Quem é quem nas oitavas de Wimbledon
Por José Nilton Dalcim
7 de julho de 2019 às 14:33

Existem apenas quatro top 10 nas oitavas de Wimbledon, a menor quantidade em 11 anos, mas três deles são exatamente o Big 3. E a chance de qualquer um deles não avançar parece pequena.

Vamos a uma rápida análise de cada duelo das oitavas masculinas e femininas desta segunda-feira:

Masculino
– Djokovic x Humbert – Tenista da nova geração pouco badalado, o francês de 21 anos tem poucos jogos em nível ATP (11 vitórias em 27). Sólido na base, o saque de canhoto é arma perigosa. Sérvio por sua vez tenta 45ª quartas de Slam.
– Federer x Berrettini – Italiano de 23 anos é sensação da temporada e ganhou Stuttgart semanas atrás. Saque poderoso, grandes golpes da base o tornam muito perigoso, mas vem de duelo de 4h30 no sábado. Suíço tenta 99º vitória em Wimbledon.
– Nadal x Sousa – Português de 30 anos tem experiência e três títulos de ATP. Tirou CIlic e Evans com tênis agressivo e corajoso, mas é muito temperamental. Nadal ganhou os dois duelos já feitos
– Nishikori x Kukushkin – Cazaque de 31 anos disputa segunda oitavas de Slam da carreira e perdeu todos os oito confrontos diante de Nishikori, tendo vencido apenas dois sets.
– Raonic x Pella – Outro duelo inédito no circuito. Canhoto argentino surpreendeu com os 3-0 sobre Anderson e enfrenta outro vice de Wimbledon. Canadense não perdeu sets até aqui.
– Goffin x Verdasco – Sétimo confronto e placar de 3-3. Belga tem jogado muito bem na grama nas últimas semanas. Canhoto espanhol jfez sua 47ª partida no quinto set diante de Edmund (25 vitórias) e alcançou sexta virada de 0-2 na carreira.
– Bautista x Paire – Francês perdeu todos os oito duelos (seis de nível ATP) contra espanhol, que foi quartas no Australian Open em janeiro. Paire tem sua 35ª chance de enfim fazer quartas num Slam.
– Querrey x Sandgren – Dois jogadores que não são cabeças e nunca se cruzaram. Querrey tem longa história no torneio, incluindo semi em 2017, Sandgren nunca havia vencido antes no Club.

Feminino
– Barty e Serena são as favoritas para vencer e aí se cruzarem nas quartas. Australiana precisa de cuidado com Riske, que a venceu na grama de Eastbourne em 2016. Serena nunca perdeu set de Carla Suárez em seis confrontos.
– Kvitova e Konta prometem ótimo duelo. Tcheca tem 3-1, mas única vitória da britânica foi na grama. Quem vencer pega Mertens ou Strycova, jogo sem favorita.
– Pliskova e Svitolina são favoritas contra Muchova e Martic e se cruzarão nas quartas em caso de vitória. Martic evoluiu muito em 2019 e merece atenção da ucraniana.
– Halep e Gauff fazem o outro grande jogo da rodada e será interessante ver como a experiência da romena vai encarar a ousadia da menina de 15 anos. Quem avançar pega Yastremska, de 19 anos, ou Zhang, de 30.


Comentários
  1. Maurício Luís *

    Quando Nadal ainda não tinha nem nascido, o de Lá de Cima lhe disse:
    – Ou você vai ter um jogo bonito, vistoso e elegante como o do Federer… ou vai ser multicampeão de Roland Garros. Decida-se.
    Desnecessário se faz declinar qual foi a escolha do baloeiro.

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  2. João ando

    Essa Vitória da barbora me enterrou no desafio Wimbledon. … fui pela razão e ranking me ferrei…se fosse pela emoção teria acertado a ganhadora pois acho a barbora linda

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  3. Pedro

    Dalcim,

    Na próxima rodada, acredito mais em Federer. No duelo do Djokovic embora ele tenha ampla vantagem e a questão psicológica a seu lado, é importante notar que o Goffin vem jogando bem na grama. Em relação ao Nadal, acho que é o jogo mais fácil dos 3.

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  4. Paulo Almeida

    Que bagre bisonho esse tal do Berrettini. Até um servebot pífio como o Roddick teria dado mais trabalho! Sousa foi outra piada também.

    O moleque francês foi o único que apresentou um repertório melhor, mas o GOAT não deu mole e tratou de acabar rápido com o jogo.

    Algum cara mandou o papo de entressafra e o Eusébio ficou louco, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    Frauderer sendo humilhado até no Sportv agora!

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  5. André Barcellos

    Apesar da vitória acachapante do Federer, senti que está faltando potência nos seus golpes, bem como senti ele um tanto lento em quadra.
    Seu jogo está muito distante do nível de 2017, quando ele varreu a galera toda, incluindo Raonic e Berdych nas fases finais desferindo muita pancada pra todo lado.
    Hoje sua vitória foi na base de entortar o adversário e experiência.
    Não seria o suficiente pra ganhar o torneio, mas ainda tem espaço pra melhorar a movimentação.
    Dose é que vai fazer 38 e não se pode pedir muito…

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  6. Evaldo Moreira

    Dalcim,
    Vendo os seus comentários, nas coberturas dos jogos de Djoko, Nadal e Federer, qual te surpreendeu mais?.
    Sem falar, que os resultados foram similares, e dos jogos deles, qual você gostou mais?

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    1. José Nilton Dalcim

      Me decepcionei na verdade com o Berrettini. Dos dos outros dois, realmente não esperava muita coisa. Acho que de uma forma geral, os três Big 3 jogaram de forma muito contundente.

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  7. Adriano Souza

    Q aula do Djokovic heim! Pressionou nas devoluções e não deu espaço ao jovem oponente. Trocou de direção e variou com maestria, fera demais!

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  8. Fernando Pauli

    O Federer levou os gêmeos para ver seu jogo contra o italiano, ao perceber que a criançada estava começando a se dispersar, tratou logo de encerrar a partida em menos uma hora e quinze minutos.

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  9. Gui

    Nathan dando entrevista para o Sport tv.
    A repórter perguntou se ele havia encontrado algum ídolo em W. E ele respondeu: não tenho nenhum ídolo.
    Ela: nem Nadal ou Federer? Não, nem eles…
    Pqp

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  10. André Barcellos

    Berretini tinha tudo pra endurecer contra qualquer jogador, incluindo os outros dois do big 3.
    Mas contra Federer, cheio slices e variação, entortou o grosseirão italiano.

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  11. Renato

    Roger Federer fez uma partida que o coloca como favorito absoluto para a conquista do torneio!
    Vamos, GOAT! Falta apenas três para o 21!

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  12. Rodrigo S. Cruz

    Novak “Oportuno-vic” acaba de depenar mais um frango que ele pegou na sua chave café-com-leite.

    Nadal também teve um fracote pela frente, porém encara agora o sacador Sam Querrey.

    Se passar, acho que ninguém duvida mais que o FEDAL aconteça, na semi…

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    1. Jonas

      A chave dos 3 está café com leite.

      Talvez o Agut possa complicar pro Djoko e o Querrey esteja em um dia inspirado.

      Mas você acha mesmo que o Nishikori fará cócegas no Federer?

      Responder
  13. João

    Dalcim, boa tarde.

    Pergunta fora do assunto, mas procurei essa informação e não achei…

    Existem algumas raquetes de madeira, que geralmente vemos como item de coleção, que possuem uma estrutura em forma quadrada em torno da cabeça, sabe me dizer o que é aquilo?

    Abss

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    1. José Nilton Dalcim

      Acho que você se refere ao aparelho que se colocava na raquete para que ela não empenasse. A umidade era o grande inimigo das raquetes de madeira, João.

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  14. André Barcellos

    Que frango o João Sousa…
    Não tá conseguindo fazer nada.
    Nadal jogando muito bem, mas o português faz escolhas erradas o tempo todo, falha na execução etc.

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  15. Sandra

    Dalcim, será que foi tão difícil assim a chave do Nadal? Seria na teoria, pois o mais difícil Kyrgios ele passou só perdendo um ser, Rsonga já não mete mais medo e João Souza nem fale, e já que ele acavou fazendo a chave dele fácil, ele vai acabar passando por cima do Federer, pois a cabeça dele não tem pra ninguém, gostem dele ou não

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  16. Euro Oscar

    Bom dia, Dalcim: Procurei os rankings de Bia Haddad Maia e de Cori Gauff nesta manhã de segunda, no site da WTA. Não atualizaram. Mas descobri, de outra fonte, que o ranking virtual delas HOJE é: Bia em 95º, com 640 pontos e Gauff saltou do 313º para o 139º, totalizando 428 pontos. Isso antes do jogo dela contra Simona Halep, que hoje está em 6º no ranking, com 4173 pontos. Jogo previsto para iniciar às 10:30h, no nosso fuso (-3 GMT). Agora são 7:50h. Ótima semana a todos (as)!

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  17. Retificadora

    Às vezes, seja por conveniência na linha de raciocínio ou não, tentando relativizar o sucesso do Nadal em Majors, alguns se esquecem que Nadal possuí *14 finais* fora do seu Grand Slam de maior sucesso. Agora, lhe pergunto:

    Quem conseguiu essas 14 finais ou mais fora do seu Major ‘predileto’?

    Só Djokovic (17) e Federer (19) em toda história conseguiram isso.
    6 títulos? Sim, uma eficiência não tão boa, visto que perdeu outras 8 finais. Porém, dessas 8 finais, 7 delas foram para Federer ou Djokovic. A mesma coisa que acontece com os dois em relação às finais de RG frente ao Nadal.

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    1. Jonas

      Nadal já deixou de ser um jogador de saibro há muito tempo.

      Não preciso ir longe. O espanhol derrotou Djokovic nas finais do US Open 2010 e 2013 e é Bicampeão em Wimbledon.

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  18. Renato

    Nas melhores jogadas da semana, não está a jogada do espanhol, que o colega Viana disse nunca ter visto nada igual. Kkkkk Não duvido que seja uma linda jogada, o que é muito comum no repertório do “habilidosissimo” Rafa Nadal. Kkkkk

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    1. Viana

      Ele perdeu o ponto. Apesar da jogada ele perdeu, então imagino q seja por isso. Mas se você viu o jogo de hoje, ele deu uma aula de voleios e drop shots.
      Ele e o Federer estão demais nesses fundamentos.

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  19. Sérgio Ribeiro

    Infelizmente com 4 TOPs 10 e 2 Next Gen ( o Italiano tem apenas 23 ) , me parece que os garotos novamente vão dançar rs E o Samurai esta’ jogando muito . Dito isso , Zebras se continuarem passeando parece que vai ser pelo lado das meninas. Mas não acredito. A N 1 pode estar marrenta, mas tem todos os golpes inclusive bela transição à rede. Talvez mate as saudades de Justine Henin. Abs!

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  20. JOTA10

    O que eu tenho a dizer, que espero que o Miura Nadal e Serena Willians estejam nas finais do Wimbledon, sou fã dos dois tenistas, espero que seja uma final com os melhores que estão aí, porque várias surpresas que poderiam atrapalha-los estão fora como os novatos Tsitsipas, Anderson, Zevereve, Cilic, e outros, a partir das oitavas vai ficar bons os duelos.

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  21. Paulo Almeida

    Além de idade e saibro verde, outra desculpa patética é o tal do “jogo não encaixa”. Na realidade, o jogo de fulano não encaixar com o de sicrano nada mais é do que uma forma camuflada de dizer que um não consegue achar uma forma de ganhar de outro. E se não consegue, não pode ser melhor. Bem óbvio até.

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    1. Sérgio Ribeiro

      O excelente “ comentarista” esquece que fora do Saibro encaixa. 13 x 10 nas hards e 2 x 1 na Grama ( não é mais pois o Touro caiu muito cedo em varias ocasiões) . É óbvio que o Saibro Verde ( com a bolinha quicando mais alto ) , muda sim muita coisa. A Grama rápida como em Halle , stuttgart e Cia , exige um posicionamento totalmente diferente dos joelhos ( pois o quique é muito baixo). Daí alguns Tenistas optarem em “ pular “ o preparatório , optando em treinar em quadras mais lentas. Desculpas somente no grupinho do “ expert “ rsrsrs Abs!

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    2. Rodrigo S. Cruz

      No saibro, o jogo do Federer não encaixa com o do Nadal mesmo não.

      Aliás, nem o do Federer e nem o de 95% do circuito.

      Dá pra contar com os dedos de uma só mão os nomes que poderiam surpreender o Nadal no saibro:

      Djokovic, Soderling (quando na ativa), Thiem (mais ou menos), Fognini…

      Ou seja, pouquíssimos…

      Em RG ele só perdeu uma vez na vida, que foi aquela pro Soderling.

      A vitória solitária do Djokovic em 2015, não me convence nem sequer 1%…

      Foi para INGLÊS VER! kkkkkk

      Já que se deu em um ano vexatório do Nadal em TODA a temporada.

      Chegando ao ridículo de tomar piaba até do fraco Berdych no Aus Open.

      Mas admito que o sérvio poderia sim dar trabalho ao Nadal, em uma final de RG,.

      Se jogar muito bem, pode até vencer.

      Por enquanto ainda é freguês…

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      1. Paulo Almeida

        Nadal estava lesionado contra o fraco Soderling, tanto que nem jogou Wimbledon depois. Foram dois títulos que caíram no colo do Jagua. Djokovic de 2015 teria ganhado de qualquer versão do espanhol. O atropelo mostra isso.

        Legal, aquela vitória solitária no AO 2017 também não me convence. Foi pura sorte ter vencido um espanhol que bobeou no quinto set.

        O jogo dele não encaixa em piso nenhum. As poucas vitórias sempre foram com enorme dificuldade, tirando uma ou outra. Somente o sérvio teve jogo pra dominar o arquirrival em qualquer piso.

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          1. Rodrigo S. Cruz

            E isso não quer dizer absolutamente NADA.

            Pra ganhar do Nadal, em RG, só num dia inspirado mesmo.

            O do Soderling foi em 2009…

        1. Sérgio Ribeiro

          Pesquise primeiro , Sr Paulo, antes de postar suas costumeiras … O fraco Soderling confirmou sua Vitória sobre o Touro no FINALS do mesmo ano. E no ano seguinte bateu Federer e voltou a Final de RG contra o Espanhol. Sabe nada. Abs!

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Finals é hard indoor, onde o Nadal joga mal normalmente. No M1000 de Roma duas semanas antes de Roland Garros, ele tinha varrido o sueco com 12-1. Pesquise aí pra não passar verganha mais.

            E o saibro verde? Só porque não é tão rápido quanto Halle virou terra batida?

        2. Rodrigo S. Cruz

          Oh sim, claro, claro…

          Uma virada de quinto set, em jogo ÉPICO na Austrália foi igualzinho a um massacre sofrido pra freguês em RG.

          Ambiente em que o Nadal não perde nem par ou ímpar.

          Esquenta não que eu te achei muito “onésto”.

          kkkkk

          Responder
          1. Paulo Almeida

            Foi uma zebraça que não convenceu ninguém, mesmo porque o Capivara sempre ganhou de forma protocolar do freguês no Aussie.

            Como o Jonas já disse, DjokoGOAT já venceu as melhores versões do espanhol no saibro de forma convincente. A versão de 2015 era mediana, mas ainda sim número 5 do mundo, e por isso foi varrida. Uma versão melhor teria tirado um set.

      2. Jonas

        Djokovic e Federer são dominados pelo Nadal no saibro.

        Agora, a diferença é óbvia. Djokovic venceu Monte Carlo, Madri e Roma em cima do Nadal e costuma endurecer os jogos. Enquanto Federer parece um iniciante contra o espanhol.

        Responder
  22. Rodrigo S. Cruz

    [André Barcellos]
    7 de julho de 2019 às 12:21

    “(…) Quando na história se viu um cara se manter tão competitivo (top 3) depois de 35, 36, 37, 38? Nunca
    Uma conta fácil de fazer seria contabilizar as derrotas contra o sérvio até os 33, 34. Ele manteria o H2H positivo contra o bom jogador sérvio com 6 anos de idade a menos.
    Perdeu muito no começo? Sim. E o suíço perdeu muito no final (…)”

    André,

    Na era Guga, dificilmente você via algum grande nome se manter competitivo, depois dos 32 anos. Com 33 ou 34 já falava o tempo todo em aposentadoria…

    Uma boa parte até permanecia no circuito, mas com um ranking em queda, e resultados cada vez piores…

    O grande Pete Sampras, antes de se aposentar com aquele incrível 13° Grand Slam,ele já havia passado quase 1 ano em jejum de títulos, até de ATP’s 250.

    Agora, querem que o Federer com 38 anos seja capaz de dominar o Djokovic que VOA aos 32.

    E quando o Federer ganha tpitulos de ATP 500, alguns idiotas até ridiculizam…

    ( claro, né. Nunca pegaram numa raquete).

    E ainda falam que idade é simples desculpa.

    Gente… É muita cegueira!

    Ou esses caras são uns jumentos mesmo, ou então são os maiores vigaristas intelectuais de que se tem notícia…

    Cada grande jogador tem o seu momento de domínio. E o declínio chega pra todos.

    Acreditem: vai chegar pro Djoko também.

    Ninguém é eterno!

    Porém, o momento é todo do sérvio agora, tanto técnico quanto (e principalmente) físico.

    E nem o Nadal e nem o Federer vão conseguir impedi-lo. Simples.

    O Nadal não vai conseguir, porque fora do saibro ele até pode ser competitivo, mas com limitações.

    Tanto que dos 18 títulos de Slam que ele tem, apenas 6 foram fora do saibro…

    Portanto, ele não vai poder sair por aí ganhando: Wimbledon, Us Open, Finals, e uma porção de Masters 1000 nas rápidas, a essa altura…

    Não dá, né? Vai ganhar sim, de forma moderada alguns torneios valiosos, mas sem destronar o Djokovic!

    E quanto ao Federer, já faz tempo que ele corre por fora, e o que vem é lucro.

    O problema é que o cara é simplesmente FODA, e continua fazendo hora extra e lucrando bem mais do que pensavam…

    Responder
    1. marcilio aguiar

      Analises muito bem feitas. Desde Borg, só Connors manteve-se competitivo acima dos 32 anos, mesmo assim muito longe da performance que o Federer alcança hoje.

      Responder
    2. Renato

      Só para lembrar que o cotonete está inscrito no atp 500 de Tóquio, e vai contabilizar um 250 e um 500 jogados, mas levou ferro do Yogurte no primeiro. Roger jogou dois 500 e ganhou os dois, além do Masters de Miami.

      Responder
    3. Nando

      Rodrigo, só uma rápida correção sobre Sampras: ele ficou mais de 2 anos sem ganhar 1 mísero título, nem ATP250 ganhou (de WB2000 até o USO2002) até ganhar seu 14° Slam e último título como profissional.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Verdade!

        O décimo-terceiro foi em Wimbledon sobre o Rafter, e o último foi no Us Open sobre o Agassi…

        Assisti aos dois jogos.

        Também assisti o de 2001, quando ele perdeu o título pro Hewitt.

        Responder
  23. Jonatas Bruno

    Da chave masculina,dois me chamam uma especial atenção: Federer vs Berrettini (pelo conjunto de um e conjectura do outro): e Bautista vs Paire (estilos e “caixas” diferentes).
    O mesmo na chave feminina; kvitova vs Konta: (torcida e apreciação ao jogo); e Halep vs Cori Gauff (pela aplicação e o desabrochar de uma promissora promessa).

    Particularmente,vejo três confrontos no masculino, e cinco no feminino com margens a
    surpresas. E vejo dois no masculino e um no feminino, com vitorias praticamente certas. No demais,acho que podemos ter algum grau de emoção. Que assim seja!

    Responder
      1. Jonas Normando

        Mas você não acha que, pelo jeito que Roger está devolvendo saque, as chances dele são menores que 50% frente a Nadal, Dalcim? E o BH dele me parece muito instável neste Wimbledon.

        Responder
  24. Tiago

    Nesse duelo de oitavas os jogos mais interessantes e com cara de equilibrados serão Goffin x Verdasco, Federer x Berrettini e Raonic x Pella…nesses jogos vejo 5 sets sendo disputados.

    Responder
  25. Nando

    Eu acho uma tremenda frescura esse negócio de “fulano está jogando na quadra central”, “beltrano só é colocado pra jogar na quadra 1″…oras, o importante é jogar, seja onde for, não sei pq os torcedores brigam por causa disso.
    Mas sem dúvidas q em tese, era pro cotonete jogar na Central ao invés do pouca telha…o sérvio tem mais história no torneio.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Concordo, fazia diferença quando apenas a central era coberta, pela chance menor de jogos adiados p o dia seguinte, hj não faz mais!

      Responder
  26. Enoque

    Acrescentando o comentário da Sandra:
    Tudo indica que o jogo do Djoko vai começar bem mais cedo do que o de Federer.
    O Sportv deve começar transmitindo o Djoko, depois passa para Federer, volta no final do jogo do Doko e finalmente transmite o final do Federer. Vamos conferir.

    Responder
  27. Renato

    Amanhã os torcedores do bagre sérvio vão precisar procurar algum link na Internet, pois o jogo do pirulito será, provavelmente, no mesmo horário do jogo do NÚMERO UM VITALÍCIO. É triste, mas a TV vai mostrar quem o povo quer ver e é garantia de espetáculo.

    Responder
        1. Paullo

          O cara comentar teus post não quer dizer que seja gay.
          E, se for, Um cara como vc ainda achar estranho relacionamento entre duas pessoas do mesmo sexo mostra que vc tem muito a evoluir.

          Responder
  28. Renato

    Só procurar no google “Federer mononucleose”. Inclusive prejudicou o suíço no Austrália Open, caso contrário jamais perderia pro limitado cotonete no torneio.

    Responder
    1. V Maurício

      Boa noite!
      Realmente Federer teve Mononucleose, cuja qual contraiu em Dezembro de 2007, o que leva a crer que o atrapalhou no AO de 2008. Mas daí a dizer que foi por causa disso que ele perdeu Wimbledon já é demais. A mononucleose é uma doença aguda causada quase sempre pelo EBV (Epstein Barr vírus), dura semanas geralmente ou poucos meses, não passando de 6 meses. Inclusive o próprio Federer declarou em Março de 2008, antes de Indian Wells, que já estava completamente curado, e isso também está na internet. Ou seja, afinal do torneio londrino, em Julho, não teve interferência alguma.
      PS: não sou torcedor de nenhum do Big 3 especificamente, mas gosto dos grandes jogos e isso me ajuda a tentar ver as coisas de modo menos passional.

      Responder
      1. Maria izabel

        E a Venus Willians que tem uma doença auto-imune ,que a deixa perder muito líquido e está na pista desde sempre? A Serena que teve pneumonia intersticial, problemas de coagulação sanguínea etc.E é campeoníssima?Inclusive aquele macacão preto que ela jogou 2018 Roland Garros, foi feito especialmente para evitar trombose que poderia se tornar embolia?
        Desejo saúde a todos!Mas, já li comentários horrorosos ,desejando mal aos outros.
        Acredito que a palavra tem poder de bumerangue,tem volta.
        Fico chateada com abandonos por causa de contusões, seja Big Three,ou Best Gen.
        Vamos curtir a todos,é um momento mágico do tênis.

        Responder
      2. Roberto Léo

        A mononucleose, apesar de curso limitado, pode causar alterações no organismo que prejudicam o desempenho atlético. O Robin Soderling, após ter a doença, comentou: “Em todos os anos eu acreditava que seria capaz de retornar ao mundo da elite do tênis, mas agora eu percebi que não estarei saudável o bastante para ser capaz de jogar tênis no nível em que eu me cobro.”

        Responder
    2. Paulo Almeida

      Papo furado. Se fosse coisa grave, nem teria jogado o AO. Tomou uma surra de 3×0 do moleque Djokovic de 20 anos bem longe do auge e com intolerância ao glúten.

      Responder
  29. Sandra

    A minha esperança é que Djokovic passasse fácil e fosse a final, e me perdoem , que Nadal e Federer se matassem em cinco seis , rsss, não briguem comigo

    Responder
  30. Luiz Gustavo Serpa

    Por sinal, gostaria de saber sua opinião sobre a distribuição das quadras. Nos comentários às notícias as tribos Federex, Nadalex e Djokovicex já começaram a guerrear pela distribuição das quadras nas oitavas. Fora sa capacidade de público e a disponibilidade de teto retrátil, as quadras não são iguais? Não dá no mesmo jogar em qualquer uma delas? Até porque não vi ninguém reclamando que a Konta vai jogar na quadra central, A Serena na quadra 1 e a Barty, líder do ranking, na 2. Obrigado!

    Responder
      1. Paulo F.

        Os antis podem pirar achando que é por causa do Djokovic mesmo, mas tá na cara que é por causa do francês, que é muito menos conhecido que os adversários de Federer e de Nadal.

        Responder
  31. Luiz Gustavo Serpa

    Caro Dalcim, acho que você se distraiu um pouco. Afinal, o Nishikori também é top 10, ou não? De qualquer modo, comentários extremamente embasados, como de costume. Parabéns pelo site!

    Responder

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