um prazer grande quando ele vence, como venceu no domingo. Foi o jogo mais tenso que assisti na vida e quando soube do post do Kyrgios, aí sim, era questão de honra o Nole vencer, hahaha.

    Morri mas passo bem, é por aí.

    Bjo, Gabi, é nóis!!

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  70. abel Afonso Ribeiro

    olá Dalcim
    o que há de se considerar é o seguinte:
    Muito baixa a possibilidade de Djokovic ser ultrapassado antes de Shangai pois pelas notícias, Nadal não jogará ou Cincinnati ou Canadá.
    e li em algum site europeu (acho que o Marca) que pode também não disputar na China.
    Dalcim, acha que Nadal ousaria expor seu físico talvez até mesmo prejudicando Outubro e Novembro para tentar se aproximar mais no ranking de Djokovic?
    fosse você um conselheiro do espanhol, supondo que há a escolha técnica de poupar agora ou de jogar ao limite até o fim da temporada, o que diria a Nadal?

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    1. José Nilton Dalcim

      Com certeza, a prioridade tem de ser o US Open e não o ranking, Abel. E depois colocaria como meta o Finals. Então acho bem coerente se ele não se importar com a luta pelo número 1.

      Responder
  71. Sandra

    Dalcim, vejo muita gente dizendo que Djokovic não tem torcida, mas pelouse vejo ele tem muita torcida sim, pode não ser igual a de Nadal e Federer, mas aqui no Rio foi uma festa pelo Djokovic!,, eu acho que a maioria dos jornalistas sim tem torcida pelo Federer, ele não é tão patinho feio assim, muita gente se encheu e eu sou uma delas só de ver Fedal, abandonei a torcida depois do Guga e voltei pelo Djokovic, aqui em casa, apesar de serem do contra, rsss, todos torcem pelo Djokovic

    Responder
  72. Carlos

    Dalcim, tudo bem? Se fosse para vc apostar hoje, vc apostaria que Djokovic, ao final de sua carreira e também da de Federer:

    a) Teria mais slams que o Federer? Sim ou não.
    b) Teria mais semanas como número 1? Sim ou não.
    c) Teria mais títulos no geral? Sim ou não.

    Abraço

    Responder
  73. João Carlos

    Se a nova geraçao nao fizer algo de extraordinario.. So Nadal poderá evitar DJokovic de bater o record de semanas no ranking como n.1

    Responder
  74. ANTONIO GABRIEL

    Dalcim, lembro de alguem ter lhe perguntado no post anterior se você achava que o Nadal tinha visto a final, acho que você disse que não. Saiu uma entrevista do Toni Nadal aqui no site na qual ele diz que viu a final ao lado do sobrinho e os dois ainda analisaram inclusive o posicionamento do Djoko na quadra em relação ao Nadal na semi, o que você achou desta declaração do tio do Nadal ? Um abraço!

    Responder
      1. O LÓGICO

        GURU, não seria o caso de especularmos, logicamente kkkk, se adiantaria o robozinho cangalha kkkkkk vir jogar na linha de base, sem ter um arsenal técnico e habilidade para responder à demanda de jogadas provocadas pelos tenistas mais técnicos e habilidosos que ele? Eu acho um caso perdido kkkkkkkkkkkkk, e se não me engano ele já fez esse tipo de experimento várias vezes e quando pegava tenistas mais técnicos e habilidosos sentia o peso da mediocridade de seu tênis e voltava para fazer sexo como os logotipos kkkkkkkkkkkkkkkkk

        Responder
  75. Peterson

    Minha opinião: Nadal não vai ser n1. Pode ter chances matemática, mas talvez nem se preocupe com isso.
    Já começa pelo fato de só jogar 1 Master 1000. Depois tem o seu casamento… O fato de vários jogadores irem melhor nas quadras duras e, em especial o Djokovic.
    Talvez o foco dele seja ganhar o Finals…

    Responder
  76. Luiz Fernando

    Tio Toni disse q a geração posterior ao Big 3 foi incapaz de desbancar os caras, nenhuma novidade, creio apenas q deveria ter conjugado a frase no plural, ou seja, “as gerações posteriores foram”…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Segundo o Diário Bola Amarela , Rafa Nadal pode vir a pular os dois MASTERS da Gira , indo direto para o USOPEN. Para quem não vinha atuando bem nos MASTERS 1000 no Saibro ( com direito a tomar Pneu em Roma ) , vimos como foi o tão falado Mental do Sérvio contra Dominic Thiem na Semi de Rolanga. Os 5 x 7 , 7 x 5 , 5 x 7 ( no quinto Set ) que impediram Novak de tentar os 4 SLAM consecutivos, falam por si só. Federer vai à Cincinatti querendo tirar casquinha no Sérvio. Seu Mental na Semi contra Nadal , e depois de ser quebrado no Quinto por Novak em Wimbledon, o colocam, a meu ver, em condições de brigar pelo N 2 com o Espanhol. O N1 já pertence ao Sérvio pela Sexta vez não consecutivas. Não vai igualar Sampras nem Federer ( este em Semanas consecutivas ) nem daqui a cem anos rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Que vc é arrogante eu já sabia, que vc é chato eu já sabia, que vc é implicante eu já sabia, que não entende o q se posta eu já sabia, que vc é confuso eu já sabia, assim qualquer besteira q vc posta não me surpreende. Desde quando o q eu postei tem a ver com igualar este ou aquele? Alem disso, Sampras, pra me deter apenas em um dos citados p vc, jamais poderá igualar Rafa em GS, M1000, medalhas de ouro olímpicas, vencer nos 4 pisos, precisa algo mais? Vc precisa se conter quando se comenta qualquer coisa em relação aos seus atletas danoninhos…

        Responder
    2. Naira

      Luiz, boa noite. Não concordo com o “Tio Toni”, ao falar que as gerações posteriores não conseguiram desbancar o BIG3. O Tio Toni ao falar isso não está menosprezando somente as gerações posteriores mas o próprio BIG3. Enquanto todos aqui no blog (e no mundo inteiro), quase que unanimemente, concordam que o BIG3 são os maiores, não somente atualmente, mas de todos os tempos. Entendo que as gerações posteriores ao BIG3 não puderam fazer frente a eles porque eles simplesmente são ETs. Quem em sã consciência pode afirmar que Murray, Del Potro, Wawrinka, Nishikori, Thiem, Zverev, Tsitsipas, Fognini, Cilic, Isner, etc, não jogam tênis??? Eu ficaria extremamente feliz se houvesse algum brasileiro jogando como qualquer um desses. O fato deles não conseguirem fazer frente ao BIG3 não se deve ao demérito deles mas sim ao mérito do BIG3, o que é muitíssimo diferente.

      Responder
      1. Luiz Fernando

        Naira me desculpe mas não postei q esse ou aquele não jogam tênis ou q não jogam bem tênis. Apenas postei q concordo c o Toni Nadal quando ele afirma q a geração posterior ao Big não chega nem perto do Big3, acrescentando que as gerações nova e novíssima também aparentam estar longe, mas bem longe mesmo, de Rafa, Djoko e Federer, em todos os aspectos (conquistas, fama etc).

        Responder
        1. Chileno

          Eu concordo. E sinceramente isso é até natural, já que estamos falando basicamente dos 3 maiores jogadores da história. A “novíssima” geração me parece mais promissora que a nova.

          Responder
        2. Naira

          Luiz, é sabido que as gerações posteriores não conseguiram e não conseguem fazer frente ao Big3, mas a forma que o Tio Toni falou (Toni Nadal: ‘Geração posterior ao Big 3 foi incapaz’), dá a entender que é por incompetência deles, pelo menos foi a forma que eu interpretei, posso ter cometido um erro, desculpe. Somente quis dizer que, na minha visão, penso que é por mérito do BIG3.

          Veja, por exemplo, a manchete de hoje aqui do Tênis Brasil “Mouratoglou destaca evolução no revés de Federer”. O que significa isso? Um cara, de 38 anos, considerado por muitos como o maior de todos os tempos e ainda se esforçando por melhorar. Veja o Nadal com 33 anos que mudou seu jogo e tipo de saque. Veja o Djokovic com 32 anos que mudou saque, ficou mais agressivo, melhorou o jogo de rede, etc. Eles já são os melhores e ainda procuram evoluir constantemente. Foi isso que eu quis destacar. Não é por incompetência ou demérito das gerações posteriores, e sim por mérito do BIG3. Na reportagem do Tenis Brasil foi dito:

          ““(Bjorn) Borg, (John) McEnroe e (Jimmy) Connors, que foram grandíssimos campeões, somaram 26 Grand Slam. Roger, Rafa e Novak já somam 54, que é mais que o dobro. Eles tiveram a sorte de que a geração posterior foi incapaz de conseguir superá-los e desbancá-los do topo”, afirmou o tio e ex-treinador de Nadal em entrevista para o canal 24 horas da RTVE.”

          O Tio Toni usa as palavras sorte e incapaz. Ele nitidamente esta desmerecendo, não somente as gerações posteriores, mas também o BIG3. De novo pergunto, quem em sã consciência pode afirmar que Murray, Del Potro, Wawrinka, Nishikori, Thiem, Zverev, Tsitsipas, Fognini, Cilic, Isner, etc, não jogam tênis? Ou jogam mal o tênis? Ou sejam medianos jogando tênis? Na minha opinião, estes caras são grandes jogadores de tênis, eles só não são maiores que o BIG3, e isso não é demérito deles, é mérito do BIG3, o que é muitíssimo diferente.

          Entendo que por estas palavras, que o Tio Toni pensa de duas uma (ou ambas), Borg, McEnroe e Connors (ele nem mencionou o Sampras) são maiores/melhores que Federer, Nadal e Djokovic; e/ou, as gerações da época daqueles eram melhores que a destes. Será? Taí uma boa discussão. Comparar as gerações daqueles com as destes. Seria algo a se analisar. De qualquer forma penso que o tenis jogado hoje é muito diferente do tenis jogado na época daqueles. É praticamente um esporte totalmente diferente. Mas na minha humilde opinião, sendo que eu vi Borg, McEnroe, Connors e Sampras jogarem, sou de opinião que Federer, Nadal e Djokovic são maiores que aqueles. Respeito quem pense diferente, mas esta é a minha opinião.

          Responder
          1. lEvI sIlvA

            PERFEITO, Naira! Embora soe apenas como uma opinião ou afirmação que confirme fatos, dá o que pensar o uso de palavras como sorte e incapaz pra poder superar RF, RN e ND. Pra poder ganhar Slams e, consequentemente quem sabe chegar ao Nº 1 teria de brigar com o Big 3, queira ou não, é isso. E convenhamos, se foi capaz é mérito, jamais será sorte. Ainda mais se pensarmos no que cada um do Big 3 fez e tem feito pra conseguir superar um ao outro nestes últimos anos.
            Enfim, o que estes três fora de série estão fazendo, ao se reinventar é algo que nunca se viu no tênis até então. Não sobra espaço aos da novas gerações, isso é simples e cristalino! E veja só, como você bem destacou, NÃO é por demérito dos novos que vem surgindo, mas por conta da capacidade deles de continuar reescrevendo suas tragetórias e records vez após vez.

  77. Maurício Luís *

    Toda vez é a mesmice
    Acredite quem quiser
    Sérvio perde, é ‘Djokovice’
    Suíço perde, é ‘Fregueser’.
    Torcedor é bem assim
    Não há outras opções?..
    Virou o blog do Dalcim
    Tipo “Muro das Lamentações”.
    ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
    E enquanto isso, de camarote
    O espanhol, nem aí
    Na noiva só dando o pinote

    Responder
    1. Maurício Luís *

      Tá ardendo minha orelha. Alguma coisa me diz que com esses versos eu não vou conseguir vaga na Academia Brasileira de Letras.

      Responder
  78. Ramon Mota

    Acredito que Federer tenha grandes chances. Supondo que ele ganhe cincy e usopen, o que não é improvável com o que vem jogando, a briga esquentaria. Mas é necessário que os 2 primeiros não consigam ganhar em toronto.
    Novak Djoković 6725 + 360 + 600 + 360 = 8045
    Rafael Nadal 6225 + 600 +360 +720 = 7905
    Roger Federer 5060 + 0 + 1000 +2000 = 8060

    – Ainda que perca a final em cincy para outra pessoa fora do top 2 chegaria em condições de briga, visto que o final da temporada costuma ser bom para o Federer.

    Acho um cenário muito possível!
    Já o Dominic eu acho que não é esse ano que será número 1. Quanto ao Stefanos, acredito que ele possa se tornar número 4 ainda esse ano e ano que vem brigará por GS. Já o Zverev, bom… ah Zverev…. Espero que se recupere.

    O que achou Dalcim?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Como eu disse no texto, Ramon, é preciso recuperar cerca de 2 mil pontos em cima dos dois líderes, e acho essa tarefa bem difícil.

      Responder
    2. Carlos Henrique

      Na sua projeção novak não passa das semis no Canadá e das quartas no Us open, enquanto o Nadal no máximo chega a final no Canadá e nas denis no us open. Isso, concomitantemente aos títulos do Federer
      Kkkkkkkkkk tem que rir dessa grande chance!

      Responder
    1. Gabi

      lEvI sIlvA,

      muito obrigada por avisar mas fui lá e não encontrei. Confesso que não olhei um por um, então se puder copiar neste post, facilita!!

      Responder
          1. Angela B.

            Levi, fui no ultimo e tb nos 5 posts anteriores e nao achei seu comentario pra gente, nao…Tem certeza que estah la? Nao da pra vc reposta-lo aqui? bjs

  79. lEvI sIlvA

    Ainda sobre o post anterior do Dalcim, é realmente interessante a conquista de 4 GS por Djokovic num curto espaço de 12 meses. Só pra efeito de comparação, Murray e Wawrinka em toda longa carreira tem “apenas” 3 conquistas desse nível. Não desmerecendo em absoluto o que ambos conquistaram , é claro. Imagino que, muitos tenistas encerram sua trajetória sem sequer um Masters 1000 na conta. Creio que, isso dá uma maior idéia e dimensão do real desafio que foi fazer algo assim, ainda mais num momento em que Federer e Nadal seguem motivados, jogando muito e, mais ainda, competindo de igual pra igual com Djokovic. Inclusive com sérias possibilidades de barrarem o sérvio em confronto direto pelos mesmíssimos GS em que ele atuou e sobressaiu ganhando! Enfim, um verdadeiro assombro, penso eu!

    Responder
  80. marcilio aguiar

    Só algo impensável para tirar o numero um do Djoko. O piso dos torneios futuros são mais favoráveis a ele, o Federer está muito distante na pontuação e tem muito mais jogadores capazes de derrubar o Nadal antes das rodadas finais.

    Responder
    1. Carlos Henrique

      Exato. O circuito pós us open sempre foi um período onde mil e conquista muitos pontos. Só uma lesão tira sua liderança em 2019.

      Responder
  81. Celia Kruger

    Nao concordo com sua posicao. Federer tem mais condicoes do que Nadal para se aproximar de Djokovic. Ate o finals em Londres, Federer terminara a temporada como segundo do ranking, proximo de Djokovic e distante de Nadal.

    Responder
  82. Julio Sc

    Dalcim, visto o histórico de Nadal e Djoko nessa reta final de temporada nos anos anteriores, podemos cravar que somente um desastre tiraria o #1 de Djoko ao final do ano?

    Responder
      1. Julio Sc

        Sim, certamente. Vai depender primeiramente do joelho do Nadal. Tomara que todos fiquem saudáveis nesse restante de temporada.

        E algo me diz que alguém fora do Big 3 levanta a taça em Flushing Meadows.

        Responder
  83. Wilson Rocha

    Mestre Dalcim,
    Nadal não sabe o que é vencer Djoko na quadra dura faz 6 anos (Usopen 2013), já são 8 confrontos sem ganhar sequer um set. Então a depender do Espanhol, o sérvio vai permanecer na liderança por muito tempo.

    Responder
  84. Gabriel aguiar

    Nadal não irá jogar Pequim, a ver se o joelho dele aguentará a série em quadra dura, e um titulo em Nova York, onde normalmente é seu segundo melhor Slam, deixa ele proximo ao 1 no fim do ano
    Dalcim acho ele não so a principal ameaça ao 1 do Djokovic e sim aos principais titulos em quadra dura, em especial o us Open, o que voce acha?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Nunca temos certeza do que esperar de Nadal na quadra dura. No ano passado, ele jogou muito bem no Canadá e no US Open, mas aí o joelho o prejudicou outra vez. Vamos lembrar ainda que a quadra dura é a preferida pela grande maioria dos top 30. Assim, acho que alguns outros, como Federer e Wawrinka ou novatos como Tsitsipas e Aliassime, possam ir mais longe.

      Responder
      1. Helena

        Falando nos joelhos, a imprensa espanhola está dizendo que o Nadal deve pular ao menos um dos masters 1000 pra evitar o desgaste antes do US Open (principal objetivo).

        Responder
  85. Danilo

    Dalcim.tenho acompanhado os jogos do Djokovic faz tempo ,sou um grande admirador do seu tênis,e tenho observado q ao passar dos anos ele está cada vez menos agressivo , apostando mais na consistência.considerando q ele não é mais nenhum garoto ,não seria o contrário? Deveria ser mais agressivo para poupar mais o corpo do desgaste e prolongar cada vez mais a carreira? Concorda comigo? Abraço.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      De certa forma, você tem razão. Ele pode jogar de forma mais agressiva, mas por vezes prefere apostar na consistência. Eu gosto muito mais do Djokovic agressivo e espero que ele retome esse padrão agora na quadra dura.

      Responder
          1. Julio Sc

            Sem dúvida alguma. Esse Djoko agressivo quebra o recorde de semanas como #1. Fazer essa temporada de quadras rápidas bem vitoriosa, vai ser difícil alguem tirar o trono dele na primeira metade do ano que vem.

          2. Robson Couto

            Pena que parece que o Djokovic só é agressivo contra o Nadal, com os demais é essa história de esperar os erros não forçados… Geralmente dá certo, mas daí vem o risco de pegar algum adversário em um dia inspirado daí ter derrotas inesperadas para Istomim, Bautista, e a nextgen.

    2. Carlos Henrique

      Você descreveu o novak de 2015. Ele voltou a ser mais agressivo. Claro que na final de wb 2019 ele deu uma regredida nesse ponto.

      Responder
  86. Ronildo

    Não sei não Dalcim. Acredito que Federer vai estar “alucinado” em Cincinnati e vai vencer o torneio. Não foi ano passado que ele jogou estes torneios com lesão no pulso? Daí será novamente um dos favoritos no US Open.

    É triste ver as pessoas negarem a realidade dos fatos!

    Como pode pessoas afirmarem que o SE não joga ou que não é um elemento determinante no resultado final de uma partida?

    SE Nishikori não tivesse sentido uma lesão nas costas o resultado final não seria diferente naquela fatidica partida de final de master mil contra Nadal?

    Para mim o resultado final de uma partida depende de duas coisas basicamente:

    1- A pessoa ter a condição atlética e a habilidade para construir a vitoria e:
    2 – Não sentir pressão na hora de fechar a partida.

    Aí, no item 2, está a maior fragilidade de Roger Federer. Não porque ele é mentalmente mais fraco! Não absolutamente! Mas porque a pressão nas costas dele sempre foi maior do que a de Djokovic ou Nadal! Ele, e apenas ele é tido como O MAIOR! Ele sabe o quanto as pessoas desejam que ele feche a partida! Mas é como o narrador da SporTV disse: “Ele também é ser humano!” Estas condições sempre propiciaram que Nadal e Djokovic jogassem como kamikazes contra Federer! O que é uma grande vantagem. Vantagem decisiva até mesmo!

    Djokovic sempre foi mais jogador do que Wravrinka no saibro. Mas o que aconteceu quando eles chegaram na final de RG? Quem estava precionado para vencer? Djokovic foi simplesmente varrido da quadra!!!!
    Ué, mas o poder mental de Djokovic não o salvou da fragorosa derrota diante de Stan?
    Não! E sabem porquê?
    Porque esta história de força mental é o maior engano que existe no tênis!
    A única questão é: a pessoa está ou não está pressionada! E Djokovic estava pressionado. Stan não estava.

    Poderia citar muitos exemplos: final de RG entre Halep e Ostapenko, Wozniacki nunca ser campeã de slam, grande campanha de Federer no AO de 2017, arrancada fulminante de Murray rumo ao número 1. (Este exemplo de Murray é o mais incrível. Ele certamente adotou o pensamento de: “é agora ou nunca mais, e se não for, tudo bem, dá a lógica mesmo!” O que propiciou que ele se livrasse de toda amarra mental!)

    Alguém vai encarar? Vão negar a história do tênis?

    Responder
      1. Ronildo

        Sim, nego. Reconheço a pressão. Se formos analisar todos os fatores Federer teve muita mais “força mental” do que Djokovic durante todo o jogo. Aliás, nesta ótica de força mental, pode-se dizer que Djokovic derreteu no segundo set.

        Responder
          1. Paulo Almeida

            Um cara forte mentalmente é justamente o que sabe lidar com momentos de pressão, que consegue sair dos buracos mais funsos. Se não consegue entender isso, não vou perder tempo discutindo com você.

    1. marcilio aguiar

      Tendo a concordar com você que a pressão de fato pesa nesses momentos mas, com toda experiencia e recursos que Federer tem, é inegável que os outros dois lidam melhor que ele com essa pressão. Tem o exemplo recente de IW 2018 contra Delpo e outro jogos que ele deixou escapar vitórias quase certas. No caso do Djoko contra Wawrinka me parece que foi 1 x 3, logo o sérvio não esteve no controle do jogo a maior parte do tempo. Será que ele teria deixado escapar um MP? Como o se não existe jamais saberemos.

      Responder
      1. Ronildo

        Os outros dois lidam melhor do que Federer porque sempre tiveram menos pressão na maioria das finais. É muito simples.

        Porque você acha que o Zverev levou duas finais de Djokovic?
        Simples, a pressão estava toda do outro lado!

        Porque você acha que o Aliassime não se encontrava naquela baita fase do Shapovalov?
        E agora? Porque você acha que o Shapovalov não se encontra nesta baita fase do Aliassime?

        É a pressão meu amigo.

        Nunca houve um jogador com tanta pressão para corresponder às expectativas do universo tenístico como Roger Federer. E isso pesa pra caramba na hora de sacar para finalizar todo o torneio!

        Responder
    2. Jonas

      Beleza. Mental não importa no tênis. Um cara comum como eu pode chegar a ser número 1 do mundo. Afinal, minha direita e esquerda andam muito e eu corro pra caramba. Tênis é só saber bater direito na bolinha rs.

      Realmente o tal de Djokovic deu uma cagada enorme em salvar tantos match points na carreira, kkkkk.

      Responder
      1. Ronildo

        Além do mais eu não afirmei que mental não importa. O que quero dizer é que o que chamam de mental, na verdade são outros fatores. E estes fatores sempre foram mais pesados para Federer. Na verdade, o Federer tem um baita mental para aguentar toda a carga que sua carreira lhe impõe.

        Responder
        1. Jonas

          Claro que ele tem um baita mental, por isso ele é número 3 do mundo.

          Mas desculpe, não tem comparação o suíço com Djokovic e Nadal neste quesito.

          Acredito que os 3 passam por situações de muita pressão, mas o sérvio é gelado. Quem assistiu a final do US Open 2015 tem uma bela noção de como o Djokovic joga contra a torcida (que enche o saco) e contra o Federer. O Djoko já superou isso tantas vezes…enquanto Federer sempre tem o apoio da torcida, raramente é vaiado e ele entra em quadra sem se preocupar com isso, o que é sim um fator de peso. O que vemos é que o sérvio tem mais culhão que o suíço. São tantas partidas, o histórico entre eles mostra isso.

          Pra mim ele é um gênio, porém se mostra MUITO abaixo dos rivais neste aspecto. Posso estar enganado, mas o que vi pré 2017 foi um suíço submisso ao seu maior rival Nadal. E isso mudou não por demérito do Nadal, mas pelo Federer que decidiu adotar outra postura em quadra, e isso é muito mental. Duvido muito que ele sairia de 1-3 no quinto set daquela final não fosse por este importante detalhe.

          Responder
          1. Ronildo

            Você simplesmente confirmou o que eu disse Jonas. Uma coisa é você sacar para o jogo puto da cara e com ódio no coração!

            Outra coisa bem diferente é sacar para o jogo com o estádio inteiro te idolatrando!

            Quem tem mais responsabilidade?

            Quem tem mais pressão?

    3. Dimas S. Schünemann

      Sobre o comentário do Danilo porque o Djokovic perdeu a final de RG 2015 para o Wawrinka , me desculpem discordar, mas na minha opinião , o principal motivo foi devido ao desgaste da partida da semi-final de 5 sets contra o Andy Murray que terminou no sábado, um dia antes da final. Quem joga tenis profissional sabe, e o próprio Sareta já disse que para se recuperar de uma partida de 5 sets de um dia para outro ( física e mentalmente ) não é nada fácil. O sérvio entrou na final sem toda a sua força. Isto foi fatal para sua derrota. Mesmo caso aconteceu este ano. Não que o Nadal iria perder para o Thiem com certeza, mas o descanso menor de um dia , reduziu as chances do austríaco. Com a previsão de quadra coberta em RG para 2020, este problema será sanado.

      Responder
    4. Dimas S. Schünemann

      Sobre o comentário do Danilo porque o Djokovic perdeu a final de RG 2015 para o Wawrinka , me desculpem discordar, mas na minha opinião , o principal motivo foi devido ao desgaste da partida da semi-final de 5 sets contra o Andy Murray que terminou no sábado, um dia antes da final. Quem joga tenis profissional sabe, e o próprio Sareta já disse que para se recuperar de uma partida de 5 sets de um dia para outro ( física e mentalmente ) não é nada fácil. O sérvio entrou na final sem toda a sua força. Isto foi fatal para sua derrota. Mesmo caso aconteceu este ano. Não que o favorito Nadal iria perder para o Thiem, mas o descanso menor de um dia , reduziu as chances do austríaco. Com a previsão de quadra coberta em RG para 2020, este problema será sanado.

      Responder
      1. Ronildo

        É verdade, tinha esquecido que ela foi campeã mais recentemente. Porém ela sofreu muito com as críticas por não ter conquistado quando era n° 1.

        Responder
      1. Ronildo

        Mas daí não vale a comparação. BORG, um fenômeno foi campeão 6 VEZES em RG, Nadal foi 12! E mesmo naquele tempo que Federer chegava na final com Nadal, a pressão maior sempre esteve com o Federer, afinal ele era o n°1.

        Responder
    5. Barocos

      De verdade, reveja a final de Roland Garros. Djoko ganhou o primeiro set e tudo indicava que teríamos mais uma vitória tranquila. Só que a partir do 2º, o Stan passou a disparar umas cruzadas de backhand inimagináveis, tudo começou a dar muito certo para ele. Não foi o mental do Djokovic que desabou, foi o nível de jogo do suíço que cresceu para muito além do normal dele.

      Quanto ao nível de tensão, acho que os três, quando se enfrentam, apresentam, nos dias de hoje, estresses semelhantes. Federer quer proteger os seus recordes, Nadal não quer deixá-lo distanciar-se, idem para o Djokovic, e todos os 3 detestam perder para algum dos outros 2, numa intensidade muito maior do que a aversão que tem da derrota para os outros competidores do circuito.

      Responder
  87. Luiz Fernando

    Possível é, mas acho bem improvável Rafa voltar ao número um, pois não vem tendo regularidade nem de resultados nem de participações no segundo semestre há um bom tempo. Seu aspecto físico é uma preocupação constante.

    Responder
  88. Rubens Leme

    Dalcim, estava vendo o calendário e reparei que semana que vem começa o torneio favorito do Bellucci, o 250 de Gstaad, onde foi campeão duas vezes (2009 e 2012) e depois ainda conseguir ir às semi uma vez e parou nas quartas em outra oportunidade. Talvez tenha sido seus grandes momentos, pois em 2009 derrotou o cabeça 1, o Stan Wawrinka e, em 2012, fez uma campanha espetacular batendo Mikhail Youzhny, Feliciano López, Grigor Dimitrov e o Janko Tipsarevic na final, então número 8 do mundo.

    Bem que o Thomaz podia receber um convite para o deste ano para ver se as sinapses despertavam e o ajudasse a conseguir mais uum bom momento na carreira. Sabe se, ao menos, jogará o qualificatório este ano?

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      1. Rubens Leme

        Sim, eu li a entrevista e olhando este retrospecto acho uma injustiça terem cobrado tanto dele, querendo que fosse um novo Guga. Oras, o único tenista tricampeão em RG após o brasileiro foi o Nadal. Bellucci teve uma excelente carreira, venceu grandes jogadores e gostaria apenas que tivesse um final menos melancólico do que este.

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  89. DANILO AFONSO

    Dependendo de como FEDERER irá se recuperar do trauma de domingo, eu ainda acredito que ele seja a ameaça ao NOVAK. Irá pontuar bem em Cincinatti, US Open, Basiléia, Xangai, Paris e Finals. FEDERER tem condição de anotar entre 4.000 e 5.000 pontos.

    Dalcim, levando em conta o histórico de FEDERER e NADAL no segundo semestre, este último não raras vezes se lesionando, por que você acredito mais no sucesso do espanhol ????

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    1. José Nilton Dalcim

      Porque o calendário do Federer será enxuto e é praticamente impossível ele competir com os outros dias saltando Canadá e os 500 asiáticos, Danilo. Teria de ganhar praticamente tudo que disputar, o que convenhamos é um tanto difícil.

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  90. DANILO AFONSO

    Parabéns pela postagem Dalcim !!

    Não lembro ao longo desses anos de blog você detalhando tanto sobre a disputa pelo posto de n. 01 ao final do ano. No início do 2º semestre de 2016 lembro que você fez uma análise sobre as chances de MURRAY conseguir atingir a liderança do ranking, o que aconteceu por mérito do escocês e também pela incompetência do NOVAK de se manter competitivo após o título de RG.

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    1. Barocos

      Não foi incompetência do Djokovic, foi a lesão no cotovelo que se agravou, o que acabou culminando com uma série de derrotas e a ausência dele no circuito em boa parte de 2017.

      Se houve incompetência, esta ocorreu na escolha dos profissionais que deveriam tratar a lesão que prejudicou o seu desempenho e o afastou tanto tempo das quadras.

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  91. Eduardo Oliveira

    Ola Dalcim,

    na sua análise a projeção para o Rafa é bem otimista e até real, mas há uma observação muito importante: daqui pra frente a temporada é piso duro, em outras palavras, uma dureza! Torneios disputadíssimos!

    Como será o comportamento físico de Rafa? Será que ele está pronto para não sucumbir como o ano passado?

    abraços!

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    1. José Nilton Dalcim

      Essa sempre é a grande pergunta, Eduardo. Ele passou muito bem pela transição à grama, que é bem complicada. Torço para que esteja em ótima forma.

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  92. Emerson

    Dalcim, por favor me tire uma dúvida, após passar a ressaca dessa final tão tensa pra ambas as partes…
    Não vi comentários sobre algo que venho percebendo há tempos no jogo do Federer: o forehand não machuca mais como antes. Longe de chamar de ruim! Mas aquele inside-out matador não é mais comum e inside-in, que vejo como muito importante numa estratégia tanto contra o Nadal quanto contra o Djokovic, sumiu. Seria isso falta de confiança? Aquele atrasinho de décimos de segundo pela queda de rendimento? Qual sua opinião?

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    1. José Nilton Dalcim

      Olha, Émerson, eu vi muitos forehands inside-outs e vários outros ‘in’ nos jogos contra Nadal e Djokovic. Não acho que ele tenha economizado, mas o fato é que a grama estava mais lenta do que o normal – além de ele vir do saibro – e isso me pareceu forçá-lo a ser mais contido na tentativa de definição, procurando trabalhar mais o ponto.

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      1. Gildokson

        Ja xinguei tanto o Federer por ele ser muitas vezes apressado pra definir, mas naquele segundo MP ele devia ter ido pra linha. Mas vai saber também como o corpo e a cabeça estavam aquela hora ja neh…

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      2. Barocos

        O Federer jogou muito nesse Wimbledon 2019. De fato, na minha opinião, ele raras vezes jogou tão bem contra o Djokovic depois de 2011 e acho que uma parte disto se deve à pressa que ele tinha para matar logo o ponto, talvez em função da superioridade física que o Djokovic possuía. Se eu fosse ele, e tendo em vista que ele parece estar em ótima forma física, eu manteria a estratégia de jogo que ele apresentou neste torneio. Os tiebreaks, claro, foram algo fora do normal do que aconteceu no restante do jogo.

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  93. Valmir

    Fugindo um pouco do título do post… já que a final de Wimbledon ainda está fresquinha.

    Lembrando dos match points que Federer perdeu no US Open 2010 e 2011… e Wimbledon 2019…
    e em mais de 20 partidas perdidas…
    me parece que a torcida federista que tanto fala de …. maratênis…
    gosta mesmo é de um…. AMARELATÊNIS…. amarela nos momentos decisivos

    kkkkkkkkkkkkkkk

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    1. José Nilton Dalcim

      Ai, Valmir, desculpe… Mas chamar de ‘amarelão’ alguém que tem 102 títulos na carreira e 20 Grand Slam não me parece algo coerente, não acha? Imagina se ele tivesse ganhado todos os torneios em que chegou mais perto. Teria quantos, 150 títulos e 30 Slam?

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      1. Nando

        A vida desse tal de Valmir é falar mal do Federer….a cada 10 coments dele, 1 é pra falar do djokovic e 9 sobre Federer. É mais um fake.

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      2. Ramon Mota

        Tem comentários que as vezes nem vale a replica, Dalcim.
        Vou deixar uma análise fria a ser feita. Dentro de um jogo de tênis situações como perder o jogo com matchpoint ou de 6/0 6/0 é possível, mas será que se o cidadão joga 2 partidas pode ocorrer essas 2 situações? Sim e não. Agora, qual seria a probabilidade de apenas essas 2 situações ocorrerem dentro de um universo de 1500 jogos? Acho que ai aumenta, correto? Doloroso ou não são coisas que acontecem, mas só acontecem a quem se coloca nessas situações, e quanto mais se expor mais pode ocorrer, é a estatística. Fiquei bem triste pela derrota, mas ainda continuo acreditando no velhinho!

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  94. Miguel BsB

    Se o n 1 depende do Nadal vencer o finals, djoko tá garantido na ponta até lá…rs
    Brincadeiras à parte, esse éo grande buraco na carreira do rafa, a falta de um finals, principalmente pq ele costuma chegar lá ja td estropiado…
    Acho que passou da hora dele ajustar o calendário pra conseguir chegar saudável e competitivo nesse torneio para vencê- lo, até o dimitrov e o ze verev tem esse título Rafa…

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    1. André Barcellos

      Nadal não ganhou o Finals até hoje e agora mesmo que não ganha mias. Tem pelo menos uns 7 caras jogando melhor que ele em quadra dura coberta.

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  95. Paulo Almeida

    DjokoGOAT só não fechará o ano como número 1 pela SEXTA VEZ (maior da história) e ultrapassará o Sampras no começo de janeiro se tiver uma queda surreal de desempenho (pouco provável). Nadal nunca foi e nem será ameaça depois do US Open.

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    1. Carlos Reis

      Sampras conseguiu 6 temporadas SEGUIDAS… Federer poderia ter repetido o feito em 2008 e superado em 2009, escapou o hexa de Wimbledon(08) e do US OPen(09), perdeu o 7.Finals na semi contra o Goffin em 2017, mas essa final de domingo foi a maior derrota do craque suiço, ele já perdeu muitas batalhas, é um loser!

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  96. Adriano Souza

    Derrota amarga do Federer! Enquanto o Djokovic teve um belo jantar de Campeão com a familia real, é bem provavel que o Federer tenha comido um prato de Jiló nos bastidores, te tanta raiva que ficou kkkkkk

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  97. Maurício SP

    Dalcim, sobre o vencedor do desafio, se o segundo critério é o andamento do jogo, teve internautas que acertaram exatamente que o Djoko ganharia o 1o. 3o. e 5o. sets. O vencedor deveria ser alguém que acertou a ordem dos sets…

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    1. José Nilton Dalcim

      Respeito sua opinião, Maurício, mas achei que um palpite que previsse um quinto set bem longo e com tempo de duração quase exato (faltaram 2 minutos) tenha sido bem mais ousado. Abs!

      Responder

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