Wimbledon continua o grande desafio
Por José Nilton Dalcim
30 de junho de 2019 às 08:11

Por ser o mais antigo campeonato e aquele que determinou há mais de 140 anos os moldes do esporte que permanecem até hoje, Wimbledon sempre foi considerado o mais valioso troféu do tênis. A partir da década de 1970, em que os torneios sobre a grama ficaram cada vez mais raros, a importância de triunfar no All England Club apenas cresceu, porque então se criou o verdadeiro desafio de adaptação ao piso. Como bem disse Rafa Nadal, a transição do saibro para a grama, ainda que agora mais lenta do que já foi, permanece a situação mais difícil do circuito.

Grandes nomes como Ivan Lendl, Ken Rosewall, Guillermo Vilas e Mats Wilander ou líderes do ranking do naipe de Jim Courier, Guga Kuerten e Ilie Nastase não conseguiram a façanha. Daí mais uma vez temos a exata noção de quão espetacular é a geração que vivemos: em 2019, já ‘trintões’, Roger Federer, Novak Djokovic e Nadal ainda são os principais candidatos à honraria, somando 14 das últimas 16 conquistas. A exceção do período foi outro notável, Andy Murray.

O feminino tem sido mais democrático e conseguiu mostrar surpreendentes conquistas nesse mesmo período, com Maria Sharapova, Amélie Mauresmo, Petra Kvitova e Marión Bartoli e até mesmo Garbiñe Muguruza e Angelique Kerber. Elas conseguiram barrar a hegemonia das irmãs Williams, que estiveram em 12 dessas 16 finais. A menos que tenha recuperado a forma física que não mostrou em Paris, há um mês, parece muito difícil que Serena retome a coroa.

Assim, Wimbledon dá a largada nesta segunda-feira com a expectativa de briga direta entre os três maiores ganhadores de Slam, um de olho no outro, todos mirando a marca de Federer, e de uma disputa totalmente aberta entre as meninas, onde a experiência não está com vantagem significativa sobre a juventude.

Números
– Federer marca outro recorde, ao competir em seu 21º Wimbledon.
– Nadal precisa de 3 jogos para chegar também aos 300 feitos em Slam, como já têm Federer (403) e Djokovic (312).
– Feliciano López ampliará seu recorde para 70 Slam consecutivos.
– Com 72 Slam disputados, Serena só ficará atrás dos 82 da irmã Venus.
– Mais 3 triunfos e Federer será primeiro com marca de 350 em Slam.
– Maria Sharapova precisa ir às oitavas para atingir 200 triunfos em Slam.
– Federer somará 185 sobre grama na carreira se atingir as quartas e assim igualará Connors.
– Se não der o Big 3, nem Wawrinka ou Cilic, o tênis masculino verá o 150º diferente campeão de Slam da história.
– Caso seja semi, Federer será primeiro a ter 100 vitórias num mesmo Slam.

E mais
– Os campeões de Wimbledon faturam 2,35 milhões de libras (US$ 3 mi), bem atrás do US Open. A derrota na primeira rodada de simples já vale US$ 57 mil.
– Federer tenta o 9º título individual em Wimbledon, algo que apenas Navratilova possui na história. Djokovic pode igualar o penta de Borg.
– Entre os multicampeões de Slam, Federer e Nadal possuem a maior distância entre o primeiro e o mais recente troféu (14 anos), mas estão atrás de Serena (17 anos).
– Nadal pode ganhar pela terceira vez Wimbledon logo depois de Roland Garros (2008 e 2010), façanha que apenas Borg alcançou (1978 a 80).
– O único fora do Big 3 a ganhar Wimbledon desde o primeiro troféu de Federer em 2003 foi Murray, em 2013 e 2016. A partir de Paris-2005, o Big 3 ganhou 49 dos 57 Slam disputados, incluindo os 10 mais recentes.
– Wawrinka tenta mais uma vez completar sua coleção de Slam, algo que apenas oito tenistas possuem em todos os tempos: Agassi, Budge, Emerson, Laver e Perry são os outros.
– Edmund é a esperança britânica de pior ranking desde Rusedski, em 2006. Ele ocupa hoje apenas o 31º.
– O campeão defensor perdeu na primeira rodada da edição seguinte apenas duas vezes na história do torneio: Santana, em 1967, e Hewitt, em 2003.
– Djokovic ganhou 3 de seus 4 títulos em Wimbledon sem jogar preparatórios na grama. O recordista nesse assunto é Borg, com 5 seguidos.
– Aos 40 anos e 136 dias, Karlovic é o mais velho da chave. Com 18 anos e 340 dias, Aliassime é o mais jovem e o primeiro nascido no ano 2000 a jogar o torneio.

Polêmica dos cabeças
Nadal bateu pesado em Wimbledon por ter sido rebaixado para cabeça 3 e chegou a pedir uma ação da ATP contra o torneio, mas ele desconhece que existe um regulamento que permite a qualquer Slam fazer isso. Para detalhes completos, clique aqui e leia a notícia que escrevi no TenisBrasil.

Teste seu palpite
TenisBrasil lançou como prometido o Desafio Wimbledon. Já está no ar e todo mundo pode votar para o primeiro jogo escolhido, o duelo entre Kevin Anderson e Pierre Hughes. Quem se cadastrou em Roland Garros, pode usar mesmo login e senha. Clique aqui para acessar o Desafio: os prêmios são bem legais.


Comentários
  1. José Eduardo Pessanha

    Me dá, me dá, me dá…
    Me dá Danoninho, Danoninho já
    Cálcio e vitamina pra gente brincar
    Me dá Danoninho, Danoninho dá…

    E o Craque Dalcim gabaritou nessa. Cotonete estará na final para ser devidamente derrotado por Roger Federer.
    Abs

    Responder
  2. Rodrigo S. Cruz

    [Bartolomeu]

    1 de julho de 2019 às 01:15

    ” Vive-se um constante e cada vez mais raivoso embate entre narrativas de mundo/propostas de realidade, e o que fica gritante é o seguinte:
    Tudo o que confirma a minha crença é verdade, ainda que seja mentira.
    Tudo aquilo que refuta a minha crença é mentira, ainda que seja verdade”.

    PERFEITO, Bartolomeu.

    Este é o melhor comentário que li aqui, em meses…

    E complementando:

    Chega uma hora que você precisa tomar uma decisão.

    Ou continua infantilmente batendo boca com quem você sabe que NUNCA vai deixar de responder.

    Ou simplesmente ignora, e o deixa falando sozinho.

    E depois desse teu post, estou bem propenso mesmo a pegar a segunda opção…

    Abs.

    Responder
  3. Miguel BsB

    Putz! Tsisipas, Osaka e Zverev já tão fora logo de cara…
    Aí facilita demais a vida dos monstros de sempre.
    Sérgio Ribeiro, não fique chateado, mas nesse ano, Zé Verev é um apelido bem apropriado. Nem o Grande Lendl tá conseguindo dar jeito no garoto…

    Responder
  4. Rodrigo S. Cruz

    Fala, Sérgião!

    Estarei no aguardo de mais um comentário (desculpa) “abalizado” sobre a derrota do Alec-loser Zverev.

    kkkkkkkkkk

    Responder
  5. Barocos

    @ Pessanha

    Parece que a sua previsão está se realizando, Aliassime, mesmo sendo tão novo, apenas 18 anos, tem mostrado um tênis de alto nível e, tão importante quanto, a mentalidade e a concentração de um grande campeão. Vou passar a observá-lo mais de perto.

    Para variar, Tsitsipas e Zverev já se despediram do mais importante torneio do calendário precocemente, e o que é ainda mais dramático, na primeira rodada!

    Quanto ao Felix, ainda é muito cedo para dizer, mas sobre os outros “astros” da “nextgen”, não me parece que qualquer um deles venha a alcançar o nível do Murray e, menos ainda, o padrão dos três gigantes: Djokovic, Federer e Nadal.

    Responder
  6. Renato

    O baixo número de aces e vários serviços quebrados são os sintomas de como a quadra está lenta, mais do que Queens ou qualquer outro torneio preparatório no piso verde.
    Dalcim, vc acha que está mais lento ano passado?

    Responder
  7. Renato

    Como??? Vamos assumir que Novak joga mais que Federer e ponto?? Há não, ne, Ary Toledo? Kkkkk Joga mais em Marte ou Júpiter, na terra, não passa perto.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Foi isso que eu falei pra ele abaixo, Renato…

      Será que foi a surra que levou nos argumentos que o deixou grogue, por uns tempos?

      (rs)

      Responder
      1. Jonas

        Surra nos argumentos?

        O que vc argumenta não tem lógica.

        Murray é freguês de Djoko mas Federer deve ser pai de Nadal pelo seu critério.

        Federer voando aos 38 e ganhando títulos tá velho pra vocês. Mas o Djokovic com 32 anos, número 1 do mundo deve ser um garoto. Está no “auge” segundo vocês.

        Nadal e Djokovic vencem Wimbledon mas não jogam Halle e Queens então não vale. Cara, pelo menos leia o que você escreve.

        Você tenta normalizar certas derrotas do Federer, algo que é impossível. Ai recorre a argumentos toscos do tipo “Nadal foge do Federer na grama”. Além disso é incoerente ao falar de H2H.

        Responder
    2. Paulo Almeida

      Claro que joga, senão não espancaria seus arquirrivais desde 2011.

      Ah, a lesão do Nadal em 2009 também deixou o caminho livre pra hiena vencer mais um Wimbledon em cima do servebot desengonçado Ródique. Muita sorte do suíço naquele ano, tanto na França quanto na Inglaterra.

      Responder
  8. Paulo Almeida

    O GOAT Djokovic espantou a zebra com alguma dificuldade, como esperado. Agora creio que terá duas rodadas tranquilas.

    Quanto à questão do h2h, a coisa é muito simples: o sérvio surra Frauderer por 19×9 e Capivara por 21×10 desde que atingiu seu melhor nível e logo é o rei desse esporte. E o espanhol é o segundo melhor obviamente, pois detona o terceiro melhor em uma superfície e equilibra as coisas nas outras duas.

    Responder
  9. Marcelo

    Caro Dalcim, desculpe se você já explicou isso e eu não vi por aqui.. Mas como faço para assistir Wimbledon pela internet? Eles terão um streaming como Roland Garros teve?
    Forte abraço!

    Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Pelo que me disseram, mostram apenas entrada em quadra, um ou outro flash de jogos, mas não realmente uma partida na íntegra ao vivo. Vamos ficar de olho.

          Responder
          1. Marcelo

            Ah legal, Dalcim! Muito obrigado pela sua atenção, como sempre!!! Estou assistindo pelos preciosos links que você disponibiliza na Tenisbrasil!!

  10. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]
    30 de junho de 2019 às 23:44

    “Quem falando de criança birrenta, na sistemática e idiota perseguição ao sérvio.
    Então é o sujo falando do mal lavado”

    A diferença Paulo F. é que o Renato é o ÚNICO do blog que você reclama.

    Já contra o Federer se junta todo mundo:

    Você, o primogênito de Belzebu (teu xará) , o tal de Jonas, o Chetnik, o Paspa-léo Gávio, o Valmir (que anda sumido), o Roger Fedeiros, etc, etc, etc.

    Uma tropa!

    Fazem perseguição sistemática e repetem a mesma coisa mil vezes…

    E disto, você NUNCA reclama! (rs)

    Estranho, não?

    Você nunca explicou o por quê de uma indignação tão seletiva.

    Responder
    1. Paulo F.

      Não reclamo, pois só os fedtards tentam diminuir o sérvio.
      E quando tá surreal demais a tentativa de ridicularizar o sérvio, eu entro na onda.
      Mas procuro cada vez mais dosar e me controlar.

      Responder
    2. Luiz Fernando

      “Vc nunca explicou o pq de uma indignação tão seletiva”, será q vc já fez essa mesma pergunta ao Lógico, cara q vc vive elogiando e rindo das besteiras dele? Humm, mas ele fala do Nadal, aí, claro, não tem problema, aí não causa melindre kkk. Coerência é algo q ajuda a não receber puxões de orelha, quando criticar o PF embre-se do Lógico…

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        E aí, meu grande SÉRGIO RIBEIRO…

        Mas um vexame histórico do Sr. “Zé Verev”, hein?

        Caindo na primeira “ronda” de Wimbledon kkkkkkkk

        Parafraseando o poeta LF, aguardarei ansiosamente por mais uma desculpa “abalizada”.

        kkkkkkkkkkkk

        Responder
  11. Bartolomeu

    Dalcim

    Tenho acompanhado, aqui no blog, uma polarização crescente, a tal ponto que – na grande maioria das vezes – o debate fica interditado.

    E o que acontece aqui não é muito diferente do que acontece em diversos outros espectros da nossa vida cotidiana.

    Vive-se um constante e cada vez mais raivoso embate entre narrativas de mundo/propostas de realidade, e o que fica gritante é o seguinte:

    Tudo o que confirma a minha crença é verdade, ainda que seja mentira.

    Tudo aquilo que refuta a minha crença é mentira, ainda que seja verdade.

    Na base destas posturas está o mundo fraturado em que vivemos hoje, a origem das fake news , e um emburrecimento geral do debate.

    Acompanho o seu blog há muitos anos, e mais de uma vez disse a mim que era perda de tempo ler os comentários, embora, vez ou outra, surgissem informações interessantes.

    Agora, tenho vindo aos comentários quase como uma curiosidade antropológica: observar como (não) argumentam pessoas adultas e como tudo – mesmo um assunto periférico como o tênis – confirma o tempo assustador que vivemos.

    Admiro muito você por sua paciência e tenacidade.

    Abraços

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      E você nem faz ideia de quantos comentários são evitados ou corrigidos para evitar ofensas descabidas só porque alguém pensa diferente. Eu fui obrigado até mesmo a rejeitar qualquer comentário que comece ou termine com ‘você precisa de um médico ou vá se tratar’. Abs!

      Responder
      1. Paulo

        Dalcim,
        Quando a gente vê discussões com argumentos, é até legal de acompanhar. Mas tem um pessoal que não sei como você tem estômago para ler, pois a chance de vir bobagem e grosseria é grande. Ainda bem que eles não mudam muitos os nomes, porque isso facilita a leitura do blog, pois eu passo direto sem ler estes comentários, se é que se pode chamá-los disso.
        Continue com sua paciência e nos brindando com suas postagens.

        Responder
  12. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]
    30 de junho de 2019 às 09:20

    “Na verdade eles confundem melhor com maior”.

    Tsc, tsc.

    Não se iluda… Chupe a manga com fiapo mesmo (rs)

    Tem entrevista do Nadal, do “titio” Tony (mais de uma, aliás), e vários outros entendidos.

    Em que discutem aspectos técnicos, forma de jogar, estilo, talento, etc…

    E colocam o Federer como o melhor, não apenas o maior.

    O maior, ele um dia pode deixar de ser, mas o melhor acho difícil…

    Abs.

    Responder
    1. Jonas

      Considerando as surras perante os rivais, não tem muita lógica ser melhor que eles.

      Enfim, cada um tem sua opinião e fala o que pensa. Há especialistas que dizem que o Djokovic é o mais completo e teve um auge superior, outros dizem que o Federer de 2006 foi melhor.

      Depois que Federer venceu WB 2009, alguns especialistas o colocaram como o MAIOR da história e isso foi se confirmando ao longo dos anos.

      Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          No problem.

          Há um sem número de especialistas em tênis que veem sentido.

          Continue vendo sentido em achar Nadal e Djoko melhores, ok?

          É um direito que te assiste… (rs)

          Abs.

          Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        De fato…

        Cada um expõe o que pensa. Eu falo uma coisa, você fala outra, e cicrano outra.

        A diferença é que somos meros torcedores… E isso tem um peso x ou y.

        Mas quando a maioria dos experts colocam alguém no topo, não tem muito mais que eu ou você possamos dizer.

        E por enquanto, você precisa aceitar que tem mais gente que acha o Federer melhor do que o Djoko…

        Responder
  13. Renato

    O baloeiro com aquele dircunsinho dramático, dizendo que depois de ser atropelado por Novak e Fognini queria parar de jogar e etc….. As vezes se comporta como um ser patético.
    Nunca vi Federer fazer qualquer declaração do tipo, mesmo depois de perder tantas vezes para o próprio espanhol em Rg, ou depois de um 2013 horroroso.

    Responder
    1. Luiz Fernando

      Ele sempre foi favorecido p esse casuísmo particular deste torneio, não vejo pq reclamaria. Quanto a reclamar de RG, só se ele pedisse p impedirem Nadal de jogar kkk…

      Responder
  14. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]
    30 de junho de 2019 às 20:23

    (“Nadal não estava invencível em Rg2009”)

    Perdeu pela primeira vez lá. E não fosse atuação soberba do Soderling, teria sido campeão em cima do Federer de novo…

    (“Em 2015 também estava jogando mal, porém o Djokovic já tinha derrotado Nadal no saibro em Roma 2014 e Monte Carlo 2015”)

    Mas é muito cinismo mesmo…Perdeu em Monte Carlo justamente porque em 2015 virou o “patão” da galera (rs) Até o medíocre do Berdych conseguiu tirá-lo do Australian Open. Temporada esquecível…

    (“E vamos ser coerentes”).

    Coisa que você nunca foi ou será! A paixão platônica pelo sérvio, não te deixa… (rs)

    “Você acha o Murray freguês do Djoko com um 25 x 11, eu também acho. A freguesia do Federer ante o Nadal, não é nada longe disso. Um 25 x 15 também é um massacre, mas vc acha que não”.

    24 x 15 é bem melhor que 25 x 11. E o celeuma do h2h já foi exaustivamente debatido. O Nadal no seu melhor piso, contra o Federer no seu pior piso, 16 vezes, com o o oposto ocorrendo apenas 3 vezes. Mas que desculpa tem o Murray para tomar 20 x 8 nas hards (onde ama jogar) e 5 x 1 no saibro? “Lambe-botas” classe A…

    (“E pra piorar, o Nadal tem 10 x 3 sobre o Federer em Grand Slam”).

    Aham. E com 6 desses 10 em RG. Grande BOSTA! kkkkkkk

    (“Em 2009 o Nadal sofreu com uma tendinite no joelho, foi uma temporada bem ruim, quase tão ruim quanto 2015”).

    Bahh, não força… Em 2009 o Nadal foi campeão na Austrália e fez semi no Us Open. Em 2015 até o Rogerinho Dutra ganharia dele. (rs)

    Responder
    1. Renato

      Já aconteceu em outros anos de Novak vencer Nadal em Monte Carlo ou Roma e depois perder em Roland Garros. Nadal estava péssimo em 2015, que foi o pior ano da carreira do espanhol.

      Responder
    2. Jonas

      10 x 3 é uma diferença gritante.

      E saibro também é piso. Não é algo que você possa tirar da conta.

      No Australian Open está 3 x 1 pro Nadal, estranho não?

      Já falei aqui que o Federer ante o Nadal no saibro é uma vergonha. Mas o Nadal equilibra nos outros pisos contra o “GOAT”.

      E 24 x 15 também é uma freguesia das boas…já foi até pior. Agradeça, pois essas 4 vitórias de consolo ocorreram com Federer aos 36 anos.

      Quanto ao Murray. É um baita freguês, mas venceu Djokovic em 2 finais de Grand Slam e deu MUITO trabalho pro Djoko em RG 2015. Não é um adversário qualquer, ou um pangaré como o Baghdatis.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Inserir o Baghdatis aqui é um tiro no pé.

        Será desespero? (rs)

        Lógico que MIL VEZES mas fácil pro sérvio garantir contra o seu super-pato Murray ali, do que o suíço ter encarado o Baghdatis acolá…

        Sem esquecer a diferença abismal das chaves, né!

        E saibro é piso sim, claro. Mas a vantagem que o Nadal levou, por jogar ali é injusta de tão descomunal.

        E das 10 vitórias obtidas, 6 foram só ali em RG.

        Por isso que não achei grande coisa…

        Responder
        1. Jonas

          Não é um tiro no pé.

          O Baghdatis foi uma rodada bônus pro Federer. Sim, ele é bom jogador. Mas fazer final de Slam não é pra ele.

          E o Murray é um adversário bem chato pro Djokovic em final de Slam, isso é fato.

          Pesquise aí quanto ficou o jogo entre Djoko e Murray em Rg 2015. E a final de 2016 também não veio fácil já que o Djoko perdeu o primeiro set e também tinha perdido pro Murray em Roma semanas antes.

          O que não faz sentido aqui é colocar Baghdatis no patamar de Murray.

          Responder
  15. Renatinho

    Dalcim,vc acha que o Wild já tem nível para se fixar bem nos torneios challengers?Acho que tem que resolver é a parte mental nos jogos para deslanchar .

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acho que ele precisa de tempo para se encaixar nesse nível. Já tem obtido vitórias, falta uma sequência melhor nos challengers.

      Responder
  16. marcilio aguiar

    Estou ansioso para WB, assistindo videos no youtube vendo Borg, Big Mac, Connors, Beker, Lendl, Martina e etc. Como era lindo o jogo rápido de saque e voleio. É obvio que o jogo de base dos dias atuais também tem seus encantos principalmente os portentos RN e ND, mas está muito monocórdico. Era prazeroso ver aqueles caras botando a cara na rede, voleando barbaridades, sem medo, mesmo depois de levar uma passada ou errar um voleio. E pensar que até o inicio do século ainda víamos Sampras, Rafter, Invanisevic e Henneman. Nesse WB talvez esporadicamente veremos momentos de Federer, Lopes e o Grego. Dustin Brwon, o único de raiz, infelizmente fora. Será que algum dia veremos novamente esse estilo de jogo, caro Dalcim? Será que é só devido à lentidão dos pisos e evolução das raquetes ou também se deve ao pensamento único na formação de tenista. Seria uma bom tema para estudos dos especialista, se é que já não existe. Viva a variedade de estilos, de volta o “Big Game”.

    Responder
  17. Sérgio Ribeiro

    Para que não haja mais dúvidas e mais um comentário cortado , gostaria de saber ( em função das contradições em varios Sites e BLOGS ) , qual fonte passou de 174 para 185 , o número de Vitórias de Jimmy Connors na Grama . Gostaria , se possível, que o Sr Blogueiro respondesse ( pois conta deste Post ) . Desde já agradeço.

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        De 5 de julho do ano passado , passando pelo Blog do Tênis de 18 do mesmo mês, o Site SEMPRE Oficial da ATP , mudou o número de Vitórias TOTAIS e da Grama do Tenista em questão. . Multissimo obrigado.

        Responder
  18. João C.

    Dalcim, boa noite.

    Fugindo do assunto, rolou um Future aqui em Curitiba essa semana e pude assistir uns jogos. Dá pra notar que a velocidade de bola é quase a mesma do pessoal que está no Top 100, muda mais a variação, consistência, entre outros detalhes. Como dizem, esse tipo de torneio é o primeiro degrau do profissional.

    Vendo os jogos, me surgiu um curiosidade, desses caras pegaram os Top 10, ou melhor, o Big 3. O João Sorgi, que fez a final hoje, sem questionar suas qualidades, joga muito, mas quanto você chutaria de placar contra o Federer, por exemplo? Dá pra engrossar se estiver bem?

    Abss

    Responder
      1. João C.

        Dalcim,

        Obrigado por responder, apesar de ser apenas uma curiosidade, é sempre interessante ver a opinião de alguém com bastante conhecimento na área.

        Parabéns pelo blog e textos.

        Abs

        Responder
  19. Paulo Almeida

    A zebra Soderling tinha tomado 6-1 e 6-0 duas semanas antes em Roma do Siri e só venceu em Rolanga porque o espanhol se lesionou dias antes. Aí caiu no colo de Frauderer aquele título. Aliás, com exceção de entressafra e lesões dos rivais, o suíço não tem mais do que sete Slams. Se título em cima do Murray não conta, então esse número cai mais ainda.

    Ah, e Djokovic foi o único que atropelou seu arquirrival de forma convincente no barro francês.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      2015 foi rodada bônus para farsa sérvia em RG.

      O resto do “bost”, quer dizer post, nem merece comentário.

      Piada de circo…

      Responder
  20. Marcelo

    A partir de amanhã ouviremos, pela enésima vez, o Eusébio Resende pronunciar erradamente o nome do torneio.
    Como se fosse difícil falar “WIM-BOL-DON”.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Apenas para explicar que a determinação de falar aportuguesado é da emissora e não do narrador, Marcelo. Infelizmente, aliás.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Ah, Dalcim, desculpe mas…

        Eu mandaria a emissora pro raio que a parta!

        A pronúncia tem de ser a correta e pronto.

        ” Uim-bol-dom”.

        Responder
  21. Renato

    Federer freguês de Novak!? Qua qua qua qua Três vitórias a mais, sendo que as últimas duas o suíço estava com a mão machucada, ou alguém acha mesmo que o pirulito venceria o suíço, em condições normais, em Cincci? Foram tantas humilhantes derrotas no masters americano….
    Fato é que Novak só passou Federer no h2h com o suíço perto dos 34 anos e com evidente declínio físico.

    Quer falar de vantagens mínimas no h2h? Novak é freguês de Kyrgios(0 x 2), Karlovic (1 x 2), Roddick ( 4 x 5)…. em slam é freguês de Thiem(1×2) em final de slam de Stan(O x 2), além de ser freguês de Caixa9 em final de masters(0 x 1) e freguês de Zverev em final de masters(0 x 2)
    O sérvio já é conhecido como o brinquedinho da nova geração e a coisa só tende a piorar até o final da carreira do sérvio.. ..

    Responder
    1. Jonas

      Não existe freguesia nesses casos, são poucos encontros.

      Mas Djokovic tem pouca vantagem sobre o Federer no H2H, equilibrado.

      E Federer é freguês de carteirinha do Nadal. Já foi até mais vexatório esse H2H.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Mais uns 5 ou 6 confrontos na dura ou na grama, e o duelo equilibra.

        Faz tempo que o Nadal não tira nem set do suíço nas hards…

        Responder
    2. Jonas

      E esse papo de declínio físico é meio tosco. Fiquem tranquilos gente, Federer está um “garoto”.

      Ele joga em altíssimo nível até uns 40 anos, tranquilo.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        O Federer é um atleta muito bom mesmo.

        Mas você quer compará-lo com o Djokovic ?

        Seria como comparar o Usian Bolt com o Robson Caetano, nos 100 metros rasos.

        Não dá, né… (rs)

        Sem falar no reflexo, que com a idade, naturalmente o tenista vai perdendo.

        Inegável que nesse ponto atual da carreira dos dois, avantagem do sérvio é notória…

        Responder
        1. Jonas

          Nenhum dos dois é garoto.

          Acho que compensa. Federer tem 38 anos e faz pouca força pra jogar. Pegue a média de tempo que o Federer fica em quadra e compare com o do Djokovic. O suíço resolve diversos games no saque, o que não ocorre com Djokovic. O sérvio se desgasta MUITO mais e está com 32 anos, na primeira posição.

          Federer aos 32 anos estava sendo aposentado por alguns ou chamado de velho. É risível a forma com que vcs tratam seu ídolo, como se o cara andasse de bengala. Ele não está no auge, óbvio, mas melhorou diversos aspectos em seu jogo. O Nadal também está tentando ser mais agressivo depois de tantas lesões e acaba de vencer Roland Garros com o pé nas costas. Pode vencer outros. Esses 3 são diferenciados.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Poupe o latim, cara.

            Negar que o Djokovic tem muito mais físico?

            Pára vai…

            Negar argumentos é uma coisa.

            Negar FATOS é fanatismo puro e singelo.

            Você é fanático demais…

            É como se você quisesse OBRIGAR os outros a pensarem como você.

            Só rindo mesmo. (rs)

        1. Jonas

          Acho que o Federer está muito bem sim. Quase não fica em quadra.

          O Djokovic se desgasta muito mais que o Federer. Está com 32 anos e é número 1 do Mundo. Vamos parar com o mimimi e assumir que o Federer é patão porque joga menos e pronto.

          Responder
        2. Rodrigo S. Cruz

          [ Jonas]
          1 de julho de 2019 às 09:55

          “Acho que o Federer está muito bem sim. Quase não fica em quadra.
          O Djokovic se desgasta muito mais que o Federer. Está com 32 anos e é número 1 do Mundo. Vamos parar com o mimimi e assumir que o Federer é patão porque joga menos e pronto”.

          Jonas,

          Dessa vez você se superou.

          Isso é simplesmente BIZARRO, cara! (rs)

          Ninguém vai “assumir” aquilo que não acha, só porque você quer, meu querido.

          Há muitas pessoas sim que acham o suíço melhor que o Djoko.

          Ponto final. E o Renato é um deles (rs)

          Goste você ou não, ora mais…

          Se você não se dobra argumento nenhum, beleza.

          Agora, mudar a opinião do outro. Você bebeu? (rs)

          E negar que o Djoko tem muito mais físico do que o Federer, me desculpe, mas é coisa de debiloide…

          É negar a realidade, coisa que se nota a quilômetros…

          Responder
    3. R. P.

      Federer começou a assinar caderneta de freguês em 2011, quando tinha nem 30 anos completos. De lá pra cá, a melhor temporada do suíço foi um empate em 3×3 no ano de 2014. Suíço, rei da entressafra, só não leva mais na lomba pq até 2010 tinha ampla vantagem (14×5) conquistada em 5 temporadas. Quando o sérvio atingiu seu auge técnico, não só tirou 9 partidas como colocou mais 4 na conta do freguês, esse mesmo “velho” que venceu Nadal 5 x consecutivas entre 2015 a 2017, algo que nunca tinha chegado nem perto de acontecer quando o entressafreiro estava no “auge físico”.

      Responder
  22. Renato

    Wimbledon é tão grande em comparação com os outros slam que merecia valer 2! Rs. Mas creio que para muitos tenistas vale dois, três, quatro….. Sempre bom lembrar da declaração de Lendl: ” Trocaria todos os meus títulos de Roland Garros por um de Wimbledon”.

    O baloeiro parece uma criança birrenta mesmo! Espero que Wimbledon não mude os critérios pra semana que vem.

    E quem acha a chave do suíço tão fácil assim, bom lembrar que a chave mudou com a desistência do Coric e Roger pode ter que enfrentar Poullie e depois Berretinni, que vem jogando muito bem no piso verde.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Realidade: vale como um e atualmente só não perde pra várzea francesa em qualidade e organização. E a grama continua sendo o piso menos importante do circuito com míseras cinco semanas.

      Responder
      1. Renato

        É bíblico: Muitos serão chamados, poucos serão escolhidos. Talvez vc entenda o que quero dizer.
        Alguns dias atrás vc utilizou o blogueiro dizendo algo tipo assim:” Se o Dalcim falou, o que vcs falam não tem a menor importância”.
        Pois bem, se o blogueiro e muitos tenistas dizem que é o slam mais importante e o maior, O que vc diz não tem a menor importância.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Verdade.

          Até comigo o Dalcim discutiu uma vez, afirmando que Wimbledon vale mais para os tenistas, do que qualquer outro Slam.

          Mas jura que você espera alguma racionalidade desse cidadão mesmo?

          Responder
  23. Sérgio Ribeiro

    Em 4 de julho de 2018 , o Tênis Brasil e outros Sites deram “ Federer iguala Connors em partidas vencidas na Grama “. Isto com Jimbo possuindo 174 . Depois em 18 / 07 / 2018 , o Blog do Tênis deu Federer ainda há 3 Vitórias para empatar. Pergunto ao Blogueiro : Connors voltou a jogar ou ATP aumenta seus recordes toda hora rs ? Abs

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Desculpe. Somente fui ver agora que este comentário havia “ passado “ . De um jeito ou de outro , azar do Site Oficial.

        Responder
  24. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]
    30 de junho de 2019 às 08:11

    ” Ué…
    Para zoar o Djokovic vale constar que Murray ganhou 02 Slams em cima dele, né?
    Mas para tentar diminuir a conquista do sérvio em Roland Garros aí o escocês vira lambe-botas? ”

    Ora, não seja por isso…

    Nunca me vali desse argumento, em particular, para zoar o Djokovic.

    Aliás, pra ser franco, não tenho prazer de falar mal do Djokovic “at all”.

    Não fosse pelo modus operandi ASQUEROSO que você e outros adotam aqui, contra o Federer…

    Ninguém no blog te suporta.

    Mas que o sérvio sorriu por dentro (depois de um caminho tão fácil) ter pegado o Murray na final…

    25 x 11 é uma freguesia absurda, vergonhosa.

    [Jonas]
    30 de junho de 2019 às 09:25

    “Soderling não chega na unha do Murray, chore menos”.

    Sim.

    Porque o Djoko lixa o patão Murray, mais facilmente do que se lixa unha.

    (rs rs rs)

    O sueco foi o primeiro a vencer, de forma convincente, um Nadal INVENCÍVEL em RG.

    Aliás, primeiro e único, né?

    Já que aquela vitoriazinha do teu macho, foi mas fake do que cédula de 3 reais!

    Por ter sido no pior ano da carreira do Nadal…

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      PUTZ!

      De novo confundi o Paulo F. com o “coisa ruim” xará dele…

      kkkkkkkk

      Aí, Paulo F.

      Exclua a frase: “ninguém no blog te suporta”.

      Foi mal…

      Responder
      1. Renato

        Se bem que o tal Paulo F tem se comportado como uma criança birrenta, um papagaio quando resolve falar de Nadal x Federer. Nem os torcedores do espanhol são tão chatos quanto o “cidadão” pra falar dos confrontos entre os dois tenistas.

        Responder
    2. Jonas

      Nadal não estava invencível em Rg 2009.

      Em 2015 também estava jogando mal, porém o Djokovic já tinha derrotado Nadal no saibro em Roma 2014 e Monte Carlo 2015. Não foi algo tão surpreendente assim.

      Responder
      1. Jonas

        E vamos ser coerentes.

        Você acha o Murray freguês do Djoko com um 25 x 11, eu também acho.

        A freguesia do Federer ante o Nadal, não é nada longe disso. Um 25 x 15 também é um massacre, mas vc acha que não.

        E pra piorar, o Nadal tem 10 x 3 sobre o Federer em Grand Slam.

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          E desde quando está, 25 x 15 , caríssimo Jonas ? Na boa, você e o Almeida realmente precisam ser ignorados. Postam números muitas vezes fora da realidade. E combinados , o que é pior. Abs!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Pois é.

            O desespero para rebaixar o suíço e elevar o sérvio é tão grande, que apela até para mentiras…

            (rs)

            Daqui a pouco ele perde toda a credibilidade. Se é que tem alguma…

  25. Juninho Fonseca

    Dalcim…..mesma com toda a evolução da tecnologia em relação a preservação e manutenção da grama,temos vistos nos últimos anos a degradação da grama ao longo das duas semanas de torneio….Sabe nos informar oq tem sido feito para melhorar essa questão,se eh q tem feito alguma coisa,…uma grama artificial,seria a solução?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Aparentemente não foi feito nada, mas desde o ano passado Wimbledon diz estar em estudo o uso de um percentual de grama sintética para tentar diminuir o desgaste. Abs!

      Responder
  26. Bartolomeu

    Fala, Dalcim

    Duas perguntas nada fáceis:

    Que percentual de chance você dá para o campeão de Wimbledon ser algum jogador que não Federer-Nadal-Djokovic? Eu diria que algo em torno de 10%, ou estou sendo muito generoso?

    E se tivesse que apostar num vencedor, mas sem escolher alguém do Big 3, qual seria o eleito?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acredito também em 10%, Bartolomeu. Olha, eu diria que Anderson tem os predicados melhores, embora ele tenha jogado muito pouco desde Miami.

      Responder
  27. André

    Dalcim, você acha que o Djoko é uma persona non grata nos bastidores da ATP? É a sua atuação no conselho que está causando toda esta confusão ou é culpa de algo até maior do que os grandes jogadores?(patrocinadores,federações, torneios etc)

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, não acho que chegue a tanto. Mas ele parece ter comprado uma briga quando resolveu trabalhar para a saída do Chris Kermode do comando, aparentemente por motivos um tanto pessoais.

      Responder
  28. Vinicius

    Dalcim, se grandes nomes da história do tênis como sampras, agassi e guga jogassem hoje e estivessem no auge, você acha que eles conseguiriam bater de frente com federer, nadal e djokovic?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Sim, acredito, Vinicius, embora cada um no seu piso. Vamos imaginar que eles teriam também o equipamento mais moderno, assim como as técnicas de preparação e recuperação físicas atuais.

      Responder
  29. Gabi

    Bem que Wimbledon podia começar hj.
    Acho um absurdo o jeito que organizam o futebol. Hj, domingo, dia de futebol, e não terá partida alguma. Mas terça de tarde, que ninguém pode ver, tem. Pô, deveriam distribuir diferente as partidas.

    Responder
  30. Gabi

    Dalcim,

    vc é incansável! Um post atrás do outro esta semana, e um melhor que o outro!! Muito obrigada por toda a tua dedicação e interação conosco!!
    Ontem fiz um elogio semelhante ao meu cunhado e acrescentei no final: só faltava fazer tudo o que faz e ainda de salto rs. Como ele não gostou do adendo, não vou repetir para vc rs!!

    Responder
  31. Rafael

    Se o Nadal é chorão ou não pouco importa. O que importa são as regras que estão a mesa. Eu acho que também os slams deveriam seguir o ranking mas fazer o que?
    E aconteceu o que os organizadores mais queriam, potencial FEDAL nas semis e Djoko com certeza aguardando…

    Responder
  32. Rubens Leme

    Dalcim, estava lendo a vida do tenista irlandês Vere St. Leger Goold, vice-campeão de Wimbledon, em 1879 e que abandonou a carreira quatro anos depois e que acabou sendo o único finalista a ser preso e acabou se suicindando na cadeia, em 1909, um ano depois de ser enviado à Ilha do Diabo.

    Dava um filme daqueles e tô tentando achar o documentário que fizeram sobre ele, mas tudo que achei foi um trailer do programa (https://www.youtube.com/watch?v=x-lozJ_Dmkk) e um outro de 55 minutos de um velho estranho falando sobre ele, em voz baixa e que dá umas risadas meio sinistras no meio e não tive muita paciência para ir até o fim (https://www.youtube.com/watch?v=-QndPTfeq5k).

    Responder
  33. Marcelo Corrado Krebs

    Bom dia Dalcim td bem….leitor assíduo da aua coluna….longe de mim querer te corrigir…mas acho que o Big 3 ganhou 49 dos últimos 57 Slams disputados e nao 39 . Abraço!!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      E quem te disse que ele não conhece? (rs)

      O Nadal é um espertalhão!

      Você acha que se a mudança dos cabeças o tivesse favorecido, ele faria esse banzé todo?

      Nada.

      Ia ficar pianinho, pianinho…

      Responder
  34. Luiz Fernando

    Se Nadal nao concorda com o q os organizadores fazem tem todo o direito de expor sua visão dos fatos, embora isso nao leve a nada. Estranho seria manes tipo Kyrgios etc reclamarem, isso nao teria nem repercussão nem seria noticiado, mas Rafa tem cacife para tal. Alem disso, apesar dos demais GS poderem agir da mesma forma, em geral não o fazem, senao ele deveria ser o eterno cabeça 1 em RG e nao o foi em mais de uma ocasião. Trata-se de uma questão de opinião, e cada um pode externar a sua, nao nos esqueçamos do casuísmo q levou Guga a desistir do torneio…

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Aí , não LF . Os Espanhóis se uniram e o então “ Surfista do Saibro “ , o melhor da época, caiu de gaiato no navio. Não arrumaram nada a não ser a oficialização dos 32 Cabeças mas mantendo o Ranking da Grama. Rafa Nadal conhece as regras há 15 anos. E o manezinho da Ilha jamais passou das Quartas em nenhum SLAM fora de RG. Infelizmente a eleição de Alex Corteja para Presidente do Conselho da ATP , foi a “ contribuição” que os Espanhois e seus Blue Caps deram pra desgraça dos aficcionados deste maravilhoso Esporte . Abs!

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Não sei o que o Kyrgios tem a ver com isso.

      Quem sempre quer levar vantagem em tudo é o Nadal…

      Mas se tivesse sido o Kyrgios a falar, a polêmica ia render o mesmo IBOPE de sempre…

      (rs)

      Responder
      1. João ando

        Bruno .nos so vamos saber se o saibro e verde quando começar os jogos …. pois a grama e muito difícil de jogar. ..a bola não quica e corre …

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Ando, com toda a sua experiência não dá pra acreditar. Enquanto a Grama não era um Saibro Verde , basta assistir às FINAIS passadas no Blog . Tanto feminina como masculina. Até jogadores de base ( Steffi , Connors e Borg ) iam pra rede na Segunda semana, pois mesmo desgastada, a Grama assim permitia. Ela hoje na segunda semana, vira um autêntico Saibro Verde. Daí o fato de Rafa Nadal ficar extremamente perigoso quando passa da primeira semana. Mas convenhamos que nem ele , nem nenhum outro, tem culpa de nada. Abs!

          Responder
  35. Robério

    Gosto muito do tradicionalismo de Wimbledon, mas esse ranking, às vezes é injusto. Lembro das críticas do Guga, deixou de disputar algumas edições, justamente por esse ranking. Mas segue o jogo. Wimbledon é mágico.
    Nole, Federer, Nadal serão os favoritos.
    Teoricamente Nadal tem uma missão mas complicada na primeira semana. O australiano será seu calcanhar de Aquiles.
    Concorda Delcim?

    Responder
  36. Sandra

    Dalcim, não consigo entender o fanatismo pelo Federer , e claro que não se pode negar a habilidade dele , e com a idade ele ainda continua a ganhar , mas você há de convir que se Nadal e Djokovic tiverem a obsessão pelo tênis como Federer tem e eles continuarem a jogar ate 37 vão bater os recordes de Federer

    Responder
      1. marcilio aguiar

        Caro Dalcim a sua resposta é definitiva e irreparável, mas gostaria respeitosamente de discordar da Sandra sobre o Federer ter obsessão . Na verdade ele tem é amor pelo esporte que pratica e a capacidade de, ainda aos 37 anos, faze-lo com maestria e alta competitividade. É certo que Nadal e Djoko também são imensos em todos os quesitos do tênis e podem superar o Suíço em conquistas, mas Federer será para sempre lembrado não somente pelo que ganhou, mas da maneira como ele jogou. A maior quantidade de recursos técnicos jamais vistas num tenista até hoje. Grato pela oportunidade.

        Responder
        1. Leonardo T.

          Eu acho que o Federer pensa igualzinho ao Romário.
          Romário disse uma vez: “todo fim de ano eu pensava em parar. Mas daí olhava pros perebas que estavam jogando e dizia: dá pra jogar mais um ano!”. Artilheiro aos 40.
          Federer vai ficar ali no Top3 até os 40, aumentando os recordes. Por que não?

          Responder
    1. André Barcellos

      Acho que em termos de obsessão Nadal é quem mais se encaixa.
      Quem acompanha a carreira de Federer desde o começo sabe como o suíço sempre encanto com sua técnica e beleza de jogo.
      É como diz o Dalcim, quem já empunhou uma raquete entende como é difícil jogar como Federer.

      Responder
  37. Jonas

    Djokovic, o “maratenista” pode chegar ao penta rs.

    Ganhou ali 4 vezes tendo que jogar no mínimo contra Federer ou Nadal em cada conquista.

    Tenista limitado mesmo esse tal de Djokovic…

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Já jogou caríssimo, Jonas. E não venceu. A não ser o tradicionalíssimo “ Hertogenbosch “ ( se é que é assim que se escreve rs ) . Taylor Frits se uniu ao Sérvio ontem. Daí que possui a histórica marca de 5 Títulos na relva. Mas consegue dissimuladamente perder nas exibições, mas chegar Invicto na Grama antes de Wimbledon. Até vencedores da tal entressafra possuem mais títulos que o Sérvio na superfície. O Goat Paraguaio prefere os ATPs 500 da China… procure se informar melhor kkkkkk Abs!

        Responder
        1. Paulo F.

          Djokovic possui poucos títulos na grama?
          Mas é TETRA em Wimbledon, com DUAS conquistas em cima do Deus da Grama.
          Que tragédia possuir tão poucos títulos neste piso, ó deus!

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            O Federer é OCTA em Wimbledon.

            E DECA em Halle!

            8+4= 12

            4+0 = 4

            Federer 12 x 4 no Djoko!

            kkkkkkkk

        2. Jonas

          Já jogou mesmo rs.

          Deve ter percebido que aquilo ali não serve de nada, perda de tempo.

          Melhor se preparar de outras formas como exibições.

          Em 2015 o Djokovic perdeu uma exibição do Zverev e levou o título. Por mim que ele continue cagando e andando pra esses preparatórios.

          Responder
    1. Paulo F.

      Esse robô balcânico passador de bolinhas…
      Onde já se viu ser tetra em Wimbledon sem nunca ter se preparado em Halle!?
      E ganhando duas em cima do GOAT?

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      Hahahaha

      Se a grama de Wimbledon não tivesse se tornado num verdadeiro saibro verde, o farsante nunca passaria nem das quartas de final…

      Hahahaha

      Responder
      1. Jonas

        Se, se, se…é muita variável cara.

        Vamos trabalhar com fatos. Federer perdeu 2 finais seguidas pro Djokovic em Wb.

        Se Djokovic fosse da idade do Federer, acho que o suíço não passaria de 10 Slams, mas também não passa de “se”.

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Amigão, se o suíço tivesse a idade do Djoko, o nome ” Jonas” nem existiria aqui…

          Mas quem disse que precisa de tanto?

          Basta o Federer ganhar dele em Wimbledon, que você xispa…

          (rs)

          Responder
  38. Paulo F.

    Que me perdoem os demais Slams, mas a beleza da grama e do AELTC são insuperáveis.
    Ótimo torneio a todos!
    P.S.: Mestre Dalcim, o Sr. citou alguns brilhantes tenistas masculinos que nunca conquistaram Wimbledon, eu aproveitarei e citarei uma brilhante tenista que infelizmente nunca logrou êxito nos gramados ingleses: a maravilhosa Justine Henin – a mulher que mais tive prazer, disparadamente, de assistir jogar.

    Responder
    1. marcilio aguiar

      Perfeito comentário. A belga foi a tenista que mais tive prazer em assistir nos últimos 20 anos. Extraordinária e, para mim, está no mesmo nível afetivo de Navratilova e Graff.

      Responder
  39. Tiago

    Cara…incrível como esse Nadal é chorão. O cara é o mais sortudo em quase todas as chaves de torneios importantes bem como os Grands Slams e só porque pegou uma chave aparentemente difícil agora fica se remoendo. Odeio e não suporto suas atitudes, tanto dentro quanto fora das quadras, nos bastidores, etc. Não é a toa que tem muito mais desafetos do que Federer e Djokovic. Se o cara quer ser campeão tem que aceitar e pronto!!! Pensa que todo Grand Slam é como Roland Garros onde só pegou galinha morta nos jogos. É por essas e muitas outras atitudes que nunca gostei e torci para ele. Muito diferente de Roger Federer e Djokovic a quem aprecio como pessoa e jogo. Tomara que o imbecil do Kyrgios resolva jogar de verdade e ganhe desse espanhol chorão dos infernos. Quer ganhar Grand Slam fácil? Joga só em Roland Garros…simples assim. E viva o melhor Grand Slam da temporada…Wimbledon!!!

    Responder
  40. Rubens Leme

    E ainda tivemos algumas zebras como o emocionante título do então convidado Goran Ivanisevic, em 2001, após três vices (Agassi-1992 e Sampras-1994 e 1998). Sempre foi o torneio mais gostoso até porque se brincava que a bola pequena e a grande reinavam mesmo na grama.

    Cheguei a jogar uma vez em uma quadra e muitas vezes a gente adaptava uma em campinhos de grama em sítios ou chácaras de amigos, era divertido, embora cheia de “morrinhos artilheiros” e ali se percebia porque o saque-voleio era o ideal, porque quando quicava era um inferno.

    Jogou muito em quadras de grama, Dalcim?

    Responder

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