A nova era da grama
Por José Nilton Dalcim
15 de junho de 2019 às 11:34

Houve um tempo em que tênis sobre a quadra de grama significava dar voleios o máximo possível. O motivo é mais do que simples. Além da velocidade do jogo, a irregularidade do piso recomenda que se evite deixar a bola quicar. Os tempos modernos deixaram essa norma de lado e a final de Stuttgart deste domingo é um exemplo magnífico: Matteo Berrettini e Felix Aliassime se encaram por um título quase inimaginável com um estilo totalmente baseado no primeiro saque e nos golpes de base, em que subir à rede parece proibido.

Reais representantes daquele ‘velho tênis’ ficaram pelo caminho. Dustin Brown fez maravilhas junto à rede durante a semana, mas não aproveitou o match-point que teve para tirar Aliassime, vendo o canadense apostar no saque e nas devoluções o tempo todo. Outro alemão voleador, Jan-Lennard Struff caiu diante de Berrettini neste sábado sem que o italiano tenha tentado um único lance sem deixar a bola quicar.

Nicolas Jarry foi um dos poucos a abusar dos slices e avanços atrás do saque lá em Hertogenbosch, o que funcionou diante do também agressivo Stefanos Tsitsipas porém não foi suficiente para barrar o veterano Richard Gasquet. Também semifinalistas na grama holandesa, Adrian Mannarino e Jordan Thompson são totalmente limitados ao jogo de base. Até aqui talvez o melhor balanceamento entre saque, fundo e rede tenha sido Borna Coric, que também devolve com firmeza. Na hora do aperto, no entanto, o croata jamais saiu de trás e quase perdeu do saibrista Cristian Garin.

Os ATP 500
A próxima semana verá os grandes torneios sobre a grama e teremos a chance de ver se a tendência continua. Queen´s sempre foi considerado o principal aquecimento para Wimbledon até porque o clima e o piso estão na mesma proporção, diferente da superfície mais veloz de Halle.

O torneio britânico não terá qualquer top 5, mas nem por isso está pouco interessante. Só a primeira rodada já trará Tsitsipas x Kyle Edmund, Aliassime x Grigor Dimitrov, Juan Martin del Potro x Denis Shapovalov, Garin x Marin Cilic, Stan Wawrinka x Daniel Evans. Aliás, poderemos ter na segunda rodada duelos como Aliassime x Kyrgios ou Delpo x Feli López. Será que enfim o saque-voleio dominará a cena?

Marcará também os retornos de Kevin Anderson, que saltou todo o saibro e precisa defender o vice em Wimbledon, e principalmente de Andy Murray, na sua tentativa de competir em duplas e sentir se a nova cirurgia de quadril e a prótese metálica ainda lhe darão esperanças de seguir com a carreira de simples. O escocês pretende jogar também em Eastbourne antes de retornar a Wimbledon, onde existem duas expectativas: confiança recuperada ou aposentadoria definitiva.

Halle terá mais top 10 do que Queen’s, mesmo tendo perdido o exausto Dominic Thiem e o machucado Kei Nishikori. O austríaco irá assim diretamente a Wimbledon sem se testar na grama, um piso em que somou uma única vitória no ano passado e que portanto é quase um bônus neste momento. Vale lembrar que ele no entanto já ganhou um ATP no piso.

Claro que as atenções estão nos dois extremos da chave. Roger Federer busca o 10º troféu, mas a final já lhe garantirá a condição de cabeça 2 em Wimbledon, permitindo que evite Novak Djokovic antes de uma possível final e quem sabe ainda veja Rafael Nadal do outro lado da chave.

Reencontra logo na estreia aquele John Millman que o surpreendeu no US Open, tem uma segunda rodada perigosa seja Benoit Paire ou Jo-Wilfried Tsonga. Quem sabe depois venha Gasquet e por fim uma repetição da final de 2018 em que perdeu para Coric, isso se Gael Monfils não se tornar o terceiro francês no seu caminho. É uma trajetória exigente.

Homem da casa, Alexander Zverev joga sob pressão. Decepcionou de novo em Stuttgart e disputa o 10º torneio consecutivo. E não deu sorte. Estreia contra o agressivo Robin Haase e em seguida há chance de enfrentar Philipp Kohlschreiber. Mas se sobreviver, pode embalar para a final. Sascha tem dois vices em Halle, em 2016 e 2017. Parou diante de Coric no ano passado.


Comentários
  1. Fedex

    Dalcim, 2 perguntas rápidas:
    1. Federer jogou mal contra o Bautista ou foi o Bautista que jogou muito?
    2. Federer, com esses 2 jogos difíceis, ele aumenta a confiança ou fica preocupado por não estar tão soberano sobre a grama?

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    1. José Nilton Dalcim

      Federer fez um primeiro set firme, depois Bautista elevou muito seu nível. O primeiro saque do suíço caiu de produção e ele precisou usar de todos seus recursos para arrancar a vitória. Acho que fisicamente foi desgastante, mas certamente ajuda na confiança.

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  2. Miguel BsB

    Bom,essa briga ferrenha de torcidas faz as pessoas escreverem besteiras e agressões que acho que nem elas mesmo acreditam…vou citar um exemplo que foi dito sobre a historia do Djokovic ser comum, mas isso serve pra vários absurdos que ja li por aqui de tds os lados.
    É impossível um dos maiores de tds os tempos,mega campeão ter uma história DESPORTIVA comum, que acho que foi a intenção do comentário…
    Além disso, acho que o sérvio tem uma das histórias DE VIDA mais extraordinárias desse esporte…
    O cara sobreviveu à uma GUERRA durante a infância que arrasou seu pequeno país. Treinava escondido de bombardeios! Se tornou uma lenda.
    A história de vida e adversidades que passou é muito,mas muito maior que a de Federer, que sempre foi de classe média alta na rica e ordeira suíça, e a do Nadal, filho de pais ricos e sobrinho de jogador de futebol famoso na Espanha…
    A vida do Djokovic é a que daria o melhor filme aí entre os 3.

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  3. Rodrigo S. Cruz

    [Jonas]
    20 de junho de 2019 às 14:10

    “Fico a pensar então…que trajetória comum tem um cara com 15 Grand Slam, diversas semanas como n1, vários masters 1000 no saibro e em quadras rápidas. Enfim, se Djoko é comum imagine o nosso querido Guga então coitado”.

    Porque joga de forma comum.

    Carece de brilho próprio.

    Talvez, por isso, implore tanto por atenção…

    Abs.

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    1. Jonas

      Quem clama por atenção é o Kyrgios cara.

      E você chama o Djoko de comum pq geralmente ele dá um pau no Federer.

      Eu chamo Federer de freguês do Nadal porque ele é mesmo.

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  4. Paulo Almeida

    Zé Verev foi bem hoje, Aliassime despachou o dono do morro e o Mahut também surpreendeu. Acho que o grego vai perder de novo pro canadense. A conferir!

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  5. Oswaldo E. Aranha

    Vi um jogo do Simon e fiquei impressionado com o poder de devolução que ele tem; Dalcim, concordas que ele é um excelente devolvedor?

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  6. Maurício Luís *

    Se alguém me dissesse que o Diego Swartzman tiraria do Queen’s o Marin Cilic, vice de Wimbledon, em sets diretos e com 1 única subida à rede, eu diria que essa pessoa não entende nada de tênis.
    Se o argentino fosse um pouco mais alto, estaria no topo do ranking. Pequeno no tamanho, grande no talento.
    Mas serve como incentivo para jovens não tão altos encontrarem motivação para continuarem treinando. É possível jogar tênis em alto nível sem precisar ter 2 metros de altura.
    NAOMI OSAKA – Pífio o desempenho dela depois do Australian Open. Está pedindo pra perder o primeiro lugar no ranking. Só não perdeu porque está ainda com 2 Slams nas costas. Mas tá ladeira abaixo. Deve ser por causa do rompimento com o treinador. Não vejo outra explicação.
    NADAL – Numa hora dessas, o baloeiro está aceitando todo e qualquer macumbeiro pra fazer despachos na encruzilhada visando jogar o Justin Brown pro outro lado da chave…

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  7. Renato

    Dalcim, o Saretta fez uma observação interessante. Os “baixinhos ” podem jogar bem na grama, pois como no piso verde a bola quica e sobe menos, jogadores com 1,70 de altura podem pegar a bola na linha da cintura. Citou o Oliver Rochus e a Vitória do Diego S sobre o Cilic. Faz sentido, mas por outro lado os baixinhos não são grandes sacadores, o que faz toda diferença no piso rápido.

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    1. Mário Cesar Rodrigues

      Dalcim é Diego mesmo sendo prematuro ele nem fazia questão de jogar em grama e foi bem o Coloca plantado no fundo Cilic muito ruim a estratégia,Felix gostei e novo na grama se não me engano este é o terceiro torneio de grama ou segundo.

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  8. Rubens Leme

    Dalcim, em cima dessa nova lesão do Del Potro, me lembro de uma matéria (não sei se li aqui, no tênis brasil ou em outro lugar) sobre a sobrecarga excessiva que os treinadores argentinos aplicam nos tenistas, ainda juvenis, e que se agravam por não serem muito bons ou desenvolvidos na parte de fisioterapia.

    Digo isso, porque ao longo dos anos Nalbandian, Monaco, Chela todos tiveram problemas crônicos fisicos e aposentaram cedo e, recentemente, vimos também o Schwartzman com problemas. Claro que qualquer tenista está apto a ter problemas físicos devido ao alto nível (taí o Murray como prova), mas os argentinos estão entre os que mais se lesionam, junto dos franceses, por exemplo.

    Essa lesão no joelho deve ser o canto do cisne na carreira do Delpo como jogador top 10. Pode até voltar, mas acho pouco provável com o mesmo nível, até pelo seu biotipo extremamente pesado, a idade e os mais novos ocupando espaço.

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  9. João ando

    Delpo vai operar o joelho direito… fratura na patela. …..caraca. ..por pisar em falso…muito estranha a estrutura física do argentino

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  10. João ando

    Djoko deve ganhar Wimbledon com o pé nas costas. ..Roger deve chegar as quartas ou semis…Nadal deve cair na terceira ou quarta rodada…stans pode ser uma surpresa

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  11. Nattan Lobatto

    Bom dia, srs!

    Paulo Almeida, nessa tenho que concordar com vc, mesmo que parcialmente, pois a sua lente de fã o cega as vezes. Bem, concordo em número, gênero e grau que o estilo baseline é muito mais vistoso e emocionante que o saque voleio, muiiiiiiito melhor.

    Porém, temos que levar em conta que gosto é subjetivo e vai de cada um. Mas fica nítida a vibração, tensão e empolgação do público quando as trocas de bola se dão de forma aguerrida do fundo de quadra, com bolas nas linhas e/ou milimetricamente colocada no lado adversário.

    Para esse estilo o tenista têm q ser completo (físico, técnica e mente), ou perto disso, daí o grande sucesso de Novak Djokovic de 2010 pra cá. O cara a todo momento se aperfeiçoa, se adapta e coloca algo novo em seu jogo. O mesmo vale para Nadal e Federer, este último, jogando um absurdo msm próximo dos 40, uma aberração, lenda viva.

    Agora, é só aguardar Wimbledon nos presentear com batalhas épicas, com trocas surreais, saques e voleios milimétricos e emoção de sobra…

    Abs e uma execelente quinta p/ geral.

    Responder
  12. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]
    19 de junho de 2019 às 12:54

    “Tênis agora se disputa apenas na grama?”

    Devolvo-te a pergunta, então:

    Tênis só se disputa no saibro?

    Quem afirmou que o Federer seria “patão” do Nadal, até na grama foi você.

    E sem base nenhuma…

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Pirou de vez , informadissimo Paulo F. , primo do Jonaser rsrsrs Nadal tem 1 x 2 na Grama ( que maratona! rs ) e 9 x 11 nas Hards. Teu “ somatório “ foi pro espaço rsrsrs . Abs !

        Responder
  13. Rodrigo S. Cruz

    Confesso que as vezes é penoso criticar com “acidez”, o sérvio Novak Djokovic.

    O que faço unicamente como antítese a um segmento repugnante que o cultua.

    A Trupe de Fakes do recalque…

    Porque não dá para negar que o sérvio seja boa pessoa.

    Vejam a maneira como ele respondeu às pesadas críticas do Nick Kyrgios:

    “Disse que poderia conversar comigo se precisasse de algo e que eu também já tive problemas similares no começo de minha carreira. Não entendo o comportamento que ele vem tendo ultimamente, não sei se é para chamar a atenção ou por outro motivo. Eu o respeito e não penso mal dele, mas claro que se equivoca em várias ocasiões”.

    Pô.

    Isso daí é um TAPA DE LUVA DE PELICA!

    Isso sim é que é classe.

    Bem que os Fakes poderiam tentar imitar o Novak, nesse ponto…

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Você quer classe sendo que não tem nenhuma, Rodrigo S. Cruz?

      Chega espumando em todos os meus posts, mesmo que não sejam provocativos. Largue a hipocrisia, você não tem moral pra isso.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Primeira coisa, eu sequer te citei.

        Entretanto, se a CARAPUÇA serviu… Bom.

        Segundo, e respondendo tua pergunta:

        Há um sem número de pessoas no blog que me respeitam, incluindo fãs do Djoko…

        Para eles, eu tenho moral. É por isso que não preciso da tua.

        (se é que você sabe o que isso significa)

        De vez em quando alguns dentre aqueles, me chamam e me repreendem.

        Justamente nas horas em que procuram me lembrar quem realmente sou.

        já que fico irreconhecível ao descer alguns degraus, para bater boca com desqualificados…

        ( por que será, né? )

        Agora, sem me responder, faça as seguintes perguntas só para si mesmo:

        1) Algum participante sério aqui, já demonstrou o menor interesse pelo que você escreve ?

        2) Quem é aquele que dia sim, dia também, ataca torcidas rivais com as provocações mais imundas ?

        3) Quem aqui procede de forma insidiosa, REBAIXANDO sempre os feitos alheios?

        4) Quem aqui entra e afirma que saque-e-voleio, uma prática bicentenária do tênis, é “coisa pavorosa”?

        5) Quem é que vive adjetivando tenistas, até do passado recente, tratando-os por apelidos pejorativos?

        Responda a tudo acima, calmamente.

        E só depois volte a me perguntar quem tem moral ou não.

        Responder
        1. Paulo Almeida

          Você está enganado. Na verdade é só um pavão que se acha a pessoa mais importante do blog.
          Acorde, você é só mais um aqui. Baixe a bola.

          E ainda quer chamar alguém de burro, desclassificado e zoar o português dos outros, sendo que também escreve muito mal. Sua educação básica não parece ter sido das melhores e a superior, se é que teve, idem.

          No mais, o Renato mesmo sendo o que mais gosta de provocar, é um membro menos desagradável.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            (rs)

            Também encerro por aqui, Dalcim.

            Só dizendo para ele o seguinte.

            Busque o arquivo dos últimos 4 anos no blog, para ver os incontáveis elogios á minha escrita.

            Já tô até enjoado…

            Fui.

    2. Jefe

      O big 3 é formado por grandes caras, eles sabem o que representam e parecem evoluir para estarem de acordo com a imagem e importância que tem no esporte.
      Com relação a torcida, é isso mesmo, alguns focam na provocação e desdém somente querendo causar intrigas e brigas desnecessárias. Esquecem que todos são grandes jogadores.

      Responder
      1. Jonatas Bruno

        Tenho o mesmo parecer. Quem já fez o nome, dispensa apresentações,testemunhas de defesa e acusação. Por outro lado, as divergências (conforme for) nos levam a aprofundar questões. É reter o que é bom.

        Responder
  14. Renato

    Tsipas me parece sim o mais focado em despachar o big 3, vencer slam e ser número 1.
    Dalcim, vc considera o grego com mais recursos técnicos que Shapovalov, Zverev e Thiem? Acho que sobre os dois primeiros me parece evidente, contra o austríaco é quase um empate.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Renato, Tsitsipas dá de 10 no Thiem em habilidade. Tem muito mais facilidade pra jogar. Pelo menos na minha modesta opinião. rs
      Abs

      Responder
  15. Paulo Almeida

    Vou fatalizar de uma vez todos os mimizentos de idade. Esse Djokovic atual de 32 anos poderia ganhar de qualquer versão do Fregueser, dos 18 aos 38 anos. Nem preciso citar outras versões do sérvio. O oposto também poderia ocorrer e o mesmo vale para o Siri Careca.

    Para esses caras, idade é um fator de relevância mínima. O sérvio tem 19×9 contra um e 21×10 contra o outro de 2011 pra cá porque chegou no melhor nível de tênis já visto. É o mais completo técnica, física, tática e mentalmente. Sem choro nem vela.

    Responder
    1. Maior geração do tênis chegando

      Cara o kyrgios venceria o Djokovic com 25 27 29 qualquer idade kkkkkkkkkk ..se vc continuar com essa opinião que kyrgios é melhor que Djokovic nos vamos achar que vc é doente mental kkkkkkk………pq vc acabou de falar com todas as palavras kyrgios é melhor que Djokovic……. O rei é o Federer manda os cara correr a trás do seu recorde de grande slam e dos 110 títulos que Federer vai ter na carreira kk

      Responder
  16. DANILO AFONSO

    Dalcim, o que de fato tornou o piso de Wimbledon mais lento ?? O tipo de grama, altura da grama, bola utilizada ou a combinação de tudo isso ?

    Responder
  17. Luiz Fernando

    De fato, como alguns postaram abaixo, vencer Federer em Halle é uma tarefa virtualmente impossível que só o magistral Coric poderia conseguir, Djoko e Nadal, muito mais limitados, jamais seriam capazes de tal feito kkk…

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    1. Rodrigo S. Cruz

      Lógico que não é impossível.

      Mas muito engraçado, você citar derrotas pontuais, tipo essa pro Coric.

      E ignorar que o cara é ENEACAMPEÃO do torneio…

      Impossível não é, mas o suíço teria mais favoritismo contra o Djokovic.

      E contra o Nadal, muito mais…

      Responder
    2. O LÓGICO

      L Foll in Love kkkkkk você ainda vai continuar achando o robozinho mobral do tênis “lindo” depois que ele perder todo o cabelo? kkkkkkkkkkkk E você e o M C das farmácias brigam aqui no blog é por ciúme em relação ao primogênito? kkkkkkk

      Responder
      1. Maior geração do tênis chegando

        Federer tbm.nao dava a mínima pra esses torneios …….mas com a idade de hj ele precisa desses campeonatos ..e issso vai acontecer com os atletietistas nadal e djokovic tbm ..então os rivais do Federer não dão a mínima pó grande slam tbm kkkkkkkkk pq Nadal pelo jeito vai ter q ganha os dois roland Garros pra empatar com Federer e esse ano ganhou roubado do thiem cansado ano q vem não sei se ganha ..e o Djokovic se não ganhar os dois slam esse ano esquece o recorde do Federer pq essa nova geração vai destruir ele tsitsipas zverev e allasime e Nadal e Djokovic nunca passaram do 100 títulos na carreira esse recorde já pode desistir kkkkkkkkk vamo ver no grande slam agora

        Responder
      2. Sérgio Ribeiro

        Não dão a mínima , informadissimo Jonaser ? Rafa Nadal chegou a assinar um contrato com Halle com direito a Cache. Como jamais passou da segunda rodada , desistiu. Novak ainda conseguiu uma Final . Mas perdeu para o Alemão Tommy Hass. Optou então por Queen’s e fez duas FiNAIS . Perdeu uma para o Espanhol e outra para Cilic. Prefere chegar invicto na Grama em Wimbledon. Nadal fez o mesmo treinando durante o Torneio Feminino em Mallorca. Abs!

        Responder
        1. Jonas

          Caro sábio do tênis. Óbvio que os 3 entram pra vencer qualquer torneio, até atp 250.

          A questão é que Halle é um torneio preparatório pra Wimbledon e não é tão importante vencer lá, afinal de contas Nadal e Djoko não costumam jogar.

          Ano passado o Djoko precisou jogar Queens pq não estava em forma. Tanto é que perdeu a final pro Cilic e venceu Wimbledon onde realmente importa pouco depois. Mas claro que ele preferia ter vencido Queens né, abraço.

          Responder
          1. Sérgio Ribeiro

            Sábio do tênis tá na cara que você não é , fanático com certeza. Não leu direito o comentário. Ninguém compara preparatórios aos SLAM. Simplesmente eles evitam participar de um Torneio cujo a Grama é mais rápida, Procure se informar sobre a Grama de Mallorca onde Nadal está treinando. É óbvio que Novak está fazendo o mesmo em uma quadra a lá Wimbledon. Abs!

  18. Marcos RJ

    Dalcim, o que você achou dessa notícia do Feliciano Lopez estar sendo investigado por conta da máfia das apostas? Não sei bem os fatos, mas isso parece que não faz sentido por todo o histórico do espanhol que já é até mesmo diretor de torneio

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho por enquanto que é preciso aprofundar as investigações. Aparentemente, a suspeita vem de ligações e mensagens interceptadas entre membros da máfia, então precisa ser levada com a devida seriedade. Realmente, seria algo lamentável para qualquer um dos Lopez citados.

      Responder
  19. Maior geração do tênis chegando

    Bom segundo as djokovizetes oque vale é o confronto direto de jogos não importa a idade do jogador……..então que comece a temporada na grama vamos ver o kyrgios que é melhor que o Djokovic segundo as djokovizetes pq oq vale é o confronto direto e então kyrgios é melhor que Djokovic kkkkkkkkkkk

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pior é que o Kyrgios, na sua provocação, acabou dizendo um pouco de verdade…

      Melhor é aquele que dá show.

      Coisa que Novak, se for inventar fazer com seu grande “talento”, QUEBRA O BRAÇO!

      (rs)

      Aliás, como seria perfeito ver o Nick cruzar o caminho do sérvio nesse Wimbledon, não?

      Sem preço imaginar a cara de bunda dos Clones, após nova entubada…

      Responder
      1. Maior geração do tênis chegando

        O Djokovic no final da carreira vai ter 10 derrotas a 2 vitórias contra kyrgios kkkkkkkkkkkkkkkkkk ae quero ver os fãs do Djokovic falarem de idade kkkkkkkkkk vão ter q aceitar q Federer perdia pó Djokovic pela idade

        Responder
  20. Rodrigo S. Cruz

    Aqui no blog, a gente não ganha nada.

    Mas nos divertimos, de quando em quando…

    Vem um aqui, e afirma que o Federer foge do Djoko.

    Só que o cara usa justamente o dado que desmente a própria teoria.

    No momento em que o “jênio” fornece os seguintes números:

    19 x 9, pro Djoko, desde 2011.

    Opa, pára tudo!

    Então quem seria esse, que querendo evitar um confronto, aceitaria numa boa perder não uma, ou duas, e nem 5, mas DEZENOVE vezes?

    Das duas, uma:

    Ou esse tenista é o “fujão” mais burro da história do humanidade, ou burro é apenas quem ventilou essa tese.

    (e a propósito, eu fico com a SEGUNDA opção).

    kkkk

    Responder
    1. Jonas

      Isso é ótimo pro Federer, já que o retrospecto seria até pior não fossem as “fugidas”, rs.

      Mas falando sério, é um absurdo afirmar que um fugiu do outro, neste nível acho algo improvável.

      Mais absurdo ainda é dizer que o Djoko foge, já que como o cidadão mostrou abaixo o sérvio venceu a maioria dos últimos confrontos.

      Responder
  21. Sônia

    Dalcim, imagine um super torneio, quartas-de-final, o tal “big 3” jogando ao mesmo tempo em quadras distintas. Voce possui um ingresso que lhe permite entrar numa dessas quadras, mas uma vez dentro, não pode sair para uma outra quadra. Qual tenista do tal “big 3” voce faria questão em assistir? Beijos.

    Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Uai, você propôs um exercício de imaginação, mas eu te disse que precisaria saber os adversários. Federer na grama o Munar, Nadal no saibro contra o Karlovic ou o Djoko na dura diante do Pablo Cuevas não valeriam muita coisa. Então depende muito, concorda?

          2. Sônia

            Concordo plenamente. Imagine então, quartas-de-final… Federer vs Borg, Djoko vs Laver e Nadal vs Sampras. Beijos.

          3. José Nilton Dalcim

            Nadal e Sampras no saibro não teria muita graça. Djokovic contra o Laver na quadra dura será interessante, mas eu optaria por ver Federer e Borg na grama.

          4. Sônia

            Tudo na grama Dalcim, esse super torneio não possui quadras com diferentes pisos, é tudo na grama (padronizada) pois todos dizem que eles (big 3) jogam muito bem na grama. Continua com a mesma idéia de assistir ao jogo do Federer vs Borg?

            Beijos e excelente fim de semana.

          5. Miguel BsB

            Mestre,me desculpe…mas dos 3 jogos que vc citou,e como depende do adversário,ficaria com djoko x cuevas. Gosto do tênis do uruguaio,msm no cimento…

  22. Sérgio Ribeiro

    Impressionante como não se tem a menor noção do que representava uma partida do Rei de então do top spin , Björn Borg , contra o Saque -Voleio genial de John McEnroe. A Grama Sagrada da época permitia esse confronto de estilos de tirar o fôlego da Galera. Nem sabem que Pistol Pete Sampras chegou a vencer fácil na década de noventa , uma eleição feita pela mídia e pelos Tenistas , como o maior jogador de todos os tempos, com seu magistral Saque – Voleio de bate prontos geniais . Os convido a assistir Federer x Tsonga agora em Halle 2019 , para ver se param de postar asneiras. Abs!

    Responder
  23. Renato

    Kamikaze é ganhar apenas 35 pontos em 72 subidas à rede, como Novak fez contra Thiem em Roland Garros, digno dos piores voleadores do circuito. Kkkkkkkkkk

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Jogo atípico, contaminado pelas condições varzeanas de Rolanga, o que fez com que Nole adotasse essa péssima estratégia para encurtar os pontos.
        Ainda assim, o jogo foi decidido no detalhe e ainda teve melhor aproveitamento na rede do que o suíço, que levou uma verdadeira surra do Nadal.

        Responder
  24. Renato

    O australiano não se intimida contra Federer. Corre em todas, devolve todas, mas é um jogador limitado.
    Gostei da estreia do suíço. Geralmente o GOAT tem dificuldade nas primeiras rodadas em Halle. Hoje jogou firme, um pouco errático mas praticamente não teve o saque ameaçado.

    Responder
  25. Rodrigo Leite

    Certa vez um poeta disse que nada dura para sempre.
    Ele estava coberto de razão.
    As quadras de carpete foram as primeiras a desaparecer do circuito da ATP.
    Dalcim, em sua avaliação, qual seria a próxima a desaparecer: grama, saibro ou sintética?

    Rodrigo

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Se alguma desaparecer, mais lógico que seja a grama devido à dificuldade de preservação. Mas tomara que jamais aconteça isso.

      Responder
  26. Renato

    O que Kyrgios faz fora de quadra é uma coisa, o que faz dentro, outra. Aqui elogia quem quiser!
    Jogador cheio de recursos e que tem Novak como freguês.

    Responder
  27. Sônia

    Dalcim, que gostoso ver Roger Federer jogar, demais, demais, e que visual lindo que é o jogo na grama. Sonho em jogar um dia numa quadra de grama, pena que não tenho a mínima idéia onde tem. Beijos.

    Responder
      1. João ando

        Nunca joguei em quadra de grama natural.quando tinha 14/15 anos joguei no hotel Nacional aqui no rio em quadra de grama artificial… era muito difícil a bola não quica .corre e na época com raquete de madeira era muito difícil jogar…ontem Roger furou um backhand pois a bola correu em um buraco na quadra

        Responder
  28. Jonatas Bruno

    Gostei de ver o Munar reciclando o seu jogo para a grama,se propondo a volear,e o fez com desenvoltura. Não deu para o espanhol,mas o que fica é ter a consciência de modificar o estilo, para obter resultados melhores. Deu mostras que é possível para um jogador de base, trazer mais coisas para o jogo, basta readequar a postura,

    Responder
  29. Luiz Henrique

    Dalcim, pelo seu post do ranking da grama, se federer fizer 300 pontos em Halle, ele passaria o Nadal em 192 pontos. Logo se ele fizer semi(180), também passaria com 72 pontos de vantagem, correto?

    Responder
  30. Bartolomeu

    Dalcim, uma pergunta:

    Fala-se muito da padronização da velocidade das quadras, de uns dez, quinze anos para cá.

    E eu penso que essa mudança prejudicou muito alguma das grandes escolas de tênis, principalmente a americana, que sempre produziu espetaculares jogadores (Connors nos anos 70, McEnroe na década de 80, Sampra e Agassi no giro dos 90) e que depois, dos anos 2000, teve como melhores nomes o Roddick e o Isner.

    A Austrália também parece ter sofrido com um padrão mais lento. Dos mais contemporâneos, lembro-me de Rafter, jogador excepcional, que ganhou duas vezes o US OPEN e fez diversas finais em Wimbledon.

    Como você explica que países tão tradicionais ainda hoje tenham dificuldade de se adaptar a esta era do tênis que teve início já há um bom tempo?

    E por que, ao menos nos slams e torneios que organizam, eles se submetem a essa padronização, prejudicando jogadores da casa?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      O Australian Open deixou o piso mais veloz, Bartolomeu, mas apenas recentemente. Hewitt cansou de brigar com eles por causa disso. Acho que o problema de americanos e australianos foi não entender que o tênis passaria para a base e que a devolução evoluiria bem mais do que o saque com as raquetes modernas, as bolas e pisos mais lentos. Apenas de uns 5 anos para cá é que isso mudou, e isso fica claro na nova geração americana muito mais de fundo de quadra (Tiafoe, Paul, McDonald e até mesmo os grandões são mais firmes e menos dependentes do saque). Veja que o raro sucesso dos australianos veio com Hewitt, justamente porque ele era essencialmente um tenista de base, mas seu estilo ‘envelheceu’ rapidamente pela falta de potência diante da lentidão generalizada. Abs!

      Responder
  31. Sérgio Ribeiro

    Um verdadeiro colírio os jogos na Grama . Improvisação pra tudo quanto é lado. Que o diga Gael Monfils, fez talvez a mais espetacular jogada, mas perdeu do mesmo jeito. Aliás a “ Torcida do Flamengo “ que adora essas figuras segundo os Sabichões, não deve gostar nada do resultado final rs . Alguém lembra de quem o Zé Verev que não joga nada em SLAM , bateu em Rolanga 2019 ? Pois é, mesmo com uma campanha ridícula segundo os mesmos, passa para o TOP 8 da Temporada se vencer mais uma em Halle. E tira o talentosíssimo Fábio Fognini do posto. E se o Craque Suíço vier a vencer o Torneio, vai pra cima de 3800 Pontos na temporada e vaga certa no FINALS aos 38 anos. Será que este Velhinho se aposenta em 2020 ? rsrsrs Abs!

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pois é.

      Pena que “improvisação” é o que você menos curte, né?

      Teu negócio mesmo é vibrar com a carinha de ” bebê” do Alexander Zverev, e suas vitoriazinhas SEM SAL…

      kkkkk

      Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Cara , na boa. Deixa de ser vaidosinho e cresce. Federer ultrapassou meus ídolos , Borg , GUGA e Sampras , exatamente pela sua maior genialidade e capacidade de improvisação. Isso tudo somado a um lado competitivo MIL vezes superior à esses Kyrgios , Fogninis e outros manes’ citados pelo rapaz. Se o Alemão mais velho voleou magistralmente , o mais novo teve 12 break points devido a passadas espetaculares. Da ruim pra quem não assiste nenhum jogo inteiro. Ninguém “ humilhou” ninguém. Cada um a seu estilo. Abs!

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Não me faça rir, né Sérgio!

          E quem é que liga a MÍNIMA para “12 break-points com passadas”?

          kkkkkkk

          Até o Nadal, que tem o tipo de jogo mais enjoativo do circuito, é rei absoluto das passadas…

          Grande coisa!

          Estou falando de jogadas de efeito, jogadas espetaculares.

          E não essas coisas corriqueiras que vemos os tenistas a fazer sempre…

          Responder
    2. Márcio

      Concordo, também prefiro ver os jogos na grama, mais winners, gostaria mesmo era de jogar uma partida assim, na origem do Tênis! Quem sabe um dia encontro uma quadra dessas…

      Responder
  32. Eduardo. F. Martini

    Acredito que o Luiz Fernando e o Mário Cesar sintam o mesmo que eu sinto por Rafa ou seja um amor incondicional
    Amamos a entrega de Rafa em quadra sua intensidade e vontade de vencer Eu tambem acho ele lindo
    A partir de hoje estarei aqui junto com meus dois colegas na corrente pra Rafa vencer mais slam e superar Federer

    Mario César vc é muito inteligente e entende muito do esporte nao permita que digam o contrário

    Um beijo pra LuiZ e Mario

    Estamos juntos

    BAMOS!

    Responder
    1. O LÓGICO

      Ui kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Eu sugiro que vocês desfilem na ABBEY ROAD kkkkkk, com a camisa do robozinho satânico kkkkkkkk, e de mãos dadas kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
    2. Rodrigo S. Cruz

      kkkkkkkkkkk

      O Mario César perdeu de vez a vergonha, e pagou alguém ( ligeiramente mais alfabetizado…) para escrever esse texto cômico!

      ” entende muito do esporte?”

      Tá bom.

      E eu sou doutor em FÍSICA QUÂNTICA!

      kkkkkkkkkkkk

      Responder
    3. Luiz Henrique

      Eduardo. F. Martini, boas colocações. Mas Rafa n precisa superar o recorde do Federer. O que mais importa são os ensinamentos que ele deixa para nossas vidas, não os títulos.

      Responder
    4. Nando

      Hahahahahahahaha esse MC não tem jeito….de novo fazendo um fake pra se auto-elogiar.
      Tentou até disfarçar, mas a falta de vírgulas e ponto final acabaram te entregando kkkkkkkkkkkk.

      Responder
    5. Evaldo Moreira

      Uiiiiiiiiii, blau…blau…blau………………………quem lembra dessa música ???, afffff, agora, socorro meus sais, como diz a nossa linda Sônia, é cada uma que aparece, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, mas então, gosto não se discute, se acha ele lindão…………..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder
  33. Paulo Almeida

    O estilo saque-voleio é pavoroso: os caras são kamikazes que correm para a rede toda hora implorando por passadas e lobs. Ainda bem que o tênis de linha de base sepultou de vez essa bizarrice.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pavoroso é esse comentário.

      Merecia uma lápide no cemitério virtual…

      Puta merda.

      Além de ser de um mau gosto atroz, é de um descaso completo com os GIGANTES do passado:

      Boris Becker, Maria Esther, Pete Sampras, Martina Navatrilova, Stef Graff, enfim…

      Qualquer adepto desse lindo estilo CLÁSSICO de tênis.

      Estilo saudoso, e cada vez mais raro no circuito.

      Mas que não desaparecerá, por completo, justamente porque pode surpreender e ser eficiente.

      Mas como você não curte tênis, bosta nenhuma,

      e tudo que sabe, internaliza, e respira, é esse fanatismo pelo que o sérvio pratica, por isso escreve tantas coisas cretinas…

      Se o Djokovic não pratica o estilo, então é porque o estilo não presta…

      Responder
    2. Chileno

      Legal é todo mundo jogando igual, todos os jogos, em todos os pisos, contra todos os adversários. Dois robôzinhos trocando trocentas bolinhas murchas na cruzadinha, até um mandar na rede. Aí vemos a mesma coisa no saibro, no cimento, na grama. Supimpa!

      Acho que você nem conhece saque-e-voleio bem pra falar uma groselha dessas. A lentidão das quadras atuais, mesmo de grama, realmente tornou o saque e voleio menos eficiente. Mas obviamente um jogador eficiente no saque e voleio sobe pra rede amparado por um grande saque. Com um bom saque, fica bem mais complicado pro oponente aplicar uma passada ou um lob. Kamikase seria um jogador subindo pra rede atrás de um saque medíocre. Aí sim, é suicídio.

      Responder
    3. Luiz Henrique

      Pois é Paulo Almeida. Pode reparar ao longo dos anos, vendo vídeos de jogos antigos, o público vibra muito mais com trocas de bola longa do que com jogos em que os pontos acabam rápido. Nos jogos entre Rafa e Djokovic o público vai a loucura várias vezes. Agora vê se tem graça ver um Isner x Anderson durante 6 horas fazendo aces, é isso que a grama permite.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Djokovic X Nadal foi disparado o melhor jogo de 2018 e Isner X Anderson um dos piores de todos os tempos. Daí a gente conclui qual estilo de tênis é infinitamente superior ao outro.

        Responder
    4. Jonas

      Isso acontecia muito quando Federer enfrentava Nadal entre 2004 e 2010.

      O pior é que o suíço é teimoso, tomava uma e no próximo ponto já se oferecia pra tomar outra passada absurda do espanhol.

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Errar é humano, insistir no erro é burrice. E não foi até 2010 apenas não. Na final de Cincy 2018, DjokoGOAT encaminhou o título com mais uma passada em cima de uma subida bisonha do suíço, quebrando seu saque.

        Responder
    5. Márcio

      Acredito que devam haver ambas opções, com suas características bem preservadas. Se praticares o esporte, verá o quão legal é adaptar se a uma ou outra forma.

      Responder
    6. Evaldo Moreira

      Pavoroso ???????
      Pavoroso é esse seu comentário mendonho, e de quem sabe de bosta nenhuma, falar isso, é ignora os grandes tenistas do passado, conforme o colega mencionou e muito bem por sinal, tivemos vários, e na atualidade, temos várias cara de recibo, kkkkkkkkkkkkkkkk, aliás, que elvar mais uns recibos, como tem levantado ultimamente, até do Dalcim, e não teve vergonha ainda!?.
      Bom, pergunte ao Dalcim, o que ele acha do saque e voleio?, lhe garanto, o que mestre lhe responder, será um recibo um recibo master eterno, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, aliás já jogou tênis meu caro!?. Se jogou, foi um tênis pangaré…………kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

      Responder
        1. Evaldo Moreira

          Minhas sinceras desculpas mestre Dalcim, a razão da menção ao seu nome, foi pelo fato, de uma resposta sua no post passado, não me recordo qual, mas enfim, a pessoa recebeu a resposta no ato(lembrei antes de publicar, rsrsrs, foi sobre brigas de torcidas), e mencionarei mais seu nome numa situação dessa, e juro, não foi para provocar, mas para o cidadão compreender as asneiras que ele publica, de duas, uma: ou ele é sem noção, ou é para chamar atenção.
          Minhas desculpas públicas a ti Dalcim, não ocorrerá, abraços.

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Não fiquei chateado com você, não, Evaldo. Apenas expliquei que não me manifestei sobre o tema porque o objetivo do post era obviamente apenas provocar reações e causar polêmica. Abs!

  34. Renato

    As derrotas mais vexatorias em final de slam para jogadores fora do big 3 são de Novak. A pior delas foi pra Murray, em Wimbledon, onde não viu a cor da bola e perdeu por três sets.
    As outras duas foram as surras que tomou do Stan, apesar de conseguir a muito custo tirar um set.

    Responder
    1. Paulo Almeida

      Dessas aí, a única “surra” foi para o Murray, porém a pancada que o rei da entressafra levou na final olímpica foi bem pior, com 6-2 e 6-1 nas primeiras parciais. Já os jogos com o Estanislau foram bem parelhos, nada de surra.

      De qualquer forma, esses caras apresentaram um nível de tênis infinitas vezes maior do que Baghdatis, Soderling, Cilic, Philippoussis, Roddick, González, Hewitt e Agassi de fraldão geriátrico. Vergonha não é perder GS para grandes jogadores, mas sim inchar o currículo com Grand Slam em cima de bagraços da pior qualidade.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Como dizia Albert Einstein:

        “depende do referencial”.

        Se neste caso, ele advém meramente de alguém recalcado, pobre de espírito ou fanático, caberá o verbo “inflar”.

        Mas em se tratando de torcedores sadios e BÍPEDES, cabe uma substituição pelo verbo: “embelezar”.

        Isso mesmo.

        O Federer EMBELEZA o currículo dele, e tem motivo de orgulho!

        Por ter vencido os melhores de uma geração tão longínqua, de um período em que o tênis era outro…

        E ainda assim, ter se reinventado, continuando a jogar em alto nível, quase que usando bengala.

        Você apenas sente inveja, por saber que o Djokovic é comum, ordinário…

        E nunca vai ter uma história RICA assim…

        Abs.

        Responder
        1. Jonas

          Complicado você afirmar que o Djokovic é comum.

          Não faz o menor sentido. Alguém comum não entubaria o Federer seguidas vezes como o Djoko faz.

          O pior de tudo é que ele faz isso nos maiores palcos do tênis, em grandes torneios.

          Em 2015 por exemplo o Djoko deixou os restos pro Federer. Dubai, Cincinnati, Round Robin do Atp finais…
          e tratou de vencer o rival na casa dele e no Us Open. Acho que “comum” nessa história tá mais pro Federer do que pro monstro sérvio.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Refiro-me à trajetória dele.

            Menos rica que a do suíço, que enfrentou gerações passadas.

            Inclusive gigantes como Sampras e Safin.

            E pegou o Federer e o Nadal,já em processo de declínio.

            Enquanto ele próprio ascendia ao auge…

          2. Jonas

            Fico a pensar então…que trajetória comum tem um cara com 15 Grand Slam, diversas semanas como n1, vários masters 1000 no saibro e em quadras rápidas. Enfim, se Djoko é comum imagine o nosso querido Guga então coitado.

            Ainda tem o fato de que o Djokovic hoje, sem exageros está entre os 3 maiores tenistas de todos os tempos, só isso. Mas deve ser um tenista bem comum mesmo, agnt vê direto jogadores desse calibre surgindo por aí.

        2. Paulo Almeida

          A história do Djokovic já é bem mais rica, não preciso ter inveja de NENHUM outro jogador na história. Você chamar o GOAT sérvio de jogador comum sim é uma constatação de inveja e recalque.

          Traduzindo: melhores de uma geração longínqua = bagres da entressafra.

          Isso não embeleza currículo de ninguém, muito pelo contrário. Prefiro as derrotas para grandes jogadores em finais mesmo.

          Responder
          1. Rodrigo S. Cruz

            Amiguinho, veja bem…

            Mesmo os poucos especialistas que JÁ acham o sérvio melhor que o Federer, não se atreveram a chamá-lo ainda de GOAT.

            Porque 90% do circuito apelida o Federer disto.

            Ou seja, você pega até apelido que, por hora, pertence a OUTRA PESSOA, e usa como se do Djoko fosse.

            E ainda sou eu, o invejoso?

            Você tem certeza?

            kkkkkkkkk

    2. Jonas

      Murray e Wawrinka são grandes jogadores, acredito que a maioria concorda com isso.

      Murray tem vitória em cima de Novak em 2 finais de Slam e atropelo em cima do Federer em final de Olimpíada.

      Pra mim as derrotas mais vexatórias são aquelas em que o seu rival te atropela em final de Major. Como por exemplo a derrota do Nadal pro Djoko por 6×3 6×2 6×3 no Australian Open e a pior delas, na qual Federer foi surrado por 6×1 6×3 6×0 em Roland Garros.

      Nos dois jogos é claro que houve um massacre, uma superioridade absurda. Diferente da final do US 2012 e WB 2013.

      A derrota por 6×4 7×5 6×4 do Djokovic na final de Wimbledon 2013 mostra que o sérvio foi dominado na maior parte do jogo sim, mas longe de ser um massacre ou vergonha. No US Open 2012 foi um jogo extremamente equilibrado.

      Até no suposto “massacre” na final de RG 2015 vemos um placar equilibrado 4×6 6×4 6×3 6×4. É muito difícil acontecer do sérvio perder de forma vexatória em Slam, pode até perder, mas os adversários tem que arrancar dele a vitória.

      Responder
  35. Renato

    Quem gosta de tênis e se estiver livre pra assistir, amanhã tem Federer, Stan, Tsipas e os jogos Delpo x Shapovalov e Dimitrov x Aliassime.
    Grande dia de jogos.

    Responder
  36. Renato

    Acho que a galera está supervalorizando o momento do espanhol. Lembrando que ele foi humilhado por Novak na final do AO, que foi a derrota mais vexatória da história, fora do barro, em final de slam, envolvendo o big 3. Depois foi atropelado por Fognini, em MC, e Thiem, em Barcelona, além da derrota pra Tsipas em Madri.
    O título “justo” que ele conseguiu em Rg acabou passAndo uma borracha na mediocridade(medíocre pelo tamanho que ele é) dos seus resultados anteriores. Mas de quem ele ganhou em Paris? Ganhou do seu freguês(apenas no saibro) suíço e com as condições climáticas favoráveis ao seu jogo além de ter enfrentado na final um adversário exausto, baleado.
    Menos, muito menos! A verdade será mostrada no segundo semestre, onde o desempenho do espanhol costuma ser muito pior. Se não foi essa maravilha toda onde ele domina, imagine onde ele é coadjuvante?

    Responder
    1. Luiz Henrique

      Ah claro, Renato, ele costuma ir muito mal no 2º semestre. São apenas 2 títulos e 5 finais de Wimbledon, 4 títulos no Masters 1000 do Canadá, título em Cincinatti, 3 títulos no Us Open. A não ser que 2º semestre para vc seja o finalzinho do ano, rs. Só com os títulos que citei acima ele já tem melhor histórico no 2º semestre do que todos os jogadores exceto federer e djokovic. Abraço.

      Responder
  37. Rodrigo S. Cruz

    [Paulo F.]
    16 de junho de 2019 às 18:30

    “kkkkk
    Djokovic é tetracampeão de Wimbledon.
    Que “falta” faz Halle em sua carreira…”

    Isso não impediu o Federer.

    que tem 8 em Wimbledon, e uns 7 em Halle…

    kkkkk

    Sem falar que eu desconfio que, ao contrário do Federer, o sérvio liga muito pro h2h.

    Acho que ele sempre FUGIU de enfrentar o suíço em Halle, onde a grama é um pouco mais rápida.

    Assim como deve ter corrido dele, em 2017, melhor ano do suíço…

    Responder
    1. Paulo F.

      Azar do Nadal em não disputar Halle então.
      Encontraria sempre seu freguesaço fiel e poderia ter uns 4 títulos nos gramados alemães.

      Responder
    2. Jonas

      Djokovic fugir do Federer? Em halle?

      Não…é ao contrário cara. Isso faria algum sentido se Federer pelo menos levasse a melhor sobre o Djokovic na grama.

      A verdade é que Halle e Queens são apenas torneios preparatórios pra Wimbledon. Não é tão relevante o cara vencer ali, inclusive o Djokovic nem joga mais esse torneios e é tetracampeão em Wimbledon.

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        As condições da grama em Halle, não são as mesmas de Wimbledon.

        São mais velozes.

        Já cheguei á conclusão que o sérvio é “fujão” mesmo.

        O Djoko é muito esperto. Ele só entra em batalhas que sabe que vai vencer.

        Nesse sentido, ele é o mais inteligente do BIG 3.

        Ele bem sabe que perderia a maioria do confrontos pro Federer, em Halle…

        Pela mesma razão que perdeu todas do suíço, em Cinci, excetuando o último encontro.

        Diferente do Federer, que sempre dá a cara para bater, mesmo quando joga em desvantagem (um erro dele, na minha avaliação)

        Responder
        1. Jonas

          Cara, vou resumir pra você, aliás isso é óbvio.

          Djokovic não liga pra Halle. Acho que nem o Federer liga.

          Coric já venceu Federer em Halle e ele é um baseliner assim como o Djokovic. Sendo que o sérvio obviamente é muito mais jogador que o croata.

          E pra finalizar, é brincadeira fã de Federer chamar o Djokovic de fujão, essa é bem nova pra mim. Tem que rir pra não chorar. Faria algum sentido se o sérvio fosse freguês do pato suíço na grama.

          Responder
    3. Bruno

      O cachê dele é baixo,esta para min,é a maior razão dele não participar desses torneios e tb o motivo dele invejar o maior reconhecimento dos outros 2 ,principalmente do Federer.

      Responder
  38. Lucas

    Oi Dalcin, boa tarde! Você acha que não temos um Masters 1000 na grama (Halle ou Queens) por falta de interesse dos torneios, dos jogadores ou da ATP? Não faria mais sentido um torneio deste tamanho na grama, ao invés do isolado Monte Carlo no calendário? Abs

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Existe a questão da tradição, do prêmio (que é muito maior num Masters, ou seja os custos irão dobrar) e no calendário restrito que a ATP deseja (no máximo oito Masters, tendo de engolir Monte Carlo como nono). Acho que Queen’s teria mais direito a ser um Masters do que Halle, mas eles mal acabaram de subir para 500.

      Responder
  39. Rafael Brasiliense

    Dalcim, se Federer fosse 20 anos mais velho, você acha que ele teria mais títulos do que hoje? Faço essa pergunta porque, apesar da padronização imposta ao tênis nos últimos anos, nunca vi Roger dizer nada a respeito, como se isso mudasse algo no seu jogo. Ele sempre fica muito satisfeito na grama, aparentemente sem nada para se queixar.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ele já comentou sim sobre a lentidão do circuito, Rafael. Mas é impossível prever o que aconteceria nesta ou naquela situação. Claro que se houvesse mais torneios sobre pisos velozes, principalmente o tapete obrigatoriamente coberto, isso o ajudaria.

      Responder
  40. Sandra

    Dalcim, você saberia explicar porque é tão difícil para o Zverev se manter com o mesmo nível de jogo? Acho estranho porque ele já até ganhou do Federer?.

    Responder
    1. Sandra

      Outra pergunta , você acha possível a volta do Murry com essa nova cirurgia? Vc acha que ele aguenta o ritmo? Essa técnica e nova? Se o Guga diz que ainda dói , porque ele não tenta fazer essa cirugia? Claro que não é para voltar, mas pel qualidade de vida

      Responder
    2. José Nilton Dalcim

      Não, acho que nem ele ou Lendl saberiam explicar. Parece-me no entanto uma questão de confiança e de falta de apuro em alguns detalhes técnicos, corre a corrida para a frente e o forehand, que atrasa algumas vezes.

      Responder
    3. Chileno

      Zverev é muito instável. Às vezes ele joga muito, outras vezes, não joga nada. Teoricamente deve amadurecer e ir diminuindo essa irregularidade.

      Responder
  41. Chileno

    Jonas, só pra comentar um ponto que você comentou no post anterior.

    Não é só em 4 ou 5 sets, ou sequências de jogos, que o físico faz diferença porque não é só na resistência e cansaço que o físico impacta. Ele impacta muito também na agilidade, na potência, na velocidade e até na resistência de curta duração. Num esporte de alto rendimento, e especialmente falando no nível que esses caras que admiramos jogam, tudo isso faz uma diferença absurda.

    Numa bola em que o cara aos 32 anos chega no limite, sem tempo de fincar os pés no chão e fazer o swing perfeito, aos 26 ele provavelmente chegaria sobrando, com tempo pra apoiar bem e executar o golpe. Aos 35, o cara já não chega nem mais no limite. Ele já chega atrasado mesmo, acertando a bola fora do centro da raquete, ou às vezes nem chega.

    Numa troca de bolas, um cara de 32 anos que começa a perder rendimento e potência a partir da 20ª troca, provavelmente estaria mais inteiro no ponto aos 26, talvez começando a perder intensidade a partir de 30 trocas ou mais.

    Numa devolução de saque, em que o cara tem frações de segundo pra identificar onde o oponente sacou, posicionar a raquete e tentar devolver, também faz uma grande diferença.

    Pra tentar alcançar uma curtinha, pra tentar voltar de um contrapé, pra fechar uma paralela na rede… todas situações em que o físico interfere muito. E isso pra não falar da irregularidade maior.

    Responder
    1. Jonas

      São bons argumentos. De fato, não é normal o jogador se manter em altíssimo nível até os 38 anos.

      Federer faz isso simplesmente porque ele é o Federer, uma exceção.

      Não coloco só ele no pacote. Djokovic é número 1 aos 32 anos, Nadal número 2 aos 33.

      Enquanto esse três estiverem em altíssimo nível, acho que idade não é o que determina um perder mais que o outro, tem outros fatores.

      Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Eu.

      kkkkk

      Mas admito que, por hora, o Kyrgios anda devendo um pouco mesmo…

      Com todo esse talento que tem, deveria falar menos, e jogar mais.

      Vamos ver até onde ele chega em Wimbledon, que ele mesmo afirma ser o ambiente perfeito pro seu tênis.

      Se chegar longe, suas palavras farão algum sentido.

      Mas se cair fora cedo demais, ficará um pouco feio para ele…

      Responder
  42. Gabriel aguiar

    Dalcim, qual a conta pro Federer ser cabeça 2 mesmo com o vice?nao entendo, pois o Nadal fez melhor campanha ano passado, tem 1500 pontos de vantagem no ranking normal, e federer perdeu os 250 de sttutgart e manter os 300 de halle seriam suficientes?

    Responder
  43. Luiz Fernando

    Aliassime perdeu de forma inesperada, ao menos ao meu ver, p o italiano, que aparentemente joga bem na grama. Conforme exposto pelo R Cruz, esse rapaz pode incomodar quem cruzar com ele em W, em especial se forem Rafa ou Djoko, q virão com menos ritmo no piso, por não jogarem nenhum preparatório. E Dalcim, o q vc acha da volta do Murray? Ele diz estar sem dor, mas pelos antecedentes de outros jogadores com lesões graves de quadril como a dele acho bem improvável voltar a antiga forma.

    Responder
  44. Bruno Louzada

    Dalcim

    eu reparei que a França tem uma quantidade absurda de jogadores de qualidade, porém grande parte desses jogadores jogam de forma muito ”blazê ”, aquele tipo de jogador que mesmo tendo um jogo com técnica, não tem um grande golpe, exemplo do aposentado Llodra, do Simon, , Mannarino, Gasquet ( em partes pois tem um otimo backhand mas peca demais no resto), Hugues Herbert. É muito jogador com golpes mixurucas e fisico meio blé….

    Você não acha que a escola francesa apesar de revelar muitos jogadores de qualidade peca demais nisso? não ta na hroa de eles sairem da zona de conforto e darem um passo a mais pensando em ganhar slams???

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Eu sempre admirei a escola francesa pela versatilidade de estilos. Possuem jogadores para todos os tipos de piso e de opções táticas. Sempre achei que o grande problema deles não é técnico, mas físico. A quantidade de tenistas de grande potencial que se lesiona com frequência é alarmante e isso me parece reflexo direto da falta de um trabalho apurado de condicionamento. Sabemos até que alguns deles são bem preguiçosos quanto ao trabalho de ginásio e até de treinamento, o que provavelmente os limita. Gasquet seria muito melhor com um grande forehand, Monfils demorou absurdamente para melhorar nos voleios, Tsonga nunca se esforçou seriamente no backhand e por aí vai. Ainda assim, todos chegaram pelo menos ao top 10. Abs!

      Responder
  45. Rubens Leme

    Cheguei a comentar em um dos posts anteriores que o italiano tinha passado por cima do Kyrgios e tinha um jogo bem sólido. Parece que a Itália está revelando uma boa geração, enquano aproveita a arrancada de Fognini, já veterano, ao top 10. Por esses lados é vez do Chile, com Garin e Jarry.

    Os tops que terão problemas no sorteio para Wimbledon, com essa molecada bem adaptada e espancando a bola.

    Dalcim, quem deve estar eufórica com a volta do Andy Murray em duplas com Feliciano López é a mãe dele, a Judy, que já chamou o espanhol de “Deliciano Lopez”. Se lembra disso?

    Responder
  46. Fernando Pauli

    Curiosidade:
    “Até o ano de 1974 o US Open foi disputado em quadras com piso de grama. Entre 1975 e 1977 a competição teve uma breve passagem pelas quadras de Saibro (Campeões: Orantes, Connors e Vilas) e a partir de 1978 fixou-se a utilização de quadras rápidas.”
    Não sabia dessa passagem pelo saibro lá no US Open.

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  47. Jonas Normando

    Dalcim, a grama de Wimby está mesmo mais lenta do que em outros anos? Mais do que em 2017, por exemplo, quando Rog ganhou? Se estiver mais lenta, ajuda mais quem?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Ninguém sequer bateu bola lá, então é praticamente impossível dizer qualquer coisa agora. Acredito que estará nas mesmas condições dos últimos anos, então está aberta. Tivemos obviamente grandes sacadores vencendo nos últimos anos e muito destaque para quem tem devolução firme e joga pertinho da linha de base.

      Responder
      1. Miguel BsB

        Estive por lá e bati uma bolinha na Centre Court Dalcim,rsrs. Tá rápida, a organização liberou 15 minutinhos…
        Brincadeiras à parte,estive em Londres semana passada e,claro, fãzaço de tênis como sou,fui visitar o templo sagrado, numa tarde fria e garoando em Londres (novidade).
        Sonho realizado! Visitei o museu e a Centre Court…só não tentei ir na semana do torneio, pela conhecida dificuldade de se conseguir os ingressos…

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Você sabia, Miguel, que ninguém joga na Central e na 1? Essas quadras são exclusivamente usadas no torneio de Wimbledon. Nem treino é permitido.

          Responder
          1. Miguel BsB

            Não sabia…essa disposição combina bem com as tradições britânicas. Vc entende mais de Wimbledon do que a moça que nos acompanhou no tour, que não mencionou esse fato rsrs

          1. Miguel BsB

            Kkkkkkkk
            Gabi, a única rainha que vi por lá foi a Martina Navratilova, devidamente homenageada…rsrs
            Nesse dia,coincidentemente,fui com uma camisa branca msm.
            Não sei como faz pra postar fotos aqui, mas,se vc quiser ver umas, me passa um contato seu que te mostro…

  48. Rodrigo S. Cruz

    Pô.

    Que grande semana desse Berretini, hein.

    Conquistou o título, deixando pelo caminho o Nick Kyrgios e o Felix Aliassime.

    Se algum Top 5 der o azar de pegar esse italiano, na primeira semana de Wimbledon, terá problemas…

    Responder
  49. Jonatas Bruno

    Bacana o Bruno Soares reerguendo mais um troféu, considerando este momento de transição,já está melhor que a encomenda.
    Demonstra que a parceira desfeita com o Jamie venho em boa hora. Quem sabe, com o Pavic obtenha seus melhores resultados na grama.
    O momento é esse.

    Responder
  50. Rodrigo Bravin

    Analisando os jogos do Federer desde o master de Miami, vejo grandes possibilidades de conquistar Wimbledon. O Suíço tem conseguido mesclar agressividade e paciência e, como a grama está cada ano mais lenta, vai precisar muito disso. Ainda mais se encontrar tenistas regulares como Nadal e Djokovic. Uma das armas que precisa estar afiada é o saque para ir muito à rede.

    Responder
  51. Rodrigo S. Cruz

    Dalcim,

    Acerca de preparação para Wimbledon, queria te perguntar uma coisa.

    Sabemos que o Djokovic se dá por satisfeito com apenas uma ou duas exibições, antes de partir para lá.

    Com isso, chega super descansado, adaptado ao piso, e acaba até vencendo Wimbledon…

    O Federer, por outro lado, joga sempre em Halle, muitas vezes chegando às finais, ou sendo o campeão.

    Ou seja, se desgasta mais antes de Wimbledon.

    Sem falar que a grama de Queens é mais parecida com Wimbledon, do que a de Halle.

    Então, eu te pergunto:

    Na tua opinião, supondo que o Federer imitasse o Djokovic na preparação, você acha que isso seria melhor ou pior pro suíço?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Acho que seria pior. Federer sempre precisa de ritmo porque faz um jogo mais de risco. Isso varia muito de jogador para jogador e também de um pouco de sorte nas primeiras rodadas de Wimbledon. Imagino que Djokovic (ou Nadal) tenham dificuldades caso cruzem logo com tenistas bem adaptados à grama, de estilo agressivo.

      Responder
  52. Marcos

    Dalcim
    Sem ficar em cima do muro
    Faça um top 3 de quem você ACHA que vai ter mais sucesso na carreira entre Tsitsipas, Aliassime e Shapovalov

    A amostragem deles é pouca ainda pra cravar qualquer coisa, mas vale da uma brincada de mãe diná

    Responder
  53. Paulo Almeida

    Melhores Slams nos últimos tempos são Australian Open, Us Open, Wimbledon e Roland Garros, nessa ordem. Não há muita discussão quanto a isso.

    O Aussie, por ser o mais fodalhão de todos, deveria valer por dois, ainda mais pelo fato do GOAT ter ganhado todos os sete Norman Brookes batendo pelo menos um grande no caminho.

    Responder
      1. Paulo Almeida

        Deve ter sido num passado bem longínquo, mas não na era Big Four, a mais difícil do tênis. Patinhos feios são justamente os dois Slams europeus, que mais parecem museus de tão ultrapassados.

        E não cuspa no prato que come, afinal se não fosse o AO e a lesão do sérvio, Frauderer continuaria sem Slam na quadra dura desde 2008. Mais respeito!

        Responder
    1. Márcio

      Não sei se esta falando sério, mas se for o caso vc está enganado, a sequência é wimbledon no topo com uma diferença enorme, seguido de us open por causa da grana e por estar na meca do tênis, depois rg e australian. Entre rg e ao talvez esteja havendo uma discussão, pois ultimamente ao é só elogios e rg é mais tradicional mas vem pecando na organização, de acordo com jogadores etc. Isso não tem muita discussão, principalmente quanto aos primeiros.
      Claro, todos valem os mesmos pontos e são igualmente grand slam.

      Responder
    1. Leandro

      Não vejo federer tao favorito na grama quanto nadal no barro.
      Não só pela idade, não existe comparação com o que fez nadal no barro de rg.

      Responder
    2. Jonatas Bruno

      Grande Mário e suas pérolas! Dando Spoiler antes de o evento ser produzido! Vai acabar nos deixando mal acostumados! Esperamos que o Nadal esteja habilitado a comparecer em todas as sete apresentações, e os coadjuvantes que se ponham no seu devido lugar. Ai a taça estará no papo!

      Responder
    3. R. P.

      Federer pode chegar a final de Halls preto se quiser; só não é bom chegar de Soft, pq essa bala desgraçada é feita para matar a gente engasgado.

      Responder
    4. Paulo F.

      Todos nós vimos o que aconteceu ano passado, com um Nadal voando e com ritmo, contra um Djokovic reaparecendo.
      Aí o Nadal vai ser favorito em Wimbledon com o Djokovic sendo o atual campeão?
      Hahahahaha!
      Mais fácil tu escrever em português correto do que o Nadal suplantar Djokovic e Federer na grama.

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Pois é Paulo F, Djokovic será mesmo o favorito. Mas n acho que ser o atual campeão aumente o favoritismo dele. Ele será favorito assim como era no ano passado. Aliás, ele só vai deixar de ser favorito quando voltarmos pro saibro. Por isso acho a temporada de saibro mais interessante e imprevisível

        Responder
  54. Sérgio Ribeiro

    Não tinha como não admirar Björn Borg , que pulava preparatórios, e encarava grandes Voleadores na Grama rapidíssima de outrora. Mas aí surgiu o Big Mac… Pistol Pete e Federer ( os maiores vencedores) , optavam em se preparar em Queen’s e Halle respectivamente. Com a maldita padronização ( na segunda semana vira um Saibro Verde mesmo ) , pra que encarar Grama rápida antes de Wimbledon. Se tivesse ao menos um MASTERS 1000 , Novak e Rafa teriam um outro comportamento. Mas jogaram a toalha e acredito , sem perdas. Jogar na rapidissima Halle ( nunca arrumaram nada por lá) , pra depois jogar na lentidão de Wimbledon ? Da’ mais jogo treinar numa quadra semelhante. A coisa é tão ridícula que Roger possui 18 Títulos , contra 5 de Novak e 4 de Rafa na relva. E daí ? Na rapidíssima , Agassi e Lendl pouco aprontavam. Já os citados, podem vencer de novo sem sustos, a meu ver. Abs!

    Responder
      1. Sérgio Ribeiro

        Quem está comparando Wimbledon com Halle , mane’ ??? Tá rindo de quê ? Vale 500 Pontos no Ranking. Pra você não vale nada , pois não jogas nada kkkkkkkkk Abs!

        Responder
  55. Renato

    Pessanha,

    Aliassime vai ser campeão amanhã. Ano que vem vai ganhar masters e fazer semi ou até final de slam.

    Enquanto Félix vai para sua terceira final de atp, Shapovalov até agora não ganhou um título e creio que nem final fez.

    Responder
    1. José Eduardo Pessanha

      Renato, a galera diz que o Shapovalov é extremamente ligado em redes sociais. Já Felix aparenta ser o inverso. E o Tsitsipas seria um meio termo entre os dois, ligado nas redes e, ao mesmo tempo, focado em sua carreira.
      Não vou me surpreender se o Felix beliscar top 10 nesse ano. Praticamente só tem pontos a somar.
      Abs

      Responder
  56. Leandro

    Fantastico o jogo desse garoto canadense, ALiassame!!
    Veio engrenar no lindo tenis da grama, tomara, e que continue sem se machucar rumo ao topo.
    Torcendo pelo garoto.

    Responder
  57. Paulo Almeida

    Thiem está cansadinho e não vai disputar nenhum preparatório pra Wimbledon, ou seja, arregou pra organização de Rolanga não adiar a final pra segunda. DjokoGOAT por sua vez teria feito o máximo pra acabar com os privilégios do Capivara! Esse torneio vai ficar marcado pela sujeira mesmo.

    No mais, vou até torcer pro Frauderer ser finalista em Halle e só cruzar o caminho do rei do tênis na final e ser tri vice.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Pelo menos pode ser tri-vice, porque é macho e dá a cara pra bater.

      já o Novak “ARREGÃO-vice” vive fugindo do Federer, em Halle…

      kkkk

      Responder
      1. Paulo Almeida

        Sim, dá tanto a cara pra bater que fugiu do GOAT Djokovic no Finals 2014 e no US 2018 e do Nadal no US 2013 e na temporada de saibro de 2016 a 2018. Como arrega esse suíço, afinal 19×9 de 2011 pra cá não é pouca coisa não!

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Muito obrigado!

          Caiu como um patinho, atestando provas de ASNICE contra si mesmo…

          kkkkk

          Pois se o cara enfrenta o outro 28 vezes, e perde DEZENOVE, como é que dá pra dizer que ele foge?

          I- HÓ, I- HÓ…

          kkkkk

          Responder
  58. Renato

    Dalcim, uma vez vc comentou aqui que joga em quadra sintética, mas vc também deve ter jogado várias vezes no saibro. Afinal, qual a diferença que vc sente entre uma quadra e outra pra jogar? O quique da bola, velocidade e etc.
    Vc já jogou na grama? Por que spin não faz tanto efeito assim no piso verde?

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Porque o piso não absorve tanto o topspin. Ou não deveria. Com a mudança na base, hoje mais rígida, a bola está quicando bem mais alto e isso ajuda quem bate topspin, já que para isso você tem de entrar por baixo da bola.

      Responder
      1. Evaldo Medeiros

        Boa tarde, Dalcim. Você diz que a base da grama de Wimbledom mudou e está mais rígida. O que você quis dizer com isso?? A grama atual de Wimbledom é natural, sintética ou é mista?? Abs

        Responder
        1. José Nilton Dalcim

          Mas não mudou agora, Evaldo, mudou há pelo menos 10 anos. A base mais rígida – o que pode aumentar em dias secos e quentes – faz com que a bola quique mais alto e isso ajuda muito quem joga mais na base.

          Responder
  59. Ricardo - DF

    Que espetáculo esse jogo do Brown e Aliassime. Voleios magistrais do Brown. Pena que temos tão poucos ATPS na grama, esse cara ia estar bem melhor classificado. Mas o que me impressionou mais foi o saque do Felix. O guri fez uma enormidade de ACEs. Não imaginava que ele ia se dar tão em na grama.

    Dalcim, o Felix é um fenômeno. Vc acha que ele ainda está muito atrás de um Tsitsipas, por exemplo? Ele parece em condições de disputar uns ATP 500 este ano, pelo menos, não ?

    Responder
  60. HeitorD

    Creio que temos boas chances de a final desses dois Grand Slam restantes ser Federer vs Djokovic. Isso, claro, se a chave permitir. Nadal, fora do seu terreiro, é um jogador muuuuuuuuuuuito mais vulnerável.

    Responder
    1. Fernando Peixoto

      Isso. Rafa Nadal é tão vulnerável que é tricampeão do US Open, bicampeão de Wimbledon, campeão do AO, além de um caminhão de vices nesses slams. Ou seja, se tirassem os 12 RG de Nadal, ainda assim seria um dos melhores da história. É… Realmente o espanhol é muito limitado fora do saibro… 😂😂😂

      Responder
      1. LION

        A SDCA ( Síndrome de Dissonância Cognitiva Aguda) que acomete o Brasil atual é desde já a nossa mais ameaçadora epidemia. Temo que ela possa ter uma letalidade pelo menos tão devastadora quando eventual invasão de um micróbio desconhecido e fulminante. Vejam só este cidadão. Ele acha que ser “mais vulnerável” é o mesmo que ser “limitado”. E ainda tem a pachorra de ser “irônico”. Caspita!

        Responder
      2. Luiz Henrique

        Pois é Fernando Peixoto, mas n tem jeito, já me acostumei, Nadal podia ter 6 wimbledons que eles iam falar a mesma coisa, só nos resta dar risada

        Responder
        1. Rodrigo S. Cruz

          Mas se ele com 33 anos, não tem nem 3 Wimbledon, como é que teria 6, katso?

          Do mesmo jeito que o Djoko e Federer tem poucos RG.

          Portanto, nada de absurdo foi dito.

          De fato, na grama, o Nadal é muito mais “batível”…

          Responder
  61. Renato

    Rodrigo,

    Brown, Kyrgios, Monfis são jogadores com grande capacidade de dar espetáculo, porém, não são muito competitivos.
    Nadal, Novak São jogadores muito eficientes, porém, não são jogadores pra dar espetáculo.
    O que diferencia Federer dos demais é que, ele consegue equilibrar as duas coisas como ninguém faz ou jamais fez em uma quadra de tênis.

    Responder
    1. Rodrigo S. Cruz

      Mas ninguém aqui tá discutindo isso, Renato…

      O Federer além de dar espetáculo, tem os melhores resultados. Ele é o pacote completo.

      Porém, isso nada impede que outros tenistas deem tanto show quanto ele.

      E nem que quando sento na frente da TV, não coloco consistência em primeiro lugar, e sim o espetáculo.

      Entedeu agora?

      Responder
  62. Luiz Henrique

    Hoje em dia só temos 2 grandes voleadores no circuito: Roger Federer e Rafael Nadal. Pena que nenhum dos 2 é páreo para o jogo de base de Djokovic na grama, vão disputar pra ver quem vai ser vice. Por isso acho a temporada de saibro mais interessante e imprevisível.

    Responder
    1. José Nilton Dalcim

      Não, Luiz. Existem alguns jogadores que são excelentes voleadores, como o próprio Brown, o Mischa Zverev, Kyrgios, Tsitsipas ou Shapovalov. Vi muita evolução no Delpo, no Isner, no Raonic.

      Responder
        1. Luis Coelho

          Veja uma pesquisa que foi feita com ex-tenistas, técnicos de tênis e jogadores atuais sobre os melhores golpes do jogo de tênis, saiu em 2018 e nela no item melhor voleio deu Federet e eem seguida Nadal. Na sua entrevista pós jogo final de R. Garros Thiem disse que Nadal tem agora o melhor voleio do tênis. Dalcin, você acha razoáveis o resultado e a opinião do Thiem?

          Responder
          1. José Nilton Dalcim

            Eu sempre disse aqui que o Nadal voleia muito bem, tanto na execução como no reflexo, mas o voleio é uma parte menos importante do seu jogo. Ele não é um voleador na essência, então colocá-lo nesse patamar é um engano, a meu ver.

      1. Jonatas Bruno

        Cabe por na conta também o Tsonga, Lopes e o Karlovic, Em que pese os seus respectivos rankings da atualidade,valem as menções honrosas. Espero que os três joguem em Wimbledon, afinal a idade já começa a cobrar a fatura, e o prazo para pagar começa a encolher.
        Há também outros nomes no circuito que se viram vem na rede, como o Herbert e o Jack Sock.

        Responder
    2. Renato

      Federer, Brown, Misha… Tem voleios melhores que Nadal. O espanhol voleia muito bem, mas a maioria dos seus voleios são apenas pra matar o ponto, com baixo grau de dificuldade. Mas acredito que ele esteja sim entre os 10.

      Responder
    3. André Barcellos

      Nadal tem um ótimo voleio, mas para matar o ponto. Não dá a cara na rede sem um bom deslocamento do adversário, aliás, como manda o figurino.
      Creio que Tsonga também poderia entrar nessa lista.

      Responder
    4. Chileno

      Não vejo muito sentido no seu comentário Luiz, numa boa. A temporada de saibro é a mais previsível do circuito há pelo menos 10 anos.

      Dos últimos 15 Roland Garros, o Nadal venceu 12. Novak ensaiou vencer 1 por 5 anos, até vencer o seu num RG em que o touro abandonou por lesão. Ou seja… nem mesmo esse título dele foi tanta surpresa assim. Com o abandono do espanhol, o sérvio passou a ser o favorito absoluto ao título. Federer venceu 1, também depois de 4 anos batendo na trave. A única surpresa mesmo nos últimos 10 anos foi o título do Stan em 2015, sobre a versão mais destruidora do Djokovic já vista.

      Nos outros campeonatos, novamente uma soberania absoluta do Nadal, com a exceção talvez de Madrid. Eventualmente um ou outro jogador apronta alguma, mas o quadro geral é sempre o mesmo há 10 anos. O Nadal favorito a tudo, vencendo quase tudo, e vez ou outra ocorre uma zebra. De 2017 pra cá o Thiem vem tendo resultados melhores, mas ainda tímidos frente à soberania do espanhol. Ano que vem, quem sabe?

      Responder
      1. Luiz Henrique

        Chileno, a lógica da minha ironia é a seguinte: o pessoal que odeia o Nadal fica a temporada de saibro inteira menosprezando as possíveis conquistas do Nadal, já adiantando que é previsível e etc. Mas o fato é que o resto do circuito sempre foi dominando por Federer e Djokovic da mesma forma. Se você analisar, desde 2011, o domínio de Djokovic nas hards e grama é quase que total, com um ou outro momento de baixa, deixando de ganhar uma coisa ou outra, mas isso tb acontece com Nadal no saibro (esse ano por exemplo, deixou de ganhar 3 eventos). Portanto Djokovic ganhar títulos grandes na hard e grama é tão ou até mais previsível do que Nadal ganhar no saibro. Nós temos 4 grand slams por ano, e djokovic ganhou 3 dos últimos 4. O que é mais repetitivo, Djokovic ganhar slam ou Nadal? Claro que Djokovic. Logo, Nadal ganhar RG, pode parecer repetitivo quando se pensa só em RG, mas quando se pensa mais amplo, Nadal ganhar RG é a “variação” antes de ver Djokovic ganhar todos os outros grand slams de novo. Por isso acho que ele vai passar o Federer antes do Nadal

        Responder
        1. Chileno

          Não concordo Luiz. O Djokovic foi extremamente vitorioso em 2011, até certo ponto 2014, 2015, o primeiro semestre de 2016 e o segundo de 2018. Sem dúvida, foi o mais vitorioso de 2011 pra cá. Mas dizer que ele ganhou tudo na grama e nas sintéticas nos últimos 8 anos, de 2011 a 2019 é um exagero enorme. A dominância dele fora do saibro nunca foi tão absurda quanto a do Nadal no saibro.

          Em 2012 Federer e Murray venceram WB e US Open. Esse talvez tenha sido o ano mais equilibrado entre o Big Four. Em 2013 o Nadal foi melhor que o Djoko. Em 2014 o Wawrinka ganhou o Australian e o Cilic o US Open. Em 2016 o Murray dominou o segundo semestre com o Wawrinka ganhando o US Open. Em 2017 Federer e Nadal dominaram novamente.

          Nos Masters a diferença também é muito grande. Enquanto o Djoko tem 5 IW e 6 Miami, por exemplo, o Nadal tem 11 MC, 9 Roma e mais 11 Barcelona. Da temporada inteira de saibro, o único torneio em que o espanhol não é tão dominante é Madrid. Então fica difícil dizer que nos últimos 10 anos houve tanta surpresa assim. O Nadal praticamente no mínimo 3 dos 5 grandes eventos da temporada de saibro em praticamente todos os últimos 10 anos, ocasionalmente vencendo 4 ou até os 5 deles.

          Responder
  63. Marcelo Bragatto

    Mestre…

    Comparando com o M1000 de Madrid, tem algum torneio de grama que seja mais lento a velocidade do jogo?

    Aproveitando, sabe dizer se o Opelka jogará algum torneio antes de Wimbledon?

    Forte abraço!

    Responder
  64. Rodrigo S. Cruz

    [Sérgio Ribeiro]
    15 de junho de 2019 às 00:16

    “Irrita é dizer que alguém ” humilhou ” alguém, somente porque aprecia o estilo do Alemão mais velho. Repito, até nos melhores momentos ,longe de ser humilhação. E repetiu seus lindos golpes contra Felix. O garoto jogando sua primeira partida na Grama. Para mim há que se unir Talento com competitividade. É o que faz o Craque suíço”.

    Ok.

    Pra você…

    Mas pra mim e toda torcida do Flamengo, só o talento e a estética do jogo já é mais do que suficiente para cativar.

    E deixa eu te lembrar de uma coisa importante:

    O tênis nem começa , e nem se encerra com ” craque suíço” nenhum, Sérgio…

    Tenha absoluta certeza de que o circuito está repleto de jogadores, com um tênis de muitos PREDICADOS!

    Tenistas capazes de darem espetáculos tão, ou até maiores, do que pode dar o Federer.

    E se tem alguém com autoridade pra afirmar isso no blog, acho que sou eu.

    Pois sou dos maiores fãs do tênis do suíço, e sempre o defendo aqui…

    Quando eu usei o termo” humilhou”, eu não quis provocar ninguém.

    Foi só uma metáfora, para destacar que algumas JOGADAS do Dustin Brown:

    belos voleios, winners de backhand, slices, etc, “humilharam”, em alguns momentos, o Zverev.

    “Humilhar”, nesse caso, teve sentido de: ” arrancar aplausos”, ” surpreender”, ” embasbacar”.

    Entendeu, agora?

    É realmente MUITO CHATO, ter de ficar respondendo a esses teus “mi mi mi’s”.

    Só porque te deu na telha eleger alguns “queridos” teus, que para você são intocáveis…

    Thiem, Zverev, Murray, Federer, etc, e não aceitar que se fale nada deles.

    Responder
    1. Sérgio Ribeiro

      Que mimimi … Sr S Cruz ? Desde quando você pode falar que “ Eu e a torcida do Flamengo preferimos alguma coisa “ ? Entenda de uma vez por todas . Muita gente não gosta de Kyrgios, Fogninis , Gulbis e Brows da vida. Alguns não mexem bem o corpo e outros são preguiçosos mesmo. Esse tipo de jogo irrita a muitos como eu. Respeite isso em vez de tentar empurrar essas malas pra cima de todo mundo , como se conhecesse tanto quanto pensa. Quem começou com a babaquice de Federer fujão e outras aqui no Blog ? Passou tanto recibo que imaginei que tivesse amadurecido. Zverev deu lindas passadas com seu Back de duas mãos. Assim como Aliassime ( com apenas 18 aninhos ) , demonstrou grande capacidade de concentração contra o mesmo TOP 100. Ninguém é obrigado a não questionar as suas sandices. Estamos num fórum de debates. Você e o LF são muito cheios de frescuras rsrsrs Abs!

      Responder
      1. Rodrigo S. Cruz

        Pffff…

        Muita gente quem?

        Só se for você.

        Até o Dalcim, já cansou de postar aqui que aprecia o tênis de caras com Fognini, Brown, Kyrgios.

        Já do Alexander “Chandele” Zverev, a gente vê mais crítica do que elogio.

        kkkkk

        Responder
        1. Sérgio Ribeiro

          Somente eu ? Possui 3 MASTERS 1000 e um FINALS aos 22. Está em ma’ fase mas joga mais dos que os citados por você . O tempo vai confirmar . Abs!

          Responder
  65. Rodrigo S. Cruz

    [Luiz Fernando]
    15 de junho de 2019 às 09:25

    Concordo em parte com vc, sem duvida é o pior piso p ele, por razoes já expostas aqui pelo Dalcim e se der a falta de sorte de pegar um sacador nato na primeira semana pode rodar. Por outro lado, vem de duas excelentes participações recentes, com semi em 5 sets em 2018 e perdendo p o Muller nas quartas em 2017 no quinto set, sendo q o luxemburguês apertou o finalista Cilic na semi, e muito. Alem, disso, o Nadal atual é bem mais agressivo do q aquele das derrotas p alguns manes q vc citou, ou seja, ele tende a se portar melhor na atualidade do no passado no piso. Mas vamos p o outro lado: vc considera Federer tão favorito este ano quanto em 2017? Eu sinceramente não, sem qualquer provocação. Depois do titulo no AO 2018 o nível de jg e os resultados do suíço caíram muito, com 3 torneios jogados na grama em 2018 e nenhum titulo. É o principal favorito? Creio q sim, mas menos do q nos últimos anos, bem menos Pode ganhar? Claro, Rafa também era menos favorito esse ano em RG e levou…

    Não esquenta, Luiz.

    É claro que você não quis provocar…

    Você apenas expôs o que acha.

    E o que você falou é sólido .

    Não dá pra descartar o Nadal, que está com a confiança na “ionosfera”. (rs)

    Além de estar jogando um tênis mais agressivo, como você destacou, o que também faz diferença.

    Só acho que, dentre os integrantes do BIG 3, o espanhol seja em quem menos eu apostaria…

    Quanto ao que você perguntou sobre o Federer, eu acho o seguinte:

    Na grama, ele só não é mais favorito do que o Djokovic, atualmente…

    E aquela derrota boba que ele sofreu em 2018, acho que ocorreu por um problema físico.

    Não acho que vai se repetir agora.

    Não estou, com isso, afirmando que ele teria vencido o sérvio.

    Ele ainda é o homem a ser batido.

    Mas tenho pra mim, que ele não perderia do Prof. Pardal, caso estivesse 100%.

    Além de ter desperdiçado muitas chances…

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    1. Renato

      Federer jogou o segundo semestre passado com dores na mão. Afetou o saque e os golpes.

      Incrível a capacidade do cidadão de exaltar tenistas medianos, hein? Ou Muller foi um fenômeno na grama, só por que ganhou do espanhol e tirou um set do Cilic, que depois foi atropelado por Roger na final?

      Responder
      1. Renato

        O cara quis apenas valorizar a derrota do espanhol. Rs. Mas se não perdesse pro Gilles, perderia do Cilic. Se acontecesse uma zebra e ganhasse do croata, perderia pra Roger na final.

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  66. Lucas pinheiro

    Mestre, até comentei no bola amarela, não duvido da qualidade do canadiano, mas a ida dele a uma final na grama , sem nunca ter pisado no piso, mostra quanto a grama se adaptou aos outros pisos. Mlk joga muito, mas já fazer final???

    Vamos aguardar os 500tão pra ver como vão se sair os demais!

    Na minha humilde opinião, única chance real de federer no ano de 2019 , no que se refere a gs. E digo mais, do big3 achei o que se adaptou e jogou melhor ate agora…

    Forte abraço

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  67. Renato

    Puts, duro ler que Nadal seria o maior beneficiado se tivessem masters na grama. Kkkkk Sem pé nem cabeça. Onde o cidadão vive? Quem realmente seria beneficiado com mais torneios no piso verde é Roger, maior e melhor sobre o piso. Depois creio que seriam beneficiados Darcis, Brown, Rosol, Kyrgios e outros, pois teriam ótimas oportunidades de encontrar Rafa mais vezes pelo caminho.

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    1. Luiz Henrique

      Renato, por isso mesmo, se Rafa pegasse esses caras nos masters 1000 na grama antes de wimbledon, estaria mais preparado pra eles quando jogasse em wimbledon, aconteceria como aconteceu esse ano no saibro, começa devagar, mas quando chegou no 4º torneio ele engrenou. E ele ganharia sim vários masters 1000 na grama. Federer penou pra ganhar do Rafa em 2007, quando ele era menos completo, e Djoko penou pra ganhar dele em 2018 numa quadra indoor.

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      1. Rodrigo S. Cruz

        Piada…

        Basta ver quantos títulos de simples tem o Federer e o Nadal na grama.

        Você é fanático pelo Nadal, a ponto de ignorar até o óbvio.

        Abs.

        Responder
  68. Renato

    Maiores slam:

    Wimbledon: O maior pela tradição e por ser o maior objeto de desejo da maioria dos tenistas. Piso mais antigo e tradicional.
    U. S open: Segundo maior pela modernidade, o show que. Na minha opinião, é o mais gostoso de assistir.
    Roland Garros: É tradicional, mas precário. Terceiro maior.
    Australia Open: Creio que o mais moderno, mas não o mais tradicional. Nunca ouvi um tenista dizer: Meu sonho é ganhar o Austrália Open.

    É por aí Dalcim?

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  69. Renato

    Corretja é uma anta mesmo! Rs Não à toa favoreceu a “armada robótica espanhola ” com a ideia de padronização. Bom, Federer também assinou, ne?

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  70. Nando

    Esperamos q a grama de WB esteja do jeito q deve ser: rápida.
    E não como nos últimos anos: lenta.
    E Félix, 3° final de ATP já hein…será q fatura amanhã?

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  71. O LÓGICO

    Somente o UNIDIMENSIONAL não ganha do Brown na grama…. por que, hein, nadalzetes? E o mais claro: perde tomando aulinha de alfabetização no tênis. O robozinho é um mobral (kkkkkkk) do tênis, todo mundo sabe kkkkkkkkk.

    Responder
  72. Renato

    Na minha opinião, as chances de cada um em Wimbledon estará dividida assim:

    Federer e Novak 45% de chances cada um e 10% para o resto, incluindo o bugre careca.

    Claro, pode mudar um pouco devido a formação da chave.

    Queens está muito mais interessante que Halle.
    Acho que apenas Coric pode complicar pro melhor da história.

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